Episódios de GE Atlético-MG

GE Atlético-MG #535 - Vitória com autoridade!

04 de maio de 202646min
0:00 / 46:07
A vitória no clássico foi perfeita? Como foi a atuação da arbitragem? Lyanco merecia ter sido expulso? Domínguez deve utilizar titulares diante do Juventud? Com André Ribas, Carol Leandro e Henrique Fernandes. Dá o play!
Assuntos4
  • Expectativas para o clássicoAnálise da atuação do time · Desempenho ofensivo e defensivo · Organização tática e concentração · Personalidade e frieza como visitante · Hulk · Renan Lodge · Bernard · Maicon · Alan Franco · Matheus Cassierra · Nathanael · Júnior Alonso · Juan · Vitor Hugo · Domínguez
  • Futebol e ArbitragemExpulsão de Lyanco · Pênalti para o Cruzeiro · Pênalti para o Atlético · Expulsão de Kaique · Expulsão de Arroio · Decisões do árbitro Flávio Rodrigo Souza · Christian · Bruno Rodrigues · Caio Jorge
  • Copa Sul-AmericanaJogo contra o Juventude · Jogo contra o Botafogo · Jogo contra o Mirassol · Jogo contra o Ceará · Estratégia de escalação · Preservação de jogadores · Dudu · Scarpa · Lianco · Alan Franco · Vitor Hugo · Romain · Passini · Preciado · Alexander
  • Atletico MineiroJogo contra o Fluminense · Luta contra o rebaixamento · Investimento no time feminino
Transcrição125 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Um abraço a você que nos acompanha. Está chegando o GE Atlético aqui na GE TV. O podcast das coisas do Clube Atlético Mineiro. E hoje chega chegando, né? Porque a gente estava aqui a semana inteira falando que seria um clássico duro, um jogo difícil para o Galo. Fechamos uma mensagem final antes do último podcast de que havia possibilidade, por que não, de o Atlético meter o louco e ganhar o clássico. E meteu.

exatamente o que a gente viu no Mineirão no sábado. Olha o sorrisão aqui atrás. O galo doido meteu o louco, ganhou o clássico. E não é que ganhou o clássico achando numa bola, Everson melhor em campo, suando um litro certo. O galo ganhou o clássico de 3x1 e poderia ter sido mais. Teve um momento do jogo que eu pensei, isso vai ser histórico. Se o Atlético fizer as coisas certas, isso vai ser histórico aqui no Mineirão.

Foi histórico, foi mais uma vitória em clássico, elas sempre têm que ser respeitadas e valorizadas. Sou Henrique Fernandes e o GE Atlético chega hoje para repercutir esse Galo 3, Cruzeiro 1, jogo da noite de sábado pelo Campeonato Brasileiro. André Ribas! E aí, tudo beleza?

Eu te consagrei, eu te consagrei, né? Vazei uma história nossa de bastidor, que você falava, o Galo vai ganhar esse jogo, eu falava, cara, é possível. Não, mas me surpreendeu, o Galo é favorito pra esse jogo, você falou antes do jogo. Falei. Aí eu falei, aí já é loucura, André. Tava tudo muito errado, uma hora as coisas tinham que dar certo, né, Carol? Não é possível. E aí quando o Atlético ganhou, ele falou que ia vir hoje pra arrebentar aqui no podcast, porque ele acertou, cravou, quando ninguém acreditava, tudo bem, André? Eu e o Fred Bruno, né? Tudo bem.

Beleza? Alete também lá na aposta no GE.globo. Tudo beleza, Henrique, Carol. Mas me surpreendeu todo mundo o jeito que foi, né? Não foi só um Atlético que venceu o Cruzeiro. Se impôs do início ao fim e poderia ter construído mesmo um placar histórico. Muita coisa pra gente falar desse jogo. Também projetar a sua americana. Falar um pouquinho de Hulk também, né? Claro que sim. Capítulos finais. Claro que sim.

Então, chega mais que tem bastante coisa pra gente estar comentando. É isso. O Karol não foi nem só pelo resultado, cara. Porque surpresa em clássico, vitória do que não é favorito no clássico. Isso aí é mato. A gente vê todo o campeonato brasileiro. Às vezes não com o nosso clássico mineiro, mas no Grenal, no Vasco Flamengo. O Vasco mesmo cavou um empate com o Flamengo. Isso acontece. Mas o jeito, a forma...

Se você traz um alienígena e mostra o jogo Atlético-Flamengo e o jogo Atlético-Cruzeiro, tira as camisas. Fala assim, olha, é o mesmo time. O cara não acredita, velho. Porque o Atlético que se apresentou no Mineirão era outro time em diversos aspectos do jogo. No aspecto de entrega, no aspecto de eficiência, no aspecto de organização. Uma concentração defensiva, assim, excelente. Frieza para jogar como visitante. Não era um problema jogar como visitante para esse time?

Parecia que o Mineirão era preto e branco, a maioria era do Cruzeiro, tinha tido do Galo. Foi um time feito para jogar daquele jeito. Mas jogou com personalidade, né, Carol? Uma vitória completa, Carol Leandro. É o seu momento, parabéns pela vitória no Clássico. Obrigada, um abraço Henrique e André, que saudade que eu estava de chegar aqui com essa tarde toda, viu? Você falou de jogo fora de casa, mas no Mineirão é meio difícil o Galo jogar fora de casa. É, é duro, né?

fez um destaque especial para os 2.500 malucos que estavam lá, que deram o nome, representaram a torcida do Galo como devido. E quem dera todos os jogos do Galo fora de casa fosse contra o Cruzeiro. Porque eu não tenho memória do Brasileirão que a gente perdeu o ponto para o Cruzeiro. Que a gente perdeu um jogo para o Cruzeiro fora de casa. Então...

No Brasileirão está regulando, veio essa vitória que o Galo precisava, e num cenário complicado, né Henrique? A gente vai falar mais desse jogo, mas além de toda a crise da semana, institucional mesmo do Galo, saída do Hulk...

Ainda tivemos Cuejo e Vitor Hugo machucados, que eram os jogadores que mais carregavam a esperança do atleticano de conseguir fazer gols, de criar jogadas de gols. Eles estavam machucados e aí, fora da escalação, veio uma escalação que surpreende a presença do Alonso.

mas que na hora que eu vi esse cara, a única coisa que eu pensei foi no meu pedido por Barba no último começo, quando você perguntou como é que você vê esse jogo, eu falei, eu só quero que o Barba feche a casinha, não deixa o Cruzeiro ficar confortável no jogo e tenta buscar algo.

