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Como Sair do Operacional e Escalar do Zero ao Milhão | Seu Elias no BrunetCast

20 de maio de 20261h44min
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Ele começava cobrando R$ 7 por um corte de cabelo. Hoje, o Seu Elias comanda um grupo com 25 frentes de negócio, 172 colaboradores, 12 barbearias e um faturamento de R$ 56 milhões por ano sem nenhum sócio.

Neste episódio do BrunetCast, Wesley e Teixeira recebem o Seu Elias, para uma conversa sobre empreendedorismo, mentalidade e construção de negócios no segmento de barbearia.

Você vai descobrir como ele criou o maior ecossistema de barbearias do Brasil, por que cortou o cabelo do Messi e do Neymar e como isso virou estratégia de negócio e o que ele faria diferente se começasse hoje.🔑 O que você vai aprender neste episódio:

Como construir um ecossistema de negócios (barbearias, educação e cosméticos)

— A diferença entre ser barbeiro e ser dono de negócio

— Como sair do operacional e crescer sem depender de você

— Lições de networking com jogadores de futebol

— Fé, casamento e empreendedorismo na prática

📌 Assuntos abordados:

- Como Seu Elias construiu a marca

· Método Destiny

· Família e empreendedorismo

· Perdão e liderança

Assuntos6
  • Desafios do EmpreendedorismoCorte de cabelo a R$ 7 · Influência de vídeos sobre empreendedorismo · Uso de cheque especial para investir · Superação de dívidas e medos · Importância do apoio familiar
  • Ecossistema de NegóciosDiferença entre ser barbeiro e dono de negócio · Ecossistema de barbearias, educação e cosméticos · Método Destiny e Dash Mind · Gestão de 12 unidades e 172 colaboradores · Babum Cosméticos como motor do ecossistema
  • Superação de Desafios e AutoconsciênciaCoragem para sair da zona de conforto · A importância de não ter medo da dívida · Mentalidade de crescimento e ambição · Perdão como princípio de prosperidade
  • Ação Divina e FéCarta de sonhos e realizações · Infertilidade e milagre da paternidade · Mistura de fé e negócios
  • Ativação de MarcasConceito de barbearia refinada · Nome 'Seu Elias' como estratégia de marca
  • Marketing de Influência e Redes SociaisCorte de cabelo de jogadores de futebol · Estratégia de networking e serviço · Uso de redes sociais para visibilidade · Corte de cabelo de
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E aí eu fui na seleção argentina 13 vezes, na 13ª vez que eu cortei o cabelo do Messi. Eu gosto muito de uma frase que é o seguinte, você não é pago pela sua importância.

Você é pago pela sua raridade. Existem três coisas que impedem você de prosperar na vida. Primeira delas, casar errado. Segunda coisa, morar no lugar errado. E trabalhar com uma coisa que você não gosta, uma coisa errada. Seja barbeiro ou seja um prestador de serviço, um empreendedor empresário, qual é o seu conselho para ele? Conselho que vai mudar a vida dele. O dinheiro que eu não tenho está naquilo que eu não sei. Então, se o dinheiro que eu não tenho está naquilo que eu não sei, você tem que arrumar dinheiro.

você vai aprender com pessoas que já trilharam o caminho que você quer trilhar. Dar menos do que o seu melhor é sacrificar o dom que Deus te deu. Então, dá sempre o seu melhor aí.

Fala pessoal, tudo bem? Sejam bem-vindos a mais um Brunecast, dessa vez Brunecast, o estagiário. E hoje, pessoal, nós estamos com um convidado muito importante, né Wesley? Sim, eu tenho uma admiração enorme por ele, por tudo que ele fez e construiu e estou cheio de dúvidas aqui.

É, acho que o nosso público também tá super curioso pra saber quem é. Com vocês, seu Elias. Ele já cortou o cabelo de pessoas como Messi, Neymar, Ronaldinho Gaúcho e mais de 200 outros jogadores de futebol. Mas ele não parou na cadeira. Criou barbearia que carrega o seu próprio nome.

Construiu o maior ecossistema de barbearia do Brasil. Levou o seu conhecimento para palcos nacionais e internacionais, formando mais de 100 mil alunos espalhados pelo Brasil e por mais de 15 países.

E quando ele achou que ainda faltava algo maior, idealizou o Barber Day, o maior evento de barbearias do Brasil, que já reuniu mais de 15 mil pessoas ao longo dessas seis edições. Com vocês, seu Elias.

Começando aqui, eu queria perguntar, seu Elias, já de onde surgiu esse seu Elias? Porque eu acredito que quando, assim, na mente de todo mundo, quando pensa seu Elias, um senhor. Como é que foi? Cara, eu acho que essa é a pergunta que eu mais respondi desde que eu criei o seu Elias. E foi intencional, quando eu fui criar a marca...

Eu procurei dois especialistas. Procurei um dono de agência. Na verdade, eu procurei um especialista, a agência veio depois. E esse especialista era um arquiteto. Eu queria fazer uma parada diferente do que havia no mercado. Eu já tinha 13 anos de mercado. Eu falei, cara, eu queria construir uma barbearia. Conceito, um negócio, sabe, refinado, que a gente possa cobrar bem mais caro, que possa ter estacionamento, cafezinho, tipo aqueles salões de luxo de São Paulo, só que para o homem.

Sim. E ele falou assim, putz, cara, eu sempre quis criar uma parada assim, mas nunca achei ninguém que tivesse coragem para investir, porque, pô, é um projeto que vai ficar caro e tal. E aí, cara, ele falou assim, eu já tenho até o nome para isso, cara, que ele já me conhecia e tal. E aí, numa mesa de restaurante, assim, rabiscou. Cara, o que você pensa disso aqui? Seu Elias, baba, cabelo e bigode. Que legal. Não dá, não dá. Eu tenho 26 anos, como é que vou montar o seu Elias?

Não, cara, é um negócio conceitual, você precisa entender. Você está em uma das profissões que é uma das mais antigas do mundo, que é barbearia, serviço e tal. Só que nós vamos resgatar...

o velho numa embalagem nova. Ou seja, vamos pegar uma profissão que é velha, vamos fazer uma estrutura fantástica e vamos pegar um nome de velho e colocar em você que é novo. Você vai ter que responder essa pergunta, por que seu Elias, pro resto da vida. Isso vai dar assunto para as pessoas. Foi exatamente isso que o cara falou, que o Flávio, né, ele chama, falou e é exatamente isso que acontece até hoje, cara. Em todo podcast, as pessoas me perguntam... Faz quanto tempo isso? Fazem 13 anos. 12 mais 1, na verdade.

E como que começou o seu desejo por ser barbeiro? Começar nesse ramo? Como que startou? Cara, eu venho de uma família, né? De barbeiros e cabeleireiros. E eu vi os meus irmãos dando certo na profissão, sabe? Quando eu era bem novinho, eu tinha meus 11 anos de idade. Eu tenho dois irmãos que são mais velhos. E eu via todo final de dia eles chegando em casa depois do trabalho. Um dos meus irmãos chegava por volta das 18h30, todo sujo.

unha preta, roupa toda suja, um cheiro forte de graxa. O que ele era? Ele era mecânico. Ele trabalhava de auxiliar de mecânico. E, cara, nada contra os mecânicos, não tem nada a ver. Mas eu, como uma criança, eu olhava aquilo e falava assim, nossa, eu não quero isso aqui pra mim, né? Eu não quero... Não tô menosprezando ninguém, mas não era o que eu desejava. E ele reclamava demais do patrão, reclamava que não tava ganhando dinheiro, reclamava de tudo.

E aí, depois, lá pras oito e meia da noite, é vinte e trinta, mais ou menos, eu via meu outro irmão chegando.

Todo arrumadinho, todo limpinho, dinheirinho no bolso, feliz da vida e tal. E eu fui vendo com o tempo, aquele irmão cabeleireiro meu, ele comprou carro, aí ele casou, ele comprou um apartamento e o outro lutando. E aí depois esse outro até acabou virando barbeiro também e tal. E assim foi, eu vi aquilo e falei, cara, eu quero ser barbeiro igual meu irmão. Mas quando você fala que deu certo na profissão, o que seria dar certo na profissão de barbeiro? Naquela época...

Quem ganhava ali, sei lá, 2 mil por mês, 3 mil por mês, não estamos falando de 1999. Cara, era dinheiro para caramba, irmão. É como se fosse... Posso estar errado, mas a inflação mudou muito. Acredito que talvez uns 20 mil por mês hoje. E isso dentro da nossa profissão é a coisa mais normal que tem, cara. Pegar um barbeirinho de bairro aí que ganha 15, 20 conto no mês.

Isso não é um salário tão comum no Brasil. É uma porcentagem de 2% que ganha isso, talvez, ou menos, na população brasileira. Então, a gente tem profissionais do segmento de barbearia que ganham 150 mil, 120 mil, 30 mil, 40 mil. Isso é muito normal. Eu gosto muito de uma frase que é o seguinte, você não é pago pela sua importância. Você é pago pela sua raridade.

Então quem quer ganhar dinheiro tem que se tornar raro, cara. Tem que ser difícil de achar a sua mão de obra, entendeu? A sua pessoa e tal. E esses caras que entendem isso, eles começam até a criar novas fontes de receita. Por exemplo, se o cara é muito bom tecnicamente falando no nosso mercado hoje, ele começa a dar curso, ele começa a dar aula, começa a viajar, começa a fazer eventos, ele vai ganhar muita grana, entendeu?

Hoje você não é só um barbeiro, você tem empresas, mas você é um criador de ecossistema onde tudo conversa entre si. Mas como que foi essa questão? Porque eu vejo hoje, eu não consigo ter a direção e muito claro, outro barbeiro que conseguiu fazer isso.

O que você acha que foi o diferencial para você sair da cadeira de barbeiro, da sua barbearia de bairro e tal, para começar a empreender e ter um CNPJ e criar um ecossistema sólido? Cara, eu gosto muito de uma frase que eu falo sempre para os meus alunos, que é o seguinte, a cabeça pensa onde os pés pisam. Isso é muito real, cara. A partir do momento que, por exemplo, se você vive num mundinho fechado ali, isolado,

Você não sai para lugar nenhum, você não conhece pessoas novas, você não ouve conteúdo diferente, você não consome podcast, sua cabeça não vai pensar diferente. E tem gente que está, às vezes, numa profissão, cara, há 15 anos, há 20 anos, repetindo o primeiro ano. Por quê? Porque está preso no mesmo ambiente, não sai. E o que aconteceu comigo foi que eu comecei a ouvir pessoas diferentes.

Por exemplo, eu digitei na internet Em 2012 Eu digitei na internet assim Eu cobrava 7 reais um corte de cabelo Nossa, 7 reais Eu lembro no meu barbeiro lá do bairro Que era 7 reais Acredite, cara Em alguns cantões do Brasil ainda tem isso Nossa, é sério? 7 reais? Outra realidade Você não vai querer não Compensa pegar um avião pra ir lá Você não vai querer não

Você todo engomadinho assim. Todo maurecinho. Que nojo mesmo. Só tomar naga com gás. Só express. A hora que o cara meteu uma gilete usada. Não passa nem aquele cremezinho. Não, vai no seco mesmo.

Brincadeira. O Bárbara até perdeu, né, que eu tava. Eu tava no R$7,00. Beleza. Ah, sim. Aí eu digitei na internet assim, aqui, ó. É, como gerar valor pro meu trabalho. Olha aí, gente. Olha que pressão. E aí, eu tô? Tá vendo? É. É lógico. Fazendo uns pés de e-mail. Aí, cara, eu digitei, como gerar valor no meu trabalho. Aí me aparece um vídeo do Flávio. Eu sou o GV Sauro, né, cara?

Calma, sua hora vai chegar. Tem uma história legal sobre o método desse, cara. Aí, cara, apareceu aquele vídeo e falando assim, ah, crescer dói, não sei o que que tem. Cara, eu nunca tinha ouvido nada sobre empreendedorismo. Sobre essa parte empresarial, sobre negócio. Ah, sua família em si não fomentava isso? Não, não, todo mundo tinha um salãozinho. Um salãozinho. Cara, você montou um salãozinho na minha família, você estava rico, tipo, legal, entendeu?

Meu irmão, cara, meu irmão, ele comprou um Scott Rob, você não tem noção do que é esse não, cara. Scott Rob zerado, tipo 96, assim. Era rei, era rei. A escola nem sabe o que é Scott Rob. O CPF aí de 90 pra baixo vai saber o que é um Scott Rob.

Escort e hobby é um carro, um carro antigo, só que naquela época, cara. Parava a rua, parava tudo. Quem comprava um Escort e hobby era rico, entendeu? Então isso me inspirava muito, né? Enfim, aí eu digitei aquilo ali, ali começou essa transformação, cara. Eu comecei a ver que ele... Eu assisti todos os vídeos do Flávio, todos, todos, todos. Inclusive ele falou lá que usou o cheque especial pra montar o WhatsApp, não sei o que tem.

Eu fui naquela ali, bom. Aí em 2023 eu usei o cheque especial pra montar o seu Elias. Eu peguei empréstimo no banco.

Eu fui no banco pedir um crédito de 100 mil reais, aí não consegui nada. Eu não tinha nem CNPJ. Falei, cara, mas eu vou fazer assim mesmo. O Flávio falava assim. Agora ele não fala mais, porque eu acho que algumas pessoas deram certo, outras também devem ser se enroladas todas. Acho que ele parou de falar isso. Mas ele fala, você não pode ter medo do cheque especial, você não tem que ter medo da dívida, não sei o que tem e tal. Eu fui nessa aí, cara.

E pra mim deu muito bom, mudou a minha história. Você tinha quantos anos aí? Eu tinha 25 anos. Ah, eu tava casado, tinha responsabilidade. Eu tava casado.

pra gente essa sua coragem de pegar o seu dinheiro emprestado, porque muita gente ouve e mesmo assim, ah não, isso não é pra mim. Por que que você teve essa coragem e parece que na história de todo mundo que deu certo teve um momento de loucura, loucura entre aspas ali, que diferenciou o antes pro depois e deu certo no final. Como que veio essa coragem pra ti?

Cara, existem muitos mercados, por exemplo, quem está no mercado educacional, vendendo curso, mentoria, evento, você faz caixa muito rápido. Isso é normal, eu trabalho com isso. Hoje eu sei que evento e mentoria você faz caixa. Agora, quem está ali na ponta mesmo, cara, no empreendedorismo, vou te falar que o raiz, porque dar curso também não é fácil, e vender mentoria não existe nada fácil. Mas quem está ali, depende de um negócio local, depende de uma mão de obra, serviço e tal, em algum momento, se quiser crescer esse negócio, você vai ter que...

Não vou falar isso, né? Pode falar abertamente? Pode, pode. Em algum momento vai ter que trocar os pés pelas mãos, cara. Em alguns momentos vai ter que dar o passo maior do que a perna, sabe? E você pode reparar que todo mundo que fala pra você não dar o passo maior do que a perna, não tem nada. Você já reparou isso? Verdade. Isso é forte. Às vezes é uma pessoa antiga que você... Cara, ó, muito cuidado você não trocar os pés pelas mãos, tá?

