Episódios de Trucão com Pé Na Estrada

Move Brasil 2

05 de maio de 202641min
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O Move Brasil, programa do Governo Federal destinado a apoiar a renovação da frota de caminhões, vai continuar.

Confira entrevista do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, nesta madrugada no Programa Pé na Estrada exibido na Rádio Massa, aos jornalistas Pedro Trucão e Paula Toco. Ele explica e tira dúvidas de caminhoneiros autônomos que pretendem trocar de cargueiro nesta nova etapa do Move Brasil.

Participantes neste episódio2
P

Pedro Trucão

HostJornalista
P

Paula Toco

Co-host
Assuntos9
  • Move Brasil 2Renovação da frota de caminhões · Aumento de crédito · Inclusão de ônibus e implementos rodoviários · Redução de juros · Aumento do prazo de carência e pagamento
  • Benefícios da renovação de frotaMelhora da produtividade · Redução de custos · Meio ambiente e poluição · Segurança nas estradas · Tecnologia nos veículos
  • Financiamento de seminovosInclusão de caminhões seminovos · Juros e crédito para seminovos · Papel das montadoras e bancos
  • Acesso ao financiamento e burocraciaFinanciamento externo do BNDES · Impacto em bancos específicos · Questão do IOF · Dificuldade de acesso para autônomos
  • Acordos comerciais e comércio exteriorAcordo Mercosul-União Europeia · Acordo Mercosul-Singapura · Acordo Mercosul-Efta · Aumento de exportação e importação
  • Infraestrutura e segurança para caminhoneirosPostos de Parada e Descanso (PPDs) · Assistência médica nos PPDs · Recuperação e ampliação da malha rodoviária · Investimento público e privado em infraestrutura
  • Descarte e reciclagem de caminhões antigosEstímulo à reciclagem · Redução de juros para descarte · Processo de reciclagem
  • Inclusão de microempresas e cooperadosMicroempreendedor individual · Cooperativas de transporte · Condições facilitadas de financiamento
  • Programa DesenrolaAjuda para pessoas endividadas · Uso do FGTS para quitar dívidas · Renegociação de dívidas com juros baixos
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Na Massa FM, você dá carona para o pé na estrada com Paula Toco e Pedro Trucão. E a gente agradece a carona e a beira também. E nós já acabamos de receber aqui a visita especial hoje, né? Do vice-presidente Geraldo Alckmin, que nos acompanha pra falar sobre o Move Brasil 2. Geraldo Alckmin, doutor Geraldo Alckmin, muito bom dia e obrigado com as aquaristas aqui novamente.

Muito bom dia, Pedro Trucão, Paulo Atoco, todos que estão nos acompanhando aqui no Pé na Estrada, muito obrigado pelo convite, uma satisfação estar com vocês. Eu que fico feliz. Paulo Atoco. A gente também, a gente agradece muito a sua volta, a gente sabe que a primeira edição do programa, o dinheiro foi, então, quer dizer que funcionou e aí agora então, a gente agradece a sua volta pra falar mais sobre essa segunda edição do Móvel Brasil.

E o pessoal tá curioso pra caramba, não aposentando em coisa, mas primeiro eu gostaria que você, por gentileza, nos desse novamente um panorama, como é que veio o programa agora, o dois, o Move Brasil dois, e depois a gente vai responder algumas perguntas da turma, tudo certo? Tudo certo, Petrocão. Então, o Move Brasil dois, ele está maior, melhor e mais abrangente.

Maior porque o Move Brasil 1 teve 10 bilhões de crédito para a renovação da frota, troca de caminhões. O Move Brasil 2, que foi lançado agora esta semana que passou, ele tem 21,2 bilhões. É mais do dobro do recurso para a renovação de frota.

Depois, melhor, porque ele incluiu, além do caminhão, incluiu ônibus e implementos rodoviários. Então, carrocerias, todos os implementos rodoviários estão incluídos. E também melhor, porque ele baixou juros. E tem boa notícia, Pedro Turcão, Paula Toco, quem está nos acompanhando.

Boa notícia para o autônomo. Isso é importante. Para o caminhoneiro autônomo, porque não move Brasil um dos 10 bilhões?

Um bilhão era pro autônomo. Então os nove bilhões em noventa dias acabou. Sucesso total. O autônomo não consumiu um bilhão. Eu não conseguia. Não conseguia. Cada prestação. Boa notícia. Primeiro não é mais um bilhão. São dois bilhões. O autônomo vai ter o dobro. Os juros baixou. Era catorze vírgula nove de taxa de juros ao ano.

reduziu pra 12,4. E se ele ainda der um caminhão com mais de 20 anos pra reciclagem, pra tirar, baixa pra 11,3. Vamos pegar a maioria, então baixou de 14,9 pra 12,4 ao ano. O Finame tava 23%. Então nós estamos falando de mais de 10%, menos os juros.

