Stop literário com amigas
Esse é um episódio diferente do Posfácio Podcast! Stefani Ceolla recebe suas amigas Angela Prestes, Karine Wenzel, Larissa Guerra, Luciana Corrêa e Maiara Santos pra jogar stop com categorias relacionadas a livros. Ficou muito engraçado!
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O Posfácio Podcast é uma realização do Posfácio Hub de Jornalismo em Áudio.
A apresentação, roteiro e produção são de Stefani Ceolla, e a edição da BZT!
- Jogo de Stop Literário· EntretenimentoRegras do jogo·Categorias literárias·Pontuação
- Rodada com letra G· EntretenimentoGabriel·Getúlio Vargas·Gandalf·Gabriela·Gabo e Mercedes
- Rodada com letra 'L'Lula·Lolita·Lima Barreto·Dilma·Lugares Estranhos
- Rodada com letra 'N'Ney Mato Grosso·Nuno Cobra·Fernando Haddad·No Fundo do Mar·Nós·Naruto·Nenhum de Nós Sobreviveu
- Rodada com letra 'O'Olavo de Carvalho·O Senhor dos Anéis·O Sal é para Todos·O Príncipe·Janja
- Rodada com Letras E e S· CulturaÉdouard Louis·Eduardo Galeano·Eliana Alves Cruz·Euclides da Cunha·Ensaios sobre a Lucidez·Escravidão·Snape·Sapiens
- Dicas de Livros· CulturaO Polonês·Os Anões·O Cheiro do Ralo·O Parque das Irmãs Magníficas·Sem Despedidas·Paraíso Paraguai·O Bom Dia Inverno·Virgínia Mordida
Olá, posfaceiros, posfaceiras e posfaceires! Eu sou a Stephanie Ceola e vocês estão ouvindo a 8ª temporada do Posface Podcast. Hoje é um episódio diferentão porque eu resolvi convidar minhas amigas para a gente jogar Stop. E como isso ainda é um podcast de literatura, a gente inventou uma moda aqui de que é um— a gente, eu inventei uma moda aqui de que é um podcast literário com categorias relacionadas à literatura. Na verdade, é só motivo pra gente se encontrar e brincar juntas. Então eu vou apresentar quem tá aqui comigo hoje. Larissa Guerra, hello!
Olá, oi, tudo bem? Não sei de nada, vim pra passar vergonha.
A Larissa já esteve aqui no Pós-Fácil outras vezes, episódios 100 anos de solidão, episódios sobre personagens femininas nos livros. Acho que só.
Acho que foi, né?
Vem aí a segunda temporada da série que tem a Solidão, né?
Vem!
Ai, estamos ansiosas! Saudades! Já vou chamar a próxima então. Bom, a Larissa também jornalista e do podcast Donas da Porra Toda, que é parceira do Pós-Fácil Clube do Livro e outras cositas mais. Outra amiga que tá aqui também tava no episódio do Cienzo Solidão, que é a Luciana Corrêa. Oi, Lu!
Oi, tudo bem?
Tudo lindo. Ela de novo.
Mais uma vez, um momento de exposição. E agora exposição da falta de memória completa e absoluta de quem não vai lembrar de nada.
A Lu também teve no episódio sobre livros que provocaram mudanças em nossas vidas e a gente, meu Deus do céu, né?
Verdade, outro momento de exposição.
Muito momento de exposição. Obrigada por estar aqui de novo. Quando a segunda temporada de 100 anos estrear, a gente volta.
Voltaremos.
Outra amiga que tá aqui também já participou do Pós Fácil é a Ângela Prestes. Bem-vinda, Ângela!
Oi, gente! Obrigada! Eu vim também fazer volume, pois assim como a Dalu, minha memória não funciona, mas tô disposta.
Vamos lá! Mas a Ângela, assim como eu, resolveu fazer uma segunda graduação em Letras, ela em Italiano. E a Ângela está no segundo episódio mais ouvido da história do Pós Fácil Podcast, que é sobre Helena Ferranti.
Sim!
Histórico, nosso cristalzinho. E a outra amiga que tá aqui nunca teve antes, né, Lala?
Não, que feio! Primeira vez para passar vergonha.
Maiara Santos, bem-vinda, Lala!
Obrigada!
Nós vamos aí, designer fanfarreira, crocheteira, certinho, né?
Múltiplas funções, múltiplas funções.
Gente, obrigada por terem topado essa. Eu sei que tá todo mundo cansada e que bom que tá todo mundo cansada, porque assim uma não vai passar mais vergonha que a outra, porque acho que o cérebro de ninguém tá funcionando 100% há anos, ao menos eu. E aí o stop vai ser o stop, ó. Eu listei as categorias, vou repetir aqui. Tá todo mundo já anotou no seu papelzinho? Já tem as categorias. São—
oi, tô nervosa!
Não vai ganhar nada, mas também não vai perder nada, Laila.
É isso aí, pela minha dignidade a gente vai ler.
Ai, gente, mas isso a gente escuta.
É, faz a gente fazer.
Tá, as categorias são: nome de autor ou de autora, título de livro de ficção, título de livro de não ficção, nome de personagem, e por último, mas não menos importante, invente um título. Esse é para a gente sempre pontuar, eu acho.
Sim, eu também. Nesse todo mundo vai se garantir. Ajudou aí, ajudou.
É, eu acho que já é alguma coisa, sabe? Tamo aí. E aí aquela coisa, 10 pontos por resposta certa e que ninguém tenha colocado igual, e 5 se mais alguém colocou igual. É isso, né?
E quem gritar stop ganha ponto também, ou não?
Quem grita primeiro? Não, né?
Que eu já sei que não vou gritar nenhuma vez, então não vai valer.
Eu também não vou, mas tá mais ou menos, beleza. Tá. E bom, quando eu jogava stop, quando eu era uma pequena criança em Santa Cecília, alguém dizia um número e daí a gente contava no alfabeto a letra do número. Eu não sei se existem técnicas mais modernas de se fazer isso.
