RESOLVENDO TRETAS: PORTA DOS FUNDOS, BENTO RIBEIRO E RÉGIS TADEU | #VARANDAGOURMET #64
Só queremos resolver as tretas hoje, será que tem como? VARANDA GOURMET @varandagourmetfake MAURÍCIO MEIRELLES @maumeirelles DANIEL ZUKERMAN @danielzukermanConheça e se inscreva no meu canal de comédia: https://www.youtube.com/@MauMeirellesVem pro meu canal no Telegram: https://bit.ly/3MDFZLhBora ver meu show no teatro:https://www.mauriciomeirelles.com.br
- O Senhor dos AnéisRegis Tadeu · Richard Rasmussen · Treta entre Regis e Rasmussen · Podcast Pode Delas · Verdun
- Reações no terreiroBento Ribeiro · Reações a comentários · Vitor Sarro · Richard Rasmussen
- Gregório DuvivierHumor agressivo vs. humor real · Encontro com Gregório Duvivier · Sarau em BH e tiroteio · Gregório Duvivier · João Vicente
- Offline e online na contemporaneidadeMundo online vs. mundo offline · Porta dos Fundos · Dostoievski · Casamento e insatisfação
- Promoções e PatrocíniosAccenture e Spotify · LinkedIn Hiring Pro · Uber Eats · Starbucks Frappuccino
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Tem uma observação antes do vídeo. Existe um investimento muito forte, né, da Dromedar em projetos novos. Aliás, muito bom, né, o Axismos FM, ok, com Ronald Rios e Arthur Petri, que é maravilhoso.
Os dois muito bons.
Só se fala nisso, né? A gente tá meio Pedro Bial, que tinha moral na Globo, e não sei se vai continuar. Tá meio miolo.
Você tá achando que a gente tá embaixo?
Não sei, porque cadê o Mateus? Aonde tá o diretor?
Já abandonou. Os piores estão ficando no Varanda. O Varanda tá parecendo o Botafogo de agora, o time, o time, o time da Olimpíada. Tem a seleção e a seleção da Olimpíada.
Foram abandonando, né, meu irmão? Caras que eram muito fãs do projeto. Mas a gente tem a Jess, que é uma salva de palmas para Jess, que daqui a pouquinho tá no FM. Ela é muita FM, né? Puta merda.
Aqui, ó.
É foda.
Com fone aqui, gente. Sim. Fone, produção de banda.
Rona de esquerda.
Rona de esquerda vai junto no Lago da Batata. Aniversário do Tio Zé.
Aniversário do Arthur Petrinho. Show de rap.
Show de rap?
Puta merda. Emicida vai tocar lá.
Vai no Mundo Pensante.
Meu Deus.
As Gordas Aborteiras com trombone. Ai, gente. Elas falam mesmo.
Será que tem esse grupo?
Deve ter um grupo Gordas Aborteiras. Se não tiver, tem que criar. Putinhas aborteiras, né? Putinhas aborteiras.
Que isso!
Que isso! Peca, pepeca, goza, peca, sangra, peca, peca, pepeca, pepeca até o papapeca.
Tem o Axismos, eu queria fazer o Machismos.
As Varandas Gourmet, na verdade, é o Machismo.
Machismo. Machismos TV. Pode colocar. E hoje a gente vai ligar pro Mano Brown, que é o Trote pro Mano Brown. Vamos ver se você é homem e eu sou mulher.
Olha que babaca!
Olha que babaca!
Eu nunca fiz trote, mano. Passei trote para aquele cara do boxe. Eu quero saber, você teria coragem de passar um trote para o Mano Brown?
Webbullying faria, faria muito, mas muito, muito. Mas me irrita uma coisa também daqui, o Lucas editor, quando a gente faz aqui, ele não põe mais, ele tá cortando, tá censurando, tá censurando. Band aqui, aqui é o segundo trabalho de todo mundo. Aqui é uma loja de fim de semana, tipo vender no Rino D, Mary Kay. O cara vende, ganha o dinheiro. Bolo de pote, a gente é o bolo de pote de uma mulher gostosa que tá no OnlyFans, tá quase saindo.
