JAPÃO X COREIA X CHINA: O VÍDEO MAIS ESPERADO DO CANAL! | #3CONTINENTES #132
No episódio de hoje do #3CONTINENTES vamos realizar o pedido de vocês e colocar o JAPÃO, CHINA E COREIA pra brigarem! Quer dizer, pra comentarem as diferenças culturais de cada país com muito humor e piadas. Siga no Instagram:
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- Cultura Pop Americana vs. AsiáticaK-pop·Anime·Soft power·Cosplay
- Gastronomia Angolana e Chinesa· CulturaCulinária chinesa·Culinária japonesa·Culinária coreana·Comida de rua·Morcego e cachorro
- Choque cultural no JapãoDiferenças culturais·Japão·Coreia do Norte·China
- Política e conflitos na ÁsiaMongólia·Gengis Khan·Império Mongol·China·Coreia do Norte·Japão
- Beleza Natural e Padrões EstéticosHomens "fofinhos"·Homens "raiz"·Barba·Altura e pernas longas
- Artes marciais asiáticasKung Fu·Taekwondo·Judô·Karatê
- Saudações aos Peregrinos InternacionaisJapão·China·Coreia do Norte·Turismo excessivo
Eles pegaram uma culinária chinesa na época, tipo, acho que uns 500 anos atrás, uma coisa assim. Puta, claramente ele inventou.
Você falou, alguém que tá assistindo.
Todas as informações aqui são de reels, tá?
Não é nem reels, é kawaii isso aí.
Não, não é, pode pesquisar.
Eu tô falando sério.
Deixa eu abrir.
É?
Nossa, já sumiu assim? Fala, abre em chinês.
Ni hao da jia hao, Genália. Não, brincadeira. Seja bem-vindo no canal 3 Continentes. Hoje, nosso convidado é o Maurício, o Paul Cavani, tá? Eu sou o Paulo Chinês, tá? Ele é o... Qual o seu nome?
Yuma, japonês.
Yuma, japonês.
E o Jong, coreano.
Isso aí, hoje o Ásia dominou o mundo. A gente tá apresentando aqui com nossos dois convidados.
Eu sei que você tá numa dúvida, o que que eu dou de presente no Dia dos Pais? Obviamente eu vou falar da Insider e antes de você falar, ah, porque também tá sempre no 3 Continentes, presta atenção. Dia dos Pais, precisa de um presente que o seu pai vai usar. Não adianta nada você dar, vou dar pro meu pai, sei lá, uma gravata. Seu pai trabalha com gravata? Não, então ele não vai usar.
Não vai.
Quais são os piores presentinhos dos pais pra dar? Meu, gravata, tênis, cinto. Cinto até que usa. Cinto não vai, ele vai usar em você às vezes. Ruim. Caderno, teu pai não quer mais escrever na idade que ele tá, não quer mais. É muito difícil encontrar. Ah não, então pior que isso, sabe presente que pai odeia? Presente abstrato.
Nossa.
Ah, eu vou levar um uma miçanga, não vai usar. Não vai usar. Compre um presente seu pai vai usar. Compre kit da Insider porque seu pai vai amar. Seu pai já ouviu sobre a Insider em algum momento. E aí, além de ser um presente que ele vai usar, vai ser um presente que ele vai falar: pô, que legal, é aquilo que eu já ouvi falar. Ó, acabei de receber da Insider exclusivo, especial Dia dos Pais. Olha só, kit 3, 3 tech t-shirts até 40% off com o nosso cupom. 40%, quase metade do preço.
Você pega uma para você, leva de Deus para o seu pai, seu pai vai ficar muito feliz, já vai durar a vida inteira. Você nem dá mais presente de Dia dos Pais para o seu pai nunca mais. Kit 3 core t-shirts até 20% off. E agora esse daqui é sensacional: kit 5 cuecas até 20% off. Você faz um bem bolado, pega um pouco de cueca, pega um pouco de tech t-shirt, enfim, leva para um tio também. Às vezes o filho do teu tio não gosta dele, não deu presente, você dá, fala: tio, tá aqui, pai, tá aqui, vou virar pai também.
Vai na balada no dia anterior, se dá uma camisa, Aproveita, porque é presente que você vai dar e seu pai vai gostar, porque é útil, diferente das porcarias que o Batista comprou pro pai dele.
Não, não compro nada, meu.
Posso falar? Eu tô achando errado você apresentar.
Por que errado?
Porque você tá jogando pra você uma competição, você já tá querendo ganhar uma competição que você não poderia ser. Você tinha que ser idôneo, você não tinha que estar— você tem que ser imparcial.
Eu não tô fazendo nenhuma competição, eu já sou o melhor. Eu já sou o melhor no programa, porque eu preciso passei por uma pessoa que tá muito inferior de mim.
Calma, segura a onda aí, ô chinês. Calma, calma.
Eu vou explicar o que tá acontecendo.
O chinês já conquistou o porra do canal, velho.
É porque na cabeça do Maurício, da gente, da produção... Das pessoas normais. Das pessoas normais. Hoje é um episódio sobre choques culturais, conflitos culturais entre asiáticos. Só que na cabeça deles é conflito cultural de brancos.
É, é.
Então é difícil entender...
É verdade, cada um tá fazendo um tema. A gente tá fazendo, vamos ver como é que é interessante vocês falarem como é que é vocês serem uns merdas. Eles aqui...
