GV#241: Fomos à Gamescom Latam 2026 e Olha no Que Deu
Fomos à Gamescom Latam 2026! Episódio de hoje é especial, pra falar um pouco dos joguinhos brasileiros mais legais que vimos por lá, e contar também a nossa experiência tanto com o evento quanto com outros rolês que fizemos por São Paulo.
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Warm Breeze No Plans (Martin Landstrom)
CITADOS NO EPISÓDIO
Videogames: Lunr.Rdio.Taxi, Kings of Antikva, Bruce's Gym, Rotten Survivor, Roller Heist, We Were Here Tomorrow, V-Monsters Forgotten Link,Hades, Baldur's Gate 3, Dungeon Drafters, Mario Party Jamboree, Red Dead Redemption, Fast Fusion, Marvel Cosmic Invasion, Bubsy 4D
Outras Mídias: Serviço de Entregas da Kiki, Zé Renacho
CAPÍTULOS
00:00:00 - Abertura do Episódio
00:04:38 - O Que é a Gamescom Latam?
00:09:18 - Joguinhos Que Jogamos
00:44:51 - Viagem e Outros Rolês
01:08:26 - Encerramento do Episódio
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Apresentado e produzido por Leon Cleveland e Samuel R. Auras.
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- Gamescom 2023Experiência geral do evento · Foco em jogos indie brasileiros · Comparativo com edições anteriores · Aspecto B2B da feira
- Outros jogos brasileirosLunr.Rdio.Taxi · Kings of Antikva · Bruce's Gym · Rotten Survivor · Roller Heist · We Were Here Tomorrow · V-Monsters Forgotten Link · Dungeon Drafters (em desenvolvimento)
Curte o trabalho do Galinha Viajante? Apoie em catarse.me barra galinha viajante ou diretamente no pixcast arroba galinha viajante ponto com ponto br Thank you! Vamos lá, baixar um pouquinho o retorno, você não capta Fala aí só pra eu te ouvir? Aí só pra eu te ouvir Beleza, tá bom, vamos lá Começando a gravação em 3, 2, 1
Oh! Chequinha da fire! E você sabe que isso quer dizer que hoje é dia de galinha viajante! Palmas!
sensacional, galinha viajante internacional é isso aí, olha aí ainda não, ainda não, mas interestadual interestadual, isso é verdade o nacional, estamos garantindo o internacional ainda não você que nos ouve aí fora do Brasil, que é muita gente inclusive, obrigado Marcelo, um beijo pra você o nosso top é acho que 5 do mundo no Japão inclusive trilão
Olha só, veja só você. Eu acho que a top 2 é Portugal. Um é Brasil, obviamente. Obviamente, obviamente. Aí tem Portugal, tem Alemanha, tem Inglaterra, tem Japão. Tem um pessoal por aí. Você que nos ouve aí fora do país e do Brasil aí. Muito obrigado. Obrigado a você. Eu quero muito descobrir quem é a criatura que nos ouve da Rússia. Tem na Rússia? Temos na Rússia. Temos um ouvintes na Rússia. Um ouvintes. Temos um ouvintes na Rússia. Um ouvintes, entendi. É. Pode ser bote, né?
Pode ser bot. Esse tempo aí deu um pico de audiência em podcasts do mundo em tênis geral aí. Ah. Do Vietnã. Do nada. Aí foram ver uns bot malucos lá fazendo... Porque tem isso, né? O pessoal agora, entre aspas, ouve podcast. Sim. Na real são bots pegando coisa pra fazer treino de IA. Olha que maravilha. Mas queria agradecer principalmente o nosso ouvinte desses países aqui, ó. Ah. África do Sul, Grécia, Romênia...
Arábia Saudita e Colômbia. Temos um ouvintes em cada um desse país. Salve de palmas pra gente. Um ouvintes. Porra, sensacional. Episódio esse aqui. Extra especial, Samuel Rauras. Especial, aham. Especial porque iremos falar da feira de jogos eletrônicos conhecida como Gamescom Latam. Fomos a Jogos With. Fomos. Temos opiniões, inclusive, tá? Temos opiniões, temos opiniões aí. Temos historinhas de viagem pra contar.
Foi uma viagem legal, com um evento mais ou menos, com boas partes pra gente falar aqui, sim. Bons joguinhos pra gente comentar aqui. Mas, no geral, um evento que vem, ao menos pro grande público e pra gente que gosta de ir lá pra ver joguinho, pra jogar, vem caindo de qualidade, infelizmente.
Vem, vem, vem. Um evento muito bom em outras coisas, mas pra gente que vai lá ver joguinho tem caído um pouco. E além disso, falar um pouquinho aí pro nosso ouvinte, agora você ouvinte, atenção a você, que apoia o nosso catarse.me barra galinha viajante.
A gente sempre fala que agradece muito, obrigado pela parceria, valeu aí pelo apoio. Você ganha aí EPI semanal antecipado, mensal exclusivo, Telegram, tudo isso aí. Mas hoje, mais do que nunca, muito obrigado, porque a gente só foi para São Paulo para Games com Latam, porque você, ouvinte, nos pagou a nossa passagem, estadia, transporte, evento, a porra toda. Então a gente pode ir lá, fazer contatinhos.
Conhecer joguinhos graças a você. Então obrigado aí. E você ouvinte que quer continuar nos apoiando nesse rolê aqui, nos apoie pelo Pix, que é qual, Leon? Cast arroba galinhaviajante.com.br Samuquinha. Exatamente. Ou, tradicionalmente, o catarse.me barra galinha viajante. É isso. Por apenas 12 São Paulo ou mais, você faz com que a gente vá pra São Paulo. É isso.
Por apenas 12 jovens de sapatênis. Por apenas... Uma bermuda cargo e uma canita de botões mal fechada. É isso aí. Caralho. Mirou na faria lima, acertou no jogo do bicho. Mais ou menos essa... Assim, tem muita diferença de um para o outro? Então, pois é, né? Né? Não sabe de si aí, é isso. É isso. A famosa rua Wood do Lime.
Faria Lima Isso aí Woodoo Lime Daqui a pouco tu viu no grupo lá do WhatsApp A Use2Read Falando A Use2Read A Lia Exatamente Vamos lá, bora, sem abertura hoje Nessa vibe aí mais em meia luz Conversando aí mais de boas Com o nosso ouvinte aí sobre a Gamescom Latam Gamescom Com o nosso ouvinte
É isso? É, começou. Essa é a vinhetinha da Gamescom, é isso? É, é isso. A partir de agora. Para o ouvinte que não sabe que caralhos, Leão, é a Gamescom Latam, por favor. Gamescom Latam é uma feira de videojorges que não é somente uma feira para o...
público consumidor, né? Mostrar as novidades. E ele serve muito também como B2B, Samuel Raúl. Business to business! Oh, meu Deus! Negócio para negócio, é. Então, além dos jogadores, né? Consumidores, somos nós.
Vamos lá pra ver as novidades, apresentar as coisas novas, etc, etc. Também serve pra você que é dev, tá precisando de uma publisher, tá precisando de um investidor anjo, tá precisando de uma grana. Lá é o caminho, é a luz e é a solução. Mentira, não é isso tudo não, mas é um caminho com certeza.
É um bom caminho, inclusive. Também tem essa de palestra, de como fazer joguinho, o mercado em geral, tudo isso aí. É um evento bem legal, sim, no geral. Eu acho que o saldo é positivo no fim das contas. Sim. E realmente o foco não é nem só o consumidor final, que semo nós, né? Semo nós.
A gente foi como imprensa, mas a gente consome joguinhos. A gente não faz joguinhos. Exato, tá bom. A gente tá ainda num balaio do consumidor final. Mas também é metade do rolê aí pra quem faz joguinhos poder ir lá, como tu falou, procurar publisher. Pessoal das equipes mais famosas do mundo que pegam índice pra publicar, estão ali. Vem a Raw Fury aí, Devolver.
e fazem reuniões com quem faz joguinhos pra ver se rola alguma coisa. Exato, exato. E a Gamescom, é bom lembrar, a Gamescom é um braço da Latin America, da Latam, do Brasil aqui nesse caso. De um evento que nasceu na Alemanha.
e que tem lá muito forte essa veia B2B, como tu falou, né? Business to business. Lá também tem o rolê para público, lógico que tem, é gigantesco, inclusive. E a Gamescom acabou expandindo e fez aí a Gamescom Asia, se eu não me engano. A Gamescom... Tem mais uma por aí também, nossa, daqui a outra.
E a Latam. E a Latam. Acho que são quatro no mundo, né? A original mais três. Enfim, tem Gamescoms pelo mundo aí. E no Brasil, a Gamescom, ela não nasceu do nada. Ela veio... Fagocitando, Leão. Nossa, que bonita. A Big. Sim. Que já foi um dia Brasil Indie Games. Isso. Aí virou Best International Games. E hoje esse Big é um prêmio que fica na Gamescom.
Na prática, a Gamescom comeu a big pra poder usar a data e o nome, enfim, pra poder se estabelecer melhor aqui. E pior, o foco BR que tinha, isso não tem mais, né? Exato. Isso aí é a história já contada, a gente já contou isso ano passado, inclusive, a gente foi na Gamescom ano passado, na Latam também, que foi a primeira Gamescom Latam que teve nesse formato, a gente falou um pouco sobre isso lá, no episódio passado sobre isso.