Inclusive, se é para falar tudo, já que a gente tá tanto nessa vibe, né, de soltar as coisas, eu queria falar sobre o Gregório do Vivier e este encontro. Este encontro que mostra que Eduardo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro e o Centrão junto com a esquerda estão votando na cria desse programa.
Isso daqui foi o Banco Master, é isso, os cara conversou.
Olha aqui, ó, o nosso PowerPoint aqui, ó, volta tudo para—
calma, deixa eu falar uma publicidade.
Vem aí, que que é que vocês estão fazendo? Esse assunto é portátil, você tá no portátil, o cabelo tá de portátil, tá de portátil.
Vou passar lá um negócio, cara, depois que eu conversei com o Gregório eu percebi, o nosso humor não é mais um humor real, é um humor Muito triste o que a gente faz. A comédia, se ela agride, não é humor.
Não é?
É, eu percebi.
Conversando com o Gregório... Como é que é?
Comédia, se alguém tá ferido, não é comédia. Uma salva de palmas, pelo amor de Deus. Eu fui percebendo assim. É?
É, não sei se o Gregório... Você tá revendo?
Acho que a gente tem falas muito perturbadoras. E eu tenho vergonha do que eu era.
Bastidor. Tá bom. Gregório.
A gente tava fazendo um sarau em BH.
Sarau? Sarau? Você faz poesia?
Poesias, né?
Trovadores urbanos.
Trovadores urbanos. Não, a verdade é o seguinte, vamos lá. Eu tava fazendo um show a 200 metros do show dele e a minha plateia encontrou a plateia dele e teve tiro. Caralho! Derramamento de sangue. Polícia Militar versus Xuxa. É, foi uma porradaria.
Mas é chato assim, porque quando você encontra o cara no bastidor, Não, não foi no bastidor, foi pior do que isso.
Foi um amigo nosso, não amigo, nome, nome, nome, nome, não vou saber porque não é amigo, vou inventar um nome, cara.
Tetel, tá? Tetel, figurinista.
Não, mas o nosso produtor falou assim, mal, depois do show bora sair. Falei, bora, bora, para onde? Ah, não tem nada aberto, só tá aberto a Panificadora BBB. Bora lá, bora! E aí um amigo meu em comum que tava na minha equipe, ele falou, cara, a galera do Gregório vai estar lá. Quase que eu disse, a galera do Gregório?
Você já ficou com o voo de regata.
A galera do Gregório vai estar lá, então eu vou também.
Então vamos, porra.
Não, brincadeira. A galera do Gregório vai estar lá, tudo bem? Eu falei, tudo bem, como pensa a galera do Gregório? Eu nem pensei que o Gregório estaria, porque eu achei que o Gregório não é de galera. Achei que o Gregório ia ficar numa cobertura avaliando o BH.
Não, eu vejo um chinelo e uma biblioteca inteira.
Fumando em casa. E aí eu encontrei ele num bar. Nesse bar eu cheguei, desci, ele já tava no bar. E na hora que ele me encontrou, ele abriu um sorriso e fez a piada mais merda que poderia falar, Gregório, que é: esse lugar é mal frequentado. É ruim essa piada, mas é um tema até agradável, né?
O Gregório, aí eu vou falar, o do Viviel, o Gregório.
Aí vou falar um negócio, eu sempre me dei muito bem com ele e eu gosto muito dele. Pera aí, eu gosto do Gregório, amarelo.
Tá muito engraçado, mas eu gosto do Gregório, tá muito engraçado. Parece que eu sou a Emily e me traiu, tipo, você é nesse lugar, essa conversa tá meio assim.
O Gregório é uma pessoa muito agradável. Faz 10 anos que eu não vejo o Gregório pessoalmente, por aí 10 anos, antes da pandemia inclusive. Gosto do Gregório, sempre me dei muito bem com o Gregório. O Gregório é um cara muito legal comigo.