Ele fez muito melhor do que isso, obviamente, mas quando eu vi a escalação, eu falei, pelo menos fechadinho, o Galo veio para jogar. E o Barba deu um nome no sábado também, viu? O Barba apresentou variação, adaptou.

mostrou para a torcida que a desconfiança que estava sendo criada sobre ele não precisava ser tão aflorada assim. E o homem botou até um terno, porque o Galo jogou de terno no sábado. O homem também veio trajado. Mas tirando isso, Henrique, é um fim de semana de normalidade em Minas Gerais. Voltou ao normal, tudo está certo. O Galo ganha clássico, é o normal se acontecer. E a massa engole na arquibancada.

que também é o que a gente já viu acontecer eu desde que eu nasci.

A minoria atleticana fica bem ao lado da imprensa, né? Onde a gente tem a cabine, onde tem as posições de trabalho ali. Realmente foi um espetáculo muito legal. Esse tipo de jogo a gente costuma falar que só vai louco, né? Só vai louco. Mas os loucos que foram estavam com o gogó bom, cara, porque fizeram a festa realmente muito legal. Foi um barulho absurdo mesmo. E na boa, né? Não teve nenhuma história de briga ali. É, teve assim, copos arremessados ali na zona de imprensa, mas...

Ah, não. Na área de imprensa, eu acho que ali o Mineirão poderia ter um espaço um pouquinho...

dar uma bloqueada, limitar um pouquinho mais. Mas assim, de resto, em questão de briga, que a gente costuma ver, foi tudo tranquilo no Minerosa. Felizmente não tivemos. Bom, o Galo, a Carol estava falando, como visitante contra o Cruzeiro no Campeonato Brasileiro desde 2013. E esse jogo de 13, Riba, você ainda não estava aqui e eu não trabalhava.

foi o Amigos do Leleuta, porque o Galo tinha ganho a Libertadores, meteu o time em reserva pra jogar o Clássico e ninguém ligou pra isso. O Atlético ainda estava virado da final da Libertadores. E aí Cruzeiro ganhou aquele jogo 4x1. Mas assim, de lá pra cá, cara, é muito jogo e o Galo normalmente conseguindo vencer, empatar, enfim, evitar a derrota, mais uma vez conseguiu isso.

E construiu esse 3x1 muito bem. Nossa, tem uma enquete preparada para o programa de hoje? Temos. É uma enquete que não fala do clássico, mas é de um assunto que, claro, a gente vai abordar aqui no podcast, que é a Sul-Americana. O Atlético tem um jogo importante, juventude. Na terça-feira, para classificar, precisa vencer, para ter possibilidade alta. E a gente quer saber, o Atlético viajou com todos os titulares. O Atlético deve ir com o time titular ou misto na Sul-Americana, na sua opinião?

Então, votar lá, titular ou misto, se deve poupar e focar no brasileiro ou não. Coisa apertou na sua americana, tem que ir com força máxima, peraí, vamos ver o que vai acontecer e você pode participar no YouTube da GE TV. Galo e Juventud jogam na terça-feira, e depois o Galo volta a campo pelo brasileiro no domingo, dia das mães, jogo contra o Botafogo.

Um jogo que vai marcar uma belíssima homenagem também pro Hulk. O Hulk não joga, mas ele estará no estádio, vai receber aquela festa de amor. Grande festa no pré-jogo. Que a torcida do Galo sabe fazer e que ele merece demais. Ele merece esse momento. Já deu um pitaquinho no Mineirão, né? Que no final do jogo a torcida cantou a música dele. O Lodge identificou a vitória pra ele também, né? Foi um momento bem maneiro. Falar no tal do Renan Lodge. Tá de sacanagem. Mostrou que chegou, né?

jogou pra caramba, jogou muita bola o Galo que tá buscando novas referências e que o Lorde pra mim teve um papel ele e o Maicon também, eu acho que tá assumindo esse papel é isso, vamos falar do jogo, bom, a Carol falou aqui sobre a expectativa que ela tinha do Galo fechar um pouquinho mais a casa acho que o jogo do Flamengo acentuou isso foi muito fácil fazer gol no Galo naquele jogo

Claro que é um ótimo time, mas sabia-se que se o time não tivesse uma postura muito melhor defensiva, iria sofrer contra o Cruzeiro também. E teve, não só pelos três zagueiros, o Atlético entra com o Lianco pela direita, Juan como homem de sobra, e Júnior Alonso, zagueiro pelo lado esquerdo, com um bom jogo também, apesar do pênalti, que eu acho bem questionável, inclusive. O Vitor Hugo seria o zagueiro pela esquerda, o Barba meio que fala isso antes do jogo, mas o Vitor Hugo estava com um problema também físico, e por isso não esteve à disposição.

Na linha defensiva tinha o Nathanael na ala direita, Lorde na ala esquerda, Maicon e Alan Franco como os dois volantes, Bernard Alaminda, pela primeira vez titular e protagonista no jogo, e o Matheus Cassierra, que está crescendo de produção também, brocando mais uma vez o terceiro gol do Galo. Essa foi a formação, Ribas. Não dá para dizer que foi uma surpresa enorme,

Porque o Barba já tinha trabalhado com três zagueiros em dois jogos. Sim. Contra o Internacional e contra o Fluminense. Não com esse trio que jogou o Clássico. O Ivan Romain foi zagueiro no trio nesses dois jogos. Contra o Inter, a gente lembra, o time não jogou bem, mas venceu. O Everson foi muito bem. Contra o Fluminense, o time não venceu, mas jogou bem. Jogou bem.

Contra o Cruzeiro, ele teve tudo. Com esse esquema, repetindo mais uma vez, que jogou bem e venceu. Como ele falou na coletiva, de área a área. Foi um Atlético, assim, perfeito na execução. E você citou o ponto do jogo contra o Flamengo, porque contra o Flamengo, até teve alguns momentos que o Atlético conseguiu trocar.

E na entrevista ali nos bastidores que o Atlético divulgou, o Maicon fala uma coisa importante, não vamos entrar nesse jogo de trocação, a gente tem que se manter tranquilo e tal, e o Atlético não entrou nesse jogo, conseguiu se defender muito bem, se não tivesse o pênalti assim, daria para falar que foi um jogo...

impecável, defensível, sem erro. O Atlético conseguiu controlar, um cruzeiro que não conseguia chegar na área, não criava a chance, rodava a bola, e muitas vezes o Atlético conseguia apertar e já recuperasse a bola armada e se contratar, com o Minda já bem atento, Cacierra sendo esse cara da referência. E foi o Atlético que conseguiu executar isso muito bem. E quando você tem um cenário que você vê uma semana pesada como o Atlético vinha?