Hoje, vamos focar um pouquinho, então, em como foi esse evento, nesse primeiro bloco do programa. E no segundo bloco, vamos falar um pouquinho da viagem, que a gente foi também lá pra ver amiguinhos, jogar joguinhos, comprar coisinhas e tudo isso aí. Exatamente, exatamente. Vamos lá, vamos lá. Começamos na quarta-feira, se for essa manhã. Fomos duas vezes dessa vez, tá?
Já esperando o que a gente estava esperando e tomamos uma decisão certa de ter ido dois dias primeiro na quarta, que era o dia mais reservado, ou seja, imprensa, creators e gente convidada, o pessoal do business. Enfim, foi o momento que a gente separou para dar uma olhada nas jogatinas BRs.
que lá estavam. Isso, porque o evento ele ia oficialmente do dia 30 de abril ao dia 3 de maio então de quinta a domingo mas quarta-feira ou de antes, já é tradicional isso, eles abrem pra imprensa pra, como tu falou, creators, enfim, pra gente poder fazer o nosso trabalho de modo mais tranquilo sem aquele caos que é num dia geral
tinha lá bastante jogo indie pra jogar BR mais do que tudo que bom, inclusive alguns meio escondidinhos pouco, não tava assim em destaque como tava no ano passado, tava um pouquinho mais ruim de achar, os jogos na feira e a gente ignorou sumariamente os jogos grandes estandes da Nintendo, Riot Games Phantom Blade Zero sei lá o que, pra ir nos indies e jogamos bastante coisinha legal
Sim, sim, sim. Muita coisa bacana lá que valeu a pena. Samuel Heuras, vamos começar. É óbvio que a gente vai começar com ele. Qual? Luna Radio Taxi, Samuquinha. Pô, é o gote, né? Não tem como, né? Não tem como. Chegamos lá. Tal Boni nos viu primeiro antes de a gente ver ela, inclusive. Sim, sim. Tal Boni nos acenou ao longe e falou assim, venha sair meu joguinho aqui de novo. E eu já, porra, profissional dessa merda aí.
um lunarzeiro profissional já, lógico que eu vou estou a caminho agora, nesse momento e o ouvinte não conhece aí, pelo amor de Deus Lunar Radio Taxi é um, aliás, parênteses né todos os jogos de hoje aqui, que a gente falar aqui hoje que tiverem já algum tipo de página na Steam, de site sei lá o que, a gente vai botar aqui embaixo na descrição do episódio pra tu poder clicar aí, ouvinte, procurar aí, acessar e ir atrás
E o Lunar, que já tem na Steam lá pra tu ver a página bonitinha, e que deve sair mais coisa aí em breve, cara, é um jogaço. É um jogaço BR maravilhoso, que tem uma vibe de Dreamcast gigantesca. Sim. E que tu mistura Guitar Hero com Wipeout, com funk brasileiro.
Porra, maravilhoso, assim. Maravilhoso. Eu joguei ele algumas vezes lá. Botei meu recorde lá no ranking. Agora tem o modo também de Ghost no jogo. Online, bem legal. E, cara, é isso. É um time attack de música e de... Eu não vou chamar corrida, porque não é corrida, mas, tipo, de veículo dando drift pelo espaço.
e fazer a pontuação mais alta enfim, isso aí mas pra onde fazer o drift e quando fazer o drift do que necessariamente correr mais rápido né, mas de qualquer maneira Samuel R. Aura esteve jogando lá na sua versão mais nova e já carimbou o score dele lá também, não sabemos se foi batido né, porque depois a gente não conseguiu voltar lá na
Sim. Na Sampa Games, mas não sei se o score do Samuel Rearos foi batido, porém, já com a atualização aí, inclusive na demo, que virá muito em breve aí, já com essa atualização muito bacana. E com o personagem novo também, Samuca, vamos lembrar. É verdade, tem razão. Que foi colocado e a narrativa do jogo que está sendo desenvolvido agora também.
Pô, tem um rolezinho de fake OS bem legal também, né? Você ouvinte que é viúva aí de Dothraki. Opa, sou eu. Coisa do tipo aí. Aliás, viúva que vai um dia agora, vai voltar a ser casado agora, que vem aí um novo, né? Opa, reviveu, reviveu, reviveu. Você ouvinte que curte essa vibe aí de um joguinho que aparentemente acontece num sistema operacional fictício, fechado, enfim.
irmão, também tem isso aqui tem ali uma historinha que se passa através de caixa de texto, de diálogo com o NPC de rede social, tudo isso irmão, assim, quem ouviu o Galinha já sabe que eu tô aqui falando isso há muito tempo, Lunar é o gote brasileiro do ano que lançar com certeza
E, cara, que jogo gostoso. É isso. Ouvinte aí pode, agora já na Steam, request access pro playtest. Isso, pode pedir o acesso. E em breve, como o Leon falou, vem a demo pública aí, depois vem o Alexis no fim do ano, ano que vem, de repente. Vamos ver o que vai acontecer aí. Mas fiquem de olho. É isso. E a Tau Bono vai refinando o jogo muito bem a cada demo que eu jogo nova que passa, sabe?
O jogo tá muito mais fluido do que tava antes ainda, mais bonito, mais gostoso de jogar. E, bicho, um joguinho de drift, de derrapagens com veículos, tem que ser gostoso de controlar. Isso é o principal. E ele já é, e cada vez que lança uma demo nova, fica mais gostosinho ainda. Então eu tô com muito hype nesse jogo aí. E vem aí, vem aí pra... Pra mostrar pra gringo, Leon.
O Funk BR Putaria Maravilhoso, é isso? Nossa, é isso aí. Só pedrada emocional na cabeça dos gringos aí. Também testamos por lá, Samuco? Esse, na verdade, fui eu, tá? Ah. Kings of Antílica. Antíquiva. Não é Antílica, não. É Antíquiva. Kings of Antílica, senhor Samarreal. Tu falou de novo Antílica. Cara, não é possível. Falou, te juro que tu falou Antílica de novo. Não acredito, mas vamos lá. Kings of Antíquiva.
Agora foi certo. Da From Zero Game Studio, que ele é uma mistura, assim, de xadrez, campo minado e PVP, cara. É.
Mais ou menos isso. Você monta ali a organização das suas peças e elas terão valores atribuídos de 0 a 1, a depender da qual peça que é. E as peças também vão tendo movimentos diferentes, especiais, coisas seguintes. Só que o seu oponente não sabe quem é quem na hora que você está movimentando. Todas as peças assumem uma aparência de soldadinho comum. Então você tem aí o primeiro mindgame sinistro do jogo, que é o quê? Porque...
que é o lance de você, olha, vou ter que experimentar estilo Campo Minado. Você vai ter que clicar ali pra ver se é uma peça que você vai perder ou se você vai ganhar, correto? E além disso, vão ter outras peças ali que você vai combinando em força, o poder e vai jogando a estratégia. É um jogo muito bacana, tem um conceito muito louco. A gente jogou, ele tava numa versão um pouquinho mais crua ainda, posso dizer assim.
com algumas questõezinhas de UI ali, mas nada que atrapalhasse o entendimento do jogo como um todo. Gostei bastante da ideia do jogo. No primeiro momento eu achei assim, porra, que bagulho estranho, cara. Que coisa esquisita, porra, como assim? Eu não vejo, não sei o que é. E aí quando eu vi que o oponente não revela as peças dele, a menos que você ataque aquela peça específica, eu falei, porra, sabe o que? Agora...
Agora eu entendi o brilho, Samuel R. Auras, desse jogo. É um jogo muito bacana. Acho que está marcado para o terceiro trimestre deste ano. O pessoal da From Zero, que estava lá também no Sampa Games, seu Samuel R. Auras. É isso aí? Sim, na mesinha lá. Muito bacana. Gostei muito do joguinho, viu? Jogamos também, Samuel R. Auras!
Bruce's Gym, da Galactonautas lá, senhor Samarreal. Jogamos, jogamos. Bruce's Gym. Cara, joguei isso aí. Ele é um... É um tycoon. Então, sim, é lógico fazer a tua empresa, teu parque, enfim, né? Sim. Só que é um tycoon de academia de rua.
Porra, muito bom. Então, assim, tu não vai fazer a tua smart fit, né, meu? Não é isso. Vai fazer o quê? Tu vai ter ali um bloco, uma quadra de um bairro da cidade, assim, mais na... Não no centrão?
Sim. E, cara, tu vai fazer o quê? Tu vai pegar, por exemplo, itens pra colocar ali pro pessoal fazer exercício que são halteres que não tem peso, mas tem garrafa pet cheia de areia, por exemplo. Clássico. Um clássico moderno. Tu não vai ter uma esteira. Tu vai ter uma roda de hamster gigante.
dentro da qual as pessoas correm. Então, assim, é maravilhoso. O rolê é isso. Tu vai começar a fazer tua academiazinho ali. É um joguinho de estratégia, de gerenciamento de recursos e tal. É bem na vibe de um roloco de taekwum, na vibe de um joguinho desse tipo aí, de fazer um parque. Mas aqui o parque é a tua academia de rua. Tu vai ter clientes que vão ali fazer exercício, tem que limpar o teu aparelho, deixar ele mais eficiente, melhorar, enfim. E o rolê...
é que tu vai, com o tempo, dando upgrades na academia, lógico, mas junto com isso também vem upgrades no bairro em si, no bloco em si. Então tu vai vendo, tipo, o teu impacto social ali. Ok. Porque tu começa a jogar num canto da rua que é todo cheio de lixo na rua, é com o esgoto a céu aberto, sabe? É poluição, tudo fodido. E a ideia...
