Episódios de Entre Faixas

Entrelinhas #98: Michael

28 de abril de 202637min
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Não gravamos o álbum ainda, MAS temos um episódio sobre o novo filme de Michael Jackson, com uma participação surpresa quase no final do episódio. Who's bad?

Participantes neste episódio3
C

Caio

Host
H

Humberto

Co-host
G

Gustavo

ConvidadoProgramador
Assuntos5
  • Filme Michael JacksonJafar Jackson · Joseph Jackson
  • Recepção do filme
  • Crítica ao filme Bola Pra Cima
  • Expectativas do público
  • Aspectos musicais do filme
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Não está gravando.

Ele podia fazer o... Ele falava assim, porque eu sou o Michael Jackson. E é que era chato. Porra. Sabe o que ele podia fazer? Ele podia fazer o Scooby-Doo imitando o Michael Jackson, que aí seria bom. Ele imita bem o Scooby-Doo. O Scooby-Doo, sim. Esse é um clássico dele. Desde 2019, o talento máximo do Marques. Sacanagem. O cara... Resumir o cara imitar o Scooby-Doo.

Não, mas ele mandava bem mesmo. Era imitar o Michael Jackson falando o falsicho. Seria... Seria peculiar.

Vale, vale. Vai ser a apresentação do programa. Já que ele não consegue participar com nós. O cara tá muito ocupado, né? Desde que ele... Porra, tá. Desde que o cara começou a trabalhar em Wall Street e tá casado com... Ele começou a ajudar o Gutão na mudança pro Rio de Janeiro, aí se perdeu. É, começou nisso. Se mudou pra Nova York, começou a namorar o Livio Rodrigues. O cara tem que acompanhar ela em turnê, viajar pelo mundo. O cara não tem mais tempo pra gente, cara. Difícil.

A gente é Série B na vida dele. Adotou sete filhos também. Ele não sobe a tempo pra nós. Difícil. Mas bem-vindos, amigos. A gente ia gravar com o Gutão, mas... De novo, o cara odeia a gente. Simplesmente não apareceu. Normal. Não respondeu mais. Ele ia falar que estava assistindo o jogo do Vasco. Aí tudo bem. Daí a gente perdoa. Mas se não for isso, a gente não perdoa mais. E... É isso, estamos aqui. Meu nome é Caio.

E a gente vai fazer um entrelinhas Um pouco diferente, assim, não tanto falando só sobre notícias Acho que também não saiu muita coisa Mas a gente também Quer focar em alguns assuntos Tô aqui com o meu amigo Humberto, que vai se apresentar agora E aí, pessoal, eu sou o Humberto E hoje a gente tá realizando O sonho do nosso maior ouvinte Que é o Marcelão Que ele sempre pediu pra gente falar sobre filmes aqui Então hoje é teu dia, Marcelão Comemore Marcelão e...

É o verdadeiro participante, a verdadeira pessoa que queria participar disso aqui. É, mas é, ele sempre dá várias sugestões, ele é um dos primeiros a ouvir sempre, sempre tá muito ativo aí nas redes sociais. Inclusive, teve uma boa época, eu acho, né, que ele era uma das únicas pessoas que comentavam qualquer coisa que a gente postava. Até ele odeia a gente agora, entendeu? O quê? Até ele odeia a gente, ele existiu já. É, é verdade, ele deu uma diminuída ali nos comentários, mas não, mas ele tá sempre ativo. Não vou tirar isso dele, não.

Sei lá, gente boa pra caramba. Vamos começar por notícias? Fala do Michael! É, nós dois assistimos o filme do Michael Jackson. Eu tava de... Eu vi semana passada, no dia... Que dia que foi? 14. E eu vi dia 21. E até dia 21 ele tava sob embargo, então eu não podia nem comentar absolutamente nada sobre o filme. Inclusive até bem lembrado que eu vou abrir uma letterbox agora e vou atualizar minha nota. É, tem que postar no Instagram, tá? Não pode só atualizar sem compartilhar. É importante.

Cara, tem uma conhecida minha que ela... É... Cara, ela, em vez de criar um letterbox, não sei se ela tem de fato, mas ela vai lá e posta o pôster do filme, e daí ela vai lá e bota, tipo, quantas estrelas ela dá pro filme no Instagram, sem você, tipo, compartilhar o check-in do letterbox. Ela faz um letterbox manual, assim, cara, fica, caralho, velho, é um ano mais nove que eu, dois, assim, tipo, faz a coisa mais boomer de todos os tempos.

Cara, mas eu queria muito que tivesse um assim só pra disco, né? Tem o AOT lá, aquele site, que é o Album of the Year, só que ele não tem nada de compartilhamento, você consegue dar nota de 0 a 100, mas você não consegue compartilhar em Instagram, essas coisas. Mas, pô, eu queria muito que tivesse, que eu ia encher o saco postando um monte de coisa que ninguém liga lá, só pra...

