Você está apegado(a) à pessoa ou a quem você é na relação?
Você está apegado(a) à pessoa ou a quem você é na relação?
Eu gosto de coisa saudável.
Minha mãe sabe disso.
Então, vira e mexe, ela aparece com aquela couve cortadinha, feita com amor.
Só existe um detalhe:
meu corpo não se dá bem com a experiência. Couve me faz passar mal.
Parece bobo. Mas fazemos algo muito parecido nos relacionamentos.
O sono muda.
O apetite muda.
Uma mensagem chega e o corpo fica tenso.
Você percebe que alguma coisa não está bem.
Mesmo assim, continua.
Por quê?
Às vezes, não estamos apegados apenas à pessoa.
Estamos apegados ao personagem que somos naquela relação.
A boa menina, ou bom menino, que não quer desagradar.
Quem nunca desiste.
Quem compreende tudo.
Quem consegue fazer dar certo.
Nosso cérebro aprende a buscar aquilo que parece familiar e previsível. Por isso, abandonar um papel antigo pode causar medo, mesmo quando mantê-lo já custa muito caro.
Presta atenção: sensação corporal não é sentença nem prova de que uma relação precisa terminar.
É informação.
Você pode escutar, observar o contexto e escolher conscientemente o que fazer com ela.
Na Imersão Saindo da Turbulência do Apego, eu ensino você a identificar seu padrão de relacionamento, mudar esses padrões emocionais, fortalecer a sua autoconfiança e sair do ciclo de insegurança nos relacionamentos.
A imersão é on-line, das 08h30 às 17h30, com no máximo 15 pessoas, para que eu consiga acompanhar as suas dúvidas de perto.
Agora me conta: qual personagem está ficando caro demais para você manter?
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Com carinho,
DONA ANA 💕🌿
Ana Paula da Rocha Lima
Psicóloga, CRP-08/15011