O Código Invisível da Escassez: O Padrão Oculto que Bloqueia a Sua Abundância
Já parou para pensar porque é que, por mais que se esforce e tente mudar, há padrões de escassez e comportamentos que parecem indestrutíveis na sua vida? Você tenta contrariá-los com toda a força, lê livros, estuda, mas na primeira curva da estrada, lá estão eles de volta.
A verdade é que aquilo que tenta combater no presente raramente nasceu hoje. Para entender o que o trava, é preciso recuar à infância, entre os 0 e os 7 anos, e olhar para o código invisível que herdou da sua matriz familiar e do seu passado.
Neste episódio do podcast Vida Sem Limites com Luís Alves, exploramos como as crenças hereditárias, a lealdade inconsciente ao clã e os programas enraizados moldam a nossa realidade financeira — e porque é que a epigenética nos prova que, embora a informação esteja lá, nós não precisamos de acender todas as lâmpadas da escassez.
Descubra como quebrar este padrão oculto, reescrever a sua identidade subconsciente e autorizar-se a viver a verdadeira abundância.
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- Código da Escassez Hereditário· SociedadeCrenças hereditárias·Lealdade inconsciente ao clã·Programas enraizados·Traumas familiares·Medo inconsciente de superar os pais
- Quebrando o Padrão de Escassez· SociedadeMapeamento de crenças de origem·Identificação de frases e comportamentos familiares·Diferenciação entre agregar e subtrair valor·Honrar antepassados crescendo acima deles
- Impacto da Infância na Prosperidade· SociedadeProgramação subconsciente até os 7 anos·Herança genética e comportamental·Analogia dos edifícios e lâmpadas
- Reprogramação Mental e Abundância· SociedadeReprogramação diária do subconsciente·Construção de novos edifícios mentais·Plataforma A Frequência da Cocriação·Técnicas de PNL e hipnoterapia
Você já se perguntou se a vida que está a viver é realmente sua? Ou se está apenas a repetir a história da sua família? Sem perceber, a maior parte das pessoas carrega um software financeiro e emocional que não lhe pertence. Frases como: na nossa família tudo é difícil, Ou o dinheiro custa muito a ganhar entram no seu subconsciente antes dos 7 anos de idade e criam uma lealdade invisível. A verdade é dura, mas libertadora. O seu bloqueio com a prosperidade pode ser um medo inconsciente de superar os seus pais.
Hoje, no podcast Vida Sem Limites, vou mostrar-lhe como identificar essas crenças hereditárias, quebrar o grão familiar e autorizar-se a viver a abundância que merece. Olá, meus amigos, está aqui Luís Alves, mentor, palestrante, autor best-seller, e seja muito bem-vindo a mais um episódio do meu podcast Vida Sem Limites. Hoje vamos falar sobre o código da escassez. Que código esse que pode estar na origem do bloqueio que nos impede de prosperar, ou seja, de crescermos e de ultrapassarmos determinados patamares de abundância?
Certamente algumas pessoas questionam porque é que elas batalham toda uma vida e chegam ali a um patamar e que não conseguem ultrapassá-lo. Vamos imaginar que há alguém que fatura 50 mil euros por ano e que por mais que tente novas estratégias nunca consegue ultrapassar essa barreira. A mesma coisa em relação ao estilo de vida. Eu quero um estilo de vida diferente, um estilo de vida mais rico, mais abundante, mais preenchido, mas parece que há qualquer coisa que me impede de conquistar aquilo que eu desejo.
Então hoje vamos precisamente falar sobre algo que nós herdamos, tanto na parte genética como também na parte de programação inicial, nos primeiros 7 anos de vida, e que pode estar nessa origem. Então vamos aprender a identificar, vamos aprender também a ressignificar e depois a corrigir esse código de escassez. Ok? Antes de iniciarmos, queria pedir uma coisa que é muito importante para mim e que a vocês não custa nada, que é fazer inscrição na plataforma onde você está a escutar estes episódios.
Quanto mais mais inscritos nós tivermos nestas plataformas, mais o algoritmo vai recomendar estes conteúdos valiosíssimos para que possamos criar aqui uma comunidade crescente de pessoas prósperas, abundantes e que vivem de forma equilibrada e feliz. Então é este o pedido e agradeço desde já pela sua colaboração. Então vamos lá, eu vou dar o início a esta explicação fazendo aqui uma analogia muito simples e que você vai compreender de uma forma muito mais suave aquilo que é um princípio muito complexo.