Dá pra poder postar, pô, uma pena. Vamos fazer um aplicativo desse, cara? A gente tem... Bora. A gente tem IA aí hoje em dia, faz rapidinho. O mais legal de música, né? A gente pode botar, tipo, quantas estrelas, ou de 0 a 10, sei lá, mini-reviews.

E o cara é poder compartilhar, que é o mais importante, né? Pra gerar engajamento. Tipo assim, a gente poderia fazer... Caralho, vamos fazer essa porra aí. Mas sim, acho que música é uma coisa mais legal. Se eu fazer um comentário... Tem um amigo meu que faz manual. No menos ele escreve um pouquinho sobre o álbum. Seja uma frase, sabe? Não fica botando só estrelas. Com emoji. Sim.

Eu acho legal, acho legal. Se tivesse um sobre música pra gente poder compartilhar, poder dizer assim, ah, eu gostei de tal música desse álbum, enfim, poder escrever um pequeno textinho. Seria legal. Tudo bem que, né, 90% das pessoas que vão olhar o Stories não vão ler mais. Bem-vindo ao Instagram. Você tem alguma notícia pra nós? Não, vamos falar do filme. Vamos falar do Michael. Acho que notícia não teve por nenhuma. Não, tem uma notícia do filme.

Inclusive. Bom, ele... Deixa eu puxar aqui uma coisa. Um dos sobrinhos do Michael Jackson, que fez o filme, que é o... Acho que é Jafar o nome dele, né? Jafar Jackson. Muito bom, senhor. Se bem que é Jafar. Jafar, não é Jafar. Tá ligado? É Jafar. Igual o Aladino.

Tem que dar uma estendida no ar. Não foi ele, foi o... Esse é filho do Jermaine, né? Um outro cara que eu... O nome dele? Taj. Taj Jackson, que é o filho do Tito. Ele foi lá falar que... Foi no Twitter meio que xingar a mídia por tentar controlar a narrativa sobre quem foi o Michael Jackson e tudo mais. E deu uma xingada ali. Ele meio que fala que... É...

Me desculpe, mídia, vocês não vão controlar a narrativa de quem o Michael Jackson foi mais. O público vai assistir o filme e eles vão decidir por conta própria e vocês não conseguem lidar com isso. E eu não consigo, mal posso esperar para os críticos comerem merda, né? Ou, enfim, morder a língua, dar colinho nos dentes e ele falar assim, vou ser mesquinho nesse nível. Não sei se...

Não sei se é tão assim, sabe? Tipo, o filme... No Rotten Tomatoes, acho que ele estereou com 27%. Eu acho que agora ele subiu um pouco a nota. Tá com 36%, mas tá baixo ainda. Bem baixo. E... Bom, acho que eles seguraram o filme um pouco mais justamente por esse medo de... de como é que ele ia ser recebido, né? Normalmente eles fazem isso só quando é uma coisa muito, muito grande. Tipo, Vingadores da Vida, uma produção assim que, cara... A galera vai...

É muito grande, é, e daí tipo, cara, tem que segurar, não pode deixar o pessoal comentar, ou querem deixar pra... não querem deixar as opiniões de crítico atrapalhar possível pré-venda, de ingresso, coisinhas assim. E acho que... Ou então quando eles sabem que o filme vai ser meio divisivo e eles não têm certeza que vai fazer tanto sucesso assim. Aí, eu acho que entra o caso do Michael Jackson, eu acho que ele não é... não é um filme 100% que eles estavam seguros que ia dar boa, tá ligado?

Até agora ele ainda tá indo bem, mas... Só pelo nome já carrega muita gente, né? Isso é fato. Mas eu acho também que deve ter muita gente hoje que ainda assim se baseia ali na nota pra ver se vale a pena o investimento de ir no cinema ou não, né? Porque ainda mais pra nossa situação, né? O cinema tá caro pra caramba, então às vezes a gente precisa ser um pouco mais crítico do que a gente vai assistir pra ver se vale realmente a pena gastar uma grana, né? Sim.

Bom, não sei se está tão assim, sabe? Se os críticos ainda têm tanta influência. Isso como um crítico de cinema, eu falo isso tranquilamente. Não sei se a gente tem mais tanta influência sobre o que as pessoas vão consumir, sabe? Porque agora a regra normalmente é que os filmes saem na quinta em vários países do mundo e na sexta nos Estados Unidos.

Mas antigamente, acho que a crítica tinha acesso bem antes. Todo mundo tinha que ler jornal, tinha que ler revista, ou tinha que escutar rádio para ver os críticos falando nos filmes e ver qual nota que ele recebeu. Abrir o jornal para ver qual cinema da cidade está passando. Hoje em dia... É, então, lembro que era assim. Até nos anos 90, 2000, comecinha na internet, não tinha tanta informação. Todo povo aqui em Curitiba, lembro que eles botavam lá uma notinha de...

