Subnautica 2 está chegando, filme de RESIDENT EVIL, impressões de SAROS - CAfé com Videogames #209
O Café com Videogames é nosso podcast sobre as novidades do mundo dos videogames, gravado segunda feira de manhã. Nesse episódio, falamos sobre a data de lançamento de Subnautica 2, sobre o trailer do filme de Resident Evil, novidades da EVO, impressões de SAROS e mais!
- Star Wars OutlawsTrailer e data de lançamento · Preço no PlayStation 5 · Galactic Racer
- Twitch e Henrique AnteroBanimento da conta da Twitch · Filme Sinners
- Flamengo vs VascoEmpate no Campeonato Brasileiro · Wallace Ian · Léo Jardim
- Subnautica 2Data de lançamento e trailer · Novo planeta e foco em exploração · Unknown Worlds · Krafton
Amém.
Bom dia, bom dia! Sejam todos bem-vindos ao Café com Videogames, o podcast que traz as notícias quentinhas da indústria, igual este cafezinho aqui que eu tô tomando no dia 4 de maio. Tô aqui com o meu amigo Ricardo Regis. Bom dia, Ricardo! Acordou hoje com a Alexa. Pô, acordou hoje com a Alexa, mano. Tô com sono extra.
Você tá com muito sono, o despertador dela não é alto, né? Que nem o... É ruim, é muito ruim. Então, tipo, eu não acordei com a Alex. Ah, tu não acordou? Tu acordou com o costume. Por isso que a gente começou mais tarde, assim. Mas eu queria aproveitar essa manhã, Lucas. 10h15. Já viu o programa da Ana Maria ou não? Já, já vi. Já, Ana Maria e Braga já.
Mas você... Faz um tempo que eu não assisto, mas... E se você lembra? Que às vezes ela começa com uma frase, assim, da manhã. Às vezes ela termina o programa também com uma frase. Você lembra disso? Lembro, lembro, lembro. Tipo assim, se tu me perguntar alguma frase, eu não vou lembrar de nenhuma. Eu queria saber se você me permite trazer um pensamento aqui coletivo pra gente. Segunda-feira, início do mês, né? Maio. Sim, pode.
Eu queria primeiro trazer uma situação pra ajudar a gente a imaginar o que eu vou dizer em conjunto. Pode ser, não? Tá, pode. Ontem, Lucas, o Flamengo jogou com o Vasco da Gama. O Vasco da Gama que há quase uma década...
Acho que até mais não vence o Flamengo no Campeonato Brasileiro. Tá. Bastante tempo, você percebe. O Flamengo vencia por 2x0 o Vasco da Gama. Foi então que o treinador Léo Jardim decidiu colocar em campo o menino Wallace Ian.
O Alucinan entrou, o Flamengo, na verdade, até um pouco antes do Alucinan entrar. O Flamengo tomou o primeiro gol, aos 38 minutos do segundo tempo. E aos 52, 52 no último minuto de jogo.
O Alassian, que mesmo tendo entrado depois no jogo, andava enquanto os veteranos corriam. O Vasco da Gama conseguiu um empate no final da partida. O Alassian...
atacante, assim que retornou o jogo, iniciou o jogo novamente com pressa, ele queria correr mas era tarde demais e o Flamengo empatou foi quase uma derrota fizeram uma observação nos comentários do YouTube, que frase longa né amigo? pra ajudar a frase, trazer essa imaginação contextualizar
E aí veio aquela frase lendária, né? Na cabeça do torcedor e do técnico Leonardo Jardim e de todos os jogadores em campo, que foi muito ajuda quem não atrapalha.
queria deixar essa frase aí. Obrigado pelo espaço. É porque a gente tá sem a Twitch, né, chat? Ontem, pra quem tá aí no YouTube, a gente tá fazendo o podcast só no YouTube agora porque nosso amigo Henrique Antero teve a brilhante ideia, brilhante, de simplesmente assistir Sinners ao vivo na Twitch achando que não ia dar merda. Agora, convenha... Queria deixar claro que eu tô falando do Flamengo.
Eu não, eu tô falando do Henrique, arrombado. Não xinguei ele ontem. Ele viu pro amigo, eu sei que tu vai brigar. Não briguei, tá bom. Mas hoje eu vou xingar. Porra, puta que pariu. Caralho. Não, e assim, com todo respeito, quem estava na Twitch assistindo junto é conivente. É conivente. Por que que ninguém comentou, Henrique, seu imbecil, vai dar merda. Tu tá vendo...
O filme que ganhou Oscar, óbvio que vai dar merda, mas não. Vão lá, passam a mão na cabeça do Henrique, porque a comunidade da Twitch mamam o Henrique, tudo que ele faz eles concordam. Aí, tamo aí, tamo sem Twitch. Parabéns, então, a todos os envolvidos, inclusive quem tava assistindo os finners com o Henrique. Mas é, estamos aqui sem a Twitch, só no YouTube. Não, mas dá raiva, assim. Pô, sinceramente, eu acho que eu tenho mais raiva da comunidade assistindo na Twitch do que do Henrique, cara.
Pô, caralho. Eu não, eu me resumo a falar do Flamengo, que sou, né? Mas aí cada um leva a mensagem que eu deixei como quiser. Não, olha aí, olha só. Indefesa, indefesa. Não tem indefesa, irmão.
Se tu começa com indefesa, reflete. Pensa nas tuas atitudes também. Tá sendo conivente. Tá sendo conivente com o criminoso. Dito isso, agora já foi, né? Daqui a pouco a Twitch volta. Enfim. Lembrando, chat, vocês querem ajudar a gente em vez de apoiar nossas redes sociais sendo banidas?
apoiem apoia.se barra nautilus ou mandem sub ou mandem pix, tem um QR Code na tela, vocês podem mandar pix pra gente, além disso sigam a gente em todas as redes, né, youtube instagram, etc, etc e tem aí um link fixado no youtube do Opera GX vocês estão vendo também um
samurai com uma lâmina nas mãos aí em uma miniatura. Basicamente a lógica é que se vocês baixam e instalam Opera GX através desse link a gente ganha dinheiro por instalação, por download e tal. Então é uma forma muito fácil de ajudar a gente. Vamos ver se a galera que tá aí falando ah, mas o Henrique e apoiou esse tipo de palhaçada vai se redimir aos olhos de Deus. Porque a gente não tá vendo, mas Deus tá, né? Deus tá. E olha que eu nem acredito nele.
Mas eu espero que exista um lugar especial para todos vocês no inferno. Agora.
Se de repente você baixar e ajudar, quem sabe o meu sentimento mude. Não, e aí falaram aqui, ó. Em defesa do Henrique, a gente viu uma batalha após a outra, que ganhou o Oscar, não deu em nada. Uma ideia de merda também ver essa porra em live. Assim, sorte que não deu nada. Uma grande sorte, a verdade é essa. Ou seja, vocês fazem uma merda atrás da outra na Twitch, passam a mão na cabeça do criminoso, e aí vem, ah, mas em defesa do... Ah, pelo amor de Deus, pô.
Ah, um pingo de consciência. Se vocês se importam com o canal, tem que falar pô, Henrique, para de ver essas coisas aí. Perigoso, né? Vai que o canal é banido. Não. Ao invés disso, vamos assistir. Daqui a pouco estão sendo... Vamos assistir o arrombado lá dos Estados Unidos, o Rogan lá. Ah, pô, pelo amor de Deus. Ricardo, agora é. Videogames, hein, Ricardo? Videogames. Queria te perguntar... Videogames. Tu gosta de videogame? Tu gosta de videogame, ô Ricardo?
Até que eu gosto, cara. Mas, assim, uma dúvida que surge, né? Eu acho que é importante. Também que hoje o chat, todo mal que cai hoje sobre esse chat... Não, não, calma, calma. É positivo. É que existe uma divisão aqui. Tem gente que tá acompanhando só pelo YouTube, nem sabe dos crimes que o Henrique comete.
Então essa galera tá isenta. Quem é culpado sabe, sente. Eu queria a sua opinião honesta, Lucas. Pessoal, o programa hoje tá uma merda? Ai, meu, de novo. Não, pergunto.
Tá ok, eu acho que tá ok. Tem coisas legais pra falar. Tá ok. A pauta, amigo, é que não teve tantas notícias semana passada. Semana passada teve bastante coisa, né? A gente falou sobre o preço do Game Pass mais barato, sobre eventos e etc. Daí é normal ter uma semana um pouco mais tranquila. Mas ainda teve umas coisas legais. Por exemplo, você tá... Eu tô animado. Você tá animado pelo jogo de corrida de Star Wars?
Cara, até tô, né? Porque diz que tem a galera do Burnout envolvida, né? Não tem essa história? Tem, tem a galera do Burnout. É, saiu o trailerzinho novo, né? Saiu o trailerzinho novo e uma data de lançamento. Olha aí, pô. Sai no dia, especificamente no dia 6 de outubro para PC, Xbox Series e PlayStation 5. Amigo, queria aproveitar aqui pra falar um pouquinho mal do PlayStation. Posso?
Hum, à vontade. É inacreditável o sistema de precificação do Playstation é inacreditável, né? Porque esse jogo está R$180 no Xbox, R$179 no PC e R$330 no Playstation 5. É a Ferrari dos videogames, amigo? Porra, Lucas! Teve um maluco, mano. No último programa... ...
Se você foi esse doidão, parabéns. Um comentário genial, um puto, muito puto, falando que eu só falo mal do Xbox. Viado! Viado, se tu não aguenta, nem o comentário meu sobre o Xbox, sendo que eu, declaradamente, prefiro e jogo mais no meu Xbox.
Do que no Playstation, se não aguento um comentário meu Moleque Pô, tu tá na merda mesmo Tu é de papel, filho Então hoje eu vou aproveitar aqui E cumprir meu papel De defensor do Playstation E falar que tá certo Isso daí, esse cara mesmo Os jogos cinematográficos Da sonho
Isso é de tempo, né, cara? Esse da Playstation. Qual que deve ser o rolê, cara? Porque tem alguma história, né, mano? O que eu acho é que o sistema deles de precificação e localização de preço é muito tipo assim, porque ainda tu pega, por exemplo, tu ainda pega o Xbox comparado com o PC, né? Os preços do PC ainda são, no geral, bem melhores. Ah, mas tá próximo do Xbox.
pra esse jogo tá o quê? 10 reais? Não, não, tá 1 real. É que nesse jogo especificamente... Não, mas é que, por exemplo, a THQ Nordic no PC é, pô, é metade do preço geralmente comparado a consoles. Comparado a consoles plural, inclusive o Xbox aqui, né? Mas o que eu digo aqui é que ainda existem diferenças de preço do Xbox pro PC várias vezes, mas no geral o Xbox é muito mais próximo nesse sentido.
Agora, o PlayStation, o que eu imagino que acontece, amigo, é porque o Steam, ele tem uma coisa de... Lembra que a gente até falou, acho que a gente falou sobre isso faz uns tempos, que ele tem um sistema de recomendação de preço padrão pra várias regiões do mundo. Tipo, ah, tu bota o jogo 50 dólares, ele vai lá e tem uma recomendação de cara. Você acha que é automático? Eu acho que é automático, mas pra além disso, eu acho que pra mudar desse automático dentro da PSN é muito mais trabalhoso.
Pra mim é a única lógica, porque existem jogos que saíram mais caros na PSN depois. Tem o Romeo e o Issa Deadman saíram e consertaram. Exatamente. Então, só que tem vários jogos que saem mais caros, a comunidade vai lá em redes sociais e reclama, e não mudam. Eu imagino que o processo de mudar esse preço na PSN seja muito mais trabalhoso, é alguma coisa muito mais burocrática do que acontece no Xbox, no Switch e no PC.