Isso é homenagem ao Gregório, quem sabe. O Gregório entrava nas nossas lives da pandemia, isso ninguém falava.
E sabe o que ele falou? Eu adoro.
O Meirelles disse que você e o João estão copiando o Varanda Gourmet.
O que você acha disso? O que que é Varanda Gourmet?
Porque eu adoro os dois.
Eu acho que o Gregório, na hora que a gente viu aquele vídeo que machucou a gente, porque me machucou, machucou, porque foi uma coisa meio quem são eles. Isso, isso lembra uma prepotência que eu não quero conviver, concorda? Acredito que ele, mesmo que não, eu acho que ele não sabe realmente, acho que ele é totalmente avulso, ele tem um TDAH muito forte junto com maconha, obviamente acaba sendo um TDAH THC. E o Gregório, quando ele encontra, ele é muito legal, falou de você bem, falou bem de mim, falou bem do Varanda.
Ele não falou Varanda porque ele não conhece, ele falou o Taranda.
Não, é muito bom. Isso aí é Rafinha fingindo Joguinho Coruja.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Cláudio, ele foi muito agradável e ele falou que ele vê os cortes. Eu vejo coisas lá, é muito legal tal. E eu falei obviamente agora eu vou falar. Falei olhei na cara da que que eu fiz? Peguei ele.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Por aqui, levantei ele na parede. Eu fiz questão de fazer isso pela gente.
Obrigado.
Em um momento ali eu levantei ele e falei assim: mas você para de copiar a gente. Aí ele começou a tremer.
Caralho.
Eu falei: se você copiar a gente de novo, eu vou quebrar tua cara. Eu vou ser obrigado a quebrar sua cara. Eu impus isso.
Aliás, fica o convite pro Gregório.
Fica o convite.
Mas sabe quando você não tem assunto? É muito engraçado, deixa eu te contar uma coisa real da minha vida.
Como não tem assunto?
Não é assim, você tem um programa chamado Machismos, você trabalha no Pânico e às vezes você encontra alguém que é meio conhecido, que você não tem a menor intimidade, às vezes sem assunto. Por exemplo, estava na praia, encontrei o grande ator Jorge Pontual, que é um clássico das novelas.
É um clássico encontrar o Jorge Pontual.
Não é? É legal, pô, Jorge Pontual é um clássico, a gente viu muitas novelas. E aí, meu, você tem Você tem que ir lá.
Ah, você falou isso pra ele?
Eu falo muito, você tem que ir lá, né? Você falou pro Gregório? Meu, você tem que ir lá.
Você tem que ir lá. Eu falei assim, quase como, eu falei, você tem que ir lá um dia. Mas eu realmente queria que o Gregório viesse aqui. Mas vem João também?
Vem.
Porque eu senti que o João foi, eu vi, o João te mandou uma conversa.
O João, eu vou falar a verdade.
Você acha que ele é a parte ruim dela?
Eu acho que o João, ele tem uma afinidade maior comigo e o Gregório maior com você.
Esse é o problema do brasileiro hoje. CPF agradável, CNPJ distante.
Então eu aproveito para falar de outra pessoa, que é o Bento Ribeiro, tá bom? Que no ar ele falou mal de você.
Falou mal de mim?
Falou, falou hoje, falou, falou fora do ar. Ele falou que você é o cara mais engraçado que ele conhece. Mais engraçado, eu tô exagerando, mas ele é o cara que mais me fez rir. Do quê? Não sei. Tem um elogio. Então assim, é personagem ou não é?
Puta, aí já não sei.
A gente tá perdido, que a gente tá agora, eu não sei o quê.
Muito bom que você falou, Daniel. Posso falar que assunto bom? O mundo online é o verdadeiro ou Será que o mundo offline é o verdadeiro? Essa é a grande pergunta que o Porta faria muito melhor do que a gente. Eles fariam bem porque eles têm o quê? Estofô. Eles leem bastante. Aí o João já cruza a perna e fala assim: Dostoievski falava... Aí as mulheres: Nossa, eles são tão inteligentes. Eles têm isso. A gente é bruto e burro.