Não sei também.
Então vamos nesse estilo aí, né? Old school.
Isso.
A gente tem uma hora, então vamos fazer rodadas nesse tempo aí.
Isso?
Verdade. Vamos acabar a folha.
Deixa eu ver se acabar minha folha, se eu posso pegar o papel aqui com contrato de promessa.
Tá, tá, eu posso. Colocando atrás um atestado médico, sei lá. Exato. Deixa eu testar minha caneta. Olá, olá, olá! Chegou mais uma.
Ai, meu Deus, eu tô nervosa. Já começou?
Não, que acabou de chegar é a grande jornalista maravilhosa Karine Wenzel, que também já esteve no Pós Fácil, inclusive deu o nome do Pós Fácil Podcast. E não me lembro mais em que episódio que você teve.
Eu falei de Sweet Talk, sei lá, autoras Autoras brasileiras contemporâneas. É isso aí.
Foi babado esse episódio aí, foi bem legal. Inclusive estou convidando Natália Timerman para voltar ao Pós Fácil porque li o último livro dela e tô obcecada. Tá, Karine, você sabe essa regra do stop, né?
Da minha época sei, não sei se teve alguma inovação.
Não teve nenhuma inovação. Daí pontos por resposta certa e que seja só tua, 5 se mais alguém colocar a mesma. Você anotou as categorias no papelzinho?
Sim. Eu tenho uma dúvida. Ali, quando a gente fala em nome de livro, tipo, vai contar os artigos assim?
Vai contar os artigos.
Que pena.
Eu falei a mesma coisa.
Larissa já tentou dar esse migué aí. Tá, então a gente vai fazer aquele esquema de cada uma dizer um número e aí a gente conta qual é a letra e aí começa, pode ser?
Pode.
Todas prontas?
Prontas.
Bora!
Sim, sim.
Tá, deixa os microfones abertos para ser mais rápido para gritar stop, né?
Tá.
Ai, gente, tem que estar ensinando tudo, sabe?
Meu Deus.
Larissa, diz um número.
15.
Meu Deus!
A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O. Ó, tá indo!
Boa! Ai, já não lembro.
Já valeu, já tá valendo, meu Deus!
Ai, meu Deus, sim!
Ai, eu quero inventar tudo, gente.
Esse todo, vocês estão muito— vocês estão escrevendo demais.
Eu só escrevi 2 até agora.
Ué, um artigo, né, gente?
Meu Deus, o meu cérebro tá ruim, sua página em branco.
Eu não sei se não é, acho que é não ficção, não sei, vou chutar um aqui também.
Vou chutar. Ah, meu, stop!
Ah, eu chutei uma, vai dar bom.
Horrível, não vale.
Vai lá, carinha.
Então respondi uma categoria.
Meu Deus!
Puts, não cheguei nem no de inventar.
Eu tenho que começar? É, autora, Olavo de Carvalho.
Ai, não gostou, né?
Desculpe, peço perdão.
Olha aí, tá bom, daí pontos, gata. Eu coloquei autor Oswald de Deodoraide?
Eu não coloquei.
Eu coloquei Olavo Bilac, viu? Eu fui no Bilac pelo menos, né?
Olavo melhor. Eu não coloquei nada.
Ângela?
Não coloquei.
Ok. O livro de ficção, Karine?
Ah, esse aí é o de ficção, tá? O Senhor dos Anéis.
Certa resposta. Eu coloquei Olívio, é um livro de Santiago Nazarian, tá?
Eu não, o repertório é tão grande que a gente não consegue.
Pois é, não, a gente acredita, né?
Colocou provas?
Eu botei O Sal é para Todos.
Ah, tá comprovado.
Eu fui com amor nos tempos do cólera.
Ai, ai, boa!
Mais alguém?
O Menino do Dedo Verde.
Ó, eu não coloquei, gente. E eu lembro, nossa, não é possível, cara, não lembrei de nada, não apareceu nada na minha mente.
Não foi? Tinha Odisseia essa semana. Ah, mas é A Odisseia, né?
Não, mas tinha 200 mil outros, né, livros que começam com O, mas tudo bem.
A Lu falou, falou, né? O livro de não ficção, Karine.
Aí complicou, eu botei, eu não acho que não é isso, tá? O Primo Rico, né?
O autor, menina.
Não, que não é aquele, é o Primo Rico, Primo Pobre. É isso aí, né? O nome é o nome. Não é primo, ele não é o primo rico, gente.
O primo é o autor.
Eu queria o nome do livro, não é primo rico.
Ah, droga, eu me achei muito boa nessa, eu botei O Primo Rico.
Ah, então eu fui eliminada nessa categoria, né?
Eu coloquei O Príncipe do Maquiavel.
Chique, eu fui com Olga.
Ó, eu botei O Livro dos Abraços. É não ficção?
Especialistas, porque tem carta, tem crônica, tem de tudo ali, né?
Muitas coisas, né?
Muitas coisas. É, então passa, passa. Passou pelo, pelo Docs.
Ai, que horror.
Esse foi o único que eu respondi. Eu coloquei O Que Vemos, O Que Nos Olha, do Didier Vermeulen. Eu só lembrei desse porque foi o livro que eu trabalhei no meu TCC, gente.
Tá bom. A Larissa falou?
Falou nada.
Aí foi Olga.
A Lala, tá bom. Personagem Karine.
Eu coloquei Olga daí no personagem.
Eu coloquei Olga também, mas a minha Olga de Dias de Abandono é outra Olga.
A minha Olga é da Olga, que eu podia ter usado para um livro e eu fui no primo.
Tá, então a Karine e a Larissa é a mesma Olga?
É a mesma Olga.
Isso, é a mesma. A Luciana é outra Olga então?