Quem se ferra é o dev também, né? Não, total, é o dev e o consumidor. E a Sony tá lá de boa, né? Essa situação é bem absurda, assim. Me faz lembrar o caso do Hollow Knight também. Também, outro exemplo. O Aids 2 é mais caro também. No Playstation. Mas alguém comentou no chat um excelente post inclusive, que não sei se você acompanhou esse debate acalorado nas redes sociais.
Em que um digníssimo usuário de Playstation Falou que o Playstation 5 é a Ferrari dos games Então, eu brinquei Ninguém vai reclamar, né? Ninguém vai reclamar de pagar mais caro Num jogo, num aerofólio pra uma Ferrari, né? Sim Do que eu Lógico que o aerofólio do Palio é mais barato que o da Ferrari Porque...
Não, mas falaram que Japão Japão odeia mudar o preço pra baixo Não, mas isso é um exemplo dos jogos Mas não é Japão, velho A Sony, a Sony é Japão Só que assim, isso tá falando Os jogos first part da Nintendo Porque a localização de preço da eShop É muito melhor do que a da PSN Então, tipo, o que tu tá falando É diferente do que a gente tá comentando Que é sobre a precificação da loja No geral, né E aí
Então, eu imagino que seja alguma coisa relacionada a isso. Eu espero que não só a gente fazer, todo mundo continue fazendo muito barulho pra Sony tentar mudar alguma coisa. Porque, pô, cara, é a mesma coisa. Eu falei, o Aids. O Aids tá R$170,00 na PSN, amigo. Ainda tá assim. Ainda tá assim. E, tipo assim, a Super Giant é um... E a Super Giant é tranquilona. Eu acho que elas são legais, assim, de maneira geral.
Então, pra mim, é evidente que existe alguma coisa mais burocrática, algum empecilho ali pra existir essas trocas de preço, né? Porque, pô, é sempre essas diferenças que eu sinto que são significativas. Tipo, machuca muito a carteira. O Wadges, a precificação cheia no Xbox tá R$90,00. E é chato, né, cara? Imagina, todo jogo, tu ter que unir a comunidade pra pedir a Sony, sabe? Muito chato. Exatamente.
É um puta de respeito com o brasileiro. Concordo, concordo. Definitivamente. Então, tem que continuar fazendo barulho, né? Pra ver se existe uma mudança, assim. Mas, voltando pro Star Wars, amigo. Pô, cara, eu tô muito curioso. Porque esse é um jogo que vai ter essa campanha, né? Uma campanha... Eles falam até com esse foco narrativo. Liga Galáctica, né? Vai subindo nos ranks da Liga Galáctica. E tu vai customizar o teu veículo. Cada veículo tem um jeito diferente de...
Questão de preferência, né? Tipo, o fio do veículo, as habilidades do veículo mudam conforme tu vai customizando. E obviamente também vai ter o multiplayer PVP ali entre a galera. Tô curioso, acho que tem muito potencial. Não vai ser 70 dólares, né? Não, não. Assim... É um jogo de 40, eu acho. Na Sony. Na Sony. Não, mas é, eu acho que é 40 ou 50, não tenho certeza agora. E o preço em real fica 180. Que eu achei um preço bom, assim, pelo... Aparentemente, eu achei um preço zoado.
considerando que a gente tá recebendo um monte de jogo a 400 pontos, né? A gente falou de semana passada, né? Do The Blood of Dawn Walker. Tudo bem que o The Blood of Dawn Walker parece um jogo com escopo maior que o Star Wars Galactic Racer, mas ainda é uma decisão errada, na minha opinião. Precificação de 17. Eu ainda me lembro com nostalgia. Eu tava conversando isso outro dia quando eu tava no chat da Twitch. Afinada? É.
E eu comentei assim, como eu me lembrava que eu comprei Street Fighter V no lançamento em pre-order por 100 reais. E eu comprava todo jogo de Lego que saía por 50 reais. Os jogos de Lego eram lançados no Brasil no lançamento por 50 reais.
Saudades. Então, tipo, porra... Enquanto isso, o Lego Batman tá o quê? 300? Eita, não é... Complicado, né? Complicado. Então tá aí, o jogo sai no dia... 6 de outubro. Deixa eu agradecer os 10 reais do jurídico do Henrique, ele mandou... Mas em defesa do Henrique... Jurídico do Henrique. Mandou aqui, jurídico do Henrique. Em defesa do Henrique Antero, mandou 10 reais. Obrigado pelos 10 reais. Mas vai tomar no cu jurídico. E aí o Ricardão do Nautis mandou 5 reais e falou Bom dia, Ricardo e Lucas.
Gostaria de dizer que eu estou saindo com três casadas. Ainda não cheguei no nível do Ricardo, mas um dia chego lá. Obrigado pelos ensinamentos, Cid. Cara, isso ainda vai virar uma fama do Ricardo. Não tem graça não. Moleque, um dia desses, vocês vão acordar com o Lucas. A tela aqui toda colorida do café vai estar em preto e branco. O Lucas triste anunciando que eu morri a tiros. Aí eu quero ver quem vai rir.
Obrigado, gente, pelos pics. Depois, amigo, também tivemos outra data de lançamento depois de muitas idas e vindas de trâmites jurídicos, que foi a data de lançamento do Subnautica 2. Moleque, esse jogo é grande, né? Eu fui abrir o vídeo aqui do trailer cinematográfico de data de lançamento, tem simplesmente 3.3 milhões de visualizações.
Olha, legal, hein? Porra, e o doidão lá duvidando da venda do bagulho, né? Por isso que ele foi pedir pro chat GPT ajuda. Percebeu que se meteu numa merda, né? Que fez merda. Não, é aquele tipo de coisa que a gente se pergunta... Como é que esse cara virou CEO, né? Não, é que tu comentou que tem 3 milhões de views no trailer e toda vez que eu vejo um trailer com muitas views... Sabe o que eu lembro, moleque? Ok.
É um não relacionado, mas muito curto assim, né? Eu lembro que o jogo de plataforma do Bob Esponja tem, sei lá, 5 milhões de visualizações e até hoje eu fico, gente, por quê? Por que que o jogo de plataforma do Bob Esponja é tão assistido? Eu ainda não consigo entender. Ah, deve ser um... Um público infantil, amigo. Existe esse público infantil.
Mas, tivemos esse trailer cinematográfico, então não é gameplay, apesar de ter bastante gameplay na página do Steam. Inclusive, o jogo tá muito bonito pelas imagens, tô ansioso pra ver ele rodando e tal, e pelas gifs. Inclusive, tem essa cena que tá aparecendo, pra quem não tá só ouvindo, é uma cena onde o personagem tá naquele mini submarino, ele entra, tipo, numa concha... Uma concha, não. Como é que é o nome daqueles negócios onde tem uma pérola dentro e aí tu vai pegar e fecha, amigo? Não é concha, viado? É concha? É concha mesmo?
É a concha, né? Então tá, é uma concha gigante, onde ele entra e ela abre os olhos assim, começa a fechar pra engolir ele. E tem uma gif na página do Steam mostrando isso acontecendo na gameplay mesmo, de tipo, que ele bate num negocinho, a concha acorda e ele tem que sair correndo antes de ser engolido, antes de ficar preso dentro da concha. Mas assim, 14 de maio, pertinho, sai pra PC, Xbox Series e Game Pass, em acesso antecipado, igual o primeiro subnautico e o Below Zero, que também tiveram...
Mas é no mesmo planeta do Subnautica 1? Não, não é. Não. É porque o Below Zero, não sei se tu sabe, ele também é no mesmo... O Below Zero é no mesmo planeta do Subnautica 1, né? Esse vai ser um planeta completamente novo. Eles comentam que o jogo foi construído, pensado na experiência solo, mas vai ter co-op esse aqui, né?
pra até 4 pessoas e eles também falam uma coisa que eu fiquei feliz que obviamente esse tipo de coisa a gente tem que jogar pra sentir, etc mas que é uma coisa que eu sinto que também foi um feedback da comunidade que eu zerei o Subnautica e eu zerei o Below Zero o Below Zero tu não jogou, né? eu sei que o Subnautica tu zerou e tal
O Below Zero, eu acho que ele é um jogão também, mas eu acho que ele definitivamente perde um pouco dessa magia e desse foco em exploração. Eu sinto que ele é um jogo um pouco mais linear, um pouco mais direcionado, e eu acho que...
Eu acho que é ok. Um pouquinho diferente. Não, total, mas o que eu digo é que eu acho que isso faz o primeiro Subnautica ser melhor. Eu acho que esse lance da exploração pra mim, pelo menos, foi muito da magia do Subnautica. Eu joguei ele inteiro em live, foi super legal. E eles falam que voltaram muito com esse foco pro Subnautica 2, né?
de ter bastante essa questão de exploração, de ser um lugar, a palavra não é mais aberto, mas mais denso e com essa questão da profundidade, né? Então eu tô muito curioso até por ser um planeta novo e tal. E você tá pertinho, né? Tá dia 14 de maio. Infelizmente a Crafton se ferrou. Mas é a Heliaxis, né? É igual o Subnautica e o Belo Zero. E a Crafton se ferrou no processo, né? Então é bom também, né?
O CEO da empresa que tinha sido demitido foi reinstaurado como CEO por ordem judicial e está tocando o lançamento do Subnautica 2. Mas não tem uma história que o Subnautica agora está se auto... Não, não. A Crafton não está na página do Steam, mas Subnautica ainda é da Crafton, a Unknown Worlds ainda é da Crafton, e eles ainda estão co-publicando o jogo, só não estão com o nome aparecendo, basicamente.
Tomara que não piore a situação lá dentro. Sim. Beleza, pro Subnautica eles conseguiram isso, mas como vai ser pro futuro do estúdio e tal? Meio que assim, tudo indica que o jogo vai vender bem. Então se tem uma coisa que o CEO gosta é de dinheiro, né? Sim. Então se botar dinheiro pra dentro, vai ver... Não sei. É.
É, falaram que tomara que parem com a sessão fora d'água. Ah, eu acho que até pode... Eu acho que pode, eu acho que vai. Ah, eu acho legal. No Subnautica 1 tem umas... Especialmente no início ali, eu tenho algumas partes fora d'água e é legal. É, então, é porque no Subnautica 1 ele é muito mais controlado. No Below Zero tem várias partes fora d'água. E eu realmente acho que ele se passa um pouco. Tipo assim, de...
Pô, não é tão legal. Tipo, não que não tem que ter, eu acho que é legal pra dar uma surpresa aqui ali e uma coisinha diferente, mas não pode ser meio que um ponto tão importante ali. Perguntaram se vão pagar o bônus e a ordem judicial foi pra estender a janela de pagamento do bônus, sim. Pô, mas é que é bizarro, né, que eles pagaram tipo assim, 250 não, acho que foi 500 milhões, deixa eu ver enquanto a gente conversa.
Porque na minha cabeça agora que eu lembrei, eu tô pesquisando pra confirmar, é, a Crafton comprou a Unknown Worlds por 500 milhões de dólares, 500 milhões de dólares, e aí dentro dessa compra ela prometeu mais 250 milhões de dólares caso eles atingissem essas métricas de vendas. Então, tipo assim, pra deixar claro, pau no cu da Crafton, eles têm que pagar porque eles fizeram, né? Se foderam, né? É, mas...
mesmo pros padrões da pandemia, onde todos os estúdios foram supervalorizados e estavam tipo nesse preço altíssimo de compra e venda e tal, que foi nessa época que foram comprados insano, né? É um valor insano, cara, tipo assim, caralho 750 milhões de dólares tipo assim, mano
É bizarro, assim. Então eu sinto que quando chega em 2026 e a gente tem um mercado que deu uma estabilizada e tá nesse processo de ok, não estamos mais nesse crescimento explosivo, eles olharam esses números de compra lá atrás e falaram puta merda. Talvez a gente...
