LIVINHO VS VIRGINIA? FT. O ÁRABE BRASILEIRO NASSER O HABIBI | #ACHISMOSFM #13
ACHISMOS FM NO AR! No programa de hoje destrinchamos o puro suco do absurdo: tem candidato em Santa Catarina trocando voto por pó, o Papa cobrando bispos na Espanha, uma mulher que casou com o doador de sêmen da filha, o MC Livinho apagando vídeo com a Virginia para salvar o casamento e a mãe do Vini Jr. foi blindada após curtir indireta contra a ex-nora.PARTICIPE DO PROGRAMA:Mande seu Superchat ou envie sua mensagem e áudio para o nosso WhatsApp oficial. O melhor (ou o pior) vai pro ar! WhatsApp: (11) 94443-1609SIGA O ACHISMOS FM:Não perca os cortes e os bastidores nas nossas redes sociais:https://www.instagram.com/achismosfm/ CANAL DE CORTES FM:https://www.youtube.com/@CortesAchismosFMAssine o canal e ative o sininho para não perder as lives: terças e quintas, das 09h às 11h.Bora acompanhar tudo! RONALD RIOS @ronaldrioshttps://www.instagram.com/ronaldrios/ARTHUR PETRY @arthurpetry77https://www.instagram.com/arthurpetry77/
- Rica Perrone vs. Achismos FMCrítica à gramática e concordância de Rica Perrone · Rica Perrone · Ronald Rios · Arthur Petry · Humor dadaísta · Passivo-agressividade · Bullying
- MC Livinho, Virginia e a polêmica da cervejaMC Livinho · Virginia Fonseca · Brahma · Ciúmes · Publicidade
- Marketing de Alimentos e CulturaHabibs · Esfiha · Kibe com queijo · Bruno Cortez · Festa de casamento
- Morte da avó e avistamentos OVNIMike Leão · OVNI · Chácara com luzes · Domingo Legal · Ufologia
- Casais homoafetivos e reprodução de papéis de gêneroJessica Sher · Aaron Long · Doador de sêmen · Teste de DNA · Documentário 'O Gênesis do Pai'
- Contexto político de Santa CatarinaCompra de votos · Cocaína · Candidato a vereador · Santa Catarina · Tráfico de drogas
- experiência de jogoFIFA · Narração brasileira · Sensibilidade no jogo · Master League
- Catolicismo e FePapa Francisco · Abuso sexual na Igreja Católica · Aborto · Vaticano · Intolerância religiosa
- Perfumaria ArabePerfumes Árabes · Óleos essenciais · Feromônios
- DengueVacina da Dengue · Antivacinação · Trauma histórico afro-americano · Capitalismo
- Papel do EstadoMarxismo · Estado · Grandes Corporações
- Doping em Olimpíadas de InvernoOlimpíadas de Inverno · Esportes de inverno
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Parou o ímpar.
Ó, o ímpar ganhou. Mas não tem papo, porque senão o cara bota um colado no outro e fode tudo.
É, e uma interfere na outra, né?
A rádio evangélica entra na rádio do metal e aí dá problema. Mas é da hora também, né, cara?
Você apresenta mundos novos para as pessoas, né?
Eu fui num show, eu fui num show do Radiohead que eles tinham mania de— eu já tinha ouvido já o show, já tinha visto o show deles na internet. Radiohead. É, e aí o cara pega uma, ele sempre sintoniza no, o guitarrista sempre sintoniza uma rádio e ele começa a samplear a rádio ao vivo do que tiver tocando. Só que o show era no Rio de Janeiro, lá no, naquela, o bagulho de samba, né? Sapucaí. E aí ele sintonizou numa rádio evangélica e pra ele não tava entendendo nada, maneiro, mas era mó sermão lá do pastor tal.
Ele ficou tentando, o Senhor, o Senhor, o Senhor. Ele nem sabia o que ele tava sampleando, mas tava soando maneiro.
E ficou maneiro?
Eu achei.
Pô, que legal, cara. O Radiohead faz isso? É. Maneiro. É, o Radiohead, tá certo. O cara é muito fã de rádio.
Os caras são muito fã de rádio.
Porra, tá certo. O show inteiro ele só mudando estações.
Só mudando estações.
E sampleando.
Não precisa nem trazer. Mano, eu achei muito foda, porque eu já sabia que eles faziam isso, mas assim, sempre dá, eles sempre dão sorte, sempre dão sorte, né? Ah, imagino que sim, né? De cair numa rádio de música. Aí vocês estão na França e começa aquela blá-blá-blá... E eles misturam assim! Só que nesse caso na rádio evangélica durante um sermão do pastor—
Pô, maneiro! Era muito bom! Bom dia pra você que está acompanhando aqui o pré-show do Axismos FM! Estamos ao vivo! A galera já tá mandando seu "bom dia", como por exemplo aqui o Benzi Dueno: ele mandou aqui ó: "Bom dia amigos!" Mossoró, Rio Grande do Norte faz incríveis 27 graus, não é comum?
27 é bom ou ruim? É ruim pra mim, eu acho muito calor.
Não, mas se você mora no litoral é bom.
Ah, sim. Ah, é, não, 27 no litoral é bom.
O Rocha O Rafa: Bom dia, 17 graus em Ubá, Minas Gerais.
Aê, Minas Gerais!
Temos aqui também o Lúcio FS Gimenez: Bom dia, 19 graus em Goiânia.
Goiânia.
E o pessoal perguntou se o Radiohead estava ouvindo a Rádio Eva e Angélica. Eva, que é a Ivete Sangalo com a Angélica.
Ah, tipo um featuring, banda Eva. Eu acho que era algo em torno disso, pessoal.
Lily Bergamo: Bom dia, 14 graus em São José dos Campos.
Bom, hein? Maravilha, gostoso, legal. É, 14 graus em casa é maneiro, tá ligado? Na rua já começa a ficar meio, ah, meu Deus do céu. Ainda assim ganha do calor.
Bernardo Lise Fraccaro, bom dia, aqui em Erechim, Rio Grande do Sul, 12 graus. Beleza, Erechim. Temos aqui também o nome muito grande, eu não vou ler seu nome, cara. Bom dia, pessoal, direto de Porto Alegre, trampando no bairro Rio Branco, 16 graus aqui. Bora que hoje tem rica perrone, hein! Pô, Bairro Rio Branco, morava aí, cara. Maneiro, é maneiro lá, é bom, é bom, bairro bom, bairro louco. Eu tenho, sabe que no Brasil, o único país que você tem vergonha de ter sido criado num bairro bom, né?
Você fica com medo de falar, você tem que falar: não, era uma merda, nossa, dobrava a esquina ali, tinha um cara cagando na minha cara.
Tinha que pular os mortos para poder ir para escola.
Isso, você atua a história: ah, caminhava pelas ruas arborizadas com Policiais na esquina, porque os caras te xingam. É, MPJS já mandou um superchat aqui, ó, 10 pila. Bom dia, xistas! 18 graus no Butantã. Falar em Butantã, você viu que a vacina da dengue tá matando a galera? O quê? Você viu isso aí?
Não, é sério, sério.
Eu recolheram as vacinas.
Ah, eu vi do lote, né?
Matou 2 pessoas e 42 estão com caganeira.
Cara, é melhor dengue, né? Pessoal que faz, é verdade, pessoal que faz as vacinas, vocês não podem vacilar nunca, tá ligado?
Nunca, nunca. Aí fizeram um recall, tipo quando dá problema no Sandero e aí a Renault manda dar o recall, todo mundo tem que devolver a Sandero.
Só que aí o pessoal já tomou a vacina. É, cara, normalmente a gente não pode correr o risco de dar mole com vacina, cara, porque pra galera falar: ah, vacina, o chip do Bill Gates. Aí eu falo: puta que pariu, velho. Eu sou desses, né? Você toma do antivax?
Eu sou um pouco.
Você é um pouquinho antivax?
Eu sou um pouquinho.
Você tem medo?
Eu desconfio de tudo que o capitalismo toca.
Tudo que o capitalismo toca? Eu desconfio. Sim, sim, sim, sim, sim. Mas das vacinas também? As das vacinas eram um bagulho...
Pô, as megacorporações querendo lucrar bilhões. Ó, fiz um rap.
Mega corporações que, né? E sabia que o rap americano é muito anti-vax? É? É, os caras são muito anti-vax lá, velho. Por quê? Ah, historicamente tem uma sacanagem que rolou na década de 20 passada, é que os caras, os médicos tratavam os pacientes afro-americanos com uma vacina de placebo. Placebo enquanto estavam tratando os brancos com a vacina de verdade. E aí, quando a comunidade, específica cidade, quando descobriram isso, os cara falou: caralho, a gente não pode confiar no sistema. Porque realmente rolou isso, tá ligado?
Mas o placebo funcionou?
Não, não, fudeu tudo.
Morreu tudo?
Era uma vacina, se eu não me encosto errado, a doença, mas se eu não me engano, era para hepatite.
Mas é que o placebo para de funcionar quando você descobre que era placebo, né? Então, se nunca tivessem contado para eles, eles estavam tudo salvo.
Não, acho que o placebo— existe um limite do quanto placebo não faz você voar, tá ligado? E aí isso acabou virando uma tradição dentro da comunidade afro-americana e isso acabou transbordando pro rap. Então às vezes você tem vários rappers que são tipo rappers intelectuais, tipo Giza, Nas, os caras que sempre mandam um papo reto, aí do nada Royce 9Five Five Nine. Eu tô só citando nomes.
Não, vai, manda bala. Eu imagino os caras na minha cabeça.
São todos uns caras assim, tipo, ideias maneiras, tal, confiando, pá pá pá. Aí de repente o cara fala: eu não confio nas vacinas. Aí você fala: uou, brother, eu tava te acompanhando até aqui. Aí aqui você vê.
Mas às vezes o cara sabe de alguma coisa também, né?
Não, mas é um trauma histórico, tá ligado, da comunidade afro-americana, que precisa ser consertado logo dos anos, mas já aquela coisa, né, cara. O Estado traiu o pessoal lá atrás e as consequências estão aí 100 anos depois.
Mas eu, como um bom marxista, eu sempre desconfio do Estado e das grandes corporações.
É isso o marxismo? Desconfiar do Estado?
Foi o que eu entendi. O pessoal tá mandando mensagem aqui, ó. Vamos ver quem mais tem aqui, ó. Bom dia, linduxos! 14 graus aqui em Dublin. Verão aqui não existe. O Rafael Morgado tá em Dublin.
Olha só!
E o Proença Pedro tá em Sorocaba. Bom dia, 14 graus em Sorocaba.
Sorocaba, cidade de gente, gente, Sorocaba.
Marcelo vazou um jingle do novo prefeito de Sorocaba. Sorocaba é a cidade, Sorocaba, Sorocaba na veia, gente. Marcelo Deodato, ator: eu já peguei dengue e é pior do que um show em looping da Vanessa Camargo com o Felipe Dilon. Tomar essa vacina e— entre tomar essa vacina e morrer ou ir nesse show, prefiro a vacina.
Prefere vacina. Ah, o Dolores de Bon, eu imagino que seja bom. Aí que tá, isso que eu entendo, isso que eu não entendo, tipo, a dengue já existe tem umas 3 décadas, 4 décadas.
Faz tempo que eu escuto o negócio do pneu lá, da água no pneu. Pneu parado no quintal também, mas tudo bem, velho.
Quem é? Não, o problema maior, problema mesmo, é a tal da tampinha, né? Diz que a tampinha da garrafa é a tampinha da garrafa, é o maior assassino do Brasil. E os vasos de planta também, né? Bastante planta, pode pá, porra, não tenha plantas.
Eu acho que a dengue mereceu seu espaço na sociedade, é, lutou por isso.
9 horas.
Mano, daí morreu a plantinha também, a tampinha.
A dengue é muito resistente pra gente parar. A gente entenda a dengue como parte do Brasil.
Vamos lá. Você está procurando notícias, análises, informação? Você está procurando opinião de quem realmente entende do que está falando? Então desligue agora! Muito bom dia para você que está ouvindo o Axismos FM dessa terça-feira, dia 9 de junho de 2026. Eu sou o Arthur Petri, estou aqui com Ronald Hills. Tudo bem, Ronald?
Bom dia, bom dia, Azul Petri, bom Bom dia, povo brasileiro aí em casa assistindo mais uma edição do Aximes FM nessa maravilhosa terça-feira, dia 9 de junho.
É isso aí, vamos para o programa de hoje. Ó, é o seguinte, você pode interagir com a gente aí no WhatsApp, você manda seu áudio, a gente passa aqui. E também você pode comentar com a gente aqui as notícias e as pautas pelo Super Chat aí do YouTube. Vai mandando seu Super Chat que a gente vai lendo enquanto a gente for repercutindo aqui as notícias e os assuntos. É isso aí.
Outra coisa que o pessoal anda vai vacilando quando assiste aqui é de apertar o like, cara. O like é o jeito que a gente vai hackear nesse algoritmo do YouTube. Então não vacila e larga o like aí, seu vacilão, à medida que você for chegando na programação. Aliás, pede depois para deixar um deixa o like correndo, sei lá, a cada tantos, 15, 10 minutos, no GC aqui, Caricas. Que é bom lembrar a galera, é para lembrar os moleque que apertar like, porque, pô, termina o programa, tantos mil visualizações, uma fração de like.
É muito difícil dar like, né, gente? Então a gente vai deixar uma mensagem lembrando na tela vocês dar like de vez em quando.
Boa! E lembrando que quinta-feira agora, dia 11, eu e Ronald Hills estaremos no Acústico Comedy Club com o nosso show 3030. Os ingressos você encontra nos nossos Instagrams.
Exatamente.
E também no site comediaso.com.br.
É isso, né? comediaso.com.br. Vai lá, seja feliz, vai ser um show massa. Quinta-feira às— não lembro a hora, mas eu acho, é, mas não é meia-noite, você vai conseguir voltar para casa tranquilo. Para você que bebe e dirige, você vai conseguir voltar para casa, que tem muito, não tem muito trânsito rolando, tá ligado? Relaxa.
Bom, a gente começa com o quê, o programa de hoje? Você quer ir direto para o assunto triste, o direito de resposta? Você acha importante começar?
Aliás, só dá um salve, daqui a pouco a gente vai receber aqui o Nasser Habib, cara, o árabe brasileiro. Esse cara é muito da hora, para quem Acompanha a conta dele de Instagram.
Tem o Morrer na Bíblia também?
Oi?
Existe o Morrer na Bíblia também?
Ah, o Morrer na Bíblia, ao contrário do Nascer na Bíblia. Esse é o nosso nascer.
9:03.
9:03 em Brasília. Daqui a pouco ele vai estar na área aqui para você que tem dúvidas aí do que é o mundo árabe. É um cara muito engraçado, cara muito da hora. Daqui a pouco. E muito cheiroso, aparentemente. Ele carrega bastante bastante no perfume. Ele prometeu chegar aqui e investir o estúdio, então eu passei um pouco mais de perfume hoje para ver se eu consigo concorrer, ganhar dele. Mas daqui a pouco ele tá na área. Mas sim, vamos começar então, porque é o seguinte, vamos lá, vai, por favor.
Ele voltou, Rica Perrone está de volta, gente, ele está de volta, e eu Eu não vou nem fazer uma super pré aqui do que, de como foi a história até aqui. Se você tá acompanhando, você sabe que tudo começou com uma brincadeira inocente, a gente tentando entender a carta dele para o Ancelotti. Aí saiu um corte disso, aí ele mandou uma resposta, aí a gente fez mais um pouco de brincadeiras, brincadeiras. E aí, aí respondeu de novo.
Então a gente vai para agora para trap Tréplica?
É a tréplica do Rica Perrone.
Vamos lá, tréplica do Rica Perrone.
Ele fala: não tô bravo, amores. Ah, bonde, o bom assim que é tipo: não tô bravo, amores. Aí escreve um parágrafo gigante. Vamos ver se às vezes no parágrafo tá claro que ele não tá bravo. Aliás, era fã do Ronald. Então não é a primeira vez que ele já vem com esse papo de que ele era fã meu, era fã meu. Toda vez é fã do Ronald. Era fã do Ronald.
Se tinha uma piada que você gosta do do Ronald, rica.
Eu tenho minhas dúvidas se era tão fã assim, mas tudo bem. É tantas vezes que ele fala isso, tá ligado? Que toda vez que— e ele me mandou uma DM bolado, tá ligado? Eu não respondi. Claramente ele tá bravo, entendeu? E aí essa é a hora que eu falo: eu não quero fazer bullying com um cara que é sensível, tá ligado? Entendeu? Não, é sério. Eu sou contra o bullying, eu sou contra a perseguição, eu sou contra, tá ligado, zoar o cara se ele tá em casa triste por isso.
Então ele, sabe, quando ele fala "não tô bravo, amores", é muito tipo assim na escola, às vezes quando você apanhou de um cara, do outro cara, fala "não, nem doeu, tá tranquilo". Não, não, a brincadeira que ele tem com a gente, não, é brincadeira. Então assim, Eu tô entrando numa situação que eu tô me sentindo meio que um bullying e eu não quero ser isso. Sim, vamos lá. Era fã do Ronald, só impressionado com a maldade porque nem notar o erro no S e não na concordância pela óbvia.
Então essa frase foi a que eu não entendi, essa foi difícil. Posso tentar? Deixa eu tentar. Sou impressionado com a maldade porque nem notar o erro no S e não na concordância pela óbvia período para Copa deu para ter.
Rica, ok, a gente entende você. Alguém em casa finge que entende.
Eu já tô achando que esse é o beat dele mesmo, é escrever tudo errado, escrever tudo errado e ver as pessoas tentando entender.
Entendi, é um tipo de humor.
Essa próxima parte é muito interessante, é meio que humor dadaísta.
Enfim, consigam de falar dos outros para aparecer.
A proposta é essa, pelo jeito. Então aqui eu quero, eu quero já— o que que você quer? O café, por favor. Não, não, eu acho interessante porque o Rica Perrone, ele é um jornalista esportivo, né? E o que que é o jornalismo esportivo além de falar dos outros? Você fala de pessoas que estão jogando futebol o dia inteiro.
Mas se a gente fizer isso Nós somos a imprensa esportiva do Rica Perrone. Exatamente.
E ele é o nosso futebolista.
É, se a gente der pra ele a importância que ele dá pro futebol, a gente tá errado. Porque a gente tá fazendo basicamente o que ele faz.
O que ele faz com os atletas.
Quer falar dos outros?
Criticar o ponta que não correu direito. O cara errou o pênalti.