0 a 3, se não me engano. Posso estar errado. Hoje em dia, sei lá, você fala com o amigo teu, fala com você quem lá, abre o TikTok, abre o Twitter, abre o Letterboxd, abre o Filmou, abre o IMDB, vai no rádio, vai no YouTube, tem muito canal pra vocês, todas as pessoas falando, gente que manja, gente que não manja, e pronto, tá ligado? Então, cara, vai mais do público falar as coisas do que o crítico em si, mas...

Mesmo assim, acho que eles têm um pouco de medo ainda do poder da mídia, digamos assim. Mas isso é um... No caso do Michael Jackson, seguraram uma semana o filme. As opiniões do filme não podiam... Teoricamente, não podia falar pra ninguém sobre as coisas, tá ligado? Publicamente, nada. Não podia nem dar nota, por exemplo.

Mas eu acho que essa questão da rede social, de você ter essa avalanche de informação, hoje em dia, às vezes me desanima um pouco, sabe? Porque, às vezes, por exemplo, eu gosto, tem séries que a gente acompanha que o lançamento é semanal, né? Então, às vezes, tem uma série que você gosta, vou usar o exemplo do The Boys, que tá saindo agora na Amazon, né? É a última temporada, então, cada episódio final tá acontecendo alguma coisa teoricamente relevante lá pra trama.

E, cara, assim, o episódio sai, sei lá, meia-noite, velho, tu entra no Twitter no outro dia de manhã, já tem uma avalanche de gente falando sobre aquilo, aquela coisa, sabe, tipo, aquela coisa imediatista, né? Você precisa assistir isso rápido, porque senão você vai perder a trend do momento, o tópico do momento, o que as pessoas estão falando. Então, às vezes, eu acho que...

perde um pouco do... da graça da coisa, assim, sabe? De você ter um tempo de realmente você ir lá assistir a coisa e poder falar sobre aquilo antes de ter essa avalanche de informação antes de você consumir, sabe? Então, tipo, essa questão do Michael Jackson aí acho que funcionou relativamente bem.

Porque eu fui assistir e ainda não tinha saído todos os reviews, né? O pessoal tinha saído algumas coisas falando, né? Eu também não fui muito atrás. Mas agora, pra quem vai assistir na estreia, no caso, na quinta-feira, na sexta-feira agora dessa semana, já vai ter... Isso já tá decorrendo há muito mais tempo, né? Então vai estar todo mundo já... Você entra na sala de cinema sabendo que o filme tá com uma nota, entre aspas, 37, né?

Aí se vai influenciar da sua opinião ou não, depende de cada pessoa, claro, né? Cada um vai...

Tem um texto ali, mas eu acho isso meio chato, sabe? Você vai pro negócio já com pré-julgamento do negócio, do filme. Você assistiu, foi estreia, né? Foi uma terça-feira, foi tipo pré-pré-pré estreia, né? É, foi uma terça-feira. Eu acho que eles só colocaram porque era feriado, não sei. Normalmente estreia quinta e às vezes eles botam, sei lá, quarta-feira, meia-noite pra você assistir. Ou um dia antes, mas terça-feira? Eu acho que foi só por causa do feriado mesmo, que foi feriado, né? Devem ter...

aproveitado pra colocar, sei lá. Mas aí, vamos ao filme. Ele é produzido pelos mesmos, pela mesma equipe praticamente, do filme The Queen e do filme Dalton John. O filme The Queen que ganhou Oscar, inclusive, né? É, ganhou Oscar, alguns Oscars, né? Ganharam Best Actor, Melhor Edição de Filme, Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som. São quatro. Foi o filme que mais ganhou na nossa cerimônia.

Muito bizarro. Que tem aquele vídeo famoso, inclusive, que o pessoal critica. A edição é horrorosa. A montagem da cena é horrorosa. Fizeram o vídeo falando que foi o Oscar menos merecido de todos os tempos. E mesmo assim, os caras tentaram corrigir isso. Enfim, não vem tanto ao caso como é sobre filme do Queen. Se a gente for contar todas as injustiças do mundo, a gente passa o resto no Antiguan. Mas é assim. Exatamente.

Enfim, o primeiro filme foi dirigido pelo Bryan Singer Mas ele foi Foi demitido Na metade do caminho ali, mais ou menos E depois entrou um tal de Dexter Fletcher, que esse cara acabou fazendo O filme do Elton John Enquanto que o filme do Michael Jackson foi dirigido Pelo Antoine Fuqua E é isso, de background que temos Eu sinto que Estão seguindo a mesma Sei lá, perseguindo a mesma Cash Call ali, né Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado

tentando fazer dinheiro da mesma coisa. Primeiro o filme do Queen, deu muito certo. Depois o filme do Elton John, também deu certo. Agora o filme do Michael Jackson, que eu acho que está lendo certo no cenamente. Mas não sei se criticamente está tão bem. Se bem que agora estou vendo que está meio polarizado entre crítica e audiência, por enquanto.