Calma.
Vamos voltar com a Insider. Eu preciso presentear, eu não conheço, o único que eu não conheço daqui é meu querido amigo japonês.
Prazer.
Prazer ter aqui um presente da Insider pra você. Você já tem 500 da Insider. Eu tenho medo, eu tenho medo do que a gente tá fazendo, porque eu percebi assim, aos poucos, a Insider ela é muito malandra. A Insider patrocina a gente porque ela sabe que a roupa tá chegando na Coreia do Sul, a roupa tá chegando no Japão, e os caras tão fazendo filiais e franquias pelo mundo afora. Né? E já tem bombando. Enfim, tá aí roupa da Insider.
Ó, eu vou voltar a pauta porque eu fiquei um mês fora. Eu não vou fazer amarelo contra branco, até porque eu não sou branco, eu vou ser latino e vou perder, né? Eu descobri nos Estados Unidos que eu não sou branco. Eu quero deixar claro isso. Eu fui olhado assim, os argentinos olhavam pra mim assim do tipo, sai latino. Foi assim que aconteceu.
Tu sentiu isso?
O quê? O argentino, ele acha que ele é europeu, velho.
Mas o argentino, ele é de Pele, de cor de pele em geral não é 100% branco também, porque tem muito sangue indígena.
Então você quer mandar uma mensagem para eles, para eles entenderem? Você como branco, você quer falar isso para eles?
Olha, vocês não são. Você sabe que eu pensei em fazer um vídeo falando isso? Galera, vocês não são europeus. Só que ia ser tão soberbo, eu falei não, não vou mostrar, porque eu tô assumindo que—
porque os caras assim, de verdade, cara, a gente tava na Copa, só rapidinho assim, estava na Copa, aí o mexicano com brasileiro, com boliviano, com peruano, e os argentinos meio ali com os franceses. Era isso. Bom, eu acho que é uma competição. Esse daqui pra mim é um dos episódios mais importantes da história do canal. E triste, Batista não está aqui.
É, Batista não chegou porque não acordou.
É mesmo? Isso que aconteceu?
É, ele não acordou porque a gente teve que mudar um pouquinho o horário da gravação. A gente tá gravando de manhã. Mas assim, de manhã não é que são 7 horas da manhã, né? São 10 pro meio-dia. A gente tá começando...
Eu não entendi o fuso do Batista da África.
É 10 pro meio-dia. Ele não acordou.
Vocês ligaram para ele, ele falou o quê?
Falou assim: ah, tem gravação, né? Acabei de acordar.
Sendo que eu vou defender a produção, a Jessi da produção mandou mensagem hoje, mandou mensagem ontem, mandou mensagem há 3 dias, mandou email com invite no Google. Não é como se, tipo, não foi muito, não foi uma conversa de corredora assim, viu? Inclusive mudou o horário.
Não, não, a gente consegue controlar 90% da vida do Batista, que o despertador a gente ainda não consegue ligar para ele.
Mas será que o Batista não tem uma rixa comigo e o fato de eu estar aqui hoje fez ele não estar presente.
Ele tem uma rixa com os asiáticos, com as asiáticas, negócio de pau.
Um dele dá o dos três. Vamos lá, vamos lá.
Ou será que o Batista e o Maurício são a mesma pessoa? Porque faz tempo que a gente não tá vendo os dois. É tipo Scooby-Doo, né? Faz tempo que a gente não vê os mesmos dois.
Faz 2 meses que o Uhu tá no mesmo lugar. Enfim, vamos lá.
Eu acho que aqui primeiramente Assistiu?
É sua primeira vez aqui ou você chegou?
É a segunda. Eu vim na Copa.
Você veio na Copa Brasil e Japão, você tava aqui?
Não, era Japão contra Portugal, nem teve esse enfrentamento.
Pô, entendi que deu um errado, cara. Botaram Irã e Kosovo, tem um ali na rua, tava disponível, amigo. Entendi, entendi. E aí você veio aqui, foi bem tratado?
Foi, foi bem tratado.
Porque veio bem tratado, porque eu não tava.
Já começou, já.
O primeiro enfrentamento China e Japão tá sendo agora.
É agora, exato.
Então, pra começar assim, eu queria começar com uma pergunta que é fundamental. Aqui somos amigos, aqui todo mundo se dá bem.
Muito.
Mas na vida real, quem que tem problema com quem? Vamos lá.
Eu vou chutar. Vocês dois. Não vocês dois como pessoas, mas a gente sabe que o chinês é o japonês.
E ele é o isentão. Esquerda, direita, isentão.
É isso.
Eu acho que não.
Renan Santos.
Isso não é errado. Você tem que pensar que assim, não é questão de problemas. A gente é o líder, entendeu, da Ásia.
Mas por que, entendeu? Porque não me parece errado ele falar isso.
Calma, que sentido líder?
Líder de mercados, ué, de produção, de tecnologia. Calma, em questão de tempo, de história, né? E outra coisa, outra coisa, ó, E você queria roubar o nosso cachorro.
Então assim, o malvador.
Mas só para contar aqui para quem não tem curiosidade, assim, quando a Ásia era antigamente, era tipo, na verdade, a Ásia, o país mais antigo da Ásia é o Mongol. Então ele tudo pegou de lá, que é o Mongólia. Não, não, não, não. Então tipo assim, se você vê o mapa antigo, a China e o Mongol é um assim também, e o outro também.
