Pr. Elizeu Moreira // Culto de Missões
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Meus irmãos, a paz do Senhor Jesus. Abra sua Bíblia comigo, por gentileza. Livro do profeta Isaías. Isaías, capítulo de número 6, verso de número 8 e 9.
A Bíblia, a palavra do Senhor diz assim, Isaías capítulo 6, versos 8 e 9. Depois disso, ouvi a voz do Senhor que dizia, A quem enviarei? E quem há de ir por nós? Então,
Disse eu, eis-me aqui, envia-me a mim. Então disse ele, vai e diz a este povo, ouvis de fato, e não entendês, e vê e diz em verdade, mas não percebeis. Quantos confirmam essa leitura e podem dizer amém? Deus abençoe os irmãos por deis tomar assento. Tem um hino.
que é o hino de número 127, não sei se você recorda, da harpa cristã, me dá um sol maior. O Senhor da ceva está chamando Quem quer ir por mim a procurar Quem quer ir por mim a procurar
Almas que no mundo vão chorando Sem da salvação participar E aí a gente canta assim Fala Deus Fala Deus Toca-me com brasas do altar
Fala, Deus, fala, Deus, sim, alegre, atendo ao teu mandar. Olha o que nós acabamos de cantar. Que Deus está procurando pessoas que possam entender a necessidade de alcançar almas para o seu reino.
E quando a gente canta o coro desse hino, o refrão desse hino, a gente vai e diz, pode falar Deus, pode falar. Toca-me com as braças do altar, porque eu alegre vou atender o teu mandar. Eu estou disposto, estou muito, muito desejoso que o senhor fale para mim, para que eu possa atender.
Tendo em vista que o nosso tempo hoje é bastante curto, eu vou antecipar aqui algumas coisas com relação àquilo que nós gostaríamos de compartilhar com os irmãos sobre a palavra de Deus. Nós temos o cenário de Isaías, ele está tendo uma revelação.
extraordinária, uma das mais importantes de toda a Bíblia. Poucos personagens tiveram revelações tão grandiosas como o caso dessa do profeta Isaías. Ele vê Deus conversando, ele vê a trindade discutindo um plano.
de ganhar almas, de fazer com que o amor dele fosse conhecido entre todos os lugares, assim como já foi dito aqui, entre povos, raças, tribos, línguas e nações. O desejo de Deus sempre foi desde o princípio, inclusive lá no Jardim do Éden, quando o homem falhou, quando o homem pecou, Deus não esperou que o homem fosse procurar a Deus.
O próprio Deus, lá no começo, ele foi o primeiro. Ele disse, Adão, onde é que você está? Porque ele já sabia que Adão não estava bem e precisava ser restaurado. Assim como foi falado da reconciliação aqui, Deus já tratou imediatamente de começar esse processo. E ele foi o primeiro. Se você olhar ainda...
Um pouquinho mais para frente, quando Caim mata o seu irmão Abel, o Senhor vem falar com Caim e fala, Caim, onde é que está o teu irmão? Veja que Deus está procurando Adão, Deus vem ter com Caim, Deus está interessado em encontrar Abel e sabe qual é a resposta? Que o homem deu quando Deus...
pediu que ele explicasse alguma coisa relativa a outras pessoas, ele disse, não faço ideia do meu irmão, e nem sou responsável pelo meu irmão, eu não tenho responsabilidades com ele. Veja que Deus dá uma demonstração, João escreve estas palavras no capítulo 3, que a gente ama citar no verso 16, porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito.
para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Deus tomou a iniciativa. Mas quando trata dos homens responderem ao chamado, a gente canta o hino 115. Eu quero trabalhar para o meu Senhor Levanto a palavra com amor
Quero eu cantar e orar, e ocupado quero estar sim na vinha do Senhor. Trabalhar e orar, na Seara e na vinha do Senhor. E aí a gente rege, meu desejo é...
E ocupado quero estar na vinha do Senhor. Se você notar que as pessoas que escreveram essas letras eram pessoas que estavam plenamente comprometidas com a exposição do reino de Deus, a extensão do reino de Deus. Se você olhar o hino de número 212, que é uma lição terrível para a vida do cristão.
Os guerreiros se preparam. Agora está muito alto. Os guerreiros Para a grande luta É Jesus o cara Que avança
A milícia dos remidos marcham em polo da... Certa que a vitória... Certa que a... Alcançará... Eu quero estar com Cristo... Aonde?
Tá vendo o que você tá cantando? No lance imprevisto Na frente me encontra Até que eu possa ver na glória Onde Deus vai
Eu não sei se é por isso que talvez a gente não canta mais os hinos das arpas, ou da harpa, em alguns lugares. Porque são mensagens extremamente sérias. Mensagem que nos coloca em situação crítica até diante de Deus. Quando eu olho para o cenário e vejo Deus falando aquela pergunta, quem enviarei, quem adir por nós?
