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Lindos Casos de Chico Xavier audio 6

06 de agosto de 202623min
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Lindos Casos de Chico Xavier - Ramiro Gama

Editora LAKE

Audio 6 - casos

31 Uma Dívida Paga pelo Alto

32 In Extremis...(Pensava que ia Morrer)

33 Pedindo Esmola Para Enterrar o Ex Patrão

34 Em Visita a Fazendo do Pai

35 Vá com Deus

36 Você Já Serviu de Ponte, Chico?

37 O Lado Direito

38 Primeiras Graças Recebidas

39 A Gargalhada do Rio...

40 A Morte do Cão Lorde

Assuntos10
  • Pedindo Esmola para Enterrar Ex-PatrãoCajado Filho·Juca·Gratidão·Humildade
  • Fazenda com atividade espiritual· SociedadeCajado Filho·Emmanuel·Tuberculose·Desânimo
  • Filosofia da Morte· SociedadeCajado Filho·Bezerra de Menezes·André do Prado·Emmanuel·Uremia
  • Gratidão· ReligiaoCajado Filho·Emmanuel·Wanda·Caridade
  • Dívida Paga pelo AltoCajado Filho·Emmanuel·Dívida de luz
  • O Coração no Serviço a Deus· ReligiaoCajado Filho·Emmanuel·Dona Alice·Serviço ao próximo
  • A natureza da alma e a vida após a morteCajado Filho·Lorde·Alma Animal·Companheirismo
  • A Gargalhada do Rio e a Cidade e as SerrasCajado Filho·João Barradas·Jacinto·Higiene
  • Despolarização e construção de pontesCajado Filho·Emmanuel·Casimiro Cunha·Humildade
  • Intimidade com Deus· ReligiaoCajado Filho·Atos dos Apóstolos·Jesus·Justiça Divina
Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
CXChico Xavier

31. Uma dívida paga pelo alto. José, o irmão de Chico, que fora por muito tempo seu orientador e dirigia sessões do Luiz Gonzaga, adoeceu gravemente e, sob a surpresa de seus caros entes familiares, desencarnou, deixando ao irmão o encargo de lhe amparar a família. Dias depois, O Chico verificou que Gisele deixara também uma dívida, pois esquecera de pagar a conta da luz na importância de 11 cruzeiros. Isso era muito para o pobre médium, pois no fim de cada mês nada lhe sobrava do ordenado.

Pensativo, sentou-se à soleira da porta de sua casinha rústica e abençoada. Emmanuel lhe diz: Não se apoquente, confie e espere. Horas depois, alguém lhe bateu à porta. Foi ver, era um senhor da roça. O senhor é o seu Chico Xavier? Sim, às suas ordens, meu irmão. Soube que seu irmão morreu e vim aqui pagar-lhe uma bainha de faca que ele me fez há tempos. Aqui está a importância combinada. Chico agradeceu-lhe e, ficando só, abriu o envelope.

Dentro estavam 11 cruzeiros para pagar a luz. Sorriu descansado, livre de um peso, e concluiu para nós: que bela lição ganhei! E nós também, para os que sabem olhar para os lírios do campo, que não temem o amanhã, porque sabem que ele pertence a Deus. 32. In extremis, pensava que ia morrer. Em 1940, ficou gravemente enfermo. O médico que lhe assistia fez o diagnóstico prevendo um ataque de uremia. Se a retenção perdurasse por mais 24 horas, teria o Chico um colapso e desencarnaria.

Assim lhe dissera o médico, colocando-o a par da realidade dolorosa. O facultativo saiu e Chico notou que do alto Bezerra de Menezes, André Luiz e Emmanuel providenciavam-lhe recursos, mostrando-lhe que era grave seu estado. Preparou-se então para morrer bem. Pediu em prece sentida a Emmanuel que o recebesse na espiritualidade. Seu amoroso guia, sentindo-lhe a intenção, considerou: Não posso, Chico, auxiliá-lo no seu desencarne.

