Como reconfigurar seu cérebro | Dr. Felipe Batistela e Heverson Barbosa
Conheça a Minimal Club usando o Cupom: BRUNEThttps://lp.minimalclub.com.br/ep-brunetcastMétodo Destiny: https://metododestiny.com.br/Você já sentiu o coração disparar, as mãos suarem e a voz sumir na hora de falar em público? Isso não é falta de talento, é uma resposta neurobiológica do seu cérebro. 🧠Neste vídeo, eu explico como o seu sistema simpático reage ao que chamamos de "morte social" e como você pode usar técnicas de TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) e a estratégia de "Dessensibilização Gradual" para reprogramar sua mente.O que você vai aprender:A diferença entre ansiedade e preparo inadequado.Como Moisés e Jeremias lidaram com suas "desculpas" mentais.O protocolo de exposição: do 1 para 1 até as multidões.Estruturas de Storytelling para nunca mais "dar branco".🚀 Saia do anonimato e transforme sua comunicação em uma ferramenta de impacto.
- Comunicacao em RelacionamentosStorytelling · Preparação para falar em público · Importância da prática
- Saúde MentalAlimentação · Relacionamentos · Meditação · Atividade física · Sono
- Desenvolvimento PessoalSuperação de medos · Importância da comunicação na vida pessoal
- Impacto das palavras e da comunicaçãoRelevância na comunicação · Influência da comunicação na vida profissional
Eu considero fundamental para o ser humano que quer estar bem nessa vida enquanto a eternidade não chega. Comunicação e saúde mental. Então, a comunicação nada mais é do que tornar comum e fazer com que a mensagem seja entendida. Obviamente que, à medida que eu quero atingir um público maior, melhor, mais qualificado, o nível de comunicação que eu tenho que ter vai precisar melhorar. Mas o fato é, o que todo mundo precisa para ter uma boa comunicação é saber contar boas histórias.
Porque senão você começa a confundir a sua vida, a sua essência com aquilo que você pensa. Talvez uma pequena parte dos seus pensamentos tenha a ver com a sua essência. Só que se você não sai do automatismo, do dia a dia, aquela sensação assim, nossa, a vida está passando tão rápido, a gente nem observa. Cuidado, você não está meditando. A gente pode perder quem mais ama, se não tiver governo emocional, saúde mental e comunicação efetiva.
Sejam bem-vindos a mais um BruninhaCast. A gente está aqui toda terça-feira. Eu, Theo e o Ólogo. Eles sempre com perguntas milenares para os nossos convidados, né, Wesley? Com certeza. Sempre prontos. Perguntas dificílimas. Você tira diretamente ou dos pergaminhos mais antigos do Mar Morto ou do chat de APT. Eu estou vendo você sempre no celular. Hoje já tem várias outras. Eu já estou desconfiado, eu já sei. E a gente está aqui toda terça-feira às 20 horas, sempre com convidados especiais.
para despertar você para um novo tempo, para uma nova estação, para que você tenha conhecimento, maturidade necessária para levar a vida. Geralmente as pessoas assistem o Brunecast, ou pelo Spotify, ou pelo YouTube, no carro, no trem, indo trabalhar de ônibus, ou quando está em casa lavando louça. Ou seja, você está fazendo alguma coisa, em vez de estar simplesmente correndo atrás de entretenimento.
Você está aqui adquirindo conhecimento. Então seja muito bem-vindo. Obrigado por estar conosco. Já não deixa de se inscrever. É muito importante que você se inscreva nesse canal. E também curta e compartilhe, porque o conteúdo de hoje está muito poderoso. Hoje nós vamos receber dois convidados, Weller. Porque sabe o que eu percebi, gente?
muita gente fala o seguinte, caramba, a nossa geração está doente. A nossa geração não presta. Na verdade, eu estudo um pouquinho, inclusive história, os problemas da humanidade sempre foram os mesmos, principalmente quando se trata de ser humano. O problema é que na nossa geração está potencializado, principalmente porque a internet mostra mais. Mas sempre tivemos problemas dos quais nós vamos tratar hoje aqui.
Ou quem está assistindo a gente aqui nunca teve uma crise emocional? Alguns que estão nos assistindo até já surtaram emocionalmente, mentalmente. Quem está aqui nunca errou no que falou? Não sabia se comunicar, não sabia interpretar direito as coisas e acabou usando palavras que fecharam portas.
Por isso que hoje nós vamos tratar dois assuntos que eu considero fundamental para o ser humano que quer estar bem nessa vida enquanto a eternidade não chega. Comunicação e saúde mental. Então eu quero apresentar para vocês o doutor Felipe Batistella.
Ele, nos conhecemos no método Destiny anos atrás, depois nos ajudou em outros projetos. Ele é médico psiquiatra, tem feito um trabalho maravilhoso na internet. E ele é o nosso especialista de hoje em saúde mental e comportamento humano. E a gente está recebendo também o Everson Barbosa, que faz parte da nossa mentoria. É CEO da Transformatória. Já estive palestrando nos eventos deles.
nos eventos que ele faz pelo Brasil, chamado Transformatória Summit. É um especialista em comunicação e é mentor na área das habilidades sociais do ser humano, que é fundamental hoje, não só na nossa geração, mas sempre foi para o ser humano desenvolver comunicação e habilidade social. Então, sejam muito bem-vindos, pedem um forte aplauso para os nossos convidados. A primeira pergunta é o seguinte.
baseado em uma história que eu vou contar para vocês, que eu li na Bíblia, e me surpreendeu quando eu li por esse lado. E essa história que eu vou contar para vocês, a especialidade de vocês dois, aparece. Que é a história do apedrejamento de Estevão.
Ou seja, está ali em atos 6 e 7, Estevam sabia que ia ser apedrejado. Eu acredito, doutor, depois você explica para a gente, que um dos maiores desesperos que o ser humano pode entrar é saber que vai morrer. Alguém está com a arma na sua cabeça e fala, daqui a 30 segundos eu vou atirar, pronto. Eu acho que é o maior nível de desespero que pode ter. Estevam sabia que ia morrer, as pedras estavam nas mãos dos assassinos.
E ele só pede a palavra. Ele falou, posso só falar uma coisa antes? Todo mundo pode. E ele dá um discurso. Está lá em Atos 6 e 7, depois confere. Uma sobriedade emocional impressionante e uma comunicação, uma retórica fora do comum. Ele conta a história de Gênesis até a época de Jesus, provando que Jesus é Jesus e porque ele é Deus. Como que pode uma pessoa que está à beira da morte, sabendo que vai ser assassinada,
manter esse governo emocional? Essa pergunta é para o senhor, doutor Felipe. E como é que pode alguém em extrema tensão, não é num palco com todo mundo aplaudindo, não. Extrema tensão, conseguir se comunicar tão bem, porque foi claro na comunicação, lembrou de toda a história, e a ponto de...
entrar para sempre na história da humanidade registrada em Atos 6 e 7. Então, começando com o doutor Felipe Batistella, como é que se mantém esse governo emocional num ponto tão crítico que está debaixo de uma ameaça?
sinceramente, numa situação como essa, existe uma hiperativação de uma parte do nosso cérebro que chama sistema nervoso simpático, que de nada tem de simpático. A gente chama de simpático porque tem uma liberação de adrenalina, então vai dar tremores, palpitação, angústia, aflição, sudorese.
e vai respeitando mais forte. Esse era o esperado, não de uma pessoa... Ah, mas isso aí é quem tem transtorno? Não, numa situação iminente de morte, não é considerado doença isso. É uma reação humana. É uma reação humana frente a um perigo. Então isso seria o natural de ter ocorrido. A meu ver...
O grande diferencial ali foi que ele transcendeu do nível natural de reação humana para um nível sobrenatural de saber quem ele era para Deus e o porquê de ele estar numa situação. Então, para a gente, em situações de grandes desafios, você conseguir ter um governo das suas emoções, uma gestão melhor, você tem que estar muito convicto de quem eu sou perante Deus.
E por que eu estou aqui, se tem a ver com o propósito que Deus tem na minha vida ou não? Porque não dá para reagir de forma natural, diferente. Diante de uma situação como essa. Então, assim, eu gosto muito de falar que a gente tem que, para ter saúde mental, é importante cuidar da mente, do corpo. Mas em vários momentos, nesse mundo que jaz no maligno, você que está no exército de Cristo, consequentemente você fica contra o exército das trevas. Então, tem estratégias que você vai ter que ir para um nível sobrenatural.
E isso a gente só encontra em Jesus e eu, a meu ver, dentro da minha crença, sou médico, psiquiatra, mas todo mundo sabe que me segue, que eu sou cristão, ele teve uma plenitude no Espírito Santo, uma convicção de quem ele era perante Deus, filho amado de Deus, irmão mais novo de Jesus Cristo, ele sabia que aquilo ali estaria sendo falado hoje para todo mundo perceber que é possível agir de forma sobrenatural quando você sabe quem você é e para que você está nesse mundo.
É, mas se a gente for levar para o lado teológico do que o senhor está falando, tem base bíblica. No próprio capítulo 6, a Bíblia diz, Estevam estava cheio do Espírito Santo e de sabedoria. E aí começou o discurso. Então, a explicação bíblica, não tem como explicar cientificamente, como o doutor falou. Porque cientificamente era para você estar em desespero. Mas a solução bíblica é que o Espírito consegue controlar o incontrolável.
Que é a mente em situação de desespero, que é o corpo diante de um perigo. Agora, Everson, comunicação. Tirando essa parte espiritual, que é claro, se o Espírito Santo estiver em você, você vai voar, né? Mas tirando essa parte, muita gente não fala em público, muita gente não consegue se expressar porque fica nervoso. Então, às vezes, o ambiente não está nervoso, é só ele que está. E tem gente que tem que falar num ambiente hostil.
Uma vez eu fui dar palestra para uma classe muito elitizada e eles não estavam dispostos a me ouvir. É que alguém me colocou lá e eu... Foi muito hostil. Eu consegui...
No meio da palestra e revertendo devagar. Como é que se mantém a calma para ter uma comunicação efetiva? Olha só que interessante. Primeiro, quero agradecer o convite. É sempre um prazer conversar com vocês, escutar vocês. Mas dentro dessa ótica do que aconteceu com ele, ele estava num momento de tensão, nervosismo, naturalmente na iminência de morte. E quando a pessoa tem medo de falar em público, o sentimento é muito parecido.
porque dizem que o medo de falar em público é o maior medo que existe na humanidade, inclusive em alguns estudos dizem que é maior do que o medo da morte. Na verdade não é maior do que o medo da morte, ele é só mais citado, porque de fato existe uma morte social quando a gente não fala bem. E nesse caso especificamente...
A gente analisa que a comunicação é fruto de inputs, processamentos e outputs. Então, quando a gente analisa a história de Estevam e analisa a história de todos os discípulos e apóstolos que andaram com Jesus, e principalmente nessa pós-época de Jesus, a gente vê que todos eles tinham que falar muito, todos eles tinham que se comunicar bem, escrever cartas, liderar e...
transmitir a palavra de Jesus para pessoas que nunca tinham ouvido Jesus e que principalmente não tinham estado com Jesus logo após a sua morte. Então o desafio era maior. E isso fez com que esses pregadores pós a morte de Jesus se tornassem muito eloquentes.
