História do Rádio, Cinema e TV
Professora: Silvia Heloise Mastelaro Artigas Rodrigues
Silvia Artigas
Pedro Artigas
- Trajetória na televisãoSurgimento em 1956/57 · TV Tupi · Televisão em preto e branco · Programas ao vivo e erros · Moça de propaganda · Teleprompter · Videotape
- Comunicação BrasileiraSurgimento em 1922 · Radionovelas ao vivo · Rádio São Paulo · O Direito de Nascer · Repórter Esso · Rádio Tupi
- Crise do Jornalismo e MídiaInfância e rádio · Primeira televisão em casa · Produção de conteúdo em rádio · Mudanças na produção de rádio · Nostalgia do processo artesanal
- Mídia e informaçãoFacilidade de edição e gravação · Automação na rádio · Controle de tempo e erros · Comparação entre passado e presente
Play no Diploma, conectando você ao saber. Um espaço para aprofundar seus conhecimentos com a participação de professores e especialistas, trazendo debates enriquecedores e reflexões sobre temas essenciais para sua formação acadêmica e profissional. Aperte Play e amplie seus horizontes. Olá, estudante! Tudo bom?
Nós estamos falando sobre a história do rádio, da TV e do cinema. Eu sou a professora Silvia Artigas e hoje, nesse videocast, eu trouxe uma pessoa muito especial para contar um pouquinho dessa experiência ao longo dos anos, ao longo da existência desses meios de comunicação, como...
como espectador, como ouvinte, mas também como produtor de conteúdo. Então esse é o Pedro Artigas, sim, o sobrenome é o mesmo, não por coincidência ele é meu pai. Então eu escolhi trazê-lo porque mais do que ser um produtor de conteúdo, ele também viveu um pouco. São 80 anos? 80 anos. São 80 anos, então se a gente for pensar que o rádio tem pouco mais de 100, você...
Começou ali junto, né? Quase que junto com o rádio. Então, vou chamá-lo de pai por algumas vezes, por outras vou chamá-lo de seu Pedro, então vocês vão entender. Combinado, gente? Tudo bem, pai? Tudo bem, graças a Deus. Filha, é um prazer imenso poder estar aqui com você e falar um pouquinho daquilo que a minha vida já esteve e já viveu.
Essa disciplina, eu venho tratando com os alunos sobre as mudanças que o rádio e a TV... Eu não vou falar de cinema porque eu sei que você ainda não entrou nesse meio cinematográfico. Ainda não. Mas eu sei que você tem vivência no rádio e na TV.
E aí a gente vem tratando ao longo das aulas, ao longo do livro que nós estamos trabalhando juntos, sobre a história. Então, lá desde 1922, quando surgiu o rádio aqui no Brasil, depois ali, algumas décadas depois, quando surgiu a televisão, e como que isso evoluiu ao longo dos anos. Então, lá no comecinho, o rádio era tudo ao vivo, não sei se você chegou a pegar as radionovelas ao vivo quando você era criança.
A minha avó ouvia a rádio novela? E como? E como? Nossa! A Rádio São Paulo era a rádio que mais transmitia novelas e ela assistiu, naquela época, O Direito de Nascer. Olha aí, a gente tem referência, hein? 1950. Eu me lembro disso porque...
Era às quatro horas da tarde, era o horário em que eu estava mais elétrico. Tinha voltado da escola e aí ela chamava, a gente sentava tudo perto do rádio para ouvir o direito de nascer. Era uma experiência, era um momento. Era um acontecimento. Era um acontecimento. Era um acontecimento. Por quê? Porque quando chegava às oito horas da noite...
Meu pai sentava no rádio, não existia televisão, era o rádio, e ele ligava na Rádio Tupi. E a Rádio Tupi, em consonância com o Rio de Janeiro, vinha o famoso repórter Esso.
O primeiro rádio jornal, inclusive que o repórter Esso, ele surgiu junto com a rádio, né? Dias depois ali da criação da rádio, lá em 1922, a gente já começou a receber notícias aí pelo repórter Esso. Inclusive existiu uma lenda, né? De que se deu no repórter Esso... É verdade. É verdade. É o que falam hoje, né? Se tá na internet é verdade, que não é verdade. Que não é verdade. Por exemplo...