Falta de resultado, falta de desempenho. Pegando um rival que estava num momento de ascensão, com a torcida lotando o estádio, um gol cedo também dá essa tranquilidade. O Atlético conseguiu achar esse gol cedo, e no mérito muito do que o Barba pensou e também dos jogadores que ele escolheu. O Minda muito bem no lance para fazer a leitura de movimento.

O Lodge, perfeito. Atropelando o Lucas Romero. O Bernardo também temporizou a jogada, esperou a chegada do... Um detalhe desse gol também é o Cacierra. É o Cacierra. É o detalhe que mais me pegou. A bola estava mais potável em algum momento. E ele segura e olha o Minda. Ele dá o passe. Ele assume a bola ali. Ele vê que está chegando o Minda e só... E o Minda mete o gol e acho que ele nem esperava o gol. Ele sai comemorando meio maluco, meio nada a ver.

Acho que alguém fala assim, a torcida está ali. Tiveram que indicar o caminho para ele.

Mas assim, acho que foi um atlético perfeito na execução, de área em área, e que surpreendeu todo mundo, né? Acho que a vitória já surpreenderia, mas assim, como foi a execução? O coletivo, o individual, o Nathanael também muito bem, a gente vai falar mais de peças. Eu gostei muito também da entrega dos jogadores sem bola, o Ribas, assim, Bernardo, Minda. Cada um sabendo o que tinha que fazer, o Bernardo falou que foi um dos melhores.

Falou que o Bernardo foi o melhor jogador do Clássico. Sem bola, né? Esses caras acompanhando os volantes do Cruzeiro, tentando tirar o gesto do jogo. As coberturas estavam bem feitas. O Nathaniel, cara, foi um cara essencial para travar esse jogo no corredor. Kaique, que é um lateral do Cruzeiro, que avança muito, não apareceu. Travou o jogo. Apareceu fazer o pênalti no mínimo. É. Mas com bola, produziu muito pouco, né? Mas travou o jogo ali.

Então foi o Atlético que conseguiu se empurrar. Até o Lianco, depois é um episódio à parte da gente falar daquele momento. Mas, cara, foi um cara que... E o Juan foi um cara que tomou um cartão muito cedo e deu esse ponto.

Você já fica assim, né? Acabou o jogo do cara, o cara vai se controlar. Cara, ele sempre no limite, assim, jogando na inteligência, um jogo impecável, desarmando. Teve até umas jogadas com o Caio Jorge ali. Foi assim, a diferença de confiança, né, também. De tudo. Carol, tudo que o Barba planejou pro jogo deu certo, né? O Minda titular e apostando que o Minda pudesse ter uma entrega

sem bola e competir bem. O Minda foi lá e te deu isso. O Bernardo cresceu o nível em relação aos últimos jogos. Não preciso explicar para o Bernardo que é um clássico cruzeiro e atlético. Faz parte da vida dele, está no sangue dele. Alguns dos primeiros grandes momentos dele pelo Galo foram clássicos contra o Cruzeiro. Nesse ano, inclusive, ele fez um gol no clássico do Campeonato Mineiro, o clássico da Arena.

É um cara que sente muito esse tipo de jogo. Subiu o nível também. Cacierra, para ser aquele pivô, a referência. A parede, para dar respiro ao time. Os volantes num jogo muito forte. Michael, principalmente, muito bem dentro do jogo. Tirando o Matheus Pereira da partida. Defesa blindando bem a área. Tudo que o Barba planejou, deu certo, né, Carol Leandro?

Deu certo demais. E uma das coisas... Eu anotei alguns destaque do Galo para eu falar aqui individualmente de alguns jogadores, mas é muito difícil falar individualmente dos jogadores do Galo. O único cara que eu acho que...

não trabalhou muito bem nesse jogo foi o Everson, porque ele não trabalhou. O Everson podia criar o GNV Everson, pra você assistir de dentro do campo. Ele assistiu o jogo. O único que tentou e acertou o gol foi o Gerson. E uma bola, assim, bola de aquecimento.

para o goleiro. E isso é porque a defesa do Galo trabalhou muito bem. E quando eu falo defesa, eu falo do sistema defensivo do Galo. Porque o Bernard, o Barba destacou o trabalho dele sem bola, mas o trabalho do Bernard sem bola foi simplesmente não deixar o Romero jogar. E sem o Romero jogar, o Cruzeiro não tinha saída de bola com qualidade.

Porque o Romero não tinha tempo de pensar as jogadas, de pensar a melhor escapada. E normalmente quando isso acontece, o Matheus Pereira baixa para organizar essa saída de bola. E aí o Michael falou, não vai não.

engoliu o Matheus Pereira no meio de campo. E o Galo, dominando o meio de campo, ele tira tudo que o Cruzeiro consegue fazer de criação de jogada. O fato de jogar com três zagueiros e adiantar os dois laterais, além de segurar os dois laterais do Cruzeiro, o Galo colocou o Lodge no jogo. O Lodge com liberdade. O problema do Lodge é defensivo. O Lodge com liberdade para jogar ofensivamente, ele é isso aí que a gente viu. E... O Lodge com liberdade para jogar ofensivamente,

Sobre o tamanho do clássico, a torcida vem cobrando muito isso dos jogadores, postura, vontade, é esse empenho que a gente quer ver minimamente quando as coisas não estiverem dando certo. Tecnicamente, a gente queria ver essa vontade, essa gana em campo. E o Galo demonstrou isso no clássico. É óbvio que no clássico é muito mais fácil você mobilizar o time para isso. Não adianta a gente criar a expectativa que vai jogar assim todos os jogos. Não existe esse nível de entrega, de intensidade.

de mobilização para todos os jogos, mas dá para ter um pouco do que se teve. E aí o Galo funcionou enquanto equipe, mas individualmente todo mundo fez muito bem o seu papel. Tem um ou outro que você fala assim, cara, não consegui ver tanto desse jogador, mas você pode ter certeza que para todo mundo funcionar, cada jogador que entrou em campo conseguiu fazer muito bem o seu papel. E o Minda, que é o cara que eu mais...

tinha expectativa de ver como funciona, porque ele me dá esperança de que eu vou ver o Galo com dois pontos abertos de novo, coelho de um lado e ele do outro. E ele ontem fez uma boa partida, fez uma grande partida, e ontem o Galo entrou em campo sabendo o tamanho, ontem não, desculpe, sábado, o Galo entrou em campo sabendo o tamanho que é um clássico, e isso fez com que o Galo entregasse mais na partida. E um fator, Henrique, que eu queria muito...