Mas assim, tomar o espaço do Mongol, na Mas o mongol não é o Gengis Khan? É. Mas isso só faz 600 anos, eles existem há 5 mil.
Não, não, não, é que do mongol tem um bem antigo também, tem mais. É que não é mongol mongol, é que separaram, mas tem a parte que, na parte do, entre aspas, tem um outro que era chamado, que era a Ásia inteira assim, aí acabou se separando.
Ah, mongol mongol. Que era um mongol.
Não, não, é assim, ó, na época assim, tipo, primeiro rei dominou a China, tipo a A China acho que era separada assim, 5 países, juntaram. E depois teve umas guerras civis dentro, né? Aí começaram, ah não, ele virou rei, ele virou rei, ele virou rei. Aí teve uma época, o cara do Mongol, ele tomou a China, tipo, juntaram. E eles conseguiram avançar lá pra Europa, tomar uma parte da Europa. E depois ele não soube administrar e perderam, e voltou agora assim.
Tu sabe que esse cara, o Gengis Khan, ele teve o maior império da história da humanidade e ele matou 40 milhões de pessoas.
Eu vi num rio Você vê como a França tá decaindo, né? Antigamente o país que literatura, não, vi no Rios, faculdade de Sorbonne, tá lá os cara com Rios. Mas vem cá, entendi. Então assim, é uma treta muito milenar que vocês têm, e eu vejo que Japão e China estão mais antigos nessa briga. Coreia tá surgindo agora nessa briga?
É porque na verdade assim, vocês forem ver A Coreia, se for pensar, é o único país que não fez merda. Como assim? Porque o Japão fez merda.
E o K-pop?
O K-pop não é merda.
Ó, tá tudo, tá virendo, virendo. Fala, galera, entrei no corte. Galera, isso é só humor, galera.
Vambora, vamos rir juntos. É assim, K-pop não é merda, galera. É algo muito bom. Ó a produção aqui, ó.
Foi uma piada, foi uma piada que veio na hora e, pô, é pra descontrair. Desculpa aí você, pequena Cindy, 12 anos.
Continua. Aí, Ó, você vê assim, na história, o Japão fez merda ali, participou da Segunda Guerra, ele fez merda e tomou bomba atômica.
Ele veio aqui mó feliz, ele não queria perder. Eu sou um bosta, eu sou um merda.
É foda, é foda.
A China também fez merda, ele criou o coronavírus, matou milhares de pessoas.
Eu amo ele, mano.
Hoje você assistiu essa matéria?
Hoje tá no News, Domingo Espetacular a respeito.
Só porque ele gosta de comer morcego, olha isso. E a Coreia, ele fez o quê?
A Coreia, e vocês gostam de comer?
Posso perguntar, velho? Vocês acham, na Coreia tem, rolou esse papo também de, de, acho que o chinês comeu morcego e deu a pandemia e tal? Eu achei que fosse só uma coisa de Ocidente.
Não, não, eles falam, caraca, a Coreia o que pensou? Caraca, esse chinês é um porco desgraçado, come tudo, né? Por isso que dá isso.
O cara tá inventando uma história que ele nem sabe. Pensa bem, pensa bem, ó. Os países assim na Ásia, de fato, que tá comendo essas coisas bem diferente, ó, o mais famoso é Vietnã, tá? É um dos países que ele come realmente, de fato, que ele come isso ainda hoje.
E comeu umas coisas, né?
Esse tipo de coisa. E assim, a Tailândia também tem alguns lugares, eles comem uma coisa bem estranha. Na China só teve, ó, eu vou falar o fato para você, tipo, na China come cachorro. E inclusive na época eles comiam também, tá?
Não é só China que comia.
Já comeram juntos, entendeu?
Na época assim, tipo, na época da guerra todo mundo comia, tipo, na, tipo, na—
é legal que você admite, mas você joga eles juntos. Eles também comiam, com certeza, tá bom? Qual cachorro?
Qualquer um, o que aparece na frente, entendeu? O que aparece na frente já se come, entendi.
Se a gente investigar, tem um cheirinho de poodle aqui.
Com certeza, eu tenho tudo.
Esse cara só tem cara de inocente, nenhum deles são inocentes, tá? Mas acho que o cara gosta de cachorro.
No Japão os caras comiam cachorro?
Então, acho que nessa época que o Paulo tá falando, né? Hoje em dia não. Mas tem uma região que come lá, né, na China, ou eu tô errado?
Cara, é uma região bem específica, mas assim, mas é pouco mesmo. Nossa, muito pouco. É um mito, grande mito. É que o pouco chinês é muito, né?
Só 100 milhões. É, você anda população, uma família ali de 100 milhões. Ó, uma pergunta que eu tenho, você como japonês, assim, a gente cresceu nos anos 90 e o Japão para mim era a grande potência do mundo. Hoje a gente pode admitir que China e Coreia do Sul tá surgindo. O japonês, como é que fica em relação aos seus, né, teoricamente vocês são amigos, vocês comemoram as conquistas deles ou vocês têm uma certa raiva?
Não, não, é Tem uns parentes que realmente não são muito fã dos países vizinhos ali, né, da China. Por exemplo, aí importa alguma coisa da China no mercado ali, eles evitam, sabe? Não é todo mundo, mas meus parentes evitam comprar algo da China. Acho que tem vários contextos históricos e tudo mais.