Ok? Que tem a ver com o envolvimento da parte genética ou epigenética e tudo aquilo que é a parte de programação inicial nos primeiros 7 anos de vida. Ok? Imagine, quando você nasce, que você tem um terreno ilimitado, ou seja, um terreno cheio e cheio e cheio e cheio de extensão de quilómetros e quilómetros e quilómetros. Isso representa aquilo que é o seu potencial, ou seja, aquilo que é matéria-prima onde você pode construir.
Todos nós nascemos com terrenos ilimitados e mesmo que o nosso terreno seja muito, muito expansivo, nós podemos sempre ainda crescer ainda mais. Mas vamos imaginar que nós enquanto criança nascemos como um terreno, ok? E quando nós nascemos com esse terreno, nós vimos numa herança genética dos nossos pais, não é? Pais, avós, bisavós, trisavós e por aí vai, ok? Então significa que nesse terreno já estão implementados alguns edifícios, que é a nossa base, não é?
As nossas características físicas, comportamentais, por isso é que se diz sai ao pai, sai à mãe, enfim. Portanto, nós já temos alguns edifícios ou algumas edificações nesse terreno muito grande que temos todos quando nascemos, ok? Mas mesmo que os edifícios, que essas edificações existam, elas só são utilizáveis se estiverem iluminadas. Vamos fazer aqui esta comparação. Ou seja, nós precisamos de lâmpadas para fazer a iluminação desses mesmos edifícios.
Então vamos imaginar que quando nascemos nós temos 10.000 lâmpadas, ok? À medida que nós vamos crescendo, a partir do momento em que começamos a estar condicionados àquilo que é o comportamento dos nossos pais, dos nossos vizinhos, dos professores, etc., sobretudo até aos 7 anos de idade, vamos construindo mais edifícios, vamos aprendendo coisas novas, novos talentos, novas competências e vamos precisando de mais luzes. Ok, só que há aqui uma questão: à medida que nós vamos crescendo, e sobretudo a partir dos 7 ou 8 anos até à idade adulta, os edifícios que vamos construindo são muitas vezes condicionados pelos edifícios que já existiam no passado, ou seja, aqueles que já vieram connosco no momento de nascimento.
Ou seja, a arquitetura é semelhante e, à medida em que nós vamos construindo mais edifícios semelhantes, nós vamos criando mais pontos de luz. Nunca se esqueça que os edifícios só têm uma parte funcional se estiverem iluminados. Então vamos imaginar que numa idade adulta, no momento em que você está neste momento, você já tem uma quantidade enorme de edifícios, todos eles uma arquitetura semelhante àquilo que você construiu nos primeiros 7 anos e que tem neste momento, por exemplo, 30.000 lâmpadas.
Ok? Então tudo está funcional. Mas se nós sabemos que a arquitetura dos edifícios atuais é condicionada por aquilo que é a arquitetura dos edifícios do passado, ou seja, há uma inspiração arquitetónica em relação àquilo que nós construímos hoje, e se nós temos a parte da iluminação que é fundamental para a funcionalidade desses mesmos edifícios, então se nós hoje enfrentamos um problema que é: nós não conseguimos prosperar, crescer como gostaríamos e nós não temos um nível de abundância que satisfaça as nossas necessidades, então há um problema na origem.
Porque se eu construo o mesmo edifício, o mesmo tipo de edifício, vezes e vezes sem conta, veja bem, um edifício de uma arquitetura mais moderna representa um crescimento, representa um maior nível de abundância. Se esse edifício, por exemplo, tiver mais elementos de decoração e de funcionalidade, o que é que significa? Eu estou a ser mais abundante. Então, se eu repito o mesmo padrão, significa que o problema está lá atrás. E de onde é que vem o problema?
Se eu falei aqui na parte da genética, o comportamento dos nossos pais, dos nossos avós e de gerações anteriores está impresso nos primeiros edifícios que surgem quando nós nascemos, então significa que nós somos condicionados imediatamente a partir do momento em que nascemos. Ok? Porquê? Porque já vimos com determinadas características que são inatas. E que vem sobretudo no nosso código genético. A nossa biologia já carrega isso.
Então vamos imaginar que um avô nosso teve um trauma, teve uma falência há 150 anos atrás, ok? Significa que existe uma grande probabilidade que eu tenha exatamente o mesmo tipo de acontecimento na minha vida. Porquê? Porque o edifício da falência já vinha de fábrica quando eu surgi. Eu sei que isto pode parecer uma coisa estranha, mas é assim que funciona. Então, vamos pensar. Temos aqui um primeiro problema, que é: se no nosso passado nós tivemos os nossos antepassados a viver de uma forma muito escassa, sempre com muito medo do dinheiro, que não conseguiram crescer, que não tinham espírito empreendedor, que passaram fome e tudo isso, isso está impresso no nosso código genético.