A carência, era um pleito dos caminhoneiros, passou de seis meses pra doze meses. Um ano de carência. Um ano de carência. E o prazo pra pagar era de cinco anos, passou pra dez anos. Ah, bom, facilita bastante. Dobrou, facilita mais. Diminui bem a prestação, hein? Exatamente. Esse é o objetivo. Então, nós temos um programa com uma carência dobrada de seis meses pra doze meses.

o prazo pra pagar de 5 pra 10 anos e financiamos, Pedro e Paula, o seminovo. Então, aquele que tá com caminhão com 12 anos, 15 anos de trabalho, de serviço, ele pode trocar pra um de 5 anos.

Tem o mesmo juros e o mesmo crédito. Não muda nada? Não, o seminovo tá nesse programa só pro autônomo. Certo. Só autônomo e cooperado, cooperativa. Perfeito. Então ele tá incluído. Pra quê? O de 15 anos vai pra um caminhão de 5. E o de 5 vai pro zero quilômetro. Você faz uma escadinha. Entendi. Qual o objetivo da renovação de frota? É melhorar a produtividade.

O Brasil tem a quarta maior malha rodoviária do mundo. Então você vai caminhar o que não quebra, caminhão novo, melhor produtividade, reduz custo o Brasil. Depois meio ambiente, esses caminhões novos Euro 6 poluem muito menos, ajuda o meio ambiente. Segurança nas estradas, tecnologia desses novos caminhões é impressionante.

Então vai ajudar também na segurança. A primeira causa de morte no Brasil é coração e grandes vasos. É problema cardíaco. A segunda é câncer. A terceira não é doença. A terceira é causa externa. Tem homicídio, claro, violência, mas tem muito problema de acidente rodoviário. Verdade.

Então, isso envolve aí duplicação de rodovias, conservação de rodovias e também tecnologia nos novos veículos. Então, eles são mais seguros, poluem menos, dão menos problema de manutenção, melhora produtividade. Perfeito. Esse é o objetivo da renovação de frota.

tem dois bilhões pra ônibus e micro-ônibus. É isso que eu ia perguntar agora. É. Da outra vez você tinha caminhões, tinha veículos comerciais, ônibus não estava incluso, e também implementos não estavam inclusos. Agora vocês incluíram. Exatamente, Pedro. Duas novidades. Além do caminhão, os implementos rodoviários foram incluídos com a mesma taxa de juros, o mesmo programa, e ônibus e micro-ônibus.

E aí aumentou o valor e para o autônomo dobrou. Ele que tinha um bilhão passou para dois bilhões. Perfeito. Tem uma coisinha que perguntaram para mim esses dias também, enquanto a Paula encontra ali, que é justamente a respeito do financiamento do caminhão seminovo. Porque o seminovo, o pessoal não saiu nenhum financiamento pelo seminovo, porque perguntamos, inclusive, para alguns bancos, da montadoras.

Porque não o seminovo, né? Porque estavam dando preferência só para os novos, porque tinha que muito veículo parado em pátio de concessionária, das próprias montadoras. E tinha que tirar fora para poder produzir mais. Então, ficaram muito em cima mesmo dos caminhões novos. Agora, os seminovos, você acredita que eles vão contemplar os próprios bancos das montadoras? Vão se esforçar para botar o seminovo na mão daquele caminheiro que quer trocar o caminhão?

Eu acredito que sim, Pedro, porque primeiro realmente você tinha uma demanda gigantesca. Com essa taxa de juros muito alta do Brasil, estava 15% a Selic, o Finame estava 23%. Então o caminhão menorzinho ainda vendia, mas o caminhão de um milhão, caminhão pesado, esse caiu muito a venda. Isso já deu uma retomada.

os juros também, a Selic começou a cair. 15 para 14,75, 14,75 para 14,5. Então, a tendência é de queda.

Eu acredito que as montadoras vão ajudar também o seminovo poder andar. Porque é a maneira de você também renovar a frota. A pessoa vende o caminhão com 5, 7 anos e compra o novo. Alguém precisa comprar o seminovo, senão ele vai ter dificuldade de trocar. A outra notícia importante, Pedro Trucão e Paula Toco.

É a demanda. Ela deve crescer. Porque foi assinado agora, dia 1º de maio, o acordo Mercosul-União Europeia. Aí aumenta a exportação e aumenta a importação. Comércio exterior...

É muito demandante. Então nós fizemos acordo, o presidente Lula fez acordo Mercosul-Singapura, Mercosul-Efta, são aqueles quatro países lá do norte, Noruega, Suíça, Lixansá e Islândia, e Mercosul-União Europeia, o maior acordo do mundo entre blocos.