E tem uma chateação do tipo, estamos perdendo. Mitsubishi não tá na rua.
Sim, sim, sim. Então, é, tem esse ponto, né, que a China é uma potência querendo ou não. E aí os japoneses estão em decadência, querendo ou não.
Tá virando, né? Eu percebi isso.
O entretenimento também tá perdendo pro K-pop, K-drama. Ah, bem, o anime tá forte.
Qual que é o motivo que o japonês ele alega? Econômico? É uma situação cultural?
Os caras cresceram e tipo... Então, eles estagnaram, sabe? Eu acho que eles achavam, acharam que sempre ia manter essa posição. E aí veio a China, veio a Coreia.
Não, não, é porque tem pinto pequeno, eles pararam de reproduzir.
Quem falou do pau foi o primeiro a falar do pau foi o Pedro.
Não, mas tem esse ponto.
A taxa de natalidade também influencia muito, né? Vocês pararam de reproduzir?
É, mano, eu já ouvi, eu já ouvi esse papo assim, eu já ouvi real assim.
Mas a Coreia também, né?
Não, não, é porque assim, tem diferença. A Coreia, Coreia, tipo, pode ser que tenha um problema aí, mas o Japão é, tem vários motivos. Primeiro, tem o pinto pequeno aí, para de transar, né? Segundo, porque os cara, a informação Informação que os cara vai ter.
Eu acho, eu acho, eu acho, calma aí, calma aí, calma aí. Informação que eu li, você não pode ficar discutindo aqui, cara.
Essa atitude de quem tem pau pequeno. Você tá falando isso pra esquentar o pique?
Eu tô aqui.
O cara tem pau grande, Batista quer atacar.
Não, não, entendi uma coisa. Vocês têm que entender uma coisa. Você é asiático e esses caras são brancos.
Não sou só latino.
E você tá falando de pau pequeno do japonês, você sendo asiático.
Não, não é porque—
Cara, você tá falando uma coisa que é tipo assim, uma coisa que Pode voltar pra você.
Isso é verdade, eu sou indígena.
Vamos lembrar disso. Não, não, é que eu sou meio brasileiro, então... Ah, desculpa.
Isso é só uma teoria que eu tenho sobre mim.
Pode ser brasileiro, assim, assim, a questão de conhecimento...
Desculpa, é nessa minutagem que a gente pede o sociólogo. O sociólogo tava assistindo até agora. Tem um cara, Andreas, que tava assistindo, anotando, aí foi pra pau, ele já foi lá. Gregório, já foi o Gregório.
Não, mas é histórico, porque tipo, ó, é pau pequeno, esse é o problema, primeiro problema do Japão. Segundo problema é porque o cara Fica vendo, em vez de ver mulher pelada, vê aquela porcaria de hentai.
Vamos resolver essa coisa do pau pequeno? Tem uma teoria na França que é—
Eu achei que você ia botar pra fora.
Bota pra fora.
Tem uma maneira mais fácil de saber.
Eu tô com vergonha do programa virou.
Tem uma maneira mais simples de saber. Quanto maior, é uma teoria real na França, quanto maior o carro do cara é, menor o pau é. Então assim, qual o teu carro?
Qual o meu carro? Meu carro é BYD.
É pouco pra caralho.
É, eu quero saber disso.
Qual o seu carro?
Meu carro?
Ele vai falar: tem uma moto. Vamos ver, vamos ver.
Eu tenho uma bicicleta.
Posso falar? Posso falar? Não tenho carro. Meu pau é infinito.
Que legal.
Você tem carro, mano?
Tenho, Subaru Forester.
Então é um carro imenso. A gente sabe, você tem um carro grande também.
Eu tenho um carro grande, sim. Eu tenho um carro grande porque para caber o meu pau.
Então tudo bem.
Vamos voltar, vamos voltar. Desculpa, o Henrique volta aqui. Chama o Henrique de volta aí que ele alguma forma. Não, porque assim, vou falar de uma coisa cultural latina. Igual eu falei, na Copa era muito impressionante assim, tirando os argentinos, realmente tem um problema com argentino, porque o argentino ele tem uma questão mais arrogante da coisa latina. O mexicano ama o brasileiro, o brasileiro ama o colombiano, o colombiano torce pelo chileno.
Tem uma coisa muito assim, se o meu time tá ali, quer dizer, se o time do latino tá ali, eu vou torcer primeiro pelo latino e depois eu vou torcer pelos outros. Vocês É assim ou vocês são rixa? Se a China tá competindo, eu, Coreia, torço contra. Como é que funciona essa coisa dos tigres asiáticos?
Não, mas é tipo, primeiro vocês falam que é bom torcer para um time latino, mas e Argentina? Vocês não torcem?
Argentina é o único país, acho que o Brasil com certeza e o México com certeza não torcem para Argentina, mas assim, Chile também não. É, no final é a Bolívia torce, mas vocês torcem entre si?
Não, é porque assim, primeiro que A visão da Coreia, né, no futebol. Visão coreana não é futebol, mas como é a vida, na vida eu fico feliz se o México ganha um Oscar. É que assim, quem tá lá em cima não sabe o que tá acontecendo embaixo. Então tipo, para mim, se eles estão fazendo alguma coisa em cima de quê?
Eu quero ver o argentino em cima de quê?
Qual que você tá em cima? Futebol, inteligência, tecnologia, o que tá em cima? Único país que até agora não deu porra do Ademir, entendeu?