A gente tá criticando o cara que errou a gramática. Isso. A única diferença entre ele e a gente É que a gente fala mais ou menos o português direito, não é nem bom o português. Não é nem bom o nosso português.
É mais ou menos.
É ruim. É muito ruim. É que o dele é especialmente ruim.
E escrevendo é pior ainda, que você pode editar, né? Mas é... Se eu falar errado no improviso, eu me entendo.
Sim, mas isso pra mim mostra que ele é um jornalista de verdade, tá ligado? Que ele fala: "Cara, a concordância e a gramática não importam. O que importa é a minha mensagem." E a mensagem também é confusa. Sigam de falar dos outros para aparecer. Ok, a proposta é essa. Falamos dos outros e ganhamos view. Sim, eu sigo trabalhando.
Sim, falando dos outros.
É, então eu não tô entendendo. Normalmente não tá bravo, hein, gente, tá explicando tudo, mas é porque ele não tá bravo.
Eu sigo trabalhando.
Sobre o motoboy, nem vale a pena, porque levar uma mentira adiante para atingir os outros é só mais uma etapa da ideia do programa. É verdade, esse negócio do motoboy que a gente já falando, ah, Que a pizza, não sei o quê, a pizza, ele não desceu para pegar a pizza. E é mentira, parece que era um doce, tá ligado? É sério, parece que era uma sobremesa. Essa a gente vem mentindo nesse ponto. Então faço aqui a meia-culpa. Cadê aqui mais?
Aqui, usar os outros para aparecer, usar os outros para aparecer.
Abraço, vocês vão conseguir. Você entende como ele tá passivo-agressivo? Ele tá chateado fingindo que não tá. "Vocês vão se montar em cima da gente." E aí eu fiquei pensando: "Cara..." É porque de todas as celebridades do Brasil pra aparecer, o Rica Perrone foi o escolhido, mas tudo bem. Exatamente, se a gente tivesse fazendo um programa baseado em "vamos chutar as celebridades", a gente ia escolher celebridades.
Pois é, eu não entendo o que era pra eu fazer com aquela carta do Ancelotti. Era pra eu ler e cascar o bico aqui?
É, e falar: "Caramba, nossa, que crônica irada!
Milô Fernandes chora de inveja." Foi a reação honesta da nossa parte sobre a sua obra rica. Não posso fazer além daquilo.
E aí eu li isso e eu falei: nossa, velho, ele tá cozido das ideias. E nisso ele me mandou uma DM que eu não abri. Eu deixei lá, sabe quando você deixa no espaço pra entrada de mensagem, você nem reconhece que você leu? Eu falei: eu não quero parecer, eu estou com medo dele agora, porque ele tá muito passivo-agressivo, tá muito acuado. E isso é o comportamento, às vezes, Columbine, tá ligado? O que que foi Columbine, Petri?
Dois Rica Perrone sendo humilhados no recreio.
Exatamente. Os cara eram zoados, zoados, zoados, zoados. E aí um dia eles levaram a Uzi pro colégio. E eu não quero que isso aconteça com o Rica Perrone.
Com esse estúdio aqui.
É, não quero que o Rica Perrone entre um dia aqui, tá ligado? Tipo, a gente já sabe que tem algo errado rolando. Eu não vou trazer a mensagem direta que ele trocou comigo, que é privada, mas na mensagem direta novamente ele fala que é meu fã. E toda vez que ele fala que é meu fã, é, eu na hora começa a tocar para mim, não sei se você conhece aquela música Stan. Ronald, eu procurei, mas você não me respondeu, cara, e agora eu tô irritado com você, Ronald.
É Visita esse comportamento, Rica. Para com isso, me assusta. Parece menos que você é só um ex-fã e mais um cara que a qualquer momento vai causar um dano na minha vida. Então por isso, Rica, minha bandeira aqui branca da paz, ok? A gente não quer brigar com você porque... Porque eu não confio em adultos que usam boné pra trás. É, eu tenho essa teoria de que o Rica Perrone talvez a inteligência dele não esteja 100% desenvolvida por conta do fluxo sanguíneo no cérebro dele, porque o boné aperta.
Ele comprou um número menor, né?
Então, em vez de zoar, eu vou só tentar tirar aqui o caminho mais por cima e dizer: Rica, só tira o boné pra ver se o sangue volta a circular no cérebro.
Tira o boné e tenta escrever uma carta de novo. É. Vê o que acontece.
Ih, cara... E assim, o Microsoft Word tem uma função de correção na gramática, na ortografia, tudo coisa que pode evitar você de ser zoado novamente. Dito isso, essa é a minha última palavra sobre esse assunto, até que você escreva uma carta nova que mereça ser zoada, Rica. Novamente, a gente não tá tentando ganhar fama em cima do Rica Perrone. A Anitta lançou um disco, a Luísa A gente quiser estar falando mal de celebridade para ganhar número, a gente tava falando delas, não de você, Rica.
Desculpa, desculpa. E para com esse negócio de Roni, eu sou seu fã, Ronald, porque me assusta muito, tá ligado? Assusta qualquer pessoa, por favor.
Então esse foi o fim da novela A Xismos FM contra Rica Perrone.
Até ele mandar outra mensagem. Quem?
O piloto falou aqui.
Pode falar.
Dia 6, né?
Vou estar lá. Foi sem querer, foi sem querer.
Tá doidão aí, cara?
Foi outra pessoa, foi outra pessoa.
Ah, tá.
Interferência dos aliens aqui. Mike Leão tá na linha.
Foi o rádio do head to head aí entrando com os evangélicos.
Bom, é isso aí.
Muito bem, então tá resolvido então. Eu espero que seja resolvido, tá ligado? Vamos ver depois desse corte se vai estar resolvido de verdade.
Prepara o rios já.
Vamos ver se vai estar resolvido, mas eu espero que sim. Porque eu não gosto desse clima, eu não gosto de bullying. Pra mim feio o bullying.
Bom, eu sei que não tá na pauta aqui, mas é uma boa a gente falar. Você viu que descobriram que aquele Mike Leão tava mentindo todo esse tempo?
Mike Leão tava mentindo? O do OVNI. Ah, o do...
Ele falou no último programa dele.
Ah, ele tava ativamente mentindo.
É, um cara foi lá, filmou do mesmo lugar e pediu pro dono da pousada desligar as luzes, e aí desligou as luzes do OVNI, surpreendentemente. Era uma chácara com várias luzes, era isso.
E como piscava as luzes?
Tipo, nada, piscava, era uma coisa da lente ali, você dá um zoom, né, que ofusca um pouco a luzinha.
Então era totalmente fake e ele sabia que era fake?
Então ele não disse que é fake, né? Ele mantém a história. Ele foi no Domingo Legal esse fim de semana, mas já caguetaram e pagou um mico lá porque mostraram o vídeo dele, mas ele se sustenta, ele sustenta dizendo: não é a mesma luz, eu vi sim o OVNI. Mas meio que caiu por terra o negócio do OVNI.
Mas no Domingo Legal tentaram derrubar ele?
Derrubaram, ele ficou meio sem jeito ali.
Pô, Domingo Legal colocou o PCC falso para dar entrevista, cara. Qual a credibilidade, mano?
Eles entendem bastante de coisas falsas, tá vendo?
Caralho, velho. É verdade, se tem alguém para desmascarar você é o Domingo Legal.
Mas é só os portiolli, né, que tá lá.
Não é exatamente um cara incisivo assim. Se desmascararam é porque não tinha muito para desmascarar.
Mostraram o vídeo do cara indo até a região e filmando a chácara, e em contato com o dono da chácara pedindo para ele desligar as luzes. Mostraram isso para ele. Ó, as luzes desligaram, então era uma chácara. Mas ele fala que não, não eram as mesmas luzes, era outra luz.
É, aí fica um eterno debate. E aí quem acredita no bagulho fala: não, é armação.
Você já tem uma fanbase muito muito forte desse cara aí dizendo: eu acredito nele, eu tô com ele até o fim, estamos com ele.
É, esse é o lance doido desses, dessas coisas que tipo já foram derrubadas, mas a galera tipo que acredita fala: cara, se eu agora não acreditar mais, eu sou otário. Então vou dobrar o quanto eu acredito. É doido. Esse é o, esse é o, esse é qualquer culto, qualquer coisa funciona desse jeito.
É bom. Então só para solucionar aqui, porque ficou esse assunto pendente do último programa, Infelizmente era mentira.
Era mentira, gente.
Não temos OVNIs.
Ah, droga, eu tava tão certo de que essa vez.
Pô, eu quase caí nessa aí.
Sério?
Eu quase caí. O cara convenceu demais, né? A emoção ali dele, tremendo.
É, não, não, ele tava, tava. E aí, e o que quebrou pra você foi o merchan da Magalu?
Isso começou a quebrar.
Foi a primeira hora que você falou: pô, a magia tá...
É, você se vendeu muito rápido e usou a temática para fazer a propaganda. Isso foi ruim também. Olha lá, olha lá, olha lá.
E aí o jornalista, ah, esse é o jornalismo investigativo do SBT.
Bota aí, bota aí.
Você viu que tem mais luzes do lado, né, ali no vídeo. A gente tá falando das outras luzes que estão aparecendo à esquerda e à direita. No meu vídeo não tem luz nenhuma.
Volta aí para mostrar o vídeo.
Opa.
Eu vi também esse vídeo, teve mais um vídeo divulgado na internet colocando mais polêmica no assunto.
Ah, todo dia você viu esse vídeo?
Sim, todo dia!
Você acha que as pessoas algumas estão bravas com você por ter acreditado?
São pessoas que realmente acreditam em ufologia e OVNI para ninguém acreditar, né? Você não pediu pra ninguém é um relato seu.
Ah, gente, por favor, acreditem nisso!
Não vem com esse papo, vamos ver esse vídeo e você de casa tire suas conclusões. Olha só: Fala, pessoal! Eu tô aqui exato nesse exato momento na frente da casa do Mike Leão, certo?
Agora são 19 horas e 3 minutos. Eu vou mostrar para vocês que o que ele viu sempre está aqui, sempre, e sempre está aqui para todo mundo.
Vocês verem, vocês estão tá vendo aqui a minha câmera, certo? Eu tô gravando a tela do celular. Tem mais luzes do lado. Agora ele vai ligar para o dono da chácara para desligar aqui, velho. Fica bem colorido.
Ah, a mesma coisa, brother.
Ah não, puta, esse não é o que ele tá— não vamos passar.
São cordão de luzes de um camping que tá lá alugando alugando local para as pessoas irem estudar. Não é o mesmo, isso daí não é o mesmo. Eu já fui nesse local, eu não posso expor, mas você viu que tem mais luzes do lado, né? Ali no vídeo eles não estão falando das outras luzes que estão aparecendo à esquerda e à direita.
Essa parte da mentira é foda, que você tem que começar a improvisar.
É como eu falei, agora todo mundo tá tentando monetizar em cima disso.
Você acabou de fazer um comercial da Magalu, você foi o primeiro a monetizar.
É bem menor do que eu gravei. É tanto que é só vocês fazerem uma escala comparativa do tamanho dessa luz para mim. Os cara fizeram, é a mesma luz, faz um formato de círculo porque é um varal de luzes que tem na frente do campo. E o que eu vi é reto, então, e o que passou em cima da minha casa é reto. Então aí as pessoas vão, não sei se não são capazes de instalar refletores lá em cima para, porque quem tiver a verdade agora é a melhor pessoa do mundo. E eu sou jogado aos cachorros.
Que é o cachorro desse vídeo.
Tadinho dele, meu Deus do céu.
Filmar a minha casa ali, expor a minha casa sem autorização, filmar os meus pais que são idosos sem alteração, né, colocando drone em cima dos animais. Essas pessoas não estão tentando ajudar, elas querem criar mídia, pânico nas pessoas, elas querem me desmoralizar de um nível assim, um ódio que eu não sei o porquê. Eu não fiz nada demais assim.
O que você tá achando disso tudo, Luciano? Uma grande bagunça.
Quem é esse cara?
Pausa aí que eu vou explicar quem é esse cara.
Quem é Luciano?
Pausa aí, pausa aí. Esse cara é um ufólogo, ou um cara que não é ufólogo, um cara que fala sobre sobrevivencialismo, ele vai para o meio do mato e tal. Aí quando surgiu esse assunto, ele foi para o local alegado de onde estava o OVNI, subiu lá na montanha, fez uns vídeos dizendo: ó, tá aqui o local. Aí tinha umas árvores meio caídas. Aí ele falou: "Olha que estranho, esse aqui é o lugar que o OVNI pousou." Aí ele foi pra lá e disse que sentiu uma energia estranha, mostrou a bússola dele: "Ó, minha bússola tá estranha aqui, ela tá descalibrada nesse exato local, deve ter alguma coisa aqui." É um cara que se meteu pra ajudar a desvendar o mistério.
Esse é tipo um lelé que adoça ele.
É, e aí ele caiu junto, né?
Só que aí ele não vai admitir que ele caiu.
Só que ele já escalou a montanha, ele já gastou muita caloria em nome dessa história, então ele não vai falar: "É, fui enganado também." Nossa, cara, que bosta!
É, vai ser um outro caso, a despeito de Roosevelt, Varginha e outros tantos aí, em que agora fica bem complicado de você trabalhar para ter um desfecho.
As pessoas querem um desfecho.
Eu fui muito cobrado nesse sentido, só que é muito complicado você—
a história do ET de Varginha até hoje não tem um desfecho.
Pois é, exatamente.
Como é que, como é que ele não viu Algo passando em cima da casa, com um vídeo dizendo que é só a pousada lá.
É assim que você prova que é verdade o depoimento dele, que com 8 anos de idade ele viu um OVNI, né, Túlio?
Túlio do nada, Túlio, maravilha!
Só você acreditar que você vai abrir o olho.
Pede para o Túlio mostrar o o OVNI que tem no celular dele, tá ligado? Não tá ligado? Ah, história isso aí. Uma jornalista esportiva contou uma história do Túlio sendo bem inapropriado, escroto com ela uma vez.
Às vezes o tesão bate, né?
Não, foi nojento, foi para perder um ídolo do Botafogo aí naquela ali. Não sei o que o Túlio tá fazendo nessas histórias, não sei como ele tá aí.
É o passa ou repassa, cara. Eu não sei mais, tá com torta na cara e meio Aí vem um cara falar de OVNI.
Sei mais o que acontece nesse Brasil, velho, onde tudo tá o amará, tá tudo errado, velho. Amaral é da hora, tá ligado? O Amaral, eu lembro quando era garoto, tinha a dança do Amaral, era um funk que tinha lá no Rio, que era dançar do Amaral, um olho caído, um olho normal. Era da hora, era boa. Ele levava com bom humor, gente, só para ninguém, ah, meu Deus, não, não, a Tudo do Vasco cantava, ele gostava.
Bom, essa foi a história.
Eu acho que ele gostava, pelo menos.
Tá aí a história do Mike Leão. Quase caímos nessa. Nós temos alguns superchats aqui, se tiver áudio pode passar também.
Superchat é show de bola.
Então vou fazer os dois superchats, você manda os áudios aí. O Sama Elétrica, Sami Elétrica, diga aí, Sam Elétrica, pode falar. Ele mandou 5 pila. Esse caso do Rica e Ronald é igualzinho o fã maluco de Stan do Eminem.
Eu falei, velho, toda hora esse papo. Ronald, você sabe que eu sou o seu maior fã.
E o Gabriel Gomes mandou 5 pila: o Rica Perrone é o fã Mark Chapman do Ronald.
É por isso que eu tô tentando encerrar isso com a bandeira branca o mais cedo possível, tá ligado?
Taca os áudio aí para nós. Ai, ai, ai, taca os áudio. O que que eu falei?
Olha só, o Papa, ele fez um manifesto de 42 mil palavras contra o uso de A. Eu vi. E aí, por conta disso, Se por acaso você for católico e no seu trabalho utilizarem de IA, você pode alegar que não vai trabalhar por conta que vai contra sua fé, vai contra sua religião. É verdade. No trabalho te demitirem, te forçarem e te demitirem porque você não quer trabalhar usando IA, você pode alegar intolerância religiosa e processar seu trabalho por causa disso.
É, mas você não conta que o Papa fez o manifesto encontrei a dica, vi isso daí no TikTok, né?
Sim, mas é que se o cara te manda trabalhar com IA, na verdade ele tá poupando o trabalho, né? Você tá fazendo a IA trabalhar para você. Não sei se é uma boa você reclamar disso, mas é que tá, é só porque você trabalha menos com IA, você vai reclamar para trabalhar mais?
É que depende da linha de trabalho, tá ligado? Tem linha de trabalho que na verdade você tá treinando a IA para substituir daqui uns 2 anos, porque tem IA que realmente não tá boa para ser utilizada agora, então calibre tudo errado, né?
Mas a gente tá, é, então usa ela e no meio, no meio dos textos dá umas horas só. Não vai na deles, eles estão me usando para te treinar. Quando for demitido, faz tudo ao contrário, programa o ChatGPT para fazer isso.
Abastece a IA com os textos do Rica Perrone, tá ligado?
Se eu for demitido, usa esse texto como base para o próximo estagiário.
10 minutos atrás, gente, eu não quero mais falar Negócio do Rica Peroni.
É que o bullying é uma arte, o bullying é uma coisa que aprendi com o Léo Lins, a arte bullying. Que essa galera tá muito mimimi, né?
Cara, foi o que eu pensei, eu falei, cara, tá muito mimimi. Sabe um bagulho que me fez esse fim de semana pensar, tá tudo muito mimimi, eu me senti meio mal? Eu tava jogando FIFA e aí eu fui mexer na configuração de dificuldade, dificuldade não, de áudio, porque eu nunca tinha usado a narração brasileira porque tem menos Tem menos o banco de dados.
Eu tô tentando trocar pra inglesa, não consigo.
Não, eu sempre usei a inglesa.
A minha tá o Caio Ribeiro e o outro cara que eu não sei quem é.
O Villani. Villani. É, eu sempre usei a inglesa, porque tem mais voz.
É legal, é mais real também.
Tem um repórter de campo, é muito mais preenchido. Aí eu nunca tinha usado a brasileira, mas eu falei: "Ah, cara, pra jogar Copa do Mundo eu quero jogar no modo Brasilzão." E aí eu fui lá configurar e mudei pra narração brasileira.
Era uma mulher.
Não.
E eu pensei: "Esse mundo tá muito mimimi." Não, não foi isso.
Não, é que tinha uma opção para você é desabilitar comentários críticos do narrador.
Ah, é?
Se você jogar mal, ele não vai falar que você chutou para fora muito longe ou que você não deveria ter testado essa jogada. Ele vai tentar proteger os seus sentimentos.
