FDH 128 - UNDERTONE (2025/2026)
Fala cambada de Abyzous!! Já estamos de volta com o Fábrica de Horrores, o SEU podcast sobre FILMES DE TERROR e HOJE, ele voltou, o magnânimo Edu Filhote (do Mundo Filhote), onde falamos de "UNDERTONE", longa de horror que envolve PODCAST!! Esse filme foi feito para nós da "indústria".
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A quinta temporada do FDH já começou e temos algumas edições definidas, mas você pode deixar nos comentários o que você quer ouvir aqui no podcast, lembrando que se for série talvez demore um pouco para sair, mas tentaremos acompanhar o que sair do gênero do terror.
Também não se esqueçam, espalhem a palavra do Fábrica de Horrores para seus amigos que gostam de horror assim como nós e até pra quem não é, mas tem curiosidade. Esperamos que gostem.
Arte: Davi Cardoso
Edição: Davi Cardoso
- Análise de UndertoneFilme de terror sobre podcasts · Orçamento e produção independente · Estilo minimalista e sonoplastia · Atuação de Nina Keery e Adam DeMarco · Influência da A24 na distribuição · Ausência de jump scares · Comparação com outros filmes de terror
- O desfecho e a reflexão finalReviravolta envolvendo a mãe de Ivy · Possível morte de Ivy e sua mãe · Destino de Justin · Gravidez de Ivy e Jessa · Cenas sinistras e desenhos nas paredes
- Demonios e PossessaoOrigem e lendas sobre Abizu · Relação com o Rei Salomão · Abizu como entidade vingativa · Variações da lenda
- Síndrome do cuidador e burnoutImpacto do cuidado com a mãe de Ivy · Relação entre burnout e alcoolismo · Dificuldade em aceitar eventos paranormais
- Recepção do filmeAvaliação de Edu Filhote · Avaliação de Davi Cardoso · Importância da terapia
Alerta! Este podcast tem spoilers do tema a seguir.
Olá, eu sou o Davi Cardoso. Convido vocês a entrarem no nosso mundinho de terror e espanto, onde ninguém estará a salvo de um perseguidor implacável, de espíritos malignos a entidades obscuras, de alienígenas a demônios perversos. Sejam muito bem-vindos ao Fábrica de Horrores.
E aí, galerinha do terror, estamos de volta com mais um Fábrica de Horrores. Este que é o seu podcast sobre filmes de terror. E hoje estou novamente aqui com ele, Edu Filhote. Seja muito bem-vindo, Edu Filhote.
Salve, pessoas. E hoje eu tô começando a repensar minha posição de gravar podcast de terror com o Davi. Eu também. Já estou repensando. A sorte é que até agora não chegou nenhum áudio duvidoso, nenhum e-mail com nome sugestivo. Porque se fosse o caso...
Jogava o notebook no lixo. Por que estamos falando assim de não gravar mais podcasts duvidosos, de paradas duvidosas? Por quê? Qual é o filme que nós vamos falar agora? Nós vamos comentar aqui sobre Undertome, filme de terror de podcasts, sobre podcasts, com podcasts. É um filme de terror podcastal.
E é um filme muito, muito diferente Muito fora da caixinha A sinopse do filme a gente acompanha A Eve, uma podcaster Que tem um podcast junto com Um amigo dela que é de Londres Que me fugiu o nome na cabeça agora Mas enfim, eles tem um podcast sobre terror
Justin, eles têm um podcast sobre terror, sobre análises criminais e casos de terror e tudo mais, e até eles recebem um e-mail com alguns áudios e resolvem fazer um podcast investigando esses e-mails e esses áudios. E aí, aí, meu amigo Davi, é onde a gente começa a repensar se a gente continua gravando podcast. É, cara, esse filme foi feito pra gente, cara.
A gente que ama terror e... Foi feito pra gente, rapaz. E a gente ama fazer isso aqui, gravar podcasts que não vai levar a lugar nenhum. Mas a gente adora estar aqui fazendo esses programinhas bacanas pra todo mundo ouvir. Então vamos lá, vamos começar por partes.
Já que Temos um amigo em comum Chamado Samuel Ragnos Que ficou, você Às vezes fica dando spoiler No começo dos podcasts Aí fica difícil, porque eu não vejo o filme Aí eu digo Mas tem a vinheta do spoiler pra isso Cara, eu coloco justamente Por conta disso
Não, mas tu tem que separar, tem que separar em uma parte sem spoilers e outra parte com spoilers. Então vamos, num primeiro momento aqui, não falar de grandes spoilers do filme. A gente pode comentar que é um filme mega independente, custou 500 mil dólares. Uma bagatela que a gente até pensa que pode ser muito, porque a gente não tem nada.
Mas para um filme, é bem pouco mesmo. E eu achei até que seria menos, porque esse filme... É quase nada, né, cara? Mas eu pensei que seria menos ainda, porque... Ele se passa dentro de uma casa, e é uma casa pequena.
Poucos cômodos que a gente vê, né? Mais ali a sala de estar, onde ela grava o programa com o Justin. Ou Justin, como dizia a Sabrina Sato pro Justin Bieber quando ele veio no Brasil. E depois ela sobe pra ver ali... Não, Justin. E quando ela subia de andar pra ver a mãe dela, que tá acamada, tá bem doente.
