Palestra 291 - Noticiário e influências espirituais, chaves de sintonia, propósito e empatia
Ao vivo, palestra do orientador espiritual Benjamin Teixeira de Aguiar (03/05/26)
- Transformação espiritualDilema entre carreira secular e vocação espiritual · Suspeição sobre o fenômeno mediúnico · A importância de não se prender a títulos acadêmicos
- Propósito de vida vs. paixão profissionalConfusão entre propósito e paixão por área profissional · Influência familiar nas escolhas de carreira · A necessidade de autoconhecimento para discernir o propósito · A importância da graduação e pós-graduação
- Paz mental e descansoAtenção sem tensão, ocupação sem preocupação · Priorizar valores essenciais do espírito · Fluxo e excelência em performances
- O fenômeno mediúnico e a incorporaçãoA dificuldade de discernir a mediunidade genuína · A influência de espíritos perturbadores · A telepatia como forma de comunicação espiritual
- Novo relacionamento do genitorA visão do pai como 'banco' financeiro · A importância da autocrítica nas relações familiares · A influência da manipulação nas relações parentais
- Cura Emocional e EspiritualSensação de esvaziamento sofrido da psique em festas populares · Dificuldade em atividades cotidianas durante feriados · Diferença entre a psique coletiva e o indivíduo
- Vícios e dependência químicaO tabagismo como um vício resolúvel coletivamente · O álcool como entorpecente e seus efeitos no cérebro · A comparação entre a dependência de nicotina e heroína
- Confusão Mental e Ataque EspiritualCorpo alvoide e formas de pensamento · Ataques espirituais e sintonização com faixas mentais · A influência dos algoritmos digitais no comportamento humano
- O Mal e o Bem
Música
Boa noite a todas e todos aqui presentes no auditório da Sociedade Maria Cristia à distância, que nos acompanham em outros estados membros do Brasil e quem esteja fora do país e quem nos acompanha. Além das três plataformas digitais, nós temos...
A quarta, que é acompanhada geralmente por pessoas só quem quer ouvir, o Spotify. Então as três que estão transmitindo ao vivo agora, YouTube, Facebook, Instagram e o Spotify para quem quer apenas ouvir. Eu vou começar pedindo o vídeo que moldura a videomessagem.
chamamos de vida mensagem, a psicografia de Nossa Senhora, trazida por Eugênia Spazia. Não é exatamente ela quem escreve, mas Eugênia Spazia comigo. Ela inspira a ideia e Eugênia traduz em vernáculo lusófono. A equipe produziu para a gente essa, como você pode dizer, uma forma de empacotar para a modernidade o que a gente pode traduzir em sentimentos, porque devemos traduzir em sentimentos. Por isso tem música, tem imagem, para a gente se concentrar.
Há uma mensagem do nosso Senhor Jesus no final. Vai ser a nossa passagem de evangelho do dia de hoje. Pois não. Descanso paradoxal. Afaste-se do esforço que implique forçar-se ou forçar eventos que devem ocorrer segundo ritmos próprios. Fora do seu e do controle de qualquer pessoa.
A cultura do mundo material, intrinsecamente vinculada ao foco e interesses egóicos, induz a crença de que ser responsável e maduro consiste em viver tenso e preocupado. Essa atitude, perante os acontecimentos da existência, só gera desgaste e ruptura da saúde física, mental e espiritual.
Procure, quanto possível, estar atento e ocupado com o que seja construtivo e resolutivo. Experimente a atenção sem tensão, a ocupação sem preocupação. Descansar em estado de branda atividade disciplinar, paradoxalmente, constitui o padrão psicológico que você deve tornar seu modus operandi contínuo em todas as áreas e departamentos de sua existência.
Essa escolha, como filosofia de vida, geminada à busca de priorizar os valores essenciais do espírito, favorece um tráfego seguro rumo à plena autorealização. A transcendência de si mesmo. A superação do panorama circunstancial em que você se insere.
Estudiosos do fenômeno do fluxo, a condição em que grandes profissionais atingem e mantêm nível de excelência em suas performances, recomendam medida equivalente. Empenho que retire o indivíduo de sua zona de conforto, sem provocar, entretanto, um desgaste insustentável na cotidianidade de longas jornadas de trabalho.
A distinção entre o nosso e o alvitre de especialistas, dessa arte, reside no fato de postularmos a primazia do que deve estar no centro da atenção de todo ser humano. Os assuntos atinentes ao âmbito do ideal, da vocação, da espiritualidade. Tal diretriz de comportamento representa uma chave conceitual para o entendimento doutro paradoxo proposto pelo Cristo Verbo Jesus.
Vinde a mim, vós que estáis fatigados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve. Benjamim Teixeira de Aguiar, médium. Eugênia Asfásia, espírito.
Em nome de Maria Cristo.
Esse cansaço mágico e físico é psicológico e espiritual. A gente vai esgotando a disposição a entrar em disputas, em picuinhas de rivalidades diversas que as pessoas...
faceio em casa, na vida profissional, na vida acadêmica, no meio espiritual. Há pessoas que sentem uma atração tamanha para a questão da competição que nem imaginam que seja possível isso. Não só é possível, é inevitável. Quando nós exaurimos uma fase de consciência, temos que passar para a fase seguinte ou sufocamos.
E tudo vai compelir, não é tão simples assim, porque tudo vai nos compelir a voltar, a retroceder, porque as pessoas puxam para baixo. Porque a psique coletiva, não com intenção de nos prejudicar, mas a psique coletiva cria uma espécie de contramaré.
é como se nós estivéssemos sozinhos levantando um peso. Se um grupo de pessoas, imaginemos, divide o peso de uma mesa de madeira grande, por exemplo, vai, está tudo bem, três, quatro pessoas numa sala de quinze, mas se uma só está levantando o peso...
tudo puxa para baixo. É interessante a descrição de Emmanuel, o Chico Xavier, das divas, as vestais romanas, com uma melancolia cortante, seres de grande evolução, seres de escola, que haviam reencarnado para dar suporte ao cristianismo primordial quando chegou em Roma.
essas divas, eu estou falando como divas porque são seres sem estado precrístico de consciência, viviam angustiadas. Nós não temos como ter notícia do que é uma pessoa ou um grupo de pessoas, eu estou falando daquelas pessoas daquela época, que em meio a uma selvageria, uma cultura assassina, violenta, muito violenta a cultura romana, a humanidade toda era violenta na época, assistia aqueles espetáculos dantescos de sangue, aquelas carnificinas,
digamos, nos momentos do circo, e em um momento houve, inclusive, a perseguição sistemática aos cristãos e cristãs da comunidade primordial do cristianismo, a dor da alma dessas pessoas. Em graus mais brandos nós sentimos isso.
Há pessoas mais sensíveis, dotadas de mediunidade mais ostensiva, que quando há festas populares se sentem amarguradas. Uma sensação de esvaziamento sofrido da psique. A pessoa não consegue trabalhar. Não sei se já vou dar uma ideia para vocês começarem a se...
Terem empatia, estou sentindo um pouco de microfonia. Nós estamos sempre acompanhando o som aqui, estamos ajustando. É que vai fazer um encontro, já me falaram isso aqui, vão fazer um encontro aqui só para isso, resolver a questão do som. Se puderem ajudar, eu me desconcentro também, que eu fico preocupado com o som de vocês.
Quando em períodos de feriados grandes ou festas populares, só o feriado grande já pode ofertar essa experiência. Quando se germina um feriado longo com uma festa popular, porque nem sempre um feriado longo converge com uma festa popular.
Por exemplo, carnaval. Muita gente passa muito mal. Eu vi nos anos 2000, quando eu tratei do assunto, uma pessoa dizia, isso é preconceito. Não tem nada de mais. É bom curtir o carnaval. É bom seduzir, paquerar e ser seduzido. Quem está nessa faixa de consciência não vai sofrer. Vai se sentir bem.
Quem não é determinado, estoico no trabalho, não sente nenhum mal-estar em feriados grandes, porque pegamos, não sei se já experimentaram isso, um livro, e fica mais difícil estudar. O material, documentos que trouxemos do trabalho, está mais difícil, como se estivéssemos subindo a ladeira. Se tiver essa experiência, eu sei que alguém próximo a vocês pode ter essa experiência. Orar fica mais difícil.
se concentrar na leitura e preparação de um ambiente como essa, fica mais difícil. E num ambiente como o nosso, aqui, o contrário. Tudo é favorecido, querendo dizer, o que seja de sentimentos ou reflexões de padrão mais elevado de consciência, tudo é favorecido. Há pequenas vivências que devem ser enfatizadas como...
de um bom vitre. Eu vou deixar que venha o português. Vejam bem, eu estou mais medíocre hoje. Então, às vezes levanto os olhos porque caem placas mentais na frente. Eu achava tão estranho o médium dizer que faziam isso. No passado, eu vi dois falarem isso. Um de minha mais rigorosa confiança. Estreita, estreita confiança. Uma pessoa de um cara ao meu coração. Uma figura quase pai espiritual. Não era bem isso, não. Era um irmão. Guaracino Vaz Barbosa.
Em certa ocasião, ele era muito mediúnico, encarnado.
Para vocês terem ideia de como ele era ligado, nós éramos ligados um ao outro, ele era de uma geração à minha frente, tinha idade sem meu pai, e tinha três filhas mulheres. Eu presumo que ele me adotou, pela forma como ele se comportou. Eu não percebi na época, com clareza, eu sentia fraternidade, boa vontade, solicitude, e hoje ele me adotou. Para vocês terem ideia de como era forte a nossa ligação, ele resolveu desabafar sobre um problema que ele estava fazendo.
ele descobriu uma organização criminosa vinculada à saúde, não vou dizer se é do estado ou do município do Rio de Janeiro. E ele falou comigo em julho de 1997. E eu disse, Guaraci, você não falou com essas pessoas. Porque ele disse, vocês não agirem corretamente, eu vou denunciar. Essas pessoas não devem ser ameaçadas. Ou você avisa?
já publicando ou você não dá nenhuma notificação. Não se ameaçam essas pessoas. Em 19 de setembro daquele ano, eu posso estar equivocado em alguma data, mas eu me lembro desse 19 de setembro, eu recebi uma ligação dele.
Foi a última ligação que ele fez. A polícia me procurou quando ele foi assassinado a queimar roupa na porta de casa. Porque eu era, a polícia me procurou porque era a última pessoa que ele havia procurado. É muito comum que tenhamos essas intuições. Estamos perto de desencarnar. É uma aflição muito forte. Lembramos-nos de uma pessoa que é importante para nós. Geralmente é assim, filho, mãe, um irmão muito querido, uma pessoa que é...
um par espiritual nosso. Ele me procurou. E o curioso é que ele não dizia nada com nada. Sim, Guaracir, você me procurou para? Porque nós não vivíamos conversando muito. Só conversávamos em momentos importantes para definir alguma tarefa a ser feita. O que foi? O que foi, Guaracir? Não, liguei para o saber, está tudo bem? Ele estava estranho.
Eu só não vou me recordar com clareza para dizer a vocês, foram dois ou três tiros a queima-roupa. Deixou três filhas. A filha mais nova, pelo que eu me lembre, estava na transição da infância para a adolescência, nove anos. E a mais velha com 16. Eu posso estar também atrapalhando um ano para ir para cima ou para baixo.
Todos nós temos essas funções mediúnicas, precognitivas, de modo, posso dizer, latente. Em algumas pessoas, essa função está já embrionária. Em outras, ela está mais ostensiva. Eugênia chama essas comunicações de objetivas.
