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O FIM DOS NEGÓCIOS TRADICIONAIS, GERAÇÃO Z VAI PARA FRENTE? | THÉO BRAGA NO BRUNETCAST

19 de março de 20261h24min
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Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/ep-brunetcastNo episódio de hoje do BrunetCast, Tiago Brunet E Théo Braga, investidor e fundador da faculdade PIB, para uma aula profunda sobre a nova economia.Se você sente que o modelo tradicional de ensino e negócios não funciona mais, este vídeo é para você. Discutimos desde a importância da "inquietude" para o sucesso até como a humildade abre portas que o dinheiro não pode comprar.Neste episódio, você vai aprender:Por que a falta de inovação (e não a falta de caixa) quebra as empresas.O conceito de "Motor 2": Como preparar seu negócio para o futuro.A visão de Tiago Brunet sobre o empreendedorismo como base da nação.Por que a Geração Z está trocando o "bem-estar" pela busca espiritual.Como lidar com a comparação e o ego nas redes sociais.

Assuntos15
  • Creches e Educação FormalFalhas do modelo tradicional de educação · Aprendizado prático vs teórico · PIB - escola de líderes · Educação continuada · Formação de empreendedores
  • Tecnologia e InovacaoFalta de inovação como causa de falha empresarial · Motor 2 - preparação para o futuro · Transformação digital nos negócios · Previsibilidade de tendências de mercado · Descontinuidade entre gerações
  • Dinheiro e espiritualidadeO que o dinheiro não compra · Falsos valores materiais · Equilíbrio entre sucesso financeiro e bem-estar emocional · Livro 'Ganho o Mundo sem Perder a Alma' · Sentimento de completude além do dinheiro
  • Esquerdomachismo EmpreendedorismoImportância econômica do empreendedor · Geração de emprego · Sustentação do país através de impostos · Papel da classe produtiva · Responsabilidade social do empresário
  • Geração Z e Comportamento JuvenilBusca por espiritualidade em vez de bem-estar material · Impacto das redes sociais e comparação · Ego e vaidade na internet · Dois caminhos da geração Z · Espírito de inquietude vs acomodação
  • Empresas FamiliaresQuebra de empresas familiares · Formação inadequada de sucessores · Diferenças intergeracionais · Arrogância do pai empreendedor · Posicionamento do filho na empresa
  • Ruminacao MentalNecessidade de gestão emocional · Ansiedade e depressão em empreendedores · Importância da família e relacionamentos · Longevidade e bem-estar · Ciclos geracionais de comportamento
  • O Papel da Fé e EspiritualidadeCiclo de espiritualidade entre jovens · Busca por plenitude e sentido · Religiosidade sem dogmatismo · Influenciadores de espiritualidade · Células e comunidades de fé
  • LiteraturaAnalogias de futebol com negócios e vida · Posicionamento correto · Papéis essenciais vs papéis famosos · Trabalho em equipe · Lançamento antes da Copa do Mundo
  • Orgulho e humildadeHumildade como chave do sucesso · Reconhecimento de talentos menores · Importância do respeito · Destruição do ego · Ajuda ao próximo
  • Mentoria e Aprendizado com ExperientesImportância de conselheiros · Tempo para ganhar respeito · Aprendizado através de relacionamentos · Investimento em sabedoria · Seguir pessoas certas
  • Comparação e ego nas redes sociaisImpacto psicológico da comparação · Ilusão das redes sociais · Efeito do Instagram e TikTok · Ansiedade por resultados rápidos · Sensação de impotência
  • Crise Profissionais SaudeCusto elevado de educação médica · Dificuldade de achar vagas em especialização · Redução de honorários · Fuga para mentoria · Necessidade de empreendedorismo
  • Transformação PessoalRedução de bebidas alcoólicas · Inovação em bebidas sem álcool · Mudança de comportamento geracional · Empresa Brasilidade de sucesso · Adaptação ao padrão de consumo
  • Histórico de Alexandre MagnoMentorado por Aristóteles · Conquistas antes dos 30 anos · Jornada ao deserto egípcio · Legitimidade através de dificuldade · Ensinamentos para empreendedores jovens
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Muita gente acha que quando você está com febre, o problema é a febre. Mas não entendem o que originou isso. Então, 70% das empresas do Brasil, elas quebram por falta de inovação. E os empresários que não olharem para o futuro, principalmente para esses públicos jovens, eles vão ficar fadados ao fracasso, como muitos negócios que quebraram, eram gigantes, tinham a melhor gestão, melhores empresários, melhor equipe e quebraram.

Mas a humildade foi o que me deu acesso, cara. Não foi meu nome, não foi meus seguidores.

Sejam bem-vindos a mais um Brunecast. Nós estamos sempre aqui às terças-feiras, às 20h.

com convidado especial, além da participação, ainda que intrometido que eles não são convidados, do Erle Teixeirinha, mas eles ficam ali fazendo perguntas, não é, Erle? É, é isso aí. E por que você fica fazendo perguntas se você não é convidado? Ah, porque às vezes é a pergunta que o público queria fazer. Você é a mente brilhante por trás do podcast. Não, não, não disse isso. Você que disse. Você que disse. Passa no RH. Nós precisamos conversar com você depois dessa declaração. Tá bom, tá bom.

feira para te ajudar, através de reflexões, perguntas, entrevistas, te levar para um novo nível. Hoje, a gente está com um convidado especial, porque além de muito jovem, ele logrou êxito numa área em que os jovens nem sempre se interessam, ou quando se interessam, falham, que é o empreendedorismo. Então, eu quero que vocês recebam com forte aplauso, Théo Braga. Obrigado, obrigado. Olha, o Théo, ele é um grande empreendedor, focado em inovação, tecnologia, construção,

de comunidades digitais, acabou de fundar uma universidade, daqui a pouco nós vamos falar sobre isso, que é uma escola de líderes, forma CEOs do futuro. Então, principalmente você que está me assistindo agora, é jovem, ou você tem filhos jovens e adolescentes, coloca para assistir esse Brunacast de hoje, porque vai ser muito voltado para vocês também. Eu costumo falar, Theo, que existem pessoas que precisam construir do zero,

biblicamente falando, um erro, porque a Bíblia diz assim, que um bom pai deixa herança e educação para os seus filhos. Então, assim, é uma obrigação milenar. Eu, como pai, eu tenho quatro filhos. Eu tenho uma obrigação milenar, uma obrigação bíblica de deixar a educação, deixar uma base para os meus filhos. Nem todo pai vai conseguir deixar dinheiro, mas eu tenho que deixar uma base. E você teve o privilégio, eu conheci teus pais há muitos anos, de crescer numa família em que teus pais te deram uma base.

A Thel é filho de João Kepler, que é um dos maiores investidores anjos do país, casado com a Cris. E João Kepler e Cris são amigos há muitos anos também da nossa família. Então eu tenho o privilégio de entrevistar o Thel hoje, não por ser amigo, não porque as famílias são amigas, mas pelo que ele tem conquistado, pelos seus méritos pessoais. E o que ele tem conquistado tem muito para te ensinar. E talvez na nossa troca hoje, eu consiga também, para você que está me conhecendo agora,

alguma coisa da sabedoria milenar que vai te ajudar na construção da tua vida, do teu negócio, dos teus sonhos. Então, muito feliz de te receber. Obrigado. Muito obrigado por vir. A primeira coisa que eu quero falar com você é sobre tendências do futuro. Você tem quantos anos? 27. Eu tenho 45. Então, eu tenho praticamente o dobro, quase o dobro da sua idade. Então, nós somos gerações completamente diferentes. Você não viu

o Brasil tetracampeão. Você nasceu em que ano? Nasceu em 99. Eu vi a Copa de 94. Explica para ele, Wesley. Onde é que eu estava em 94? Explica para ele. Ele nasceu em 99. Explica para ele o que eu estava fazendo em 94. Ele estava muito à frente. Ele também não. Ele é em 98. Mas eu em 94 já estava praticamente no campo com o Ronaldo Fenômeno. O Ronaldo nem estava. Romário e Bebeto. Eu praticamente no campo com o Romário e Bebeto. Mas assim, por sermos de gerações diferentes,

acaba que o nosso padrão de qualidade, o nosso padrão de pensamento, a nossa expectativa de futuro é um pouco diferente. A nossa noção de tecnologia. Na verdade, 5, 10 anos já é suficiente para separar uma geração. Você imagina 20, que é mais ou menos a nossa diferença. Então, hoje, com 27 anos, sendo o empreendedor que você é, tocando a universidade que você está tocando, liderando os projetos que você lidera, qual é, na sua cabeça, a tendência,

do futuro em relação ao empreendedorismo, educação. Legal. Primeiro, é um prazer estar aqui, Tiago. Eu acho que eu aprendo muito com seus conteúdos, aprendo muito com uma profundidade espiritual e uma conexão. Já li e reli alguns dos seus livros. Essa semana finalizei o Princípios Milenares. Ah, que legal. Fico feliz. E eu gosto muito da comunicação como você traz, porque é uma comunicação jovem. Imagina se você fosse escrever tudo que você escreve naquelas apostilhas antigas, defasadas, quadradas, sem métodos, sem os doze, sabe?

Ou como uma complexidade filosófica, você falando muito difícil, por exemplo. Que é o padrão de qualquer teólogo, de qualquer filósofo que gostaria de transmitir seus conhecimentos. Então você já veio de uma nova economia, uma nova geração, de algo que era super quadrado e engessado. Eu assisti recentemente na série do Collor, não sei se você já chegou a assistir, que mostra que ele na época foi o grande revolucionador da política, porque era um Tancredo Neves, era um estilo e ele veio para ser revolução.

anos, ela é muito grande, muito forte de maneira de pensar, de se comunicar, de atuar. E é muito difícil quando você vem de uma outra geração, uma geração que foi, nasceu e é acostumada com outros fundamentos, a entender como funciona a nova geração. Então eu acredito muito que quando você quer empreender, você tem que olhar muito os princípios da nova economia e é onde eu acredito 100% dos meus negócios. Quando eu tive a decisão de abrir a faculdade, o caminho tradicional que todos olharam para mim e falaram assim, cara, você é louco. Você está indo na contramão

do mercado onde está todo mundo apostando contra. Todo mundo acredita que isso aqui vai acabar. Que é um comentário geral que faculdade, teoricamente, não funciona, faculdade não é um negócio legal, que os jovens não precisam ir para a faculdade. E eu também fui uma dessas pessoas que tive uma visão de mundo nesse sentido. Até que eu entendi, inclusive, Guilherme Benchimol fala muito sobre isso, Henrique Dubugrass, que é muito próximo a ele, que fundou a Brex, acabou de vender por 5 bilhões de dólares a startup, fala muito sobre isso. Que não só os negócios, mas também a educação,

uma transformação diária. E o grande erro, não só dos empresários, mas dos educadores e empreendedores, é entender que, como eles fizeram tudo por 10 anos atrás, isso vai funcionar e vai se manter relevante para os próximos 10. E o modelo de faculdade, por muitas vezes, ele se manteve muito engessado de um modelo de 50 anos atrás. Então eu via que muitos jovens passavam ali 4 anos, saíam com diploma, botavam na parede, caíam no mercado de trabalho e aí?