Final da guerra, 1945. O repórter Esto foi a primeira emissora brasileira a noticiar o fim da guerra. Entrou em edição extraordinária no Brasil todo. Ah, eu vou colocar esse trecho para vocês ouvirem então.
Me devica que fala o repórter Esso, testemunho ocular da história. A Rádio de Hamburgo, depois de transmitir o Crepúsculo dos Deuses durante muitas horas, acaba de anunciar o Führer morreu. Terminou a guerra, terminou a guerra, terminou a guerra. Nossa, como que deve ter sido a emoção disso, né? Porque a abertura do repórter Esso era a seguinte.
Em edição extraordinária, o repórter ESSO anuncia o final da guerra, da Segunda Guerra Mundial. Nossa! O Brasil esteve presente em todos os acontecimentos.
Foi uma choradeira. Ah, eu imagino. Eu imagino. A emoção era muito grande, né? E como que era, assim, pai? Pensando em toda essa história, né? Você veio de ouvinte de criança vendo a sua mãe, o seu pai ouvirem a rádio, depois ver a TV?
Em 1956, 57, veio a televisão. Que não era muito fácil ter também. Não, não era toda a casa que tinha. Meu pai comprou uma importada, de segunda mão.
Uma RCA Vitor, que era um móvel de sala. Porque o rádio também era um móvel, né? O rádio também, ele não era, ainda não era uma coisa pequenininha, tipo, que nem a gente tem hoje na mão. Era uma caixa desse tamanho assim, dessa altura, e ficava no centro da sala de estar. E Vitrola era uma coisa, rádio era outra. Não era tudo junto. Não, a rádio Vitrola veio por volta de 62, 63, com a Telefunken. Nossa, muito tempo depois.
Isso já nem existe mais. Hoje existem vitrolas. De novo, tá voltando. Mas é também pra um público específico, né? É muito caro ainda. Como era na época. Como era na época, exatamente. E aí, então, você acompanhou isso? Vocês começaram a TV em preto e branco? Sim. A televisão começou com o canal...
Que era a TV Tupi. TV Tupi, canal 3, em que a gente ligava à noite para assistir. Aí ficava uma briga. Por quê? Porque meu pai queria ouvir rádio e minha mãe queria ver televisão. Porque os programas eram ao vivo. Então, tinham mil erros.
Tá vendo? Olha só que legal, a gente fala, né? Porque assim como o rádio, o rádio era ao vivo no começo, depois inventou-se ele muito mais pra frente, as fitas magnéticas pra fazer a gravação. Eu sei que você trouxe algumas coisas aqui pra gente, a gente vai mostrar já já.
E assim como o rádio, a TV também era ao vivo. Então, devia ser assim, eu falo uma palhaçada, eu trabalhei muitos anos em TV, eu sei como é que é isso, mas assim, devia ser uma coisa muito engraçada, porque as pessoas estão aprendendo a fazer televisão. Sim, e era interessante, porque você sabia quando acontecia o erro, porque entrava a propaganda. E a propaganda, o que era? Tinha uma moça, como é que era?
Moça de propaganda. Então, quando dava o erro, ela já entrava e dizia, você está assistindo o programa tal, mas nós temos que anunciar a você este novo refrigerador.
totalmente novo, ele não é a literacidade ainda, ele é a querosene, que você vai estar colocando aqui atrás. Era uma assistente de palco. Era uma assistente de palco. Uma assistente de palco, ela fazia esse trabalho de contornar ali as falhas da programação. Exato. Caiu o cenário, você ouviu o barulho. Aí ela continuava a propaganda, dava um sorriso, colocava uma pequena música, fazia outra... Ela ia mudando de estúdio, mudando de estúdio,
Na medida em que a propaganda ia avançando até consertar o cenário ou o artista poder se recuperar. Recuperar. Aí quando ele recuperava, ela dizia boa noite e voltava pra cena.
Olha que interessante, hoje, anos 2020, 26, 26, daqui para frente, em que a gente tem um telefone que tem televisão, que a gente tem um telefone que toca rádio, que a gente tem tudo na palma da mão, é até impensável para um aluno de 18, 19, 20 anos, que está começando uma faculdade agora, imaginar uma televisão dessa forma.