Ela, por exemplo, disse, vamos trazer mais um amigo e uma amiga que vai estar com você hoje. Conversou comigo há pouco, aí quando entrei, ela conversou comigo enquanto eu fazia um banquete de medicamentos para cuidar, organizar, para não exceder-me na analgesia da fibromialgia. Fibromialgia é muito comum.
em médiums. Privação de sono, atrapalhação de sono é comum em médiums. Então, enquanto eu conversava aqui, não podemos parar, né? Um remédio, outro, não pode ser muito, quais eu poderia utilizar? Eu utilizo dois analgésicos sistêmicos e um tópico. Então, não tinha o tópico, porque há muito tempo eu não utilizava, utilizei um outro sistêmico. Foi assim que eu conversei com pessoas que entravam e saíam. Enquanto falava com a gente, vamos estar lá hoje, abra um pouco mais na banda horizontal.
porque eu posso abrir, que eu prefiro, lógico, a função para os seres acima de mim, mas um pouco mais horizontal, a frequência para alguém se aproximar. Estou falando isso porque eu adoraria, no lugar de vocês, ouvir. Quando, por exemplo, eu publiquei essa entrevista a respeito dos meus 38 anos,
achando de não falar sobre mim, o início travando para caramba, começando a escrever, vocês têm certeza que é para eu falar sobre isso, apesar das perguntas já estarem prontas ali, tem certeza que é para eu publicar, hoje, falou um outro espírito amigo, é hoje, hoje é o dia, mas por que hoje? Não pode ser segundo texto, já está adiando desde o mês passado, é hoje, não podia passar via, eu poderia não atender, mas eu não quero ficar em estado débito com os guias espirituais.
E só um ponto eu vou destacar para vocês, há tanta suspeição sobre o fenômeno espiritual mediúnico, isso é muito ofensivo. Às vezes estamos observando uma pessoa falando, será que está dizendo para impressionar e criar impacto? Vejam, quando uma pessoa está preocupada com o prestígio e o impacto, não deixaria jamais uma faculdade de prestígio e uma carreira de prestígio.
A minha atividade de visibilidade eu poderia ter dentro do direito ou da política. Quem usa a função do ego para, vou fazer o bem, mas eu quero primeiro aparecer, para ser atacado, para ser visto com suspeição, para ser tratado como charlatão, não é agradável. Só para dar a ideia de vocês do que eu falei ali na entrevista.
Ninguém, eu vou deixar bem claro, isso não é aproximação, não. Ninguém, nenhuma voz me apoiou na época. Várias pessoas, eu procurei diretamente, porque eu levei alguns anos para tomar a decisão final. Alguns anos. E alguns tomaram a iniciativa de falar. Na família, no meio do direito, foi um horror. Começaram a me tratar como...
como é que você vai abandonar o nosso ambiente, que é, claro, uma faculdade de prestígio, e eu fui visto de forma diferente no início, no início as pessoas supuseram que eu seria uma futura autoridade, etc. Ou então me perguntaram, quando eu lancei o programa de TV, você vai se candidatar a que cargo público? Porque já que eu não tinha aberto uma igreja que levantasse 10% do salário das pessoas, aí vai se lançar um cargo público. Não.
eu precisaria ter largado a faculdade direito. Aigo, não. Mas como diriam as pessoas hoje, e os guias espirituais, eu próprio não teria certeza, será que não foi alguma frustração emocional? O chamado foi forte desde o início. Eu próprio não como dizer os guias espirituais, eles sabem, esse cara é maluco. Jesus disse que era para largar tudo, quem fosse ser representante dele.
era para largar tudo e segui-lo, é óbvio que a gente vai largar em graus variados, mas eu quero dizer, no meu chamado, eu precisava dar uma prova dramática, porque senão a pessoa vai dizer, e qual o ganho dele? Não foi fortuna, meus colegas, da minha época, colegas que eu quero dizer, da área de liderança religiosa, tem império judízimo.
ou estão em posições, não quero comentar para onde destacar, a quem eu faço referência. Então, amigas e amigos, eu precisava estar em um trabalho como esse, em que vocês podem ter a notícia comprovada. Ou eu sou doido, eu acho que não sou louco, digo louco completo, não completamente não, mais ou menos, mas não completamente. Ou é doido, esse cara é maluco, esse cara é maluco, é a forma elogiosa de se referirem a mim.
Mas nós somos espírito. Nós somos espírito. E como somos espíritos? Nós estivermos com os filtros da presunção para julgar se eu não seria assim. Então, ninguém pode ser? Como assim? Alguém pode ser mais velho que eu espiritualmente? Alguém pode ter sentimentos diferentes que os meus? Alguém pode ter vivência diferente da minha?
Se eu não sou presunçoso ou presunçosa, eu sinto, tem uma coisa aí. Ainda que eu tivesse me graduado, ainda que eu fosse uma autoridade do direito ou atividade política, não. Mas vejam, faria sentido eu ir para o universo do direito, se eu tenho chamado ao sacerdócio espiritual e mediúnico? Como seriam compatíveis as duas carreiras? Eu acho que não são.
como seriam compatíveis a relação de mim com outra carreira que não fosse a que eu faço? Não havia teologia da minha área e nem há. É uma visão teológica diferente. Não dá para se fazer, ah, vamos fazer ciência da religião, é uma área acadêmica. Religião comparada. Tem algumas atividades por aí, a pessoa pode ser um sociólogo, uma socióloga e trabalhar área de religião.
é uma abordagem acadêmica, então, é um presente que dou a vocês, não precisaria, precisava, foi um chamado forte, em uma certa altura, porque algumas pessoas falaram de forma afetuosa, veja, só termine, fique aí com a sua graduação, bota na gaveta, ninguém vai dizer desaforo a você, e, pois é, não faz sentido, por isso que eu demorei, não faz sentido, eu não posso estar com razão contra tudo e todos, estava.
felizmente, fiz esse freio, porque estava com razão, porque estava com os guias espirituais, é um precedente, só meu, não, não, não, não, se vocês forem se reportar, Chico Xavier, ele terminou os estudos dele no quarto ano do ensino fundamental, ele teve uma vida muito difícil, eu sei, ele não escolheu isso, aí onde está? Eu precisava escolher, mas estava na mão, pois então,
E por que você fez isso? Ele acreditou mesmo que chamaram, chamou, chamaram. E mais do que eu vi os espíritos, eu senti, eu intuí. Eu saturei do meio acadêmico. Eu não queria aquilo. E saí com uma autocondenação eventual. Se eu terminasse, eu estaria prostituindo minha consciência. Eu não vou utilizar essa graduação, esse título para nada. Como eu vou receber uma...
vamos dizer, uma consagração, uma forma de, um selo, uma garantia oficial de que eu poderia estar naquela atividade como um profissional. Não seria justo. Eu estaria gradeado a uma academia.
todas as pessoas do universo do direito estariam à vontade para dizer, mas uma pessoa graduada no universo do direito, um de nós, nem no direito, nem em nenhuma outra disciplina acadêmica ou científica, zero. Porque assim as pessoas dizem, ah, mas era desintitulado, desclassificado, desencredenciais, excelente, todas, nenhuma delas, nenhuma delas.
não poderia ficar gradeado, estou livre, fora dos meios religiosos, por isso que tivemos que nos desligar também do meio kardecista, para ficarmos livres a falar o que os Espíritos pedem, não o que eu queira, o que as pessoas desejem que eu fale. Eu gostaria de ouvir isso, eu gostaria de ouvir isso. Então, vou abrir a primeira pergunta, que tem chegado hoje, já tem, né? A Taizinha é pronta. Por favor, a primeira pergunta de hoje, que eu vou ler agora com vocês.
João Batista, Uberlândia e Minas Gerais. O que poderia ser dito sobre propósito da vida? Estamos falando sobre isso aqui. Quase sempre as pessoas, principalmente os jovens, confundem propósito da vida com uma paixão muito forte por uma área profissional. Pode ser sim. Mas a paixão pode indicar necessidade de autoafirmação.
a paixão também para indicar que a pessoa está sendo influenciada por alguém da família, e aí já é uma coisa do coração, não é? Gostaria tanto, vou dar essa alegria, meu pai, a minha mãe, etc., ou ao grupo da minha família, numa família em que todos são médicos, eu vou ser médica também, ou numa família em que todos são empresários, vou aqui me graduar em economia e administração para continuar os negócios da família, isso dá um calor no coração que não é egoico. Ah, isso, que bom, que bom.
Nós confundimos quase sempre, se a pessoa tiver, o princípio é, se a pessoa tem a oportunidade de estudar, deve. Eu incentivo muito aqui que as pessoas não só concluam seus estudos, o que é esperável, que agora se espera que a pessoa pelo menos se gradue, mas prossiga para mestrado, doutorado, sobretudo se ela tem algum viés.
para o magistério, alguma inclinação psicológica, alguma tendência ao professorado, porque aí não pode ser professor ou professora no nível superior, sem pelo menos o doutorado, normalmente não se espera menos que isso, quanto mais o tempo passa, mais isso vai ser cobrável das pessoas.
a ponto de me perguntarem, por que você fala tanto de fulano que tem doutorado, ciclano que tem pós-doutorado, porque eu não tenho inveja dessas pessoas, eu as admiro, quando uma pessoa que não tem graduação fica fazendo pouco caso dos títulos alheios, está frustrada, está com raiva de a outra ter título e ela não tem, e algumas pessoas que se aborrecem, tem inveja.
eu já ouço, por que você falou? Porque não bota, por exemplo, houve o documentário com o, estou falando de propósito ainda, distinguindo de paixões, precisamos nos conhecer, como é que nós vamos saber o nosso propósito de vida, os chamados guias espirituais, se eu não consigo distinguir minhas invejas, meu ciúme, meu despeito, meu sentimento de complexo e inferioridade, como é que eu não distingo isso?
Minha voz de alma que diz que eu tenho um dever a cumprir em uma determinada área, pode ser na própria família, ou onde nós estamos profissionalmente, a pessoa deve se graduar enquanto não descobre isso com clareza, e pode descobrir ali uma maneira de agir naquele campo profissional, que é o chamado dela, ou pode fazer uma pós-graduação em outra área do saber, que tem mais a ver com o seu chamado espiritual.
Eu não vou contar o episódio que eu ia narrar aqui, não. Já pediram que... Estão avaliando. Não, não vai, não vai. Era sobre a produção do documentário de 2016, 10 anos agora que foi concluso. Ah, não escutei, não escutei. Deixa eu deixar que eles escutam um pouquinho mais. Está quente? Está quente o negócio. Está quente.
Me diga uma coisa, por que você botou tanta pessoa com doutorado, que não botou uma dona fulana, seu cicrano, ali da esquina e tal? Porque se o assunto era reflexão intelectual para chegar a um assunto moral, pessoas mais treinadas no senso crítico e mais...
abalizadas, pelo menos intelectualmente, são chamadas a isso. Ninguém vai procurar num documentário alguém que não tenha conhecimento na área relacionada àquele assunto apresentado. Quando eu disse que a pessoa não precisa, vamos dizer, então outro ponto, não precisa...
fazer uma pós-graduação, um mestrado doutorado, se não estiver com o chamado acadêmico, pode ser, não é obrigatório, lógico, nada, nem a graduação, se a pessoa quiser deixar de estudar, nunca, nunca.
Tanto que, em algumas situações, as pessoas supunham que eu era pertencente à sua agremiação acadêmica. Era comum, de acordo com o trecho da palestra, quem não me conhecia à distância, ah, gostei desse psicólogo. Onde eu acordo esse psicólogo? Ou então, nos shorts. Ah, adorei esse médico falando sobre... Médico? Ah, esse pastor... Pastor? Não vou fazer caritão. Ah, esse padre... Não vou fazer caritão.
mas falo de físico, não gostei muito não eu não sou físico, não sou físico não sou psicólogo, não sou médico, sou patavinas, não sou pincaros nenhum para falar livremente e fazer o entrelaçamento interdisciplinar se nós fazemos essa triagem, vamos fazer nos escoimar das frustrações
Eu estou aborrecido e seguindo um eco de um trauma que eu sofri na adolescência ou na infância. Temos consciência disso? E por causa desse trauma, eu vou dar uma resposta àquela pessoa, vou provar. Aí disfarçamos esse dedinho. É o ego, é uma criança raivosa. A gente é super adulto, eu vou dar uma resposta àquela pessoa. Ninguém merece essa homenagem nossa.
ficarmos condicionados a dar uma resposta a alguém. É tão bom quando a gente só faz quando deve. Por exemplo, havia uma liderança no meio cardecista que trabalhou quanto pôde para me tirar do meio cardecista.