Vou aprender fazendo, vou aprender na prática. Não que as faculdades não funcionam,

Mas o modelo de ensino, sem a prática, sem o ensino por meio de quem sabe, quem faz, muitas vezes se tornou engessado. Então eu acredito muito em negócios da nova economia. Existem vários conceitos de nova economia. Nós investimos em muitos negócios. Mas um conceito básico para todos entenderem é pensa daqui a 10 anos, tenta antecipar o padrão de consumo daqui a 10 anos no presente. É pensar o futuro no presente. Um exemplo básico. Um amigo tem uma das maiores empresas de carros fortes do Brasil.

E há cinco anos atrás, seis anos atrás, ele comprou outra empresa de carro forte, dobrou sua frota e se tornou um dos maiores do Brasil. Ele tinha a melhor gestão, os melhores diretores, os melhores executivos, mas ele tomou uma decisão errada. Porque ele não previu a nova economia e para onde o padrão de consumo ia, que era digital. Hoje o Pix faz com que você não saque mais dinheiro no banco. A movimentação financeira bancária de cédulas quase que acabou. Então ele tomou a decisão no momento certo.

estratégica baseada, não estratégica, mas gestão, mas estratégica errada. Então, algo que quem vem numa geração anterior, muitas vezes, pelo padrão de consumo mudar, entende como tem que ser. E foi assim a PIB. A PIB foi muito essa ideia, Tiago, de... Eu fui palestrar lá no Sul, na faculdade PIB. Eu fui meio assim, falei, cara, poxa, faculdade e tal, nada a ver. Poxa, eu acho que os jovens precisam de ensino em redes sociais, em mídias sociais, tem muita coisa de graça.

E lá eu vi o oposto de uma faculdade tradicional. Eu vi exatamente isso. Então, os alunos iam na Havan ter aula com o Luciano. Os alunos iam na FG ter aula sobre o Senatower na obra. Os alunos iam na fábrica de Monstros. Eu vi 10 alunos que construíram um negócio ali dentro. Então, é muito além só de uma universidade, uma faculdade, um diploma. É como se fosse, de fato, 4 anos que você aprende, teoricamente, o diploma para a vida. Então, você aprende socioemocional muito forte. E você aprende também de...

na prática, com empresas e também de saúde e tudo isso. Então é mais ou menos assim como eu enxergo as empresas do futuro, a nova economia e também um pouco da educação. É impressionante o que você está falando porque a palavra previsibilidade deveria ser obrigatória para qualquer um que quer empreender. Mas para muitos isso não é uma realidade. Ele age pensando no agora. Ele quer pagar o boleto de amanhã. Ele está pensando no problema com o funcionário de segunda-feira. E a previsibilidade exige que você tenha

um planejamento, um estudo, dados, estatísticas dos próximos 5, 10 anos. E eu quero aqui fortemente recomendar a PIB, que é essa escola de líderes do futuro, essa universidade, essa faculdade liderada pelo TEL, que eu tenho gente minha que estuda lá, fora do comum o feedback. Então, se você tem um filho que tem já tendência empreendedora, que você vê que vai ser fora do comum, uma filha que você vê que vai tocar um negócio extraordinário,

melhor lugar, o lugar que realmente vai formar, treinar na prática você para fazer diferença no mercado. Agora, falando sobre a previsibilidade, por exemplo, eu consigo enxergar aqui no meu instituto, a gente é um instituto de educação continuada, a gente ensina o que a escola formal não consegue ensinar porque não é função dela, ela ensina MMC, MDC, raiz quadrada, tabela periódica, tudo muito importante, porém, você não vai usar no dia a dia.

Perfeito. Então, o que a gente fez aqui no Instituto? A gente pegou os problemas do dia a dia e transformou em matéria. Então, você tem que lidar com as suas próprias emoções todo dia? Sim. Você tem que lidar com gente, inclusive gente difícil todo dia? Sim. Você tem que lidar com dinheiro, seja muito ou pouco, todo dia? Sim. Então, tudo que você tem que lidar todo dia, a gente transformou em uma matéria, em um produto educacional e lançou no mercado. E a gente tem dezenas de milhares de alunos presenciais,

e centenas de milhares online que aprendem conosco. E quando eu paro para pensar em previsibilidade, é porque você sabe que eu estou falando hebraico? Não, e semana que vem tem França, né? Então você já está... No francês. É, já está no francês. Exatamente. Entre o hebraico e o francês, tem palavras em português que eu estou esquecendo. Tem que explicar isso para o pessoal, porque o pessoal não entende. Por exemplo, eu leio filosofia em alemão. Aí entrei no francês para fazer minha viagem agora.

O cara quer que eu faça entrevista em português. É difícil. Além de prever as coisas para ficar mais fácil, tem uma segunda coisa, Teixeira, que você não entende disso ainda, que é desenvolvimento de negócios. Porque se eu consigo prever, eu preciso agora começar a desenvolver o negócio que vai desabrochar a tempo dessa previsão. Então, eu consegui entender que daqui a cinco anos as pessoas vão consumir muito mais tal produto.

produto atual que eu tenho e talvez criar um novo por causa dessa previsão. E aí eu tenho cinco anos para desenvolver praticamente um novo negócio. Às vezes um novo modelo de gestão, às vezes uma nova fórmula de vendas. E tem muita coisa que funcionava no passado de vendas, como lançamentos e tal, que hoje não funciona tanto. Como a pessoa, depois de ter essa previsão de cinco, dez anos, pode começar a desenvolver um negócio? Qual o primeiro passo?

é procurar um mentor, é entrar numa PIB da vida, é fazer o quê? Muita gente acha que quando você está com febre, o problema é a febre. Mas não entendem o que originou isso. Então, 70% das empresas do Brasil, elas quebram por falta de inovação. E aí muita gente chega e fala, até eu discordo totalmente disso, não faz sentido nenhum, quebra a falta de fluxo. Tá bom, falta de fluxo é a febre. Mas por que a empresa chegou nisso? E muitas das vezes é por um modelo de negócio defasado, um ciclo de vendas que não funciona mais.

o modelo de gestão antigo e os empresários que não olharem para o futuro, principalmente para esses públicos jovens, eles vão ficar fadados ao fracasso, como muitos negócios que quebraram, eram gigantes, tinham a melhor gestão, os melhores empresários, a melhor equipe e quebraram. Então, quando você tenta antecipar o futuro, não é um trabalho de curto prazo. A gente fala muito em construir um motor 2. Motor 2, Thiago, é tudo aquilo que é um motor de inovação no seu negócio.

Como que você consegue construir um negócio que pode, inclusive, matar o seu motor 1? A Ambev construiu o Z Delivery.

A Balduco foi para o varejo por meio das lojas físicas com mais de 500 unidades. Antigamente, a Balduco vendia para supermercados. Hoje, o supermercado vende o seu próprio biscoito, porque ele tem distribuição. A Cacau Show virou um parque de diversões, Cacau Parque. Então, esse conceito de ecossistema e de nova economia que as empresas devem implementar, inclusive com muito sangue novo, muito jovens, eu vi aqui que sua empresa é repleta de jovens.

Então, você já está um pouco sugando disso, porque eles conseguem trazer uma visão de futuro

importante. Que muitas vezes, quando a gente está jogando um jogo de alto nível, a gente não consegue pegar, sentir esse futuro. Por exemplo, bebidas alcoólicas. Bebidas alcoólicas, existe uma tendência natural de... Redução drástica, né? Redução drástica. As empresas de cerveja estão sofrendo. E as empresas que não inovarem, eu vi que lançou uma bebida agora, um licor sem álcool. Está bombando. Já faturou 10 milhões e, sei lá, 2, 3 meses. O Wesley, ele toma uma cervejinha sábado e domingo, né? Sábado e domingo,

Antes do café da manhã. Mas sem álcool. Sem álcool, porque você é nova economia. Você é nova economia. É sem álcool. É, sem álcool. Sem álcool, sem álcool. Às vezes, às vezes. Não é sem. É todo final de semana. A minha curiosidade é saber por que você chega no estado que você chega na segunda. Se na sexta você sai inteiro e na segunda você chega do jeito que chega. Só Deus sabe. Só Deus pode responder essa pergunta. Tá bom. Mas isso é uma coisa interessante, né? O que era muito importante para uma geração, por exemplo, antigamente,

relaxava com coisas do tipo, vou para o campo, vou beber. A nova geração prefere ir para a academia puxar peso. É isso. Correr 10 quilômetros. Mudou a forma, mudou a prática diária. Se a empresa não entender o comportamento da geração atual, ela não consegue vender. Com certeza. E você vai abrir um negócio baseado no que funcionou há 10 anos atrás ou no que vai funcionar há 10 anos?

como você comentou, que é um desafio gigante diário e um senso, sabe? Um tato do que você entende que vai funcionar. Você está vendo as pessoas com cada vez mais problemas emocionais, precisando se conectar de forma espiritual e não tem onde aprender isso. Então, você supri uma dor e uma lacuna de mercado que não é que ela está começando. Ela só vai ser gigantesca. Então, você está antecipando um pouco do futuro e construindo seus pilares para isso, sabe?

E é mais ou menos o que eu acredito. E aí, esse movimento da PIB foi muito pensando,

isso. O que estava acontecendo? Medicina, que é o curso mais caro do Brasil, Tiago, medicina custa o quê? 15, 20 mil reais. E é muito disputado. Mês. E é uma disputa gigante. Cada vez mais essa disputa diminui. O jovem, depois, quando vai fazer a sua especialização, não consegue vaga, porque é impossível conseguir. As pós-graduações não estão conseguindo dar demanda de tantos médicos formados. A hora do plantão cada vez tem diminuído.

E antigamente aquele sonho da medicina, garantia de 100 mil reais por mês, morreu. Só na PIB agora a gente recebeu três alunos que vieram de medicina, que era o principal curso do Brasil.

E aí o que foi que eu enxerguei? Eu nunca falei isso, eu estou te falando um pouco da minha leitura de mercado para fazer isso funcionar. Eu enxerguei o seguinte, nosso negócio é educação. Nosso negócio tem um LTV relativamente baixo. É difícil a gente conseguir levar o aluno por 10 anos. Em escolas é o melhor LTV que existe, porque escolas são 10 anos de LTV. O aluno entra com 6 anos, sai com 17. É um LTV altíssimo e um churn baixo.

LTV significa lifetime value, que é o tempo que o cliente passa comprando o seu produto.

Quanto que ele cancela. E é muito difícil. Você deixa de pagar tudo menos a escola do seu filho. E aí eu comecei a ver que as escolas mais caras, as escolas ultra premium do Brasil, custavam 5, 6, 7 mil reais. E depois quando ele... Mínimo, né? Mínimo. Ele tem escola de 20 em São Paulo. E depois que ele ia pra faculdade, e o sonho de todo pai é que o filho seja 90% ou médico, era muito, ou empreendedor. Ou trabalhe com ele. E 70% das empresas que são herdadas, empresas familiares, elas quebram. 70%. Porque o filho não foi formado.

que o pai não ensinou o filho como empreender. Então, a gente tem 15 mil reais de mensalidade de escolas, faculdade de 2 mil reais como commodity, conteúdo como commodity. O conteúdo é commodity. Hoje, na chat de EPT, com avanço, tudo está disponível. O diferencial é quem você conhece ali dentro, como você aprende e também com quem você se relaciona no dia a dia de alunos. E aí, de 15 mil, o aluno ia para 2 mil reais. Então, tinha um gap. Ou ia para 20 se fosse cursar medicina.