ter conseguido enxergar dentro de campo o quanto seria a diferença de ter poupado no meio de semana e o Cruzeiro de ter jogado com os titulares no meio de semana. E o Cruzeiro teve um jogo muito mais duro, porque o jogo contra a Argentina é muito físico. Eu queria ver qual o impacto que isso de fato teria no jogo. Mas não deu para saber, porque com 15 minutos o Galo já estava na frente, 1x0 ele condiciona o restante da partida. E o Galo...

sobrou, o Galo sobrou em campo em todos os momentos e a gente vai falar de arbitragem, falar de arbitragem na vitória eu acho que é melhor porque não fica com aquele rótulo de choradeira mas o juiz equilibrou o jogo ficou 3x1 pro Galo com o Flávio apitando muito mal

e equilibrando um pouco do que foi a partida. Então, o Galo, eu não consigo achar um problema no jogo do Galo de sábado. A única coisa que eu acho que vai ser um problema é que vai ser difícil o Galo repetir a forma com que ele jogou.

Contra o Juventus, por exemplo, já não vai ter jeito de jogar do mesmo jeito. Contra o Botafogo, semana que vem, dificilmente dá para jogar do mesmo jeito, porque esse estilo reativo não funciona em todas as partidas, principalmente nas partidas em casa. Mas o Galo achou uma maneira de jogar com equilíbrio defensivo, sem deixar de ser perigoso no ataque. Por quê? Porque às vezes que o Galo chegou lá, o Galo foi letal, que era o que estava faltando para o ataque do Galo. Nós falamos, você citou, quando teve...

as duas outras oportunidades que jogou com três zagueiros, contra o Fluminense o Galo jogou bem, mas o Galo não foi letal. Ontem o Galo conseguiu jogar bem e ser letal. E isso faz toda a diferença. Por quê?

Você já está com a proposta de jogar mais trancado. O Galo não jogou recuado, porque tinha muitos momentos que o Galo travava a saída de bola do Cruzeiro. Mas o Galo jogou fechado. Não tinha muito espaço para os jogadores do Cruzeiro nem circularem e nem transicionarem com tranquilidade. Então, o Galo travando esse jogo, quando ele consegue sair na frente do placar, aí acabou. Porque a pressão vai...

fica muito mais difícil pros caras e não pra gente. E só o último destaque, Henrique, o Juan, além desse destaque do cartão amarelo, ele tem jogado o jogo inteiro, ainda conseguindo anular, o Juan, ele foi o cara que ele foi praticamente intocável a partida inteira, porque ele foi bem anulando o artilheiro dos caras.

e ele teve uma postura provocativa em relação ao Caio Jorge, que é um personagem polêmico do outro lado, sem se expor ao risco do cartão vermelho, que daqui a pouco, quando a gente for discutir só sobre o Lianco, a gente vai falar um pouco mais sobre isso, mas essa inteligência do Juan, num clássico, também entra em campo. Não é só a inteligência de você saber que não dá para pegar...

fazer uma falta por trás, não dá mais para matar um contra-ataque, mas também ele conseguiu exercer aquela provocadinha do clássico sem se expor ao risco do vermelho e sem inteligência emocional, que também é muito importante.

E nesse jogo especificamente, pelo que foi a final, esse tema estava muito mais latente, muito mais claro. Como os dois times reagiriam nesse reencontro. E assim, a gente teve entreveiro físico, teve tensão, teve trash talk, como a gente fala. Mas foi...

Mas não foi nada assim que a gente já não veja nos clássicos. Eu acho até que algumas das decisões da arbitragem, Ribas, tem muito a ver com o que foi aquele jogo. O Flávio Rodrigo Souza já foi ali pensando o seguinte, a tolerância vai ser zero, vai ser rígido. E acho que os dois times sofreram com isso em relação à arbitragem. Mas o juiz não teve um peso no que foi o jogo. Eu acho que a síntese do jogo, a descrição do jogo é a estratégia bem executada do Atlético. É isso que fica para mim. É acima de tudo. Não, acho que o Atlético...

teve esses episódios que você citou de arbitragem que a gente pode discutir, o cartão vermelho do Lianco, tem torcida que acha que o Christian no pé alto no Everson

Vou te falar, os dois pênaltis pra mim são discutíveis e o único cartão que pra mim é indiscutível é o do Kenny Arroio. O do Kaique, talvez, o amarelo coubesse em outro contexto de jogo. O do Lianco, talvez, passasse batido em outro contexto de jogo. Com outro árbitro. Mas era um árbitro que tava rigoroso. Querendo ou não...

Vai entrar em campo a final, né? O árbitro acompanhou tudo o que aconteceu, sabe que existe uma tensão, sabe que rolou um estresse do Lian com tal jogador, então ele vai tentar controlar o máximo possível para não acontecer o que rolou na final, porque também fica feio para o árbitro não ter esse controle. E isso acabou picotando, de certa forma, o jogo, mas eu acho que o Atlético foi tão superior e conseguiu executar tão bem a sua ideia que isso fica em segundo plano. A gente está falando de um jogo que teve expulsão, um pênalti para debater,

algumas polêmicas, mas o jogo do Atlético praticamente deixa a gente falar só um pouco disso. Acho que o Atlético não tem a...

Não tem que lamentar nada, porque o mais importante era ganhar o jogo e ganhar da forma como foi. Mas é que em algum momento o jogo... Poderia ser histórico. Falei, caraca. Foi o momento que ficou com dois jogadores a mais no campo. Olha a posição do Atlético e do Cruzeiro aqui pra fazer um resultado histórico. Especificamente. Quando sai o gol do Cacierra, sai a expulsão do Caíca, eu falei, cara, olha... Tempestade perfeita se formando, né?

E tava num cenário assim que, pô, se o Atlético chegar, ele vai fazer. O gol do Cacierras é um gol construído ao natural, assim, num time que tava muito tranquilo em campo. Trocando, e não foi uma jogada direta. E mais umas duas dessas aí, tá 5x0 o jogo. Foi um Atlético que tava com a bola, o Lodi recebeu pela esquerda, foi carregando, foi carregando, a linha foi andando pra trás, ele deu uma ameaçada. E aí por isso o Lodi, quando o Lianco toma o vermelho, porque o cartão do vermelho condiciona a reta final do jogo ali. Por isso que o Lodi ficou tão bravo.