Colocar a carroça no frente dos bois. É, então, tipo assim, aí a pessoa vive naquela vidinha confortável a vida toda.

Só que é um conforto que talvez ele não imagina que tem algo muito melhor para ele viver, entendeu?

E assim, a minha esposa, ela comprou muito essa ideia também, sabe, cara? Eu acho que a Bíblia fala sobre isso, né? Andaram dois juntos, se um não tiver de acordo, não tem como. A casa dividida não prospera, o reino dividido não prospera. E eu, desde quando a gente estava namorando, a gente tinha muito entrosamento com relação a isso. Então ela foi sempre que me apoiou. Ela sempre falava assim, amor, a hora da gente arriscar é agora mesmo, que a gente não tem filho, a gente está novinho, se der errado a gente levanta, vai de novo, tenta de novo, vamos fazer de novo e tal.

Ela foi sempre quem me encorajou. Então, por exemplo, quando eu estava lá cobrando 10, 12, 15 reais no corte de cabelo, ela falou, você é muito bom para cobrar só isso. Você é muito inteligente, você é muito esforçado. A gente tem que cobrar mais, a gente tem que dar um jeito de sair daqui. Você é a pessoa certa no lugar errado. O seu negócio é o negócio certo no lugar errado. Você tem muito valor. Se a gente sair daqui, eu ficava com medo de sair.

E foi por isso que eu falei, cara, como que eu gero valor? Por isso que eu fui lá e digitei isso aí do gerar valor e achei a geração de valor.

E, cara, que bom que eu tive essa coragem, Wesley, de ir lá, botar meu CPF, pegar um empréstimo bancário, criar uma marca, criar um ambiente, sair daquela zona de conforto que eu estava ali, que eu ganhava dinheiro. Em 2012, quando eu abri o seu Elisa, eu ganhava em torno de 7 a 10 mil reais por mês. Em 2012, isso é muito bom. É como se fosse 20, sei lá, 20, 30 mil hoje, 25 mil. Não sei se a inflação está nisso tudo, mas...

É um dinheiro considerável. Não, é um dinheiro muito bom. Naquela época, meus amigos, ninguém ganhava isso. Ninguém ganhava isso. O barbeiro, o cabeleireiro, ele pode olhar que às vezes no ciclo dele, muitas pessoas que estão perto dele não ganham nem a metade do que ele ganha, nem metade da metade. Às vezes da família, é um dos caras mais bem-sucedidos que tem. Na maioria das famílias que eu conheço são pessoas bem-sucedidas, dentro da realidade.

Mas o que você fez com esse dinheiro? Você já tinha conhecimento de negócio? Vou escalar, vou pegar isso aqui, investir nisso aqui? Ou você só foi investindo, investindo? Eu sempre tive muito feeling.

E naquela época que eu abri o seu Elias, eu já estava há três anos atendendo jogador de futebol. Isso me posicionou legal, eu ganhei seguidores, eu saí no MGTV, eu saí na Record. Eu era um barbeirinho famosinho ali na minha região. Então eu não tinha conhecimento. Mas, por exemplo, sempre eu ia em casas de jogadores, que eram casas muito ricas, e eu via aquilo. E eu falei, cara, eu preciso criar um negócio que seja pelo menos parecido com a casa desses caras.

para que eles possam vir aqui com mais tranquilidade, com mais segurança e tal. E eu fui desenvolvendo a minha mentalidade com relação a isso. E aí quando eu peguei esse dinheiro no banco, eu peguei 30 mil no meu nome, e usei meus cartões de crédito todos, o cartão de crédito da minha esposa, isso deu cento e poucos mil reais de endividamento. E a gente foi lá e abriu o seu Elias.

Eu errei em muita coisa, mas eu acertei em algumas outras. Eu acho que os acertos foram maiores do que os erros. Por exemplo, eu errei na localização, mas eu acertei no nome, eu acertei no projeto arquitetônico, eu acertei na proposta de valor, eu acertei no posicionamento, eu acertei no marketing, eu não sabia divulgar isso muito bem. Por que eu errei na localização? Porque eu fiz um negócio muito pequenininho.

E como eu acertei nessas outras coisas tudo, aquele negócio bombou muito rápido. Então ficou muito pequeno. Eu tive que sair dali com 10 meses e abrir no andar de baixo, fazer outra dívida ainda maior. Eu lembro que quando a gente inaugurou, eu estava com um endividamento de 138 mil reais.

Cara, isso era dinheiro demais, o Teixeirinha. É dinheiro até hoje. Mas naquela época era muita grana, sabe? E aí eu lembro no dia da inauguração, cara. Tipo, eu tenho esse vídeo. Se você quiser, eu até te mando ele. A minha cara de tristeza, de preocupação, de angústia. Sabe? Tipo assim, todo mundo batendo palma feliz e eu... Caraca, mês que vem eu tenho que pagar um boletão.

Mês que vem não, no outro dia eu já tinha que pagar cheque de macineiro, pedreiro, serraleiro, eu desesperado, por quê? Porque, cara, quando você tá iniciando um projeto, você não sabe se vai dar certo, você pode ter profecia, você pode ter revelação, você pode ter tudo, mas a revelação não vai pagar o cheque do outro dia não, não é um cheque de Jesus, ele vai voltar, é um cheque que você tem que cobrir ele.

Quais conselhos? Porque assim, o nosso público, a gente tem público em tudo que é lugar, enfim Mas aquele público que Direcionar para aquele público Que hoje está em casa Uma mulher que cuida dos filhos Que não está satisfeita Com a fase atual dela Ela quer mudar, ela quer ir adiante Mas ela não sabe como, às vezes ela está vendo o que você está falando Mas ainda é muito intangível

Talvez é caso de sorte. Quais conselhos que você pode dar pra essa pessoa? Conselhos básicos que vai fazer diferença no mês dela? Tá. Eu vou te dar um conselho que me deram nessa época de 2012. E vou dar um conselho pra agora. Tipo, pro agora, assim. Eu acho que se for uma mãe, cara, que tá cuidando dos filhos dentro de casa, que tá o dia inteiro dentro de casa, às vezes o marido tá trabalhando, igual você falou, né? Muita coisa é intangível, eu concordo muito com isso. Cara, cria um TikTok.

começa a colocar essa rotina desses meninos no TikTok. Você já viu essas mulheres que dão certo assim? Já, vixi. Cara, cria um TikTok, começa a colocar essa rotina lá dentro. Como é a vida de mãe de três? Acordando os meninos, levantando, botando leite, na mais simplicidade do mundo. Tipo, tem mãe que filma os meninos de pijama, acordando na cama, colocando no carro, bota lancheira, faz não sei o que tem. Quantos meninos estão para a escola?

Depois de você arrumar a casa, limpar tudo e fazer toda a obrigação, você vai editar vídeo e vai colocar isso na internet.

só coloca, coloca um, dois, três, quatro, cinco, seis, dez por semana, por dia, sei lá, se esse negócio virar. Daqui a pouco uma marca vem te patrocina, te manda um dinheiro, você começa a fazer publi, daqui a pouco você tem uma blogueira doméstica, vamos dizer assim. E isso já aconteceu e acontece constantemente com muita gente, entendeu? Agora, o conselho que me deram em 2012, cara, eu, antes de abrir o seu Elias, eu estava trabalhando, numa tarde normal assim e tal, e...

sonhando já com o projeto. Sabe? Tipo assim, não tinha marca ainda, não tinha nada, mas eu já tava sonhando, já tinha visto o vídeo do Flávio. Eu acho que ninguém pode impedir você de dar certo, a menos que você conte pras pessoas erradas.

E nesse momento, cara, eu tava cortando o cabelo de um cara que é um pastor, lá de BH, Silas, empresário, muito bem sucedido, tem escola de... de concurso, essas coisas assim. Eu falei com ele assim, Silas, cara, eu tenho um desejo tão grande, irmão, de abrir um negócio, de sair daqui, de cobrar mais caro, sabe? De ter um espaço com manobrista, com estacionamento.

Sabe, hoje eu cobro... Você já tinha visualizado isso em algum lugar ou não? Eu já tinha visto o Jassa, sabe o cabeleireiro do Silvio Santos? Já ouviu falar nele? Não?

Vocês são muito novinhos, né, cara? Não tem ninguém da minha idade. O Brunet vai saber quem é o Jace, entendeu? Mas o Jace é um cabeleireiro que o Silvio Santos deixou ele muito famoso, muito conhecido, e é uma admiração, assim, e tal. Ele é um senhor já de idade, mas muito bem sucedido e tal. E eu falei, eu queria um negócio tipo do Jace, eu queria tipo do Vanderlei Nunes, do Rodrigo Sintra, desses salões chiques, eu já tinha visto isso na internet, revista e tal.

E eu falei para esse cara, eu queria um estacionamento, uma nobrista, queria cobrar muito mais caro. Hoje eu cobro R$10, mas meu sonho é cobrar R$100, um corte de cabelo. Aí eu fui falando aquilo, mas sabe quando você está sendo intencional? Tipo assim, eu vou falar isso aqui. Vai que ele fala, eu invisto em você, eu vou botar o dinheiro, vou colocar a grana. Eu sou o antivestidor.

É, não rolou nada disso. Mas ele me deu uma palavra, cara, que foi muito melhor do que se ele tivesse investido grana em mim. E essa palavra ficou pra mim, isso é o meu testemunho que eu conto nas igrejas. E isso pode ajudar muito na fé de quem está nos vendo aqui.

Ele falou assim, Elias, na hora que eu estava pagando lá, devolvendo o troco para ele, ele falou assim, meu irmão, muito lindo esse projeto que você tem. Muito lindo esse projeto que você tem. Faz uma carta para o senhor. Com tudo isso que você me falou, em detalhes. Literalmente tudo. Eu falei, não, tá bom. Sabe quando eu jogo um balde de água fria no fogo? Tipo assim, cara, carta, velho. Estava esperando o dinheiro.

papinho de coach esse aí, sabe? Naquela época tava começando um movimento meio, o povo começar a queimar os coach e tal, mas que papinho de coach. Não, beleza, Chilis, então tá bom, paz do Senhor amado, vai com Deus e tal. É isso aí. Próximo. Cara, só que aquela frase ficou na minha cabeça. Faz uma carta, faz uma carta. Aí foi embora, cortei mais um cabelo, tomei um café, quatro horas da tata, tô sentado assim na porta da barbearia e rasgando um copinho, sabe quando você pega um copinho descartável e fica fazendo aquelas bobeirinhas assim?

Aí rasguei o copinho e tal, e aquele negócio na cabeça, escreve carta. Não precisa escrever carta, cara. Deus é uniciente, unipresente, unipotente, criado na Assembleia de Deus, né, cara? Meio raiz, assim.

Quando eu cheguei em casa, a gente morava numa casinha de 350 reais de aluguel. A casinha é bem simples. Eu falei com a Lisa, a Lisa fazendo uma janta. Falei, amor, o Silas, vou pra gente escrever uma carta. Com tudo aquilo que a gente sonha, da barbearia, dos negócios e tal. Eu achei que ia levar lá, porque a Lisa é meio cética pra algumas coisas. Tipo, bobeira, não precisa nada. Ela falou, amor, que legal, nunca tinha pensado nisso.

Vamos escrever mesmo? Aí a gente jantou e foi pro quarto, fechou a porta do quarto e começou a escrever, cara.

Cara, você não tem noção, Teixeirinho, o quanto as nossas palavras têm poder. A minha mãe, eu cresci ouvindo a minha mãe falando que as palavras têm poder. E a gente colocou algumas coisas naquela carta.

E resumidamente falando, é tudo aquilo que eu estou vivendo hoje. Sem pôr e sem tirar. Na verdade, não. Sem pôr, não. Pode colocar, tipo, dez vezes mais. Tipo, por exemplo, naquela carta, eu falei que eu queria ter mais de quatro barbeiros trabalhando conosco. Nós temos quanto? 172 colaboradores no grupo. Eu falei que eu queria quatro.

Eu falei que eu queria a primeira barbearia executiva de Belo Horizonte, a primeira em um bairro de aquisição alta. Deus deu uma rede, que tem loja em todos os melhores bairros de Belo Horizonte. Naquela carta eu falei que eu queria ser referência no Brasil e no exterior. Nós temos mais de 100 mil alunos, cara. Eu fui em 13 países, fui em todos os estados brasileiros. Naquela carta eu falei que a gente nunca ia ser assaltado e nem furtado.

Dentro da barbearia. E em 2018 o ladrão entrou dentro da loja. Ficou fuçando. A gente tem essas imagens de câmera. Ficou fuçando, não achou nada. Achou uma televisão, pegou essa televisão. Quando ele está saindo na porta, ele coloca ela no chão.

fica pensativo, coloca ela dentro da loja e vai embora de braços cruzados. Pensativo e tal. Ele não sabe o que ele levou, eu sei, eu sei, porque os anjos são huracãs ao redor daqueles que o temem e os livram. Cara, naquela carta eu falei que nós trabalharíamos com excelentes produtos para o público masculino, ou seja, meu desejo era trabalhar com marcas de produto importada. Deus nos deu uma companhia de cosméticos, que está avaliada hoje em algumas dezenas de milhões.

E a gente exporta para fora do país e todos os estados brasileiros. Eu falei que eu queria fazer curso no exterior. Eu fiz seis cursos no exterior. Tudo o que a gente falou naquela carta se realizou. Porém, no final da carta, em 2012, quando a gente chegou no final dessa carta, quando a gente terminou de escrever a carta, eu falei, amor, e aí, lê aqui. Aí a gente leu a carta, eu tenho foto dela aqui. A gente leu a carta e tal.

E aí, quando terminou, tudo a Lisa falou assim, amor, escreve aí o neném também.

Falei, ah, é verdade. Porque já tinha quatro anos que a gente tinha casado e não conseguia engravidar, cara. Eu era um cara infértil e a Liz era uma mulher infértil. Pela medicina, cara. Diagnóstico médico, assim, na sua mão, assim. E aí ela lembrou disso, né? Porque já tinha quatro anos, muitos dos nossos amigos que tinham casado na mesma época tinham engravidado, aquela loucura toda e tal, e a gente não. E a gente colocou, eu coloquei em cima da data assim, sabe quando você escreve um negócio no cantinho assim? E o neném.

E aí guardamos essa carta, né? E aí veio a abertura do seu Elias, veio os empréstimos bancários, aquela coisa toda. Em 2016, janeiro, dia 2 de janeiro de 2016, no almoço, lá na casa da minha sogra, a gente lembra dessa carta. Todo mundo almoçando. Nossa, amor. E em 2016 já tinham três anos que a gente tinha aberto o seu Elias. Nossa, amor, você lembra que a gente escreveu uma carta alguns anos atrás? Nossa, onde é que tá aquela carta, hein? Aí minha sogra falou assim, pera lá.