Calma aí, velho.
Isso é interessante pra caramba. Cada continente tem um país que é o seu arrogante. Na Europa, a gente sabe, é a França. Eu fiquei sabendo nessa Copa que na África é o Marrocos.
Sim.
Então os outros africanos não torcem pro Marrocos.
A gente viu aqui.
Porque o Marrocos é a França da África.
Sim, exatamente. E inclusive o time de Marrocos é um time francês.
Eu sabia que você ia falar isso, mas é verdade. E na América do Sul é Argentina. Então a pergunta é, na China quem que é? Na Ásia, quem que é? É China hoje, virou o que os outros torcem contra e o que se acha superior assim. Que eu acho que o japonês, ele meio que tem uma coisa de, pô, somos japoneses, não somos, não tem isso não.
Pelo que eu vejo é China, mas vai.
Cara, eu acho que é bem desumilde. Eu acho que questão de assim época, na época eu acho que o cara mais mais se acha é o Japão. Tipo vamos no anos oitenta porque realmente de fato era era fodida. Tipo eles tinham rei fala que a gente é foda a gente domina o mundo não sei o quê. E o Coreia nunca foi. Agora foi a China.
Entendeu?
Coreia sempre tá no meio. O Samsung Samsung Samsung queria subir no primeiro depois veio um Apple puta que pariu ferrou.
Entendeu?
Ah vai lá.
Eu queria inventar uma coisa de, ah, o Aiton, Aiton, não sei o quê lá. Tipo, na época, o Japão que começou a criar essas coisas no anime, não sei o quê. E eles queriam fazer a mesma coisa e não conseguem. Em questão de tecnologia. Depois, ah, o Apple, dai. Vamos ficar no segundo lugar depois do Apple? Aí depois a China veio aí, Xiaomi, Huawei, não sei o quê, dominou o segundo lugar. Então nem segundo lugar ele consegue ficar. Infelizmente, né?
Não, mas entendi. Entendi.
Ah, temos uma resposta aqui, né?
É a China.
Um argentino responderia dessa forma. Eu acho que eu acabei de—
eu já vi o Pão falando assim, me identifiquei.
Eu vi o Pão aqui com o olho puxado. Tá, sobre o rosto de vocês, que é a coisa que irrita vocês, a coisa da comparação de chamar você de japonês, chamar você de coreano, porque dá para ver claramente que vocês são iguais, dá para ver claramente que vocês são diferentes, né? Eu acho que o japonês ele tem um olho puxado, mas quase mais ocidentalizado.
Errado.
Como que é para vocês assim essa coisa de brasileiro que não entende qual a diferença de cada um?
Não, hoje em dia para mim é bem fácil. Você, se você olhar um asiático bonito, é coreano. Aí se você olhar um asiático feio, é japonês.
Posso falar? Posso falar? Desculpa o que eu vou falar, mas ó, japonês bonito, já vi. É, não, não vai ser gente que eu vou falar. Japonês bonito eu já vi muitos. Coreano bonito já vi muitos.
Chinês.
Quando alimentação é um morcego, faz bem para pele.
Não é um pouco, não, mas tem obviamente uns caras bonitos, umas meninas bonitas.
Você não entendeu uma coisa. Sabe por que você não focou em chinês bonito? Porque além de beleza que eles têm, o tecnologia, inteligência e o negócio deles, ele surpreende todo mundo. Então o seu foco não concentra na beleza e eles Não tem nada, né? Tipo, melhor do que isso. Então você acha que, ah, pô, o cara é, só tem beleza aí, entendeu? É um foco porque não tem, tipo, lá além de supera tudo isso, ele tem coisa mais superável, tipo, em questão um país de mais de 1 bi de pessoas. Então tem muita coisa prende sua atenção, não somente em beleza.
Vamos fazer o seguinte, temos 3 aqui.
Você quer falar?
Pode falar.
Não, não, eu achei que você tá com uma raivinha desde o começo, faz tempo já, mas 20 anos. Pode soltar, esse é o momento.
Não, não, respondendo a pergunta, né, eu tenho muitos amigos que realmente ficam meio assim quando confundem, sabe? Mas eu cresci aqui no Brasil, então é algo que já para mim tudo bem. Mas eu entendo que é ruim para algumas pessoas que não gostam muito de outro país. Por exemplo, tem um amigo que realmente não curte muito a China e fala, você é chinês? Por exemplo, chama eu de agente. Ser argentino, entendeu?
Mas o apelido Japa para você te incomoda? Porque eu já vi.
Não, porque eu sou Japa, entendeu?
Mas eles, ah, entendi.
Eles te chamam de Japa, velho?
Não, hoje em dia não. Hoje em dia é Xing Ling.
Ah, Xing Ling, mano?
Sério?
Por isso você entra no Uber, o cara fala: e aí, Xing Ling, você vai onde?
Ó, deixa eu te falar, deixa eu te falar, ó, é que assim, eu quero falar uma coisa aí que é interessante. Nos anos 2010, quando eu chegava aqui todo mundo me chamar, você é japa? Você é japa? Me irrita muito. Mas assim, o cara fala assim, beleza, eu entendi, porque japonês veio mais, tipo, veio antes e construiu um país aqui, não sei o quê. E hoje todo mundo vem aqui, você é chinês? Você é chinês? Não sei o quê, porque o chinês cresceu. E nunca ouvi falar, tipo assim, você é coreano? Você é K-pop?