Medicina tendência a cair cada vez mais. É uma tendência de mercado, não sou eu que estou falando. E as pessoas querem empreender. E aí para quem quer empreender... Rapidinho, até porque muitos médicos que eu conheço estão abandonando a medicina para virar mentor de médicos. Então ainda tem isso. O cara encontrou mais valor financeiro na mentoria, ou seja, virar professor, do que exercer a medicina e ficar ganhando X por consulta. Ainda tem essa crise. É muito difícil você ficar muito rico sendo médico.

riqueza seja uma métrica de sucesso. É uma das. Realização pessoal, impacto, tudo isso são métricas de sucesso. Mas você não vai conseguir ficar bilionário vendendo horas. E o médico tem essa dor, a não ser que ele construa um hospital, uma clínica, um sistema. Vira empreendedor da medicina. Exatamente. Que é um caminho para ganhar dinheiro. Então, por mais que ele seja o melhor médico, se ele não souber como empreender, como gerir, como vender, como contratar, ele não tem nada. Ele sabe operar.

Wesley, alguém que possa buscar o livro Ganha o Mundo Sem Perder Sua Alma, na versão atual, pega lá para mim, para eu dar de presente para o Théo, porque eu quero entrar num assunto que é o seguinte. Usando palavras da Margaret Thatcher, primeira ministra da Inglaterra de décadas atrás, ela disse o seguinte, gente, não se iludam, o governo não tem dinheiro, o governo não produz dinheiro, o dinheiro que está lá, que eles gastam, seja lá como for, é nosso, é de quem paga imposto.

A classe mais vulnerável não valoriza isso porque não paga imposto, não tem ideia do que se trata. E a classe empresarial, que é quem está dando emprego para a classe média e para a classe baixa, sabe que está perdendo uma grande parte do seu patrimônio para um governo que gasta como quer. Então, aqui não estou falando de direita, de esquerda, de centro, de nada. Estou falando de que a gente trabalha não só para sustentar um país,

outra oportunidade. Quem sustenta uma nação, e não é uma teoria minha, eu acredito nisso, mas a teoria é de grandes pensadores. E, por acaso, essas palavras que estou citando é de Margaret Thatcher. São os empreendedores. E grandes pensadores já disseram que quando a classe produtiva, que são os empreendedores, param, o país fale. Não tem como o Estado dar conta de um povo que não é produtivo. Não tem como. Porque para o Estado dar conta de quem não é produtivo, ele precisa arrecadar de quem

produtivo. E se você arrecadar muito de quem é produtivo, ele muda de país. Acaba. Então a primeira coisa que você que está em casa tem que entender é o poder do empreendedorismo. Por que existe o empreendedorismo? Ah, empreender é montar uma empresa para ficar rico? Não, gente, é muito mais do que isso. É manter um país de pé. É encontrar sentido de vida. É dar emprego para as pessoas. É você poder ter recurso para fazer o bem.

Porque por baixo você está precisando de ajuda e não vai ajudar alguém. Então eu escrevi um livro, Theo,

vai te interessar, que chama Ganha o Mundo Sem Perder a Alma. O que a sabedoria milenar nos ensina sobre dinheiro e espiritualidade? Então aqui, de uma forma bem prática, eu te ensino, você que está em casa, a como construir riqueza. Primeiro a se identificar numa pirâmide financeira. Você está em que nível dessa pirâmide? Eu coloco aqui. Você se identificou onde você está? Vamos construir para onde você vai financeiramente. Onde sua mente alcança. Porque você vai até onde sua mente alcançar. E aí depois eu te dou uma tria

ou um tripé do que você precisa fazer para chegar lá. São três coisas obrigatórias. E depois que você chega lá, entra o assunto que eu quero puxar agora, que é, hoje eu sou mentor de muita gente da lista Ford, muitos grandes empresários, que não são Ford, mas são muito grandes, de atletas de múltiplos esportes, mas principalmente da seleção brasileira titular de futebol. Aliás, eu estou lançando um livro agora antes da Copa chamado Jogo da Vida, que eu vou te ensinar sobre vida e negócios com analogias do futebol.

nos ensinar pra vida e pros negócios. Por exemplo, no primeiro capítulo eu falo sobre posicionamento. Você imagina se o Messi, que é um grande atacante, resolvesse ser goleiro. Ele não tem nem altura pra isso. Então, às vezes você tá no campo certo, mas na posição errada. Tem gente que nem no campo entra, mas às vezes entra no campo certo, na posição errada, não tem sucesso. E tem gente que tá numa posição que ele consegue brilhar, lateral esquerdo.

Você já é canhoto por nascença, ou seja, teu destino é esse. Você já joga bem, mas você começa a ficar incomodado porque o atacante que faz gol.

Aí você começa a querer mudar a posição porque o outro sai no jornal e você não está saindo tanto. Então você se move não pelo teu propósito, pelo que você sabe fazer, pela tua habilidade, mas pelo outro. Isso é um instinto primitivo, a inveja. Então é um livro que vai abrir muito sua mente, tá? Está saindo em breve aí o jogo da vida. Tiago, olha que louco o que você falou agora. Às vezes você é um lateral, você não pode ser um zagueiro, você não pode ser um atacante.

E muitas pessoas, depois que o atacante faz o gol, ficam enciumadas. Isso faz uma analogia em relação à vida empresarial, à vida de sucessão.

Quantos e quantos herdeiros não acontece exatamente isso? O pai quer que ele entre na empresa porque quer. E às vezes o moleque não tem nada a ver com a empresa. É a arrogância do pai, do empreendedor que construa um negócio, querer que o filho assuma seu negócio sem ao menos, no mínimo, treinar, capacitar e deixar que ele voe. Ou saber que ela é a posição dele também. O que ele não quer também. Está tudo bem. Uma águia, quando ela vai sair do ninho, ela vai voar. Não é que a águia chega, não filho, agora você vai voar.

Volta e voa. Ou você voa ou você cai. Então ela começa a voar por obrigação. Mas ela pode decidir voltar para o ninho ou não. Então é mais ou menos o que eu acho que essa analogia que você fez, entendo que deve ter muito contexto bíblico no meio, em relação também aos herdeiros e os sucessores. Tanto de empresa familiar, 70% quebrando porque o filho não foi formado ou capacitado e da forma correta está gigante. E você está me lembrando,

uma história do primeiro capítulo, lembrando que a gente tá falando do livro que ainda vai sair, O Jogo da Vida, tá? Já já eu falo do Ganho o Mundo. Eu falo o seguinte, o futebol tem muita coisa pra nos ensinar, né? Porque, por exemplo, num time, num clube, eu tive agora recentemente no Real Madrid, fiquei cinco dias dentro do clube. Caraca. Então eu conversei com todo mundo, entrevistei todo mundo, dos jogadores, técnicos, todo mundo.

Então eu aprendi muita coisa, fora, entrevistei praticamente 70, 80% da seleção brasileira. Penta campeã e da seleção brasileira atual, dos titulares, pra chegar nessas conclusões.

que eu coloquei no livro. E uma coisa que eu falo é o seguinte, num time, num clube, nem todo mundo vai ser famoso, mas todos são essenciais. Qual o nome do fisioterapeuta do Real Madrid? Qual o nome do fisioterapeuta da seleção brasileira? Não lembro. Mas sem ele, o atleta não está na melhor performance. Ou seja, ele não é famoso, mas ele é essencial. Então tem gente que vai ter que entender, porque a internet botou na nossa cabeça que a gente tem que ser famoso, e às vezes você não vai ser famoso, mas você é essencial. Você tem que descobrir se a tua posição é essencial.

vai ser um livro com muitas analogias do futebol que mexe muito com o brasileiro e vai ser publicado em vários idiomas diferentes também, espanhol, inglês, italiano, francês, mas para você que está nos assistindo agora, já bota na sua cabeça aí Jogo da Vida, que é um livro sobre vida e negócios, só analogia que é futebol, não é um livro sobre futebol, é só as analogias que é do futebol. Voltando aqui no Ganho Mundo, que eu quero a sua opinião sobre isso, eu te falei então que nos primeiros capítulos eu ensino a pessoa a criar uma mentalidade, capacidade pessoal, reagir bem ao destino,

por exemplo, destinos são coisas muito diferentes. Você nasceu numa família que te deu base, então você conseguiu lograr algumas coisas. Aí o cara fala assim, poxa, mas eu nasci numa família completamente desestruturada. Ué, mas tem muita gente, inclusive se a gente for usar a analogia do futebol, que nem mãe tinha, que nem pai tinha e foi o melhor do mundo. Então assim, o ponto de partida, ele conta, mas é igual, aí no livro bota isso, é igual a Fórmula 1, cara. Nem sempre quem sai em primeiro ganha. Às vezes o cara sai em oitavo,

e ganha a corrida. Então o ponto de partida você pode ter saído em desvantagem. Você que está escutando e fala, não, é porque eu venho de uma família desestruturada, é porque eu sou pobre. O ponto de partida pode ser desvantagem. O jogo é determinado pela tua habilidade na pista. O ponto de partida dá para recuperar. E aí no meio do caminho aqui, no meio desse livro, que é o assunto que eu quero entrar agora com você, eu começo a falar sobre como não perder a alma.

Por quê? Quando eu vou atender um jogador, quando eu vou atender uma pessoa muito bem sucedida nos negócios, o problema

mas já não é mais dinheiro. Ele não me chama para falar, como eu faço para fatorar mais? Não é essa a pergunta. A pergunta sempre está ligada a algum problema sério emocional ou de saúde mental ou familiar e relacionamento. Então o cara começa em troca daquela vitória financeira, em troca daquela construção empresarial, ele negociou muita coisa que não dá para viver sem. Cara, não dá para viver sem saúde emocional. Saúde mental, você pira.

Fica maluco. Você tem burnout, você tem ansiedade crônica, você tem depressão. Não dá para ser em família.

Seja o modelo que a pessoa estiver imaginando na cabeça de família, família é uma base emocional, cara. Eu preciso ter para onde voltar emocionalmente falando. Não dá para viver sem, nem que sejam um ou dois amigos de verdade que aliviam minha bagagem emocional. Eu não vou ter ninguém para comer uma pizza, para conversar sobre a vida, para rir um pouco? Vai ter que ser eu sozinho sempre? Então, eu vou criando nesse livro o que você tem que fazer para crescer, para ganhar o mundo, mas sem vender sua alma, tanto emocionalmente quanto espiritualmente.