E aí quando a gente vê ele na iminência de morte, sabendo que ele tinha que cumprir o seu chamado, sabendo que ele tinha que cumprir para aquilo que ele nasceu, e tendo a responsabilidade de comunicar, ele juntou aquele input da sua habilidade de se comunicar, o input de ter andado com Paulo, de ter andado com os discípulos e apóstolos, o input de saber muito bem da história da Bíblia e chegou lá e entregou com maestria.
E essa talvez seja uma dificuldade que a maioria das pessoas tem hoje, porque a maioria dos profissionais, principalmente quando eles passam ali da fase do especialista se tornando uma referência, a maioria desses profissionais, eles até têm muito conhecimento, só que chega na eminência de falar, ou quando eles estão num estado de tensão, muitas vezes eles não conseguem.
Então, ok, eu tenho a preparação técnica, mas eu também preciso da preparação do púlpito, do palco, a preparação de falar com pessoas de verdade. Isso, por incrível que pareça, é treino. Mesmo os maiores pregadores da humanidade que a gente estuda ao longo da jornada do cristianismo, todos eles tiveram que se preparar. E aqueles que não estavam preparados buscaram ajuda, buscaram outras formas, inclusive o próprio profeta Abraão.
Que se a gente analisar do contexto bíblico, e tudo aquilo que aconteceu na Bíblia, todos eles precisaram de apoio para se comunicar e levar a palavra. E com relação a Estevam, ele só transmitiu aquilo que ele já sabia, aquilo que já estava no coração dele. Agora, doutor Felipe, ele está falando de treino. É uma coisa que eu acredito muito.
é que quase tudo na vida é treinável, né? Pratando-se de emoções, muita gente perde a oportunidade porque não consegue dominar nenhuma emoção, não consegue estabelecer um ritmo de saúde mental pela vida que tem, pouco sono, muito lixo emocional e tal.
E muita gente também fecha portas ou deixa de abri-las porque não se comunica bem. Dentro das emoções, nós somos treináveis? Ou nasceu nervosinho, vai morrer nervosinho? Falo alto, vou morrer falando alto? Não consigo dominar tal pensamento e não tem mais jeito? Como é isso emocionalmente? É possível, sim, dominar isso. Existe um extremo que seria ansiedade de performance.
A pessoa está tão preocupada em falar bem, que a comunicação vai ser assertiva. Na realidade, a maior preocupação é, será que vão gostar de mim? O que vão achar? Será que eu sou bom o suficiente? Isso daí ativa áreas, por exemplo, da amígdala cerebral, que dá um medo.
Nível irracional, depois você tenta controlar, na hora parece que é impossível. Então, por isso que o treinamento funciona, o processo dá para a gente chamar de uma dessensibilização gradativa. Você precisa dominar o básico de estratégias de comunicação.
Por isso que é muito importante a gente procurar a multidão de conselheiros para você saber o que eu vou falar, como eu vou falar. Não ficar engessado de ter que falar certinho, porque aí se eu esquecer uma palavra e tal, o que acontece? Para você se posicionar e diminuir a chance de tensão. O medo vai existir? Vai. Só que você vai ter ferramentas para lidar com isso. Dá para melhorar com psicoterapia? Sim. Existem várias linhas.
Uma das linhas que mais tem evidência científica de boa resposta é a terapia cognitivo-comportamental, onde o terapeuta meio que gamifica o processo. Então, sei lá, o chefão fazer a fase seria apresentar na frente de mil pessoas.
peraí, vamos começar você com pessoas que você conhece no seu dia a dia? Você falando com um amigo, aí seria a minha primeira fase. Próxima fase, você falando com três, quatro amigos. Próxima fase, você falando de algo que você sabe que esses três, quatro amigos não concordam com você, mas você está ali para justamente argumentar e lidar com essa oposição ao seu pensamento. E assim, gradativamente, pessoas estranhas.
quantidade de pessoas. Então, se você fizer esse treino organizado, tendo a técnica correta para cada circunstância, o teu cérebro meio que vai se acostumando, ele vai se psicoadaptando com aquela sensação de tuc-tuc-tuc, de tremor e tal. E você consegue, depois de um tempo, desde que tenha disciplina, perseverança, se comunicar. É até estranho, é algo que eu percebo em alguns pacientes, até alguns colegas aí que estão na internet, é...
Esse bloqueio, ele é intimamente relacionado com um propósito maior. Então, se você acha que você não nasceu para falar em público, para se comunicar, cuidado. Provavelmente é o oposto. E aí, circunstâncias da vida vão tentar ativar em você uma coisa que a gente chama de viés de confirmação. Está vendo como eu não nasci para isso? Está vendo como isso? Sendo que, na realidade, é o oposto.
Foi o caso de Moisés na Bíblia. Ele falou, como eu vou falar se eu não sei nem me expressar bem? Algumas linhas teológicas dizem que ele é gago, outras linhas teológicas dizem que ele não dominava o idioma. Enfim, como...
como é bíblico essa questão da pessoa achar que não é para ela, né? Principalmente aqueles que foram realmente chamados. Exatamente. Porque tem gente que nem o chamado específico para isso tem, ele vai, mete a cara, faz, ele tem, às vezes, muita coragem para isso. E aqueles que têm esse chamado, muitas vezes, se sentem diminuídos nessas situações.
E você que está em casa nos assistindo, pelo Spotify, pelo YouTube, você já vai compartilhando esse link com o máximo de pessoas, curte o vídeo porque isso mostra para a nossa equipe que está valendo a pena a gente estar com vocês aqui toda terça-feira. Mas saiba que propositalmente nós estamos fazendo esse BrunaCast.
Porque eu vivo de observar o mundo, as pessoas, para poder escrever o que eu escrevo e dar os cursos que eu... E a grade curricular do Instituto Deste é montada não só cientificamente, neurocientificamente, mas por observação. E o que eu observo é que as pessoas têm falhado muito na comunicação e nas emoções. E por isso estão aqui os dois especialistas para falar disso. Então, vamos pegar o caso de Moisés agora. A gente começou o caso de Estevam.
num momento de tensão máxima, conseguiu governar as emoções e se expressar bem. E a gente pode apelar para o espiritual. Poxa, mas o Espírito Santo estava com ele e ele estava cheio de sabedoria. Ótimo. Caso de Moisés.
Deus aparece para ele e fala, olha, eu quero que você liberte o meu povo, vai lá para Faraó e diz para ele liberar meu povo. Aí ele dá uma desculpa. Ele fala, Senhor, como eu vou fazer isso se eu não sei falar bem? Não, mas ele dá várias desculpas. Ele fala, não, mas eu falo por você, deixa que eu coloque as palavras na sua boca, como falou para Jeremias capítulo 1, em Jeremias capítulo 1, para Jeremias. Não, deixa que eu coloque as palavras na sua boca, porque Jeremias falou, eu sou só uma criança, eu não sei falar.
Deus falou, tá bom, põe as palavras na sua boca. Moisés continuou com as desculpas. Essa questão de ficar dando desculpa pra tudo, é algo emocional? Sim, é um mecanismo de defesa do ego, né? Tua mente prefere arrumar uma justificativa e por vezes ela é lógica. Tem sentido, né? Faz sentido, faz sentido. Ah, não vou fazer isso, não nasci pra isso, como eu falei agora há pouco. Muda isso na sua cabeça, é bem provável que você nasceu pra isso.
E esse bloqueio, quando você transpor ele, vencer ele, você vai ter uma condição não só de se comunicar, como ajudar outras pessoas a se comunicar melhor. Então, se hoje parece que não existe um porquê eu tenho que falar, que eu não nasci para isso, entenda já que existe um para quê. A partir do momento que você superar isso, você consegue ensinar outras pessoas. A oportunidade que o Moisés teve, ficou com medo ali, né? Ficou aqui, meu Deus do céu, um desafio, farói e tudo mais.
Mas todas as vezes, se a gente analisar que ele teve depois, que saiu dos 40 anos no deserto dele, lá na terra de Midian, quando ele vai falar com o faraó, se a gente analisar do ponto de vista médico, psicológico, cada vez que ele vai falar e ele toma um não...
aquilo poderia se tornar uma ofensa. E ele não queria voltar, mas toda vez que ele voltou lá para falar de novo, ele ia dessensibilizando. Então a cada fala, a cada vez que ele chegava no palácio, provavelmente tuc-tuc-tuc, aquela ansiedade, mas ele tinha a presença de estar ali para conversar e a presença de Deus ao lado dele, ele acostumava com a situação. A meu ver, na última vez, ele já nem entrou com tanta palpitação.
Porque o emocional dele já estava mais psicoadaptado. E de tantos sinais, ele já estava com muito mais fé. A meu ver, gente, até do ponto de vista espiritual, é, ah, mas eu preciso de um milagre. Só um milagre para eu falar em público. A obediência, muitas vezes, ela precede, ela vem antes do milagre.
Inclusive os dez leprosos, foi durante o caminho, depois que eles receberam a ordem de Jesus, que eles foram curados. Quando eles tinham que se apresentar lá para os sacerdotes, eles obedeceram, eles não saíram sem lepra.
Mas durante aquela obediência, eles receberam a limpeza. No caso dele, a limpeza na pele, mas até onde o medo não é uma lepra emocional que ninguém vê, mas está em você cutucando, te incomodando. Interessante também que dos 10, só um voltou.
Para agradecer. E a gratidão fez com que esse único que voltou, ele acessou muito mais do que a cura. Porque os que foram curados, provavelmente viveram mais alguns anos. Mas o que voltou em gratidão, ele escutou de Jesus, a tua fé te salvou. Então ele vai acessar não só uma cura momentânea, ele tem acesso a uma vida eterna. Porque voltou em gratidão, com gratidão.
Porque acessou a cura na obediência, mas ele teve um coração voltado, não para viver a vida dele do jeito que ele queria, mas em agradecer àquele que ofereceu um novo caminho. E já já eu explico para você sobre a parte de capacitação espiritual para você fazer o que não consegue. Isso aqui é muito bíblico e importante. Agora, Everson, uma coisa importante, você estava falando de treino, comunicação é treino e tal, eu concordo.
Quando Deus manda Moisés falar com o faraó, ele fala assim, mas como é que ele vai acreditar em mim? Aí Deus fala assim, pega a vara, joga no chão. Aí virou serpente. Agora bota a mão no peito, tira, tá leprosa, bota de novo. Os mesmos sinais que Deus treinou com ele no secreto.
ele fez diante de faraó depois dos mesmos. Ou seja, até o negócio meio que sobrenatural, que é essa questão dos milagres que ele fez, foi treinado antes. Perfeito. Quais são as três dicas que você pode dar para quem quer começar a treinar a partir de hoje a se comunicar melhor? Ou seja...
Deixa eu te explicar o que é comunicação, porque às vezes você está pensando que é só falar em público. Não, não. Quando eu falo com a minha esposa melhor, como eu explico para os meus filhos melhor, sem gritar, sem fazer arruar, sem casa, até chegar no ponto de eu me comunicar melhor no meu trabalho e, quem sabe, um dia em público.
É, perfeito. Nessa história tem dois pontos que são muito interessantes antes de falar sobre esses três pontos. Primeiro, quando Moisés recebeu esse chamado de você vai libertar o meu povo, ele sabia da importância de ter que falar. Por isso que ele assumiu essa responsabilidade e ele disse, eu não...