Eu lembro de um papel desse. Quando vocês mudaram, caiu lá e eu peguei. Ah, pegou. Caiu, você pegou, né? Miocci tá lá em cima. Deixa eu pegar. Deixou o prato e comida, cara. E subiu pra pegar a carta. Cara, quando ela desce e ela me entrega essa carta, eu abro. Ela foi escrita de lápis. Sabe quando as cantinhas já estão meio velhas assim? Pô, 2016 pra 2012, quatro anos guardadas.

Quando a gente começa a ler essa carta, cara, eu comecei a ver, a gente já tinha três lojas, a gente já tinha mais de 20 profissionais trabalhando em 2016. E aí eu comecei a chorar, comecei a me emocionar, a Lisa também ficou em pé aqui do meu lado, a gente lendo aquela carta e tal, o pessoal começou a emocionar na mesa e tal. Como que Deus é fiel e tal. E a gente tinha esquecido do último pedido que a gente tinha feito.

A gente já tinha acostumado que não seria pai e mãe, cara. Já tinha pra gente esse diagnóstico. Tá tudo bem. A gente não pode ser pai, não pode ser pai. Um dia, se Deus quiser, ele vai fazer isso.

Quando a gente chegou nessa parte e o neném, aí a gente chorou de soluçar mesmo, sabe? Aí quando eu terminei, a gente falou, olha gente, se Deus nos deu tudo isso aqui que a gente pediu, até mais do que a gente pediu, e ele não deu só isso aqui, tem um porquê, tem um motivo, tem uma razão, os planos de Deus são perfeitos, ele não ia fazer isso daqui e ia esquecer disso.

No tempo do Senhor, aquilo ressuscitou minha fé. No tempo do Senhor, isso aqui vai acontecer. Vai acontecer, pode escrever. E quando acontecer, vai ser o nosso testemunho. E o João falou dessa carta até esse neném nascer. Em 2019, no pior momento da minha vida...

Não financeira, mas eu estava numa depressão profunda, tomando remédio, sabe? Morando num condomínio fechado, casão, carrão do ano, BMW, rico. Ganhando muita grana por mês, uma agenda louca e eu em depressão. Aí eu chego de viagem, a Lisa me entrega uma cartinha, com um sapatinho, falando, papai, estou chegando. Meu desejo é que respeitem o espaço de uma mulher que está aprendendo a ser mãe.

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Cara, sem inseminação, sem fertilização, só do modo natural mesmo que o Senhor curou a minha, a ela e nos deu. A Catarina, depois veio a Clarinha e hoje nós temos uma família, cara, abençoadíssima. As meninas amam Jesus sobre todas as coisas e tal. Olha o poder da palavra. Então, respondendo a sua pergunta para a dona de casa que está...

talvez sem motivo para viver, sem motivo para sonhar. Então, cara, escreve num papel todas as suas angústias, suas dores, suas dificuldades, seus anseios, os seus milagres que você espera em anseio. As pessoas falam, pô, você mistura muito Deus com o negócio? Cara, eu misturo Deus com tudo, irmão. Meu Deus do céu. Não tem como tirar. Andar com Jesus, cara, não é garantia de prosperidade financeira, porque tem muita gente que anda com Jesus.

rico, não ganha dinheiro, entendeu? Ganhar dinheiro, Brunelinho fala muito disso, ganhar dinheiro tem muito mais a ver com o trabalho estratégico que você faz do que só ir pra igreja. Só que andar com Jesus é você... Depois que você conquista, você vê contentamento naquilo ali, né, cara? Você contempla, você tem plenitude naquilo ali, né? Então, se você puder conquistar tudo que você tiver e sem perder a sua alma, sem perder os seus valores e princípios, é a melhor coisa do mundo, cara.

Você estava falando, e eu lembrei que no método Dash a gente explica sobre umas coisas interessantes que vai chegar de encontro direto com aquilo que você falou. No princípio da prosperidade, para quem não sabe, o método Dash é a nossa imersão de princípios milenares. Mas, às vezes, fica muito abstrato falar que são princípios.

Quando você cumpre esses princípios que a gente ensina, você se torna uma raridade, que é aquilo que o seu Elias falou. Você passa a valer mais, não perante Deus, mas perante as pessoas que estão aqui na Terra. Você passa a cobrar mais e etc. Tem uma vida de paz e prosperidade.

Nessa imersão, a gente explica no princípio da prosperidade, sobre os três níveis de prosperidade. O nível básico, que é comida, bebida, os nossos sonhos.

E as surpresas divinas. Então, a surpresa divina é exatamente isso que você falou, sobre eu colocar aqui no papel aquilo que eu quero e Deus fazer dez vezes mais. É colocar aqui X, ganhar X, eu estou ganhando Y, muito mais. Então, acho que isso me fez lembrar o método teste. Dia 11 e dia 12 de junho, agora.

E olha, eu sou... Eu vou te dizer que eu sou cria do método Dash, tá? Vou dar um testemunho aqui, um feedback. Ó o corte, ó o corte, ó o corte. Eu pisei aqui, cara, em Alphaville, pela primeira vez em 2022, pro método Dash. Eu não conhecia... Eu conheci o Brunet em 2019, eu fiz live com o Brunet e tal, que ele tava lançando o... Qual o livro que ele tava lançando em 2019, antes da pandemia?

12 dias? Acho que foi isso mesmo. E ele quis me entrevistar, porque eu lidou muito com clientes, lidava muito com clientes na cadeira, foi especialista em pessoa mesmo. E aí eu fiz uma live com ele e tal, enfim. Já conheci o Brunet. Só que a gente com um tempão sem se falar, dizer o que é que tem e tal. E aí a Lisa começou a ver o Brunet Cash, viu algumas histórias na academia e tal. Falou, a gente tem que fazer o método do Dash.

Ela comprou, a gente veio e tal. E eu pisei aqui pela primeira vez. Cara, eu pisei aqui.

com ódio no meu coração de cinco pessoas. Nossa. É, ódio. Quem são essas pessoas? Fala aí pra mim. É o Wesley, é o Teixeirigas, cara. Eram ex-colaboradores nossos que, enfim, tínhamos nos desentendidos e eu tive prejuízos enormes e tal. E eu cheguei aqui com ódio no meu coração, cara. Mas ódio mesmo. Só que eu não achava que tinha ódio.

Pra mim tava tudo normal. Eu achava que eu tinha sido ferido por eles. E não eles sido feridos por... Eu era vítima. Na minha cabeça eu era vítima. E na cabeça deles também eles eram a vítima. Então é loucura. Todo mundo rancoroso, todo mundo... É. Cara, aí o Brunet fala de 12 princípios pra você ter uma vida de paz e prosperidade. Um dos princípios é qual? Perdão.

E aí, cara, eu tava na área VIP ali e tal, ele ia pra lá, depois ele voltava, ele ia pra lá, depois ele voltava e tal. E aí uma das coisas, ele falando sobre perdão, ele falou. Que o perdão, não sei o que que tem. Ele falou tanta coisa bonita sobre perdão e eu cutuquei a minha esposa assim, falei assim, amor, aqueles meninos tinham que estar aqui, né, pra ouvir isso aí. Aí ela falou assim, ela falou assim, você tinha que estar aqui.

Não, mas por que eu? Aí qual é que eu briguei com a minha mulher? Você tá do lado deles? Você tá no... O que que tem e tal? Aí eu falei, não, você tinha que estar aqui. Falei, ah... Fiquei meio putinho, sabe? Tipo assim, sabe quando você fica meio... Ah, nada a ver. Ah, nada a ver e tal. Aí, cara, o Bruninho foi e tal. Depois ele voltou de novo nessa parada do perdão. Aí eu falei, ah, vou lá fora tomar um café, cara. Aí eu fui lá fora.

Fiquei lá uns 20 minutos tomando café. Enrolando pra ver se ele acabava esse princípio aí pro outro, né? Então, quando eu cheguei, ele ainda tava na parada do perdão.

Não acabou essa parada até agora, amor. Pelo amor de Deus, tá enchendo a linguiça ali já. Aí ela falou, não, fica quietinho aqui, meu bem. Fica quieto aqui que você vai aprender muita coisa. Aí fiquei mexendo o celular e tal. Tentando me desconcentrar no celular, cara, mas não tem jeito. Uma palavra não volta vazia não, cara. Aí ele falando aquela coisa toda e tal, terminou. Deu o horário ali, não sei se foi 5, 6 horas da tarde, terminou. Fui pro hotel, tava no Radisson ali.

Cara, aí jantamos e tal, deitamos, passamos ver uma televisãozinha e tal. Ah, vou dormir. Desligou a televisão. Só tinha o Carioca falando na minha cabeça. Só tinha o Brunet falando, falando, falando aquelas palavras na minha cabeça. Não porque o perdão, o perdão trava, o perdão é isso, o que tem? Não vou lembrar exatamente. E aí me veio no meu coração assim, né, cara? Manda uma mensagem pra esses cinco meninos.

Eu falei, não, não vou mandar não. Orgulhoso pra caramba. Quando você ganha dinheiro, cara, você tem que tomar muito cuidado. Porque não é que o dinheiro te estraga, mas ele revela muita coisa em você. E eu era orgulhoso. Sabe? E me sentia o dono da razão. Achava que o mundo girava em torno de mim e tal. E aí eu fui, não tinha chat EPT, nenhuma pena. Mas eu não mandei áudio, digitei textão mesmo. Lisa dormindo. E eu... E aí

Cara, textão gigantesco, digitei pra todos eles, individualmente. Falei, ó cara, tô em São Paulo, tô aqui num curso e tal, falou muito de perdão hoje, mexeu muito comigo e tal. E eu queria, meu irmão, em nome de Jesus, cara, te pedir perdão e liberar perdão por tudo que aconteceu, independente do que a gente tem que resolver na justiça, trabalhista, aquela coisa toda e tal. Eu te perdoo em nome de Jesus, te peço perdão, a gente não sabe o dia de amanhã, a gente vai estar vivo, a gente vai estar morto, não sei o que que tem. Cara, fui dormir duas horas da manhã.

No outro dia, quando eu acordo, já tinha a resposta de vários deles. Acho que uns três tinham me respondido, todos eles liberando o perdão. E até eu chegar no teste, os outros dois também liberaram o perdão. Irmão, eu sei que eu cheguei no terceiro dia aqui do teste, não sei se foi no segundo ou no terceiro, mas eu cheguei assim, cara, leve, sabe? Aí eu pude compreender muito melhor o conteúdo. Foi como se eu tivesse vomitado uma comida que estivesse me fazendo mal aqui.

Quando você vomita, você melhora na hora, né? É instantâneo, foi exatamente assim que eu me senti.

E aí, eu não sei se foi exatamente só por isso, mas isso contribuiu muito. Naquela época que a gente entrou aqui no Método Dash, a gente tinha 28 colaboradores. Nós tínhamos um faturamento de, poxa, sei lá, talvez uns 10 milhões no ano. Era um faturamento considerável, para o negócio pequeno que a gente tinha e tal. E a gente tinha 28 colaboradores, 3 marcas só e tal. Enfim.

Aquele contato que a gente teve ali, eu entrei para o Dash Mind, passei dois anos ali no Mind e tal. Qual foi a experiência no Mind? Foi maravilhosa também. Cara, só tem coisa boa para falar do Brunê, de vocês a medalha. Onde eu vou, eu falo. O Felipe está comigo aí, sabe? Em todo lugar eu falo. Dessa experiência do método, eu indico muita gente para vir para cá. Vocês não ficam sabendo, mas quase toda turma do método tem funcionário meu aqui que a gente envia.

Nesse último tinha dois ou três, se eu não me engano. No outro tinha quatro. A gente está sempre mandando a galera para cá.

E aí, cara, resumo. Pô, de 2022 pra cá, de 28 colaboradores são 172. De um faturamento de 10 milhões são 56 milhões, 51 milhões ano passado, esse ano vamos bater 80, com uma margem de 46%, isso é maravilhoso. Pô, cara...

Aqueles caras todos me perdoaram. Nunca mais eu tive esses problemas de ódio no meu coração. A gente mudou muito. Mudei para cá. A cabeça pensa onde os pés pisam. Mudei para cá. Montamos o negócio aqui. Nossa universidade aqui. A gente tem um educacional aqui com mil metros quadrados. A gente atende 100, 200 alunos por mês ali. Em BH a gente atendia 40. Então mudou muita coisa. Óbvio que não é só fazer o Destiny que vai acontecer as coisas. Mas fazer o Destiny pode te ajudar muito. Para mim foi transformador.

Eu cito sempre isso. Eu não tinha programa de mentoria. O fato de entrar no Deste me fez criar um programa de mentoria que hoje já se passaram mais de 500 mentorados dentro dos nossos programas. Muito grande. Então, assim, pra mim foi transformador, cara. Muito bom mesmo.

Olha aí, gente, você está ficando de fora? Não entendi, não. Não, só vem, só vem, só vem. Mas se você quiser, tem um QR Code aqui na tela para participar do método Destiny. E se você é um empresário que já tem o seu faturamento, precisa se conectar com pessoas também que estejam no nível avançado, quer estar em ambientes para expandir sua consciência, tem um link aqui na descrição para os empresários, tá bom?

O Dash Mind, para mim, por exemplo, foi a fase que eu mais cresci como empresário. A primeira coisa que o empresário tem que mudar para crescer é a cabeça, a mentalidade, a mentalidade de dono. Talvez o cara tenha a mentalidade de dono, mas você, para crescer e prosperar, você tem que ter uma mentalidade de empresário.

criador de processos de negócios novos e tal, e eu vivi muito isso, cara. A Lisa fala que eu melhorei muito depois do Dash, eu melhorei muito como marido, como pai, como empresário, como cristão verdadeiro, entendeu? Então, eu quero voltar pro Dash, tá? Eu vou voltar assim que eu terminar uns outros programas aí que eu tô... Pode trazer aí. Não, mas eu vou voltar mesmo. Eu falo isso pra Lisa sempre, sempre, sempre, sempre. Legal, legal.

Posso? Vai sair muito? Vai, vai sair um pouquinho. Eu vou falar sobre o ecossistema. Não, não, não. Então deixa eu primeiro. Seu Elias, eu notei aqui pela sua história que você sempre foi uma pessoa que gosta de avançar, gosta de crescer. Você já pensou em algum momento da sua carreira que você estava no auge e por algum determinado tempo estagnou? Ou você nunca foi essa pessoa? Já.

Boa pergunta. Em 2024, poxa, a gente estava num faturamento legal, estava crescendo. Mas sabe quando chega num platô? Nada que você faz mais, você consegue romper aquilo ali. Eu estava nessa fase em 2024. E aí o que eu fiz, cara? Eu lembro exatamente do dia até. Eu acabei de tomar banho de toalha em frente ao espelho.