Então, espera aí, essa pessoa gostaria que eu saísse, deixa eu frear um pouquinho mais, deu sentido reverso, né? Seria maravilhoso eu dar uma resposta a essa pessoa, saindo agora, dizendo que vou fazer um outro trabalho diferente. Essa pessoa, por exemplo, queria muito que eu concluísse a faculdade de direito. Não, quanto mais prestígio você tiver, melhor para a doutrina.
raiva, inveja, nojo, como é que esse cara tem tudo na mão e vai, porque ele não teve e foi para o meio religioso para realizar a sua gana de ter poder sobre as pessoas, como é que está com o negócio na mão e vai fugir? Essa função aqui para a gente frustrada como eu, eu discordo, eu discordo, é uma função muito séria.
muito complexa, mais difícil para ser exercida, e precisa de pessoas que poderiam estar dando certo em outras áreas profissionais ou acadêmicas, inclusive as mais difíceis, porque essa é mais difícil ainda. Aí vemos, às vezes, um palavrório vazio, balofo, o que eu quero dizer com isso? Que eu estou estudando sempre.
E houve um período, os primeiros 10 anos, que foi pedreira, pauleira, quilos de livros. Hoje meus livros estão escondidos. Eu faço questão de esconder. Tem um quarto, um atulhado de livros, um atulhado de livros, pilhas e pilhas. E algumas gavetas que tem os livros escondidos. Mas escondidos, eu tenho pudor, porque não faz? Vamos botar aqui, já me propuseram isso. Vamos fazer um vídeo com você com os livros atrás. Que coisa mais.
despudorada, eu não quero não, vocês sabem que há pessoas que põem, não tem nada de mais que o intelectual, se apresenta assim, eu não gosto, e quando vou ler, os espíritos me sentam comigo, agora está o livro, que tal pegar aquele outro livro, eu vou fazendo uma tecidura, então amigas, amigos, nessa questão estou trazendo a minha experiência e fazendo uma...
vamos dizer, uma miscelânea, miscelânea boa, não é? Eu não quero que venha a ter um misto no mau sentido, não é? Ai, a discussão entre eles. Pois bem, não vivemos condicionados, vou tirar a minha história agora, não vivemos condicionados a responder alguém, porque estamos frustrados ou frustradas.
Não respondermos a uma paixão egóica, porque eu quero ter poder, influência ou riqueza para conseguir isso ou aquilo. Quem quiser ter importância ou qualquer tipo de ganho mundano deve ir para as atividades do mundo. Isso eu garanto a vocês que é melhor, mas na área espiritual não deveria. Não deveria. Deveria não renunciar, é se proteger, se poupar de um karma tão grande.
Porque a pessoa dizia que está sendo enviada da espiritualidade sem ser. E alguns enlouquecem e acreditam que estão.
E a espiritualidade aproveita. Porque Deus aproveita tudo. Por exemplo, a pessoa que tem um trauma, acabei de comentar, a pessoa que sofreu um trauma na infância, vai dar uma resposta, uma figura de pai ou de mãe, por exemplo. Vou dar uma resposta, ou um tio, uma avó, uma avó, ou um colega, vou ser mais do que ele ou ela. Está todo mundo na sala de aula, vou provar que eu sou melhor do que o outro. Tem gente que cumpre a sua missão.
condicionada a reações, a missão de vida, que não é o propósito espiritual dela realmente, ela nem tem condições de ter um propósito consciente, a espiritual dela aproveita, enquanto ela está na paixão do ego, adquirindo carmas, vamos ajudar aqui através do trabalho, é uma pessoa inteligente, pessoas muito inteligentes, estão nessa faixa, na terra isso é muito comum.
Quem realmente faz a sua vocação profissional condicionada com os seus sete meses mais nobres? Quase sempre não. As pessoas estão na atividade profissional por gosto, eu gosto de fazer isso aqui. E os sete meses mais nobres com os filhos e as filhas.
na área de sua atividade caritativa um mês de semana, mas na profissão, não. Dificilmente nós temos isso. E há pessoas que estão, quando digo dificilmente, é uma em cada 20 pessoas, é muito. Há pessoas que dizem que é menos, há estudiosos que dizem que é menos de 1%. Eu acho que seria mais ou menos 5% da população. E então algumas pessoas, mesmo aquelas que seguiram o chamado, muitas delas ainda assim se corrompem.
começam a inflar o ego. Em vez de fazerem um reajuste da sua função, começam a dizer, eu estou aqui há 30 anos desse trabalho, eu estou há 50 e você não vai me avaliar. Mas a pessoa trouxe um comentário crítico construtivo. Não faz autoavaliação sistemática. Não faz a correção de rota. Nós temos que nos repaginar inúmeras vezes vida fora.
todos os anos eu percebo os espíritos fazerem um resetar comigo, não sei se vocês notam que a sua palestra minha em 2024 é uma coisa, em 2025 é outra, em 2023 é uma terceira, há 10 anos nesse momento, estava aqui incorporando Matheus Nacleto, fico feliz de me sentir adolescente no sentido bom, a acepção de adolescência e infância como estar aberto ao novo sempre, e não ficar no automático.
e fazer da palestra, apertar o play aqui, e vou no meu piloto automático, não preciso fazer esforço nenhum, tem que haver um esforço brando, para ter o esforço brando, entretanto a gente tem que ter se preparado, bastante antes.
ter se preparado com cuidado, não só para o que vai parecer para fora, mas o que é para dentro. Então João Batista proposta em ver com nós ouvirmos a voz de nossa consciência. Nós já sabemos o que é a voz da nossa consciência. É lógico que isso é uma metáfora, não é exatamente uma voz. Mas nessa alegoria, essa figuração da voz, nós já sabemos que aquele estado de...
isso é o que se espera de mim, eu estou cumprindo o que os guias espirituais pedem de mim, nós já sabemos o que é isso, e não dizer, fiz aqui, fui aprovado, sou a melhor aluna, o melhor aluno nessa sala, as pessoas estão me jogando muito inteligente, etc, isso é humano, é compreensível, é normal que aconteça isso, e é um problema, a pessoa tem que fazer um esforço e voltar, orar, de novo, recomeçar,
tirando a paixão do ego, tirando que eu fui ali, incensado, elogiada, tirando que eu impressionei aquela gata, ou aquele gato, o que que os guias espirituais, ou Deus, quem quiser logo pensar em Deus, o que Deus espera de mim, no meu coração, na minha consciência.
Pensarmos, por exemplo, a sala está cheia de espíritos, está cheia com vocês encarnados, sim, encarnadas, mas eu quero dizer, do outro lado, quis fazer referência a essa outra plateia, a sala está abarrotada de espíritos do bem.
É muito comum esterar os ambientes, a sala está vazia, mas a espiritual está aqui enchendo o ambiente, se nós tivéssemos que trabalhar com os espíritos que estão desvestidos de matéria densa, nós também estaríamos desvencilhados de um organismo de matéria densa. Isso é papo furado para quem não está cumprindo sua tarefa. Está vazio porque você não está falando o que as pessoas precisam, as pessoas que precisam estar no ambiente.
Porque sempre tem aquele teste, a gente leva uma pessoa amiga, traz para cá, pode ser que alguém esteja aqui assim, não volto nunca mais certo, certo? Ou está na terceira, quarta vez, ou a penúltima, ou o contrário, a terceira que vem, ou a terceira última que virá.
antes penúltima, pessoas que cresceram aqui, por exemplo, com seus pais, e vêm acompanhando quando são crianças, muitas não ficam, outras ficam, ou que vêm com um amigo ou amiga, vamos imaginar, antes penúltima vez, a pessoa não sabe que é antes penúltima vez, ou a penúltima, não sabe que é uma série de gatilhos que estão sendo ativados, os botões, o teste de fogo, vamos ver se volta.
E então a pessoa dá aquele surto de eu não volto mais. Eu tenho que ir para um lugar espiritual para ficar bem, para não ter conflitos, para pacificar meu coração, porque a vida já é muito difícil. A vida vai ficar mais difícil ainda se nós não acionarmos a nossa consciência. A sala está cheia, tem que pensar, está.
a gente não vai falar todo momento sobre as linhas de comprovação da existência do mundo espiritual. A sala está cheia de espíritos do bem, nos curando, desligando entidades perturbadoras que foram trazidas por vocês e todos os ambientes em que vocês vivem, em que nós vivemos, e são levadas essas personalidades, às vezes são entidades mesmo, não personalidades.
grupos ou padrões mentais coletivos que podem ter uma manifestação aparentemente física, um bloco de energia, uma espécie de quisto psíquico que vem ligado a algumas pessoas. Isso é altamente tóxico, enlouquecedor. Chico Xavier falou das formas de pensamento, então elas vão sendo desligadas.
E corpos alvoides, tem as formas de pensamento, que são não só faladas por Chico Xavier, mas por outros autores, mas Chico trouxe a informação do ovo corpo alvoide, que é mais do que um nódulo psíquico. Estou apresentando várias categorias de ontológicas, vamos dizer assim, de seres que às vezes não são espíritos, mas que são mentalmente presentes e atuantes. Corpo alvoide, que é o espírito que degradou seu corpo espiritual a pontificar.
parecendo um ovo de fato, mas ali tem uma onda mental que ligada a uma pessoa, gera fixações em pensamentos autodestrutivos ou destrutivos, e às vezes nós temos essas ondas, pode ser ali exatamente ligado ao nosso corpo físico e espiritual, principalmente afetando o cérebro.
No livro, quem quiser ter uma notícia disso, leia o livro Libertação, de André Luiz Chico Xavier. Em uma certa ocasião, é apresentado uma senhora com 58, posso estar enganado sobre o número agora, mas o que eu me lembre, 58 corpos ovoides são uma pessoa. Se não foi o caso dela, foi outro, porque dezenas.
Se nós não temos algo ligado diretamente ao nosso psiquismo, ao nosso sistema psique e corpo, que é algo interligado, nós temos uma estrutura neuropsíquica ou psiconeurofisiológica. Não tem como apartar a psique do cérebro.
nem o cérebro da psique, enquanto estamos encarnados, à distância esses fios podem ser entretecidos, e começarmos a ouvir em forma de pensamento nosso, porque é assim que eles querem, não, não é nada de fora não, é seu pensamento, uma suspeita sobre uma pessoa.
Uma raiva sem motivo, ou então os motivos começam a aparecer. Ciúme, inveja, ambição e todo tipo de mau pensamento, má emoção que já somos inclinados a ter. Por sermos seres com muitas dificuldades evolutivas ainda. Vamos colocar em termos mais suaves. Temos muitos efeitos.
Pior de quem não percebe que tem muitos defeitos. Todos temos muitos. Se você for fazer a numeração, defeitos. Não para dizer a alguém, se você for embelezar aqueles defeitos, né? Ah, eu tenho essa mania de confiar nas pessoas. Eu e minha mania de perfeição. Eu só quero acertar. Eu só, nossa, eu fico mal, porque eu só quero trabalhar. Vamos tirar isso. Lindo, lindo, lindo. É verdade que isso pode ser defeito? É, é. Mas vamos falar outras coisas.
Impulso ou caos, esse eu acho que é um dos problemas meus, porque é de todas as pessoas com foco criativo, se eu falar esse, caos, porque ou surfamos o caos para a criatividade com o céu, ou descemos ladeira abaixo na direção do inferno. E muitos médios enlouquecem, e muitos loucos apresentam-se como médios. Muito bem. Nós temos que ter cuidado.
que por meio de cada efeito nosso, uma onda mental pode se acoplar à nossa. Assim como cada intenção boa nossa, cada virtude que tenhamos, cada bom comportamento, o hábito do bem, disciplinas do bem que tenhamos, um ser do bem pode se ligar a nós. Ou grupos de espíritos, faixas espirituais. Nós sintonizamos com faixas mentais, essas faixas são como ondas de rádio.
Por exemplo, sugiro muito pudor quando as pessoas forem ler, todos nós temos acesso a isso, tenhamos muito cuidado que sejam órgãos consagrados de imprensa, veículos consagrados, não peguemos qualquer veículo, conhecemos a linha editorial, tem uma tradição de lisura jornalística, na dúvida não leiamos ou recebamos vídeos daquele canal.
Não alimentemos nosso coração e nossa inteligência com informações de fonte duvidosa. Estamos entrando num ano eleitoral. A miséria moral vai começar a acontecer. E ajudemos outras pessoas. Passem adiante isso. Isso é uma orientação de pensar correto, universal.