Que ele também sentiu todo mundo. Você sabe o tubarão quando sente cheiro de sangue e já está rondando ali aquela área. Todos os caras que são pesados do galo, os experientes, os experir ali, Lodi, Bernard, Michael, os caras estavam percebendo o que estava acontecendo. O cara ficou para nós.

agora, é só a gente... Vamos jogar. Vamos fazer o que tá fazendo aqui. Aí rola a parada do Lianco, por isso o Lott quebrou. Ah, ali querendo não, galera, vamos ter que negociar o final do jogo. Vamos tranquilizar aqui. Eu acho que, falando dos lances polêmicos, o primeiro pênalti, eu acho que foi pênalti.

se eu olhando a primeira vez eu acho que é um pênalti que eu entendo eu acho que a imagem que rodou no VAR ela é a que mostra mais o pênalti eu entendo porque é um lance muito difícil, é muito rápido mas eu acho que é um toque que ele tá em velocidade saindo na cara do gol e qualquer toque que você tem ali, desequilíbrio eu tava no jogo com o Graffiti, o Graffiti até fala o Minda não fez a jogada certa a certa é ele devolver pro Cacierra aí ele atrasa um pouquinho e alguém tira o pênalti

passe dele, não sei se o Fabrício Bruno, aí ele fica de mano, aí ele meio que fica assim, vou entrar nessa área aí e vou ver o que vai acontecer. Toca no joelho dele. Sou leve, eu vou dar o tapa, o Kaique dá o bote, não pega a bola, pega o Minda, pênalti. Eu acho que foi pênalti. O do Alonso, cara,

Até agora eu tenho muita dificuldade em ver esse pênalti. Você pode até ter algum ângulo aí, daqui a pouco a gente vê aqui na redação. Com o que a gente tinha à disposição, eu não consegui. Um abraço no rosto, braço no pescoço, mano, não vi esse pênalti. Eu não consegui ver esse pênalti também. Eu achei que foi muito criterioso. Foi um contato de jogo, de ar. E aí as expulsões? A do Arroio, indiscutível, ele dá a peitadinha lá, toma o amarelo, dois minutos depois ele mata mais uma vez o tal do Lodi. Jogou demais. Jogou demais.

Ele dá o tapa na frente, o arroio, dois minutos depois de ter tomado o primeiro amarelo, faz uma falta para o amarelo. Três minutos ele levantou esse cartão. O próprio técnico do Cruzeiro, Arthur Jorge, elogiou a arbitragem. Falou que o Flávio fez um bom jogo. Ele teve dois jogadores expulsos do time dele. Eu acho que ele foi mal, não. Não, o Kaique, ele deu o amarelo no campo, o Kaique depois deu o vermelho. O que eu entendi desse lance?

Carol, você vai poder falar da arbitragem, tá? Com calma, eu tô guardando o Leandro que procê. Como força excessiva, né? Eu achei que foi. Então, eu acho que o VAR não concordou com o Amarelo e recomendou o Vermelho porque percebeu que era uma chance dele impor uma autoridade no jogo. Porque acho que como o cenário era muito pro Atlético, ele falou, se você não punir de forma forte essa entrada forte do Kaique, o Cruzeiro vai ter outras.

Porque eles estão batindo no jogo. Se o Atlético começar a tocar bola, eles vão perder a cabeça. Então, assim, imponha a tua autoridade.

Ele foi lá, reviu o lance e deu o vermelho. E o lance do Lianco? O primeiro cartão, acho que... Até o Flávio diz que é porque... Você está falando muito. Foi porque o Lianco estava enchendo o saco ali. Foi falar do Christian. O Christian deixou uma mãozinha ali no rosto mesmo. No início do segundo tempo, a bola com o Lianco vai sair pelo lado direito. Aí amarelo para os dois. Christian e Lianco. Sim, achei justíssimo. Amarelo justo.

O lance em que ele sofre o segundo amarelo, assim, ele pega a bola. Acho que isso ninguém discute. O único toque dele no Bruno Rodrigues é com a mão em cima. É, eu acho que tem uma mão um pouco aberta, assim, a mais. E é uma entrada, tipo, que ele entra com vontade, vamos dizer assim. E pelo momento que tá o jogo, aquilo que a gente falou, 3x0 e tudo.

dava para ter evitado a forma que ele foi para jogar. A gente tem que conhecer a regra, tá? Tentar atingir com uma jogada brusca também resulta em cartão amarelo. Aí ele foi muito violento. A forma como ele foi na bola. O gesto dele, eu acho que era evitável. Por isso que, pô, você está ganhando 3x0, cara. Calma, eu sei que você está falando isso para um zagueiro, jogando um clássico, querendo que ele...

Você não tá jogando clássico, ali você não tava mais jogando clássico. É, ali era o momento dele estar leve. Era desfrutar. É, então acho que assim, eu entendo até a atitude do Lloyd, o Lloyd deve ter visto o lance, pode ser até que mudou de opinião, mas eu entendo a atitude da hora e também, mesmo revendo o lance, eu fico com o mesmo critério em relação a isso. É ter cabeça nesse momento.

Carol, quer falar geral da arbitragem? Do Lianco eu sei que você quer falar. E ele é um cara marcado, né? A gente não pode deixar de tirar isso. É um tema pesado, né? O Lianco, assim, pelo histórico dele, ali a arbitragem já vai pré-disposta. E ele que criou esse histórico aí. Mas deu mole, Carol Leandro. O Lianco tirou do galo, pra mim, a chance de meter uma goleada histórica no Mineirão.

Henrique, é muito se, né? Se o Lianco estivesse em campo, a gente conseguiria. O cenário do jogo mostrava isso. Mas eu acho que a gente deve isolar esse caso do Lianco para falar, porque semana passada eu falei aqui. Eu não tenho dúvidas que a melhor opção para jogar o Clássico é o Lianco, tecnicamente falando. Mas se eu sou o Barba, eu pensaria muito por causa do risco de uma expulsão. Eu sabia que o Lianco estava na mira da arbitragem.

Ele tem um alvo nas costas. Por quê? Porque ele construiu essa imagem. Então, o árbitro já entrou em campo esperando o Lianco dar o mínimo motivo para ele amarelar o Lianco e tentar controlar ele através do cartão. Isso, para mim, ficou muito claro. Óbvio que o árbitro estava fazendo isso por causa de toda a confusão que foi o último clássico. Sim.

Porém, as coisas vão acontecendo e a gente vai vendo que individualmente ele vai sofrer mais com isso, com essa marcação da arbitragem, algo que já aconteceu com vários jogadores no futebol. Antes do lance dele com o Christian, já tinha tido um lance dele com o Kaique, acho que no primeiro tempo ainda, que o Kaique vai tentar tirar, vai sair jogando pela direita, depois que ele dá o passo, o Kaique pega ele e joga ele longe.