E a gente tá casado e insatisfeito.
É, acho que falta leitura pra gente. A gente tá insatisfeito no casamento. Tamo, não tamo?
E eles estão muito satisfeitos.
Eles estão muito satisfeitos.
Por que estão solteiros?
Porque estão transando pra caralho.
Pra cacete.
Aí eu imagino que eles gravam aquele programa, o João comendo uma mina por dia, acorda, penteia o cabelo e vai. Eu acho isso. Mas assim, resumindo, quem você acha que é diferente na vida real? Quem que é? Vamos fazer um bolão.
Pessoas boas.
Gregório. Você acha que o Gregório ele é mais o cara do offline ou o cara do online? Gregório no offline é espetáculo, é um amor, um amor. Mas eu acho que online ele falaria: nossa, que babaca, patético. Ele usaria termos como patético.
Se ele tivesse um programa em Portugal, ele ia falar pior, entendeu?
Então eu não sei qual que é o Gregório que eu gosto. Que eu gosto eu sei qual que é, o offline. Mas qual que é o de verdade? Eu acho que o Gregório de verdade é o offline, porque ele não é um cara tão online pra ser o cara de verdade dele. Eu acho que ele é o do off. Eu acho que ele é o do off. E no on tem uma pressão externa. Mas acho que tem um equilíbrio.
O João é mais do on, não é?
O João posta foto de cueca.
Eu acho que é tudo personagem.
O João?
Na internet.
Todos são personagens?
Personagens.
Eu acho que tem algumas pessoas, Daniel, que não são personagens, são pessoas que usam a internet.
O Bento não é personagem. O Bento, ele é o Bento. Ele é um pirógrafo, extremamente.
Ele não é um personagem, então ele não gosta de mim. É o que você quis dizer? Porque se ele no offline falou bem de mim e no online ele fala mal, então ele realmente não gosta de mim.
Mas ele falou mal de você?
Que falou, caralho? Acabou de trazer.
Eu falei?
Você é a pior pessoa.
Eu falei?
Meu Deus do céu, põe um vácuo, volta, pelo amor de Deus. Você acabou de falar que você falou que ele falou mal de mim hoje.
Olha o que eu falei, olha o que eu falei. Então eu aproveito para falar de outra pessoa, que é o Bento Ribeiro, tá bom? Que no ar ele falou mal de você.
Falou mal de mim?
Falou.
Hoje?
Falou, falou. Não, o Bento. É do Bento que a gente tá falando?
Meu Deus!
Caramba, de quem a gente tá? Caralho, velho. Eu tô mal, velho. Será que eu tô muito louco?
Calma.
Sabe que o Bento tá reagindo a gente?
Tá reagindo.
Lógico, a gente fala o nome Bento, ele reage.
Já.
Isso eu já percebi. Aliás, o Bento, ele tá sendo burro. Porque muita gente vai começar a fazer divulgações só falando o termo Bento.
É.
Tô vendendo aqui o disco do Supla, falando: e aí, o Bento Ribeiro, que é um pau no cu? Chegou nele.
E o Bento Ribeiro, e o símbolo, o QR code da Insider, depois ele tá sendo um refém da burrice.
Sábado, todo sábado, tô 10:30 no Shopping Eldorado fazendo meu show, Susto Coletivo. É um show com QR code que as pessoas preenchem, participam. E aí o Bento postou isso no canal dele, foi burro, caiu no meu bait. Devia mudar o nome para Bait Ribeiro. Gostou dessa piada? Aplaude aí. Ele cai. Bento foi hoje no Pânico, falou mal de mim.
Foi o que você falou, na ironia. Ele realmente gosta de você.
Gosta?
Gosta. Porque eu sempre falei bem dele. Não gosta.
Eu já não tô entendendo mais nada. Não, eu sempre falei muito bem de Bento Ribeiro. Eu gosto muito do Bento Ribeiro. Eu acho ele muito engraçado.