Não há como fugir, ok? E depois temos aquilo que aconteceu nos primeiros 7 anos de vida. Vamos imaginar que os nossos pais, que não seguiram o padrão daquilo que eram os seus próprios pais, ou seja, os seus avós, então os edifícios já podem ser construídos de uma forma diferente. Você vem com um código genético que já traz uma série de edifícios numa determinada arquitetura ou linha arquitetónica, mas depois vai construindo algo diferente através de quê?
Da observação, o tal contágio social. Os seus pais comportam-se de uma determinada forma e você absorve esse comportamento como seu novo padrão. E é isso que vai formando o seu subconsciente, o seu piloto automático, aquilo que são os seus paradigmas, as verdades absolutas. E ainda que você, em idade adulta, decida uma coisa diferente para a sua vida, se não houver o reconhecimento que existem padrões genéticos e padrões comportamentais que foram herdados nos primeiros anos da sua vida, você não consegue dar o salto.
Porquê? Porque você está sempre constantemente a iluminar os edifícios que determinam aquilo que é o seu nível de crescimento, o seu nível de prosperidade, aquilo que é o seu patamar de abundância. Então agora nós temos aqui um dilema: o que fazer se eu hoje consigo reconhecer que, ainda que eu não compreenda conscientemente que tenho isso dentro daquilo que são as minhas características, sejam elas herdadas biologicamente ou herdadas através da observação comportamental dos nossos pais e avós na altura da infância?
O que é que eu faço? Mais uma vez, não se esqueça, os edifícios existem, mas para que eles estejam ativos eu tenho que os iluminar. Então Vamos utilizar novamente aqui este exemplo das 30.000 lâmpadas. Se dessas 30.000 lâmpadas eu apago 20.000, aquelas que não me agregam valor, e começo a incidir a iluminação nas 10.000 que estão com os edifícios que eu quero fazer crescer, quero desenvolver mais naquele sentido, naquele alinhamento, através de uma competência que eu aprendi, de um curso que eu fiz, através de uma licenciatura, através de uma nova profissão, de uma nova empresa, uma ideia de negócio, Então eu tenho que manter apagadas as luzes do passado, começar a dar atenção aos edifícios que eu quero realmente fazer multiplicar e começar a atrever-me a construir diferente.
Ou seja, novas construções, novas arquiteturas, novo nível de acabamentos e por aí vai. Ok? E o que é que vai acontecer? Se eu tenho essa capacidade, a próxima geração, ou seja, os meus filhos, os meus descendentes, já não vão ter os edifícios iluminados quando nascerem, que eram pertencentes aos meus antepassados, aqueles que não me agregam valor. Vamos dizer que cada um dos edifícios tem uma representação: momento de fome, momento de escassez, uma crise, uma falência, algum tipo de abuso, a pessoa ter sofrido violência.
Não importa, cada um dos edifícios representa uma parte dos nossos antepassados e isso está tudo impresso no nosso código genético. Ok? E agora você pergunta: Ó Luís, então quer dizer que eu não consigo evoluir na minha vida muito provavelmente por aquilo que aconteceu com os meus pais ou com os meus avós? Porque existe aqui uma característica que nós não compreendemos, mas que todos nós temos, que é: independentemente da relação que temos ou não com os nossos pais, podemos ter tido uma infância muito dolorosa, muito rígida e queremos nos afastar dessas lembranças, isso está impresso dentro do nosso subconsciente.
Então, de uma forma também inconsciente, eu tento honrar os meus pais, honrar os meus avós, honrar os meus antepassados através daquilo que é a minha vida. E muitas vezes honrar é não ultrapassar aquilo que os outros do passado conquistaram. Então vamos imaginar, fazendo uma associação, uma comparação com os dias de hoje, se no passado, equivalente ao dinheiro de hoje, o seu avô, o seu pai nunca ganhou acima de 50 mil euros por ano, Então, inconscientemente, sem que você perceba, você vai estar sempre a sabotar todas as oportunidades que surgirem para você ultrapassar essa barreira.