órgãos consagrados de imprensa, é interessante como ouvi pouco isso, quem insiste muito nesse tópico sou eu, órgãos de imprensa, mas é um princípio universal, não foi criado por mim, apenas eu reverbero com força, porque noto com a geminação espiritual dos nossos instrutores espirituais e mestres espirituais, que isso é de capital.
tal importância e como nunca aguda importância por causa da desinformação das tais fake news a inteligência artificial criando um modo muito mais verossímil
mentiras perigosas. Então, tenhamos por hábito, vamos voltar, vamos fechando algumas abas sem concluí-las, porque não são para serem concluídas, por isso que no final vocês vão ouvir temas de vocês sendo travenciados. E...
qualquer falha que eu apresente aqui, atribuam a mim, não aos guias espirituais, embora eu esteja ouvindo um turbilhão de seres dos dois lados. Eu ouço um ruído mental na sala.
às vezes eu percebo alguma coisa de alguém, essa foi dessa pessoa, às vezes não tenho segurança, eu prefiro não fixar a faixa telepática, por isso ajuda de fato a levantar os olhos e percebam quadros mentais mais fáceis se eu desviar o olhar de vocês, porque nós usamos o olhar...
ou dirigir o olhar para alguém como lei, energias da pessoa, lei padrões de pensamento, e às vezes entristece até, não, não é possível, ou então, não está bem, está triste, está com problemas, não é? E às vezes ofende, e aí o que faz? Vamos deixar a pessoa resolver suas questões com o tempo. Eu prefiro ficar com os guias espirituais e eles escolherem predominantemente, não posso estar o tempo inteiro.
É impossível. Somos bombardeados por esses ruídos mentais, encarnados e desencarnados, e tem uma faixa mental maior. Então, voltando a essa parte, só um elemento da aba, das abas abertas ou fechadas, só essa. Quando formos fazer o contato com a imprensa, por vídeos, por textos, por áudio, as pessoas utilizam mais aqui, utilizam leituras gravadas, os veículos de imprensa importantes hoje já fazem isso.
Façamos uma prece, leiamos intuitivamente o nosso estado de espírito, eu preciso realmente ouvir isso agora, isso é necessário, isso é construtivo, isso é útil, é para o meu bem, para o bem de alguém, vou alertar alguém, eu preciso me alertar sobre isso. E não fiquemos com aquela curiosidade vã, é a forma mais suave de falar, mas aquele espírito de abutre.
de ave de rapinha, de urubu, carniça. Ah, como foi mesmo? Nossa, esse estuprador esteve aqui. Bem, se falamos sobre misoginia, cultura redpill, temos que nos informar. Mas fica lá, mais detalhes, mais informações. Mesmos canais consagrados, por que estou dizendo isso? Mesmos canais consagrados, estão preocupados em vender o seu produto.
Então, bota mais uma... Dá para fazer mais uma reportagem sobre o tal estupro coletivo ali? As pessoas estão adorando. Aí tem uma gama de 30 ou 40 publicações importantes. Aí a pessoa volta só para aquela. Ai, que coisa horrível. Eu soube que depois outra pessoa entrou. Ai, como se fosse fofoca.
antiga, gosto pela miséria alheia, satisfação em vez de desgraça, ou até uma compulsão masoquista quase, de sofrer com a notícia, de ficar horrorizado, de ter empatia com a vítima, ótimo que tenhamos.
eu digo quase masoquista, mas não é exatamente masoquista, na minha opinião não é, é de estarmos familiarizados com a dor. Espera aí, isso aqui está alimentando o lado pior. Aqui eu estou me angustiando, eu estou perdendo otimismo e esperança relacionada à espécie humana. Tem que mudar, tem que mudar.
Porque quando nós lemos uma notícia, ouvimos uma notícia, assistimos a um vídeo sobre uma notícia, começamos a entrar em sintonia com a faixa mental das pessoas que estão naquela preocupação, naquela atenção, é uma faixa de consciência, acreditemos ou não.
E podemos ser bombardeados, desligar, façamos isso. Eu falei sobre o momento que escolhemos fazer o contato, porque pessoas deixam a notificação automática ligada, não façamos isso, desliguemos. Depois a gente vai para os canais de sérgio, eu faço isso algumas vezes ao dia, eu sei que vocês podem fazer, porque as minhas notificações são desligadas. Eu procuro a notícia quando julgo que é o momento. Todos devemos fazer isso.
Se algo for realmente urgente, nós fazemos isso, eu faço pelo menos quatro vezes, às vezes menos. Uma vez por dia, pelo menos eu faço. Uma geral, os canais todos. Muitas vezes com 12 horas de distância, uma geral. Ou então eu pego os mais importantes e pulo alguns que são mais barulhentos, sensacionalistas, etc. Evito esses canais, os que precisam de mais seleção de conteúdo, eu deixo para o momento em que eu esteja mais descansado.
E não a gente já mal, triste, abatido. Ai, vou ver o noticiário. Não, não, não, não, não era boa. Não era boa. A gente está, deve estar em riste. Com a espada em riste. A espada do discernimento. Isso é agora para ser lido ou não? Desliguemos as notificações.
E aí tem jeito de notificação de tudo. Chegou alguma pessoa, mandou notícia de WhatsApp, meu celular ficando silencioso constantemente. Eu não estou dizendo que o que eu faço é regra. Apenas para quem quiser ser menos perturbado,
pelas plataformas digitais, nessa época de indústria da atenção, nós somos manipulados, os algoritmos se informam detalhadamente sobre os nossos gostos, inclusive os sombrios, quando tem uma questão de estupro coletivo, ou de miséria contra mulheres, vem um monte de informações, essa pessoa adora, então coloca um monte de coisa ali.
É uma informação, vocês sabem disso, mas é uma exemplificação simples. O que a gente não imagina que esteja registrado nesses algoritmos está. Vou dizer duas escalas do que falar sobre isso. Os algoritmos das plataformas digitais nos conhecem mais do que nosso confidente mais íntimo, do que um terapeuta.
Segunda escala, assustadora. Os algoritmos os conhecem mais do que nós mesmos. Assustador, não é? Sim. E são inteligências artificiais, sim. É porque a gente não detesta essa história de estupro. Mas o algoritmo sabe que você gosta.
sabe como você fica mais tempo, ainda que gostar no sentido de familiarizar-se com a dor da vítima. Eu estou colocando um caso estranho do estupro coletivo, porque é de horrorizar mesmo. E nós temos que nos informar.
para estudar o que se pode fazer, quais as minhas providências, para o meu universo de influência, eu ajudar pessoas a não sofrerem esse tipo de trauma e me sublevar, me indignar e ajudar a criar uma contracultura, no sentido positivo, uma contramaré, nós não temos força para isso. Quem está ligado à espiritualidade do bem está na contramaré.
É um remar contra a maré. É tudo muito difícil. Vamos remar contra a maré. Temos que fazer um esforço. Então a gente pode dizer, não, não gosto disso não. Por exemplo, só para sorrir, uma bobagemzinha. Eu sentado com o Wagner, quando a gente puxa, digamos, pega um canal como a Videoteca do YouTube. É um dos canais que eu tenho. Inclusive estamos lá. Mas tem, na plataforma do YouTube, é lá onde eu gosto de ver alguns.
dos órgãos consagrais de imprensa, apresentando em forma de vídeo, algumas notícias. Então, começa a puxar, Moshu Wagner traz o celular dele, olhamos de vez em quando. Mas o que é isso, hein? Que o seu feed de notícias, ou o algoritmo, coloca lá. Câmera.
ou uma situação que tem a ver com máquinas, avião, carros, etc. Aí o meu, noticiário, outro noticiário, outro noticiário. Aí lá adiante, às vezes nem Wagner está nesse momento de brincadeira, não. Wagner tem uma coisa errada aqui, pega a surpresa melhor, que é a mais divertida. Wagner já disse, olha, dois homens vão se beijar aqui. Eu já disse um documentário, aqueles documentários cultos.
Não, eu já vi alguns lá, quero não. Eu já disse que não tem interesse várias vezes, mas às vezes tem. Tem certeza que você não quer ver? Eles acham que eu sou homossexual? Eu não sei porquê. Eu já disse que não tem interesse. Eu já estou satisfeito. Eu já estou satisfeito. Não estou carente. Eu tenho um dia que eu me aborreci com a plataforma. Olha aqui, vai se arrebentar. Você está me aborrecendo. Ele se aborreceu, manda mais.
Então, é bom usar o humor, porque é sério, é sério. Então, os nossos gostos aparecem. É uma situação, sabe para a doida? É terrível, não é bom ser amigo íntimo meu, porque alguns filtros eu gostei de ter e não tenho. Estava um casal de amigos quando estávamos morando em outro país.
Então, a gente estava falando sobre yoga, etc. Então, abrimos um canal. Estávamos com os celulares abrindo, etc. E a esposa viu no celular do esposo uma moça seminu. Parecia pornográfico. Só não era mais pornográfico, era hilário. Parecia humor, não. Isso é gozação. A moça fazendo a posição de yoga era visivelmente a posição erótica. Aí, então, a esposa ficou enfurecida. Oh, fulano!
O meu YouTube não mostra isso. Aí o que eu respondi? Fulana, veja, o YouTube faz um cruzamento de informações. Você pediu yoga. Ele, além de pedir yoga, sempre pede mulheres nuas ou seminuas. Então ele cruza as duas coisas, yoga com mulheres nuas. Ele vai gostar mais de ver exemplificações do que seja yoga. Eu não sei exatamente o que era da yoga. E vinha, não, faz uma síntese. É isso que os algoritmos fazem.
Então, eu disse, é isso, mas falei na frente dele e dela, resolvo-se, resolvo-se. É bobagem, é bobagem. Ela não liga não, mulher madura. Aí bateu o dado nas costas dele, amigo. Exatamente, exatamente. Bobagem, se isso fosse problema, meu Deus, se isso fosse problema.
A gente ri, porque só não vai se ofender se a gente tiver uma questão mal resolvida, não é? Eu agradeço que não passei pela adolescência, pelo espaço, as ofertas perigosas na internet. Quando eu fui estudar esse assunto, analisar mesmo, nos anos 2000, fiquei pássimo.
nos anos 2000, imaginemos o que tem hoje, inclusive quando eu fiz algumas pesquisas, tive acesso a perversões, do que eu já tinha estudado no direito penal, muito além do que eu estudei no direito penal, fui descobrir lá, Jesus, vocês já tiveram essa experiência, quero desver, quero desouvir, tive culpa, nossa, não devia ter pesquisado isso, não queria saber disso, não, não queria saber, parei, parei, para que eles não fiquem mandando mais informações, na época não era bem assim.
Informações espirituais, ataques espirituais, a gente entra em uma faixa e é sofrido, se a gente não está naquela sintonia, é sofrido, lógico. E na época não havia os algoritmos, a gente tinha que procurar, mas agora não há momento distraído que a pessoa não esteja sendo observada. Não, mas eu fui pesquisar aqui, só que eu estava num mau momento. É informação, tudo é acumulado sobre nós.
É assustador, mas eu acho que é promissor. Porque nós não podemos nos esconder de ninguém, não é? No mundo espiritual, não. É tão bom a gente já experimentar com a experiência digital nas plataformas e algoritmos, o que no mundo espiritual já existe. Nós somos estudados pelos gentes das trevas. Eles mandam testes de acordo com nossos problemas.
Mandam situações doídas do tipo de dor que nos afeta mais. Se for para nos tirar de um caminho, por exemplo, estou sendo mais amorosa com meus filhos.
ou mais disciplinador, se for uma pessoa que tenha mais dificuldade de ser disciplinadora. Estou mais firme com meus filhos. Então, bota um teste, bota um teste. Bota aí a esposa para surtar e, num certo momento, mostrar como é mais a mais amada, preferida em relação a você.
e a pessoa ficar perturbada, isso é humano, que fique perturbada ou perturbado, e eu vi pais e mães fazerem essa escolha ano sobre ano, não me importa, vendo acontecer.
ou o preterimento, sendo preterido ou preterida em relação ao outro sócio da parentalidade, prefiro, prefiro perder o afeto, prefiro perder a preferência, mas eu vou cumprir o meu dever até o fim, é muito sofrido isso, porque se o outro lado da sociedade parental for um pilantra ou uma pilantra,
Inclusive essa influência pode, a questão não é só perder a preferência, pode neutralizar a influência benéfica daquele pai ou mãe, o elemento sócio da parentalidade, pode ser dois pais ou duas mães também hoje, graças a Deus, que já podem existir. Neutralizar a influência por manipulação, que é muito mais fácil de se exercer contra crianças e adolescentes.
porque o pai e mãe geralmente conhecem bem filhos, então vou chegar lá, acariciar o ego do filho daquela forma, e eu afasto mais ainda aquele pai ou daquela mãe, vou ser cada vez mais aquela que tem o controle sobre o filho e a filha, e quem está fazendo a relação parental para controle, nunca aparece de fora que está fazendo para controlar, é a pessoa que menos parece que quer controle.
quase sempre a pessoa que está bem intencionada é que não está fazendo, envernizando a aparência, não está fazendo, pulindo a forma de falar ou de gesticular carinhosamente, olhar fundo nos olhos, meu amor, etc, etc. Eu fiz uma repreensão numa situação crítica acompanhada por alguns de vocês e algumas de vocês em casa de Angela Novaes.
