Episódios de #kindreminder

#178 - se existe vontade, existe caminho

04 de maio de 202622min
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Nesse episódio, compartilho um momento bem libertador por aqui: o nascimento do meu Instagram profissional - depois de anos de adiamento e perfeccionismo .

Entre memórias do início do podcast, reflexões sobre o peso que eu mesma coloco nas conquistas e uma analogia com um trabalho de parto, registro sobre a importância de entrar em movimento mesmo sem todas as respostas pois, se existe vontade, talvez já exista caminho.

Espero que te faça bem!

Com amor,

Rafa

Assuntos4
  • Estrategia InstagramAdiamento e perfeccionismo · Analogia com trabalho de parto · Importância de entrar em movimento · Superação do medo e da vergonha · Primeiro faz, depois lapida
  • Gênero das palavras em espanholVontade como motivação · Projeto futuro na Espanha
  • Sucesso e RealizaçãoSinônimo de sucesso em ter tempo livre · Impedimento de viver realizações
  • Reformas e construção na casaProblemas com empresa de reforma · Vazamento no lavabo
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E aí

Muito bom dia segunda-feira. Hoje, segunda-feira é dia 4 de maio de 2026 e esse é o episódio número 178 do Kind Reminder. Eu sou a Rafaela Tanzini e estou aqui mais uma semana, 15 dias depois do nosso último episódio, ainda retomando aos poucos a constância desse lugar que eu gosto tanto. E recentemente...

Eu tava mergulhando no meu passado profissional, vendo registros, imagens, print, rolo de câmera antigo, e eu não sei se vocês já fizeram isso alguma vez na vida, mas é tão bom, assim, preparar um tempo, né? Destinar um tempo pra isso sem pressa, porque abre...

Abas, diversas outras abas que às vezes você mergulha num assunto e você vai indo. Então é bom fazer isso sem horário para acabar, sabe? Poder estar imersa nessa ação. E eu estava revisitando alguns momentos e voltei quando eu lancei o podcast em novembro de 2021.

Pensa. E, gente, eu tava vendo os prints de mensagens, de recados, de feedback sobre os episódios passados. Eu até tô voltando aqui no Spotify pra eu ver certinha a data do primeiro episódio. Mas é novembro, né, que a gente comemora.

O aniversário. Foi dia 1º de novembro de 2021. Primeiro episódio. Publicado aqui na história do Kind Reminder. E eu voltei para ler. Eu tenho muito print. De muito feedback. Do começo. Principalmente do começo. Até a minha primeira pausa. Do podcast.

Como é gostoso a gente sentir isso e sentir que nosso trabalho tão genuíno, tão amoroso, de um lugar de tanta verdade faz bem para as pessoas.

E eu mergulhei nessa revisitação do meu passado, justamente porque, eu não sei se vocês chegaram a ver, mas recentemente eu lancei o meu perfil profissional no Instagram, algo que me perguntavam desde 2018, porque eu ainda não tinha.

E aí eu tive essa odisseia com a Pathy, quando a gente teve escritório juntas, de 2019 a 2021, 2019, 20, 21, 21 quase inteiro, acho que a gente encerrou a sociedade em 22, agora não lembro ao certo o ano certinho.

mas, e a gente sempre ficava nessa de a gente vai ter um Instagram profissional, não vai, vai, não vai, vai, não vai, e parecia, gente, que isso era a saga da minha vida. Vocês não entendem quantas páginas no meu journal nos últimos cinco anos eu escrevia a respeito disso. Vocês não estão entendendo a dimensão dessa situação, que eu simplesmente...

fiquei e devaneava e buscava e voltava a fazer perfeito. Não, mas não encaixa. Não, mas não é momento. Não, não sei. Então vamos criar um site. Em 2023 eu falei, bom, é o site então. Não é Instagram profissional, é o site. E o site foi o primeiro, eu sinto que ele foi o primeiro passo para as coisas começarem a fazer sentido para eu chegar agora em 2026, sentar a mula na cadeira e ficar escrevendo muito sobre isso.

entendendo que o escritório sou eu. O estúdio, eu fiquei cinco anos buscando nome para o escritório, porque eu trabalhei com outras pessoas, tenho parceiros, tenho colaboradores no time, às vezes de forma pontual, às vezes de forma fixa. Então eu ficava assim, eu quero criar um estúdio grande, eu quero ter um estúdio menor.