O Rica Perrone ia ativar essa opção aí, ele não gosta de ser criticado.
Bola para fora. Grande chute, passou riscando a trave. O Rica é demais, ele baixa um patch que é só o Rica é demais. Boa, Rica!
Eliminado 8 a 0, parabéns, Rica!
Rica campeão moral, cara.
Mas é sério, eu falei, velho, foi o momento que eu falei, falei, caralho, pessoal não tá aguentando isso.
Essa juventude não tá pronta para jogar jogo de futebol ouvindo uma crítica gravada.
É o Caio Ribeiro.
É, não é como se ele gravasse uma personalizada para você, tipo, e você errou. E a propósito, tá ligado, você é ruim no jogo e na vida real, tá ligado? Nem o jogo que você usa como escapismo da sua vida, tá ligado, serve, porque você é ruim aqui e você é ruim com o marido, e daqui a pouco você vai brochar e amanhã você vai pro seu trabalho de bosta.
Não é isso?
Gostei da ideia. Uma que pega muito pesado.
O cara pede a final da Copa. Seu merda.
Eu queria ligar essa.
Eu tava torcendo pro Brasil aqui.
Eu queria ligar. Tipo umas do Galvão antiga, né, cara? Tipo Galvão quando o Lúcio mata aquela bola no jogo da Inglaterra.
Do Owen, do gol do Owen.
É, velho.
O que ele falou naquela?
Cara, ele fala: "Copa do Mundo não é pra brincadeira." Não, essa é com o Roberto Carlos. Ah, é porque... Roberto Carlos, ele tenta dar uma bicicleta tirando a bola e aí só pula. E aí vira os canteios de 98. A de 2002 ele fala que no pequeno vacilo ele entregou. Aí o gol dado, é, um gol dado para Inglaterra, não pode, cara. O que o Lúcio ouviu naquela, assim, não ouviu porque tava jogando, mas se tivesse eliminado, porra.
Você conseguiu ganhar a Copa com o Brasil no FIFA?
Eu tô no segundo jogo, tô no segundo jogo, tô bem.
Você joga um por dia?
É, para tentar manter tipo a sanidade, é, não, o espírito de Copa, tá ligado? Vou jogando a cada 2, 3 dias.
Ah, maneiro, pra dar um intervalo na expectativa.
Eu fico pensando, no próximo jogo eu boto quem e tal. E eu tento respeitar as coisas do mundo real, tipo Wesley caiu, aí eu tiro ele do time, tá ligado? Não boto jogadores que o jogo me oferece, tipo João Pedro tá lá pra você escolher, daí não põe. Então eu tô tentando respeitar, tá ligado?
Eu fiz uma Copa com o Haiti, eu gosto de pegar time ruim pra tentar ir o mais longe possível.
Ah, legal.
Eu peguei o Haiti, classifiquei na fase de grupos, empatei com o Brasil 2x2. Aí perdi para o Marrocos e ganhei da Escócia. E aí caí na pré-oitavas para Alemanha, 3x0. Difícil pra cacete.
Ah, não, tá bom, Alemanha. Não, tá bom, pô, mas é uma corrida dos justos, tá ligado? Eu tô 100% vai Brasa, tá ligado?
Você não curte pegar um timezinho ruim pra tentar? Eu acho legal pra caralho.
Quando eu era muito jovem eu gostava, eu gostava de pegar tipo a Grécia, que era o pior time que tinha.
Pô, tinha um atacante bom na Grécia, fazia uns gols de cabeça.
Eu perdi essa. A Grécia, eu lembro na época do Nintendo 64, jogava com a Grécia às vezes. E meu objetivo era ganhar o mundo nessas... International Superstar Soccer? Era maneiro, né? Do Ronaldo chamado Alejo. O novo Alejo era o Ronaldo, o Ronaldo careca.
Sim, pô, era maneiro esse jogo.
Aquele jogo era... Aquele jogo ali eu realmente... Aquele jogo uma vez... Aí eu fiquei lembrando nessa parte da sensibilidade. Uma vez eu perdi uma final de Copa do Mundo Contra o Uruguai. E aí eu chorei tanto, e aí a minha mãe me mandou na rua para comprar farinha. E aí eu botei um óculos escuro para ir na padaria, porque eu tava com o olho inchadaço, tá ligado? Eu não queria. Então talvez, talvez tivesse a função de desabilitar ali alguma mensagem negativa. É, é desabilitar a derrota. Era o International de 64.
Ah, tá. Aí você perdeu a final da Copa do Mundo.
É, e aí o Brasil, é, com o Brasil, acho que foi tipo 2 a 0. E aí eu fui para padaria chorando assim, olhão com óculos escuros, tá ligado, cara inchado assim.
Pô, mas sabe que eu joguei muito a Master League na minha vida, né? E aquilo lá me pegava de um jeito, cara. Eu levava a sério demais, eu ficava muito brabo quando eu perdi alguma coisa.
Mas era bom que assim, o lance era você jogar no Play 1, no Play 2.
No Play 1 e depois do computador.
No Play 1 eu tinha um truque bom que era você empatar o primeiro jogo, aí você comprava o Babangida. Sério, cara?
O que é isso, Babangida?
É um atacante super rápido nigeriano. Aí você compra ele e depois na sequência já compra o Roberto Carlos e põe ele pra jogar de atacante. É o jeito que todo mundo começava a Master League. Ah, é? É, depois eu descobri que não era um negócio que eu inventei. Tipo, vários amigos faziam isso. Ah, Roberto Carlos de atacante ao lado do Babangida. E aí você começa a ganhar tudo, tá ligado?
Porra, não sabia dessa. Mas você quebrava joystick?
Não, não, não, nunca quebrei. Eu tinha um amigo que uma vez quebrou joystick jogando comigo. Eu falei, cara, essas coisas são caras, velho. Eu achei um comportamento meio absurdo assim.
Eu dobrava ele assim, ficava tão bravo que eu girava. Ah não, torturava o joystick. Não, ele jogou longe assim uma vez e eu falei, o bom de jogar longe que você tem o cabo aquele, né?
Ah é, né? Porque tinha um cabo. É, é, é, eu acho jogar. É, eu acho que hoje em dia sem o cabo é mais fácil jogar longe. É, não, porque antigamente, é, o cara antigamente para jogar longe às vezes jogava e ia junto.
Ia junto, ele caía do móvel.
Bons tempos onde você podia destruir seu rack inteiro porque você tomou um gol da máquina, aquele de madeira escura dos anos 90, aquele rackzinho. Nossa, cara, eu já entrei, uma vez eu entrei de bicicleta em casa, aí eu, eu, eu, a minha bicicleta pegou, enganchou, enganchou no negócio onde o vídeo vira o videocassete, põe a fita. E aí, velho, o videocassete veio pro chão, fudeu tudo.
E aí entrou no VHS com a bicicleta, na entrada de casa.
É tipo assim, eu tô entrando em casa, aí o manche assim da parada, né, aquela portinha abriu, entrou ali. E aí eu fui virar e aí puxou o videocassete, ficou no chão, aí fudeu Tudo assim. E aí minha mãe, ela vem, aparece, e aí tá o videocassete no chão. Aí eu falei: mãe, eu vou— antes que assim eu pudesse pensar, eu falei: cara, eu vou— a minha mãe vai me voar aqui. E ela olhou assim para mim, ela falou: a Nilza é muito invejosa, né?
Ela achou que ela— ela achou que era inveja da vizinha. E eu falei: é verdade, ela é invejosa mesmo.
O espírito da inveja da vizinha tomou conta do seu corpo por 2 segundos só para derrubar o videocassete.
Juro para você. E eu falei: é verdade.
Pô, eu queria ter uma mãe assim. Pô, que legal.
Falei: caralho.
Falei: sério que eu me safei com essa? Falei: ok, então é verdade, a Nilza é muito invejosa, mãe. Você é foda, né? Aí eu ajudando a catar o videocassete. É, essa inveja aí.
Mas ficou funcionando depois? Não, não, não. Foi pro saco?
É, foi pro saco, foi pro saco. Fiquei anos sem ver Vegas.
Discreto entrou no Vegas.
Acontece, eu era uma criança atrapalhona, né, cara? Dá para imaginar.
Bom, vamos lá, que mais temos aqui de notícias? Fala, pessoal do Axis News FM, André aqui de Campina Grande, na Paraíba. Incríveis 23 graus, clima europeu aqui no Nordeste do Brasil.
E eu tenho uma dúvida.
Eu sempre acompanho vocês aqui, tô no, nas terapias com a minha filha que é autista, mas eu tava precisando tirar das terapias, que aí o exemplo do Petri não fez terapia quando era criança e hoje aí é o 57º melhor comunicador do Brasil. O que que você acha disso aí? O que que a gente acha disso aí? Você não fez terapia, talvez se a sua filha fizer ela vai ser a primeira, né? É, então continua aí.
Então segue na terapia, segue na terapia, não vai no exemplo do Petri.
Não vai na minha que vai dar ruim.
Tem mais ou vamos para notícia?
Bom dia, Petri, bom dia, produção, tudo bem com vocês? Tô aqui fazendo meu cafezinho e aproveitando, né, esse dia maravilhoso, desempregada, mas pelo menos eu não sou o Rica Perrone. Maravilhoso, né, cronista brasileiro.
Pois, cara, desempregado, mas pelo menos não sou Rica Perrone.
Desempregado, menina Rica Perrone.
De verdade, a gente não tá tentando se escalar na sua fama nem no seu sucesso, cara, com todo respeito. Vamos para o noticiário, gente.
Papaleão, papaleão.
A verdade, tava no noticiário agora há pouco, né, pela questão daí, daí, aí que o ouvinte mandou. É o Papa Leão lá, o Papa americano.
Que que é o Chivi?
Papa Leão Chivi é 14, Papa 14. Ele condena aborto e pede reparação para vítimas de abuso da igreja na Espanha.
Duas pautas aleatórias, é isso?
É, né? Ele tenta atacar. É, eu não gosto desse bagulho quando os cara taca duas numa só, tá ligado? Que fica confuso. É porque assim, definitivamente reparação para vítimas de abuso na igreja, acho que é Fundamental, tem que ver.
Repara isso também, né?
Como repara? Vamos ver aqui, vamos ler a notícia antes. A gente já tá no modo o dinheiro tá voando, o dinheiro tá voando, a gente não entende porque o dinheiro tá voando. É basicamente, ele cobrou que os bispos católicos locais, né, acolherem, oferecerem reparações às vítimas dos abusos sexuais cometidos pelo clero, classificando o problema como uma praga que exige prevenção e justiça. Sim, justo. É, imagino que é uma das formas de...
Porque assim, definitivamente nada apaga um trauma. É... Pois é. Um jeito que muitas vezes as pessoas conseguem ter algum tipo de reparação pra isso é o processo civil e uma reparação financeira.
O Vaticano tem grana, né? É, mas o meu medo é os velhos do clero na próxima eles pensarem: "Ah, deixa que depois a gente paga." Ah, entendeu? Virar tipo... É meio estranho assim.
É, cara, pera aí.
Papa, o que você tá fazendo? Não, deixa que depois a gente paga.
Se a questão é só pagar, cara, a gente tem muito dinheiro. É verdade.
É, cara. Acho que a solução seria que assim, ó, o próximo padre, é padre que se fala? Que abusar de alguém, o Vaticano acaba, não tem mais. A gente implode, bota C4 no muro e implode, acabou.
Cara, tinha que ser um bagulho onde o Papa mesmo se fudesse, porque ele fica lá do alto dele, tipo, falando não sei o quê, vai lá e termina e tal, O que que a Igreja Católica faz, né, na prática? Ela pega, tipo, o cara que ele é pego, sei lá, em Massachusetts dando ruim, aí vão aí, transferem esse cara pra uma igreja lá na Finlândia, tá ligado? É isso que eles fazem.
Aí continua ganhando dinheiro.
Deixa o cara às vezes uns 6 meses, 8 meses.
E ele vai no avião comemorando, né? Agora os finlandeses vão ver o que é bom.
E eles nem sabem qual é a minha história, tá ligado? É muito bizarro. Aí, só que é foda, ele bota uma pauta decente, do lado do tipo, ah, o Papa condena o aborto, tá ligado? Porque ele defende a proteção da vida humana desde a concepção. Tipo, novamente, brother, se você tá na condição de pedir, ô pessoal aqui da minha organização, vamos parar aí de tocar nos garotinho, talvez não se meter em questões de aborto, tá ligado?
Mas você pode ser a favor do aborto e condenar ele ao mesmo tempo? Porque eu acho que eu sou isso.
Ser a favor do aborto e condenar? Não tem como fazer. Ou você é a favor ou você é contra.
Não, tem que ter o direito, faz aí. Mas eu condeno.
Não, mas aí você não tá sendo a favor.
Não?
Não.
Faz, mas eu condeno.
Faz, mas eu condeno. Mas condenar o quê?
Não sei, eu só fico pensando: "É, não devia ter matado." Não, mas não é matar. Mas eu não vou fazer nada.
Mas a pessoa não tá viva ainda.
É, eu sei, mas tem toda aquela discussão: será que tá, será que não tá? Então, na dúvida, eu condeno.
Mas você é a favor?
Sou.
Mas condenando?
Na dúvida, eu condeno. Porque se tiver vivo, ah, entendi.
Eu não sei, é uma postura agnóstica.
Por via das dúvidas, não faço. Entendi. Mas se quiser fazer, faz também.
Entendi. Legalmente, se você pudesse assinar, Arthur Petri passou uma canetada aqui. É, você é a favor?
A favor.
Mas você condena.
Mas eu vou te condenar se você fizer.
Mas é só um condenamento moral.
É, eu vou ficar em casa condenando, você nem vai perceber.
Ah, tá.
Não vai te afetar em nada.
Tipo, juridicamente você é a favor do aborto. É. Mas em casa você resguarda o direito de, ah, essa mulher não devia ter feito isso. Cara, é o Jojo.
Gostou?
Justo, né?
É sim, sim, cara. Até porque eu já vi muito político progressista votando contra o aborto, tá ligado?
E não condenando.
É, então assim, é, é, eu acho que, eu acho que eu consigo viver com isso, tá ligado?
Eu consigo viver. Você não condena a minha condenação?
Não, não, eu acho que você tem direito em casa, tá ligado, no silêncio, detestar. Mas se você for o cara que deu a canetada falando mulheres abortem, eu acho da hora.
Eu colocaria no SUS, clínica, essas coisas. Mas em casa você tá lá, essas mulheres, não devia fazer, mas eu vou dar para você.
Tá fazendo um monte de filho. Do que você dar todos os recursos. Eu prefiro isso. Eu aprovo você como, como deputador federal.
Bom, então seria, ele condenou o aborto e pediu reparação para as vítimas de abuso da Espanha só, né?
Da Espanha só, gente.
Então o resto tá fodido.
É aquela coisa, né, cara? Começa num lugar e aí depois é que a Espanha tem tendências um pouco mais progressistas, tá ligado? Então eu acho que tem chance de lá, de lá começar uma onda boa, entendeu? Pode ser isso, ou pode ser que não também, vai saber. Boa sorte aí ao Papa.
Tem outra coisa também, né? O Papa, ele fala o tempo inteiro e nada acontece, né? Tá sempre naquela sacada falando coisa. Ah, chega de guerra! É, para de abusar aí!
O problema é esse, é que nada que ele fala tem um peso legal, nada. Nada. E o catolicismo, ele vem perdendo adeptos ao longo das décadas, né? Pros evangélicos. Especialmente aqui no Brasil, cara. Porque nos Estados Unidos a coisa sempre foi meio que equilibrada, mais adeptos evangélicos.
É que o pastor, ele é mais divertido que o papa, né?
Cara, pastor é puro entretenimento, né, cara? Pastor às vezes é meio engraçado, faz uns stand-up.
O papa é o mesmo número há anos, né?
O padre Marcelo tentou mudar um pouco isso, tá ligado? Com as músicas. Ele é católico. Padre Marcelo é católico?
É, é.
Aí tinha as musas, animaizinhos e tal. Isso foi divertido durante um tempo.
Pô, que eu cantei essa música quando eu era criança em casa, hein. Todo mundo. Eu tinha um CD do Padre Marcelo.
Tá vendo só o quão grande ele foi? Cara, ele salvou o Brasil ali de virar full crente, tá ligado? Mas depois que ele meio que foi sumindo, literalmente ele foi diminuindo, ele foi sumindo.
Ele ficou com depressão, né?
É, é. Depois ele ficou gigante. Eu não sei qual que é o status dele agora.
Depois empurraram ele, lembra? Empurraram ele. Lembra daquele?
Isso faz tempo, tá ligado? Caralho, doideira! Mas ele ajudou, ele ajudou um pouco, tá ligado? E agora o catolicismo tá nesse lugar esquisito aí. Mas de fato, o que o Papa fala é legal, repercute, mas assim, ninguém fala: vamos aprovar isso porque o Papa falou.
É muito estranho.
É tipo, o Papa falou: ah, cara, eu sou contra a guerra. E aí É assim que um míssil explode, tá ligado? Tá todo mundo tocando terror ainda. Tipo, 3 dias depois do cessar-fogo que tava combinado Líbano com Israel, Israel tava tocando bomba no Líbano. 3 dias depois.
O que que tem que acontecer para ele perder credibilidade e ninguém mais parar na frente do palácio para ouvir ele falar? Nada que ele falou aconteceu.
É, alguém tem que começar a levar o papo a sério. Tá ligado? Para esses discursos de antiguerra fazer sentido, porque senão realmente—
E outra coisa, ele já provou que ele não tem contato com Deus, né? Ele já provou porque nada que ele fala funciona. Toda a filosofia por trás não é esse é o cara que tem contato com Deus e ele vai falar com a gente, não é essa a ideia.
Ele fala com a gente, fala com a gente as vontades de Deus. Isso a gente não tá respeitando, aí a gente vai para o inferno.
Bom, então a gente é A gente é muito mais foda que Deus?
Não, a gente vai pro inferno, a gente tá sendo punido.
Por não obedecer o Papa?
É. Ah tá, agora me pegou. Eu obedeço, Papa.
Agora me pegou, agora. Eu não faço guerra. Não aborto também e nunca abusei ninguém.
Ah, droga, eu preciso do— não, a parte do aborto é importante. A parte do aborto é importante. É, Papa, você precisa— a gente precisa se reunir no Google Meet depois pra ver se eu apoio você ou se eu vou contra você, Papa. Mas primeiro alguém precisa dar, tipo... Mas o Vaticano, ele não é um estado? Ele não tem um espaço lá?