Eu fiz uma repreensão a uma criança porque foi ofensiva com pessoas presentes. A mãe estava presente. Eu esperei que a mãe reagisse. Eu comecei a repreender. Enquanto eu repreendia, a mãe acariciava a criança. O meu amor...
Amor, meu amor. A criança foi ficando vermelha de raiva, olhando em fundo nos olhos. Porque estava sendo ofensiva para todas as pessoas presentes. Eu só disse, falem. Você está ficando vermelha de raiva.
mas você tem que cumprimentar, todas as pessoas presentes, você tem que cumprimentar, você não é um bebê, você já tem sete anos, você não precisa beijar, não precisa abraçar, não se pode exigir isso de ninguém, de criança, mas você pode dizer, tia fulana, tia cicrano, olá, boa noite, vai cumprimentar.
E enquanto isso, a mãe acariciava, meu amor, como se ele dissesse, coitadinho dele, alisava mesmo o queixo, a boca, assim alisando o ruxinho, o queixinho, o bracinho, e o menino ficando vermelho de raiva. Não adianta ficar vermelho de raiva, você tem que cumprimentar. Meus amigos e minhas amigas, nem a dona da casa lhe cumprimentou. Quando saíram, eu disse à mãe, se você repetir isso,
você será expulsa do ambiente com a criança. Pegue um carro a qualquer hora da madrugada, da noite, o que for. Você não ficar no ambiente, eu não posso endossar um comportamento vicioso, principalmente da mãe. A criança estava daquele jeito, regredida emocional e moralmente, por culpa da mãe.
Meu Deus, você não merecia isso. Oh, meu bem. Assim, gemendo, ela regredia, mas era uma criança do inferno, não é? Uma bruxa, uma bruxa.
e a criança só com raiva, um dragãozinho, raiva. Os dois pais, essa criança é uma criança que sofre bastante, hoje é adolescente. Os dois pais disputam para ver quem é mais subserviente, serviu mais, meu amor, o principal pai também faz isso, a mãe e o pai, os dois. Disputam para ver quem é o mais amado, quem se submete, é caricatural. Tem casos extremos.
E tem outros casos mais complexos, em que a gente não enxerga logo quem é o lado que está representando as forças do bem. Vamos ir adiante, para nos incluir todos e todas. Amigas e amigos, não é para ninguém ficar assustado, é só para dizer, como eu faço análise autocrítica, que melhore o meu percentual, sintonia com o bem ou o mal. Todos nós, o mal está em toda parte, e principalmente dentro de nós. O bem também, porque Deus está aqui.
O mal não é, como posso dizer, prevalente em relação ao bem. Não, parece na Terra. Pode ser e é predominante no comportamento do coração dos seres humanos da Terra. Eu acho que não mais. Posso estar sendo otimista. Mas podemos dizer, todos e todas, sem exceção, perigoso não percebermos. Temos um percentual de...
força para o bem, um percentual de ação para o mal. Às vezes, numa mesma atividade, às vezes, em outra função que exercemos, um papel que desempenhamos. Estamos melhorando o nosso percentual de ação para o bem. Um pouco todos os dias. Estamos diminuindo a nossa influência para o mal. E a influência do mal aparece onde menos a gente julga que seja. Por exemplo,
perdoe, sorria, não foi, você está pegando pesado, não foi bem isso, ela não teve essa intenção, não veja bem, no fundo, no fundo, e não só falar para outros, mas principalmente para nós mesmos, a minha intenção não foi essa, justificativa para nós estarmos certos, quando não estamos, é o normal que o ego faça.
Então temos que nos colocar sob suspeita. Quando eu peço, é tão comum, que as pessoas quando pedem desculpas, em seguida começam a se justificar, a explicar por que cometeram aquele erro.
E se a pessoa analisasse com critério, se nós formos também de fora acurados naquela avaliação, logo depois da superfície vamos bater com a contradição crassa, óbvia, de que a pessoa pede desculpas e em seguida diz, eu peço desculpas, só como sou boa pessoa, tão humilde, me perdoem.
mas eu quero dizer aqui, porque eu não tenho por que me pedir perdão, me desculpe, mas eu não tive culpa, você que está sendo injusto, você está pegando o pé, blá blá blá blá blá blá blá blá blá blá e que isso prejudica? Eu mesmo se estiver enumerando uma depois outra, uma depois outra, várias explicações esfarrapadas, pretextos vergonhosos, manhosos.
Nós somos levados a isso. A soberba do ego. O ego tem a ver com isso. O sistema de defesa. Vamos fazer o seguinte. É importante a defesa. A autodefesa. O ego tem o seu sistema de defesa. Inclusive tem o estudo do sistema de defesa. Os mecanismos de defesa do ego.
Nós temos que nos proteger da maldade alheia, da maldade do mundo. Mas em algumas circunstâncias, com algumas pessoas, vamos se não arrear completamente essas defesas, vamos reduzir. Vamos permeabilizar um pouquinho, permeabilizar um pouco mais essa membrana que nos divide do mundo. Uma pele mental que nós pomos.
Se nós pusermos essa barreira vibratória para todo mundo, vamos nos dar conta que, olhem só o que acontece, não, não abaixo o guarda, todos nós passamos por situações difíceis, e é comum que a pessoa depois de uma pancada, nunca mais abaixo o guarda, não merece, ninguém merece isso, sofri um trauma de um amigo, nunca mais eu confio em ninguém, essa pessoa merece isso.
eu que fui violado ou injustiçada, mereço me fechar para outros futuros amigos ou amigas? Então, que nós nos abramos, nos permeabilizemos, porque quem...
vai alcançar, se ficarmos com essa postura rígida, vou levantar a barreira, quem vai nos alcançar por detrás da barreira é quem passa uma mão, em filme de terror aparece, aquela mão, aquela garra cheia de unhas, uma mão de uma bruxa ou de um bruxo que vai nos acariciar por detrás, essa mão passa, a gente não vê.
a mão passa pela barreira e então a pessoa abaixa a barreira, acaricia o ego. Que injustiça, essa pessoa foi tão dura com você. Ah, então a gente abaixa a barreira. Sim, o que você tem a me dizer mais? Que eu sou a melhor pessoa do mundo e que eu devo ter controle sobre você. Não dizendo assim, é claro que ninguém diz isso. Quem quer ter controle, não diz que quer ter controle. E quem tem impulso e poder sobre terceiros? Qualquer pessoa se ficar distraída.
Não é só quem busca o poder público. Uma mãe pode buscar poder sobre filhos e filhas, como eu falei há pouco. Se a gente ficar atento, a gente tem que tirar, por exemplo, o que a gente pode fazer para se resguardar disso? Então, atenção. A gente não fica fechado para todo mundo, não. Eu não abaixo o guarda. Vai abaixar para a pessoa errada.
é muito melhor fazer o seguinte, nossa, esse professor de tal disciplina, olha, faça com esse professor aqui, que todo mundo passa, não precisa estudar, ele é uma maravilha. Um aluno que queira se capacitar com um profissional, por exemplo, nível superior, eu vi professores, poucos, na verdade, deveriam ter ouvido mais.
Mas dizerem, vocês não são mais crianças e adolescentes. Vocês estão se preparando para o universo profissional. Já sabem disso. Então, escolher o professor frouxo. Ou a professora. Professora gente fina, não é? A que não cumpre seu dever.
Há professores, isso é um nível excelente de exercício da função do magistério, que torna o assunto interessante e ao mesmo tempo exigente, dá conteúdo. Mas tem um outro que não consegue fazer isso, tem duas opções, eu vi acontecer isso. Melhor isso aqui, que todo mundo vai, é uma beleza para passar mais fácil.
um dos melhores professores que eu tive na faculdade de Direito foi Paulo Machado, que poucas pessoas aqui hoje ainda são dos antigos alunos e alunas de Paulo Machado, nem Dani, aqui não foi, não foi, eu sei, mas também você é muito mais novo do que eu, é, muitos anos mais novo do que eu, e os alunos refluíam, afluíam para o outro professor, e eu ficava aqui com três, quatro, cinco colegas.
e quando terminava a aula, ele era médio extensivo, eu cheguei a fazer isso, se me permito, eu chegava com um problema, não conseguia prestar atenção na aula, então, tinha um certo momento que ele se, católico, ardente, viu amigos, amigas, muito católico até a morte, não sei se ele gostaria, vou falar com ele pessoalmente sobre isso, no final da aula, ele estava no meio da direita das coisas e das obrigações, um porre, para quem não gosta como eu, um porre, depois um porre, depois um porre mais uma vez.
Aí eu fico, meu Deus, mas Paulo Machado merece, eu vou lá, cabeça toda nevada, quanto mais idoso e lúcido, melhor. Eu me lembro que eu discuti com ele, eu estava saindo da expulsória, aos 70 anos, se aposentando na época, que absurdo, ele estava parando de aulas lá.
lá atrás, há mais de 30 anos, mas logo o senhor, tão lúcido como está, está saudável, melhor é agora, pois é, estão saindo expulsórias, então ele estava dando aula, de repente, olhava para...
A parte externa da didática olhava, parecia que para o céu, se não para alguma árvore distante, começava a balançar a mãozinha assim. A voz ficava em quase falsete e trinava um pouco, monocórdia mais ou menos como estou fazendo aqui. E os olhos ficavam...
Adorava o fenômeno mediúnico de sempre, né? Eu queria sim, gente, o que eu queria? Ser vocês, né? Aí o médico, será que agora é? Eu quando me vejo e consigo em vídeos, agora eu fui anacleta, agora eu gino. Dá para ver os espinhos passando. Então, eu gostava de ver fora.
O objeto, o animal bizarro, o objeto precioso do fenômeno mediúnico ali. Vamos observar. Vamos botar o médio em trânsito e observar. Eu gostava de observar. O rato, o laboratório, o rato sofisticado. Eu vejo hoje que era esse espírito e eu não sabia. Eu não queria o tranco, né? Aí foi dado não o que eu queria, mas o que eu devia. E o pior de tudo, o que eu menos gostava, incorporação. Até hoje eu não gosto. Porque é muito semelhante a uma encenação de fora.
De dentro não, na energia não. As incorporações acompanhadas por amigos e amigas próximas de Eugênia, quando ela chega, a energia do ambiente muda, não é só o tom de voz, a forma de falar, eu acompanho como uma pessoa presente, muda completamente. E uma coisa que ocorre muito comigo, já já volto o Paulo Machado, eu não me dou conta na hora do trânsito, como eu estou observando, tem que ficar, primeiro, o máximo possível, abstraído, para não interferir,
neutro, mas atento, para eu não interferir em nenhuma energia do ambiente, e depois ouvindo, e não posso opinar muito, não tem como não opinar, a gente tem um pensamento sobre o que está sendo dito, vocês estão tendo pensamentos enquanto eu estou falando, ah, gostei, não gostei, ai, doeu, não doeu, ai, aliviou, fazem-se associações durante a minha fala, pronto, é isso que acontece comigo, quando eu estou ouvindo o GNI.
Por isso, ela comenta que há um diálogo contínuo entre nós dois. E muitas vezes o que é falado por ela, mesmo transustensivo, é uma resposta ao que eu pensei e que vai sendo passada para outras pessoas. Ai, desculpe, gente. Às vezes quando estou interferindo mais, não peço desculpas para não atrapalhar mais ainda.