Então são basicamente dois ou três lugares que a gente vê no filme inteiro. E é um tipo de filme que muitas pessoas tendem a não gostar. Eu não vou julgar, porque eu entendo. Porque é um tipo de filme, é um estilo, na verdade, que você não vê muita coisa, você não vê grandes acontecimentos. Mas eu gosto. Ele é um filme mais minimalista nesse ponto. É um filme.
Isso, essa é a palavra certa. É um filme minimalista, até porque, né, baixo orçamento, apesar de que eu achei que seria num orçamento nível a bruxa de Blair ou a atividade paranormal, que foi menos de... Aliás, o bruxa de Blair, não sei se foi menos de 100 mil, mas o atividade paranormal foi...
Menos de 100 mil. Depois que a Paramonte comprou um filme e tal, aí beleza. Mas assim, se a gente fizer... Mas se a gente fizer aquela questão ali de pegar o valor da época, conversão com os dados monetários corretos e não sei o quê, eu acho que vai estar mais ou menos pau a pau ali. Os 100 mil daquela época e os 500 mil de agora, mais ou menos. É, pode ser. Pode ser. É porque como eu falei, como é um...
O Abruxo de Blair, você tem a desculpa de que é uma floresta, e é uma floresta bem grande. E tá filmando de tudo.
O Atividade Paranormal meio que se encaixa mais com o Undertone, porque é dentro de uma casa, temos várias imagens paradas e você vê a passagem de tempo. Aqui é um pouco diferente. Apesar de que aqui ele tem mais cara de filme do que o Atividade Paranormal. O Atividade parece que é meio que um falso documentário. Até pelo... E o portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto port
pela imagem da câmera. O Atividade Paranormal, pelo Atividade Paranormal ser found footage, ele é um pouco mais econômico no quesito edição e no quesito câmeras, né? Porque você vai usar praticamente câmeras estáticas ali, pontos fixos e tal.
Esse filme segue o padrão tradicional de filmagem. A gente tem cameramans equipados.
O profissional de câmera, né, fazendo angulação, movimentação, a câmera que movimenta, que vai pra um lugar e pro outro. Segue a estrutura normal de estúdio, vamos colocar assim, de filmagem, né. Embora tenha ali o elenco seja bem reduzido, porque a gente em tela praticamente vê só a atriz da Ivy e a atriz que faz a mãe dela, que já é mais de idade. E no áudio a gente tem alguns outros membros do elenco, né. A gente tem...
as vozes que aparecem nos áudios, a gente tem a voz do Justin, que está gravando junto com ela, e algumas outras coisas assim, então acrescentam um pouco de mais pessoas nesse elenco. E eu acho que o que encarece talvez também um pouco mais na produção, embora não tenha ali efeitos práticos e efeitos de CGI, coisa e tal, muito para aparecer em tela, tem muito efeito de áudio, tem muito efeito de voz, muito portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto portanto
A sonoplastia, estava tentando lembrar a palavra aqui, tem muito efeito de sonoplastia. Então, talvez o que tenha economizado no quesito maquiagem e efeitos digitais tenha gastado um pouco mais no quesito sonoplastia. Porque o filme, ele tem um...
Como ele é minimalista e ele se baseia muito nessa questão do áudio e o que está acontecendo no som e através das conversas e das vozes, tem muitos momentos ali em que a sonoplastia tem que dar um banho, né? Ela tem que fazer todo o clima, compor toda a cena e te passar as informações que você precisa, seja a questão da sensação de como você está se sentindo ou como a personagem, o ambiente está se sentindo, tudo só através do som.
Porque tirando quando é pra gente ver uma reação efetiva da Ivy sobre alguma coisa, todo o resto é tudo no som. Seja a reação do Justin mediante o que está acontecendo, ou como ele está interpretando ou recebendo as informações dos ocorridos ali durante o filme, ou mesmo os acontecimentos e os ocorridos que eles estão estudando através dos áudios que eles receberam.
Então toda essa parte talvez seja onde o filme tenha tido maior parte do gasto. Aí eu já não sei dizer o quanto isso influencia no quesito da edição, da montagem do filme, a pós-produção do filme. Talvez tenha ficado também um pouco mais complexa essa pós-produção por conta de organizar e alinhar esses pontos da sonoplastia. Talvez, talvez...
Isso justifique o orçamento um pouco maior, se não for aquela coisa mesmo da economia ali, de fazer os trâmites corretos e chegar mais ou menos no mesmo valor. Mas eu vou te falar a verdade, eu achei que tivesse gastado mais, porque...
Eu achei 500 mil ali pro orçamento do filme, mesmo tendo praticamente só duas atrizes em tela sendo pagas, que geralmente o elenco é o que inflaciona muito do filme, né? Dependendo do ator ou da atriz que você coloca, só o salário do ator ou da atriz já passa dos milhões. Mas, embora tenha só duas ali de fato em tela, eu achei que tinha chegado ali aos um milhãozinho, dois milhãozinho ali de orçamento de produção.