Errou aqui. Mas assim, o problema é deles, né? Não é como se faltasse... Os caras tem PUBG, irmão. PUBG que dá 4 bilhões de dólares todo mês. Então, enfim. Depois, amigo, anunciaram... Pô, vamos falar de uma notícia boa aí. Aí eu vou, alguma coisa. Só coisa chata. A data de subnáutica é bom. Data de subnáutica é legal. Mas então, foi isso que a gente falou. Só que daí a gente falou do processo junto. Agora vai vir um jogo chato.
Vamos falar da Evo, então. Pronto, vamos falar da Evo. Amigo, Pantera Negra e Hulk revelados em Marvel Tocom. Eu não sei... É até atrás da notícia. É que eu não sei os detalhes das lutas da Evo. Aí tu quer demais, aí é contigo. Tipo, ah... Ah, tá.
Nem eu, mas, no entanto, porém, todavia, eu não sei se eu falei no café, né, que meu amigo foi lá participar da Evo, né? Tu falou, tu falou. Aí tu vê que esses caras são realmente tão desgraçadamente viciados que esse diabo desse moleque, mano. Moleque, pra tu encontrar um filho da puta que ganha dele aqui no Brasil é difícil. Moleque!
O moleque joga até com o Pro Player e a massa. Foi lá pro Japão, perdeu na segunda. Caralho. Que desgraça. Caralho, os caras são bons mesmo, hein? Puta que pariu. Nossa. Moleque, agora eu queria deixar aqui... Porque fica... Esses programas resistem ao teste do tempo, né? Então eu queria deixar um abraço pro meu amigo Happy Olho, que foi lá no Japão botar a cara, jogar...
Que da última vez que eu joguei com ele, me venceu de 31 partidas a 2. Caralho, 31 partidas. E soltou a frase. É, e aí ele soltou a frase assim, né? Que tipo assim, que eu sou vítima e tal.
Eu sou vítima, realmente sou vítima. Agora, tem gente que sai aqui do Brasil pra ir lá pro Japão, passa vergonha. Perdeu na segunda, no moderno. Perdeu pra uma lili no moderno. Eu queria deixar isso registrado. O cara...
Ganhar de minha fácil, da Lili do moderno japonês, aí não ganha também. Então, parabéns por nada ao Happy Olies. Segunda rodada, eu esperava muito mais. Foi vergonhosa a sua participação na Evo, mas eu espero que você tenha se divertido. O Ricardo é muito honrado, mano. Caralho. O cara deve estar mó triste, mano. Porra, é brincadeira, cara.
Agora, cara, tô muito animado. Tu não quer jogar, não? O Marvel to com o... Não, o jogo parece legal. É só...
O jogo parece legal com varra de sono. É, é essa a vibe. Pô, é que jogo de luta, no geral, eu tenho preguiça, assim. O que eu mais tenho vontade de pegar pra jogar ainda, o que eu mais tenho vontade, definitivamente, é o Street Fighter VI ainda. Tipo, é o que eu mais tenho curiosidade e tal. Porque é isso, né? Eu jogava, assim, não era particularmente bom, mas eu gostava bastante de jogar o IV.
Eu até brinquei com a galera, eu tava fazendo uma live, nem lembro do que eu tava fazendo live, amigo, e falaram, pô, joga, não tem vontade de jogar lutinha, Lucas e tal, e eu falei assim, se botarem Dudley no Street Fighter 6, eu começo a jogar pra valer.
Aí falaram, então nunca vai ter. Daí eu falei, pô, por quê? Eles falaram que, ah, não tem, já tem um boneco que parece o do... Não, acho possível. Agora pra próxima temporada também não. É porque o Street Fighter... E aí se conecta com a informação. Você sabe que o Street Fighter 6 tá extremamente popular no Japão, né? Sabia disso? Não sabia que tava... Eu sabia que ele era popular. Extremamente não. Extremamente. A Evo Japão foi reconhecida...
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Com medo de dar a informação errada. Mas eu tenho quase certeza que foi no Guinness. Mas foi reconhecida como o evento de videogame. Essa de agora, de 2026. Com mais participantes de todos os tempos. Caralho. Mais de 7500 pessoas. Maior do que a Evo. Que a gente entende como a mais tradicional. Que acontece em Las Vegas. Street Fighter 6 está tão popular no Japão.
A ponto de que a Capcom tomou aquela decisão esquisita da Capcom Cup e vai ser um pay-per-view, né? Não sei se você tá sabendo disso. Tô, a gente tem que pagar, né? Isso, porque a Capcom quer perceber o que tá muito popular e a Capcom quer arrancar o máximo de dinheiro possível da situação. Então Street Fighter 6 deve ter uma perna longa aí, hein, cara? Street Fighter 6 deve ter uma perna longa de duração, de tempo...
de existência. Mas pra próximo ano a gente sabe que não tem o Dudley. Mas vai ter tempo pra ele vir. Porque eu ia falar, ele tá vendendo consistentemente bem, né? Toda vez que a Capcom atualiza os números dela, que ela vai atualizando aquele Platinum Numbers, que é jogos que entram no 1 milhão de cópias, eles vão atualizando. Porque eu lembro que faz um tempo, mas o diretor do Street Fighter 6 falou que a meta era tipo assim, cara, eu quero passar de 10 milhões de cópias vendidas do Street Fighter 6.
Durante a vida dele, né? E, cara, tudo indica que vai chegar. Tipo assim, ele tá chegando nesse número. É, tá. Seu baby number tá em uns 5 agora, né? E é o que chegou mais rápido nesse número, né? Exato que eu ia trazer. Porque 5, muita gente pensa, pô, não é tanto.
Mas na série, pra série, nesse mesmo intervalo de tempo, é o que mais rendeu. Então Street Fighter 6 tá muito bem sim. Um outro ponto aí que eu acho legal do Street Fighter, eu fico pensando se tem como pegar a experiência do Japão e traduzir de alguma maneira aqui pro nosso lado. Você sabe que um dos grandes responsáveis, até onde eu me interesse, são dois grandes responsáveis por esse sucesso todo no Japão.
Um deles, Lucas, é que os streamers abassaram muito o jogo no Japão. Então, constantemente, streamers criam eventos de todos os níveis com a sua comunidade para jogar Street Fighter VI. E aí...
A coisa foi crescendo e Street Fighter 6 tem ajudado, tem sido uma peça fundamental, a revitalizar o cenário de arcade no Japão. Então, tipo, muitos desses eventos são também conduzidos presencialmente.
E tem essa coisa legal do arcade, que o arcade, além de você jogar ali com a galera, acaba sendo também uma forma dos japoneses socializarem também. Então, tipo, sacou? Isso tem ficado muito forte no Japão. Achei legal, achei legal essa experiência do Japão. Tá legal, mas a gente tem que fazer um campeonatinho de Street Fighter pra brincar.
Amigo, mandaram 10 reais, eu não sei se é o PH mesmo, mas o TV PH mandou 10 reais, falou, bom dia Ricardo, tá treinando bastante pra apanhar menos da minha júria, abraços, obrigado. Eu não sei se é o PH mesmo, obrigado de qualquer forma, se for o PH, muito obrigado, se for alguém assumindo o PH, obrigado também, porque o Ricardo apanhou do PH. Não, aí, como o meu compromisso é com a informação, né?
Eu não quero alienar nossos ouvintes, nossos telespectadores também, né? É importante deixar claro que de oito partidas que eu joguei, duas de fato o PH levou.
Não, eu levei oito, o PH levou mais duas, de fato. Tá, mas eu posso dar um contexto? Que é importante pra audiência. Não, não sei se é preciso. É preciso, é necessário. Começou-se isso com o Ricardo falando que o Ricardo joga Street Fighter há 10 anos e que o PH acabou de começar e que se ele perdesse um round pro PH, ele se aposentava. Aí ele perdeu duas partidas. Só, continua, Ricardo.
É porque você, o chat, não joga jogo de luta, né? Então eu vou ter que explicar aqui a situação. Tipo assim, você joga Street Fighter. Aí você chama alguém pra vir até sua casa jogar Street Fighter com você. Quer dizer, você tá botando uma visita dentro de casa. Você não vai fazer também o papelão, né?
De, pô, pegar e sair sentando a porrada no cara. Não, pô, todo mundo se divertia ali de igual pra igual. Então, tipo assim, eu... Se vocês observarem aí, eu acho que tem uma coisa no anime que eu gosto muito, que é o Dragon Ball Z. Vocês vão lembrar aí que uma das lutas mais icônicas entre Goku e Frieza... Evolution.
O Freeza, ele vai pouco a pouco explicando pro Goku que, ah, ele tá lutando em 30%, ele tá lutando em 40%, pra que se ele não precisa usar os 100? Pra que também, né? E aí ele quer extrair o melhor do Super Saiyan. A gente, até pra audiência. Então eu tava em live. Eu queria fazer um show pra audiência, não queria ser desagradável com o meu convidado, então eu não senti de fato a necessidade de colocar meus 100%.
aproximadamente uns 25, assim, eu coloquei, e foi suficiente pra você. Em contrapartida, eu te conheço, né? Pô, trabalho contigo faz mais de 10 anos, sou teu amigo é o quê? Desde que eu nasci. Que papinho, Ricardo, tu é o cara que chegou à visita, mané.
tu bota um laxante no copo d'água pra ela. Então, assim, com todo respeito, não me venha com essa, né? Não engana ninguém, especialmente não engana o host do Café com Videogames. Tenha mais respeito. O moral da história, né? Teve a Evo, tá? A gente vai voltar aqui pra Evo. Final do Street Fighter VI. Foi mais ou menos, foi mais ou menos, porque quem foi a campeã foi a Mai, né, Lucas? Tá.
A Mai é do King of... O Punk perdeu. A Mai é do... Peraí, é boneco? Chate, me corrija. A Mai é do Fatal Fury? Porque a Mai tá no Fatal Fury, mas ela é do King of Fires. Não é do Street Fighter, é um guest card. E é um boneco muito chato, é um boneco muito chato, mas ao mesmo tempo um cara que perdeu, que é o Punk.
Ele tem uma característica que ele gosta de provocar, assim, os oponentes, né? Até na própria Evo, ele ganhou de um cara e ele ficou dando o T-Bag. Sabe o que é o T-Bag? Que é quando você fica se abaixando no corpo, assim. Você fica se agachando. Então, tipo, muita gente não gosta dele. Muita gente não gosta do Punk.
Quer ver ele perder. Então muita gente ficou feliz, mas não foi meu caso. Eu achei que... É porque tem a coisa do Winners e Losers, né? Não sei se tá ligado. Então quem vai pra Losers e encontra o campeão da Winners na final, o cara tem que resetar a luta. Então tipo assim, se são duas FT5, duas melhores de 5...
Ele tem que ganhar a primeira FT5 pra recomeçar uma nova FT5 e ele tem que ganhar de novo pra ser campeão. No caso do cara que vem da Luz. E o Punk veio da Luz. Só que é muito mais emocionante quando você ganha a primeira FT5 e leva pra segunda, né? Sim.
Mas no caso nem foi isso. Ele foi amassado pela Mai, que é um boneco insuportável. E aí tem gente perguntando no chat, mas Ricardo é Master? Ah, que pergunta, né? Que pergunta, né? Que pergunta. Três anos de Street Fighter? Você bota aí Ryu Master, você bota aí Sagat Master. Que Master tá querendo? Eu tô treinando agora a Viper.
Tô treinando minha Viper, que é o boneco que usa mais mãos num jogo de luta em muitos anos. Que tá aproximadamente bronze no momento. Deixa eu te perguntar, tu fala que ela é chata. Eu quero dar um exemplo que eu consigo me localizar aqui. Eu odiava no Street Fighter 4, voltando bastante tempo, mas é o que eu mais joguei, lutar com personagens como o Zangief, ou especialmente o T-Hawk, que ele tinha um combinho chato, te agarrava.