É que tu vai transformar aquele lugar ali num lugar mais legal de viver pela boa influência que é ter uma academia de rua ali que o pessoal frequenta, faz exercício, enfim. Então, cara, bem legal, bem da hora mesmo. Com um humor absolutamente babaca. Sim, sim.
E com o mascote, Leon, que é um frango. Porque é uma academia de rua, tem que ter o frango. Tem que ter o frango, Alá, com certeza. Tem que ter o frango. Então, porra, muito legal. Personagens, assim, esquisitões, vibezinha bem... Não é, tipo, realista, não é, sabe? Não é mesmo, é de zoeira mesmo, é brasileiro.
Então, ouvinte que curte aí, esses joguinhos de management, de fazer parques, fazer empresas, cuidar de recursos, enfim, e que quer um joguinho de uma vibe bem brasileira mesmo, Bruce's Gym. Bruce's Gym. Eu não sei quando que lança isso.
Acho que nem no Steam eles têm... Não tem data ainda específica para rolar ainda, se não me engano. Acho que eles estão como... Sairá quando sairá. A ser anunciada. TBD. Isso, pois é. Pois é, pois é. Eu sei que eles estão afim de lançar um Early Access muito em breve. Não sei quanto que é o breve, se é mês que vem ou se daqui a um ano, mas vai ter um dia. Sim. Mas...
Tá na Steam, pra tu colocar lá na tua list e ficar de olho, porque... Cara, bem legalzinho. Muito massa, muito massa. E tem uma vibe na UI, no visual do jogo, que eu senti muito assim, de PS1, meio Tony Hawk, tá ligado? Que é muito legal, que eu curto pra caralho. Não é, de novo, não é tipo um negócio clean, né? Não é uma academia, tipo, nossa, é uma academia de shopping, não é isso. Não, não. É na rua, é street. Street me amo, sim.
Então, pô, muito legal, muito da hora, o ouvinte aí vai atrás. E por coincidência, Leão, eu sei que o Bruce, nosso amigo, no caso, não o do Jim, é muito fã de alguém desse tipo aí. De Tycoon, verdade, Bruce. Então, alô, Bruce, você aí que nos ouve agora, com certeza, procure Bruce's Jim, a sua academia. Sua academia, Bruce. Na Steam aí, porque, pô, bem legal. Gostei bastante, curti muito. Não conhecia o jogo até ver ele na Gamescom esse ano. E curti. Curti.
Maravigolden, sensacional o som. Vamos lá, Samuel R. Auras, eu tive o prazer de jogar lá no estande da Game Maker do pessoal do inventário, do Rotten Survivor. E, cara, ele é um jogo, assim, na sua concepção, ele é bem simples, né? Ele é um jogo, tipo, Vampire Survivor, só que de zumbi. E você, conforme vai passando nas fases, e você, conforme vai passando nas fases,
você vai desbloqueando mais coisa, melhorando a tua run. Até aí, normal, né? Qual que é a diferença aqui, no entanto? Você tem muito mais agência na luta em si. Porque Vampire Survivors, a sua agência é evitar ser atacada enquanto ataca. Automaticamente.
Isso. Aqui não. Aqui o Rotten Survival é quanto eu vou atacar mesmo. Porque você clica pra atacar com armas e uma porrada de coisa diferente. Machado, motosserra, escopeta, pistola normal e por aí vai. Então você vai tentando sobreviver nesse tempo, nessa parada. E o mais importante é que ele tem uma mecânica e eu juro por Deus que funciona de...
Munição. Sua munição pode acabar no meio de um... de um desses invades aí. Você vai precisar ser um pouquinho mais criativo do que simplesmente achar um lugar bom pra ficar dando tiro. Sabe? Gráficos em pixel art...
crocante, crocante, crocante. Gostosinho. Muito gostosinho. E será publicado aqui no Brasil pela Nuntius também, tá? Bom, bom demais. Os caras já estão aí no começo do bagulho deles de uma maneira bem forte já. É um jogo que tá bem redondinho, não vou mentir pra vocês. Muito redondo, só parece que estão precisando dar umas polidas aqui ali, coisa normal.
E já tem demo no Steam pra você baixar, tá? Temos demo já, ok, ok. Rotten Survivor. É, eu ouvi o cara falar do joguinho pra ti e ele descreveu como basicamente um COD Zombies, só que pixel art, top-down, zoado. Faz sentido, faz sentido. Faz sentido, faz sentido. É isso, vem ondas de zumbi pra te matar e tem que não morrer. E acabou. O jogo é isso, basicamente.
É basicamente isso mesmo. E a de infinito, do jeito que um bom survival tem, né? Tu vai começando a pegar hordas de zumbis muito gigantes e, ao mesmo tempo, você também vai começando a ter mais capacidade de causar dano, né? É bem legal. Bem legal o jogo. Um jogo que dá pra você perder ali algumas boas horas jogando, viu? É isto. Samuel R. Auras. Esse eu queria ter jogado, mas eu não pude. Roller Heist.
Do Anima Cidio. Pô, Roller Heist eu joguei e fiquei bem interessado. Bem interessado porque é mais uma ideia que, cara, assim, ó, só no Brasil, pra tu ver isso aí. Só os BR que vão pensar nessa ideia. Basicamente é o seguinte. No mundo fictício, Léo, totalmente sem relação com a realidade,
Os museus têm itens roubados de vários povos originários. Mentira. Tá? É um mundo fictício. Imagina se só acontecesse no nosso mundo, olha. Imagina. Tem um pessoal que quer roubar esses itens pra devolver pros povos que deveriam ter esse item na sua casa. Certo. Como que tu rouba isso? Essa parte é o heist do nome do jogo, né? Sim. Tu rouba de roller, por isso que é roller heist. Ah!
Então vai lá o teu personagem fazendo manobras e dando tiros e pulando e dando mortal de costas, enfim. Com os seus patinhos com rodinhas, com seus roller pra invadir o museu e sair correndo. Cada fase é basicamente uma corrida contra o tempo, um limite de tempo que tu tem que entrar, fazer objetivos e sair correndo. É isso. Então imagina, basicamente, como é que era o Tony Hawk no PS1, PS2.
Só que tira a pontuação, esquece pontos, não existe ponto.
Ok. Foi na fase. Aí tem lá assim, pô, pega lá as letrinhas de skate, tinha no Tune Haga, não tinha isso aí? Ah, encontra a fita secreta, sabe esse negócio? Sim, sim. Tudo isso num tempo limite da fase, que é curtinho. Aqui é tipo isso, sabe? Porra, maneiro isso. Pô, entrou no museu. Tá, agora sim. O principal é encontre o item tal, que é o teu pra tu roubar. Aí fora isso, pô, encontre outros três itens escondidos.
Ah, entre 100 e atirar ninguém, só desviando dos inimigos, saca? Então são várias coisinhas pra tu fazer na fase que tu pode fazer mais tempo ou depois numa run seguinte, enfim.
Cada uma com o seu museu único ali pra tu explorar e... Enfim, e tentar encontrar os caminhos mais eficientes, saca? Tudo isso fazendo corrimão com o teu roller nos ferrinhos no chão, dando mortal, pulando super alto, quebrando vidro, enfim. É bem, bem legal. Bem legal. Assim como no Lunar, que eu falei que... Pô, num jogo de drift, o importante é tu mover de modo bem satisfatório. Aqui também. Pô, num jogo de roller, de patins...
Se a patinação é legal, já é um jogo bom automaticamente. O resto vem por consequência, né? Exato. E aqui tá bem assim. Uma coisa que não tem. Eu pedi pra que tivesse no futuro. E ela falou, tipo, ué, isso é um pedido que todo mundo faz mesmo?
é poder fazer o o roller ir na parede porque eu assim meio que por sei lá, por instinto eu pulei na parede e achei que ela fosse dar na parede com o roller sim, fazer um wallridezinho, claro, claro isso, isso não tem ainda, ela falou assim pô, não tem, mas todo mundo que joga pede isso pergunta se não vai ter depois, então a gente tá pensando em fazer, então assim, que bom, tomara que tenha E aí
Um detalhe, porque o jogo tá bem legalzinho, a temática é da hora, o jogo é bonito, e cara, de novo, uma ideia muito boa que o Brasil é que tem que fazer. Não tem jeito. Ouvinte, procure por Roller Heist. Roller Heist, é isso aí. Então, ouvinte, o it-list na Steam, por favor, não tem demo ainda, não tem como jogar ainda oficialmente, aí você é ouvinte, mas...
Tem lá já um vídeo pra tu assistir gameplay. E, cara, porra, mais um joguinho que vai despertar em você, ouvinte Dreamcasteiro, tá? Sim. Memórias gostosas. Sou eu. Sou eu. Sou eu. Presente. Presente.
Samuel Real, aí você foi convidado chamar dessa forma para uma demonstração de um joguinho a portas fechadas, senhor Samuel Real Pois é, mais ou menos era a porta aberta, porque era dentro do evento lá, mas tinha que marcar o horário pra fazer o teste
Ou ser convidado, enfim. Então, o Luiz, lá da Manaus dos Games, ia jogar, ia fazer o teste, mas é um jogo co-op. Ele me chamou pra testar com ele, por que não? E fomos lá jogar, fomos lá jogar. O We Were Here Tomorrow, que eu não conhecia.
Descobri que há uma franquiazinha de jogos cooperativos aí já bem extensa, inclusive. Uhum. E, cara, basicamente, ele é um portal co-op esquisito. Vou descrever assim. Um portal co-op esquisito. Porque, assim, tu tem dois jogadores. Ele é em dupla.
e cada um tem uma arminha única meio sci-fi. Jogar na primeira pessoa, mas não é de tiro, não é de fato de dar porrada, né? É um jogo de puzzle cooperativo. Um jogador, nesse caso aqui da demo, tinha um item que era praticamente um hookshot.