Mas assim, eu falando a minha opinião, né? Tipo, eu acho que vai ter uma polêmica em relação à expectativa versus o que é apresentado realmente no filme, né? Só que eu acho que pro grande público, e eu me incluo nesse grande público, né?

O filme vai funcionar muito bem, tá ligado? Porque, querendo ou não, ele é uma grande homenagem à vida do Michael Jackson. Obviamente não conta a vida inteira, mas conta um trecho ali da vida dele. E principalmente a música, né? Eu quero ver um filme do Michael Jackson, eu quero ver música. Então isso o filme, pra mim, pelo menos, entregou bastante. Eu fiquei feliz em relação a isso.

Tenho minhas críticas em relação à história, isso a gente vai aprofundar mais aqui durante o programa, mas eu acho que no saldo geral, eu acho que o grande público vai sair feliz do cinema, sabe? Eu, pelo menos, saí animado, eu vi a reação das pessoas também, não tinha ninguém falando...

Mal do filme, obviamente, que é aquela saída de cinema você vê ali as pessoas comentando uma coisa ou outra e tal. Tinha muita gente, tipo assim, com apetrechos, camisetas do Michael Jackson, casaco, chapéu, na sessão que eu fui, achei bem legal isso. Pessoal performático. Isso, pessoal performático. Então, assim, eu acho que pro grande público, vai ser um grande sucesso esse filme, tá? Bem sincero, apesar das notas baixas aí. Pois é, mas é... Sei lá. Aqui o consenso da crítica

eles falam que enquanto os movimentos suaves de Jafar Jackson trazem o rei do pop para a vida, esse biópico, essa biografia musical, parece mais um greatest hits, que poderia ter se beneficiado de liner notes, que seria aquelas... Putz, cara, não sei explicar isso em português exatamente. Mas aquilo que vem nos álbuns, vem recados ou vem textos escritos por pessoas, pela banda ou por alguém, que dão um pouco mais de informação ou...

do background dos bastidores ou da gravação, ou de quem está envolvido pra dar mais insight ao ícone. Eu acho ok, assim, justo, mas também a gente não pode pensar que 36% é 36 de 100, né? Só que 36% das críticas foram de 59 ou menos. Então, não quer dizer que a nota é 36 de 100. Sim, mas não passou de ano, né? Esse é o fato. Digamos, na média, não passou de ano.

Ficou com 59. Se fosse 60, ele poderia ter todas as notas 6 de 10, que ele ia ficar com 100% de Rotten Tomatoes. Tem vários aqui que estão dando 2,5, 2... Alguns dão 1, 7,5 de 10, 3 de 5, 3 de 4...

O cara da 1 acho loucura, velho. Porque, assim, beleza, você pode criticar o roteiro, né? Algumas coisas ali do filme, mas a atuação do sobrinho... A gente não falou isso ainda, né? Que é o Jafar Jackson. Como é que é? Jafar? Jafar. Eu não vou falar Jafar, mas faz do que, tipo, Jafar. Jafar. Jafar.

Que ele é o sobrinho do Michael Jackson, cara. Eu achei a atuação dele excelente, assim. Tanto acho que ele canta, dança, faz tudo no filme, né? Então ele, pô, só por esse ponto já deveria ganhar uma nota ali que está isso da medicuridade, né? Medicuridade não, né? Da nota baixa, né? Então acho que só por isso já tem muita entrega no filme, sabe? Cara, eu...

Assim, dos três que saíram, talvez tenha sido mais... Mais honesto. Mas honesto é sacanagem, porque, porra... A vida do cara é muito polêmica, cheia de coisas pra gente saber todos os fatos, né? Não é como... Sim. E é um cara que foi rodeado de controvérsia, né? Então a gente nunca vai saber o que aconteceu de fato. Mas eu sinto honesto, sim, pelo menos ele se propõe a certas coisas. Não vou dizer que talvez seja o retrato mais completo sobre a vida do cara.

imagino que tem comentários talvez que abordam mais isso, livros, não sei mas eu acho que pra proposta dele, assim, é de boa sabe, não, acho que ele nem tenta ser tão profundo em todas as coisas, mas em algumas ele consegue, eu acho que pra mim é o suficiente eu acho melhor do que o do Queen por exemplo, que é um filme que eu que conheço a história um pouco melhor pra mim fica evidente que eles estão manipulando vários fatos pra deixar as coisas mais dramáticas inventando coisa pra realmente deixar mais dramático ou focar demais no Freddie Mercury, menos na banda eu acho que

Ou então, tipo, vamos falar Ah, o Fred Mercury quis fazer Álbum solo, olha só como ele é um egoísta Não, todo mundo naquela época Exceto o baixista, tava gravando o álbum solo No mesmo ano Então, tipo, tem essas pequenas coisinhas Assim, que dão uma Uma broxada No caso do Queen No caso do Michael Jackson, pode ser porque eu não entendo muito sobre A história No geral, exceto a música dele Mas its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its its

Eu senti que foi ok, sabe? E a minha opinião, no geral, é um filme competente, ponto. Não é um filmaço absoluto, mas também não é um filme...