São grapplers. Existe alguma comparação que pode me explicar por que a Mai é tão chata? Cara, ela tem um... É chata de assistir? Chata de jogar contra? É chato de assistir e de jogar contra também. Ela tem um plano de jogo muito previsível, que é... A Mai tem uma coisa. Jogos de luta, Street Fighter, de maneira geral, de uns anos pra cá, ele acaba sendo muito sobre... Tipo assim, te fazer adivinhar é muito importante, né?
Então, e a Mai, enquanto a maioria do cast, a maioria dos personagens, conseguem te fazer adivinhar, principalmente no canto da tela, então, tipo, é muito interessante pra todo personagem te empurrar pro canto da tela, porque você tem mais ferramentas de controle de espaço. E pra te fazer adivinhar naquele canto, a Mai consegue fazer isso no meio. Tá.
Tô tentando dar uma ideia generalista, assim. E o plano de jogo dela, tipo assim, enquanto você tem personagens que diferentes jogadores têm diferentes planos de jogo, a Mai, não que ela seja, mas de maneira geral, cara, todo jogador de Mai faz a mesma merda. Então, tipo assim, por mais que, obviamente, ele foi o campeão da Evo e ele é muito bom, é aquele joguinho, moleque, que tu já viu. Tá.
Mano, em termos de futebol, quando foi, chat, que a Itália foi campeã mundial? 2006? Porra, vou puxar lá de trás, né? Moleque, quando a Itália ganhou a pior Copa do Mundo que eu já assisti, com um joguinho, arroz e feijão, colocando o time inteiro na defesa, fazendo um gol e se fechando, então, tipo, ganha. Mas, tipo assim, quem perde é a gente. Entendi, entendi.
O caso da Mai é similar. Eu não empolguei tanto com essa Eva, mas era sempre legal de assistir. Teve esse anúncio aí que foi maneiro. Acabou que não teve nada assim. Street Fighter. Mas, voltando então pro anúncio, eu ia falar, anunciaram o Hulk.
e anunciaram o Pantera Negra, né? E de fato, tipo assim, em questão estética, esse jogo eu acho que tá muito... É foda, né? A Arc System faz uns jogos de luta que são um esculacho, né? Assim, de bonito que eles são.
E aí a minha pergunta é... E bem animados também. E aí a minha pergunta pra ti, eu lembro que quando teve o primeiro beta, eu acho que foi... Ele não foi tão bem recebido pela FGC, né? Mas eu sei que teve várias... Aparentemente, eu lembro que eu vi por cima o Maximilian falando disso, que parece que tiveram várias mudanças baseadas.
nesse feedback da comunidade, né? Em relação à questão de como o jogo funciona. Tu sabe dessas mudanças? Tu acha que melhorou? Tu acha que a resposta está melhor? Tu chegou a jogar? Eu não lembro se chegou a jogar. É, porque eu não joguei, né? Nossa, é muito bonito, né, amigo? Muito bonito. Primeiro porque eu não fui convidado.
E segundo, porque eu acho, imagina, o chat pode me corrigir aí, você tem que ter PS Plus, né? Pra jogar jogo e beta. E eu não tenho PS Plus, não. Amigo, tu faria uma análise de Marvel Tocom se a gente recebesse? Com certeza. Tomara que venha. Eu queria ver uma análise toda. É difícil fazer jogos de luta, tá? Mas eu lembro até hoje que tu fez o Samurai Showdown, né? E, pô, muito boa aquela análise. É, eu acho que ficou uma boa análise, é.
É, o que aconteceu, mas enfim, eu não joguei, mas eu assisti muito, né, e eu tenho acompanhado, eu acabo acompanhando, porque eu tô animado, eu vi uma galera do chat falar assim, ah, jogo de tag não gosto. Mas cara, aí ele faz uma brincadeira aí, né, tipo, você não necessariamente precisa...
Conforme a galera vai descobrir no jogo, é possível que a maneira mais otimizada de você jogar seja alterando seus personagens. Mas você não precisa não, viu? Você pode ficar com um boneco e os outros três porque a barra de vida é única. Ah, tem isso, né? É verdade. Então, tipo, não é o caso com o Mario vs. Capcom que o homem... Você monta um time com quatro pessoas e cada boneco tem uma barra de vida. Não, você tem uma barra de vida única e você controla o personagem que você preferir, na verdade.
Então, tipo assim, eu acho que vai ser bem comum você ser melhor com um boneco e mudar de acordo com a situação. Fazer uma coisa meio situacional em que dependendo do personagem que teu inimigo controla, você pode preferir um ou outro boneco, mas você pode ter o seu boneco favorito ali e jogar só com ele, tá ligado? O que acaba, eu acho que é inteligente. Mas boa parte da reclamação foi que o sistema de tag era muito rígido, né?
Porque o timing pra você taguiar e pra você chamar um personagem pra estender um combo ou quebrar um combo era muito esquisito. Eu não sei dizer o que era exatamente porque eu não joguei, eu não senti com controle em mãos, mas esse foi um feedback recorrente. E do que a gente viu na build nova teve uma showmatch muito legal teve uma showmatch muito legal com Sonic Fox e Go It!
que pra quem não sabe que merda eu tô falando, eram dois dos melhores jogadores de... protagonizaram uma das cenas mais icônicas que eu já vi em todos os meus anos assistindo um jogo de luta em Dragon Ball FighterZ. Foi... mano, botem aí Sonic, Fox, Go It, Dragon Ball FighterZ. É assim, um absurdo de foda.
E eles botaram eles dois pra fazer uma showmatch de Tocom e foi muito legal. E deu pra gente ver bastante Wolverine, porque o Go It jogou bastante Wolverine. E tudo que a gente viu nessa showmatch pareceu um jogo bem mais flexível. Tá. Em termos do técnico... Eu tenho duas opiniões, assim, né? Eu acho que, primeiro...
ok, se a galera tá feliz, tá feliz porque eu não joguei, eu só acho assim eles tem que também se prender a visão que eles tem nessa porra entendeu? Porque não é Marvel vs Capcom e aí, como muitos dos jogadores tão acostumados a Marvel vs Capcom e tipo o jogo lembra é normal que você pô, mas no Marvel vs Capcom é assim que iria assim mas não é, então eu acho que também tem que existir um cuidado ali tá
A ArcSys tem que encontrar um meio termo Tipo assim, a gente quer a visão Deles também Mas a princípio parece Que tá todo mundo bem satisfeito com essa nova Versão do jogo, eu tô com muita vontade De jogar, eu também não sou jogador de tag Mas cara, eu quero aprender, mano É tão bonito, tá tão absurdamente Foda tudo que eu tô vendo Que eu tô, cara, eu quero tentar Eu quero tentar
Não, parece muito legal. Chega em outubro. Deixa eu olhar aqui que eu... Não, desculpa. Agosto. 6 de agosto pra PC PS5. Parece muito bom. Na Evo também teve o anúncio de um novo personagem do Fatal Fury City of the Wolves, que foi o Mr. Karate. Eu não preciso... Esse jogo tá bom, amigo? Ah, tadinho. O jogo é bom. É bom? O jogo é bom. É um jogo maneiro, mas eu acho que houve um erro aí do tipo... E aí
O jogo é bem feito, o jogo é caprichado, mas, cara, a SNK eu acho que tem que ficar no cofre mesmo, cara. Porque é o que traz gente, mano. Ninguém joga essa porra. O jogo é maneiríssimo, mas ninguém joga, mano. Ninguém joga. E eles fizeram uma... Eles fizeram... Deram um boost assim, absurdo, né? Pra tentar dar uma alavancada no jogo. Uma season pass absurda, né? Que eu lembro que foi...
Pois é, uma Season Pass boa, com boneco saindo mês a mês, assim, os caras devem estar no crunch absurdo, mas, cara, não consegue. Ninguém joga, mano. Mas ninguém joga não é porque é ruim, não, mano. Ninguém joga porque... Eu acho também. Chate, me corrija aí, eu estou errado. Eu acho que não tem força, sabe? Não tem força, assim, Fatal Fear não tem força. É difícil criar uma comunidade, assim, né, no jogo de luta, porque...
É porque a mesma coisa aconteceu no Samurai Shodown Que também é um ótimo, excelente jogo Mas cara, eu lembro que No lançamento, mano, não tinha ninguém jogando E tu fica assim, velho Aí é foda É complicado, mas eles anunciaram esse Mr. Karate, então, que eu acho que é desse primeiro Season Pass, né? E também anunciaram Um novo Melt Blood To Illumina
Que é... Esse eu não manjo, eu sei que ia anunciar. É jogo de lerdão. Vai ter gente no chat aí que vai falar, que isso, Ricardo? Você é lerdão. É jogo de lerdão. Jogo de gente esquisita. Uma merda. Essa é a onda. É jogo de... Se tivesse o Messi, desculpa, lembrei que botaram, né? Quem que botaram? Foi o Cristiano Ronaldo no Fatal Fury? É, tem o Cristiano Ronaldo mesmo.
Eu sabia, eu lembrei agora O pior é que as mecânicas São legais, cara, do boneco A mecânica não é escrota Mas, tipo assim, entre botar o Cristiano Rolaldo E um boneco, de fato é um filme, né Botaram ele e um DJ lá Queria trazer aqui também Que tem a Já faz algumas semanas Mas já como tá dentro do contexto E aí
É bem possível que o rumor de Street Fighter se confirme. Eu tenho até minhas próprias fontes. Minhas próprias fontes tive conversas que pelo menos um... Eu não vou dizer qual, porque também vai que me dão um esporro depois. Mas que pelo menos um desses personagens é verdade, mas me pareceu que todos são verdade nessa conversa, que vai ser da próxima season, Lucas. Você tem a Tifa, parece, ou não?
Gouken. Tá. Vega. Caralho, qual outro?
Chat, me ajuda aí. É Goken Vega. Aí, de fato, o Guess Character é a Tifa. E o Quartal eu esqueci. O Quartal esqueceu. É, mas a comunidade tá meio puta com a Tifa, sabia? Sério? Que querem trazer a Tifa. Porque, cara, fã de Street Fighter é uma desgraça, né? E olha que eu tenho uma tatuagem no jogo. Os caras não querem Guess Character. Os caras, ah, pô, tem tanto boneco. Hagar, obrigado. Alguém falou Hagar, isso. O outro é o Hagar.
A galera tá tipo, ah, já tem dois The Guest Characters, que são o Terry e a Mai, né? Sim. E a galera tá, tem uma galera assim reclamando de, porra, Tifa não tem nada a ver com o jogo. Pô, eu discordo veementemente, acho maneiro a Tifa. E olha que eu nem sou Final Fantasy.
tá ligado? Pô, mas funciona, ela é muito de porradinha, né, no próprio Final Fantasy. Pois é, a boneca é maneira, eu achei maneiro. Agora, de fato, eu entendo a comoção, alguém comentou no chat, a Makoto, cara, é inacreditável o Capcom faz com a Makoto, é uma das minhas bonecas favoritas desde 3. Eu lembro a Makoto tem no 4, né, aquela... Tem no 4. Ela tem umas mecânicas do Ryu, se eu não me engano, que é... Ela...
ela é bem diferente do Rimungu. Mas ela não tem um Shoryuken? Um visual parece que... Ah, tá, eu confundi. Mas tô ligado que é Makoto agora. Eu pesquisei aqui. Eu confundi quem que é. Mas, cara, é uma boneca que, velho, faz todo sentido dentro da lógica do Street Fighter 6. E a Capcom... Os fãs pedem muito e a Capcom tá tipo, não, não, não quero. Não quero. Me obrigue. Entendi. Então, fazer o quê? É tipo eu com o Dudley. Queria muito o Dudley e a Capcom... Não.
