Episódios de AdamiCast

#465 - Antônio Carlos de Moraes e Juliana Bacaro de Moraes - Ju enxovais - AdamiCast

06 de maio de 20261h15min
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O bate-papo é com pai e filha, Antônio Carlos de Moraes e Juliana Bacaro de Moraes da Ju enxovais.

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#podcast #adamicast

Participantes neste episódio4
M

Mariana Adami

Host
P

Pedro Adami

Host
A

Antônio Carlos de Moraes

Convidado
J

Juliana Bacaro de Moraes

ConvidadoProfessora
Assuntos7
  • História de Roberto e AnaInício como mascate e venda de mosquiteiros · Transição para venda de enxovais · Venda porta a porta e uso de perua · Mudança para loja física e posterior modelo 'ambulante' · Adaptação às vendas online e redes sociais · Diferenças geracionais na abordagem de vendas · Antônio Carlos de Moraes · Juliana Bacaro de Moraes
  • Empreendedorismo e expansão pessoalTransição de gestão de pai para filha · Adaptação de estratégias de venda para público jovem · Uso de redes sociais e marketing digital · Planejamento de loja 'ambulante' em veículo adaptado · Desafios de empreender e a importância da rotina · Antônio Carlos de Moraes · Juliana Bacaro de Moraes
  • Opcoes de indenizacao e pagamentoVenda fiada e fichas antigas · Uso de maquininhas de cartão e Pix · Dificuldades com clientes inadimplentes · Adaptação aos prazos de fornecedores · Mudança nos modelos de compra de estoque (grades fechadas)
  • E-commerceCrescimento das vendas online e marketplaces (Shopee, Mercado Livre) · TikTok como plataforma de vendas e busca · Venda 'ambulante' como alternativa à loja física · Importância da comunicação e entrega personalizada · Juliana Bacaro de Moraes
  • Vendas e precificaçãoVenda de mosquiteiros com instalação e teste · História de cliente que se tornou 'santo remédio' · Experiência de ser expulso por ciúmes do marido da cliente · Evitar casas com muros altos e portões fechados por receio de cobrança · Dificuldade inicial em cobrar clientes por vergonha · Antônio Carlos de Moraes
  • Viagens e ExperiênciasIntercâmbio nos Estados Unidos durante a pandemia · Viagem para a Itália em busca da cidadania · Hospedagem em hostels e economia em viagens · Experiências em Las Vegas e festas com dinheiro jogado · Juliana Bacaro de Moraes
  • Rotina diária e obrigaçõesValorização do lar e da rotina após viagens · Aposentadoria ativa e manutenção de atividades · Preferência por hotéis em detrimento de motorhomes · Antônio Carlos de Moraes
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Olá, sejam bem-vindos ao Adamecast. Eu sou a Mariana Adame e esse é o marido. Vulgo, Pedro Adame. Já tá inscrito no nosso canal, hein? Afinal, já são cinco anos de podcast, 460 aí? Hoje, cinco. Ó, 465 episódios. Mas quem é que tá contando, né?

Pelo visto eu. Ó, nós estamos presentes no YouTube, no Instagram, no Facebook, na Twitch, no TikTok, no Spotify. Então, escolhe a sua plataforma, queridinha, de preferência todas, já segue a gente, já ativa a notificação aí no YouTube pra você deixar os comentários, pra quando a gente estiver ao vivo você receber a notificação.

e ficar sabendo o que está acontecendo na nossa cidade e região. Porque foi esse o intuito do podcast, registrar trajetórios. O Gustavo da Academia Coafit veio aqui há cinco anos atrás contar sobre o seu primeiro empreendimento, que era a Academia Coafit. Hoje já são três unidades, sendo duas aqui em Dracena, uma em Tupi Paulista. Inclusive, na unidade 1, na rua Messias Ferreira da Palma, vocês encontrarão aula de funcional localizada.

hidroginástica, perdão, natação a partir de seis meses e hidroginástica. Então, bora cuidar da saúde do corpinho, porque a Fran, moção estética no ar, está do lado ali da academia da unidade 1, com os procedimentos estéticos, tanto drenagem, limpeza de pele, criolipólis de placas, enzimas, depilação a laser, todos esses procedimentos a Fran faz, tanto nos meninos quanto nas meninas.

A semana só está começando. Eu sempre dou essas dicas pra vocês, pra facilitar o dia a dia. Porque se meu marido cozinha, você também cozinha. Se eu dou conta, qualquer um dá conta, né? Com os kits que facilitam muito da casa de carne e bandeirantes. Porque já vem tudo fracionadinho, a quantidade que você deseja. Temperado, cortadinho. Gente, é muito prático.

Então é só você colocar na panela, na airfryer. Então realmente assim facilita muito. Você não fica com aquele cheiro de tempero na mão. E eles fazem entrega a Kindra Sena, Junquerópolis e Tupi Paulista. E outra qualidade cebados. E esses kits que eu falei pra vocês, segue o Instagram deles. Porque sempre eles colocam uma novidade, uma promoção. Eles têm um grupo do WhatsApp. Eles sempre deixam link no Instagram. São ofertas exclusivas, inclusive. Exatamente, se você participar desse grupo.

Bom, a gente já usa a Conecta Telecom, já tem bons anos, né, Marido? Uns 10 anos por aí, desde quando mudamos para essa casa. Não podemos falar isso, né? Senão a gente entrega a nossa idade, de relacionamento, de vida, né? Posso ter mudado com 10 anos de idade aqui. Não se sabe.

E a Conecta sempre esteve presente nas nossas vidas, afinal, se você está assistindo é porque estamos conectados. O ano de 2025 foi um ano muito incrível, começou com o chip Conecta da Conecta Telecom, com TV digital disponível, se você já é assinante da Conecta, com mais...

de 100 opções de canais, tanto séries, filmes, esportes, enfim, né, marido? Bastante conteúdo. E tem também o site onde eles encontrarão todos os planos lá e os planos têm disponíveis, alguns, né, planos têm disponíveis os streamings. Tem os streamings, né? Então corre no site ou no Instagram deles e vai encontrar uma tabelinha com todos os planos e tal. Vê lá qual que encaixa melhor pra você, seja com streaming ou sem streaming ou pro seu celular.

O meu marido é apaixonado por carro, então rola muitos assuntos, muitos vídeos de carro aqui em casa. Um pouquinho. E a gente sempre, é uma pauta que a gente sempre está falando no nosso dia a dia. E a mecânica do Lucas Velo, sempre a gente menciona, porque eles fazem tanto a mecânica multicar, tanto a manutenção preventiva ou a manutenção corretiva. Essa minha ansiedade me atrapalha.

Mas, ó, liga lá. A versão preventiva do seu veículo. Agenda o horário com eles, eles trabalham com o horário agendado pra fazer sua manutenção preventiva, corretiva, em tudo que você precisar, né? Lembrando que eles são especialistas em carro importado. De repente, você tem aí uma Mercedes, uma BMW, um Audi, leva lá que é o lugar certo. E eles trabalham também com o remap. Seja pra ganho de potência ou pra resolver aquele problema que ninguém dá conta na injeção, cara, leva lá. Seu carro pode ser nacional, importado, leva lá que é o lugar certo.

Isso. O Dia das Mães está chegando, é esse domingo, e na Rede Brinquilar você encontra tudo no seu lugar, são mais de 50 mil itens. Sim, você encontrará o presente perfeito para a sua mãe na Brinquilar, fora que eles contam com estacionamento, a loja toda aclimatizada, e dá para você dividir em até 10 vezes sem juros.

Tem o espaço Home Decor, você que é de Presidente Prudente ou região, que é do ladinho da unidade 1 da Brinkelar de Presidente Prudente. Então, vale a pena você conferir uma loja voltada para a decoração. Inclusive, tem a coleção da Market Collection, entre outras marcas incríveis. Então, na rede Brinkelar, você encontra tudo num só lugar. Dá para dividir em 10 vezes sem juros.

O Santa Helena Home Center também está presente em Presidente Prudente, com uma loja especializada em acabamentos. Aqui a gente tem o privilégio de ter uma loja completa, desde louça, hidráulica, metais, tintas, piso... Estou só esperando para ver se sabe tudo mesmo. Eu sei que tem bastante coisa. Calma, estou pensando que eu já usei aqui. É piso laminado. A gente tem um problema, eu confundo. Piso laminado, sim, o Santa Helena Home Center tem piso laminado.

Trabalha com grandes marcas aí. Então, o Santa Helena Home Center construindo sonhos.

Porque vocês já sabem, né? Quem constrói o seu futuro é a Unifadra Dracena, a faculdade mantida pela Fundec. Lá vocês encontrarão os cursos como Analise e Desenvolvimento de Sistemas, Medicina, Psicologia, Enfermagem, Educação Física. Para mais informações sobre os cursos, entre em contato fundec.edu.br ou ligue no 018-382-19004. Unifadra Dracena, construindo o seu futuro.

Falei de todo mundo, Gabi? Claro que não. Falta o seu seguro. Ela me olhou de um jeito que eu já imaginei. Meu seguro de vida.

Já veio estalo na hora, né? Falar, já sei quem faltou. Eu fiquei com medo no olhar. O seguro de vida, residencial, comercial, automotivo, previdência privada. Consórcio de casa, consórcio de carro. Isso, fala com o China, da Dracenense Corretora de Seguros. É isso aí, troca uma ideia com o China que ele vai ter o produto ou o serviço ideal pra você ou pra sua empresa. E como a gente gosta de mencionar aqui, atendimento do China é diferenciado.

É isso, bora pra mais um episódio. Bora pra mais um. Que legal, né? Pai e filho aqui. Ó, quando é casal da DR, quando é pai e filho dá o quê? Pai e filho, eu não sei.

Bronca, talvez olhe bronca. Será que tem aquele olhar de casal tipo, vou te pegar na saída? Veremos. Quem são os nossos convidados de hoje? Os nossos convidados da Juliana e do Santana Carlos, da Juncho Vaz. Sejam muito bem-vindos e obrigado por ter tomado aqui e batendo papo conosco. Obrigada pelo convite, é um prazer estar aqui. Boa noite, gente. Boa noite, pessoal de casa.

Obrigado, é um prazer estar aqui com vocês, aprendendo com vocês também, né? Imagina, a gente que quer aprender. Porque assim, a gente estava conversando um pouquinho off, é um trabalho que vem sendo executado há muito tempo, está aí passando de geração, né? Mas a gente quer saber um pouquinho do começo, como começou, né? Por quê?