Mais ou menos isso. Ok. E o outro meio que era uma cola que podia jogar. Umas paredes, enfim, o teto, por aí vai. E aí tu vai usando isso pra resolver puzzles e progredir na fase. Basicamente é isso. O rolê é que, como ele é online, de modo mais primário, ele é online, tu não tá vendo o teu amiguinho jogar.
Então a comunicação é importante. Falar assim, ó, pô, amiguinho, pô, eu tô aqui na fase, no lugar tal da fase. Vê se tu acha um botão aí pra ver se eu posso abrir aqui uma porta aqui, não sei o que lá. Então comunicação é importante nesse negócio aí. Sim. O jogo vai sair em relaxes agora em junho. E eu vou mandar depois um boleto, Léo. Ah!
Notinha fiscal? Notinha fiscal. O pessoal lá, porque eu fiz um trabalho de QA ali no momento ao vivo. Fiquei sabendo, fiquei sabendo. Eu, de boa, jogando lá, de repente, a minha visão que era FPS fica PPS. Conhece PPS, Leon? Não, o que é PPS? É o Pepperson View.
O Pepperson viu, ok. Foi na minha coxa, a minha câmera, e daí tipo, cagou o jogo todo, porque ficou a visão de coxa, não da cabeça do personagem. Eu chamei o cara e falei ô, eu acho que eu quebrei o joguinho aqui. Ok. Aí o cara, caralho, que bug é esse que eu não conheço? Nunca vi. Aí o cara tirou foto, filmou o bug, mandou pra QA na empresa lá, enfim. Pô, gostei. Bem da horinha.
Tema sci-fi eu gosto bastante, jogo copy também eu gosto bastante. FPS não é a minha vibe, mas no caso de puzzle eu acho legal.
né? Sim. Eu não gosto de FPS quando é de ação, quando é muito rápido pra, sabe, reagir, atirar, sei lá, o que eu acho meio chato. Não gosto muito. Mas pra puzzle funciona bem. Acho que fica bem exposto daí o ambiente, que é o que importa pra um puzzle, então show. Então curti, curti. Você é ouvinte aí que é fã de portal, fã de split fiction, fã de jogos co-op em geral de puzzle. Sim. Procure a franquia We Were Here, que tem já vários aí.
E fique de olho no próximo aí que eu joguei, que eu achei bem legal, bem da hora. E acho que vai agradar esse nicho específico aí, que é o pessoal que curte puzzle copy. Acho que é um joguinho bom pra stream, inclusive. Um joguinho bem legal pra jogar em live, com gente também participando. Não sei, acho que vai dar bom. É um jogo bonito, é um jogo com gráfico legal, com música da hora. Com uma historinha também que aparentemente é bem bacaninha. Eu vi o comecinho da história só, mas do que eu vi eu gostei, né?
Então é isso, é isso, curti, curti. We were here tomorrow. We were here tomorrow. Agora Samuca, os próximos dois jogos que nós vamos falar aqui já são velhos conhecidos dos nossos ouvintes mais atentos. Ah, são? São. São. Estou usando a camisa de um deles agora, inclusive, tá? Que nos deram de presente. Ah, pois é. Vamos lá. Vamos lá.
The Monsters, que conta com a participação de um compositor renomadérrimo. Senhor Samuel R. Auras, que honra. Renomado um dia, talvez. Ainda não. Não, mas renomado. Ainda não como músico, mas renomado com certeza. No seu podcast. Exatamente. Entendi, show. É isso aí.
Jogamos a nova versão da demo, demo que inclusive já está disponível pra você baixar no Steam, tá? Pode baixar lá e já tem essa atualização. E, cara, está se tornando perigosamente um jogo que eu vou me perder nele, hein?
perigosamente, perigosamente perigosamente, Samuco, ele vem se aproximando sorrateiro como uma cobra coral nem avisa não, nem avisa só o bote e tristeza que joguinho bom os caras deram a boca, ouviram os nossos feedbacks, olha só, isso é importante temos muitos feedbacks a respeito de UI, de determinadas coisinhas aqui e ali que funcionaram, eles já trouxeram essas mudanças pra gente novas evoluções também E aí
Estão na demo e continua com o sisteminha de voto aqui, quem vocês querem que entre na demo, né? Também jogamos, senhor Samuel R. Auras. Aí esse já não foi mais na quarta. Este foi na sexta-feira, que foi o segundo dia que nós fomos lá. E fomos na Gamerscom com esse objetivo em mente. O novo jogo da galera do Manalith.
que foi a galera que fez aí o Dungeon Drafters, né? E eles já mostraram pra gente ali a novidade que eles estão fazendo, que por enquanto segue sendo um... É um RPG de ação com as dungeonzinhas, assim. É um RPG de ação isométrico, mas tem uma paradinha extra, né? E a paradinha extra que é o grande pulo do gato, o grande tchan da situação, que é...
O sistema de fazer magias. E aí o ouvinte aí que é mais drogado como eu, Samu, vai falar, ah, mas em noita eu já faço a magia? Sim. É. Só que aqui você desenha ela quase que literalmente. Você tem que escolher e fazer os traçados e escolher bonitinho. Eu acho que é um sistema assim um pouquinho mais refinado do que o do noita. Porque o do noita é assim, se funcionar, funcionou. Se não funcionou, amém. Né? Entendi.
Que é bacana também, né? Mas aqui é um sistema um pouquinho mais contido dessa forma, com mais... Não vou dizer que é previsibilidade, mas é mais fácil de você entender pra onde que você tá indo. É que o rolê é o seguinte, o jogo, como tu falou, ele é um jogo de combate, de dungeon, enfim, né? E tu controla uma bruxa.
Isso. E, pô, bruxos, magos, enfim, na ficção em geral aí, vou falar mais em mago porque acho que mago é o termo correto se fosse pegar o D&D, né? Hum. O mago, ele estuda a magia. De fato, de acordo com o D&D, ele estuda. Não sai do cu, ele estuda. Então aqui é tipo isso, aqui a bruxa, ela aprende magias e estuda magias, e com isso ela constrói magias que ela precisa usar. Isso, isso. Então, por exemplo, pô, tem uma magia minha de fogo lá, que cai bola de fogo do céu.
Sim. Show. Aí joguei, pô, ela tá meio fraca ainda, pô, ela tá meio lenta, pô, não sei, quero mexer. Como que eu faço isso? Vai lá a bruxinha, abre o seu laboratório, o seu, sei lá, como é que chama isso? A oficina? Sua mesa de trabalho, de estudo ali, enfim? É a mesa de estudo mesmo, quando tá o grimório. Com papéis, com coisas, né? Isso, com o grimório dela, tudo isso aí. Tu vai lá.
E tu escolhe a gema que representa aquela magia, magia de fogo, né? Um cristal ali, enfim. E tu começa a, de fato, escrever a magia de novo. Então, tu primeiro pega essa pedra e faz a luz dela focar no papel, na folha, no jogo ali.
Aí depois tu escolhe certos glifos e desenha por cima. Aí tu faz, assim, tipo, tu gira o glifo e muda o lado dele, enfim, pra que tu tenha um desenho que tu quer que ela tenha. E o desenho vai te falar se ela vai ter mais poder ou mais velocidade ou mais ar e tudo isso aí. Então, é até ruim explicar com palavras, porque é muitos pormenores que tu mexe. Sim. Mas a moral é essa, é que tu tá craftando de fato, fazendo ali na mão, praticamente.
Uma magia nova. Porque tu sabe que é aquela de fogo lá, porque a pedra foi de lá que veio. A base é aquilo. Mas se o final vai dar um efeito diferente ou não... Ah, dano overtime. Ah, vai empurrar inimigo pra longe. Vai ser rápido de castar. Vai ser mais demorado, mas vai ser mais forte. Tudo isso aí tu vai definir do modo que tu quiser.
Sim, sim. E isso é o da hora. Isso é muito massa. E essa é a ideia que fez nascer o jogo primeiro, né? E isso trabalha pra que o combate do jogo funcione.
E nesse caso, a gente jogou isso aí, não foi num totem, não foi num stand, enfim, foi com eles mesmos, eles chamaram nós pra testar o jogo. Sim. E eles falaram assim, pô, vocês curtiram muito aí o Dajon Draft, a gente gosta muito disso que eles falam no podcast, escrevem no site, enfim, então a gente confia em vocês pra dar uma opinião que a gente considere que a gente consiga usar pra o jogo ficar melhor, né? Isso, isso. Então joguem aí e falem o que vocês acham.
A gente jogou. Joguemos. E a nossa opinião, ela foi bem parecida, a minha à toa.
Sim, a gente pensou pelo mesmo lado, com palavras diferentes no final das contas ali, mas a gente foi pro mesmo lugar. Em resumo, a parte de fazer magia tá bem da hora. É o... tem que ser o carro-chefe desse jogo. Não tem outra forma de falar isso. Tem que ser o chamariz. E o combate nem tanto. Isso. Tanto que daí eu fui... eu liguei o modo ousadia.
Eu falei pros caras, tá, vocês querem feedback, né? Eu posso falar aqui sem rolar que fiquem aí bravos comigo. Show? Ah, show, claro, a gente quer isso aí. Aí eu falei, tá.