Deus não trabalha na terra sem a participação do homem. A participação do crente, do ser que foi comprado e remido pelo sangue de Jesus, ela é inevitável para a extensão do reino de Deus.
É indispensável, porque sem nós Deus não pode trabalhar. Eu estava até dizendo há pouco com o pastor Marcos ali, quando foi citado o texto sobre que os anjos desejam pregar. Se você olhar na versão original, diz que os anjos desejam entender. Eles não podem...
Eles não podem fazer isso. Esse papel foi exclusivamente designado para a igreja. É a igreja que faz isso. E fazia parte de um chamado, porque lá em Atos dos Apóstolos, no capítulo 1, e o verso número 8, a Bíblia diz que nós seríamos cheios do Espírito Santo, tomados pelo Espírito Santo, e seríamos testemunhas. Tanto em Jerusalém...
como na Judéia, como em Samaria, e até os confins da terra, em todos os lugares. E é tão sério isso, porque quando Jesus termina o seu ministério, ele está preparando os discípulos exatamente para isso. No capítulo 28 de Mateus, ele faz essa observação.
Ele estava dizendo que nós deveríamos ir por todo o mundo, pregando o Evangelho a toda criatura. E ele está dizendo, e eis que eu estou convosco. Eu quero estar participando junto com vocês, isso é uma tarefa que vocês vão fazer. A responsabilidade que o Senhor colocou nas mãos dos discípulos foi uma responsabilidade extremamente séria.
Veja bem, Jesus vive 30 anos sobre essa terra, aos 30 anos ele começa a pregar o evangelho, anunciar o reino, mas em 3 anos depois ele vai embora.
A igreja completou 11 agora. Supostamente nós teríamos grupos altamente preparados para poder evangelizar. Porque o grupo que andou com Jesus só teve 3 anos de aula. E ele foi embora. E a obra cresceu. E evoluiu. E ganhou nações. Ninguém nem diz nem glória a Deus. Isso foi maravilhoso.
Porque em três anos que ele preparou aqueles homens, o evangelho se espalhou por toda a terra. Isso é algo extraordinário. O que aquelas pessoas fizeram com a oportunidade de fazer parte de um plano que nasceu no coração de Deus, que era o desejo de Deus, era tão real na vida deles, porque a partir daí, nada mais importava para eles a não ser fazer...
a vontade do Senhor, de pregar o seu reino, anunciar a sua palavra. Eles entenderam que a alma de muitas pessoas estava na responsabilidade das suas mãos. E a igreja não perdeu esse papel. A igreja nunca deixou de ter essa responsabilidade em suas mãos. Mas o hino 16 da harpa, ele diz o seguinte, põe aí um dó,
Posso tendo as mãos vazias com Jesus. Não, eu corro, né? Posso tendo as mãos vazias com Jesus eu me encontrar. Quantas almas poderia ao Senhor apresentar. Você já parou para pensar?
que no dia que a gente encontrar com Jesus, nós vamos ter que apresentar almas para Ele, porque é nossa responsabilidade. E pode ser que a gente vai chegar lá com as mãos vazias. Você já parou para pensar na resposta ou na explicação que você terá que dar para Ele na hora que Ele perguntar, onde estão as almas que você deveria ter trazido à minha presença? E eu me lembro, eu me lembro,
Assim como minha esposa disse, eu tinha nove anos de idade quando eu tive uma manifestação sobrenatural da presença do Espírito de Deus na minha vida. Eu tive uma visão aos nove anos de idade, quando eu me via numa escada indo para as nuvens e lá de cima eu via a terra.
E ali o Senhor falou comigo, o Salmo 2, verso 8, quando diz, pede-me e eu te darei as nações da terra. E eu falei, eu quero, eu aceito. É interessante porque eu nunca quis ser pastor.
Mas o chamado para a obra de Deus ardia no meu coração. Eu não conseguia ver uma entrada de bandeiras ou ver um dia de batismo em águas que eu não me derretesse em lágrimas. Assim como eu chorei aqui hoje. Porque quando eu via essas bandeiras eu começava a imaginar as almas. Eu começava a imaginar as pessoas que estavam lá esperando alguém me lar e falar do evangelho do amor de Cristo Jesus. E me doía no meu coração.
Eu não gostava de ver Jogral que falasse da obra missionária, porque eu queria ir na hora, eu queria ir embora naquela hora. E é tão interessante, porque quando eu e a minha esposa aceitamos o convite para ir para a obra missionária, nós estávamos trabalhando, ela concursada, trabalhava no Senai.
Tinha vencido tantos concursos públicos do Bradesco, do Banco do Brasil, não sei de tanta coisa. E trabalhava agora no Senai. Quando veio o chamado. Quando nós fomos convocados. Eu trabalhava numa empresa, era representante de cosmética e perfumaria. E do mesmo jeito que Deus falou comigo num culto de sábado. Escute bem. Era um culto de crianças. Eu estava em Tocantins.