Entendeu?
Tipo, então, cara, eu acho que tem alguma coisa, é muito difícil de acontecer, ah, Mas eu entendo, assim, faz sentido o que ele falou.
Ele, embora seja completamente arrogante, faz sentido o que ele falou, porque a cultura dos três, a sua ainda não é a que tá mais presente no Brasil.
É porque, tipo, pensa que Estados Unidos, tem alguém zoando Estados Unidos? Ah, entendi, entendeu? Ninguém vai zoar Coreia, ninguém zoa quem tá lá em cima, entendeu? Zoa quem tá embaixo.
Quarta potência, é porque a gente tá China, Japão, Coreia, Seria Taiwan, mas aí Taiwan ele vai falar que é China. Mas quem que é a quarta potência?
A Índia, né?
Mas é que Índia não é, a gente não vai considerar esse asiático que a gente tá falando.
Tailândia, talvez?
Não, acho que nada a ver.
Tailândia é que tá no tipo aí, ó. Vietnã? Não, Vietnã também não.
Eu acho engraçado, você começa, você começa, parece que você vai refutar a tese muito educadamente. Não, eu acho que aí em seguida nada a ver.
Não tem fundamento nenhum, então só resta falar Nada a ver.
É falado muito profissionalmente.
O nosso roteiro, as pessoas não sabem, mas tem roteiro. Esse programa inteiro é baseado em TP.
Imagina se não tivesse.
A gente tá lendo tudo que o Paul fala. O Paul às vezes sai daqui falando, cara, eu falei uma coisa que eu não queria falar e o roteiro me obrigou a falar. Eu também.
Muita gente, essa risada é roteirizada.
Tudo daqui, Paul ri, a gente não ri.
É pra cadeia, pra trás, tudo.
A gente, inclusive, um O Batista não tá aqui porque ele errou no ensaio, foi péssimo no ensaio hoje. Batista tá aqui do lado de fora, a gente não pode mostrar ele, mas ele errou. Enfim, tudo é ensaiado. Então tem um roteiro aqui que eu quero bater com vocês. E vamos fazer o seguinte, eu quero realidade, senão vou sentir que todos são arrogantes. Eu vou fazer uma pergunta, quem você achar o que é melhor, você aponta para o outro.
Então, por exemplo, assim, quem tem o maior pau? Aí você, se você acha que é você, você põe. Você acha que é o dele, você põe para o lado. Entendeu? É isso. Vamos lá então, estamos aqui: China, Japão e Coreia. Qual país merece o título de melhor gastronomia?
Aí, pelo amor de Deus, desculpa, não tem isso.
Cada um tem 30 segundos para refutar.
Eu vou ser a quarta pessoa, eu vou levantar a mão.
Você não tá brincando, cara? É um projeto de arrogância isso daqui, mano.
Só tem cara É bom esse lugar, mano.
Francês só tem pão francês, velho.
Calma aí, calma aí.
É, e tudo vai dar manteiga.
Eu chamei ele para participar da brincadeira, ele entrou para ganhar.
Pô, coração!
Então vou ganhar também, coração de galinha.
Vocês comem bicho de seda, velho.
Pera aí, calma, calma. Agora tá falando xenofobia.
Calma, escargotão.
Você tá de apresentador, segura a bucha aí. 30 segundos, 30 segundos, 30 segundos para você falar por que que a sua comida é a melhor.
A dele, porque tem cachorro, que tem morcego.
Vocês comem isso, né? Vamos lá, ó. Lá na China existe 8 culinárias regionais de cada, assim, província, tá? Então cada um deles apresenta um tipo de comida diferenciados. Tem um lugar que comer alguma coisa picante, tem uma comida mais assim atossado, e tem uns pratos Então, e eles além de ter sopa, ó, todos eles, eles pegaram uma parte da culinária chinesa e transformaram uma culinária deles, tá bom?
Tá bom. Eu pensei que ele ia falar que ele tem 8 cachorros diferentes por região.
Tudo bem, acabamos de terminar agora as piadas de cachorro. Acabei de ver aqui no roteiro, tipo a sua, as 46.
Cachorro e pau já foi.
Agora tem que falar de morcego.
Exato, morcego sempre tem 3.
Tem mais restaurantes de sushi do que churrascaria aqui no Brasil, no mundo inteiro. Todo mundo sabe o que que é sushi, além de ramen. Enfim, tem no mundo inteiro, sabe, que é uma culinária mais universal.
Isso é um bom ponto. Por favor, coreano. Eu não sei o que ele vai falar aqui, mas vamos lá.
Vocês sabem, né, o que que tá na moda, né, hoje em dia? Então as comidas, claro, coreanas, que tem apimentado, meio agridoce, sopas mais gostosas, que não tem essas pratos de viadagem. Então é assim, é prato para pessoa normal.
Caralho, que absurdo! O que que tá acontecendo com esse povo? Tá acontecendo mais do que caralho, mano. Os cara, mas é isso que a gente tá entendendo. Mas vamos lá, o que que tem na Coreia? Essa pergunta é boa. O que que tem na Coreia do Sul de comida que não tem neles?
E de cada país tem primeiro as melhores comidas, tipo, de mudança, que é aquele bibimbap. Que é vários arroz com vários ingredientes, vegetais, carne, que você consegue misturar com pimenta. Tem uma das melhores sopas também, que é de antiguer, e tem a carne.