Por que esse ramo? Começou em 98, né? Só fala um pouquinho mais para o senhor. Em 98 eu entrei no presídio, trabalhava no presídio, eu tinha uma certa folga, né? Entrei um dia todo de folga, eu achei que eu devia fazer alguma coisa, e eu não sabia. Comecei, através de uma empresa, me fornecer um catálogo para me vender.

E eu catei o catálogo, achei interessante vender coxa de Minas Gerais, a cidade lá de...

Não esqueço, o nome, tem muita cachaça lá, né? Tem bastante, tem bastante. É uma cidade que vende muita cachaça. E eu comecei a vender, aquilo que eu vendesse pinga pra ele. Aí eu falei, não, isso aí não vai vender não. Ele falou, então vende roupa pra mim. Aí ele mandou um catálogo pra mim e eu comecei a andar embaixo do braço e comecei a vender, levaram o presídio, as mulheres começaram a fazer pedido.

Aí eu fazia pedir, dava 6, 7, eu ligava pra eles e mandava. Aí eu percebi que eu... Tinha potencial. Que eu podia comprar já e deixar em casa, fazer estoque. Ah, estoque. Aí eu comecei já nem a usar o catálogo, já comprava e já deixava em casa. Porque eu chegava às quatro costas, eu tava entregando as quatro, chegava... E era um atrás da outra. E tendo isso em casa, poderia até vender mais, né? Porque mulher, assim, quando vê o negócio... Já na hora. Pô, e eram as costas bonitas mesmo, né?

bastante variado. Tinha muito modelo. Tinha mosquiteiro, tudo, né? O pai vendeu mosquiteiro também no início. Isso, vendi mosquiteiro por mês. Que era o Ford, né? Isso em 98. Então, foi quase aí. Porque eu tava vendendo mosquiteiro. E eu vendia quando tinha perneirão. Quando eu não tinha perneirão, eu não vendia. Entendi.

como é que o senhor rezava para o depurre logo o dono dessa empresa, o dono da empresa ele vendia, tinha mosquiteiro, tinha pinga salinas, a cidade lembrou, lembro, salinas, saliminas as melhores pinga e ele tinha a empresa de pinga tinha a de mosquiteiro e tinha essa de coxa a de coxa futuramente ele parou, não estava dando lucro para ele, não estava dando lucro

E foi onde parou, eu tive que buscar. Aí eu fui pra Ibitinga. Aí eu comecei a comprar em Ibitinga. E aí você mesmo começou a comprar já direto? Aí eu comecei a comprar direto. Eu já tava comprando da Santista, eu já tava comprando bastante. Dessas grandes empresas, né? A Santista era do grupo Coteminos, né? Sim. Então, era em Brumenau, eu já comprava Denis, já recebia bastante em casa. Então, começou aí. E tudo em casa, então. O quarto começou a virar um estoque.

Virou, né? E voltou a ser de novo. Voltou, né? Depois teve a época da perua também, né, pai? Eu lembro, eu era adolescente, mas tinha uma perua. Porque pra gente entender, não era loja física, né? Você levava pro seu trabalho, depois começou o fluxo aumentar bastante, e aí você batia em casa, em casa, nos seus dias de volta. Era mascate, porta e porta. E aí foi indo. Vi muitas crianças batendo porta que eram crianças ou já só uma avó.

é verdade já foi pequeno e cresceu como é que é? você vendeu pra eles o lençol de berço e agora já tá vendendo de casal alguns tá vendendo de berço de novo muitos clientes foi assim eu vejo

E isso não só em Dracena, você vendeu na região toda? Eu cheguei a vender Junqueiro, mas eu não dava tempo pra me trabalhar. Eu tinha um bom clienteiro aqui. Ah, entendi. Então ficava aqui mesmo. Um dia não. Eu ia lá atrás de um parente, ia acabar vendendo pro vizinho. Entendi.

Mas eu não conseguia sair de tracê, não, porque no dia eu trabalhava. É verdade. Então, tinha que otimizar o seu tempo ali. E o tempo era muito curto no outro dia. 12 horas pra ficar parado, mas com venda não dá tempo pra nada. Não dá, né? Porque às vezes você pega uma cliente que enrola um pouquinho mais, quer ver um catálogo maior, né? Você quer mostrar todas as opções, você conversa, você vai, né? Nunca é dois minutinhos, né?

E tinha que vender e receber também, né? Ah, e naquela época era tudo assim. Não tinha um celular, não tinha um Pix, não tinha nada. Você tinha que bater. Mas fazia na fichinha antigamente. Fichinha. É na fichinha, né? Você tinha que voltar lá, né? Então tinha que passar pra receber. Só que esse voltar pra receber, você não acabava vendendo mais depois de novo? Não tem.

Era bom, né? Essa fichinha tinha um lado positivo. A coisa que tem os clientes bons é legal, porque você volta, vai para a receita desse, acaba vendendo mais. Eu gostava, porque acaba vendendo mais mesmo. Mas eu saí também, tinha uma escola, que eu comecei a ver os grandes empresários assim, falando, e o exemplo, e eu...

ver quem eu gostava. Por exemplo, eu vi da mulher da Magazine Luiza, eu não gostei do que ela falou. E depois um dia eu ouvi da história do Mundo Samuel Clare da Casa do Bahia. Quando ele começou, ele começava a vender a prazo. Entendi. Ele gostava, não gostava de pegar o dinheiro à vista. Porque o dinheiro à vista ele não voltava naquele freguês. Pra ter o contato com o cliente. E a prazo ele vendendo na ficha e tinha o contato.

O crediário, né? O Magazine Luiza é muito famoso. Então, se eu vier aqui, agora já a outra da outra loja falava uma coisa mais difícil. Entendi. A Luiza Trajano. Eu vi a entrevista dele e fui ver. É que das Casas Bahia, ele incentivava você a parcelar.

Isso, isso. Mas é porque essa questão do crediário. O cliente pra pagar, você tinha que ir lá na loja pagar. Então ele tava sempre visitando. Sempre visitando. Quando ele começou a casa Bahia, visitava nas casas também. Era a Mascate. Só o maior cara, né? Então ele incentivou o crediário. Incentivou e... Aí você vai pagar e acaba vendo mais produto. E é assim, querendo ou não, né? A gente acaba vendo... Se às vezes não compra, já tem noção do que chegou. Você passou na casa pra receber e falou o que tem aí? Já começa a mostrar.

E sempre já quer saber as novidades. Você vê que eu não saí de Idracena. Idracena era bem pequena, cara. Nossa, 30 anos atrás. É, 98. A CEP não tinha nem Palmeiras direito. É verdade, não tinha Palmeiras. Tinha, mas não era assim. Palmeiras tinha. Mas era espalhado. Não tinha tanto de casa como tinha agora. E sempre era. E eu não vendia muito pra esse lado, não. Meus clientes eram tudo mais pra lá.

Ah, tipo, lá da Santa Casa, você fala ali do centro da cidade? Jornal da Brasilândia. 60% de Jornal da Brasilândia. Nossa, só ali já é uma cidade, né? Brasilândia é uma cidade, cara. É uma cidade. Eu só ia toda tarde lá, porque toda tarde eu tinha cliente lá. Aí eu não conseguia chegar às 8h em casa.

Nossa, era puxado. É legal que tem uma rua lá, tem a Machado de Assis e a Érico Veríssimo, né, pai? Que acho que como meu pai ia de perua, aí ele parava na frente da casa de uma cliente, aí o pessoal da rua via e aí ia todo mundo. Só naquela rua, meu pai tem vários clientes na mesma rua. Que legal! Porque aí o pessoal via a perua, ia lá de curiosidade e queria ver as coisas, os produtos.

E são clientes muito antigos mesmo. Igual meu pai falou, começou vendendo lençol de berço, pra filha da cliente. Hoje ela tá casando, já vende lençol de casal. Ai, que gostoso. E eu lembro dos clientes que falavam, nossa, eu lembro de você pequena com o seu pai. Mas isso que eu ia falar, né? Do mesmo jeito que o seu pai lembra dos clientes, as pessoas lembram de você pequenininha, né? Lembro, pequenininha. E agora eu tô aqui vendendo.

Administrando tudo aí junto com o pai. Agora eu aposentei e agora passei pra ela.

Ah, aposentou mesmo, né? Os dois, né? Aposentei no estado, né? No presídio e no estado dele. Hoje eu tô vivendo a vida diferente. Aproveitando que eu não consegui fazer, antes eu tô fazendo agora. Trabalho em dobro, né? Trabalhando em dois serviços e agora ele tá todo dia lá na BD. Abertura agora.

Mas faz parte, né? Trabalhou com o tempo e sem criança. Ah, mas é gostoso, né? São muitos anos de dedicação aí, né? E formou as meninas, tudo. Que essa preocupação, eu acho, dos pais também, né? E é gostoso. Você sai na rua, você vê uns fregueses. Puxa só um pouquinho pertinho. Você vê os clientes, você lembra deles, que você atendeu. Você atendeu. Nossa, alguns vêm conversar com você. Você sabe que eu ainda tenho clientes que não gostam de comprar com elas? Só compram comigo.

Mas você acostumou, eu acredito. Porque parece que sabe que o seu pai conhece o gosto, né? Já sabe. Se ela for levar lá, eles não compram. Aí eu vou e vendo. Então você tem que falar, seu pai, vai lá vender pra mim. Você tem que falar? É, então. Já tem uns lugares que você tem que chamar ele pra dar um rolê. Vai mandar um rolê, rapidinho. Se eu não consigo vender, eu vou lá e chamo meu pai e ele faz a venda. Aí ela paga uma comissãozinha pro senhor?

Aquele cliente que sempre comprou comigo, né? Se tá acostumado já. Ela não consegue vender.

porque rola um, acaba virando amigo tem um laço que você cria com o cliente é, porque aí já tem contato maior já teve cliente aí que chegava lá, você vendia tipo, tinha o café na mesa ah, então sentia um cafezinho bom é por isso que demorava por isso

Tem cliente. Vai criando uma amizade, querendo ou não, você via todos os meses, né? Às vezes você parava nessa rua que você falou a pessoa ia lá pra ver, hoje ela não comprava, mas ela tava ali te vendo, acompanhando as novidades, as tendências, né? Também tem isso. Acabar fazendo parte da vida dela, né? Parte da vida, é isso.