Me comunico bem, como é que eu vou fazer isso? Isso é um desafio muito grande. E aí a gente vê outro ponto importante, que é, ele estava dizendo que não sabia falar porque ele estava se comparando com o faraó, que era um grande líder, um líder de uma nação gigantesca. E quando ele se posiciona, vai ter que falar. E vai ter que falar com o faraó, ele sente o peso, a responsabilidade, o confronto. Então todo líder que ele recebe um chamado, todo líder que ele precisa...
motivar pessoas, levar pessoas para um destino, para um chamado ou para aquilo que ele está disposto a levar essas pessoas, ele sabe da responsabilidade de ter que se comunicar. E aí volta nessas três dicas que eu quero falar. Primeiro, que toda vez que eu recebo um chamado para fazer qualquer coisa, seja no campo espiritual, seja profissionalmente falando, eu vou precisar investir na minha comunicação. Por quê? Porque a comunicação acelera os resultados.
E quando eu me torno um esposo melhor, um marido melhor, um pai melhor, através da comunicação, isso reverbera também na minha vida profissional e vice-versa. Porque é engraçado, porque toda vez que a gente pega um aluno, que ele vem para a gente para o curso de oratório, ele fala assim, puxa, eu quero melhorar no meu trabalho, eu quero liderar melhor.
A reboque vem junto esse presente, esse plus de se tornar um esposo melhor, um pai melhor. E aí a segunda coisa que ele precisa entender é o seguinte, toda boa comunicação é construída através de um princípio aristotélico, que é o patos, o etos e o logos.
Ou seja, a maioria dos profissionais, logicamente, por ser um profissional, ele já tem o logos, já tem conhecimento da sua área. Isso minimamente é necessário para você fazer milagres como Moisés fez e falar da palavra de Deus como Jesus fez. Mas ele também precisa do patos, ele precisa demonstrar paixão. Ele precisa demonstrar que ele gosta, que ele ama, que ele tem vibração, que ele tem entusiasmo naquilo. E por incrível que pareça, como você bem disse, ele também é treinado.
Porque às vezes a pessoa é uma pessoa mais introvertida, uma pessoa mais quieta, uma pessoa mais reservada, e ela acha que por isso ela não vai ser um grande comunicador. E Moisés tinha essa questão, ele falava, poxa, eu fui treinado como o segundo, o filho, aquele que era para ser o bastardo, que nem era para dar trono nenhum. Então eu nunca me imaginei no trono.
Ele se imaginava como uma pessoa tímida e introvertida. E daí na hora que ele recebe o chamado, ele pensa assim, eu preciso mostrar para as pessoas que isso vai salvar a vida delas. Então esse entusiasmo de fazer a coisa, ele pode ser treinado. E aí a gente treina o quê? A linguagem verbal e a linguagem não verbal.
A forma como eu falo, com uma boa dicção, com naturalidade, isso é muito importante. Como o Dr. Felipe falou, e é muito sério isso, às vezes as pessoas acham que precisam ser muito eloquentes, com palavras bonitas, verborrágicos, e não precisa disso. Ele precisa da sua simplicidade, mas obviamente ter um mínimo de entendimento e eloquência.
E a segunda parte é entender que o seu corpo fala mais até do que a sua própria voz. Se eu vou transmitir uma comunicação, uma mensagem, e eu não faço com o meu corpo, com essa intensidade e com a utilização dessa mínima regra de mãos, olhos, postura, infelizmente a comunicação vai se perder.
Quando eu comecei a falar de comunicação foi justamente por conta disso. Eu estava fazendo faculdade de teologia e na época eu estava estudando um determinado movimento religioso que era muito eloquente, eles pregavam muito bem, só que todos eles eram literalmente as cópias do seu líder maior. Literalmente. Falava do mesmo jeito, com a mesma entonação de voz.
o seu líder tem uma certa dificuldade na mão, eles imitavam essa dificuldade na mão, tudo igualzinho. Só que eles ganharam tanto campo no meio evangélico, no meio cristão, que isso chamou a atenção das igrejas mais conservadoras, principalmente porque elas não conseguiam fazer isso. Então, se você tiver o evangelho da graça, mas você falar de forma sem graça, mesmo esse evangelho acaba perdendo potência. Então, é importantíssimo a gente ter uma boa linguagem verbal, uma boa linguagem não verbal.
E terceiro, toda vez que eu vou estruturar uma apresentação, seja ela qual for, seja uma conversa aqui como a gente está tendo, ou seja uma apresentação maior, eu preciso ter um início impactante, um conteúdo relevante e um final emocionante. Eu não posso não causar uma boa primeira impressão nas pessoas e eu também não posso não entregar um conteúdo de forma estruturada, porque a atenção das pessoas é cada vez menor e você que...
que estão muito fortes na internet sabem disso, que as pessoas não ficam mais do que dois, três minutos assistindo o vídeo. Mas também, se eu não terminar muito bem o vídeo, a pessoa acaba não levando isso para a vida dela, não compartilha e não acaba tornando isso uma mensagem para si. Então, se a pessoa trabalhar esses três pilares, ela vai ter uma boa comunicação a partir de agora. Agora, uma coisa que envolve vocês dois ao mesmo tempo. É um caso pessoal meu.
Eu tenho quatro filhos, né? Quando a minha mais velha entrou na adolescência, eu comecei a sentir um afastamento emocional muito grande dela. É típico da adolescência, né? Começa a se trancar mais no quarto, não quer falar tanto com os pais e tudo. E aí, quando eu percebi isso, eu comecei a dar o meu jeito de resolver. Só que o jeito que eu encontrei de resolver... With that informação informação informação informação informação informação informação informação informação informação informação informação informação informação informação informação informação informação informação informação informação informação
a priori, era horrível. Porque eu queria impor as coisas, eu queria dar ordem, eu aumentava o tom de voz, você vai sair sim do quarto e vai fazer tal coisa assim, tá, tá. Conclusão, eu descobri emocionalmente que eu tava errando, porque eu não tava conseguindo acessar o coração dela com as minhas expressões emocionais. E a minha comunicação tava terrível, porque essa não era a linguagem que o adolescente entendia. Então eu comecei a estudar.
Sobre abordagem, approach com o adolescente. Comecei a perceber, primeiro, que ela era menina. Eu tinha que ter muito cuidado com as palavras. É diferente emocionalmente do menino. Ele só chama para jogar bola, ele vai. Que ela estava passando uma transformação de corpo, de mente. Eu tinha que me colocar no lugar dela. E aí eu comecei a criar um hobby para a gente ter algo em comum. Para ter motivo para a gente se falar durante o dia.
E eu acho que em 3, 4 meses de treinamento, literalmente treinamento, eu governei minhas emoções, melhorei minha comunicação, a gente se reconectou hoje, é uma benção da minha vida, sempre foi. Então assim, a gente pode perder quem mais ama, se não tiver governo emocional, saúde mental e comunicação efetiva. Não estou falando de você ser o melhor comunicador do mundo, não. Mas uma comunicação efetiva. Eu até dei um exemplo para vocês no bastidores aqui, a gente pode comentar esse fato.
de uma pessoa que me atacou na internet, nos comentários, que eu achei que era um hater, o cara me xingou, falou um monte de coisa. Quando eu respondi educadamente a ele, ele me chamou na mensagem e falou ô mestre, eu não queria te ofender não. E eu percebi que o cara não era um hater, ele só estava se expressando mal.
ele já estava se expressando mal, porque ele usou palavrão, aí eu já falei, opa, está me atacando. Então, como é que a gente pode, tanto com as pessoas que a gente ama, mais ama, como nosso cônjuge, nossos filhos, quanto com as pessoas que nem nos conhecem, mas insistem em dar opinião na nossa vida, como é o caso de quem está na internet, como é que a gente pode...
Manter a saúde mental, que é um grande desafio na nossa geração, porque a necessidade de aprovação do que os outros falam de você, de ser criticado, de ser exposto, de ser aceito, a necessidade neurótica de aceitação. Como manter a saúde mental? Essa é a pergunta do Dr. Filipe Batistella. E como melhorar a comunicação para quem está perto?
Porque às vezes você fica muito bom de palco. Eu sempre fui bom de palco. E estava errando na comunicação com a minha filha. Então uma coisa não tem nada a ver com a outra. São tipos de comunicação diferentes. Porque no palco eu me dava muito bem. Na hora de falar com ela, eu não tinha a habilidade de comunicação correta. Começar com o doutor Felipe. Saúde mental. Como é que a gente mantém? Tem algum exercício? Tem, tem. Eu gosto bastante de usar algo, que é um acróstico, é um macete que eu criei, que eu chamo de armas da saúde.
Então, eu até brinco, é como se fosse cinco pedrinhas que Davi sai ali para pegar no riacho. Ele usou uma só para derrubar o gigante Golias, mas muitas vezes o gigante que se posiciona na nossa frente é uma ansiedade, é uma tristeza desproporcional, é um estresse, é uma insônia. Então, a gente tem que estar munido com essas armas da saúde para numa situação de estresse.
a normal da vida, você consiga ter resiliência, passar por uma situação, sair dali não só bem, como melhor com o aprendizado. Por que armas da saúde? Primeiro há alimentação.
Não adianta querer ter saúde mental achando que só vai tomar remédio, está tudo certo. Não. Inclusive, recentemente, o pessoal de Harvard, se você quiser pesquisar lá, porque lá, Chris Palmer é um psiquiatra de Harvard. Ele descobriu que um tipo de alimentação chamado dieta cetogênica, se a pessoa faz isso corretamente com o acompanhamento de um bom nutricionista,
Depois de oito semanas, quer dizer, depois de dois meses, começa a haver uma remissão de sintomas ansiosos, tristeza, falta de prazer. Até pessoas com quadros mais graves, que têm alucinação, delírio, começam a diminuir isso. De uma forma que é impressionante para a psiquiatria como um todo, porque muitas vezes com um antipsicótico forte, às vezes não melhora, as pessoas estão começando a melhorar, de mudar a alimentação.
Então não adianta achar que vou ler a Bíblia, eu tenho fé e você não me pega. Olha, o corpo é o templo do Espírito Santo. Zelar da tua saúde é zelar do corpo onde é habitado pelo Espírito Santo. Então cuidar da nossa alimentação é importante. Essa dieta cetogênica é um exemplo, mas toda vez que a gente evita alguns vilões da nossa saúde, principalmente o glúten que é presente no trigo.
A caseína, a lactose presente no leite e nos derivados O açúcar e o álcool Quando você evita isso, o seu corpo entra num processo de desinflamação
E não é só o questão, então vou ficar magro, não é sobre perder peso. O teu intestino sai de um nível chamado de disbiose, que é um descontrole das bactérias intestinais. Ele sai desse nível e começa a produzir e absorver bem as substâncias, os ácidos graxos, deixando teus neurônios mais fortes.
as conexões deles melhores e começa a produzir um negócio que chama beta-hidroxibutirato. Parece um palavrão, mas é como se fosse uma gasolina de avião para o cérebro. Melhora a foco, a atenção, sabe? Produtividade, melhora a qualidade de sono. Quem tem esses problemas que dói tudo, começa a melhorar, Tiago.
