Fala Glauber NEWS: REPUBLICANOS autorizam TRUMP a INICIAR GUERRA oficialmente e mais...
Erick, Rock, Carcará, Batata, Coptulio, Miqueias, Fred Murta, Villas Boas e Paganotto se reúnem para o Fala Glauber News. O programa vai ao ar segundas, quartas e sextas, das 16h00 às 20h00.QUER FAZER PARTE DISSO? ENTÃO BOOORAAA. VEM COM A GENTE E INTERAJA NESSA TRANSMISSÃO AO VIVO!!!VIIIIIIIIBRA!!! INSCREVA-SE NO NOSSO NOVO CANAL: @falaglaubernews CONHEÇA MAIS DOS NOSSOS PATROCINADORES: 🥇ESTUDE COM O MATERIAL QUE MAIS APROVA NO BRASIL → https://bit.ly/4cSSyTC------------------------------------------------------------🚩 Acompanhe o Fala Glauber em todas as mídias sociaisINSTAGRAM: https://www.instagram.com/falaglauberpodcast/SPOTIFY: https://open.spotify.com/show/1mrw2WGgHOYH3STdve0cNn?si=d96c5a8ab55f4599TIKTOK: https://www.tiktok.com/@falaglauberpodcastKWAI: https://kwai.com/@FalaglauberFACEBOOK: https://www.facebook.com/profile.php?id=100076408681518THREADS: https://www.threads.net/@falaglauberpodcastX (TWITTER): https://x.com/falaglauberpodLINKEDIN: https://www.linkedin.com/company/fala-glauber--------------------------------------Telegram com conteúdos exclusivos: https://t.me/falaglauberpodcast--------------------------------------
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- Míssil Dark EagleTecnologia e capacidade do míssil hipersônico · Custo e produção do míssil · Origem do projeto na Marinha Americana · Comparação com mísseis russos e chineses · Uso tático e estratégico
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- Investigação do crimeUso de drones pela polícia e traficantes · Construção de barricadas e coberturas · Dificuldades da polícia em monitorar · Impacto nas condições de vida dos moradores · Lei de desfacção e sua aplicabilidade
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- Tráfico de armas para BrasilEmbraer e o avião KC-390 · Super Tucano e E-99 · Vibraes e o lançador Astro · Produção de munição pela CBC e Condor · Drones brasileiros de alta performance
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- Reações a assalto urbanoFuncionários reagem a assalto com facão · Impunidade e falta de punição · Uso de terçado na região Norte/Nordeste · Justiça com as próprias mãos
senhoras e senhores e senhorixi não me aguento dia primeiro de maio de 2016 dia do trabalhador e sabemos que muitos estão em casa curtindo aí esse feriado mas não é porque é dia do trabalhador que o trabalho vai parar afinal o mundo não para as notícias continuam acontecendo
e tá pegando fogo por aí em vários lugares então a nossa obrigação aqui no Fala Glauber News repercutir o que acontece no Brasil e no mundo com você que tá aqui esperando esse momento dessa chegada de notícia aqui como sempre com a nossa bancada né carcará Júlio Roque e mano Walter
Então, para começar, eu queria já começar com o Mano Walter, que é a figura cativa aqui no canal. Sem ele nada fosse não. Vocês reparam, inclusive, que a bancada gira. Uma hora está o Eric apresentando, uma hora está o Júlio apresentando, outra hora a responsabilidade está comigo. Mas quem não sai daqui, quem não pode estar nunca fora? É o Mano Walter. Então, Mano Walter, dê seu boa tarde para a galera aí para a gente começar.
Boa tarde, rapaziada. Espero que você fique com a gente até as 20 horas. Começamos agora às 16h10. Teremos Miquel, Scarcará, Júlio Roque e você. É muito importante que você acompanhe. Deixe o like na transmissão. Compartilhe essa transmissão aqui no Fala Gal podcast, que por enquanto o Fala Galber News está rolando no Fala Gal podcast. Todo mundo sabe que o podcast é com o Glauber e o News tem outros participantes.
A gente está funcionando dessa forma há um ano, mas a gente percebe, tem notado que o YouTube não tem feito essa separação muito boa. Então a decisão foi criar um novo canal, o canal do Fala Global News exclusivo.
para que o que seja veiculado no News não impacte o podcast e nem vice-versa. Então a gente conta com o apoio de vocês, estamos transmitindo lá também. Nos últimos dois dias de News a gente estipulou ali uma meta de 100 pessoas, 200 pessoas, chegamos a bater quase 300 pessoas lá no News, isso é muito bom, mas é importante que você se inscreva.
acompanha a gente lá, beleza? No mais é isso, recado dado. Miquel, está contigo. Miquel é o piloto da nave hoje e eu estou só aqui de copiloto. Valeu, rapaziada. Tamo junto e até já. Valeu, Walter. E, como sempre, a nossa presença ilustre aí. Carcará, seu boa tarde, pessoal.
Opa, boa tarde, senhores. Guerra no Oriente Médio e guerra política no Brasil. Resultado positivo para o nosso lado e vamos debater essa...
essa evolução do conflito americano que pode, a partir de agora, quem sabe, virar uma guerra. Aí vamos explicar o que é guerra. Por enquanto, foi um conflito de baixa intensidade, tá, senhores? E hoje vai ser debatido o resultado desse conflito, se vai alongar ou não. A gente vai aos principais notícias no mundo e vamos debater. Tamo junto.
É isso, Cacará. É, rapaziada. Tinha gente achando que já estava acontecendo a guerra, mas parece que a guerra nem começou ainda. E para isso, já já o Júlio Roque vai falar para vocês um pouquinho sobre isso. Mas antes dele começar a falar sobre a guerra em si, Júlio Roque, dê seu boa tarde pessoal.
Boa tarde, Miquel, boa tarde, Mano Walter, boa tarde, meu grande amigo Carcaray, boa tarde a você, espectador do Fala Glauber News, que está sempre conosco tentando vislumbrar o que há de melhor na geopolítica. Então, fique aqui, fica grudado aí na tela, porque tem muito para repercutir dos portais do mundo todo sobre a geopolítica. Vai, Miquel.
É isso, rapaziada. E para a gente começar, antes de esclarecer por que não é ainda uma guerra oficialmente, o que o Carcará chama de conflito de baixa intensidade, nós vamos falar um pouquinho de aumento de intensidade que está aí sendo noticiado que pode acontecer nos próximos dias dentro do Irã.
O que tem sido falado, reportado pela imprensa americana, por fontes ligadas à Casa Branca, é que pela primeira vez na história, os Estados Unidos podem empregar um míssil chamado Dark Eagle, ou Águia Negra, um míssil hipersônico com uma velocidade, capacidade acima do comum, acima do que aquilo que nós estamos acostumados a ver.
E tem chamado muita atenção por causa dos valores, por causa da empregabilidade tática, como que isso realmente pode fazer uma diferença nessa guerra. E muita gente também comentando sobre o custo disso tudo, se realmente vale a pena ou não.
Mas, para começar, Júlio Roque, fala um pouquinho para a gente sobre o que seria esse míssil Dark Eagle e por que ele é tão diferente assim, o que realmente pode significar esse avanço desse míssil para dentro do conflito agora entre Estados Unidos e Irã. Está contigo, Júlio.
Bem, Miquel, voltou à tona a guerra dos mísseis, se tornando o palco e holofotes desse tabuleiro geopolítico. Os mísseis ficaram muito famosos com o ICBML, que eram os mísseis interbalísticos e intercontinentais, mísseis de grande poder, que nasceram ali logo após a década de 60 e ficaram bastante tempo em evidência.
Mas agora eles voltam em formato menor, mais rápidos e mais tecnológico, mas também mais precisos. Esses são os mísseis hipersônicos, que não é exclusividade dos Estados Unidos e nem de outro país, e sim da Rússia, que foi o que experimentou os primeiros mísseis hipersônicos com eficácia e combate provém, comprovados em combate no conflito da Ucrânia.
Então esses mísseis hipersônicos, depois dos anos 2000, agora eles ficam no holofote, no lugar dos grandes mísseis interbalísticos. Então esses mísseis são muito mais precisos e os países viram a importância de ter essa tecnologia e esse armamento.
E os Estados Unidos não seriam diferentes. Então os Estados Unidos também desenvolveu os seus mísseis hipersônicos. E um deles é o Dark Eagle. Bem, um míssel de 41 milhão de dólares, mais ou menos. Um míssel que pode estar... É...
no ranking dos melhores mísseis hipersônicos construídos. Países como China também fazem grandes testes, mas os Estados Unidos agora mostram suas garras com esse míssel que vai fazer a diferença. Quando você usa certas tecnologias no combate, você mostra além só de conquistar aqueles objetivos, você mostra poder para todos os outros países. Então tecnologia é essa que...
Poucos países possuem a de mísseis hipersônicos. Ele tem mais ou menos 3.500 quilômetros de alcance. Isso é um bom valor para um míssel de mais ou menos 7 mil quilos de peso. Então não é um míssel nem tão grande e nem tão pequeno. Poderíamos dizer intermediário. Poderia ser usado taticamente, também estrategicamente, dependendo do valor do alvo.
Então, esse míssil da Luke Heddemart, essa fábrica tão famosa de armas incríveis dos Estados Unidos da América, e com a sua divisão secreta, conhecida como Skunk Works, muito famosa agora na internet e nas redes sociais, com um boom total, todo mundo agora conhece a Luke Heddemart.
Uma empresa que está aí desde depois da década de 50, fazendo simplesmente aeronaves completamente incríveis. Uma delas, o SR-71, que até hoje é o recordista de maior velocidade em voo de qualquer aeronave que já voou sobre esse planeta. É essa fábrica que fabrica o míssel Dark Eagle.
Ele não é nem tão rápido, um pouco acima de 5 ou 6 metros, que seriam mais ou menos 5 mil a 6 mil quilômetros por hora. E isso mostra bastante velocidade para um míssil, que é classificado como hipersônico, mas existem outros mísseis muito mais rápidos, temos que salientar isso. E uma das suas, vamos dizer assim, superioridades é justamente a velocidade.
Como a sua velocidade é muito, muito alta, a maioria dos sistemas antiaéreos não conseguem simplesmente abater o míssil por sua velocidade e não conseguem calcular o ponto futuro, porque o míssil passa muito mais rápido do que pode calcular esses sistemas antigos de defesa antiaérea. Tudo vem se aprimorando para se defender de mísseis hiper...
A guerra da Ucrânia já mostrou isso e várias empresas, inclusive europeias, já estão correndo atrás para tentar construir contramedidas ou defesas antiaéreas contra esses mísseis, o que é muito difícil pela sua velocidade, como já foi citada, que é seu ponto forte. Por isso chamam-se mísseis hipersônicos. Outra curiosidade.
é que esse míssel foi projeto de origem na Marinha, sim, na Navy, na Marinha Americana. E depois disso, de ser completamente provado que o míssel era eficaz, agora ele está em linha, praticamente em produção para o exército americano, que possui lançadores terrestres, se eu não me engano, duplos, duplos lançadores através de veículos. Então...
são mísseis de importância muito grande para as forças armadas americanas. Bem, sabendo disso tudo, podemos avaliar que esse período os Estados Unidos anda meio que...
Essa trégua, esse acordo, serviu para os dois lados ganhar tempo. Já falamos do Irã, que está buscando as suas armas nos túneis que foram soterrados, as armas que ainda restam. E também estamos falando de triplicar a produção de armas nos Estados Unidos para suprir tudo isso. Então, é isso que eu vejo, Mikeias, sobre esse míssil, seu uso e todo o seu papel na guerra.
Olha só a gente já tá tendo aí a gente teve quase 40 dias diretos de conflito né agora um Cesar Fogo aí que muitos entendem
como um momento que serve para ambos os lados respirarem e se reorganizarem para continuar o conflito e surge essa notícia de que os Estados Unidos estão avaliando usar esse Dark Eagle né contra o Irã só que veja os Estados Unidos já não já vem usando o Mr. Tomahawk e várias outras armas avançadas contra o Irã
Por que agora a necessidade de trazer essa arma? Seria um teste dessa arma que nunca foi aplicada em combate real? Ou ainda aquela discussão que vem acontecendo muito sobre os Estados Unidos terem ficado sem mísseis? E aí, por estarem com o estoque muito baixo, vão precisar utilizar essa arma, que é uma arma realmente muito cara para atacar o Irã. Fala aí, carcaralho.
Opa, meu amigo Miquel. Não, Miquel. Prepara para anotar, Miquel. O público aí, prepara para anotar. Não tem nada a ver não, tá, Miquel? Isso aí não. O que acontece? Quando aconteceu o conflito, as tropas iranianas...
o sistema de mísseis, estavam muito próximos do litoral. O americano foi lá com o Israel e destruiu tudo. Pá, pá, pá, pá, pá. Foi o que o Irã fez. Parou de atirar e não pôde fazer o quê? Movimentação com seus sistemas, ok? Porque se fosse movimentar, o americano atacava. Como teve um tratado para ninguém atacar ninguém, foi o que eles fizeram? Pô, eu vou movimentar.
O americano não vai atacar porque o americano tem palavra. Eles confiaram na palavra do americano. Eles teriam feito isso? Não. Eles teriam atacado se o exército americano, por acaso, estivesse movimentando armas, eles teriam atacado. O americano viu lá e deixou eles irem embora. Porque para o americano, eu já falei, é importante saber de onde sai e para onde vai.
Isso que está acontecendo. Agora o que eles fizeram? Saíram do Golfo Péssico, perto do Mar Arábico, e foram lá para a contra-encosta deles, lá para o outro lado, de frente para a Rússia, para os Cáucas, aquele lado lá.
Então, eles ficaram... Agora eles estão lá no Mar Cáspio. É longe pra caralho. E o míssel Tomahawk, meu caro amigo Miquel, não tem esse alcance. Não é porque não existe míssel Tomahawk. O que não existe é míssel Tomahawk com alcance acima de 3 mil quilômetros, 4 mil quilômetros, entendeu? E o Dark Eagle é um míssel hipersônico que foi feito e nunca foi usado.
E ele tem alcance intermediário, que é isso. É um míssel que vai até 5.500 quilômetros. Equivalente aos mísseis hipersônico russos, que eu vou falar já já. Então vamos lá. Para tirar esse mistério aí, por que é que vai ser usar o Dark Eagle? Primeiro, porque tem que testar.
E testar tem que ser, não é atirar lá em tempo de paz nos Estados Unidos, tirar de um local, atirar de um local e cair lá no deserto sem ter contramedida eletrônica, sem ter ninguém observando, sem ter radar russo, chinês ali, interferente. Não, vai ser valendo essa porra. Então ele vai pegar os mísseis daqui, que isso tem pouco, ele tem uns 10 só. Ele vai lançar tecnicamente, é mais tipo assim, ver se essa porra presta. O pau da barraca vai ser isso.
Ele vai pegar o Dark Eagle, que ele tem que testar, e vai escolher as posições para destruir. Pode ser que dê certo, pode ser que dê errado. Pode ser que na alta performance do místico, querendo desviar para lá e para cá, ele se destrua, se autodestrua, se quebre. Eles nunca testaram esse místico para ataque, tá bom?
Por que vai ser usado o Dark Eagle? Porque a guerra se tornou-se em profundidade ainda maior. Já estava a guerra de stand-off muito longa, a média de 2 mil quilômetros ali, dos americanos atacando, agora vai passar para quase 5, 5,5 mil. Então o americano vai aproximar os porta-aviões, esses mísseis é atirado de terra, então eles devem sair do Emirado dos Árabes Unidos, da Arábia, de algum lugar de terra. E vai acertar lá no localzinho que já está marcado, onde o Irã...
escondeu alguns mísseis, alguns lançadores, alguma caverna e tal. Ele não faz efeito em caverna, a carga explosiva dele é muito baixa. O que é que ele faz? Como ele é hipersônico, a destruição é cinética. Tipo o Orestnik russo, que vem numa velocidade de quase Mach 30, entra no solo como se fosse uma arma nuclear. A energia é tão grande que faz o papel do explosivo. Mas ele tem uma quantidade de explosivos ali de uns 50 quilos, 70, 100 quilos, que é muito baixo.
mas com alta velocidade se multiplica para quase mil quilos de explosivo, ou mais. Entendeu, Miquel? Então é isso. Por que ele vai usar o Dark Eagle? Porque...
os líderes iranianos deslocaram seus lançadores, múltiplos lançadores de bíceis e tal, as plataformas lá para os macaspers, contra as multis do negócio. Tipo aqui, faz com essa folhinha de papel. O Irã estava aqui, passou para cá. Aí ficou muito longe, tá bom? Para o público entender aí. Então é por isso. Agora...
Com esse emprego desse míssel aí, os Estados Unidos, pela primeira vez, vai entrar no clube dos mísseis hipersônicos. E quem que está entrando nesse clube também? O Brasil. O Brasil está ajudando os Estados Unidos a desenvolver armas hipersônicas. O Centro de Estudos do Espaço, não sei o que mais, lá é o que tem dentro da Força Aérea.
Entendeu? A parte de engenharia aeroespacial da Força Aérea. É o IEA, Instituto de Engenharia Espaço, Instituto de Engenharia Aeroespacial. Pronto, é isso aí. Esse instituto do Brasil está desenvolvendo um míssel, não é um míssel, é um artefato hipersônico, chamado 14 bis, em homenagem ao avião 14 bis. Por que é 14 bis? Porque ele vai na velocidade Mach 14.
Tá bom? Então é por isso que está desenvolvendo isso aí. Mas pode mandar para mim de volta aí, que eu tenho muito sobre falar sobre esse conflito aí. E essas classes de mísseis e pessoas, onde a Rússia tem uns 5, 6 modelos, e o americano agora que vai aparecer com o primeiro, chamado Dark Eagle. É isso aí.
É isso, carcaralho. Vou voltar contigo ainda para mais uma pergunta, mas antes eu queria tirar uma outra dúvida. Ô, Júlio, olha só, você citou o valor desses mísseis. Assim, parece que existem algumas versões, algumas fontes são meio contraditórias sobre os valores, mas se fala em pelo menos cada míssil custa 15 milhões de dólares, Júlio.
Olha, eu penso, pelo menos na minha leitura, que eu vou empregar as armas mais caras contra os alvos mais valiosos, os objetivos mais interessantes. Então, por exemplo, se o alvo fosse o Ali Kaminé, se o alvo fosse ali um membro do alto escalão, coisa do tipo, eu até entendo a justificativa do uso de um míssil de 15 milhões de dólares.
Agora, Júlio, estão falando aí, como o Carcará destacou, e as fontes que a gente tem na Bloomberg, por exemplo, que trouxeram fontes da Casa Branca, é justamente isso, que os Estados Unidos querem atingir bases de lançamento de mísseis do Irã. E a gente tem uma arma de 15 milhões, mas que parece não fazer um estrago tão grande assim.
nos Estados Unidos não faria mais sentido ir lá com os aviões, com o B-52 ou coisa do tipo, para jogar uma bomba de precisão em cima, precisa mesmo utilizar um míssil de 15 milhões de uruhok. Não é muito caro essa empreitada, não?
Bem, Miquel, o míssel, na verdade, na origem do seu projeto, custou 41 milhões de dólares. E à medida que foi lançada em 2023, à medida que o projeto foi andando, modificações para que torne esse projeto mais avançado e a cadeia de suprimento, que é sempre abastecida, então fica mais fácil de produzir.
há quanto tempo vai passando e quanto mais dinheiro vai injetando, ele chega até 15 a 14 milhões de dólares nos dias de hoje, na produção atual. E é claro que não é mais aquele míssil que foi originado no projeto, é um míssil muito mais atualizado. Então é disso que nós estamos falando. E para dúvida que você levantou sobre ou jogar um míssil de 14 ou 15 milhões de dólares?
no alvo, que tem que ser estratégico, porque esse é o conceito de guerra de manobra, onde você ataca pontos principalmente nerválgicos, para você destruir praticamente toda a vontade que o inimigo tenha de responder. Então você destrói pontos estratégicos.
Então por que usar os mísseis e não usar aviões? Bem, isso é muito interessante. Mesmo sendo o mísseo lançado de aviões, o avião tem que se aproximar do alvo. Essa aproximação pode causar o abate da aeronave com mísseis e defesas antiaéreas.
Então, por que correr risco? Ou se for bombas, que são as bombas de queda, você tem que praticamente estar em cima do país, mesmo que esteja a grande altitude. Então, fica muito mais fácil de abater. E já vimos o que resulta um piloto perdido em solo inimigo.
que movimentou toda aquela estrutura americana para o seu salvamento. Eles não querem cometer o mesmo risco. Então o que eles vão fazer? Perder mais alguns milhões de dólares, mas não ter nenhuma perda de vida americana. E com sucesso na cabeça, porque esses mísseis, como eu falei, apesar de mais novos e não terem sido testados,
em combate, como a gente chama de combate, provém, eles são muito precisos, estão na quarta ou quinta geração desses mísseis lançados em 2023. Então, não tem muito dado, é assim, que esteja livre, que não seja secreto.
sobre esses mísseis, então a capacidade que esses mísseis têm ainda é meio obscura. Então, nós estamos falando de 14 a 15 milhões de dólares para um mísseis que pode ter até IA, na sua cabeça de guerra. Então, vai saber o porquê de tanto investimento. Um lado, nós sabemos, é claro, que é...
poupar vidas americanas, o que poucos países fazem poupar vidas do seu próprio país. No caso do Irã, não foi poupado nada, porque até 40 mil manifestantes foram assassinados pelo próprio governo. Então, não é o caso do Irã poupar vidas.
É isso, realmente uma das coisas que pode justificar o uso de um míssil desse é realmente o poupar vidas. A gente tem também, né, a Ucrânia falando o tempo todo que o uso de robôs, o uso de drones, o uso de inteligência artificial tem poupado vidas. Agora, Carcará, a gente pode até entender essa questão do poupar vidas, mas apesar de muita gente estar falando que vai se usar o Dark Eagle, um míssil fenomenal, brabo demais e tal.
O que ninguém está falando é que esse míssil precisa sair de algum lugar. E por mais que ele tenha alcance, em alguns casos, de até 3.500 km, não dá para esse míssil ser lançado diretamente dos Estados Unidos para dentro do Irã. Ele tem 3.500 km de alcance, fui fazer uma pesquisa aqui, e entre Irã e Estados Unidos, dependendo do ponto que a gente considere, é no mínimo 9.000 km de distância.
Carcará, aonde é que os Estados Unidos vai colocar essa base de lançamento para fazer esse disparo aí do Dark Eagle? Vai lançar de navio? Vai lançar de avião? Não dá para lançar de avião? Não sei. Dá para lançar de aliado? De onde vai sair esse disparo, carcará?
Boa pergunta, meu amigo Miquel. Ele é um misto superfície e superfície, ou seja, ele é lançado de terra para terra, entendeu? Então esses mistos superfície e superfície, eles têm que estar muito paradinho ali para o lançamento inicial, para não dar trauma na saída ali. Então provavelmente vai sair de uma das bases dos americanos no Oriente Médio, que ele tem várias, a maior de todas.
fica no Catar, é a maior base americana. Tem base no Iraque, tem no Catar, tem na Arábia Saudita, tem no Oman, tem nos Emirados Árabes Unidos, tem no Kuwait, tem na porra toda, cara. Isso aí nos preocupa que lugar para lançar é o que não falta. Ele vai escolher um local que tenha alcance e vai abrir mecha, tá bom? Só corrigindo meu amigo Júlio aí, o projeto, viu, Júlio, não foi 15 milhões, 15 milhões é uma unidade do míssil.
15 milhões vezes 5, daria aqui na média de 90 milhões de reais, para cada missa desse aí, quase 100. O projeto está em 40 bilhões, o mesmo valor dos submarinos que o Brasil desenvolveu.
Um míssil só e os submarinos do Brasil são os melhores do mundo. Ou seja, 40 bilhões de dólares e o Brasil está gastando aí os seus 40 bilhões de reais para desenvolver esses submarinos. Ou seja, esse míssil está mais caro que o nosso submarino N vezes.
Mas por quê? Uma necessidade. O americano ficou para trás, não se ligava em míssil hipersônico, intermediário, era uma classe que só o russo trabalhou. A China foi lá, pagou a tecnologia para o russo, o direito de fabricar também.
Aí a China e a Rússia estão trabalhando nesses mísseis para desenvolver uma coisa chamada A2AD, que é uma guerra de litoral que você nega acesso à pessoa e não deixa ele se aproximar. É antiacesso e negação de área. Ou seja, você não pode usar o espaço e nem pode acessar o litoral.
A China é o zero um do mundo, porque ela tem a maior quantidade de mísseis hipersônico da classe DF, do Feng. A Rússia tem a maior quantidade desses mísseis, a maior quantidade diferente dos hipersônicos. Ela tem o Avanguar, que é um veículo lançador hipersônico que ele leva armas nucleares ou convencional. Aí tem o Orychnik, que foi usado na...
na Ucrânia, que viu que você não consegue ver ele, nem a olho nu, nem de jeito nenhum, você só vê a entrada dele, ele aquecendo a atmosfera e provocando plasma, que fica parecido a avelã. É por isso que o nome do misto em português seria avelã. Rolichnik em russo é avelã.
Aí tem o Kinzau, que é a variação do Scandal. O Scandal é superfície, superfície. Aí jogou ele para o espaço para lançar de aeronave, se chamou Kinzau, aperfeiçoou ele, diminuiu, deixou ele mais refinado, mais esbelto ali para cortar o ar.