E quando você resolveu abrir a loja física? Então, foi assim, a tentativa foi assim, mas aí não dava para mim trabalhar lá firme. E eu peguei um momento assim, fui para lá e peguei também quase, ficou difícil para mim trabalhar, né? Aí eu tive que parar.

Mas você ficou um bom tempo ali? Fiquei um bom tempo, mas não precisa investir. É, eu lembro que foi bastante. Aí veio a pandemia. Aí na pandemia, eu vendi tanto, tanto, que eu cheguei, nossa, muito melhor vender aqui pra mim. Do que ter a loja física, né? É que a loja física, você ficou preso ali, né? Você não tinha tempo pra ir pra... Eu vendia mais fora. Entendi.

Eu lembro que eu ficava lá na loja e na época eu dava aula, eu era professora, mas às vezes quando eu trabalhava meio período ou quando não estava dando aula, eu ficava lá na loja e mesmo com a loja aberta, meu pai saía bastante para fazer entrega. Sim. Porque os clientes antigos, da época da perua, gostavam de que levassem na casa. Entendi, ainda daquele método. Isso. Então, sempre para eles foi muito mais prático você levar na porta do que eles saírem e ir até lá. E hoje vai...

tá voltando assim. O pessoal gosta do online, gosta do... Pra ver que a compra online tá vendendo muito. Sim, o online da entrega em casa. Uns gostam de receber, comprar em casa, tem uns que não gostam, mas a maioria... Mas você então sempre estava ali acompanhando o seu pai, chegava a fazer pequenininha com ele fazer os trabalhos ou não? Sim, sim, já.

cresci, né, vendo ele trabalhando, eu lembro que na época ele instalava a mosquiteira automática, às vezes eu ia com ele numa casa ou outra pra ajudar, aí tinha que ficar segurando o ferro e ele parafusava, porque na época ele instalava também. Hoje ele só...

depois ele só vendeu cortina, o varão não instalava mais, mas na época ele vendia o mosquiteiro automático e instalava, era aquele que colocava atrás da cama. Que descia assim, né? Isso. Hoje é um negócio que dá pra vender bem, com essa onda de dengue aí.

Então, mais era para mim logo. Mas ele ficou um produto assim, caro. E depois foi isso mesmo pouco. O próprio filme foi parando lá também. Entendi. As alterações, mudanças. O clima foi mudando, né? Foi ficando diferente. Foi ficando diferente. Mas na época eu vendia muito, hein? Entendi. E o seu diferencial era esse? Que você vendia e já instalava? Instalava, eu começava. Eu confiava tanto no produto que eu colocava de teste.

Se a pessoa não gostasse, eu tirava. Uma semana. E eu chegava e mostava, ó, sua embalagem, ó, tá zerinha aqui, ó. Ó, zerinha. Se é quando você gostar, fica com isso aqui. Tinha um só de teste. Era 95% ficava. Entendi. Porque dormia bem. Olha só. É, pensa aquele barulho, gente. Barulho de pernilongo, não tem coisa pior. Tinha tanta certeza. Que dava certo que você fazia isso. Que dava certo que eu colocava o novo. O novo. Falava lá, falava, se não gostava, eu ia retirar. Nunca retirou um.

Eu não sei, eu tenho uma história que eu vou lembrar de Mosquiter, de uma amiga minha, doutora Érica, a mulher doutor Marcelo. Ele está tão confortável que ele já está fugindo do microfone. Eu nunca esqueci dessa história que eu tinha vendido para...

Eu não sei como que eu cheguei até ela. Acho que a doutora, a mulher vinha de uma casa e indicaram ela. Eu coloquei na cadeia de teste. Quando eu passou três dias, quatro dias, eu fui lá pra tirar, eu já tava pronto pra tirar. Porque a sogra dela falou assim, a minha nora não vai ficar com isso aqui, não. Tenho certeza que pros netos vai ficar.

Mas quando eu cheguei, ela falou assim, São Antônio, o senhor vendeu o melhor remédio para a minha vida. Na hora ali, eu fiquei tão empolgada. Ela falou assim, o senhor vendeu um santo remédio. Agora eu deito e durmo. Tranquilo. Mas é. Foi. Da onde eu não esperava, veio a melhor. Veio.

E sempre foi a propaganda muito forte, boca a boca. Sempre foi, eu acredito que isso... Eu vendi para muita gente que ela indicou. E todos que ela indicou. Sempre era indicação. Um cliente indica para o outro, para o outro, e vai indo. E vai indo. Na época não tinha Facebook ainda, as redes sociais. Aí passei para o enxoval. Por quê? Porque o enxoval era mais rápido e eu...

parei de atender o mosquiteiro, porque eu tinha que estar lá perder tempo. Ah, então antes era muita venda de mosquiteiro, ele foi diminuindo, você já correu pro enxoval completo. Eu já estava com enxoval, só que o enxoval tava sendo muito mais rápido. Sim, sim. Porque você só basicamente entrega, né? Você não instala ele. Isso, aí só entregar e vendi, entregar e vendi, e o mosquiteiro tinha que fazer, eu perdia tempo.

E nessa época já tinha esse rolo desses tamanhos de cama? E aí tem que ver a altura de colchão? Já tinha essas? Ou era mais prático? Não, não. Ele era um tamanho bom, porque ele vinha por cima. O mostrinho descia, né? Sim, mas eu falo o enxoval. Ah, não. Era tudo cama normal. Era casal, solteiro, né? Depois começou a vir o King. Aí já começou a ter uma diferença. Mas no começo era padrão normal. Sim, sim. Era um 40, né?

começou do Dalhousa, só era a maioria padrão normal. Vendia muito pouco o Queen. Aí depois foi vender mais o Queen. Inventaram um monte de tamanho, né? Tem a de viúva que fala, né? Que é metade. A de viúva já é mais difícil achar. Que é maior do que a de solteiro. Um pouquinho mais solteiro, então já não compravam. Isso.

Meia, meia. Depois veio a cama box, a king, super king. Tem a maior ainda. Tem uma que você tem que mandar fazer o lençol. Daqui a pouco você tá morando um pulo a pulo. Pra mim, não pula a pulo. Gigante. Veio a super king, aí você tem que mandar fazer o lençol. É muito grande.

Olha só. Porque para a empresa não compensa fazer, porque não vai vender. A quantidade de gato sai deve ser muito pequena. É menor. Mesmo porque você já tem que ter um outro padrão de casa para caber o tamanho da... Já não passa qualquer porta. Já não passa qualquer porta. Mas foi legal. Foi um aprendizado bastante que eu tive na minha vida. Comecei a olhar no mosquiteiro. Mosquiteiro fui para a coxa, vendendo no catarro, no bar do braço. E eu vi que...

Eu também era vendedor antes de Tramon Pro Exige, já era vendedor, né? Ah, tá, mas Nick Ramos. Mas era Nick Ramos. Eu trabalhava no Central. Ah, que vendia também de tudo. Então você já tinha um conhecimento de vendas. Ah, de vendas eu tinha. Aí foi... Mas é diferente, né? Porque as pessoas te procuravam. Por mais que você tinha uma experiência aí, as pessoas iam até você. Depois você mudou totalmente do ramo, você batia na porta, né?

Então foi uma... Mas as pessoas te procuravam, depois você procurava as pessoas.

Foi diferente também, né? Foi bem diferente. Isso eu procurava. E antes eu tinha que bater porta. No começo eu batia assim, porta, batia lá na mãozinha. Depois você ficou conhecido. Depois eu parava, peru, o pessoal vinha. Então foi bem diferente.

A hora que tem uma clientela legal, você faz o nome, você fica conhecido. Você fica conhecido, é gostoso. Hoje mesmo, Boas Freguesas é tudo dela já. Já faz quantos anos que você está caminhando sozinha? Quatro anos e meio, mais ou menos.

E como foi sua, assim, tipo, vou parar de dar aula pra empreender? Eu, na época, não tava muito feliz com... Eu sou professora, né? Pedagoga. Tava dando aula e não... Não sei se foi um arrependimento, mas não tava contente dando aula. Não se encontrava. Não me encontrava, exato. Muitas professoras hoje em dia estão...

infelizes dando aula, não se preocupe não se martirize tava desanimada e aí eu falei, e agora, meu Deus o que eu faço, fiz a faculdade será que eu faço outra, isso e aquilo e aí como eu ficava na loja com meu pai, sempre pra ajudar ele

Eu comecei a gostar dessa área de vendas e me vi ali dentro e falei, nossa, eu acho que eu gosto. Eu gosto disso e gostei. Dali, acho que desde pequena também vendo ele, né? Acompanhando, né? Acompanhando. E depois, quando eu desanimei da minha área, eu consegui ver um futuro ali na área de vendas. E aí teve essa transição de, por exemplo, assim, do nada ela chegou e começou a atender os clientes dela ou não?

Vocês dois foram juntos para ter esse contato? Não, não precisou, não. Ela já... Uma vez em quando eu... Ela ia para mim, né? Ela ia para mim fazer o serviço. Puxei, puxei. Ela já foi gravando os clientes. Eu já parei de uma vez. Praticamente, ela se deu bem, né? Ela já vinha me ajudando, né? Ela já conhecia os clientes. Então, como ela pegou andando, ela pegou os clientes, as fichas.

E ela receber e já fazer outra venda. Que foi outra coisa que teve que vir mudando também as fichas, né? Porque, assim, hoje as empresas não abrem mais ficha, né? Com medo do grande e famoso calote. Porque o mercado mudou também, não tá, né? Hoje em dia todo mundo tem um cartão, né? Isso. A gente mantém ficha para os clientes antigos. Sim. E alguns antigos que também não me dão dor de cabeça, né?

que sempre, todo dia 10, ou quinto dia útil, ou dia 20, tá com o dinheirinho ali, ou que às vezes acontece o imprevisto e fala, Ju, vou dar dia tal, mas que avisa, né? Agora, aqueles clientes que sempre, que não vale a pena, né? Que você tem que ficar correndo atrás, a gente tá preferindo sempre colocar no cartão de crédito. Aí a gente mantém mais os clientes antigos, mesmo na notinha.

Porque hoje em dia a gente tem maquininha de cartão, né? Que é outra mudança que teve, né? Uma segurança, né? Sim, uma segurança, com certeza. Foi várias mudanças. E o que dessas várias mudanças, por exemplo, do mosquiteiro foi pro enxoval, depois o que que teve que mudar, porque o mercado foi mudando?

assim, pra venda não muda pouca coisa, você tem que selecionar. Você tem que selecionar. Às vezes tem um freguês, você conhece, ele tá com, por exemplo, o mascate, ele trabalha nessa área.