É a Olga da Ferrante.
O meu é Olívio, coincidentemente é o nome do meu gato, tá, pessoal? Então Ângela também infelizmente não deu? Não. E a Lala?
Também não, meu.
Também não. E o inventa um título?
Eu coloquei os tristes fins de semana.
Meu Deus, que longo!
Poética!
Achou, né? Meio Mariana Salomão Carrara.
Meio Mariana Salomão Carrara, achei.
Eu não coloquei.
O meu foi ônibus amarelo de viagem.
Porque Deus não me deu TCC também, né?
Óbvio. O meu é Orlandinho vai a Roma.
É um livro infantil? Qual a ideia?
Ué, tinha o Orlando da Virginia Woolf, né?
Também.
Que ódio, a gente vai ficar lembrando o resto da semana aqui.
Eu coloquei ouvi você.
Muito bom.
Meio doido, mas esquecidos de domingo, que eu falei esses dias contigo também, Stephanie. Esqueci completamente, agora que lembrei também.
Esquecido de domingo, Duas Esquecidas no Stop podia ser o nome do meu.
Eu fiz 50 pontos.
Nossa, eu fiz 45.
Nossa Senhora, só fiz 30.
35, ganhei essa rodada, hein?
Fiz 10.
Vai lá, lá, ela diz um número.
A Lari falou 15.
11.
A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K.
Ah não, K não, né? Sacanagem.
Vai direto para L, né?
L.
Tá bom, valendo!
Ui, meu Deus!
Ai, meu Deus, original, tá?
Ai, nada a ver vocês terem me sentado em lugar.
Pior que eu tô olhando aqui, eu não enxergo porque eu tô sem meu óculos.
Pode postar o nome do autor?
Eu não tô lembrando qual o nome do autor, gente.
Eu só lembro nome composto, não consigo lembrar nome de livro.
Nem eu, eu também não.
Alguns momentos depois.
Eu gostei dos artigos aí.
Ah, que ódio!
Ah, esse foi um pouquinho melhor, eu acho.
Tá, é autora, eu coloquei, gente, eu só fiz Invente um título. Eu começo por lá também, Laila, e a primeira coisa que vem na minha cabeça é o primeiro que eu começo. Autora, eu coloquei a Luciane Aparecida. Luiz Fernando Veríssimo.
Ai, caceta!
Lígia Fagundes Teles.
Nossa, que pariu, cara!
Eu acho que eu inventei, que tem uma amiga nossa, tem esse nome. Como é que é o nome da porra dela?
Tem uma Eu botei Lorena, mas é Luana.
Tem uma autora aqui, é esse nome?
Lorena.
Lorena. Eu escrevi Luana Portela, eu falei não é.
Ah não, aí não vai, né?
Sacanagem, cara.
Eu botei Lorena Portela.
Boa razão.
Ô Luiza, eu botei Luiza Azevedo, isso é autor?
Luiza Azevedo?
Não.
Me veio assim. Tá, eu até pensei.
Aloysio Azevedo, não é?
Aloysio de Azevedo.
Eu só pensava em Lades, Lades, Lades, Lades, Lades.
Ah, puta, que merda, né?
Eu fiquei indispecto, por isso que eu queria o sobrenome também.
O primeiro nome que me veio na cabeça foi Lima Duarte, pensadinha.
Acho que é Lima Barreto. Lima Barreto.
Lima Barreto.
Mas tá, o livro de ficção eu coloquei Lucila. Eu não coloquei nada.
Eu também não botei.
Nem eu.
Eu botei Lolita.
Puta que pariu, que ódio! Eu tenho essa merda desse livro aqui. Ai, que raiva!
Desculpa os palavrões. Ou podia ser Lula também, né? Tem Lula, né?
Lula eu botei em não ficção.
Eu também.
Ah, é o não ficção. A gente tá no ficção ainda, beleza.
Tá no ficção, mas não ficção.
Não ficção é só biografia que eu vou mandar, tá?
De ficção, mais ninguém, né?
Não, tá.
Não ficção, Lula.
Lula.
13 confirmado.
Nada.
Filho do Brasil. Personagem, Lula.
Eu botei a Lila.
Eu botei Lila também.
Eu botei, eu coloquei Lenô.
Eu até fiquei pensando, será que aceita?
Mas é que ela é linda, né, gente?
Mas então é 5, né?
5.
A Lila também não é Lila o nome, né?
Rafaela.
Karine botou alguma coisa?
Eu botei Lila.
Ó, Open Bar de Lila, hein? Tá. Lula só eu que coloquei?
Acho que sim.
É Lula de novo com a força do povo. Inventa um título. Love Story.
Eu botei Lindo Dia para Morrer.
Nossa, que otimista.
Eu coloquei Larissa Guerra Conta Tudo.
É um livro de não ficção a tua biografia?
É minha autobiografia, gente.
Eu coloquei Lugares Estranhos.
E eu coloquei Lugar Nenhum.
Deve ter livro com esse nome.
Deve.
Eu coloquei Lugar Nenhum.
É, mas daí é tipo um lugar.
Eu coloquei Ler Como Poucos. É tipo não ficção.
Ah, tá.
É tipo aqueles para começar a ler, né?
Isso, meio isso.
Tá bom, parabéns! Eu fiz 46 pontos.
Eu só fiz 25.
Eu fiz 30.
35, gente!
Olha lá, recuperação no jogo, tá se recuperando! Ela é o Egito do estoque.
Para 20, acaba 20 surpreendendo.
Ai, ela diz um número.
5.
A, B, C, D, E. Valendo!
Meu Deus, gente, nem 21 títulos.
Ai, meu Deus, eu tô na não ficção.
Nossa, eu sou—
meu Deus, também os dois nomes de livro eu não sei.
Eu acho que eu tô inventando. Ah, stop! Eu invento, eu, uma hora O importante é dizer stop, né, Karine? Bate casinha que ganha.