E assim vai, o russo tem seis modelos de armas hipersônicas. Tem mais, os mísseis intercontinentais russos, o SATAN-2, é hipersônico, só que é outra categoria. São foguetes lançadores e depois esses mísseis ficam no espaço e fazem a própria condução deles e aumentam a velocidade, chegando à Mach 33.
como se fosse aí uns Mach 17, que é o Dark Eagle, dá 20 mil km por hora.
17, 17 até 34, ou seja, um Satã 2 chega a 40 mil quilômetros por hora, meu pai do céu. Ou seja, a saída de um foguete para ir para a Lua. Só que com quase 20 mil quilômetros de velocidade a mais. Não tem nada que consiga pegar esses mísseis, porque eles são auto-manobrables. Aí ele vem, muda de trajetória, você não sabe para onde é que ele vai.
Só eles que sabem onde é o ponto final. Então eles ficam indo pra lá, pra cá, enrolando, e depois escolhe o alvo, já tá em cima e já foi. Tá bom? Então é por isso aí, meu amigo, que esse Dark Eagle aí é tão caro, e é por isso que o americano tá gastando essa grana toda pra não perder a corrida. Porque isso aí depende de duas coisas, tá? Dinheiro.
Dinheiro, parque tecnológico e cabeça. O Brasil tem muito gênio aqui no Brasil. Porém, nós não temos um governo que leve a cultura da física, da matemática, da mecatrônica, da eletrônica, da espacial.
como cultura. A cultura para o governo atual é ficar de lacração nas faculdades, fumando maconha e vagabundo enfiando o dedo na bunda do outro. Infelizmente, é isso que é cultura para o Brasil. É cantor vagabundo falando merda, é artistazinho propagando mentira, destruindo a família. Isso que é cultura para o Brasil. Lá fora...
O Irã para a Índia, o Paquistão para a Rússia, para a China, Coreia do Sul, Japão. Cultura é cultura da ciência exata. Isso para eles é cultura, matemática aplicada, física aplicada, engenharia aplicada. Aqui é sacanagem. Então, graças aos institutos militares, a gente ainda tem um pouco, uma pequenas ilhas de grandes gênios, que é o ITA, o IME, o IPQM da Marinha.
Entendeu? A UFRJ tem um setor lá que os universitários levam a sério as coisas, mas é cercado de militante, filha da puta. A USP tem a energia nuclear junto com a marinha, mas o restante é militância que dá nojo. Aquele bando de zumbi que não quer estudar, fica lá 40 anos na mesma faculdade. Então, infelizmente, cara...
Se tivéssemos verba aplicada, nós já estaríamos dentro do clube dos hipersônicos, já com certeza. Porque a marinha sabe tudo de energia nuclear, o aeronáutico sabe muito de engenharia espacial, só que não tem o parque tecnológico, nem a quantidade de engenheiro suficiente. Senão a gente estava pau a pau com o americano, chinês, russo, sem sombra de dúvida. Porque o nosso pessoal é muito inteligente. Tá bom? É isso aí.
É isso, Carcará. E, rapaziada, estamos falando de um míssil muito caro, mas um míssil também que precisa dessa aproximação, como o Carcará, o Julio Roque destacaram, as questões da distância, que esse míssil não dá para ser lançado, não foi projetado para ser lançado de um avião, não foi projetado para ser lançado de um porta-aviões, porque tem o balanço, ele precisa de uma estabilidade. Então, ele precisa ser lançado de um local fixo.
E aí dentro dessas questões volta também aquele problema que os Estados Unidos estava tendo com seus aliados que não queriam auxiliar tanto na guerra. E depois disso tudo o que que a gente começa a ver agora? A nossa próxima notícia tem a ver ainda com a guerra do Irã mas muda um pouco a perspectiva porque ela lida com os reflexos dessa guerra na Europa.
Donald Trump começa a ameaçar retirar as tropas que ele possui estacionadas dentro de países europeus como Espanha, Itália e Alemanha principalmente. Tudo isso aí envolvendo desde aquelas primeiras discussões lá atrás no início do governo Trump e antes mesmo na guerra do Irã, mas principalmente agora com relação à guerra do Irã.
E aí, Carcara, eu volto em você para te perguntar o seguinte. Os Estados Unidos realmente vão retirar essas tropas aí, largar a Europa, a própria sorte? Ele está falando assim, vocês não me ajudaram, agora também fica, aí é problema de vocês, estou nem aí. Como é que você enxerga esse cenário, Carcara? Essa novidade aí de Donald Trump falar que vai tirar todo mundo lá da Europa e deixar eles sozinhos.
Érico, eu já expliquei isso aqui. Infelizmente, o nosso pessoal que é youtuber no meio do Brasil não conhece esse tipo de linguagem avançada, que é você entender o movimento de um país igual aos Estados Unidos. Infelizmente, o nosso público no geral, os universitários que se tornam formados em geopolítica.
eles não acessam a estrutura militar, então eles fazem umas análises muito simplistas, até meio chato você escutar um cara formado em relações internacionais, em geopolítica, explicar as coisas, porque ele não entende como funciona a estrutura militar. Então algumas análises ficam vazias, sem nexo, e é um repetindo o que o outro fala e tal, então eu vou explicar.
Já expliquei e vou explicar de novo. De repente serve até para fazer um corte para ensinar as pessoas o porquê que o americano está tirando suas tropas da Europa. Qual o motivo principal? A gente acabou de falar. O alcance das armas modernas. Quando terminou a guerra, a Segunda Guerra Mundial, o que é que ficou explícito ali? Que o americano, a qualquer hora, podia ter um confronto com a União Soviética.
A Europa e os aliados do Ocidente contra o Oriente, né? Era o Pacto de Vassóvia versus OTAN. Então, os aviões, era bimotor, era quadrimotor, era uma porra soltando óleo, os navios eram velhos pra caramba, a artilharia, essa artilharia de tubo, que o alcance é 18 quilômetros, 22 quilômetros.
Agora tu imagina a quantidade de pessoas que tu tinha que ter para confrontar. Tu tinha que estar quase olhando para o outro. Aí foram melhorando as tecnologias. Aqueles aviões velhos começaram a cair, cair fora, deixar de existir, começaram a aparecer os aviões de reação a jato, turbinados. Então já diminuiu a quantidade de aviação.
e os campos de aviação, as bases americanas, já começaram a ganhar distância da União Soviética, porque ela estava lá, o americano que foi. E os russo, os soviéticos, tinham a classe de avião chamado Mig-Sukoy muito rápidos.
superouro dos americanos. Porque o americano, pô, eu tenho que me afastar, melhorar minha rede de radar, pra mim pegar a ciscassa. E em pouco tempo depois, já veio a parte dos mísseis e foguetes de longo alcance. Foi obrigando cada vez mais diminuir a quantidade de tropa e...
e o espaço entre elas. Hoje em dia, 2026, não adianta você ter uma tropa dentro da Europa, o americano, porque se o russo, se os dois começaram a sair na porrada, o Miss Orychnik vai gastar 4 minutos para destruir a base todinha com uma algiva nuclear. Então para que eu vou ficar lá?
Tu entendeu a razão? Não precisa mais. Começou a guerra, esse conflito com o Irã. O americano estava em casa aqui na Venezuela. Vou lá lutar. Se fosse na Segunda Guerra, ia ser dez meses para tentar chegar lá. E se instalar. E depois desdobrar o armamento. Aí caminhão. E faz paiol, barraca. Nem barraca existe no conflito mais. Não tem mais nem tropa no solo. O cara fica a distância de 2.500 quilômetros. Larga a missa para frente.
joga antiaérea, nós estamos na época da guerra dos lasers, trabalhando nos drones, mísseis hipersônicos, satélites tirando foto igual uma pessoa assim de cima. Então mudou, cara. E eu parabenizo o governo americano por ter essa visão.
de não ser tolo de querer... Existe um princípio da concentração, que é os princípios de Gerson Magno, nos 14, um deles é a concentração. Concentração, hoje em dia, não dá mais para fazer. Você vê que um comboio, você observa que um comboio russo, deslocando, ou ucraniano, o drone vem e destrói. Então o que é que eles fazem? Pequenos grupos. Um batalhão russo e ucraniano são divididos em mais de 200 partes, 200 grupos e um pequenininho.
no espaço gigantesco, para evitar concentração. Então, cara, respondendo a sua pergunta, eu já teria... Quando o russo lançou um Kizal e o Orychnik, eu já tinha mandado minha tropa retrair, retrair, retrair, retrair. É isso que o americano está vendo, pô. E os mísseis hipersônicos iranianos, que tem tecnologia russa, paquistanesa, chinesa ali, é uma prova disso, pô.
Entendeu? Então você não pode deixar... E se o Irã conseguisse colocar uma ogiva nuclear pequenininha dentro de um míssel daquele, e ele consegue passar, toda a base é destruída. 5 mil homens ali vai para o barro. Uma brigada, uma divisão, entendeu? Então não compensa mais. Porque os mísseis, o americano vai passar para a mísseis de 5 mil quilômetros, 7 mil quilômetros. É porque ele não trabalhava. Entendeu? Então a classe de mísseis que sempre quem trabalhou foram os russos e mais ninguém no planeta.
Aí quem começou a fazer esses mísseis também? Israel com a classe chamada Jericó. O público quiser pode pesquisar, Jericó. A Índia com a classe Agnes. Agnes em hindu é fogo, né? Agnes é fogo. Entendeu? Então eles têm essas classes de mísseis. O americano não, não tinha.
Porque o russo quebrou o tratado de mísseis intermediários em 92 ou foi em 98. O Putin quebrou e fez a porra das classes dele tudinho. E o mísseis psôndico não depende de ninguém. Você desenvolve se você tiver tecnologia. Eu já falei, a Rússia não tem dinheiro, mas tem gênio lá saindo lá para cada...
Para cada macoeiro que formar na faculdade aqui no Brasil, lá forma um engenheiro espacial, físico, químico, nuclear, mecatrônico. Para cada vagabundo que fica pichando a parede aqui, lá fica um garoto daquele estudando engenharia espacial, engenharia naval, a física dos materiais, a estrutura dos materiais, engenharia completa.
Infelizmente, cara, essa é a realidade, entendeu, cara? Então por que que o americano saiu? Saiu porque não tem mais guerra aproximada. Eu aqui pegando esse canhão véi e dando, já falei, o Brasil comprar artilharia, tá perdendo tempo, pô, tem que comprar drone. Pra levar um, ó, escuta aí, meu amigo Miquel, o Pupulo, a artilharia é um problema sério hoje em dia. O que é um obus? É uma porra de metal com pneu que tem um tubo do lançador.
Como chamar de que o pessoal entender? Um tubo grandão, como se fosse um fuzil, só que lança uma granada gigante. Para levar essa porra para o campo tem que ter um caminhão, uma tripulação do caminhão, e mais a tripulação que vai fazer essa peça atirar. A munição pesa para caralho, é um problema sério. Para tu puxar a sapata do Obus para ele estabilizar, é um problema sério. E quando ele faz o tiro, é 18 quilômetros, 20 quilômetros.
Ou seja, tu se expôs, gastou tempo do caralho, gastou caminhão, combustível, para dar um tiro de 18 quilômetros. Tu pega um drone, bota uma munição dessa aí no drone, o drone vai 500 quilômetros, 300 quilômetros, e você fica em casa, tomando café e só guiando. Isso é guerra moderna, pô. O americano se ligou, meu irmão. Não adianta botar essa roma de gente aqui para dar tiro de fuzil, que não vai funcionar. A minha artilharia americana é gigantesca na Europa. Não precisa, pô. Não vai ter mais.
Os drones destruíram essa porra toda. E o americano está atirando, está retraindo a sua tropa com atraso. Porque quando começou a guerra do Azerbaijão com a Armênia...
Eu, como chefe de Estado, tivesse atrapalado, meu irmão, retrai que a Armênia, o Azerbaijão arrebentou com a Armênia usando os drones Bayraktar turcos. Acabou essa guerra aí. E a Ucrânia logo em seguida começou e comprovou. É o americano. Ainda bem que tem um ministro da defesa lá, que é o Rexet, ministro da guerra.
Porque ele é da época da guerra do Afeganistão, do Iraque, então o cara mente mais aberta e já mandou a real Trump. Tira esse pessoal daí que não está servindo mais de nada, gastando diário, dinheiro, energia e fazendo o trabalho que a OTAN não quer. Bande de vagabundo que querem porra, só usando a nossa tropa lá e eles não fazem nada. Isso que aconteceu. Sabe a decisão.
É isso, Carcará. E aí, Júlio, a gente tem essa notícia chegando e chama a atenção que a Europa estava tentando buscar um apoio do Donald Trump, refazer as relações que estavam meio estremecidas. Tivemos aquele movimento, aquela discussão que o Mark Rutter chegou a buscar um aumento de 5% do PIB.
para a Europa investir, porque o Donald Trump estava falando que eles não faziam por onde, mas agora ele ameaçando tirar essas tropas de lá. E Júlio, os números não são números pequenos, né? A gente tem aí que a Alemanha tem 186 mil militares, sendo que 36 mil militares lá são americanos. Na Itália, 171 mil, 12 mil americanos. Isso a gente está falando aí, por exemplo, só a Alemanha...
perde um sexto do seu efetivo militar caso os Estados Unidos tirem as suas tropas. Não é os Estados Unidos falando assim, ô Rússia, ô Putin, pode pegar que a Europa é sua. Não parece, ô Júlio?
Bem, Miquel, comprovar nós não vamos conseguir comprovar, mas tem bastante sentido o que você falou. Vamos ver a Europa como uma área de defesa. A Europa sempre pouco se preocupou com defesa após a Segunda Guerra Mundial. E quem ocupava esse espaço eram os Estados Unidos da América, fornecendo soldados militares e estruturas como bases inteiras em toda a Europa. E a Europa.
Isso era a promessa para se proteger do grande monstro vermelho chamado União Soviética. E isso se arrastou durante décadas, conhecido como Guerra Fria. É aquela mesmo que construíram um muro e dividiram um país, depois derrubaram o muro. Estamos falando da Alemanha. E esses mesmos países...
que são, além de ter a defesa, são bancados, porque a OTAN tem como líder os Estados Unidos e a maior financiadora também os Estados Unidos. Então é praticamente o carro-chefe da OTAN, a principal proteção da Europa.
Aí, tudo isso depois, a União Soviética cai, nasce um novo país chamado Rússia, e a Europa ainda continua a temer esse grande monstro. Só que agora o tempo passou. A maioria dos países da Europa, França, Itália, Espanha, Inglaterra, todos deixaram de investir muitos euros, muitos milhões de euros.
porque sabiam da proteção americana. Então, o que você está vendo agora é o retorno um pouco ingrato, pois Donald Trump, agora líder dos Estados Unidos, pede apoio, inclusive bases emprestadas europeias.
e tem isso negado. Então é a mesma coisa que você bancar a defesa desses países, ajudar não só bancando com dinheiro, com militares, com bases e armas e mísseis, e quando precisa você toma um não na cara. Então foi exatamente isso que está acontecendo. Existe uma onda nesses países citados na matéria, com a humanidade antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga antiga ant
que é totalmente anti-Trump. Depois que o Donald Trump assumiu a presidência dos Estados Unidos, eles são contra tudo que os Estados Unidos fazem ou falam. Então é simplesmente o globalismo negando ao país Estados Unidos que tanto ajudou e ajuda até hoje na defesa da Europa. Então isso está ficando um pouco estreito e mostra ser um pouco estratégico. Pense bem.
Se Donald Trump retirar toda essa estrutura que existe na Europa para prover a segurança desses países, ele aumenta e muito as forças americanas na área do Oriente Médio e ainda sobra alguns meios para levar para os Estados Unidos. É uma economia de dinheiro simplesmente gigantesca, são milhões e milhões e chegam a bilhões de dólares, com certeza.
E aí, esses países da Europa, praticamente, que sucatearam suas forças de todos os jeitos, todos esses governos anteriores desses principais países da Europa, sucatearam as forças armadas, principalmente a da Alemanha. Agora está todo mundo correndo atrás com medo de Donald Trump recolher essa ajuda. E se isso acontecer, vai ficar bem feio.
porque não tem tempo de reposição dessa defesa, nem dinheiro dos contribuintes de todos os países, para colocar o mesmo nível de defesa que existia com os americanos. Então, não há tempo. Será que a retirada dessas forças acontecerá? Porque se acontecer, é o que Miquelos falou, quem estará sorrindo de canto à orelha será Vladimir Putin.
Então a russofobia agora tem o real medo acontecer, porque sem as forças americanas, a maioria dos países europeus seria um prato cheio para a Rússia. Miquel.
É, Júlio, você destacou um ponto muito interessante aí, que é a questão financeira, né? Manter 36 mil militares em um único país aliado em tempos de paz. Vamos lá, a Europa, apesar da guerra da Ucrânia, o resto da Europa está em paz. Embora viva aí sobre essa ameaça da invasão da Rússia permanentemente, a paz está reinando e os Estados Unidos estão gastando uma grana...
grana preta naquela região e por falar em grana preta vamos a nossa próxima matéria foram levantados aí dados sobre os custos dessa guerra muita gente falou que os Estados Unidos talvez estivessem ficando sem mísseis mas talvez na verdade Estados Unidos estejam ficando sem dinheiro inclusive teve gente que tá relembrando aí aquela fala
do Donald Trump quando ele quis colocar uma taxação global de que se essa taxação não viesse os programas o programa de segurança americano estaria ameaçado e agora o que nós vemos é Donald Trump fazendo toda uma reorganização remanejamento de tropas armas munições e equipamentos numa guerra que tem sido muito cara
Carcará, nós estamos falando de uma guerra que segundo analistas, apesar dos Estados Unidos não divulgar oficialmente os números, quando se considera o tipo de arma utilizada, a tecnologia utilizada, Carcará, fala-se em 1 bilhão de dólares por dia.
Então nós estamos falando de uma guerra que em números reais, se a gente converter para a nossa moeda, a gente está falando de cerca de 140 bilhões de dólares gastos no conflito em apenas 40 dias de guerra, carcara. E aí, obviamente, os mísseis, as baterias antiaéreas são muito caras.
não são fáceis de produzir. E aí a informação que chega agora é que há um remanejamento, dessas munições, principalmente os mísseis patriotes de interceptação, que estão sendo retiradas de países como a Coreia do Sul.
Não está parecendo que os Estados Unidos estão meio desesperados, estão meio perdidos, sem saber para onde ir, quando ele simplesmente inicia uma guerra e agora parece que tem que catar um pouquinho de cada lado, pega a tropa da Europa, pega a munição da Ásia e leva tudo para o Oriente Médio, carcará. Será que Donald Trump não deu um passo maior do que a perna e está repetindo o que a Rússia viveu na Ucrânia? Fala tu.
Vamos lá, meu amigo Miquel. Miquel, vou dar uma aula agora de marinha, tá bom, Miquel?
Os lançadores, Miquel, é porque o público não sabe, os youtubers não sabem, os especialistas também não sabem, mas quem é do Fala Globo vai aprender, vou te explicar. O americano mandou uma fragata para o Oriente Médio. A fragata atirou seus mísseis Tomahawks. O que aconteceu com essa fragata? Ela tem que retrair, porque os mísseis Tomahawks, os mísseis anti-aéreis, são lançadores verticais. Não é assim, é vertical.
Então, quando o lançador é vertical, você não consegue remuniciar no meio do mar, porque ele balança, pá, pá, pá, pá, e não pode, regra de segurança. Então, ele tem que retrair para um porto, retirar aquele container no guindaste, vai lá e tira, pô, e coloca outro. Se esse remuniciamento, esse reestoque, essa logística, estiver próximo de um conflito, onde o inimigo pode atuar?
perturbar, não pode, tem que ir para um lugar mais longo. Aí você vê, você observa, que o americano voltando lá para Israel, voltando lá para as bases da Itália, perto da Turquia, porque é um local onde ele tem que reabastecer.
Entendeu? Então, a Marinha do Brasil agora comprou a classe da Mandaré. Qual o tipo de lançador? Vertical. O que vai acontecer se a Marinha usar todos os mísseis por algum motivo? Ela tem que retrair, se evadir da área, porque não vai ter mais defesa antiaérea, porque os lançadores verticais esvaziaram todo o seu estoque. Entendeu, meu amigo Miquel?
Então, não tem como pegar outro navio vindo, uma balançando e você querendo jogar um míssil dentro do container. Não pode, isso vai dar merda. Então, o público nem sabe dessas coisas e eu entendo isso.
Os caras que são anti-americanos já começam a falar merda pra caralho. Senhores, vamos lá. Os americanos estão desde 1945 esperando um conflito contra a União Soviética. Esses caras têm 745 bases militares. Cada base deve ter uma dezena, centena desses mísseis. Ele usou mil. São 700 bases.
Como é que acabou, cara? A Coreia do Sul é uma das bases. Aí só que tem a base da Força Aérea, tem a base do Exército Americano, tem a base da Marinha Americano e tem a base do Corpo de Fusileiros Navais. Você entendeu?
O que acabou, o que diminuiu, foi o estoque da US Navy, Marinha dos Estados Unidos. Não foi do Exército, não foi da Força Aérea. A Marinha Americana pegou 10% do seu estoque e usou contra o Irã.
Mas qual 10% de quê? Do que estava embarcado nos porta-aviões, nas fragatas, nos destrói. Você entendeu? Eles vão voltar, por isso que teve aquele intervalo lá, vai voltar, vai amastecer e o capé vai comer. Simples assim, Miquel. Tá bom? Vamos ver se eu consegui explicar e se o público entendeu.
Acho que entendi, Carcara. Acho que entendi. E, Júlio Roque, diante disso que o Carcara está falando, a minha pergunta fica no sentido assim, cara, os Estados Unidos estão gastando muito, estão precisando se reorganizar. E vamos lá, eles mandaram?
três porta-aviões só para o Oriente Médio. Porta-aviões que estavam onde antes? Significa que uma área, os Estados Unidos abriu mão de uma determinada área do mundo porque ele tá se reorganizando. Ele tá direcionando, parece que tá apostando todas as fichas ali no Oriente Médio e se resolverem atacar os Estados Unidos hoje? Eles têm alguém para interceptar? Eles têm equipamento dentro?
Dentro do próprio território americano, tem porta-aviões ainda lá, caso a China queira aproveitar esse momento? A gente está falando, por exemplo, que eles estão tirando o mísseis Patriot lá da Coreia do Sul.
que estavam ali, óbvio, para defender os seus aliados, a Coreia do Sul e o Japão na Ásia. E se a China resolve atacar agora o Japão, Taiwan, Coreia do Sul, eles têm, os Estados Unidos têm um plano de contingência de olho roxo para isso, ou está todo mundo batendo cabeça?
Bem, falar que a nação mais poderosa do planeta está batendo cabeça, eu também acho que é um pouquinho. Mas falando sobre o que você acabou de narrar, a realocação dos sistemas... Um navio, como o Cacará muito bem explicou, é um complexo sistema. Ele tem radares, tem sonares, tem equipamentos eletro-óticos, diretores de tiro, foguetes, torpedos, minas.
guerra eletrônica, enfim, são vários subsistemas que fazem esse grande sistema ser o que é da Marinha Americana. Então é uma plataforma, que não é somente uma plataforma para lançar mísseis.
Ela executa várias tarefas, tarefas distintas, tarefas de ataque, tarefas de defesa, tarefas de defesa mútua, enfim, são sistemas. E quando você usa parte desses subsistemas e eles vêm a se esgotar, como é o caso de alguns mísseis, isso tem que ser reposto. Foi exatamente o que o Carcará falou e é por isso que...
que submarinos nucleares, só para a gente ter uma analogia, eles podem submergir e ficar eternamente embaixo d'água. Porém, a tripulação é humana. Então, o submarino tem que voltar à superfície em um dado momento, quando acabaram os mantimentos ou a água potável.
coisas para limpeza, enfim, o que faz o navio funcionar, porque os humanos que lá estão não conseguem ficar para sempre lá embaixo d'água, então a resistência sempre vai ser da tripulação que lá está, porque se fosse somente o submarino, como um submarino remoto ou um drone gigante...
seria indeterminado, poderia ficar submerso para sempre, porque a energia nuclear proporciona isso, entendeu? Mas como a gente está falando de navios lançadores de mísseis, esses sistemas têm que ser repostos.
E esses containers são repostos quando o navio fica na doca. E ali, como eu disse anteriormente, comi não só munição, tudo que o navio precisa de previsão é reabastecido toda vez que ele vai para o porto. Então é assim que funciona. Não tem uma guerra eterna, naval, um cerco eterno, onde os navios não voltam para o porto. Isso é natural. Mas esse revezamento...
essa realocação de armas, como pegar mísseis de Taiwan, ou da Coreia do Sul, ou do Japão, ou até mesmo da Austrália, que é um grande aliado americano naquela área, com certeza, pelo menos por parte de inteligência. Eles estão trocando dados, isso é óbvio, isso é muito óbvio, porque apesar de estar um pouco distante, é todo mundo daquele mesmo pedaço do globo.
Então toda a informação é muito valiosa. Nós não estamos falando só de colocar mísseis novos, né? O que aparenta é que não, jogou 30 mísseis lá, volta, pega mais 30 mísseis. Não, é um sistema muito mais complexo do que nós estamos imaginando.
quando chega no porto, tudo é reaferido, os radares, tudo que trabalha com precisão é checado, os mísseis são realocados, munição vai para dentro do navio, e as previsões, como eu falei, como comida e água potável. Já existem navios que fazem a dessalinização da água do mar, mas também sabemos que o ser humano não aguenta ficar muito tempo bebendo água que é tratada do mar, tem isso também.
Então, esse sistema tem que continuar flutuando, navegando e combatendo. Essa é a tríade de um sistema naval. E é isso que ela faz quando ela sai para realocar alguma coisa. Agora, esse planejamento complexo, principalmente de uma área muito grande, que é a área do Oriente Médio.
