Em 1987, na cidade de Goiânia, dois jovens que trabalhavam com reciclagem, encontraram um aparelho utilizado em radioterapia, que estava abandonado nas ruínas do Instituto Goiano de Radioterapia, o IGR.
E assim teve início o maior acidente radioativo do Brasil e o maior do mundo ocorrido fora das usinas nucleares, classificado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear como nível cinco, em uma escala de um a sete.