Dali.
Gente, eu travei no autor.
É autor Édouard Louis, eu não sei como é que fala esse cara aí que tá atuando no projeto.
Ele é francês.
Isso. Helena Ferranti, né?
Olha, eu esqueci até da Ferranti.
Eduardo Galeano.
Boa também.
Eu coloquei Eliana Alves Cruz.
Eu coloquei Edgar Allan Poe.
Eu coloquei Euclides da Cunha.
Arrasamos! Foi bem diferente. Variedade, toda uma sorte, né? Toda uma sorte de autor. Livro de ficção, Karine?
É Ensaios sobre a Lucidez.
Tinha 500 ensaios.
Eu quase coloquei Ensaios sobre a Cegueira, tá?
Tu tinha mais de um?
Tinha.
Ah, meu Deus!
Eu coloquei: é sempre a hora da nossa morte.
Amém.
Boa, fique grande ainda, né? Esnupando.
Grande, não, aqui, ó, 4 linhas, tá, para escrever.
Lala colocou algum?
Não, gente, pode, pode me pular e me chegar lá, só não invente um título.
Eu coloquei: Ângela, eu sou que o grande obra literária eu roubou.
Sucesso!
Lu?
Não, não, nada.
Eu também não. Não ficção, Karine?
Agora vem a hora que eu inventei. É que eu acho que é casais enriquecem juntos. Eu botei enriquecendo juntos.
Sempre enriquecem juntos, eu acho que é. Alguém que a Karine ajuda.
Casais felizes juntos, alguma coisa assim, não é?
Ela tá numa fixação.
Uma fixação com enriquecer, né?
Vocês notaram?
Vai ver no meu título inventado, eu fiz uma homenagem para Siri. Vocês vão chegar.
Mais alguém ou não ficção?
Não, não, gente, ninguém inventou esse nome.
Eu coloquei o nome do livro que é Elogio da Tradução, que é da Bárbara Cassan.
Ai, gente, essa mulher é muito chique. Então, gente, é muito difícil, é difícil.
Eu acho que ela inventa também, ela não conhece mesmo aí, ela vai lá.
Puta, tinha o Escute as Feras da Natasha Macran. Ai, que ódio!
Pode ver, um monte de livro.
Escravidão, porra!
Puta, é mesmo, hein?
Ai, que ódio!
Personagem, Karine?
Eduardo Crepúsculo.
Ah, eu coloquei.
Eu também.
Todo personagem, a Larissa vai comer o cara. Eu achei que eu ia me arrasar, que ninguém ia lembrar de Crepúsculo.
Eu nunca lembro, não tem como, gente. Me referenciou ele como o Edward. Eu nunca lembro o nome do ator. Por que que eu não escrevi? Ai, que merda.
Babado. Eu coloquei Eurípides.
Boa, chique.
Estudei latim, né, pessoal?
Eu botei Esteban Trueba.
Trueba, ó, odiamos. Mas alguém não? Enfeite um título, Karine.
Agora é para Cília essa: endividado.
Só para contextualizar, nossa amiga Ciliane Goulart, que é planejadora financeira, sigam nas redes sociais, ela vai salvar a vida de todas nós em algum momento.
Vai, vai.
Amei.
Larissa?
O meu livro é Escola Nunca Mais.
Nossa, menina, achei muito home schooling da tua parte, polêmica.
Lala?
Eu coloquei esmeraldas. Eu também, porque eu queria colocar alguma coisa, sabe, fazer uma coluna com postinho, uma coisa assim, mas ficou esmeraldas.
Ângela?
Não coloquei nada. Lu?
Eu não sei onde estou.
Boa! O meu é eu fugi. Aí, gente, fiz 30, né?
35.
36.
30.
Fiz 20.
Tá quase demais.
A disputa vai ser pelos últimos lugares, né?
Essa Lu, diz um número.
18.
18. E eu com os dedos. Tá, e a gente tá contando o K ou não tá contando o K? Não, né?
Claro que tá.
A gente pulou já o K, né?
Pulou agora na última.
Verdade.
Então vamos, vou pular o K. Ih, travou.
Até falei travou, hein? Caí, socorro, diz ela.
Gente, vocês estão pedindo para minha internet cair? Achei sabotagem, caiu aí, foi embora. Agora eu botei do celular.
Acho que essa energia de Olavo de Carvalho que a Karine—
a letra que tinha dado era S. Deu tempo de vocês ouvirem? Não, não. Então 18, letra S. Meu Deus, meu Deus!
Ai, caceta, tem artigo! Boa, gente!
Ai, eu não sei nomes no geral com S. Girar nome de autor. Stephanie, nossa, já escreveu um livro, Stephanie?
Meu texto sim.
Eu não sei por que que eu olho para o lado se eu não tô enxergando nada, né? Eu devia ter pego o meu óculos.
Todos para gravar.
Aí eu tô achando muito triste, tá tudo aqui atrás de mim, eu não tô olhando.
Ai, ai, stop!
Cara, eu só marquei 3 nesse.
Eu também, eu também.
Vamos lá, Luciana Corrêa.
Eu acho que nesse eu arrasei.
Arrasou!
E o diretor?
Socorro, Scioli.
Eu também.
Ai, amiga!
Stephanie, você vai ter que me ajudar. Silvana Tavano?
Silvana Tavano. Ah, nossa!
Stephanie, eu escrevi Sérgio Medeiros. Esse é um escritor?
É uma professora ali da UFSC?
É um professor da UFSC.
Ele tem livros escritos?
Com certeza tem livros escritos. Jogo de 10 pontos.
Maravilhoso.
Quem mais?
Sueli Carneiro.
Livro de ficção, Lu?
Você Que Me Salvou, sem despedidas, o livro que você me deu de aniversário.
Olha mesmo, né, menina?
Já leu?
Tô lendo agora.