Então, armas da saúde, cinco estratégias para ter saúde mental, alimentação. R é relacionamentos. Aí eu acho, nossa, glória a Deus pela sua vida de pessoas que, assim como você, ensinam a pessoa a identificar quais guerras são delas. Esse dia eu estava lendo uma carta de Timóteo, achei muito interessante, mexeu comigo. Quando Paulo fala assim, combati o bom combate, encerrei a carreira e guardei a fé. Muitas pessoas adoecem porque elas entram em guerras, em conflitos que nem são para elas. Mãos combates.
Às vezes é uma distração, eu me enfiar, queria resolver o problema dele, porque isso me autoriza a esquecer do meu. Aí eu nem encerro a carreira que me cabe, entro num combate que não é meu, isso aumenta o meu nível de estresse, aumenta o nível de cortisol, se eu tiver uma predisposição genética, daqui a pouco eu estou adoecido, tenho que entrar na medicação. Então, aprender a identificar quais guerras, quais conflitos, e resolver eles, isso é importante. Aprender a...
reconciliar, principalmente na figura de pai e mãe. Quando a gente faz essa reconciliação, é mais ou menos como está escrito lá em Malaquias 4, 6, e converte o coração dos pais aos filhos e dos filhos aos pais para que eu não fira a terra com maldição. Adão foi feito o pau da terra. Então, pessoas que estão em desavença, por mais que teu pai e tua mãe tenham sido terrível, esse processo de voltar e liberar perdão, ou pedir perdão, isso daí tem um poder que...
remédio nenhum da psiquiatria consegue resolver. A gente é prova disso no método Destiny, né, Ué? Como o pessoal chora nesse momento, né? A gente tem um momento de perdoar. Pra você que quer fazer o método Destiny, QR Code na tela, não perca. Próxima turma em abril.
Está vendedor hoje, está ganhando comissão. Depois a gente fala disso. Não, não, não, não falar nada disso não. Anunciou porque quis. Então esse R dos relacionamentos lá do Armas da Saúde é importante. E assim, como eu me relaciono com Deus?
Como eu me relaciono comigo mesmo? Como eu me relaciono com o próximo? Tem gente que olha pra Deus achando que ele é um empregado. Você serve a Deus, mas no fundo você quer que ele te sirva, que faça a sua vontade. Eu era assim antes. Porque como eu fui criado num ambiente religioso, eu ia à igreja todo domingo e eu falava assim, então Deus agora tem que fazer a minha vontade. Eu tô indo na igreja, nunca faltei culto domingo, eu era assim. Aí eu tive que passar por umas...
dificuldades extremas para entender que ele é Deus e a gente é pó. Agora, Everson, antes do doutor continuar com as armas, só uma pergunta aqui rápida. Por exemplo, Deus me confia...
um ministério, uma mensagem, ou até uma vida profissional. Porque tem o Tiago Brunet profissional, que eu sou escritor, fundador do Instituto de Educação e tal, e tem o Tiago Brunet ministerial, que são nossas pregações de domingo, que você assiste a palestra bíblica do programa Boas Notícias. Se Deus tivesse me entregue isso, e eu não...
me comunicasse, e aí eu vou explicar para você minha visão de uma boa comunicação para você comentar profissionalmente.
Comunicação para mim não é só falar bem. Até porque eu, quando comecei, não falava bem. Eu comia as palavras por causa de ansiedade generalizada. Eu não conseguia terminar uma frase. Então, gente, Jesus foi... Eu falava a próxima frase, a pessoa não entendeu a primeira. Se você pegar minhas primeiras pregações, eu tive que me escutar muitas vezes. Eu me escutei muitas vezes. Caramba, eu como as palavras. E às vezes alguém reclamava na internet. Não entendi porque você partiu para a segunda frase sem terminar a primeira.
Tinha problemas de dicção e algumas coisas que eu estou resolvendo até hoje. E aí eu percebi que mesmo assim as pessoas me escutavam. Então, peraí. Eu não era o melhor em termos de palavras, de eloquência, mas as pessoas me escutavam. Mas eu tinha uma coisa. Eu sabia contar a história. Aí eu percebi que é lógico que se você for eloquente, maravilhoso. Se você tiver uma dicção perfeita, maravilhoso. Mas tem coisas que contam mais.
Por exemplo, o que a gente chama hoje de storytelling. Você ter a habilidade de contar algo que prenda, retenha a atenção da pessoa. Qual o comentário profissional que você pode fazer em relação a esses tipos de comunicação? Desde da didática, da fonética, até a habilidade de contar uma história.
Quando a gente pensa em comunicação, tem muita gente que pensa nesse padrão Thiago Brunet, 2026, do palco. Um cara que fala bem, se comunica bem, tem um podcast eloquente, tem um nível de sabedoria muito acima da média. Mas, por incrível que pareça, tem gente que não se conecta com esse Thiago. Tem muita gente que se conecta com aquele senhorzinho que fala daquele jeito, umildezinho e tal. Então, a comunicação nada mais é do que tornar comum e fazer com que a mensagem seja entendida.
Obviamente que à medida que eu quero atingir um público maior, melhor, mais qualificado, o nível de comunicação que eu tenho que ter vai precisar melhorar. Tanto que o cantor, rapidinho, o cantor de rap ou de funk, ele geralmente não fala o português correto e se comunica com uma multidão. Uma multidão. Ou seja, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Verdade. Ele vai pegar público diferente.
Inclusive excluindo alguns que odeiam esse tipo de comunicação e está tudo bem. E outros que amam. Mas o fato é, o que todo mundo precisa para ter uma boa comunicação é saber contar boas histórias. E quando a gente pega o exemplo do maior comunicador que já passou por essa terra, que é o próprio Jesus, a gente viu que ele tinha essa capacidade de simplificar conceitos teológicos profundos em storytelling, parábolas. Então quando a gente analisa os grandes comunicadores e as grandes empresas que hoje têm sucesso, elas são...
voltas de grandes histórias. Eu acabei de voltar de Orlando e a gente fez uma imersão em várias empresas lá no Complexo Disney, enfim, várias empresas dos Estados Unidos e todas elas, quando você vai visitar a empresa, conhecer o case da empresa, eles começam.
Walt Disney fez isso, ele fez aquilo, ele plantou essa árvore, ele fez dessa forma. Walt não gostava que fazia desse jeito. Aí você vai lá para uma outra empresa, a Apple, o Steve Jobs fazia assim, ele pensava desse jeito. E aí a gente foi numa outra empresa, enfim, só a título de comparação, e aí essa empresa tinha uma dificuldade enorme de se contrapor à Disney, embora fosse da área de entretenimento, embora fosse da área de parques. E a pessoa que estava fazendo o tour guiado conosco, ele explicou que...
nós temos uma dificuldade muito grande, porque nós ainda não conseguimos estabelecer a nossa cultura, porque a nossa empresa está no oitavo dono. Então, a gente ainda não tem aquele storytelling que a Disney tem e tal. Ou seja, saber contar boas histórias é fundamental. E essa capacidade é tão importante, que mesmo numa conversa mais simples, quando alguém fala assim, eu tenho um negócio para te contar. É sério. Não, você vai ficar de cara. Um negócio assim.
Todo mundo para para ouvir, todo mundo para para prestar atenção. Agora, existe técnica para isso. Então, resumindo qual é a boa técnica de uma boa história, toda boa história precisa primeiro de uma atenção, porque a gente não quer ouvir uma história que seja sem graça, flat, então ela precisa de uma boa atenção. Ela precisa de reviravolta, ou seja, um momento onde a coisa...
filme, tem que ter um vilão, tem que ter a reviravolta. E quem nunca chegou no final de um filme, o final de um filme foi ruim, e aí você fala assim, poxa, eu ainda fiquei duas horas da minha vida perdendo tempo nessa porcaria. Mas talvez o filme não foi ruim, talvez foi o final que foi ruim. Se ele te prendeu até o final, talvez não seja tão ruim assim. Então, essa estrutura narrativa de ter uma boa atenção, de ter uma reviravolta, ter uma história de um herói que vence...
ela vai servir para a maioria das pessoas que querem contar suas histórias e que principalmente querem propagar e fazer com que a sua empresa cresça, que a sua empresa seja valorizada pelos seus próprios colaboradores. As empresas que contam histórias, elas têm um turnover muito menor. As empresas que têm uma história, os colaboradores são muito mais apaixonados. Consequentemente, você tem um nível de engajamento maior, um nível de pessoas que compram a sua história melhor.
E você está falando, eu fiz uma reunião com a minha equipe pessoal recentemente aqui, peguei uns vídeos da internet, falei assim, quem é esse cara aqui? Não sei, e esse aqui? Também não sei, eu falei, também não conheço. Dá uma olhada em quantas milhões de visualizações ele está. Caramba! E tal. Vamos ver qual é a formação dele? Nenhuma. Qual é a experiência dele? Nenhuma. Tá, como é que ele viralizou assim? Porque acabou a era do conhecimento. Depois da IAR?
Tudo que eu estudei, o cara bota um texto na IA e fala melhor do que eu. Se o cara for um comunicador, ele viraliza mais do que eu. Perfeito. Então, isso é assustador. Porque a pessoa não tem formação. A pessoa era ninguém antes de ontem. Não tem experiência com nada, mas ela sabe se comunicar. Então, ela bota aqui o texto de IA, ela digita o prompt certo, pega um textão de IA e pum, grava. 20 milhões de reais. E às vezes o vídeo explode e ela é conhecida como um grande pensador. É claro que aí eu pensei muito sobre isso.
Essa pessoa não tem chance de se estabelecer. Estabelecer. Ela tem chance de viralizar. Por que não se estabelecer? Porque para você se estabelecer, exige outros tipos de apresentação. Você vai ter que fazer uma palestra, você vai para um podcast. Ali não tem a IA. Ali vai ser o seu raciocínio mesmo. Vai ser o seu conhecimento. E geralmente a pessoa vai dançar ali. Agora, voltando para o Armas do Dr. Felipe.
A é alimentação, R é relacionamentos, M? M é de meditação. Meditação. Como é que você define meditação? O que é uma meditação, de uma forma simples para a gente entender? Meditação é quando você cala a voz da boca, tenta calar a voz do pensamento para observar de fora o que existe gerando esses pensamentos. É se colocar como um observador de fora. Boa.
Porque senão você começa a confundir a sua vida, a sua essência com aquilo que você pensa. Talvez uma pequena parte dos seus pensamentos tenha a ver com a sua essência. Só que se você não sai do automatismo, daquela dia a dia, aquela sensação assim, nossa, a vida está passando tão rápido, a gente nem observa. Cuidado, você não está meditando. E existem algumas estratégias de meditação. Uma que mais tem um vazamento científico é a mindfulness. Mas a que eu mais gosto...
É aquela que passa do nível. Vou fazer uma técnica para esvaziar a minha mente, mas só ficar com a mente vazia, a meu ver, isso não gera edificação. Então a meditação que, a meu ver, é a que mais transforma a vida da pessoa é a meditação bíblica.
onde você vai para princípios milenares que já dão certo há um bom tempo e começa a analisar aquilo, não só no sentido de leitura. A meditação, ela evolui, ela é muito mais do que ler. Ela é como se você fosse examinar a Bíblia, mas no final das contas, ela que examina você. É porque você se enxerga ali, né? Exatamente.
Você sai com um diagnóstico, nossa, não é que eu me conectei com Moisés, não é que eu me conectei com Estevão, nossa, olha a dor dele, a dor dela, olha só, aí você consegue tirar um insight, óbvio que quem tem fé e faz isso guiado pelo Espírito Santo, você transcende o nível de conhecimento humano para um nível de sabedoria que vem do céu, mas depende de querer, de se dedicar, se a gente lembrar de Josué.