Eu nunca entendi também o Vaticano, né?
Ele não é...
É um bairro que é um país?
É... Acho que não é... Acho que eles não têm uma cadeira na ONU, né? Não acho que o Papa vá lá e tem uma cadeira...
Pô, ia ser muito maneiro!
O Papa senta lá do lado do Macron...
E a plaquinha na frente: "Vaticano".
Vaticano.
Pô, ia ser maneiro!
Mas eu acho que eles não têm. Eu acho que eles são tipo um país meio que de mentira, tá ligado? A coisa toda é baseada numa mentira.
Então é muito estranho, né, ter um país dentro do país.
É um pouquinho Disneylandia, vamos ser bem sinceros. Vaticano é a Disneylandia dos católicos.
É meio aquele negócio do Michael Jackson lá, o Neverlandia.
É, onde crianças também são tocadas. É bem esquisito. Ai, ai, ai. Vamos para— tem superchats aí? Ainda não. Olha, galera, lembrando que hoje, terça-feira, é dia que a gente faz o pós-show aqui. Pra você que gosta do pré-show, a gente tem um pós-show. Um pós-show, às terças-feiras. Basta você virar parte do nosso clube de membros assinando a opção Axistas VIP, que é o plano de R$29,90. Todo... R$29,99. Toda terça-feira a gente fica mais meia hora aqui.
Pra você que reclama que o programa passa muito rápido. Então a gente fica online aqui mais um tempinho depois que acaba a transmissão de terça-feira. Vire Assistas VIP e ajude eu e Petri a virarmos milionários dos podcasts. É errado, Petri, que nós não sejamos milionários dos podcasts. Eu vou ser sincero sobre isso, eu não aturo mais uma vida onde eu e você não somos os milionários dos podcasts, sendo que sinceramente eu vim hoje sem nenhuma humildade no bolso.
Nós somos os melhores. Então, não, você não concorda? Você acha que tem alguém que é melhor que a gente? Não. Diz um podcast melhor que Nenhum. Por que que a gente não é milionário do podcast? A gente é burro?
Porque o Brasil não valoriza seus talentos.
Então superchat, então vira X Davi, valorize seus talentos, porque senão, sério, uma hora eu vou virar o Podpah.
Cuidado aí.
Eu vou trabalhar na construção civil, tá ligado? Eu vou trabalhar.
Mas antes você começa a falar você é louco cachorro, essas coisas, que aí começa a dar dinheiro.
Ah é? Você manda todo mundo, cuzão.
Aí você começa a ganhar dinheiro. Se não der certo, você vai para a construção.
Eu vou mandar chamar você de cuzão de um jeito amoroso 10 vezes por entre nós dois, tá bom?
Tá bom.
Valeu, cuzão. É isso, eu quero ganhar dinheiro, tá ligado? Eu tô cansado desse prêmio moral que as pessoas dão para mim, tá ligado? Os cara que vai no talk show, aplauso.
Você sabe que esse mundo, ele não, ele não é o mundo verdadeiro, né? Aqui ele realmente, ele é o contrário. Aqui é para quem é de verdade não se dá bem, quem é de mentira se dá bem.
Então a gente precisa ser de mentira.
Eu, eu não tenho como. Uma vez que você é de verdade, acabou.
Ah, é, né? Não é uma coisa que a gente escolhe. Não é. Puta que pariu, eu queria ser de mentira.
Pô, eu queria ser de mentira.
Qual o segredo do sucesso financeiro? Porque normalmente o troféu moral de Ronald, você é o máximo, eu não gosto. E principalmente quando vem dos caras que são milionários do YouTube. Tipo os caras tipo Cauê Moura. Diz que a gente me influenciou muito. Eu falo, puta, a chave Pix é essa aqui, mano. Tá ligado? Não, não quero nada de influência, gente. Eu quero a minha parte em dólar, tá ligado? Cansei de ser um influente. Então eu estou um pouco incomodado que eu e Petri não somos milionários do podcast, porque tudo isso: "Ah, é a dupla que é o Romário e Bebeto." E cadê o Super Chat?
E cadê o assistas VIP? Não, eu não aguento mais. Eu não aguento mais o fato de eu e Petri não sermos milionários. Eu quero ir para Angra do jeito diferente com você, Vetri, tá ligado? A gente curtir lá, nadar com os golfinhos, comer um churrasco de golfinho depois, entendeu? Viver a vida boa, a vida que a gente merece, a vida que o Brasil sabe que a gente merece. E sim, em algum momento a gente parece que a gente tem inveja do Flow, do Podpah.
Sim, a gente tem, porque a gente não tem o que eles têm. 120 mil na conta. Agora que eu falei 120 mil, até achei baixo para o Podpah.
É baixo, é baixo.
Esses caras são milionários já.
É, não, não, pô, eles são. Eu chutei. Quando você acha que o Igão e o Mítico tem na conta?
Muito mais, mais, né?
Muito mais.
Então, cara, 120 mil dessas duas mina não devia ser nossa? Eu sei que eu tô operando 100%. Você tá vendo nesse momento um animal com inveja.
Mas você quer pegar o deles especificamente?
Não, não deles, algum.
Todo mundo já ganhou dinheiro falando.
Algum, algum.
Tem que ter um pouco pra gente. É isso. Algum, Petri, porque a gente iniciou a arte de falar.
Nós somos os melhores, como podemos ser os melhores e sermos mais duro?
Você tem razão, você tem razão. Porra, eu sinto isso todos os dias.
Sim, o quê, Carica? Desculpa, é que eu fico nervoso, cara.
Ficou bravo com a produção? Não, você é pobre.
Uma desgraça, tá ligado? E eu tô cansado do troféu moral. Fala, Caricas.
Não é o Caricas.
Quem que tá falando aí?
Mudou de voz.
Fala com mais confiança, Emílio.
Pô, solta a voz.
É, tem que achar aqui agora. Não, mas você fala com confiança. Fala assim: Oi, eu sou Emílio, estou cheio de confiança para tocar o Super Chat.
Oi, eu sou Emílio, sou o o Caricas foi abrir para o convidado, então temos um superchat aqui. Tá bom, vai lá.
Fala aí. Petri, dizem por aí que o próximo milestone—
milestone, milestone. O cara mandou em inglês o negócio.
Sua ídola virginiana é a Luciano Huck. Você acha que ela seria capaz de desembarcar, desbancar Angélica, ou procurar outro gigante da mídia para se pendurar? Ah, entendi a pergunta dele.
Dizem que o próximo milestone da sua ídola Virginia é o Luciano Huck.
É, ele tá, ele tá fazendo uma, ele tá fazendo uma pergunta baseado na alegação de que talvez teria algo, entendeu? Ele tá tentando sugerir que ela iria para o Luciano Huck.
Eu ficaria muito desapontado se ela se ficasse com o Luciano Huck.
Por quê?
Não sei, Luciano Huck não é um cara sexy, né?
Não, mas os outros caras também não eram.
Não, o Vini Jr. é atleta.
Sim, é um ator. Ah, daí Zé Felipe já é caído já.
Não, o cara é um pouco, o cara tem o, tem o, é bonito.
Eu não lembro na verdade como ele é.
Tem um molho, tem um molho. É que o Luciano Huck ele não tem nada, né?
É, não é, não é. Ele é brabo.
Nossa, aí é difícil. É, eu espero que ela não faça isso.
É, eu espero que ela não, é Sinceramente assim, entre tantas coisas do mundo de Virginia, essa é uma que a gente não vai perdoar.
É, não, se você fizer isso, eu caio fora.
A gente não tá nem aí pra qualquer esquema de lavagem de dinheiro esquisito que estejam investigando você na Polícia Federal nesse momento, Virginia. Mas não namora o Luciano Huck, tá ligado? Ai, ai, ai, ai, ai. Mas é isso, eu acho que supostamente tá tendo um boato desse tipo. O pessoal adora essas fofocas de quem tá namorando ou não namorando quem. Eu acho que é caô. Eu detesto vida pessoal dos outros nesse sentido. Eu gosto um pouco, é, eu não gosto acompanhar quem tá namorando, quem tá comendo, quem tá, não tá comendo.
Ainda mais quando a gente casada, tá ligado? Você fica mexendo no lar das pessoas. Tem até uma notícia sobre isso, entendeu? Tá certo, tá falando esse bagulho aí de que ela tá, mas assim, pô, o cara até casado com filho não faz É isso, não tem muita coisa boa pra zoar o Luciano Huck, tá ligado, do que essa. Mas já tem uma boa aqui de inveja aqui. Vamos pular pro MC Livinho, essa é boa de ciúme, sabia? Vai. Ó, deu polêmica do MC Livinho com ela mesmo, com a Virginia.
Uma ação publicitária entre MC Livinho e a influenciadora Virginia pra uma marca de cerveja gerou polêmica após o cantor deletar o vídeo da coreografia, tá? A gente tem o vídeo aí, Caricas? Então vamos rodar o vídeo primeiro pra gente entender. E ele deixou de seguir, ó. Roda com som, por favor.
Nossa, ficou tão ruim assim?
Vamos ver. Jesus. Isso é o vídeo? Isso. Ah, tá, não pode deixar a música porque é música de verdade, né? Exato. Ah, tá, obrigado. Graças a Deus. Isso é uma publicidade de que cerveja é essa? Não dá nem pra ver que cerveja é. Fito...
Isso é uma cerveja?
Tá com carinha de Brahma, hein. É, eu diria que são as caixas de Brahma empilhadas, né?
A ideia é essa. Pô, mas que propaganda horrorosa, porque não dá pra saber que é Brahma.
É, não dá. É, é Brahma, é Brahma mesmo.
Tá, aí eles dançaram isso aí, o que aconteceu depois?
Aí eles dançaram, só que aí o que aconteceu? Novamente, a galera da fofoquinha da internet, cara, a galera ficou especulando, né? Rumores aí de desentendimento aí por conta da esposa do funkeiro, Bianca Gabarron, né? Ela teria ficado com ciúme por conta das, dos comentários que as pessoas estão shippando.
É isso que eu entendi. É por causa disso? É.
E aí o menino foi lá, o MC Livinho, ele deletou a publicidade. Pô, cara, você sabe que esses caras estão ganhando dinheiro quando eles deletam a publicidade porque a mulher tá com ciúme, tá ligado?
Ah, foda-se, 2 milhões e meio. Tira essa merda aí que eu não aguento mais esse domingo. Pessoa me enchendo a paciência.
Aí ele foi lá, deletou a publiça e deixou de seguir a mina só por causa dos comentários que deixaram a mulher dele insegura.
Ah, pois é. Puta merda.
E aí, Petri?
Ah, e agora, cara? Puta, isso é uma merda, né? Porque ele não tem culpa.
Não, ele não tem culpa.
O cara foi trabalhar.
Tem que ter sanidade.
O problema não é meu que botaram uma menina do meu lado ali.
E aí o que ele fez? Ele culpou o público. Ele culpou o público porque o público viu ali que tinha, ah, não sei o quê, vocês estão com uma química tão boa que eu quero ver o que vocês vão fazer.
Mas eu entendo que aí o público fez a mulher dele notar algo que ela nem tinha notado antes, né?
Então, mas que ela devia ter ficado calada.
É, colocou minhoca na cabeça da mulher e aí o Domingo foi destruído.
A mulher dele não devia estar passando tempo vendo comentário de Instagram falando, ai, vocês dançam tão bem juntos que vocês deviam fuder. Tá ligado? Pelo amor de Deus! Não, mas verdade, é isso, é isso que eles fizeram, é isso que ela fez.
A dança é um pré-fudendo.
E aí ele podia ter explicado para ela, fala: amor, é um comercial da Brahma.
Ah, mas tu sabe qual é a verdade, né? O quê? O Lulinho falou: amor, é dentro.
Ele disse para mulher, é lógico. Amor, mandei ali no intervalinho.
Sabe o que aconteceu? Ela perguntou: você ficaria com a Virginia? Aí ele falou: amor, para com isso. Livinho, você ficaria com a Virginia? Ai, amor, é claro, né? Quem diria? Você fala, uma hora você fala.
O cara tomou o xarope da verdade.
Mas uma hora você fala.
Quando?
Nunca? Não sei, depois de 10?
Não, eu sou igual o Shaggy.
Eu não, eu falo na décima.
Lembra daquela música do Shaggy?
A verdade sai na décima.
It Wasn't Me.
Ah, você manda o Shaggy?
Não era eu. Não sei o quê, não era eu.
Mas aí você prefere mentir?
Pra manter a publicidade da Brahma?
E pra manter a mulher.
E aí a gente viaja pra Itália no final do ano.
Então? Então, amor, você é o Livinho.
Eu sou o Livinho, a publicidade da Brahma.
E aí aconteceu isso, eu sou sua mulher.
Ok, vai lá.
Ok.
Eu sou MC Livinho, eu pica pra caralho.
Amor, para de cantar, você tá jantando agora.
Ok, tudo bem. Jantando, tô comendo poke.
O pessoal tá olhando, Olivinho, para de cantar.
Ok, parei. Fala, amor, fala, cuzão. Ele não chama mulher de cuzão.
Pode chamar.
Não, não, como ele deve chamar? Fala aí, cuzona. Fala aí, cuzona. Fala, cuzona.
Você é louca, cachorra.
É, vou ler o romântico. Fala aí, cuzona, que tu quer, amor?
Você viu os comentários no teu vídeo com a Virginia?
Ah, o pessoal se amarrou, né, eu dançando com ela.
Estão dizendo que vocês querem se fuder.
Loucura!
Zé Felipe, dá um oi. Livinho, o que que tem? Você ficaria com a Virginia?
Lógico que não, meu amor.
Fala a verdade, amor.
Não, só tenho ódio para você.
Livinho, você ficaria com a Virginia?
Jamais, nem um milhão de anos. Aí essa hora que eu tenho que dar até uma pelada, como Livinho, que é tipo: nossa, ela de perto, nossa, é um reboco na cara, hein?
É feio. Para, Livinho, para. Aí ela abre uma foto da Virginia: você tá dizendo que essa mulher aqui é feia? Isso aí, você tá dizendo que essa mulher aqui é feia? Você não ficaria com essa mulher então? É isso que você tá dizendo? Você tá dizendo que você não ficaria com essa mulher? Olha aqui, olha aqui, Livinho, olha aqui, Livinho.
É Photoshop, é Photoshop, cuzona.
Aí ela vai embora da Não adianta, você perdeu a mulher. Agora admite que você quer, vai.
Agora admito?
Livinho, você ficaria com a Virginia?
Se a gente não tivesse junto, amor, ela é uma pessoa agradável, atraente, e a gente se divertiu na gravação, talvez. Mas a gente tá junto, amor.
Gostaria da honestidade.
Ah, tá, sim, tá, mulher.
Viu como é que é?
A mulher que ficou irritada ao ponto do cara deletar a mensagem dela.
Mas é porque ele mentiu, ele não falou, amor, Sim.
Você acha que a mulher quer ouvir que você ficaria com a mina do comercial? Claro que quer. Não, isso é foda.
A mulher adora saber que o homem dela é desejado por outras mulheres.
Mas não que ele deseja outra mulher.
É, meio que também.
Não, Petri.
Não, eu não sei. Porque como é que você acha que terminou essa conversa?
Eu acho.
De verdade, sabe como é que terminou? Ele falou assim: "Tá bom, eu trato essa porra então." É, foi isso. E aí acabou com o jantar. É, foi aquele mal-estar, porque ela sabe ainda que ele ficaria. Ah, então ele só quis se livrar do problema e eles estão vivendo uma vida de mentira agora.
Eles vivem um climão fodido, ela passa como a corna paranoica e eles ainda perderam dinheiro porque perderam o dinheiro da Brama, teve que devolver o dinheiro para ela, arrumaram o jantar e vivem uma mentira.
Era só falar: amor, se eu não tivesse com você, eu ficaria. Nossa, eu não gosto quando você acerta, mas eu acertei mais ou menos, tem umas partes que eu me perdi.
É, mas no geral foi legal. Não, você tirou nota 7 aí. É, eu acho que o ideal seria ter falado que se eu não tivesse com você, ela é atraente. Isso. É, é.
O que é um problema também, mas resolve a situação.
Resolve, é sincero.
Você nunca passou por isso? Amor, você ficaria com fulana?
Assim, tem muito tempo que eu acho que eu não vejo uma situação dessa. No meu relacionamento atual, não. Então eu não lembro de antigamente, assim.
É que é uma situação que acontece, né, com a galera.
É, né?
Que que tava passando ali?
Não sejam tão inseguras, moças. Que que é isso? É vídeo que a esposa do vídeo de indireta que ela fez para Virginia dentro do armário.
Ah, ela tá passando body splash.
Tá aí. Mas que merda de indireta é essa?
Horrível. Troca, pega a Virginia.
Eu tô usando muito o perfume da suposta amante do meu marido. Cara, eu tô com cheiro de amante.
É, eu vou ficar com o cheiro dela agora para ele gostar mais de mim.
Que coisa esquisita. Nossa, isso é comportamento de gente doida, se socar tanto de perfume dentro de um closet. Eu ia correndo para os braços da Virginia depois disso, tá ligado? Que coisa estranha. Se antes eu não ia para Virginia, agora eu vou, meu anjo, porque você é doida. E lá eu tenho o apoio da Brahma, pelo menos. "Ah, aqui eu tenho uma louca que passa um balde de perfume dentro do closet." Essa mulher desmaiou antes de... Foi o último vídeo que ela gravou no dia.
Ela caiu dura no closet.
Foi paranormal, Bert Einstein, depois.
Ele vinha abrir a porta: "Que que é isso, amor? Que que houve?" "Eu tava tentando imitar a Virginia." Ai, meu Deus do céu, cara.
Existe uma cultura de mulher cuck. Sim. Mulher que tem meio que uma obsessão em ser corna. Isso, isso. Me liga. Que é real. Você tá muito interessado, Carica?
Você tá namorada?
Esse é o motivo de não. Não, mas é a mulher que tá, a mulher que ela caça tanto. Caralho, o que é? O que é?
Não entendi. Acho que ele abriu demais, né? O que?
O Caricas, ele se abriu demais.
Você quer entrar nesse assunto?
Não, por favor, Caricas.
Não, mas tem mesmo, isso aí tá com toda cara de ser, e a pessoa não aceita que ela tem fetiche e fica brava e arruina a propaganda da Brahma.