Tenho muito que fazer. Mas se você sentir que a hora chegou, recorra aos amigos do Luiz Gonzaga. Você não é melhor do que os outros. E com esse ensinamento, o médium recebeu uma bela lição. 33. Pedindo esmola para enterrar o ex-patrão. Chico levantara-se cedo e, ao sair de charrete para a fazenda, encontrou-se no caminho com Flaviano, que lhe disse: Sabe quem morreu? Não. O Juca, seu ex-patrão. Morreu na miséria, Chico, sem ter nem o que comer.

Coitado! Chico tirou do bolso lenço e enxugou os olhos. A que horas é o enterro? Creio que vão enterrá-lo a qualquer hora, como indigente, no caixão da prefeitura, isto é, no rabeicão. Chico meditou emocionado e pediu: Flaviano, faça-me um favor, vá à casa onde ele desencarnou e peça para esperarem um pouco. Vou ver se arranjo um caixão, mesmo barato. Flaviano despediu-se e partiu. Chico desceu da charrete e mandou um recado para seu chefe.

Recordou seu ex-patrão, figura humilde de bom servidor, que tanto bem lhe fizera. E ali no caminho enviou uma prece a Jesus: Senhor, trata-se de meu ex-patrão, a quem tanto devo, que me socorreu nos momentos mais angustiosos, que me deu emprego com o qual socorri minha família que tanto sofreu por minha causa, que eu lhe pague em parte a gratidão que lhe devo. Ajude-me, Senhor. E tirando o chapéu da cabeça e virando-o de copa para baixo, à guisa de sacola, foi bater de porta em porta pedindo uma esmola para comprar um caixão para enterrar o extinto amigo.

Daí a pouco, toda Pedro Leopoldo sabia do sucedido e estava perplexa, senão comovida com o ato do Chico. Seu pai soube e veio ao seu encontro tentando demovê-lo daquele petitório. Não, meu pai, não posso deixar de pagar tão grande dívida a quem tanto colaborou conosco. Um pobre cego muito conhecido em Pedro Leopoldo foi inteirado da nobre ação do Chico, a quem estimava. Esbarrou com ele Por que tanta pressa, Chico? Meu nego, estou pedindo esmolas para enterrar meu ex-patrão.

Seu Juca? Já soube. Coitado, tão bom. Espera aí então, Chico. Tenho aqui algum dinheiro que me deram de esmolas ontem e hoje. E despejou no chapéu do Chico tudo que havia arrecadado até ali. Chico olhou-lhe os olhos mortos e sem luz. Viu-os cheios de lágrimas, comoveu-se mais. Obrigado, meu nego, que Jesus lhe pague o sacrifício. Comprou com o dinheiro esmolado o caixão, providenciou o enterro, acompanhou até o cemitério e já tarde regressou à casa.

Tinha vivido um grande dia. Sentou-se à entrada da porta. Lá dentro Os irmãos e o pai observavam-no comovidos. Em prece muda, agradeceu a Jesus. Emmanuel lhe apareceu e lhe sorriu. O sorriso de seu bondoso guia lhe disse tudo. Chico entendeu: ganhar o dia, pagar uma dívida, e lhe dera de si um testemunho de humildade, de gratidão e de amor ao divino mestre. 34. Em visita à fazenda do pai. Em 1946, adoeceu de novo gravemente. Gastara demais o corpo, achava-se esgotadíssimo, fraco, febril.

Os médicos consultados dão-no como tuberculoso. E em certa manhã ensolarada, vendo-o sentado muito triste à porta da casa, Emmanuel dedicado guia, põe-lhe a mão no ombro e lhe diz: Chico, procure reagir, senão você falirá. Sua enfermidade é tanto do corpo como do espírito, mas não desanime, vai ficar bom se Deus quiser. E depois de lhe dar uma bela aula sobre os males do desânimo, da tristeza e das mágoas recolhidas, ampliadas pelo nosso pessimismo, Diz-lhe: logo ao dormir, lembre-se de mim.