Bom, bem bom. Eu coloquei Solitária. Eu não coloquei nada.
Nem eu.
Nada também.
Também não.
Não ficção, Lu?
Sapiens.
Ai, eu coloquei também.
Não coloquei nada.
Eu coloquei só Garotos.
Bom, Paty Smith.
Esse é o olho, consegui enxergar que eu tinha na estante.
Personagem, cara, personagem, eu acho que eu acertei o nome, que o personagem do Cabeça de Santo é Samuel.
Ah, Samuel, né?
O cara que ouviu.
Eu não coloquei nada, eu não coloquei melhor, eu coloquei Snape do Harry Potter.
Colocou o quê, seu Snape?
Puta, tchau, Sméagol do Senhor dos Anéis.
E você lá, ela colocou o quê?
Sherlock Holmes.
E inventa um título: Socorro, Acabou o Amor.
Gente, no final do stoppage, a Lu vai ler todos os nomes inventados dela e já vai ser como diagnóstico dessa conversa.
Talvez essa pessoa num quadro depressivo.
O meu título inventado é Suruba Não Convencional.
Os nomes dos livros inventados tá dizendo muito sobre—
eu acho também, é a vibe de cada um. Meu é Sinos Tocam na Igreja. Aí vocês já percebem a minha vibe, viu?
Também gostaria.
Não, a Karine vem colado de Carvalho, os sinos, primo rico.
Eu tô ficando preocupada, tá endividada, menina da igreja Cuidada e fã de Olavo de Carvalho também.
Eu coloquei só para causar.
Olha aí, eu acho que é meio Tim, meio Tim. Mas alguém?
Eu coloquei eu sentei por irmão. Coitado, muito bom minha vibe.
Suspiros tristes o meu.
Larissa tá numa vibe tipo minha.
Fiz 25, gente.
Aí eu fiz 40 nesse, arrasei. Eu fiz 30.
20, babado!
Agora é a Karine que diz o número.
7.
A, B, C, D, E, F, G. Opa, vamos repetir tudo! Aí, gente, como eu vou ser burra?
Ai, cara!
Gente, não é possível que não tem nenhum personagem com 100 anos de solidão, não tem?
Ah, deve ter, né?
Gente, eu tô muito bem nesse.
Ó, eu tô muito top!
Porra, cara, eu só marquei 3 de novo. Vai lá, like!
Ai, Gabriel Garcia Marques também, tipo, desculpa.
Todas. Livro de ficção. Garota, mulher. Ah, alguém botou outro nome? Desculpa.
Botei O George de Joe Bergman, que é o livro de não ficção que eu falei antes.
Tinha George Orwell também, né?
Verdade.
Alguém botou outro?
Não, Gabriel Garcia Márquez. Tá bom.
Livro de ficção.
Garota, mulher, outras.
Ai, boa!
É da Maia de Lô esse?
Não, é da Bernardini Evaristo, acho que alguma coisa assim.
Eu não marquei nada, gente.
Também não. Nem eu.
Eu escrevi Garota porque eu pensei, deve ter um nome, um livro com esse título, vá viajar.
Aí eu coloco Enriquecendo Juntos, ninguém aceita, aposto. Tem um Enriquecendo Juntos?
Mas tudo bem, não valeu. Só Garota, acho que infelizmente não vai dar.
Lala, livro de ficção? É, não, não coloquei nada.
Não ficção, Laila?
Gestão de alta performance.
Sucesso, selo de sucesso.
Eu coloquei Gabo e Mercedes.
Ai, puta que pariu!
Não fosse o Gabriel Garcia Marques, eu não tinha feito nada nessa categoria.
Mas alguém de não ficção?
É.
Eu coloquei Getúlio, da trilogia do Getúlio Vargas.
Babado!
Arrasou, hein?
Pergunta o nome da minha personagem agora.
Aline colocou algum?
Não.
Personagem?
Getúlio Barsanças.
Olha, bom, boa lembrança.
E a Lala colocou Getúlio?
Getúlio Vargas.
Eu coloquei Gandalf.
Boa, boa! Eu coloquei Gabriela.
Ah, boa!
De qual?
Mas de qual? Tu tem que citar, não vem com esses nomes que tu joga aí não, que eu tô de olho em ti, Ângela Prestes. Deve ter uma Gabriela em algum livro, João, né? Sempre tem, né?
Não, mas Gabriela, Gabriela de Gabriela Cravo e Caneca.
Podia ser o nome do livro também, né?
Por isso que eu podia, né?
Podia, porém eu escrevi garota só. E tu, Lu?
Não botei nada.
Eu também não. Ai, como é que inventa um título, Larissa?
Gozei, foi bom, só para você. Já que no outro era suspiros tristes, agora é o forninho.
Jogo virou. Eu coloquei gostei de você, tá, amiga? Depois da suruba não convenceu não. Mais alguém?
Eu coloquei guardar pó encardido.
Cara, como é que a pessoa pensa na palavra guardar pó, gente?
E encardido, eu seguindo a minha linha meio, eu acho que eu sou hétero top, na real, botei gold da Copa.
Um livro descrevendo todos os gols.
Nossa, muito interessante, né?
Venderia. Mas alguém?
Eu botei também, seguindo a minha linha, botei gatos tristes.
Depois ela passou para os gatos agora, é a tristeza dela. Por isso os filhos vieram os gatos. Tá bom, fiz 25 só.
Aí eu só fiz 15.
A Larissa vai ganhar.
Que que vem agora?
Quantos pontos você fez?
Ah, eu fiz 45, viu?
45!
Acho que eu nem cheguei em 45 ainda somando tudo.
É uma pena que tem que existir as coisas, né, Karine? Porque se não tivesse essa regra aí—
É, eu acho que tudo fosse inventado, entendeu? Todos os títulos inventados, aí eu ia estar arrasando muito.