Eu acho que a pessoa mais famosa do filme é justamente o cara que faz o Justin, que o nome dele aqui é o ator Adam DeMarco, que ele fez aqui algumas séries como The Magicians, do Sci-Fi, The Order, da Netflix, e a mais famosa que é White Lotus, na temporada 2, que é uma série da HBO. Ele fez Star Trek Beyond, mas era o Camisa Vermelha, provavelmente morreu no filme.
E, ah, fez Supernatural, enfim, fez várias séries aqui. E a Ivy, eu acho que ela... É um ator de filme, de TV, assim, né? Isso. A que faz a Ivy, a Nina Keery, tô vendo aqui que ela fez de Handma's Tale.
e alguns filmes, mas eu acho que não é, digamos assim, uma das mais famosas do filme. Eu acho que o valor de 500 mil pode ser que, como ele foi distribuído pela A24, aí eu acho que a A24 meteu uma graninha a mais ali, assim como aconteceu com a atividade paranormal, que a Paramount adquiriu os direitos, aí colocou mais dinheiro para...
pra dar um tchan no filme, né? Eu acho que pode ser isso, porque eu não acredito que só o trabalho sonoro e a questão, juntando com os atores que são bem desconhecidos, iriam encarecer até chegar em 500 mil. Eu acho, acredito muito que tem o dedo da A24 aí. E antes da gente passar pra parte dos spoilers, eu queria terminar o que eu tava dizendo lá atrás.
que eu entendo algumas pessoas que forem ver esse filme não gostarem. Justamente porque não acontece muita coisa visual. A gente depende muito do som, dos áudios em que os protagonistas estão escutando, né? Daquele caso em que estão fazendo um programa sobre. Mas como eu e você somos pessoas que gostamos de podcasts, o podcast raiz, vale lembrar, que é só áudio. Então a gente já está acostumado...
do que a maioria das pessoas que não tem esse costume de ouvir podcast. Que a maioria de podcast hoje é mesa cast, que tem imagem e áudio. E como no filme é o podcast raiz, só o áudio, então eu fiquei feliz, ainda bem que não era um mesa cast da vida. E tem outros filmes que é basicamente nesse mesmo estilo, que eu também gosto bastante.
Nunca peguei pra rever, mas eu acho que até vale um fábrica de cada um, que é A Vastidão da Noite. Conhece esse filme? Muito bom. E o Pontipul, que se eu não me engano não é um filme de zumbis, que a gente... Faz tempo que eu vi, tá, gente? Eu não lembro se os zumbis aparecem.
mas por uma boa parte a gente só fica numa pequena estação de rádio ouvindo o que é que está acontecendo do lado de fora. E eu acho isso muito legal, muito maneiro. É tipo um audiodrama. Esses dois filmes parecem audiodramas. Então o undertone vai nessa leva também da gente descobrir as paradas através... ... ...
do som, do áudio. E aí fica aquela pergunta, será que o filme dá conta na questão do visual? Porque a câmera não vai ficar parada por uma hora e meia enquanto a mulher tá ouvindo os áudios. E na minha opinião, o filme dá conta sim.
Porque acho que em 90% do filme, ou até o filme inteiro, a câmera, o diretor, o... Cadê o nome dele aqui? Peraí. O Ia Tuansson, eu não sei como é que se pronuncia, ele coloca muito a câmera virada assim de lado, dando pra escuridão do resto da casa. Então todas as vezes que ele fazia isso, focava primeiro...
naíve, e aí depois ele viava pra esquerda ou pra direita, e aí pegava um cômodo em que tava completamente no breu, eu ficava cagado. Porque eu achava não, vai vir alguma coisa agora, vai pular algum fantasma aí em cima da...
Da Eve. E não vinha. Não vinha. Mas mesmo assim, o trabalho dele, na minha opinião, foi positivo. Porque você me fez ficar temendo pela vida dela o filme inteiro. Toda vez que ele mudava a direção da câmera. Você concorda ou discorda? Cara, eu concordo. Porque hoje em dia, eu vejo o filme assim, não na questão do...
Eu já levo na ideia do tipo Uma coisa meio tubarão Sabe? Em que você Poupa o espectador De ver o que de fato é O perigo
mas você constrói ali tudo em volta para que na hora que esse perigo for ser mostrado ou que ele venha de fato na tela, você está totalmente imerso no negócio. Então eu acho que o filme vai muito nesse sentido. E aí ele é muito feliz, o diretor é extremamente feliz.
em não fazer uso de jump scare. Isso eu achei que foi o melhor do filme, é não ter jump scare. Porque o tempo inteiro, pelo áudio, se viesse um jump scare ali, a gente não ia assustar tanto, porque a gente já tá focado muito no áudio, que é o grande astro do filme. Mas como você tem a opção de só acompanhar pelo áudio o filme, eu acho que ele funciona se você ver o filme como um podcast.
acompanhar o filme como um podcast, eu acho que ele meio que funciona, mas se você acompanhar a tela imerso no que está acontecendo do filme...
É como você comentou. Você está telegrafado que vem um jumpscare naquele momento. A construção da altura da música de fundo, a posição da câmera, o jeito que está ali, a personagem fica num canto da tela enquanto o fundo do cenário ocupa muito mais espaço na tela do que a protagonista.