Agora, o que ele não gosta é desse cara aqui. Quem que é esse cara aqui? Esse cara.
O Lucas que botou o cara.
Esse cara.
Tio não sabe.
Porra. Vitor Sarro?
Ah, ele não gosta.
Cara, tu fez o link. Porra, Vitor Sarro.
Você acha que o Bento não gosta do Vitor Sarro?
Não, eu acho que dentro do— não é que ele não gosta, ele fez um vídeo e foi: porra.
Eu preciso falar do Bento. Um pouquinho, porque ele tá reagindo, tá todo mundo. Sabe que o Gregório vê esse vídeo? Porra, velho, quanto mais nome a gente vai falando, mais foda. Quem que você gostaria que visse esse vídeo?
Galvão Bueno.
Mas ele não vai ver. Ó, o João Vicente, o João, eu sei que você viu esse vídeo, eu sei que você viu. O ego de vocês todos que estão vendo esse vídeo é: deixa eu ver o que eles falaram de mim. Gregório, sei que você tá vendo. João, sei que você tá vendo. E Bento não só tá vendo como tá reagindo.
Cara, se você tá vendo, você que a gente tá falando os nomes, reage.
E eu odeio isso, você finge que você não viu porque você não comenta. Comenta, fala: eu vi. Vitor Salta, Richard Rasmussen, Rasmussen.
Você acha?
Tem que falar um pouquinho mal dele para ele ver.
Daqui a pouquinho. Richard Rasmussen. É muito bom isso aqui.
Eu tenho uma ideia. Você que é amigo do Richard Rasmussen, o colega, fala assim: os caras falaram malzão de você. Manda o link, depois assim minuto 3.
Mas quem falou mal, a gente coloca o corte a partir de agora que você tá junto com a gente, foi o Bento e foi o Gregório do Vivier. E a gente vai agora nesse corte para chegar. Mas por que que o bem não é corte?
É o seguinte, o amigo do Richard da Rasmussen vai mandar mensagem para os caras, estão falando mal de você. Ele vai clicar.
Eu acho que é varandeiros nos comentários do perfil das pessoas.
Na verdade, tem que usar a comunidade a nosso favor. A comunidade tem que começar em caras. Ó, os cara falaram mal de você, os cara vão ver o vídeo. Mas tem que ser uma galera que, tipo, Nando Moura.
Galera, vai no Instagram, caralho, velho! Vamos pôr muito cara.
A galera que reage. Mas será que a gente vai fazer um corte? A gente fizer aqui, ó, a partir de agora. A ideia do Daniel é boa pro cara, porque tem muito cara que tá à toa que vai ajudar a gente mandando só o corte pro Nando Moro. Nando Moro vai ver, fala assim: caralho, esse cara tá falando mal de você.
Mas será que a gente não envolve todos esses nomes pra terem falado do Richard Rasmussen especificamente?
Vamos, você quer pilhar no Richard Rasmussen?
Então vamos lá. Richard, adoro você, mas isso aqui é um corte pra chegar em você. É pra chegar em você.
Vai.
Mas por que que o Bento fez isso com o Richard?
Cara, eu acho muito babaca, porque assim, cara, eu gosto pra caralho do Richard Rasmussen.
Também.
Ele veio aqui.
Também.
Mas falar do negócio do bafo dele é muito escroto, porque assim, o cara falou, mas ele foi entrevistado em podcast e eu acho que isso queima o filme, cara. Bafo de ararajuba, puta que pariu, mano.
Mas calma aí, só para entender a história, eles estavam no podcast e falaram do Bento Ribeiro, desceu a lenha no Richard Rasmussen. Eu acho que foi no podcast dele, foi algum vídeo, foi o negócio do Porta dos Fundos lá, daquele que tá o Gregório e tal.
É, acho que é um vídeo do Não sei se era do Porta, do Bento.
Eles falam da história lá do Richard Rasmussen, da Luiza Amel.