Então isso deve fortalecer o comércio exterior. Eu preciso pegar o produto no porto, que está chegando, e preciso levar o produto ao porto para ser exportado. Então o comércio exterior movimenta muito a economia. Paula, eu estou fazendo perguntas, pintando aí, Paula. É isso aí, o pessoal mandou recadinho, vamos ouvir aqui esse primeiro? Bora. Bom dia, Paulo Toco, bom dia, Tucão. Bom dia. Bom dia, eu e o nosso vice-presidente, Borimunange.

todinho por cá, vamos lá eu vou só dar uma resumida que o todinho fica dois minutos, mas o todinho é um motorista que a gente vem acompanhando ele tem um caminhão 2005, né, e ele ao longo dos últimos meses tentou e não conseguiu o acesso, e aí o que ele falou ele falou, Paula, eu queria que vocês falassem pra gente sobre duas questões

Primeira, ele falou, como que é esse negócio do BNDES? Porque o BNDES não pode financiar direto para a gente, tem que passar pelo banco comercial, que muitas vezes é onde a gente não conhece ou não consegue. Essa é a primeira pergunta. E a segunda pergunta dele é a respeito do IOF. Ele falou, para o Seminovo, a gente tem que pagar o IOF na hora.

E aí muitas vezes a gente não tem o dinheiro direto pra pagar. Se você vai colocar isso no financiamento, a taxa de juros sobe muito. Então essas duas questões ele falou pra gente conseguir, como autônomo, acessar. Eu queria saber se você consegue, enfim, dar uma luz pra ele. Meio explicar a questão do BNDES e dar uma luz pra ele. Ok, então respondendo ao Todinho, Paula, o governo vai financiar o seminovo, vai facilitar o Todinho poder trocar o seu veículo, porque o juros baixou.

Então de 14,9 para 12,4 a taxa de juros ao ano. Hoje a taxa de juros do Finame estaria 23%, então uma taxa de juros mais baixa. A carência maior de seis meses para 12 meses, ele fica um ano sem pagar. E de cinco para dez anos o prazo de pagamento que cai a prestação.

O BNDES não tem como financiar diretamente porque ele não tem rede no Brasil todo, né? Então tem que ser via rede bancária, pode ser Banco do Brasil, pode ser Caixa Econômica Federal ou a rede bancária privada. Privada, eles estão bastante interessados. Aliás...

nós até puxamos a orelha lá do Banco do Brasil e da Caixa porque na primeira o Móvel Brasil 1 a rede privada liderou total. Ah, claro. E procure também a concessionária que também ela facilita e ajuda. Sobre o IOF eu vou checar e eu passo ainda hoje pra vocês aí a informação uma boa sugestão. Se não foi tirado o IOF doente,

tirar o IOF da entrada do caminhão, usado do caminhão seminovo.

Então, agradecer o Toddynho pela sugestão, eu vou checar, viu, Toddynho? Aí eu já dou um aluzinho, porque daí baratearia ainda mais. Exato, perfeito. E aí, Truca, ele acabou de falar sobre o Banco do Brasil e a Caixa, né? E essa era uma outra pergunta que me fizeram, né? Paula, na verdade, essa não foi uma pergunta, essa foi conversas com representantes de montadoras, né? E eles falaram, Paula, pelo banco a gente tá com muita dificuldade, a gente queria que você falasse sem falar o nosso nome, e aí

se por acaso não dá pra gente tentar mais pela Caixa e pelo Banco do Brasil porque aí o governo consegue dar esse empurrãozinho pra esses bancos aceitarem, né? Paula, essa é outra mudança do Move Brasil 2

O Move Brasil 1 foi liderado pela rede privada. Justamente. O Move Brasil 2, o Banco do Brasil e a Caixa, além da rede privada, nós queremos que a rede privada participe, lidere, é prova de eficiência deles. Mas nós queremos que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal estejam à frente aí e principalmente o presidente Lula tem destacado muito.

Quando a gente falava, olha, o Move Brasil 1 foi um sucesso, foi um sucesso, acabou em 90 dias. Não, foi um sucesso em termos, porque realmente para as empresas, para o frotista, 9 bilhões foi 90 dias. Agora, para o autônomo, ele não conseguiu usar tudo.

Então, é muito voltado agora ao autônomo, para ele poder trocar o seu, renovar o seu caminhão. Perfeito. Então, eu acho que fica o recadinho, né, pessoal? Procura a Caixa, procura o Banco do Brasil. Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Então, procura aí uma boa, você também procurar os próprios bancos das montadoras, porque uma vez que tem um banco público participando, aí eles vão ter um pouco o pé mais no chão, para poder exigir menos do que exigem hoje, né?

Pode ser que dê um incentivo pro Banco da Montadora pra ele trazer esse programa. Esperamos. O pessoal continua mandando o recado, por favor, continue mandando aí as suas perguntas, manda lá. O Valdeci de Santa Catarina, ele pergunta pro Dr. Gerardo Alckmin.

Turcão, só queria saber, eu na época do pró-caminhoneiro, que foi na época da Presidente Dilma, eu tentei, mas não consegui. Muito pouca gente conseguiu na época, mesmo que o dinheiro era bem mais baixo, o juros era outro, mas você não conseguiu. Por quê? Porque o que estavam pedindo de entrada é muito alto, porque uma prestação hoje de caminhão...