E, melhor, um culto de adolescente, eu fui visitar a igreja, não era convidado, levei a minha carta de recomendação, estava sentado. Quando leram a minha carta, me trouxeram ali para frente, me sentaram ali. E a irmã que estava conduzindo aquele culto, ela disse assim, olha, hoje é culto de adolescente, a programação já está toda feita, mas o irmão pelo menos faça uma oração. E eu fiz uma oração, quando eu terminei a oração, uma outra pessoa chegou assim do meu lado e disse assim, Deus mandou eu te dizer.
que Ele não quer mais você atrás desse volante. Sabe o que eu fiz naquela noite? Eu entrei dentro do baú do caminhão, abri as mercadorias, eram só perfumes e cosméticos, ajoelhei ali no meio e falei, eu quero ouvir o Senhor falar comigo.
Eu quero ouvir o Senhor falar comigo. Eu quero ouvir o Senhor falar comigo. Eu quero ouvir. E orei, e orei, e orei. E eu posso lhe garantir com toda certeza. Quando eu pensei que não, era oito horas da manhã, o cidadão do posto de gasolina batendo, olha, não pode deixar esse caminhão aqui não, tem que tirar aqui. Eu orei a noite inteira.
Quando eu me levantei daquela oração, eu tinha uma convicção. Peguei o telefone, liguei para o nosso encarregado. Ele era membro da igreja. E falei, irmão João, a partir de hoje, o senhor pode procurar um outro motorista que eu não vou trabalhar mais nessa empresa. Ele falou, o que aconteceu? Deu problema aí? Algum cliente? Eu disse, não. O senhor é crente, o senhor sabe. Deus falou comigo que não me quer mais atrás do volante, do caminhão.
E para não ter dúvida, o senhor já pode arrumar outra pessoa. Eu vou sair. Eu não conversei com a minha esposa. Eu não conversei com ninguém.
E quando eu cheguei em casa, eu só falei para ela assim, eu não estou trabalhando mais. E aí, eu tinha feito um pedido ao Senhor, Senhor, eu quero trabalhar na rádio, eu quero pregar a Tua Palavra. E isso foi de domingo, de sábado para domingo, eu fiz o restante da viagem, cheguei em Goiânia na volta, bati o caminhão, arrebentei uns três carros, foi uma complicação terrível. Na volta.
Parecia que tudo ia impedir o que Deus tinha para fazer. E aí, quando resolvemos toda aquela situação, que eu cheguei em Uberlândia outra vez, eu me lembro perfeitamente que...
Eu já estava sem serviço. E eu fui até a rádio. Eu vou participar de um programa de rádio. O programa começava às dez e meia da noite. E até às cinco horas da manhã. Das dez à meia-noite, o programa se chamava de Jesus Companheiro. E da meia-noite até às seis horas da manhã, o programa Madrugada com Deus. Que inclusive foi transmitido também na rádio Marumbi de Florianópolis.
E eu estava ali participando, o irmão técnico de som falou, ô glória a Deus que você veio hoje, porque os pastores que iam fazer o programa não veio. Nenhum deles vieram. Vou ligar para eles para ver se você pode apresentar no lugar. Eu disse, mano, eu não sei apresentar programa, não sei fazer isso não. Ele disse, não, fica aí. E aquele dia eu falei, eu anunciei, eles passavam os pedidos, o telefone não parava de tocar. A história termina que logo eu estava...
Terminando o programa, o telefone toca, no particular o técnico só me chama e diz, olha o pastor quer conversar contigo. Eu falo, olha, ô irmão Eliseu, que bom que você veio, você não pode me ajudar a fazer esse programa? Eu disse, não, mas eu não sei. Ele falou, não, a gente viaja muito, faz esse programa para a gente.
E a partir daquele dia, eu me tornei apresentador daquele programa. Com três meses depois, eu me tornei o produtor da área de propagandas e comerciais da rádio da igreja. O pastor me chamou para ser técnico de som no Templo Central e aí acabou. Eu virei técnico de som, virei produtor, virei o diretor do estúdio de gravação da igreja. E foi um ano e meio.
E deixa eu te falar, quanto que eu ganhava? Nenhum peso. Eu andava a mais ou menos uma hora e quinze minutos, porque eu não tinha transporte para ir para o rádio. Todas as terças-feiras eu fazia técnica de som, todos os domingos teve festa que eu entrava na sexta-feira na igreja e voltava só na segunda-feira. A Edna levava a minha comida, levava a minha roupa. Muitas vezes eu troquei roupa atrás da cortina do púlpito.
porque não dava tempo, morava longe e não tinha dinheiro. Nunca pedi um centavo para trabalhar na obra do Senhor. Nenhum peso. E eu fui para a igreja. E sabe um dia, eu estava tirando os cabos abaixo da mesa de som, alguém chegou e eu estava com a mão assim no chão, e pegando os cabos, alguém colocou um pé em cima da minha mão.
literalmente, eu tentei tirar a mão, peso do pé em cima, e a pessoa falou assim, ultimamente tem muita gente pisando em você, eu disse, mas todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, parece que era um sinal, porque na terça-feira me chamaram e disseram, estamos precisando de um casal de missionários lá no norte de Minas, eu disse, eu vou...