Meu Deus, me leva para uma próxima fase, me leva para um próximo nível. Eu estou meio cansado de BH e tal. Sempre nos mesmos ambientes, as mesmas pessoas. Me leva para uma próxima fase. Eu lembro claramente disso, cara. Isso foi talvez julho de 2024. E desde 2022, quando a gente pisou aqui, eu comecei a falar com a Lisa. Falar assim, amor, a gente vai mudar para cá. A gente vai abrir um negócio aqui. Aqui é uma família, né? E aí...

cara, eu vim no encontro do Destiny até, e aí Deus falou comigo nesse encontro que era o tempo da gente vir pra cá que era o tempo da gente mudar pra cá e tal e aí foi nesse momento que realmente Deus me levou pra uma próxima fase, pra um próximo nível e tal então resumindo, acho que todo empresário tem esse momento, todo empresário em algum momento vai se sentir estagnado chegou no teto só que não tem teto, cara

Não existe teto. Existe para quem é acomodado, para quem gosta muito da vida sem desafios. Eu nunca fiquei de um ano para o outro sem crescimento. Eu sempre, desde novo...

Eu sempre fui aquele cara que, por exemplo, se eu comprava uma bicicletinha, eu queria uma bicicleta maior. Se eu comprava aquela bicicleta maior, eu queria outra melhor. Quando eu comprei uma scooter, eu queria uma bis. Quando eu comprei uma bis, eu queria uma titã. Eu sempre, ano após ano...

Se eu comprei um apartamento de dois quartos, eu queria uma área privativa. Comprei a privativa, eu queria uma cobertura. Isso não é ingratidão, cara. Isso é não se contentar. Isso é uma ambição. E é uma ambição boa. Quando você tem ambição, cara, mas você não esquece de Jesus. Você não esquece de...

de Deus no geral, você não esquece a sua família, dos seus valores, dos seus princípios, de contribuir na casa do Senhor. Não tem problema nenhum se realizar esses projetos e fazer as coisas acontecerem. Então, eu sinto que esse momento vai chegar de novo. Pode chegar algum momento que eu vou dar uma estagnada de novo.

E eu vou dar outro passo, se o senhor permitir. É isso aí. E quando que foi o momento que você deixou de ser a pessoa que executa para ser a pessoa que toma conta do negócio? Boa, boa, boa. Foi nessa fase de quando eu abri o seu Elis, que a gente estava com quatro unidades, e eu lembro do meu gestor, com a agenda cheia pra caramba, atendia muito na cadeira ainda e tal.

E aí um dia ele chegou com o computador aberto, sabe quando você vai com o notebook assim atrás do Brunet pra resolver alguma coisa rapidinho? Vocês sabem bem, né? Pois é. E eu descendo do carro, pegando minha mochila, ele, bom dia. Eu falei, bom dia. Eu preciso resolver algumas coisas com você. Eu já encaminho, e caminhando pra minha cadeira, descendo do estacionamento, caminhando pra minha cadeira, ele vindo com, ó, aquele negócio lá do fornecedor tal, pode bater o martelo nisso aqui?

Eu falei, pode. Isso aqui, pode bater nisso aqui que tem? Pode. Eu já mexi no celular e, cara, isso 2000 e... Ah, 2018.

pode, pode, pode, pode aí chegou na cadeira, limpando meu espelho já faltava 5 minutos pra chamar o próximo cliente das 9 horas e tal aí falou assim, cara deixa eu te falar, não tá dando mais não, cara

Não tá dando mais não. Enquanto eu não consigo parar você, eu não consegui três minutos ser o Elisa. Agora pra gente resolver um negócio que é importante, eu preciso dar resposta agora nisso aqui, eu não consigo te parar, cara. Você tem que começar a sair do operacional técnico, você vai ter que começar a tirar um pouco de cliente seu, mandar pros meninos e tal, em uma estratégia que a gente teve, foi começar a bloquear alguns dias da semana, aumentar o valor comigo, então comigo era mais caro, com o time era um pouco mais baixo, e aí a gente conseguiu sair. Fui tirando um dia por semana. Até então era a mesma coisa.

Quanto cortar com o seu Elias, quanto cortar com os meninos. E a minha agenda ficava muito cheia. Porque, pô, naquela atual conjuntura, cara, eu te falei que eu comecei a cortar cabelo de jogador de futebol em 2009. 2018, eu já tinha atendido mais de 100 atletas de futebol. Eu já tinha cortado o cabelo do Neymar, do Messi por duas vezes. Eu já tinha cortado o cabelo do Ronaldinho Gaúcho por três anos. Então, imagina só como que ficava a minha agenda.

Vinha gente de outras cidades do interior, gente de todo lugar querendo cortar cabelo, com o barbeiro do Messi, do Neymar, de não sei o que que tem, entendeu? O que que justifica um cara cortar comigo e com um profissional meu se é o mesmo preço?

então eu quero com a Elisa então uma estratégia que a gente teve foi aumentar o meu valor e deixar o da equipe um pouco mais baixo a gente começou a canalizar tudo pra eles, aí bloqueei a segunda trabalhava terça, quarta, quinta e sexta sábado depois bloqueei a quarta, trabalhava terça, quinta e sexta sábado até hoje assim? hoje não atendo mais hoje não, desde 2018 eu não atendo mais

Mas nessa época já tinha a gestão de horários agendados ou era chegou e... Não, no seu Elias sempre foi agendamento, desde 2013. Legal. Desde 2013. Só que a gente atende também sem horário marcado. Se chegar numa loja e precisar de cortar, você vai entrar numa fila de encaixe ali e tal, entendeu? E conta um pouco essa experiência de cortar com jogadores, porque...

Muita gente... Você que fez o cabelo do Neymar na Copa de 2014? Não. Foi não. Eu quero o partigal dele. Foi não. Brincadeira. Muita gente, quando chega perto de pessoas relevantes, começa a se desiludir por conta de emoções, quer aparecer, vamos fazer um vídeo aqui, uma mídia, como que você lidou com isso? Eu sempre soube o meu lugar, cara. Entendeu? Eu ali, quando eu estava atendendo um atleta, eu não era amigo do cara, velho.

Eu era um emprestador de serviço. É igual quando eu fiz parte do Dash, né, em dois anos. Cara, eu era amigo do Brunet, eu era um mentorado dele. Então eu sei o meu lugar. Tem mentorado que confunde as coisas, vocês sabem disso. Acha que, pô, porque o Brunet não tirou uma foto, não é amigo. Não, cara, a amizade não tá à venda não, pô. Pode se tornar um amigo. O Brunet virou amigo de muitos mentorados dele e tal. Mas eu sabia muito bem o meu lugar e sei até hoje, cara.

Entende? Então, por exemplo, quando eu chegava pra um atleta, pra atender o cara,

Cara, eu falava pouco, eu não pedia nada, eu pedia uma foto. Mas na hora de pagar também eu não deixava ele pagar. Eu servia o cara, sabe? Existem algumas formas de você se conectar com pessoas, pagando ou servindo. E eu servia muito bem eles. Então quando terminava, eu falava assim, cara, eu posso tirar uma foto contigo? Se eu contar para os meus amigos que eu cortei seu cabelo, talvez não vão acreditar. Não, cara, pode tirar aí e tal, tranquilo. Eu posso postar essa foto na internet? Pode, tranquilo.

Foi assim que eu fui construindo essa carreira, dentro do mundo dos famosos ali. Isso pra mim foi muito bom. Não é o que me trouxe tudo que a gente tem hoje, jamais, porque o que eu conheço de profissional que já cortou o cabelo do Neymar, do Messi, do Ronaldinho Gaú, de não sei quem, não aconteceu nada, não aconteceu nada vezes nada, então manda muito mais a cabeça, a mentalidade de quem está...

Mas pra mim, naquela época de 2012, principalmente quando eu abri o Seu Elias, foi muito bom, cara. Eu saía em muitas matérias locais, nacionais, e muita coisa que me trouxe muita visibilidade. Então isso foi muito bom pra nós. Mas como que você acessou essas pessoas? Boa, excelente pergunta. Antes de abrir o Seu Elias, eu tava trabalhando.

Uma tarde assim, aí chega um cara de carro para do outro lado da rua, um Monza. Eu até lembro, um Monza Tubarão. Você sabe o que é o Monza Tubarão? Monza, eu sei. Monza, você sabe. O cara não sabe o que é Escort, cara. Você sabe o que é Escort, não sabe, Lê? Ele não sabe o que é Escort, cara.

Comenta aí se você sabe o que é o Escort. É Gen Z, Gen Z. Meu pai fala que Escort é o carro cicatriz, né? Tipo assim, é o Escort. Cicatriz. Aí, cara, eu tava trabalhando, chegou um cara no Monza e ele desce com um menino. Menino pequenininho. Aí eu falei assim, boa tarde, tudo bem? Eu sempre aprendi com meu pai, cara, que a gente não deve fazer excepção de pessoas. Seja rico ou pobre, eu sempre trabalhei do mesmo jeito.

E aí quando ele entrou, o menino cortou o cabelo e tal. Quando terminou, ele foi pagar e falou, cara, esse menino é filho do Márcio Araújo, jogador do Atlético Mineiro. Esse menino é filho do Márcio Araújo. Eu falei, ah, que Márcio? Nem sabia quem era do Márcio Araújo.

Eu vim da Assembleia de Deus, cara. A Assembleia de Deus, a bola é o ovo do capeta, você tá ligado? É, é. É isso aí. Meu pai falava isso. A bola é o ovo do satanás. Sem TV, sem nada. Sem TV, exatamente. Mas eu não era ligado a futebol, assim. Eu nunca gostei de futebol. Acho que até por isso que eu durei tantos anos no futebol.

Aí ele falou, esse menino é filho do Márcio Araújo, jogador do Atlético e tal, e ele pediu pra me arrumar um lugar pra cortar o cabelo dele, e eu tô cortando aqui. E eu acho que ele vai gostar muito, velho. Ele fazia o pezinho na testa igual você, assim, e falou, cara, ninguém acerta o pezinho desse menino, que ele não fica quieto, mas se você acertou ele, ele vai pirar nesse cabelo. Ele vai querer que você corte o dele também. Me dá seu telefone aqui que eu vou falar pra ele pra te ligar.

Beleza, não, tá tudo bem Aí ele foi, saiu, aí eu tinha um computador, digitei lá Quem é Márcio Araújo? Aí que eu vi, que era um volante Do Atlético Mineiro, que jogava em Belo Horizonte Aquela coisa toda e tal Jogou no Palmeiras também, não sei se vocês lembram dele Não? Não sabe o que é esporte, vai saber quem é o Márcio Araújo

Bebeto, Romário, essas paradas, eu não vou falar. É que campeonato mineiro, eu não sou muito atendido em nada, não. Mas ele jogou no Palmeiras, no Flamengo, enfim. Aí, cara, 15 dias depois, chega lá na barbearia um atuxo. Tuxo, acho que você sabe o que é também. Chegou um atuxo com ele, o filho, ele e a esposa. Aí cortei o cabelo dele.

Aí terminou, eu falei, cara, posso tirar uma foto contigo? Claro, eu tinha uma TechPix, aquelas camerazinhas. TechPix, aí tirei uma foto, postei no Orkut, acho que vocês também não sabem o que é Orkut. Sabe também? Cara, agora eu tô pegando pesado também, né? Menospreza na gente, é.

Aí postei no Orkut aquilo ali e mandei revelar essa foto e coloquei num quadrinho, aqueles quadrinhos de adolescente que você coloca um imãzinho. E aí todo cliente que chegava via a foto do Massaraújo lá. E isso começou a ter uma repercussão legal no bairro. Mas isso foi intencional? Claro. Eu sou muito intencional, cara. Aprendi com o seu pai isso aí. O seu Thiago Brunet. Agora vai fazer o corte de que isso vai postar na internet. Aprendi com o seu pai. Filho do Brunet.

Cara, mas o cabelo do Brunê, quando tava rapado, ele também tava, você lembra? Não, mas é assim, é... Muda de inspiração. A gente brinca que ele é um mini crack. Tem que colocar ele ali, tem que colocar ele do lado ali. O Thiago ganhou o bonequinho, ele mandou fazer igual.

Aí, cara, eu colocava aquilo, aquilo chamava atenção, foi muito massa aquilo. E aí, 15 dias depois, cara, tô aqui no CT, você consegue cortar meu cabelo aqui? Porque eu não consigo sair, tô em pré-temporada. Claro, pô, tô indo aí.

Aí chegou lá, cortei o dele, o do Ricardo Bueno, o do Renan Oliveira, o do Renan Ribeiro. Aí foi toda uma galera daquela época ali, que eram os jogadores daquela época, e todos eles eu tirava uma foto e subia no meu Instagram. Tirava uma foto e subia no meu Instagram. Tirava uma foto e subia no Instagram. Eu fui enchendo, se você for lá em dois mil e pouco no meu Instagram, você vai ver isso aí, tudo lá até hoje, tudo registrado lá. Aí isso foi trazendo novos acessos, entendeu?

Então, depois eu entrei pro Cruzeiro. Aí depois jogador do Cruzeiro, que ia jogar em outro time. Quando vinha pra BH, me ligava, eu atendi o time. Eu atendi praticamente todos os times do Brasileirão. Caramba. Quando ia em BH. Caramba. Porque foi trocando, né? Pô, foram 10 anos de futebol, né, cara? Então, assim, eu fiz muita amizade no futebol. Foram mais de 200 atletas. Eu não vou te dizer que eu atendi todos os jogadores, mas eu atendi praticamente todos os times. Se não foi eu, foi alguém da minha equipe.

E como foi a sensação, assim, por exemplo, é normal um jogador do Campeonato Brasileiro, mas o Messi é diferente. Como é que você se sentiu? Nervoso? Muito. Não, só mais um dia. Não, mas a gente tinha muito nervoso. O pezinho do Messi. É, começou pelo Neymar, né? Aham.

Eu cortava cabelo dos jogadores do Atlético, aí eu vou chegar lá, cortava do Atlético, aí veio um cara do Santos pra jogar no galo, o André Bebezão. Aí ele era muito amigo do Neymar, foi naquela época que ele usava aqueles moicanos descoloridos e tal.

Aí, depois o André foi devolvido pro Santos. Só que ele já me conhecia, já tinha sido meu cliente. Aí o Santos veio jogar em BH. Aí o André me ligou e os dois estavam no mesmo quarto. Lá no Hotel Uruminas, em BH. Você já deve ter ficado hospedado lá e tal. E aí o André, ele disse, consegue vir cortar meu cabelo? Consigo. Cheguei lá, quem abre a porta, bati na porta, quem abre a porta, o Neymar. Em 2012, cara. Aí começa a cortar o cabelo do André, aquela coisa toda.

Terminou, achei que o Neymar não ia cortar. Aí terminou, o Neymar foi cortar o cabelo e tal.

E isso foi muito legal, cara, porque quando terminou, vou te mostrar uma forma, eu tinha essa cultura, né, de... Não, cara, eu não vou cobrar, velho, não vou cobrar do cara, pô.