Se você compra um caminhão novo ou semi-novo, se passar uma prestação acima de 15 mil reais, a gente não consegue pagar com o frete que existe hoje, por mais que a gente faça o caminhão render. Então eles perguntam, existe a possibilidade de diminuir essa taxa? Você praticamente, para mim, já até meio respondeu isso, quando vocês alongaram de 5 para 10 anos. Mas você vê alguma coisa que é possível fazer em cima disso, Dr. Geraldoque?

Olha, tem até uma, esse foi o objetivo de prolongar o prazo de cinco pra dez anos, diminuir a prestação, esse é o objetivo. Então, por exemplo, se uma simulação de uma compra de um caminhão seminovo de trezentos e oitenta mil reais. Eu vou comprar um caminhão seminovo, valor trezentos e oitenta mil reais. Ele vai pagar.

na primeira parcela, cinco mil setecentos e quinze. E vai terminar a última parcela, cinco mil setecentos e quinze. Não muda nada nesse período. Não, e reduziu bastante o valor. Quer dizer, não é quinze mil a prestação. Mas você tem aí um valor bem menor. Então, a primeira parcela do MOV 1 era onze mil reais.

E agora a primeira parcela vai ser cinco mil e setecentos. Então é menos da metade.

em razão de ter um prazo mais longo com juros mais baixos. Isso é importante. Então a prestação do seminovo uma hipótese de um caminhão de valor de 380 mil a prestação de 11 mil vem pra 5.700. Perfeito, tá aí. Maravilha, vou mandar aqui mais um recadinho mais uma dúvida que chegou. Bom dia aí Paulo Antônio, bom dia Tucão, meu vice-presidente.

Eu só queria tirar uma dúvida, isso só vale para quem tem caminhão ou para quem quer começar também? Que nem no meu caso, eu trabalho de empregado, mas se eu quiser comprar um caminhão, isso vale para mim também, no caso. O Jeff que mandou esse recado, né? E aí ele quer saber então, se dá para ser o primeiro caminhão também pode ser por via desse programa. Pode, pode ser sim. Nós queremos é uma frota nova.

Então a gente quer facilitar quem já tem o caminhão e também quem possa adquirir o seu caminhão.

Perfeito. Eu vi uma pergunta também, doutor Geraldo, que ela foge um pouco, porque quando começam as coisas, é engraçado isso. O pessoal da Associação Brasileira de Produtores de Pneus, Associação dos Fabricantes de Pneus, a gente fez agora um podcast com eles e me perguntaram. Por questão, inclusive, iam pra Brasília pra tentar conversar com vocês, pra poder buscar.

Olha, desse dinheiro todo que está vindo aí, né? Agora com 20, na época era os 10, eles estavam em cima do 1 bilhão. Será que ele não conseguiria verificar junto com o governo federal se pegar? Já que o caminhoneiro autônomo não está conseguindo puxar esses 1 bilhão para poder financiar, ele não poderia pegar 500 milhões para financiar pneus novos para caminhões? Chegou para vocês isso?

Não, não chegou. O que teve de novidade aí foi implemento. Implementos. Então você comprava o caminhão, mas não conseguia comprar um guindaste, não conseguia comprar uma carroceria, então pneu não, podemos até verificar. Agora, o, uma coisa que a gente tem segurado há uma queixa muito grande de importação de de pneu.

Então o pessoal tem insistido pra aumentar o imposto de importação. É o que o Russo também direto. Nós fizemos para o veículo leve, mas não fizemos pro pesado, pra não onerar o caminhão. Entendi. Então nós não mexemos.

E pra deixar o preço mais baixo. Mas eu posso verificar, mas hoje não tá incluído o pneu. Tá incluído o implemento rodoviário. Isso é importante também, né, Trucão? Porque o implemento tem uma vida útil maior do que a do caminhão.

mas chega um momento também que o caminhoneiro principalmente o autônomo, ele precisa trocar inclusive porque a gente está num movimento em que o implemento tem que estar cada vez mais alinhado com a operação que ele vai ser colocado em uso, né? E aí muitas vezes o caminhoneiro um implemento tanque, que por exemplo é um implemento mais caro, né? frigorífico, exatamente então pode ser a porta de acesso do caminhoneiro porque muitas vezes também quem está com o conjunto completo tem acesso a um frete melhor, né?

É que uma coisa, Zor Geraldo, que talvez tenha informação, é que uma boa parte dos implementos nossos no Brasil, eles começaram a ter uma tecnologia embarcada agora há pouco tempo. Não faz tanto tempo. Então, os caminhões que tem, por exemplo, quem tem um caminhão, empresa ou autônomo, que está com um caminhão ou uma frota, que a frota média, a idade da frota média do caminhão é de 5, 6 anos, o implemento é 10, 15. Então, precisamos realmente mudar, porque tem que acompanhar a tecnologia para...