Não perguntei para minha esposa se ela queria ir. Eu disse, eu vou. Não é que a gente era irresponsável, não. É que era a oportunidade. O momento estava batendo a nossa porta. E quando Deus nos chama, não temos escolhas. Quando decidimos adiar o que Deus está propondo, é como se dissessemos que não queremos o que Ele está propondo.
E eu disse, aceito. E nós fomos. Eu me lembro que o salário era como 200 cruzados ou cruzeiros, não sei bem o nome da moeda na época. E a gente ganhava 160. O salário era 200, a gente ganhava 160. A gente não podia nem dizer que nós ganhávamos salário. Era uma ajuda. E eu sei perfeitamente que nós somos ali.
E o Senhor nos deu a oportunidade de fazer um trabalho para a glória do nome do Senhor Jesus. Aceitamos o chamado. E sabe por que estou dizendo isso? Porque Deus continua chamando. Deus continua chamando. Temos tanta coisa para fazer, temos tantas coisas para nos envolvermos. E Deus continua chamando. E às vezes nós dizemos que amamos ao Senhor.
E às vezes nós dizemos que queremos servir ao Senhor, mas como nós queremos servir ao Senhor? Se a gente não contribui para a obra missionária financeiramente. Hoje muita gente talvez sabia que o culto é de missões e nem veio à igreja. Vejo tantas pessoas, tantos espaços vazios. Muitas pessoas não gostam nem de ouvir esse assunto.
Tivemos a oportunidade de servir em outros lugares. E quando a gente já estava trabalhando, a nossa família trabalhando na Alemanha. Eu me lembro de chegar numa igreja. Estou lhe contando isso para você entender como é sério. Porque você tem que gostar, tem que amar. A pessoa chegar e dizer assim, por que investir tanto dinheiro lá na Alemanha? O dinheiro que se paga um missionário na Alemanha. Dá para sustentar vários pastores no Nordeste do Brasil. E é verdade.
porque só o nosso aluguel era 800 euros. Eu não tinha salário. A única ajuda que a gente recebia era exatamente a ajuda do nosso aluguel. Ninguém perguntava como a gente comia, ninguém perguntava como a gente sobrevivia. Chegamos à oportunidade de ver pessoas nos criticar lá na Alemanha e dizer assim, vocês são missionários? Cadê o salário de vocês? Vocês nem falam a nossa língua.
A igreja de vocês não deu um curso para vocês? A igreja de vocês não deu uma casa? Não pagou um carro para vocês? Aqui todo mundo tem dinheiro. Como é que você vai convencer que Deus faz alguma coisa se você está vivendo uma vida miserável aqui? Pessoas falaram isso para mim lá. E quando eu cheguei no Brasil, alguém dizia assim, é dinheiro demais que a gente manda. E a única pergunta que eu fiz, e como é que os alemães vão ouvir falar de Jesus?
Então as almas dos alemães não tem valor diante de Deus. Não vale nenhum investimento. Deus toma o seu próprio filho. O seu próprio filho. E é tão interessante que o próprio filho se despoja de toda a glória.
de todo o benefício, de todos os recursos, ele se despoja e vem viver como um ser humano comum, ele veio viver a nossa realidade, a realidade de homens pecadores, de homens limitados, de homens sofredores, ele veio viver essa realidade, por amar a nossa, ele abriu mão de tudo, ele foi zombado, foi criticado, foi humilhado exatamente,
por causa do amor que ele sentia por nós. Enquanto o povo deveria abraçá-lo, amá-lo, e levantá-lo ao alto e dizer que era a única solução, a resposta havia chegado. Ele era criticado pelo amor que ele sentia por nós. Mas ele não falhou no plano. É tanto que quando ele chegou lá na cruz, ele está lá em cima da cruz e ele fala, Pai!
Na tua mão eu entrego o meu espírito, porque a obra está consumada. Eu terminei a tarefa que o Senhor me entregou. Eu fiz a minha parte. E quando eu olho para esses textos, eu fico pensando qual é a responsabilidade da igreja. Tem que ser prazeroso para nós falarmos de Jesus. Tem que ser algo que vai além das coisas naturais que a gente vive nessa terra.
Nós devemos amar isso plenamente. Eu me lembro que nós já tivemos várias ocasiões, ocasiões tristes. Quando eu me lembro que nós estávamos no campo missionário lá no estado de Rondônia, minha esposa, vítima de alergia, os mosquitos, o calor, ela tinha uma alergia terrível que feria todo o corpo.