Cara, mas assim, eu acho que uma das grandes críticas que eu tenho ao filme, assim, em relação... Eu acho que ele não se aprofunda muito nessas questões, né? Então, assim, ele conta as coisas, mas de uma maneira muito superficial. Então ele vai contando e, sabe assim, é quase como se fosse uma apresentação do PowerPoint que você fala 10 segundos por slide. Você fala, ah, aconteceu isso aqui. Aconteceu isso aqui. Aconteceu isso aqui. Então, ok, né? É a forma com que eles quiseram retratar.

Mas também tem a questão do antagonista, que seria o pai dele. Como é o nome dele mesmo? Joseph, né? Joseph Jackson.

que eu achei a forma com que foi retratado, eu até vi isso numa crítica, que o cara chamou até de cartunesco, o vilão cartunesco, sabe? Então, assim, aquele cara que ele aparece, ele é todo mal, todas as cenas incômodas do filme estão relacionadas a ele, e obviamente isso foi uma grande intenção do filme.

Só que eu acho que eles poderiam ter aprofundado um pouco mais esse relacionamento, principalmente mais voltado ao Michael. Então é como eu falei, o filme começa lá contando a história dele pequeno e tal, só que me parece muito isso, sabe? Ah, vou contar um pouquinho disso aqui, um pouquinho disso aqui, um pouquinho disso aqui e não vou me aprofundar em nada.

Isso talvez seja a grande crítica que eu tenho em relação ao filme. Eu acho que talvez se fosse um filme por época da vida dele, já que é uma vida tão polêmica e com tanto talento, né? Ele começou um cara que começou muito novo, né? Já cantava desde muito pequeno. Talvez fizesse uma trilogia de Jackson lá pra contar a história. Se funcionasse melhor, ou uma série na HBO, alguma coisa assim, né?

Porque realmente, você trabalhar com tanta coisa pra contar em duas horas de filme fica meio maluquice, né? Então... Você vê que no final ele fala que vai continuar, né? Eu fiquei curioso com isso. Pra onde que vai? Eu dou isso. Será que ele vai abordar, tipo... Pô, a carreira do Michael Jackson, o ápice dela é o Thriller. Continua ali em alta, muito em alta no Bad. Mas ele demora o quê? Uns bons 4, 5 anos aí pra soltar o próximo álbum. E depois vai caindo cada vez mais até o último, que é o mais...

entre aspas, irrelevante, assim, fez menos impacto, né? É, e tem a questão também das polêmicas da vida pessoal dele, né? Exato, é, a gente também tem nessa época, acontecem as polêmicas da vida pessoal, eu fico me perguntando o que eles vão fazer, vão ter que mudar a estrutura completa do filme, vai ter que ser menos show, turnê, família, infância, origens das coisas, e mais, tipo, cara, bastidores, menos música, menos composição.

Mas enfim Eu acho que aqui Nesse filme, pelo menos, eu fiquei com a sensação Que eles retratam o Michael Jackson muito Como aquela figura intocável do artista Sabe quando você tem Aquela ilusão de que seu ídolo É a pessoa mais perfeita do mundo?

Tipo assim, ah, eu sou muito fã desse cara, então, cara, tudo que ele faz é muito bom, ele é um cara muito talentoso, eu acho que eles pintaram a figura do Michael Jackson nesse filme como sendo esse cara, sabe? Como o cara irretocável, como o cara extremamente talentoso, cuidadoso, o cara que não comete erros.

Isso talvez pra mim tenha sido uma das coisas também que torna a coisa um pouco vaga, sabe? Um pouco sem profundidade. Eu acho que talvez se eles tivessem colocado um pouco mais das nuances da personalidade deles, eles até tentam, né? Obviamente, tem alguns momentos onde isso é um pouco mais explorado. Mas é sempre muito quase num lugar sagrado, sabe? Tipo assim, o Michael Jackson, ele é muito, muito, muito foda.