Você que está no meio dos negócios, o que você acha que... Quais são os motivos que mais levam a pessoa, à medida que cresce, ganha dinheiro, conquista sucesso e ir vendendo o que mais importa? Ou ir perdendo o que mais importa? Saúde mental, família, espiritualidade, por aí vai. Boa. É muito difícil, principalmente quando você é jovem. Eu tenho 27 anos e eu venho construindo, buscando construir minhas coisas muito com o pé no chão, sabe? Acho que o ego, a vaidade, o orgulho, eles matam muito e a comparação também.

Uma das maiores dores da juventude hoje são as redes sociais e a comparação. Hoje eu estou aqui. Muitos vão falar, se eu não estiver ali, eu não sou ninguém. Então, quando você se compara e quer ser igual às outras pessoas, você já nasce com um sentimento de impotência gigante. E quando muita gente fala, você tem que ter tal relógio, você tem que ter tal carro, você tem que ter um avião, você tem que ter isso, você tem que ter aquilo.

Enquanto você não tem, principalmente nessa ânsia de ter e muitas vezes o tédio de possuir, você entra num burnout. Acho que a Schopenhauer falava isso. A ânsia de ter e o tédio de possuir.

Então você entra num burnout muito grande e uma comparação, e os jovens terminam se perdendo. E aí eles passam a abdicar dos seus valores, que muitas vezes sua família ensinou, para fazer coisas que eles nunca concordariam em troca de dinheiro, ou dinheiro fácil. Por mais que eu venha de uma família com a base sólida, Thiago, eu tive muita vantagem em relação a isso. Muitos perguntam assim, quem merece mais? Alguém que veio de uma família sem nada, saiu do zero, como você falou, o ponto de partida, ou alguém que nasceu em um ponto de partida superior,

e construiu mesmo tendo tudo. Na minha opinião, é um pouco diferente, eu acho que quem viu do nada. Porque eu acho que essa pessoa, que a partir do momento que ela saiu, sem o privilégio, sem os acessos, sem nada, por mais que meu pai nunca tenha me dado dinheiro, desde os 14 eu trabalho por conta e me viro, que foi muito bom, que muitos pais dão tudo, e o moleque vira, poxa, quantos e quantos amigos meus que tiveram tudo, ganharam tudo, enquanto que eu não ganhei nada financeiro, viraram pessoas, assim, padrão, média, do que já seria. Medíocres. Ou irrelevante para a sociedade,

não fazem diferença para a sociedade. Não é que eles não tenham importância como pessoa, mas para a sociedade eles não acrescentam. Exatamente. E a mediocridade, eu diria. Porque ela tem um potencial, uma capacidade de somar, contribuir, fazer a diferença, construir grandes coisas, e ela prefere se acomodar. Então, eu prefiro muito mais um espírito de inquietude, um espírito de construção, mas a vaidade e o ego no destino, se você quer se comparar com alguém que muitas vezes já chegou onde você quer chegar, poxa, eu tenho um problema meu, Tiago, eu tenho 27 anos,

E esse negócio de rede social de comparação, muitas vezes eu acho que a gente está no mesmo barco. Eu olho para o lado. Mas não, você está aqui, eu estou aqui. Tem uma trajetória muito grande. Então, para todos os jovens, a gente tem que comparar banana com banana. Não tem que ser banana com maçã. Você está em outro momento de vida. Você já tem filhos, construiu, já passou por muitos perrengues, já reconstruiu, construiu, aprendeu, errou. Então, essa ansiedade desses jovens em querer construir tudo muito rápido,

esse dinheiro fácil, ganha dinheiro e fica multimilionário de forma rápida, digital, online, sem trabalhar e nunca trabalha. Terminou construindo uma geração que está indo para dois caminhos, a geração Z. Ou o moleque não faz nada, não quer nada com a vida, só reclama, só ataca, passa o dia vendo vídeo de nada ou uma juventude inquieta. Uma juventude que ousa, que vai atrás, que batalha, que mesmo que tenha nascido num berço de ouro, queira construir um negócio muito maior do que a família, ajudar o pai muitas vezes, honrar o legado que veio no passado, ou quem não veio de nada.

construindo um negócio muito maior. Então, eu acho que, quando muitos amigos mais velhos sabem, as experiências, eu falo até, poxa, não sei como é que você aguenta, toda geraçãozinha que eu contrato me dá problema, maluco lá, porque o moleque não quer nada com nada e tal. E eu acho que existe isso muito, com as redes sociais cada vez mais, mas esse espírito da construção, de entender e não se vender por muito pouco ou nada, ilusões de ego, de vaidade, é o grande caminho, sabe?

E acho que a humildade é o grande segredo. E uma coisa que eu percebo também é que,

E, por exemplo, nos meus 45 anos, então, vamos falar aí, sei lá, eu consegui analisar já três gerações ao vivo, né? Acompanhando. É a primeira geração que eu vejo se abrindo mais para duas coisas. Gestão emocional e espiritualidade. Antigamente, você falar de Deus, por exemplo, cara, você é burro. Você é o quê? Você é tapado? Falar de Deus era uma coisa feia, estranha. Hoje em dia, as pessoas querem, porque elas descobriram um vazio existencial muito grande.

um monte de coisa material, fala assim, mas ainda está faltando alguma coisa que o dinheiro não está comprando. E a questão da gestão emocional é porque também tem o outro lado. Mesmo com Deus, se você não fizer a tua parte, que é, por exemplo, gerir tuas emoções, você pira do mesmo jeito. Então, como é que você vê na tua geração essa relação emoções e espiritualidade? As pessoas estão realmente buscando mais? Isso tem sido importante?

Tem sido pauta de conversa? A gente teve vários ciclos. Eu falo muito que teve o ciclo atual, o ciclo do wellness.

Tivemos o ciclo das festas pós pandemia. Ali foi todo mundo... Sempre que tem um excesso, depois vem para outro excesso. Depois desse ciclo de festas, aventura, fazer coisa errada e tal, veio o ciclo da saúde. As pessoas não querem ficar até tarde, as pessoas querem se recompor, as pessoas preferem ter saúde. Eu acredito muito que o próximo boom, grande ciclo, vai ser o ciclo da espiritualidade e da religiosidade. Então, beleza.

festa era vazio, que você tava num ambiente muitas vezes pra agradar os outros, pra mostrar pros outros. Você não tava se completando ali dentro. Agora você tá com saúde, tá com esporte, você tá se sentindo bem. E agora? Tá faltando a plenitude e você se sentir completo. Que isso só vem com Deus. Quando você tem alguém pra te preencher e te completar. Então, eu tenho visto nessa nova geração começando esse novo ciclo de conexão superior.

Cada vez mais, Thiago, células estão mais presentes entre os jovens. Lá na PIB mesmo, eles já criaram

uma célula entre eles. Célula, você diz, é uma reunião para falar de Deus, falar das coisas? Sem muitas vezes religião. É mais espiritualidade, palavra. Então, eu acho que está existindo uma nova geração, um novo movimento dos jovens. A gente teve a ManoCity agora, que é um case muito legal de wellness. Eu acredito que o próximo grande influenciador jovem vai ser alguém que vai falar de Deus. Alguém que vai vir para comunicar para os jovens falando da palavra, de espiritualidade. Como a gente falou,

Você já é a evolução e a inovação dos teólogos, dos pensadores. Vai vir alguém que vai vir sem a nova inovação. Então, isso é uma tese. Tem que vir, né? Deve vir até para a gente emanar a mensagem, que é o grande objetivo. Então, só para fechar esse assunto, ganhe o mundo sem perder a alma. Para você que é empreendedor, é primordial que você lê esse livro. Vai te ajudar não só na construção, mas na manutenção. Para que você não perca o que construiu. A gente pôteu aqui, tá bom? Obrigado.

A próxima pergunta, Theo, eu tenho visto o seguinte, depois que as pessoas ganham muito dinheiro, porque o dinheiro é uma coisa, eu chamo de um falso engano, é que ele aparenta ter poder de comprar coisas que ele não compra. Justamente a internet trouxe essa impressão, você vê o cara rindo em Dubai, o cara está muito feliz. Eu conto uma história na introdução desse livro, que eu estou voltando num avião particular, num jato de Nova York para o Brasil, uma família poderosíssima do país, e eu perguntei para ele assim,

compra. Ou seja, esse livro começa com essa entrevista. Ele falou assim, ó, pra fazer um voo desse que a gente tá fazendo, você sabe, né? Te gasta milhões. Pra ficar onde eu fiquei em Nova York, pra comer o que eu comi, o problema é que eu não compro nada do que eu vou sentir. Eu não sei se meu filho vai querer curtir a semana em Nova York comigo, ou vai se juntar com os amigos, vai desaparecer, como ele fez. Eu não sei se minha esposa vai estar bem comigo, vai arranjar uma confusão do nada, a gente vai ficar cinco dias brigado.

Eu não sei se eu vou chegar e vou me sentir realizado por estar em Nova York, ou se o frio vai me incomodar,

se eu não vou gostar do apartamento que eu aluguei. Não dá para comprar sentimento. Ele falou assim, e outra coisa, a gente está voltando para o Brasil, a hora que eu pousar, não dá para pagar o meu personal trainer para fazer uma hora de esteira por mim. Eu vou ter que ir para a academia pegar peso e tal. Porque depois que você ganha dinheiro, você começa a pensar em longevidade. Aí não dá para pagar ninguém para ser longevo por você.

Você que tem que pagar o preço. No final das contas, a pessoa está pensando, quando eu ganhar dinheiro, eu vou comer o que eu quiser, eu vou fazer o que eu quiser.

porque se fizer, perde, e não come o que quiser por causa da longevidade. Ele falou, então as pessoas não têm noção do que o dinheiro compra. Rapaz, isso foi uma ficha que caiu para mim, porque a gente, por causa da ilusão das redes sociais, dos filmes que a gente viu de Hollywood, a gente acha que o dinheiro vai me resolver. E é verdade que o dinheiro é muito importante para um monte de coisa. Eu pago minhas contas, por exemplo, só com dinheiro.

Eu pago minhas contas com dinheiro. Eu viajo com a minha família, que eu adoro viajar com a família, só dá para pagar com dinheiro.

que, por exemplo, a criação dos meus filhos não depende de dinheiro. A vida espiritual que a gente tem, que traz uma harmonia, uma unidade familiar muito grande, não depende de dinheiro. O meu amor pela minha esposa e o amor da minha esposa por mim não depende de dinheiro, porque a gente já foi bem pobre, limitado, e se amava como se ama agora, que está melhor. Então, existem muitas coisas que realmente são importantes para o ser humano, que a gente vai comprar com uma outra moeda mais cara, que chama-se tempo.

Vai ter que investir tempo no casamento, investir tempo na criação de filhos, investir tempo para ter sabedoria.

Posso te dar um milhão? Me dá a tua sabedoria. Não, não. Mas se eu passar dois anos contigo, pode ser que eu adquira a sabedoria contigo. Então, tempo vale mais do que dinheiro. As pessoas não conseguem entender porque online o dinheiro atrai muito mais por causa da foto, por causa do Reels, por causa do Stories. Isso é muito bom. Está mexendo com as tuas emoções, então você fala, essa é a solução. Não é. Não deixe de ter. É muito pior ser pobre. Já fui, não recomendo. É ruim, não seja. Mas o dinheiro não é a solução.