Eu quero chamar de estúdio, eu quero chamar de ateliê, eu quero chamar de escritório, eu quero chamar de escritório de arquitetura, mas não é só arquitetura. Gente, sério, vocês não fazem ideia da quantidade de nomes, de devaneios, de escritas, de páginas no meu journal sobre esse tema. Até que em um determinado momento da semana passada, tudo isso começou com a minha ida a Belém.

Na semana retrasada, antes de eu dar a aula da POS, que foi no dia 25 de abril, no primeiro módulo da POS, porque agora eu estou no corpo docente da POS de Neuroarquitetura da PUC Paraná. E antes de dar essa minha primeira aula, eu fui para Belém a trabalho, participar do lançamento de um empreendimento que havia desenvolvido, participado do time de desenvolver as áreas de bem-estar.

E eram mais de 4 mil metros quadrados, foi um negócio super grandioso, o primeiro wellness building de Belém, acredito inclusive do norte do país. E aí na volta, escrevendo assim no voo de volta, eu tava extremamente cansada, tava ansiosa também, porque eu ia dar aula sábado o dia inteiro, da pós, e era sexta-noite, voo de volta, peguei meu journal, fiquei escrevendo, escrevendo, escrevendo, escrevendo, falei, gente, isso aqui precisa sair.

Sabe, eu nunca tive filho ainda, mas eu tive a sensação de, parece que assim, você entrou em trabalho de parto, veio que uma angústia, veio quase como uma dor, assim, disso aqui precisa vir pro mundo, sabe? Já estou fazendo a gestação há muito tempo, isso aqui precisa vir pro mundo. E aquilo ficou, e eu terminei o voo na sexta-feira, dia 24.

Do mesmo lugar que eu já tinha terminado diversos outros momentos de escrita no meu journal, sem nenhuma resposta. Mas aquilo ficou na minha cabeça. E aí fui, voltei, sábado, dei aula depois do dia inteiro. Domingo, descansei. Basicamente, me joguei no repouso.

E na minha autonutrição, eu e o Fê, a gente começou uma série aqui abrindo o Devaneio, né? A gente começou a assistir Paradise. Nossa, gostei muito, inclusive, ontem a gente terminou a primeira temporada. Como é bom, eu sempre escutei as pessoas falando assim, ah, eu tô assistindo uma série com meu marido, sei lá, com meu noivo, meu namorado, e eu sempre ficava pensando, gente, como que as pessoas conseguem fazer isso na rotina? Tipo...

Como que as pessoas conseguem assistir uma série num dia normal? Porque eu sempre me privei muito disso, na minha cabeça sempre foi muito 880, assim, eu tenho uma entrega importante, eu tenho um trabalho importante, então eu não posso fazer mais nada. E eu sempre olhei isso como sinônimo de sucesso pra mim, o dia que eu consegui assistir uma série no meio da semana, no meio de uma semana de entrega, no meio de um dia muito importante, de uma reunião muito importante, antes, nas vésperas de algo...

que é, enfim, um milestone do meu trabalho. Isso é um sinônimo de sucesso, porque quer dizer que eu consigo viver todos os dias com a presença e não, assim, colocar esses pesos que eu mesma coloco em diversas outras situações da minha vida.

Isso aqui acabou de abrir um gancho para eu ter uma reflexão com vocês que eu tive recentemente a respeito de quanto a gente coloca peso em algumas realizações ou conquistas profissionais e quanto esse peso que a gente coloca nos impede de vivê-las ou viver outras maiores. Olha aqui, eu estou pensando em duas coisas ao mesmo tempo, eu falei da série e eu vou até anotar aqui.

E falei dessa questão, dessa reflexão sobre o peso das conquistas. Eu vou anotar pra terminar de falar da série, e aí eu volto e falo das conquistas. Mas... O intuito é dizer que eu estou muito feliz vivendo isso pra mim, que é uma definição de sucesso. Assistindo uma série durante a semana.