Aí falou que ele falou umas paradas muito pesadas que eu não vou falar aqui, mas ele depois vê o vídeo lá. Vamos falar de outro assunto?
Vamos.
Agora que você faz, você pega só esse corte aqui, manda para o Richard Rasmussen, ele vai procurar 2 canais, ele vai procurar tudo do Bento e tudo do Porta, cara.
Ou então vai para só da tarde, ou então vê o que o Maurício falou no último episódio do Mariana, minuto 7. Cara, vai voltar para Galera, deixa eu falar, você que tá no vídeo completo, coloca nos comentários o que que você quer de sensacionalista no corte, que a gente fala assim: caralho, Bento destrói Richard Rasmussen! E a gente vai ter só um corte que é do Bento.
Esse vídeo na verdade começa assim, ó.
Cara, isso é uma alucinação, hein?
Eu tô muito louco.
Como é que chama aquele cara de oclinhos que fala mal de, muito bom, de música também?
Red Stander, porque é bom pra caralho pilhar o Red Stander. Eu quero pilhar o Red Stander, ele tá puto comigo.
Tá?
Faz 3 anos que eu não falo com ele, você sabe disso.
Mas o Regis Tadeu, tá? Nossa, agora, Regis, mano, Regis Tadeu, ele vai comentar no Pabllo Matias. Isso é um looping, cara, é muito bom.
A gente tem que fazer um convite para assistir episódio junto para galera, para ver o que que ele falou mal de mim. Eu fui no Pânico e tava na época que o Pânico tava meio triste.
Tava lá embaixo no— ah, que vocês estão discutindo Beatles, é isso? É isso?
Não, eu odeio o que o Raíssa Tadeu fez. Raíssa Tadeu fez o seguinte, eu gosto do Raíssa Tadeu, mas ele tava naquele dia meio assim, ah, você gosta de Beatles mesmo? Qual o nome da ex-esposa? Sabe essas merda que fala assim? Deixa eu ver se você gosta mesmo. E eu realmente, eu estudei muito a história de Beatles, eu tenho conhecimento, eu tenho conhecimento sobre o assunto. Porque eu era um nerd da punheta, gordo, que ficava lendo.
E o Registadeu com aquela coisa meio, ah, você não entende, você é jovem, aquela merda toda. E o Emílio pilhando. Foi um momento que eu fui lá e ele ficou meio puto comigo, que eu dei uma zoada nele. Aí passou uma semana, duas semanas, eu fui no Rafael Bittencourt do Angra, que tinha um Amplifica. E aí ele falou, pô, aquela treta lá com o Regis, alguma coisa do tipo. Eu falei, véi, eu odeio essas porra de Registadeu, porque ele é crítico de música e não sabe tocar porra nenhuma.
Caralho, foda.
Porque eu vi um vídeo dele tocando bateria, eu falei, uma bosta, eu fiz o que ele faz. Falei, puta, chegou muito errado.
É mesmo?
Ele ficou triste. Aliás, trazer o Regis Tadeu para cá para fazer as pazes seria muito bom, mas acho que ele não aceitaria, não.
Mas e qual que é a treta do Regis Tadeu e do Richard Rasmussen? Que que aconteceu entre os dois? Por que que deu? O que que o Richard falou do Regis?
O Richard, caralho, tá, vamos fazer daqui, cara. Eu acho assim, eu, eu Tô de boa, pera aí, deixa eu fazer. Eu tô mega de boa com o Regis Tadeu assim, mas o que o Richard Rasmussen falou dele, mano, é muito pesado.
O cara de periquito? É, que ele parece, como é que é, que ele parece aquele periquito que tem só na África do Sul?
O periquito que caga muito. Ele falou, o Regis parece aqueles periquitos que cagam muito. Aí deu uma zoada. O que o Richard fez com o Regis tá num dos vídeos do canal dele, que ele faz com aquele cara que é meio filho dele, não é quem tem que procurar, velho, mas ele humilha o Regis Tadeu.
E a gente torce que a gente gosta dos dois.