O alvo principal está sendo o Estreito de Hormuz, mas ali está lotado de navios militares, todos apoiando uns aos outros. E os que não estão diretamente envolvidos no conflito estão, ao longe, trocando informações de apoio, porque são aliados.
e se forem inimigos, estão tentando fazer alguma coisa, talvez uma contramedida eletrônica, captar algumas mensagens, enfim, essa é a guerra moderna. Então, você simplesmente falar que os Estados Unidos estão batendo cabeça e não tem como...
não tem como se defender, eu estou falando defender seu próprio território, é impensável, impensável, com certeza, absoluta, todas essas forças foram muito bem divididas num planejamento que vai tão ao detalhe que a gente não tem nem noção de como é tão detalhado um planejamento desse. Então eu creio que, com certeza...
O território americano está muito mais do que seguro. Mas é claro, o Miquelias falou uma coisa que toca num ponto muito importante e que está acontecendo a cada segundo. Chama-se dinheiro. Cada dia, cada segundo, cada hora, cada dia, cada semana que passa, são muitos milhões de dólares sendo jogados nesse conflito. E isso tudo sai do bolso do...
do habitante, do cidadão americano que paga os seus impostos. E na Europa, como citamos anteriormente, está acontecendo a mesma coisa. Muita grana sendo gasta agora, que não era gasta anteriormente, porque os Estados Unidos estão lá para protegê-los, como sempre.
E agora, com essa ameaça de sair de lá, eles passam, voltam a investir. Então, tem países lá investindo quase 5% do PIB, quase um recorde. Então, nós estamos vendo essa corrida onde o Trump saculejou o tabuleiro e tudo está sendo organizado. Não é somente reabastecer mísseis, Mikeias.
É isso, Júlio. E aí, eu queria te fazer mais uma pergunta ainda, Júlio, antes da gente partir pelas próximas matérias. Semana passada, na sexta-feira, salvo engano, nós repercutimos aqui que a Ucrânia tem se destacado por estar indo ao Oriente Médio vender alternativas ali para o Catar, para a Turquia, alternativas mais baratas a esses mísseis muito caros. A gente falou, iniciamos esse Fala Global News de hoje falando do Dark Eagle, um míssel de 15 milhões de dólares.
E a Ucrânia tem se destacado por ter oferecido soluções eficazes a um custo muito barato. A Ucrânia está buscando esse caminho, vários outros países estão buscando esse caminho. Mas eu particularmente não tenho ouvido notícias significativas sobre os Estados Unidos buscando alternativas baratas para o seu trabalho. Pelo contrário, só vejo notícias falando que os Estados Unidos estão aumentando o seu orçamento militar.
Parece até que os Estados Unidos, embora continuem obviamente pesquisando novas tecnologias, o Júlio, ele está pesquisando sempre tecnologia que é muito cara, frente às alternativas que o Irã, que a Ucrânia, que a própria China tem desenvolvido para essa guerra. É impressão minha, ou os Estados Unidos? Continua sendo o maior, porém o mais caro exército e não está fazendo nada para resolver isso.
Bem, Miquel, tudo que é disruptivo, ele advém sempre da sobrevivência. Você não tem noção de como vai usar a criatividade quando estiver à beira da morte, num risco de emergência. Seu cérebro vai lembrar de todo o arquivo, de tudo que você viveu como experiência humana para tentar se safar daquele momento.
E é isso que está acontecendo com a Ucrânia, é exatamente isso. Essa criatividade vem porque um grande urso quer passar por cima do seu país e eles têm que sobreviver. Então muita criatividade está nascendo no campo de batalha entre Rússia e Ucrânia. É bom falar que quando a gente fala da disrupção dos drones, eu acho muito interessante.
que a Ucrânia vem explorando esse campo assim como nenhum país tem explorado. E tem agora, como você bem citou, exportado para os Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, porque é inovador dentro dessa área.
Mas você falou também dos grandes gastos americanos. Mas quando você fala de armamento americano, nós estamos falando simplesmente das empresas que dominam o planeta na área de defesa. Vou repetir para todo mundo entender. As maiores empresas que dominam o mercado financeiro na área de defesa...
Quase 80% delas são dos Estados Unidos da América. Isso é inegável. Então, é esse o volume de dinheiro que gira em torno de defesa dos Estados Unidos. Eu sei que é interessante quando você fala que você está gastando menos, mas você não pode deixar de retroalimentar tão grandes empresas, Luc Redmart, Northrop Grumman, Boeing,
é Anduril, que é uma que surgiu aí há pouco tempo, até mesmo com um jovem, e entre outras, a Tales, que está aqui no meu boneco, também tem participação americana, apesar de ter participação europeia, fabrica excelentes mísseis.
Então é disso que nós estamos falando. São empresas que consomem milhões e bilhões e bilhões de dólares. São empresas que ditam as regras em todo o planeta. Essas empresas de defesa, junto com as empresas de energia, petróleo, gás, ditam as regras.
É simples assim. Então, não são essas empresas que eu estou citando aqui agora que vão construir drones de fundo de quintal FPV para tentar ganhar algum tipo de guerra. Elas podem fazer projetos muito mais visionários.
e muito, muito, muito mais caros, com um despejo de bilhões de dólares para cada projeto. Como citamos aí do míssel Dark Eagle, apesar dos Estados Unidos da América entrar na corrida dos mísseis hipersônicos atrasada, ela entra atrasada gastando mais do que todo mundo, Miqueias.
Entendi, Júlio. Entendi. E, Carcará, ainda nesse sentido, eu queria te fazer uma pergunta também. Olha só, eu vi há um tempo atrás um vídeo, um documentário sobre o SIGS, o nosso curso de instrução de guerra em selva. E das falas que surgiam, eu vi alguns comentários no sentido de que os gringos, principalmente americanos e europeus, quando vinham fazer o curso de guerra em selva no Brasil, eles acabavam passando algum nível de perrengue.
Justamente porque eles tinham uma alta dependência da tecnologia, enquanto o brasileiro tinha uma capacidade, não só o brasileiro, os sul-americanos tinham uma capacidade maior de adaptabilidade ao terreno, ao ambiente, embora fisicamente os americanos e europeus até pudessem estar bem preparados, eles tinham muita dificuldade em lidar com esses recursos mais improvisados ou com soluções menos tecnológicas.
E agora, Carcará, entrando nesse momento dos robôs, nesse momento dos drones,
como a gente fala de Ucrânia sempre aqui, que é o conflito que está mais em vigor, apesar do Irã estar chamando bastante atenção, o que a gente tem aprendido com a Ucrânia é que essas soluções simples têm dado muito certo. Soluções básicas, como redes, como algum nível de camuflagem, como improvisações no teatro operacional têm sido bem exitosas pelo lado ucraniano.
E muita gente olha e fala assim, cara, o americano, se faltar luz, o americano não trabalha. Se faltar internet, o americano fica míngua. Se não tiver uma hipertecnologia envolvida, o americano não consegue desenvolver. Muita gente, principalmente, ainda retoma aquela ideia lá do Vietnã, onde os Estados Unidos teriam perdido, apesar de toda superioridade, teriam perdido para técnicas de improviso, como cavar buracos, coisa que os americanos não conseguiriam lidar muito bem.
Você acha que isso é uma realidade, Carcara? Os americanos realmente ainda estão extremamente dependentes da tecnologia e dá para cegar eles com um vírus de computador? Rapaz, agora... Meu amigo Miquel, agora você saiu lá do Oriente Médio para a guerra na selva. Rapaz!
Deixa eu te explicar, cara. O Brasil, cada continente tem o seu clima mais característico, e algumas nações têm o seu bioma que destaca. O Brasil tem cinco biomas destacáveis, a Amazônia é a maior de todos, apesar de ele já ter destruído quase 40% da nossa Amazônia.
americano vai lutar na selva baseada em quê, Miquel? Não tem. Vou passar, vou lutar, vou ficar dentro do mato, trocando tiro com o Carcará, com o Júlio, com os Coman, com o Guerra Nacional. Os caras não são malucos, não, cara. Eles desembarcaram lá no Irã agora? Não. Não tem outra coisa. O Brasil não é ameaça para os americanos, tá, Miquel? Então, a gente fala que o americano, não sei o que, na selva, a gente está fazendo a mesma... A gente está...
A mesma coisa, implantando um pensamento anti-americano, que é o que o europeu faz com o russo. Em nenhum momento o russo vai invadir a Europa, e a Europa é o tempo todinho dizendo que a russa vai invadir a Europa para esconder um movimento maior planejado, que é a invasão muçulmana dentro da Europa. Nessa conversa todinha de o russo ser o bicho papão, a Europa foi invadida pelos muçulmanos. E ninguém nunca falou nada.
Por quê? Porque foi planejado isso. Bruxela, a ONU, a comunidade europeia, pronto. A Europa agora é uma comunidade muçulmana. E os muçulmanos que invadiram e tomaram a porra toda. Aqui no Brasil, o movimento de imigração dos muçulmanos começou forte nesse governo agora do Lula. Já tem quase, se eu não me falho a memória, quase 5 mil candidatos.
muçulmanos para as eleições, se preparando para a eleição, através do PCdoB, do PT, do PSOL, ou seja, nossa nação que não quer saber desse tipo de conflito, daqui a uns dias, se a gente não orar e vigiar, e não tiver entendimento político, nós vamos estar tomados por muçulmanos orando no meio da praça, batendo em mulher, mandando mulher lamber ferro quente.
vagabundo desses velhos querendo pegar uma garota de 14 anos, de 9 anos para casar, vão querer implantar a xaria. Isso que a gente tem que se preocupar, tá, Miquel? Esse negócio é dizer com o americano, vai para a selva. O americano não vai fazer da selva porra nenhuma, o americano detesta a selva, pô. Não é um bom lugar para se morar, para quem não está acostumado.
Então não tem nada. E outra coisa, você sair de um clima que você não domina e vai para o outro, você se arrebenta, pô. O dia que você for numa área de montanha, que passar de 4 mil metros, você vai ter tontura, vai vomitar, você vai começar a ter falhas no pensamento, você vai ficar meio aéreo, até se acostumar.
Isso é normal. Se você sair lá do Rio Grande do Sul e se mete no meio da caatinga, mesmo sendo brasileiro, você vai precisar de 15 dias para você se adaptar com o clima, para a pele se acostumar com aquele raio de sol toda hora. Se eu for para o Sul, vou ter que me acostumar com o frio, entrar na água fria do mar, tomar banho com água fria, o clima chegar a 2 graus, 5 graus. Isso é normal do humano.
Não tem nada a ver isso aí que o americano vai, que vai faltar tecnologia. Se o cara for lutar lá, ele não vai para a selva, ninguém vai. Ele vai ficar na cidade. E quem ficar dentro da selva vai fazer o quê? Nada, porque lá não tem nada para tu fazer, pô. A selva não... Existe uma coisa, amigo, que é chamada objetivo militar. A mata não é objetivo militar. Nunca foi em lugar nenhum.
O objetivo militar é uma indústria, uma usina nuclear, uma usina hidrelétrica, uma rodovia, um aeroporto, uma fábrica.
um canal condutor de água, tubulações de água e de combustíveis. Isso são objetivos militares. O deserto do Irã não é objetivo militar, ninguém vai para aquela merda. Aí fica um bando de pessoas aqui, esses YouTube idiotas aí, cara de pau, militante vagabundo.
Que fica falando que o Irã tem 2 milhões de quilômetros quadrados, que o americano vai se foder. Não, cara, 2 milhões de quadrados o quê, ô carapado? O que é que tem a ver o deserto com a guerra? Porra nenhuma. Quantos mísseis o americano lançou lá no meio do deserto? Nenhum, porque lá não tem nada, nem o iraniano mora lá, porra. Então, Miquel, a guerra não é assim. Porque tem a selva e ninguém vai pra selva, não.
E outra coisa, se o americano, se esquece o americano, qualquer nação que tivesse trava com o Brasil, ele não vai invadir a selva, vai invadir a cidade. E quem fica dentro da selva está perdendo, pô. Vamos dar um exemplo. Roraima, capital Boa Vista. Uma coaligação de países tomaram o Roraima, tomaram a capital Boa Vista. Aí o exército, opa, vamos lutar, vamos para dentro da mata lutar, tu vai lutar com quem?
Para não estar com ninguém, porra. Perdeu, porra. Simples assim. Perdeu. Ah, não, como ficar dentro da selva e esperar o americano? E quem falou que ele vai para dentro da selva? Ele vai falar assim, pode ficar aí dez anos dentro da selva. Como ficar aqui na cidade, aqui, no shopping, cuidando do aeroporto e metendo bala aí para dentro do mato e se aparecer alguém? É assim, Miquel. Não é bem assim do jeito que você pensa, não.
Tá bom? Dentro da selva, o que poderia acontecer é, caso eles fossem andar em alguma rodovia, algum daqueles rios, e você de dentro da selva faria um ataque, desde que você tiver alguma estrutura lá dentro, porque não adianta você achar que vai andar 500km dentro da selva para atacar o americano que vai passar no barco. Não vai, e não é mais assim, agora tem uma porra do drone, e dos mísseis, e dos foguetes, e assim vai.
E esse treinamento para quê? Para você manter a capacidade de resistir, caso precise, numa guerra não convencional, que é guerra de guerrilha. É grupos de facções, é narcotraficante, é grupo armado. E se eles entrarem no mato, você tem que ir atrás e saber como é que fica ali dentro.
Por exemplo, se eu estiver no Rio ali com os fuzileiros na vai, e o vagabundo do Tendente da Selva foi embora, eu deixo ele ir, pô. Vai lá, pô. Boa sorte pra você. Simples assim, vai lá, entra aí, dorme aí, mora aí. Eu vou ficar aqui no Rio aqui só pescando, esperando tu voltar, pô. É desse jeito, Miquel. Essa é a tática, meu amigo. Tamo junto.
Entendi, carcará, entendi. Rapaziada, vamos para a nossa próxima matéria. Mas antes de irmos para a nossa próxima matéria, eu preciso dar um alerta a vocês. Nós vamos falar agora sobre o Congresso americano, ou seja, um lugar onde rola votação. Mas antes, eu quero pedir a vocês que deixem o seu like, tá?
Porque quando você deixa o seu like aqui, é como se você votasse no Fala Glauber para o YouTube. É como se você estivesse dizendo, olha YouTube, o Fala Glauber News é o meu canal de informações. Eu escolho o Fala Glauber News como o principal canal de informação.
e aí você ajuda a continuidade do nosso trabalho tá sem esquecer galera que tá rolando no chat é o mano Walter e os nossos moderadores estão colocando o link do novo canal do Fala Glauber News porque por uma questão de organização por uma questão de necessidade do algoritmo nós estamos fazendo a separação do Fala Glauber podcast e do é
do react que são apresentados pelo próprio Glauber com o fala Glauber News que é essa bancada que você tá acostumado a ver aqui então vai continuar o mesmo tipo de conteúdo da mesma qualidade só que num linkzinho separado para melhorar a distribuição desse conteúdo para vocês beleza então a galera que tá vendo aí no chat o tempo todo os nossos moderadores o Mano Balter enviando o novo link saiba que não é espanta não é golpe a rapaziada que tá postando com a gente
apoia o canal aí, divulgando o novo link do Fala Glauber News, que por enquanto ainda está sendo apresentado junto, no mesmo link do canal do podcast, mas vai começar a ser apresentado muito em breve, só nesse canal, nesse novo link que está aí no chat para vocês, beleza? Vi aí que o número de likes subiu bastante, show de bola, mas aí podem migrar aqui no meio dessa fala, podem migrar para esse link que está enviando para o novo canal do Fala Glauber News, que você já ajuda muito a gente, tá bom?
E continuando galera, nós temos uma informação interessantíssima. Aparentemente os Estados Unidos não estão em guerra com o Irã ainda. É isso mesmo que você ouviu. A guerra ainda não começou.
Carcará vive falando que o que os Estados Unidos está fazendo lá não é uma guerra, é um conflito de baixa intensidade. Embora os Estados Unidos afirmem aí que já atingiram mais de 13 mil alvos dentro do Irã, a um custo de cerca de 125 bilhões de reais. Mas não é guerra, é um conflito de baixa intensidade e que oficialmente o Congresso americano entende que não aconteceu a guerra ainda.
Carcará? Como assim não tem guerra? Depois de todas essas bombas ainda não é guerra, Carcará. Fala pra gente.
Eu acho que o Carcará congelou, caiu ali. Júlio, fala pra gente como que isso aí, quanto o Carcará retorna o sinal de internet dele, Júlio, explica aí como que não é guerra, como que a guerra não começou, um monte de bomba, um dinheiro gigantesco, um americano morto, presidente de outro país morto, e não tem guerra, Júlio? Já tá contigo. Passa pra mim. Já tá contigo.
Ok, vamos lá. Então, Miquel, isso é importante, cara, porque é o seguinte, eu vi muita gente me massacrando aí, aqui no próprio, no chat, né, da coisa aqui, alguns youtubers, porra, aquele cara lá do Glauber é maluco, falando que isso não é guerra. Cara, isso que eu te falo, as pessoas não entendem o conceito de guerra, tá, meu amigo?
Miquel, guerra é caracterizada pelo emprego de todos os meios, inclusive das tropas. Todos os meios, inclusive de todos os meios, o que é infantaria, artilharia, cavalaria. O que é cavalaria? Os blindados. É tropa no solo. É declaração...
Pelo presidente e pelo Congresso. Primeira coisa que tem guerra. O presidente declarou guerra e o Congresso o apoiou. Isso é guerra. Ou seja, ele pode fazer tudo. Inclusive soltar um artefato nuclear. Então, outra coisa. O nível de intensidade de desgastes. Para você ter uma ideia, o orçamento americano hoje é de 800 bilhões de dólares por ano.
Vamos lá para tu entender o que é guerra, o que é gasto com guerra. Por isso o pessoal ficar falando besteira que o americano está acabando o dinheiro. Cara, todo ano o americano gasta 750 bilhões, 800 bilhões com a tropa. É guerra? Não. É só para treinar, só para ela ficar viva e dizer eu tenho a tropa em condições.
O americano está lá no Oriente Médio. É guerra? Não. É um conflito de baixa intensidade. Por quê? Até agora, um soldado, sequer americano, viu um soldado iraniano. Sequer eles se viram, se enfrentaram no espaço aéreo, avião com aviação. Nem isso aconteceu, pô. Sequer a marinha se enfrentaram porque não deu nem tempo.
Se quer o presidente iraniano, o líder falou assim, hoje o couro vai comer. Não deu nem tempo, cara. Com 12 minutos ele já tinha ido para os caralhos já. Então o que acontece? É um conflito de baixa intensidade. Existe a Constituição americana que dá o poder para o presidente fazer um conflito em até 60 dias.
Isso está em uma emenda constitucional de 1973, alguma coisa de 74. Então, qualquer presidente americano tem autonomia de chegar assim, vou quebrar o cacete aqui nessa porra aqui. Ele tem 60 dias para descer a porrada. Porém, não pode ser guerra, tem que ser um conflito. Ele não vai mandar tropa, ele não vai desembarcar, não sei o que mais lá. Arruma de merda, ele não vai fazer. Então, ele tem que ser um conflito enxuto. Ele vai lá, faz um ataque, um exemplo de um conflito que foi muito rápido e que o americano tomou uma surra.
É, como eu sempre falo, do filme Falcão Negro em Perigo, lá em Mogadiço, operação lá em Mogadiço. Ele desmarcou para fazer um trabalho de 40 minutos, demorou 22 horas, quase 20 horas. De cento e poucos militares americanos, 80 foi para os caralhos, entendeu? Teve 22 mortos, 70 feridos, ou seja, tecnicamente foi o maior desastre militar americano em todos os tempos. Foi um conflito de baixa intensidade.
Entendeu? E deu tudo errado. Agora o americano vai declarar a guerra. Calma lá, calma, muita calma. Isso chama-se negociar com força. O público vai entender o que eu vou falar aqui.
Os Estados Unidos não estavam em guerra com o Irã, destruiu a Força Aérea, destruiu a Marinha, destruiu a indústria de defesa, destruiu as fábricas lá, as cavernas lá com o mísseis, a porra toda. Não era guerra, certo? O conflito de baixa intensidade. E era realmente. É tanto que você, se eu chegar agora para o pessoal que me criticava aí, o Sabichões, eu falo, meu irmão, cadê os mísseis? Cadê o...
o Israel sendo destruído, ninguém nem toca no assunto, isso é o camarada, isso é guerra de 12 dias, isso é bababá, o conflito agora é só inércia, acabou. Quando começou, já tinha acabado, eu falei, o americano venceu esse conflito aí, antes de começar, porque ele já sabia onde ia aplicar a porrada todinha. Em 12 horas já estava definido o que seria o conflito, eu falei, é conflito em 12 horas.
Em 12 minutos a liderança principal foi destruída. Então o que o Trump falou hoje? Vou entrar em guerra com o Irã. Olha só, cara. Agora imagina, se eu estou do lado do Irã...
Foi um conflito de baixa intensidade e o cara destruiu a porra toda. Senhores, o Irã está sem dinheiro para pagar. Eu falei, depois de um mês, não vai ter dinheiro para pagar a tropa, não vai ter dinheiro bancário, não vai ter comida. Água é um problema sério que está piorando, porque tubulações foram destruídas. Não chove no Irã. Eu estou no Ceará. Porra, o açude horóis que sangra raramente, está sangrando com quase meio metro de altura.
Um sagrador de 150 metros. Agora, mas 150 metros com meio metro de altura. O segundo maior açude do Brasil. Entendeu? E o Ceará chove pouco, pô. Aqui chove 10 vezes, 100 vezes mais do que no Irã, pô. Então, o problema lá é a água. A primeira coisa, o trauma lá do Irã é a água. O segundo problema, a doença mental dos iranianos. Porque eles querem destruir os outros.
O Catar, os Emirados Árabes Unidos, tem tudo que o Irã devia ter e não tem. Os iranianos morrem de inveja de Israel, dos americanos, dos Emirados Árabes Unidos, da Arábia Saudita, até do Catar, que é um fila da puta, que agora se ligaram que estavam fazendo merda.
Todos os países ali se tornaram potências econômicas, se tornaram locais bons para se conviver, tanto que lá o pessoal vai praticar turismo, alguém vai fazer turismo no Irã? Não vai, pô. Não vai. Os caras são debimentais, doentes mentais.
Então, só que os caras são generais, não são clérigos. Então eles estão falando assim, meu irmão, o cara deixou a esquadra 2 mil quilômetros daqui, meteu a porrada, destruiu a porra toda, a gente não fez nada com os caras. No máximo foi 15 aeronaves lá que teve um traumazinho lá. Porra, e não foi guerra, agora eles vão declarar a guerra. E o Irã vai falar que não quer a paz? Essa é a jogada.
O Irã, com certeza, vai mandar uma proposta de paz de hoje para amanhã. Se não mandar, a porrada vai comer. Só que agora, sem limite, do lado americano. Só que Israel está com a força aérea. Quantos caçais israelenses caíram? Vocês sabem me dizer? Nem um.
Então, se era um conflito de baixa intensidade e foi essa desgraceira toda do outro lado, agora o governo americano falou assim, agora vai ser guerra, que é a partir de hoje que é onde acaba o prazo. Ou seja, vai ter guerra? Eu acho que não vai ter. Porque o Irã vai falar assim, bandeira branca, amor, eu quero paz, entendeu? E vamos fazer um acordo lá e pronto.
Graças ao Paquistão e ao Vladimir Putin, que chamou os caras para conversar, meu irmão, tu não vai aguentar a pancadaria. Se a porrada comer de verdade, não vai ter mais exército, não vai ter mais organização civil, vai tocar o inferno, o povo vai passar fome, passa sede, vai ter revolução do povo contra o povo, todos contra todos, o americano de longe olhando assim, ó.
E quem vai ganhar? Israel. Vai ficar mais forte do que já está. Inclusive os Emirados Árabes já falaram que estão junto com ele. Eu falei isso. Os árabes vão ficar mais fortes. Todo mundo do Irã vai ser destruído. Ele vai ser, vou repetir, aquele leão velho andando no deserto, no meio da savana, e as hienas, todo mundo. Inclusive os escudos já estão assim, amolando a faca, que vai ser a tropa de terra americana. É isso aí.
É isso, Carcará. O Júlio, olha só, como o Carcará falou, o presidente americano tem 60 dias para que o congresso americano vá ali e sancione, valide aquele ato de guerra e diga, não, realmente pode continuar a guerra ou para por aí. Já houveram seis tentativas dentro do Senado, tentando parar essa guerra.
e o presidente Donald Trump poderia até pedir mais um adicional, mais 30 dias de prazo, mas o Donald Trump simplesmente não tá pedindo prazo porque ele diz, não tem guerra gente, a guerra parou ali, o conflito parou quando teve o cessar-fogo, então não tem que pedir prorrogação. E o que a gente percebe nessa história toda, Júlio, pelo menos a leitura que alguns estão fazendo é o seguinte, que ninguém hoje, nenhum presidente quer dizer que começou uma guerra.
O Vladimir Putin ao invadir a Ucrânia falou operação militar especial. Donald Trump, ao iniciar as questões com a Venezuela, disse que não estava fazendo guerra, ele só estava combatendo tráfico de drogas. E agora no Irã, ele falou que a guerra já até acabou com esse exar-fogo. Ô Júlio, que forçação de barra é essa aí? É medo? É estratégia? O que muda ele falar que está em guerra ou não está em guerra? Por que Donald Trump... O que muda ele falar?