E você ganha eficiência, produtividade, reduz custo, né? Reduz custo. Mas o Pedro Cão e Paula, eu como sou médico, gosto da questão da saúde. Então uma boa notícia para o caminhoneiro.

É que hoje nós temos oito postos de parada e descanso. Os PPDs. E vamos pra quarenta e um. Nós vamos ter quarenta e um postos de parada e descanso e com o médico. Com o médico? Com o médico. Os quarenta e um? Os quarenta e um. Ou o outro que pode ser por conta de uma... Não, a informação, eu posso até checar, mas a informação é que todos terão médico.

Então, posto de parada e descanso passa de 8 para 41. Isso é importantíssimo, que você tenha acidente por sono, por cansaço. Muito. Eu dava plantão em São Paulo, saía de Pindamonhagaba, dirigindo 4 horas da manhã para chegar às 7 da manhã no hospital aqui em São Paulo, fazia especialização em anestesiologia.

E aí, dei uma cochilada na Dutra. Acordei quando a roda bateu no canteiro. A hora que deu aquele tranco, eu acordei na hora. Imagine o... É, num caminhão... Eu vou contar uma historinha também, eu fazia muita rádio aparecida onde eu o conheci. Eu ia lá e voltava, praticamente, uma semana até a dia e voltava. Aí uma vez eu tava voltando, que eu tinha que estar no jornal das oito e meia do padre César.

Eu chegava, saia cedo e voltava duas da tarde, que eu tinha que gravar uma porção de coisa. E uma vez, acredito que eu tava ali em Caçapava, eu via entrar, eu tava na pista, eu via entrar na pista saindo daquele posto de tigrão e ia saindo dois elefantes, um segurando o rabo do outro. Entrou na pista. Falei, dois elefantes, um segurando o rabo do outro, tô dormindo. Encostei, encostei e foi dormir, porque eu tava com... Nossa senhora, nossa senhora nos protegeu. Na hora. Foi.

Muita gente, inclusive, perguntando a questão de infraestrutura. Não é o foco hoje, mas a gente recebeu bastante perguntas falando isso. Vamos ter infraestrutura melhorada para colocar esses caminhões? E aí, enfim, a gente vai ter mais pontos de parada, né? E a gente tem visto também algum... A gente até falou, esses dias a gente viu algum entrevistado nosso que falou também de um investimento maciço que vai ter em infraestrutura, não foi?

É um investimento, Paula e Pedro, recorde público, próprio governo, Ministério dos Transportes, DENIT investindo para recuperar a malha. Hoje nós estamos aí com um número redondo, 70% em boas condições, 69% e mais um pedacinho é irregular. Precisa melhorar ainda muito.

E de outro lado, muito investimento privado, no caso das concessões. Então aí você traz um investimento privado grande pra poder... Na realidade, São Paulo é o campeão, né? Porque foi feito um estudo, rodovia duplicada.

por quilômetro quadrado. No mundo inteiro. Primeiro lugar do mundo, Alemanha. Segundo lugar do mundo, Espanha. Terceiro lugar do mundo, São Paulo. Estado de São Paulo. É o terceiro do mundo. Se eu sair de São Paulo, é tudo duplicado.

Dutra, Ayrton Senna, Carvalho Pinto, Anhanguera, Bandeirantes, Castelo Branco, Anchieta, Imigrantes. Fernão Dias, todas elas. Fernão Dias. Então, cê tem uma malha, né? Importante. Paula Toco, vamos pôr mais perguntas por aí, Paula Toco.

Tem mais perguntas, sim. Ele não deixou o nome dele aqui, né? Alguém que é do Rio de Janeiro, do final 81. Ele falou, bom dia, pessoal. Eu queria saber duas perguntas. O que vai ser feito com caminhões velhos? E aí é muito importante a gente lembrar, porque às vezes surgem uns mitos.

que vai ser obrigado, o cara que tem um caminhão com mais de 20 anos vai ser obrigado a parar de rodar com esse caminhão então é sempre bom a gente lembrar que isso é mito e ele perguntou se tem que ao Evandro aqui, o Evandro falou, Paula e tem que estar com o nome sem restrição e aí só pra entender que é uma questão de banco né, então se o doutor puder falar um pouco mais pra gente

Olha, Evandro, a Paula colocou bem, não tem nenhuma obrigatoriedade de você ter que parar o caminhão. Não existe isso. Agora, se o caminhoneiro, ou o frotista, ou a cooperativa pegar um caminhão com mais de 20 anos e der baixa, vender para reciclagem, os juros caem. Então, quando você oferece um caminhão com mais de 20 anos para reciclagem,

você tem os juros um pouco mais barato, para estimular a renovação, estimular que a gente renove a frota. Então não é obrigatório, mas, por exemplo, um autônomo, ele terá juros de 12,4.

Se descartar um caminhão de baixa com mais de 20 anos, cai para 11,3. Certo. No caso da empresa, os juros é maior, é 14,7. Se descartar um caminhão com mais de 20 anos, baixa para 12,9.