Se você conhecer bem, você tem que ter calma, saber vender devagar. Às vezes eu conheço cliente que estava com a ficha devedor no SPC, e para mim era ótimo o pagador. Entendi, entendi. Então você tem que estar atento. Eu já não arriscaria, eu já mudei um pouquinho isso, eu já tenho muito mais receio. Eu sempre falei para a minha filha, mas 95% eu procurava vender. Um idoso, ele pode ter sido um mal pagador, mas... E aí

depois ele acaba tendo um pouquinho de juízo. Entendi. Então, ele volta a melhorar, na minha opinião. Então, eu arriscava muito no idoso, mas arriscava, se não o valor alto. Não, sim. Começava a sentir. E eu sabia que, às vezes, depois eu descobri que estava devendo. Entendi. E a filha, por causa das vezes, um filho, um gerro.

Às vezes nem por causa dele. Às vezes eu com problema de família. Entendi, entendi. Eu tinha muito ano, já era em Brasileiro, muito freguês assim, e eram ótimos pagadores. Sim, não é por nada, né? Mas estava aquele friozinho na barriga, né? Então, você... Mas você tinha que arriscar no começo, você tinha que arriscar. É, você vê ou não. No começo, você tem que arriscar um pouco. Aí, hoje em dia, ainda bem que tem a maquininha de cartão, porque aí a gente tem a certeza que vai...

Sim, o pico... Pitou já era. Tudo, é. É, isso daí que ele... É tudo mais prático, né? É uma garantia, né? Acho que tem que arriscar... Dá para arriscar um pouco menos, né?

Sim, é, igual eu falei, hoje a gente mantém a fichinha nota promissória, mas para os clientes antigos. É, bom pagador tem suas vantagens, né? O cara vem pagando por anos.

E o mesmo catálogo, você conseguiu manter marcas, tudo? Ou você já começou a dar, tipo, o seu toque, mudar alguma coisa? A gente mudou algumas coisas. Arrisadinha, tipo... Eu lembro que na época que eu ajudava meu pai na loja, ele sempre tinha muita colcha floral, muito assim...

e nunca pegava muito uma coxa xadrez, alguma coisa diferenciada. E eu sempre falava pra ele pra pegar alguma coisa diferente. E ele falava, não, mas isso não vende. Porque ele pensava sempre no público mais velho, que é as senhoras que gostam mais de floral. E eu já pensava em mim. O seu gosto. O meu gosto.

Que é alguma coisa diferente. Eu lembro de um representante que foi lá na loja vender umas capas de almofada, que na época eu tava super na moda, que eram uns gatinhos com óculos de galáxia, tão bonitinho. Ah, sei, sei, sei. Um cachorrinho assim com a linguinha de fora. E meu pai não gostou daquilo. E eu via que aquilo poderia vender, mesmo que não fosse floral, alguma coisa. É que você tava vendo outro público. Outro público, exato. É choque de geração, né? Você tá olhando uma galera diferente.

Então, eu mantive, claro, muitas coisas. A empresa da Sutan, que a gente compra desde aquela época, mas também mudei um pouco. Compro também coisas que não é do meu gosto, porque eu sei que vai vender, mas também dei uma mudada. Você agora não atinge só aquele público que seu pai estava acostumada, que era o carro-chefe dele. Agora você começou a tentar pegar um outro público mais...

jovem. Seria isso. Isso. Aí pega algumas coisas, por exemplo, coxa de menina mística. Entendi. Com solzinho lua, mãozinha assim. As coisas bem mais diferentes que vende. Entendi. Às vezes a filha que vai convencer a mãe a comprar. Seria isso. É.

E quando ela fez essa mudança, você falou assim, que louca, ou você falou, não, deixa? Não, eu sou daquela teoria que tem que deixar. Entendi. Tem que ficar só olhando, se tiver que chamar atenção, tem que chamar, né, pra ter cuidado, né. Mas quando você deixa na mão, você tem que ter confiança. Porque se você também não deixar a pessoa se soltar... É.

E tem que arriscar, assim, como o senhor arriscou de ir em clientes que nunca tinha conhecimento, que às vezes tava até com o nome sujo, ela tá arriscando às vezes comprar um material diferente. Falar, ó, eu acho que isso vai vender pra determinada galera. Sim. E já tava nos seus planos, falar assim, daqui X tempo eu vou parar? Ou não? Tipo, com a Ju... Agora é Ju, né? Mas era Ju... Ju e G. Ju e G. O nome mesmo da minha irmã, na época. Então, é...

assim, a gente fala, quando você aposende igual eu aposendei no estado vou continuar a trabalhar um pouco, depois vou parar porque agora vai ser a tranquilidade vou ter mais folga e vou ganhar um pouco mais de dinheiro mas aí eu acabei deixando pra ela ela começou a ouvir que ela tava assumindo e eu falei, pra dois não dá, né? não vou ficar brilhando com minha filha e aí eu gostei de ficar parado e hoje não quero mais não gostei, eu gostei eu gostei de ficar parado gostei de ficar parado

Falaram pra mim que eu não ia acostumar. Ele não quer, não. Falaram pra mim que eu não ia acostumar. Não, mas é... Realmente, assim, se você chegasse pra mim, eu ia falar assim, meu, você é muito ativo. Porque quando você abriu a loja ali, perto de onde eu trabalhava, eu via você passando o tempo todo pra lá e pra cá. E falar assim, nossa, aposentei de tudo. Eu falava assim, loucura, né? Dos dois. É, porque você vai sentir falta de água, né?

E não, se deu super bem. Mas aí é... É que ele ocupou agora com a... É, é, é. Ele não consegue ficar parado. Ele não fica em casa. Se você não achar um lugar, alguma coisa que você fazer, você... Você é doida, né? Não, eu não fico em casa. Aliás, é mais difícil encontrar em casa se tiver um cobrador.

Ele não tá trabalhando, mas ele não tá parado. É, não, ele parado não fica. Ele não assiste... Nossa, se eu tivesse tempo, assim, eu ia assistir mais séries, mais filmes. Ele não assiste nem televisão, é só o jornal. Jardim, pedala a tarde, é BD, volta, até a rotina.

com a rotina toda cheia. Ele vai ali na Praça Rotary, conversa com os amigos dele ali, perto do Miranda, que vende ervas, sabe? E fica ali conversando. Rotary não, Praça Arturpanhosa. É verdade, verdade. Aí fica ali conversando. A gente volta, a tarde volta mais um pouquinho, aí eu volto, aí já deu 5 horas, segundo, quarta, sexta eu saio pro pedal, e terça e quinta eu vou pra BD. Tem a rotina dele, já. Tem a rotina dele, meu Deus do céu. É um trabalho, como se fosse um trabalho.

Quer ter os horários pra ir lá. Mas rotina é bom. A cabeça fica funcionando. Eu vou dormir que eu vou trabalhar amanhã. Eu falei, trabalhar o que, Antônio? Trabalhar a língua, né? Alguma coisa tá trabalhando, né? Tá certo.

Ju, e aí você continua atendendo Dracena igual seu pai fazia ou você já consegue expandir mais a região agora devido às redes sociais? Então, por enquanto eu tô trabalhando só em Dracena, mas agora é um projeto pra começar

Trabalhar pra fora também. Eu, por mais que tenha algumas divergências, né? Igual eu falei com o meu pai, que quando ele, na época, ele comprava um produto, eu queria outro, isso e aquilo. Mas também sou muito grata pela base, né? De ter me ensinado muita coisa, de ter fidelizado muitos clientes.

mas hoje em dia com as redes sociais a gente pode sempre expandir, penso em também começar a vender no e-commerce, na Shopee, Mercado Livre, enfim. Mas por enquanto eu tenho os clientes, atendo aqui em Draceno os clientes antigos, na época do meu pai, e os clientes novos também.

Que estão vindo por você. Que estão vindo por mim, porque eu trabalho bastante em redes sociais, né? Posto, faço, às vezes, live, posto vídeo, foto, que na época dele não tinha ainda. É isso. São recursos novos, né? Oi? São novos recursos, né? São recursos novos, isso. Instagram, Facebook, live, enfim. Aí...

Por enquanto, eu tava assim, meio... Será que eu dou conta de fazer fora? Porque tem assim, tem dia que você tá mais tranquilo, que você tem pouca venda, mas tem dia que só que em Dracena eu fico o dia todo pra lá e pra cá. Aí eu fico falando, caramba, será que dá pra ir pra fora? Mas eu acho que eu preciso me organizar.

Porque tem, às vezes, eu posto nas redes sociais e tem cliente de fora que pede, você não traz em Panorama, não traz em Pauliceia? Aí eu preciso ver, levar, mas não apenas para ele, né? Tentar ir um dia da semana. Às vezes fazer uma publicação, fazer uma publicação. Você vai estar nessa região, né? Exato. Para o Panorama tal dia, né?

Exato, é isso que eu quero ver Tráfico pago e Sexta-feira estarei em Panorama Porque aí eu faço a venda pra aquela cliente Que me pediu e já Aproveito e faço pras outras E interessante, né Que querendo ou não, o seu pai

em porta em porta, já ali no bairro, hoje você querendo ou não, com um post você atinge mais essas pessoas. Se tornou um pouquinho mais fácil, apesar de ter muito mais concorrentes, mas a pulverização acho que se tornou um pouquinho mais fácil, né? Com certeza. E querendo ou não também, rouba um tempo você respondendo todo mundo ali no WhatsApp, nas redes sociais, coisa também que não tinha. Era a hora que o seu pai tomava um cafezinho, né? Eu acho que as clientes...

Aí conversava mais, por isso que tem umas que preferem ele. Eu já sou mais prática, vou entregar. Tempo bom, tempo bom. Às vezes converso também. Se eu voltar tudo de novo, acho que começaria.

Da saudade, né? Da saudade, sim. Não, tem saudade. Mas foram muitos anos, né? Aí o senhor é muito conhecido, né? Por onde passa aqui na cidade, eu acredito que seja muito conhecido, igual a gente tava falando que vendeu, né? Pro bebê e hoje tá vendendo pros pais, que vão ter bebê, né? Já conhece. Não tem a dúvida. E tem essa memória afetiva mesmo, porque é tão gostoso quando a pessoa chama você pra tomar um cafezinho, é porque já se tornou da família, alguém especial, né?