Eu acho que o Dudley vem, mano. A Capcom gosta muito Dudley, mano. E eu odeio a Makoto, para a quarentena. Ah, mas é legal, Teth. Eu sinto que pô, esses guest characters... Eu acho legal, cara. Eu vou além. Eu vou dizer, por mim, toda a season tinha dois bonecos da SNK. Foda-se. Transforma em Street Fighter 6 em Capcom vs SNK. Eu não tô nem aí. Pode trazer. Tem mais alguma coisa daí? Teve um personagem do Tekken 8 também, mas eu odeio a Tekken, né? Deu nem...
Nada que importe. Peter Kane e ninguém se importa. Peter Kane é muito bom. Amigo, eu queria perguntar, tu viu o trailer do filme de Resident Evil? Pô, achei uma merda. Achou uma merda? Gostou. Cara, eu acho que existe aqui o meu carinho pelo Zach Greger, que é o diretor, né? Ele fez Noites Brutais. O que ele fez? Que é um filme de terror fantástico, fantástico.
É aquele que os jovens vão pra rua e podem matar todo mundo? Não, eu acho que tá... Peraí, não, não. Ah, eu acho que tá pensando naquele que passou da... Ah, é uma noite e pode todo mundo se matar. Não, não, não. Não, não é isso, não é isso. Esse Noites Brutais, o nome em inglês é Barbarian. Talvez você saiba pelo nome.
Basicamente a ideia é que é uma mulher que chega numa cidade pra fazer um trabalho ali e ela meio que aluga um Airbnb. Só que quando ela chega nesse Airbnb já tem alguém lá, que já alugou também. E aí começam a acontecer coisas estranhas. Tipo, eles acham um porão nesse Airbnb, um porão. E dentro desse porão eles acham meio que uma porta, assim, né? E aí começa a rolar um monte de coisa. Não vou dar spoilers aqui, mas, cara, excelente filme, excelente.
Eu não vi o segundo filme de terror dele, que é o Weapons, que o pessoal fala muito bem também.
Então eu acho ele muito bom e eu gosto do take dele pra ideia do filme, que a ideia do filme dele é tipo, cara, não vai ter ninguém, não vai ser protagonizado por ninguém da franquia, não vai ser o Leon, não vai ser a Claire, não vai ser a Jill, mas vai se passar em Raccoon City durante a noite do Resident Evil 2.
E ele fala que vão ter referências, vão ter coisas, mas a ideia é que, cara, enquanto o Leon tá no lado da cidade fazendo a missão dele, nós temos aqui outra coisa acontecendo, né? Eu gosto, quando se pensa em adaptações de videogames, eu sinto que, no geral, não vou falar que é sempre,
mas no geral é onde se tem as melhores adaptações. Tipo, a gente pensa em Cyberpunk, a gente pensa em Castlevania. O Pelux brigou comigo, ah, o Castlevania é uma adaptação do jogo. Meu peru, ah, tu mata o Drácula no jogo e o Drácula é morto na animação. Mas a história é completamente diferente, né? Os personagens, os diálogos, a narração, a ordem dos eventos é outra coisa. Do Castlevania e do Noturno. Então eu sinto que é um caminho certo pra adaptação, na minha opinião.
E, olha só, vamos estar de acordo aqui, que pior que os outros filmes não fica. Impossível. Então eu sinto que a linha ali, a linha de partida é muito baixa. Eu acho que esse vai ser o melhor filme de Resident Evil. Vai ser bom. Eu boto fé por ser o Zach Kregor, assim. Eu boto muita fé por ser o Zach Kregor. Eu acho que ele é um excelente diretor e parece que estão deixando ele tocar a visão dele, tá ligado? Então eu tô botando fé.
Dito isso, tu falou que não gostou do trailer. O que exatamente tu queria de um filme de Resident Evil? Tem uma vibe meio do Ethan ali, né? Tem, é verdade. Tem um pouquinho.
Cara, é até difícil dizer o que você quer de um filme de Resident Evil e como você quer que ele se inspire nos jogos, porque Resident Evil tem múltiplos tons, né? A gente pode concordar em termos de como a história se desenrola. Já tinha antes do 7, pós-7 tem mais ainda.
O tom de Resident Evil 1, acho que de Resident Evil 1, 2, 3, talvez até o 4 ali, tem essa mistura. São filmes com elementos bem...
noventistas, pelo menos no terço final, a gente sempre tem aquele herói que tipo, o tiro de bazuca, sabe, então a gente tem um início mais puxado pro terror, de fato, mas ao longo dos jogos, ao longo da campanha, isso vai mudando pouco a pouco, a gente tem esses protagonistas que vão... tá olhando,
se encontrando pelo caminho e até o final do jogo ele acaba... Eu acho que a gente vai concordar aqui, né? Até o final ele acaba já mudando um pouco o tom. Total, total. Tendo esse ar mais noventista da coisa. O que eu digo de noventista é, sabe, o típico filme de ação dos anos 90. Arnold Schwarzenegger com uma basura.
O que inclui galhofa, sabe? O que inclui galhofa. Então, tipo assim, não é... Pô, sei lá, tu relembra aí a abertura de Resident Evil 1, tá ligado? Talvez seja um bom indicativo do que é o tom. Tem o terror, mas tem um pouco da galhofa também e tal. E aí o tom vai mudando, né? O tom do set é um tom muito próprio, que eu gosto muito, por sinal.
Então é difícil, o que eu quero dizer Eu tô argumentando aqui, que é difícil dizer Qual que é o tom correto Pra se caminhar na direção De uma série Resident Evil E tipo, eu concordo que os filmes Puta, é tudo meio Merda, né? Tudo meio ruim Tipo
Teve um recente da Netflix que eu nem assisti, que parece ser um negócio assim, tenebroso, que eu não assisti. Resident Evil já tá um bagulho meio cansado, assim, em termos de adaptação. Parece que só fazem merda.
Agora, cara, eu... Meu coração de fã da série, assim, definitivamente nada do que foi demonstrado nesse trailer é o que eu gostaria de ver, assim, na real. Eu entendo que zumbi é um tema meio cansado e me parece que, no mínimo, o que mostra o trailer é uma visão própria, não vou dizer única, talvez única seja um elogio grande demais, mas, tipo...
É uma visão própria da parada, mas se não tivesse o título Resident Evil, eu não ia achar que é Resident Evil. Eu sinto que tem umas coisinhas aqui de referência, mas definitivamente isso eu concordo. Dito isso, eu ainda... Eu sinto que é isso que eu fomentei. As minhas... O Noites Brutais eu acho brilhante. Eu acho muito, muito, muito bom mesmo. Muito divertido.
E tem a galhofa, por não que ver que pareça, ele é um filme que tem galhofa. Tipo, é uma galhofa bem realizada, bem executada, na minha opinião. Então eu tô muito curioso pra ver como isso vai. Eu sinto também, talvez a parte do Resident Evil a gente veja mais no filme completo em si.
De talvez inimigos, tipo, inimigos característicos e coisas. Mas eu entendo a crítica, acho justa, mas eu ainda acho, ainda boto fé. E eu acho definitivamente, cara, eu acho impossível, eu acho muito improvável, talvez seja a palavra, esse não ser o melhor filme de Resident Evil de muito longe, assim, tipo...
Mas é isso, né? Pô, o nível tá muito embaixo, então, tipo, acabar sendo o melhor filme de Resident Evil não é grande coisa também, né? Então... Amigo, depois eu queria falar, porque tem umas noticiazinhas menores que a gente pode comentar, mas depois eu quero ainda dar umas impressões do Saros. Então eu queria falar, na verdade, do relatório fiscal da Eleven Beat Studios, porque teve coisas interessantes aqui do relatório deles.
Então, pra quem não conhece, Eleven Beat Studios é esse estúdio polonês, que eles trabalham em Frostpunk, lançaram The Outers recentemente, e tem essa parte de publicação de jogos externos, né? Então, mais recentemente, nós temos Moonlighter 2, que tá em Early Access, tem o Death Howe, eles acabaram de anunciar o Crop, que é um jogo de terror que mistura fazendinha com o terror Lovecraftiano, assim.
E eles lançaram, basicamente, esse relatório fiscal anual, né? Que é meio que não só falando dos resultados, como também meio que apontando a estratégia futura da empresa. Então, eles comentam primeiro que eles estão... Graças a esses últimos lançamentos, eles estão numa posição muito boa. E aí é curioso ver, né? Tipo...
a questão de diferenças de valores de produção, porque eles comentam que o Frostpunk 2 tá quase em um milhão de cópias vendidas, 880 mil cópias, e o The Outers tá 545 mil cópias vendidas. Pô, pouco, hein? Então, mas aí que tá. O The Outers é feito por uma equipe, sabia, amigo? De 30 pessoas. Então, tipo, para eles foi um...
um sucesso imenso. Eles falam, cara, foi muito bem, tanto que eles falam sobre o caixa, a questão de dinheiro deles, eles estão com muita grana agora, eles estão com uma puta grana. E não só a grana desses novos projetos que se pagaram, estão indo muito bem, como do próprio catálogo deles. Eles comentam, Frostpunk original continua vendendo muito bem, o Diswar of Mine continua vendendo muito bem, nós temos esses...
Esses jogos da questão de publicação externa, que é o Moonlighter e o Death Hawk estão indo bem. E não só isso, como eles citam o Game Pass de, tipo, pô, a gente botou... Você vai falar ambos saíram no Game Pass, né? Isso, eles falaram que... O The Outers e o Frostpunk. Não, o The Outers, o Frostpunk 2, o Moonlighter 2 e o Death Hawk todos saíram no Game Pass e eles comentam que o Game Pass também ajudou muito com a questão monetária da empresa. Então eles falam que...
que esse ano de 2025 meio que confirma que o modelo de negócios dele funciona e que é baseado em vários pilares, que é o desenvolvimento de novas IPs, a monetização de marcas existentes e atividades de distribuição externa. Então eles falam que o Alters mostra que eles conseguem construir novas marcas globais, novas IPs globais, e nós estamos consistentemente desenvolvendo Frostpunk como uma franquia de longo prazo.
E é interessante que eles comentam isso a longo prazo, porque o Frostpunk é meio que ele entra nesse modelo de que eles falam que eles têm essa visão indo pro futuro de três pilares, que é criar jogos de qualidade alta proprietários, então é chamado do pilar de New Games Development.
Tem a monetização a longo prazo dos hits de sucesso dele, que é o modelo de jogos como plataforma, e expandiu o portfólio através... Esse é o segundo do jogo como plataforma. Jogos como plataforma? Tipo o Frostpunk, que eu já chego lá para explicar o que é essa questão do Frostpunk que eles citam, que é um jogo como plataforma. Que é meio que um jogo como serviço, digamos assim.
E a terceira é expandir o portfólio através da divisão XDev de distribuição. Então essa é a parte de jogos externos, tipo o Lighter 2, tipo o Death Row, tipo o Crop que eles anunciaram, e eles falaram que tem um outro jogo, um quarto projeto que eles vão anunciar ainda esse ano. E daí o que é interessante que eles falam aqui é essa parte que eu achei interessante, o desenvolvimento futuro deles dessa visão de três pilares...
Eles confirmaram que estão trabalhando em duas novas IPs completamente novas, chamadas de Projeto P12 e P14, um novo jogo no universo de Frostpunk, que é o P13, e aí essa parte de jogos como plataforma é isso que eles citam, retornar às marcas mais importantes do estúdio com uma fórmula nova e fresca.