Vou levar seu espírito a um lugar muito lindo onde será medicado. De fato, ao dormir, Chico lembrou-se do convite de Emmanuel e, depois de orar, dormiu antegozando o auspicioso passeio. Em espírito, viu-se junto ao seu guia e com ele caminhou por um vergel esmeraldado de trevos viçosos, floridos, como jamais vira na terra. Ao fim, sentado num banco envolto em luz alaranjada, estava um menino delicado e belo. Emmanuel apresentou ao Chico, e sob a surpresa do médium, o menino, com rara facilidade, como quem pega outra criança, segurou-o e o pôs ao colo.

Segurou-o amorosamente, estreitando-o ao peito, e disse-lhe: sorrindo. Pronto, está medicado. Chico despediu-se do lindo irmãozinho e já quase ao chegar em casa e enclausurar-se de novo no corpo e acordar para a realidade da Terra, Emmanuel, abraçando-o, afirmou satisfeito: Chico, você recebeu hoje um remédio de que necessitava, uma transfusão de fluidos. Vai acordar amanhã melhorado, sem cansaço, sem febre e mais forte, graças a Deus.

No dia seguinte, Chico acordou diferente. Ressoava-lhe aos ouvidos o que ouvira. O coração agradecido ao Senhor guardava grande graça e sentiu que tudo desaparecera: cansaço, tristeza, mágoa, medo, febre, tudo, sim, tudo, porque bem traduzia o que ganhara. Agora teria de dar também tudo a bem da grande causa que a todos nos irmana e iguala na fazenda do Pai, que é Deus. 35. Vá com Deus. Eram 8 horas da manhã de um sábado de maio.

Chico levantou-se apressado. Dormira demais. Trabalhara muito na véspera psicografando uma obra erudita de Emmanuel. Não esperou a charrete, foi a pé mesmo para o escritório da fazenda. Não andava, voava, tão velozmente caminhava. Ao passar de fronte à casa de Dona Alice, esta o chama: Chico, estou esperando-o desde as 6 horas, desejo-lhe uma explicação. Estou muito atrasada, Dona Alice, logo na hora do almoço lhe atenderei. Dona Alice ficou triste e olhou o médium, que retornara a passos ligeiros a caminho do serviço.

Um pouco adiante, Emmanuel lhe disse: volte, Chico, atenda a irmã Alice. Gastará apenas 5 minutos que não irão prejudicá-lo. Chico voltou e atendeu: sabia que você voltava, conheço o seu coração. E pediu-lhe explicação sobre como tomar determinado remédio homeopático que o caroável Dr. Bezerra de Menezes lhe receitara por intermédio do abnegado médium. Atendida, alegrou-se e, despedindo-se: Obrigada, Chico, Deus lhe pague, vá com Deus.

Chico partiu apressado, queria recobrar os minutos perdidos. Quando andara uns 100 metros, Emmanuel, sempre amoroso, lhe pediu: Pare um pouco e olhe para trás. Veja o que está saindo dos lábios de Dona Alice e caminhando para você. Chico parou e olhou. Uma massa branca de fluidos luminosos saía da boca da irmã atendida e encaminhava-se para ele, entrando-lhe no corpo. Viu, Chico, o resultado que obtemos quando somos serviçais e quando possibilitamos a alegria cristã aos nossos irmãos?

E concluiu: imagine se ao invés de vá com Deus dissessem magoada: vá com o diabo. Dos seus lábios estavam saindo coisas diferentes, como cinzas, ciscos ou algo pior. E Chico, andando agora naturalmente, sem receio de perder o dia, sorriu satisfeito com a lição recebida, entendendo em tudo e por tudo o serviço do Senhor refletido nos menores gestos, com os nomes de gentileza, tolerância, afabilidade, doçura, amor. 36. Você já serviu de ponte, Chico?