Então, como a gente investir no empreendedorismo nessa geração, a gente está na geração Z agora, convencê-los que o empreendedorismo é o que sustenta o país, eu não tenho dúvida nenhuma disso. Eu sou mediamente inteligente para concluir que o país depende da gente. Se a gente não der emprego, não tem como as pessoas sobreviverem. A maioria das pessoas nunca vão empreender.

alguém para empregá-las. Se a gente não empreender, não tem quem pague imposto. Sem imposto, não tem. Mesmo que você reclame do hospital, ou da estrada, ou da polícia, do que for. Ruim, bom, não importa. É com o imposto que isso é pago. Imposto de quem trabalha. Qual é o melhor caminho para essa geração extraempreendedorismo? A pessoa está lá estudando contigo na PIB. A pessoa está lendo os melhores livros. A pessoa está com fome de vencer. Além dessa fome de vencer, além do conhecimento

empreendedor, o que você acha que não pode faltar para essa pessoa? Eu acho que tem uma palavra que eu adoro, que ela resume tudo isso que você falou. Uma palavra. Se chama inquietude. Inquietude é de você nunca estar satisfeito e acomodado onde você está. Boa. Hoje você acabou de construir um dos maiores espaços de eventos do Brasil. Você está bombando. Mas no dia que você se acomodar e entender que você chegou no seu topo, você morreu.

E os grandes empresários, eles morrem quando eles se acomodam ou normalizam o que fez eles chegarem até aqui.

E isso serve para os jovens. No dia que o jovem estiver acomodado esperando a herança do pai, ele morreu ali. Ou então no dia que o jovem que veio do lugar onde ele nasceu e ficar acomodado ali achando que ele vai morrer assim, ele morreu. E na minha concepção isso se resume em uma frase que é inquietude. Mas uma pergunta que eu recebo muito, Tiago, é... Tel, como ganhar respeito e autoridade sendo jovem? Ah, meu pai não me respeita.

Ah, meu pai não deixou entrar na empresa da família. Eu falo, cara, só tem uma coisa que vai fazer isso daí. Que é o que você falou, que é o tempo. Legitimidade e respeito só se ganham com o tempo.

É impossível de outra forma. E os jovens acham que pela forma digital e pela internet, eles têm tudo na mão, tudo eles merecem, eles já sabem de tudo, são melhores do que a sua experiência de 40 anos fazendo o que você faz, do que os seus 200 livros que você leu, do que as 20 viagens, do que as 30 conversas, e ele acha que sabe mais do que você. Mas você pagou muito preço para chegar onde você está, e o tempo, o respeito e a legitimidade vieram por meio dessa construção. Então são duas frases, eu acho que é a inquietude e o tempo quem define.

Já vou passar para o Wesley que quer perguntar, porque quando a audiência sobe muito, ele quer brilhar. Aí ele quer, não, vou fazer a pergunta agora. Ele fica de olho na audiência. Subiu a audiência, ele quer fazer a pergunta. Mas só lembrar um texto bíblico importante, que o apóstolo Paulo fala para o discípulo dele, que era muito jovem, Timóteo, ele fala assim, que ninguém desfaça da tua juventude. Na Bíblia fala mocidade, um português antigo.

Ninguém desfaça da tua mocidade, mas que você seja exemplo no ensino, na leitura,

Aí ele vai dando os toques do que ele tem que ser exemplo para ganhar esse respeito. Entendeu? Se você não sabe ensinar, as pessoas não vão te respeitar. Se você não sabe nem ler, também não vão. Então, ele falou, mas não deixa ninguém te desfazer porque você é jovem, não. Prova com o teu trabalho, prova com o teu conhecimento que é possível. Isso é bem interessante. Muita gente acha, porque meu sobrenome é Brunet, eu sou o cara.

Porque meu sobrenome é Braga, eu sou o cara. Porque meu pai construiu outra coisa, eu sou o bambam, bambam. E essa é a pessoa que mais quebra a cara. Quem chega dando carteirada,

de quem veio antes, é a pessoa que menos tem capacidade e autoconfiança de construir algo grande. É, geralmente uma pessoa que está com muita fome de construir algo não quer usar as suas credenciais porque ela quer ter o próprio mérito. Por muito tempo eu tive esse ponto. Eu não uso Kepler porque, não é porque é sobrenome, é nome composto, não usaria. Mas eu trabalhei na XP junto com o Guilherme lá, estagiei com 18 anos. Eu tinha vergonha de utilizar o meu sobrenome que alguém entendesse que eu estava lá por causa do meu pai e eu não estava. Então, por muito tempo,

Eu achava que isso era um demérito. E minha vida mudou quando eu entendi que isso era o maior mérito que eu poderia ter. Honrar quem veio antes. Porque tem muita gente que não honra. Acha com orgulho, com arrogância, acha que não. Então você tem que saber dosar. Você viu aqui, a gente falou muito pouco do meu pai, do que ele construiu. Eu honro isso. Eu quero multiplicar isso. Eu quero ajudar ele. Porém, eu quero construir o meu próprio legado.

E eu entendo que é uma diferença muito grande. E tem muito pai que não. Acha que o filho tem que viver em função dele, do que ele construiu, a maneira como ele cresceu.

Eu acho que uma coisa, talvez, que os jovens tenham um problema hoje, e a minha geração acho que aprendeu, é pedir conselhos para quem sabe, para quem te considera, que vai dar o conselho certeiro, e para quem tem mais experiência. Então, por exemplo, a gente, por acaso, tocou o nome do Guilherme agora, dificilmente eu tomo uma decisão financeira, seja de investimento, seja de negócio, sem ligar para o Guilherme. Aliás, mandar um abraço para o Guilherme Bentimol. Então, assim, eu ligo para o Guilherme e falo,

um caso real, recente. Falei assim, eu estou pensando em... Eu falei, tem dois minutos aí? Ele falou, tenho. Aí eu falei assim, eu estou pensando em comprar isso aqui. O que você acha? Aí ele, burrice. Falei, você acha? Ele, claro, porque se você pegar esse dinheiro e fizer isso aqui com esse dinheiro, aí deu lá a dica financeira, em sete anos, que é enquanto você ainda está pagando isso aqui, esse dinheiro aqui já dobrou aqui.

Falei, como é que eu não fiz esse cálculo matemático? Por quê? Eu não tinha esse cálculo matemático na cabeça. Ele tem.

A gente se acha inteligente, porque tem um resultadozinho, e vai botar o dinheiro numa coisa que você vai... Se não perder, vai só atrasar. Então, assim, um beijo, porque o Guilherme, para mim, é uma das melhores mentes financeiras do país e sempre me deu conselhos que dobraram meus investimentos, minhas conquistas ligadas ao mundo financeiro. O Wesley quer fazer uma pergunta. O Wesley, só complementando. O Wesley, ninguém quer dizer para você falar... Depois a gente puxa. O Wesley é um craque.

Não, o Erle é muito bom, calado. Ele arrebenta, ganha seguidor. Não, ele calado, ele calado é uma maravilha, não é, Rui? Quando a gente acabar a gravação, a gente deixa você falar com o pessoal aqui na sala. Olha que louco. Sabe como surgiram as universidades e as faculdades no mundo? Surgiram mais ou menos há 500 anos atrás. Isso que você falou, que você tem um mentor, um conselheiro financeiro, que é o Guilherme Benchimol, que, poxa, acho que é um sonho para qualquer um ter alguém como ele aconselhando. Há 500 anos surgiram as universitás. Na verdade, 300 anos.

em Bolonha. E o que eram as universitárias? Antigamente, só o alto clero podia ter acesso ao conteúdo, ao conhecimento. E eram três cursos, que eram medicina, letras, que é direito e filosofia. Só existiam três. E o poder ficava no topo. E aí começaram a surgir as universitárias. E como que era o modelo? Eram quatro anos. Você passava, você fazia dois anos com um mestre. Você é mestre em teologia. Então, vou passar dois anos aprendendo com um mestre em teologia.

Não é alguém que só tenha teoria. Você não só tinha teoria, você fazia. Você estava ali na prática.

No terceiro ano você se transformava num aprendiz. Então você passava a fazer algumas atividades. E no quarto e último ano você fazia o trabalho final, que era a obra-prima. Daí surgiu o nome obra-prima. Porque era a primeira obra que você fazia baseada em uma formação que você fez para a vida com o conselheiro ao seu lado na vivência. Que seria uma tese hoje, mestrado ou doutorado. Que hoje seria um TCC. Então, antigamente você aprendia com quem fazia na ponta, não só com quem tinha teoria.

no final você tinha que virar um mestre também. E ao final você se transformava num mestre. Mas olha que interessante. Se você for para todo mundo que deu certo na vida, vamos falar de 300 e pouco antes de Cristo. 340, 350 antes de Cristo. Alexandre Magno, Alexandre o Grande, que foi o maior conquistador da história, o pai dele, o rei Felipe, da Macedônia, pega Aristóteles, que é o maior filósofo grego da história, e bota ele como tutor, como mentor. Se eu não me engano, foi quase 10 anos mentor direto, professor,

direto de Alexandre o Grande para prepará-lo para ser rei, conquistador e tudo. Ou seja, desde a época muito antiga, a gente está falando de Grécia Antiga, onde o berço da filosofia, a tutoria, a mentoria, era o caminho da grandeza. É que hoje a gente conseguiu, através da universidade, popularizar. O cara não tem acesso ao Aristóteles, mas ele tem acesso ao professor, que está muito bem treinado para te passar informação, para fazer um laboratório ali contigo e te ensinar a vida.

Alexandre, já puxo a você. Aguenta aí. Gente, se você está assistindo a gente e quer que o Wesley participe depois que acabar o Bruno Request, você comenta aqui. Depois. Bota só a palavra depois que a gente vai saber que você está ansioso para escutar a opinião dele depois que acabar o Bruno Request. Tá bom? E o Alexandre tem uma parte dele que foi muito legal. Depois que ele conquistou tudo, ele conquistou o Egito, que era o maior país, ele passou um tempo no Egito ali que ele estava envaidecido. Ele estava ali,

virando um rei, pela primeira vez ele viu como era ser de fato um rei. E a soberba até tomou um pouco ele. Virou faraó, né? Começou se vestir de faraó. E aí começaram a questionar a legitimidade dele. E aí o que foi que ele fez? Existe um deserto muito distante, você conhece, que todos que foram até esse deserto, chegaram até essa aldeia distante, morreram, não conseguiram. Ele foi lá para provar que era um homem espiritualizado, que ele conseguia passar qualquer fronteira.

fronteira e ganhar a legitimidade. E ele foi, quase morreu por diversas vezes e voltou. Aí foi quando todo mundo respeitou ele. E ele falou, cara, às vezes quando você quer chegar você tem vários caminhos pra seguir. Mas o caminho legítimo é o caminho mais difícil. É o caminho que muitas vezes não é o atalho, não é o caminho mais fácil. Ele poderia nunca ter feito isso. E se manter estável, acomodado. Mas ele foi inquieto. E o interessante da vida de Alexandre é que

As conquistas históricas gigantescas foram todas antes dos 30 anos. É impressionante. Com 20, ele já era o Alexandre Grande. Isso mostra que a juventude, você que é jovem e está escutando a gente, lembre-se que grandes homens e mulheres que fizeram história eram muito jovens. Se você pegar a nossa maior referência, Jesus, ele ficou aprendendo até os 30, em treinamento até os 30,

toda a sua filosofia, todo o seu conhecimento, toda a sua maestria dos 30 aos 33. Então, assim, que é considerado muito jovem ainda, né? Então, acredite que, independentemente da sua idade, você pode construir coisas grandes. Só escute as pessoas certas. Você está no ponto do que acha certo, por acaso. Você tem como ler livros de pessoas que já passaram por um monte de coisas e vão te ensinar o caminho mais seguro. Não existe caminho fácil, tá?