Por que tem combate no jogo? Eu perguntei pros caras. E aí o Samuka levantou uma bola que eu fiquei também de levantar, porque eu falo isso no meu profundo inocente, Samuka, conhecimento de criação de jogos, principalmente porque eu sou narrador de RPG, e todo narrador de RPG tem um pezinho no game design.
Querendo, hoje é um jogo, tu cria jogos. Exatamente. Jogos eletrônicos não, mas jogos tu cria. Quando você torna o combate algo, eu não vou dizer comum, mas corriqueiro, você tá dando a impressão de que qualquer combate é um combate. Ao invés de você dar a impressão do tipo, tá, um combate que vai ter aqui agora é um puta de um combate. Quando você determina as coisas bonitinho, faz ali. É por isso que a gente paga tanto pau com razão, Samuca.
Pro Chrono Trigger, que é um jogo que tem os seus encontros definidos à mão, quem vai ser, aonde vai ser e quanto vai ser, né? E ali no jogo eu senti que o combate ficou assim, meio deslocado, como se fosse, tá, a gente precisa de um desafio e vamos colocar o desafio aqui. Qual que é o desafio? Esse é o desafio e acabou. Pois é. E aí eu falei assim, cara...
Sim, eu entendo, porque é mais fácil de você, entre aspas, empurrar um videogame assim, mas eu acho que a ideia do mago utilitarista, isso eu falei lá também com eles, que é o cara que ao invés de soltar uma bola de fogo, ele vai usar a magia pra, de repente, fazer com que a pessoa pule um buraco que ela não pode, ou resgatar um gato em cima da árvore, que foi o exemplo que eu dei pra eles lá também.
Eu acho essa ideia muito mais legal. Muito mais interessante. Pois é, tu trouxe a Kiki. Isso. Que é a bruxinha que é o sedex da vila, em vez de ser uma bruxa que defende e solta magia pra atacar fogo, sei lá o quê. E eu trouxe o Cosmic Will Sisterhood também, que é um jogo que, tipo, tem bruxaria, mas não tem combate. É uma visual novel. E o rolê é montado, as cartas de tarot, tudo isso aí. Então, essa vibe de bruxaria, de magia, mas que foge do combate...
E náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos náч dos ná
É algo que tem público, sabe? Que tem um público legal ali, mas é outro pessoal. É outra parada. Dá pra lançar agora há pouco aí, muito em breve, se Deus quiser, o Witchbrook. Oh, estamos aguardando! Estamos há muito tempo já, e o Witchbrook ele é um jogo que tem total pé na magia, na bruxaria, enfim.
Só que não é pra combate, sabe? É pra vida de uma bruxa, do estudo dela no dia a dia, enfim, numa vila. Então, esse rolê de magia, como tu falou, utilitarista, de dia a dia mesmo, de fazer isso aí, a gente levantou lá que encaixaria muito bem com essa vibe de criar magia. Até porque pra mim, eu me falei isso lá pra eles, acho que dois pontos que eu levantei lá que pra mim são os principais.
Primeiro, qualquer jogo que tem vários sistemas e um deles é o combate, o combate vai ser o mais falado comentário principal. De fato. Consequentemente, sabe? Porra, Bowser's Gate 3.
Tu pode jogar muita coisa ali sem combater, às vezes. Resolver no papo, sabe? Na surdina, no stealth, enfim. Mas, cara, o que todo mundo pensa quando vai começar a jogar? Porra, eu vou ser o cara que dá espadada ou dá bola de fogo? Sabe? Sim. Ninguém fica te pensando muito no jogo como um todo. Primeiro, pensa no combate. Pô, Rages. Também é exemplo bom pra isso.
Rades é um jogo de combate, pra caralho. De propósito, entendo isso, show. Mas Rades também tem muita coisa boa na história, na lore dele, tudo isso. Só que muita gente joga sem se importar com isso. Importa com o combate e acabou. E eu falei pros caras, pô, mesmo que o jogo de vocês...
tenha um combate tão bom ou melhor quanto o Rages, que pra mim, assim, é o padrão de ouro dos combates isométricos aí atualmente, nos jogos índios, né? É um combate absolutamente bom, bem equilibrado, bem feitinho e tal. Mesmo se fosse tão bom assim, ainda assim é só mais um jogo de combate de porrada isométrica.
e além disso daí isso ia encobrir o rolê principal do jogo que é mais legal e que é mais interessante e que é o chan do jogo que é fazer magia sim eu acho que o jogo está no caminho muito bom pra essa parte aí de craftar as magias e fazer lá os os glifos e tal, isso é bem da hora mas tomara que eles consigam fazer um jogo final um produto final que coloque isso como principal do jogo E aí
Saca que deixa muito claro pro jogador, assim, ó, pô, é um jogo sobre fazer magias e daí tu usa elas pra XYZ. E não, ah, é um jogo de combate e aí além disso tem fazer magia. Uhum. Né? Porque, porra... Ouvinte, pensa aí, quantos jogos que tu conhece, que tu pode falar de cabeça agora, que o combate é o principal? Pô, tu trouxe centilhões.
Agora, jogos que focam em outra coisa Em fazer a parada mesmo É raro, cara Eu pensei depois na viagem pra casa E eu pensei muito Na franquia Atelier Que é tipo, Atelier é a franquia que tem combate Ok, show
Mas não é sobre isso. Vocês conseguiram fazer um jogo na franquia Atelier que é um jogo sobre craftar e ver ingredientes e fazer lá alquimia, tudo isso aí. Isso, isso, isso. E tem combate, mas o combate é o secundário. Ninguém compra um Atelier porque o combate vai ser bom.
Não, porque quer... Eles conseguiram fazer o marketing deles e montar o jogo deles em cima disso. Pô, ok, é um jogo sobre crafting, mas tem combate. Então, assim, é um caminho possível também pra eles, com certeza, né, fazer ali um joguinho que tem combate, mas ainda assim o foco fica na magia.
Mas eu ficaria muito feliz, pessoalmente falando, se o jogo não tivesse nenhum combate, ponto. Se fosse resolver problemas na vila, como tu falou, tipo, ah, pô, tem um gato na árvore, ah, faz uma magia de vento pra que ele possa, né, pegar o gato na árvore e descer ali, devido a evitar o gato, não sei. Eu acho que é muito mais legal isso, porque vai pôr em foco muito mais a bruxaria e não a porrada.
Eu acho que é isso. Tomara que eles investam nisso em vezes mil, porque a qualidade o cara tem. Jogamos Dungeon Drafters. É um jogão muito bom, muito legal. Jogo, Dungeon Drafters.
é, assim, eu joguei bastante o senhor joga bastante até hoje e é um jogão, cara então assim, tem potencial pra ser um grandissíssimo indie BR maravilhoso que vai lançar aí eventualmente daqui a um tempo e tomara que eles achem o caminho certo pra balancear bem os sistemas e façam o que querem fazer a minha impressão, inclusive, é que a paixão deles nesse jogo aqui é a parte de craft de magias
Cara, deu pra ver que é, tá todo mundo investindo ali. Deu pra ver, cara. Aceitem, vocês também querem fazer um jogo desse. Isso. Façam jogo. Porque na hora que a gente deu essa... A gente não, Samuka, né? Eu tava com isso na cabeça. Mas quando Samuka deu essa provocada no pessoal lá, assim, deu pra ver que eles fazem...
todo mundo ficou com a cara de ok, talvez tenhamos pensado nisso antes, mas talvez não tenhamos não sei se essa vai ser a direção mas poderia ser tranquilamente a direção com que o jogo pode tomar se o jogo for um jogo combativo vai ser ruim de forma alguma
muito, vai ser bom, com certeza. Vai ser ótimo. A gente tem que esperar pra ver, mas o jogo que promete muito e esse sistema de magia... Ouvinte, não dá pra explicar com palavras e não é exagero. Não é exagero isso que eu tô falando. Tem que ver o negócio acontecendo pra você falar caralho, que sistema foda. E é muito foda. E é muito, muito foda mesmo. Muito maneiro. Muito, muito foda. É isso, ouvinte. O joguinho sem título oficial ainda. Tá ainda aí nas internas.
Mas sigam aí a Manalith nas redes sociais e procurem aí na Steam, enfim, o perfil dos caras lá. Joguem Dungeon Drafters e aguardem, porque ano que vem, talvez lá pro fim do ano, não sei, vem aí uma pedrada violenta.
que jogamos aí bem no começo e a gente quer muito ver como é que vai acontecer aí o futuro do joguinho. É isso. Esperamos. Estamos aqui aguardando ansiosers para isto. E agora a gente vai falar da viagem em si. Que porra, teve seus momentos, Samuguel? Teve, lógico que teve. Vimos pessoas, jogamos joguinhos.
Teve a reunião presencial do Galinha, pela primeira vez na vida. Reunião presencial, justamente, tivemos. E ela foi impromptu. Impromputo, sem planejamento, aconteceu. Ela só aconteceu. Aconteceu, aconteceu e coisas foram decididas.
É, eu vou dizer pra vocês assim, ó, aguardem, porque pra lá do aniversário a gente vai falar de maneira clara, específica e muito, muito direta o que a gente vai fazer de mudanças. É isso. E de spoiler pro Galinha Viajante.
Vamos lá, vamos lá. Antes de falar da viagem, então, ouvinte, reunião do Galinha rolou, falando bastante coisa, Leão e eu. Sim. Nossos desejos pro futuro do Galinha, nossas frustrações, nossos medos, nossos hypes, nossas vontades, enfim, pro que o Galinha vai ser ainda pra frente. Isso. E o Galinha, ele vai renascer nesse segundo semestre desse ano. Basicamente é isso.