E aí, voltando, o assunto que eu estava em relação a isso é a mente de uma pessoa TDAH, né? Ai, ai. Vai... Como é que meu homeopata usa uma expressão? Vai ramificando. Adoro essa expressão. Vai ramificando os pensamentos quando vê que perdeu a linha principal. A minha questão é que eu não perco a linha principal e ela só se multiplica, os assuntos só se multiplicam.

Mas eu estava falando da origem do Instagram do estúdio. Que aí depois desse domingo de descanso eu entrei na semana passada. Com essa angústia. Sentindo mesmo que estava nesse momento de trabalho de parto. Eu precisava colocar isso ao mundo. Veio uma urgência muito grande. Eu sentei um dia na semana passada. Não lembro nem se foi...

foi terça ou se foi quarta na semana passada, num dia normal, assim, no meio da rotina vida real, no final do dia, semana passada foi uma semana, não vou nem dizer a típica, porque isso está sendo tão típico de problemas no nosso apartamento por conta da reforma que a gente contratou uma empresa que infelizmente foi muito ruim.

e incompetente em diversos pontos da reforma. E aí, semana passada, teve um vazamento grotesco no nosso lavabo, virou uma cachoeira. Então, no meio de uma semana normal, com demandas normais e vida acontecendo, a gente precisou também conselhar.

grandes obras, né? Nosso lavabo inteiro foi quebrado com a gente morando aqui, enfim. E aí, no meio dessa semana normal, um dia eu sentei, a gente sentou no sofá pra assistir Paradise, eu falei, Fê, eu preciso conversar, eu não consigo assistir, eu preciso pôr pra fora essa minha angústia do nome do Instagram profissional.

E de tantos anos, de tanto tempo. E a gente ficou, eu acho que umas três horas conversando. A gente não assistiu a série aquele dia, a gente ficou umas três horas conversando. E o Felipe me trouxe uma clareza. É tão bom, né, a gente falar com pessoas práticas.

E eu falo que eu me envolvo muito com todos os assuntos, principalmente com aqueles que eu não deveria me envolver. Então, todos os assuntos da minha vida, eles ocupam uma esfera quase que pessoal. Eu me envolvo mesmo, assim. Muitas vezes isso é meu grande diferencial e muitas vezes isso é minha grande dor, né?

Mas, é, e eu tava hiper envolvida no assunto e ele me trouxe um olhar racional, prático, estratégico mesmo, de, Rafa, você precisa começar. É o famoso faz depois lapida, inclusive o episódio aqui do Kind Reminder com esse nome, eu sou fã. Primeiro faz, depois lapida. É algo que me ajuda demais evitar a procrastinação e, de fato, realizar as coisas que eu quero.

Eu sei que nessa conversa a gente passou por vários nomes que eu já tinha criado. Gente, eu tinha diversos arrobas no Instagram criados assim. Diversos. Porque eu acho que cada vez que me dava assim, uai, não é esse. Aí eu pegava, via se o arroba estava disponível e criava uma conta. Eu falava, não, é esse agora. Eu pegava, via se o arroba estava disponível e criava uma conta. E parece que nunca tinha dado o clique.

E eu falava disso para o Fê, mas parece que nunca deu clique, eu não quero colocar o meu nome, eu não quero que seja Estúdio Rafa Panzini, porque eu não sei se isso faz sentido. E eu lembrei de uma vez que em uma consulta de revolução solar,

A Tati, que lia o meu mapa há muitos anos, virou e falou Rafa, não importa as sociedades que você faça, não importa as parcerias que você faça, não importa os lugares que você esteja envolvida, você sempre precisa ser a cara da sua própria marca. E ela me falou isso e todos esses anos eu lembrava disso, não foi agora recentemente que me deu esse clique.

E aí, na semana passada, conversando com o Fênis, eu falei, tá bom, vou enfrentar essa... Uma espécie de vergonha, talvez, de medo, de... Ai, vem um monte de coisa quando a gente dá um passo que pra nós é relevante. Às vezes, pra outras pessoas é tão pequeno. E, de fato, criar uma conta profissional, gente, isso é muito simples. Só que o peso que eu fui dando pra isso nesses últimos cinco anos foi tomando uma proporção muito grande.