E aí eles citam como exemplo Frostpunk 1886, que é meio que esse remake, essa reimaginação do Frostpunk original não Real Engine 5, que eles falam que vai permitir que eles continuem atualizando e lançando mais DLCs e expandindo... Caralho, vai sair um remake já do 1? É, um remake do 1 expandindo tudo que eles fizeram ali e dando... e flexibilizando o que eles podem fazer em questão de DLC, etc. E aí, além disso, eles também anunciaram que o projeto P15... Espera aí, calma, calma.
O Frostpunk não é jogo como serviço. Não, o Frostpunk original não é, mas ele continua vendendo muito hoje e a comunidade... Mas o 2 também não. Tipo assim, ele não é jogo como serviço como a gente pensa no sentido de, ah, tem atualização e temporadas. Mas tanto o Frostpunk 1 como o 2 eles tiveram uma roadmap bem grande de várias atualizações.
E vários DLCs. E aí a ideia do Frostpunk 1880... Tipo, o próprio Frostpunk 2 teve vários DLCs, teve já dois DLCs pagos, um que vai sair agora em junho, na verdade. Teve várias atualizações, lançamento pra console e eles já confirmaram que vai ter um terceiro DLC pago. Entendeu? Porque é... E o caso do Frostpunk 1...
Eles falam que a comunidade tem muita gente ainda comprando e muita gente que quer mais conteúdo pro Frostpunk 1. Porque aquela questão, quando eles fizeram o Frostpunk 2, era tipo, cara, a gente queria fazer uma continuação, mas não só fazer, ah, o Frostpunk 1, só que 2. Então eles foram pra uma direção bem diferente pro 2, que eu achei bem legal, mas não agradou várias pessoas. Eu não joguei o 2 ainda, eu tenho que jogar. Eu amo o 1, cara, acho um...
caralho. Só que não agradou várias pessoas do 1, porque ele não é tão intimista e micro-gerenciamento. Ele é mais macro, né? O que funciona, mas é uma direção diferente. Então, quando eles vão pro Frostpunk 1886, eles falam, cara, a gente quer trazer essa fórmula de volta, expandir ela em vários sentidos e ter essa base pra continuar lançando conteúdo DLC como a comunidade quer. Vai dar certo? Não sei. Resta a ver. Mas é um remake. Eu não sabia que era um remake. É um remake que é.
Cara, porque o primeiro jogo ainda é lindo, velho É um jogo lindo, mano Sabe? Sei lá, achei esquisito isso aí do remake E aí, além disso, amigo Eles também confirmaram que dentro dessa Lógica de jogos como plataforma de remake Eles também estão anunciando o projeto P15, que é uma reimaginação Que eles chamam de reimaginação, né? Eles não chamam de remake
O Frostpunk 1886 também eles chamam de reimaginação com a mesma fórmula ali. Que é uma reimaginação do This War of Mine. Então eles vão... A mesma coisa que eles estão fazendo com o Frostpunk 1886 eles também vão fazer com This War of Mine, que foi um grande sucesso deles. Que loucura do caralho, não tá muito perto pra já estar... Vamos lá, achei doideira isso aí, viu?
Aí o Frostpunk 1886 tá marcado pra sair entre 2027 e 2028 e esse de Sword of Mine mais pra frente ainda, né? Então eles falam que daí esse 2026 a gente vai ter a versão completa do Moonlighter 2, mais uma DLC paga pro Frostpunk 2, que é em junho, a primeira DLC pro The Outers, DLC paga que é entre o segundo e terceiro trimestre, e aí esses outros projetos que é o P12, P13, P14 e P15, né? Que são em equipes menores enquanto as outras. Bastante coisa, hein?
É, então, mas aí que tá. O interessante é que são essas equipes... É isso, tipo, de, pô, o The Outers vendeu meio milhão e pra eles foi um sucesso enorme. Eu acho uma visão mais saudável do que, sei lá, meu Deus, vamos botar todas as cento e poucas pessoas do estúdio nesse jogo aqui e aí o jogo não dá certo. Aí, putz. Perfeitamente.
Entendeu? Então, tipo, pô, vê que o The Outers fez sucesso, vê que o Frostpunk 2 foi um grande sucesso, e vê que essa divisão de publicar jogos externos tá funcionando tanto através de vendas, como também através de negociações no Game Pass, que ajuda a pagar esses jogos, eu sinto que dá mais espaço pra eles continuarem publicando esses jogos interessantes, fazendo esses jogos legais também, que eu gosto bastante dos jogos da Living Beat. Não joguei o The Outers ainda, infelizmente, mas tô doido pra jogar.
Então, legal ver que... Eu achei que você tinha errado, foi o Henrique que jogou. Foi, foi o Henrique que fez. Parece um bom jogo. Eles não querem ser jogos que permitam expansões? Então, essa é a questão dos jogos como plataforma. Só que o próprio Frostpunk, ele já permite expansões, né? Só que eu sinto que o problema ali é a engine em si. Que eles não estão mais desenvolvendo a engine interna deles. Eles estão trabalhando na Unreal Engine 5 agora.
Eles meio que têm que trazer o Frostpunk pra uma engine nova, onde eles podem iterar em cima. E é por isso que eles estão fazendo o Frostpunk 1886, no caso, né?
Então tá aí, essas são as novidades da Eleven Beat Studios, achei interessante. Bom estúdio, bom jogo. Bom estúdio, concordo.
Amigo, uma notícia pequena, mas que eu anunciaram agora no Latin American Game Showcase da Gamescom Latam. Só porque eu fiquei feliz também até pro estúdio, que daí é uma graninha boa pra eles, né? Que é o Mariachi Legends no Game Pass, né? Não sei se tu lembra do Mariachi Legends. Ah, legal. Esse jogo vai ser maneiro. Vai, vai ser maneiro. É um Metroidvania, não é? É um Metroidvania. Não tá maluco, não, com esse tema meio... Cultura mexicana, assim. Carnaval! Não, não carnaval. É.
É carnavalente, que é bem colorido. Ah, é. Isso é. Mas é mais Dia de la Muerte, essas coisas. Tu é meio que a morte, assim, né? Tu ganha essas habilidades. Pixel art espetacular. Linda, absurdo. Verdade.
Tá muito interessante, pô. Se esse jogo for ruim, eu vou ficar muito triste. Pô, tem uma... E é legal que não só a pixel art, mas tem umas partes que mostram os portraits, né? Os desenhos que acontecem durante diálogos. É bem curto ali que mostra uma personagem falando com o protagonista, mas até isso é super bem feito, bem animado, tá ligado? Tipo...
Essa parte mostra a Madre e a Katrina se mexendo com o Portrait enquanto fala. Então, pô, estou muito ansioso. Sai esse ano para PC, Xbox Series, Game Pass, Playstation 5 e Switch, o Mariachi Legends. Aí, para encerrar, eu queria falar do Saros, amigo. Eu joguei um bocado, mas ontem... Não, tem mais uma notícia aí que você está ignorando. Qual que eu estou ignorando? O jogo de futebol FC26 agora tem...
Seleção Brasileira e Flamengo. Tá aí. Certamente uma notícia. Agora eu posso falar de Sarus? Pode. Amigos, Sarus. Sarus é o novo jogo da Housemarque, o estúdio por trás de Returnal, e também por vários jogos, pré-aquisição da Sony, vários jogos arcade, tipo Resogun, Dead Nation, etc.
Jogou Dead Nation? O Dead Nation era mais... Não joguei, mas sempre... Resolvou... Sempre que? Não, resolveu não. Super Stardust. Esse era PS3, né? Chat, quem jogou Super Stardust? Esse era brabo demais. O Super Stardust era tipo... A Sony olhou... Na época o Geometry Wars e falou... Pô, a gente tem que ter um parecido, né? Porque no começo o Geometry Wars era exclusivo. Daí a Housemarque Falei fez o Super Stardust. Que falam muito bem também. Pô, e o Super Stardust é muito maneiro.
Amigos, Sarus, joguei umas boas horas, sinto que tô na segunda metade do jogo, que eu cheguei num ponto que dá uma virada de chave, que é esse jogo onde tu controla o Arjun, que é o... ele é... putz cara, como é que é o nome desse ator, eu sempre esqueço. Tu lembra o nome desse ator, amigo?
Não esqueci. É o... Esqueci. É o namorado da Lana Pierce. Vai ser assim. Pronto. A gente... Que ninguém diga que não somos feministas. É, exatamente. O que você tá mostrando aí, amigo? Ah, o Dudley. É o Dudley. É o Dudley, da hora. Pra quem tá ouvindo só no feed, ele tá mostrando Dudley assim. Cara, é Sairos, eu vou ser bem... É Returnal 2, amigo. É Returnal 2. É Returnal, tipo, mecanicamente. Mas eu tô vendo muita gente falar que é pior que Returnal.
Eu não sei. Tô vendo consistentemente, chat. Eu não zerei. Ó, o que eu vou falar. Ele tem os mesmos problemas de Returnal. Tem os mesmos problemas. Que são... Que ele é um excelente jogo de ação, um roguelike xixelento. Que era mesmo problema de Returnal. Porque o lance pra mim... Então, tipo assim, só pra contextualizar o meio que que é o... Eu achei que esse não era roguelike. É roguelike, é roguelike. É porque, cara, eu sinto que assim...
A mecânica roguelike de Returnal e agora de Sarus é tão fraca que eu penso, por que que tem? Então, por que que... Cadê a estrutura roguelike? É meio que... Eu sinto que parece que é uma coisa pra... Sendo bem sincero, isso eu sinto no Returnal e também sinto no Sarus. Parece que é pra estender a duração de forma artificial do que realmente uma coisa que, caralho, precisava ser um roguelike. Sabe? É isso que eu sinto nos dois.
Porque, tipo assim, mecanicamente o jogo é um jogo de ação em terceira pessoa, onde tu vai progredindo nesses biomas, nesses biomas tem várias salas. É aquele tipo de roguelike onde algumas salas são fixas, feitas à mão ali, só que o layout delas muda cada vez que tu morre e tu volta, saca? Então, tipo assim, tu sempre vai chegar numa sala onde tem alguma coisa, tipo, tem uma mão pra tu transformar o jogo e virar o eclipse, né? Eu já explico o que é, mas dando um exemplo assim.
Então, uma diferença fundamental do Sarus pro Eternal, duas na verdade eu diria, uma é que existe uma metaprogressão fixa, onde cada vez que tu volta pra esse hub, que é um hub onde tu tá, basicamente tu faz parte de uma expedição pra esse planeta chamado Carcosa, onde três expedições anteriores a tua pararam de responder. A ideia é que essas expedições iam meio que montar uma colônia aí.
uma colônia de mineração pra conseguir uma grana fodida pra essa empresa chamada Soltari, que foi a responsável por essas expedições. As três expedições pararam de responder, então eles mandam essa quarta expedição, que é uma expedição de suporte, pra tentar entender o que tá acontecendo, onde eles mandam também esses enforcers, que são esses... que o protagonista é que eles tem essa tecnologia da Soltari e onde eles podem lutar de formas super poderosas, assim, né? Quase um pseudo-Superman ali.
E aí chega, o jogo começa, basicamente, tu já tá no meio de uma luta, assim, o protagonista tá meio perdido, ele tá procurando alguém, tá procurando alguém. É aquele tipo de prólogo barra tutorial, onde tu vai morrer eventualmente, e quando tu morre, tu volta pro hub, e tu percebe que, basicamente, quase todo mundo da tua expedição morreu, ou ficou maluco, e as poucas pessoas que sobraram no hub também estão meio estranhas, assim, né?
E aí progressão é isso. Então tu vai progredindo um bioma, por exemplo, a primeira coisa é, ok, vamos tentar descobrir o que está acontecendo. Tu sai, tem o primeiro bioma, que é a subida, subida, eu não lembro agora se é subida ou descida. Mas depois que você termina um bioma, você não precisa voltar, né? Você vai já para o próximo bioma, não é? Pode ir para o próximo, mas dentro da progressão narrativa, quase sempre quando tu termina o primeiro bioma, tem um portal no final que fala, volta.