Existe caminho mais seguro. Ah, caminho fácil. Tiago, não é três dicas para vencer rápido.

Não existe. Não existe. É dois pontos para o sucesso. Não existe. O sucesso depende de um monte de coisa. Depende de você estar vivo amanhã. Como é que eu vou te dar dois pontos para o sucesso? Agora, existem caminhos seguros. Então, não deixe de ler os livros que a gente indica, porque você vai estar em caminho mais seguro. Wesley, chegou a sua vez. Agora, capricha nessa pergunta, porque você insistiu muito para fazê-la. A gente precisa que você realmente arrebente.

Theo, em alguma hora da sua vida você lidou com comparação? Por exemplo, no seu início como empreendedor,

Você construiu um negócio e vê que aquele negócio dá, por exemplo, de lucro X. Só que os negócios das pessoas que estão à sua volta, por exemplo, seu pai, dão isso no dia ou, às vezes, em um minuto. Como que você lidou com isso? Poxa, acho que eu estou colocando muita força nisso, mas não dá o resultado. E tem essa comparação de, ah, fulano já faz 10X em um dia e eu estou fazendo no ano. Ótima pergunta. Valeu a pena, viu, Thiago?

Parabéns pelo seu, Wesley. Obrigada. É lógico que essa pergunta do chat de APT, ele copiou,

Mas mesmo assim, valeu a pena porque ele teve o trabalho de colocar... Valeu a pena. Obrigado, velho. Foi muito bom. Mas vamos lá. A comparação, ela existe muito. A comparação é quase que diária. Mas eu diria que sem comparação e sem competição, você não consegue crescer. Acho que quando você está ousado e busca lugares maiores, você sempre está disposto a crescer. E meu pai, desde muito cedo, ele tinha uma competição. Inclusive, por muitos anos, eu fui brigado com meu irmão porque ele criou uma competição dentro de casa de quem ganhava mais. E eu lembro de chegar,

Tiago, uma vez eu te ganhei, acho que lá, 8 mil reais em um evento. Cheguei com esse bolo de dinheiro e botei em cima da mesa. Tá aí o que importa o resultado, tá aqui. Isso pra mim me marcou muito, que ele começou a bater palma e minha irmã começou a chorar. E uma competição muito grande entre os dois. O que pode não ser saudável pra relação sócio-emocional dos dois, ainda mais cedo. Porém, eu acho que quando você tem esse espírito de querer mais, de comparar, mas tem que ter cuidado da frustração. Não é porque o Tiago fatura 500 milhões de reais por ano,

que eu fatoro 50, que eu sou pior ou melhor do que ele. Não é nada disso. Ele está no estágio e uma sabedoria a qual eu estou buscando conquistar. E são campos diferentes também. Acho que a pessoa tem que lembrar disso. Você pode ser um excelente jogador, que agora estou estudando muito futebol por causa do livro novo, e jogar num clube pequeno. E o cara, às vezes, não joga tão bem quanto você e está brilhando muito mais porque ele joga num clube grande.

É o campo, é o clube que, às vezes, determina a visibilidade. Sua habilidade, às vezes, é muito melhor.

melhor. Você merece também. Mas é que ele tá num outro campo. Então, essa questão de encontrar o campo certo é muito importante. Porque teve uma época que eu tava só no presencial 2016 e todo dia eu tava dando uma palestra e eu comecei a ficar cansado e frustrado. Alguém falou pra mim assim, por que você não pega todas essas palestras e faz cinco palestras por semana e coloca numa plataforma online? Mas na época era meio novidade, né? 2016.

Quando eu coloquei, a gente, em um ano e meio, a gente tinha 32 mil alunos ativos. E eu falava com 40 pessoas,

por palestra na época. Gente, o que é isso? É o mesmo Tiago. É a mesma habilidade. Em campo diferente. Escalar. Quando eu mudei o campo, mudou os resultados. E dentro disso de campo tem uma loucura. Na aula inaugural da PIB, eu falei muito isso, Tiago. Eu lidero vários negócios para jovens. O Conselho é uma comunidade de jovens empreendedores e sucessores a maior do Brasil. São mais de 500 bilhões de faturamentos ali dentro do grupo.

E a SME também, que é um negócio de educação que está crescendo bastante da nova economia e a PIB. Na aula inaugural,

O tema foi Copa do Mundo, então está muito dentro disso que você falou. Eu adorei isso que você falou, do ponto de partida e o meio. O campo é o que muda tudo. Eu trouxe três histórias para os alunos. O Kaká, o Cafu... Kaká que está prefaciando o nosso livro. Ah, que legal, cara. Eu adoro ele. Bom demais. Então eu trouxe o Kaká, o Cafu e o Davi Luiz. Cada um veio de um lugar diferente. O Kaká nasceu com uma família que tinha dinheiro, tinha condições, poderia ter ficado acomodado, sofreu bullying,

boy e conseguiu superar, conseguiu vencer, conseguiu ser um dos maiores jogadores da história do Brasil, o Cafu não tinha plano B. O Cafu, ele dava certo, ele dava certo. E foi um grande líder, um dos maiores líderes e capitães da história do mundo, do Brasil. Já o Davi Luiz, o que a gente lembra dele? Tristeza, choro, abandono na liderança. Então ele tava no campo certo também. E o ponto de partida dos três pouco importou pra o fim.

E o legado que eles foram deixar. Então, indifere de onde você veio muitas vezes. Lógico que um ajuda, o outro não.

durante o jogo, durante a competição, durante a comparação, o que você faz, o legado que você deixa, quem você impacta, que isso vai mudando. Você está falando impressionante, porque esses últimos sete dias da minha vida foram muito intensos, porque eu voltei do Real Madrid, encontrei um dos maiores jogadores de futebol da nossa história para conversar o que tinha acontecido lá, ele falou, cara, você precisa escrever, a maior editora do mundo me convidou para escrever o livro, ter que sair rápido dentro da Copa do Mundo, me deram seis dias para escrever o livro. Em seis dias eu tive que

estudar, entrevistar os jogadores e escrever. Seis dias. Eu consegui. Doze capítulos. Doze. Isso. E aí, tem uma coisa interessante, né? Eu adoro entrevistar pessoas. Pra escrever esse livro aí, você vai ver na introdução dele, tem seis bilionários listafóbios que fazem as indicações. Entrevistei todos eles pra escrever esse livro. Então não é que sai da minha cabeça só. Não é só o meu domínio bíblico, que é a base de tudo que eu faço. Mas também você entrevistar quem deu certo, poxa.

fez acontecer, e aí teve um capítulo que eu coloco o seguinte, nenhum jogador de futebol sonhava em ser médico. Todos nasceram querendo ser jogador. A gente fica em um monte de confusão quando é criança. Eu quero ser bombeiro, agora é policial. Aí você vê o amigo, não, eu quero ser jogador, mas aí já está tarde, então você, tal coisa. Mas o jogador já nasceu, escrevi isso. E aí, na minha cabeça, essa era a verdade absoluta, né? Peguei e mandei para alguns jogadores da seleção.

por causa de NDA assinado com eles, mas um jogador da seleção, que talvez é o que mais ganhou título na história, me mandou um áudio. Eu tenho um áudio aqui, depois te mostro no off. Três minutos de áudio. Ele falou assim, Brunê, muito bom esse capítulo que você mandou aqui para mim. Mas isso que você falou não é verdade absoluta, não. Porque é o seguinte, eu nunca tive sonho de ser jogador de futebol, não. O meu pai, que era maluco com esse negócio, me acordava 4, 5 horas da manhã e me levava para treinar.

Eu queria dormir. O sonho do meu pai me fez ser um dos melhores jogadores do mundo.

e um dos que mais ganhou título. Se ele não é o mais, ele é o segundo que mais ganhou título na história do futebol. Aí ele falou assim, você não lembra do pai da Serena Williams e da Venom Williams? Não era um sonho dela, era um sonho do pai. Aí eu tive que incluir isso no livro, cara. Já estava na edição, eu liguei para a editora e falei, peraí que eu preciso incluir. Que nem sempre é um sonho teu. Às vezes nasceu de alguém, você só incorporou.

Por exemplo, além de ser um empreendedor, ter um Instituto 10 que é um Instituto de Educação Continuada, muita gente que está me assistindo me conhece como pregador.

Muita gente me fala de pastor, de padre, de rabino. Não sou nada disso. Eu sou só um pregador. Eu explico a Bíblia para as pessoas. E por que eu sou um pregador? Porque era o sonho do meu pai. Então, meu sonho era ser empreendedor. Era ser empresário. E eu sou. Mas por causa do sonho do meu pai, isso incorporou em mim também. Então, voluntariamente, eu sou um pregador. E deu certo, porque nós temos meio bilhão de visualizações no meu canal de pregação.

Então, meio bilhão de pessoas gostaram desse caminho. E meu pai que escolheu para mim.

Você tem que ser isso. Independentemente se você vai escolher para trabalhar como profissão, mas como missão de vida faço isso aqui. Então essa questão também é muito legal, porque de alguma forma, direto ou indireto, teu pai modelou teu destino, entendeu? Seja com a competição, seja com o exemplo, seja sendo empreendedor. E se você não teve um pai, mas eu não tive pai, a gente sabe que a ausência de pai é muito grande no Brasil, mas Deus vai colocar alguém no teu caminho para suprir essa figura de exemplo,

Fique tranquilo com isso. Ué? Outra pergunta. Você falou que trabalhou na XP, só que quando você trabalhou, por conta dos ambientes que você estava inserido, você já sabia que o caminho das pedras era o empreendedorismo. E ali, eu quero saber por que você decidiu trabalhar lá e quando você decidiu sair. Qual que é a linha que separa o aprender de começar a fazer? Perfeito. E foi muito na ideia do que a gente conversou nesse sentido de mestre de obra. Foi aprender, algo que me interessava, que era o mercado financeiro,

me interessa muito. E eu não estava ali ganhando dinheiro e sendo um estagiário. Eu estava recebendo para aprender. Então foi esse sentido de aprender na prática. Por seis meses eu tinha minha meta, na época a XP estava muito forte, falando desse bancariz. Eu trabalhei na Rico, na verdade, que é da XP, do mesmo grupo. E minha meta era ligar para 20 pessoas por dia, cold call, telemarketing. Tiago, tudo bem? Seu dinheiro está no banco?