E o Putin, no caso da Ucrânia, Venezuela e agora o Irã, eles não falam que estão em guerra de verdade. Eles sempre vão usar uma outra palavra ou manobrar de alguma maneira. Por quê, Júlio? Bem, Miquel, só vou dar um recado aqui antes para o pessoal telespectador, que é sobre o canal Fala Glauber News. Estamos transmitindo dual no Fala Glauber Podcast e no canal Fala Glauber News, no arroba Fala Glauber News.
futuramente nós estaremos somente no Fala Glauber News. Então, temos que avisar aqui os espectadores, o pessoal do chat, para migrar para o outro canal e já ir se acostumando com a novidade. Bem, isso tudo para melhorar a transmissão e o alcance, dividindo os nichos, deixando o canal jornalístico somente no Fala Glauber News. Então, convido você a dar um pulinho lá no Fala Glauber News e assistir a mesma transmissão.
Mas respondendo agora o que o Miquéias falou, e falou muito bem, não é nenhum tipo de medo, Miquéias, nada disso. O que nós vemos é que o apoio republicano cresceu muito dentro do Congresso. Então o que nós estamos vendo foi que os democratas tentaram duas vezes já...
tentar frear esses ataques ao Irã, e não conseguiram. Já sabemos que existiu apoio para o Irã vindo do governo Obama e Biden, então nós temos aí completamente uma rincha entre os dois partidos. E agora...
tentaram frear duas vezes, mas a maioria votou e disse que não. Para continuar, os ataques estão a cargo do presidente. Hoje é sexta-feira e hoje acaba o prazo de 60 dias, a qual foi firmado.
Mas pelo que estamos vendo, não vai ser necessário, como o Carcará disse, muito bem também, que haverá guerra declarada. Como todos sabem, guerra declarada, Miquelias, ela simplesmente atrapalha eleições. É, então se você é o presidente que declara guerra, no mínimo você está enchendo o bolso do complexo industrial de defesa de dinheiro, né?
E não está muito bem para com o povo, porque você declarou guerra a outro país. Vimos isso em várias ocasiões na história americana. Então, depois da guerra da Ucrânia com a Rússia, nós vimos uma nova nomenclatura. Operação...
militar especial. Então, parece que o bisu agora é não declarar guerra e manter essas operações de conflito de baixa intensidade, como disse o Carcará, em manutenção e conseguindo seus objetivos estratégicos.
geopolíticos também. Assim você enfraquece o seu inimigo e enfraquece seu inimigo externo, porque estamos vendo que os democratas estão empolvorosos com esses ataques e principalmente também declarando ataques...
aos israelenses que fizeram uma coalizão com os americanos. Então nós não temos agora somente os ataques do mundo árabe contra os israelenses, nós estamos vendo parte da população americana contra eles.
Isso é o que está se desenhando. Mas as coisas continuam em prol do objetivo. E qual seria esse objetivo? Aqueles quilos de urânio enriquecido a 60%, que é a cereja do bolo dessa operação que o Carcará chama de operação de conflito de baixa intensidade.
Tudo isso pelo programa nuclear com fins destrutivos do Irã, para a fabricação de armas nucleares. Esse urânio serviria para isso, em torno de 300 quilos. Começou com 40, já passou para 60 e já se fala em 300 quilos.
de urânio enriquecido, isso daria muitas bombas, muitas armas. Então, esse é o objetivo. E o mais interessante é o spoiler que eu vou acabar de dar. Em alguns canais especializados, canais que eu digo portais da internet, especializados em defesa, já falam que Estados Unidos e o Mossad...
já sabem a localização desse urânio. Isso é muito importante e dá uma certa menção, uma possível missão Boots Underground e tentar resgatar ou destruir em loco esse urânio. Não sei como seria dada essa missão, se seria destruição, resgate, enfim, mas há uma atitude voltada para essa tarefa.
E isso seria muito interessante. E isso nós estamos vendo com o apoio dos congressistas, que parece que todos apoiam o Donald Trump, mas não apoiam uma declaração de guerra, como mesmo citou o Carcará.
vai tocando o barco desse conflito de baixa intensidade, ou como o Putin fala, operação militar especial. É isso que nós estamos vendo. E os congressistas também abrem as torneiras dos impostos recolhidos dos cidadãos americanos.
diretamente para as fábricas de armas e o complexo industrial militar daquelas empresas que eu já citei, inclusive essa que está no meu boné. Todos estão recebendo rios de dinheiro, rios de dinheiro para a fabricação de mísseis e novas tecnologias para apoiar esse conflito.
Então é uma máquina girando enquanto se reajusta o tabuleiro geopolítico de tudo o que está acontecendo. Vemos a Europa negando ajuda, vemos Trump falando em deixar de apoiar certos países da Europa.
Será que isso vai acontecer também com apoio na Ásia? Porque os Estados Unidos apoiam o Japão militarmente falando. Tem uma base americana em Okinawa, uma base dos Marines. Então, Japão, Taiwan, Coreia do Sul, será que todos esses lugares deixarão de ter bases e militares americanos?
para dar mais robustez a essa força a qual está atuando no Oriente Médio, ainda não sabemos. O que sabemos é que o Congresso americano já liberou dinheiro e já disse Trump continue atacando o Irã.
É, Júlio, o Congresso americano, ele realmente evitou aí as tentativas dos democratas de impedirem a atuação de Donald Trump. Tanto agora no Irã, quanto na Venezuela, os republicanos conseguiram segurar. Até mesmo alguns democratas demonstraram ali algum nível de apoio ou concordância com Donald Trump.
Só que ao mesmo tempo em que eles evitam, o Congresso segura as tentativas dos democratas de parar em Donald Trump, eles não sinalizam tão claramente, olha, nós vamos declarar guerra. Sim, os Estados Unidos estão em guerra. E a impressão, Júlio, que fica é a seguinte, veja, assim como o Brasil, até mesmo os Estados Unidos têm sido impactados um pouco com a alta do petróleo.
decorrente dessa guerra aí do fechamento dos trechos de Hormuz. A Europa também tem passado muito por isso. O impacto é global, isso é inegável. E começa a surgir algum nível de pressão dentro do território americano.
Sobre isso, ao mesmo tempo, o Pitch Hackset, ministro, secretário de guerra dos Estados Unidos, está pedindo um aumento desse orçamento, que conforme você e o Carcará falaram, gira em torno de 800 bilhões de dólares ao ano, para um aumento de até 1,5 trilhão de dólares ao ano. A gente está falando aí na prática de três vezes o PIB do Brasil, aplicado somente na máquina de guerra americana.
E aí volta aquela discussão que também tem passado ali pelo Europa sobre os aumentos dos custos da máquina de guerra no momento em que a população sente no bolso o preço dessa guerra, no aumento do combustível, que consequentemente vai influenciar toda a cadeia produtiva.
Ô Júlio, é sensato, é lucrativo para os Estados Unidos sair de 800 bi ao ano e levar para 1,5 trilhão ao ano. Essa máquina de guerra, a economia dos Estados Unidos vai suportar isso? Seria um lobby só das empresas do ramo armamentício? E a população? E o preço do combustível? E o preço do alimento? E falando ainda só da perspectiva americana, não vamos nem falar do resto do mundo.
Será que Donald Trump consegue apoio, mesmo que os Estados Unidos venham a sentir o reflexo disso? Estados Unidos está passando por um processo inflacionário agora. A impressão é que os congressistas estão assim, Trump, vai lá, mas eu não posso dizer que eu te apoio, porque senão eu vou perder meu voto depois do meu eleitorado. Fala aí, Júlio.
Bem, Miquel, como eu disse anteriormente, é uma nação que planeja tudo e com passos futuros que nem nós mesmos conseguimos enxergar. Fazemos nossas análises de acordo com o que a mídia e com o que as informações vão chegando, mas realmente, no fundo, no tacho, a gente não sabe...
qual é a verdadeira intenção de certas ações. Isso é o que eu posso te dizer. Mas eu sei que o barril de petróleo tem subido bastante, mas também, antes de vir para cá, senti que isso não é uma crescente...
como que eu vou falar, contínua, que venha a mostrar que vai ter uma quebradeira do petróleo. Ele chega num certo patamar, o presidente faz alguma ação no estreito de Ormuz e o mercado entende dar uma desacelerada. Estamos falando aí que o máximo que obteve o barril foi 126 dólares.
E isso tende a flutuar um pouco mais, um pouco menos, para você ter uma ideia que as atitudes no combate mudam o mercado financeiro. É isso que eles estão fazendo. À medida que sobe a um preço exorbitado...
onde a população vai ter um certo reflexo na população ou no país, chamado Estados Unidos, ele toma alguma atitude ou abre o estreito, ou fecha o estreito, ou faz acordo, ou para de lançar mísseis, ou dobra o número de mísseis lançados, enfim, as atitudes movimentam o mercado financeiro. E isso está completamente interligado. Nós que ficamos pensando, nós que eu digo...
como todos os brasileiros, nós que ficamos pensando dessa maneira polarizada, eu apoio o Trump e o outro eu apoio o Irã, e acha que vai chegar em alguma conclusão sólida. É muito pelo contrário. Essas pessoas são líderes de grandes nações e têm suas aspirações e seus interesses próprios, a qual muitos deles a gente nem imagina.
Para você ter uma ideia, você falou em gastos que está devendo. Bem, o nosso país chamado Brasil está devendo um PIB. Chegamos ao patamar histórico de dever um PIB inteiro. E está tudo funcionando normalmente.
É claro que as coisas estão mais caras, mas se você for na praia aqui no Rio de Janeiro, você vai ver muita gente bebendo uma cervejinha, muita gente indo para a praia. O que mostra que não está tudo assim dando errado, pelo menos caminha para dar errado. Nós estamos caminhando para o fundo do poço, mas o fundo do poço ainda não chegamos.
Fundo do Poço é quando a gente fala da Venezuela, há um tempo atrás, das pessoas comendo lixo, de uma invasão de venezuelanos por Roraima, saindo loucos, desesperados, por causa da fome. Isso sim é desespero. Então, tem muita coisa para acontecer, e esses movimentos são sempre reflexos no movimento financeiro global. Eles sempre estão de olho nisso, eles controlam isso, Miqueias.
É isso, Júlio. Ô, Carcará, ainda nessa questão do início da guerra oficial, se o Congresso americano vai dizer que é guerra ou não, tem gente especulando que os congressistas americanos, embora fique claro que eles estejam deixando Donald Trump trabalhar, nenhum deles afirma tão claramente apoiar.
direto esse conflito porque se você apoia a guerra você também poderia ser implicado numa possível derrota e porque possível derrota muita gente vai falar os Estados Unidos é impossível que os Estados Unidos percam bem o Frederic Merce
o ministro, primeiro ministro lá da Alemanha, ele falou que os Estados Unidos estavam saindo ali numa possível derrota, que os Estados Unidos na prática estavam sendo humilhados pelo Irã. Porque os Estados Unidos se declaram uma guerra, eles precisam saber qual o momento de fim dessa guerra.
E alguns vão fazer ainda a comparação com a Guerra dos Doze Dias. Sim, aquela guerra lá entre Israel e Irã, onde um ficou jogando míssel no outro, os Estados Unidos chegou lá com seus B-52, jogou uma bomba e falou eu acabei com o programa nuclear do Irã. E agora, meses depois, inicia um novo conflito para tentar acabar com o programa nuclear que eles iniciaram, que eles teriam acabado meses atrás nessa Guerra dos Doze Dias.
E aí, Carcarat, a pergunta que fica é a seguinte, os Estados Unidos sabem mesmo qual é o fim da guerra? Tem alguma forma de os Estados Unidos sair desse cenário ainda quebrado? Ou fortaleceu tanto a China e a Rússia que o tiro sai pela culatra? E por isso o Congresso americano...
não quer se comprometer, até por isso eu estou destacando essa crítica feita pelo Frederick Mess, dizendo que os Estados Unidos não estavam sabendo o que estavam fazendo, que estavam sendo humilhados pelo Irã, porque os Estados Unidos estavam bombardeando, bombardeando, bombardeando e não conseguem se enxergar o fim dessa guerra. Você acha que essa guerra está chegando ao fim?
fica claro a gente pode dizer qual é o objetivo final de Donald Trump Donald Trump não sabe qual o objetivo final ele vai levando ali até ver onde dá o Irã não vai se render sinceramente um país que perdeu o seu líder principal né o Ayatollah Khamenei e depois mais de 100 ali membros do alto escalão do governo
e continua resistindo continua cantando de galo falando que se os Estados Unidos pisar lá eles dão dão coro nos Estados Unidos no mínimo no mínimo a gente tem que admitir que o Irã tem colher o Irã tem disposição mas e aí quando que a gente quando que os Estados Unidos pode dizer vencer a guerra ou se ele não disser que venceu ele perdeu e aí Cacará quando que acaba de fato essa guerra o Miquel eu vou
Essa tua fala aí, cara, está parecendo o PSOL e do PT querendo uma resposta. Cara, vou te explicar uma coisa aqui. Os Estados Unidos da América, eles são uma potência global. Uma parte do poder global está no Oriente Médio devido ao petróleo e gás. Ponto.
o ator que tumultua a porra toda ali chama-se Irã, Hezbollah, Hamas, Fatah, os UTIs, os Iemitas, né?
o pessoal da Somália, por causa do estreito de Babel, Babel, Mandeb, né? Então, deixa eu te explicar uma coisa aqui, cara. O que é que está acontecendo? O americano, ele entrou nesse conflito planejando uma coisa com 10 passos anteriores. Agora eu vou voltar para o primeiro prazo. China. Você tem que entender que quando o americano está ali, não é porque ele quer pegar o Irã. Ele quer dominar a China.
Para pegar a China, ele teve que entrar na Venezuela. Quando eu estou na Venezuela, o Fala Glóber aqui, uma boa parte do povo, o governo americano malvadão, vai tomar o petróleo venezuelano, que o cara era tanta baboseira, os esqueristas do céu, o Samorim, Lula.
vai ter fuga em massa dos venezuelanos para o Brasil, porque o Trump vai fazer uma guerra, e eu venho aqui, calma aí, senhores, não é guerra, nem conflito vai ser, vai ser uma intervenção cirúrgica. O que é intervenção cirúrgica? Você usa o poder militar,
E faz uma intervenção e volta. Uma intervenção. Na Venezuela nem... O Irã é conflito de baixa intensidade. Na Venezuela nem conflito foi. Não teve nem troca de tiro. Foi lá, pegou Maduro, arrastou igual a um porco imundo e levou. Ponto. Intervenção. Uma incursão.
que fez uma intervenção para resolver o problema venezuelano. Quanto é que o americano está roubando de petróleo dos venezuelanos? Nada, senhores. O petróleo venezuelano é venezuelano. O povo venezuelano hoje em dia estão saindo do Brasil e voltando para suas casas, que o Maduro tomou. O que o PCC e o Comando Vermelho fazem aqui, o Maduro faziam lá, com apoio do nosso presidente, do PT e do PSOL. Vocês não estão entendendo o que está acontecendo.
A Venezuela, agora as pessoas estão voltando ao seu normal. A inflação já está caindo. O STF foi preso. Ontem eles prenderam oito ministros do STF, o STF deles, o equivalente, a Suprema Corte, que estava envolvido com o crime organizado, com aqueles generais vagabundos que prendiam o seu próprio povo.
Agora vamos para o Irã. Qual o problema do Irã? O Irã é um problema global. A Venezuela não era regional. Lá é global por quê? É um gargalo do comércio marítimo planetário, do global.
E tem o problema do ninho de serpente que abastece o terrorismo, que afeta o Brasil, afeta todo mundo. Quem apoia? O Obama, o Biden, o Macron, o governo de Londres, a União Europeia, Londres, Bruxelas, Alemanha, todos esses vagabundos.
Aí me vem agora o Mertes, ah, que o putz, o Trump tá sendo humilhado. O cara tá putinho, tá piradinho, porque o Trump, irmão, vou tirar minhas tropas daí. Aí ele, ah, tá sendo humilhado, humilhado de quê, cara? Humilhado de quê?
Começou o conflito e outra coisa, começou o conflito. O pau comeu. Ele falou, vou trocar o regime iraniano. Trocou. Eu falei, o regime iraniano caiu, agora é um golpe militar. Falei isso e ninguém comentava. Senhores, o Irã agora está comandado pelos generais, o presidente.
O presidente iraniano não manda mais nada, está preso em casa. Só que ninguém vai tocar no assunto, eu sei, porque eu tenho a fonte. Ele já está preso em casa. Ele não é mais presidente, a liderança está com a guarda revolucionária.
pesquejiana, ele está em casa, ele não manda em nada. Quem está mandando é o general da Guarda Revolucionária. O regime já foi trocado, e o regime não é mais dos ayatolás, é um regime militar, igual foi no Chile, igual não sei aonde, acabou. Aqueles generais lá não ficam lá, não, aqueles generais ali são altamente intelectuais.
Eles estão vendo que o regime foi... E outra coisa, a Guarda Revolucionária viu que tirar aqueles velhos lá dos ayatolás, para eles também é bom.
Eles vão assumir. Então o que o americano está avaliando? Rapaz, se esses caras assumirem, essa porra de atolar, de adorar, essa charia deve mudar um pouco aí. É um regime duro, mas mudou. Eu falei, um dos objetivos, mudar o regime. Foi mudado como? Na marra. Aí vem os especialistas, ah, quando você mata um líder, não muda o regime. Claro que mata, claro que muda.
Sempre mudou, desde a história da humanidade e dos impérios, você assassinava o principal da linha de sucessão para você assumir o poder e mudar o regime. Foi assim no Egito, com Tutankamon, Império Romano, Império Mongol, todo mundo envenenando, todo mundo no Império Russo, no Império Húngaro. É um tal de o filho assassinar o pai, o pai assassinar o filho. E assim foi, porque morreu o líder, muda o regime.
Aí vem uma ruma de, inclusive, o coronel. Não, porque você assassinar o líder não muda o regime. Meu pai do céu, cara. Como é que o cara fala uma porra dessa? Pinochet atacou o presidente do Chile e mudou o regime, pô. Saddam Hussein, Morda, Kadhafi, todo mundo bombardeou lá. Até o Boris Yeltsin tentou tomar o regime na barra quando teve a virada da União Soviética para a Rússia, pô.
Então, quando você destrói a liderança, você destrói aquele regime. Pode até criar um parecido, mas não é mais a mesma coisa. Essa é a primeira lição. Esse band maluca aqui falando merda nos YouTube, nesses canais, esses tal de profissionais da geopolítica. Então, é isso aí, cara. Outra coisa, a guerra está sendo excelente para o mundo árabe.
Qatar, Oman, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Kuwait, Jordânia. E quem é o principal que está alucando isso tudo? Emirados Árabes Unidos e Israel, pô. Israel não quer que o conflito acabe, quer que continue. Todo o Oriente Médio quer que continue, porque quer destruir esse regime dos ayatolás, o que sobrou dele.
Então, para o americano, é uma guerra normal. Ele gastou 800 bilhões por ano para manter a tropa. Ele está lá. Se ele estivesse lá, estava gastando a mesma coisa, botando avião para voar, soltando um mísseco para treinar com a OTAN, com o Brasil, não sei com quem. O que é que ele fez? Para a porra toda e vamos concentrar no Oriente Médio. E o ganho político gigantesco, gigantesco. Hoje o mundo árabe, pode dizer, o nosso aliado são os Estados Unidos.
E quem era antes? Era a China, a Rússia, não sei o que mais lá, a Turquia. A Turquia tá pianinha, a Turquia. Pô, tô perdendo espaço.
E outra coisa, sobre esse urânio enriquecido. Não fique admirado se a Rússia mandar os Spetnaz, as forças especiais dele, e resgatasse o urânio. E não se admire se for resgatado os Spetnaz com os forças especiais americanos e israelenses, tudo junto. Aí o mundo vai cair o queixo. Caraca, ou seja, estava tudo combinado. E quem deu o bizu onde está o urânio enriquecido não foi o Mossad, meu amigo Júlio. Foi a equipe do Vladimir Putin. O Trump está no lugar tal.
E eu não duvido que o Putin vai pegar essa porra primeiro, hein? Pra ganhar ponto com o Trump. E o Trump tá contigo aí, irmão. Vamos blindar aí. Vamos bater uma tabelinha nessa porra aí. Valeu, senhores. É isso aí. É isso, Carcará. O mundo tá pegando fogo. A guerra tá acontecendo. E alguém tem que lucrar. Como o Carcará falou, no Irã, quem tá lucrando muito são alguns países ali da região.
É óbvio que tem gente tomando prejuízo, mas também tem gente lucrando. E nesse cenário, diante disso tudo, tem alguém inesperadamente lucrando. Um nome que a gente quase não tem citado quando se trata de...
geopolítica de guerras pelo mundo. Esse é o tema da nossa próxima matéria. E acreditem, se quiserem, estamos a falar dos nossos amigos portugueses. Eu não sei fazer sotaque de... Eu vou tentar fazer um sotaque de português de Portugal, porque é uma coisa ridícula. Deixa eu começar de novo.
Quem está lucrando com a guerra na Ucrânia surpreendentemente é Portugal. Sim, Portugal está começando.
a enviar drones para a Ucrânia e esses drones estão sendo comprados utilizados em larga escala e representando aí uma virada na indústria armamentícia portuguesa e isso chama atenção porque Portugal até então é mesmo sendo um país ali europeu que deveria estar preocupado com a Rússia que tem ali suas fronteiras junto a Espanha
que tem ali toda essa proximidade com o cenário que a gente vem falando de caos, de preocupação recente, Portugal estava passando quase ileso. Nós quase não falávamos mais desse país. E de repente, quando vemos, comendo pelas beiradas, Portugal está lucrando com a indústria armamentícia, enviando drones para a Ucrânia.
Júlio Roque, como assim do nada Portugal se aparece como destaque no meio de uma guerra, quando Portugal, ninguém estava falando sobre Portugal, Júlio Roque? Que tipo de novidade é essa? O que eles estão levando de interessante para a Ucrânia nesse momento aí? No momento bem avançado do conflito, Portugal aparece aí em destaque nas notícias. Fala para a gente, Júlio.
Muito bom, Miquel, vou falar sim sobre os drones de Portugal, mas antes eu quero ler um pequeno texto aqui que fala tudo sobre o que nós falamos anteriormente. Urgente! Mídia estatal iraniana diz que Irã enviou sua proposta mais recente para os Estados Unidos a mediadores paquistaneses.
O preço do petróleo dos Estados Unidos está caindo com a notícia. E aí ele fala que a mídia estatal iraniana IRNA confirmou nessa sexta-feira, 1º de maio, hoje o Irã enviou essa proposta que teve um reflexo na diminuição do valor do barril do petróleo. É o que eu falei, quando o barril começa a subir eles tomam alguma atitude para o preço descer novamente.
Mas voltando ao que o Miquel falou, que é a notícia que nós estamos repercutindo, é sobre Portugal. Bem, tem dois países que estão muito, como que eu vou falar, muito ativos dentro dessa fabricação doutrina.
doutrina, enfim, tudo que envolve drone é Portugal e Alemanha. E essa ajuda está vindo com um palco, um teatro de guerra chamado Ucrânia. Então, a ajuda de Portugal e da Alemanha na tecnologia, treinamento, existem cursos incríveis nesses países, na área de drones, onde os soldados estão aprendendo...
tudo que é tipo de artimanha dentro dessa nova área de tecnologia e utilizando na guerra. Isso mostra que a Ucrânia tem uma comunicação direta com as empresas de Portugal e da Alemanha. Os drones terrestres, a qual atacaram lá um pelotão russo, fez um pelotão se render, eram drones...
com tecnologia alemã. Então tem muita empresa da Europa, não só Portugal e Alemanha, que são os carro-chefes, mas Itália, Espanha, França, muita gente ajudando com tecnologia.
e principalmente na área dos drones. Então, o que nós estamos vendo? O desenvolvimento, quando iniciou a guerra da Ucrânia, mostra justamente isso. Turquia, Irã, todos esses países que eram praticamente apagados nesse tipo de tecnologia.
investiram pesado e tomaram esse mercado de assalto. E agora vêm outras empresas nessa impulsão desses dois países. A Rússia já copia drones iranianos e os Estados Unidos com o Lucas copiando os drones da Rússia e do Irã. Então nós estamos vendo uma pequena corrida nessa área tecnológica, onde dispõe... E aí
desponta Portugal e Alemanha. Portugal agora, com esse contato com a guerra da Ucrânia, está trocando muitas informações. Nós vemos que, inclusive, posso citar isso aqui, existem militares comandos anfíbios atualmente, nesse exato momento, treinando em países da Europa.
E numa pequena conversa nos nossos grupos, ele disse que os países europeus estão muito preocupados com essa tecnologia chamada de drone. E ele citou que os húngaros ficam brincando nos horários de intervalo com essa tecnologia. Então, quanto mais sagaz, mais esperto, mais na veia fica essa manipulação, esse exercício de você...
dominar esse drone, melhor eles serão no campo de combate. Então, húngaros estão muito interessados também nessa tecnologia. Então, a gente vê que a Europa acordou, não só pela doutrina dos drones, mas também pela contramedida, exatamente. Como se proteger disso? Não é só fabricar drones, e sim saber como se proteger dos drones inimigos. E isso...
que está acontecendo dentro da Europa, norteado por Portugal e Alemanha, como o Miquéias falou na matéria. Miquéias, está contigo. É isso, Júlio. Tem alguém sempre lucrando no meio dessa história. E Carcará, nesse cenário todo...
O Brasil, no meio de uma crise de petróleo mundial, um monte de gente precisando de arma e munição, Cadê a Petrobras, Cadê a Avibraz, a CBC, a Taurus e outras indústrias brasileiras, seja da área de energia quanto da área militar, ganhando dinheiro com isso. A gente está vendo isso acontecer, caralho?