É esses negócio tipo Luiza Sonza, tá ligado? Essa coisa de tipo, eu vou num programa, ela foi no programa da Ana Maria Braga para poder falar, para poder falar que ela tomou um corno do, nem lembro de quem era na época, do Chico Moedas. Isso é, falei, caralho, eu sou do tempo que os artistas iam na televisão para cantar, para lançar o, né, um disco, não falava sobre traição, não lançar um "Vem aqui, qual o seu lançamento hoje?" "Ah, tomei um chifre." É a cultura cuck, velho.
Existe isso. Existe um bagulho das mulheres cuck que gosta de ser cuck e gosta de reclamar que é corna.
E reprime tanto que acaba fazendo isso aí, ó.
Esse tipo de maluquice. É, cara, normalmente... Qual o nome do MC mesmo? Vinicinho. Livinho. Vinicinho. Livinho, ô, vai embora, meu mano, porque essa mina aí é... "Essa mina aí vai ser problema. O contrato com a Brahma foi a primeira coisa que você perdeu com ela, meu mano.
Confia em mim." Ou conversa com ela e fala: "Amor, eu sei o que tá acontecendo. Eu sei o que tá acontecendo. Você quer saber o que a gente fez depois?" E aí você começa a relatar, você vai ver.
E pior, cara, é capaz dela perdoar ainda. Claro, porque é a coisa da cuck, cara. A cuck é bizarra.
Ó quem chegou aí.
Chegando aqui nossos estúdios, salve, meu chapa! Aê, tamo junto, padrinho! É nós, fica à vontade. Chegando aos estúdios do Axins FM, nosso parceiro Nasser Habib, o nosso árabe brasileiro. Como é que pronuncia? É árabe, árabeleiro? Ó, fica aqui no mic.
Essa expressão eu inventei, tá bom?
Eu tava na dúvida.
O fone tá bom pra você? Pode ficar sem fone?
Pode Pode, se você ouvir a gente bem, tá tudo bem.
É que toca uma musiquinha maneira aqui no fundo, né?
Aí você entra no clima. E de vez em quando tem mensagem dos ouvintes, mas se quiser tirar... Se quiser, vai ficar à vontade.
Os caras pressionaram ele a usar o fone, né?
Deram vários benefícios em usar o fone, depois falaram: "Mas pode tirar se você quiser." É porque eu uso turbante, e aí fica, às vezes, eu tenho problema para usar fone, né, quando estou de turbante. Fica amassando a orelha, o cabelo fica coçando, tem algumas restrições.
Você quer... A gente... Você tira e você põe só na hora que for ouvir áudio.
Não, mas eu gostei, ficou confortável.
É legal, né?
Esse espaçamento gostoso. É maneiro, né?
E não é legal ficar ouvindo a própria voz? Isso aumenta o ego, tá ligado? É por isso que durante o programa eu sou tão confiante. Durante o dia eu passo o dia: "Ah, céus, ah, vida." Mas no programa eu me sinto muito bem. Parece Bob Esponja, velho. Você não é assim também?
Eu adoro ouvir minha voz.
Você não acha que as suas duas horas mais confiantes fim do dia são aqui, quando você tá ouvindo.
O cara se sente, a voz fica mais grave, tá mais bonita aqui, ó.
Por isso que eu me sinto o Cid Moreira. Vou ler a Bíblia depois para você ver como é que fica.
Tá ligado? Porque esse problema, quando o cara tá, liga a TV de madrugada e tá tipo um cara falando 3 da manhã lá sozinho.
Olá, você é de onde?
Ah, eu sou da tua terra, primo.
Ah, você é do Sul?
Eu nasci no Rio Grande do Sul, só que eu sou colorado.
Vai abrir, né? Então vai embora daqui.
Pega um pedaço.
Árabe eu aguento, mas colorado, vai pro fundo do caixa, cara. Não, mas é, a sua família é?
Família vem da Palestina e Jordânia, aí eu cresci no Rio Grande do Sul. Rio Grande do Sul tem muito árabe, né? Teve muita imigração de árabe pro Rio Grande do Sul, a comunidade muito grande lá em São Leopoldo. Eu cresci em São Leopoldo, conhece São Leopoldo?
Sim, pertinho de Porto Alegre.
Lá em Sapucaia, São Leopoldo, tem uma comunidade árabe gigantesca. E eu cresci lá, minha vivência, minha infância foi tudo lá. Aí, Oriente Médio é uma viagem difícil de se fazer. Eu fui fazer, eu já tinha quase 18 anos. Fui conhecer minha família, família bem tradicional lá. Então eu vivo sendo um arabileiro, como o nosso amigo aqui.
Você foi na— sua mãe, seu pai, é, qual que é, quem que é da Palestina e quem que é da Jordânia?
Então aí é o seguinte, o meu pai por parte de mãe, ele nasceu na Jordânia, e minha mãe nasceu no Brasil, mas ambas famílias são Eles são os avós, nasceram na Palestina.
Ah, então foi uma coincidência.
A imigração foi, cada um foi para um país. Então a família do meu pai foi para Jordânia, a família da minha mãe veio para o Brasil, muitos árabes. E aí minha mãe foi morar lá, como toda filha de árabe tem que passar um período lá, conheceu meu pai que nasceu lá, e aí os pombinhos se juntaram e caiu.
Veio você para o mundão, para causar.
Mas quando você foi para lá, eu ia te perguntar antes, né, tinha É, tem programa na televisão de religião lá que nem aqui?
Tem, tem.
Tem uns cara gritando, falando às 3 da manhã?
Sim, sim. Tipo, isso você acha que é universal? É, sim, sim, com certeza.
Mas aí são os programas muçulmanos ou os evangélicos compraram a madrugada lá?
Quer dizer, quando eu fui lá eu não tava prestando atenção em programa 3 da manhã. Cara, sai de férias só pra ver isso.
Será que lá tem?
Os cara fazendo aquele Lei do Ano, uma lasanha, tá ligado, na rede. Não tem isso aí, né?
O que que é a TV de lá? É tipo, acho que os cara passa Seinfeld, essas coisas.
Cara, tem uma coisa que me chamou muita atenção, que eles consomem muito a cultura deles. Tu vai ouvir música, não é música tipo assim americana, é música árabe, só música árabe na rádio.
Não toca Miley Cyrus?
Não.
Sério?
Não, deve em algum momento, deve tocar Miley Cyrus, mas não é cultural.
Talvez às 3 da manhã você não viu, né?
3 da manhã, a hora. Eu tava jogando carta e tomando chá com os velhos árabes, que é isso que eles fazem. É, tô tomando chá e jogando carta. Os cara não dorme porque tem que rezar 5 da manhã. 3 da manhã tá jogando carta, já, já vou ficar aqui, vou virar já. 5 da manhã eu rezo, meio piroca da cabeça.
A primeira é às 5 e depois—
Ah, eu não sei, eu não sou religioso, zero religioso, que eu sou bem— eu sou ateu, estilo livre. Não, não sou ateu. Cristo em várias coisas. Só que eu sou um arabilheiro, né? E no Brasil a gente tem essa diversidade de religiões.
É um misto de Alá com Jesus.
É, os muçulmanos acreditam em Jesus também.
Mas que ele era só um cara que escreveu uns negócios, né?
Não, que ele é um grande profeta.
O melhor de todos, mas o bom mesmo é o Alá, né?
É, o Alá é Deus, né? O Muhammad seria o profeta principal.
Alá é Deus, Muhammad é o profeta principal e depois Jesus?
É, tem outros profetas, Jesus é um dos principais.
Sim.
Eles têm, no Alcorão tem muitas passagens de Jesus. Mas assim, a minha família muito tradicional na Jordânia, são religiosos demais. E aí eu chego lá todo meio arabilheiro, sem religião, eu fico meio deslocado assim.
Os caras acham às vezes que você é meio tipo, puta, você, quando você vai encontrar com a sua família, acho que ela fala, meu, você tá muito distante da cultura.
Quando eu tô no Brasil, eu sou muito árabe, e quando eu tô lá eu sou muito brasileiro, tá ligado? Aí eu cheguei lá, eu tenho a orelha furada, né? Usava brinco. Eu chego lá com a orelha furada, esse cara fica olhando, que porra é essa, mano? Nunca vi isso aqui, não existe isso aí. É o quê, tu é gay? Eu não, mano, eu só tenho a orelha furada, tá ligado? E é porque para eles é uma coisa, nossa, que que é isso, cara? O moleque tem orelha furada.
E por isso que é bom você usar fone, vocês estiverem vendo agora.
Aí, galera, eu não tenho orelha furada, só uma merda. Aí eu cheguei lá, aí os cara passaram todos os dias me perguntando O que que é ser furando a orelha? O que que é isso aí? O que que é isso aí? Aí muito sagaz eu, né, o arabileiro, pô, moro no Brasil, aí lá tem os índios. Aí um dia eu fiz um ritual indígena, tive que furar a orelha. Nunca mais perguntaram nada, passei batido. Os cara, caralho, o cara é foda, o cara tava lá com os pajézão fazendo. Ah, é isso, né?
Se meteu, é, meti, claro.
É porque o estereótipo dos dois lados funciona, mano.
Adorei que você, tipo, seus roubou algo sagrado dos povos indígenas brasileiros para poder enganar o povo árabe.
É legal. Muito, já tive em rituais indígenas.
Eu respeito os dois povos, eu engano os dois.
Exatamente, eu uso estereótipo a meu favor dos dois lados, pô. Eu quero ir para a cidadania, então tá tudo liberado, pô.
E aqui no Brasil, o que que você usa para dar uma enganada na galera?
Tipo o quê?
Tipo isso que você fez com eles lá. Tem alguma coisa que acontece aqui em relação ao árabe que você dá um migué também? Uma pegadinha com brasileiro.
Ah, eu sempre falo que eu tenho 4 esposas. Quando alguém vem me encher o saco, eu falo que eu sou dono do Habibs.
Tem algumas coisas aí que eu sempre uso. Mas 4 esposas é uma coisa que tinha, não tem mais, não é comum, né?
Não, é bem raro.
Porque o lance das 4 esposas, pelo que eu entendi, você precisa ter grana para bancar igual as 4.
Tudo igual. Deu uma casa para uma, tem que dar uma casa para outra. Deu um filho para uma, tem que dar um filho para outra. Tem que ter disposição Né?
Sim.
Ah, sexual, né?
Tiver uma noite de prazeres com uma, tu tem que dar muitos prazeres para outra.
E pô, mas eu tô esgotado, querida, cara, não tem como não.
Aí ela pede divórcio e leva tudo embora.
Mas eu não posso fazer do dia seguinte?
Pode. Não, não é uma atrás da outra, não é cronograma.
Às vezes não sei também, né?
Não pode ser tudo mesmo tanque, o tanque tá vazio.
Mas às vezes não sei.
Mas tu passar a noite na casa de uma, tem que passar a noite na casa da outra. Outra, tem que—
Mas não tem como, é uma vida normal aqui de uma galera, é uma vida normal, não tem tantas regras aqui, né?
Lá já é lei, né?
E é obrigatório revezamento ou pode fazer tudo junto também?
Perguntando, caraca, o cara tá mandando mensagem pra além, é lá testando sua fé. O que que ele perguntou?
Se tem que ser, pode ser ao mesmo tempo?
Como assim?
Ah não, aí já é. Ah não, ele quis saber se tem como fazer uma homenagem, é uma— Não!— Tem que fazer direito. Um dia com cada... É monogamia 4 vezes?
Monogamia é 4 vezes e tem regras: tipo assim, a primeira tem que permitir. Se ela não permitir... Ahhh!
Então não é um direito do homem...
E é muito trabalhoso né? Quem tá casado sabe como funciona isso.
Sim sim então você tem que cobrar o mínimo de respeito.
Imagina 4 TPM ao mesmo tempo, 4, sincroniza. Isso que é foda, é B.O., mano, é B.O. Eu não teria.
Mas você falou da coisa da casa, eu achava que dava para todas morarem na mesma casa.
Não, tipo assim, são muitos países árabes, né, são muitas culturas, pode ser que tenha gente, mas não é o padrão.
No geral você tem que dar o mesmo, tem que dar o mesmo padrão.
Nossa, mas o cara tem que ter muito dinheiro, muito dinheiro, e tem que ser louco da cabeça. Eu prefiro morar no CAPS Não é um tijolo de 4 metros de terreno, né? Como isso, tá ligado?
Mas achei interessante, tem que convencer a primeira esposa a aceitar a próxima.
Exatamente.
E por aí em diante, ou só a primeira que manda?
Eu não sei, isso aí é um—
E a terceira, aí tem a votação das duas anteriores?
Puxa vida. Será que tem uma reunião: e aí, a gente vai aceitar aquela piranha no bonde ou não?
E o cara convencendo, o cara faz um PowerPoint para apresentar para elas benefícios da terceira.
O cara faz uma reunião, Todo mundo bota os slides. Por favor, deixa ela vir.
Você já teve, você já conhece algum caso de algum cara que tentou aprovar uma segunda esposa e foi negado?
Eu conheço muitos arabileiros que, só que os arabileiros eles são meio safadinhos, né? E daí ele tem uma mulher lá e tem uma mulher aqui, aí tipo não segue as leis.
O nome disso é Neymar, tá ligado?
Se pegar a traição ele fala: "Oh, eu sou árabe, eu sou árabe." Calma aí, calma aí.
É, eu já li algumas passagens do Alcorão. Isso significa que eu posso tentar meter esse caô para alguém?
Uai, pode!
É, não posso, né, cara? Sim, sim, sim, eu sou um grande entusiasta da causa, vai, se tiver disposição.
Mas assim, mas você tirou para brochar?
Não, não, é verdade, é difícil agradar uma mulher, né? Eu não tenho estamina para uma semana inteira disso.
Se você brochar com umas, tem que brochar Todas?
Caralho, essa é boa, velho.
Essa é uma boa pergunta, hein.
Mas daí é uma, o dia que tu tá cansado, a semana que tu tá cansado, vai tirar férias, sabática delas, fala: pô, broxei, vou ter que cancelar aí que ontem já broxei com a outra, para não ficar injusto, né. Ou a gente fica de leve, faz um chá para mim.
Caraca, é verdade, todo mundo sempre achou esse lance, ah cara, porque o árabe pode ter 4 mulheres, mas realmente você tem que manter, não é uma festa.
São 4 compromissos, cara. E regras, e lei também. Porque assim, surgiu, isso surgiu de uma maneira muito nobre, né. Muitos anos atrás teve uma guerra, muitos homens morreram e muitas mulheres e crianças ficaram desamparadas. Então os caras que tinham condições de sustentar mais uma família podiam trazer essa família pra perto e sustentar, cuidar delas. Então surgiu de uma maneira muito nobre. O tempo foi passando, as coisas foram mudando.
Por isso que é raro, não é uma coisa comum assim. Ou o cara é um sheikh, um rei, um príncipe, e aí foda-se, o cara é tipo o Neymar, tá ligado?
Sim, teria como.
Ou é um motivo muito nobre, tipo, pro árabe é muito importante a questão de ter filho, assaltar o DNA pra frente, ter um filho, né, passar, enfim, o sangue. E aí, pô, se a esposa dele não pode ter filho e ele quer, o sonho dele é ter filho, às vezes a mulher fala: "Não, tudo bem, eu aceito ter mais uma pra tu ter filho com ela." Ou às vezes tá doente a mulher, sei lá, são inúmeras possibilidades. Mas tem coisas muito nobres nisso, né?
Não é só bagunça. Isso acaba virando motivo de humor e, né, muita resenha, mas por trás tem fundamentos legais, bonitos. Assim, vira bagunça em algum momento, em um dado momento, deve ter gente muito foda.
Na hora que você põe o brasileiro na equação, vira bagunça. Exatamente.
Os árabes que eu conheci, os árabes que vieram de lá para cá e começaram a pegar o jeitinho brasileiro, tudo safado, tudo pilantrinha, velho.
Os cara, não, o negócio muito muito nobre, que surgiu a partir da guerra. Mas aí, pô, tem uns que foram para o Brasil e viraram brasileiros demais.
Exatamente. Aí o cara tipo assim, vamos comer as brasileiras, vamos casar com as brasileiras, e lá eu tenho a minha esposa lá, e foda-se.
É, não dá, cara. É Brasil, nada acontece feijoada. É, vamos seguir aqui na nossa programação. Vai mandando mensagem no nosso WhatsApp para você que quer conversar.
Eu posso dar um oi para minha câmera?
Você pode olhar para mim? Eu acho Aqui, aquela ali, eu acho. É, vai na minha.
Oi, galera, tudo bom? Habib, deixa um oi aí, meus telespectadores, quem vem aí me acompanhando das redes, dá um oi aí, deixa uma mensagem no programa. Muito feliz de estar aqui com meus amigos.
Ô, da hora, obrigado, pô. Prazer, prazer todo nosso, meu irmão, pelo amor de Deus, cara.
Vamos almoçar depois, comer comida árabe.
Ô, eu sou fã, cara, sou fã, sou um grande entusiasta. Vai mandando sua mensagem no nosso WhatsApp e aqui via Super Chat. Para o Nasser Habibi. Enquanto isso, vamos aqui, você vai comentando as notícias com a gente, Habibi.
Vamos aí, que que tem de notícia boa aí? Virgínia e Livinho saíram na mão.
Não, agora a gente tá numa outra coisa.
Se o Livinho fosse árabe, a propaganda da Brahma tava no ar ainda, né?
Uau! Eu tô por fora.
Ele gravou uma propaganda com a Virgínia e a mulher dele ficou brava em casa, sentiu ciúme, ele teve que deletar a propaganda da Brahma.
Perdeu o cash da Brahma porque a mulher tava com ciúme. Gente, só um segundinho, eu tô ouvindo um farfalhar no áudio. Sou só eu que tô ouvindo ou isso tá indo para transmissão? Porque outro dia eu tava ouvindo alguma coisa que tava indo para transmissão, então eu não sei se é falhando. De vez em quando eu tô vendo. Ó, ouviu agora?
Ouvi, ouvi.
Eu tenho medo disso tá indo para transmissão. Tá no meu ouvido, não tem problema, mas tá lá na casa do Mike Leão. Ah, talvez seja aqui no mau contato aqui dos fios, hein, galera. Mas que tá rolando, tá rolando. Já tem uns 3 minutos que eu notei.
Onde você aprendeu o farfalhar? Gostei dessa palavra.
É, acho que é por causa do meu cabelo. Eu acho que às vezes é, às vezes meu cabelo cresce tanto que ele entra no ouvido. Aí uma vez alguém comentou, cara, vai farfalhar. Aí eu pesquisei, eu falei, ah, farfalhar, quer ficar fazendo um barulho. "Eu tô ouvindo isso tem uns 5 minutos, tá me deixando doido." Se tá chegando só para mim, eu consigo enlouquecer durante 2 horas.