Demandei o Marro. Ele é muito, muito, muito foda, não comete nenhum erro, todo mundo tem que gostar dele, ele é o artista perfeito, sabe? E talvez esse lado humano dele ali é onde mostrasse mais a fragilidade, as falhas dele, as questões mais de caráter também pudesse ter sido explorado e mostrado esse outro lado. Só que, obviamente, acho que não fez atenção. É. Eu sinto, assim, que o pai dele, talvez, a pessoa fala...

rebateu um pouco o argumento de que o cara é o vilãozão e tal, cara, tem gente que é consistentemente escroto, ou tem gente que realmente, cara, às vezes tua vida tem uma fonte de incômodo, de tristeza, de estresse, ponto, tá ligado? Pô, teu relacionamento tá de boas, teu trabalho tá tranquilo, você tá ganhando bem, tá com a sua mental de boas, mas tem, sei lá, cara...

Saúde, tá ligado? Ah, você tem um problema de saúde. Às vezes é a tua saúde que te pega. Ou a saúde tá de boas. Não, mas às vezes tem um relacionamento filho da puta que é uma pessoa que te tira do sério. Ou então, se você não tá de boas, tem um chefe, um trabalho, um salário baixo, alguma coisa que é uma fonte de descontentamento. E no caso do Michael Jackson...

fica bem claro pelo filme que era o pai dele. Não é dizer que ele não tinha outros estresses de vida, eles abordam algumas coisinhas que falam que ah, pô, ele nunca teve chance de ser uma criança. Eles mostram ele como um adulto infantilizado pra caralho. Ele era um man-child, um man-baby, assim. E ele fala que ele só queria ser uma criança normal, só que ele ia pro colégio e as pessoas tratavam ele diferente, porque ele era já o Michael Jackson, já era do Jackson 5.

Então, eu abordo algumas coisinhas. Isso também, né? Visual que ele tenta mudar.

E talvez o pai dele fosse um cara consistentemente merda, sabe? Talvez o pai dele fosse um escuto mesmo. Com certeza, com certeza. Tipo, o tempo todo, sabe? E daí, no tratamento com o Michael Jackson, talvez fosse esse. Claro, se a gente fosse explorar o resto das nuances da vida do cara, teria que fazer um filme sobre ele. Também não sei quanto que cabe ser tão tridimensional na abordagem, sabe? Às vezes. Sim, sim. Muito mais fácil.

Mas a abordagem que eles tiveram em relação à música, eu gostei bastante, cara. Não sei você, mas ali, obviamente, né? Quando eles mostravam aqueles shows em arena que ficavam com o público de tela verde lá, de CG. Tudo bem, né? Faz parte. Mas as performances, as músicas que foram escolhidas, né? Eu achei bem legal. Gostei bastante de tudo, assim. Aquele filme que você fica vendo que tá todo mundo dançandinho na cadeira do cinema, tá ligado? Não tem como você ficar parado.

Mas isso é uma coisa que eu não posso criticar nenhum dos três filmes. Eu acho que os três mandaram muito bem na escolha de músicas. Talvez o Michael Jackson um pouco mais. Porque eu gostei muito da estética dos anos 90, de todas as coisas. Final dos anos 80 com os anos 90. Aquelas luzes RGB. Ou era laranja, ou era azul, ou era vermelho. Era isso aí, tá ligado? A tecnologia que a gente tem hoje, até pra mostrar, não tinha LED.

Lampras RGB Elas eram tipo... Tinham várias cores e era ilimitado aquilo Então ia ficar bem legal Bom, foi uma forma como eles recriaram tudo isso E trouxeram a tona E sim, acho que como espetáculo musical também Acho que talvez seja o melhor dos três Porque ele é um pouco mais honesto com a cronologia Não faz que nem o Queen também Que dá uma... O bom do central é o Live Aid Caralho, o Live Aid é o retorno do Fred Macri Não é bem verdade isso aí

E o Duelton John meio que caga pra isso Ele só faz uma coisa meio Meio jukebox musical Eles botam músicas Sei lá, Sarah Reni is a Right for Fighting Quando ele tá aparecendo no filme Com 12 anos Não sei Mas eu gostei Em termos de espetáculo e música é foda E a interpretação E caracterização do autor principal é muito boa Muito boa também

Muito boa, muito boa. Assim, é excelente, cara. Eu acho que é um filme que eu recomendo, você que é fã de música, fã do Michael Jackson, ou simplesmente quer assistir por curiosidade, acho que vale a pena sim investir uma grana em ir no cinema assistir esse filme. Acho que faz diferença também. Obviamente, né? Se for num local que tem uma qualidade de som bom, etc. Mas acho que hoje em dia é muito difícil não ser, né?

Então acho que é um bom entretenimento. Eu tô curioso pra saber como que vai ser essa segunda parte do filme, né? Porque deixa claro ali, é quase um Vingadores, Michael Jackson e Irávô retornará, tá ligado? É quase um final de Vingadores ali no final do filme. Deixa claro que vai ter uma sequência. E é óbvio, né? Que a gente sabe que a história dele não acabaria ali.