Isso sem dizer que aqui já foi contado do fato dela ter sido extraído dentes da boca dela, que não precisava, a pessoa não era profissional, não tinha outro recurso. A gente morava a 120 quilômetros de Rio Branco, no Acre, e morávamos a 350 de Porto Velho, em Rondônia, no meio de uma mata, numa cidadezinha com 4.500 habitantes, três ruas pavimentadas.
Esse era o lugar que nós morávamos. Eu trabalhava entrando para dentro da mata, ficava oito a dez dias para dentro da mata, andava 12 quilômetros até a beira do rio para poder pegar um barco. E era o mesmo caminho que eu tinha que fazer de volta. Com chuva, com calor. E eu me lembro, situações que ela estava com o corpo todo ferido, eu entrei no fundo do quintal, e fiz uma oração ao Senhor e falei, não dou conta mais.
Não aguento ver a minha família sofrendo. Não aguento ver a minha esposa na condição que ela se encontra. Toda ferida. Orei e falei, vou ligar, vou pedir para que nos busque, que nos mande de volta. E cheguei para a minha esposa e falei, nós vamos embora. Não aguento mais ver você nessa situação. Ela falou, se você voltar, se você avisar para ele, nós falhamos com o propósito de Deus na nossa vida. Eu não vou voltar.
Se eu tiver que morrer aqui, eu vou morrer aqui, mas eu não vou voltar. O Senhor me deu uma letra de uma canção que está gravada, Sou o Devedor. A música que o Eliezer lançou há pouco tempo, Sou o Devedor.
Eu disse, não é ele que tem que fazer alguma coisa por mim mais, porque ele já fez tudo. Sou eu que sou devedor, sou eu que tenho que tentar fazer alguma coisa para retribuir aquilo que ele fez no meu lugar. E nós não falhamos.
E foi tão interessante porque num desses dias estou voltando de dentro da Bolívia, caminhando no meio de uma chuva terrível, meu coração já estava ardendo, eu já não sentia mais paz naquele lugar. Apesar de tantas pessoas nós havermos ganhado para Jesus. Para que os jovens saibam, eu me lembro da gente fazer evangelismo, pastor, na TV.
A gente saía da nossa cidade em extrema, andava por cinco vias lá, que eu esqueci agora o nome daquele. As cinco linhas. E a gente saía. E para fazer o evangelismo.
As pessoas estavam trabalhando na roça, reuni cinco jovens. E disse, nós vamos fazer um evangelismo, vocês estão dispostos? E orei e insisti até que eu convenci cinco jovens para andar comigo. A gente ia, levava um rifle, levava facão, levava foice, levava violão e levava bíblia. Nós corremos de muita vaca brava, nelore que tem lá também.
E sabe qual era a forma que a gente fazia? A gente ia numa dessas linhas. As linhas tinham na faixa de uns de 12 a 20 quilômetros de linha. E a gente ia, parava no primeiro...
Lugar, na roça, ia lá, encontrava um senhor capinando, encontrava um senhor roçando alguma coisa. A gente falava, nós queremos trocar, queremos que você tenha meia hora de atenção para ouvir a palavra de Deus. E sabe o que ele falava? Não tenho tempo para isso. Ele falou, não, mas vamos fazer o seguinte, nós somos seis pessoas comigo. Nós queremos trocar meia hora de serviço para você, por meia hora para você ficar parado nos ouvindo a palavra de Deus.
Ele fazia a conta meia hora, cinco. Dá um tempo bom. Dá três horas de serviço. Seis homens trabalhando. Então a gente descia as coisas, pegava a força, pegava a facão. E ia trabalhar, ia carregar madeira, ia fazer o que ele estava fazendo. Depois parávamos. Sentávamos debaixo de uma árvore. Começávamos a cantar louvores. Falava de Jesus. Aquilo virava um culto. Ele falava, vocês não vão embora hoje não. Vocês vão dormir aqui em casa. E Jesus foi salvando almas.
Andamos 312 quilômetros em todas aquelas linhas. E a obra do Senhor foi se estabelecendo. E um dia estou voltando da Bolívia. Chuva, um cacho de banana, umas galinhas na mão, um saco de farinha. Minha roupa andando 12 quilômetros debaixo da chuva. E falei, Senhor, não aguento mais ficar aqui porque sei que não é mais o meu tempo aqui. Isso era de quinta para sexta-feira.
Na sexta-feira de manhã, chegou um irmão Bernardo com um filho nos braços. Aquela criança, a gente ficou feliz porque havia orado por eles lá na casa deles, lá dentro da Bolívia. E aí eles estão chegando e colocou o menino em cima da mesa. Para nossa surpresa, a criança estava morta. Ele vinha vindo do meio da mata, trazendo uma criança morta, colocou em cima da mesa e falou assim. O que nós vamos fazer agora, pastor?
Então, minha irmã que morava lá, levou essa criança para a casa dela, lavou essa criança, devolvemos. Não tinha funerária. A polícia era de Porto Velho. Era três dias para chegar lá. Nós pedimos autorização, eles autorizaram. E fizemos uma caixinha quadradinha, colocamos em cima da mesa da igreja, colocamos aquela criança e passamos a noite velando aquela criança.