Então eu vou sair um pouco da televisão, porque quando eu fui para a televisão, quando eu fiz televisão lá no Nordeste, eu já tinha o telepropt. Então tudo que eu falava eu já li, eu ficava olhando para a câmera e tinha já o telepropt para mim poder ler. E todo mundo perguntava naquela época, Silvia, como é que eu não errava o texto, se muita gente errava e eles tinham que voltar.
Porque já era gravado. Eu não, eu entrava na gravação, eu fazia gravação direta sem errar o texto. O teleprompter também foi uma inovação, assim, gigantesca. Eu acho que são muitos fatores que impactaram aí na televisão. O teleprompter, o próprio videotape, né, de poder gravar numa fita. A gente tinha, a nossa família sempre foi muito ligada nessas questões de audiovisual.
Desde sempre a gente tem máquinas fotográficas, gravador, gravador de áudio mesmo, com aquelas mini fitinhas. Microfita. Microfita, depois as JVC, lembra? A câmera, né? Eu tenho duas câmeras em casa.
É, a filmadorinha, né? A filmadora, que tinha fitinha também. Depois, muito tempo, veio a filmadora num CDzinho que acabou não pegando. A gente não comprou. Acabou não pegando, mas...
É interessante a gente ver como que isso foi evoluindo, né? E hoje a gente está gravando com uma câmera, uma câmera fotográfica, uma DSLR, mas a gente podia tranquilamente estar realizando essa gravação com o celular, porque não teria dificuldade nenhuma, porque justamente essa convergência que a gente fala, essa convergência digital, essa coisa... E... E...
Essa capacidade que a tecnologia teve de unir os meios, mudou a linguagem audiovisual. Deus me livre, se me falassem 10 anos atrás que eu gravava. Eu hoje tenho um programa de rádio e quando eu não posso ir ao estúdio para gravar, eu gravo aqui no meu celular e mando para a rádio. E ele lá, a única coisa que ele pede é que eu grave.
bem claro e faça os takes e mande cada um para ele poder inserir, fazer, colocar música já dentro dos tempos em que eu predetermino. 30 anos atrás.
Como que você, quando que na sua vida você ia imaginar fazendo isso? Quando é que nós saímos? Nós morávamos em uma cidade chamada Porto União. Se temos alguém de Porto União, alô, alô, Porto União. Amamos dessa cidade. Nós saímos de Porto União, em Santa Catarina, para ir a Curitiba. Porque Porto União, a gente não conseguia gravar lá, não era? Não. Para poder ir a Curitiba, para poder gravar o programa de rádio, para exibir em Porto União. Então, é...
Esse era a nossa... Foi o primeiro meio que nós fazíamos. Inclusive a Silvia, com sete anos, participou da abertura de um programa meu lá em Curitiba. Lembro até hoje. 95 FM! A sua... A rádio que toca... Não lembro mais como foi a inserção que eu fiz, mas foi isso. 95 FM! Gospel Music! Que era o nome do programa. Esse foi o primeiro. Daí a rádio evoluiu.
E comprou um outro equipamento. Que era o microdisc. Que era o microdisc. É como se fosse um CD, um disquete, perdão, né? É como se fosse um disquete e ele fazia a conexão. Eu lembro que existiam alguns aparelhos já que você colocava ele e você não precisava gravar em um aparelho grande. Não. Era isso, né? Exatamente. Colocava ele ali. Gente, olha a evolução, né? De uma fita magnética dessa aqui.
Para isso aqui, vocês conseguem imaginar a repercussão disso aqui? E era, assim, as rádios, as emissoras, as produtoras que adquiriam isso aqui, estavam na frente no mercado? Não, estavam na frente. E depois tinha uma outra coisa. Tinha que trocar os microfones da rádio. Porque esses aqui eram muito mais sensíveis.
era uma alta fidelidade e as rádios naquele tempo eram mono. Então eles tiveram que trocar. Foi aí que eu conheci o famoso microfone alemão Schüller. O Schüri. Schüri.