Eu já respondi, vamos continuar. Não falando em palavras, porque a área neurofisiológica da linguagem está tomada pela incorporação. Então, ela fala por pensamento, não precisa falar por palavras. As melhores experiências místicas e espirituais, como todos os relatos da literatura apresentam, são telepáticos, basicamente. Então, vou voltar para o Paulo Machado. Então, ela muda, muda a energia, muda o ambiente. Então, eu pergunto.
Então ela me diz, não está horrível, eu não consigo incorporar você direito. Então ela fala com o Wagner, olha, seu consórcio está achando que o trânsito não está bem feito, é nada. Ela diz, está completamente, está completo o trânsito, eu não consigo ver de fora que o trânsito está completo. E porque por dentro, ela entra e sai no dia a dia aqui. Eu estou conversando com vocês, dá para ter acesso aqui de ela falar.
Mas parece tanto o meu fluxo mental, afasta o meu fluxo, ela vem, aí entrelaçamos, é muito comum isso entrelaçarmos. Quando ela incorpora, fica somente ela e eu fico afastado, observando, conversando. Voltando a Paulo Machado. Então, acontece muito com Wagner e Delano à distância, porque Delano mora em outro lugar na casa de Cris Carmelo hoje.
E fazemos a ligação em tempo real. Então, Delano acompanha em tempo real. Que bom isso, fazermos ligações sem preocupação com pagar uma conta telefônica gigante, como quem é do século XX sabe como era. Como eu, ainda sou mais do século XX do que o século XXI. Velho pra caramba, né? Tem que passar de 60 anos para ser mais do século XXI do que o século XX.
Então Paulo Machado começava a falar assim, então, em transe, aí prestava atenção, a mudança no tom de voz, os olhos ficavam vítreos, um ponto fixo, porque ele tinha uns olhinhos buliçosos. Ele falando com a gente era uma graça, era um paizão, mas quando ele falava, parecia que estava declamando uma poesia de qualquer coisa, de qualquer coisa nenhuma. Respondia os pensamentos na hora, depois voltava ao normal.
Diferentemente dele, como eu trabalho conscientemente com isso, eu estou a todo momento entrando nesses trans e saindo, entrando, saindo, entrando. Se vocês perceberem, quero dizer graus mais acentuados e mais brandos. Sem nenhum espírito tomar adiante. Para finalizar, queria saber se os bons espíritos querem provocar mais uma coisa ou encerro mais cedo, 30 minutos antes. Eu acho o fim da picada. Se sair de casa.
se deslocaram, deslocaram de casa para cá, alguns de vocês de longa distância, e eu encerrar com 1h15 de aula, parece que eu não cumpri o meu dever. Espera aí, eu tenho que trabalhar mais, a impressão que me dá é essa, né? Então, o meu limite, eu tenho uma guilhotina temporal, assim chamo.
Agora chamou limite temporal, pedindo para tirar. Que violência. Uma guilhotina. Eu tinha botado gládio também, uma espada cortante. Não, limite temporal. Toca aqui às 20 horas para as palestras de domingos. Vamos ver se eles querem dizer o que se faz. A distância. Marconi, Lou Vieira, estamos próximos de completar 30 anos. Foi ela que descobriu 12 de maio, que fui lá para os Estados Unidos pela primeira vez. Conheci Marconi no mesmo dia 12 de maio.
e começamos o nosso périplo episódico de visitas aos Estados Unidos, agora eu estou de jejum, estou descansando, recebi esse prêmio de consolação de muitos anos, agora eu vou passar alguns anos, quero Europa, quero Europa, meu negócio agora é a Suíça, porque fica perto da França.
nós vamos fazer palestra em Genebra, presencial, quero dizer, na ONU, no Palais de Nation, que deu uma linda, não é, Bela? Não é, Giga, não é, Leilani? Nossa, francês, sem quase nada, vamos dizer, para ser rigoroso, nada, patavina, zero, uma vergonha, uma tristeza, não importa se não, a gente tem que conhecer bem o próprio idioma. Então, autorizado. Próxima pergunta, por favor.
Leonardo Félix Coretzola, integrando nossas rimas, esse grupo fechado de pessoas que podem ter acesso a duas palestras adicionais na semana.
Chapecoa Santa Cadena, seja feliz, filho. Como cultivar empatia nas relações interpessoais? Vamos começar pelo sentido de empatia. Nos colocar no lugar da pessoa. Não nos colocar, é um exercício psicológico importante, se fizermos de modo mais profundo. Não nos colocar no lugar da pessoa, como se diz na fala popular, no dito popular. Não está correto. A sabedoria popular não está muito sábia nisso aí. Se coloca no lugar da pessoa. No lugar da pessoa, o que você gostaria que fizesse é você. Não.
sendo a outra pessoa não sendo você o que você gostaria de receber? depois dessa empatia esse padrão de empatia, mas não podemos atender necessariamente isso por quê? porque se não é uma pessoa criminosa, aquela outra com quem estamos tentando fazer um exercício de empatia é difícil, para quem não está na prática criminosa aberta, objetiva porque nós temos crimes sutis, não é?
portar a fé alheia, abalar a esperança das pessoas, tomar o tempo dos outros, ter esse rigor com os horários, o tempo de vocês, etc. O criminoso quer que eu entregue mais dinheiro a ele para ele se entregar às suas sanhas criminosas.
É um ladrão, digamos, é mais fácil. O cara que furtou, não necessariamente roubou, não houve envolvimento de armas, só furtou. Dê mais dinheiro, dê mais dinheiro. É o que ele quer, ele quer mais dinheiro. Tendo empatia com alguém que está com também carência financeira. E a carência financeira aparece na medida do quanto a pessoa receba. E ela julga, se eu tivesse mais um milhão, todos os meus problemas se resolveriam. Agravar-se-iam.
como é comum que as pessoas, ah, se eu ganhasse na loteria, um estudo interessante, dois anos depois, uma pesquisa, dois anos depois de pessoas haverem ganhado, ou terem ganho, eu gosto de dizer ganhado, terem ganhado, um prêmio na loteria,
o que seja, elas voltam o mesmo padrão de riqueza que tinham antes de ganhar o prêmio. É um estado de espírito. Ponto. Não vai resolver mais o meu dinheiro, a não ser que a pessoa esteja em penúria extrema. Mas tirando essa história da penúria extrema, que ela é levada a isso, a necessidade kármica dela. Vamos voltar. Essa empatia, o que a pessoa quer?
Mas agora que eu sei o que ela quer, por gosto pessoal, eu posso fazer uma esposa de empatia, fazer uma esposa de empatia, o que é que ela precisa, de que é que ela precisa e que eu posso oferecer dentro de minhas condições.
Havia, por exemplo, uma pessoa que procurava um de vocês, ex-esposa, falando com um ex-marido, e procurava só para pedir dinheiro. Eu não tinha, eu tinha percebido, até que eu resolvi, com mais expulsão, falar, ela está procurando só por causa do assunto material. E esse rapaz, que era de boa, muito boa índole, está aqui presente, muito boa vontade, desapegado,
Todo mundo arrancava dinheiro dele quando bem queria. E ele perdeu a fortuna para estar mais em paz e feliz hoje. Fortuna sim, mediana. Um bom salário que ele tinha.
Então, eu disse, veja bem, essa moça, o que você sente sobre ela? Não, mas fulano, um carinho enorme, mas ela só procura quando vai pedir dinheiro a você. Faça o seguinte, não, mas eu tenho certeza que não é, está certo. Faça o seguinte, da próxima vez que ela ligar e pedir dinheiro, diga a ela que você deseja ajudá-la a buscar caminhos para resolver a questão financeira dela pela própria.
ela vai agradecer e nunca mais vai procurar você. Aconteceu exatamente isso. Nem para disfarçar, ela ligou para dizer alguma coisa, nem Natal, nem aniversário. Ela não falhava nenhuma data. Ela estava apenas vendo o cara como um banco. Afundo perdido, doando dinheiro. Afundo perdido, vou buscar lá como o papai e a mamãe. Quem vê o papai e a mamãe como fonte de renda?
mesmo que disfarce, quando desencarna, a mãe pode tomar um susto, mas eu achava que essa criança gostava de mim, era banco, só fonte de recursos financeiros, é problema que um pai e uma mãe doem com liberalidade do coração, com generosidade, com desapego, isso é normal.
pais e mães e pessoas que amam outras pessoas, tiram o filtro de quanto eu dou a essa pessoa, se estiver em minhas condições, se o dinheiro for meu, né? Dá facilmente. Assim como a gente dá o que é mais difícil, dá coração, dá atenção, dá o meu sofrimento, minha preocupação, isso é mais do que o dinheiro, né?
Mas eu acho feio que filhos... Aqui eu vou falar, todos somos filhos e filhas, mas nem todo mundo é pai e mãe. Eu acho muito... Acho imoral que pais sejam procurados, e mães, apenas para questões financeiras. E os pais já sabem às vezes, é isso mesmo. Eu não sei dizer não, é filho, é filha, já liga, o que você quer. Sim, o que você quer.
Tá certo. Quanto é que você precisa? Isso tudo, vocês podem observar a fala de um pai e da mãe. Tá certo. Você sabe que só procura para dinheiro. Eu sei. O que você faz? O que fazer? Alguns pais são lustros, para perceberem. E, na verdade, a lucidez que ninguém quer ter, eu acho. Cruzes. É horrível isso, né? Não procura para saber como o pai e a mãe estão. Não procura para oferecer alguma coisa para o pai e para a mãe. Ou até disfarça.
Eu conhecia um sujeito que tinha um conjunto de, vamos dizer, foram filhos e filhas, vamos dizer quantos. E, em uma certa ocasião, ele disse para um dos filhos quanto tinha reservado, quando estava na casa de 60 anos, quanto tinha reservado...
acumulado de renda, depois de haver falido, voltou a ter recursos materiais e fez uma meinha, uma pé de meia, um cofrinho para a terceira idade avançada. E ele disse para um dos filhos, olha, estou com isso guardado aqui na conta.
Mas olha que beleza, sua reserva para a terceira idade avançada, esse filho estava com muita necessidade material, eu conheço casos de perto, então esse filho estava com muita necessidade material na época, porque disse, olha, parabéns, guarde direitinho, agora você não vai falar seus outros filhos não, né? Mas eu não tenho reservas com meus filhos, você já disse, já.
Então esse filho que ouviu isso, acompanhou toda essa fortuna, pequena fortuna para as contas dele, era uma reserva boa para a terceira idade, foi dilapidada em poucos anos. Isso quase meia década, os outros filhos foram... Dinheiro do papai é meu, não é, isso é imoral.
todos eram adultos, todos tinham condições de buscar recursos por si, e só um dos filhos, não importa quantos sejam, só um, mesmo com necessidades materiais, uma crise grave, eu acompanhei de perto, eu sei quem é, uma crise financeira séria, não procurou, durante todo o período daquela meia década, enquanto foi o dinheiro dilapidado, ele estava o tempo inteiro com necessidades materiais, nem falou o pai que estava com necessidade material.
porque senão o pai correria, quanto é, quanto é, aquele pai mão aberta, o que você precisa, quanto é, esse pai mão aberta, só um dos filhos, ia porque gostava, ia porque queria prestar um serviço, o que eu posso fazer para você? Não é o correto.
Eu acho que não deve haver preocupação com recursos financeiros, nem no sentido, nem no outro. Porque não os filhos, depois que estão em melhores condições, não oferecem alguma coisa para os pais? Você tem o contrário, você oferece alguma coisa, a não ser que esses filhos adultos estejam com menores de idade na sua responsabilidade.
Aí, tudo bem, o foco são os mais novos, as crianças, os adolescentes, mas se não, por que um filho não oferece alguma coisa ao seu pai, se está com alguma folga financeira? Meu pai ou minha mãe estão com alguma necessidade mesmo, real, não luxo. Por que não cobrir aquilo ali, se estiver em suas condições, se for recurso da própria pessoa?