O juiz só deu a falta e vida que segue. No lance, aí tem esse lance com o Christian, que o Christian larga o braço, o quarto hábito está próximo, o quarto hábito viu, tanto que o juiz vai para dar o cartão só no Leandro, que o quarto hábito manda ele dar o cartão no Christian também.

E aí o Lianco, por ir lá gritar com o Christian, tomou o amarelo. Mas quando o... Não sei se foi o Mindo ou o Bernard, que caiu numa outra jogada, e o Fabrício Bruno faz a mesma coisa. Não, não. O Bernard mete uma caneta... O Bernard mete uma caneta no Fabrício Bruno, aí o Fabrício faz a falta e dá um enquadro no Bernard. Era para o amarelo, sim. Você está lembrando bem. Mas o critério do Lianco deveria ser, né?

É o Bernal, então. Eu não lembrava se era com o Bernal ou se era com o Minda. Mas então ele foi lá, ou seja, ali não é porque se o zagueiro for lá e for falar com o atacante, eu vou amarelar. Não, é porque era o Lianco. E se ele deixar o Lianco crescer no jogo com isso, daqui a pouco nasce uma confusão. Então foi assim que ele deu o primeiro amarelo. No segundo lance, se ele dá a expulsão direta, o VAR chama e ele vê que não encostou.

no jogador do Cruzeiro. Porém, ele dá o segundo amarelo. Por quê? Não cabe revisão. Eu só vi que ele pegou no replay. Na hora, eu falei assim, caraca, o Lianco partiu o cara no meio. Na hora, eu achei. Então, eu acho que todo mundo do estádio achou isso. Inclusive, por causa disso, que eu acho que o Lloyd deu nele o enquadro. E aí que eu acho que estão as críticas ao Lianco.

Porque quando você já é um jogador marcado, você já está amarelado. O time adversário com dois expulsos, é lógico que o juiz, na primeira oportunidade, ele ia equilibrar, ele ia tentar... Estou igual para todo lado, sabe? Não estou perseguindo o time de cá. Isso acontece na arbitragem. Tanto que o pênalti, para mim, do Cruzeiro, é também nesse sentido.

É isso, Henrique. Aquele pênalti do Cruzeiro. Quando eu consegui ver, se um dia eu consegui enxergar onde é que foi que foi esse pênalti. Não achei pênalti ainda.

Se ele desse toda jogada na área, não tinha futebol mais. Virava uma disputa eterna de pênalti. E eu sei que ele deu pra equilibrar, porque acontece isso na arbitragem. Só que, Lianco, com um alvo nas costas, a gente falou isso aqui do Hulk por muito tempo. Todo mundo pode reclamar, o Hulk não pode reclamar. Por quê? Porque ele já tá marcado. A mesma coisa vale pro Lianco. Enquanto o Lianco...

Foi esse cara que não abre mão do jeito dele, de chegar firme. O Michael falou sobre isso na zona mista, que é o jeito do Leandro, que tem que achar só um jeito de... O Everson também. Falou que ele pagou pela fama, Carol.

Exatamente, e é exatamente isso que ele precisa entender, que enquanto ele carregar essa fama e os árbitros já entrarem em campo olhando para todas as atitudes dele, ele vai precisar segurar a onda. A minha crítica ali não é a expulsão de fato do Lianco, é o fato dele saber que ele estava na mira para ser expulso.

que ele era uma presa fácil para essa compensação da arbitragem e mesmo assim ele ter dado tudo que os caras precisavam. E ele não prejudicou o Galo, não foi nesse jogo, porque obviamente se goleia seria histórico e etc., mas os três pontos ali estavam garantidos. Porém, o Lianco perdeu a oportunidade de uma sequência de titular.

num jogo que vai ser um jogo de casa cheia semana que vem, porque ele teve uma expulsão boba. Esse tipo de mole que eu acho que o Lianco não pode dar. É aí que precisa entrar o equilíbrio. Quando eu falo equilíbrio, não é porque eu acho que ele entrou...

descabeceado na partida. Não. Mas é que ele sabe da fama que tem. E mesmo assim, ele quis jogar como se ele fosse qualquer outro jogador. E nesse momento, principalmente em jogos contra o Cruzeiro, não é. Quando foi os olharzinhos, as falinhas do Caio Jorge com o Juan...

O juiz só chegou lá, puxou um para cada lado, toda hora que os dois disputavam uma bola, o juiz já estava perto, porque o juiz não queria deixar aquilo inflamar. Com o Lianco, a correção foi o amarelo, não foi a conversa. Então, é isso que eu acho que ele deveria...

saber, não é justo, tá? Não é justo você achar que o cara, sem estar errado ainda assim, ele vai ser punido. Se a gente for olhar isso e tirar o nome da pessoa, todo mundo vai falar, mas assim não é certo, a arbitragem não pode pegar jogador. Mas é assim que acontece no futebol. Ele vai ser o alvo de todos os atacantes para provocar. Ele tem que aprender a lidar com isso.

A gente não comenta o futebol ideal e o Lianco não joga o futebol ideal. A gente comenta o futebol real e o Lianco joga o futebol real. Se a tolerância é menor com ele, cabe a ele não dar margem. Mudar essa postura. Deu mole. Não é fácil. E se ele começa a ser um jogador mais limpo, mais tranquilo, mais fair play, vai desfazendo isso com o tempo. Assim como na época do Hulk lá se reclamasse menos, o juiz ia olhar menos para ele.

Mas, assim, o Hulk é um tema pra gente falar especificamente pensando no jogo de fim de semana. O Galo agora é 11º colocado, André Ribas. Ele tem 17 pontos. O Campeonato Brasileiro tá bem achatado no meio aqui. Tô olhando aqui do Bragantino com 20 até o Corinthians com 15. Tá saindo grupos ainda, né? Não tem blocos, né? Só tem um. Muito claros, né? O Corinthians é o primeiro na zona de abaixamento, tem 15. Então tá dois pontos abaixo do Galo.

E o Bragantino é o sétimo, três pontos acima do Galo. Então tem cinco pontos nesse achatamento. Trocentos clubes. É hora de você engatar uma sequência positiva, né? Exatamente. E o Galo vai ter a chance dentro de casa, pegando o confronto direto. O Botafogo é o décimo. Os dois têm campanha muito semelhante. O Botafogo está na frente pelo saldo. O Botafogo tem um jogo a menos também. E o Botafogo, no meio de semana, tem Sul-Americana pesada.

Joga com Racing, quarta em casa. O Botafogo está olhando para a Sul-Americana para buscar a classificação. E o Galo tem Sul-Americana também.