Queria que resolvesse. É, parou aqui. Qual que é a ideia? O Red Estadeu vai passar hoje à tarde procurando todos, ele vai aprender sobre animais. No final do dia ele vai ajudar algum animal em extinção.
Aliás, eu recomendo fortíssimo Red Estadeu, que você que tá vendo o vídeo do Richard Rasmussen, que são uma série de cachorros que ele faz. E agora você não pode falar não, porque vamos lá, galera, manda aquele corte.
Pro Richard Rasmussen, pro Rei Estadão, só isso. Só dá um jeito e manda. Ó os cara falando de você. Só pro Rei Estadão pra passar tarde toda procurando.
Liga pro Rasmussen agora e pergunta o que que você tem alguma declaração pra falar do Rei Estadão.
É, o que que você tem pra falar do Rei Estadão? Escreva umas treta que não tá acontecendo.
Vocês têm o telefone do Rasmussen?
Vamos ligar pro Rasmussen.
Fala que é da Ilustrada, que saiu no podcast, se ele tem uma declaração que ele fala que ele trata os animais, não é banda, bando é bando.
Vamos ligar pro Richard Rasmussen, por favor.
Puta que eu pariu.
Peraí, eu tenho telefone.
Você tem? Agora Regis e Rasmussen é uma puta dupla.
A gente tem que juntar os dois, velho, por favor.
Show! Fazer um flyer. Faz um flyer, Regis e Rasmussen, e divulga. Fala que vai ter o show dos caras, turnê, uma banda.
Nós somos Regis e Rasmussen, uma rock band.
Puta, Regis e Rasmussen. Vamos fechar eles num— Ó, puta, já é melhor. Liga pra um podcast. Pra levar o Régis e o Rasmussen, se eles se interessam, que eles estão com uma... Se entenderem? Não, uma turnê nova, eles estão com uma banda nova, Régis e Rasmussen.
Cadê?
Espera aí. Tem algum podcast?
Tem, tem mil.
Puta que genial, velho! Escreve podcast... Régis e Rasmussen, você fala...
Não é o Régis, galera.
Ah, Pode Delas, Pode Delas. Puta, por favor, liga pro Pode Delas e pergunta se ela quer chamar o Régis e o Rasmussen, que eles estão com uma banda. Cara, aí é genial. Aí é o auge da nossa carreira. Se vai o Régis, tá deu. E o Rasmussen, não pode?
Eu vou morrer, vai tomar no cu. Só o público varandeiro já iria.
É, pra nós.
A galera iria. Caralho, muito foda.
Eles faziam um show.
Caralho, vamos embora. Por favor, faça esse show, Regis e Rasmussen.
Uns animais e a bateria.
Talão com girafa. É bom, cara. Tem tambor e tem DJ. Bateria com África. Caralho, velho, umas zebras. Liga para qualquer produtora de podcast. Vamos ligar para o Verdun falar que tá bombando.
Você sabe que é você?
Não, mas eu vou falar real. Falar, meu, os cara pediram uma força no podcast, me vira na ideia.
Ele vai saber que é zoeira?
Não vai. Quer apostar?
O Rez, cadê? Eu vou no Verdun.
É o Rez e o Richard Rasmussen. Ô garoto, como é que tá? Beleza. Falar rapidinho, desculpa. Pô, obrigado aí, velho, pela moral. Nossa, tô me ouvindo.
Eu tô te ouvindo sim. Não, é que tá agora na hora, eu tirei o microfone que tá gravando aqui em cima.
Ô, manja o Rasmussen, o Richard Rasmussen? Sim, já foi no podcast? Não, né?
Não, eu fui na casa dele.
É, ele falou isso aí, ele falou, porra, vi você lá, foi do caralho, meu. Vê aí, dá um toque nele, eu vou te passar o contato dele e do Registadeu. Sabe quem que é o crítico de música? Já marca aí os dois, porque eles estão, o Regis e Rasmussen, bombaram no Podpap.
Bom, tá trabalhando com ele?