É porque o teu cabelo tá entrando no ouvido, tá falhando o teu ouvido.
Tá falhando o meu ouvido, mas se tá chegando para o público, aí é perigoso. Porque aí o pessoal fala: "Cara, eu tô odiando esse programa, não sei por quê." Porque você tá sofrendo uma tortura mental.
Mas você nasceu em São Leopoldo, é isso?
São Leopoldo, como falaria meu vô.
São Leopoldo.
E aí lá você já foi inserido na cultura árabe? Onde você foi depois de grande?
Tipo assim, a minha família toda é árabe, né? Então a gente cresce nessa dualidade. É, tipo assim, todo final de semana todos os primos reunidos, muita comida árabe.
Maneiro.
É, o jeito de tratar família, é uma cultura muito forte, né? Muito enraizada. Mas que eu fui ter um contato mais íntimo, mais estreito, foi quando eu já tinha quase 18 anos, que eu fui pra lá, fiquei um mês na Jordânia. Aí eu vivi como um, vivi, né, um mês, mas como um morador nativo de lá. Meus parentes lá, meus primos, tios, pô, ninguém nunca vem pra cá, ninguém fala português, tem uma vida bem tradicional mesmo. Então é uma dualidade legal.
Tive muitas coisas que me assustou lá, porque foi um choque muito grande, né? Quando sai do Brasil pra um lugar pra viver como os nativos de um lugar do outro lado do mundo, é um choque cultural gigantesco.
Tipo o quê? Que te assustou?
Tipo assim, comer sentado no chão. Beleza, no primeiro dia é legal. Depois de um mês, minha bunda tava quadrada, mano. Meu cu tava já, tipo assim... Tipo, coisa simples, mas o horário de comer, tipo assim, eu não posso cumprimentar. A Jordânia, só pra contextualizar, é um país muito religioso. Então assim, já vai pra uma vertente não só árabe, mas religiosa também. Então eu não posso cumprimentar muita gente. As mulheres não se cumprimentam, só de longe, dá um hi, hello.
Porque eu não posso cumprimentar, beijar ou conversar muito com alguma mulher que eu poderia casar, por exemplo. Tia, vó, eu posso beijar, posso abraçar, não tem problema nenhum.
Prima, que eu posso casar com as primas, a gente tem que ter um cuidado.
Eu não posso muito trocar ideia, não dá para trocar uma ideiazinha, mas não dá para se passar muito.
Hoje deve gerar um clima tão proibido.
Nossa. E aí tem outra coisa, tipo, o hijabi, o cabelo, a mesma coisa. Eu não posso ver o cabelo das que eu poderia casar, entendeu? Posso ver o cabelo da minha tia, da minha prima não. E aí as primas bonitonas, eu ficava Pensa assim, caralho, como é que deve ser? Só o marido pode ver, né? Caralho, se eu casar com ela, imagina o cabelão bonitão. Ou é careca.
Isso é uma dúvida que eu tenho, que é honesta. Isso não acaba causando o efeito contrário? Você começa a criar mais fantasia e começa a rolar um negócio mais, no caso dele, foi isso, né?
O cara fica cabeludo, cabelão.
Eu tô louco para ver o cabelo da minha prima, tá ligado?
Porra, olha o canapé.
É porque eu sou um cara que eu gosto de cabelo assim, eu acho legal, é um detalhe, é uma parte feminina que me atrai. Então, tipo, tu olha a menina muito legal trocando uma ideia, a menina bonita, lógico que eu vou pensar como que é ela assim, tá ligado? E isso é uma individualidade que só o marido dela vai poder ter. Isso é legal, tipo assim, é uma coisa legal, é um— sim, para se pensar, visualizar, para imaginar, tipo assim.
Mas você acaba usando muita imaginação.
Sim, com certeza. Você fica, pô, mais sendo um arabileiro, né? Então, então, mais sendo um arabileiro. Exatamente.
E se a tia for bonitona?
Ah, é minha tia, né, mano?
Aí é minha tia.
É verdade, mas e se você se interessar pela sua tia?
Não, aí também já fica fora, né? Eu tenho uma tia que usa burka, que só olhinho para fora, mas ela usa com todo mundo. Ela é líder religiosa, né? Deixa ela, bem tradicional.
Tá, eu tô com medo de brigar com essas coisas aí.
Não, tipo assim, eu tô falando Licença poética, tá tudo certo. Eu sou cara do humor, meu coraçãozinho tá disparado aqui, eu tô com pauta.
O Nacer, ele é só dos nossos.
Não quer ser cancelado da comunidade do Líbano? Não, Jordânia, Jordânia.
Aqui é tudo nosso, só pautas tudo nosso, gostei.
Aqui é tudo nosso, não tenha medo de perguntar nada. Tá, então não há perguntas idiotas hoje.
O problema é que eu tô gremista, não que eu tô falando errado.
Tudo bem, a gente discorda só nisso. Tá, então você tá lá e tá todas as mulheres de burca. Tudo tapado.
O hijab, só o cabelo tapado. Mas a minha tia, líder religiosa, eu não tô acostumado.
Mas você vê o corpo?
É tipo assim, essa é minha tia, eu tava lá um dia, eu não tô acostumado, tipo assim, com porra, é de burca, só olho pra fora. E aí eu tava sozinho na sala, do nada ela entrou e ela tava tipo assim toda, e parecia um fantasma, parece um ninja, né, mano? Eu não tava acostumado, velho. E ela entrou, tomei um susto, mano. E ela tipo entendeu, pô, ele não tá acostumado. Ela tirou assim, não sou eu, calma, calma, caralho.
Só eu, pô.
Aí, tia, caraca, não tô acostumado, velho. Tá pegando as manhas, né?
Tá, mas aí ela era bonita?
Ah, minha tia é bonita, minha família é bonita, é mais velha.
Eu tô com esse negócio na cabeça, é porque me parece uma coisa tão... Todo mundo tapado, todo mundo parece...
Ele quer segunda esposa árabe, ele tá já visualizando.
É porque é muito curioso pra mim isso, porque assim, de um lado você tem o ocidente que todo mundo usa o que quiser, e aí você vê essa pessoa é assim, Aí o desejo ele acontece, mas de um jeito mais... Velado. Não, ele acontece ali e você tá vendo a pessoa. Eu acho que o espaço pra imaginação ele é um pouco mais limitado. Quando a pessoa não mostra quem ela é...
Traduzindo o que você tá tentando dizer é que a gente vê o cabelo, o que a gente fica imaginando são os peitos.
Isso aí.
E as palmadas. Ele não vê o cabelo, então ele imagina o cabelo.
Isso aí.
É isso. É, mas assim, lá tem a questão cultural respeita muito a individualidade. Isso é muito legal. Então é uma coisa muito individual, muito preservada, eles se preservam. Então, por exemplo, eu tava lá caminhando no shopping, aí as árabes, aí eu fico olhando, né? Aí, pô, meu pai já me deu uma cutucada: para de olhar ali, senão vai ter que pedir para casar com a mulher, né? Tipo assim, não pode ser fácil.
Não tem problema, pai, então vou olhar mais aí. Arma o casamento agora, rapaz. Tem um cruzeiro escuro lá para fazer? Você poder dar uma olhadinha.
Caralho, eu devia ter. Na época eu tava, mano, muito louco.
Leva um Ray-Ban na próxima.
Mas é sério, uma olhadinha já é digno do seu pai te dar uma chamada.
Uma olhadinha. Mas eu, pensa eu sendo moleque de 17 anos, até então brasileiro, vivência do Brasil, é normal, mano.
Tá loucão, né?
Testosterona daquele jeito. Aí o cara, pô, tá condicionado, inclinado a já olhar, tipo assim, não Não na maldade, mas a menina bonita, só que se ficar olhando assim, pô, pode dar a entender lá, as pessoas não, né, as pessoas respeitam um pouquinho mais assim, né, no aspecto deles.
Sim, mas você olha a menina de burka e você fica tentando calcular como é que ela é.
Não são todas que usam burka, não. Tipo assim, no shopping, as meninas com cabelão soltão e as árabes bonitonas, tipo assim, chama atenção. Eu tava olhando genuinamente, não tava tipo, eu tava olhando tudo na verdade, só que daí vi as meninas bonitas, ô rapaz, aquilo ali 'Eu caso, primo, vou bairro, arranja pra mim, já vamos, armo o casamento, tem mais outra ali também, já convenço aquela e aquela já faz o bem bolado.' Cara, e o impressionante, o cara sai do shopping com 4 esposas.
O impressionante, homem é homem em qualquer lugar do mundo. Teve um dia que eu tava lá e no fim do dia o que que o homem quer? Jogar FIFA, comer hambúrguer, fumar narguile, só os homens. Aí teve um dia, tava frio pra caralho, nevando, eu tava lá sentado no sofá E a minha comunicação com o pessoal lá é um pouco árabe, fajuto. Meu árabe é péssimo. E aí o inglês fajuto também. Aí um pouco de mímica e o que dá pra desenrolar assim, tipo, não passa sufoco.
Eles querem entender, eu quero ser entendido e aí tudo certo. Tava lá sentado no sofá, tranquilo, celular. Chegou meu primo, começou a conversar comigo, aquela conversa bem duvidosa, né? "Ah, tu gosta de jogar videogame?" "Gosto." "Gosta de jogar FIFA?" "Gosto." "Vamos jogar um FIFA?" "Vamos jogar um FIFA." Eu pensei que ele ia ligar o videogame, né? Daqui a pouco ele— vou ali pedir o carro para o meu pai, tá, né? Aí voltou, jaqueta, né?
Vamos, e ela abriu. Então vamos, né? Peguei, botei minha roupa assim, botei os bagulho, tava muito frio, tava nevando. Entrei no carro, andamos uns 15 minutos lá no bairro. Meu Deus, onde é que, porra, eu pensei que a gente ia jogar videogame, cara. Onde é que esse filho tá me levando, velho, para jogar futebol?
É, vai para Copa do Mundo, cara?
O cara ia te levar numa quadra para jogar?
Tipo assim, o FIFA deles é futebol de verdade.
Quantos jogadores estão na área nesse momento? Cristiano Ronaldo, etc e tal.
Aí os cara, beleza, dando um rolê lá de carro, estacionou o carro. E aí lá, e lá, vamos ali. Aí tinha uma portinha assim, abriu a portinha, entramos, subimos 3 andares assim no prédio, aí bateu numa porta tipo código assim. Aí eu, caralho, mano, que porra é essa, né? Aí chegou, tá ligado quando tu abre a porta, só abre um pedacinho, tem a correntinha, aquela correntinha, segura, aí abre um gordinho.
Qual a senha?
Aí um gordinho abriu assim, me olhou. E daí ele olhou pro meu primo. Eu consigo entender na hora que ele falou: "Quem que é esse cara?" Porque tipo assim, os cara roupa tradicional, tipo sandália, e eu de vans, tá ligado? Dá pra ver que algo de errado não está certo, tá ligado?
Forasteiro, forasteiro.
Ele não é policial, não.
"Quem que é esse cara aí?" "Ah, meu primo tá comigo." Aí o cara fechou a porta, abriu a correntinha, abriu. Mano, era tipo um clube dos homens. Aí tinha hambúrguer, narguile, FIFA. Tipo um clubezinho assim, sabe?
Era uma barbearia.
Uma máfia.
É, tinha uma barbearia, tá ligado?
Exatamente.
Exatamente, mano. Porque ela não pode jogar FIFA.
Qualquer, eu acho que era só o espaço dos homens ali que eles queriam, tipo, eu acho que é um espaço, é o men free, que eles não queriam as 4 sogras enchendo o saco, os 8 crianças correndo de fralda, tipo assim, só os homens ali, tá ligado?
Lá tem isso, é um clubinho, é um clubinho, mas as pessoas sabem que existe esse clube ou vocês planou agora?
Eu posso estar, as mulheres estão agora lá brava, podia ser a máfia e eu não sei que eu tava na casa da máfia. Chega lá agora, exatamente, esse Jogou um fifinha lá, fumou um narguile, Thiago Leifert falando em árabe. Fumei narguile de leve, um chouépos, que é a essência boa árabe, né, que dá potência.
Você fica agitado?
Não, baixa pressão, né? Eu quando eu fumo, nossa, pressão no dedão do pé, eu passo mal. Parei, inclusive não fumo.
Pô, então tem um espaço secreto para o Fifa lá.
É, o Fifa aí pediu um hambúrguer lá, pedimos narguile, passe no quinha, ping-pong, tipo assim um clubinho, mano.
Às vezes eu tô em casa jogando jogando FIFA e aí chega delivery de coisa pesada, leite, refrigerante, eu tenho que pausar o FIFA para descer e pegar. Se eu tivesse num lugar desse, eu nunca tenho que pausar o FIFA.
No fim do dia os homens só querem um lugar para jogar FIFA lá, tipo, falar qualquer coisa que as mulheres não estejam ouvindo, tipo, conversa fora.
E o problema de jogar FIFA casado é o amor, é, faz não sei o quê, aí você tem que pausar ali.
Qual será a eu, cara. Caralho, mano, será que o cabelo daquela mina é da hora?
Pô, vi um pedacinho de cabelo ontem, mano.
Ontem eu vi o cabelinho de uma mina top, mostrar aqui no WhatsApp.
Eu tirei foto.
Caralho, tem mensagem aí pro Nacer? Temos. Manda aí, vamos ver. Bom dia, rapaziada! Salve, Roni! Salve, Petri! Viu, tava vendo vocês falar aí O lado bom de ter 3 esposas é que dá para jogar muita tranca. É o quê? É um jogo de carta que eu entendi. Eu acho que ele quis dizer que tipo você pode fazer atividades coletivas.
Ah, sim, que dá para jogar 4 pessoas, jogo de carta.
Mas isso é uma boa pergunta. Dá para ter atividades coletivas com as 4 esposas?
Cara, tem alguns que convivem, mas é muito muito particular, né? É muito, não é?
Tipo, uma coisa deve ser boa é o almoço, né? Uma coisa deve ser boa é o almoço, né? 4 cabeças pesam mais que uma, né?
Sim.
E eu imagino que tipo final de ano, festa final de ano, as 4 sogras reunidas, copo quebrando, garrafada, estoura a garrafa, põe na cabeça da outra sogra. A guerra das sogras, a máfia.
Quem faz o melhor rango de feriado?
Sim, porra.
E elas disputar entre elas, né? Claro, só coisa boa.
Porra, disputa feminina, vou cozinhar melhor para ele.
Caralho, que maneiro, cara! O Brasil tem que aprender muito com isso aí, com certeza.
E Habib significa o quê?
Querido.
Querido.
Então quando a gente passa na frente do fast food ali, é Queridos o nome?
Queridos?
Não, é o restaurante do Querido.
Botou só um S, mas na língua árabe não seria.
Os caras meteram o S dos Estados Unidos no Habib, que é árabe, e aí ficou o Querido do Então não significa nada o Habibs.
É, não, é querido, querido. É, faz sentido pro aspecto brasileiro, mas na língua árabe não seria.
Cara, Habibs é ruim até pra um animal brasileiro que nem eu.
Ah, eu gostava da esfirra.
Sério?
Porra, eu pegava aquelas caixas de esfirra assim, 50 centavos.
Ah lá, pra mim sempre valeu a pena por isso.
Enche de limão.
Era muito barato.
Eu vou ser julgado, mas eu gosto de Habibs, mano.
Você é brasileiro?
Tá bom ainda.
Tipo assim, é porque eu acho que é um—
quando você chega lá, você fala: eu sou o dono dessa porra, todo dia me perguntam se eu sou dono do Habibs, tá ligado? Você nunca usufruiu disso aí?
Eu sou dono do Habibs, galera! Quem quiser, 4 mulheres que quiserem vir para o império do dono do Habibs.
Ô, você nunca tentou meter o louco no Habibs? Não, essa aqui é minha unidade.
Caralho, mano, vamos fazer esse vídeo, vamos fazer esse vídeo, vamos fazer esse crime!
"Querida, prepara as esfihas pra mim, por favor, que eu tô com pressa." Fala assim. O Zuckerman não fez?
O Zuckerman não fez? Lá, ele foi uma vez. Ele fez? É, eu acho que ele fez, né? Falou que ia entrevistar o cara, o gerente lá. O Zuckerman e o Sarro fizeram isso aí.
Ah, o Zuckerman, ele vive de graça, né? Porque ele consegue tudo.
Ele é psicopata.
Eu acho que o apartamento dele ele conseguiu numa dessas aí.
Exatamente. Mas eu acho que talvez a gente tenha potência pra conseguir ludibriar e comer 4 esfihas de graça, que daria tipo R$20.
Então você mostra o Instagram aqui, ó. Rabib.
Cara, normalmente, né, tipo, você vê às vezes, tipo, sei lá, comunidade asiática, os cara fala: meu, a comida japonesa é bosta aqui. Aí você vê os italianos, vê, vocês estão brincando, que isso é pizza. Não, tipo assim, aí o cara mete que ele se amarra num rabib, mano.
É que tipo assim, lógico, se eu for botar na balança esfiha da minha mãe que ela faz em casa, esfiha do rabib, esfiha da minha mãe um bilhão de vezes. Mas comparado nos fast foods, pô, tem um McDonald's, tem um BK, tem um Habib's. Pô, Habib's é da hora, mano. Esfirrinha ali, tipo uma mini pizzinha, né, que é esfirra aberta, mini pizzinha assim, vários sabores, é gostosinho. Era muito barato antigamente.
Hoje não é tanto.
Quanto que é hoje uma esfirra?
Antigamente o lance é esse, aquilo era barato.
R$4, eu acho que é.
Nossa, só uma bica e tal. Já foi a época que o Habib's era super barato, que antigamente valia a pena. Nossa, quando eu Vim para São Paulo, eu era um homem 50% homem, 50% Habib, mas hoje tá muito caro. Hoje realmente, cara, não compensa. É mais fácil você comprar uma esfirra da hora por um pouquinho mais caro, mas faz uma refeição normal.
Mas pô, tinha um restaurante perto da minha casa ali com os amigos, a gente pegava, sei lá, 5 caixas, aquela caixona quente, e o kibe com queijo dentro.
Tem aquele kibezinho, uma granadinha com queijo dentro, top.
Pô, era bom, cara. E eu lembro que a de carne era 59 centavos, a de queijo era 49 centavos.
E as promoção, aí tinha dia que tinha promoção, o povo comia, velho. Pô, Habibs é legal.
Habibs, melhor. Baixa o preço de novo aí.