E isso é uma coisa muito perigosa, porque deixa-nos frustrados, deixa-nos também com muitas dúvidas. Afinal, eu ando aqui a fazer investimentos, a aprender novas formações, a fazer novas competências, a procurar novos clientes, e estou a tentar honrar os meus pais não ultrapassando aquilo que foram as conquistas deles? Dos meus avós a mesma coisa, meus bisavós e por aí vai. E a verdade é que já está comprovado há muito tempo que a epigenética, mais ligada à parte da biologia e esta parte comportamental inicial na nossa vida, nos primeiros 7 anos, é uma coisa que nos limita em idade adulta.
Muitas vezes aos 60 anos é que nós temos essa consciência. Porque é que eu continuo a repetir sempre o mesmo padrão? E muitas vezes está associado àquilo que nós vimos acontecer com os nossos pais, ou que já vem de gerações anteriores. Então vamos agora debruçar-nos sobre se realmente nós pensamos que desonramos aquilo que é a nossa ascendência, ultrapassando, crescendo, tendo uma vida diferente. Então vamos tentar reposicionar tudo aquilo que nós acreditamos e fazer aqui um caminho diferente para nós encontrarmos a solução para essa limitação, para esse código de escassez.
Primeira coisa que temos que fazer, e isto não existe outra forma de dar a volta, nós temos que mapear as nossas crenças de origem, ok? Então aquilo que eu vou sugerir que você faça, isto é uma coisa que podemos fazer uma vez por ano, de 6 em 6 meses, ou sempre que sentimos que estamos travados, ok? Vamos pensar nas frases que mais ouvíamos os nossos pais ou avós dizerem quando éramos pequenos em relação a dinheiro, em relação ao emprego, em relação a relacionamentos ou a um casamento, em relação à alimentação, em relação àquilo que é propriedade, tudo aquilo que foram frases que nós ouvimos de forma consistente nos primeiros 7 anos de vida.
Ok? E vamos escrever cada uma dessas frases. É difícil ganhar dinheiro. Isto está tudo muito difícil. Ah, isso não é para nós, isso é para os outros, para os ricos. Há muitas frases feitas que inconscientemente eu fui absorvendo. Ok? Portanto, a primeira coisa é mapear cada uma dessas frases. Depois também perceber em termos de comportamento. O comportamento dos nossos pais e da nossa avó em relação à gestão financeira, em relação a investimentos, em relação a planeamento familiar, em relação à gestão das finanças mensais.
Como é que geriam as contas? Estavam sempre com dívidas? Se não estavam com dívidas, faziam poupanças? Se tinham uma boa gestão daquilo que era o consumo? Ou seja, daquilo que compravam, daquilo que era o orçamento mensal em termos de gastos. Vamos pensar em tudo isso e listar tudo isso. E depois vamos olhar para cada uma dessas frases, para cada um desses comportamentos e pensar: isto é uma coisa que me acrescenta ou uma coisa que me subtrai?
Isto é uma coisa que agrega valor neste momento à minha vida face às ambições e àquilo que eu estou a tentar conquistar ou algo que está totalmente desconectado? Então primeiro eu tenho que trazer para o consciente aquilo que está no subconsciente. Frases, comportamentos, atitudes, enfim. Depois pensar se aquilo me agrega valor ou não agrega valor à minha vida. E depois nós temos que pensar aqui como é que nós vamos honrar os nossos antepassados sem repetir os comportamentos do passado que neste momento não nos agregam valor.
Porque veja bem, muitas pessoas acreditam que crescer em demasia, que é desonrar os seus antepassados. Eu acredito que a melhor forma de honrar os antepassados é crescer precisamente muito acima daquilo que foi a geração anterior. Eu próprio batalhei com algumas coisas em relação, por exemplo, à parte salarial, em relação à figura masculina, à figura feminina, porque aquilo que eu vi acontecer com os meus pais foi algo que no início da minha carreira me condicionou.
E só muito recentemente, há cerca de 15 anos atrás, é que eu consegui ressignificar isto para que eu pudesse crescer e efetivamente comecei a crescer, ok? Mas mesmo em relação à forma de trabalhar ou não ter uma profissão mais convencional, digamos assim, para mim eu sempre fui ensinado que tinha que ter uma profissão convencional, receber um salário a fim do mês. Enquanto empreendedor, uma coisa que não existe é garantia de quanto é que a pessoa recebe por mês ou fatura por mês.