Bem ensinou Emmanuel: a natureza é sempre o celeiro abençoado de lições maternais. Em seus círculos de serviço, Coisa alguma permanece sem propósito, sem finalidade justa. Nela vemos o ensino de tudo. Qualquer elemento, qualquer coisa, o quadro de uma paisagem, a árvore, o rio, a fonte, o próprio estrume, tudo nos dá lições. Quando vestidos com a virtude da humildade, sem visões estreitas, Lemos o livro de Deus. Falávamos ao Chico sobre esses assuntos ao passarmos sobre uma ponte, e ele lembrou Casimiro Cunha em sua maravilhosa Cartilha da Natureza, que psicografou dizendo: Ponte silenciosa, no esforço fiel e ativo, é um apelo à lei de amor sempre novo, sempre vivo.

Vendo-a nobre e generosa, servindo sem altivez, convém saber se já fomos como a ponte alguma vez. Lembrou-se também de haver Emmanuel lhe perguntado um dia: Você já serviu de ponte alguma vez, Chico? E que ele silenciara. Mas dois dias depois, viajando com o sacerdote de Pedro Leopoldo, para Belo Horizonte no ônibus, recordara da pergunta de seu querido guia se servira de ponte. Com uma hora de boa conversa, repartiu com o irmão e companheiro de viagem o que já havia ganho.

Sentiu que fora ponte para que o servo do Cristo, em tarefa testemunhal, ganhasse a outra margem do conhecimento novo com o amigo celeste e se sentisse maravilhado. Quantas vezes podemos ser pontes e deixamos passar a oportunidade? Que a lição nos sirva. Abençoada lição de Emmanuel e Casimiro Cunha. 37. O lado direito. Todas as coisas têm seu lado direito e esquerdo, como temos nossas mãos direita e esquerda. Para nós destros, tudo quanto fazemos com a direita sai mais ou menos certo, com a esquerda sai mais ou menos errado.

Pedro, apóstolo, pescador de peixes e de almas, quando pescava no Lago Genesaré juntamente com outros pescadores, lançava a rede pelo lado esquerdo e não apanhava nenhum peixe. Apareceu-lhe então Jesus e mandou que a lançasse de novo. Mas pelo lado direito, e a rede se rompeu de tanto peixe. Na própria escolha dos premiados que saem vitoriosos de suas provas, o mestre os separa dos fracassados, passando o primeiro para a direita e o segundo para a esquerda.

O lado direito é, pois, o da justiça, do bom combate, do bom caminho, da vereda certa, da vida verdadeira, da verdade mesma. Assim, conversávamos com Chico em caminhos da fazenda, do Ministério da Agricultura, em Pedro Leopoldo, quando o médium concluiu: o lado direito é o lado de Deus, o esquerdo é de César. O primeiro é dos que vivem com Deus, cumprindo-lhe a lei. O segundo é o dos que estão apenas vivendo para o mundo e desejando o muito sem Deus. 38.

Primeiras graças recebidas. Em 4 de novembro de 1944, data de nossa primeira visita ao Chico, ele, depois de repletar-nos com os lindos casos, levou-nos ao interior de sua singela casinha a participar de uma sessão na qual recebemos mensagens tocantes de Emmanuel e de nossa cunhada Wanda, uma delicada ave do céu muito cedo chamada à pátria espiritual. E as duas poesias abaixo que nos arrancaram lágrimas de emoção, tanto nos falaram ao coração, visto que navegávamos no mar de prantos, ou Observávamos cardos brotando em nossos caminhos com pretensão de ferir-nos.

De irmão para irmão, no caminho que a treva encheu de horrores, passa turba infeliz, exausta e cega. É a humanidade que se desagrega no apodrecido ergástulo das dores. Ouvem-se gritos escarnecedores. É Caim que de novo se renega. Transborda o mar de pranto onde navega a esperança dos seres sofredores. É neste abismo de miséria e ruínas que estenderás, amigo, as mãos divinas como estrelas brilhando sobre as cruzes. Vai, sirineu da luz que santifica, que o Senhor abençoa e multiplica, o pão da caridade que produzes ao gosto dos anjos.