Boa pergunta e bem casual e pontual. Estamos ciente, tá, camarada? A Embraer nunca vendeu tanto, nunca lucrou tanto, não por causa da guerra, tá? Mas por comprovar que seu avião de transporte C-90...
C390 é o melhor do mundo. Uns três anos atrás eu fui no Globo e falei, a Embraer desenvolveu um avião chamado KC390, papá Milênio, e o nego fez chacota, falou que a Embraer era uma merda, que eu era maluco de marinha, que eu era um Zé doidinho. Os caras nem sabem que eu sou o Comandos Amfíbio, que eu trabalhei uma boa parte da minha vida dentro de aviões militares.
saltando de paraquedas, gancho livre, armado equipado de manhã, de tarde e de noite, dentro da mata, dentro da água, dentro do mar, dentro de lagoa, dentro de rir, qualquer buraco ou sair de paraquedas nessa porra. As pessoas nem sabem também, eu fico comentando porque as pessoas se sentem bem em destratar as pessoas e de respeitar, sem saber quem é a pessoa.
Mas o nosso avião Embraer, com certeza, ele é o melhor avião do mundo, inigualável, imbatível. Não tem nada que se compare ao KC-390. Não tem nenhum avião no planeta que se compare ao Super Tucano. Não tem nada que se compare. Ninguém consegue fazer um avião para bater de frente com o Super Tucano.
Os americanos já tentaram três modelos, quatro modelos, e o Pentágono fala não, não e não. Quando o Pentágono quer aprovar esse avião americano para tirar o brasileiro, a tropa negativa. Por quê? Foi um super-tucano que destruiu a guerrilha no Equador, em 2004.
Uma operação lá que já durava 50 anos, o supertucano voou, um avião radar brasileiro da Embraer, chamado E-99, um avião de barredura do espaço aéreo, censureamento remoto. O Brasil possui sete aeronaves dessas, aliás, oito. A Índia comprou essa aeronave do Brasil, esse modelo. O radar é sueco, RI, o nome do radar.
México comprou, Grécia comprou, outros países compraram. Então o Brasil tem um link de material militar de primeiríssimo mundo. O problema são os políticos. É a classe de autoridades públicas, juízes, defensores, desembargadores, ministros envolvidos com crime, com esculhambação, cara. Isso é muito triste. Desvio de verba, entendeu?
E quem é para punir não vai punir, porque foi nomeado pelo bandido também. Então ninguém punha ninguém. Eu sempre falo isso, é o narco-estado, o clepto-estado. Mesmo assim, a Embraer não foi para o pau, igual foi os Correios, igual foi outras estatais. Graças a Deus que a Embraer não foi. A Vibrais, coitada. Desde 65, tenta pegar um lançador de foguete, que fez muito bom. O Astro é um bom lançador de foguete, mas...
Vou ser sincero, igual o Astro tem dezenas agora, porque não saiu do canto, patinou na porra da tecnologia. O Astro é um bom lançador, é, mas tem o bom, tem o muito bom, tem o excelente, tem o excepcional. Ele está na classe de bom para muito bom, caindo para bom.
Mas nem vender, vende. Vende muito pouco. Não, não vende. Vende pouco. A Malásia comprou alguns lotes, a Arábia Saudita, e parou nisso. O Exército comprou mais um pouquinho. Era para o Exército ter, no mínimo, uns 300 veículos lançadores, deve ter 70. 70 é destruído numa semana lá na Ucrânia com a Rússia.
Mas o Brasil vende muita munição. O Brasil é o maior vendedor de munição esportiva do mundo. É o Brasil, para quem não sabe. A CBC junto com a Condor, bota para atorar. A Embraer é imbatível na categoria dela. É transporte regional. É o maior fabricante, o maior vendedor de aviões regionais do mundo. É a Embraer. Não tem para ninguém. Tá bom? Então o Brasil vende muito. O Super Tucano vende muito. Os melhores drones do mundo atualmente estão sendo feitos no Brasil.
Só tem que agregar ele à guerra eletrônica para fazer compatível com o combate moderno. Mas em termos de alta performance, o Brasil não deve ir para ninguém. Existem umas 10 empresas fazendo drones com velocidades altíssimas, inclusive tem um tal de um drone chamado Caburé, depois vocês pesquisam aí.
que é muito foda. Tem vários drones. Depois, drones brasileiros, empresas. A Embraer, inclusive, faz também. Então, o Brasil era para estar melhor. Na década de 80, quando passamos o governo militar para o civil, destruíram tudo por causa de ideologia, perseguição. Éramos a quinta indústria militar do planeta. Era um dos maiores produtores e vendedores de blindados do mundo e munições.
Já estávamos fazendo missão antiaéreo para a terceira geração para a quarta geração. Armas inteligentes, tudo. Veio o socialismo com a revanche, destruíram as indústrias, destruíram as faculdades, transformaram em band de viciados e malucos. Dá até nojo você dentro da faculdade da Ação Federal, um band de débil mental, imbecis, com aquelas faixas velas do Che Guevara. Uma conversa...
saber de engenharia, não quer saber de porra nenhuma. A nossa nação fica padecendo. Como a gente vai vencer no primeiro turno, que eu sempre estou falando aqui, né? Vamos vencer no primeiro turno? Então a gente vai acabar com essa vagabundagem. Eu, presidente, eu fechava as faculdades federais todas, sem exceção. Só deixar... O FRG...
É, parece que a gente teve um probleminha com o sinal do Carcaraí, mas vamos continuar. Júlio Roque, deixe seu boa noite aí para a gente se despedir do pessoal. Mas, galera, você que está assistindo a gente não vai embora, nós vamos seguir ainda para a geopolítica, tá bom? Júlio, deixe seu boa noite para a gente aí, por favor.
Bem, Miquel, boa noite. Boa noite, Carcará. Boa noite, Mano Walter. Boa noite, você, espectador desse primeiro bloco de geopolítica. Continue aí, porque agora é segurança pública com os COPs, né? Batata e toda a equipe de segurança pública. Então não perca, mano.
tenha no canal e lembrando, né, o canal funciona dual, o Fala Glauber News e o Fala Glauber Podcast com a mesma transmissão, porque futuramente o Fala Glauber News só vai passar no segundo canal, Fala Glauber News, que o link segue no chat para vocês clicarem, ok? Então uma boa noite, nobres amigos!
É isso, Júlio. Valeu. E, rapaziada, esse recado do Júlio é muito importante. Nós estamos fazendo essa transição. Então, a transmissão já está acontecendo simultaneamente nos dois canais. Você já olha aí no chat. Aproveita essa pausa aqui, essa transição. Nosso pessoal está se organizando. O delegado Fred Murto, o Batata está chegando, se acomodando no estúdio também. Para a gente começar a falar sobre segurança pública, já corre aí no chat.
Clica no link que está no chat. Que no seu aplicativo você já vai ser transferido.
para o novo canal do Fala Glober News, que vai ser separado do Fala Glober Podcast. Mesma equipe, mesma estrutura, só muda o link, tá bom, galera? Para a nossa melhor organização e para continuar chegando aí esse conteúdo com a mesma qualidade para você, só que uma organização melhor para o canal. E lembrando sempre que o Carcará estava falando de eleição no final, né?
Galera, quando você deixa o seu like também, seja aqui ou no novo canal do Fala Global News, você está votando, sinalizando para o YouTube que o Fala Global News é o canal top de notícias na sua opinião. Então não esqueça de deixar o seu like, ajuda aí o nosso trabalho para você ouvir aquele boa noite acalorado do batata. Diz aí, batata.
Boa noite, galera, mais uma vez aqui com vocês nesse feriadão pra trazer as melhores notícias pra vocês. Pode preparar pipoca e o Guaraná, porque a resenha é garantida. Vambora, galera! Vamos que vamos! É sexta-feira, o Batata já fica naquele pique, esperando o programa acabar, mas ele já tá comemorando antes. É incrível, né? O ritmo do Batata. E, delegado Fred Muta, seu boa noite, por favor.
Fala, Miquel, boa noite, meu amigo, boa noite, Batata, boa noite a todos que estão conosco aí nesse dia do trabalhador, muita gente descansando, muita gente trabalhando. Tamo junto, vamos que vamos, bora lá. É isso, doutor, vamos que vamos, vamos falar de trabalho, porque sabe quem não para o trabalho nunca? O tráfico de drogas. Sim, infelizmente os criminosos todo santo dia estão se aprimorando na sacanagem.
tentando dificultar a vida dos policiais e a polícia militar do Rio de Janeiro não só polícia militar do Rio de Janeiro mas de vários outros estados tem aí se organizado né ampliado a sua tecnologia e utilizado drones para monitorar os criminosos e sabemos também que os próprios criminosos têm utilizado drones aí para monitorar as facções de Vaz e até lançar granadas
na cabeça dos seus opositores. E em janeiro desse ano, nós noticiamos isso aqui. Que os traficantes estavam cobrindo ruas lá em uma comunidade de senador camarada para atrapalhar...
o desenvolvimento dos drones e agora nós tivemos a notícia que em Niterói na comunidade da Vila Ipiranga também os traficantes estão cobrindo os becos cobrindo as vielas e ruas para evitar o monitoramento por drones batata aonde vai parar traficante agora engenheiro arquiteto tá faltando o que batata nesse Rio de Janeiro
Cara, impressionante é porque eu tava procurando aqui na minha rede social, e o ano passado eu fiz a apreensão de um armamento, que quando eu achei, eu não tinha conhecimento do que se tratava. E eu pensei que era uma arma de brinquedo, cara. Cara, já era uma arma pra derrubar drone. Ou seja, a polícia de aproximadamente dois anos, o GAN,
ela veio desenvolvendo esse recurso de fazer o monitoramento com o drone. E daí para cá, o drone começou a ficar muito famoso. E começou a acontecer a guerra entre os próprios traficantes. Hoje, eles fazem uso até do drone contra a própria polícia.
E esse artifício aí é para que eles não sejam monitorados. E também não é só contra drone, não, tá? As emissoras de TV pegaram o hábito aí de estar filmando traficante com fuzil. Filmando a boca de fumo, fazendo a denúncia constante. Olha aí, como é que está o Rio de Janeiro? Vocês devem estar lembrados aí do tal do mosquito fofoqueiro.
E começou a acontecer que eles tentaram burlar isso aí, começaram a se esconder disso aí, porque as denúncias eram muitas, a população começava a cobrar, as pessoas que não estavam acostumadas com isso começavam a ver os fuzis, as armas, quem não mora na favela.
Pois bem, tá aí. Os traficantes resolveram cobrir. Lá no Senador Camará, cara, tem uma região que eles cobriram a porcaria toda, cara. É impressionante, cara. Parece uma garagem gigante.
na Maré, toda a área de boca de fumo, eles construíram locais que eles entram em fuga, saem ali esquematizando. Então, aí resolveram agora, está mostrando isso aí, mas não é de agora, que os caras já vêm cobrindo a comunidade, principalmente em lugares...
que eles fazem venda de entorpecentes. Eles cobrem mesmo, ou seja, não se sabe quem está aí embaixo, quantos que têm, se estão com arma ou não. Isso aí já veio um tempinho. Eu acho que está dificultando muito aí o mosquito fofoqueiro. Eu acho que deve ter até de adoar. Entendeu? Mas vamos que vamos, é isso aí.
É isso, Batata. Infelizmente, a gente tem aí, delegado, esse cenário, as coisas acontecendo no Rio de Janeiro, os traficantes livres, leves e soltos e não querem mais ser incomodados, não querem os helicópteros filmando, não querem a polícia monitorando e ainda tem.
é os traficantes jogando é bomba na cabeça mas antes de eu passar a palavra dele é eu vou pedir para o mano volta e passar o vídeo aqui da reportagem que saiu mostrando lá a Vila Ipiranga coberta por esse por esse material ali cobrindo as ruas mano volta só o vídeo para gente por favor
Estas são imagens feitas com um drone pela Guarda Municipal, na comunidade Vila Ipiranga, no bairro do Fonseca, um dos mais populosos de Niterói. Repare que mesmo na imagem de satélite, as coberturas aparecem. São estruturas metálicas que tapam completamente a visão das ruas e de tudo o que acontece ali. A polícia militar diz que foram erguidas por traficantes do Comando Vermelho, que domina aquela região.
Estas são imagens feitas com um drone pela Guarda Municipal, na comunidade Vila Ipiranga. É isso. Delegado, veja bem. Nós tivemos aí os traficantes com toda liberdade, toda tranquilidade para fazer esses tapumes ali, essas coberturas em Senador Camará, como Batata falou, agora na Vila Ipiranga em Niterói. E não é a primeira obra que traficante promove no Rio de Janeiro.
Nós temos aí a informação de que o traficante Pesão, um dos mais procurados do Rio de Janeiro, chegou a fazer uma ponte dentro de um córrego ali da comunidade para facilitar o deslocamento. Porque até então a movimentação desses traficantes para atravessar para o outro lado desse córrego era necessário ir com o carro lá fora da comunidade, perto da Avenida Brasil, e fazer o retorno. O que facilitava a interceptação policial. Então esse traficante chegou ali.
gastou aparentemente 60 a 80 mil reais, não me recordo o valor exatamente que foi levantado pela polícia civil, mas ele gastou aí alguns milhares de reais e construiu uma ponte forte o suficiente para aguentar os carros dos traficantes para que eles não precisassem fazer o retorno fora da comunidade.
Aí eu pergunto, delegado, assim, em Santa Catarina, no Mato Grosso, é a senhora do Mato Grosso, eu falei Santa Catarina, Mato Grosso, é comum esse tipo de atuação, essas obras de engenharia dos traficantes, ou é só o Rio de Janeiro que tem esse privilégio?
Miquel, o Rio de Janeiro sempre continua nos surpreendendo. A gente tenta se acostumar, mas logo logo eles vêm e sempre nos mostram que é possível inovar. Nunca chega-se ao fim da criatividade e da falta de noção dos criminosos. E nós vivemos naquele...
Gato e rato de sempre. Nós criamos os mecanismos para acompanhar, para monitorar, e eles vão tentando se desvencilhar e se desenvolver. E quando a gente usa a expressão ratos, é porque eles realmente agem como os ratos. Sempre tentando se esconder, andar pelas sombras, ficando fora da visão do...
do Estado e sempre transformando a vida, transformando o ambiente onde eles vivem do mais próximo possível do esgoto. Por que eu digo isso? A gente está falando do ponto de vista da segurança, da dificuldade da segurança pública, da polícia, fazer o monitoramento, ter a visão aérea ali, tentar fazer o monitoramento, tentar compreender como eles estão se movendo, onde estão se posicionando. Esse é o nosso ponto de vista. Agora, você já parou para pensar no ponto de vista do morador?
Você já parou para pensar como ficam esses locais? Como ficam esses locais quando eles são cobertos? Porque é o seguinte, para muita gente que está nos assistindo, não faz ideia de como é uma comunidade dessa. Nunca sequer entrou numa comunidade.
locais onde as ruas são estreitas, são vielas nas encostas, nos morros, muito esgoto ali correndo por falta de estrutura, por todas as regiões ocupadas de forma irregular. Já imaginou esse local com toda essa falta de estrutura totalmente coberto, com a circulação de ar prejudicada? Imagina o cheiro que vai ficar nessas casas, imagina as condições insalubres que os moradores que estão ali...
acabam sendo obrigados a sentir, obrigados a conviver. Então a gente tem não só o problema da segurança, não só do nosso ponto de vista, mas a gente tem que alertar também a situação das pessoas que estão ali. As pessoas são reféns, eles são reféns desses grupos, são reféns dessas organizações narcoterroristas que...
ocupam o território, transformam aquele local em um local de extração, como se extraíssem dali tudo o que pudessem, estorquem os moradores, recrutam crianças, criam um mecanismo para que cada vez eles estejam mais ricos, às custas da sociedade, às custas dos moradores que são obrigados a morar ali, porque eles não têm opção, muitas vezes não tem outro lugar para ir, e essas pessoas são submetidas a viver nessas condições.
Então é uma luta que parece que não tem fim e o Rio de Janeiro não cansa de nos surpreender. É impressionante.
É, delegado. É impressionante como você falou. Muita gente não sabe como funcionam essas comunidades. Muita gente nunca entrou numa comunidade. E, Batata, às vezes eu sei que você termina algumas falas falando do PMC. Pô, Miquel, você sabe como é que funciona? Sim, eu sei como é que funciona. Fui policial no Rio. E eu te pergunto justamente porque algumas pessoas da nossa audiência, às vezes, não sabem como funciona. E eu te pergunto, Batata, olha só. A polícia militar do Rio, ela tem reta de escavadeira blindada.
A Polícia Militar do Rio agora desenvolveu o curso de apoio a operações policiais militares, que é um curso que os policiais aprenderam a fazer serviço de serralheiro, literalmente, para derrubar essas estruturas.
Por que a polícia deixa ficar desse jeito, Batata? Me explica, se tem escavadeira blindada, se tem esses policiais ali especializados em derrubar essas estruturas, se já tem policial que vai com máquina de solda, com serra, com alicate hidráulico, por que os traficantes ainda estão com esse negócio ali erguido, se foi filmado, se já está todo mundo sabendo que está ali, Batata, por quê?
Eu vou responder a sua pergunta aí, tá? Mas primeiro, como eu fiz a afirmativa aí pra galera aí, e o pessoal me cobra pra caramba. Pô, Batata, tu já prendeu uma arma dessa mesmo? Eu fui aqui, busquei, achei a foto e mandei aí, mano, Walter, taca fogo aí pra ir. Aí, galera, olha a arma. E na verdade, quando eu encontrei ela...
eu nem imaginava que seria uma arma de derrubar drone. Eu nem imaginava. Isso na época, isso foi em 2024, foi pertinho também, não tem tanto tempo assim. E eu peguei e...
E mostrei, alterei e falei assim, cara, olha que coisa estranha, porque os caras correram, foi uma troca de tiro, e o pessoal foi entrando para um direcionamento e o policial vai avançando. Tu vai avançando, avançando, avançando, pegaram por dentro de uma área meia já de mata, entraram por dentro de umas instalações, e a gente foi trocando tiro, foi acompanhando, foi acompanhando, e aí no meio do caminho, aí foi achada essa arma aí.
Eu achei assim, pô, na favela tem muita arma de criança brincando, né? Aí, e ela não é... É estranha mesmo, não dá pra confundir com uma arma normal. Mas eu de longe, né, trocando tiro, olhei de relance assim, falei, caraca, um fuzil. Quando eu peguei...
Olhei e falei, pô, isso aqui é de criança brincar. Polícia ladrão aqui dentro da favela. Aí eu fui meio que jogar pra lá, né? Aí o Terelli falou, não, não, não, cara. Isso é arma de derrubar drone, cara. Isso é uma parada caríssima.
E eu fiquei muito feliz, porque eu acho que foi uma das primeiras a ser apreendida, talvez a única, né, na época. E pra você ver como que eles já percebiam o monitoramento. Olha como é que eles avançam. Você tá falando de reto a escavadeira? Aqui no Rio de Janeiro tem esses lugares que nada destrói. Nada destrói. É usado maçarico.
é obrigado a cortar o trilho com maçarico, porque senão você não consegue, não consegue retirar. Eles concretam dois metros para baixo, e aí, meu amigo, não tem. Mas eu estive conversando essa semana, Miquéis, com...
com pessoas fazendo entrevistas, e me perguntaram exatamente isso. O que houve essa evolução? Ô, Miquel, até isso foi falado com um garotinho aqui.
Na época, nos governos anteriores, não era proibido entrar na comunidade. Foi que eu estava falando até do governador atual, do Cláudio Castro. Cara, o cara estava com a DPF 635. Querendo ou não, estava proibido o STF.
Travou. E pronto. Não tinha o que falar pro cara. Deveria eu ter liberado pra que a gente testasse se ele ia mandar operar ou não? Deveria. Aqui eu estaria, por exemplo, ó, ele não deixou operar. Ele parou a operação. Não, não foi ele. Foi a DPF 635. E todo mundo aqui tá careca de saber, pô. Muito tempo sem operar. Muito vagabundo.
cresceu muito o crime. As favelas se estruturou muito. Locais, ruas, me quer, que quando você operava aqui, o cara ficava lá já de fuzil dando tiro, hoje existem muros e mais muros aonde a gente chama de bunker, né? Trincheiras. E os caras ficam com um buraquinho só dando tiro, confortavelmente.
Ou seja, tu só entra de blindado. E em alguns lugares, as ruas não permitem que o blindado adentre. Porque são ruas muito estreitas. Você também conhece, Miquel, já operou muito aqui. Então há uma realidade. Se a polícia não entra, em virtude da... Porque aqui se mede violência com letalidade policial.
E como diz o nosso fabuloso, um cara que eu respeito muito, estudioso, o Major Novo, aquele é um monstro estudando, né? Cara, deve-se medir violência pela quantidade de confronto, pela violência que é recebida o Estado. Não se mede violência pela quantidade de mortos.
Porque se quantidade de mortos houve através de quê? De confrontos? Aí você tem que ter uma análise. Aqui baixa índice de mortalidade travando a polícia. Ah, porque a polícia mata muito? É a polícia que mata muito? Ou é a polícia que é exposta a uma quantidade medonha de confrontos?
Hoje, o bandido dá mais tiro ou menos tiro? Ele dá mais tiro, por quê? Ele está mais seguro? Tem mais barricada para se transpansar?
Hoje, se prende um... É aquilo que você falou no programa passado. Rouba uma carga, rouba um carro. A operação que é feita é tão medonha para se recuperar uma carga que não se vai mais. Não vai mais.
O colateral é tão grande que preferem não ir. E eu digo, tinha que ir. Tinha que ir, como nós íamos. Roubava-se uma moto, favela. Tiroteio, desgraçado. Mas o cara fala, pô, meu irmão, vamos parar de roubar isso aqui, porque senão é muito tiro. Freia a venda do entorpecente.
Os bandidos andavam mais recuados, porque você entrava muitas vezes. Quando eles estavam muito avançados, a polícia pegava mais armas. Morria mais bandido. Eles ficavam o quê? Mais acuados. Por sua vez, a própria pessoa da comunidade, para ver o bandido, eles tinham que ir em um determinado setor, mas retraído.
Hoje, tu passa em frente da merda da comunidade. Tá o cara lá, na beirada da porcaria. Tem um vídeo passando, viralizando aí, da cidade de Deus. O cara atravessando a praça da cidade de Deus, pô. Lá no meio, com fuzil nas costas. Aquilo existia? Não tinha.
porque o traficante, a boca da 15, a boca da 13, que a cidade de Deus é dividida entre 13, quadra 13, quadra 15, o Karatê, a boca do Karatê era lá dentro, depois do Beco do Ifraim, era lá nos barraquinhos, lá perto do mato, porque hoje está lá na Estrada Bandeirantes.
A boca da 15 era lá no final, na beira do rio. Agora, está ali, na beirada principal. O ser humano passa ali, está ali, tu olha ali, encheu a favela de fuzil. Hoje, para entrar, é um tiroteio demoníaco. Então, o que é melhor? Não entrar?
Não invadir, ficar aqui fora, deixar eles lá dentro. Só que quem fica lá dentro é a população. O que começou a fazer? Vagabundo se fortaleceu tanto que agora o vagabundo está entrando nas outras comunidades. Vamos aumentar, porra. Aqui até aqui ninguém veio. Vamos avançar. Hoje tem guerra. Vila Sapê.
Hoje, Izequiel e Apaguá, Curicica, Guerra Tocana, bala comendo. Hoje tem guerra na comunidade, a última comunidade que resiste ali para chegar no Rio das Pedras, esqueci o nome. Pedreira, Guerra na Pedreira.
o Chapadão tentando tomar a pedreira. Aí, por sua vez, a Cari, que é ali do lado, que é a mesma facção, auxilia a pedreira, trazendo o armamento para o final feliz e atravessando para a pedreira. Juramento, voltou a ter guerra. Subida, porque eles tentam adentrar a serrinha.
E aí, o Comando Vermelho envia tropas que vêm por juramentinho, andando pela essa mesma mata, que vai sair lá na Fé, no Sereno, que é o complexo alemão. É longe pra chuchu? É. Mas é o Rio de Janeiro. É essa novela. E por que a população tá braba? A população tá nervosa? Por quê? Porque tá bala, tá voando e ó, todo mundo, ó. Calado.
Quando se vai fazer uma operação, vai morrer um monte. Tem um monte. Vai fazer um estado alhaço. Não faz nunca. Quando acontecer a operação, o que vai acontecer?
Quebra, quebra no Congresso. Quebra, quebra, os políticos vêm. Aí os direitos humanos vêm lá da ONU, manda representante. Só que, porra, hoje o morador tá ali asfixiado.
Presos dentro de casa. Bala. Outro dia, filmagem, tiroteio, Furque Mendes, ataque do pessoal do complexo de Israel. Vem por dentro, da Línea de Palácio de Lucas, vigário geral, passa por baixo da Línea Vermelha, ataque na Furque Mendes. É o que está acontecendo no Rio de Janeiro. Quantas guerras? Quantas frentes de batalhas?
É um absurdo, pô. É isso aí que acontece. Hoje, vão se preparando, estruturando, cobrindo favela com telhado, fazendo ponte, e é isso aí. E vamos aguentar. É muito complicado, Batata. E tá cada vez mais difícil, delegado. Só que eu queria, eu queria, essa foi uma discussão que eu tive aqui com o Batata, acreditar muito que a lei de desfacção serviria pra ajudar a conter um pouco isso aí. Porque vamos ser sinceros.