Baixa o preço, baixa o preço. É, porque realmente o apelo do— que foto é? Ah, é o Cortez. Casou no Habibs.
O Bruno Cortez tá aí.
Cara, o Cortez jogou no Grêmio, né? Ah, casou no Habib's, mano.
Mas isso aqui é época sensacional.
Isso ele jogava no Botafogo.
Ah, percebi. Nossa, pela tristeza. Sensacional, velho.
Ele casou e aí o Habib's, né, ele, não sei o empresário dele, como é que foi o esquema, mas ele conseguiu que a festa de recepção do casamento fosse no Habib's de graça.
Olha essa foto, ela tem tantos detalhes impressionantes. O cara tá com o Unitrix no braço. O cara tá com uma taça de cristal, tipo assim, super luxuosa.
Nem tem no Habibs, mano.
Tipo, tá parecendo que ele tá numa rodoviária, parece que é IAG, mano.
Eu lembro quando eu vi essa notícia, eu comia bastante Habibs e eu achei gênio assim. Eu falei, cara, o cara conseguiu uma festa de casamento de graça, muito bom. E pro Habibs foi uma puta publicidade na época, sensacional. Grande cortejo, cara. O que aconteceu com ele? Qual foi o fim do cortejo? Eles ganhou a Libertadores Campeonato com o Grêmio 2017, mas foi fundamental, foi, foi, jogou bem.
E aí eu acho que 2018 ele continuou e depois ele saiu, foi para um time pequeno aí, não sei onde é que ele tá agora.
Deve ter abrido uma escolinha.
É, mas eles fazem uma franquia do Habib, franquia do Habib, exatamente. Hoje ele é técnico do Sub-14 do Grêmio. Ah, boa!
Então a gente valoriza nossos ídolos.
Criou, como é que chama?
Raízes.
O meu videomaker ali atrás, ele é colorado.
É colorado também?
Passado. Não, mas ele acompanha mesmo. Eu sou mais de boa, eu não acompanho.
É?
Você é mais tranquilão?
Você tem quantos anos? 25. Você viu os mundiais do Inter, aquelas coisas?
Quando que foi isso?
2006.
É, então eu lembro quando eu era muito pequenininho, eu tenho um tio que é muito colorado e ele que me puxava pra assistir, pá. E essa época o Inter era tipo assim...
Durou 2 anos só.
É, mas essa época o Inter era o Inter, tá ligado? Hoje é o Inter.
Então aí você pegou a fase boa do Grêmio, né? Campeão da Copa do Brasil, Libertadores, e acabou também, não tem mais nada.
Foi isso.
Mas você pegou aquela fasezinha boa do Grêmio ali, 5x1, 5x0 no Inter na Arena.
Não lembro de nada.
Aí é fácil, você chega dizendo que é colorado e quando eu começo a te esfregar fatos na cara você fala: não importa, não importa tanto assim.
É porque o cara tava muito empolgado.
É porque eu sou colorado, o turbante é vermelho, mano. A estética tem que ser gaúcho, um arabileiro gaúcho, tem que ser colorido, mano.
Não tem como. Como é que eu vou?
Não tem azul?
Tem, mas é tradicional. Eu tenho uma coleção, tenho uns 20 de cada cor. O azul eu não tenho ainda, eu acho muito bonito. Próxima viagem no Oriente Médio eu vou comprar mais uma mala só de— O legal é que o legal é tipo assim, vou em vários lugares da cidade, compro de vários tipos, de vários caras, famílias que fabricam à mão, tá ligado? E aí vou montando minha coleçãozinha, tem uns 20 lá.
Eu tenho 2 que eu ganhei de 2 amigos palestinos, inclusive o presidente da FEPAL.
O Ali?
É, gente boa, né, amigo?
Um beijo, um beijo pro Ibrahim também, embaixador da Palestina, amigo nosso. Não é mais embaixador, eu acho, mas gente boa demais, amigo da família. Um beijo, Ibrahim.
Eu nunca uso em público porque eu tenho medo das pessoas brancas me acusarem de apropriação cultural, embora ele mesmo tenha falado que não tem problema nenhum eu usar. Você usa, vai em frente.
Você tem a licença, eu te dou a permissão de usar quando você quiser. Por favor, tá ao vivo, tá gravado, pode usar.
Muito obrigado. Vou ter que comer, só não preciso comer hibis.
Não, não, a gente vai num restaurante tradicional árabe, na casa da minha família, comida da minha mãezinha.
Vamos marcar uma trip lá. Sim, qual que é a moeda lá?
É dinar jordaniano.
E é boa a moeda?
Ah, é uns R$9, eu acho, dinar jordaniano.
Mas isso significa que é...
Pra nós é foda, que pra nós é foda pra caralho.
Não entendi, eu sou ruim de matemática. 9 pila compra uma...
Exatamente.
Ah, então é foda pra caralho.
É, pra nós é mais que o euro.
Porra, que isso?
Pesquisa aí, ô, produção.
Por que eu tô dolarizando meu patrimônio? Caralho, eu vou comprar isso aí.
Quanto que tá o dinar jordaniano aí?
Porra, vale o euro... Essa moeda vale mais que o euro?
Eu acho que sim, né?
Se for, é, não, nesse número tem que ser. Eu fiquei confuso.
7 pila.
Caralho!
1 dinar tá 7 pila.
Por que que a gente compara as coisas com dólares?
Foda-se o dólar. Foda-se o dólar, o lance é Jordânia.
Dinhar jordaniano.
Caralho, por que que a economia é foda lá? Qual que é?
Mano, tipo assim, é um país que tem alguns problemas estruturais porque é reinado lá, né? Mas o principal problema é porque é um país que tá no meio da bagunça, é um país que tem boas relações com outros países, então recebe muito refugiado. Então tem pouco emprego, tem alguns problemas assim, mas é um país muito legal, tem muitas coisas. Eles vivem numa dualidade muito bonita assim, de tecnologia de ponta e ter a tradição, os beduínos que moram nas barraquinhas e os cabritinhos no meio da estrada. É legal.
Maneiro, meu. Que maneiro, tá dando chiado.
Chega um pouquinho pra cá.
Agora não é nem o farfalhar, é o zumbiar.
Deixa eu chegar um pouquinho pra cá. Talvez seja você, vamos lá.
Batman.
Batman, ah. Mas vamos ver agora se vai melhorar, tá ligado? Porque tá rolando.
Vamos, espero que acabe com o farfalhar.
Vai acabar o farfalhar. Vamos para mais notícias? Comenta noticiário aqui com a gente.
Não temáticas do mundo árabe.
Não temática? Daqui a pouco a gente pergunta mais, tem mais coisa aí, tá? Você tem mais dúvida? Você quer perguntar mais coisa?
Pô, abre o noticiário da Jordânia aí, vamos ver. Vai dar só merda.
Pelo amor de Deus, cara.
Tem uns influencers lá, uns caras famosos?
Tem, mas na Jordânia não tanto, mas tem alguma galerinha que faz uma bagunça. Tem mais nos Emirados, tem mais a galera já mais ocidentalizada. Exatamente, já traz essa parada mais da mídia.
Tem uma treta assim, o pessoal não gosta muito de Dubai, dessas coisas, porque eles abriram demais.
Eles acham meio europeizado, né? Mas tipo assim, tem primos que moram lá, se mudaram para lá porque tem mais comércio, tem mais coisa para fazer, tem mais, tipo, eles são mais jovens. Geralmente quem não gosta tanto é os mais velhos, os mais jovens acham legal.
Pessoal de biquíni, é só usando celular, esses moleque novo aí.
Não pode lá, tá?
Não pode, morre, isso atrapalha muito.
Então eu cometi crime lá? Não, não foi. Mas daí o pessoal deve fazer muita coisa lá, né?
Deve ter bastante coisa, ainda mais que deve rolar um tráfico internacional de drogas.
No Brasil você é usuário de maconha?
Não, sou careta.
Sou caretão.
Já tive minhas experiências aí, né, já, mas sou hoje em dia sossegado.
É ruim, né? É bom.
Que você é viciado é perfume, eu já vi.
Ah, os árabes gostam de perfume, né?
Qual que é o lance dos árabes com perfume, que é um negócio muito intenso, é muito intenso?
Eu acho que vem desde a Porque o árabe tem muita essa coisa do óleo essencial, né? Do óleo, do café, das especiarias. Isso se convertendo para cheiros e para outfit vira perfume, né? Para pensar, os cara gosta muito do cheiro, dos temperos, dos óleos, vira perfume. E aí de uns anos para cá, uns 2 anos para cá, perfumaria árabe tomou assim uma proporção absurda. E aí tá no hype para caralho, né, os perfumes árabes pelo mundo. A galera se amarra, mas no Brasil principalmente, no Brasil Tá estourando, sério, é os perfumes árabes.
Ah, que beleza!
Eu tenho que trazer uns perfumes para vocês.
Você veio sem nenhum, você fala, você fala, vou trazer comida, vou trazer perfume, vou trazer isso aqui, vamos almoçar. Não trouxe nada, velho. Tem ali na bolsa, cara, os mais cheirosos.
Eu tenho tique com perfume, eu não gosto muito, não gosto de perfume, não. A minha mulher obriga a usar perfume, ela vem com um negocinho no pescoço, aperta.
Por que tu não gosta?
Ah, me dá uma agonia, um negócio gelado.
Ah, só na hora que passa.
E um cheiro que não é meu também.
Ah, não, é um cheiro artificial.
Mas se tu parar pra pensar, vai misturar com o teu cheiro, teu feromônio ali, e vira o teu cheiro, né?
Mas é o cheiro de um cientista. Não gosto. Quem ele pensa que ele é pra criar um cheiro pra botar em mim?
Mas aí tu já tá indo pra uma parte meio filosófica, né? Roupa também não é tua. Isso aqui nada é teu.
Tudo, um capelado. Ah não, mas aí eu não tô pelado por respeito a vocês mesmo.
O cheiro estaria nu. O cheiro é por respeito a tu mesmo que não gosta do geladinho.
E porque não é o meu cheiro, acho esquisito botar o cheiro que não é o meu cheiro. Tipo botar uma cara que não é minha cara.
Você gosta de sentir o cheiro, tipo, se a tua esposa usa perfume, tu gosta?
Gosto do cheiro dela, não quero sentir o cheiro.
Ah, então tu gosta também, prefere que ela não use, gosta do cheiro dela.
Dela, gosto do cheiro do ser humano. Adoro metrô.
Vamos, eu quero saber das notícias porque eu sou um cara que eu sou meio desantenado.
Vamos ficar, vamos ficar informado então. Eleitores recebiam porções de cocaína de R$50 em troca de votos em Santa Catarina. Lá em Santa Catarina o pessoal tava vendendo voto. Ó, a Polícia Civil de Santa Catarina revelou um esquema de corrupção eleitoral no sul catarinense onde eleitores recebiam porções de cocaína avaliadas em R$50 em troca de votos para um candidato a vereador.
Porra, maneiro, a cidade mais agitada do Brasil.
Os cara são, pô, fã pra caralho dos político, né?
Caralho!
A fraude descoberta a partir da análise do celular de um traficante preso que negociava envio de fotos de títulos eleitorais. Ah tá, tinha um grupo de Zap e aí o cara tinha que mandar uma foto do título eleitoral de, ah, eu sou um eleitor possível. E aí eles usavam no WhatsApp o termo que é assim super secreto chamado de "eu vou pagar você com a moeda branca". Nossa, velho.
Ó o Claudio ali, porra, Claudio.
Ó lá, moeda branca, daí entrega os R$50 na minha moeda, moeda branca.
Mas tem uma coisa, como é que o cara prova que ele votou no cara que ele vendeu o voto?
É confiança.
Pois é, eu já cheirei, amigo, agora...
Não, mas a compra de voto teoricamente ela tem que ser na base da confiança, supostamente alguns caras Democracia importa? Querem o... Democracia importa?
Os cara é foda, velho. Mas é, cara. Mas tipo assim, pros cara que tão fazendo isso, é tipo um jeito de economizar, né? Porque em vez de ele dar R$50, ele tá dando supostamente R$50, mas ele negocia com o cara o valor da parada. Às vezes ele tá pagando R$30, mano. Sim, muito. Então ele multiplica os votos.
Sim, e eu duvido muito que é tipo R$50 da pura, tá ligado? Deve ser R$50 de 97%. Que já não é muito boa. Eu não uso nada disso.
97% não é bom?
É, 97% de 50%, ele falou.
Você quer que seja 99%, tá ligado?
Para mim, para o voto valer a pena.
É assim, eu não sei se o pessoal também tava sendo tão... Se você tá vendendo voto por R$50, que é essencialmente lá meia dúzia ou 4 pinos, assim, normalmente eu não uso.
Mas sei tudo.
O Gustavo perguntou se eu sou usuário da verdinha, da pura.
Você gosta?
Não, não, eu detesto. Da verde, sim. Da branca, não. O que você?
Nada, careta.
Careta?
Caretíssimo.
Não bebe um...
Não, não bebo, não fumo, não cheiro.
Mas eu fui um adolescente meio... Vida louca?
Eu experimentei tudo já, mas nada me agradou.
Eu fui meio... Quer dizer...
O que você foi de vida louca?
Ah, mano... São Leopoldo, as noites em São Leopoldo, né?
As noites em São Leopoldo, a gente tocava terror lá.
Ah, eu gostava.
Quando eu era adolescente, eu fumava muitas coisinhas. Narguile. Aí às vezes tinha mais coisa do narguile que a gente não sabe.
Botava um negocinho no narguile, né?
Exatamente. Mas dá pra botar alguma coisa no narguile?
Dá!
Rapaz, o que tu quiser a gente coloca, meu.
Caralho, eu nunca vi um narguile temperado. Eu sempre vi os narguile normal.
Não, a gente, né?
Eu uma vez... Narguile temperado.
Temperado. Batizado.
Eu uma vez eu botei uma bola de rato no... É, e deu certo, e deu uma onda legal, mas eu nunca fiz mais nada assim.
Raco?
É, a pura é melhor, né? É, eu sempre achei. Mas é que eu sou um cara, eu gostava da verdinha, mas eu sou um cara que eu tenho muitas peculiaridades mentais, e aí tipo assim, sou muito criativo, e ela é um estimulante muito forte, né?
É, deixava você doidado.
Eu vomitei quando eu fumei.
Sério?
É isso, né?
Mas você fumou muito?
Eu fumei normal assim, tava todo mundo na casa de um amigo, todo mundo fumando normal. Comecei a passar mal, deitei no sofá e falei, cara, vou vomitar.
É porque tem gente que não nasceu para parar, tem gente que tem suas limitações. É porque é uma coisa que não tem muitos estudos que ensinam sobre, porque a maconha tem muitas camadas, né, tipo assim, do que ela faz no teu organismo e tal. Então, quando, principalmente eu, quando era adolescente, mano, fumava adolescente, isso não é muito saudável.
Bom que tu é adulto, né.
Sabe que álcool também eu não consegui, eu tentei beber porque todo mundo bebia, né, mas nunca me não me dava bem, vomitava muito, eu também passava muito mal, passava muito mal com álcool também. Sempre podia ter tomado assim uma garrafinha só, passava mal para caralho. E aí abandonei, parei de beber.
É a mesma coisa, álcool para mim sempre me deu muito enjoado.
Agora o pó, moeda branca, eu acho que em termos de vender voto, assim, é, meu lugar, você não tem como comprovar que você é—
se o cara perder, você mata todo mundo, né?
Então acho É meio que esse é o jeito que eles cobram. Talvez então tente não vender.
Na próxima ele bota vidro no voto, todo mundo.
O que que tem? Isso é a notícia? Mas você acha que o vereador que comprou o voto, deixa eu ver. E o senhor teve quantos votos? 265 votos. E aí o senhor foi condenado recentemente por compra de voto? Isso, o senhor sabia que ele tava oferecendo dinheiro e cocaína em troca do voto no senhor?
Não, não sabia.
Eu queria só o nome dele, não sabia.
Eu nem sabia que ele tava fazendo esse tipo de coisa.
Falou para o senhor nas mensagens?
Não, não chegou a falar.
Tanto antes como depois da eleição tem mensagem a respeito da compra de votos?
Não tô sabendo.
Eu gostei dessa.
O que vocês acham de vender o voto?
De vender o voto?
Você acha que é um problema?
Eu não acho.
Eu acho tranquilo, o voto é meu.
É tipo assim, a gente... Direito. Já se vende o voto, né? Porque tu oferece o benefício que tu vai dar pro cara quando tá te fazendo tua propaganda eleitoral. Ah, eu vou te dar isso, você vai ser aquilo lá.
É uma forma de comprar meu voto com uma musiquinha.
Só que se o cara tá precisando de 50 pila ali na hora...
E eu tô precisando de um pó?
E sendo sincero, você não tem como na sua campanha eleitoral falar: Oi, aqui é o Zé da padaria, comigo vai ter farinha, vota 503738. Não tem como fazer isso. A justiça eleitoral proíbe você falar que você vai dar pó para as pessoas, é, então em troca de voto. Então você combina no Zap.
Sim, é mais melhor. E justiça eleitoral, e tem mais barganha, porque ali tu pode negociar melhor caso a caso. Esse cara aí, por 20, por uma moeda branca de 20, ele já vai Cocaína.
Agora eu tô com a sensação de que ele não ganhou a eleição, né?
242, acho que pela vibe dele, ele tava um pouco chateado, ele tava meio chateado, meio frustrado.
Porra, foram 50 pino de maconha.
Não deu certo, galera, não deu certo essa daí. Tenta com maconha da próxima, tenta com baseados.
Acho que é mais popular, né?
Na minha opinião, maconheiros são mais confiáveis que cocainômanos.
Mas então eles são mais confiáveis porque eles vão vender o voto? Então eles não são tão confiáveis.
Oh shit, agora você me pegou. Não, mas eles são os caras, tipo, eu acho que são os caras mais confiáveis na palavra dele. O cara que tá na fissura pra cheirar, ele fala assim: eu voto em você. Esse cara vendeu o voto dele pra todos os partidos já, tá ligado?
Ele cheirou tudo que tinha pra cheirar.
Ele manda um e-mail pra todo mundo, tipo, vendo voto, tipo, PT, não sei o quê, PL, não sei o quê, PSDB, @, ele manda pra todo mundo e fala: ó, galera, encaminhado, tá ligado?
Eu quero, eu compro, por favor, com cópia.
Quem tiver aí, cara, todos os políticos do mundo, cara, quem tiver aí, cara, 50 pila de farinha, tá ligado? Valor de mercado.
Que mais temos aí?
Ai, ai, ai, ai, mulher conhece doador de sêmen 12 anos após dar à luz, se apaixona e os dois se casam.