Algo que seria simplesmente resolvível em uma sentada na cadeira. E aí eu falei, tá bom. Então, eu vou assumir esse compromisso. Eu vou primeiro fazer, depois eu vou lapidar. Aonde vai dar, eu não sei. Mas eu sinto essa necessidade. Eu preciso parir esse projeto. Ele precisa vir pro mundo. E é isso. Chega de buscar o cenário perfeito. E qualquer coisa eu mudo depois.

E eu precisava desse empurrão, eu acho que essa conversa foi na quarta da semana passada, eu falei, bom, sexta é feriado, eu sei que eu vou ter tempo pra isso, feriado aqui no Brasil do dia do trabalho, eu sei que eu vou ter tempo pra me dedicar pra esse trabalho. E aí o que acontece, né, estou no cano da nossa casa, o trabalho de terça, quarta e quinta foi acumulado, sexta foi um dia full de trabalho.

Não só de Instagram, mas precisou ser. Graças a Deus as coisas acontecem sempre no momento perfeito. Então, aconteceu numa semana que tinha um feriado e a gente pôde resolver da conta dos outros trabalhos na própria sexta-feira da própria semana. E aí nasceu. Nasceu o Estúdio Rafa Banzini. Nasceu esse filho de colocar o mundo, um lugar da Rafaela profissional.

Como arquiteta, como criadora e como sendo a pessoa responsável pela curadoria de bem-estar. Espaços e experiências de bem-estar, como está no meu site já há mais de quatro anos, a coerência continua sendo o meu principal valor. Mas eu sinto que... Sabe quando vem um alívio? Uma sensação de, nossa, que bom que eu coloquei isso para o mundo.

E aí eu fiz, eu fiz, assumi o compromisso comigo mesmo de fazer um post por dia nos próximos sete dias. E eu sou, não sou esse tipo de pessoa, de achar que tem que postar todo dia. Mas sabe quando o negócio tava tão enferrujado? Não enferrujado, mas tão guardado há tanto tempo, gente, cinco anos. Querendo assumir um estado de perfeição, eu falei, bom, eu tenho aqui que testar a imperfeição.

Então é um por dia, pelo menos, por esses próximos sete dias. Para entrar no fluxo do movimento.

Porque quando a gente está na inércia, é muito difícil a gente entrar no fluxo do movimento. E quando a gente entra no fluxo do movimento, com a tendência ao perfeccionismo, a gente trava e continua na inércia. Então, para sair da inércia, às vezes o fluxo do movimento tem como objetivo, como fim, o próprio meio. Que, no caso, é o movimento. A ideia de entrar no fluxo do movimento é estar em movimento.

E não necessariamente entregar um resultado palpável, não necessariamente atingir uma métrica, não necessariamente alcançar resultados. O resultado é o próprio meio, nesse caso, estar em movimento. E isso é excelente para quando a gente precisa destravar um projeto. Ou destravar um sonho. Ou fazer acontecer alguma coisa que está há muito tempo na nossa gaveta. Sempre aparece como uma vontade de ser feita e nunca é feita, porque a gente nunca dá essa vazão.

Então, assim, eu quero deixar esse registro da minha experiência de que não é só você que deixa sonhos pra depois.

Eu me considero uma pessoa que ama realizar sonhos e está o tempo inteiro realizando diversos. E compartilho aqui com vocês. Inclusive, compartilho a minha visão de que eu tenho muitos sonhos, né? Eu sempre falo da diferença das vontades e dos sonhos, mas eu sou tão empolgada que eu classifico basicamente tudo como sonho. Mas a gente já teve essa conversa outras vezes e que sim, sonho existe. Eu tenho um especificamente muito grande.

Mas todas as outras vontades hoje, eu costumo classificá-las como sonho. E acredito fielmente que se Deus deu essas vontades barra sonhos pra gente, é porque é da vontade dele que a gente realize. Caso contrário, ele teria dado outras vontades pra gente, ou teria dado essas pra outras pessoas, ou não teria dado essas vontades pra gente. E...