Agora uma pergunta... Então está um estímulo, mas não é obrigatório. Um estímulo, mas não é obrigatório. Geraldo Alckmin conversando com a gente a respeito do Móvel Brasil 2 e claro que sempre vem algumas perguntas aí por cima que tem a ver com o governo, então a gente acaba perguntando também. Mas tem uma coisa que me perguntaram agora há pouco, doutor Geraldo, que é sobre a recicladora. Se você tiver um caminhão que você pode reciclar acima de 20 anos, você pode entrar e ter um juros mais baixo. A pergunta é, como é que eu chego? Até o reciclador.

O ideal é sempre fazer via a concessionária. Via concessionária. Agora, você tem as recicladoras, ela vai comprar, ela vai pagar. Como é que a pessoa consegue os juros mais baixos? Da baixa do caminhão. Então, da baixa do caminhão. Olha, meu caminhão tem 30 anos, a pessoa até pode não ter o caminhão, ele pode comprar um caminhão pra poder tirar de circulação.

da baixa e aí encaminha. Você tem guerdal, você tem inúmeras recicladoras. Aí elas pegam o caminhão e desmontam aquelas máquinas, tira pneu, tira vidro, aí fica o aço e o aço vai pra siderurgia. Então ele volta para a siderurgia. Então o que que nós queremos? É renovar a frota.

Você melhora a segurança, diminui acidente, polui menos, dá menos manutenção, melhora a produtividade. Esse esforço todo é para a renovação de frota. Aliás, até vou deixar aqui uma colocação.

Eu trabalho com o presidente Lula pra gente ter um programa permanente. Não ter só, olha, vamos fazer por quatro meses, por três meses. Não, ter um programa permanente de renovação de frota.

Pra isso, nós precisamos ter recurso. Perfeito. Alguém até perguntou pra você, Manu, o que que o governo entra nisso? Eu também. Se é o banco que financia. Uhum. Bom, se fosse o banco financiar, ia custar quase trinta, quarenta por cento os juros ao ano. Entendi. Ele tá custando doze, onze, porque o governo tá pondo bilhões pra equalizar esses juros. Entendi. Aí o banco faz um blend. Uhum. Pega o recurso do governo que é mais barato.

e faz aí uma mistura e o juros sai menor, o BNDES tem um papel importante aí, embora ele não

financia diretamente, mas ele tem perto de 6,7 bilhões, que ele está fazendo de aporte, para garantir os juros mais baratos e possibilitar a renovação de frota. Então, o ideal para quem está querendo botar um carro, um veículo mais antigo, a partir de 20 anos, ir à própria constitucionária das empresas das montadoras e ir lá conversar sobre isso, eles que dão uma orientação sobre esse assunto.

Exatamente. A concessionária ou até as empresas, elas têm interesse em adquirir também um caminhão com 25, 30 anos, porque com isso ela consegue juros mais baixos. Perfeito. Então a ideia é fazer esse conjunto pra viabilizar. Então você tem um estímulo pro caminhão aí de 30 anos, 25 anos, não obrigatório sair de circulação e ter a reciclagem.

e você tem um estímulo pra ir pro seminovo, pra ele dar um passo aí importante e tem um estímulo pra ir pro novo. Perfeito. Paula Toco. Trucão, muitas perguntas. Paula, só uma perguntinha. Eu vi que, acho que foi o Evandro, perguntou, e se alguém tiver aí com problema de banco? Ah, é verdade. Não é isso? Se tiver aí negativado. Estou numa situação mais delicada, como é que eu faço? Como é que eu faço? Bom.

Hoje, o Ministério da Fazenda, hoje, o presidente Lula anunciou no dia primeiro de maio um programa chamado Desenrola 2. Então, ele vai exatamente ajudar as pessoas a sair da dívida.

Você tem dívida do rotativo, do cartão de crédito, do cheque especial, do rotativo pessoal, que chega assim uns juros absurdos. Absurdo. Juros de 5% ao mês, 6%. Então, o governo vai possibilitar, primeiro, quem tem fundo de garantia, levantar até 20% do fundo de garantia só pra bater dívida. Então, porque o fundo de garantia tá rendendo juros menor e ele tá pagando um juro absurdo.

Ele vai poder tirar 20% pra bater dívida. O governo vai por recurso pra oferecer a ele uma renegociação com 1.9 no máximo ao mês. 1.9 de juros.

e desconto o desconto 60 pode chegar até 90% da dívida, os bancos também tem interesse o cara não tá pagando é melhor pagar com um valor menor, então hoje acompanha aí, sai o desenrola dois, o Ministério da Fazenda pra ajudar as pessoas inadimplentes poderem recuperar o seu crédito

Perfeito, tá aí, né? Você pode ficar à vontade. Tem uma coisa, quem entrar no programa, quem entrar no programa tem que ficar um ano sem jogar bet. Ah, isso é muito bom. Isso é importante. E na dúvida, gente, mesmo que você não entre no programa, fica aí sem jogar as bet. É a melhor coisa, eu acho, né? Quem pergunta aí, Paula? Truca muitas perguntas. Uma pergunta que tá chegando bastante é em relação a utilitários e vans, né?