Só que um contexto diferente de Sula. É até um dos temas da nossa enquete. Tá com três pontos. Jogo amanhã, né? Às sete da noite no Centenário contra o Juventude, né? Sem pressão, teoricamente, torcida. Não vai ter um cenário assim. Cara, você acha que ele tem levado os titulares? Não é sinal que ele vai botar um pouco mais de peso nesse jogo? Eu acho que é um sinal que ele vai botar mais peso, mas...

Vai com alguns, eu acredito. Não vai com força máxima 100%. E também pensando na semana de trabalhar, né? É um jogo muito colado também com a partida de sábado. Tá bom pra ele, porque o Wotafogo joga quarta. Sim. Terça até domingo ele tem um prazo bom pra recuperar o time.

A viagem é curta, Montevideo é de boa. E assim, o Lianco já não joga no final de semana. Então deve começar. Ele vai jogar esse jogo. Alan Franco. Franco também suspensa, terceiro amarelo. Então você já tem ali um começo. O Everson que vai para todo jogo possível. Aí você tem algumas situações. O Vitor Hugo viajou, o zagueiro, com o time. Então pode ser que volte. Mas o Vitor Hugo meio campista e o Coelho fora. Eu acho que já é pensando em uma recuperação mais tranquila, preservar. Eu acho que pensando muito no time titular.

agora contar um segredo pra vocês aqui, um segredo não, levantar um ponto aqui, mesmo ganhando tranquilo do Cruzeiro, atropelando Dudu e Escapa não entraram no jogo não entraram no jogo teoricamente jogam esse do Uruguai, se é o time reserva, vamos ver o que ele vai planejar pensando em ataque ali provavelmente vai dar um descanso quem sabe pro Minda

jogou da sua americana, jogou esse. Teoricamente deveria pensar não, o momento é tipo, eu botaria. Botaria em alto, não sei, mas acho que o Dudu pode ser um caminho pra esse jogo. Aí se tem o Scarpa, que eu acho que no meio de campo, então acho que vai ser um time não tão reserva como a gente viu na última rodada.

como uma base de um time titular, mas também preservando alguns jogadores, pensando nesse Botafogo. Eu estou olhando aqui no celular, porque depois do Botafogo, o Atlético tem um Mirassol jogando na Arena MRV. São dois jogos em casa. É um momento para você... Até o Domingues falou nisso na coletiva, né? Esse jogo não pode ser um teste. Imediatamente após o Botafogo é o Ceará, só para a gente situar. Isso, Copa do Brasil. O jogo de volta lá no Castelão. Mas no Brasileiro são dois em casa seguidos.

Isso, e o Domingues falou muito bem na coletiva que esse jogo não pode ser o teto do Atlético, tem que ser a sequência. E o Atlético nessa temporada ainda não teve uma sequência de resultados de três vitórias, quatro vitórias, uma sequência de quem quer, de fato, brigar por uma vaga na Libertadores. E como você falou, está tudo muito rolado. Se você ganha esse jogo do Botafogo e ganha do Mirassol, você já parece na primeira página. É uma sequência que, então...

E esse jogo da Sul-Americana, a gente tem que levar em conta também essa sequência pesada e que, dependendo do resultado, já te deixa numa situação muito complicada, né? Mesmo com dois jogos em casa. Se o Cienciano ganhar no Porto Cabelho e o Atlético perder o jogo dele, virtualmente eliminado, sem chance de ser líder e virtualmente eliminado até da repescagem. Praticamente eliminado. Ô Carol, se for pra ganhar a Sul-Americana, é pé embaixo nesse jogo de amanhã, hein?

Pô Henrique, eu nem levaria os titulares para lá. Eu acho que além de entrar com reserva, ainda tinha que dar bastante minuto de titularidade mesmo para uma molecada aí. Para a garotada da base, que foi para esse último jogo do Porto Cabido, mas praticamente não jogaram. Ali é segurar o Cacier, jogar o Cauã lá no ataque de novo.

Você quer dar experiência, você vai na experiência ali com o Alexander e o Alain Franco no meio de campo, porque o Franco está fora do Brasileirão, o Lianco joga na zaga, então ele joga com o Romain, o Passini vai entrar no lugar do Lodi, preciado que perdeu o avanel de vez, joga lá na direita. Não são jogados, por exemplo, preciado.

o Lianco, depois você joga Alan Franco, Alexander, Dudu, Scarpa, eu acho que você tem jogadores experientes o suficiente para mesclar com a garotada e apostar no vigor físico, ir para dentro dos caras, aproveitar que não é um jogo com altitude, que eu acho que isso pode ter pesado para usar menos a molecada no último jogo. E eu não acho que a Sul-Americana tenha que fazer a gente correr qualquer risco.

E essa sequência no Brasileirão, o Galo teve uma oportunidade de sequência de vitórias assim, que foi naquele jogo contra o Santos, que o Galo não jogou nada contra o Santos. E eu falava muito dessa sequência, da importância dessa sequência. E agora bate na porta de novo uma oportunidade dessa sequência. Vamos...

E mais do que a sequência, é provar também que esse jogo contra o Flamengo dentro de casa foi um deslize, mas que nós vamos voltar para a normalidade da temporada até aqui, que era vencer dentro de casa com o Barba. Então, vencer esses dois jogos é muito importante para o Galo. E aí, semana que vem, a gente tem um confronto contra o Ceará que vai ser duríssimo.

Um gol apenas de vantagem que a gente está levando para lá não é para sentar no resultado. Vai ter que jogar muita bola lá. Então, eu acho que o jogo que vai ter que ficar com espaço curto ali, sequência de quarta e domingo, e jogar com titulares, tem que ser o contra o Ceará, não tem que ser o contra o Juventude.

Eu não acho que vale esse esforço todo, esse risco todo para a Sul-Americana. Lembrando que a gente acabou de perder o Cuejo e o Vitor Hugo por lesões. Então, acho que o Galo não pode perder mais jogadores do time titular por lesão, por acúmulo de jogos, por acúmulo de esforço. Então, por causa disso, eu levaria a garotada. E quando eu falo isso, não é sobre abrir mão da Sul-Americana.

sobre acreditar que essa garotada, mesclada com as reservas experientes do Galo, são melhores do que o Juventus. E dá para ganhar, dá para jogar bola. Não precisa, na minha opinião, aumentar o desgaste.

dos jogadores titulares, porque essa sequência até a parada da Copa, desde a última data FIFA até a parada para a Copa, é uma sequência muito pesada, que acaba no final de maio. É o último jogo, né? O final de maio. Até lá, o Galo vai nessa pegada. Quarta-domingo, quarta-domingo, quarta-domingo.