Pra progredir a história, saca? Tipo, na verdade... Não, não entendi. Tipo, é porque, eventualmente, quando tu vai progredindo, tu pode começar do primeiro bioma e ir progredindo direto por todos os biomas. Mas, a progressão do jogo funciona assim, tu terminou o primeiro bioma, tu não vai conseguir avançar pro segundo antes de voltar. Tu tem que voltar pro hub.
pra progredir a história, pra depois continuar. Só que daí acontece... Não, beleza. Mas aí tu progrediu esse capítulo. O que eu tô querendo dizer é, foi pro 2. Morreu no 2. Você não precisa voltar o 1 e fazer 1, 2 e 1. Não, você já começa no 2. E aí que tá, isso é uma diferença também comparado ao Returnal, que é... É mais parecido com o Sifu, então. Ou o próprio Returnal. Não, é que o Returnal eu lembro que...
Não tem? Eu lembro que eu abri um... Eu joguei o Returnal só até... É que eu zerei... Eu matei o primeiro boss e cheguei no segundo. É que eu acho que tu podia teleportar, mas... Você pode voltar direto. Não, podia. É que o lance do Returnal é que tu podia teleportar, mas em questão de otimização, o ideal era tu ir do começo pra ficando mais forte gradativamente. Pra tu chegar no último bioma forte o bastante pra matar o último chefe, sei lá.
O Sairos é diferente, tu começa do segundo, do terceiro, do quarto bioma, tu já vai estar forte, provavelmente por causa da metaprogressão, então não precisa ir ficando mais forte pra chegar no final, correto? E aí o meu ponto é quando eu falo que ele é ainda um roguelike xexelento. A ação desse jogo, amigo, espetacular.
Ele tem essa mecânica onde tu tem sempre... Todas as armas têm dois tipos de tiro. Então, tem um tiro... O normal, né? E tem um que tu meio que segura... Tu abaixa um pouquinho o gatilho esquerdo e atira com o direito. Então, tipo, tem a metralhadora. Só atira e ele vai... Atira e... Normal. Aí tu segura um pouquinho o gatilho esquerdo, ela...
atira mais com uma cadência um pouco menor, mas dá mais dano. Saca? Então todas têm esses modos alternativos de tiro. Tu tem uma mecânica onde tu segura o R1, ele dá esse escudo, só que esse escudo, como é que ele funciona? Ele basicamente absorve as balas azuis, as balas amarelas, se tu usa escudo, ele aumenta uma barra de corrupção, onde a barra de corrupção basicamente... .
diminui a tua vida temporariamente até tu terminar a luta. Tipo, tu não... Como eu vou explicar? Tu perde a vida permanentemente até a luta acabar. Tipo, meio que diminui um pouquinho... Tipo, diminui menos porque tu se defendeu... Então é uma merda defender o time mais. Não, não, é porque assim, se tu não defende, tu perde vida pra caralho. Mas se tu defende, tu perde só um pouquinho, só que tu não consegue recuperar essa vida por um tempo. Entendeu?
Mas não é o ideal defender. Não, o ideal é desviar, mas às vezes no meio ali é essas coisas. E aí tem a bala vermelha que tu não consegue desviar e nem defender. Eventualmente tu libera um parry nela, assim, né? Então, tipo, tu só não... É porque a bala vermelha tu não consegue atravessar ela dando dodge. A bala amarela tu consegue atravessar dando dodge. Então tem esses três tipos de balas, né? Entendeu? A bala vermelha tu tem que sair... Nem no dodge. É, tu tem que sair do caminho dela.
A amarela, tu pode dar o dodge por ela, tu atravessa ela, né? Então, tu tem que balancear, tipo, tu vê esses tipos de balas diferentes, tu tem que ficar balanceando. E o lance do escudo com a bala azul é que quando tu absorve a bala, tu enche a barrinha do teu especial, que é um negócio que tu segura o gatilho esquerdo, ele levanta a mão assim e atira um míssel. Então, toda a dinâmica do combate é tu ficar...
alternando entre essas coisas, tipo, ah, ok, eu tenho que desviar desse golpe, esse aqui eu absorvo, e aí eu posso dar o especial pra tirar mais dano, e aí tem uma variedade boa de inimigos onde tu tá sempre tendo que tá atento, né? Especialmente que durante a progressão existem dois modos do cenário. Tem o normal, e aí vai chegar numa parte sempre em todos os biomas, onde tem uma porta que tu não consegue passar. E na frente dessa porta tem várias mãos saindo do chão.
E aí tu ativa o eclipse. O eclipse é meio que todos os inimigos ficam mais fortes, eles ganham mais golpes e tudo fica mais difícil. Saca? Mas tu pode ativar o eclipse enquanto explora ou você tem que ativar o eclipse antes de entrar no bioma? Não, então tu explora uma parte do bioma sem o eclipse. Existem opções em alguns desses biomas onde tu pode ativar o eclipse desde o começo, mas tipo, tem uma boa parte do bioma que tu pode explorar sem o eclipse. Aí vamos dizer, tu chega na metade do bioma...
Tem um eclipse obrigatório, onde tu tem que ativar pra progredir. Mas como você ativa o eclipse? Tem um altar saindo várias mãos do chão. Aí tu chega, segura triângulo e ele ativa.
Entendi. Então é mid-run. Mas é que tu pode fazer desde o começo. Tipo, pra ganhar... É porque é mais difícil, mas tu ganha mais recompensas. Tipo, tu ganha mais da moeda pra dar upgrade na base, etc. Só que, cara, o lance pra mim é tipo assim, pô, cara, como um jogo de ação muito legal, as lutas de chefe são fantásticas, a única coisa que eu me pergunto é cara, por que o roguelike, tipo assim...
O que eu acho interessante no Roguelike, e aí isso pode variar de pessoa pra pessoa, eu vou dar um exemplo de dois jogos que eu ando jogando, que é o Absalom e o Wides 2. Porra, e o Absalom nem acha as ferramentas de Roguelike tão bem feitas. Dito isso, eu sinto que o Absalom, primeiro, o jogo muda radicalmente de como tu joga dependendo do personagem que tu escolhe.
E o jogo muda, não radicalmente, mas muda dependendo das habilidades que tu pega. As habilidades e a build que tu monta. E aí, indo pro Hades, de run a run... O Hades é um escolar. É, então, o Hades... É, tipo, tanto as armas que tu escolhe... Mecânica roguelar, que eu quero dizer. Tanto as armas que tu escolhe, como os upgrades, os booms que tu escolhe durante as runs, vai mudar completamente como tu joga. Correto?
tudo isso... como a narrativa avança, tipo, o Hades é uma aula cara, eu nem tô indo na narrativa, porque eu sinto que eu chego ali também na parte da narrativa que ele tem uma lógica similar a Hades, onde tu volta tu morre, tu volta, vai ter diálogo novo vai ter coisinha... como a cada run ele te surpreende de alguma maneira como a cada run esses biomas se alteram, os inimigos como você... porra, como os chefes vão mudando certas lógicas conforme quanto mais você mata eles Hades em termos...
Tipo assim, eu acho que Hades é o tipo de roguelike que é tão bom que até o maior idiota desse chat que fala, não gosta de roguelike. Vai jogar Hades e falar, porra, roguelike é foda. Tão bem feito que é. E aí o meu problema com o Saros e o meu problema que foi com o Returnal é tipo, eu não sinto que run por run, morri e vou voltar. Ok, essa run vai ser diferente porque eu peguei o mar... Cara... Obrigado.
fundamentalmente todas as armas, os upgrades que tu pega durante a run, nada muda como tu joga. É sempre muito, cara, igual. Tipo assim. Tipo assim. E aí que tá, pô, isso é necessariamente ruim no sentido de faz o combate, essas coisas. Não acho que faz, porque eu acho o combate excelente. O combate de jogo eu acho excelente, independentemente da arma que tu tá usando. Acho que todas as armas são legais de usar. É só, cara, fundamentalmente todas as armas são parecidas de usar.
Os upgrades são super desinteressantes. É tipo, ah, o melee dá um pouquinho mais de dano, ah, e aí algumas coisas positivas, e quando tu entra no Eclipse, todo upgrade vem com negativo, né? Tipo, ah, isso aqui vai aumentar a tua vida, mas se tu cair de um lugar muito alto, tu toma dano. Vou dar um exemplo aqui.
Só que, cara, eu sinto que não... Eu olho assim e penso, tá, mas por quê? Por que que isso aqui precisa ser essa estrutura? Não era mais interessante, então, talvez, focar menos nessas árvores de habilidades de metaprogressão e focar menos nessas coisas diferentes. Talvez fazer um jogo sem essa estrutura roguelike que tu sente mais a diferença de cada uma dessas coisas.
Porque eu jogando, eu só fico pensando, cara, eu não vejo por que isso aqui é um Rock Like. Até narrativamente, a ideia é que o Arjun morre...
Aí ele volta, né? E o jogo, até onde... Eu não zerei ainda, né? Eu tô na segunda metade, eu diria que eu tô com uns 60, 70% do jogo, pelo que eu vi ali da questão de progressão. Ele ainda não explicou como o Arjun consegue voltar. E a própria tecnologia que tem ali, eles não sabem ainda, porque a ideia é que esse planeta Carcosa tem essa inspiração meio Lovecraftiana, essa inspiração do Rei Amarelo, essas coisas meio terror cósmico, sabe? Então, tipo...
São esses mistérios onde as pessoas estão ficando loucas, onde essa civilização antiga ruiu de uma forma que ninguém entende, tem esse eclipse, tem essas criaturas bizarras, mas são essas coisas que não foram exatamente explicadas, e onde tu morre e tu volta, e tu volta um pouco diferente, e o tempo não flui de uma forma linear, e as tuas memórias estão meio estranhas, e aí tem momentos que do nada tu atravessa num portal e tu tá na Terra, que é o teu planeta natal vendo memórias do teu passado, que de novo, são ferramentas narrativas muito similares e aí
é Returnal. Não funciona tão bem. Inclusive lá eu tava gostando muito do mundo, só que eu não gosto da conclusão narrativa lá, né? Eu sinto que a direção que eles vão pra conclusão do final verdadeiro do True Ending não... Mas o Returnal não tem escudinho. Não, não tem escudinho. Isso aí é novo. Então, tipo, ele tem... Por isso que quando eu falo, Sarros... Desculpa, que isso aqui é Returnal 2, é que tu vê que os valores de produção são maiores, tu vê que tem mais mecânicas e mais coisas que eles botam, tem mais variedade de inimigo.
Só que eu sinto... Os valores de produção do retorno são... São, são, total. Não, esse jogo, amigo, esteticamente, absurdo. Lindo, lindo, lindo, lindo demais. Lindo demais. E tu tá jogando no PS5 normal. No PS5 normal. Qualidade de imagem boa, tudo... Qualidade de imagem, performance... 60 FPS, assim...
A direção de arte desse jogo é absurda. Tem um momento no jogo que tu entra numa cidade meio arruinada, que é caralho, é muito lindo, e aí agora tu numa outra parte que eu pego o oceano. Cara, toda a parte estética desse jogo, na minha opinião, é brilhante. Falaram que é genérico. Pô, não acho genérico de forma alguma. Pô, genérico? Acho que genérico é foda, hein, cara. Pô, o que eu tenho visto muito de feedback da galera que eu sigo, gringa, que tá jogando e tal... Eu...
No meu ciclo eu vi muita gente falar que o jogo é muito bom, mas que prefere retorno. E que o visual é um absurdo. Nisso está níveis acima de retorno. Mas eu achei curioso a quantidade de gente que eu vi falando...
