A ARCA DA ALIANÇA PERDIDA - História Completa #60 📖🔊🔊
Arca da Aliança era um dos objetos mais famosos da história da Bíblia e ninguém a vê há mais de 2.500 anos. Exércitos marcharam para a guerra e a usaram para derrubar a muralha de uma cidade. Ao tentar tocá-la, um homem acabou morrendo no mesmo instante, além disso, ela quase acabou com uma nação inteira depois de ser sequestrada. Segundo a Bíblia, ela era o objeto mais sagrado de Israel, pois, nela Deus manifestava sua presença no meio do povo, mas em certo momento da história arca simplesmente desapareceu e a mesma Bíblia que descreveu sua construção nos mínimos detalhes, não diz claramente qual foi o seu destino final.
Neste episódio, vamos conhecer as principais teorias sobre o seu paradeiro, segundo a luz das escrituras, e conhecer uma profecia de Jeremias que talvez seja a chave para entender todo esse mistério.
Para entender como tudo isso começou, precisamos voltar ao livro de Êxodo. Depois de libertar Israel do Egito, Deus faz uma aliança com o povo no Monte Sinai e prometeu algo extraordinário habitar no meio deles. É para isso que a Arca foi construída.
Deus deu a Moisés um projeto minucioso. Uma caixa de madeira de Acácia de pouco mais de um metro, revestida de ouro por dentro e por fora, carregada nos ombros dos levitas por varais porque ninguém podia tocá-la. Tudo isso descrito no livro de Êxodos capítulo 25.
Dentro da arca estavam as tábuas da Lei, um vaso com maná e a vara de Arão que floresceu. Acima deles ficavam o propiciatório uma tampa de ouro com dois querubins voltados para o outro. Era dentro do tabernáculo, com a presença da Arca que Deus falava com Moisés, sendo considerado uma espécie de trono invisível, descrito no versículo 22 de Êxodos. Não, porque Deus estivesse limitado naquele lugar, mas porque ali manifestava sua presença no meio de Israel. O Sumo Sacerdote aspergirá o sangue dos sacrifícios sobre esse mesmo propiciatório.
Assim, abaixo estavam as leis que o povo havia quebrado, o Maná do qual o povo havia reclamado e a prova de sua rebelião. Acima estava o sangue que apontava para o perdão dos pecados do povo ao qual os sumo sacerdotes entravam uma vez por ano no santo dos Santos.
Fonte: Teoria Ilustrada