O cara me deu mó moral aqui. Se eu cobrar do Neymar, também ia ser. As pessoas podem falar assim, mas por que você não cobrar? Cara, porque é o Neymar, velho. Porque ele abre muita porta, entendeu? Não tem jeito. Na foto com ele, vai dar uns 50 reais. Não tá aqui. Não tem jeito e tal. Só que aí quando eu terminei, ele falou assim, não, não, cara. Vou te pagar sim. Aí ele foi lá e pegou... 2, 3, 2, 4, 6, 8, 8 notas de 50.

Deu R$400,00. Cara, meu corte de cabelo naquela época era R$20,00. Se eu cobrasse, eu ia ganhar R$20,00. Eu não cobrei, ele me deu R$400,00. E aí pagou ele, o do André ali e tal. Então o que que tem? Aí saindo de lá, eu tinha um Fit Uno 100% financiado. Tô indo ali na Cristiano Machado, que é aquela avenida que tem na frente. Chovendo. Aí eu postando a foto aqui, dirigindo. Não pode mexer no celular dirigindo, né?

Aí, cara, do nada eu olho pra frente, um Livina parado, um semáforo, eu enfiei na traseira dele. Cara, mas... Eu bati o carro, aí eu olhei... Ah, postado. Deu certo. Aí eu já desci, cara, foi mal, irmão. Eu tava tão empolgado que eu acabei de cortar o cabelo do Neymar, olha aqui pra você ver, ó. Caraca, irmão, que doido, você cortou o cabelo do Neymar. Fiz sempre uma amizade ali, velho.

Não, eu tive que pagar o prejuízo. Aí isso foi muito bom, saí em todas as matérias, eu atendi ele três vezes. Agora, com relação ao Messi, foi em 2014, na Copa do Mundo. Não sei se vocês vão lembrar, mas a seleção argentina ficou hospedada em Belo Horizonte. E eu já tinha aberto o seu Elias, eu estava cortando o cabelo aqui, olhando a televisão, passando no Globo Esporte. A seleção argentina acaba de pousar em Belo Horizonte, vai ficar hospedado na cidade do Galo, não sei o que que tem.

Eu falei, caraca, os caras vão estar lá na cidade do Galo. E a cidade do Galo é o CT do Galo onde eu ia toda semana. Há muito tempo já. Desde 2009. Meu Deus do céu, eu tinha que dar um jeito de acessar esses caras. Só que o CT inteiro, cara, foi evacuado. Nenhum funcionário do Galo estava trabalhando lá. Saiu todo mundo e entrou só a seleção argentina. Eles não deixam ninguém. Só a equipe de segurança. Como é que eu vou acessar esses caras? Não tem jeito.

eu mandei para o supervisor geral do Atlético, que era meu cliente, network é isso, é igual uma poupança, primeiro você precisa depositar,

pra depois fazer um saque. Esse cara, que é o supervisor, o doutor Carlos Alberto, incrível, um cara massa pra caramba, um senhor já, deixa ele ouvir eu falando isso, tem que ler um senhor mesmo, porque ele tem o cabelo muito branco. Eu sempre servia ele, cara. Atendi ele sempre depois do horário, antes do horário, na hora do meu almoço, eu parava tudo e atendia ele. Se não tinha horário, eu arrumava um horário pra ele, sempre servindo.

E nunca tinha pedido nada, nunca pedi camisa, ingresso, nada, nada, nada. Mas nesse dia, chegou o momento de fazer um saque.

Eu ligo pra ele, tô Carlos Alberto. Eu vi que a seleção argentina... Você já entendia isso na época? Não. Fazer um pedido pra depois fazer um saque? Não entendia, cara. Era muito na... É como eu te falei, eu sempre soube o meu lugar. Meu pai sempre me ensinou isso, entendeu? Ele falou assim, meu filho, você não tem que avançar. Você tem que se manter no seu lugar e tal.

E aí eu falei, doutor Casalberto, o senhor sabe que... Eu vi aqui a seleção argentina acabou de pousar, não era nem WhatsApp, era ligação mesmo. Acabou de pousar e tal. E cara, eu me coloco à disposição para atender os jogadores aqui da Argentina durante a Copa do Mundo inteira, sem custo algum. Eu vou ir quantas vezes precisar. Eu só precisava que você me colocasse aí e tal. E eu falei, senhor Elias...

Você é doido de alguém entrar aqui a não ser você para fazer o cabelo desses caras? Meu amigo, ninguém vai pisar. Ele que mandava, quem entra e quem sai. Ninguém pisa aqui não, meu amigo. É você. Já me manda seu CPF aí. Se eu não me complete, eu vou cadastrar você e fazer um crachá seu aqui. Barbeiro oficial da seleção argentina. Nossa! Cara, olha a importância. Tem gente que fica esperando a oportunidade bater, né? Nesse caso, eu não fiquei esperando.

Eu cavei a oportunidade, entendeu? Eu fui atrás da oportunidade. Eu fui intencional.

Aproveitando, como que você diferencia isso de cavar a oportunidade, mas sem lugar? Porque o seu Elias da época poderia pensar, não, mas se Deus preparar o momento, eles vão me chamar. Não, porque se for de Deus, vai acontecer, eu não preciso chamar alguém para pedir. É um discurso bem religioso esse, né, cara? E eu concordo com ele, eu fui criado assim e acredito nisso também.

A bênção do Senhor que enriquece, ela não traz consigo dores. Eu acho que para todas as coisas existe um tempo determinado. Mas existe também a parte que você tem que fazer a sua parte, cara. Não está escrito na Bíblia, faça a tua parte que eu te ajudarei? Não está não. Pô, teólogo. Ô teólogo, olha o Teo e o Ologo aqui, cara. Não, pô. Ô Brunê, olha o seu Teo e o Ologo aqui.

A Bíblia não fala sobre... Fala, fala. Não sei aonde não, vai falar. Estou com vergonha agora, gente. Pelo menos não. Vai queimar meu filme. Não, cara, mas você... Esse lance de todas as coisas de John Tempo, eu concordo com isso e tal. Mas em muitos momentos, cara, você tem que agir. Você tem que pular na oportunidade. Você tem que dar o seu passo de fé ali, de coragem, entendeu? Então, eu não vi isso como passar o carro na frente dos bois. Eu pensei assim, cara, se eu não falar com ele...

vai entrar outro cara ali, ele não vai lembrar de mim. Ele tá tão envolvido com tanta coisa, eu vou ter que ligar pra ele. E foi isso que eu fiz, entendeu? E ainda bem que eu fiz isso, cara. Ainda bem que eu fiz isso, porque tinha um tanto de gente querendo entrar nessa situação ali e tal, porque isso me posicionou bem pra caramba, você não tem noção.

E aí nesse mesmo dia ele me ligou de tarde e falou, o pessoal já está precisando aqui, quer que você chegue aqui 16 horas depois do treino. Pode ser? Eu falei, pode. Cara, eu com a agenda lotada, irmão. Pedi a secretária, saiu ligando um por um, cancelando, remanejando para o outro dia. Esses clientes reclamaram, foram no reclame aqui, não sei o que é que tem. É o preço que eu tive que pagar, cara.

Entendeu? É por isso que eu tive que pagar. Então, pra eu atender a seleção argentina, a minha agenda ficava cheia, tipo, 15 dias pra frente, cara. 15, 20 dias pra frente, lotada. Então, toda vez que eles me ligaram, eu tive que desmarcar um tanto de cliente. Às vezes eu entendi que ele ia depois do horário, pra não deixar o cara na mão e tal. E aí eu fui na seleção argentina 13 vezes. Na décima terceira vez que eu cortei o cabelo do Messi. Eu achei que eu não ia cortar.

cortei cabelo de cozinheiro, todos os atletas, o Agüero, o Di Maria, o Pouche Olavesi, os caras, tudo, tudo daquela época que era o famosaço do Real Madrid, do Barcelona, do Manchester, do Agüero Kuhn, enfim. Aí, no dia que marcaram para eu cortar o cabelo do Messi, falaram assim, ele disse, você precisa chegar aqui 11 horas. Eu falei, cara, e eu sou extremamente pontual, cheguei aqui hoje 20 minutos antes. Eu nunca gostei, mineiro não perde o trem, né, tem esse ditado.

E nesse dia eu atrasei. Me marcaram 11 horas, eu cheguei 11 e 12, se eu não me engano, 11 e 15, alguma coisa assim. E quando eu chego, eu cortava sempre no vestiário, eu tô passando assim, o vestiário já sem ninguém. Nesse dia era 11 horas da manhã, no primeiro dia que foi 16. Aí eu passando assim, o roupeiro me falou assim, Elia, Elia, vem aqui, sabe quem vai cortar pelo hoje? Eu falei, não, não, ele tem messi.

Porque eles não tinham me avisado que era o Messi. O Messi. Com respeito, cara. O Messi. E ele já está lá. Tipo, ele já está te esperando. Ele já está te esperando já tem 15 minutos. Tipo assim. Eu falei, cara, aí essa veio aqui começou a pular. Eu comecei a ficar nervoso. A minha mão começou a suar, aquela coisa toda. Aí eu chego, ele estava parado e tal, mexendo no celular. Falei, olá, tudo bem?

Espanhol ruim pra caramba. Já hablava um pouquinho. Aí, cara, desculpa o horário. Não, não é problema. Mexer no celular e tal. Aí comecei a tirar as coisinhas da maletinha e colocar em cima da bancada. Deixei as coisas cair. Todos tabanados, cara.

Nunca, cara, profissional, quase 15 anos de mercado e fiquei nervoso, bobo. Sabe quando você está muito nervoso? Não sei se você já teve isso. O seu lábio dá uma tremida, o olho dá uma pulada, minha perna bambiava, eu passava a máquina assim. Porque imagina só, cara, você está no futebol há seis anos, cortando o cabelo de jogador de várzea, jogador grande, pequeno, do nada, um cara que você só vê na Champions League e está sentado na sua cadeira.

Imagina que você está apresentando, você está fazendo um podcast com muitos empresários, normais. Aí do nada está aqui, sei lá, Bill Gates. Sei lá. Entendeu? Você tem que falar na língua dele. É loucura, cara. Você vai ficar nervoso, entendeu? Não tem jeito.

Ele percebeu que você estava nervoso? Percebeu. Percebeu muito. Tanto que ele até falou, irmão, fica tranquilo. Fica tranquilo. Não, não, tá bom. Dá um rivotril aí que eu vou ficar tranquilo. Vou dar meu máximo aí que vai não aguentar. Aí eu lembrei de uma coisa que poderia quebrar o gelo. Eu falei, um minuto.

Não vou sacar foto. Aí eu falei, peguei o celular e tal. Aí eu mostrei uma foto pra ele do Neymar. Tipo, eu cortando o cabelo do Neymar. Conhece? Ele falou, sim, muito feio. Cara, aí quebrou o clima. Eu mostrei do Ronaldinho Gaúcho, mais feio ainda. E começou uma troca de ideia. Aí eu fiquei mais calmo. Eu comecei tremendo assim, no final tava um pouco menos ali. Tremendo menos e tal. Mas foi muito massa, cara. Foi muito massa. E eu lembro que naquela época, cara...

Como eu tinha acabado de abrir o seu Elias, eu tinha uma dívida, não é uma dívida, um parcelamento futuro de 600 mil reais, aproximadamente, falando. Traz isso para os números de hoje. Faz uma conta aí no chat de EPT, para você ver, era mais de uma milha. E aquilo me tirava o sono, eu ficava desesperado, andando de carro mil, 100% financiado. Eu tinha um colchão inflável na sala da minha casa. A minha sala tinha um colchão inflável. A barbearia linda e maravilhosa.

Eu com um carro mil, um colchãozinho inflável na sala e cortando o cabelo do Messi. Então imagina, uma dívida de 600 mil você cortando o cabelo de um bilionário. Aí vem aquele pensamento intrusivo, né? Pede ele uns 600 mil emprestado aí. Não é nada pra ele. Aí, cara, eu saí de lá, velho, fiz uma oração com essa foto aberta no meu celular, indo embora e tal.

Falei, Deus, em nome de Jesus, eu sei que uma foto não muda a história de ninguém, mas faz isso aqui trazer algum retorno para mim, em nome de Jesus. E eu tive um insight ali e mandei para uma assessora de imprensa que eu conhecia. Eu falei com ela assim, Renata, coloca para mim essa foto em todos os jornais e veículos de comunicação que você conseguir. Eu vou te pagar o valor que for. Eu só quero ficar famoso com essa foto aí.

Ela falou, deixa comigo. Isso aqui vai ter matéria para mais... Porque, pô, primeiro brasileiro, até hoje, não existe outro brasileiro que cortou o cabelo do mestre por duas vezes. Ah, teve? Não teve. Teve outra vez? Teve, em 2019 eu cortei de novo, pô. Cliente satisfeito sempre volta. Em 2019, nas Olimpíadas, eu cortei de novo, lá em Salvador. Ele mandou ligar, eu fui para lá. Nossa, ele pediu para você. Exatamente. A seleção argentina pediu, né? Não sei se foi ele diretamente que pediu e tal.

Mas os caras e tal, lembraram todos, lembraram de mim. Ele lembrou de mim, ele falou, Tô bem, mano, tá tranquilo hoje? Cara, foi assim que ela fez. Nós saímos em 36 matérias nacionais e 6 matérias internacionais. Sabe o Olé da Argentina, que é o jornal mais famoso lá da Argentina, a gente saiu. E aí aquilo, cara, aquilo mudou meu jogo naquela época, sabe? Eu lembro que eu tinha...

acho que 15 mil seguidores no Instagram, aquilo rapidamente foi pra 20, foi pra 25, pra 40, pra 50, pra 100 mil, pra 200 mil, foi subindo, subindo, subindo, até matéria, televisão, o Felipe trabalha comigo nessa época, né, tinha várias matérias que eu tinha que dar todo dia durante a Copa do Mundo, ia SBT lá pra barbearia, era uma barbearia muito grande, né, então, assim, chamava muita atenção, aí...

Aí mudou o game, cara. Então, aí, eu posso te falar que teve um antes e depois, assim, sabe? Dessa cortada de cabelo do Messi aí. Agora, voltando para como a gente começou esse assunto, você sair da pessoa que executa o trabalho te impede de ser essa pessoa que vai atrás de, por exemplo, cortar o cabelo do Messi. Por exemplo, se tem uma oportunidade, a seleção de Argentina vem para um amistoso,

Aí eles chamam o seu Elias. É você que vai fazer ou você vai lá e acompanhar um funcionário seu? Como que é isso? Cara, tudo depende. Então, por exemplo, não é que eu não corto mais cabelo de jeito nenhum. Já cortei o cabelo do Brunet algumas vezes. Já cortei do Nigro, já cortei do Flávio, já cortei do... Enfim, dessa galera toda aí, às vezes, a gente tá numa reunião, alguma coisa, eu vou lá e corto e tal. E se, por exemplo, a Seleção Argentina me ligar e falar que quer cortar o cabelo, eu mesmo faço questão de ir lá e cortar.

não vou lá cortar. Entende? Seleção Brasileira, eu já atendi várias vezes, mesmo depois de ter parado de cortar cabelo. Agora, existem situações que, para mim, enviar o funcionário, o colaborador é melhor. De tempo e de qualquer... Se a Seleção Argentina fala cara, quero cortar o cabelo aqui em Salvador. Você consegue vir? Se eu conseguir, eu vou. Se eu não conseguir, eu dou um jeitinho mesmo assim. Mas se de tudo eu não conseguir, eu envio alguma pessoa de confiança nossa e tal.