E eu fiquei tipo, por que será, né? Porque eu vi muita gente falando, cara, eu gosto muito, mas prefiro... É, assim, eu não tenho uma... Eu sinto que, cara, pra mim eles são muito similares no sentido de... Eles têm problemas tão similares que eu não sei qual que eu prefiro. Eu acho que até agora vai um pouquinho pra Sarus, mas é porque o final verdadeiro de Return me deixou um gosto muito amargo na boca.
Que a história é ruim? Cara, então, até o... Até o final normal, até antes de eu zerar o final verdadeiro, eu não tava achando ruim. Aí o final verdadeiro eu realmente não gostei. Tipo, eu não vou falar aqui porque é spoiler, mas eu achei... Mas o que? A narrativa? A história? Você achou ruim? Não, então, aí que tá. A história eu tava achando interessante da parte de mistério, o que tu tava tentando descobrir que tava acontecendo no planeta.
E tem uma parte de virada, narrativa ali, pós-final, pós tu zerar, que eu acho muito legal o que eles fazem.
Só que daí, conforme tu vai progredindo mais e tu chega na conclusão real de tudo que acontece, eu falei, nossa, que merda. Tipo, até esse ponto tava muito legal. Mas daí, chega no final verdade e fala, nossa, que bosta, tá ligado? Tipo isso. Entendeu? E por enquanto, aqui no Sarius, eu tô achando...
É, eu sinto que pode ter o mesmo problema, é porque eu não cheguei na conclusão final. Eu gosto dessa vibe Lovecraftiana, eu não acho que particularmente os NPCs... Porque esse jogo, diferente do Return, que tu meio que só tem a Selene, né, a protagonista, aqui tu tem outros NPCs, tem um elenco junto com o Arjun, que caguei, caguei pra todos até agora. Tipo, ok, existem, mas não sei. Eu tô mais curioso pelo universo e pra onde o Arjun tá indo, o que que acontece.
Porra, mas a roupinha do boneco desse jogo É mais maneira que a roupinha da bonequinha do retorno Concordo Ele parece um Helldiver boladão Maneira a roupinha dele Muito importante ter roupinha bonita Concordo Só que daí eu sinto Pô
É um jogo muito... A ação do jogo é espetacular, de novo, porque a Housemarque é muito boa nisso. As lutas de chefes são muito legais. Eu gosto muito mesmo do combate. A minha pergunta é, cara, pra que roguelike? Pra que insistir nisso? Eu vi até alguém comentando uma matéria, eu acho que foi uma matéria da Polygon ou da Kotaku, não lembro agora, que é a Housemarque ou Sarus tem que parar de fingir que é um roguelike. E aí um diretor da Playstation Studios falando, ah, a Polygon tem que parar de fingir que é a Kotaku.
pra deixar claro, não era um diretor da Housemarque, era um diretor de estúdio de suporte que fala o Sarus é um jogo de ação e aventura em terceira pessoa pô, queria que fosse concordo, não é, ele é um roguelike desculpa, ele é um roguelike, se tu não consegue jogar ver com o roguelike, tu é burro parceiro da Playstation Studios, tipo, eles vendem eles falam que o jogo tem essa estrutura roguelike falam na metaprogressão, a minha pergunta é por que?
Até agora, tanto no Returnal como no Saros, eu não acho uma resposta pra essa pergunta. Não acho que é uma necessidade. Até a questão de morte e voltar, daria pra ser feita num jogo linear, tá ligado? Inclusive, tem momentos de morte, ou do personagem desmaiando e voltando, onde se tá incluído dentro da progressão linear do jogo. Onde, tipo, tu tem que morrer e voltar pra uma parte da história, que daí isso acontece naturalmente, né? Pra história avançar.
Então, tipo assim, tudo isso é... Cara, a história não precisa disso. A estrutura de progressão eu não sinto que tem necessidade. É só, tipo, porra que Hulk like, então? Alguém comentou, pô, acho que se alguém gosta muito de Hulk...
e não se importa com esse tipo de mecânica, fica bom. Eu acho que a questão não é essa, porque o Lucas gosta de Hugelike, eu também gosto. É mais do tipo, me parece, né? O que está lá de elementos de Hugelike, o jogo não é bem resolvido com essa equipe. Não, definitivamente não. Pra que colocar se você coloca...
Coisas tão superficiais nessa parte, né? Exatamente. E pra tu ver, eu sinto que na parte da meta progressão, eu acho os upgrades muito xixelentes também. Aumenta um da tua armadura. Aumenta um do teu dano. Pelo amor de Deus, a gente já passou disso, não acha? E aí eu sinto que ele meio que arrasta o jogo pra baixo porque é tipo...
Se tu pode se teleportar pra qualquer bioma a qualquer momento, e tu não precisa da progressão roguelike pra chegar nesse bioma forte o bastante pra passar, se essa estrutura dos upgrades de run-a-run e as armas não são tão diferentes entre si, e se a narrativa não tem tanta necessidade desse morrer e voltar...
Pra quê? Qual é a razão? Eu não acho que tem razão e eu acho que só arrasta o jogo pra baixo. Eu preferia que fosse um jogo linear sem a parte de geração procedural nesses mapas, sem a necessidade de, tipo, pra tu pegar toda a lore tu tem que...
Porque, ah, tu tá no primeiro bioma, né? Tem alguns locais no primeiro bioma, quando tu tá no começo, que tu não consegue progredir, correto? Tu não consegue, por exemplo, tem um lugar lá alto que tem que usar um grappling hook, tu pega o grappling hook mais pra frente. Só que quando tu volta pra usar esse grappling hook, é um audio log que complementa um pouco mais a narrativa ou algum upgrade. É tipo...
Até isso, amigo. Cara, por quê? Por que você não deixou já desde primeira, através da exploração opcional, em vez de ter que voltar? E aí quando eu falo, parece pra mim, jogando, a minha sensação é que é uma tentativa de estender artificialmente a duração do jogo. E aí eu não acho que funcionou muito bem. É um jogo ruim por causa disso? Eu não acho, de forma alguma. Inclusive eu acho que a ação desse jogo é espetacular. E eu acho que por ele não ser como Return, onde tu precisa voltar do começo...
nas runs, no geral pelo menos é o recomendado pra tu chegar mais forte lá nas partes mais na frente que são mais difíceis, eu acho que até ele... ele é meio tipo, ah, beleza, não gosta disso, vou deixar tu pular. Mas cara, se tu deixa eu pular, tipo, pra quê, tá ligado? Tipo, eu sinto que não vejo a necessidade da parte orgulhica no jogo, eu sinto que a estrutura dele arrasta ele um pouco pra baixo. Tipo, eu acho que se ele fosse mais bem resolvido como um jogo linear, ele seria melhor, tá ligado? Um jogo linear, começo, meio e fim.
Mas assim, deixando um pouco essa parte joguelike de lado e focando na parte, pô, a ação é muito legal. Eu acho que, de novo, tem esses problemas das armas serem similares que vem atrelado à estrutura do jogo, mas a ação em si é muito boa, é muito gostoso de jogar. A parte visual é muito foda. Os chefes são...
muito legais. O último chefe que eu enfrentei, que foi no topo de uma torre, assim, caralho, foi muito foda. Não só esteticamente, como mecanicamente, assim. Tipo, tem uma parte que ele pulava na torre, ele te jogava pra longe, a gente tinha que puxar o grappling hook pra voltar pra torre, pra não cair. Mas o que é Sarus? O nome? O personagem é o John Sarus? Não, pois é. Carcose é o nome do planeta. Arjurum é o nome do protagonista. É... Não sei, é uma boa pergunta. Talvez ele responda, eventualmente, ou...
Não é o nome do boneco, não é John Sarros. Tá bom. É verdade, as runs são gigantes que nem no Returnal, não exatamente por tu poder pular biomas e ir pra qualquer bioma a qualquer momento. Tipo, do hub tu pode ir pra qualquer bioma, no caso, né? Eu acho que nesse sentido ele não tem essas runs tão grandes exatamente por...
É, ó, isso que o chat fala, eu concordo que, tipo assim, se for mesmo esse o objetivo de colocar a mecânica jungler pra estender o tempo, eu até acho que é um princípio que eles estão tentando fazer. Eu sinto que é isso. Porque a galera ia achar se o jogo for... Ah, sei lá, o jogo tem 5 horas, 6 horas. Porra. É 70 dólares o jogo? É 70 dólares. Outro erro. Outro erro, na minha opinião. Devia ser 60.
Eu acho que dá merda, mano. Dá merda. O público não ia gostar. Não sei. Tenho a impressão. É que eu também sinto que é porque eles poderiam manter a dificuldade. Tá ligado? De ser um jogo... Porque ele é um jogo desafiador. Pô, eu morri várias vezes nele. E eu acho que dá pra manter essa dificuldade dentro de um contexto linear, onde a duração naturalmente vai ser um pouco mais longa.
pelo desafio da parada, tá ligado? Não por, ah, vamos tentar estender artificialmente, limitando às vezes os teus status, onde tu precisa avançar nessa metaprogressão pra poder ser forte, ou pelo menos pra tu ter certas vantagens pra alguns momentos mais pra frente não serem tão desafiadores. Então sim que são umas escolhas erradas, assim, na minha visão.
Mas é, é isso, eu não zerei ainda, talvez quando zerar a gente pode conversar de novo de ter alguma opinião diferente sobre alguma coisa, mas como um roguelike, eu acho ele... não acho ele muito bom, igual o Returnal, mas pô, não tem como. Ah, se tem um estúdio que sabe fazer ação, é a Housemarque. Porra, a ação do jogo é muito boa, cara. Caralho, eu queria que eles... eu queria que eles se...
E é bem característico do estúdio, eles fazem de um jeito... É engraçado, eles conseguem encaixar essa vibe arcade dentro de um jogo dessa vibe terceira pessoa, onde é muito gostoso controlar o boneco, pular, andar, atirar, tudo é muito bom.
Perguntaram o fator replay é bom? Cara, aí que tá, eu não acho Porque o fator replay, quando eu penso É dentro dessa estrutura roguelike O fator replay é bom? Não, eu acho que O legal ali é tu ir progredindo na história Vendo os biomas novos E vendo os chefes novos Mas vamos dizer, quero Eu não me sinto Interessado em chegar, por exemplo Eu tô no sexto bioma do jogo
Pô, vou começar desde o primeiro bioma pra ir progredindo e ficando mais forte pra pegar os colecionáveis que eu deixei pra trás. Não tenho interesse. Não tenho interesse. Tipo assim, acho... Acho sem graça. Então, tá aí. Esse é o meu take sobre o Returnal. Returnal. Sério? Amigo, tá bom, né? Tá bom de podcast hoje.
Bom, a Sarus, ao contrário, é Sora. Soras. Tá aí. Não tem nada a ver com o universo de Kimborrhas. Não tem nada a ver. É pra gente saber. Chat, muito obrigado pela presença aí. Lembrando, apoia o Nautilus em apoia.se barra Nautilus ou se tornando membro do YouTube pra ajudar a manter a gente na internet. Sigam a gente no Instagram, sigam a gente no YouTube, sigam a gente na Twitch, tudo, Nautilus, links, só procura lá.
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Se você estiver vendo no Void, ajuda também, né, Luca? Ajuda no Void. Não tem importância. No feed também, quem está ouvindo no feed, eu deixo o link do OAPREGX na descrição. Não precisa ser durante a live, não. Inclusive, deixem like aí quem está assistindo no Void, quem está assistindo ao vivo. Fora isso, amigo, tem algum recadinho? Não. Não tem. Não tem. Então, por hoje, o Café com Video Games, essa semana, dia 4 de maio, é isso.
Ficamos por aqui. Semana que vem, como sempre, estamos de volta com mais um podcast. Obrigado. Tchau, tchau.
OperaGX