Então, eu queria só, eu não sei se o doutor Geraldo vai ter aí na ponta da língua, ou traz pra gente, mas assim, a partir de quanto, né? O que que, ah, veículo de carga a partir de 3.500 quilos, veículo de passageiro a partir de tanto, como é que o pessoal sabe exatamente o que é que entra? Olha, eu posso detalhar pra você, mas é caminhão...

Vale o pequeno, caminhão de entrega. Deve ser 3.500 quilos. Então, utilitário de 3.500 quilos entra. Entendo que sim, eu vou até, tô anotando aqui pra depois checar. Porque é isso, doutor, é porque tem muita gente que tem no Brasil. É o caminhão leve que eles chamam. É o leve, é o caminhãozinho VU, que é o utilitário que leva mil quilos, 1.500 quilos, é urbano.

Então entra esse caminhão urbano, caminhão leve até o pesado, até o caminhão grande, que é onde caiu mais a venda. Entendi. Porque o caminhão leve, o caminhão urbano de entrega na cidade, como o valor dele é menor, não caiu tanto, o que caiu mais foi o pesado. E o implemento que não tinha agora entrou.

E o ônibus, até micro-ônibus. Até micro-ônibus. Ônibus e micro-ônibus. Então eu acredito que nessa, então, o micro, a van de passageiro não deve estar inclusa. E o veículo de carga também, tipo o frugãozinho, talvez não seja incluso.

É, o menor que 3.500 quilos. Porque eu lembro que na anterior o van de carga mais de 3.500 quilos estava incluído. Então eu imagino que continue e não vai ter excluído nada que estava. Isso não mudou nada, nada, nada. O que estava no Move Brasil 1 continua no Move Brasil 2. Perfeito. Perfeito. Tem mais uma aqui. Dá tempo? Dá tempo. Vamos lá. Bom dia, bom dia a todos aí da rádio. Bom dia ao vice-presidente aí que está conosco. Tem uma perguntinha aí sobre o Move.

Qual é o risco das montadoras aí e também das concessionárias que vão vender aí o caminhão, né? O seminovo. Aumentar os valores devido a essa...

Esse aumento de prestações? Até que a pergunta dele, então é pra contextualizar, porque assim, o que a gente vê muito? Ah, subiu o combustível, aí o frete não sobe. Baixou o combustível, tem que pressionar pra baixar o frete. E aí eu entendo que a pergunta dele deve sair disso, né? Ah, agora tem mais facilidade. Será que o cara não vai aproveitar pra subir o preço?

Do veículo. É, do veículo. Hoje o custa oitocentos vai custar oitocentos e cinquenta. É. Pra isso existe a competição. Então, camarada, se um concessionário aí aumentar o preço, tem um outro concessionário que vai querer vender. Eu acredito que não, porque na realidade as montadoras estavam com dificuldade de comprador, por causa dos juros. Exatamente. E as concessionárias com dificuldade de vender. Aliás, por isso que foi feito o programa.

Quando você reduz os juros ou reduz imposto, você vende. Vou dar exemplo aqui do carro sustentável. O carro sustentável é um carro de entrada, não é um carro de 200 mil reais. É o carrinho de entrada, Volkswagen é o Polo, é o Tera, é o da General Motors, o Onix, da Stellantis, o Mobi, o Argo, Hyundai HB20, Renault, o Quid, Citroën, o C3, enfim.

esse carro baixou o IPI, zerou o IPI, pra ajudar a renovar a frota também, do carro sustentável, um carro 80% de reciclabilidade e que polui menos. Aumentou 32% a venda. A venda. Aumentou 32% a venda. Então as concessionárias vão ter interesse, porque ela estava com o estoque parado.

Perfeito. Acabei de dar um gancho pra mim agora aqui, de uma pergunta que tava aqui pendurada, que é justamente sobre isso. Esse financiamento que tá vindo no Móvel Brasil 2 é só pra veículos fabricados no Brasil com mais de 60% de nacionalização. Exatamente. Nós queremos fortalecer a indústria nacional. Então importado não vale. Então queremos fortalecer a indústria nacional, garantir o emprego.

O que estava acontecendo? Como não estava vendendo caminhão pesado, claro que deu férias coletivas e depois podia ter demissão. Nós estamos fazendo é defender o emprego, segurar o emprego e ao mesmo tempo renovar a frota pra melhorar a logística do país. Perfeito. Eu ainda tenho mais uma pergunta. Vamos lá. Estamos indo pra reta final já. Estamos indo, mas acho que esse aqui ainda vale.