Eles não têm isso?
Não, a carne agridoce não também, que é o bulgogi.
É muito bom, tá? Japão é o sushi.
É o sushi.
Então é isso que eu tô falando, todo mundo sabe. Você sabe o que que ele tava falando?
Não.
Então, por exemplo, eu vou querer conhecer, mas você acha que eles não sabem?
Você acha que o chinês sabe montar um sushi, você perde? Por que que só você tem sushi?
Não, é porque é uma cultura do Japão e eles têm sushi man que treina para isso, sabe? A vida inteira eles fazendo sushi. Então é cultural, sabe?
O que que tem na culinária de vocês que não tem nada deles?
Todos que ele tem, tem na China. Lá inclusive tem um bairro lá, tipo fronteira, eles comem a mesma mesma coisa. E a acelga deles, que eles usam lá no próprio país dele, ele é pegado na China. Específico, acelga, entendeu? Aquele acelga, sabe? Aquele acelga apimentada que vocês gostam, quentinho lá, não sei o quê.
E a acelga, que é uma grande iguaria que todo mundo quer, né?
Não, não, não, eles comem muito, eles comem muito, eles comem muito essa acelga, entendeu? Mas isso é uma comida tipo regional, sabe? Tipo bem regional.
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Sushi, eu vou te falar, tipo, lá na China, lá tem um lugar chama Cantão, eles comem peixe cru, entendeu? Tipo, de fato é o estilo deles assim. Por isso que assim, eles pegaram uma culinária chinesa na época, tipo, acho que uns 500 anos atrás, uma coisa assim. Puta, claramente inventou.
Por favor, alguém que tá assistindo É isso aí, depois comenta aí.
Todas as informações aqui são de reels, tá?
Não é nem reels, é kawaii isso aí.
Não, não é, pode pesquisar. Eu tô falando sério, Paulo.
Informação de kawaii.
Eu tô falando sério.
É muito bom que informações de kawaii, informações de reels.
E eu vou te falar mais uma coisa. Todos, a culinária assim asiática usa o tofu, certo?
Tá, irmão, mas posso falar? Posso defender meu ponto? Porque, por exemplo, só para defender minha cultura aqui.
Ninguém tá perguntando da sua cultura. Agora, afinal, é Espanha contra Argentina, tá lá a Inglaterra, mas você fazer gol, foda-se, é eles afinal.
Porque vocês falaram sobre comida e vocês várias vezes desmereceu minha comida. Então eu tô querendo te responder sobre uma coisa que você falou vários episódios atrás, falando que minha comida é pouca e é cara, tá? Existe um filme sobre a comida, sobre uma culinária francês chama Ratatouille, feito pelos norte-americanos. Não tem um filme chamado Tofu.
Então é isso, é só esse ponto que eu quero reforçar, porque você não gosta de assistir.
Não, mas a galera tem uma animação chamada Bao, mas tem o Kung Fu Panda, não tem o Kung Fu, não tem o balé França, não tem o balé Gazelle.
Então, mas depois que a gente tá falando de comida, não de balé.
Você sabe que o Ratatouille mostra que tipo a comida é feito por um rato, que o bagulho é sujo.
E ainda assim o filme é mais famoso que comida feita por humanos de vocês.
Não, eu, o Kung Fu Panda, Kung Fu Panda.
Então, mas eu não tô falando tudo, a gente é mais foda que vocês. É só para jogar vôlei, eu não tô falando que a gente é mais foda em kung fu.
Não, vamos lá, vamos voltar aqui porque ficou, entendi. Então cada um acha que a sua comida é melhor. Eu preciso fazer a pergunta para o corte, que eu sei que muita, tem muito adolescente esperando a pergunta para o corte. Então, adolescente, assim, 3, 2, 1, quem tem o maior pau?
Não, pesquisa aí no chat, pesquisa.
Você é o menor, né?
Pesquisa no chat. Bom, entre japonês, coreano, chinês, quem tem o menor pau? Pesquisa aí.
Vamos esperar a resposta. Vou perguntar para o ChatGPT que precisa ter uma conclusão. Temos a resposta? Temos a resposta? Não temos. Enfim, vocês brincam entre si com essas piadas ou é só ocidental?
Eu acho que só ocidental.
Se preocupa muito com pau dos outros, né? O que mostra uma coisa até um pouco estranha da gente, né? Temos uma resposta?
O chat tá pensando aqui que acho que tá difícil.
O chat tava aqui conversando com a gente.
Mas vocês não têm essa, essa piada de pau aqui?
Não, não, não.
Sério?
A gente nunca brinca.
Qual que é a piada que o chinês fala do japonês e do coreano? Qual que é o preconceito que o chinês faz? Brasileiro fala que argentino é arrogante. Brasileiro fala que mexicano É muito feliz. Qual que é o estereótipo de cada um na visão do outro?
Da China, que o Japão fala, é, eles não formam fila direito, é mal educado. É mal educado, isso.
O Japão, então, o preconceito, o estereótipo, né?
Isso, estereótipo.
Não é seu, é o estereótipo de algumas pessoas do Japão sobre chinês, é falta de educação.
Isso, isso.
Qual que é sobre Coreia, o Japão tem?
Coreia não tem nada.
É porque a gente nem olha muito pra ele.
Acho que é realmente isso.