Poxa, você está perdendo tanto de rentabilidade. E o tanto de gente arrogante, o tanto de gente que não atendia,

tanto isso foi despertando em mim um senso de vendedor e de humildade que eu sou suspeito de dizer, mas acho que nenhuma universidade, faculdade do mundo me traria esse aprendizado desses seis meses nesse sentido. Então foi muito por querendo aprender e entender na prática como funciona do mercado. E a decisão de sair foi porque eu comecei a empreender, os negócios começaram a dar certo e eu passei a alocar tempo e energia nisso. O Tiago Nigro me fez um convite na época, ele falou,

mercado financeiro, você tem um aprendizado, você tem um asset muito forte, que é o seu pai, em nova economia, equity, startups. Vamos ensinar o Brasil disso. Foi aí que surgiu a Smart Money Education, a SME, que é a minha empresa principal. Então, você já tocava o seu negócio quando você estava na XP? Não, ele começou ali dentro porque eu ficava do lado do negro lá dentro. E o negro me fez a provocação. E quando você soube que era o momento certo de sair? Porque pode vir várias coisas, medo, dúvida,

Será que vai dar certo? Porque aqui meio que é garantido, né? Foi quando eu comecei a ter uma receita que pagava minhas despesas. Tem uma teoria das duas canoas, não sei se você conhece. Se mantém uma canoa, bote o pé ali dentro e siga. Construa a segunda canoa. Quando a segunda canoa sair na frente, você pode pular nela. Foi mais ou menos essa teoria que eu decidi seguir. E quando esse negócio começou a crescer, eu decidi pular nela. Até porque meu pai não me dava mesada, então era o meu dinheiro ali.

faculdade era o meu dinheiro. Agora, tem algumas bases milenares, alguns versículos bíblicos que eu quero ler aqui, que tem tudo a ver com o que a gente está falando. Salomão, o homem mais rico, mais sábio que já existiu, segundo a história, filosofia e, é claro, teologia, diz no seu livro de provérbios, que é o livro da sabedoria, capítulo 14, versículo 23, assim, o trabalho árduo traz muito proveito, mas só ficar falando te leva à pobreza. Então, a primeira coisa que Salomão defende é o seguinte,

sábio, eu observo tudo e eu percebi que só tem resultado quem faz. Quem fica falando empobrece. Número 1. Mesmo Salomão no capítulo 21, versículo 5. Os planos que são bem elaborados levam à fartura, mas o apressado sempre acaba na miséria. Então é o seguinte, primeiro você vai ter que trabalhar, o que o Salomão falou, vai ter que ser árduo, não tem trabalho fácil. Mas segundo, antes de botar a mão na massa, plano bem elaborado. Planeja bem, vê se é isso mesmo, vê se é seu caminho,

conversa com algumas pessoas, monta um modelo de negócio que seja estruturado, escalável, que seja bom. E se você tentar se apressar, não vou fazer rápido, não pegue esse de sócio mesmo, não vamos investir nesse negócio que está dando uma rentabilidade que não existe, mas vai dar um dinheiro agora que você descobre que é um golpe depois. O Salomão já condenava isso há 3 mil anos. O provérbio foi escrito há 3 mil anos. Provérbios 15 e 22.

Então aqui são três coisas que a gente aprende com o Salomão nesses versículos. Provérbios é uma aula de vida. Todo mundo que é interessado em ler a Bíblia e me pergunta... O Tiago Negro começou assim, né? A gente se conheceu em 2018 em Portugal, numa cidadezinha pequenininha chamada Osana Portel do Brás.

Cara, sei lá, de 10 mil habitantes, 20 mil habitantes, a gente só se conhecia por Instagram, a gente estava na mesma cidade. Falei, você está aqui? Ele falou, também estou. Falei, está onde? No hotel? Eu falei, eu também estou. Vamos jantar. Aí, nos conhecemos pessoalmente. Aí, ele me ensinando sobre negócio, investimento, e até hoje, o Nigro, um dos grandes amigos que eu tenho, um dos maiores conselheiros de negócio que eu tenho, né?

Beijo. Aliás, tem que gravar com o Nigro aqui, hein? Tem que ligar para ele. Aí, o Nigro falou assim, tentando me ensinar, eu falei assim, cara, tudo que você está me falando, eu estou te contando essa história,

Eu falei, olha só, tudo que você está me falando é muito legal, mas só que o cara mais rico que já existiu, você nunca estudou. Ele falou, quem? Eu falei, Salomão. Ele falou, quem é? Eu falei, um rei de Israel. Você já leu provérbios? Ele falou, não. Eu falei, está dentro da Bíblia. Bíblia é o quê? É negócio da igreja católica? Eu falei, não, a Bíblia é um livro histórico, filosófico, que foi usado pelas religiões e é o manual de vida do ser humano.

Ele falou, vou ler provérbios. E aí começa o processo dele de espiritualização e hoje é um cara muito maravilhoso.

maduro nessa área. E aí ele começou por provérbios, porque provérbios é uma aula de vida. Então você que está começando, Tiago, eu quero iniciar minha leitura bíblica. Começa com provérbios. Fácil de ler, instruções rápidas, para quem é empreendedor, vai te levar para outro nível e você vai ter uma sabedoria milenar ali, que está dando certo a milênios, funcionando para você. Tem alguma pergunta, Welly? Sim. Eu recomendo também os princípios milenares, viu, Tiago?

Ah, o livro Princípios Milenares. Eu recomendo também. Para quem está empreendendo, eu sou suspeito a falar, porque eu que escrevi, né,

mas se você ler o Ganho o Mundo, você que é empreendedor, tem três livros meus que você tem que ler. É empreendedor, especialista em pessoas, porque sem lidar bem com pessoas você não vai fazer negócio. Princípios milenares, para você aprender coisas como o poder da palavra, o poder de ouvir, o poder da maturidade, são princípios que dão certo há milênios. E o Ganho o Mundo sem perder sua alma, para você aprender a ganhar dinheiro, mas sem ficar botando suas emoções primitivas como orgulho, vaidade e competição para fora. A competição não saudável, porque competição saudável,

precisa ter. Vamos lá, Wesley. Capricha nessa pergunta, Wesley. Brilha agora. É até o momento. Mais cedo você comentou que a pouca idade, o respeito é vencido com o tempo, certo? Perfeito. Mas e quando você tá à primeira vista ali com a pessoa, talvez precisa fazer um pitch pra ela, vender algum produto seu, como que você faz pra pessoa não te olhar de, poxa, ele é muito novo? Qual que é o segredo? O segredo é um. E tem segredo. É a humildade. A partir do momento que você se bota,

no lugar de ser humilde, de aprender, você ganha o mundo. Quando você vem com arrogância, falando demais, achando que já sabe de tudo e querendo dar aula para quem está em cima, você perde tudo. Então, sempre estou aqui com o Tiago. Tiago, sou um grande admirador, um grande fã do seu trabalho. Parabéns pelo que você vem construindo. Você me dá oportunidade, acho que tem um negócio que pode somar muito, que você pode ser um conselheiro desse negócio e me ajudar a crescer muito ele com o seu conhecimento.

O Tiago, ele já vai mudar a forma de receber. E tem muita gente que chega, Tiago,

costuma um negócio mudar o mundo, que é muito foda, pô, tô muito tempo trabalhando, não sei o que e tal. Você já vai olhar assim e falar, velho, esse cara aqui é espuma. Então, eu vejo muita gente que se perde na vaidade, não tem a humildade, por mais que a pessoa não tenha nada. E humildade não quer dizer dinheiro, quer dizer atitude de apresentar um projeto. Estado do coração. Você tá falando de humildade, é tão importante, Théo.

Porque, por exemplo, grandes homens que eu conheço, alguns que a gente já citou aqui, são extremamente humildes, né? Quanto maior, mais humilde.

É, o cara é gigante. Como é que o cara pode ser humilde assim, né? Você fica até estranho. Até estranho é isso. Mas uma coisa que eu entendi, por exemplo, escrevendo esse livro Jogo da Vida agora, que eu tive que ligar para os jogadores, a minha abordagem, apesar deles me seguirem, então eles já sabiam quem eu era, eu não ligava falando, oi, você já me segue, então você sabe, né, cara? Eu tenho milhões de seguidores, que eu vendo milhões de livros.

Não era isso que eu falava. Isso afasta as pessoas. Isso é ridículo. Eu ligava e falava assim, cara, como é que você está? Tudo bem? Estou começando um projeto.

teu conselho. Porque eu vou escrever um assunto que você joga há 20 anos nesse campo aí. Então, se você pudesse ler esse texto, se você pudesse me contar uma história interessante pra eu agregar, porque em todos os capítulos, são 12 capítulos, eu tenho um quadro que se chama Um Jogador Me Contou. Um Jogador da Seleção Me Contou. São histórias reais que eles me contaram pro WhatsApp. Cara, teve um jogo da seleção que aconteceu tal coisa no vestiário, isso distraiu todo mundo, a gente perdeu o jogo. Ou então, o poder da concentração. As pessoas que não

se concentravam, ficavam fugindo pra ir pras festas, não sei o que, eram os que não rendiam no campo. Então, toda regra, todo princípio do futebol que era quebrado, diminuía o resultado no campo. E aí, eu tive que escrever um capítulo sobre isso. Siga as regras, siga os princípios, você vai terminar melhor, vai ter mais chance de ganhar. Mas a humildade foi o que me deu acesso, cara, não foi meu nome, não foi meus seguidores. Tem gente que acha que conquistar alguma coisa vai ter acesso. Sem humildade? O cara pode até te suportar assim, na frente,

dos teus seguidores ou do teu dinheiro, mas traz. Ele está te minando, está te bloqueando em um monte de lugar, está falando mal de você. A humildade é uma chave. E essa chave vira a porta do teu destino. Pode acreditar no que eu estou te falando. E quem é grande reconhece quem é pequeno que pode crescer. Exatamente. E se você for grande e não ajudar os pequenos, a sua queda era muito próxima. Então as maiores pessoas que eu conheço fazem isso que você faz.

Imagino que eu seja o mais novo aqui, Tiago. O mais jovem até aqui, não sei. Você está ajudando.

Você está contribuindo, você está impactando nos jovens. Algo que você poderia falar, não, o teu é pequenininho, não faz sentido e tal. Mas não, você está aqui me ensinando. Então, provavelmente, você vai se manter grande e muito maior por muito tempo. E é isso que eu vejo quando alguém está começando, algum jovem começando pedindo ajuda. Cara, o que eu puder fazer, sem querer nada em troca, para ajudar, se ele for humilde, é muito maior.

Então, fica esse conselho aí. Eu acho que, pegando essa deixa do Theo, deixa o ensinamento, um coração humilde e um coração ensinável.

para comunicar, para pedir, para pegar conselho, para pedir ajuda se necessário. Ajuda que eu digo não é financeira não, de conselho, de conhecimento, porque pedir dinheiro para os outros é feio. E coração ensinável, porque às vezes o cara vai te falar uma coisa que te dói, que quebra uma crença tua, quebra um achismo teu, às vezes você é muito inflexível no que acha, mas o que ele está falando é o que dá certo. E você vai ter que ter o coração ensinável, quebrar o que você achava para acreditar em quem está dando certo. Isso é muito importante para a vida.