Bilhete a um lutador. Meu caro Ramiro Gama, os benfeitores do além colaboram nas tarefas de tua missão no bem. Açoites surgem na estrada? Jamais sofras, meu irmão. O Senhor da Luz Divina ampara-te o coração. Brotam cardos nos caminhos com pretensões de ferir? Tolera-os resignado e espera o sol do porvir. Há difíceis testemunhos? Não temas perturbações, pois toda cruz é caminho de santas renovações. Ramiro, Deus te ilumine no esforço que te conduz da sombra espessa da terra à redenção com Jesus.

Casimiro Cunha. 39. A gargalhada do rio. Passávamos os três sobre uma ponte, nós, nossa esposa e o Chico. Lá embaixo, um rio encachoeirado sorria e gargalhava. Paramos para melhor sentir-lhe a mensagem. Nossa companheira recordou-nos uma cena do livro A cidade e as serras, de Essas de Queiroz, em que Jacinto, o principal personagem, cansado da vida barulhenta das cidades, muda-se para a roça a fim de gozar o silêncio das serras e medicar-se com o ar puro dos ambientes campestres.

Lá, na sua propriedade, providencia uma série de medidas higiênicas favoráveis a seus empregados. Coloca banheiras nas casas dos roceiros. Esta a primeira providência, por achar que a falta de banho concorria para multiplicar as enfermidades. Seu companheiro de jornada ria-se dessa preocupação e ambos, ao passarem sobre uma ponte debaixo da qual corre um rio barulhante, reparam que ali passam muitos de seus assalariados com as vestes sujas e a pele encardida por falta de banhos.

Veja, Jacinto, exclama o companheiro, vivem sujos porque querem. Não parece que o rio está dando gargalhadas? E Chico, concluindo a cena que a companheira memorara: Tem razão, o rio está até hoje dando gargalhadas, rindo-se ao ver-se com tanta água, e apelando para nós, a fim de que não venhamos a mergulhar na sujeira de nosso próprio pretérito. 40. A morte do cão Lorde. José e Chico Xavier possuíam um lindo cão, já mencionado, chama-se Lorde.

Era diferente de outros cães, possuía até dons mediúnicos. Conhecia nas pessoas que visitavam seus donos quais os bem-intencionados e quais os curiosos e aproveitadores. Dava logo sinal latindo insistentemente ou mudamente balançando a cauda à chegada de alguém, dizendo nesse sinal se a visita vinha para o bem ou para o mal. Chico contou-nos lindos casos sobre seu saudoso cão. Depois, tristemente acrescentou: Senti-lhe sobre modo a morte.

Fez-me grande falta. Era meu inseparável companheiro de oração. Toda manhã e à noite, em determinada hora, dirigia-me para o quarto para orar. Lorde chegava logo em seguida, punha as patas sobre a cama, abaixava a cabeça e ficava assim em atitude de recolhimento, orando comigo. Quando eu acabava, ele também acabava e ia deitar-se a um canto do quarto. Em minhas preces mais sentidas, Lorde levantava a cabeça e enviava-me seus olhares meigos e compreensivos, às vezes cheios de lágrimas, como a dizer que me conhecia o íntimo, ligando-se a meu coração.

Desencarnou, enterrei-o no quintal lá de casa. Lembramos ao Chico Sultão, inteligente cão do Padre Germano, igual ao Lorde. Falamos-lhe de um cão que possuíamos e se chamava Sultão, em homenagem ao Padre Germano. Contou-nos casos do Lorde, contamos-lhe outros do Sultão, e em pouco estávamos emocionados. Ah, sim, os animais também têm alma e valem pelos melhores amigos.