A gente vai aí voltar basicamente a focar No que a gente mais gosta de fazer Em podcasts Acho que essa é a parada Você falou bem O Galinha ele tá passando por uma crismeridade Essa que é a verdade A gente vai continuar como tá hoje Igualzinho até o aniversário, que é em julho Isso, isso Depois de julho aí, vem aí Vem aí o que?
Calma, estamos ainda arrumando aqui as pontas aqui, acertando os detalhes e tal. A gente vai falar isso num programa lá para julho, no aniversário, com detalhes certinhos. Mas o Galinha, ele vai mudar bastante? Vai. Mas vai ser o Galinha ainda. A vibe é a mesma, mesmo tipo de linguagem, mesmo tipo de... Enfim, é a gente ainda. Então nada mudou. Não vai ter novo integrante, não vai sair ninguém. É nós dois, Leão e eu, acabou. Isso aí não vai mudar nunca, né? Sim. Mas vai mudar bastante coisa.
Coisas mudarão. Para que a gente possa focar ainda mais no que a gente quer fazer com o Galinha e não ficar dando tiro para tudo que é lado. Essa aqui é a parada. Sim, sim, sim, sim, sim. Coisas mudarão, coisas acontecerão. Até porque, parênteses, tá? Um comentário que eu ouvi no nosso programa do PlayStation, o BP anterior. Sim. Hoje, o cara falando assim, ah, quer dizer, então, quando eu sou da Rockstar, são os diferentões, né? KKK. Sim.
Irmão, nem é tipo diferentão por ser diferentão, é porque é chato o Rockstar. Irmão, GTA, Red Dead Redemption 2, é chato, a gente não gosta. Se você ouvinte gosta, show, a gente não gosta. Então a gente vai focar o galinho no que a gente gosta. Ah, vai ter episódio, não sei o que lá, irmão.
O Galinha vai ser o Leon e eu num podcast, muito mais do que já é hoje em dia. É isso. É isso, é isso. Fora isso, Leon, como tu falou, viajamos? Viajamos. Ficamos lá em São Paulo de terça à tarde até domingo de manhã. Você viajou, eu fiz um retiro. Isso, é, então, vamos lá. Vamos lá, né? Porque eu moro em Floripa, você ouvinte não sabe, né? Né? E eu, pra ir pra São Paulo de busão, não dá. Vão ser 12 horas ou mais.
E eu sou uma pessoa alta pra caralho que não cabe em ônibus. Basicamente. Então assim... Impossível ir de busão. Então eu fui de avião. Sim. E pra mim foi show. Pô, aviãozinho. Maravilha. Uma hora e pouquinho de voo ali. Ok. Tranquilo, show de bola. Então pra mim a viagem...
Óbvio, eu fico cansado ainda, porque viagem cansa automaticamente. Sim. Sim, sim, claro. Eu ontem, ouvinte, hoje é segunda-feira, na gravação aqui, voltamos domingo, então pós-viagem hoje. Eu dormi por 10 horas essa noite. Isso, isso. Entendeu? Porque eu estava cansado da viagem. Viagem cansa. Pode ser a viagem mais tranquila do mundo, mas viajar cansa.
Tu tava cansado, sim. Mas se eu cansei, Galeon, o senhor, então, é uma puta merda. É, amigo, porque a ida foram nove horas, a volta foram nove horas e quinze de viagem. Que beleza. Cara, assim, não tenho muito a reclamar porque a Cometa faz um bom trabalho no que tange...
rodovias e ônibus, né? E, porra, eu não posso reclamar. O problema é só a física mesmo. Sim. Você tá entendendo? A física é uma desgraçada e essa aí me quebrou com a força de mil explosões solares. E, especificamente, esse ano foi uma viagem um pouquinho mais conturbada, eu vou dizer assim, porque na ida tivemos engarrafamento na BR.
Yep, você ouviu direito. Não, é isso aí. Que merda. Exatamente, pois é, pois é. E, na volta, tivemos um momento que é cânone, tá? Pra todo motorista que pega BR, que é atropelar um ser vivo ali, que não é um ser humano, né? Então, assim...
Foi legal. Foi uma viagem interessante, eu vou dizer isso. Mas cheguei vivo com vida em Juiz de Fora. Fui recebido amorosamente pelo meu gato aqui. Lógico. O meu filhote coitado, gente. Coitado do Yuki, cara. Coitadinho dele.
Ele não sabia o que ele fazia, se ele amassava pãozinho, se ele miava ou se ele me mordia. Ele não sabia, ele só simplesmente ficou feliz que eu voltei depois de muito tempo. Mas a viagem em si foi bacana, Samuca, não o traslado. Não, o traslado foi meio chato. Mas estar em São Paulo, mais uma vez ali, reforçou algumas máximas que eu venho repetindo aqui pra vocês, que é aquela do quanto mais eu vou em São Paulo, menos eu quero ir em São Paulo. Nossa, como eu detesto essa cidade, bicho.
Pessoas muito legais moram lá. Eventos da hora acontecem lá. Mas a cidade é uma merda. Nossa, como eu detesto. Com todo o meu corpo, minha alma, minha mente em São Paulo. Aquele céu cinza. Aquele trânsito horroroso. Aqueles prédios infinitos. Puta merda.
Não consigo gostar. Inclusive, eu disse pro Samu com uma frase nova aí que eu vou ficar repetindo até agora o meu cu fazer bico também. Vamos lá, vamos lá. Que é o seguinte. Gente que fica feliz de morar em São Paulo é a prova cabal e refutável do que nós seres humanos somos capazes e somos capazes de tudo, tá? Porque pra existir alegria num lugar como São Paulo, puta que me pariu, amigos. É difícil, é difícil. Nossa, eu entendo que a comida compensa porque o rango é bom mesmo, tá? Variedade de rango bom.
Mas porra, cara, que cidadezinha complicada, bicho. Nossa. Sabe o que? Eu cheguei em Juiz de Fora. E aí eu estranhei que o domingo estava parado em Juiz de Fora. Você tem noção? Ué, essa cidade está quieta, falei com o moço do Uber.
Se a cidade tá quieta, ele, não, pô, é só domingo. Falei, não, é verdade, pode crer. É, porque aqui domingo normalmente não tem ninguém na rua, né? Tu não tá em casa de boas ou, sei lá, viajou ou whatever. Porra, meu irmão, que doideira, cara. E São Paulo Conto Iis tem trânsito sempre. Isso é bom que às 6 horas da manhã, cara, eu tive trânsito. Porra, Bi, entendeu? Entendeu? É complicado, cara, é complicado. Eu cheguei em Floripa, cara, eu inspirei o ar de Floripa.
E eu falei, pô, é isso, cara, que eu quero minha vida, entendeu? É, é, é isso. Porra, que desgraceira. Mas vamos lá, São Paulo. São Paulo. Boas comidinhas. Boas. E eu vou começar esse papo aí agradecendo muito um ouvinte nosso que fez uma parada que eu fiquei, que eu estou até agora perplexo.
Pois é, temos que falar do senhor Vinícius Padeiro, tá? Temos que falar, temos que falar. Ele chama assim, nasceu pra isso, inclusive. Agora já era, Vinícius Padeiro. Vinícius Padeiro. Pra sempre será, pra sempre será. Cola comigo nas lives lá direto. E aí, quando ele mandou sua primeira cartinha pra nós, Samuca, você, você, Samuera Raúl, fez um pedido específico. É que eu sou o cara, me conhece, eu sou o cara que assim, ó, eu jogo verde.
Eu faço muito isso. Eu jogo verde. Se eu colher maduro, show. Sim. Eu faço muito na minha vida isso aí. Muito na minha vida isso. Vai que... Então, lá eu joguei, o cara falou, pô, tem uma padaria aí. Eu falei, quero pão.
Me manda pão aí, irmão. Simples. Simples assim. O que podia rolar? Ele podia não mandar o pão. Não. E eu ficava na mesma, né? Ou ele mandar o pão e eu ia gostar. Samuca, ele falou, mandou uma mensagem no nosso Instagram, fui conversando com ele. Ah, vou mandar uns negocinhos pra vocês aí. É quando eu pensei em negocinho, eu tô pensando assim, padaria fina, tá, Samuca? É um docinho.
Ah, um croissant, dois no máximo. De repente ali um pãozinho com creme, uns negócios assim. Cara, o maluco nos mandou cinco quilos de padaria em duas caixas. Puta que pariu. Caralho, cara.
Cinco variedades de pães artesanais diferentes. Ok? De sourdoughs. Sourdoughs. Cinco sourdoughs. Inclusive o de orgonzola. Puta que pariu, cara. Comemos um lá de orgonzola com sei lá o quê. Eu abri o tradicional já ontem. Foi minha janta, inclusive. Eu fui mutirão. De manhã cedinho hoje eu congelei. Oh! Ah, isso aí. Congelei tudo.
Hoje de manhã eu peguei duas fatias, Camila e eu, primeiro, um pãozinho com ovo e pãozinho maravilhoso esse aqui. Tá maluco. Que isso? Isso é funcional. E sourdough, assim, eu não faço pão em casa, não sei fazer pão. O que eu ouço falar é que fazer sourdough é um capeta, é um inferno. Você tem que ter um negócio específico ali, até você entender, é chato, tem que sovar bem, é um negócio filho da puta.
É, é o Dark Souls dos pães, basicamente. Então, assim, porra, bom demais, bom pra caralho. E fora isso, o cookie, marronzinhos, os brownies, eu chamo assim, agora vai dar essa... Agora já era. Samu, que eu fui na padaria hoje pra pegar o marronzinho.