E eu fico curioso pra saber se vai ter mais um filme pra falar da carreira musical dele, como foi esse, focando mais em música, ou se vai ser um que vai focar mais nas polêmicas, se eles vão fazer três filmes, dois filmes, enfim. Acho que isso não tá decidido ainda, muito provavelmente o estúdio tá esperando ver a questão financeira desse filme aí pra decidir o que vai ser os próximos, né? Sim.

E o que você achou do... É que eu lembrei agora, desculpa. O que você achou do E-Plex lá? Como é o nome dele? Filipe? Michael? Caralho!

Felipe Lima Jackson. O louco entrou com... Uma hora depois que a gente está falando aqui já. Michael, é você? Você quer deixar... Você quer deixar uma mensagem para os nossos ouvintes? É o Bolsonaro. O Felipe Lima está invadindo aqui. Ai, ai. Vou te mamar, Michael. Vou te mamar, Bolsonaro. Vou te mamar. Para de me mamar, Felipe Lima Jackson. Vai pra lá.

Boa noite pessoal, eu sou o Gustavo, imitador, tradutor, nesse exato momento, acabei de sair do banho, me atrasei porque eu dormi, eu estou pelado, todo molhado, não estou seco, já sequei, mas estou pelado, vem no jogo do Santos.

Ah, tu é Santista? Não, então eu gosto de acompanhar futebol Às vezes, mas eu sou Vascaíno Qual que é o tema de hoje? A gente chegou no final O Caio tava fazendo a conclusão dele aqui Pode falar, Caio A gente tava falando do filme do Michael Jackson Principalmente Que a gente assistiu semana passada E terça-feira agora Semana passada? É, que eu vi pela sessão de crítica de cinema

Respeita o Caio, porra. O cara é influente em Curitiba. Pô, não sou influente nem dentro da minha casa, cara. Eu tenho que ir em geral em Curitiba. Tu viu que esses dias ele saiu com um shortinho menor do que o do Caio Vasco. Vai tomar no cu, Caio Vasco. Eu sou mais Caio CWV. Vamos criar rivalidade entre Caio. Pra deixar claro aqui, a mensagem do Gutão foi o seguinte. Foi muito boa.

Ele vai buscar uma mensagem Eu vou buscar mensagem Ao vivo Não vai parafrasear nada Tudo caps lock Vai tomar no cu Caio Vasco Eu sou fã de Caio CWB com shortinha Exatamente isso

Agora que ficou descaralhado, o filme era isso que a gente tinha pra falar. É, acho que é isso, cara. Não sei se estou muito empolgado pra ver o segundo. Eu gostei do primeiro. O primeiro não é esse, né? Será que acontece no final? Fiquei satisfeito, mas eu sinto que a pior parte do filme talvez foram os diálogos. Eu sinto que as falas do Maico foram muito...

Muito plásticas, assim, sabe? Acho que foi isso que mais me incomodou de longe. Isso, eu também achei. E o cara do Ipleyash lá, como é que é o nome dele, cara? Se tu ia falar, o botão entrou. É Miles? Miles ou alguma coisa? Miles Teller. Eu levei um susto quando eu vi ele lá, porque ele tá bem diferente, né? É, então eu também não reconheci, assim. A hora que você falou, demorou um segundo, assim, pra lembrar quem que ele faz no filme.

Ele é o agente do Michael Jackson, né? É o advogado, na verdade. O empresário. Empresário barra advogado, sei lá.

Não, mentira. Advogado de entretenimento. Que faz o John Branca. Até hoje, hein? Até hoje ele é um dos co-executores do spoiler do Michael Jackson e chairman, membro do conselho do Michael Jackson Company. Olha aí. Tem que respeitar o John Branca, pô. Esse bicho aí tira um dinheiro do negão, tá? Do negão Jackson, tá? Esse bicho é pilantra.

Ele deve tirar limpo ali por mês uns 5 mil. Fora... Limpo. Com VR? Eu acho. Se tiver VR... Ah, não, pô. VR é uns 2,5, pô. 2,5? Caralho. No máximo, pô. Série T. Escala 6x1. O bicho tava com a plaquinha de... Escala 6x1 pra acabar a escala 6x1 na Paulista. Antes de ontem. É mesmo? Junto com o Bill lá?

O Bill é 5x2, o Bill é vagabundo O Bill é vagabundo, né? O Bill é vagabundo O Bill é 5 dias descansando e 2 trabalhando O bicho é vagabundo O Bill é quase policial de Brasília Tu sabe que Felipe Lima Jackson faz o show pelo Brasil Durante os horários de pausa dele, né?