Como quem diz assim, presta atenção aqui no fundo que vai sair alguma coisa daqui pra te assustar daqui a pouco, ó. Em 3, 2, 1... Ué, peraí, cadê? Não, então é agora. Não, ah, beleza, mudou a câmera, agora que vem o susto então. Não, peraí, mãe, não era pra vir um susto aqui agora? O que que tá acontecendo?
eu acho que isso te quebra e te deixa mais imerso no negócio ainda exato, cara, eu concordo bastante com tudo que você falou, porque toda hora eu ficava achando que viria alguma coisa e não vinha eu ficava pensando, cara, eu não sei se eu quero olhar
Não sei se eu quero continuar vendo essa escuridão, porque talvez nem tenha nada, como na maioria das vezes não tem. Mas eu já estava tão imerso, como você falou, que eu já estava cagado. Estava pronto para receber um jump scare e ele não vinha. Então eu acho que vale a pena a gente entrar, de fato, nos spoilers agora, porque a gente pode juntar essas duas partes. Os spoilers com...
A gente achando que vai levar um susto e não vinha. Então, para começar, a Ivy e o Justin, eles recebem um e-mail estranho, o nome do e-mail também é muito esquisito, e que contém 10 áudios. O detalhe mais importante do nome do e-mail é que ele tem um LOL.
enviado por alguma coisa LOL, arroba LOL, né? De LOL, que no inglês é a gíria pra Love South Louder, né? Que é rindo demais e rindo... É o nosso kkkkk aqui. Exato, é. E assim, eu... Como a gente já é treinado pra várias coisas na vida, uma delas, reconhecer um e-mail falso, então na hora que eu batesse o olho e...
Nesse e-mail, eu diria, isso aqui é falso. Não é de alguém que criou de boa, de verdade, o e-mail e aí mandou os áudios. Não, isso aqui não existe. Mas aí não teria filme. Então, pra ter filme, eles vão lá. O que faria é... O que faria é a gente nem abrir os áudios pra saber do que se trata. Já ia direto pra caixa de spam. Mas é igual você comentou, não teria filme, né?
E uma coisa que, acho que um ponto que vale mencionar, o filme é muito movimentado, tudo, talvez seja um erro do filme, não chega a ser incômodo, mas talvez seja um errinho. Porque como a história precisa acontecer, o filme todo só ganha movimento, porque a Ivy é aquela pessoa, ela é tipo Jó.
ela vai pagar pra ver. Não, o Jô, não, o Tomé, né? Tomé, que era o cético. Ela vai pagar pra ver. Então, ah, não sei o quê, não, eu pago pra ver. Ah, não sei o quê, não, beleza, eu pago pra ver. Não, beleza, eu pago pra ver. Porque como ela é um personagem que... A dupla do podcast, né? É o clichê tradicional. A cética que não acredita em nada e o...
cagão que acredita em tudo. Então eles fazem esse contraponto. Enquanto o Justin é o lado que acredita em tudo, tudo é paranormal, tudo tem alguma evidência, é verídico e coisa e tal, ela é o contrário. É o ceticismo encarnado.
paranormal, entre aspas, não existe. E aí o filme só anda porque o tempo inteiro ela fica. Não, isso é... E dá desculpa, e inventa, e joga outra coisa. A gente vai comentando sobre isso mais pra frente, né? Mas o tempo inteiro, como ela é assética, é onde faz o filme andar. E talvez isso seja um ponto assim, meio...
negativo no filme, porque é igual você comentou aí no começo, cara, a gente já, só o nome do e-mail já seria o suficiente pra, opa, peraí isso aqui não, tchau exclui, não daria corda, sabe e aí o filme se baseia muito nisso o e-mail duvidoso ela aceita o áudio duvidoso ela confere a mensagem de coisa, ela vai checar não sei o que, vai ver o que é o filme?
Ah, não pode falar a frase, vai lá e fala Então o filme vai tudo nisso Mas não teria filme também Se não tivesse algum personagem Alguma coisa pra ir nesse sentido Muito do terror também, a gente brinca Que é muito personagem burro Decisão burra, se fosse eu faria melhor Não sei o que, mas
A verdade é que se fosse só gente inteligente, nenhum filme aconteceria, né? Não, não aconteceria. Mas eu acho que o roteiro poderia dar um contorno pra poder fazer... Não é fazer, mas pra poder seguir com os clichês. Ao invés da mulher ouvir o áudio...
e ler alguma coisa que pesquisou na internet, eu acho que levemente a entidade poderia ficar mexendo ali com a cabeça dela e meio que forçar ela a continuar ouvindo os áudios e lendo as paradas que não é pra ler.
Mas não tem isso no filme, mas já seria uma forma de contornar só o clichê pelo clichê, de ser assética. Ou Scully da vida, e o outro é o Mulder do arquivo X. Mais ou menos. Né, justamente. Chega uma hora que ele já não quer mais o Justin. Não, chega aí, eu tô com medo. O Mulder não tem medo. Então é mais ou menos o Mulder e mais ou menos a Scully.
Então vamos lá, né? Eles recebem esse e-mail estranho, começam a ouvir os áudios e são 10. Então eu já sabia, cara, no começo vai ser até meio que de boa. Vai ser esquisitinho? Vai! Mas não vai ser nada demais. Do meio pra frente é que o bicho vai pegando. Mas durante a conferida desses áudios...