O casal, poucas pessoas. E quando foi às 10 horas da manhã do outro dia, o telefone toca. E o secretário de missões disse, estávamos aqui em oração, em reunião. Deus ditou o seu nome para que nós enviemos um missionário para a Colômbia. E o nome que apareceu é o seu nome. Você está disposto? Eu falei, estou disposto. Ele falou, então embarca aí hoje. Isso era 10 horas da manhã. Eu consegui uma passagem para meio dia. Deixei o velório.
E peguei o ônibus e fui para o estado de São Paulo. Passei 42 dias visitando igrejas para levantar recurso missionário. Porque eu não tinha salário e ainda tinha que conseguir quem financiasse. 42 dias trabalhando. Chegamos na Colômbia em 2002. Como minha esposa disse, primeiro treinamos um coral.
Cantamos, Deus nos abençoou e chegamos na cidade de Lorica, 126 mil habitantes só tinha nossa família de brasileiros. Deus abençoou de uma tal maneira, tão grande, tão grande, eu levava os meus meninos para jogar bola e eu não sabia. Um dia eu fui comprar uma chuteira para os meus filhos e quando eu cheguei naquela loja, eu negociando com o camarada, o camarada falou assim, o senhor não vai pagar nada.
Eu disse, como assim? Foi porque eu fiz uma aposta com esse pessoal aqui, que o senhor não durava um ano aqui. E o senhor já vai aqui há alguns anos, e os seus meninos jogam a bola bem, a gente assiste lá no Santa Terezinha, eles jogando bola, e eu fiz uma aposta que o senhor não ficava. Mas como o senhor ficou, o senhor não precisa pagar nada.
Eu comprei as meias, comprei o uniforme, comprei os calçados e levei embora. Fiquei feliz, porque ninguém acreditava que poderia dar certo. Ninguém acreditava, mas eu acreditei.
Porque quando nós fomos para Montes Claros, no nosso primeiro campo missionário, na primeira conferência missionária, nós estávamos lá, o saudoso pastor Eusen Cleves, que era de Belo Horizonte. Ele foi ministrar a palavra do Senhor. Quando ele terminou, ele veio, andou na minha direção e falou assim, você tem passaporte? Eu disse, não. Você sabe falar espanhol? Não. Ele falou, então aprenda, porque Deus vai te levar para as nações.
E o primeiro país que o Senhor vai te levar vai ser um país de língua espanhola.
E eu não aprendi, mas assim como a minha esposa disse, sentado no meio fio, na porta da casa do pastor, onde nós estávamos hospedados, olhando os meninos brincar do lado de fora. O casal para numa caminhoneta bronco e desce o cidadão, ele passa por mim, vai até dentro da casa, quando ele volta, eu estava chorando, porque não sabia falar, eu não tinha dinheiro, estava sentado. O único dinheiro com que eu viajei para a Colômbia foi 100 dólares.
Não tinha. Estava sentado no meio fio. E aí ele vem, me abraça. Eu estava chorando. E ele começou a falar comigo em português. Ele disse, não chora. Deus não te trouxe aqui para chorar. Deus te trouxe aqui para você enxugar as lágrimas daqueles que choram.
Ele falava comigo em português e eu entendia plenamente. E eu fiquei feliz. E ele falou assim, mas para você saber que é Deus que está falando, Ele vai te ensinar a falar esse idioma. E foi tão real que logo eu comecei a agradecê-lo. E ele já disse que já não entendia o que eu estava falando. Deus usou ele para falar em português comigo. Ele nunca tinha falado português.
Isso foi domingo, uma hora da tarde. E quando foi quarta-feira, às nove horas da noite, eu já falava em espanhol. Simplesmente saía o espanhol. Passei a ser tradutor oficial da convenção da nossa igreja no estado de Córdoba. Fui o tradutor de todos os pregadores brasileiros que passaram por ali.
Deus simplesmente me ensinou a falar aquele idioma. E ele já havia falado comigo em 97. Eu vou te levar para as nações. E a porta de entrada será um país de língua espanhola. Mas eu aceitei. E eu desfruto da ideia de ser missionário.
Eu acho isso maravilhoso. É um privilégio. Tem pessoas que não compreendem, pastor Rafael. Teve gente que chegou para mim a dizer assim. Pastor Eliseu e a pastora Elis só vivem viajando. Só gostam de viajar. Só vivem viajando. Deus chamou e plantou, enterrou alguém em um lugar. Para mim, não. Ele falou que Ele me levaria para as nações. E eu me lembro que estava em Portugal. Começamos uma igreja do zero dentro da nossa casa. Em sete anos e meio.