Como que você faz para gerir o seu tempo no sentido de que estamos na geração das ideias do bilhão? Então, todo dia aparece alguém com... Nossa, eu tenho uma ideia aqui de startup que vai ficar bilionário. E, com certeza, eles querem apresentar isso para você. Como que você faz para gerir o tempo de... Vou ouvir certas pessoas, não vou ouvir ninguém. Porque de 10 em 10 minutos vai o seu mês todo. Como que você faz para... Eu tenho aprendido muito a falar muito não. É um dos princípios milenares falar não.

Porque às vezes a gente quer falar sim, quer ajudar. E se você ajuda todo mundo, você só não se salva. É aquele negócio do avião. Bota a máscara em você e depois põe nos outros. Então, eu escuto todos os dias, de dois a três pitches. Escuto o negócio. Tenho um fundo de investimentos junto com a Bossa. Eu sou o presidente de dois fundos lá dentro. E todo dia eu estou analisando, estou vendo muito movimento. E uma dor que eu tenho. Eu me apaixono pelos negócios. Pelas pessoas de querer ajudar.

oportunidade, eu enxergo lá na frente como você pode impactar, como você pode ajudar, mas eu tenho aprendido a falar muito não, pra focar no que eu tenho como missão agora, nesse momento da minha vida, que é a construção atual. Então, quando você chega num patamar de negócios, como empreendedor e empresário, você tem que muito mais abdicar de bons projetos, que não são bilionários, pra você focar no que você acredita e botar sua energia, que é o gráfico do essencialismo, sabe?

Então, eu falo não, sempre que eu falo não, eu busco ajudar, e busco conectar alguém que pode falar assim,

Então, fala, cara, não estou no momento, estou com a outra visão, mas essa pessoa talvez possa te ajudar. Agora, caminhando aqui para o final, não precisa falar o nome de um livro específico, mas o que você acha que o jovem tem que estar lendo em termos de livro? Não esquece a internet e tal, livro. O que ele tem que estar lendo? Qual o assunto? Qual algum autor que você goste? O cara tem que estar lendo para ele estar crescendo por dentro nessa visão empreendedora.

O empreendedorismo é o que mantém o país de pé, é o que dignifica muitas famílias que são empregadas por causa do empreendedor, é o que paga os impostos que sustentam o hospital público, que a pessoa que não tem plano de saúde vai, as estradas, a polícia e todo e qualquer, a escola pública, estadual, municipal, federal, as universidades, tudo isso é com dinheiro de imposto. Quem paga é o empresário.

Eu sei que tem um movimento de querer dizer que empreendedor, opressor, não sei de onde tiraram isso. O Erle leva uma vida de rei. Para onde você vai? Me diz para onde você vai melhor não. O Erle, me diz o seguinte. Você, duas semanas atrás, você estava de lua de mel. Vamos mostrar a vida opressora que você leva. Você passou lua de mel aonde? Em Paris. Em Paris. Aí, semana que vem, você vai fazer uma viagem de trabalho.

Pra Genebra. Pra Genebra, na Suíça. Então essa é a vida opressora do funcionário, né? E outra coisa, se não for no hotel Four Seasons, ele não fica. Não, e bicho, o que é isso? Eu nem sei o que é. Four Seasons, é outra coisa. Então assim, quebrando brincadeiras à parte, lógico, mas a classe empreendedora é o motor do país. O que o jovem empreendedor tem que estar lendo? Várias coisas.

Escolher duas. Além dos seus livros, que não quero parecer que eu estou puxando o saco, que não é isso, porque de fato muda muito. Obrigado. A Bíblia de Liderança para Negócios é um livro fantástico. Eu tenho muita dificuldade em ler a Bíblia, mas todos os dias eu leio essa Bíblia, acho que é do Joe Maxwell, não sei. Ah, é Joe Maxwell. É incrível. É o maior de liderança do meio cristão. E ele pega os versículos da Bíblia e as passagens e converge isso com liderança. E todos os dias eu abro, leio uma página,

sair de casa, faço uma oração e agradeço muito. Isso guia muito meus princípios, meus valores. E uma segunda coisa, uma dica, um conselho, é o Twitter. Eu adoro usar o UX, as redes sociais de textos, porque muitas vezes, quando você tem muito vídeo, foto, TikTok, Instagram, termina que fica muito superficial. E lá eu consigo seguir pessoas inspiradoras, pessoas que eu me admiro, pessoas que eu quero estar por perto. E eu diria que hoje é a melhor rede social para quem é jovem e quer seguir, para aprender sobre negócios, ler matérias,

notícias sem viés político e também crescer nos princípios. Muito bom. E só fazendo uma referência aqui, você tocou o nome de John Maxwell, que eu já tive pessoalmente com ele algumas vezes, já fui em treinamento, já almocei com ele. John Maxwell é o maior best-seller de liderança do mundo. Ninguém vendeu mais do que John Maxwell no mundo sobre liderança. Foi consultor das maiores empresas da América e tal. Tive o privilégio de ter alguns encontros com ele.

Então você que está começando, apesar de hoje ele ser um senhorzinho, talvez ele tenha 78 anos, a gente tentou trazê-lo no Brasil uma vez, a idade não estava mais permitindo, mas leia John Maxwell. Ele tem muitos, muitos livros que vão abrir sua mente. Um deles que foi o que eu era adolescente quando li, talvez eu tinha uns 17 anos, e eu decidi ser líder de alguma forma lendo esse livro, as 21 Leis Irrefutáveis da Liderança.

a leis irrefutáveis alerantes, John Maxwell. Eu li esse livro, tinha 17 anos, estou falando de quase 30 anos atrás. Assim, eu falei, é isso que eu quero. Para você ver o poder de um livro, né? O cara tem 78 anos hoje, há 30, 40, ele já estava influenciando gerações. Por isso que é muito importante a gente ler. E uma recomendação que eu deixaria, além dessas do Theo, é ler a Bíblia, principalmente provérbios. O livro de provérbios vai te ajudar muito. E se aprofunde um pouquinho em filosofia.

Eu sei que nem todo mundo consegue gostar de filosofia de primeiro. São leituras, às vezes, um pouco complexas. Mas existem questões do ser humano que você só vai entender quando você fizer o esforço de ler um pouquinho de filosofia. Às vezes não vai impactar o teu negócio, mas vai impactar a tua vida por dentro. Você vai estar melhor para entender algumas coisas. Por exemplo, lendo Dostoiévski, ele tem um livro chamado, um clássico, Crime e Castigo.

sobre a pessoa tentar consertar, não é regeneração que se fala, tem um outro nome melhor. A pessoa tentar consertar o que fez e ser impossível. Ela tentar consertar o que não dá para consertar. E foi lendo Filosofia que eu falei assim, caramba, eu nunca posso fazer algo que não tem como consertar mais. Eu vou ter que carregar isso para sempre. Quando eu li esse livro, caiu uma ficha assim, eu falei assim, eu vou ser correto nos meus negócios. É quase um livro de filosofia.

Então é muito importante você ler de tudo, ler a história. Salomão diz em Eclesiastes que não existe nada novo debaixo do sol. Tudo que aconteceu um dia vai acontecer de novo. Então se você entender a história, você vai entender um pouquinho de futuro. Leia a Bíblia, que para mim é a principal leitura. Eu leio todas as manhãs sem faltar. E leia livros também de empreendedorismo, mas livros que são indicados por alguém. Para você não ler qualquer besteira por aí.

Então fica a nossa recomendação aqui para o seu crescimento. Quero agradecer ao Erle Teixeirinha,

por essa participação maravilhosa. Obrigada, obrigada. O Teixeirinha, por exemplo, não falou nada. Mas no final do dia 1º ele está aqui. Meu pagamento. Ele senta ali e fala, bom, firme a parte. E agradecer muito, Téo. Obrigado, Téo, pelo seu tempo. Obrigado pela sua disponibilidade. Agora, você que está nos assistindo, a gente está aqui toda semana, gratuitamente. Para quem é aluno do Café com Destino, de segunda a sexta, todo dia, 6h57 da manhã, a gente está com vocês ao vivo.

com o programa. Todo domingo eu estou com um programa Boas Notícias te ensinando a Bíblia. Ou seja, a gente tem vários programas gratuitos que consomem 80% do meu tempo. 80% do que eu faço para vocês é gratuito. É estatística, é dado. Então, qual a única forma que você tem de nos honrar? É você estar inscrito nesse canal, é você curtir agora esse podcast, é você pegar o link e mandar para o máximo de pessoas, ainda mais para quem é jovem, está começando, você tem filho, você tem um amigo que é jovem, adolescente, manda para eles conhecerem o Tel,

para eles entenderem essa filosofia de empreendedorismo da nova economia. A gente deixou aqui tantas dicas importantes para você. Então, faça isso agora. Não deixe de se inscrever aqui no BruneCast. E quero agradecer mais uma vez o Théo Braga. Pedir um forte aplauso para o Théo. Obrigado, Théo. Inclusive, o Wesley quer realizar o sonho dele, que é tirar uma foto contigo ali. Por favor, ele pediu para você. Será que eu consigo?

Eu vou falar com ele. Eu vou conseguir para você. Será que você consegue uma vaga lá na PIB também?

Eu não posso falar isso ao vivo. Eu vou falar no privado para você, tá bom? Eu tenho uma resposta muito educada para você. Se eu falar ao vivo, eu vou ser cancelado. Aí eu vou falar no privado, tá bom? Olha, brincadeiras à parte, muito obrigado por nos acompanhar. Não deixa de compartilhar com todo mundo. Eu desejo paz e prosperidade. E até o próximo BruneCast. O ser humano hoje, nossa geração, está debaixo de muitos dilemas. Somos a geração mais livre da história,

mas ao mesmo tempo mentalmente escravizado. Tristeza, depressão, falta de sentido de vida. As pessoas têm dúvidas, querem respostas para perguntas que ninguém consegue responder. Uma geração que está muito confusa mentalmente acaba correndo atrás do que todo mundo está correndo atrás. Então, se a moda é vamos correr atrás de seguidores na internet, todo mundo começa a querer ser influencer. Se depois o negócio é ganhar dinheiro, todo mundo quer virar empreendedor. Ou seja, quem não tem um senso de destino, não tem um propósito,

sempre vai fazer o que todo mundo está fazendo. Porque essa é a forma natural do ser humano reagir à vida. Eu não sei o que fazer, não tenho a mínima ideia do porquê eu estou aqui, então deixa eu fazer o que todo mundo está fazendo. As pessoas não deixam de amar porque não amam. Deixam de amar porque não sabem amar. Deixam de amar porque não sabem tolerar. Deixam de amar porque não sabem dançar a valsa da vida com a mente desengessada. Deixam de amar porque não provoca admiração do outro um na outra.

Hoje eu queria pensar no mundo contemporâneo. Hoje eu queria pensar na sociedade. É por aí que você tem que ir. Porque senão, você vai pensar no mundo que não existe. Você vai pensar em pessoas que não são reais. Você vai pensar em problemas que não são, na realidade, os problemas que dão a nossa volta.

para cabelo, pele e unhas. Centro, você de bem a melhor.

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