Não foi o traficante que foi lá e carregou peso para montar uma barricada de muro. Não foi o traficante que foi lá e fez o serviço de solda para colocar essas placas de metal sobre a comunidade. Alguém, delegado, foi pago por esse traficante?
para colocar esse material ali. São verdadeiras obras de engenharia. Rapaziada que está em casa, vejam bem. Existem ruas, como Batata falou, que são cercadas agora com muro. Tem barricada dessa que tem dobradiça ali para fazer, tipo aquela...
Aquele bloqueio que você usa na linha férrea para os carros não passarem. Tem coisa desse tipo dentro da favela. E isso, obviamente, não foi feito pelo traficante. Mas foi feito a mando do traficante. Foi pago pelo traficante. E aí, delegado?
Essa lei anti-facção, a 15.358 de 24 de março desse ano. Então nós temos aí menos de um mês. Eu sei que a lei leva um tempo para que a gente possa realmente começar a ver os resultados dela. Mas ela já está em vigor. E o artigo 2º, ele diz, constitui o crime de domínio social estruturado, blá blá blá.
E aí no inciso 3 ele diz o seguinte, impedir, dificultar, obstruir ou criar embaraço a atuação da Força de Segurança Pública, a perseguição policial ou as operações de manutenção da ordem, mediante a colocação de barricadas, bloqueios, obstáculos e por aí vai, um monte de outras coisas.
E aí, delegado, eu me pergunto assim, se o senhor se depara, o policial militar pega um pedreiro que estava lá fazendo essa obra para o tráfico, ele estava recebendo para fazer essa obra para o tráfico, para instalar lá um muro que os traficantes iam usar para colocar o fuzil através da seteira, ou ele estava lá colocando esses todos, essas coberturas para que os drones não pudessem vê-lo?
O senhor se sentiria confortável em enquadrar esse cara no crime de dominação social estruturada? Ele é pedreiro, ele está prestando serviço para o tráfico. O senhor se sentiria confortável? E ainda, se se sentindo confortável, eu colocasse esse cara, o senhor acha que o Ministério Público ia receber esse inquérito? Você foi lá e provou, tem pix na conta do pedreiro de que ele fez aquela obra para o traficante. Você acha que o Ministério Público ia oferecer a denúncia para esse cara?
Como crime de dominação social estruturado? Como alguém que é membro de uma facção, sendo que ele era um pedreiro? Essa é a minha dúvida e aí queria que o senhor pudesse responder para a gente.
Então, Miquel, vai depender muito do caso concreto. Essa situação realmente é uma situação muito sui generis, a gente não vê toda hora. Repito, o Rio sempre nos surpreendendo. A legislação é nova, mas o conceito de inclusão ou não, de configuração ou não, de colaboração...
com uma organização criminosa, ele é o mesmo, ele não mudou. O que houve ali foi uma tipificação nova, caracterizando esses grupos de maneira mais adequada, mas a colaboração ali sempre existiu, de certa forma, e essa análise vai ser tratada de acordo com o caso concreto. Então vai ser verificada ali...
o grau de participação, se essa participação ali foi uma participação isolada, se essa é uma participação contínua, se esse indivíduo, se esse pedreiro, se esse engenheiro, se esse cidadão tem o costume de fazer coisas desse tipo ou colaborar.
com o grupo, mas tem um detalhe, Miquel, que tem conexão com o que eu falei agora há pouco, ainda na questão das coberturas. Ali dentro existem pessoas que residem naquela comunidade e muitas delas não têm escolha. Então a gente precisa sempre avaliar isso de maneira do caso concreto. Uma coisa é você trazer um profissional, um indivíduo que mora em outra região, foi contratado, foi pago.
para fazer um serviço específico naquela comunidade. Então o cara tem lá a loja dele, o serviço dele de solda, de qualquer outro, e ele saiu de uma comunidade e foi para lá prestar o serviço. Claramente ele sabe o que ele está fazendo, e ele tem ciência que o que ele está fazendo ali é...
um ato que vai colaborar, que vai prejudicar a atuação da segurança pública e colaborar com a organização criminosa. Essa é uma situação fática. Outra situação é um indivíduo que mora na comunidade, que está ali dentro. Muitas vezes essas pessoas não têm opção, Miquel.
A gente sempre é bastante duro com esses grupos e com quem colabora, e tem que ser, a gente não pode mudar essa forma de tratamento e essa forma de enxergar, mas enquanto autoridade policial, enquanto delegado de polícia, eu não posso tratar as coisas somente como se fosse tudo uma grande narrativa, como se tudo fosse da mesma cor. É quase impossível, ou seria equivocado da minha parte, não analisar o caso concreto.
Então, por isso que eu digo que a gente tem que combater o fato, tem que combater as situações, mas enquanto a autoridade policial respondendo a sua pergunta, se eu recebo um caso como esse, eu faria uma análise ali bem criteriosa de quem é essa pessoa, de qual é o grau de envolvimento dessa pessoa e se essa pessoa reside ali, porque muitas dessas pessoas que residem ali, elas não têm opção.
Então, a gente tem que separar muito bem as coisas. Aquele local foi dominado. Existe ali um domínio efetivo de território. Tudo ali é explorado pelo crime organizado. Todos que estão ali acabam vivendo à mercê desses grupos. Acabam sendo obrigados a fazer o que eles determinam. Então, a gente sempre tem que tomar um pouco de cuidado, principalmente em uma atuação enquanto autoridade policial, se eu recebesse uma situação dessa natureza. Agora, uma coisa que eu estava pensando aqui enquanto o Batata falava,
Chama muito a minha atenção, é muito curioso a gente observar, nessa última fala do Batata, ele falou cerca de 3 ou 4 minutos, eu não sei quantas vezes ele citou a palavra guerra, eu não sei quantas vezes ele mencionou que determinado local, determinada região...
estava se travando uma guerra. Eu pensei que o nosso bloco era sobre segurança pública. Então você vê que está totalmente distorcido. Nós estamos tratando de segurança pública, utilizando uma legislação que é feita para cuidar de segurança pública para enfrentar um cenário de guerra. Porque realmente é o que está acontecendo. Na verdade, isso aí que acontece no Rio deveria estar sendo tratado no quadro de geopolítica.
Porque ali sim é uma forma de combater isso. Não tem como combater tudo isso somente com as regras e com a legislação aplicada à segurança pública. É totalmente desigual. Mas é só uma curiosidade que eu estava refletindo enquanto o Batata falava.
É, delegado, eu concordo plenamente contigo. Realmente, galera, tem gente que vai para lá intencionalmente participar da sacanagem e ganhar o dinheiro do traficante, mas tem aquele morador, o seu Zé, que o traficante vai falar para ele, vai falar, o pedreiro vai fazer isso aqui para a gente. E ele vai ser obrigado. Só que batata, veja bem.
O delegado Fred Murta vai receber essa ocorrência na delegacia com certa tranquilidade. Ele vai ter tempo ali para pedir uma quebra de sigilo bancário, para pedir uma interceptação telefônica, para dar uma olhada com autorização da justiça no celular do pedreiro ali, do serralheiro que for detido. Mas Batata, e você Batata? Tu não tem tempo. Não vem dizer para mim que tu não tem tempo porque não tem tempo. A gente sabe.
na hora que a bala tá voando pegou o cara no erro do cato cara joga dentro do caveirão algemado e sai com ele depois tu vê e aí Batata tu chegou lá o que tem os cara de fuzil escoltando o cara que tá com a colher de pedreiro na mão que tá com a máquina de soldar na mão montando uma barricada ou montando um telhado desse Batata
Tu prende em flagrante, Batata? É vagabundo pra você, Batata? Ou é só uma vítima dos traficantes que tá sendo obrigada ali a fazer o trabalho? Você não tem tempo pra avaliar isso com calma, Batata. Como é que faz?
Cara, brilhante, Miquel. Hoje você tá demais. E o delegado, Fred, cara, bem colocado. Perfeito, doutor. Perfeito. Tirou onda. Porque o senhor fez uma análise, tem que analisar o fato a fato. Porém, doutor, existe uma coisa seguinte aqui. O traficante, ele não pega na pá, porra. Não adianta.
Não adianta. E o crime organizado hoje, ele não adianta. Ele financia a gente. Pessoas lucram com o crime direto e indiretamente. Tem gente que abre comércio próximo à boca de fumo. Por quê? Cara, porque a boca de fumo funciona 24 horas. Existe. Existe restaurantes.
maravilhosos hoje, dentro da maré, que funciona a noite inteira. Se você quiser comer um bobó de camarão, um vatapá, dentro da maré, duas horas da manhã, tu vai lá, senta lá que tem, porra. E do bom e do melhor, de qualidade. Não tô falando pra você, não é bagulho de pé sujo não, é de qualidade.
Porque funciona 24 horas. É uma feira gigante, porra. Não para nunca. Se você parar a boca de fuma ali, já tem um baque econômico desgraçado na favela. Isso é fato. Isso é fato. Eu estava numa operação, Belfor Roxo, na favela da Guaxa.
Na Guaxa. E aí tivemos que ocupar a Guaxa. Porque tinha uma guerra ali. Entre o pessoal do DIC, da Guaxa. Que é ali que o pau comia. Pela Guaxa. Sai lá em Caxias. Por trás. E aí o pessoal. Olha bem o forrojo. Sai em Caxias. Por trás. Mangue. Mato. Caramba. O pessoal do comando. Ele vinha por trás ali. Dava ataque. Ali é terceiro comando.
que foi tomado pelo Gogó, pelo Machado e tudo mais ali. Enfim, a polícia, novamente, guerra de traficante, taca a polícia ali. Por quê? Porque aí o cara fala, é para proteger o traficante. Não, é porque morre morador para cachorro. Morador sofre para diabo. Bom, a polícia tem que intervir.
a gente ali no meio. Eu no blindado, parado, 24 horas no local, estratégia de entrada do comando vermelho. Pois bem. Primeiro serviço, eu no local. Segundo serviço, eu no local. Terceiro serviço, eu no local. A gente estava próximo à padaria. O cara, o homem de bem, porra. De bem.
Cheguei perto dele lá, né? Falei, pô, e aí, cara, tudo bem? Eu falei, pô, tudo bem, cara, tudo bem. Pô, eu gosto, vocês estão aí. O tráfico realmente recua, não tá tendo nada. Parabéns, legal. E eu falei, então tá tudo bem, né? Ele falou, pô, cara, assim de boa mesmo, posso falar a verdade? Falei, pode. Eu falei, eu tô ferrado, parceiro. Tô uma semana e meia, sem vender porcaria nenhuma, pô.
Eu falei, mas por quê, irmão? Falei, porra, a boca tá fechada, parceiro. Quando isso aqui tá aberto aqui, tu chega no meu bar aqui, tem dez meses, tá todo mundo sentado aqui, bebeu cerveja, comendo churrasco, comendo a porra toda, e eu tô vendendo. Ele é traficante? Não! Mas a coisa tomou uma proporção tamanha.
Que as pessoas começam a lucrar com aquilo. Existe salão de beleza dentro da Maré, lá dentro da Tatajuba, que abre depois de meia-noite, porra. Uma hora da manhã a mulher tá fazendo unha lá. Porra, que bagulho inacreditável. É a hora que o comércio tá vapo, vapo, vapo, vapo, vapo. E isso é verdade, quem mora lá vai dizer aí no chat, porra. É realidade.
Então, como fazer isso, delegado? A gente reconhece, não é só o cara que monta a barricada. Porque o cara que monta a barricada tem uma clara evidência ali. É uma porrada de cracudo se levantando com o carrinho de mão, parceiro. E aí vão lá e botam o material.
E agora? Se tu parar a boca de fumo, meu camarada, aonde vai isso? E eu reclamo da aplicabilidade da lei, tá? Amei! 20 anos, 20 a 40 anos pro traficante.
Mera associação, pau, cadeia. Mero radinho, pá, 20 anos, pau. Tacou fogo em ônibus, na rua, pá, garrou. Pum, associação pro tráfico, toma, toma, é legal. Mas qual é a realidade do Rio de Janeiro? Tu prende 10 traficantes, 7 tem 10 passagens, porra.
Não conseguimos prender com as leis muito mais brandas. E agora tu vai fiar aonde, Miquel? Aonde? Cadê o presídio que foi construído para receber a demanda dessa nova lei? Tem? Não. Tu corre, parceiro. Sopa de letrinha. Vai virar o quê, parceiro? Um em cima do outro não vai botar.
Não pode nem agarrar o cara pela orelha que vem uma porrada de direitos humanos aí dar porrada no Estado? Coronel Menezes, governador, tá todo mundo respondendo ainda da operação do 117. Aqui, ó. Papel, porra. E tome, ó. Ó, ó, ó. Tá todo mundo respondendo. Ora, bolas. Vamos ser conscientes?
infelizmente, uma lei muito bonita, maravilhosa, que eu queria que funcionasse, amaria se funcionasse. Mas vai ter aplicabilidade? Não vai, né, parceiro? Doutor delegado pensou certíssimo. Vai se juntar todo mundo que se beneficie com o tráfico. Direto e indiretamente. Se baixar o buquete, mano, vai prender pra caraca. Porra! Valeu, vai daí, Miguel.
Rapaziada, o Batata falou do sistema prisional. E esse é o tema da nossa próxima matéria. Mas antes de eu falar da próxima matéria, do sistema prisional, eu vou reforçar esse recado, galera. Eu sei que quem acompanha o chat está percebendo aí que os nossos moderadores, o Mano Walter, está reforçando o tempo todo no chat, dizendo, sigam o canal.
Tá, aí o cara que tá aqui no Fala Glauber Podcast fala, pô, mas eu já sigo, por que que tão insistindo tanto? É porque o Fala Glauber News, esse formato que você está vendo, ele vai para um novo link dentro do YouTube, tá? Então, onde acontece o podcast com Glauber?
E o G-Act do Glauber vai ser ainda nesse link principal. E esse Fala Glauber News, que você está vendo comigo, com o Batata, o delegado Fred Murta, com o Copi Túlio, o Júlio Roque, Carcará, todo mundo, incluindo o Mano Walter, óbvio, não pode faltar o Mano Walter. Esse formato vai para um outro link. A qualidade vai continuar a mesma.
beleza a equipe continua a mesma Ok a estrutura ideia é a mesma a gente só muda o link então pedimos a você que tá chegando agora que não assistiu o primeiro bloco não viu não tá entendendo nada do que tá acontecendo no chat agora todo mundo lá falando segue o canal segue o canal é porque
Esse formato, esse programa que acontece segunda, quarta e sexta, das 4 às 8, ele vai passar a acontecer num novo link. Mesma equipe, mesma estrutura, só muda o link. Vocês vão ver que é quase tudo igual, tá? Só que um é Fala Glober Podcast e o outro é Fala Glober News. Uma necessidade que o YouTube está impondo a gente e a gente está tentando se adequar. E pedimos a colaboração de você que gosta desse canal, que gosta da equipe.
que nos apoia o tempo todo deixando seu like seu comentário faça também essa migração aos poucos aí você vai assistir os podcast o rex no canal fala do podcast e o fala do alber news no canal fala do alber news mas a ideia a qualidade tudo continua igual beleza galera então dá uma olhada no chat aí
que há essa indicação para vocês. Show de bola? Agora, aproveitando que o Batata citou aí a questão do sistema carcerário, que tinha que prender todo mundo, que está faltando presídio nesse país, teve um documentário lançado agora recentemente dentro da Globoplay.
que se chama Territórios sobre o Domínio do Crime. Um documentário em seis partes que entrevista ali várias pessoas. O Lincoln Gaquia, que é hoje talvez aí um dos maiores combatentes dentro do Judiciário contra o PCC. Vários policiais, delegados e outros agentes de segurança pública. Mas óbvio que a Globo não poderia deixar de dar voz ao Fernandinho Benamar. E o Fernandinho Benamar
Tem um episódio dedicado à questão carcerária. E o Fernandinho Beira Mara vai afirmar que foram os presídios federais que garantiram a expansão das facções. Muita gente está sempre discutindo que os principais líderes têm que ser isolados.
nesses presídios federais, são presídios de segurança máxima, que de lá eles não vão conseguir comandar a cadeia, mas a gente sabe que não tem sido bem assim, a Polícia Civil de São Paulo mesmo soltou uma lista com 99 lideranças do PCC, sendo que 67 estão presas e várias em presídios federais.
E resumindo a fala do Fernandinho Beramar, para vocês não terem que assistir o documentário todo, ele diz que o presídio federal juntou o líder do Rio de Janeiro com o líder do Ceará, com o líder da Bahia, com o líder de Minas Gerais e se tornou um verdadeiro centro de fazer negócios. E a expansão das facções pelo país.
se deu por conta dos presídios federais. Se tivesse mantido cada um isolado no seu estado, talvez essas facções não tivessem avançado tão rapidamente. E isso é a fala daquele que é considerado um dos principais nomes do Comando Vermelho, mesmo ainda estando preso.
E aí, delegado Fred, eu lhe pergunto, faz sentido? O senhor já pediu e já observou essa questão, pegou a liderança do seu Estado, Mato Grosso, e prendeu e falou para o promotor assim, falou para o promotor, para o juiz da Vale de Execuções Penais, tira esse cara daqui e manda para um presídio federal para tentar isoar, porque o Fernandinho Belamar está falando que não adianta, que pelo contrário, fortalece. Como é a sua leitura, delegado?
Eu nunca gosto de levar em consideração a palavra de vagabundo. Essa é a primeira premissa. O que vagabundo fala para mim e nada é a mesma coisa. Mas a minha leitura nesse cenário é que todas as formas de você conduzir uma liderança de facção criminosa é sempre muito complexo. Não tem nada muito simples. Eu já trabalho com isso.
há mais de 10 anos, só com investigação envolvendo facção criminosa, principalmente lideranças aqui do meu estado. Então já tive várias situações onde nós solicitamos a remoção, o encaminhamento para o sistema penitenciário federal, e outras nós optamos por fazer o isolamento aqui no estado mesmo. Tudo vai depender muito da estrutura.
Existem estruturas muito diferentes, se você pensar em todo o Brasil. Tem alguns estados que existem, o sistema penitenciário mais organizado, mais avançado, onde você consegue, dentro do estado, fazer um isolamento, de certa forma. Mas em outros locais, não. Então, é um isolamento somente de fachada. Então, você manda para o isolamento, o juiz...
autoriza ali o RDD, coloca no sistema de isolamento, mas é um isolamento que não existe, é ineficaz, é uma medida inócua. Então, isso não adianta. Nesses casos, é obrigatório você encaminhar para o sistema penitenciário federal. Não tem como ser diferente. Agora, que lá dentro, muitas vezes, eles se comunicam e que ocorre esse tipo de negociação, de aproximação em determinados casos, é praticamente inevitável. Aconteceu isso em Ilha Grande, na fundação do...
Comando Vermelho surgiu ali da mistura entre criminosos comuns e criminosos políticos. Inevitavelmente, eles se envolveram ali e acabaram acumulando conhecimentos e criou-se ali uma das principais facções criminosas do Brasil hoje. Agora, não tem uma resposta simples. O certo seria, como o Batata diz, criar...
um sistema penitenciário forte, presídios extremamente estruturados, para que esses líderes fossem colocados ali, isolados e, de certa forma, tratados ali de uma maneira que, na minha visão, a nossa lei nem permite hoje. Então, não tem como tratar isso de maneira simplória, simplista. Então, pegar uma afirmação dessa de um vagabundo e tratar como premissa e tratar como verdade é muito preocupante. Então...
Isso pode acontecer, sim, isso é um sintoma, algumas vezes, obrigatório, consequente, de quando você encaminha muito vagabundo para o mesmo lugar, mas a mesma coisa acontece nas unidades prisionais locais. Então, manter esses caras aqui no estado onde não se tem estrutura...
para isolá-los é tão danoso quanto ou mais danoso, porque no Sistema Penitenciário Federal, a gente sabe que pelo menos tem um quantitativo menor de presos, são menos pessoas a serem cuidadas, a serem observadas, então fica mais...
fácil ou mais possível de se fazer o monitoramento com base na estrutura que o sistema penitenciário federal tem. Então, muitos estados não têm opção, porque não têm condições adequadas de fazer esse tratamento nos seus estados. Mas, repito, o ideal seria que tivéssemos estruturas...
grandes, complexos, grandes, estruturados, como aconteceu em El Salvador, para que esses criminosos fossem todos enviados para lá e, de fato, isolados totalmente, que não tivessem contatos uns com os outros, ficassem só os mesmos ali em contato, seria o mundo ideal. Mas nós não vivemos no mundo ideal. Longe disso, nós vivemos no Brasil.
Então, tratar qualquer tipo de afirmativa como se fosse verdade absoluta, principalmente quando a gente está falando de sistema penitenciário, eu acho muito temerário, a gente sempre tem que avaliar os dois lados. Não é uma coisa simples e não dá para afirmar o que isso ou aquilo é o certo, nada disso é absoluto.
Ô Batata, eu me lembro que quando estourou aquela guerra lá na Rocinha, entre o Rogério 157 e o Ney da Rocinha, eu era do efetivo do Complexo do Alemão, da UPP Fazendinha, e fui enviado para apoiar naquele cenário que estava uma guerra ali, e óbvio, guerra na Zona Sul, a Rocinha ali que faz a divisa entre a Barra da Tijuca e a Zona Sul ali, Copacabana, Ipanema, Flamengo, aquela região.
É óbvio que o Estado precisava tentar acalmar, apaziguar aquela situação o mais rápido possível. Então, efetivos de várias outras UPPs, como o meu caso, que saí da UPP do Congresso Alemão lá na Zona Norte e fui enviado para apoiar na UPP Rocinha, para tentar ajudar no processo de repacificação daquela favela que já tinha uma unidade de polícia pacificadora. Até mesmo as forças armadas foram enviadas para lá, o pessoal do fuziliano naval, do exército, nunca sei quem é quem. Mas eu sei que eu participei daquela confusão toda ali.
na Rocinha em 2018, salvo engano. E eu lembro que na época saiu a notícia que o Nem da Rocinha fez chegar à Secretaria de Segurança Pública do Estado, através de um de seus advogados, a seguinte mensagem. Olha, se me mandar do Presídio Federal de volta para o Rio de Janeiro, eu acabo com a guerra em uma semana.
Dando a entender que ele estando lá no presídio federal, ele não tinha mais influência direta sobre a Rocinha. Porque o Rogério 5.7 já foi um dos braços direitos do NEM. E depois acabou se virando contra ele e aí toda essa guerra surgiu. E aí o NEM manda um recado através de um dos seus advogados para a Secretaria de Segurança Pública dizendo Olha
se me tirar do presídio federal, porque aqui eu estou isolado, e me colocar num presídio do Rio de Janeiro, eu consigo resolver. A ideia que ele estava transmitindo era, no Rio de Janeiro, de dentro da cadeia ele ainda consegue mandar recado, ele ainda consegue organizar, ele consegue falar com as suas lideranças, mas de um presídio federal ele não consegue. Então nós temos aí o Fernandinho Benamar, um dos maiores nomes do comando vermelho.
falando que, sim, os presídios federais facilitam a organização das facções, e o NEM, que é de uma outra facção, dizendo, não, nada disso, no presídio federal eu não consigo fazer nada, só se eu estiver no presídio estadual. E aí, Batata, o que você acha desse cenário? Duas visões, né, o Miquel, duas visões. Porque, na época, realmente tinha essa visão que o NEM
ele queria estar aqui no Rio de Janeiro para realmente negociar isso. Olha, se me botar lá, eu cabo com a guerra da Rocinha.
porque de lá do presídio ele não conseguiria. Isso é uma visão. E a outra visão é que ele queria vir pro Rio, porque aqui a cadeia era muito melhor, era muito mais tranquila, e ele tava usando esse poder dele de persuasão pra negociar. Ó, me bota lá que eu cabo com o problema, porque ninguém suportava mais. Cara, você lembrou uma coisa brilhante, Miquel?
Brilhante. Cara, em 2008, eu acho que isso era. Cara, 2008. Meu amigo, já se tinha filmagem nessa época de 200 homens armados, enfileirados, guerreando. E se tinha 200 daqui pra lá, meu amigo, de lá pra cá tinha mais uma penca.
Já era uma guerra. Aí, delegado, só para você... Só para você sentir a pressão. Nessa época, já tinha filmagens. E, pasmem você, estou falando de 200. 200 homens armados passando em fileirais.
vergonhoso, cara. Eu não sei de que que chamar, tá, doutor? Talvez o senhor estude bem mais do que eu, obviamente, né? Então talvez o senhor tenha um adjetivo melhor pra encontrar, pra nossa rapaziada aí do chave tá aí movimentando essa parada, porque o senhor chama de guerra, de trabalho, de pesquisa, eu já chamo de putice, o negócio vai que vai.
Mas vamos lá, é os adjetivos, o objetivo é um só, entendeu? É a gente esclarecer essa severgonhice. E triste demais isso, né, cara? Triste demais, porque qual é a esperança que nós temos? É que quando você prende um cara...
você tirou o cara de circulação. E quando você tira o cara de circulação, como eu estava vendo o Carcará falando em geopolítica, quando um cai, um líder, desestrutura toda a cadeia.
governamental daquele líder. Você desestrutura toda aquela cadeia de mando, aqueles caras que são segurança já não passam a não ser mais, os caras que são de confiança já não são mais do seu sucessor. E aí, sucessivamente, isso é natural, em todas as favelas nós vemos isso. Então, quando isso acontecesse numa cadeia de comando a nível Beramar,
subentende-se que a coisa mudaria realmente, né? Opa pior, opa melhor. Isso tem diversos historiadores de segurança aí alegando um montão de coisa. Eu já vi historiadores alegando que não deve se matar um líder.