E conta-me essa biologia também, porque, igual eu falei assim, não esquece nunca. Não, não esquece nunca. Tem mais histórias aí que o senhor lembra que faz nossa, essa daqui, eu também tenho um carinho muito grande. Eu sei que deve ser muitas aí. Não é fácil lembrar assim na hora que eu pergunto, que todo mundo fica nervoso.

já teve carreira vassourada também teve? mas nossa senhora o senhor derramou café em algum lugar na coxa nova na coxa nova? tem história pra lembrar tem negativo também mas esse babado vai poder contar da vassoura ou não? só não falar o nome só não falar o nome não

Eu cheguei para vender, a mulher me pediu para ir lá, que a filha já comprava comigo. Chegou lá o esposo dela, pegou a vaçã e foi para mim. Eu não quero mascate na porta da minha casa. Eu não só quero.

Ah, estava com ciúmes, estou achando. Se expulsou. Você tem que ter uma bagagem de venda, você tem que ter paciência, tem que olhar o freguês, tem que ter uma experiência. Se falar essas coisas, atrapalha até a venda no futuro. É bom ficar quieto. Tem que ter uma experiência.

Muro alto, muro alto. Eu não gostava de vender. Onde tem muro alto, portão alto. Eu não gostava de vender. Eu prefiro a Passa Direto. Ah, é? Eu chegaram numa cliente. Eu chegaram na cadete, um murão muito alto. E o portão fechado. Eu não atendia, não vendia, não. Por quê? Você falava, se vai ser difícil de cobrar, se ela não me pagar. Isso, é coisa. É isso. Como que eu vou saber se tem gente aí dentro? É, eu sei.

você sabe como é que funciona, então você vai pegando a experiência, né? Você só vai fingir que não tá em casa e tá. Ah, não, pega a experiência, você vai pegar a experiência. Não, querendo ou não, são estratégias, ué, pra, né, a gente que, o senhor que tá nesse ramo tinha as estratégias, né? O forte era o fiado, aí você não consegue passar lá e saber se a pessoa tá em casa, mas com quebra as pernas.

Você tem que ter uma estratégia também. Você saber, você perceber. Olha, nesse lado aí eu tô perdendo tempo. Às vezes você vai, mas você passa raiva. Então, não compensa. Não compensa. Você ficar chateado, bater palma lá, bater um cachorro, bate, late.

A pessoa finge que não ouve ou não ouve. Então, às vezes, quando consegue, você para. Todo ramo tem os seus BOzinhos, né? Não tem jeito. Eu entendo que nenhum ramo são flores. Todo tem os seus... Tem os perrenguinhos, né? Da vida. Mas eu falo que esses perrengues fazem a gente evoluir. Tipo, errou já. Ó, não vou mais em casa com portão alto nem muro alto. Mas hoje é mais fácil. Você chega num portão desse grito. É mercado livre!

Alguém sai. Alguém sai. Já pega a dica aí, Ju. Alguém sai é você. Vou gritar Mercado Livre. Mercado Livre. Sai lá fora e fala, então, tem essa notinha aqui. Jota enganou. Na época não tinha entrega, né? Exato. Mas hoje todo mundo acaba comprando pela internet. Toda hora tá chegando coisa. Fala, Mercado Livre. Hoje a geração é outra, né? Eu só peguei aquela geração, o pessoal mais idoso, eles não gostaram do mascate.

Ele acha que o Mascate é mais caro. Ah, entendi. Não que tinha raio no Mascate, porque achava que a mulher dele estava comprando errado. Ah, entendi. Vamos voltar aí, porque ele achava que a mulher estava comprando caro e que eu estava empurrando. Entendi.

Entendi agora. Mas não era assim. Ela tá oferecendo um serviço diferente, né? Então, o público que ela atende, vai embora. Isso, e depois que confia, depois que vê o produto, tudo, aí já muda essa visão aí também, né? Olha só, tá quentinha ainda, Ju. Como que ainda tá quentinha? Aproveita que ainda tá quente.

Ô Ju, e nesses quatro anos você já passou perrengue? Ah, já. Já passei nervoso, com certeza. E você acha que por você ser mais nova ou mulher, existe um certo preconceito ou não? Você não sentiu nada disso? Pelo contrário, se torna melhor, assim, alguma coisa de ali conversar? Eu acho que talvez por eu ser mais nova, né? E ser muito boazinha.

agora eu já fui mudando fui conhecendo o cliente, não só fui aprendendo com os erros e fui tentando ser um pouco o pulso mais firme aprendendo a dizer não, colocando limite também, não, vamos terminar de pagar uma nota depois começar outra mas eu acho que no começo eu me ferrei bastante quando meu pai passou a loja

Pra mim, porque eu pensava que, tipo assim, muitos clientes eram clientes já de muito tempo que eu poderia vender à vontade. E não era assim. Eu posso vender, aquela pessoa paga, mas eu preciso também controlar, porque senão a parcela fica muito...

Tem que entender o limite do cliente. Exato, muitas vezes entender o limite do cliente. Se ele tá lá todo mês cobrando 100 reais, ele tá pagando. Do nada, ele faz uma compra grande, pula pra 300 a parcela e começa a dar umas mancadas. Isso, aí começa... Exato. Aí você já perde de vez. Aí quando eu aprendi... Até o próprio cliente se perde, né?

Então você tinha que administrar até isso daí, essa jogada disso. Eu sempre passei pra ela, mas ela já tem um pensamento diferente. Eu administrava o seguinte, eu sabia que freguês que não tem freguês que você vê, compra sem precisão. Entendi. Você sabe que compra por impulsos, o senhor fala. Entendi, entendi. Então, quer dizer, eu conhecendo aquele freguês, eu não ia com a perua, já com a mercadoria.

Eu já ia só pra receber. Entendi, entendi. E ela, ali, você teve que sentir isso, saber. Isso, acho que no começo eu tive essa dificuldade em receber. Uma por vergonha também. Cara, eu tinha bastante vergonha no comigo. De cobrar. A pessoa tá me devendo, mas você ficava com receio, com...

Eu não sei, é estranho, né? A palavra, né? Eu entendo você. Oi, aí você chegava, batia a porta na casa da pessoa, a pessoa sabe quem é você, e ela falava oi. Tipo, esperava eu falar. Com vergonha. Você tá no teu direito, mas parece que você tá sendo...

ofensivo, sei lá, né? ofensivo, exato, aí eu ficava com vergonha, com receio não sabia muito dizer não, né? muitas questões do limite, de venda e de cobrar, hoje em dia eu já consigo ser bem mais firme já entender, né? toda essa mutatividade entendi, olha que bacana foi aprendendo mesmo, nada como a prática na prática, é hoje eu acompanho

Sempre pergunta alguma coisa, como é que tá? Hoje ela tá com bem menos, assim, com dificuldade de receber. Sim, sim. Mas tem que controlar. Porque se você não controlar, agora eu sempre passei pra ela. Quando é vendido no cartão, quando você vende no cartão, aí tem que aparecer o vendedor. Se ficar devendo, fica devendo pro cartão. Então, fica devendo pro cartão. Aí tem que aparecer o vendedor. Agora, quando é...

a prazo, você não pode, você tem que controlar, aí tem que falar, ou vai chegar, vai chegar um desse aqui, bem, aí você não falar não, sim, sim, mas criar aquela expectativa, o próximo mês eu trago pra você, que é a sua última parcela, mas não falar que é a última parcela.

Sem controlar, você tem que ter essa educação no final de falar para falar não direto, não vender. Você tem que ter um jogo de cintura. É, porque igual a gente está falando, hoje os tempos parecem estar um pouquinho mais difíceis e às vezes aquela pessoa paga certinho, mas envolve familiares, às vezes quer ajudar alguma coisa acaba se enrolando, né? Igual a gente tinha comentado ali atrás.

imprevisto sempre acontece exatamente por sempre acontecer que a gente não pode deixar a nota chegar a um valor muito alto porque a própria pessoa depois fica com dificuldade de pagar entendi eu fui aprendendo isso mas ó

O erro, como que é aquele ditado? Você errou uma vez, tudo bem. O duro é quando você erra a segunda vez o mesmo erro, entendeu? Sim. É importante aprender com os erros, né? Você vê que não tá dando certo e pode persistir nisso, né? Sim. Fazer a mesma coisa sempre e não muda os resultados.

Não mesmo, aí tem que mudar, tentar sempre, ah, vamos passar no cartão, eu te dou um desconto. Ou dividir até em mais vezes hoje em dia no cartão. Sim, no cartão eu consigo dividir em mais vezes também.

Eu percebo hoje, né, que as pessoas parecem que facilita dividir mais no cartão, até pra forçar fazer no cartão, né, assim, como uma segurança maior, né? Como você tem uma segurança, você pode dividir mais vezes, porque diminui a parcela pra ele e você, de qualquer maneira, vai continuar recebendo, né? Exato, ele vai conseguir dividir mais vezes. Porque no cartão a gente consegue, não consigo dividir até em 10 vezes, assim, na notinha, não.

Imagina o ano inteiro pra receber a coxa? Ó, a Isabelle tá aqui falando que é maravilhosa, que é a melhor vendedora, empresária e pessoa. O Salgados do Ju tá aqui também falando que é um sucesso. E que fiado! Corre!

Depois ele deu a risada e falou que essas maquininhas de cartão... O Ju é traumatizado com o fiado. É, ele é traumatizado, por isso que ele falou isso. Aí ele falou assim, essas maquininhas de cartão é uma benção. É que na trajetória dele que ele contou, ele não queria empreender de jeito nenhum, porque a mãe dele faliu por causa dos fiados, entendeu? Sim, não, exato, mas você vai aprendendo com o tempo. Tipo, igual eu falei, no começo eu confiava muito porque era um...

clientes de muito tempo. Sim, sim. Mas aí fui medindo, fui colocando limite. E às vezes até clientes de muito tempo, às vezes eu... Acontece imprevisto, né? Tenho que falar não, agora é só cartão. Sim. Eu tenho que aprender a falar não também. A empresa mudou. É, a empresa mudou, exato. Os tempos mudaram, né? Os tempos mudaram.