Por que não? E por isso eu entendo que se o assunto é de... A renda, os recursos são do casal, que o outro elemento do casal saiba. Ou se o outro elemento do casal é mesquinho ou não tem cabeça aberta para isso, haver o sigilo financeiro entre companheiros e um casal. Eu acho muito estranho isso, mas compreendo. Eu acho estranho porque eu não conseguiria viver. Mas eu compreendo aquele senhor.
que não conseguia ter filtros com os filhos. Mas eu não compreendo os filhos que foram atrás do pai para arrancar o dinheiro até o talo. E o pai não era rico e ficou passando necessidade a partir daí, porque os filhos dilapidaram seus recursos completamente. Cada um dos filhos buscou uma razão para arrancar, arrancar, arrancar, até raspar. Pais, principalmente pais mais do que mães, são bichos com o banco.
Eu vi uma psicanalista sem vergonha nenhuma em dizer que era essa função do pai. A função do pai é ser banco. Não, minha filha, para você. Para você, filha bandida. Não acho que deva ser isso, não. O pai é visto assim. A tentação de filhos verem pais como provedores. Primeiro, isso é preconceito. A mãe pode ter mais facilidade financeira do que o pai hoje, não é?
Nem pai, nem mãe são banco. Nem pai, nem mãe são aquela história do sofrer no paraíso, padecer no paraíso. A mãe passarinha se abrir, abrir a boca, um monte de passarinho grande, já virou isso em documentários, né? Um monte de passarinho grande bicando, a pobre da mãe passarinha se abrindo. Não consigo frear. E por isso não consegue disciplinar.
melhor seria o pai que dissesse, não, não vou dar, porque não, você está em serviço, e como é difícil, eu não queria estar na pele de vocês, não queria, cabe outro pai, outra mãe, não, por quê? Por que não? Ai, mas que coisa horrível, você pode me ajudar, pai não é obrigado a pagar a faculdade cara, nem pai e mãe, muito menos, outros parentes, amigos e amigas, eu vi um de vocês dizendo,
reclamando que um parede não estava pagando a faculdade cara. Ninguém é obrigado a pagar uma faculdade cara para ninguém, nem pai e mãe. Tenhamos cuidado com essas nossas reclamações. Se a gente tem esse filtro de, poxa, foi essa pessoa, foi insensível, eu fiquei com vergonha. Que bom que eu estou dizendo aqui na frente de vocês todos. Eu fiquei com vergonha de dizer, que absurdo, você está achando que...
Um tio ou uma tia tem a obrigação de dar a você, dar uma faculdade cara durante anos sucessivos. Vocês sabem que é mais de 10 mil reais, algumas delas, não é? Por mês. Mas ele tem recursos dele e depois dos filhos. Hello? Se a gente tem esse filtro, se a pessoa pode, deve me dar, por que ela deve dar a você? Você realmente é visto como filho dessa pessoa? Ela tem outros filhos? Não, não é obrigado a dar. Ele pode investir de outra forma.
Tenhamos cuidado, porque se a gente tem esse filtro de achar que o mundo está nos devendo favores, se algo objetivo como isso não é visto como errado, outra pessoa ouviu e se estranhou. Em outra ocasião, etc. Não exatamente ouviu, estava sabendo, se estranhou. E às vezes nós podemos olhar para uma pessoa e ouvir dessa mesma pessoa dizendo, é um filho de papai que paga a faculdade dele.
Mas você não queria que um tio pagasse? E como é que você acha que o outro que o pai paga a faculdade é filho do papai? Graças a Deus que tem um pai que paga. Enquanto você cobra que o seu tio pague a sua faculdade. Que falta de autocrítica.
Que bom que eu estou dizendo aqui. Eu ouço muitos de vocês. Não sempre, não em consultório, mas ouço. Então tenhamos cuidado, porque senão facilmente a gente vai atrair pessoas que têm essa visão distorcida. Não é? Para mim tudo, para os outros não. Para mim eu compreendo que eu preciso e mereço, mas os outros não. Dos outros eu cobro até o que é normal o pai pagar a faculdade, mas eu acho que um tio me deve.
E aquele que o pai paga, eu olho com inveja e raiva se chamar de filho de papai, que tem a faculdade paga, que eu queria que a minha fosse por um tio. E você chama de filho de papai? Hello? Em vez de dizer que bom que esse tem um pai que paga a faculdade, eu não vou chamar de filho de papai o cara que tem o pai para pagar a faculdade, se eu queria que um tio pagasse para mim. Vocês entendem?
Há essa falta de autocrítica. Às vezes, resolvemos um elogio por uma parte virtuosa nossa. E achamos que nós somos elogiáveis em tudo. E é sempre difícil falarmos a parte sombria da pessoa para ela própria. Por exemplo, eu tive... Normalmente, eu não falo o que eu estou vendo das pessoas. Essa história eu conheço há muitos meses, por exemplo. Então, saiu. Fiquei assim, nossa, me cobrei. Devia falar, né?
Se chegou aos meus ouvidos, eu devia falar, mas é difícil, é desagradável, cadê a energia da raiva para eu ficar indignado? Não estou indignado. Dá uma vergonha ali primeiro. E no meu caso, me senti cobrado, porque se está em minha sala de aula, eu tenho que falar.
e algumas coisas eu guardo, tanto é que numa situação crítica, quando a pessoa comete um erro, eu pego um pacote de assuntos acumulados e aproveitar, chega, enquanto dura essa energia, rápido, rápido que a energia da raiva está passando, senão não sai, é ira do bem, que dá energia para a gente falar o que não falaria em outra ocasião, é difícil para caramba, ele gosta da pessoa e não quer machucar.
Ai, como é que eu vou falar isso? Então aqui eu falo com todo mundo, né? Porque serve para outras pessoas. É mesmo, eu estou cobrando isso. Por exemplo, pessoas que cobram muita fidelidade de homens, né? Homens, homens, homens, nós homens, homens. Homens que cobram muita fidelidade e rigor sexual das mulheres, mas eles mesmos...
são maravilhosamente, ah, não é porque eu tenho muita energia, você sabe como é a cultura, eu sofro esse preconceito, eu tenho esse preconceito, tem um de vocês que falou assim, eu tenho esse preconceito, correto. E numa ocasião, eu vou trabalhar isso, numa ocasião, eu descobri a mulher infiel, está aqui presente, e Eugênia disse que ele ficar sentado à mesa.
na época da enfermagem espiritual, sentasse a mesa, meio de um dia comigo, para conversar com os sofredores do outro plano, que eu incorporasse. Detesto incorporação, mas incorporo. No escuro comigo está ótimo. Diante de câmeras é um desastre. Por isso tem caríssimas incorporações minhas públicas hoje. Então, quando...
Apagaram as suas luzes, esse cara, por quê? É, eu quero só uma vez esse rapaz. Rapaz, na minha faixa de idade, mais ou menos. Para ser um papai, não importa, exatamente. Mas a minha geração, quando ele se sentou comigo, já tem uns 20 anos isso. 21. 20, 20. Exatamente esse ano, 2006. Há 20 anos aconteceu esse episódio, que a gente estava lá, viu? Porque foi público. Houve um escândalo, era caju. A esposa aprontou pra caramba. Foi exagerada, né?
exagerou, pronto, corta. Eu incorporado, perguntei, essa parte pode ser divertida, se eu disser não. Hoje não é o momento. Então, não é o momento para isso nessa palestra de hoje. Quando fui abrir a passividade, como se fala tecnicamente, conforme eu dizia uma expressão, não é exatamente passividade, eu fico lúcido, converso com os guias espirituais, em sintonia com os guias espirituais, eu recebo o sofredor. É assim.
A gente tem que ter sintonia com o sofredor. Se um médico for prestar socorro, um paciente se deitando na maca e ficando doente junto, não vai ajudar, não é? Tem que se ficar saudável. Então, eu, em sintonia com os guias espirituais, vou socorrer um sofredor. Então, veio um sujeito bem marrinto.
falando de não perdoar de jeito nenhum que a mulher houvesse traído. Traído sua confiança, quebrado o pacto de monogamia. Sim, se a pessoa tem um pacto de monogamia e há uma traição de um lado do outro, está errado.
Os dois lados, ou se fala que houve a ruptura do pacto, ou então a gente não faz o pacto. Uma coisa ou outra. E muita gente, eu sei que muitos psicólogos diriam, não, é livre a sexualidade de cada um, a pessoa faz o que quiser. Eu não sei. Se estamos envolvendo 100 mil pessoas, temos que falar mais abertamente.
Eu não falo de acidez e percurso, aquilo ali, tive uma fantasia com aquela pessoa, a pessoa se tocou sozinha, se satisfez, vai lá contar, não precisa tudo. Mas vocês entendem, há um outro relacionamento, é claro que o parceiro ou a parceira da conjugalidade tem que saber. Bem, voltando. Então, quando terminou, ele teve que orientar esse sujeito.
porque ele estava fixado no ódio de não aceitar perdão de jeito nenhum, porque a mulher o traiu. E ele teve que orientar o cara, ouvir, dar, oferecer os conselhos ao cara que ele precisava ouvir. Quando acabou, então dizia, o que você tem a dizer? Agora, como eu tenho preconceito na área, eu vou perdoar. Ele absorveu, assimilou completamente a notícia.
E resolveu a questão com ele. E voltou para a esposa. A esposa estava presente na sala mediúnica. Olha que interessante. Esse sujeito também, isso é tão bom. Vamos parabenizar a aplicação boa de alunos na sala. Esse sujeito me fez uma pergunta. Deve ter uns 18, eu não tenho a data porque a outra foi um trauma. 2006 foi um trauma. A gente se assusta.
rolou gente, um vídeo, um vídeo na cidade, e aí, todo mundo já sabe, não precisa dizer, mas é porque tem uma parte que era minha, não pode dizer a minha, não, essa não pode, hoje não pode, eu posso falar aí, nas palestras fechadas, aqui não posso não, então, essa outra ocasião, ele me se aproximou de mim e perguntou, andar apaixonado por motocicleta, perder um amigo e irmão numa cidade de motocicleta,
apaixonado, quando a pessoa gosta muito de uma prática esportiva, acho estranho se chamar-se esporte, mas pelo menos expõe-se a perigos de morte ou de lesões graves. Em alta velocidade, alta velocidade, ele perdeu um amigo assim. Então ele vem procurar, andar de moto, suicídio indireto, eu disse, é. Então notícia para vocês, é.
Quem quer andar em uma velocidade média tem que andar. Se tem construção de ciência para comprar um carro, tem que andar de carro. Porque já é difícil, com o cinto de segurança, com o airbag e tudo mais, nos safarmos de um acidente grave. Se a pessoa tem construção de ciência de um carro, não deve andar de moto. Estamos nos expondo a perigos desnecessários. Ainda mais em alta velocidade. Vocês sabem qual é a maior fatia, qual é a fatia demográfica que mais oferece?
material para doação de órgãos motociclistas. Está havendo uma oferta maior de órgãos em boas condições.
para transplante, porque as metrópoles estão com mais motociclistas que morrem de forma dramática, assim, repentina, súbita, acidentes graves, de tal maneira graves que é melhor que as pessoas, às vezes, esperamos isso, que a pessoa morra fisicamente, porque se ela voltar, ela volta tetraplégica, com um distúrbio cognitivo sério, vai ficar dependendo de pessoas.
Então, eu disse a ele, é, é suicídio indireto, vocês podem contestar. Estou apresentando os argumentos. Um grande profissional da área publicou um vídeo sobre isso, sobre motociclistas, e imediatamente apagou porque é controverso.
Não, espera aí, mas é o que eu posso utilizar, é uma moto, entendo perfeitamente, quem precisa de utilizar uma motocicleta com meio de transporte, porque por razões diversas não quer utilizar o transporte público, por razões diversas não pode comprar um carro. No Brasil ainda é caro. Sim, entendo, não dá realmente para utilizar o transporte público, não por isso, por isso, ok, avalie direitinho. Quando eu disse isso, ok, não vou mais andar de moto, mesmo assim.
desfez-se de motocicleta, e a partir de então, aí um belo dia eu fui à casa dele, ainda na década de 2000, fui à casa dele, ele estava trancado numa sala, no escuro, com um sistema de som de sete caixas de som, que ainda não era comum, ou cinco ou sete, eu acho que já era sete. Era um equipamento muito caro, ele botou uma tela gigante na frente.
e com a pilotagem de uma motocicleta em alta velocidade. Ele ficava ouvindo com muito barulho e da perspectiva de um motociclista para ele se sentir mais ou menos compensado naquela carência de pilotar uma motocicleta. Parabéns, parabéns. Não, mas o senhor disse que é errado? Então eu não faço mais.