O áudio é de um outro casal, que é a Jenna e o Mike. É Mike e Jessa. E aí... É Jessa, né, Jenna não. Eu fui na Jenna Ortega. É a Jessa. E aí a gente vai acompanhando a história deles também. Então seriam tipo os outros dois personagens.
que vão aparecendo no filme. Então, aí começa essa Jessa vai dormir lá com o marido, né? E eles gravam essas dormidas, digamos assim. Eu não lembro se o filme fala porquê, mas eles gravam...
E aí o marido começa a ver a esposa ou a namorada, enfim, falando sozinha, falando umas coisas sem sentido. E é nessa hora que você deve ficar cabreiro, cara. O seu rabinho trancado, porque a sua parceira ali falando coisas sem sentido, numa língua...
que ela não fala e que deve ser uma língua morta. Isso aí já é o clichê também de outros filmes, né? Que geralmente vai dar merda. Aí essa merda começa com a pessoa falando nessa outra língua. Mas também a mulher... É o clichê da possessão. É, o clichê da possessão. Aí depois a mulher, sei lá, vai parar na cozinha e o cara vai atrás. E aí me lembrou muito o final do primeiro Atividade Paranormal, né? Que a Kate, ela se levanta.
fica observando o cara lá dormir por várias horas e depois desce, vai para a cozinha, né? E a gente sabe que é a cozinha porque num outro filme da franquia, né? Que é aquele Marcados pelo Mal, se eu não me engano, ele termina no final do primeiro filme. E aí a gente vê que é uma cozinha e a Kate vai lá e esfaqueia.
o Mika, mas assim, pegando só o primeiro... Eu já fiz um podcast sobre esse filme, então eu já expliquei o quão traumatizado eu fiquei com esse filme na época. Então eu não quero lembrar daquele momento. Mas me lembrou muito aqui no Undertone, porque se eu não me engano ela também vai lá na cozinha, né?
A Jessa, ela grita, assim como a Kate também gritava pelo Maika na atividade. Então eu fiz uma pequena relação entre esses dois filmes. Enfim, e aí à medida que o filme vai passando e a gente vai junto com os protagonistas ouvindo esses áudios, em que vai ficando cada vez mais sombrio a atmosfera do filme...
Isso vai intercalando com a Eve tomando de conta da mãe dela, que dorme o filme inteiro, é o trabalho mais fácil dessa atriz, não precisa fazer nada, mas algumas coisas sinistras começam a acontecer com ela também, e a Eve não vê.
Ela até vê, né, cara? Só que ela é extremamente cética. Então, tudo que ela vê o negócio acontecendo, ela tenta dar uma explicação dentro do ceticismo dela. A estatuazinha de santa mudou de lugar. É a mãe dela que, de alguma forma, em algum momento, mexeu ali, saiu e mexeu na estátua.
o barulho de coisa, é um rato, é um cano, é não sei o que, sabe? Elas sempre dão uma explicação, entre aspas, cética, para não aceitar que pode ser um evento paranormal, que pode ser um...
O capiroto ali, o tinhoso, chegando perto dela. Então, essa cena aí da santinha dela, da mãe dela, que tava caída no armário, foi justamente uma das cenas em que rola algo sobrenatural com a mãe dela e ela não vê isso, né? Ela não vê a mãe dela se levantando da cama e aí nessa hora eu já tava quase debaixo do lençol.
Aí você fica, ai meu Deus do céu, o que vai acontecer? Aí eu não lembro se dá um pisca-pisca na luz, aí quando ela olha pra trás, a mãe dela já tá deitada lá de novo. Então tem vários momentinhos assim, alguns momentos dela ouvir barulho.
vindo de algum outro canto da casa, e ela olha para o quarto da mãe, assim, ela olha para a direção onde está o quarto da mãe dela. Ou às vezes ela até sobe a escada, fica parada assim, né? Será que tem alguma coisa acontecendo aqui? Será que a minha mãe acordou? Porque tem um momento no filme que ela fala, tipo, ela meio que suplica para a mãe dela acordar e tal, enfim.
Mas dá a entender levemente que tem algo errado entre as duas. Que parece que aconteceu alguma coisa envolvendo a Ivy, a mãe. E que você pensa, hum, será que ela fez alguma coisa com a mãe dela? Tá muito esquisito isso daí.
E aí no final a gente tem a reviravolta, mas eu acho que antes de a gente passar pra essa parte da reviravolta envolvendo a mãe, acho que vale a gente passar pro final do filme, até porque a maioria do filme é basicamente a mesma coisa, vão ouvindo os áudios, vão acontecendo coisas estranhas, mas como ela é cética, ela vai normalizando, o Justin, ele já fica com o pé atrás, mas ele é influenciado pela Ivy, não, vamos continuar, vamos continuar.
E ele vai e continua também. Então quando chega no filme... O filme até tenta ensaiar um... O filme até tenta ensaiar um pouquinho assim de que pode ser tudo coisa da cabeça dela e tudo. Porque deixa claro que ela está passando por um burnout.
por conta de estar cuidando da mãe dela, camada e coisa e tal. Então ela está num negócio ali que chama síndrome do cuidador, que é quando você é cuidador de pessoas de comorbidade, você está num estágio tão cansado do cuidar, que você já começa meio que a querer que chega o fim, sabe?