Qual foi o conselho para ele, depois que perdeu Moisés lá? Ser forte e corajoso para meditar na palavra dia e noite. Porque se ele tivesse intimidade na meditação com Deus, quem derrubava as muralhas de Jericó era Deus, não era nem ele. Então isso traz uma paz que excede todo conhecimento.
Então a meditação, especialmente essa meditação bíblica, ela é transformadora. Aí se você chegar naquela parte, a honrar pai e mãe, aí volta naquele testemunho que você deu com a sua filha. E tem a ver com a questão da oratória.
Porque todo mundo enche o peito, né? Rapaz e mãe, precisa mesmo a sua mãe e seu pai, às vezes. Olha o jeito que você está falando comigo. Mas ninguém gosta de ler lá em Efésios o versículo que vem depois. Vós, pais, não provoquei a ira de vossos filhos, mas criai-vos na admoestação do Senhor. E a admoestação, uma vez eu fui procurar e tem a ver bastante com essa técnica de storytelling.
Você começou a contar, meu pai fazia isso comigo, meu saudoso pai, ele contava dores da época dele, isso gerava uma conexão comigo, e chegava uma hora, Tiago, eu amava e respeitava, na verdade eu respeitava muito mais o meu pai pela dor que ele passou, eu via que ele era humano.
tão frágil quanto eu, e aquilo gerava um respeito, um amor, que quando eu pisava na bola, Tiago, se meu pai olhasse torto, eu falava, meu Deus do céu, o que eu fiz com o pai? Então ele chegava no meu coração contando com storytelling, não inventando nada, mas contando os dilemas dele. Às vezes você, como pai, como mãe, quer ser o bonzão, você não sabe o que eu já passei. Fala, ele não sabe.
Sua filha não sabe mesmo. Então conta o que você passou e no final você cria uma conexão com o momento que ela está. Não é não é falar jogando na cara não. É explicando com uma boa comunicação, contando uma história. Aliás, a gente está falando de criação de filhos. Você fica atento, você que é nosso ouvinte aqui no BruneCast, que esse ano de 2026 já está tudo fechado. A gente já está na reta final da programação educacional para a gente lançar.
o curso de criação de filhos do Instituto Destiny. Assim como a gente tem uma esteira educacional aqui, Método Destiny, Clube de Inteligência, o Destiny Mind, que é para empresários, a gente tem uma esteira de educação aqui, o Ganho Mundo Sem Perder Alma, que é o nosso aventureiro de finanças e riqueza, a gente agora já está indo para a área de educação de filhos, criação de filhos com grandes especialistas, então em breve você vai ter acesso a isso.
Agora, falta o A e o S do Armas, para a gente fechar a ideia. Segundo a atividade física. Tem muito científico que mostra, estudo científico que mostra que quem faz exercício físico moderado todos os dias, isso libera mais endorfina. Irizina, por exemplo, é um tipo de endorfina que diminui o estresse, dá mais satisfação, dá mais bem-estar, melhora a qualidade do sono. E a maior parte das pessoas só faz exercício no dedinho na tela aqui.
Ah, eu não nasci para isso, não nasci para movimentar. É o Wesley, o Wesley. Eu falei para ele, ele está treinando. Não, não, ele vem de patinete para o escritório. Elétrico, né? Nem usa perninha, né? Não, patinete é elétrico. Ele fala que dá muito trabalho a perninha, assim, porque é muito. Ele quer evitar a fadiga. Lembra do Jaiminho, do Chaves, que ele quer evitar a fadiga? Agora, e o Wesley?
E o pessoal fala, mas não é bíblico isso. Às vezes quando eu vou falar nos ambientes... Atividade física. Eu falo, ah, é, né? Então quer dizer que Jesus, Pedro, Paulo, ele pegava um Uber, né? De helicóptero. Subia um monte andando. Então o tempo todo... Teleférico.
Se a gente analisar, o que eles faziam? O jejum tem um significado espiritual, mas quando o corpo fica mais de 24 horas em jejum, começa a morrer célula que está defeituosa. O prêmio Nobel de Medicina defendia o jejum. Em cima do jejum. Então, assim, está na Bíblia assim, exercitar. O problema é quando você usa o exercício físico para cultuar o próprio corpo. Aí a gente sai de um nível de saúde para um nível de soberba, de arroconha. Deixeirinho.
Hoje está para vocês. Hoje é para vocês. O Teixeirinho, né? Ele é muito, ele é muito. Ele acha que é bodybuilder. Depois bota uma foto do Teixeirinho aqui na tela para vocês saberem quem é. E o S? O S é sono. As pessoas me procuram muito.
Doutor, qual que é o melhor remédio para dormir? Qual que é o melhor calmante? Como que eu saio do pan, do lã, dos tarja preta da vida? E como que eu faço isso? Inclusive, uma das motivações para eu estar na internet, eu comecei a me incomodar com um monte de vídeo bobeira. Igual você falou, às vezes o cara não sabe de nada, mas fala bem falado.
E a pessoa chega na frente nossa, que estudou, é, mas eu vi isso aqui, tal, tal, tal. Eu falei, quer saber, em vez de falar mal de quem faz isso, deixa eu parar de ser hipócrita e aprender a me comunicar para eu ensinar o que é certo. É isso aí. Então, se você acha ruim que fala um monte de besteira na internet, você se esconde, não vai lá treinar, não procura bons conselheiros para aprender isso.
é melhor você ficar quieto, senão você aprenda a se comunicar, ensina o que é certo, em vez de criticar. Até porque falem bem ou falem mal, falem de mim é uma métrica do marketing. Então, se você fala mal de quem faz coisa errada, você não está ajudando a pessoa, você está promovendo quem está fazendo coisa errada. Exatamente. Um estudo que eu tenho de engajamento é que você precisa ter 30% de haters para poder viralizar.
É absurdo, né? Tem que ter gente te odiando para poder ser viral. Agora, Eberson, isso que o doutor falou é muito importante. Às vezes a gente é bom, tem um diploma de psiquiatria, né? Poucos podem ter. A gente tem boa motivação.
Só que prefere apontar o dedo do que ir lá fazer. Porque se ir lá fazer, exige que você fale bem, tenha coragem de dar cara na internet. Tem muita gente que não faz isso aqui. Oi, gente, bom dia. Porque fala assim, mas se me criticarem. Ué, mas vão criticar, eu já te dou a certeza. E se não, vão.
Você tem que ter saúde mental para lidar com isso. Porque um dos preços da nossa geração é a publicidade, que é inevitável. Se você quiser se posicionar de qualquer forma, de qualquer jeito, seja na vida pessoal ou na vida profissional, você vai ter que estar online, publicidade. E isso vai atrair haters, críticas, gente que gosta, gente que não gosta. Aquilo que você falou. Tem gente, eu posso ser bom no que eu falo, mas tem gente que não me escuta, mas escuta uma outra pessoa.
Por quê? Às vezes o jeito que eu falo, o tom de voz, como eu me vi, a gente não gosta de todo tipo. Por isso que a gente tem que sempre treinar pessoas. Porque às vezes não conecta comigo, mas conecta com alguém que eu treinei. E até a expansão do Evangelho pós-Jesus foi assim, com pessoas diferentes. O que a gente pode fazer? Qual o conselho que você pode dar para as pessoas que têm a capacidade técnica
tem o diploma ou tem o conhecimento, mas não tem a coragem. Ou pelo medo da crítica ou pela falta de habilidade. Tem algum exercício que ela pode fazer. Além disso, lógico, vou lá para o transformatório com o Everson. Mas além disso, em casa, ela pode fazer alguma coisa? Pode. Treinar no espelho, isso existe? Pode. Grandes líderes, antes de tudo, eles são grandes comunicadores. Então a gente tem que entender que se eu quero algo grande, se eu sonho com uma vida extraordinária, a premissa da comunicação é super importante.
Porque a comunicação é mãe de todas as habilidades do crescimento, da evolução, das habilidades sociais. Se a gente fala de programação neurolinguística, a gente está falando de comunicação. Se a gente está falando de liderança, a gente precisa de comunicação. Se a gente precisa negociar melhor, a gente precisa de comunicação. Se a gente quer vender... O legal é o evangelho.
Pregar o evangelho precisa de comunicação. Já imaginou? Você como pastor, líder, tem esse chamado, sente que Deus te chamou para alguma coisa. E chega na hora de você subir num púlpito, de você fazer alguma coisa diante das pessoas, você não consegue, você trava? Então você não está só travando a sua credibilidade, mas você está travando a transformação de outras pessoas. Então toda pessoa que ela vai para a atividade de falar...
Ela tem que tirar da sua cabeça, do seu olhar, o que está fazendo para ela mesma. Porque a partir do momento que eu decido ajudar alguém, a partir do momento que eu faria isso para salvar meu filho, a partir do momento que eu faço isso porque eu tenho um propósito maior, eu paro de olhar para mim, para as minhas vaidades, para os meus concorrentes. Porque é muito comum ver as pessoas, quando elas vão para a internet, elas falando para o seu concorrente. Então, os termos que ela quer usar são termos muito robustos, um termo muito elitizado e tal, porque o concorrente dela fala assim,
Só que ela esquece que o público dela não fala assim, as pessoas que vão ter acesso ao conteúdo dela precisam se conectar e não tem o mesmo nível de informação que ela. Então, se eu pudesse dar uma super dica de ouro para a pessoa que precisa e quer se comunicar de verdade, eu diria pare de olhar para dentro.
E comece a olhar para as outras pessoas, olhar para fora. O que você pode fazer por outras pessoas? Como é que você pode ajudar outras pessoas com o seu conteúdo? Porque se uma pessoa, ela acredita que o conteúdo dela é bom de verdade, se ela acredita que ela tem uma mensagem transformadora...
verdadeiramente ela investiu a verdadeira naquilo, é uma falta de vergonha, é uma falta de discernimento, é uma falta de inteligência ela não comunicar isso, porque ela está em pecado. Porque o que é o pecado, se ele não é o desvio da rota? O que é o pecado, se ele é pegar aquilo que Deus fez e transferir ou mudar a...
Mudar por que aquilo foi feito de fato. A Bíblia diz que aquele que sabe fazer o bem não faz, comete pecado. Comete pecado. Então se eu tenho alguma coisa muito boa, alguma coisa pertinente, e eu não estou comunicando, eu estou literalmente indo contra a palavra de Deus. E é muito ruim ver pessoas criticando na internet. Às vezes critica pastor, critica líder, critica pregador.
Ah, mas esse cara é muito raso. Ah, mas esse cara só fala disso. Mas esse evangelho dele é um evangelho assim. Mas essa pessoa não se levanta para dar o ponto de vista dele. E Paulo diz que a graça é multiforme. Então se eu tenho uma graça e eu enxergo a graça dessa forma, eu enxergo o evangelho dessa forma, naturalmente é minha obrigação eu transmitir isso.
Então, toda pessoa que ela acredita que foi chamada por Deus, ela tem obrigação de falar. Agora, sem esse paradigma de achar que ela precisa ser um ser diferente, de falar com uma voz grave. Não, comunicando numa conversa como a gente está aqui. E outra coisa também, Everson, que a gente tem que quebrar é que nem sempre... Eu acabei de escrever um livro.