E deixa eu te perguntar, o prestador de serviço, principalmente, tem um momento que ele fica muito ocioso. O barbeira quando não tem cliente ali. O que você fazia nesse momento de ociedade que você se destacou, que você, poxa, eu fazia isso enquanto os outros estavam conversando, batendo papo, eu fazia isso. Qual foi o diferencial do seu idade nesse tempo de ocioso? Eu não tinha muito esse tempo de ocioso, Wesley, eu não vou mentir pra você, cara.

Se você voltar em 2012, a minha barbearia era aquela barbearia lotada, cara. Era cheia, eu trabalhava sozinho, não tinha tempo nem pra almoçar, pra você ter ideia. Tem um documentário meu no YouTube, que eu retratei essa época, né? Já teve de eu passar biscoito, biscoito recheado.

E água. Porque eu não tinha tempo nem para almoçar. Comia um biscoitinho, tomava água. Comia um biscoitinho, glicose e hidratação. Ficava intercalando. Um equilíbrio ali. Mas eu lembro... Não tinha celular naquela época com TikTok, Instagram, não tinha. Mas se eu puder dar um conselho, no tempo livre, vai ler um livro. Vai assistir um Brunecast. Vai assistir um vídeo de alguém da sua área na internet.

Mas os poucos momentos que eu tinha livre, eu fazia isso. Agora eu lembrei. Foi assim que eu conheci o Flávio. Foi assim que eu conheci vários caras na internet. Agora, tem muita gente que, quando está ansioso, fica vendo dancinha no TikTok. Fica poluindo a mente ali. Eu costumo dizer que a gente é o que a gente alimenta. Fisicamente, a gente é o que a gente alimenta. Arroz, feijão, se você comer bem, você vai ter...

E digitalmente falando, você também é o que se alimenta. E se você ficar se alimentando só de coisa ruim, você vai ter uma mentalidade ruim, uma mentalidade fraca, vamos dizer assim. A última nesse assunto.

Você começou falando que você mesmo cortava, mas quando você parou, sentiu alguma dor? Porque você amava aquilo, fazia aquilo por toda a sua vida, de repente você não está mais fazendo. Como que você lidou com isso? Às vezes você passava ali, hum, acho que aquele ali não está legal como eu.

Cara, acho que dor não... É porque eu sempre gostei, mas foram muitos anos também, cara, sabe? Tipo, foram 22 anos...

Dentro de uma barbearia, cortando cabelo, atendendo cliente o dia todo, sabe? Eu senti foi alegria. Não vou mentir pra você, não. Eu senti foi alegria. Quando eu parei, eu senti foi alegria. Hoje tem dia que dá uma vontadezinha, sabe? De voltar pra cadeira, de cortar um cabelinho e tal. Mas quando dá essa vontade, eu deito do munsono, aí a vontade passa. Então, é...

E eu me descobri em outras áreas também, né, cara? Então hoje, poxa, eu tenho muito mais prazer em ensinar, em fazer uma palestra, em viajar, em auxiliar meus mentorados, em preparar uma aula, em ter tempo dentro de casa. São 25 frentes de negócio que a gente tem hoje, então eu também sou marido, sou pai, sou cristão, sou filho. E eu tenho que ter esse tempo para mim também, para a minha família, né? Então...

Não tem uma dor assim, não. Agora, o time que a gente construiu ao longo desses anos é um time fenomenal, cara. A gente tem os melhores. Eu vou te falar que a gente tem os melhores. A gente forma esses caras, né? Então, eu sei quem está trabalhando para a gente. Desses 92 aí que a gente tem, cara, eu posso dizer que talvez os 92 são um padrão...

Sênior assim, sabe? Legal, legal. Tem alguns que são master. Sênior, master. Tem uns que são sênior. Mas júnior a gente não tem ninguém. Nem um novato que começa ele é juninho, não é? Se ele é juninho, ele quer trabalhar comigo, ele vem pra nossa universidade, passa três dias aqui, se aperfeiçoa, aprende muita coisa, depois de um tempo a gente pode contratar ele. Mas é uma seleção mesmo, cara. Aqui em Alphaville, por exemplo...

A gente tem 14 profissionais na loja ali. Cara, é o Real Madrid, irmão. Do mercado é... É exatamente assim. Eu não estou puxando o saco nem nada, não. Mas eu sei do potencial que os caras têm, da qualidade que eles entregam e tal. Então, eles são muito bons. Então, a gente me dá uma tranquilidade, né? Para poder indicar a qualquer pessoa lá que eu não consiga atender. Não, cara, qualquer um que você cortar aí, você vai estar super satisfeito.

Era isso que eu ia perguntar para você. Um pouco mais sobre o seu ecossistema, né? Quantas marcas estão debaixo do guarda-chuva, seu Elias?

O grupo Seu Elias hoje é composto por 25 frentes de negócio. Todas elas, com exceção de uma, estão ligadas a um mercado de barbearias. Óbvio, isso não são 25 CNPJs. Eu ficaria louco e não daria para tocar uma operação desse tamanho, porque eu não tenho sócios, é uma operação bem enxuta. São três CNPJs principais, três motores que a gente fala, e a gente atua em serviço, que são as barbearias. São 12 unidades, todas elas focadas no público A, A, B.

Essas unidades estão espalhadas pelo Brasil? Essas unidades, 10 delas estão em Belo Horizonte, duas aqui em São Paulo, com abertura de mais duas em São Paulo e mais uma em BH esse ano ainda. Estamos abrindo mais três unidades esse ano. O nosso modelo é loja física e franquia. Então, esse ano a gente vai pisar muito fundo nas franquias.

E aí, cara... Dessas lojas, quantas são franquias hoje? São cinco. Sete são minhas. E nosso motor dois, dentro desse ecossistema de 25 marcas, é a educação. Então a gente tem tudo para o nosso mercado, desde formação até mastermind. Conferências, tutorias, mentorias, eventos, curso de gestão, curso de marketing, curso de liderança, curso técnico, aperfeiçoamento, tudo. Tudo que você pensar a gente tem para dentro desse mercado. O nosso motor três é uma indústria de cosméticos.

Então, essa indústria de cosméticos, que é a Babum Cosméticos, ela alimenta todo esse ecossistema. Então, por exemplo, aonde as barbearias seu Elias compram produto? Da Babum, que é a nossa marca. Aonde o Barber Day compra produto? Da Babum, que é a nossa marca. Aonde os alunos do Barber Day compram produto? Da Babum, que é a nossa marca. E os clientes desses alunos compram o Babum, da mão dele. Ecossistema é isso. Ecossistema são frentes que se retroalimentam.

Então, por exemplo, se eu tivesse uma barbearia, uma sorveteria, uma loja de açaí e uma oficina mecânica, isso não é o ecossistema. Ia ficar doido. Não, não. Esse é um multi-empresário. Ele tem múltiplos negócios. Mas para ser chamado de ecossistema, precisa ter ligação uma coisa com a outra. Então o cliente transita nessas frentes.

E o nosso quarto motor é uma educação empresarial. Então a gente tem mentorados que são do ramo alimentício, a gente tem mentorados que são do ramo de direito, odontologia, medicina. Porque essa galera, eles querem construir um ecossistema dentro do negócio deles e pegam o nosso modelo como referência. Ah, entendi. Então você está ensinando as pessoas a construírem esses ecossistemas dentro do nicho deles. Exatamente isso.

Porque no fim o nicho não importa, o que importa é o método que você usou para construir o negócio. Como é que eu mantenho 12 unidades funcionando, 92 profissionais trabalhando sem a sua presença? Como é que cria um braço educacional? Por exemplo, eu estou aqui, tem 100 alunos tendo aula lá em diversas salas da universidade e eu estou aqui. Legal. Entende? Então a gente criou um negócio que funciona sem a minha presença. Isso é difícil para caramba de fazer.

Quando que você começou a estruturar de forma intencional essa questão do ecossistema?

Foi tão natural, Teixeirinha. Eu fui construindo as coisas sem saber que eu estava construindo um ecossistema, sabe? Eu fui fazendo, cara. Pô, eu estou usando uma marca de produto. Barbeiro compra muito produto. Por que é isso que cria a nossa marca? Ah, vamos criar. Criamos a marca. Pô, eu fui para fora fazer um curso.

E aí era uma academia lá, lá em Londres. E aí eu achei aquele negócio legal e tal. Falei, amor, tira uma foto aqui. Tira uma foto assim com o braço aberto assim, tipo, lindo. Um dia não vamos ter um negócio desse aqui lá no Brasil. Criamos uma academia. Eu fui na mentoria do Brunet, vi aquilo e falei, cara, vou criar a nossa.

Então, fui criando assim, entendeu? Entendi. De forma natural. De forma bem natural, eu fui construindo essas coisas e ó, tem um ecossistema. Eu vim estudar sobre ecossistema, cara, de dois anos pra cá. Eu falei, caraca, velho. Eu tenho um ecossistema redondinho e nem sabia que isso era um ecossistema, entendeu? De dois, três anos pra cá, que a gente foi entender que de fato isso era um ecossistema. E é muito poderoso um ecossistema, cara.

Porque você tem mais margem, um produto alimenta o outro, você tem uma lucratividade maior.

Você tem mais prospecção de cliente. Você, cara, operar em ecossistema, você joga numa outra camada, entendeu? Até porque o cliente não vai precisar sair do ecossistema para nada. Você tem mais independência emocional. Por exemplo, você tem um negócio só, cara, se esse negócio der ruim...

Você fica chateado, se um mês não bateu meta, você fica frustrado, você fica preocupado. Quando você tem um ecossistema, você não olha para um número específico, você olha para um número macro. Tipo, cara, é aquilo ali, é aquele número ali, total. Claro que se uma frente deu um pouco menos do que a outra no ano, você vai lá, dá uma atenção especial para ela, você olha para ela, vê o que está acontecendo. Como que você faz a gestão desse ecossistema?

Como que é separado isso? Porque eu acho que é, vendo de fora, é muita frente, é muita coisa. Como que é?

Nós temos um organograma muito bem pensado, muito bem organizado. Então, por exemplo, imagina aqui, aqui em cima tem eu e a Lisa, somos os sócios fundadores do grupo. Abaixo de nós, nós temos um CEO, ou seja, um diretor de operações. Esse cara, debaixo dele, ele tem um grupo tático. Ele tem um grupo tático ali de seis pessoas.

Então esse grupo tático, um cuida da Babum, outro cuida do Barber Day, outro cuida dos eventos, outro cuida disso o quê, outro é do RH, outro é do gestor de tráfego, um é head de marketing, um é head de conteúdo, então ele tem uma...

um grupo tático de pessoas ali, que dá umas seis pessoas aproximadamente. Debaixo desses seis, tem outras pessoas. Entendi. Então você vai ramificando ali assim, entendeu? Então, por exemplo, nesse grupo tático das seis pessoas, eu tenho um cara que é o líder de todos os 92 profissionais.

Só que, na verdade, ele lidera 12, que esses 12 lideram 92. É o cara do marketing. Ele tem o social media de uma empresa, da outra, da outra. Então, é muito ramificado. É a pirâmide do bem, né? Exatamente isso. Cada um sabe o que tem que fazer.

Então, por exemplo, um que está aqui embaixo dessa pirâmide, ele não vai lá em mim resolver um problema, mas nem a pau, não dou esse acesso a essa liberdade. Ele vai no supervisor dele, se o supervisor dele não resolve, o supervisor vai no outro, depois vai no Maicon. Se de tudo não resolver ninguém, aí chega em mim.

A gente tem esse para-raio, assim, porque senão eu não vivo, cara. Não consigo construir novos negócios e tal, entendeu? Eu vi que você é uma pessoa muito que troca a roda enquanto o carro está andando. E o que deu de errado nesse ecossistema que você começou, não sabia bem a direção e você ajustou com o tempo? A Babum, que é a nossa marca de cosméticos. Foi um nicho completamente novo para mim. Eu achei que era só mandar fazer o produto e entregar.

Meu amigo, norma da Anvisa, tem que ser legalizado, distribuição, arrumar o distribuidor, canal de vendas, equipe de vendas, supervisor de vendas, controle de estoque, tudo isso, sabe, mercadoria que perde, meu amigo, eu enfrentei, eu arrependi demais de ter aberto a babum. Sério? Hoje em dia não, né? Arrependi demais de ter aberto a babum, vírgula.

Até uma certa fase, ponto. Até dar resultado. Hoje eu entendo que foi a melhor coisa que eu fiz.

Entendeu? Ó, eu arrependi demais de abrir a barbearia seu eliz quando eu tava nessa dívida de 600 mil até um certo ponto. Depois que eu paguei ela, eu falei, caraca, vou abrir mais outra. Na verdade, eu nem esperei acabar de pagar aquela e eu abri mais outra, mais outra, mais outra, mais outra. Então, assim, mas naquela época, cara, eu errei precificação, eu errei não ter um bom gestor de vendas, um processo comercial bem definido, bem alinhado, entendeu? Então...

Eu acho que você comentou que até no começo era seu Elias a pomada. O produto era, exatamente, era. E aí foi estudando, vamos trocar o nome. É porque quando a gente coloca um produto com o seu nome, por exemplo, você vai vender para quem é muito fanzete seu, tipo, o cara que é fanzão mesmo, ele vai comprar. Agora o concorrente lá da ponta, ele vai, cara, botar um produto com o nome da minha concorrência aqui dentro, né? Tanto que tem loja que até hoje você sabe que o produto é meu, não compro.

Então, por muito tempo, depois que a gente lançou a Babum, eu não mentia para ninguém, não falo mentira, mas eu não ficava falando, ah, meu produto, meu produto. Não, eu sou embaixador da marca. E realmente eu sou embaixador, foi eu que desenhei todos os produtos e tal. E aí, quando me perguntavam quem era o dono da Babum,

Aí eu colocava um bonequinho, tipo assim, um bonequinho da dúvida, assim, no Instagram, sabe? Tipo assim, pô, será que eu coloquei um busquinha de suspense e tal? Aí quando ele me perguntou, cara, você que é o dono da Babon? Eu falei assim, não sou eu, cara. Eu sou casado com a dona. Estava no nome dela, realmente. Hoje eu falo abertamente e tal. E isso, eu tinha muito medo de falar que a marca era nossa. Por causa dos invejosos.

E aí a gente foi tomar uma decisão. Tem folha em branco aqui, não? Tem, no verso. Preste aqui, por favor. A gente foi tomar uma decisão.