Temos pessoas aqui que é fruto desse trabalho lá, que congregam aqui na Shalom Church. Estão sentados ali. A igreja começou na sala da nossa casa em sete anos e meio. Chegamos a ter seis congregações. Uma igreja de imigrantes, uma igreja que ia, uma igreja que vinha. Terminou em Massamar com uma sala para umas quatrocentas pessoas. Algo extraordinário. Eu me lembro que quando não tinha documento para minha família, eu viajei para o Brasil.
E quando eu estava voltando, me deportaram lá na Espanha, porque a minha documentação tinha que ser recebida em Portugal, mas o meu voo compraram, a Secretaria de Missão me comprou a passagem passando por Madrid primeiro. Eu tinha que ir direto para Portugal. Quando eu cheguei lá, disseram, o senhor não pode entrar na Europa. Eu disse, mas eu tenho aqui o documento dizendo que eu vou pegar o meu visto lá, está aqui.
autorização, esse documento vale em Portugal, não vale aqui. E me mandaram de volta. Era muito frio, era o mês de novembro, eu voltei com a minha mãe, a minha mãe estava viajando comigo. Eu me lembro que eu cheguei na sexta-feira de manhã. O pastor tomou conhecimento e disse, dez e meia da manhã, eu estou passando aí onde você está. Eu cheguei, ele passou comigo, passou no shopping, porque a minha mala não chegou.
Eu cheguei com a roupa do corpo. Ele me colocou dentro do carro, me levou no shopping. Comprou um terno, comprou calça, comprou camisa, comprou sapato, comprou tudo. E vamos comigo. Eu estou indo para um seminário lá em Cuiabá. Eu viajei para Cuiabá. E no meio de uma multidão de umas 20 mil pessoas. Ninguém sabia. Eu não preguei, eu não orei, eu não falei. Ninguém sabia. Eu estava no meio da multidão. Uma mulher veio andando assim na minha direção. E ela chegou.
E quando eu vi que ela vinha mesmo na minha direção, eu mudei, passo para o lado. Ela passou para o outro lado, eu voltei. Ela disse, não, eu preciso falar com você. Eu disse, tudo bem. Ela disse, Deus tem uma palavra para você. Você está preocupado porque você não entrou lá naquele país.
Mas você não se preocupe, porque eu estou cuidando daquele povo, assim diz o Senhor. E estou cuidando de você. E para responder a sua inquietação, saiba de uma coisa. Eu sou Deus que decide quando você vai e quando você vem. E eu te levo e eu te trago. E eu te levo e eu te trago. E disse mais uma vez. E eu te levo e eu te trago quantas vezes eu quiser. E eu te trouxe aqui para falar contigo aqui.
Porque existe 153 grandes peixes que eu vou colocar na tua mão. E eu descansei do Senhor. E sabe, na semana seguinte, chegou o aviso. Oh, está autorizado o seu visto.
Eu cheguei no aeroporto em Lisboa, todo mundo pensava que era um artista, porque a igreja estava lá, aquele monte de gente. E aí os irmãos estavam cantando. E a porta vai se abrir e você vai passar, pois Canaã é terra que Deus quer te dar. E a esperança vem, Deus quer e tem poder. É hoje que Deus abre portas para você.
E entrei. E de lá nós fomos para a Alemanha. E hoje nós estamos aqui. E amanhã, pastor, eu não sei. Só Deus sabe. Sabe por quê? Eu estou que nem Isaías. Jeremias. Capítulo 20, verso 9. Ele diz assim. Eu tentei rejeitar. Tentei sair. Eu tentei abandonar.
Não quero nem ouvir falar no teu nome, eu não quero, eu não gosto nem do dia que eu nasci. Mas o seu chamado é tão forte que é um fogo que queima meus ossos, eu não consigo partir. É porque eu tenho convicção com a minha família de que nós fomos de verdade chamados. E você precisa ter essa convicção. Essa convicção é que faz a diferença.
Se você tem essa convicção, nada te impede. Não vai ser trabalho, não vai ser saúde, não vai ser dinheiro. Olha, esquece, dinheiro, Deus é dono do ouro e da prata. Saúde, Deus te cura. Recurso, Deus envia. Portas, Ele abre. Não há nada que Ele não possa fazer, porque esse é o desejo dEle. A gente só precisa se alinhar com o desejo de Deus. Quero convidar você para ficar de pé.
Eu acho que era assim que tinha que ser hoje, porque eu tinha pensado em outras coisas. Mas o culto tão lindo, tão maravilhoso, que eu nem estou falando que não foi legal. Porque foi maravilhoso ter todas essas informações aqui. Que culto lindo, que culto maravilhoso. Mas nós vamos cantar. Eu quero trabalhar para o meu Senhor. 115. Pode ser, vamos ver lá. Eu quero... Ficou baixo agora, um pouquinho mais só. Eu quero...
Vamos cantar isso aí. Mas eu vou te pedir um favor. Se você não quiser ir, nem canta. Porque senão você vai mentir, vai pecar. Porque você está falando que quer sem querer. Mas o meu desejo é que você queira. Então você vai me contrariar e falar, pastor, eu não quero. Mas eu vou cantar que vai que esse desejo nasce no meu coração. Porque Deus quer.