De urgência, foi a primeira vez na minha vida que isso aconteceu. Por causa de umas reuniões que eu tive, a proximidade da Copa do Mundo, eu em sete dias escrevi um livro chamado O Jogo da Vida. Uma epifania, praticamente. É, que é como o futebol nos ensina sobre a vida e os negócios.
Ou seja, o livro não é sobre futebol. Tiago não gosta de futebol, não é sobre futebol. É sobre vida e negócios, só que usando futebol como alegoria. Entendi. Como os graus comparativos. Como o jogador sempre quis ser jogador, por isso que aos 18 anos ele está brilhando. Enquanto quem não sabia o que queria ser desde a infância, com 18 anos, está tentando ver qual faculdade vai fazer ainda. O jogador já está no Real Madrid com 18. O jogador com 14 já tem contrato. Com 14 já está assinado. Eu falo sobre banco de reserva, falo sobre treinamento e constância.
Falo sobre o jogador de futebol é o único ser humano da terra que nunca ficou sem técnico em nenhuma fase da vida. Quando ele tinha 3, 4 aninhos, era o pai, era o avô, o avô levado na beira do campo. Depois, quando ele entra para o time de base, é o treinador da base, depois é o técnico do time que ele foi contratado. A gente fica sem treinador a vida toda. Só quando a gente, ah, eu quero passar para uma multinacional, aí procura um treinador para tentar... Eu estou falando muito mal.
O jogador não, ele sempre teve, desde criança. Eu vou aplicando o futebol na vida. Mas por que eu estou falando isso? Porque tem uma parte do livro que eu conto justamente que a trave emocional de alguns e a falta de habilidade de comunicação de outros acaba fora dos campos, fazendo eles perderem o jogo da vida.
Eles ganham no campo, cada habilidade específica, habilidade motora, a qualidade do jogo, mas fora do campo eles perdem. E na nossa vida é assim também. Se a gente não desenvolver certas coisas, a gente pode usar o sucesso de uma área só para justificar o erro das outras. Não funciona. A tristeza, a derrota é certa. Então, como é que a gente pode hoje deixar um conselho?
tanto baseado na psiquiatria, na saúde mental e emocional, quanto na comunicação, para as pessoas que não querem se dar bem numa área, elas querem ser, no mínimo, saudáveis em todas. Porque, por exemplo, eu não quero ser um bom escritor e um péssimo pai. Mas eu também não quero ser um bom pai e um péssimo provedor financeiro.
Talvez não tenha sucesso em tudo. No livro eu falo, talvez você nunca chegue no Real Madrid.
Mas se você jogar no time da sua cidadezinha, ainda assim tem torcida. Se você for no interior, alazão do Nordeste, nosso Nordestão, tem um timinho lá que às vezes você nunca escutou falar, vai no jogo para ver se não tem torcida. Então, às vezes você não vai ser o melhor comunicador do mundo, vai ser famoso, mas vai ter uma torcida por você. Outra coisa que eu falo no livro é, nem todo mundo que é famoso é relevante, e nem todo mundo que é relevante é famoso.
Aí eu dou o exemplo do fisioterapeuta do time. Ninguém sabe o nome do fisioterapeuta do Barcelona. Mas sem ele, o jogador não chega no máximo do seu potencial. Então ele é fundamental, ele é relevante, só não é famoso. Agora, todo aquele que é famoso e relevante, ele é um bom comunicador. Não, exatamente. É nisso que a gente quer chegar. Então vamos lá. Qual o conselho que vocês dão para quem...
que é ser relevante. Porque a fama vai depender de várias coisas como destino. A gente não tem como prever. Hoje eu sou um pouco conhecido na internet, algumas pessoas me reconhecem na rua, mas nunca previ isso. Meio que o destino. Mas ser relevante dá para prever, porque é comportamento e treinamento.
qual o conselho, primeiro o emocional, técnico, científico, para a gente ser relevante na vida, no que faz, e depois o de comunicação, para a relevância. Oi, pessoal, aqui é a Astrid. Deixa eu te falar uma coisa como mãe, tá? A gente tenta acompanhar tudo, mas quando o assunto é internet, é insano conseguir ver de perto. Por isso, eu achei legal dividir uma coisa com vocês. No TikTok, contas de adolescentes já vêm com mais de 50 configurações de segurança e privacidade ativadas automaticamente.
E ainda tem a sincronização familiar, onde pais e responsáveis conseguem ajustar conteúdo e tempo de tela de um jeito bem simples. Assim, a gente fica mais tranquila, né? Clique no banner e saiba mais. Pra você ser relevante e marcar gol na vida, dentro de casa, que o campo mais importante, a meu ver, é a nossa própria família. É aquela da base, né? E às vezes, em vez de você olhar pra tua mulher, teu marido, teus filhos como pessoas do mesmo time, é um jogando contra o outro.
Então, identificar quem de fato está do seu lado, ou se é você que não está contra as pessoas que você deveria estar ao lado. Isso é muito importante, que se você não cuidar disso dentro de casa, é um estresse absurdo, adoece. Acionar o armas da saúde. Resumindo o acrótico.
Cuidar da alimentação, resolver, aprender a lidar com pessoas, melhorar os relacionamentos, ter uma vida de meditação, aconselho fazer meditação bíblica, refletir nisso que já dá certo há tanto tempo. Fazer atividade física, recentemente foi comprovado que quem...
dar todos os dias 7 mil passos, diminui muito o risco de desenvolver Alzheimer, e você está sentado aí na cadeira, tudo bem agora que está assistindo o podcast, mas depois você sai e vai dar uma andadinha, regularidade, aí você... E o sono? Quem se alimenta bem, Tiago? Quem cuida dos relacionamentos? Vai dormir lá do Shrek? Não, é o meu marido, é a minha esposa, não é a Fiona, mas aquilo está resolvido.
Você consegue entrar num ambiente de paz, ir para o seu secreto, além de oração, jejum, mas meditar na palavra. Você se exercita. O que acontece com o sono? Você dorme bem. Então, o sono tem muito a ver com essa nossa disciplina.
De cuidado, alimentação, relacionamentos, meditação, atividade física. Ele tem que dormir bem de 7 a 9 horas de sono por noite. 9 horas do early dorme, 9 e meia. 9 horas e meia por noite. É que eu ouvi um doutor falando que a gente precisa dormir bastante, então das 9 às 9 é o bom horário. É o bom horário. Ele vê o cara que não tem formação, porque quem dorme... Ele está escutando esse influência de internet.
Mais que 9 horas de sono, aumenta risco cardiovascular. É só você pegar um dia... Já se deu mal. Eu durmo das 9 às 9 só de segunda a sexta. Agora, esse negócio de sono é tão importante que afeta a comunicação. Sim.
Uma das coisas que eu valorizo, o pessoal que viaja comigo para as palestras que eu faço no Brasil, eu falo, olha, vai acabar o evento. Mesmo que o contratante insista para jantar, para qualquer coisa, eu não como tarde e eu durmo cedo. Ótimo. Porque eu preciso estar bem para falar no outro dia. Ótimo. Então é uma coisa que eu sempre valorizei. Por quê? Porque uma vez na minha vida só, eu saí nesse negócio, vamos jantar, dorme tarde. Acordei no outro dia com a mente muito mais fraca, dei uma palestra mais ou menos de manhã.
E aí me senti tão mal com aquilo, nunca mais eu vou errar nisso. Aí você chegou no ponto que eu ia chegar, quando você usa armas da saúde, você diminui o risco de ficar irritado, impaciente, esquecido. Porque tem gente que fala assim na comunicação, mas eu falo a verdade, Tiago, eu falo a verdade. Mas quem não está bem, não está descansado, se alimentando, por estar mais irritado, ele fala a verdade, mas sem amor. E a verdade sem amor é crueldade.
Aí você comunica, mas você machuca. Isso é terrível. Então é muito importante cuidar a saúde mental. E algo que eu tenho feito bastante com Deus, eu e minha esposa Vanessa, a gente tem clamado muito para Deus transformar as traves da nossa vida em ciscos.
A gente lembra do Sermão da Montanha? Você fica olhando lá, olha a trave que está na sua frente. É até legal com o seu livro, porque às vezes você está olhando o defeito do outro, olha a jeito que ele fala, nada a ver, olha isso, olha aquilo. Você está olhando o cisco do outro, mas tem uma trave na sua frente, um orgulho, uma soberba, uma desculpinha, um excesso de justificação.
traumas, crenças limitantes e assim, por que que é trave? Se você tá com um negócio na sua frente há anos, pra você aquilo nem é um problema mais, isso faz parte da sua vida. Exato, do jeito ruim. Do jeito do mal, né? Então começa a pedir pra Deus o seguinte Senhor, transforma traves em ciscos, porque o cisco incomoda.
E aquilo que incomoda, a gente vai lá, Tiago, tira aqui para mim, Eferson, joga uma água, sopra aqui para mim, como que faz agora? E existem profissionais que Deus deixou na terra para nos ajudar nisso, mas existe o refrigério da palavra, a água viva que é Cristo, para limpar aquilo que tem que limpar e você voltar a enxergar aquilo que impede você acessar o próximo nível, para entrar no fluxo do propósito que Deus tem para você na sua terra.
Isso gera saúde mental, diminui medicação e dá uma vontade de falar com todo mundo, porque agora você não é mais um celeiro que retém trigo, você quer levar esse alimento para pessoas que estão famintas, precisando ouvir você. Agora, é, Vesson, muito bom, doutor. Para a pessoa ser relevante, seja lá o que ela faz, seja um jogador de futebol, seja um empregador, seja um empresário, seja o trabalhador CLT.
Qual é a dica de comunicação para relevância? Para a pessoa ser lembrada. Olha só, Tiago. Ser importante para alguém. Ser importante, né? Para alguém. Para alguém. E o fato é o seguinte. Toda vez que a gente pensa na relevância, a gente tem que entender a pirâmide da vida na relevância das pessoas. Porque normalmente uma pessoa, ela começa...
não é ninguém, ela não é relevante para ninguém, não ajuda ninguém, ela vive a vida dela, às vezes nem paga as suas próprias contas, alguém paga, aí ela vai para o mercado de trabalho, ela se torna um generalista, o nível de relevância dela é relativamente baixo, por isso que ela é facilmente substituída. Agora, à medida que ela...
adquire conhecimento em alguma área. À medida que ela se torna um especialista em alguma área, ela começa a se tornar mais relevante. E essa especialização faz com que ela ajude muito mais pessoas, consequentemente, a sua relevância vai aumentando. Agora, tem uma linha muito importante, quando ele sai da linha do especialista para a linha de alguém que é referência.
Que a partir do momento que ele é referência, a amplitude daquilo que ele faz é muito maior, o sucesso dele é muito maior, financeiramente ele cresce muito mais, ele tem muito mais prosperidade, o nível de pessoas que ele ajuda também é muito maior. Só que o desafio está justamente aqui, porque para ele sair do nível de especialista, para ele se tornar uma referência, ele precisa, obviamente, de uma boa comunicação.