É mesmo? Bicho. O bicho vai voando, pô. Ele solta as asas de Diabo Lima, vai voando. É show. E vai fazendo. É bom demais. Mas é isso, amigos. Não assistiu o filme. Irei assistir. Vai assistir mesmo? Vou no sábado. Tá bom. Tá bom? Comunicado. Devido à demora para o episódio ser editado, o Gutão teve tempo de assistir ao filme e trazer suas impressões que vem a seguir. Pô, moleque. O filme foi bom pra caralho.

Vou assistir de novo, legendado. Porque eu quero ver como foi a atuação do Jafar. Foi impecável. Tanto cantando como dançando. Cara monstruoso. Mas faltou, sei lá, mostrar o Michael conhecendo o Paul McCartney.

que escreveram as músicas fudidas junto, e gravando alguns clipes, e algumas coisas. Mas o filme é muito bom. Tipo, pra quem não conhece quase nada, minha mãe foi assistir comigo, ela não conhecia quase nada. E aí, ela falou, porra, não sabia que a infância dele tinha sido tão triste, assim, tal, tal, tal. Que mostrou que o bicho tomou uma costa de cinta do pai, os caralho a quatro.

Mostrou que o pai dele sempre foi cuzão. E é isso. Mas o filme é bom pra caralho. E vou assistir de novo o Legendado. E aguarda a parte 2. Espero que na parte 2 o Michael apareça e fale. Galera, eu estive vivo por todo esse tempo. E eu vou fazer uma turnê. Começando no Brasil. Tocando. No Rio de Janeiro em São Januário. Estádio Vasco da Gama.

Em São Paulo, na Vila Belmiro, nós estudamos o Santos com o Bulk Flury. Por isso, o Guttão está vindo forte em 2026 para ver a CLT aqui do Entre Faixas. Estou, estou. Me empenhei, estudei. Já gravou mais do que todos os outros membros juntos. Saudade, Marco. Saudade do Marco. Inclusive, eu ia perguntar, foi o Marco que gravou a trilha sonora do Entre Faixas?

Não essa. Qual? Qual que eu tô falando? Aquela faz. Sim, foi ele. Muito foda. É bom, pô. Bicho, é bom. Inclusive... Vamos no Instagram que o Marco postou uma música dele lá, tá bom?

Boa, boa música. Faz um review aí. É boa, boa música, boa letra. O Marco toca muito bem violão. Boa letra. O Marco está literalmente cantando. Boa letra, música instrumental. Não, mas aí, isso aí, conversa com o instrumental. É um violão de nylon, é aquele violão mais MPB. Conversa, pô.

Entendeu? Eu sei, pô. E é isso, galera. A gente vai encerrar? Então é isso mesmo? Sim ou não? Não sei, não. Não, sim, já tem uma hora de programa aqui, tá bom, já. Só fiquei confuso. O Guttão entrou pra acabar o episódio. O Guttão, ele estabilizou, cara. Ele entrou, assumiu o papel de apresentador e simplesmente falou, acabou o episódio, falou...

Então, um abraço, amigos. Até semana que vem. A gente vai tentar... Eu sei que a gente está falando que a gente vai gravar álbum, mas a gente vai mesmo. Vai ser. Essa semana aí. Final de semana, Humberto. Não vai passar final de semana.

Um abraço a todos, um abraço aí pessoal do grupo. Marcelão, esse episódio foi especialmente pra você. Quem mais? A Beatriz, eu ia mandar um abraço pra Beatriz, mas a gente tem uma questão muito forte pra falar com a Bia, né? Porque pra quem não sabe, a Bia é da família Guzo, que é muito conhecida no Rio Grande do Sul.

Pelas vinícolas, né? Vinícolas Gusu. Pra quem não sabe, é só pesquisar aí. E ela nunca mandou uma garrafa de vinho pra ninguém lá do grupo, cara. Eu acho que isso é uma falta de consideração muito grande. Mas... O Vercê soma um garrafão de suco de uva também. Também? Tá ótimo, né? Fica feliz pra caralho.

Vale lembrar que hoje vazou uma foto de Diabo Jackson Lima com a garraça de guzo na mão. Ou seja, ele ganhou. Tem gente que ganha, né? Tem gente que ganha. Mas é isso aí. Tem que mandar um abraço pra Angela, pro Baby. Quem mais que escuta isso aqui que a gente manda um abraço? Juju? Juju sempre escuta, não é verdade? Juju escuta. Quem mais? Quem mais? Não quero esquecer de ninguém. Abraço pra todo mundo que tá ouvindo.

Um beijo no coração. Deus abençoe. Gustavo, fala uma frase motivacional aí pro pessoal que tá escutando esse podcast agora. Uma frase motivacional? Algo pra tocar no coração das pessoas. Vai ser o encerramento. Você vai falar e acabou. Se você está pensando em desistir, pare de pensar e desista logo. Aí bota o violãozinho aí.

Tchau, tchau.