Gente, o Shuri também é... O Shuri é... Até hoje, até hoje, o Shuri é referência. A qualidade de captação, a qualidade de definição de áudio dele é incrível. Se você olhar aqui, a câmera depois pode mostrar, aqui na etiqueta o comando, o homem do estúdio O Shuri também tem uma coisa
Tem o tempo e tem os takes a lado. Traque um, traque dois, três, quatro e o tempo de cada um deles. Olha que legal. E ainda havia um tempinho de reserva no final. Essa etiqueta era tirada. E colada na fita. E colada, não, colada aqui. Aqui mesmo. Quando eu devolvi essa fita pra rádio, eles gravavam um novo programa, tiravam essa fita e colocavam a nova fita.
A nova etiqueta mostrando o novo programa. Então todo o programa vinha uma etiqueta nova com a fita. Com essa daqui. Essa daqui era um lado só. Mas aqui dentro gravava uma hora de programa sem propaganda. E aí depois disso veio o quê? Depois disso veio o mais, o moderno.
Isto aqui, que aqui tem um programa de uma hora meu. Deixa eu contar um segredo. Meu TCC da faculdade, gente, eu fiz num desse aqui. Meu TCC eu entreguei num disquete desse aqui. Ah, é? É, esse aqui eu nem lembro o quanto que cabia. 1,44. É, meu TCC eu gravei nisso aqui. E aqui tem um programa. Ah, e tem mais, hein? Eu podia dizer se ia gravar ou não gravar, porque aqui em cima...
Se você olhar bem, tem um toquezinho que você põe para cima, você abre a gravação. Se você põe para baixo, você não pode gravar mais. Que é uma forma de preservar. Às vezes, como era muita, a gente tinha muita fita. Tanto que na televisão também tinha isso. Com as fitas Beta Can, você podia bloquear, bloquear a gravação. Então, quando a pessoa ia...
tentar gravar em cima estava bloqueado para gravação então ele sabia que aquela fita no caso aquela fita que ele cd ele não era regravável ele só estaria disponível para regravar para gravar alguma coisa em cima se ele tivesse bloqueado se ele tivesse bloqueado com cadeado um que isso acontecia tanto nas fitas quanto nos disquetes a produção sabia que aquela fita aquele material não podia ser reutilizado naquele momento porque a gente que utilizava da mesma forma
Porque a gente utiliza cartão de memória hoje, né? Só que daí no cartão de memória você vai lá ver, formata, não formata, aí é questão de fazer backup, né? Mas não era tão simples fazer um backup na época, né? Você tinha que fazer backup em outros desse ou em outras fitas, né? Em outros materiais, a gente não... Eu tenho milhares de fitas em casa que vão fazer exatamente isso. De me mostrar de backup. Por exemplo, a semana...
Começo do mês, eu fiz uma gravação na cidade, num programa, por aqui. Ele tinha uma câmera, igualzinha a essa tua máquina, que focalizava em mim, para o apresentador um iPhone e mais um iPhone, eu não sei se era Samsung ou iPhone, num canto da sala, para mostrar...
a sala onde nós estávamos, como se fosse uma geral. Então essa daqui era direcionada, aquela era direcionada e aquela era... Um plano geral. E um chefe de estúdio que ficava no computador. Olha! Tudo no computador hoje. Tudo no computador. Só...
modificando as câmeras. E nós conversamos como estamos conversando aqui. Opa, para finalizar, a gente já bateu o nosso tempo aqui, como que você viveu essa mudança? Como que é para você hoje ter tudo na palma da mão? Porque assim, para o jovem, para quem nasceu ali nos anos 2000...
É natural, né? Se a gente for olhar os seus netos, os meus alunos até, alguns alunos, dependendo, né? Mas é natural, porque já nasceu nessa geração tecnológica, nessa geração da convergência, né? De tudo integrado.
Mas para você, que viveu ali o advento da TV, que pegou os primeiros anos do rádio, as primeiras 22, 30, 40, as primeiras, os primeiros, nasceu ali nos primeiros 20 anos do rádio, né? Como que é para você hoje toda essa mudança, que foi muito rápida, eu acho? É como o meu neto de dois anos aprendendo a andar. Tudo é novidade.