É uma coisa meio... é um negócio bem pesado, assim. Então, mais ou menos, já deixa claro que ela está mais ou menos nesse estágio, que ela já está com síndrome do cuidador, que ela já está começando a sofrer burnout do negócio, e que ela é alcoólatra, né? Que ela é... acho que agora não usa mais alcoólatra, né? Alcoólica.
em que ela tem problema com o alcoolismo então, e ela começa a beber e aí o Jason pergunta tem uma hora que ele pergunta, você tá bebendo? você tá bebendo de novo? não, tô não tornando o caneco do uísque ali é verdade aí o filme dessa ensaiada de que no fim das contas pode tudo ser
alucinação da cabeça dela não ser alguma coisa sobrenatural de verdade e tudo o que faria sentido se os papéis fossem o oposto se a gente fosse se a gente tivesse vendo a Eve que acredita em tudo contra o Justin
Cético. Porque aí faria sentido. A gente está acompanhando uma personagem que a gente não sabe se ela realmente está enlouquecendo, se realmente está acontecendo as coisas ou não. Como a gente está acompanhando o ponto de vista de uma pessoa cética, a primeira premissa que o roteiro já te colocou é que ela não acredita em nada disso.
Então a gente, enquanto espectador, também não consegue comprar a ideia de que pode ser uma alucinação da cabeça dela, porque ela não acredita. Como que ela vai alucinar com isso? O ceticismo dela bateria de frente com a própria alucinação, então meio que anularia. O conceito de você alucinar é você começar a acreditar que está havendo algo que só você acredita, que a sua crença está ganhando.
vida real. Então não estaria sentido a gente ver uma cética começando a alucinar. E aí o filme, por mais que ele tenta ensaiar isso, de que ela pode estar com essa fragilidade mental e de que pode ser alguma coisa relacionada à fragilidade mental dela, não cola porque é a cética. Sabe? Não tem sentido a cética estar com essa fragilidade mental de começar a estar tendo alucinação com coisa sobrenatural que ela é totalmente descrente.
É, mas eu acho que lá pro final do filme ela vai mudando de ideia, porque os lances sobrenaturais, eles vão aumentando, né? E quando eles descobrem que tem... No último áudio ela já assume que é verdade, já fala, não, beleza, é real, é real.
No nono, eu acho, no nono. É, porque eles acabam descobrindo que pode ter relação com uma entidade, um demônio, na verdade, chamado Abizu, e aí eu pesquisei, existe esse, existe, né? Entre aspas, esse demônio aí na internet, e é um demônio mulher. A lenda existe de verdade, é. É a lenda que remonta à época do Salomão, da Bíblia, do rei Salomão.
em que provavelmente era uma mulher que, aliás, provavelmente não, segundo a lenda, era uma mulher que tinha, ela era uma serial killer de crianças lá, matava muita criança e tudo. E aí ele foi, matou a mulher no templo de Salomão ali em Jerusalém, exposta para todo mundo ver e tal.
Só que isso teria feito com que o espírito da mulher ficasse preso no lugar e se tornasse um espírito vingativo, que mata crianças e busca mulheres grávidas e tudo mais pra cifrar vidas. Mas ela não queria ter um filho também, alguma coisa assim? Ou roubar um filho de uma outra pessoa? Cara, aí a lenda muda muito de ponto a ponto, né?
O que todas elas repetem é isso, ela matava crianças na época do templo, quem matou ela foi a ordem do rei Salomão, e depois que ela morreu, ela se tornou essa entidade que começa a matar as pessoas também.
Mas aí você falou, tem lenda que ela era, na verdade, uma mãe que teve um aborto espontâneo. E aí ela ficou revoltadíssima com Deus e começou a falar, se eu não posso ter filhos, ninguém mais pode. Ela começou a matar as grávidas para ninguém mais ter filho. E aí depois que mataram ela, ela, meio que Fred Kruger.
começou a correr atrás de todo mundo também, matar as crianças no ventre das mães, e elas já nasciam mortas. Outra lenda já diz que ela teve filhos, mas que ela fez alguma coisa e que ela matou os próprios filhos, e é isso que fez ela ser punida na frente do templo, e depois que ela foi punida, por ela considerar que era uma injustiça, ela começou a matar os filhos dos outros.
Porque já que mataram os filhos dela e depois ela, então que ela ia matar os dos outros. Então o ponto da lenda muda um pouco de lugar a lugar, de tradução a tradução. Mas o mito em si é essa mulher que foi assassinada na época do templo e depois disso começa a matar os outros. Aí o nome dela até no negócio é Obizute.