É isso, marronzinho que é o brownie, mandou cookies de vários sabores diferentes, mandou croissant. Caralho, esse cookie de nutella. É isso. Cara, o cinnamon roll, cara. É aí que veio chegar, é aí que veio chegar. Alô, alô você ouvinte, tá? Que mora em Santo André.
visite a panzaria por favor, vai lá e peça o cinnamon roll é tudo bom, o pão é foda o cookie é gostoso que frase maravilhosa é tudo bom, mas o cinnamon roll vai se fuder
Jesus Maria Chossé. Na próxima vez aí, Vinícius Padeiro, pode enviar só a Cinnamon Roll. Repito, não que seja ruim o resto, muito pelo contrário, mas é que o Cinnamon Roll vai tomar no meio do seu cu que coisa gostosa. É isso. Maravilhoso, sensacional. Então isso aqui não é um jabá pra eles aí, o cara só mandou pra nós aí, mas a gente tem que falar aqui porque é bom pra caramba. É bom pra caramba. Eu não sei aonde em São Paulo que ele manda isso, porque ele vende em São Paulo também.
Ele fornece pra vários lugares em São Paulo os pães e doces, enfim. Então, tá por aí. Tá por aí. Acha o cara no Instagram lá, panzaria. Tem o panzaria café e o panzaria panificadora. Tem os dois lá. Isso aí. Segue lá, dá essa moral. Segue lá, procura lá, pede no iFood, se tu mora na região aí que entrega, enfim. Entrega, ajusta. E cara, você é maravilhoso e peça o Cinnamon Roll, porque é bom pra caralho. A gente comeu ele no evento, inclusive. A gente poupou muito dinheiro.
No evento? Graças a isso. Valeu, Vinícius. Fez a boa pra nós. A gente um dia comeu lá uns dogão caro pra cacete e no outro a gente comeu isso aí. É isso. Aí acabamos comendo um cachorro quente superfaturado. Que, abre aspas, é o melhor de São Paulo, fecha aspas. Não. Dos que eu comi, é o melhor.
Ok, ok. Me pergunta quantos eu comi. Quantos você comeu? Um. Um cachorro quente, os comidos. Isso, um cachorro. Um cachorro. Assim, eu não achei ruim, tá? Mas é que não valia 64 reais. Então, porra.
Sim, ouvinte, não é exagero. Os números 64 que não foi jogado. Não foi, não foi. R$64,00 por um dogão com batatinha frita merda e um refilata. Ok, então assim, comida de festival, essas coisas. Isso é de evento, é isso. Isso é caro, é a vida. Mas fora isso, a gente comeu...
O Cinnamon Roll no evento no outro dia. Sim, muito bom. Comer também o croissant no evento no outro dia. Bom pra caralho. Fala em comida, Leão. Fala em comida. Almoçamos. Galinha almoçante. Olha, galinha almoçante. Almoçamos com o senhor Anderson of the Sponsorship. O brabo. O brabo. O senhor Tengu Maru também. Tengu Maru também, senhor Tengu. Então, Andy Tengu e dona Laura também com a gente lá.
Laura é uma fellow estudante de exatas faculdades, triste. Sofremos juntos lá, eu e ela com uma história de faculdade, que a gente ficava contando um pro outro, e enquanto o povo em volta que fez, como o Leão aí, jornalismo, e o Andy que fez direito, ficavam olhando torto, né? E o Andy nos recomendou lá uma... Pô, um rolê muito bom. Rápido, né? O Andy, a gente falou pra ele, ô Andy.
Só existe Guia Michelin ainda, porque o senhor não fez um livro. Falei, eu falei pra ele. Pô, e é a verdade, porque o Andy sabe onde comer em São Paulo. Ouvinte que não conhece São Paulo, vai pra São Paulo, marque o Andy no Instagram, no Blue Sky, sei lá. Onde eu como tal tipo de coisa? Ele vai saber onde é foda. Parmegiana do bão. Do bão, bão demais. E lá, Leon, o senhor Anderson fez a minha pré-venda...
De Bubz e 4D. Cara, esse foi... Esse foi certamente um dos momentos momentaços, assim. Eu abri pra ele minha conta no Switch e falei pra ele, irmão, compre aqui, ó. Cara... Eu tô pagando a minha conta, eu paguei isso aqui, eu queria que ele clicasse no botão fazer pré-venda. É que você deu ali a honra dele fazer pré-venda. Exatamente, exatamente. É muito bom, inclusive, parênteses, tá aqui, o Bubz e 4D. Eu ouvi que você não conhece Bubz, é uma franquia péssima de jogos aí, de videogames aí, véia, né?
Porque agora vai sair o novo. É porque o último foi o 3D, né? O 3D que foi horroroso, assim, o pior de todos. Isso, pois é. Agora, qual que é o próximo? 4D, que nem MP4, MP5, MP6 na canapia, MP9, MP2, MP1, MP2, enfim. Aí, o slogan é assim. Bubs está de volta.
né? Bubz is back. What could grow wrong? Interrogação. O que poderia dar errado, não é verdade? Isso. Então é isso aí. Mas, aparentemente, vai dar bom. Então o Sr. Andy fez a minha pré-venda de Bubz 4D, que lança este mês ainda em maio, muito em breve. Dia 20 e bolinha de maio, 21, 22, sei lá. Nesse mês aí. Jogo baratinho, tá por tudo aí pra comprar. Peguei no Switch e estou com um hype moderado a alto.
Porque a curiosidade mórbida é uma coisa que eu tenho bastante, né? Tem. Então eu vou jogar isso aí. Nós almoçamos lá, conversamos bastante com o Tengui e com o Anji. Sim. Papo de faculdade, histórias absurdas. Histórias absurdíssimas, sim. E cara, que legal que é poder ver amiguinhos.
Em São Paulo, a gente mora longe do Brasil, porque... É, porque parece que o Brasil é só São Paulo nessa desgraça, né? O Brasil, se ele diz São Paulo nessa desgraça, mora lá, então a gente tem que ir pra lá, tem que ver pessoas. Então vimos lá. Nos escapou, não vimos na viagem. Que desgraça. O seu Zé Renacho? Renacho, mas é porque ele estava tremendamente ocupado. Renacho é uma pessoa muito ocupada. Estava desculpado, seu Renacho. Não conseguimos vê-lo. Sim. Não rolou. Não rolou, infelizman.
Mas vimos lá o Tengu, vimos o Andy, vimos o pessoal do V-Monsters, vimos o pessoal da Manalith também. Vimos o Fabão no evento um dia. Fabão, encontramos o Fabão no evento, com certeza. Ele ia almoçar com nós, mas aí pegou a Gripscom? Ele pegou a Gripscom, justamente. Justamente. Ele pegou, infelizmente. Foi infectado com a gripe masculina, que nós sabemos que é a mais fatal de todos. Uma doença gravíssima.
Exato, exatamente. É isso. Exatamente. Mas eu acho, Samuca, que essa viagem para São Paulo vai me marcar como a melhor partida de Mario Party da história deste jogo. Jogamos bastante... Eu levei os 22 na mala. Isso, isso, isso. Com o dock e tudo, foda-se.
Sim, sim. E jogamos lá bastante Switch. Terminamos o... o Marvel, como é que chama? Cosmic Motherfuckers? Cosmic Invasion. Cosmic Invasion. Isso. Bem legal, gostamos bastante. Terminamos o ano inteiro lá, jogamos o ano inteiro. Joguinho curto, mas, né, cop, bem gostosinho. Uhum, uhum. Jogamos até um pouquinho de jogo de corrida lá, do Fast Fusion. Mas jogamos pra caramba, Mario Party de Jamboree. Jamboree. E, irmão...
De todas as partidas de quem chegou lá. Uma em específico... Nossa, que partida imbecil. Ela entrou para a história... Que jogo divertido, cara. Teve de tudo. Teve de tudo, Samuca. Isso. Teve de tudo. Teve traição.
Teve alianças pra derrubar um computador apelão. Teve. Teve o computador apelão passando a rasteira em todo mundo. Jogamos o Leon e eu. Também jogamos o Leon, eu e o Tir. Inclusive lá no momento da viagem. Dessa partida eu fui o vencedor. Não foi porque o jogo resolveu falar assim, ó. Chega.
Chega, acabou. E eu tava com mais estrelas, então eu venci. Alguma coisa houve, mas na tua vez que o jogo desistiu. Então assim... Ah, então fui eu. Entendi. A tua foi sua, por consequência. Uma pena não estarmos transmitindo isso para gravar, para a posteridade, porque foi muito boa, cara. Foi muito boa a partida. Foi. No final das contas, Ramuco, eu acho que o saldo da viagem foi positivo. O evento deixou a desejar demais para mim.
É, demais eu não diria, mas tipo, eu esperava mais do evento e ele foi uma nota, sei lá, 6,5 pra mim. É. Repetindo que eu tenho noção de que ele é muito melhor pra quem quer fazer B2B. Tá indo cada vez mais pra essa direção também, né? Tá indo, tá indo. Mas a viagem foi muito boa, cara, pô. Sim. Lamen Pica a gente comeu. Cara, o melhor lamen da história. Que coisa gostosa. Um lamen muito bom que a gente comeu lá. De novo, quem que falou pra gente comer lá, né?
O Guia 4 Rodas em Pessoa, Anderson, do patrocínio. O brabo. Anderson Michelin, é isso aí. Isso aí. Então, pô, muito bom. Teve uma tentativa de golpe e um contra-golpe que eu dei no vendedor.