Agora eu tô eu que digo o número, daí a última rodada e depois vocês vão dar dicas de livros, tá? Se vocês lembrarem, seria muito bom.
Nossa, o que que você tá lendo? Não sei, não lembro, não sei nem meu nome.
Eu vou falar o número, deixa eu pensar. 13, confirma. Vamos ver. A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, L, M, N.
N, vamos, vai, vai, tá.
N, valendo.
Ai, será que ele escreve livros também?
Será que o Ney Mato Grosso já escreveu algum livro?
Ele escreveu uma autobiografia.
Pronto, obrigada.
Personagem, 5 pontos agora.
Gente, mas é difícil, hein?
Ai, gente, ai não!
Uma eternidade depois.
Tanta coisa com C, com M. Pois é, né? Ah, com A e nada.
Tantas letras bonitas.
3 dias depois.
Eu acho que—
ai, gente, que vergonha, vocês não foram para—
ai, gente, nem colando eu consigo pensar em alguma coisa.
Nem não.
É, eu não sei alguma coisa aqui também.
Alguns momentos depois.
Que erro ter colocado meus livros por ordem alfabética por sobrenome em vez de primeiro nome.
O pior é que eu mal leio não ficção, né? Então é tipo péssima categoria, mas eu até leio bastante.
Nossa, então vamos, que eu também quero ver essa.
Vai lá então, Dali, faz teu nome.
O autor, eu tive ajuda. O Marco falou Neopatel, é isso? Social media, muitos livros de marketing. Existe, existe, existe. Indiano, indiano. Tá bom. Aí alguém botou esse não, né?
Ela tá com ajuda dos universitários lá, né? Acho justo.
Achei, achei, achei que tá roubando, tá?
A Pelona, é só essa categoria, o resto eu fiz sozinha.
Eu coloquei Nora Roberts. Será que é esse o nome mesmo dela?
Arrasou!
É isso mesmo, gente! Eu coloquei Nelson Rodrigues.
Nelson Rodrigues, perfeita!
Nelson Motta tinha também.
Que bom, é verdade!
Eu coloquei Nuno Cobra. Que Nuno Cobra?
É, ele é autor desses livros de autoajuda aí.
Era muito famoso uns 15 anos atrás, né?
Agora acho que é isso aí, na época que eu trabalhei em livraria.
Por isso que escreve junto com o Primo Rico.
Isso, né?
Inclusive fui até dar um Google e daí diz assim: após condenação por violação sexual, Nuno Cobra deixa a prisão em São Paulo. Ele foi preso em 2017.
Só ele e Olavo de Carvalho nos autorizam.
Muito famoso dele, Larissa. Ele tinha um livro muito famoso, muito.
Sim, eu lembro, era uma capa branca assim. Quatro Cinco Um, Jateadinho. Tô procurando aqui. Ele tá com 84 anos. A Semente da Vitória.
Isso, esse, viu?
Viu?
Parece bom, hein?
Preso, canceladíssimo.
Mas alguém colocou autor?
Eu coloquei Noemi Jaffe.
Bom, não, não foi o Neymar Cruz. Eu acho que o nome do título da autobiografia dele é Vira-Lata de Raça.
De quem?
Do Ney Mato Grosso.
Não é Ney?
Não, a Lu colocou Ney.
De não ficção eu botei Ney.
Será que não tem nenhuma do Neymar assim, gente?
Ah, deve ter, né? O pessoal faz, né?
É que eu acho que nem leem, né? Então acho que ninguém vai ler, ninguém lê.
Mas tem Ney Mato Grosso, a biografia do Júlio Maria.
É essa aí, ó. Ah, tá, mas a gente se antecipou.
Vamos voltar algumas casas. A gente tá de autor, todo mundo falou. Daí livro de ficção, Karine, No Fundo do Mar, livro infantil, muito bom, recomendo.
Não é sério, vocês já leram esse livro, né, na época de criança? Não é muito bom? Não existe?
Eu vou acreditar em você.
Eu vou acreditar porque ela mudou, deu pensamento.
Quando eu invento, eu aviso que eu inventei.
Isso é a nossa seriedade. Credibilidade.
Mais alguém?
Eu não coloquei nada.
Eu coloquei nada na celular, o livro que eu e você tava falando esses dias ainda.
É, mais alguém?
Não, não, não.
De não ficção?
Eu não sei se se enquadra em não ficção, mas é do Paulo Coelho, aquele Na Margem do Rio lá, sentei e chorei, sabe?
Não é ficção.
Caralho.
Chama Mônica de ficção, mas não é ficção.
Nossa, é verdade!
Nossa, é vintage também, né?
Nossa, muito!
Me veio o primeiro livro que eu já li na minha vida.
Eu adorava esse livro.
Olha aí a ideia da pessoa, da parada.
Não, eu adolescente, a gente tem que fazer um episódio falando da obsessão adolescente dos anos 90 e 2000 em ler Paulo Coelho.
Nossa, e depois da coisa de você ler e fingir que não lia, porque as pessoas falavam mal, né? E aí você não podia dizer que você lia Paulo Coelho.
Vermelho. Mas as pessoas adoravam.
Mas, Cecília, também não falava nada.
Não, mas tinha uma coisa que era uma leitura pobre assim na faculdade de jornalismo já, né?
Isso aí, na faculdade tu fingia que não tinha lido nada assim.
Esse nas margens é Nas Margens do Rio Pietra, onde eu sentei e chorei.
Alticítrico, hein?
Eu amei esse livro muito.
Ai, eu fiquei até curiosa agora para ler de novo para ver o que acontece.
Então faça isso.
25 anos atrás, era babado, tá? Eu coloquei Navegação de Cabotagem do Jorge Amado.
Eu coloquei Narciso em Férias do Caetano Veloso.
Eu coloquei Nós da Tamara Klink.
Nossa, todos arrasaram! Porra, Karine, tinha o Nós!