E aí eu falei assim, cara, vamos lá. Toda decisão importante que a gente vai tomar, a gente tem que colocar aqui os pontos positivos dessa tomada de decisão e eu fui listando. Pontos positivos, pontos negativos. Cara, vamos falar que a gente é o dono da empresa. Quais os benefícios? Cara, mais credibilidade.

mais confiança dos nossos alunos. A gente tinha mais de 30 mil alunos nessa época, hoje são mais de 100. Pô, se cada um desses 30 mil alunos comprar um produto, quanto que a gente vai vender mais? Então tem mais credibilidade, tem mais força de venda, tem mais autoridade, tem poder de ecossistema, tem não sei o que que tem. Cara, enchemos uma folha assim desse lado mais. Desse lado de cá, quais pontos negativos a gente fala que a marca é nossa?

É, invejosos. Tem os invejosos. Tem aqueles também, os invejosos. Eu não achei mais coisa, cara. Uma coisa contra um... Tipo, dez coisas positivas. Pronto, a babum batizou. Nossa, tá decidido, entendeu? É assim que eu tomo decisão difícil até hoje. Legal. Quanto tempo você ficou ultra focado na babum? Acho que ultra focado não é a palavra, mas focado ali... Pra fazer a parada dar certo, né?

É, cara, é igual criança, né, cara? Quando ela tá aprendendo a andar, o pai tem que tá ali dando apoio e tal, vai cair, vai levantar. Mas eu acho que a gente fundou ali em 2017, até 2020, aproximadamente. Eu fiquei indo pro escritório todo dia, praticamente, construindo... Respirando o babum. Respirando o babum. Hoje não respiro tanto, né? Mas tá presente no meu dia a dia, relatório, falo com o gerente toda hora, todo dia.

E a Babon tem quantos produtos? Tem 23 SKUs. Cada produto na indústria a gente chama de SKU. Então são 23 SKUs. Ou seja, 23 produtos na... Não sei se é 23. Até a última vez que tinha olhado era 23. E é muito caro, velho. É muito caro que eu diga assim, fazer um produto.

Então, por exemplo, se eu quiser lançar mais um SKU, eu tenho que investir aproximadamente 200 mil reais. Nossa. Inicial. Se quiser te fazer uma pomada, 200 mil reais. Mais uma pomada, 200 caras. Porque não é só ir lá e fazer a pomada. Pô, você tem que fazer todos os testes, você tem que pegar as autorizações da Anvisa, você tem que achar o tipo de embalagem, você tem que criar um nome, você tem que fazer uma logomarca, um design, você tem que comprar a primeira remessa, você tem que...

Meu amigo, é uma loucura. Esse processo dura quanto tempo? Então, olha só para você ver. Vez 23?

Já investimos uma graninha pesada aí, né? Grande. É, entendeu? Esse processo de teste dura quanto tempo? Ah, para lançar um produto, se a gente quiser lançar um produto, começar hoje, uns três meses. Senão perdeu foco hora nenhuma. Entendi. Tem produto que voltou para a farmacêutica, para a química, tipo, 23 vezes. Nossa. É.

Não tá bom, troca isso. Não, deixa com mais fixação. Não, tá dando resíduo, tira isso. Não, tira aquilo, bota aquilo. Com retrabalho gigantesco. Aí quando lançou também... Você mencionou bastante sua esposa, eu queria que você falasse um pouco do poder da família para o empresário e qual a importância que sua esposa teve no seu negócio. No início do episódio você falou que ela sempre te apoiou. Sim.

Para a pessoa que está casando, pessoa casada, pessoa que está começando um relacionamento, qual a importância da família, primeiro com o esposo, depois você traz para a gente de filhos?

Cara, pra mim, eu falo sempre isso nas minhas palestras, a coisa que eu mais amo ser na vida, marido. Engraçado? Legal. O cara que eu mais detenço na vida. Eu, a coisa que eu mais amo na vida é ser esposa, ser marido. Eu amo minha esposa, amo ser marido dela. Segunda coisa, ser pai. Eu amo isso, tenho prazer em ser pai. E aí, a terceira coisa vem as outras coisas, né? Eu não tô falando, eu amo a Deus sobre todas as coisas. Tô falando de coisas que eu mais amo é isso. Agora...

Eu acho que se você não tiver, cara, do seu lado uma pessoa que está na mesma página que você, dificilmente você vai conseguir dar certo e isso não tem a ver com barbearia, isso não tem a ver com dar certo. Então, por exemplo, e o que é estar na mesma página? Não significa trabalhar com a mesma coisa.

Por exemplo, você pode ter a sua esposa trabalhando com uma coisa e você em outra, porém vocês trabalham juntos, porém em negócios diferentes. Então, desde quando a gente estava recém-casado, assim como vocês estão agora, a gente falava sobre o futuro, a gente falava sobre empreendedorismo. Eu sempre fui muito bom, cara, em vender o sonho para a minha esposa.

Entendeu? Então, por exemplo, quando a gente foi abrir o seu Elias, eu mostrei a foto da loja pra ela. Falei assim, amor, imagina isso aqui lotado. Amor, imagina isso aqui bombando. Se hoje a gente ganha 10 mil reais, imagina que isso aqui a gente vai ganhar 50. Vai mudar nossa história, vai mudar nossa vida. O que você acha disso? Realmente faz... É porque a mulher, cara, ela vê muita segurança no homem se ele tem firmeza ao falar.

Entende? Então, por exemplo, tem muito cara que não consegue o apoio da esposa vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha só vermelha

porque, desculpa a expressão, mas é muito calça mole. Vou falar calça cagada, mas não sei se pode falar isso aqui. Mas é sério, acontece uma coisinha no trabalho que chateia ele, ele chega em casa, ele chora com a mulher, ele reclama pra caramba, ele fala, nossa, tá difícil demais, não tô conseguindo pagar as contas. Ah, e já aprende isso aí, tá?

Pode chorar com o Brunê lá, quando você estiver no avião. Para a sua esposa, cara. Irmão, você é o super-homem dela, velho. Ela tem que olhar para você e falar assim, esse Teixeirinha, beleza, ele não tem não. Mas ele é bruto. Ele é bruto. Eu costumo falar que eu sou abstrato. Algumas pessoas gostam. Não, mas você é bonitão. Muito obrigado. Aí, cara. Mas ele é bruto. O bicho é bruto, russo e sistemático. Para trabalho ele não tem medo.

O cara chega em casa, reclama pra caramba, tá cansado, tá estressado, chora. Literalmente, tem cara que fica chorando na frente da mulher, aquela coisa toda. Amigo, você vai ter uma terapeuta ali contigo, entendeu? Você vai ter que contar. Ah, deita aqui, amor. Vou fazer carinho em você. Aí suponhamos que do nada você é picado pelo mosquitinho do empreendedorismo e quer empreender.

Só que você tem uma mulher que já te conhece, conhece todas as suas fragilidades. Você fala assim, não, amor, não vai fazer isso, não. Pelo amor de Deus. Não, amor, você não aguenta, você não dá conta, isso não é pra você. Se com um desafio tão pequenininho desse aqui você já tá assim, imagina se isso der certo e tal. Entendeu? Então, cara, eu tenho isso comigo. Se eu tô passando alguma dificuldade, cara, eu posso comentar com a minha esposa por alto, assim, e tal.

Não é que eu escondo as coisas da minha esposa não, galera, mas tem coisa que eu não preciso levar pra ela, pô.

Eu digo dos negócios, tem coisa que eu posso poupar ela, entendeu? Eu conto para um terapeuta, eu conto para um amigo, eu conto para um mentor, eu mando um pouco. Quando eu estava no Dash, eu falava com o Brunet sempre e tal, eu pedia conselhos para a tomada de decisão. Então, a mesma coisa serve para pai e mãe, sabe? Tipo, se você é aquele filhinho que está sempre chorando no colinho da mamãe, do papai e tarará, quando você quer empreender...

Ela vai falar contigo, meu filho, não faz isso não, meu filho. Você vai gastar tanto dinheiro, fazer dívidas. Você lembra quando você ficou adividado aquela vez? Você chegou aqui em casa, você chorou para a Dedéu. Você ficou triste e tal. Não mexe com isso não. Então, cara, eu acho que, voltando ao que eu falei no início, ninguém pode te impedir de dar certo, a menos você conte para as pessoas erradas. Fale para as pessoas certas.

Muito cuidado para você não escolher errado. Existem três coisas que impedem você de prosperar na vida. Primeira delas, casar errado. Casou errado.

E não é porque você que casou errado, você tem que separar. Às vezes você tem que vir pro método deste e resolver seus problemas aqui e viver uma vida feliz. Casar errado. Segunda coisa, morar no lugar errado. Hum, forte isso.

E trabalhar com uma coisa que você não gosta, uma coisa errada. Se essas três coisas aí você errar, meu amigo, possivelmente você não vai dar certo. Por que eu falo que morar no lugar errado? Imagina vocês casaram agora, moram no fundo da casa da sogra. No fundo da casa do sogro, do pai. Você tenta colocar as coisas em prática, não dá. Você tenta trocar de carro, o sogro fala. Esse carro bebe pra caramba, esse carro não sei o que tem.

Pra que você vai mexer com isso, meu filho e tal? O cara casou, meu amigo. Quem casa quer casa, você tem que morar longe.

Vocês têm que viver o projeto de vocês em secreto, em silêncio, falar somente com Deus. Por exemplo, você está lá numa mesa de domingo, está lá o sogro, sogra, pai, mãe, todo mundo, está todo mundo na mesa aqui. Gente, a gente está querendo abrir um projeto, a gente quer o apoio de vocês, não sei o quê. Perigoso sua mãe falar, não faz isso não, não faz isso não. Às vezes, cara, a pessoa errada em alguns momentos, é forte o que eu vou falar aqui, mas pode ser o pai ou a mãe.

E eles não vão querer. Eu honro meu pai, tá, cara? Honro a minha mãe, amo eles de todo o meu coração e tal. E o pai e a mãe, quando ele fala pra você desanimar de algum projeto, não é porque eles são maus ou porque eles são ruins. É em excesso de proteção. Ele lembra do seu histórico. Ele lembra do filhinho que você foi a vida toda, chorão, reclamão. E aí vai falar pra você, meu filho, não faz isso não. É proteger, entendeu? Então, por exemplo, cara...

Eu posso estar no olho do furacão, cara. Tipo, momento difícil assim da vida, que eu chego na casa dos meus pais, lá em Bergar, e aí minha mãe fala assim, meu filho, tá tudo bem? Tá tudo ótimo, mãe, graças a Deus. Com Cristo no barco tudo vai bem, né? Glória a Deus. Melhor do que mereça. É, não, tô bem demais, mãe. E as meninas, tão bem? Pode ter uma semana que elas tão super agidas. Ah, as minhas tão lindas demais, mano. Nossa, mãe, apaixonada por Jesus, apaixonada.

E realmente elas são. E a Lisa, tá bem? Posso ter tido algum momento ruim da semana? E casamento tem essas coisas. Uh-huh.

A Lisa tá uma benção, meu casamento é a minha melhor fase, eu amo aquela mulher e tal. Pra que você precisa vomitar seus problemas no pai e na mãe, cara? Sabe? É melhor não, é melhor você não falar nada, entendeu? Porque é por esse motivo que muita sogra toma raiva de genro. Porque a esposa fica contando todos os podres do marido pra mãe e vice-versa. O genro fica contando os podres da mulher, aí fica aquela guerra, entendeu? Então minha mãe é apaixonada pela Lisa.

apaixonada, porque ela só me vê falar bem da Lisa, entendeu? Então, acho que isso é muito legal, você jamais vai me ver falar mal da minha esposa na frente dos outros e tal, e pra mim, cara, lá em casa é inegociável essa parada, não é que a gente tem uma família perfeita e um casal perfeito, isso não existe, casamento tem os seus desafios, suas dificuldades, mas a gente sabe onde é que a gente quer chegar, né, cara? Então, a gente...

A gente se completa e é muito diferente quando você tem dois adultos cuidando de uma família do que dois adolescentes de 43 anos, às vezes, tentando guiar uma família, entendeu? E qual que é a importância de casar cedo? Você casou com 20, né? Casei com 20 anos.

Qual que é a importância de casar cedo? Cara, no mundo que a gente vive, está cada vez mais difícil, né? Você achar uma pessoa que quer compromisso, que quer casar, que quer fazer as coisas e tal. E para a pessoa que quer prosperar, uma das melhores coisas que tem é casar cedo. Agora, qual a importância disso? Bom, se casar cedo, você corre menos risco de arrumar um filho fora...

do seu casamento, você corre menos risco de ter comparação demais depois que você casar. Imagina ser um cara que dorme com 50 mulheres antes do casamento.

Cada um tem um passado, cada um tem uma história, mas como é que vai ser o seu nível de comparação com aquela única mulher que você decidiu escolher para ficar o resto da sua vida? Acaba sendo uma comparação às vezes injusta e por isso que muitos casamentos não dão certo. Então, para mim, a melhor decisão foi ter casado cedo. Para mim isso é muito importante. Você reduz essa questão do filho. Você não tem comparação. Eu casei virgem até.

isso na minha época era muito mais comum do que hoje assim mas eu te falo isso com muita com muita paz no meu coração foi criado na igreja tem essas vantagens também né então por exemplo o cara que ele casa mais cedo ele tem possibilidade de enriquecer também mais cedo de enriquecer também mais cedo

Ele tem a possibilidade de ter muito mais disciplina no que ele está fazendo. O futebol mostra isso para a gente. Os caras que são casados, que têm uma vida mais... Ele tem uma vida mais regrada, mais disciplinada. São considerados melhores do mundo, às vezes. Acho que nunca teve um solteiro que foi o melhor do mundo. Teve ou não teve?

É que o Cristiano, ele casou recentemente Mas ele já tava no relacionamento Mas ele já tem aquela mulher há muitos anos Ele já é casado com ela há muitos anos Só que não era no papel, né Mas é um cara que Fenômeno É, pode ser Ele não é casado até hoje, né Acho que não Não, Fenômeno é casado, pô Fenômeno é casado, pô Mas o Gaúcho foi melhor do mundo?

foi, foi, duas vezes então ele foi solteiro e foi o melhor do mundo enfim, vamos trocar de assunto correndo muito risco como que você fez como que você fez ainda mais que o Brunet agora está indo para o lado do futebol fechar a porta aqui

Essa gestão de tempo com a sua esposa. Porque na vida de um empresário, de um empreendedor, você precisa alocar o seu tempo no negócio. Principalmente vocês que têm 25 frentes, como que você faz para gerir o tempo com a esposa, com as suas filhas e dar tempo nos negócios também? Qual o combinado que vocês têm? Cara, é muito desafiador.

E principalmente fala pra gente do início, né? Quando você ainda era o prestador de serviço... Prestador de serviço não, barbeiro. A minha mulher já casou sabendo que eu era barbeiro. E tipo assim, quando ela me viu, ela me viu que eu trabalhava sábado até 8 horas da noite. Já teve muito aniversário que eu não consegui ir com ela. Ela teve que ir sozinha, porque o barbeiro no sábado é o dia que ele mais trabalha, né?