Na língua do... Ah, aramaico, né? No nosso jeito de falar é abzu. É porque no filme, né? Tem umas musiquinhas infantis que é como se fosse o disco da Xuxa virado pra trás, né? Então, a canção começa a falar uma parada lá.
que está, ao contrário, escrito come in abisu, ou seja, né? Eu não vou falar porque eu não quero trazer nenhuma... Sei lá. Não se fala o que não deve falar.
ouvinte, você que ouviu aí, eu falei né, então traduz mentalmente, mas eu não vou falar e olha que eu sou o cético também, mas eu não quero arriscar mas eu sou cético até certo ponto é cético até ter motivo pra não ser mais, né
Exato, que nem ela, né? Que nem ela. Então chega um momento do filme em que já tá indo tudo por água abaixo e isso bem no final do filme mesmo, acho que depois até do nono ou do décimo áudio, que eles recebem uma ligação de uma mãe que tá querendo matar o próprio filho, né? Que já tá sendo possuída também pela demônia aí do filme, ou já era a demônia do filme, não sei. Pode ser as duas coisas.
E eles tentam falar com a mulher, não, não faça isso e tal, não sei o que, mas não dá certo e ela acaba assassinando ali o próprio filho. E você escuta o choro do neném, então é uma parada horrível assim de ouvir. E, cara, vai dando merda atrás de merda, né? Porque aí tem cenas onde a silhueta da mãe da Ivy vai aparecendo lentamente atrás dela.
Mano, nessa hora aí, cara Aí sim, eu me afundei Debaixo do lençóis Ai meu Deus, não Aí Eu até tirei uma foto e mandei para uns amigos meus Rapaz, eu tô todo cagado aqui Olha o filme que eu tô vendo, eu mandei, né Quase em posição fetal
Eu tava, eu já tava praticamente chorando já. Aí aparece um rosto de uma mulher na TV também. Só que não um rosto normal, um rosto meio assustador, assim. E ela tentando desligar a TV e nada. Cara, vai...
Vai acontecendo umas coisas muito estranhas, muito sobrenaturais. E eu queria te perguntar o que você acha que aconteceu com o Justin. Será que ele morreu ou não? Porque a Ivy, aí você me corrija, tá? Porque já faz um tempo que eu vi e você viu mais recente. Ela esteve grávida e abortou ou ela está grávida? Estava. Estava, né? Está grávida de seis meses. Está, está.
Seis meses, não. Seis semanas. Seis semanas. Seis meses já estavam... Que é mais ou menos o... Que é mais ou menos o negócio lá que eles pesquisaram do... Mais ou menos o tempo de gravidez da Jessa. Ela estava nos áudios que eles estão ouvindo com cinco meses. Cinco semanas.
Caramba, sou. É, cinco semanas. É, tudo semanas, tudo semanas. A Jessa, nos áudios, ela tava com cinco semanas. E a Ivy, no negócio, na hora que o médico lá, que ela faz a consulta e tudo, o médico não lembra se ele liga, acho que ele liga pra dar o resultado pra ela, ou se ela vê no e-mail.
o resultado. Eu sei que ela viu o resultado e tá lá o teste positivo de gravidez e que ela tá com cinco meses. Cinco semanas. Caralho, mas tu encanou. Cinco semanas, na verdade, né? Encanou nos meses aí, viu? Encanei, rapaz. Nossa. Mas, bom, aí, quando ela fala pra essa mulher no telefone, né? Ó, eu estou grávida e tal, não sei o quê, e que teve um problema sim com a mãe. Então, você... A gente percebe, então...
que rolou alguma coisa entre as duas, a gente não sabe exatamente o quê. Ou pode ser...
Essa síndrome do cuidador que você falou, que ela já tá muito cansada e é só ela cuidando da mãe. E mostra algumas cenas dela dando banho, limpando ela e tal. Eu meio que já passei por essa situação também e não tive essa síndrome. Mas eu e a minha mãe cuidamos do pai dela por uns meses. E aí quando ele veio aqui pra casa e basicamente a mesma coisa, dar banho.
botar a fralda, botar pra tomar os remédios, botar pra dormir aí tinha uma camerazinha pra ficar acompanhando e ele já caiu algumas vezes, então fica aquele puta susto, caralho, o que foi isso? Que barulho foi esse? Aí a gente vai entrar no quarto tava lá, meu avô no chão, de cara no chão, meu Deus do céu, então eu entendo assim E aí
uma parte aí desse trabalho dela, mas ela teve esse burnout, não aguentou, então a gente pode até tentar entender que ela teve meio que um motivo para fazer a...
Fazendo com que a mãe dela meio que entrasse num coma, talvez, ali. Então, quando chega nesse final mesmo, em que a gente perde ali as ligações com o Justin, ela sobe lá pra ver a mãe dela e antes de entrar no quarto, as paredes lá do corredor estão cheias de desenhos, assim, da Abzu e crianças mortas. Então, um negócio, assim, muito, muito sinistro.
E aí, quando ela entra no quarto...
ela vê a mãe dela em pé no banheiro, provavelmente possuída pela Abisu, e aí a câmera corta, fica a tela preta, e a gente escuta ali os gritos da Ivy pedindo pra mãe parar. Então é um final em aberto, onde a gente não sabe o que aconteceu de fato com a Ivy, com a mãe dela, se a Ivy morreu ou se não, enfim, é pra gente interpretar.