Porque o mundo hoje está cheio de especialistas. Tem muita gente que é boa naquilo que faz, só que ele não sabe transmitir aquilo. Então, ele é bom naquilo que ele faz, só que à medida que ele se torna um líder, ele não é um líder relevante, porque se ele sai, ele cria um rombo na empresa. Porque se ele sai, ele não deixou outros ensinados, ele não criou uma metodologia, ele não ajudou outras pessoas a chegarem no nível dele. Então, ele é só um especialista que talvez tenha um cargo de gestão e liderança.
que ele vai, se torna uma referência, a referência é aquela pessoa que ela é boa no que faz, tem seu método próprio, ela ajuda outras pessoas a crescerem junto com ela. E quando ele se torna referência nesse nível, aí ele vai para o nível de autoridade. Ele chega num nível tão alto que aquilo que ele fala, as pessoas seguem, ele cria uma metodologia, ele cria um instituto. Por onde ele vai, as pessoas têm prazer de ouvir a voz dele, porque a voz dele impacta. Todos os dias tem gente que acorda lá...
6h59 da manhã pra ouvir, puxa, eu quero ouvir isso aqui porque isso vai me ajudar no meu dia a dia, isso vai me transformar o dia, no meu dia, num dia melhor. Então esse nível de autoridade, esse nível de relevância se dá por quê? Porque eu ajudo muito mais pessoas. Então a comunicação é fundamental pra isso, porque ela turbina o meu propósito. Ela faz com que eu não só apenas seja bom no que eu faço, mas eu saiba multiplicar e as pessoas saibam disso. Você tá contando isso aí, a ver se eu tô lembrando de uma história recente. Minha.
apareceu uma bolinha no meu rosto. Aí, a princípio, eu passava a mão assim, não me incomodava e tal. Aí, passou um tempo, a Janine falou assim, Tiago, vai ver isso. Está começando a me incomodar. Está crescendo essa bolinha. Vai ver o que é. Aí, a esposa manda, né? Você obedece. O que eu fiz primeiro? Peguei os mais famosos.
quem estava falando melhor na internet. Então eu peguei essa especialização médica, fui em três, maravilhosos, maravilhosos em termos de posicionamento, Instagram com 2 milhões, e não sei o que, os caras me conheciam, graças a Deus, foi fácil o acesso, primeiro foi assim, cara, isso aí...
a gente tem que fazer uns exames e tal, não é nada sério, mas eu não mexeria não e tal. O segundo falou, isso é só uma massinha, não tem solução, porque se for tirar, vai ficar uma cicatriz e tal. O terceiro deu uma outra desculpa, conclusão, nenhum dos três resolveram. Eu voltei para casa, em um período de uma semana, entre uma consulta e outra, falei, não tem solução, parece que é uma bolinha de massa que cresce e tal. Resolve isso.
Eu estava no meu condomínio, conversando com um amigo, falei... Ele falou, cara, eu conheço um especialista aqui que resolve. Ele resolve qualquer coisa, ele resolveu um problema para mim esses dias. Fui lá. A consulta, cinco vezes mais barata do que os outros. Procurei no Instagram, não tinha. Aí já fui com medo. Consultório simples em relação aos outros. A pessoa resolveu em minutos.
Diagnosticou na hora. Não, isso aqui é isso aqui. E dá pra tirar assim. Vem cá. Pum, resolveu. Aí caiu a ficha.
Rapaz, o pessoal não resolve o problema. Vende mais caro e está cheio de seguidor. Perfeito. E quem resolve mesmo, que é o especialista, ainda não é referência. Por quê? Aí eu conversei com a pessoa, falei, por que você não tem o Instagram? Porque o pessoal é mais... é metalidade. É mais indicaçãozinha aqui do bairro. Falei, mas você resolve o problema que os grandes não resolveram. Os grandes de números, né? De números, né? Não resolveram.
Vou começar o trabalho e tal. É exatamente o que você falou. É especialista, mas não é referência. E o problema não é só isso. O problema é a perda que a humanidade está tendo porque uma pessoa muito boa decidiu não falar, não comunicar.
Se você não fosse atrás, talvez isso poderia evoluir para uma coisa pior e a perda seria enorme. Exatamente, ainda tem isso. Agora, hoje, para a gente caminhar aqui para um fechamento com nossos ouvintes, o que você indicaria de leitura?
Para a sua especialidade, emoções e psiquiatria, tem alguém que você recomenda? Da mesma forma que eu vou pedir para o Everson recomendar alguma leitura? Tem alguma que você recomenda sim? Para a pessoa buscar uma informação melhor de domínio mental, de governo das emoções, ou alguma palestra no YouTube, alguma coisa que o senhor recomende?
alguém que me inspirou bastante acho que ele inspirou você também é o doutor Augusto Cury o livro dele Nunca Desista dos Seus Sonhos o Futuro da Humanidade ele é muito interessante nesse sentido de dar uma chacoalhada para sair um pouco do automatismo por mais que não pareça que tenha a ver
O livro que hoje mais me ensina sobre saúde mental e não sobre doença mental. Você me perguntou sobre saúde mental. O livro que mais me ensina hoje, Tiago, é a Bíblia Sagrada. Provérbios é uma lição a cada capítulo.
Por último, agora eu estava meditando na mente de Jonas. Eu vi como que é uma dureza de coração viajar contra aquilo que Deus mandou. No capítulo 4 de Jonas, ele está perturbado mentalmente. No versículo ele pede para morrer, no outro ele fala que está muito feliz, no outro ele pede para morrer de novo. Exato. E assim, temos que ter boas referências. Hoje eu estava lendo capítulo 5 de Atos, tem uma hora que...
Pedro é intimado ali pelos sacerdotes e tal. Ele falou assim, importa mais obedecer a Deus. Agradar a Deus do que agradar os homens. Então, para ter saúde mental, ali tem tudo. Sobre cuidado com o corpo, com a saúde. Os fariseus falam assim para ele, eu já não falei que vocês não podem ficar ensinando esse nome em Jerusalém?
Aí Pedro fala, vamos continuar falando e pregando que mais importa agradar a Deus do que agradar o homem. Por acaso, eu estou estudando atos essa semana e passei por isso hoje também. Isso é interessante, essa questão de você usar a Bíblia, não só para a saúde mental, mas para a comunicação também. O Provérbios 18, 21 diz que o Provérbios, como sempre, ensina muito o poder da vida e da morte. Estão na língua.
Está na ponta da língua, ou seja, é o que você fala. E também tem um versículo mais pesado ainda de Jesus, que diz que nós seremos julgados pelo que falamos também.
Então, comunicação não é só para você brilhar. Sim. É também para você se proteger. Se proteger e se salvar. Se salvar. Aí, sobre transtornos psiquiátricos, a gente tem alguns livros. A doutora Ana Beatriz, minha colega psiquiatra, ela faz livros voltados mais para o público. Porque se fosse falar mesmo, o melhor livro que tem é algum compêndio de psiquiatria, mas aí é uma linguagem muito mais...
Difícil. Eu tenho me esforçado bastante, Everson, para falar de uma forma fácil, mas eu coloco referências. Se você vê lá nas minhas postagens um quadrinho, é só você colocar o dedinho, escreve lá.
no PubMed, no Google, você vai achar aquilo, porque tem muitos profissionais que às vezes fazem isso, mas não tem muito a ver assim, tá? Então vai atrás. Então a pessoa pode ser muito famosa na internet, mas vamos ver se o que ela fala tem procedência. E mais importante ainda é você ter paciência, vontade e interesse para pesquisar a fonte.
Então, assim, se existe uma fonte, vamos lá ver se é isso mesmo. Porque então daqui a pouco você está tomando um suplemento que dizem que é bom para tudo e está fazendo mal para o seu rim. Eu até falo bastante de suplementação antigamente, por questões de ignorância mesmo, sabe? Que a gente não aprende isso tradicionalmente. Essa área da medicina mais metabólica, ela ainda não está atualizada nas universidades. E eu desdenhava esse negócio de magnésio e tal. Eu era igual o Gabaliel falou nessa parte. Você quer saber?
Se tiver, vai vingar. Se não for, não vai vingar. Então, se é magnésio e tal, quer usar, usa, mas vai com cuidado. Aí depois que eu, como médico, saí do pedestal da medicina clássica para ir analisar a evidência científica, eu comecei a perceber que, por exemplo, magnésio L-treonato.
Uma dose ali por volta de 1.000, 1.500 miligramas melhora o sono, melhora o relaxamento muscular. Aí fui perceber que glicina diminui despertares precoces. Fui perceber que tem um suplemento que chama Mil Inusitol, que diminui nível de ansiedade.
E a pessoa começa a precisar cada vez menos de medicação, o profissional vai ter uma autorização depois de um tempo, porque ela está fazendo armas da saúde, para fazer uma retirada gradativa com chances consideráveis de continuar bem, com menos remédio e, em alguns casos, até sem medicação. Então, meu conselho é o seguinte, procure referências daquilo que a pessoa está falando, para ver se de fato tem fonte, dá uma estudadinha. E aí ajuda, né, Tiago? Você mandar assim, traduz esse artigo científico para mim.
É verdade o que o Everson falou ou não é baseado nesse artigo científico? Não tem nada a ver. Ou tem tudo a ver o que ele falou, tal, tal, tal. A gente consegue dar essa otimizada, mas com referência. Essa é a grande diferença de uma pessoa inteligente. Inteligente não é ser gênio. Inteligência não é genialidade. Inteligência é entender as coisas. Então, quando eu vejo uma coisa e falo assim, peraí, deixa eu entender isso aqui. Já estou sendo inteligente.
Não vou acreditar de primeira, deixa eu questionar, porque um dos princípios da inteligência é o questionamento. Everson, o que você indica para a pessoa ler ou assistir no YouTube para melhorar a comunicação? Olha só, quando a gente pensa em comunicação moderna, tem livros muito bons hoje em dia que falam de comunicação, mas...
Talvez os clássicos são os melhores. E aí eu vou num livro do Kermin Gala, chamado Storytelling, que ele fala justamente dessa habilidade. Ele fala um pouquinho sobre como os grandes líderes, os grandes pregadores, os grandes construtores de grandes marcas construíram sua história baseado nas histórias que eles contam. E eu quero indicar esse aqui também. Olha aqui. A chave que abre todas as portas. Esse aqui é o meu último livro. Trouxe para você. Obrigado. Trouxe para o Dr. Felipe. Muito obrigado.
E esse livro fala especificamente sobre uma pessoa que tinha tudo para ter sucesso, dois grandes amigos, um decidiu ser técnico, outro decidiu investir na sua carreira, e aí decidiu evoluir na sua comunicação, os dois com as mesmas possibilidades, estudando na mesma escola, com a mesma realidade financeira, um teve grande resultado e outro não. Isso acontece com a maioria das pessoas hoje.
Quando você olha para os amigos do Thiago, quando você olha para os amigos do Dr. Felipe, lá atrás, você pensa assim, poxa, o que eu fiz de diferente deles? Nem sempre foi a educação formal, nem sempre foi a faculdade, mas com certeza o elemento comunicação foi fundamental.
justamente porque ele abre portas, ele facilita caminhos e ele faz com que a gente chegue em lugares onde até os mais inteligentes não chegam. Então, à medida que eu decidi construir isso para a minha vida, uma vida extraordinária, eu vou precisar dessa ferramenta de alavancagem. E esse livro fala justamente sobre isso. Muito bom. Então, eu fiz questão de trazer ele para vocês. A chave que abre todas as portas é a versão Barbosa.