E hoje eu estou bem com esse tipo de postura. Eu hoje sinto controlo. Eu hoje sinto que foi isso que me permitiu crescer e expandir. Mas eu tive que trabalhar isso em mim, percebendo que ainda que eu não trabalhe ou que não viva da forma como fui ensinado, eu continuo a honrar os meus pais, os meus avós e os meus antepassados. Ok? Precisamente porque eu dei o salto, e ao dar o salto é uma forma de honrar a educação e os valores que me foram incutidos em criança.
Ok? E portanto, honrar sem repetir padrões nocivos, comportamentos nocivos, pensamentos nocivos, frases nocivas. Isso é uma coisa que eu tenho que fazer e tenho que me policiar diariamente. Ok, finalmente existe aqui a necessidade de, de uma forma consistente, eu começar a reprogramar o meu subconsciente diariamente através de novos comandos. Ou seja, para conseguir apagar as luzes de alguns edifícios que não me são benéficos, ok, retirar-lhes a funcionalidade, construir novos edifícios alinhados com aquilo que eu quero, com manifestar ou conquistar na minha vida e depois dar-lhes luz para que eles sejam ativos.
E aquilo que eu recomendo a todas as pessoas que tenham dificuldade a fazer este processo diário de reprogramação é uma coisa tão simples como a frequência da cocriação. Escutar uma a duas vezes por dia os áudios do portal porque são programados e com muita tecnologia para fazer precisamente esse trabalho duro. Foram centenas e centenas de horas de investimento para que nós possamos entregar aqui um produto ou um serviço, uma experiência a cada usuário que possibilite fazer esse trabalho de reprogramação mental através de uma— um somatório de várias técnicas, várias tecnologias devidamente validadas cientificamente e juntando também aqui a componente espiritual que eu acredito que todos precisamos.
Então nós temos aqui a parte da PNL, temos a parte da hipnoterapia, temos a parte dos roteiros de reprogramação mental ligados à parte da psicologia, da neurociência, Temos a parte das batidas bineurais, temos as frequências de solfégio, ou seja, este é o projeto que mais consegue ter consistência na vida dos usuários para reprogramar e eliminar este código da escassez. Ok? Então, se você não é subscritor da plataforma, entre em afrequenciadacocriação.com e poderá fazer a sua subscrição mensal ou anual, sendo que ao decidir fazer o investimento da subscrição anual, que terá acesso toda a biblioteca de frequências e aquilo que são as jornadas de alinhamento, que são roteiros pré-programados para que você possa seguir de 7, 14 ou 21 dias, terá 20% de desconto na subscrição anual.
Ok? Então, recapitulando, nós muitas vezes herdamos dos nossos antepassados aquilo que são comportamentos de escassez, comportamentos de bloqueios, comportamentos que nos impedem de evoluir e de crescer acima de determinado patamar. E depois nós temos aqui a herança que temos dos nossos pais, através da observação comportamental daquilo que são os primeiros 7 anos da nossa vida e que nós inconscientemente, em idade adulta, deixamos que influenciem aquilo que é o nosso tipo de pensamentos, a nossa comunicação e as nossas ações.
Isto pode não se aplicar a todas as pessoas, mas pessoas que consigam fazer esta dinâmica, portanto, de mapear as suas crenças, pensar nas frases, pensar nos comportamentos que ouviu nos primeiros anos de vida, que era característico da sua família. E muitas vezes os nossos pais repetem exatamente o que os nossos avós disseram. E nós tivemos a oportunidade de acompanhar os nossos avós a dizerem, os nossos pais a repetirem a mesma coisa.
E nós, sem querer, mesmo que não exteriorizemos, nós estamos a viver segundo esse padrão. Então nós temos que quebrar aqui esta rotina e depois perceber que a melhor forma de honrar os nossos antepassados é crescer acima do nível que vinha do passado. Ok? E depois esta questão da reprogramação diária. Relembro: www.abfrequenciaadacocriação.com, subscrição mensal ou anual, sendo que anual tem acesso durante 12 meses a todos os recursos com 20% de desconto.
Então agora pergunto-lhe: qual é a frase, qual é o comportamento que você identificou nesta reflexão e que no fundo pode estar a condicionar aquilo que é a sua prosperidade e a sua abundância? Deixe nos comentários do YouTube ou do Spotify. O seu feedback. Vamos criar aqui uma partilha muito construtiva, vamos partilhar aqui também uma reflexão saudável entre os membros da comunidade para que possamos todos caminhar rumo à vida que desejamos e que merecemos.
Agradeço imenso pela sua audiência, muito obrigado por ter estado comigo, espero que este episódio tenha agregado muito valor à sua vida. Um forte abraço e até para a próxima semana!