Da onde eu vi, o senhor comprou perfumes baratos por dinheiro que não valia a pena. Não, não foi, não foi. Da minha tela, da minha tela, o senhor... Teve uma tentativa de golpe. Não é que tomou um golpe, mas, tipo, comprou coisa inútil por dinheiro muito grande. Não sei. Mas aí, olha só. Conte o celular dessa, por favor, conte aí, conte aí. A história foi... Deixa eu contar a minha história para o ouvinte aqui, meu lado. Porque o mal é muito rápido de contar, é bem resumido.
Sim. E estávamos na Liberdade, o Leão e eu, andando na rua. Aí um cara abordou o Leão. Um cara com perfumes na mão. Sim. O cara falou assim, pô, perfume aqui, senhor, prova aqui, vê se é bom aqui, sei lá o quê. E eu ignorei e fui reto. Quando eu vi, está o Leão pagando o cara, fazendo um pix pro cara. Uhum. E com uma sacolinha com três perfumes.
É isso que eu sei da história. Conte aí agora o seu lado. Tá, vou contar aqui. Obviamente, perfumes falsos, né? O maluco tava vendendo num pedaço de madeira em cima, debaixo de um caixote, na verdade. Isso, aham. E aí o cara tentou me enrolar, né? Assim, pô, Samuca, eu não sou carioca, mas eu tenho uma veia carioca, né? E tentar enrolar carioca, boa sorte.
Ele foi, não, tô aqui, papapá, olha esse perfume, experimenta, que não sei o que. Vou te dar esse de presente, então. Vou te dar esse aqui, vou te dar esse aqui, vou te dar esse aqui. E aí, no fim, quando eu tava metendo o pé, e isso rolou mesmo, o Rapa tava passando, Samuca. Sim, aham. Mete o pé que os homens tão chegando.
E o cara falou assim, pô, leva os três aí e deixa só a contribuição de um deles. Eu falei assim, pô, amigo, você tá... Peraí. Assim, calma lá, né? Você acha que eu sou... Pô, 120 reais num perfume falso vai tomar no meio de São Cô, né, colega? Então aí. Aí, Samuel Real, eu fui abrir a minha conta do banco, que não é mais a minha conta do banco, mas 50 reais lá. Eu falei, é o que eu consigo pagar.
Entendi. E aí ele falou, beleza, faz aí. Fiz o Pix pra ele de 50 reais que tinha na minha conta não titular, mas... E é isso. Levei três perfumes falsos por 50 reais. É isso. Já dei um de presente, inclusive. Isso que eu ia falar. São presentes bons pra dar pra alguém aí. Só, já foi dado o presente. Um aqui da Bako Ramani.
Sei lá. É um... Um da Chamel. É... É... É... É... É... É um 212. Um que parece a Zara Arasa, sei lá como é que fala. Caralho. É, uma coisa assim... Não é Zara, é tipo Zorro o perfume. É... Não, e assim, são... Pô, você vê que são imitações dos perfumes de fato.
sabe? Só que como um perfume falso, o cheiro dura exatamente 5 minutos Chamel número 2 é cheiro de cocô acaba muito rápido mas enfim, foi uma tentativa muito bacana da parte da pessoa tentar me dar um embolo ele não tava preparado pra que eu embolasse ele de volta ele não tava pronto pra isso o Vitor pagou pra ele um dinheiro lá, então assim, não sei
50, 50 conto. Ele tava me pedindo 120, porra. O que importa é que você vai dar presentes pra alguém. 50 conto ali, eu acho que eu peguei o preço de custo pra ele, tá? Não sei, não sei dizer. Paguei o preço de custo pra ele. Não sou um grande perfumista. Assim, a única coisa que eu posso falar, pô, ah, o maluco passou a perna, tentou, que você quer, é, mas assim, é...
Pelo menos eu fiz uma ajuda pro maluco, né? Entendi. Ele não tá vendendo droga, ele tá vendendo... Ah, é uma droga. É uma porcaria de perfume. É uma porcaria de perfume, mas enfim. Entendi, é bom. Fiz a minha boação... Faz sentido. O que importa, Samuca, não é a minha boação, mas sim o que fazem com ela. Eu já fiz a minha boação. Que bonito. O resto é problema deles lá. Entendi. Show. Show. Golpe contra golpe, galinha viajante.
Somos nós. É isso. Ele paga um lá, meu, com esse dinheiro aí que tu pagou pra ele.
Então se o cara for no larminho com isso, tá tudo certo. Pra mim, eu tô feliz. E eu sei que a realidade em São Paulo é um tanto quanto filha da puta, em termos de preços, né? Bastante. The best. Muito, muito. Mas aí é isso aí. Passeamos pela liberdade, comemos comida boa, fomos em lugares, conversamos com pessoas.
No final... No colo, pô, travesseiro molenga de merda, cama mole. Que desgraça. Sim, sim. Teve eu apagando nada também. Cara, ouvinte, ouvinte. Muito engraçado, tá? Leão e eu de boas ali no quarto, né? Eu falo pra ele assim, pô, bora jogar um Mario Party? Aí ele falou, bora, vamos, né? Eu falei, show, vou lá mijar então rapidinho, volto aqui e joga. Eu fui, fiz xixi e voltei. Teve lá o Leão.
apagado.com porra, com tipo tablet na mão eu falei, beleza dormir daquele jeito show, é isso daquele jeito, gente, tá? dormir, porra, uma pedra
Feliz da vida. É isso daí. Acho que é isso, né? Acabou. É isso. Acabou. Acabou. Muito obrigado você que acompanhou esse episódio até o final. Lembrando que você pode mandar suas críticas, comentários, sugestões para a cast. ArrobaGalinhaViajante.com.br, Samuquinha. Ou no ArrobaGalinhaViajante em todas, Leão. As duas redes que temos aí. Blue Sky e Instagram. A gente se vê na próxima Kitafire. Valeu, falou! Valeu, beijo!
Esse podcast é realizado graças ao apoio dos escudeiros da Galinha Viajante no Catar. Zagner Schiffler. Thiago Esgalha. Matheus Menucci. Carlos Copperschmidt. Camila Candomil. Eduardo de Castro. Marcela Versiani. Fábio Queiroz. Renan Ramos.
Cicília Schiffler Felipe Fernandes Cláudia Schiffler Alexandro Schneider Daniel Barbosa Evandro Pop Jr. Lucas Nicolas Jair Serqueira Guilherme Garcia Adriel Pizete André Gomes André Montebeller Paulo Nagarara Lucas Toso Bruno Teixeira José Antônio Paquito Schneider de Souza Eduardo Pontes Vinícius Bento Leandro Rodrigues
Lucas Nicolau Lúdman Alves Vitor Estevan Ivan Machado Gabriel Menino Heitor Kamesk Alexander Arbieto Carlos Gilberto Thiago Bezerra Ricardo Trindade Jefferson da Silva Fausto Guimarães Gustavo Gomes
Bruno Quaraci. Douglas Brito. Lucas Lanza. João Gabriel Reine. Giovanni Riquelme. Marcel Chicano. Júnior Oliveira. José Ribeiro. Léo Carvalho. Arthur Taitson. Emílio Oliveira. Ícaro Bezerra. Jorge Mufareg. Renato Escapim. Vitor Hamdam. Patrick Buchmann. Daniel Campos. Rafael Silva.
Jean Eduardo, Anderson Souza, Léo Calai, João Vitor Galvão, Juan Paixão, Irene Marino, Maria Eduarda Barroso, Pedro Costa Lima, João Vitor Leal, José Isaac Martins, Bruno Saito, Marcelo Omori, Eric Fagundes, Matheus Muniz, Alan Lima, Daniela Fialos, Lodinho Silva, Lucas Gomes.
Eduardo Lopes Guilherme Reimprest Gustavo Schneider Pedro Giunco Guidola Vinícius Gonçalves Felipe Augusto Carlos Aquino Vinícius Velanes Karan Carvalho Emerson Dantas Matheus Profício
Sandro Oynin. Eric Mendonça. Wally Velasco. Lucas Almeida. Luiz Leite. Wendel Cruz. Murilo Martins. Leandro Siviero. Carlos Guerra. Douglas Ritzer. Isaac Costa. Marion Sabino. Leonardo Di Biazi. Marcelo Bonato. Cauê Silva.
Guilherme Alves Vinícius Camargos Pablo San Martim Lucas Vasconcelos Hudson Melo Tiago Torquato Victor Marcelino João Gabriel Neves Matheus Toscano David Teixeira Jerry Vinícius Cleiton Oliveira Júlio César Morgante Paulo Mercante Vinícius Goulart Luiz Dornelles Matheus Lazzarotto
Sebastião Diniz, Guilherme Herrick, Lucas Mota, Wesley Santos, Renan Almeida, Francisco Carlos, João Miguel Silva, Rafael Quintana, William Santos, Fernando de Lima, Andrei Santos, Vinícius de Jesus, Newton Neto, Marcelo Guaxinim, Leonardo Lima, Galetote, L.P. Crowler, Amanda Evangelista.
Agatha Sofia Pedro The Rock Rocha Paulo José Rocha Matheus de Pinho David Marinho Pedro Raimundo Odirlei Fidelis Lúcio Charlotte Ivan Oliveira Gustavo Magalhães Rodrigo Lemos Luco Borgs Pedro Lucas Hernani Amaral E Vortex Indie Games Apoie você também em catarse.me Barra Galinha Viajante
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