Porque se a oportunidade que a gente tiver de não usar titulares no meio de semana para garantir um vigor físico maior nas partidas do Brasileirão, elas devem ser feitas. E eu acho que se o Galo tivesse vencido melhor o Ceará aqui, ele ia ter duas semanas para jogar misto contra o Juventude, misto contra o Ceará. Como não abriu essa vantagem, para mim é reservaço contra o Juventude. E aí, se precisar mesclar, mescla contra o Ceará.

Aí a opinião da Carol Leandro, que odeia sul-americana, tô brincando, acho que faz sentido realmente o que ela falou, principalmente de o time misto, o time reserva, ter condição de gado aventura, nesse ponto é verdade. O problema é que eu também achava isso lá na Venezuela. Se esse ano menos, porque a gente sabe que tem altitude, se esse ano é o melhorzinho dos três que o Atlético enfrenta nesse grupo.

Mas Juventude, sim, cara. A gente viu o Juventude jogando aqui. Não precisa ter força máxima, pé embaixo, esforço de classe. Tem que ter esforço pra ganhar o jogo. Eu acho que ele vai rodar o time com chance de ganhar. E se ganhar o jogo, traz pra si o grupo, né? Porque fecha os dois em casa, as duas últimas rodadas.

Entra no páreo de vez. Dependendo do que acontecer no outro jogo, você já fica no cenário bem... Dependendo só de você. Ano passado dependia só dele. E deu ruim. Teve que ver aquele negócio do Bucaramanga. Passou dois jogos a mais. Um passo de cada vez. Enquete? Fechada? Fechada. A Lavina me mandou aqui. Deixa eu abrir. E você citou do Scarpa e do Dudu? Outro Ivan, né?

O Atlético, pô, o Lianco ficou amarelado, o Tresold ficou amarelado e em nenhum momento também ameaçou. O Román que o pessoal lá do Chile tem uma esperança danada de ele virar um zagueiro de referência, de ganhar minutos no Galo, mas vou falar o que é da zaga do Galo depois desse jogo de saque. Joga esses caras aí, não se querem jogar pra caramba, segue a vida. Tá abaixo.

A gente perguntou, né? O Atlético deve ir com o time titular ou misto na sua americana. Para 68%, o Atlético tem que ir com o time titular, colocando peso nesse jogo diante do Juventude. Para ter uma vida mais tranquila e para 32%, o Atlético tem que preservar alguns jogadores e colocar um time misto em campo. Amanhã a gente descobre qual será a decisão do Barba. Atlético feminino, as vingadoras, deram mole no dia 1º no jogo de sexta-feira.

Estavam ganhando de 1x0 até o finalzinho. Deixa eu escapar. Cola da Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh Wh

O Fluminense buscou empate, hein, Carol? É, uns jogos cruéis, viu? Porque foi muito no finalzinho, assim. Mas a gente sabia, né, que ainda falta um pouco de cancha ainda para as meninas. A dificuldade que ia ser a Série A1. E as Vingadoras vão aí. Uma coisa que não dá para reclamar das Vingadoras é uma entrega total. Não só de disposição, igual a gente fala, mas...

de entrega tática, de tudo que a Fabi pede para ela jogar. A gente joga do jeito que precisa ser jogado e o nosso papel é continuar.

apoiando na busca do objetivo, que é seguir na Série A1, para que, quem sabe, ano que vem o Galo não coloque um pouco mais de investimento nas Vingadoras, e com a instabilidade na Série A1, é um argumento a mais que se ganha para brigar pelas Vingadoras lá dentro, mas que mole que nós demos, viu? Vacilamos no finalzinho do jogo, e são coisas que vão acontecer quando você tem um...

Uma disparidade, a gente briga dentro do campeonato brasileiro Série A1, que é um nível alto já, a gente briga com outro nível de disputa, mas é muito importante que o Galo consiga se consolidar na Série A1 para depois a gente subir alguns degraus. Nesse momento, Galo 13º, 9 pontos dentro da competição, está 6 pontos à frente do Z2, que tem América e Vitória.

Posição relativamente confortável nessa luta contra o rebaixamento. Esse é o campeonato do Atlético, né? Mas uma vitória contra o Fluminense. O Fluminense é o oitavo nesse momento. Então o Galo deu mole mesmo. As Vingadoras deixaram escapar esses dois pontos aí no finalzinho. Chegaram a jogar com uma, jogadora menos. Se teve expulsão, enfim. O Galo foi da Nini, tá? Só pra gente registrar também a altura do gol. Acho que fechamos, né?

Fechamos. Sobre o Hulk não teve avanço, né? E a gente vai ter quarta-feira após o jogo do Juventude. Um podcast que a gente pode projetar. A gente vai preparar essa despedida de domingo que vai ser incrível. Desse momento de fechar um ciclo, né? Não teve novidade. Sem novidade. O Hulk já não é mais jogador do Atlético formalmente. Já foi feito o trato. Se despediu dos jogadores no final de semana. Agora também no churrasquinho na casa dele.

E sábado, domingo, o torcedor vai ter a oportunidade de se despedir dele antes da partida. O Atlético está ainda preparando uma festa bem especial. Quem sabe até quarta a gente já descubra algumas coisas. A gente já traga alguns detalhezinhos legais dessa grande festa. Que a Carol vai estar, com certeza.

pra dar esse último abraço desse momento do Hulk. Eu acho que o Hulk nunca vai se desvincular do Atlético. Nunca mais. A gente vai ver o Hulk mais vezes no futuro. Claro que ele vai virar jogador do Fluminense daqui a pouco. E aí você distancia, né? Até por respeito a outra camisa. Mas uma hora o Hulk vai parar de jogar e o Atlético é o clube da vida dele. O Atlético é o clube da vida dele. E isso não vai mudar. Então agradeço, André Ribas. Obrigado. Quarta-feira tem mais. Já é Atlético.

Carol Leandro vai estar ligada lá no jogo, está de centenário amanhã, um jogo às 7 da noite. Se o Galo ganha do Juventude, volta a discutir a Sul-Americana Série, se perde, pode até ser eliminado ali virtualmente da competição. Eu sou Henrique Fernandes, agradeço também a Lavínia Guiar que nos coordenou aqui, agradeço a você, principalmente, Atlético Campo. Parabéns pela vitória no Clássico, uma exibição completa, uma vitória surpreendente, por isso o futebol é tão bacana, surpreendente para os mortais, para o André Arribas nenhuma surpresa.

porque ele falou que o Galo era favorito e viu esse favoritismo na visão do André se valer no campo nesse último sábado. Valeu, galera. Até a próxima.