Por exemplo, hoje, o Marcinho VP, todos sabem quem é o filho, quem é o tio, quem é o primo, quem é a quinta geração. E subentende-se que se você, por exemplo, condenasse a morte o Marcinho VP, entraria outro líder. Obviamente que uma cadeira vaga a outra pessoa ia sentar.
E aí toda uma investigação de anos, de todo um desdobramento, iria se iniciar de novo e ter todo um trabalho perdido.
Em minha concepção que eu perdesse essa porra toda. Que se dane, tá? E perde essa merda toda. E vão trocar toda semana. Por quê? Porque a sensação que a população tem é que esse escritor deu mole, errou. Por quê? Porque se funcionasse a estrutura da investigação, a coisa não andaria. Né?
a gente prenderia os caras, pararia todo o processo. E não é isso que acontece. Acontece um aumento constante, como o próprio Miquelis falou. Entende-se, né? Eu não vi essa entrevista do Beramá, deveria ter visto. É porque eu não sei por que me dá ojeriza, me dá ânsia de vômito, ver um cara...
que é líder de uma facção, ou é líder de consideração. Eu não sei que diabo que é, mas eu não sei, eu não consigo, cara. Eu não consigo parar em frente à minha telinha e ver um cara preso ser considerado a alguma coisa. Isso não entra na minha mente, cara. Isso eu não consigo, eu sou velho demais para entender esta merda.
Como o cara que está preso encontra-se dentro do esquema. Essa semana agora passada, cinco de uma operação realizada pela Polícia Federal e da Polícia Civil também, cinco presos.
Cinco presos da operação já estavam presos. Eu não sei como é que chama preso do represo. Preso do preso. Vai, delegado, me explica aí como que é prender preso. Fala o quê? Chama o quê? Preso do preso? Nós acabamos de prender um cara que já está preso. Acabamos de matar o já morto. Acabamos de deixar doente o adoecido. Eu não sei, cara. Vai aí, delegado. O senhor é mais inteligente do que eu. Vai, Miquel, você é mais esclarecido, cara.
Ô Batata, eu confesso que eu já fui aprovado em alguns concursos públicos, mas eu vou deixar realmente essa resposta para o delegado Fred Morta. E delegado, vou complementar a pergunta do Batata dizendo o seguinte, se a gente quer isolar esse cara, faz sentido eu deixar ele oferecer uma entrevista a uma das maiores emissoras desse país? Eu não compreendo. Não é para isolar o cara? Fala aí, delegado.
Ai, Batata, você me mata de rir. Só você pra me fazer rir no meio de um assunto como esse. Realmente, a primeira fala que eu disse aqui quando entramos nesse assunto é que palavra de vagabundo e nada pra mim é a mesma coisa. E eu concordo com você. Dar voz pra um criminoso, pra um líder de facção, colocar ele em rede nacional, em seriado, pra falar de organização criminosa, enquanto ele está preso...
realmente é algo difícil de gerir. Eu também não assisti, eu não assisti o documentário, sei que tem alguns depoimentos interessantes, quero assistir, quero assistir porque eu estudo, eu estudo e eu gosto de ouvir, gosto de ler muito tudo que tem a respeito disso. Ainda vou assistir, mas ainda não li, não assisti para avaliar exatamente a fala dele. Mas eu queria chamar a atenção, Miquelis,
para a questão da tentativa de descredibilizar o sistema penitenciário federal. O sistema penitenciário federal é extremamente útil e necessário, principalmente porque a maioria dos estados do Brasil não tem estrutura decente no sistema prisional. A maioria das cadeias do Brasil são sem estrutura adequada.
É tudo muito precário. Os criminosos ficam ali amontoados. Então isso acontece o fenômeno que o Batata disse. O criminoso acaba indo para a rua, acaba sendo liberado por falta de estrutura adequada. É muito comum e isso acontece toda hora. Então tentar descredibilizar, desacreditar no sistema penitenciário federal é inclusive uma estratégia. Agora eu digo enquanto autoridade policial, de quem está trabalhando com crime organizado há mais de 10 anos.
criminoso morre de medo do sistema prisional federal. Eles morrem de medo de ser mandado para lá. Inclusive, esse é um dos mecanismos que as polícias penais utilizam de controle interno. Se o cara não se comportar, vai ser feito um relatório e solicitar o encaminhamento dele para o sistema penitenciário federal.
Se estão querendo, se ameaçam eles de mandar para o sistema penitenciário federal, por quê? Você acha que é bom? Você acha que porque lá eles vão se conhecer e vão viver harmonicamente? Harmoniosamente? Não é não. Lá não é bom não. Lá é ruim, lá é mais difícil. É perfeito? Claro que não. É óbvio que não. Não tem nada perfeito nesse país.
Esse país nosso parece que foi feito para dar errado. Então é óbvio que tem ali as suas falhas, que tem ali as suas fragilidades, mas como eu disse, é uma estrutura melhor, é uma estrutura mais organizada, onde tem-se menos pessoas para ser observadas, com quantidade de servidores um pouco mais proporcional àquela demanda. Então nós não podemos descredibilizar o sistema penitenciário federal.
principalmente porque a maioria dos estados não tem uma estrutura adequada. Então, digo aqui com relação ao meu estado, nós gostamos sim de enviar para o sistema penitenciário federal, isso é efetivo, isso tira sim um bom grau de contato do criminoso com os grupos locais, o contato continua existindo.
Ele pode se dar por meio de advogado, por meio de visitas com a família, mas é muito mais restrito do que o cara ter ali um aparelho celular o tempo todo, o acesso ali a dezenas de criminosos da sua própria estrutura, da sua própria base. Claro que ele está lá num outro local, vai dificultar, vai tornar pelo menos mais moroso e mais demorado o contato.
Então, eu tomo muito cuidado, gosto de tomar muito cuidado, mas infelizmente as emissoras aí, as principais emissoras aí, gostam de dar voz a isso, gostam de romantizar, e a gente é obrigado a ver uma situação como essa. Mas eu não gosto de dar credibilidade, e não gosto de dar credibilidade de uma forma geral, principalmente numa afirmativa como essa. Na minha visão, enquanto autoridade policial, é totalmente equivocada.
Eu só quero fazer um adendo aqui, a fala do Matata e a do delegado, que ambos falaram assim, ah, porque não deu tempo de assistir. Óbvio que não deu tempo, gente, porque a nossa produção aqui é veloz, nossa produção é ágil. Esse documentário, Territórios sobre o Domínio do Crime, foi lançado ontem, dia 30, lá por volta das 6, 8 horas da noite. E aí a produção já pegou, jogou na pauta e a gente que se vire. Assim como a nossa produção está jogando na pauta agora, que saiu há cerca de 20 minutos atrás, no portal UOL.
que o Ministério Público denunciou Marcinho VP e Oruan por lavagem de dinheiro. Sim, a notícia está fresquinha, tem 20 minutos, rapaziada, são 19h16, a notícia saiu 18h43. É, 40 minutos, beleza. Menos de uma hora a gente já está trazendo a notícia para vocês e aqui é assim na correria. E por que isso é interessante da gente falar e tem a ver com o que a gente vem falando até agora?
sistema penitenciário federal Fernandinho Benamar falando que facilitou a organização do crime e o Marcinho VP quem o cara apontado como aquele que assumiria uma fusão né uma aliança que estaria sendo montada entre comando vermelho e PCC Marcinho VP que também está 30 anos atrás das grades podendo sair se bobear ainda esse ano a depender de como as coisas flumam
Marcinho VP é apontado pela polícia e pelo Ministério Público como cara que de dentro da cadeia continua comandando e utilizando a sua família como interlocutores. Então há um mandado de prisão contra a mulher dele, há um mandado de prisão contra um sobrinho dele, há um mandado de prisão contra o filho dele e também os mãos dele é investigado aí.
por associação para o tráfico de drogas, por comandar ataques às forças militares, ao exército brasileiro dentro do complexo do Alemão e dentro do complexo da Maré. Enfim, Marcinho VP da cadeia continua sendo alçado à liderança criminosa, um cara que continua mandando.
Então, Batata, o Fernandinho Benamar está só falando o que a Polícia Civil está confirmando sobre o Marcinho VP. De dentro da cadeia ele continua mandando. E ainda, Batata, condiz com aquilo que você falou, que se você mata um traficante, se você tira ele de circulação de fato...
Um outro grupo assume uma nova investigação, tem que acontecer. Mas nesse caso, a gente percebe que a investigação continua, é o mesmo cara, e aí vai vinculando a família. Batata, tá difícil, hein? Tá difícil. E o que acontece? Eu acho que...
Doutor delegado, a discussão aqui é sempre salutar, né? É saudável e eu, de maneira nenhuma, desrespeito aí a capacidade do senhor. E eu achei muito interessante o que o senhor colocou. Tentar descredibilizar o nosso presídio de segurança máxima é ruim, não é legal, isso não é bom. Mas nem sempre o que soa bem é...
Porque o que acontece? Doutor, não se trata de falhas. O senhor falou assim, mas há falhas. Não, não se trata de falhas. Porque falha subentende-se que é pequenos ranhuras entre um ato e outro.
Eu acho que há falhas, a gente aqui embaixo, doutor, na delegacia do senhor, a gente aqui na pista, aqui há falhas. Por quê? Porque há falhas, mas a gente tenta consertar, aí vai direitinho e vai que vai. Mas no sistema de segurança máxima, hoje, parte de uma coisa que aí não se torna falha, porra. Ele não pode comandar.
Doutor, ele não pode comandar. Doutor, ele não pode fazer parte de lavagem de dinheiro. Ele não pode, porra. Aí não, doutor. Aí não dá, porra. Ele pode fazer qualquer coisa, doutor. Ele pode até vender uma peteca lá dentro, eu aceito a porra toda. Mas... O cara não pode.
Como que o cara tem acesso às informações de investigação? Ele entrou com o processo. Nós reagimos aqui, doutor. Ele processou o Cury. Um delegado. Que incluiu ele na investigação. E agora o Ministério Público está oferecendo a denúncia.
provavelmente com bases e investigações realizadas pelo Cury. A primeira vez que prenderam Pose, todo mundo achando que era porque ele cantava a Glock na Cheroline, não era porque ele falava Glock na Cheroline. É porque a mulher dele estava suspeita de estar lavando 250 milhões.
através de bares em volta dos shows que eles davam na favela. Empresas já interligadas à mulher do Pose. Isso foi a primeira vez que prenderam ele, depois soltaram e tal, tal, tal, tal, tal, tal. Então, isso já não vem de agora.
Mas tudo isso, tudo isso, maquinado e orquestrado pelo presidência. Não pode, doutor. Não dá, isso não é uma falha. Orquestrado por lá. Eu acredito numa coisa, doutor.
Hoje o PCC foi como os Estados Unidos emitiu uma nota, a CIA, né? Falando que ele estava em 28 países já se proliferando dentro das cadeias, já criando laços. O PCC hoje é um problema central na política de Portugal. Está nas entranhas das políticas de Portugal.
Eu friamente, eu não posso acreditar que o cara que orquestre isso em 28 países é um cara que está preso.
No presídio federal. Pra mim, o Marcola tem que ser um laranja. Só pode. Só pode, porra. Eu não posso acreditar que seja ele. Eu juro por Deus. Porque aí... Vai daí, parceiro. Porque senão, eu infarto.
É, o negócio... Ô, Batata, só piora, tá? Fica tranquilo. Não infarto ainda não, Batata. Nossa audiência te ama. Você tem um papel muito importante nessa sociedade ainda cumprir. Por que, Batata? Você tá combatendo o crime. Você tá tentando manter esses caras presos.
Agora, eles têm que ter direito ao advogado, né? Eles têm que ter direito à justiça. E sabe, o Marcinho Vepê e o Oruan têm um advogado. Um advogado que é ex-desembargador. O senhor Ciro Darlan, ex-desembargador. Um desembargador que ficou famoso no noticiário carioca. Por quê? Por venda de sentença para os clientes do filho dele. Um dos clientes, eu sempre digo, era um assassino. Que das sete testemunhas do caso... E aí
Só sobrou o delegado do caso. E o Silvio Darlan soltou esse cara. Não fui eu quem falei não, tá? Foi o Ministério Público e o Conselho Nacional de Justiça que confirmou a sentença. Aquela punição severa que se dá aos juízes no Brasil.
aposentadoria compulsória e aí o ex-desembargador Silvio Arlan aposentado compulsoriamente aí por essa e outras acusações ele é advogado do Marcinho BP e ele delegar tá falando e eu parece parece quando ele fala assim eu acho que até faz sentido Marcinho BP
processar o delegado Felipe Cury, processar a polícia civil, está certo mesmo, porque o Silvio Darlan está dizendo o seguinte, o Marcinho BP está preso há mais de 20 anos, coitado, não tem mais nada a ver com isso, e mesmo assim a polícia civil fica perseguindo ele e a família dele, porque como é que ele é preso, ele vai tocar alguma coisa? Palavras do ex-desembargador e agora advogado, Silvio Darlan sobre o Marcinho BP.
Eu pergunto delegado Fred você fica perturbando os outros também o cara tá preso que você vai ficar investigando o cara preso o cara preso faz nada o Fred você fica investigando o cara preso Fred faz sentido isso tem que tem que investigar cara presente a preso coitada inocente e aí é preso tá inocente é preso não tem mais como fazer nada delegado pelo menos é o que o desembargador tá falando é o que a sua experiência prova dele é é
É o que nos resta, Miquel, nos resta rir. Batata, eu... Muito obrigado por ponderar. Eu gosto de visões diferentes, mas nesse caso, a gente pensa exatamente igual, meu amigo. Eu concordo absolutamente com tudo que você disse. A única divergência entre as nossas falas é que quando eu citei a palavra falha...
eu me referi a algo errado e não a uma ranhura, um deslize. Eu digo falha é porque o sistema falhou, deixou de funcionar. Entendeu? Concordo absolutamente com você que o sistema penitenciário federal não está funcionando como deveria. Senão, o cara não conseguiria dar ordens lá de dentro.
Concordo plenamente com você, meu amigo. Só essa divergência aí de quando eu usei a palavra falha, não era no sentido de minimizar. É falha porque falhou. Se não funcionou, falhou. Sacou? Falamos exatamente a mesma coisa. Eu concordo contigo. E por que eu falo isso, cara? Mas por que eu digo que o sistema penitenciário federal ainda é melhor? Eu digo isso por experiência própria, tá?
Eu não vou falar quantos anos não para não entregar a gestão, mas há alguns anos atrás, aqui no meu estado, enquanto eu fazia uma investigação sobre uma das facções criminosas que atua aqui no meu estado, eu fui fazer uma diligência inesperada, sem avisar, dentro de uma das unidades prisionais aqui do estado. Tínhamos lá alguns líderes que, em tese, estavam separados.
estariam isolados. E eu fui em determinada data naquela unidade prisional e ao chegar lá, eu não avisei, cheguei com a autorização do secretário, consegui entrar na unidade e fui direto até o local que eu queria. Ao chegar lá, eu encontrei simplesmente nove dos treze líderes da organização criminosa aqui dentro de um mesmo cubículo, reunidos.
Eles estavam isolados. Eles deveriam estar, por ordem judicial, separados e isolados. E eles estavam todos dentro de uma mesma sala, tranquilamente, à luz do dia. Então, é por isso que eu digo que eu ainda prefiro mandar para o sistema penitenciário federal. Porque lá, pelo menos, esses indivíduos ali não estão lá fisicamente. Então, você, no mínimo, dificulta com que ele fale com eles.
Ele vai ter que usar o parlatório para falar com o advogado, uma visita ou um aparelho celular que, eventualmente, por conta de uma falha, de um erro, que eles tenham acesso. Mas isso vai acontecer. Eu só digo que, num ambiente onde você tem 10 presos para cuidar, é bem mais tranquilo e bem menos suscetível a falhas do que num ambiente onde você tem a mesma quantidade de servidores para cuidar de mil presos. Entende?
Por isso que eu digo, porque eu vivencio isso aqui, de ter o contato não só da investigação, mas como funciona de fato o sistema prisional. E a realidade do sistema prisional brasileiro é triste. Aí a ponto de a gente ter uma situação como essa aí, que o Miquelis acabou de descrever, um absurdo como esse, eu falei sobre isso há um tempo atrás com o próprio delegado Felipe Cury. É surreal a gente ouvir uma coisa dessa. É o preso que está...
preso, sendo investigado, processando o delegado, porque está dizendo que o preso continua praticando crimes. Como que você explica isso para alguém? Eu gosto sempre de falar, eu desafio você a explicar para um gringo o que acontece nesse país. Porque a gente tem muita dificuldade em compreender. Tem matéria que a gente repercute aqui que eu recebo a pauta, eu vou dar uma olhada, eu não consigo acreditar. A gente sempre, em época de IA, a gente acha que tudo é mentira.
Mas é surreal, é surreal. Eu já investigo presos há muito tempo, então para mim é muito comum, Batata, prender o cara que está preso. Facilita muito o trabalho quando você vai fazer uma operação e você tem ali 50, 100 investigados para prender e 10, 20 já estão presos. De fato, facilita muito a minha logística.
Mas é o que acontece, a gente tem que cumprir mandado de prisão de uma pessoa que está presa, por crime praticado enquanto ele está preso, e crimes das mais diversas naturezas, que é difícil, surreal, você acreditar ou explicar para alguém como que esse cara fez isso. Então é um cenário muito louco, difícil acreditar, mas eu concordo absolutamente com você, Batata.
Delegado, é realmente difícil a gente explicar para um gringo as coisas que acontecem no Brasil. E é por isso que eu insisto em citar essa questão do Ciro Darlan. Como que um dos chefões do Comando Vermelho tem dinheiro para pagar como advogado um ex-desembargador. Olha, eu fico pensando assim, cara, um ex-desembargador era uma pessoa responsável pela aplicação da lei.
Era a pessoa responsável por mandar prender muitas vezes. Óbvio que às vezes ele também mandava soltado e faz parte do processo. Hábeas corpos, prisões injustas, excesso de prazo, tudo isso pode acontecer. Mas eu fico me questionando como que um ex-desembargador, que se diz inocente, vamos deixar claro, ele sempre vai alegar a inocência dele. Natural, ele tem esse direito. Mas como que um ex-desembargador se presta ao papel de se tornar advogado de um dos maiores nomes do Comando Vermelho, tanto quanto preso, quanto quando solto.
Ele se presta o papel de advogado desse cara, e não só advogado, mas também porta-voz. Foi apreendida uma carta do Massim VP, endereçada ao desembargador Ciro Darlan, para que defendesse o filho dele, o Uruan.
E aí também o Ciro Darlan é o patrono do Marcin VP enquanto divulgador do livro do Marcin VP pela Europa. Marcin VP hoje um dos membros da Academia Brasileira de Letras, coisa que o Brasil inova, como sempre. O Brasil trazendo aí o diferencial. O Cacará reclama muito disso aqui no programa, né? Que enquanto outros países estão tentando desenvolver tecnologias para chegar à lua.
Nós estamos focando na Academia Brasileira de Letras do Cárcere, porque o preso precisa de voz. Ninguém está perguntando da voz do morador que vira vítima desses traficantes, do morador que não consegue dormir por causa do baile funk que fica até 3, 4 horas da manhã na porta da casa dele.
Do morador que se vê no meio de um tiroteio praticado por facções. Do morador que se vê no meio de um tiroteio porque a polícia está entrando lá para salvar uma pessoa sequestrada, para recuperar uma carga roubada. Essa voz eu não vejo ninguém levar lá para fora. Eu não vejo ninguém levar para a ONU, para a Unesco, para lugar nenhum. Essa voz não tem. Tem a voz do traficante, tem a voz do preso e que ainda tem dinheiro para contratar um ex-desembargador.
E não é qualquer ex-desembargador não, é um ex-desembargador famoso, que tentou ser presidente de clube de futebol, que tem várias situações envolvendo o nome dele, sempre teve na mídia. Tanto situações políticas corriqueiras, digamos assim, quanto escândalos, que inclusive resultaram na expulsão desse cara. E aí, sinceramente, eu não sei se alguém aqui nesse programa, alguém que esteja assistindo a gente em casa, e aí, eu não sei se alguém que esteja assistindo a gente em casa,
Se preso, teria condições de arcar com os honorários de um desembargador como advogado. Mas isso parece ser fácil para o Marcinho VP ter um desembargador como advogado. E o que não faz o menor sentido para mim, sinceramente, eu não consigo entender um cara que deveria mandar prender é advogar para um dos maiores traficantes do Rio de Janeiro.
E a gente continua falando de presídio de notícia fresquinha, notícia que aconteceu hoje. Mas antes, galera, eu vou reforçar o recado. Eu sei que parece, para quem está assistindo há muito tempo, pô, me quer estar falando disso de novo? Mas, gente, tem gente que entrou tem 5 minutos, 3 minutos, então eu preciso reforçar o recado.
Vocês estão vendo no chat aí, rapaziada, os nossos moderadores e o Mano Walter, o tempo todo postando, se inscrevam no canal. Eu sei que a gente fala isso aqui, mas não com tanta frequência quanto estamos fazendo agora. Mas é porque este programa que você está assistindo, ele vai mudar de link. A equipe continua a mesma, o estúdio continua a mesma, a qualidade, as ideias, tudo continua a mesma. A gente só muda o link por uma questão de organização, tá bom? O Fala Glóber News está passando para o link do Fala Glóber News.
E este link que você está assistindo a gente agora, este link vai ficar destinado ao podcast e aos re-actos com o Glauber. Então continua a mesma equipe do Fala Glauber, só que no Fala Glauber News. Links diferentes para uma melhor organização. Então é importantíssimo para a gente e para que você possa também continuar recebendo as nossas notificações, continuar sendo notificado aí.
quando o programa estiver no ar, que você esteja inscrito neste novo canal também. Então, no link principal do canal de 3 milhões de inscritos, vocês vão estar lidando com o Fala Gláubia Podcast e os reacts do Gláubia. E no novo canalzinho, porque eu sei que a galera olha...
Ah, deve ser um fake aqui do Fala Glober. Não, está lá, Fala Glober News. O programa, inclusive, se você clicar nesse link agora, você vai continuar assistindo a gente. Você não vai deixar de assistir a gente, porque a gente está transmitindo simultaneamente nos dois canais. Eu sei que tem uma galera que fala assim, ah, não, eu clico quando acabar. Mas se você clicar quando acabar, você vai esquecer. Então, clica agora que você vai continuar assistindo, só que num link diferente.
que é a organização que a gente tá fazendo aqui da nossa estrutura beleza mas a qualidade continua mesmo tudo continua mesmo então clica no link aí que os nossos moderadores e o Mano Balto tá deixando um comentário para você ir para o Fala Glober News porque muito em breve este programa vai continuar só nesse novo link beleza então para você não perder já clica lá e deixa o seu like inclusive no novo canal e continua com a gente que ainda tem notícia notícia fresquinha que saiu no dia de hoje inclusive
eu nem avisei os nossos colegas aqui de bancada, só joguei, mas é que a notícia tem tudo a ver com o que a gente ainda estava falando.
MC Rian foi transferido de presídio. E daí? Quem é MC Rian? O que isso representa? Bem, MC Rian é um daqueles que foram presos na Operação Narco Fluxo, junto lá com MC Pose, junto com o líder da Choquei, e várias outras pessoas envolvidas em lavagem de dinheiro, tanto para o Comando Vermelho quanto para o PCC. E o que chama a atenção nessa matéria? Nós estávamos falando de sistema penitenciário, sistema carcerário.
E o MC Rian foi transferido, segundo o próprio advogado dele, por excesso de visitas. Quando eu vi a matéria no primeiro momento, eu imaginei assim, o advogado está indo lá toda hora e está enchendo o saco, e por isso o diretor do presídio resolveu transferir, foi o primeiro pensamento, o que na minha opinião pareceria até de certa forma uma restrição da liberdade de defesa do cara, poderiam criticar isso, mas aí eu fui ler a matéria, fui me aprofundar e paz me batata, paz me delegado, com a humanidade.
O excesso de visitas não era do advogado dele, era de advogado tentando se tornar advogado do MC Rian, porque queriam defender um famoso para se tornarem também famosos. Segundo o Cassimiro,
é advogado oficial do MC Rian o preso chegou a receber mais de 100 visitas nesse período que tá preso tá preso que uma semana duas semanas mais de 100 advogados mais de 100 profissionais do direito procurar o MC Rian tentaram né entrar em contato com MC Rian para assumir a defesa dele tentando se promover
Olha, essa é nova, sinceramente. A gente já tem repercutido aqui, né? A gente falou de Tremember, o presídio dos famosos, que começou até TikTok, ele indo lá para frente, tentando se promover após a série da Netflix. A gente já falou aqui de casos de meninas que mandam cartas para presos, para traficantes, para assassinos, para isso e para aquilo outro.
Mas agora, Batata, a moda é virar advogado de preso famoso. E o negócio foi tão sério que a administração pública precisou transferir o MC Rian pra ver se paravam de bater na porta do presídio. É muito advogado sobrando ou muita gente desesperada pela fama. O que você acha, Batata? É, Miquel, é o nosso Brasil, né, cara? Os caras fazem uma fila na porcaria do presídio e não há...
Não há... Preste atenção, gente. Não há o mínimo do bom senso de cessar isso. Apesar dos apesares, Miquel, está bom, pelo menos Guilherme é famoso. O problema é, eu acho, é o massinho com seis advogados, desembargador.
Não faz sentido nenhum, cara. É de embrulhar o estômago. O cara é desembargador, aposentado, ex-ministro do STF e tudo mais. E o cara vai advogar para o cara que é criminoso. Ele é criminoso, não é? Ele vai defender o cara porque...