Então, eu vou dar aqui a minha opinião, eu acho que sim, a Ivy morreu, a mãe possuída atacou ela e matou a filha, até porque ela também tá grávida, do mesmo período que a outra mulher, e a outra mulher também matou, eu não sei se ela mata o marido, enfim, eu não lembro mais, já faz um tempo que eu vi.
Mas acontecem umas coisas bem ruins e também com aquela outra mulher da outra ligação, que acabou matando o filho também. Então eu acredito que a Abzu...
Matou sim a Ivy e quem sabe roubou o filho dela ou matou o filho dela também, né? Enfim, o que você acha, Edu? Eu acho também que aconteceu a mesma coisa. Que o resultado dos áudios que eles receberam foi a mesma coisa que aconteceu com ela no final. E matou todo mundo, matou o neném, matou ela, matou tudo. E o Justin não aconteceu nada com ele porque ele era homem, não estava grávido e estava, né?
teoricamente mais tranquilo ali, porque não era o alvo da Bizu. A Bizu, o alvo dela era a Iri. Mas aí o marido lá da Jessa, ele morre? Eu não lembro. Morre. Na hora que o gurizinho, na hora que eles recebem uma ligação, que eles abrem o negócio lá e não sei o que, liga pra gente se eu tiver informações sobre eles, não sei o que, não sei o que.
Aí liga um guri, uma criança, e aí o guri fala que não conhecia eles, mas que era vizinho deles, ele morava no lugar próximo deles lá, assim, e tudo, que ele reconheceu pela voz, e que os dois foram encontrados mortos com sacos na cabeça. E a Ivy depois até chega a fazer um desenho disso, deles mortos com sacos na cabeça.
Cara, é verdade. Nesse momento que tá na parede, assim, que tem os desenhos e tudo, tem o desenho deles, dos dois mortos com o saco na cabeça. Verdade, mano. E passa rapidamente um flash, bem rápido mesmo, da Ivy com o saco na cabeça, né? Sim. É, então eu acho que é isso mesmo. Então eu acho que aconteceu a mesma coisa.
Aí no final vai ser o Justin recebendo a notícia de que encontrou a Ivy, a mãe dela, ambas mortas, com saco na cabeça, não sei o que. É, cara, é muito sinistro, cara, é muito sinistro.
Mas bem, eu adorei esse filme, gostei bastante mesmo. Fazia um tempinho que eu não ficava tão amedrontado com um filme de terror. E olha que é um filme que nem Jumpscare tem. E também não tem muitas coisas visuais acontecendo. É mais pro final. Mas mesmo assim, quando eu fico imerso em uma história...
Aí qualquer coisa que aconteça vai me deixar ou assustado, ou vai me deixar feliz, enfim, aqui nesse caso foi aterrorizado. E, eu acho que pra fechar, eu acho que eu dei uma nota 4 de 5 no Letterboxd. Qual nota você daria pra este filme, Edu Filhote? Um máximo de quanto.
Aí tu pode fazer como eu fiz, de 0 a 5 no Leatherbox, ou tu pode fazer de 0 a 10, você que sabe, você que manda. Cara, eu acho que eu dou um 8 de 10 pro filme. É uma boa nota. 8,5? O 4 de 5 é basicamente essa sua mesma nota aí, um 8, um 8,5. A pessoa interpreta do jeito que ela quiser. Então...
Fala pra gente aí, cara, o seu jabazinho, né? Onde é que as pessoas podem encontrar o Edu Filhote e o seu trabalho na internet? Então, galera, quem quiser acompanhar o que eu faço, produzo pela internet, pode acompanhar meus perfis do Mundo Filhote. São todos arroba Mundo Filhote. Tudo que eu faço pela internet eu acabo postando por lá. Eu sou também um dos redatores e narradores do Movimento RPG. Então, tudo que eu faço está lá no site do movimentorpg.com.br. E aí
E não fique assim como a Ivy, tá? Se você estiver precisando, procure terapia. Sou terapeuta integrativo, mais focado em massoterapia, mas também trabalho com outras terapias. E independente de ser comigo ou com outra pessoa, procure terapias.
Se você quer entender um pouco mais sobre isso, segue meu perfil profissional, que é o Edu H. Massoterapeuta. Lá eu posto bastante sobre saúde integrativa e por que você deve procurar ajuda de saúde quando você precisar. Não espere chegar no nível da IV, nem ficar...
tão biruleibidas as ideias a ponto de estar ouvindo áudios duvidosos e falando palavras que não devem ser ditas, procura ajuda. Ou, quer saber por que as pessoas devem procurar ajuda, me segue no meu perfil profissional, vamos bater um papo lá também. É, mas se um dia você procurar o Edu e chegar pra ele eu tô precisando de terapia porque eu comecei a pesquisar umas paradas sinistras de demônio, não sei o que, aí o Edu, esse rapaz, isso aí não é comigo não, vai procurar outra pessoa.
Faz que nem o... É, aí eu encaminho pro terapeuta correto. Faz que nem o professor Girafales naquele episódio lá da catapora da Chiquinha, que ele joga o kik assim pro lado não passa isso pra mim, moleque! Tu faz a mesma coisa. É isso. Então, gente, muitíssimo obrigado e até mais. Até o próximo Fábrica de Horrores. Tchau, tchau. Valeu!
Esse podcast, TV Edição, David Cardoso.