Puta, esse é maneiro! E depois que eu li essa notícia, eu pensei numa coisa: eu acho que na hora que que você vai comprar o esperma, você tem que ter a opção: ó, essa é a pessoa, você prefere direto da fonte ou você quer fazer inseminação mesmo? Porque aí você já antecipa esse tipo de acontecimento aqui.
Eu acho que 12 anos depois a vida dela mudou muito. Talvez no momento ela queria ter sozinha, não queria homem, tava tipo: só quero um filho, mano, não quero saber de homem.
Ou o cara é lindo, né?
É, às vezes ela ficou tão brisada, tipo: meu, cara, meu filho é sensacional, ele tem que ter vindo de alguém sensacional.
E foi atrás, e foi atrás.
A americana Jessica Sher se casou com o doador de sêmen. É horrível quando as pessoas se referem a você como doador de sêmen, tá ligado?
Depende.
Se bem que lá nos Estados Unidos é um banco, né? O cara recebe um dinheirinho. Então, pelo que eu entendi, aqui é $40 por doação. $40?
Pô, eu fazendo de graça, gente.
Meus Eu chego aqui 5 vezes no dia.
$40? Nossa, velho, dava para ir uma vez, eu consigo ir todo dia.
Pô, quer 200 pila?
2 vezes no dia fácil.
200 pila?
Pô, paga mais que Uber. Caralho, velho, esse cara rodando à toa aí.
Rodando a dinâmica lá.
Você que é Uber.
Gente, eu vou uma vez, vou mudar para os Estados Unidos.
Tem preço dinâmico?
Tio Hassim mora nos Estados Unidos, eu vou indicar para ele lá fazer um troquinho a mais.
Preciso fazer um dinheiro. Vamos lá, ó, ela se casou com o doador de sêmen anônimo da sua filha Alice, de 12 anos, após o nascimento. O nascimento da menina, em uma história que 12 anos após o nascimento da menina, em uma história que virou tema do documentário, o Gênesis do Pai. Em 2004, Jessica, então casada com uma mulher, ah, ela tava num relacionamento, ela escolheu o perfil de doador Aaron Long, por sua descrição como taxista e escritor.
Então tinha uma descrição, tá, a gente, ela tá taxista e escritor, é meio você montar seu personagem no RPG.
Tá ligado, moleque vai crescer propício ao Uber e vai ler bastante. Tipo, ele é um taxista, entretenimento.
A lógica é um taxista, ou seja, é um trabalhador do povo e é um escritor, ou seja, é um intelectual inteligente, é um pouco dos dois mundos. Essa é a família, essa é a família bonita. Ele não parece muito feliz, né? Ele fala: puta, eu fui encontrar 12 anos depois, ou ele tá puto, bateu uma bronha à toa. É, cara, eu achei que ganha $40, velho.
É, foi $40 que agora eu acho que eles dão risada na hora que eles terminam de transar.
Mais $40 há 12 anos atrás, talvez.
E ele já cula, eles começam a rir, você entendeu? Porque é meio esquisito. Imagina assim, a primeira vez que eles entenderam que eles riram ali, a primeira vez que eles transaram. Aí imagino que chegou a hora que ele teria que ejacular.
Só que nessa hora eles começaram a rir, porque tudo lá atrás foi à toa?
É, porque agora tá... Dá pra gente ter feito isso? Agora você tá dando pra mim aqui, eu fui até o laboratório...
Não, não riram, não riram.
Provavelmente não riram então. Não riram, não riram.
Eu fiquei confuso, eu fiquei amarrado aí.
Eu tava tentando entender esse raciocínio, eu tava querendo entender.
Não fez sentido nenhum, né?
Desculpa.
Não, talvez eles riram.
Eu enxerguei aqui na minha cabeça, foi, foi, tinha sido engraçado.
Mas tu acha que eles riram feliz? Ah, caraca, depois de 12 anos.
É, pela ironia da vida assim. Pô, você podia ter feito isso há 12 anos.
Ah não, definitivamente eles já tiveram essa conversa, tá ligado? É, já rolou.
Mas será que foi antes ou depois da primeira vez?
Eu acho que já no date os cara falou: puta, cara, podia ter sido, tá ligado?
Como é que eles descobriram? Ela foi atrás para saber quem era o cara?
Deixa eu ver aqui, ó. Após anos de que ela se divorciou da companheira dela, a filha Alice, ela realizou um teste de DNA em 2016 e ela localizou o pai biológico. Jessica e Aaron se conheceram pessoalmente no ano seguinte, 2017, para promover um encontro familiar, tipo, ah, beleza, que é o papai, parabéns para pai. E aí, mas se apaixonaram à primeira vista. Que bonito! Mudaram-se para os arredores de Seattle e oficializaram a união. Ah, às vezes o amor demora para acontecer.
Isso parece um divórcio ao contrário, né?
Que loucura!
Divórcio?
Depois de 12 anos a criança juntou a família. Essa menina é uma lenda. A menina de 12 anos, tipo assim, heroína.
E ele também, do ponto de vista dele, ele foi divorciado por 12 anos com uma mulher que ele não conhecia, né? E agora eles casaram de verdade.
Eles andaram ao contrário.
E às vezes é loucura, às vezes é só rebobinar o amor, caminho por linhas tortas.
É verdade.
E vou dizer, tá ligado, esse cara, o fato da menina ter procurado ele aos 12 anos significa que ele vai ter chances de ter uma esposa, ter mais filhas, ter uma filha, e a filha já vem completa. E ele não precisou de nenhuma etapa de dormir mal.
Perdeu uma madrugada.
Puta merda, essa é a vida perfeita.
Cara, a vida perfeita é ao contrário.
Ele tava puto na foto porque ela quer ter mais um filho agora.
Ele, puta, ele vem daquelas madrugadas.
12 anos depois, agora tem mais, vai ter um neném aqui, porra, velho.
Já 12 anos já foi, já. A gente já tem uma, a gente precisa juntar dinheiro para ir para faculdade. É, ele não é, ele ainda tem um problema para lidar que é faculdade. Então, então acho que já pode fechar a fábrica. Não sei o que aconteceu também, às vezes em 12 anos, né, dá para muita coisa mudar. 12 anos e foi para o Uber e parou de ler livro.
Pô, deve ter sido maneiro esse encontro aí, cara, nessa festinha aí.
É tipo assim, ah, vou juntar o meu pai, conheci meu pai, achei meu pai, vou juntar ele com a minha mãe, aí eles se conheceram, então que eles dois estavam solteirão, rolou um clima aí, cara, que bonita essa história. A menina ficou na sala olhando desenho e eles lá em cima fazendo outro. Exatamente.
Tem documentário sobre isso?
Documentário sobre o quê?
Sobre essa situação aí, essa história deles. Alguém falou isso?
Sonhei. Não, não, Dead Genes, os genes do pai, é o que conta essa história. Então quer atrás daí, para você que quer saber mais os ins and outs dessa fantástica história, vai assistir Os Genes do Papai.
Pô, vou ter que ver isso aí.
Temos superchat e ou WhatsApp? Temos áudio no WhatsApp.
Ronald Petri, forte abraço e bom programa. Se um cara que tem 4 esposas, 3 esposas, e duas delas se apaixonam, como é que é tratado assim na cultura árabe?
Boa pergunta.
Fora as punições da religião. Tem algum caso que virou um grande bacanal brasileiro?
Ele só quer saber do biscoito molhado.
Deixa eu falar uma coisa aqui para ti. Como é que é o nome do camarada?
Não falou, né?
Um abraço, camarada curioso aí da putaria.
Se o homem dessa relação for um arabeleiro, um brasileiro Vai virar uma putaria sinistra. Agora, se for tradicional árabe, vai ser bem difícil isso acontecer. Mas se for um arabileiro, o caminho é esse.
Mas o cara se segura? Você vê duas esposas se beijando na sala? É, brasileiro é foda, né? O cara que vai descrever a cena.
Quem que gosta disso?
A humanidade, né?
Se você for no MDB, você acha? Eu acho que os cara não tem tanto—
Você acha?
Tanto brainstorm, tanto—
Eu acho que eles controlam melhor os impulsos, mas ele tá lá.
Mas tipo assim, pornografia é uma coisa muito cultural do país que tu tá.
Sim, não, sim.
Lá, por exemplo, os cara, eles casam só depois, eles transam depois do casamento. Tipo assim, noivou, casou. E não tem nem namoro. Põe uma véia, começa a conversar, pô, gostei dela, vamos noivar, vamos casar, e aí começa.
É pressa pra meter, né?
É, exatamente. Aí com 18 anos já fábrica de filho e 6 bonecos. Bom, eu tenho vontade de ter 6 filhos, essa é a minha meta.
Essa é a sua meta?
No Brasil?
Talvez no Oriente Médio, né? Depende da minha tita cuja primeira-dama.
Já tem pretendentes?
Ah, sempre tem, né? Todas elas.
Mas ainda não... Qual que é a ideia em termos assim do árabe? Qual que é a hora de casar?
Existe isso?
Eles casam bem novos, tipo, eu tô com 25, eu tô meio atrasado. Meus primos com 24 anos já tava, mano, casando, tendo os primeiros filhos.
E quando você pretende resolver então?
Ah, tem que achar a pessoa certa, né?
Mas a família não cobra?
Cobra.
Meu pai, meus pais querem muito que tem neto, né?
E aí, mano, o Brasil é brabo, né, São Paulo, aluguel R$6.000, tem que explicar para eles que a economia aqui.
Aí meu pai, agora no meu aniversário, meu pai me deu um abraço. Quantos anos? Falei assim, caraca, preciso de neto, velho. Ele tá, né, vamos aí, vamos enrolar, deixa para lá.
Vai ter uns netinho brasileiro.
É, eu quero, eu tenho vontade de casar com árabe ou com uma árabe leira que nem eu, assim. Acho que já vai entender a minha vida de uma maneira.
Tem a comunidade árabe aí, né?
Eu quero passar meus, minha linhagem para frente.
Tem as festinhas da comunidade árabe aqui exclusivo para a galera, enrola as paqueras.
É, exatamente, os casamentinho. E os caras já vão tipo assim: o primo, gostei daquela, tu conhece o pai dela, tu é amigo do pai dela, já desenrola lá para mim, mano, já vai.
Peraí, peraí, peraí, mas desenrola com— tem que pedir permissão, pô. Não, tipo assim, não, mas é uma coisa muito estranha, tipo, basicamente a mensagem é: eu quero comer sua filha. É, eu acho.
Não, tipo assim, posso? Deixa eu montar um cenário aqui.
Desculpa, não é que eu realmente fiquei confuso, eu gostei dessa A menina pergunta, porque você fala, fala com uma amiga dela, não fala com o pai dela.
Tipo assim, vamos botar no cenário, eu gostei dela, ela gostou de mim, a gente já tá tipo assim, pô, se gostando. Aí eu vou pedir para alguém que é próximo do pai dela sondar, o cara é brabo, o cara é tipo assim, vamos que é para eu traço o perfil do pai, é para eu entrar na família, podia mão dela, ela já quer. Não vou negociar com o pai dela ela, mas eu vou negociar tipo a permissão dele, né?
Vou, ah, o que a gente tinha antigamente antigamente aqui de pedir a mão ao pai.
Tem que ir na casa do homem. Os árabes são chucro.
A gente tinha isso aqui antigamente.
É, na cultura árabe não é muito view. Então, tipo assim, o árabe é chucro, mano. Ele não vai aceitar qualquer um. Daí meu amigo vai lá, pô, moleque de família boa ali, vai ser bom pra tua filha, vai ser, sabe, o cara é bem—
Isso é bom, hein? Isso é bom que espanta a mulher de casar com uns vagabundo.
Exato.
Eu gostei disso.
Mas se a mulher não quiser o cara e o pai quiser?
Acontece assim de ou brigar, né, o casamento, mas é difícil.
Isso já caiu já, esse negócio do casamento.
É, não, geralmente já querem, só que as famílias se unem para fazer tudo acontecer em harmonia. Isso é bonito, tipo, as famílias se unem, viram uma família só, uma grande família, tá ligado?
Legal.
Então tipo, os pais vão organizar as coisas. O meu pai que, pô, vai ver se a menina também é boa. Aí o pai dela vai ver se eu não sou um vagabundo que quero ter ela e mais 3.
Só mais para frente só.
É, a gente vai conversar depois que eu já conquistei ele, "Curtei ela, a gente vai pra próxima." Tem que pedir pro pai da próxima também, né?
É, parece que é muita burocracia. É, o que o pessoal pensa que é essa farra árabe das 4 mulheres, parece um inferno, cara.
Quando vai entrando, se aprofundando, tu vai vendo que é psicopático, é coisa de maluco.
É, não, é o mesmo motivo pelo qual jamais participaria de uma homenagem à Troie, tipo transar com 2 mulheres ao mesmo tempo.
Sério?
Jamais, nunca fiz, nunca farei. Tipo, já é difícil você agradar uma mulher, aí duas, uma rola só, é horrível, tá ligado? Tem tipo, tem 3 buracos por pessoa, então são 6 buracos e uma rola só.
Matemática na hora, tá ligado?
Eu não consigo, eu não consigo. E fora que eu sinto, e a coisa, mas não consegue entrar às vezes num trisal, num relacionamento, eu Também vou ficar pensando, ah, o que que elas conversam mal de mim quando eu saio de casa, tá ligado?
Eu sempre acho que elas vão falar, pô, é mais uma pessoa para anotar meus defeitos.
É difícil. A partir do momento que uma anotar um negócio para outra, a outra não vai deixar mais de ver, e aí vão estar juntas, te abandonar.
Aí vira um mini grupo de feministas ali falando mal do homem. É verdade. Você transforma sua casa na USP.
Eu jamais, eu jamais teria um cenário de duas namoradas. Tem áudio, Caricas?
Um dia, meninos.
Primeiramente queria dizer que peço desculpas, foi extremamente deselegante no episódio anterior que comentei que antes eu não gostava do Petri, agora eu gosto dele. Eu fui na onda do Patrick Maia, acabei que enfim concordei com ele e falei isso no áudio, mas momento nenhum queria trazer um desconforto para o querido Pedri. E é isso, muito legal os episódios, tô assistindo todos eles. Alguns momentos não consigo escutar ao vivo, mas aí depois eu dou aquele play.
Mais tarde e a gente escuta quando pode.
Lembrando de novo, pessoal, dá like, todos os dias estou dando meu like para vocês.
Então só para lembrar o pessoal agora que está me escutando, dá um likezinho para ajudar os meninos.
Boa!
Que polêmica! Brigou com o Patrick Maia?
Eu não ouvi metade, tava falando no meu ouvido aqui, tipo, e era para ser um recado curto, e aí quando eu fui ver, 30 segundos de recado. Já entendi, cara.
A menina que mandou áudio no último programa, aliás, no programa que vem, o Patrick dizendo que não gostava de mim e agora gosta. Ela pediu desculpa por ter causado desconforto.
Cara, essa é uma coisa que eu ouço bastante, tá ligado? Agora eu tô gostando, agora eu tô gostando do Petri.
Porque tá andando com o Ronald, entendeu?
Eu não quero me gabar, mas muitas vezes vem essa parte, esse anexo, por causa do Ronald, tá ligado? Eu sou Tipo eu sou tipo sei lá... Acho que o cloro pras pessoas do Pedrinho tá ligado?
Entendeu? Essa é a situação!
As pessoas tão vendo que agora vocês são uma dupla de amigos e ela gosta porque você é legal né?
Porque tô com Ronald não porque eu sou legal!
Não entendi—
Eu só brincando!
Você se converteu nela! Convertei sim!
Ela conheceu agora!
Tá tudo bem! É porque você é legal! Dito isso, a gente chegou ao final.
O que é para fazer que o Akarikas pediu?
É meia hora de recado.
Dá um recado aí para todo mundo ouvir, o que que a gente tem que fazer, vai.
Bom, galera, primeiro era deixar o like, né? Fatidicamente pouca pessoa tá deixando like aqui.
Tá, pera aí então, pessoal, deixa um like aí, por favor.
Tamo aqui com os nossos amigos nessa mesa linda, com essa galera boa, fazendo um programa incrível para vocês. Deixa um like aí, Bruninho, pelo amor de Deus, pelo amor de Deus. Quem deixar like aí vai ganhar Fih no Habibs.
Segundo recado, clube de membros, clube de membros.
Já baixamos o valor ou tá 30 pila ainda?
Ainda tá 30, mas a gente vai chegar com mais coisas muito legais para galera que é membro.
Eu vou ter que ser 8 pila para o cara ver a live aqui. É um não para o presente e para o futuro, mas tem que diminuir para ter membro na live.
Não vai ter. Então para você assistir. A gente vai ficar mais meia hora no ar por 30 pila para quem é do Assistas VIP. Então vire Assistas VIP para você que reclama que o programa termina cedo. A gente sempre fica aqui terça-feira depois mais meia horinha batendo papo só com você que é membro assinante. Então não vacila. E tem hoje, vai ter sorteio no sorteio. Não, não podemos usar a palavra sorteio. Vamos presentear, vamos, vai ter um presente. Ingressos para Todo Mundo em Pânico.
Então você vai ganhar para as duas pessoas da live que pagaram 30 pila aí.
São exatamente dois.
Você vai ganhar dois ingressos aí, parabéns!
Então Todo Mundo em Pânico aí para você.
É mais barato ter comprado ingresso.
Não fala isso, não deixa as pessoas fazer essa conta. Isso é igual a história da barra de chocolate e do ovo. Não deixa, não deixa fazer a conta. É tipo um DJ aí.
Pessoa louca aqui.
Então vira, vira as Clube VIP, que daqui a 5 minutos a gente começa a transmissão exclusiva para você que é parte do nosso clube de membros. Meu mano Nacer, pô, demais ter você aqui. Você fica pro pós? Vamos bater mais papo aqui, a gente sempre fala umas besteiras mais aqui.
Bom demais.
Então não deixa de prestigiar a gente virando membro assinante dessa palhaçada. Quinta-feira a gente volta às 9 da manhã, aberto para todo mundo. É, depois da transmissão do exclusivo para quem é Axistas VIP, você meio-dia, correto, Caricas? Meio-dia tem programação do Três Continentes. Tá bom demais os conteúdos dos Três Continentes. Os meninos voltaram da Angola, estão fazendo programas sensacionais. Fique aí na audiência da Axismos TV para você pegar o melhor que tem Vamos nessa, Pedrix!
Vamos embora! É isso aí, agora a gente vai fazer nossa live aqui para uma pessoa. Um abraço, tchau!