O cara provavelmente vai tentar provar a sua inocência. Não. Ele é criminoso, condenado, todo mundo sabe, já está decidido. Todo mundo sabe que o cara é putão, sério. Mas aí o cara é puto e aí ele ganha dinheiro para pagar um desembargador. Isso me mata, cara.
Isso é impressionante, isso não dá pra você compactuar com uma bosta dessa. É isso que acontece, entendeu? Doutor delegado, é por isso que eu tava reclamando. Como que pode, doutor? Se o cara tá preso, primeiro é pagar um porrilhão de advogado. Tu sabe que ele tá na putaria.
Porque eu não tenho dinheiro pra pagar nenhum. Hoje, eu, suboficial da PM, se eu for pagar um desembargador, eu tô lascado. Ele vai ter que arrancar minhas unhas dos dedos todos. Vai ter que arrancar uma orelha minha. Não arranca grande, não. O que virou marca grande, porra. Mas vou ter que vender uma orelha. Vou ter que vender. Vai ser desse jeito, porra. Porque eu não tenho grana pra pagar. Não tenho.
E a grande maioria da população não tem. Não tem. E ele paga. Paga na cara do Estado, na cara de todo mundo. E ele, de dentro do presídio de segurança máxima, ele paga. Ele banca essa porra toda. Eu não sei de onde sai esse dinheiro.
Eu não sei, eu não sei, doutor. O senhor tem que falar que sou delegado. Eu sou sub. Eu não sei. Que bom ser sub nessa hora. Que aí tu, delegado, tu vai ter que responder essa merda. Doutor, é impossível. E é por isso aí, ó, que quinta-feira agora do último dia 24, não tá, não é de ontem não, Mequés, mas é fresquinha. No dia 24, a última quinta-feira, a operação da Polícia Federal prendeu.
Busque a apreensão em diversos estados do Brasil. Sabe como é o nome da operação? Última rátio. Sabe sobre o quê? Sentenças judiciais vendidas. Aí prendeu um desembargador aposentado com 2 milhões e 700, quase 3 milhões de reais, dentro de casa, em notas de 150, de 200. Tinha até notas de dólar.
Impressionante, né, doutor? Impressionante que o negócio vai crescendo. Aí, como a coisa é tamanha, a coisa é tão estúpida, a coisa é tão comum que não deveria.
E se cria uma operação, eu não sei se é assim, tá, doutor? O senhor me responde, pelo amor de Deus. Se é assim, a gente cria operação em cima de uma coisa que está cotidiana, de um ferimento que está sangrando e não para de sangrar, cria-se uma investigação em cima daquela merda, porque está demais. É escrota. Aí começa a tropeçar uma porrada. Entendeu?
O problema, doutor, tá demais, não tá? A gente fala da transferência do garoto que tá recebendo visita, dos advogados. Porra, eu sou capaz até de compreender, valeu? Vai aí, doutor. Desembole esse sarrafo.
É, delegado, realmente a situação está ficando cada vez mais complicada, como o Batata falou. A gente está falando aqui de uma galera tentando ganhar fama em cima de um MC que está preso. Isso faz até sentido, não é nem tão bizarro. O número chama atenção, ter que transferir o cara para evitar isso chama atenção.
Não é realmente mais preocupante a gente olhar esse tipo de cenário? Como a Batata falou, um desembargador preso com 3 milhões. Tivemos outro desembargador também preso no Rio por envolvimento com o Comando Vermelho. Na mesma operação que prendeu o presidente da Assembleia Legislativa, que prendeu um outro deputado, que prendeu dois policiais federais, um delegado da Polícia Federal.
E saber que todos esses caras podem depois voltar para a vida pública, continuar pagando rios de dinheiro a advogados porque eles estão usando dinheiro roubado, dinheiro da sacanagem. Isso tudo assim, não embrulha o estômago, delegado. Assim, acaba que realmente, agora o Beto está falando, o cara, o MC receber 100 advogados que estão querendo se promover em cima dele não é nada, né, delegado?
Eu também não vejo nada demais, não. Na verdade, é engraçado, né? É curioso, mas se você parar a pensar, é uma lógica mercadológica. São profissionais ali, advogados, indo atrás de um cliente que, na concepção deles, vai ter duas vantagens. Você ganha duas vezes. O cara vai ganhar o dinheiro do honorário, do contrato que ele fizer ali.
E vai ganhar uma exposição midiática, né? Porque tudo que envolve o nome desses caras acaba gerando uma repercussão muito grande. Então, essa procura exagerada de advogados não chama atenção, não. O que me causa estranheza é remover ele de presídio, né? É uma postura da administração prisional ali fazer essa realocação ali do...
do camarada de uma unidade para outra em decorrência desse alto grau de procura. Isso me causa estranheza, mas eu não conheço o sistema penitenciário paulista, onde ele está lá, não posso falar sobre isso porque, de fato, eu desconheço. Isso, para mim, não me causa estranheza. O que gera desconforto para mim, além desses casos que vocês disseram aí, narraram esses casos envolvendo autoridades, envolvendo juízes, magistrados, desembagadores, delegados.
Isso aí realmente embrulha o estômago, mas nesses casos, me atendo aí à questão dos MCs, o que mais me gera desconforto nesses casos é a repercussão que se dá do povo e da multidão que esses caras arrastam, mesmo sabendo em que eles estão envolvidos.
Porque a gente não sabe de onde vem tanto dinheiro. A gente sabe sim, Batata, o dinheiro vem do tráfico de drogas, o dinheiro vem das organizações criminosas, o dinheiro vem da lavagem de dinheiro desses crimes. Então o dinheiro desses caras, o dinheiro que esses caras movimentam, o dinheiro que a gente observa nessas gravadoras com esses números absurdos são em decorrência disso.
Não é somente de mídia, não é só arrecadação com base em música, não é só arrecadação com base em shows. Essa matemática nunca vai fechar. As investigações que culminaram com a prisão deles, elas deixaram muito claro isso, de onde vem o dinheiro. Então, esses camaradas, eles representam muita coisa. Então, o que me chama a atenção é assistir cenas como aquelas que nós vimos no ano passado.
quando o Pose e quando o Oruan saíram da prisão, de multidões nas ruas. O camarada saindo ali, teto solar do carro, a rua totalmente tomada, como se fosse uma pessoa extremamente competente, que tivesse realizado um grande feito.
um atleta que acabou de voltar depois do Ouro Olímpico. Então é um negócio que chama muita atenção, é isso, é o impacto desses indivíduos na sociedade. Com relação aos advogados, eu vejo aí um interesse, um interesse ali de caráter mercadológico. Da mesma forma que as marcas procuram esses grupos, a gente observa esses camaradas fazendo propaganda para uma série de marcas, mesmo depois de serem... E...
confirmada envolvimento deles com delitos, com ilícitos, com organizações criminosas, continua se buscando, por quê? Uma questão de marketing, marketing, o cara tem visibilidade, ele acaba atraindo visibilidade para aquilo que está tangenciando ele, né? Então, não me chama atenção esse fato, não. Me chamou atenção foi o fato dele ter sido transferido por esse motivo. Eu acho, no mínimo, estranho, porque nem todo advogado...
não é uma coisa automática e com certeza não é uma multidão a ponto de ficar prejudicando o funcionamento da unidade. Esse fato me causa estranheza. A procura dos advogados, isso não, isso é Brasil, não me chama atenção não.
É isso, delegado. Realmente, ter muita visita de advogado tentando conseguir uma palinha, virar, ganhar um pouquinho de fama em cima de um famoso não é um problema. O problema realmente é quando nós temos pessoas que viram fãs desses caras. Aquela multidão que estava na porta do presídio para recepcionar o Oruan na saída, que estava na porta do presídio para recepcionar o Pose na saída, e aquela multidão de adolescentes também.
que foi atrás daquele camarada lá, esqueci o nome dele agora, que fazia ali uma espécie de Big Brother com o adolescente, com uma série de indecências ali, uma série de sacanagem. Esse pessoal se tornar os verdadeiros heróis da nossa juventude, do nosso povo, é que são um problema de fato. Mas estamos quase terminando o nosso programa e eu guardei essa para o final, porque eu sei que é aquela que o batata vai vibrar.
É aquela notícia, Batata, para a gente sair e comemorar. E temos vídeo, tem VAR, tem VAR, tem observação. Mas antes, Batata, de eu jogar essa notícia para você, eu só vou reforçar o recado para a galera. Galera, eu sei que eu estou sendo chato nisso hoje, mas é importantíssimo. Você que chegou agora, olha para o chat. O link que está lá é do novo canal onde o Fala Glober News vai passar. A gente está trocando o local.
onde vai ser apresentado esse programa que você está assistindo hoje, ele vai funcionar nesse novo link. Clicando lá, você já vai ver que a gente está até online lá, a gente já está ao vivo lá, a gente está transmitindo simultaneamente aqui e lá. Então a galera que acompanha aqui, se você está aqui, se você está aqui e você não chegou aqui por acaso, você não veio aqui enganado, você está aqui porque você gosta de olhar para a cara do Batata, do Delegado, da minha cara, até de mim você não gosta muito de olhar, eu sei que está meio largado aqui, eu vou fazer barra para a minha mulher, já me deu esporro.
gente eu faço a barba da orelha senão fica um negócio ridículo então eu mas você tá aqui porque você gosta de ouvir a gente falar né então galera ajuda a gente e continua ouvindo a gente falar só que nesse link que tá aparecendo para você no chat aí é porque esse programa vai ser transferido para lá muito em breve beleza mas batata chegou a hora chegou a hora batata agora é a hora da gente vibrar agora é a gente comemorar porque ele esperou o contato e o contato veio batata
Os camaradas entraram para roubar o mercadinho, de peça na mão, brabo, de exposição, apontou a mão para o caixa. O que ele não esperava é que os funcionários eram malucos, Batata!
Os funcionários pegaram o facão, partiram para dentro. O braço de um ficou pendurado, o outro foi rendido. E acabou os dois presos, um tinha arma, não teve coragem, não teve nada. Foi todo mundo preso e um dá para perder o braço. Mas antes, Batati, você comentar, olha o vídeo. Manda, mano, Walter.
É isso, Batata. Eu não tenho nem muito o que falar. Como vocês viram ali, o vídeo acabou começando pelo final. Chegam dois caras para assaltar. O primeiro tenta render até um menor de idade. Leva uma facada. Fica com o braço pendurado. Os funcionários trancam o cara e falam. E aí, não vai sair, não. Facão. É isso aí, Batata. É contigo para comemorar o negócio. Não é, Batata?
É impressionante, maravilhoso, ataca a minha população. Quando a população está acuada... Sabe o que é isso, gente? A gente vive reagindo aqui o tempo inteiro nessa bancada, o tempo inteiro. Gente, o problema da não-ação do Estado... Está acontecendo isso. As leis brandas, está acontecendo isso aí, ó.
Por que que não tem todo mundo desarmado? Esse animal ia entrar lá de revólver pra assaltar? Porra nenhuma. Queria saber que tem um porrilhão de negro de pistola? Ele não vai assaltar. Não vai. Mas deixa todo mundo desarmado. Aí entra um otário com revólver. Vai lá pra assaltar.
A população não aguenta mais ser esculachada. População não aguenta mais, cara. Não suporta mais. O cara mete a mão no facão e mete o facão no cara, porra. Tempo ainda de morrer, porra. Você percebe que eles fecham a porta e o cara fica lá dentro, cara.
E eles trancam o cara, porra. Um põeirão de gente com facão. Enfim. Aprende o cara. Arramado o cara tá. Ameaçando com o revólver, com a pistola. Por que a população tomar uma atitude dessa? Impunidade. A impunidade.
Cada dia que passa, a população se revolta mais e mais e mais. Cara, você dá uma facãozada, seja quem ela, em quem for, é bárbaro demais, mano. É bárbaro. É uma facãozada, porra. Eu achei delícia. Maravilhoso. Mas, pra grande maioria da população, é uma coisa bárbara.
O que leva um ser humano a dar-lhe uma faca usada no outro por causa do bem material? Porque não aguenta mais, porra. Ninguém aguenta mais essa safadeza, essa putice, porra. Às vezes esse cara aí que tomou-lhe a faca usada, já tem 10 passagens, 20 passagens.
Ainda vai pra cadeia? É a escada dele comandar o crime lá de dentro. Essa merda aí, se não forem, se não comprar a sentença pra nem ir pra cadeia, isso eu tô falando, olha o nosso Global News todo. Se ele for pra cadeia, ele comanda na cadeia. Se ele não for pra cadeia, é porque ele comprou a sentença.
Porra, ninguém aguenta mais. O cara mete a mão na porra do facão e mete nos corna do cara. É isso aí, Miquel. Essa porra mesmo. E parabéns para os envolvidos na ocorrência. Facão neles, cara.
corte rápido batata eu acho inclusive que esses funcionários mereciam um aumento mereci um aumento porque brigaram ali viste isso que é vestir a camisa da empresa lembra deles para não lembra deles isso aí ó vestiu a camisa da empresa agora delegado eu te pergunto enquanto eu acho que eles deveriam receber um aumento enquanto a galera do chat provavelmente tá dizendo que é isso aí mas ela deveria receber um aumento
Eu acho que vai ter alguém e talvez um promotor, um defensor público ou até um juiz que possa falar não, aumento nada. Eles merecem ser presos porque atacou o menor ali pelas costas com uma facada. E isso não é legítima defesa porque o cara não atirou.
ele tava com a arma para roubar vai ter gente falando isso não sou eu tá eu defendo aumento para eles mas delegado não vai ter gente falando aí que é não não tá errado essa facada porque ele não tirou ele a arma era só para roubar e não queria matar ninguém mas a facada podia ter matado menor de idade
Vai ter gente falando isso, delegado, e como é que a gente resolve? Como é que prova para essas pessoas que esses cidadãos, esses trabalhadores que se defenderam, defenderam o estabelecimento comercial, não cometeram crime? Porque vai ter gente querendo prender o trabalhador que estava uniformizado.
Certamente isso vai acontecer, Miquel. Sem dúvida alguma. Eu, quando vejo uma cena dessa, realmente eu fico bastante feliz. É quase pegar um balde de pipoca e começar a comer, né? Ninguém aguenta mais isso, cara. E estão vendo todo mundo saindo com o facão na mão, né? Você pode parar e se perguntar, porra, onde é que esses caras arrumam?
é que tanta gente anda de facão? Eu trabalhei no estado do Amapá, esse fato aconteceu no interior do Pará, né? E lá na região norte, no Amapá, no Pará, é muito comum a utilização desses facões. Lá eles chamam de terçado. Então é muito comum o cara andar com terçado, que é um facão mesmo. Usa no dia a dia e acaba servindo também como arma, né? A depender da ocasião.
Então esses indivíduos aí, os funcionários acabaram reagindo contra os criminosos ali à base de terçadadas, essa é a expressão utilizada por lá, e acabaram ali conseguindo evitar o roubo e acabaram lesionando ali. O primeiro golpe é bem claro, se você observar e chamar o VAR.
Você vai ver que ele dá a primeira lapada nas costas ali. O facão com certeza entrou, porque ele demora um pouco para tirar assim. Não foi aquela pranchada não, foi com fio mesmo. Então, deu errado dessa vez. E o que gera isso é a sensação de impunidade que o Batata falou.
As pessoas não aguentam mais, Miquel, ninguém aguenta mais isso, cara. As pessoas ficam desesperadas pela justiça. Se nós estivéssemos num país decente, onde um cara realmente respondesse pelo que ele está praticando, isso não aconteceria.
As pessoas não teriam toda essa sede de ação como a gente está vendo aí. O camarada ia pensar, iria conter ali o indivíduo e chamar a polícia porque saberia que aquele cara, independente da idade, seria responsabilizado pelo crime que ele está praticando. Só que nós temos um país onde ninguém fica preso.
onde se o cara for maior, ele sai numa audiência de custódia, se ele for menor, nada acontece com ele, não tem local adequado, não tem punição, e quando não há punição, meu amigo, o resultado é esse, a população acaba ficando sedenta por justiça. Então a reação desses funcionários que nós estamos vendo no vídeo é uma reação de quem não aguenta mais passar por isso. As pessoas não aguentam mais, estão...
É natural a sociedade querer justiça, é natural a sociedade clamar por justiça, e quando essa justiça não vem por parte do Estado, é natural que o homem, indivíduo, acabe buscando a justiça de outras formas, e muitas vezes é uma justiça praticada com as próprias mãos. Então, eu postei um vídeo agora há pouco sobre uma questão envolvendo os garotos, nós não falamos aqui hoje um caso...
muito triste, indigesto de duas crianças que foram vítimas de um crime bárbaro, e a população está cada vez mais indignada. A sensação é o quê? Quem achar primeiro vai fazer a pior coisa possível com os indivíduos, porque sabe que se pegos, vão ser levados à justiça e nada vai acontecer. Se for menor, vai ser liberado.
Se tudo correr bem, se tudo for muito bem amarrado, tiver vaga e tal, em três anos o indivíduo é liberado. Então o resultado é esse. São trabalhadores, pessoas que estavam ali no dia a dia, vêm ali indivíduos armados querendo levar, querendo tirar ali todo o produto do trabalho. E hoje nós estamos no dia do trabalhador, né? A gente tem que valorizar o trabalho, tem que valorizar o produto do trabalho. E quem não se sente impotente quando um vagabundo vem, bota uma arma e leva o que você demorou meses, às vezes anos, para comprar?
O camarada sai de casa para trabalhar, demora muito tempo, faz o parcelamento, faz o financiamento para comprar um telefone celular para ele trabalhar, para comprar um carro para ele transportar a sua família, para conseguir trabalhar. Aí vem o vagabundo e quer levar na mão grande. No caso lá, quer chegar com um revólver, meter o cano na cabeça e quer levar. O resultado é esse. Graças a Deus, dessa vez, deu tudo certo.
As cenas ali são um pouco fortes mesmo, mas o resultado deixa a gente satisfeito. Deixa a gente satisfeito porque a gente está cansado de ver situações como essa, terminando a imagem que eu citei, de quando ele dá aquela primeira lapada ali, o facão fica cravado nas costas do indivíduo, a terçadada foi em cheio. Mas é isso, cara, esse resultado, essa reação...
Essa reação dos funcionários é reflexo da falta de punição hoje do Estado. A pena, quando ela é ineficaz, ela gera essa sensação, porque é da natureza humana clamar por justiça, e a justiça acaba sendo feita pelas próprias mãos, como foi o caso aí. Infelizmente, nada mais é do que o reflexo do cenário atual do Brasil.
É isso, delegado. E com isso, rapaziada, vamos encerrando mais um Fala Glober News. E eu queria falar com vocês aqui, nós estamos com mil pessoas simultâneas aqui no Fala Glober Podcast. E galera, é importante porque a gente está com 124 no canal do Fala Glober News. Então tem um linkzinho aí. Galera, vai fazendo a transferência e clica. Se você clicar nesse link, já vai abrir a transmissão de novo. Mas você vai ver que você vai estar no canal onde você ainda não está inscrito.
migra para lá para dar essa continuidade nesse trabalho com a gente. Você ficou até o final porque realmente você gosta. Então vou chamar até pelo nome a Karen1895. Chegou uma notificação para mim aqui, que ela é membra do canal há pelo menos cinco meses. Está vendo? Está aqui com a gente no canal do Falou do Lá, podcast.
podia estar lá no Fala Galbernia já, o Ronaldo Cardoso O9G que está comentando, Rázia Gustavo, Lídia Silva O9127, tem uma galera aqui que a gente vê com frequência com a gente, Valdocir Gomes 9993, uma galera aqui, uma galera, Bruno Franca, Chica Namura, Clevson, Godoy23, galera, vocês que estão aqui agora, clica no link que os nossos moderadores, o Mano Walter está deixando aí.
e vocês vão parar nessa mesma transmissão só que olha lá vocês não estão inscritos nesse novo canal a gente vai estar transferindo essa transmissão daqui para esse novo link para que o Fala Globber News possa ser entregue com mais exatidão para vocês com atendendo melhor referências do YouTube tá
E também, para não atrapalhar o Fala Glover Podcast e o React, porque o YouTube quer que a gente separe as coisas. E separando, a gente vai ter uma melhor distribuição. Qualidade a mesma, as mesmas pessoas, principalmente o Mano Walter. Eu sei que o Mano Walter não pode estar fora daqui. Vocês veem que a bancada roda, né? Só quem não roda é o Mano Walter. Fala nisso, Mano Walter. Já deu 8 horas da noite, sexta-feira, notícia maravilhosa. Então, se despede da galera aí, reforça o convite e vem. Vem com a gente.
Boa noite, Miquel. Boa noite, Miquel. Boa noite, Batata, Fred, você de casa. Te peço para que você siga aí. O Miquel falou diversas vezes durante a transmissão que a gente vai... O Fala Galber News surgiu há cerca de um ano.
dentro do canal Fala Gláubo Podcast. E no Fala Gláubo News a gente tem o Batata, tem o Carcará, tem o Júlio Roque, o próprio Miqués, o Fred e alguns outros participantes onde eles têm falas um pouco mais incisivas. Isso pode acabar prejudicando o algoritmo do Fala Gláubo Podcast. Como o Miqués bem citou e eu também fiz uma explanação sobre isso, o Fala Gláubo Podcast...
E o Fala Gláubar React vai continuar acontecendo no canal arroba Fala Gláubar Podcast, que é esse que a maioria está aqui com a gente. Mas, em dado momento, o Fala Gláubar News, que é o programa de notícias com os outros participantes, com Batata, Miquel, Ezerik, Fred, Paganotto, estará somente no arroba Fala Gláubar News. Eu vou estar em ambos, então eu peço que você se inscreva.
acompanhe os cortes que estão saindo lá, está saindo bastante material lá, essa semana a gente começou a divulgar, e vamos aí, já crescemos aí, em número de inscritos, em número de visualizações, mas a gente conta com vocês, que em breve, o Fala Galberto News, o seu programa de notícia quase diário, vai ser transmitido.
no arroba FalaGlauberNews. Beleza, pessoal? Então, a gente vai separar até para poder proteger o canal. O Glauber está muito preocupado, ele tem uma preocupação muito grande com isso. Por exemplo, notícia que o Miquel citou aqui, de ex-desembargador, advogado. Então, assim, a gente tem que proteger o canal. A gente chegou a 3.280.000 inscritos, então não é um número pequeno, é um número grande, é um canal expressivo.
mas a gente precisa ter esse cuidado com o canal Fala Glória Podcast. Beleza, rapaziada? Espero que você aproveite o seu final de semana com sabedoria. Se você já está em casa, se você não trabalhou hoje, pega leve no álcool, na bebida e é isso aí. Bom, considerações feitas, boa noite. Desculpa ter me alongado, mas o recado precisava ser passado para vocês de forma clara, beleza?
agradecer a rapaziada, os moderadores do chat, os membros que sempre estão aqui com a gente, esses eu sei que estão lá no Fala Galber News, quase que com certeza, mas é isso, voltamos na segunda-feira, tá bom pessoal? Eu sou o Mano Walter e vou passar aí para o Mikex, passar para o Fred, para o Batata se despedir, beleza? No mais é isso, estamos juntos e até semana que vem.
Beleza, delegado, chama esse pessoal pelo nome aí, olha, se você estiver acompanhando o chat, olha aí, Cauane, youtuber, Bruno Franca, 3718, Cláudia Mibeserra, o pessoal continua aqui respondendo a gente no Fala Glover Podcast, tem que ir lá para o Fala Glover News, chama esse pessoal, delegado, chama na xinxa esse pessoal aí, reclama para eles trocarem de link, delegado, por favor, e dá seu boa noite.
Pô, galera, é fácil. O Miquelis falou só 32 vezes até agora. Vamos só dar uma olhadinha. Vai no outro link aí. Clica no link, já se inscreve. Não custa nada. O dedo não vai cair, não. É rapidinho. Vamos lá. Ajuda a gente a organizar aí o canal de maneira mais efetiva. Já deixa seu like e também não perde seu tempo. Aproveitando para dar uma boa noite a todos, um bom final de semana. Um abraço, Miquelis, Mano Walter, Batata.
Feliz dia do trabalhador para todos nós e um bom final de semana para todo mundo. Valeu, abraço. Valeu, delegado. Bom final de semana e Batata, a sua vez. Chama esse pessoal e talvez eu esteja falando muito baixo, Batata. Então, quando você fala, a galera te escuta melhor. Chama esse pessoal pelo nome aí, Batata.
Fala Glauber News, é o nome do canal, galera. Pelo amor de Deus, enfia o dedo no Miquel, que ele não vai conseguir sossegar essa sexta-feira. Ele tá que não se aguenta. Dá uma dedada nele, pelo amor de Deus, porque eu já segui umas cinco vezes, cara. Como que tu não consegue seguir nenhuma vez? Pelo amor de Deus, pessoal.
Dá uma moral, não custa nem um real. Ninguém aguenta. A gente já não aguenta o Mikel, mas vocês não aguentam mais. Segue esse homem, poxa. Fala, Glauber News. Errei. Tá certo. Porra, a gente toda hora me dá um porrada, cara.
Bora, galera. Boa sexta-feira, ó. Boa noite. Beijão no coração. Dá uma dedada no Mikez aí pra ele controlar essa emoção rabial. Valeu, galera. Obrigado. Emoção rabial. Essa é nova. Mas pelo menos é o tipo de coisa que eu acho que o YouTube não censura a gente ainda. Então, galera, recado dado. Não vou repetir. Fiquem com Deus. Bom final de semana a todos. Tamo junto. Até a próxima.