Então, assim, nos dias de hoje, como que a gente concilia tudo isso? A gente coloca na agenda todos os compromissos. A agenda do iPhone, eu tenho acesso, ela tem acesso. Então, por exemplo, ontem, 3 horas da tarde, eu saí do furacão que eu estava lá no escritório e fui para casa.

Por quê? Porque eu tinha que levar minhas meninas na Ípica ali pra fazer volteio, negócio de cavalo lá e tal. Então, por exemplo, eu sei que toda quinta, 10 horas da manhã a gente joga tênis. Então tá na agenda isso. Se ela tem uma consulta médica das meninas que ela quer que eu vá, coloca na agenda.

E a gente tem um dia da semana, por exemplo, a quinta-feira, que é um dia da semana que eu não vou para o escritório. Entende? Eu fico em casa, a gente passa a manhã juntos, vai jogar tênis, aquela coisa toda, depois busca as minhas na escola, toma um café. Quer dizer, antes de levar, a gente toma um café junto, depois a gente almoça junto. De tarde vai ver televisão, vai nadar na piscina, vai brincar, mas na sexta-feira eu estou no escritório.

Só que tem quintas, por exemplo, como essa, que eu vou ter que fazer uma palestra às 16 horas.

Tudo bem, cara, minha mulher é muito de boa, sabe? Muita mulher que é complicada, né? E não digo nem por ela, porque o marido complicou a cabeça dela. Muitos problemas do casamento não são causados pela mulher, são causados pelo homem.

Entende? É aquele homem que fala que tá chegando e não tá chegando. É aquele negócio, vocês estão novos agora no casamento. Cara, não acostuma a sua esposa a ter que receber foto de onde você tá pra provar pra ela que você tá ali naquele lugar. Já viu o cara assim? Sim, sim. Amor, já tô saindo do escritório, tá? Do futebol, bicho. Já mandou uma foto aqui pra mudar. Cara, não precisa, velho. A sua mulher, ela precisa acreditar na sua palavra.

Entendeu, amor? Estou chegando. A Lisa fala assim, cara, se o Elisa falar para mim que vai chegar às 7h30, 7h30 ele está em casa. Entendeu? 7h35 ele está em casa. Ela não pede uma foto para mim para saber onde é que eu estou e não ela acredita na minha palavra. Então, assim, a Lisa é muito de boa. Pode ser que eu tenha dado sorte nisso. Ela é muito compreensiva e ela sabe que ela só tem a vida que ela tem hoje porque eu estou no corre lá fora.

E a gente tem muito claro os nossos papéis dentro de casa. Então, por exemplo, qual o papel dela dentro da nossa relação? Ela cuida das crianças, a gente não tem babá, por opção mesmo. Ela não quis babá, ela não quis delegar isso para ninguém, mas ela tem as funcionárias dela dentro de casa.

Tem quem cozinha, tem quem passa, quem limpa a casa. Então ela faz toda a gestão da casa. O que é isso? Por exemplo, hoje eu cheguei lá no almoço e estava dando a manutenção no ar-condicionado. Ela que contratou a empresa, ela que faz o pagamento, ela que faz toda essa gestão, o jardim, ela que contrata o jardineiro, ela que fala com o piscineiro, ela que faz as compras no mês, mas eu sou o provedor disso tudo.

Então ela está cuidando das crianças enquanto eu estou lá fora produzindo dinheiro e trazendo para dentro de casa. Então ela treina 10 horas da manhã, ela fica de roupa de academia o dia todo, ela tem um carrão dela blindado, ela tem um cartão dela com o nome dela. Agora, se ela fica me engenho no saco demais, ela vai saber que ela...

Ela entende, eu não posso encher o saco do meu marido, ele tem que produzir. E eu amo ser esposa troféu, ela fala assim, de boa. Nasci pra isso. Nasci pra ser esposa troféu. É isso aí, entendeu? Cara, eu amo ter uma esposa troféu, cara. Amigo, você vai entender isso ainda. É bom demais, cara. Quando você chega do trabalho...

Seus meninos estão tudo penteadinhos, cheirosinhos, a casa num brinco, você abre a geladeira, tem uma frutinha picada, e nem ela que fez não, ela pediu para a moça fazer. Você vai comer uma banana, tem banana. Dá uma raiva se vai comer banana, não tem banana, cara.

Tem banana, tem um moranguinho, tem uma comidinha ali pra você esquentar, tem um ovinho ali pra você fazer. Isso só foi possível por quê? Porque a minha esposa, ela tá ali dando essa... Acredite, cara. Tem um grupo de mulheres que é feliz assim.

Tem um grupo de mulheres que tem que ter a carreira dela, quer ser advogada, juíza, e tá tudo bem, cara. CEO de uma grande companhia e tal. A minha esposa não é essa. Ela foi essa mulher, cara. Minha esposa viajou comigo pra essas viagens 10 anos direto, cara. Ela que fundou todas as barbearias junto comigo, ficava na recepção, cuidava de tudo, tomava frente de tudo. Mas o dia que veio as meninas, ela falou assim, amor, agora eu quero um tempo sabático.

Agora eu quero ser mãe. Nós vamos ter as melhores filhas que alguém pode ter. Mas eu vou ensinar a Bíblia, eu vou cuidar, eu vou fazer isso.

Agora, não é porque essa função é dela que quando eu chego em casa, eu não dou banho nas crianças, eu não leio a Bíblia, eu não levo na escola. Eu faço isso também, eu não vou no supermercado, eu detesto isso. Mas se eu estou em casa, eu levo na escola, eu busco na escola. Quando era pequenininha, quando vocês tiverem filho. Cara, levanta de madrugada, vai trocar a fralda.

aprende, sabe, se envolve com as coisas da gravidez, da gestação, eu fui em todas as consultas médicas. Então, hoje é muito tranquilo, cara, quando fala 25 frente, todo mundo assusta, mas eu não vejo essa dificuldade toda, porque, primeiro, eu tenho um time abaixo de mim que toca toda a operação, que eu recebo relatórios, minha empresa está tudo aqui, ó.

Tá tudo aqui, eu resolvo tudo aqui o tempo todo, entendeu? Então, é maravilhoso, cara. Você ter uma família, você ter Jesus, você ter a sua esposa, você ter seus filhos, você ter condições pra isso. E você ter cabeça e estrutura emocional pra produzir dinheiro, pra fazer as coisas acontecerem, pra chegar em casa, não ter uma mulher richosa do seu lado, né? Não ter uma pessoa que quer te encher no saco ali. Mas volto a dizer, cara, eu não tô crucificando as mulheres. Tem muita mulher que é mala, desculpa a expressão, porque o cara é mala, velho.

Entende? A sua esposa, Teixeirinho, ela vai ser do jeito que você quiser que ela seja, cara. A sua mulher vai ser.

Você vai ser do jeito que ela quer que você seja, entendeu? Se vocês estiverem abertos a isso. Então, vocês precisam entender que casamento não é um puxa para um lado, outro puxa para o outro. Não, vocês estão do mesmo lado e os dois puxam para o mesmo lado, entendeu? Me empresta aqui essa caneta aqui de novo e essa folha. Esses dias eu vi um vídeo, não sei se vocês vão ver. Bom, não sei se vocês já viram. O cara falou assim aqui, ó. Qual o número você vê aí? Vejo nove. Eu vejo seis. Verdade.

Mas você vê qual? Nove. Mas eu vejo seis. Não, mas é nove. Não, mas é seis. Vocês estão na minha opaixa. Agora, se nós dois olharmos assim... Qual o número que você vê? Seis. Pois é, isso é um casamento, pô. Isso é um casamento. Caraca. Legal. É, isso é um casamento. Tem que estar os dois do mesmo lado. Que legal. Entende? Agora, muita gente não faz isso, cara, por orgulho.

Às vezes tem muita mulher que tem um histórico de paternidade muito complexo. E aí vem você, o pai dela, sabe? Ou você vê nela sua mãe, que às vezes foi mal no passado. Então, cara, a Tânia Tereza fala muito sobre isso, né, cara? Sobre você rejeitar a maldição hereditária. Você fazer uma oração de rejeição mesmo, né? As maldições que vieram sobre você, sobre todo o histórico familiar ali. A gente já fez isso.

várias vezes e continuamos fazendo sempre assim, sabe cara? Então, para mim, essa frase é muito clichê, muito conhecida, mas não existe sucesso profissional que justifique um fracasso familiar. Então, se tem algum projeto nosso que está tirando um pouco a nossa paz, que está fazendo a gente brigar ou qualquer coisa assim, a gente tira esse projeto ou resolve, entende e faz as coisas acontecerem.

Última pergunta aqui para a gente encaminhar para o final. Seja barbeiro ou seja um prestador de serviço, um empreendedor, empresário, qual é o seu conselho para ele? Conselho que vai mudar a vida dele. Cara, forte essa pergunta. Faça o método dash. Não, faça o método dash. O dinheiro que eu não tenho está naquilo que eu não sei.

O dinheiro que eu não tenho está naquilo que eu não sei. Então, se o dinheiro que eu não tenho está naquilo que eu não sei, você tem que arrumar dinheiro estudando. Você vai aprender com pessoas que já trilharam o caminho que você quer trilhar. Eu estava dando uma aula hoje ali.

E aí eu tenho uma dinâmica que eu faço com a galera, que é o seguinte. Eu pergunto na sala, assim, igual o Silvio Santos, né? Quem quer ganhar dinheiro? Quem quer ganhar 300 reais? Pô, aí uma galera levanta a mão e fala, tá, vem você, pode vir você e pode vir você também. Aí eu coloco eles em cima do palco e eu falo assim, aqui ó, aqui na minha mão tem 300 reais. Eu pego um objeto, alguma coisa, isso aqui vale 300 reais. E eu vou esconder esse objeto aqui dentro dessa sala.

E quem achar o objeto vai ganhar 300 reais. Só que com um detalhe. Com os olhos vendados. Nossa. Aí a gente coloca aquele negócio de dormir, né? Coloca um elástico assim e tal. Valendo. Aí todo mundo começa. Cara, você pode deixar o dia inteiro que eles não vão achar. Tá com os olhos vendados. E aí quando tá no meio, eu deixo uns dois minutinhos, né? Pra não passar muito tempo. Eu falo assim, para tudo aí. Qual dos três...

pagaria 30 reais para tirar a venda dos óleos. Valendo. Aí um levanta a mão. Beleza, você pode tirar a venda. Aí eu tiro a venda. Pode continuar procurando agora, todos os três. Só que um sem a venda. O de hoje gastou quanto tempo para achar, Filipe? Oito segundos, você lembra?

Oito segundos, cara. O cara que tirou a venda achou o dinheiro. Sem a venda. Isso é uma dinâmica de pitch, é uma dinâmica que a gente faz sempre, entendeu? Oito segundos o cara achou a venda. Achou o negócio e o Zô estava lá no canto, batendo na parede. Qual que é o resumo disso, cara? Irmão, enquanto você estiver com os olhos vendados, não sabe nada, não sabe o que você está fazendo, cara, você vai procurar dinheiro para tudo enquanto é lado e não vai achar.

O que você precisa é de alguém que possa tirar a venda dos seus olhos para fazer você ganhar dinheiro. É isso que é curso, é isso que é mentoria, é isso que é evento, é isso que é estar sempre buscando informação, buscando conhecimento e tal. E aí eu começo, aí eu vou sair com o microfone. Qual a lição que você tirou disso? Ah, cara, o dinheiro que eu não tenho, que eu não estava vendo e tal. É muito legal isso. Então, conselho para o empresário, esteja nos ambientes certos, ouvindo as pessoas certas. Comece pelo método Dash.

Que publi, hein, cara? Que publi essa publi aí, hein, cara? O podcast todo foi uma publi. Essa foi muito boa. E, pra finalizar, qual a mensagem que o seu Elias quer ser lembrado por? Boa. Cara, eu quero ser lembrado pelo cara que honrou ao Senhor acima de todas as coisas, honrou a família, deixou um legado pros filhos, e que construiu algo relevante pras pessoas e tal.

Na minha profissão é muito comum as pessoas se perderem no meio do caminho. Acho que isso é comum do ser humano, na verdade. Mas eu quero que elas sempre lembrem de mim nessa... Pô, cara, depois que eu conheci o Elias, eu mudei isso. Eu não larguei minha esposa, não larguei minha família. Eu mantive meu casamento, eu voltei para Jesus e tal. É assim que eu quero... Essa é a mensagem que eu quero deixar. É isso aí. Com vocês, seu Elias. Uh! Tamo junto!

Muito obrigado pela aula. Foi uma aula realmente. Estou cheio de anotações aqui. Legal. Muitos insights também. É isso aí. Só falar do nosso patrocinador também. Verdade, pessoal. Para você que gosta de se vestir bem, que não tem muito tempo...

pra ficar escolhendo roupa, essas coisas, a gente tem o nosso patrocinador, que é a... Minimal. Isso aí, Minimal Club, pra você que quer se vestir bem, tá sempre arrumado. A gente tem um cupom de desconto aqui. Se acessa o QR Code, Brunê, você sempre estará com uma camisa básica, vai estar...

apresentável nas reuniões. É o básico elegante. O básico elegante. Quem se veste bem, se sente bem, fala bem, então mínimo corre lá pra garantir o seu desconto. E é isso aí. Seu Elias, obrigado. Galera de casa aí, dar menos do que o seu melhor é sacrificar o dom que Deus te deu. Então, ó. Dá sempre o seu melhor aí. Dar menos do que o seu melhor é sacrificar o dom que Deus te deu.

Para finalizar. Para finalizar. Tira print, coloca essa frase aqui lá no Instagram, com a imagem do Bruna Cash, e marca o seu Elias e o Bruna Cash. E como que o pessoal te encontra nas redes sociais? Cara, qualquer lugar que você quiser me achar, é só digitar seu Elias. Basco bem feito. É isso aí. Canal de YouTube tem? Seu Elias. Aí, ó. Instagram, seu Elias. TikTok, tudo de seu Elias. Fechado, então. É isso aí. Valeu, gente. Até o próximo. Até o próximo, Bruna Cash. Valeu.

Feliz e abençoado são vocês que não viram, mas creram. É a experiência que faz você largar o que você acha importante para tocar por algo muito melhor.

Quem já se entregou de forma profunda ao Senhor? Quem já sobreviveu a momentos muito difíceis, somente baseado na misericórdia do Senhor, já não quer trocar isso por mais nada.

O problema com Saul é que Saul queria a posição. Mas David queria a presença. Senhor, eu prefiro ter sua presença. A cada um ele deu uma medida de fé.

Eu vou despejar esse enigma. E você sairá dessa porta. Criando que nada é impossível a você. Chegou o tempo para você viver o que está escrito na palavra do Senhor. Quem vai viver o milagre, grita. Quem vai viver o sobrenatural, salta a bruna. Se prepare, porque a primeira coisa que Deus vai te dar para você ter uma vida extraordinária.

É o dude de encenimento. Quero declarar que você e toda a sua família estarão na conferência 2026. Uma nova estação.

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