Legal. Ai, ai, que todo aluno fosse assim, né? É mesmo? Ok. Eu quero ser assim em algumas áreas delicadas. Não é que ele próprio, ou qualquer um de vocês, não possa ter e teremos, nas áreas difíceis, nas áreas mais fronteiriças, nosso limite evolutivo. Quando a gente chega à fronteira da vanguarda para nós, aí nós somos tracionados para a retaguarda. Tem uma energia que puxa para trás.
Algumas iniciativas nossas são mais fáceis. E eu já sei que é errado e não faço mais. Largar o cigarro. Só é tão difícil quanto largar o cigarro a heroína. A nicotina e a heroína tem um potencial de dependência química, gerar dependência química equivalente. É muito difícil largar o cigarro.
No entanto, em massa, atravessamos essa mudança. Eu acompanhei. Já no percurso e no tempo da minha encarnação, eu acompanhei. Vocês não queiram saber o que eram os ambientes profissionais, familiares, com crianças presentes, com grávidas, fumantes.
Todo lugar, cigarro, cigarro. Lugares impregnados, empesteados de odor, mau odor de cigarro. Pessoas que ficavam com a roupa podre a cigarro, sem ter fumado.
quartos que a gente entrava e voltava, não aguento, porque não dá para, está podre, eu dizia assim, está podre, podre de cigarro. Homens e nos anos 70, no final dos anos 70, já muitas mulheres fumando. Eu peguei o período, eu não sei se em todo o Brasil, quem está com a distância, foi exatamente assim, nos anos 70 para 80.
eu peguei a fase em que mais homens fumavam e comecei a notar mais mulheres fumando, mais mulheres, até que o número de mulheres era superior de homens fumando, e todos esses grupos foram rareando, foi que cada vez menos pessoas fumavam, e nos anos 90 eu tive a última contrariedade difícil com Guaraci, esse sujeito que sofreu um assassinato, um homicídio.
aqui uma roupa, né? Violento, né? Doze ou treze disparos de arma de fogo na porta de casa, chegando em casa. Pois bem, com Guaraci, chegando a um restaurante no Rio, ou foi fevereiro de 97 ou julho, eu cheguei a pedir a um garçom para ver um ambiente fechado com ar-condicionado.
não era todo lugar que era assim nos anos 90, chamei o garçom, não, não pode fazer nada, é cliente, mas está fumando no lugar fechado, a gente comendo, e tinha aquele clima de, por que está reclamando? Como assim? Mas eu já estava saturado desde os anos 70, para quem está com 26 anos para fazer 27, nesse ano, eu faria 27 de outubro, e estava acompanhando, gente fumando muito, desde os anos 90, desde que eu era criança, desde os anos 70, perdão, desde que eu era criança, era muito tempo, eu estava por aqui.
vocês imaginem que era assim, cheguei a acompanhar também, à esquerda do avião, fumantes, à direita.
Vocês acompanharam isso? Olhem que ridículo. Fumantes à esquerda, não fumantes à direita, depois para o fundo do avião, fumantes. Mas, meu Deus, é uma cabine fechada, não tem como todo mundo fumar junto. Até que vem essa regra que não se pode fumar nem nas cabines, etc, etc, etc. Foi bem, ótimo, graças a Deus. Então ainda havia, peguei a fase, nos voos longos, ai Jesus do céu, as pessoas fumando.
Pegamos isso, a pessoa ia sentir o cheiro de cigarro, qualquer pessoa que fumasse, a gente ia aguentar. Era algo que parecia irresolúvel.
não adiantava bateria pesada de esclarecimento feito para o serviço público de esclarecimento da multidão. Os malefícios do cigarro, aquelas propagandas e documentários também que foram lançados sobre pessoas que, o garoto Malboro, que morreu com câncer, e expôs a sua tragédia publicamente, se permitiu ser fotografado para denunciar achos de cinema.
como Will Briner, que fez essa denúncia, morri em 79, pelo que eu lembro, de câncer de pulmão, nossa, morri com câncer no pulmão, sufocando, é horrível, não é? Então, parecia irresolúvel, então tem a dificuldade individual e a coletiva, e graças a Deus isso foi resolvido.
era o assunto do tabagismo, o álcool, não. Começou a ser, com a nova geração, geração Z. Cada vez mais jovens não querem beber. Ótimo, porque estão usando drogas psicofarmacológicas, que antes não eram muito frequentes, também tem isso, não é? Então não dá para juntar uma coisa com outra, então. E antes a pessoa só se entregava a... Eu fui denunciar a hipocrisia, ou a falta de conhecimento, ou a falta de autocrítica de um médico.
não é daqui do nosso grupo, porque os médicos aqui presentes concordarão que estava condenando os jovens da geração Z, que, ah, porque tão jovem, já está tomando drogas, depressão, ansiedade, há um excesso realmente. Mas, ele bebe, bebe muito.
E ele para dormir, para relaxar, para tudo, ele bebe. Então, é melhor o efeito de fazer um entorpecimento. É entorpecente o álcool, é entorpecente. Mas entorpece principalmente as regiões nobres do cérebro.
Deixa a pessoa aberta para o pior que há nela, para o inconsciente, e as expressões ruins do inconsciente. Não é melhor que a pessoa vá a um psiquiatra e receba uma receita para uma droga específica, para uma questão específica que a pessoa tem, em vez de encher a cara todo fim de semana ou todo dia quando chega em casa, não relaxa, não transa, não faz nada sem beber. Infelizmente, ainda não vencemos, mas está em processo de resolução. Nós superaremos o vício do álcool também.
Vocês já viram a diferença de... Vou pedir a vocês que façam essa pesquisa em casa. Procurem vídeos, porque se forem de boa fonte, de boa origem, boa procedência, quero dizer, seguro, estudos que há com gêmeos univitelinos, em que um dos dois, ou uma das duas, gêmeas ou gêmeos, univitelinos, univitelinos, um dos dois fuma e o outro não. Vocês já viram?
A mesma carga genética. Gêmeos univitalinos são clones naturais. Um fuma e o outro não. No espaço de 30 anos, um deles parece 15 ou 20 anos mais velho que o outro. Parece, a um certo ponto, um andar da carruagem de uma encarnação. Um parece o pai do outro, a mãe da outra. É impressionante como o cigarro arrebenta com a saúde da pessoa.
É veneno. Eu cheguei a última vez a ler que há 1.200 venenos no cigarro. Não adianta botar filtro, adianta botar... Não, eu estou fumando pouco. Fume o menos que você puder. Menos. Não é imoral. É suicida. Nesse sentido, é imoral. O que nos faz mal à saúde é imoral.
Chegamos a relações de ter pessoa empatia. Pronto. Esse é um momento só. Empatia. O importante é buscar mais do que apenas sentirmos como o outro o que o outro precisa. Está certo? Eu vou deixar nesse ponto para fixar. Vou perguntar aqui, entre vocês, quantas pessoas ouviram alguma coisa, quem aqui ouviu alguma coisa, que aconteceu nas suas últimas 24 horas?
desse pensamento, sonho, pesadelo, conversa com alguém, quer ouvir alguma coisa que foi tangenciada no transcurso dessa palestra, pode levantar a mão, por favor?
Obrigado. Eu desvio os olhos para vocês ficarem à vontade de levantar a mão ou não. Para ficarem bem honestos na hora de levantar a mão. Lógico, né? Por isso que também a filmagem é por trás. Para ninguém se expor. Eu não vejo nada de mais. É bom isso. Minha fé aqui. Isso é verdade. Não é possível que esse cara tenha tocado no assunto de tanta gente. Vocês já viram? Essa pesquisa qualitativa é de assombrar. Às vezes as palavras, as pessoas ouvem palavras exatamente que foram ditas.
Temas, ordem dos temas, respostas, deixou a conversa na metade, a continuação da conversa acontece aqui. É claro que quanto mais a pessoa estiver influenciada pela espiritualidade do bem, mais acontecerá isso. Quanto menos, menos acontecerá, acontecerá de forma ruim. Como por exemplo, alguém dizia que é isso mesmo, ter vontade de separar é para separar mesmo. É preconceito não se separar? Não, não, não. É preconceito, é condenação ao divórcio.
e não separar todo o custo, como falei. O caso do sujeito, o que nós pudemos fazer para frear o divórcio, façamos. Como o sujeito que estava sem aceitar, estava fora de casa, querendo terminar o casamento. Eu não sei em que momento ele estava, se estava fora de casa ou para terminar o casamento, porque a esposa traiu sexualmente. Há várias formas de traição, uma delas é sexual. A deslealdade é o problema. Então, a pessoa pode falar do assunto.
e falar de forma sombria. Como a gente ir para um médium, contratado, pago, há um perigo na questão, não é que seja imoral necessariamente, ir para um médium, botou as cartas, etc, não só leu as cartas, canalizou, falou uma coisa que aconteceu comigo, e em seguida, uma recomendação ruim, porque os nossos perturbadores espirituais conhecem nossos segredos.
De acordo com o filtro do médium, ele vai canalizar um guia ou um perturbador espiritual. Nos empurrando na direção do abismo. Temos que ter cuidado com isso. Por isso, como é que se protege? Filtro da consciência. E quem ouviu alguma coisa que aconteceu nos últimos seis dias, exceto antes, nos últimos 24 horas, pode levantar a mão, por favor? Muito obrigado.
Obrigado pela demonstração de respeito, de gratidão e de apoio também, por alguma coisa mais densa que eu tenha dito, né? E que demande o apoio de vocês. Antes eu proibia radicalmente isso, já tem muitos anos proibindo.
até que surgiu, aqui e ali, eu voltava a proibir, voltava a proibir, agora eu liberei, pronto. Pelo menos assim, não, só no final, porque senão a pessoa ficar pipocando no meio, a todo momento, não importa também. Uma parte do tempo é proíbe, agora não é correto proibir. É uma demonstração de respeito e gratidão, e de apoio, como eu disse, não é?
Que Nossa Senhora nos abençoe a todas e todos, nossos entes queridos, nossos projetos pessoais. Evocamos aqui a luz da espiritualidade maior para as nossas dificuldades. De minha parte, peço desculpas, porque eu dormi muito pouco hoje. Hoje houve muito...
muita perturbação para eu não chegar aqui, para eu não falar com vocês, então peço desculpas se eu não estava num bom fluxo mental, numa boa articulação e desenvoltura da fala, eu estava lutando para, principalmente por estar cansado, eu estava lutando para manter a sintonia com os bons amigos espirituais, os guias espirituais e não os perturbadores.
Pedimos, Nossa Senhora, a Nosso Senhor Jesus, aos grandes espíritos, os pré-cristas, os cristos de Deus, que nos ajudem a captar, a perceber, nos sentem imersos, mergulhadas nesse oceano de bondade.
de providência, de inspiração e de sabedoria, que está aqui, de Deus. Tudo isso, esse oceano, é de infinita bondade, infinita inteligência de Deus. Há exatos oito anos, posso dar isso e estimular vocês. Hoje, há oito anos exatamente, 3 de maio de 2017, eu tenho a experiência de perceber mais diretamente essa luz divina.
tive algumas vezes no correr dos anos e muitos de vocês já passaram por isso, parece quase morte, por exemplo, a pessoa tem contato com essa luz, está aqui. Podemos perceber claramente em alguns momentos, nós não precisamos sentir Deus para sermos ouvidos e escutados por Deus. Ela nos ouve, a divindade, Ele nos ouve, Deus Pai, Deus é mãe, Deus Pai, nos ouve a face maternal, a face paternal de Deus, como preferimos nos dirigir um lado ao outro. Jesus ou Maria que representam essas duas faces.
Nossa Senhora, nosso Jesus, grande anjo Gabriel, que visitou Maria e a fez graça de Jesus. Sejam bem-vindos aos nossos corações, nossas vidas, nossas almas, assim seja, assim façamos o merecido.
Eu me retiro aqui agora, enquanto há o encerramento das transmissões ao vivo nas plataformas digitais, e saio logo em seguida aqui, porque eu tenho que sair pelo meio do salão, né? Enquanto estamos nessa sede provisória, por alguns dois anos aproximadamente, a saída minha é a mesma de vocês. Recebo meu abraço fraterno, até o próximo domingo, se Deus permitir.