No segundo semestre agora eu estou para lançar o meu, que eu vou fazer justamente essa forma, essa psiquiatria do natural, sobrenatural, como alinhar princípios bíblicos, essa saúde mais voltada para a natureza, que eu chamo de saúde mental do Éden, do jardim natural, e entendendo o que tem de bom na psiquiatria, o que tem de artificial, que a gente pode usar com bom senso. Porque é difícil algo que explica.
pegando esses pontos das armas a maioria dos grandes comunicadores se eles investissem nas armas eles já seriam muito melhores comunicadores porque dormem pouco, se alimentam mal tem sono ruim não tem bons relacionamentos então na preparação de um bom comunicador é fundamental essa questão emocional atividade física tem gente que não tem nem preparado físico para estar no palco tem gente que sai do palco pingando porque ele não consegue ter saúde infelizmente informação
Vou falar infelizmente porque deveria ser mais inclusivo. Mas quando se trata de comunicação, a aparência importa. Muito importa. O efeito halo de você olhar para alguém e falar, poxa, eu não confio. Você pode ver uma pessoa que às vezes está muito sobrepeso, está suando muito, está sem aquele preparo físico. Parece que na sua mente dá um comando de, ah, será que é isso mesmo?
Ela vai ter que provar muito mais. Exatamente, ela vai ter que se esforçar muito mais. E aqui, eu quero encerrar com um caso recente. Me indicaram estudar um cientista, vou falar o nome dele aqui, senão todo mundo vai procurar o Câmara na internet. Ele falou assim, estuda esse cara, Thiago, porque tem muito a ver com o que você fala e ele é um cabeção lá da universidade e tal, é estrangeiro e tal. E aí eu fui assistir.
E aí, a entrevista é extremamente chata. O cara não conseguia explicar nada, falar nada. Falava olhando para baixo. Aí depois eu comecei a pesquisar sobre ele. Ele tem os dois problemas que vocês explicam. Ele tem fobia social, ele odeia dar entrevista, odeia falar com gente.
O cara é gênio, ele gosta de estar na biblioteca sozinho ali, lendo e escrevendo. Aí, fobia social, ele tem vários diagnósticos desse nível. E é um péssimo comunicador. O cara é um gênio. Se hoje ele fosse um comunicador e tivesse resolvido os problemas emocionais dele, ele estaria ajudando muita gente. Porque basicamente a matéria de domínio dele é comportamento humano, mas científico. E aí ele prova que teu comportamento...
ele é meio que predestinado por alguns fatores, desde biológicos até epigenéticos. Quando você começa a ler, te dá um choque, você fala, caramba, é verdade, porque ele te faz perguntas do tipo, por que você nunca pegou numa arma e matou alguém? Se muita gente já fez isso. Eu falo assim, mas por que? Nunca precisei, não tinha oportunidade, não era o meu ambiente. Ele falou, então.
Uma predestinação. Desde o ambiente que você nasceu, a consciência religiosa, ou se você não é religioso, de ética e moral da filosofia grega, ele vai falando, tudo isso formata o que você vai decidindo na vida para ser quem você é e se comportar do jeito que você comporta.
Ele falou, por que uma batida de trânsito tem gente que sai e fala, ô, desculpa, meu irmão, não dá o seu telefone que eu vou pagar e tem gente que já sai brigando. Qual a diferença desse comportamento? Aí ele vai explicando isso, né? A pessoa tem uma predisposição, desde biológica até epigenética, de ter aquele comportamento, de ter aquela reação. O cara é um gênio, o cara podia ajudar muita gente, mas as questões emocionais, e falta zero de comunicação, zero de comunicação, você não consegue nem entender o que ele quer falar. É porque o livro é tão...
Bom que você entende, mas se for ele falando, você não pega nada. Dentro dessa lógica do capital comunicacional, que é a capacidade que uma pessoa tem de usar a comunicação e crescer para isso, e prosperar e tal, por exemplo, o fator magreza, o fator altura, o fator tom de voz, velocidade de fala, tudo isso vai compondo aquilo que a gente sabe ou gosta ou não sobre comunicação.
Então, isso que ele fala, de fato, para a gente que percebe isso, e daí você vai estudar fundo o porquê que isso acontece, você vê que uma pessoa, antes mesmo dela falar, você já gosta dela comunicando. Isso é muito sério, porque se ela não tem esses atributos e ela administra isso, se ela vai atrás disso, ela consegue performar muito melhor e aumentar o seu capital comunicacional. No começo da faculdade, eu tive uma percepção muito parecida. De fazer cursinho para passar em medicina, estudei lá em Curitiba.
Rapaz, os professores do cursinho, meu Deus do céu, você podia não gostar da matéria. Eles ensinavam de uma forma que ficava legal aprender. Aí, na hora que eu entrei na Universidade de Medicina, meus professores com um currículo absurdamente grande, gênios como esse cara que você falou.
Mas que tédio assistir aquilo, que dificuldade. E dava para perceber em vários, assim, um orgulho ainda de não ser bom em explicar e você tem que se virar e pegar o livro e tal, tal. Aí eu comecei a analisar aquilo com saudade. Falei, não, eu estou com saudade do cursinho, mas não quero reprovar não, né? Não quero voltar ao cursinho. Logo eu percebi que se eu estudasse um pouco a capacidade de comunicar melhor.
e associasse isso ao estudo da medicina, eu iria conseguir ajudar mais pessoas. No final de contas, eu já ia ajudar mais gente. Exato, exato. Aí eu fui usando, mas como é que o senhor fez? Eu não conhecia o Everson na época. Piazão, né? Lá em Curitiba. Aí eu comecei a pegar uns livrinhos que tinha na biblioteca, e na época era difícil achar isso. Eu comecei a usar meus colegas de sala de cobaia.
E aí, na hora que tinha uma apresentação, não era bom eu falar. Mas assim, ninguém quer falar, né? Eu já levantava a mão no grupo, assim, ó, se vocês quiserem que eu apresento, eu posso ficar com a par da apresentação. Ufa, sério que você faz? Sério. Mas não era porque eu me achava melhor, é porque eu queria me expor ao máximo de oportunidades e desafios, e eu ia testando.
Eu lembro de eu pegar o celular, tá vendo isso aqui na minha mão? Isso é uma bomba. E a galera já levantava. Como assim uma bomba? Não, gente, isso aqui é muitas vezes aquilo que você tem e não leva direito. Eu fazia analogias. Às vezes dava errado, eu dava risada. O pessoal chegava assim, nossa, Felipe, você viajou. Eu falei, mas tá tudo certo. Uma hora eu viajo, já certo. Outra hora não. Mas você não prestou atenção. Me emprestei do começo ao fim. Aí aconteceu, não tinha muita condição financeira, de eu arrumei umas aulinhas para...
Ah, fora, sim, aula de reforço. Aí eu pegava a criança de 7, 8 anos, colegial, cheguei na escola assim, o professor falou, o que você ia formar? Eu falei, eu sou formado em nada. Estou fazendo medicina, estudei bastante para entrar. Se você quiser, eu dou aula de qualquer coisa. Eu estudo, aprendo e ensino. Ele, sério, mas você dá aula para a primeira série?
Aí assim, já doeu um pouquinho no meu coração. Tudo que eu sei para dar aula para a primeira série, segunda série. Falei assim, eu dou, precisava de dinheiro, né? Mas aí eu fui treinando com crianças de 10, 11, 12 anos, adolescentes, 8. Eu fui treinando, pegava os estojos, formas de fazê-los entender o conteúdo. Que eu não adiantava falar do jeito que estava no livro.
Eu creio que isso aí gera uma permissão de Deus para que hoje eu pudesse ser uma voz que responde às pessoas que sofrem nas suas aflições psíquicas e não são consoladas. E para matar o assunto, né? Você para para pensar assim, ó. Quem é o médico mais famoso do Brasil nas últimas duas décadas? Tem um cara que está há 20 anos, 30, sei lá, famoso aí. Quem é Pitangui? Pitangui, mas tem outro. Augusto é muito conhecido. Augusto tem outro.
Bem famoso polêmico. Nossa, o Laí Ribeiro. Laí Ribeiro. Laí Ribeiro, é verdade. O Laí Ribeiro, ele é o melhor médico ou é o que fala mais? Fala muito bem. É o que ele está há 20 anos falando. Eu não sei se ele é o melhor médico. Eu nunca me consultei com ele. Sim. Nunca li um artigo científico dele. Não tenho ideia. Eu não estou dizendo se é bom ou ruim, que eu não conheço. Dizem que é bom. Mas muito estudioso. É. Mas o que eu quero dizer é...
Ele não é famoso porque é bom. Ele é famoso porque ele está há 20 anos, 30 anos, sem parar, com consistência, falando na internet. E todo mundo conhece. E as pessoas que estão dentro do Amídeo Igreja têm que aproveitar essa oportunidade. Porque a igreja é um celeiro de grandes comunicadores. Eu só falo... Eu só faço o que eu faço...
de falar em público, porque com 5 anos de idade me botavam no público na igreja para ler versículos. Que era o trabalho da escolinha dominical. Era para todo mundo. Era eu, o Tiago, que fazia. Todas as crianças. Então a igreja é realmente um celeiro social. O celeiro de comunicação é tão grande, porque hoje afeta a música popular brasileira. Os melhores músicos são...
oriundos das igrejas, os pregadores, palestrantes, treinadores, comunicadores são da igreja. Então, ocupar esse espaço é muito importante. E aí, uma orientação, uma dica para os pais, invistam em colocar os filhos nas atividades da igreja, no teatrinho, na coreografia, nisso, porque isso lá na frente vai torná-lo um grande comunicador, isso vai abrir grandes portas. Eu sou fruto disso.
Gente, hoje, Bruna é cast falando de comunicação, saúde mental e emocional do Dr. Felipe Batistella e com Everson Barbosa, do Transformatória. Quero agradecer vocês, muito obrigado por esse tempo, quase duas horas de podcast. E a gente se despede de vocês com esse conhecimento todo.
Se você reconhece que hoje você ficou pelo menos 1% mais inteligente, mais sábio, mais sábia, com um pouco mais de conhecimento por causa desse podcast, compartilha com o máximo de pessoas agora, curte o vídeo e não deixa de se inscrever nesse canal, né Werley? Isso aí, se inscrever, curtir, compartilhar e comentar se você está gostando do nosso conteúdo. É isso aí. Obrigado, Everson. Obrigado, Dr. Felipe. É um prazer. Eu desejo paz e prosperidade para você e até o próximo Brunnercast.
Feliz e abençoado são vocês que não viram, mas creram. É a experiência que faz você largar o que você acha importante para tocar por algo muito melhor.
Quem já se entregou de forma profunda ao Senhor? Quem já sobreviveu a momentos muito difíceis, somente baseado na misericórdia do Senhor, já não quer trocar isso por mais nada.
O problema com Saul é que Saul queria a posição mas David queria a presença. Senhor, eu prefiro ter sua presença. A cada um ele deu uma medida de fé. Vou despejar este enigma.
Eu vou despejar esse enigma E você sairá dessa porta Criando que nada é impossível Chegou o tempo Para você viver o que está escrito Na palavra do Senhor Quem vai viver milagre grita Quem vai viver o sobrenatural Salta bruna Se prepare Porque a primeira coisa que Deus vai te dar Para você ter uma vida extraordinária É o dom de discernimento Eu vou despejar
Vamos declarar que você e toda a sua família estarão na conferência 2026, uma nova estação!
DestinyMind
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