E às vezes a gente tá se limitando, tá se limitando, sabe? E não vale, não vale, não vale a pena a gente travar em busca da perfeição, credo. A gente já superou isso, né pessoal? Já passamos por essa fase da nossa vida.

e que sirva de incentivo pra você sentar e olhar aquilo que você vê tanta vontade mas às vezes não encontra muito porquê não encontra muito, mas aonde isso vai me levar, muitas respostas mas se existe a vontade

Segue, segue a vontade, segue o entusiasmo, segue para onde essa flecha aponta. Ela sempre leva para lugares incríveis e lugares mágicos. Vocês lembram quando no começo desse ano eu falei que eu ia começar o intensivo de espanhol e eu não fazia ideia do porquê? E que eu me vi e percebi o mundo que estamos vivendo hoje com as pessoas muito precisando de porquês para as coisas que elas fazem.

Ou respostas tangíveis, ou métricas de mensurar valor daquilo. O que isso vai me agregar? Onde isso vai me levar? Quem que eu vou conhecer? Qual vai ser o resultado? Qual vai ser o objetivo? E às vezes existe só a vontade. Pesão, sabe? Estou com vontade de fazer isso. Por quê? Porque eu estou com vontade. E que foi exatamente o motivo que me levou a fazer o intensivo de espanhol, e eu não fazia ideia do porquê.

Pois bem, meus queridos, agora eu sei o porquê que eu estou fazendo. E essa semana eu retomo o meu curso. Então, eu fiz o intensivo. Não fiz o primeiro módulo, a sequência na regular. E essa semana agora volta o curso em formato regular. Pelos próximos dois meses. Mas, todo esse intervalo eu estava fiel no meu Duolingo de espanhol. Justamente para não perder os aprendizados do intensivo. E nessas últimas semanas consolidou o porquê que eu estou fazendo isso.

Ou um dos primeiros porquês, porque eu sinto que tem outros porquês pra vir. Mas tem um projeto gigante que vai acontecer ano que vem. E ele vai ser na Espanha. E eu estou desenhando isso. Então assim... Sabe? Sabe quando a gente dá risada até da vida e fala, caraca, é isso? É sobre isso.

É sobre isso. É viver seguindo as nossas vontades, honrando as nossas vontades, tentando sempre deixar o perfeccionismo de lado, colocando tudo na mão de Deus, pedindo força para que Ele nos ajude a não nos sabotarmos e realmente fazer aquilo que importa no momento que importa, estar presente com aquilo que estamos fazendo no momento que estamos fazendo. E...

E viver. E viver a realização desses nossos sonhos. Ai, ai, que bom falar do coração pra vocês. Cada episódio que eu gravo com essa intenção de falar do coração, eu sinto que são episódios tão gostosos. E eu espero que do lado daí também faça bem.

Do lado de cá eu falei que eu ia compartilhar aquele outro aprendizado a respeito do peso das conquistas que a gente tem. Mas eu acho que eu vou guardar para o próximo episódio, para encerrar este aqui. Dando tempo de decantar, e aí eu sei que eu já tenho motivo para voltar e falar aqui. Mais motivo para voltar e falar na próxima semana. Combinado?

Eu espero, novamente, que tenha te feito bem escutar esse episódio. Se você lembrou de alguém enquanto eu escutava, eu agradeço sempre que você puder compartilhar e fazer com que o Kind Reminder chegue a mais pessoas.

Essa semana por aqui tem mais um módulo da pós no sábado. Dar mais nove horinhas de aula. Um baita desafio isso, gente. Ai, meu Deus. Se fosse meu curso, eu nunca ia ter nove horas de aula seguida. Eu sempre fico pensando na capacidade de compreensão das pessoas, que é limitada, né? Mas tudo bem que a gente precisa se adaptar às vezes a algumas regras que estão além de nós mesmas. E é uma semana...

Normal, mais uma semana com muita vida. E eu espero que seja uma semana normal, com muita vida. Com muita presença, com muito amor e com muita vontade e alegria de estar vivo. Do seu lado aí também. Fiquem com Deus. E a gente se encontra na próxima segunda-feira.

E aí