E eu vejo assim, pastor, Deus ampliando as tendas. Mas o povo precisa querer entender o chamado. Nós somos chamados, chamados para fazer o quê? No reino de Deus, nós somos chamados para estender o reino de Deus. Você pode fazer, estar envolvido na profissão que você quiser. Mas se você entender o seu chamado aonde você estiver, você precisa dar fruto para o reino de Deus.
Então, trabalhar, ter profissão, não é desculpa para não fazer a obra de Deus. E se você não quer ir, você tem que dar fruto aqui. E se você não quer ir, pelo menos você tem que cooperar. Pelo menos você tem que ou ofertar, ou então dar fruto aqui. Porque ficar sem fazer nada é que não pode. E Deus conta conosco.
Deus conta tanto conosco. Deus tem um prazer tão grande. Porque no dia que a gente ouviu o Salmo 24, sendo uma realidade. Abrir o portais eternos. E entrará o rei da glória. Quem é esse rei da glória? O Senhor poderoso na batalha.
E quando ele chega naquela expressão, o Senhor dos exércitos, ele está dizendo, o Senhor e a igreja, porque a igreja é o exército dele. Ela vai entrar com ele agora. A noiva de Cristo vai entrar com ele nos portais eternos. E os céus vão ficar admirados, essa é a expectativa que os anjos têm. Eles vão compreender como isso é maravilhoso, porque nós entendemos, porque ele morreu por nós.
E os anjos vão entender. Agora a gente entende por que a igreja é tão comprometida em estender o reino. Porque agora a gente entende o amor que o Pai derramou sobre eles. Mas se eles de dia, eu e você precisamos estar lá. Vê lá. Eu quero trabalhar para meu Senhor. Levando a palavra com Deus.
Quero eu cantar e orar, preocupado quero estar, sim na vinha do Senhor. Trabalhar e orar, nascerá.
Eu quero ser obreiro de valor. Eu quero cada dia trabalhar. Olha como é lindo.
Meu desejo é orar, preocupado quero estar sim na vida do Senhor. Eu quero ser o pleno de valor, confiando o poder do Senhor. Se quiseres trabalhar, acharás.
Eu confado, quero estar, se na vinha do Senhor. Eu sei que o nosso horário está extravasado. Mas duas coisas que eu não posso deixar de fazer. Primeiro, saber se tem alguém que ainda não confessou a sua fé pública diante de Jesus. E recebê-lo no seu coração como Senhor e Salvador pessoal.
Se existe alguém e deseja. Mas pelos rostos que eu vejo, somos todos servos do Senhor aqui. O outro é, você quer achar lugar na seara do Senhor? Porque o último refrão da estrofe do hino que cantamos é, se quiseres trabalhar, acharás também lugar. Se na vinha do Senhor. E eu quero orar com você.
Se você quiser vir aqui à frente, você que quer um espaço na seara do mestre. Pastor, eu não estou falando desse trabalho que a gente faz cotidianamente. Esse chamado específico que você sente queimando no seu coração. Que talvez não dê certo até agora. Mas nunca é tarde. Porque Deus não tem idade. Deus precisa de pessoas com disposição.
Deus não deve nada para ninguém. Eu posso lhe garantir. As viagens, as maiores viagens, as viagens mais longas, os lugares que eu mais viajei. Eu viajei sem dinheiro, sem um centavo. E Deus me supriu em todos esses lugares. As portas se abriram, Deus levantou alguém, financiou. Alguém me recebeu. Deus sempre enviou o recurso. Deus não deve nada para ninguém.
O maná ele mandava uma vez por dia, porque não precisava mandar mais, mas todo dia ele mandava. E eu quero orar com você. Venha, venha. Isso é tão relevante no mundo espiritual. Isso é tão relevante no reino de Deus. Você não sabe o lugar que Deus se quer. Você não sabe o que ele vai fazer e também não precisa se preocupar. Porque se ele te mandar para a fornalha de fogo ardente, ele vai estar lá para refrescar ela.
Se ele te mandar para a cova dos leões, ele vai lá tirar a fome do leão. Se ele te colocar dentro do navio da tempestade, ele vai lá acalmar a tempestade. Ele não deixa faltar. Assim como o profeta Elias estava servindo o propósito do pai, ele mandou corvos, levava alimento. Usou uma viúva que não tinha nem para si mesmo para sustentar o profeta. Deus tem a provisão certa. Eu quero orar com você.
Fecha os seus olhos. Agora, em nome de Jesus, você que não veio, estenda a sua mão para cá. Porque o que está acontecendo aqui é algo muito, muito, muito, muito sério. E Deus leva isso em consideração. Pastor, eu já fui na frente milhares de vezes, mas cada vez vai ser diferente. E hoje Deus está fazendo um acordo, um pacto diferente contigo.