Agora eu tenho menos tempo para pagar fornecedor, então eu não posso dividir em tantas vezes, como meu pai fazia, eu divido em menos. Ah, até isso também, né? Os fornecedores mudaram também. Diminuiu os prazos também, né? Não mudou só para o cliente, mudou para a empresa, né? Mudou para a empresa. Mudou tudo, né? Mudou os prazos, diminuiu. É.

antigamente, às vezes você pegava quatro, sete colchas, hoje eu acredito que você já tem um limite de compra pra fazer, né, um pouquinho maior do que isso vem também, né, o mínimo, né, é, perdão o mínimo pra fazer, é verdade ficou mais alto também o preço, a fábrica também mudou, né, era assim encaixado do jeito que anos por

Na minha época, às vezes você comprava oito lençol, vinha dois de cada cor. Hoje você compra uma caixa, vem seis, uma cor só. Ah, eles fazem você comprar grade. Você comprava duas. Então você quer duas grade. Azul e branco são duas. Então pedida mais alta. Antes você trabalhava com pouco valor de venda, de compra. E você tinha mais opção. Ele vendia picado, né? Hoje só quer vender os pacotes fechados. Você tinha mais opção de cor. Entendi.

Ah, é difícil isso, né? Pra quem trabalha, pra quem começa principalmente, acho que é muito complicado. Se você quer fazer uma grade lá, tipo, ah, eu tenho, sei lá, condição de comprar 10. Puta, dá 2. 10 caixas, então fica mais caro. E a gente tava falando, né? Você vendia tudo na Kombi, mas tinha o estoque todo na casa também, né? É, tinha, não, tinha.

E aí? A minha casa, desde quando eu foi assim, vai ser assim, tapete no quarto, tem no quarto, tem na sala, na outra sala. E as pessoas chegavam aí na sua casa pra fazer compra ou não? Era só você? Na minha época ia menos, hoje tá indo mais. Ah, é? Hoje tá indo mais? Hoje tá indo mais, eu percebi, na minha época era bem menos.

Tem gente que vai em casa ainda, mas é menos. Mas é pouco, mas vai sim. Até porque eu não fico em casa, né? Às vezes a pessoa vai lá e ela vai perder viagem. Entendi. Porque eu fico o dia todo na rua. Na verdade, quem gosta de comprar do... As pessoas querem em casa. Sim. E quer que eleva. Você tem que pôr todo o mercado eleva. É que eu falo assim, como a gente sabe que o produto...

Tá lá. E sabe onde vocês moram porque a casa é pequena? Isso que eu falo assim, às vezes ir fora de horário, num sábado, num domingo, entendeu? Se avisar, eu não dá. Tem gente que às vezes de última hora pede presente pra casamento no sábado, aí vai lá buscar um edredão. Só nesse caso mesmo. Aí vai em casa, é.

Só nesse caso, mas é muito difícil. O pessoal prefere que leva o meu computador. O conforto de casa. É que hoje tem a facilidade de se comunicar melhor, né? Você manda um WhatsApp, manda um DM pelo Instagram, fala, ó, você tá em casa? Não tá aqui que você tem a pronta entrega? Hoje compensa você ligar. Ah, você tá em casa?

Ou mandar foto, né? É, geralmente os que vão em casa sempre mandam mensagem pra combinar. Eu aviso, porque eu quase não fico em casa. Então, se você for, me avisa que a gente combina um horário. Tem gente que prefere ir porque eu consigo levar as coisas no carro, mas tem gente que quer ver mais variedade ou mais coisas, aí tem que ir em casa porque eu não consigo levar tudo. Tudo, né? É muito grande, né? É muita coisa. Muita coisa.

Mas acho que realmente mudou muito, acho que é talvez a parte de comunicação de lá pra cá, né? A facilidade hoje com o WhatsApp, as redes sociais, a possibilidade de vender online, né? A gente vê hoje o TikTok Shop, que explodia há pouco tempo atrás. Cara, vende muito.

Sim. Eu acho que é a plataforma que mais está vendendo hoje. Eu não, mas está entre as três. Para o usuário pequeno, sim. O que acontece? Quando a gente pega uma plataforma grande como o Facebook, o Instagram, que são as maiores, só quem tinha muito seguidor, quem tinha muita visibilidade conseguia realmente converter.

E agora não. É online, né? Essa questão de vender pra fora. Hoje o TikTok, se me engano, ano passado, eles fizeram algumas ações com alguns influencers, e acho que de 300 milhões de dólares em vendas, 3% vieram desses grandes influencers, que eram pessoas muito grandes. O restante foi tudo picado pro usuário realmente pequeno.

Tanto que você entra hoje no TikTok é uma enxurrada de live de gente vendendo, né? Mas deu chance pra galera começar e crescer, né? O TikTok hoje é a terceira plataforma maior de busca hoje, né? O pessoal busca primeiro no Google, depois no YouTube, depois no TikTok. Então você consegue achar qualquer vídeo relacionado a qualquer coisa lá.

E essas lives também são legais, né? Porque às vezes é um domingo ou uma segunda-feira à noite que o pessoal faz, querendo ou não, a gente já tá com um tempinho aí, né? É bacana mesmo. Sim. É um próximo passo, é trabalhar no TikTok Shopping.

Vale a pena. E os mesmos os marketplaces mais antigos, né? Porque antes, quando começou o comércio online, você tinha que montar um site, sabe? Às vezes pagar um serviço de um banco, alguma coisa. Era muito complexo. Ficava muito caro só pra você iniciar. Cara, hoje você vai lá no Mercado Livre, você vai na Amazon, na Shopee, você cadastra, você sabe o quanto te custa, o quanto ele vai te cobrar de comissão. São milhões de pesquisas por segundo ali.

em algum momento sabe que eu vendeu alguma coisa. E às vezes um site mesmo que você tem que pagar pra fazer um site, a pessoa entra e não sabe se é de confiança. Exato. Quer falar, nossa, nunca vi lá, www, gente ou vai, será que é confiável? E na plataforma da Shopee, Mercado Livre e outras, todo mundo tem certeza que vai chegar. Porque a plataforma ela garante que se tiver algum problema, ou vou pagar e não vou receber, então tem toda uma plataforma por trás que garante essa venda ou esse ressarcimento caso dê algum problema, né? Sim.

Cara, é muito bom. Tem cliente que tem rede de loja e o que ele vende hoje online, só de marketplace, já representa mais que algumas lojas menores dele. É incrível como está mudando isso. Então, eu tinha pensado uma época em voltar a abrir uma loja no centro. Aí depois eu pensei, pensei no aluguel, pensei também nessa questão do custo.

E nessa questão dos clientes que gostam que levem em casa. Porque você vai ter que continuar com esses clientes, né? Exato. Aí tem uma cliente minha, que ela mora lá no Oasis, e ela fala assim, que eu sou a pernambucana ambulante.

Que eu levo tudo que ela liga, assim, Ju, traz isso, traz aquilo. Eu levo na casa dela, na porta dela, e levo bastante coisa, que aí ela vai vendo. Mas entendeu que você já é hoje. Ela vê as coisas online que você tem e você entrega pra ela. Então você já tá fazendo... Essa mudança que ela precisa. Depois da pandemia também. Depois da pandemia o pessoal começou a pedir mais mercadoria em casa. Mas por quê? A gente não podia comprar.

Gostou da comodidade, né? A gente perdeu, então esse negócio assim, aprendemos a comprar na internet.

Porque concorda que a nossa vitrine era o Instagram, o Facebook? Não. Não podia sair? Não podia hoje, não. É, então assim, aí a gente pegou o gostinho de tipo assim, nossa, é tão gostoso comprar em casa e entregar, e ela já faz isso, ela vende na sua porta, né? A nova geração vai ser praticamente 80%. Eu acredito até...

Vai ser muito forte a venda online só. É, eu acredito também. Mas eu acho que essa questão de entregar em casa, essa atenção, nunca vai acabar. Nunca vai acabar. No fim das contas, você acaba vendendo atenção, né? Você vai lá, você dá uma atenção, você mostra e tal. E é uma coisa, um serviço personalizado, pô. Você ligou, a pessoa vem trazer todo o leque de produto dentro da minha casa, poxa vida. Exato. Foi aí que eu pensei, em vez da loja, que tem todo um custo e também...

hoje em dia, acho que tá menos, cada vez mais as pessoas preferem um comodismo em casa, eu pensei, então, por que não fazer, tipo, uma loja, entre aspas, ambulante, né, no carro? Aí eu já tinha saveiro, só que eu não tinha aquela capota de fibra. Sim. E aí ficou parecendo um furgão, na verdade, ficou até maior. Aí eu coloquei a capota de fibra.

Que ela abre nas duas laterais e atrás. E aí você consegue colocar muita coisa lá dentro. Nossa, que bacana. E foi recente que eu consegui pegar. Pesquisei bastante sobre essa capota. E semana que vem eu já vou mandar... Já fui atrás de marcenaria. E vai fazer as grades, prateleiras. Pô, legal. Tudo que aí eu já vou deixar. Vai setorizar as portas, né? Isso, organizadinho. O casal do outro, com as portas abertas do lado.

Olha só que orgulho, hein, jovem? Olha aqui, ó. Isso já é pra trabalhar. Tá vendo? Aí depois agora ela vai marcar. Um exemplo. Segunda, voltar em panorama. Exato. Entendeu? Aí já coloca tudo ali dentro. Eu ainda acho que é bom você deixar a panorama no sábado que você já aproveita o final de semana. Olha aqui.

Vou deixar a Pauliceia esse sábado, que dizem que tem uma feira boa lá em Pauliceia. Nossa, excelente, excelente. Já fui mesmo, movimentadíssima. É, gigante. Mas pra você fazer a feira e não curtir a feira, assim, pra vender. Olha, a época que nós fomos, descia o pessoal, vinha um ônibus de Brasilândia pra essa feira, o dia que nós estávamos lá. Mas isso foi antes da pandemia, faz um bom tempo que nós não...

E é uma graça. E é assim, movimentadíssima. Os comerciantes que eu tenho falam que é muito forte. Muito forte, muito forte. Então, aí é essa a ideia. A gente já querendo que ela trabalhe no sábado à noite. Não, mas é.

trabalhar. Como é que é, Ju? Depois você folga na segunda, né? Aí você vai na BD com seu bar, né? Tem esse daí também, né? Depois que você empreende, você não tem dia mais, né? Todo dia de trabalho. Você vê que a feira lá é boa e eu vou ter que trocar a segunda pelo sábado. Aí empreender é isso, é trabalhar em dobro. E vem cá, a Ju viaja pra caramba, né? Ela viaja bastante. Já foi pra vários países aí. Nunca pensou em ir com ela, não?

não, se ela estivesse lá eu iria passear assim, mas sozinho não tem vontade não é? se ela estivesse morando lá eu iria já queria ir assim é que vai estragar a rotina de ir na praça ele gosta da rotina dele ele viaja, ele fica quando vai pra praia ele fica 3 dias e já quer ir embora ah é? você é bem de ficar em casa assim?