Sim, eu pensei navegando, deve ter alguma coisa navegando, não lembrei do Nós.
Mais alguém?
Não.
Personagem? Eu, Narizinho, indiscutível. Eu coloquei Noé. Boa!
Sim, personagem.
Ninguém colocou o Nino?
Só eu?
Sério, cara?
É que assim, né, a gente nem passa pela cabeça lembrar desse momento.
Você lembrou do Esteban Trueba mesmo?
É verdade que é a mesma coisa.
Tá na mesma gama de homem escroto.
Nossa, não lembrei. Eu botei aqui, eu chutei. Por falar em Esteban, o nome da mãe da Clara Del Valle é Nívea, não é?
Eu acho que é. Eu fiquei nessa dúvida também, e aí eu fui no Nino, que eu achei que era o que todo mundo ia colocar.
Nívea Del Valle. Vou até dar um Google aqui para ver.
Mãe Clara Del Valle.
Nívea Del Valle é a matriarca da família Del Valle.
Um sadiva que perdeu a cabeça.
É isso, Fabinha. Mais alguém?
Eu coloquei Naruto.
Ah, eu amei, tá?
Arrasou!
Vamos para o último, que vem de título. Karine?
Nenhum de Nós Sobreviveu. Nossa, fica pesado também.
Tá lá na mesma prateleira dos meus.
Eu coloquei Não Sei de Nada.
Eu, para seguir a minha linha também na mesma prateleira, nunca fui feliz.
O meu é ninguém vai ser feliz.
Meu Deus, o meu é na verdade sou ninguém.
Ela botou dois N para não dizer que não é no pé de jabuticaba.
Ó, narizinho!
Fechamos.
Tem que somar agora.
Ai, agora é bem mais difícil.
Eu não vou fazer essa soma sozinha.
Ai, vou pegar a calculadora também porque eu já fiz muito esforço aqui.
Não, tá louco!
De 140, fiz 275. Meu Deus, 170! Gente, eu vou até somar de novo. Quase que tu fez 150.
Meu Deus, eu vou ser a grande perdedora!
Como pode?
Vou somar de novo.
Eu também, 180.
Eu tô somando de novo também, porque eu não sei.
Não, mas 170 é isso.
Então vamos lá, Larissa foi quanto? 235.
Cadê as reações aqui, ó? Cadê?
Aqui, ó. Ângela?
Eu fiz 140.
Reações, reações, eu tô reagindo.
Aplaude todo mundo.
Lala? 150.
Lu?
170.
Caribe?
180.
Gente, eu sou a vencedora! Muito obrigada todo mundo que apostou em mim, que confiou assim, todo o apoio. Mas eu estou muito emocionada com esta conquista, tá?
Com o prêmio, né?
E o que você vai fazer com o prêmio?
Eu vou colocar na minha estante aqui esse troféu um papel belíssimo, transparente, uma coisa meio conceitual assim. E aí todo mundo que vier na minha casa eu vou dizer, olha, você vai ter que admirar e olhar assim com os olhos da sua alma, tá?
Bonito isso, parabéns! Mereceu mesmo, né? Uma pessoa que fala uma coisa dessa, você percebe que ela é letrada, né? Percebe de longe.
E ela, tá bom, eu quero registrar que ela não jogou uns nomes, né? Angela, como assim? Vamos ver se cola, né? Só quero registrar isso, que ela honestamente falou, a pessoa do Enriquecendo Primo Rico.
Deus livre! Tá, agora, ó, falta, tamo aí no nosso tempo. Eu quero— nossa, caiu o negócio da minha parede, menina!
Meu Deus, menina, é o Olavo de Carvalho!
É o Nuno Cobra, eu acho.
Cruzes. Tá, eu quero dicas de leitura. Vamos de uma por uma. Larissa Guerra, valendo!
Ai, gente, o que que eu terminei de ler esses dias mesmo? Porque eu já esqueci.
Porque nós lemos dois ruins.
Ah, tá. Eu, é, aí daí eu fui ler agora o livro do Koetsch, que é O Polonês, para o Clube do Livro, de um dos clubes do livro que eu participo assim, gente, meu, quem quiser leia, se quiser, sabe? Se quiser, é basicamente uma história de um pianista polonês que conhece uma mulher, uma espanhola, numa viagem dele para Espanha. E ele cria toda uma fic de que ele tá apaixonado pela mulher e ele tá com o pé na cova, ele é um velho e a mulher tem 50 anos.
O que é interessante é que o livro ele tem uma construção de que tem trechos que são ele, tem trechos que o narrador vai falando dela assim, e aí tem uma parada de umas cartas e Assim, eu li em um dia, então se tu tiver com tempo, vai, assim, mas não me empolgou.
Tá bom, é o que temos. Ângela Prestes.
Tem um livro que eu li recentemente que é um livro de contos, chama Os Anões, da Verônica Stiger. Não sei se vocês conhecem essa autora, mas eu não tinha lido nada dela ainda, é uma escritora porto-alegrense e é muito bom, assim, tem contos bem curtinhos, alguns super curtos mesmo, microcontos, e Enfim, esse conto que agora não lembro se é o conto que dá nome ao livro, mas conta a história de dois anõezinhos, o Sen é um conto engraçado assim.
Não sei se era para rir ou não, mas eu achei engraçado. Acho que vale a pena, fica aí a dica.
Laila?
Eu vou indicar um dos que eu comecei a ler e não terminei.
Mas é muito bom.
Tem muitos livros, que é O Cheiro do Ralo, que é do filme. Eu acho que todo mundo acha, não é que é um filme, enfim, mas é que é do Mutarelli e foi uma indicação, por isso que eu comprei ele, tá lá e tal. E a dinâmica de leitura é muito boa, que o texto é, as frases são curtas e tal. E eu comecei a ler, mas não terminei. Mas massa, por mais que a gente já tenha visto o filme, acho que vale. Super, Lu.