Não, ele pediu, os cara veio entrevista, caralho, fala, porra, eu quero ir lá. Falei, não, eu conheço o cara, é parceiro, e é bom, né?
Mas para ele no meu podcast, é isso?
É, é. Ah, tá, então tá. Vai bombar, vai bombar.
Duvido, duvido. Mais que o nosso? Mais que o nosso?
Não, o nosso deu uma flopada, foi bom trote, né? Mas valeu, foi do caralho. Deixa eu passar o contato que os cara ficou me enchendo o saco para caramba. Eu vou mandar o contato, só que chama junto os caras, tá bom?
Tá bom, vou chamar os dois juntos, né, na videochamada.
Não, vai sem pilha, então não chama, foda-se.
Eu acho legal, eu quero, porque agora dia 11 tô indo para aí, dia 11. A gente precisa mais uma pessoa certinho. Ele fechou de nós ao vivo, gravada.
Eu acho que os dois eles rendem ao vivo, porque eles estão fazendo um negócio de turnê, Richard e Rasmussen, entendeu?
Tá bom, fechou então. Vai irado! Me manda por favor quando puder o contato.
Tô te mandando, calma que eu tô abrindo. Não, não quero nada, é que os dois falaram caralho, vai bombar! É nós! E obrigado, viu, meu? Foi muito legal ter ido aí.
Tá louco! Eu tô em Floripa agora, não tô lá, né? Tô em Floripa.
Ah, o resto tá aí, ele tá com turnê. Já liga, marca aí. Sushi, ele tem um restaurante, tá? Tamo junto. Mas já dá um salve que os cara tem turnê, entendeu? Tá bom, tá. Liga depois, me fala qual que é.
Não sei fruta, pero te quiero.
Você é foda, velho. E o Lioto, que loucura! Bom, deixa eu ir, deixa eu ir que eu tenho aula de Pilates. Valeu, beijo.
Eu também, eu também.
Tchau.
Valeu, tchau, tchau.
Desculpa, é muito bom. Você tem muita chance, hein? Tem chance.
Eu acho que ele levou na piada.
Não acho.
Mas eu achei muito bom que o resto da deu tem um restaurante em Floripa. Eu achei bom a turnê Richard e Rasmussen. Richard e Rasmussen. É ele e Conflito.
Aliás, a gente pode convidar pro Pau Verdum pedir pra te ligar, velho. Cadê o telefone do Rasmussen? Ah, tá aqui. Boa. Ô, Richard, oi, oi, Rodinei, que trabalha com Verdun. Beleza?
Boa.
Dá um toque nele para ir no podcast. Eu falei com ele, tá? Ele tá bem a fim. Deu aquele negócio lá do Registadeu. Aí vocês comentam lá, porque você viu o corte, né? Tá. Mas também viajou, né, cara? Viajou total, mano. Legal. Tá, vou passar o contato do Verdun. Liga para ele que ele já tá sabendo. Aí vocês, eu vou te mandar o contato aí. Valeu, valeu. Daí você fala, você fala lá do resto, tá, da parada. Valeu, beijo, obrigado.
Não é possível, mano, vai tomar no cu, vai tomar no cu, caralho, velho. Agora deixa eu ver o vídeo do Verdun entrevistando o Régis e o Richard.
Caralho, acabou, velho.
Eu fico imaginando o Verdugo tentando conversar com os dois. E aí, qual que é o assunto que ele vai ligar? Vocês têm um R no nome? Como é que é? Não tem muito pra onde ir.
Música no Reino Animal.
Ô, dos nossos, eu fiquei na dúvida que tu mandou dois contatos, do Richard e do Tadeu, só que eu pensei que eles vão— era pra fazer juntos os dois ou não? Eu não entendi muito bem, como eu tava em outra gravação ali, eu não prestei atenção. Por favor, porque eu falei com o Regis, o Tadeu, ele fala: não, Verdugo, não tem um projeto com ele não, eu não tô com ele não. Eu me confundi aqui, eu acho que era para chamar os dois juntos, né?