Bom dia, vice-presidente. Tirou a dúvida minha. No meu caso, eu sou meio empresa, mas eu tenho um caminhão só. Eu entro como autônomo ou não? Porque afirma que eu sou agregado, a gente tem que emitir nota. É o Fabiano que mandou essa pergunta. Então, o Fabiano, como muitos caminhoneiros, tiveram que abrir um CNPJ. E aí ele ficou na dúvida. Eu sou empresa ou eu sou autônomo?

Eu acho que é autônomo, mas eu tô anotando aqui e vou checar. Como também o cooperado tá incluído como autônomo. Perfeito. Se você pertence a uma cooperativa e você quer renovar, é igual autônomo. Então o cooperado é igual autônomo e eu vou checar se a microempresa...

também está incluída. Então, boa notícia pra você. O autônomo microempresa está incluído. Como também o cooperado está incluído. Olha, uma coisa eu vou colocar pra vocês que estão aqui, o que a gente está gravando aqui vai pra televisão também depois. Mas o doutor Geraldo, ele vai marcando tudo aqui. E o Francisco que está ali do outro lado, ele vai pegando tudo, porque vai ter que levar pra lá, pegar a informação e depois mandar pra nós aquelas que a gente não tem a resposta no momento.

Muito obrigado por isso. E tem pergunta que não vai dar tempo, que vocês me passam e eu vou mandar a resposta e mando pra você, pra você responder pro interessado. Doutor Geraldo, quer dizer que já deu uma confirmada aqui no Microempreendedor, né?

Exatamente, o microempreendedor equivale ao autônomo, então ele vai ter essas mesmas condições facilitadas, com juros mais baixo, carência de um ano, dez anos pra pagar e juros menor. Perfeito, bom, aí pra fechar aqui, essa Move Brasil 2 é numa medida provisória mais quantos meses?

Exatamente, ela é uma medida provisória e ela tem geralmente tido uma vigência de quatro meses. Então nós estamos falando aí de 120 dias para a gente poder operacionalizar tudo isso e o pessoal vai se empenhar, inclusive os bancos públicos.

Além da rede privada, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Essa é uma boa notícia. E tem também os bancos das próprias concessionárias, das próprias montadoras. Perfeito. Paula Toco, estamos na reta final. Estamos na reta final. Queria pedir desculpa para quem a gente não colocou a pergunta no ar. A gente vai fazer aqui uma triagem de tudo que não foi respondido, passar para o doutor Geraldo e para a equipe dele para a gente trazer todas as respostas. Perfeito.

Doutor Geraldo Alckmin, muito obrigado mais uma vez pela presença aqui logo na madrugada. Amanhã a gente se encontra, eu sei que amanhã você vai estar em Brasília, lá na Anfávia, nos setenta anos da Anfávia. Estarei lá também, é mais um motivo pra gente estar juntos aí, batendo um bom papo e trazer o que é importante pro transporte aqui no Brasil. Eu que agradeço, Pedro Trucão, a Paula Toco, todos os, a equipe aqui e os ouvintes, os que nos acompanham por todas as redes aí.

dizer que contem conosco, isso é desenvolvimento pro Brasil. Nós estamos falando de saúde, poupar vidas, tecnologia, caminhões mais seguros, meio ambiente, evitar mudança climática, diminuir poluição, diminuir doença respiratória, conforto e segurança pro caminhoneiro com os postos de parada e descansos, os PPDs agora com assistência médica.

a manutenção da malha é importantíssima a gente recuperar e ampliar a malha, eu fiz a BR

161. 161. De Cuiabá a Santarém. 163. 163. De carro. No tempo que era de terra. Era um DKV. O carro era um DKV. Não, não, não. A madrugada inteira o motorista dizia, faltam 200 quilômetros pro asfalto. Entre Meritituba, o porto de Itaituba.

Porto Imeritituba até Santarém. Aí dizia, falta 200 quilômetros. Falta 100, falta 50. Chegamos no asfalto. Eu falei, volta pra terra. Batia buraco, batia buraco. É um negócio impressionante. Então, isso vai ajudar a reduzir custo o Brasil, diminuir manutenção, ajudar o país a exportar mais, ter mais competitividade e agradecer muito. Eu gosto de acordar cedo.

a vida inteira fui anestesista anestesista é madrugador anestesista gosta de café porque a única distração no centro cirúrgico é tomar café vamos tomar um cafezinho ali comigo? vamos tomar um cafezinho muito obrigado Pedro Trucão muito obrigado Paula Toco e eu vou mandar as respostas as perguntas aqui que não deu tempo muito obrigado

E obrigado você também, muito obrigado pelo carinho da audiência. É isso aí, amanhã a gente tá de volta. Lembrando que tudo isso daqui vai lá pro nosso podcast. Beijos, fui! Tchau! Você ouviu, na Massa FM, Trucão, com pé na estrada. Apresentação, Pedro Trucão e Paula Tocco.

Siga em frente, estradeiro, ao progresso brasileiro Acelera a pé na estrada

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