É assim, em casa, na minha cidade, né? É, na sua cidade. É a minha cidade. Eu não sei, porque eu falo assim que eu gosto de você passear, mas voltar pra casa. Isso, isso. É a melhor parte, né? A melhor parte é você voltar pra casa. Eu já gosto de me dar uma viagem. Agora, eu, Zé, eu gosto de caminhão, mas é quatro dias. Ah, muito? Uma semana é muito pra você? É, muito. Nossa, ele pira, então. É, ele não gosta. Ixi, então não dá pra viajar pro exterior, não. Quatro dias é pouco.

Eu prefiro mais, assim, fazer umas viagens que vai e volta rápido. Entendi, entendi. Ai, que gostoso. Bom ir, mas voltar é mais gostoso. Ah, é? Mas realmente, dá saudade da cama, viu? Eu falo que eu sinto muita saudade da cama. Por mais que a cama de lá, às vezes, a gente tá mais gostosa que a minha, mas eu falo assim, gente, tô com muita saudade da minha cama.

O Bola do Pânico fala que hoje ele tá numa fase que o que ele mais gosta na vida é ir embora. Se ele tá na festa, ele... Tô indo embora, tô feliz que eu tô voltando pra minha casa. Tô viajando, tô indo embora, então tô feliz que eu tô indo pra minha casa. Tá nessa fase aí. É gostoso também chegar em casa.

Ah, não, acho que não tem lugar melhor que a nossa casa, né? É gostoso viajar, é gostoso passear. É gostoso sim, viajar é bom, ótimo. Mas voltar pra casa também é bom. Mas já chega, já tem que marcar a próxima, né? Sim, é, não pode ficar acomodado, né? Tem que sempre ter algum lugarzinho pra visitar. Isso, sempre tem que viajar. Umas, dois, três passeios por ano, tá bom. Ah, agora tá aposentado, eu vou marcar até mais. Até mais, ixi.

Se eu tivesse passeio de dois, três dias... Pegar um motorhome. Eu já emendaria uma na outra, mas meu pai gosta da rotina dele. Quem tem, diz que é vício, né? A gente conversou outro dia com a... A gente tem umas amigas que elas têm motorhome. E elas montaram dentro... Primeiro elas viajaram bastante com uma touro, que tinha uma tenda por fora. E depois elas estavam com um jipe.

Elas foram pro chuaia de jipe. E montou todo um esqueminha dentro. Mas elas dormiram no jipe. Elas dormiam aqui e o teto já era aqui, gente. Era meio claustrofoco, mas elas se viraram. Aí leva a barraca quando tem camping, tudo. E agora elas compraram uma van que chama Catarina. Mas estão em produção ainda. Uma Sprinter ou alguma coisa desse nível aí. Não sei o que é, mas compraram a Catarina. Vamos viajar agora. Estão transformando tudo em uma torre. Ah, às vezes o senhor ia gostar de... Tem os perrengues.

a casa do senhor ia estar sempre em casa se não tem a BD e não tem praça ele ia ficar rodando com o motorhome desde Dracena eu prefiro tem que respeitar quem gosta daqui, gosta daqui eu te falo a verdade, eu prefiro ficar no hotel é gostoso curtir a vibe do hotel ó, a sogrinha tá aqui, viu no coração

é bom você ser servido você ter um entendimento, não ter que limpar a casa eu ainda prefiro hotel eu brinco, eu faço é muito bom, prático mas já que eu tenho condição de fazer esse motel eu prefiro ficar no hotel lá que eu vou viajar duas, três vezes por ano é verdade

Deixa eu dar emprego pra essa galera. Eu já gosto de um perrengue, porque aí eu prefiro economizar na viagem pra viajar mais. Entendi. Porque, ah, ficar em hotel chique, isso e aquilo. Ah, então você fica em hostel. É hostel? Fico. Quando eu fui pra Londres agora, no passado, eu fiquei em hostel, porque era o mais barato quando eu tô sozinha. Quando você tá com os amigos, dá pra dividir. Você viaja sozinha? Viaja sozinha. Conhecer seis países, né?

É, então, eu vi lá. Oito países eram conhecidos. E aí, na verdade, eu fui pra pegar a cidadania italiana, né? E aí, eu vi lá.

E na época, quando eu tentei a cidadania italiana, há mais de quatro anos atrás, eu tava meio assim que não sabia o que queria, se eu dava continuidade na loja, ou se eu dava aula, se eu fazia uma pós, eu tava assim meio... Aí eu falei assim, ah, vou tentar a cidadania.

Só que demorou tanto o processo de documentação que eu fui desanimando. Tá vendo? Que aí deu seguimento na loja. Que aí eu falei, não, não quero. Quero ficar com a loja mesmo. Só que aí eu fui lá, seria só pra pegar o documento mesmo, mas não pra morar.

E, enfim, aí eu fui lá pra pegar essa cidadania, então eu fui sozinha. Acabou que não deu certo de pegar a cidadania, porque quando eu tava com o documento todo pronto, tudo certo, a lei mudou lá da noite pro dia. Aí só pode até a terceira geração de italiano.

Mas se eu fosse pegar, é porque eu já tinha gastado um dinheiro com isso, já tinha dado a entrada, seria mais pro futuro, se eu quisesse como plano B, porque não era a minha intenção morar lá, mesmo se tivesse dado certo de pegar a documentação. Aí, falei, ah, e agora? Já tô com passagem comprada, né, que eu ia com assessoria.

Falei, agora eu vou passear sozinha. Eu já sozinha. E fui sozinha. Eu tava comprada, aproveitou. E como que é que ela chegar e ela vai falar assim, tá, vou pra Itália sozinha. E aí, você? Fala, tudo bem? Já tinha morado nos Estados Unidos sozinha, né? Na pandemia que foi mais difícil. Ah, você morou? Eu fiz intercâmbio, né? Era mais perigoso. Ah, tá. E você ficou quanto tempo lá? Fiquei dois anos. Dois anos sem se ver? E foi o quê? 2021, 2022? Foi um pouco tempo depois que eu parei de dar aula. Foi 2019.

Foi na pandemia. Foi em 2019. É, 2019. Ah, então foi 2019 com 2020, que aí a pandemia veio em 2020. Eu cheguei no final de 2019, em outubro de 2019. É, praticamente ela chegou lá e começou a pandemia. Ah, você foi pra lá em 2019? Fui pra lá em outubro de 2019. Entendi, a pandemia chegou. Mas não tinha estourado ainda. Não começou em janeiro de 2020. Na Europa tinha estourado, mas aqui começou a estourar em janeiro.

verdade, e aí você chegou lá na pandemia como foi? você ficou sozinha, morou sozinha? não, eu fiquei na casa de família ah, então tinha alguém pra conversar morava e trabalhava de babá sim e na época eu fui, trabalhei de babá e cheguei lá ia ficar só um ano que era só o ano do intercâmbio mas quando eu tinha acabado de chegar tava com a Marcia com passagem

marcada pro Havaí, que ia ser a minha primeira viagem nos Estados Unidos, aí pum veio a pandemia, desmarquei tudo né, eu falei caramba logo na minha vez aí depois eu acabei ficando mais um ano só pra aproveitar os passeios que quando começou a normalizar lá eu quis ficar mais um tempo pra passear um pouco. Se eu vou pros Estados Unidos, vou socializar bastante pra aprender inglês, chega lá, pandemia fede droga

De ter no WhatsApp com o brasileiro. É, foi o que acontecia. Mas teve um perrengue bem marcante de alguma viagem? Nossa, esse perrengue eu não acredito que eu passei. Rapaz, todo perrengue que eu passei eu faria de novo. Porque foi perrengue, mas valeu a pena, sabe?

Deixa eu pensar. Porque eu fico morrendo de medo, igual você vai dormir em hostel, assim, com mais pessoas, e pessoas que eu não conheço, não sei falar, porque mistura tudo, de todos os... Então, em Londres, quando eu fui, esse que eu... Esse último ano que eu fui sozinha, que eu falei, ia pra dar psicanália, olha o veneno passando.

Eu fui sozinha e foi... Nossa, foi uma viagem tão gostosa, sozinha, enfim. Eu tinha que economizar, porque eu fiquei um mês viajando. Aí eu fiquei em um hostel em Londres, que era o mais barato. Tinha nove, três, vinte e sete pessoas em um quarto.

Nossa senhora. Bastante. Foi bastante. Era triliche. Era a cama de três. E aí quando eu vi, assim, eu filmei. Eu contei. Nove triliches tinha lá dentro. Nove, três, vinte e sete pessoas em um quarto. Em misto, homem e mulher. Falei, ah.

Aquela galera comendo batata com peixe de inteiro. Deve ser uma delícia dentro do... É libra. Eu falei, eu quero passear, eu quero isso. Eu não vou ficar em hotel chique. E aí eu gastava só com passeio. Comida também eu tentava economizar.

Comia lanche de mercado, passava ali, pegava um sanduíche, alguma coisa, e jantava uma refeição mais forte, assim, de massa ou arroz, alguma coisa de lá.

Só no almoço ou na janta. Na refeição com prato mesmo. E na janta era mais um lanche, alguma coisa. Alguma coisa assim, fast food. Igual na Itália, tipo, lá tem pizza muito barata, tipo, um euro a pizza. Foi pizza o tempo todo. Agora pizza todo dia na janta, um croissant.

Mas é tranquilo, né? Na Itália foi um lugar mais tranquilo. Massa, gostoso. E, enfim. E você chegou depois de ir pro Havaí? Não, Havaí eu fui quando eu estava morando nos Estados Unidos. Isso que não deu certo, mas depois acabou dando. Depois fui. E aí fui duas vezes ainda. Duas vezes ainda. Olha só.

E lá é lindo mesmo, eu vi suas fotos. Meu Deus do céu, muito bonito. Sim, bem bonito. Ai, aproveitei bastante. Aí depois, quando eu fui normalizando lá, no segundo ano, aí fui pra Bahia, fui pra Las Vegas, pra Miami, pro Grand Canyon, fui pra bastante lugar. Aproveitando mesmo. Estava ali, né? Tem que aproveitar. Fiquei na Califórnia, né? Nas Vegas, era a pergunta de dinheiro que o pessoal joga, né?

mostrar que tem dinheiro, joga a parte da emeralta de cima e eu jogo tudo. Ah, eu fiquei impressionada. Fiquei lá em Las Vegas nas festas. Foi a primeira coisa que ele contou pra mim. Eu não sabia disso aí. O pessoal rico, né? Eles são fortes e jogam dinheiro. Eles ficam no camarote jogando dinheiro assim pra cima. Dólar, parecia coisa de filme. Aí fica o pessoal lá embaixo assim pegando quem tava na pista.