Tudo. Eu, por exemplo, gravo um programa às terças-feiras e às vezes eu estou falando, eu tenho um problema de gripe e eu começo a tossir o meu orientador de estúdio. Imediatamente ele corta a gravação, espero acabar de tossir. Aí ele solta no áudio para mim onde eu parei e eu pego dali e começo. Quando eu vou ouvir o programa, eu não tive tosse nenhuma.
O programa segue redondinho. Eu volto para ele, você é o mágico. Você fez coisa que não dá. Ou às vezes eu falo demais. E eu ultrapasso o tempo de fala do programa por causa das músicas.
Quando eu vou ouvir o programa, as músicas se encaixarem e o tempo deu certinho. Eu falo para ele, como é que você conseguiu, Diogo, fazer isso? Ah, só ajustando o tempo aqui, corta aqui, corta ali, eu cheguei lá. Mas assim, com uma tranquilidade, como nós estamos fazendo aqui essa conversa. Você acha que hoje, então, apesar das... não vou nem falar de mais fácil, mais difícil, mas você... vamos falar de gosto.
Você gosta mais de como as coisas estão hoje ou você sente um pouco de saudade de como era antigamente? Sinto saudade. É. Era mais... Era mais coloquial. Era mais artesanal. Mais artesanal. E tinha mais aquilo de você fazer...
num centro onde estava todo mundo empenhado em te ajudar a fazer o melhor. Hoje uma pessoa faz tudo sozinha. Faz. Na rádio mesmo, às vezes eu vou lá na rádio quando eu vou fazer minha gravação depois eu saio e entro no estúdio do ar. Eu fico conversando com o DJ e para um pouquinho, ele joga uma propaganda entra, fala, volta. A gente continua conversando como aquilo fosse o mais natural.
E às vezes eu lembro com ele, o tempo em que ele não tinha nem tempo de conversar, porque ele tinha que trabalhar segurando o picape aqui. Picape. A picape, sim. Com o braço do picape já em cima da música que ele ia soltar, da outra mão ele pegava uma caixa igualzinha a essa daqui, que tinha uma propaganda, e ele trocava aqui do lado.
ele tirava uma e colocava outra, segurando aqui e falando no microfone. Eu pergunto pra ele, como é que você conseguia? Ele falou, você fala há 20 anos que eu fiz isso. Hoje ele fez tudo no mouse, num computador, na tela, tá ali. Na tela. Não tem. Acabou o amor.
Essa é a experiência, né? Essa é a percepção de quem já está aí, de quem passou por muitas das etapas desses meios de comunicação, como o rádio e a TV. Muito obrigada por ter aceitado ter essa conversa comigo, de compartilhar um pouco da sua história aqui com a gente, com os meus alunos. E continue aí com os seus programas, continue. Ele faz...
Ele grava conteúdo pra internet, né? É super antenado, né? Por ter 80 anos, gente, super antenado. Mexe no YouTube, acessa conteúdo, faz transmissão, faz live. Mas tudo isso também é muito amor pela comunicação, né? Então a gente fica por aqui. A gente se encontra nas aulas também. E leiam o conteúdo, vocês vão gostar bastante. É muita... Muita... Eu não vou falar magia, mas é...
É muita magia envolvida, porque cada ano, cada momento, cada mudança tem a sua particularidade. E tudo isso fez a gente chegar aqui hoje, comigo gravando um áudio no celular, um vídeo no celular, numa câmera fotográfica, enfim. Tudo isso nos trouxe até aqui. Então eu fico por aqui, a gente se encontra. Obrigada, pai. Até mais. Tchau, tchau. Até mais. Sucesso a todos vocês, jovens, que estão no início do caminho.
Muita coisa vocês ainda verão que vai ser fabuloso. Eu fico já impressionado com o que acontece. Imagine eles que estão no início. É verdade. Play no diploma, conectando você ao saber. Um espaço para aprofundar seus conhecimentos com a participação de professores e especialistas, trazendo debates enriquecedores e reflexões sobre temas essenciais para sua formação acadêmica e profissional. Aperte play e amplie seus horizontes.