Eu tô lendo esse Sem Despedidas, que eu ganhei da Stephanie de aniversário, que é da mesma autora de A Vegetariana, que eu esqueci o nome dela agora. E muito promissor, parece incrível, é incrível. Eu tô um pouco no começo ainda assim, mas eu quero indicar um outro, porque quando eu parei na frente da estante para buscar inspiração para os tops, eu olhei para ele e pensei o quanto eu acho esse livro lindo, que é O Parque das Irmãs Magníficas.
Ah, é tudo lindíssimo, lindo.
Nossa, livro é muito lindo e precisa muito, as pessoas precisam ler.
É um grupo de travestis que trabalham em um parque, ela é argentina, né, então um parque em Buenos Aires. E aí tem um pouco de realismo mágico também, então fala sobre a comunidade que elas criam, que é uma família, vira uma família, violência, obviamente fala sobre violência, né, as violências a que essas travestis são expostas na vida a história, né, da Camila, que é a narradora. Mas a gente, é poesia pura, é devastador, é lindo, é engraçado, é maravilhoso, vale muito a pena.
E agora a nova edição dele, eles mudaram o título, eu achei, eu acho, né?
Eu amo o nome, O Parque das Irmãs Magníficas.
Era um título, ficou o quê?
Nada a ver.
Eu ainda não entendi o nome, como que é?
O Parque das Irmãs.
Não, esse sim, mas como que ficou?
As Malditas, não é?
As Malditas.
Sem graça, de verdade. E agora não sei por que também aconteceu isso, mas é maravilhosa.
Inclusive eu ia dizer, e tem um livro de contos dela que é maravilhoso também, o Sou Uma Tola Por Te Querer.
Ai, não li ainda, mas quero.
Lindo, maravilhoso.
Podia estar no Invente Seu Título, hein, esse nome aí.
Não, e eu não fiz o livro de ficção com a letra S. Agora tô puta porque eu lembrei do nome dele.
E o outro também Sim, eu lembrei depois, na hora do UOL podia ter colocado 2.
O Parini?
Eu tô lendo o que tu me emprestou, que é o Paraíso Paraguai lá, tô achando bem bom. Ele é curtinho, do Marcelo Lopes, e conta a história ali da— ah, é uma pira, né? Conta a história da colonização ali na região de Blumenau e tal. Mas o jeito que ele conta, se é que se alguém me falasse isso, eu não sei se eu ia ter vontade de ler esse livro, mas ele é muito legal e ele conta de um jeito que às vezes eu acho meio engraçado, às vezes meio, eu tô gostando bastante.
E eu li recentemente, para falar de Tamara Kinki, né, que eu não falei nada ainda, eu li O Bom Dia Inverno. É, cara, eu achei tipo assim, ah, ela é muito, muito admirável assim, né? Que daí tu começa a repensar assim, pô, eu tô aqui me preocupando, sei lá, com reunião de trabalho, a guria tendo que se preocupar em atirar num urso assim. Então é muito doido assim. Então, e ela é muito nova, eu fico assim, gente, ela tem 10 anos a menos que eu, como é que ela conseguiu fazer isso sozinha? 8 meses lá, enfim.
Então recomendo, é uma leitura bem tranquila, é um livro curtinho também, vale a pena.
É, a Tamara me quebrou super porque eu achava assim, ai, quando eu li O Nóz, né, que a gente leu para o Clube do Livro, eu pensava, ai, lá vem uma nepo baby aqui, vou ter que ler a história da guria que escolheu sofrer porque quis, assim. E ela me calou a boca lindamente porque o livro é maravilhoso, ela escreve muito bem, um monte de referência literária literatura, os perrengues que ela passa, é babado. O barco é maravilhoso.
Eu virei fã da guria, ela é maravilhosa. Eu vou deixar minha dica também. Eu acabei de ler um livro chamado Virgínia Mordida, é de uma autora brasileira chamada Giovanna Vieira, e amei. Não conhecia. Ela acabou de lançar um livro novo também pela Companhia das Letras, que eu não vou lembrar o nome, mas o Virgínia Mordida conta a história de uma mulher presa num relacionamento abusivo Muito abusivo. E assim, eu achei louco porque essa personagem, apesar de ser uma mulher negra, mas assim, ela foge a um monte de coisa assim de que a gente tem de visão de uma pessoa num relacionamento abusivo.
Tipo, ela tem uma puta rede de apoio, ela tem amigas que dizem para ela, esse relacionamento é abusivo, saia dele. Ela é bem-sucedida no trabalho, ela tem grana, ela tem consciência daquilo, e ainda assim ela não consegue sair daquela relação. Então me pegou em vários lugares e eu achei uma escrita bem— eu li bem rapidão assim, acho que em 2 dias assim, porque você não consegue parar de ler. Achei muito bom, mas não é leve, né?
Pesa bem assim. E eu acho que é isso, gente. Quero agradecer vocês por estarem aqui comigo mais uma vez. Obrigada, fiquei bem feliz, me diverti horrores. E espero que vocês também, que as pessoas que escutem também. Se elas não se divertirem, a gente se divertiu, né?
Com certeza.
Já quero fazer de novo, tá, na assembleia de fofoqueiras.
Eu acho que a gente pode fazer despretensiosamente esse topzinho, sem categorias.
A gente inventa as categorias loucas, moda caralho, nome de carro, né?
Ah, e vale super, vale. Vamos colocar uma série aí no meio também, que eu acho que facilita para a gente.
É verdade, podia até motivação para o último lugar, né?
Quem faz menos pontos ganha um livro do Pós-Fácil, um livro ruim. Daí o último lugar, vou te mandar um livro juntos. Obrigada, meninas!
Um beijo pra vocês.
Beijo, até mais.
Tchau, tchau.
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Esse podcast foi editado pela BZT e produzido por Pós Fácil.