Teve uma festa que a gente... Mulher não pagava pra entrar nas festas em Vegas. Era mais homem. Aí teve uma festa que a gente... Que eu fui com a minha amiga lá. A gente não pagou nada. E saiu com uma bolsa lotada de dinheiro. Que a gente foi pegando no ar.

É um investimento isso. Os shakes ali, né? Aquele pessoal com dinheiro ali no camarote jogando dinheiro. Eu falei, gente, coisa de filme. Uma festinha dessa por semana tá feito. Outra realidade, né? Outra realidade. Meu Deus, que experiência. É, aproveitei bastante. Ó, a Tainá mandou, assim, sucesso nessa nova etapa, Ju. A sogrinha mandou, assim, ó, tô acompanhando minha norinha.

agradar pra ver se ela me leva pra viajar com ela, de grátis. Amém. Quem sabe? Volto rápido porque encontrou o amor da vida dela. Voltou rápido porque encontrou o amor da vida dela. Verdade. Quando eu fui pra Europa, uma semana, não, três dias antes de eu ir pra lá, ele me pediu em namoro. Ah, é? O João Paulo. Aí você ficou quanto tempo lá? Fiquei um mês. Ah, um mês aí já voltou. E voltei, é.

Aí, estamos aí. Todas as viagens, gastou dinheiro e voltou. A gente foi pra outro país. Já tava pago também, né? O rebolso, acho que também não tava... Nem compensa, às vezes, o rebolso. Não, aproveita a experiência, viaja, corte, tá? Foi bom. Aproveita. É conhecimento, é conhecimento. É isso que o senhor falou mesmo. Nossa, aprende muito. Ó, o Fabiano Silveira mandou também boa noite a todos lá no comecinho, tô vendo agora no YouTube.

Oh, que legal. Esquecemos de falar alguma coisinha? Eu sei que tem muita coisa, quase 30 anos aí de trabalho aí, não dá pra resumir isso numa conversa. Exato, é. A gente não tem como resumir isso numa conversa. Mas a gente fica feliz de vocês toparem. Tem que topar de vir aqui e bater um papo com nós, contar um pouquinho de como foi, né?

passar de pai pra filha aí e falar pra galera como que é, pô. Trabalhar de mascate, começar de porta em porta, oferecer pra galera, né? Eu acho que é muito bacana isso. É uma coisa muito... Vocês são muito conhecidos aqui na nossa cidade, mas é legal poder registrar essa história. A gente fica feliz.

Sim, eu fico feliz também com o convite, foi muito legal estar aqui, falar um pouquinho da nossa história e de como tudo começou, né? Na época do meu pai, de Porto em Porto, da Perua, da Loja e hoje da Saveiro, enfim. E com muitas ainda novidades que viram ainda, né? Que agora a tendência é sempre crescer, cada vez mais. Aí, se Deus quiser, vou ficar rica e vou levar a sogrinha pra viajar.

Vou levar pra Vegas ali, ó. Leva uma peneira. Vou levar pra Vegas. Sogrinha e o namorado. O namorado e o noivo, claro. Sega assim pra sua sogrinha, pode vender pras suas amigas lá da igreja, que tem muitas. Oferece um chaval pra todo mundo, senão você não vai viajar. Vou levar ela pra Vegas pra ela apostar nos cassinhos lá.

Levar nas festas do Sheik, com a feneira aqui embaixo. Será que ela vai? Paga a viagem. Ai, meu Deus. Vou levar ela. Vamos ver se ela vai. Obrigadão. Obrigado por vir aqui, bater um papo conosco aqui. Fico feliz de ter isso. Eu que agradeço. Foi muito bom mesmo esse bate-papo com vocês. Voltar lá atrás no passado. É gostoso lembrar, né? É só uma reclamação, né? É gostoso lembrar mesmo.

Nem dá pra acreditar que a gente passou por tudo isso, que já faz tanto tempo aí, né? Que a gente às vezes para pra pensar, nossa, 30 anos, né? Eu vivi tudo isso, é tão gostoso, né? Eu falo, né? Vai recordando desses bons momentos. E que os ruins fizeram parte também da nossa evolução, eu falo, né? Uma coisa que eu lamento, assim, de todos os tempos, eu sempre falo, né? Eu tenho na minha mente, né? Na minha mente, assim, eu tô... Bom, assim, eu tinha um tio...

Foi um excelente empreendedor, né? Ah. Empreendedor, que é a Sousa Danciere.

Eu falo assim, se ele estivesse vivo e eu empreendendo, ele ia me ajudar muito com os conhecimentos dele. Então, eu sempre lamento isso. Porque ele conversava muito comigo, ele me passava muitas coisas. Então, acho que foi por isso. Eu sempre pensei, se ele estivesse vivo, talvez eu teria crescido muito mais, porque ele tinha uma ideia fantástica. Ele era... Você sempre desabafava com ele as coisas, as ideias. É, ele chamava atenção.

Às vezes, chamava atenção, você não gostava. Sim, mas você ficava repetindo. Mas passava um tempo, você olhava assim...

aquilo que ele falou pra mim aconteceu lá na frente. Entendi. Tinha uma visão, né? É, tinha uma visão. É um homem de visão. Então tinha uma visão. E eu sempre pensava, nossa, se o meu tio tivesse, eu acho que eu tinha aprendido mais coisas ainda com ele.

Ah, mas eu acredito que tem hora que certas portas se abrem, é porque tem pessoas que nos amam, que estão lá nos ajudando. Com certeza. Estão lá mexendo os pontos. E pode ter certeza que a todo instante ele está aí com você, vendo essa colheita que você está tendo agora.

E feliz que esteja aproveitando, viu? Porque é muito gostoso ver toda essa dedicação agora e falar assim, estou aproveitando mesmo a sua aposentadoria. A aposentadoria. A aposentadoria. Mas não deixa de trabalhar, tá? Tem que ir lá na praça fazer o pedaço. Ele vai ficar te zoando, hein? Agora ele vai ficar te zoando. Mas tem que ir, senão você não ganha o dia. É!

Mas não pode, não pode ficar a cabeça parada. Porque o senhor foi um cara ativo a vida inteira. A hora que se parar, fica doido. Então tem que ter essa rotina de ir a algum lugar, de fazer alguma coisa, é muito importante. Obviamente fazer coisas que gostam. E a sogra topou, viu? Mandou aqui que ela falou assim que ela vai sim, que ela adorou. Mas eu vou levar ela no rosto, eu com 27 pessoas. Nossa senhora.

Ela vai dormir no terceiro, o senhor Lá Lúcio. O importante no rosto é dormir com a bolsa abraçada, com documento e passaporte, e a roupa não tá nem aí. Não, é sério mesmo? Eu abri o telefone, que é legal. Vai baixinho que eu tô no rosto. Nossa, é uma aventura e tanto, hein? Parabéns. Mas o importante é levar, não importa se é rosto ou não. Parabéns por todas.

sua coragem, porque eu não teria não, morro de medo. Não, a Maria era cagona. Eu sou muito cagona, morro de medo. Acho que jamais eu... Acho que ela não iria, ela não rolava. Nem pra dormir só meninas, acho que eu não, como assim? Eu não conheço ninguém e tal, nossa, não vou. Mas faz amizade, nesse hostel mesmo que eu tava tinha brasileiro, tinha uns três lá, e foi legal.

Parabéns. Minha irmã viajava, ela ficava em rosto, ia mochilar pelo mundo. Era a forma mais econômica de ficar um mês fora. Passar por oito países, foi Suíça, Itália, França, Portugal, Irlanda, Inglaterra, Espanha.

Espanha, enfim. Aí você tem que economizar nas hospedagens. E faz diferença, né? Eu prefiro o passeio do que o pai aqui fazendo. Faz diferença. Ainda bem que ela ficou no rosto.

Tá bom, quem trabalha tem que passear. Tá bom, tá bom. Volta com outro gás, com outra energia. Passear é bom. É, muito bom. Mais uma vez, obrigado. Obrigado por ter topado ele aqui bater um papo conosco. De verdade, espero que tenha gostado. Espero que tenha sentido a vontade. Sempre precisar de alguma coisa. As portas estão abertas aí. Eu que agradeço o convite.

Ó, manda um abraço aqui, ó. Vitor Reinaldi, Vitor Gaziágua. Manda sempre uma aguinha pra gente, né? O pessoal da Cervejaria Duque, manda também uma cerveja... Algumas cervejas, né? Alguns estilos. Que tem vários estilos de cerveja aqui. Manda também o Jack Mate, o Jack Limonês. Não tem açúcar, não tem álcool. É, isso aí. O pessoal da WR Distribuidora, manda sempre o suquinho aqui. E também o pessoal do Big Sfirra, né? Manda sempre uma esfirinha aqui pra gente comer.

Que, inclusive, cada dia da semana tem promoções no Big Sfirra. Entra lá no Instagram, que eles sempre colocam um combo, uma esfirra, enfim.

Falar em Instagram, na descrição do vídeo tem um Instagram de todos os nossos patrocinadores e também dos nossos convidados. Então segue lá pra ficar por dentro de todas as novidades. E essa sogra disse assim, ela quer o hotel cinco estrelas. Amém. Então vou ter que aumentar muito minhas vendas. Ajuda aí. Vamos comprar, gente. E ó, agradecer a galera, né, que mantém o nosso projeto de pé.

Agradecer a Academia Coafit, a Framonção Estética Noir, a Casa de Carne Bandeirante da Família Ceballos, a Conecta Telecom, Santa Helena Home Center, a Rede Brinquilar, a Dracenense Corretora de Seguros, Fala com o China Vugo Adriano, a Mecânica Multicar do Lucas Velo.

quem mais Gabi? tá faltando Santa Helena Home Center a Unifadra tracendo a faculdade mantida pela FUNDEC falei de todo mundo? é isso aí quinta-feira 19h30 estaremos aqui esperando vocês e foi um prazer passar essa noite com vocês muito obrigada é isso aí então você vê na quinta? na quinta valeu até mais tchau tchau

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