Vocês pra japonês?
Pra japonês tem muito. Cara que tomou bomba atômica. Quero ouvir, quero ouvir. O cara que vê hentai.
Ok.
Tarado.
Ah, o japonês é tarado.
Esse eu já ouvi.
Esse é o mais tarado. O japonês, só pra você ter uma noção, quando você entra num ônibus, o japonês fica olhando nas meninas. Aí eu fico, velho, esse cara é tarado.
O celular do japonês tem que fazer barulho porque ele escutou errado.
Tudo puteiro tem um japonês, bobé, é o mesmo.
Será que tem uma coisa de vocês meio reprimida assim e de sexualidade? Aí daí meio que vira uma coisa um pouco pervertida, porque a teoria é quanto mais é reprimido de sexualidade, mas sai de alguma maneira, digamos, sabe?
Mas acho que sim, essa teoria tá certa.
Não é o seu caso, que cresceu no Brasil. Então no caso você precisa ficar mais tranquilo, inclusive. E qual que é o Tipo 2 chinês?
Feio.
É sério isso?
É sério isso?
Cara do céu, sabe que tudo que você fala sobre a beleza, isso apresenta uma parte de vocês, tá? Porque, ó, você tem que entender que asiático é asiático, tá? A gente tem quase mesmo a característica.
Pera aí, velho, deixa o cara falar, não é dele. Opinião dele.
Não é minha opinião, é preconceito.
Se eu tivesse com argentino aqui, eu falo: te adoro, Hernán. Mas a galera acha que você é louco.
É isso que eu tô falando, porque ele, assim, ele fala do estereótipo de uma coisa que ele também tem.
Tipo, quando ele vai, geralmente quando o pessoal é assim, você tá levando para o pessoal. Não, baixa a bola aí. Você é lindo, Paulo, você é lindo. Você é lindo, você é o japonês mais bombado que eu já vi. Não é japonês, é japonês.
Eu tô falando assim, ele tem que falar mais estereótipo, que assim, vamos, realmente só tem assim. Eu concordo com ele dessa vez de Japão, porque realmente a China apresentou essa questão de mal educado, de fato, que aconteceu alguma situação que pode ser isso. Só que ele fala de beleza, de bonito ou feio, porque assim, você é asiático, meu amigo, se você fala asiático é feio, você também é feio.
Dele é o país do K-pop, passar maquiagem para acordar.
Então é falso beleza.
Calma, isso não importa. Se eu paguei com dinheiro para eu consertar minha cara, é meu, tá vendo?
Mas o seu filho não vai nascer com a mesma cara não.
Eu tô sentindo que os chineses é realmente, o japonês tem razão, muito mal educado. Não chamam mais para comer em casa, né? Agora vamos lá, qual que é o estereótipo que vocês têm China? De Coreia e de Japão? Agora que ele vai pensar, meia hora essa pauta.
Não, eu acho que assim, estereótipos sobre o Japão, eu acho que o japonês, eles gostam muito de anime, sabe? Essas coisas assim, tipo, não é uma É meio tarado, está chegando no tarado.
Vamos falar tarado. Tarado é bom. É. E o coreano?
O coreano acho que é muito arrogante. Entendi.
Eles são muito arrogantes. Chegou agora, aquela droga.
Não, não, não, porque de fato eles são muito arrogantes.
Isso. Entendi. São os argentinos então do continente.
Mas o coreano ele é tarado também?
Não.
Porque pô, nos doramas também você vê os caras muito, muito, muito, muito puritanos, né?
E aí, aí é bonito, as meninas já vem.
Posso falar? Tudo que esse cara é apaixonado por dinheiro, esse daqui é apaixonado por beleza, e esse é por sushi. Conclusão que a gente chega, ó, eu tô aqui com informações quentes. Temos agora a grande resposta, mas é uma resposta, cara, já tá se preparando aqui, é tipo um prêmio de Miss. Quem estamos aqui, ó, entre japonês— tô fazendo já o seu corte, viu, pequeno Douglas? Estamos aqui, japonês, coreano e chinês. A grande pergunta da humanidade, que é quem tem o maior pau? Vamos lá, por favor.
Vocês querem? Eu vou fazer do mais pauzudo para o menos pauzudo.
Vamos fazer o seguinte, então já me fala o do meio.
O do meio, o que tá no meio, e aqui é com embasamento, tá?
Embasamento, não é piada.
Quem tá no meio é o Japão.
O Japão. Então o Japão, ele não tem o maior pau e nem o menor pau do mundo.
É do mundo isso?
Não, não, não, do mundo.
Peraí, vamos ver então.
Entre os três. Quer dizer, o Japão ele tá naquela situação assim, tá, gostei da resposta. Não foi a melhor, mas gostei. Porque tem uma resposta aí que vai ser pior.
Você quer saber quem? Quem é o mais pausudo ou o menos pausudo?
Com certeza é a China.
Calma, eu acho que é mais humilhante você falar quem tem o menor pau.
O menor pau? Quem tem o menor pau é o nosso amigo Jong.
Por isso que é aposentador feliz.
Não, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, peraí, eu nunca consigo.
Cara, esse projeto, ele chegou no nível de idiotice, cara. Eu juro que eu acho que o Pedro Biel tá— mandem esse corte pro Pedro Biel. Eu só quero ver se o Pedro Biel vai comentar. Se o Pedro Biel comentar, a gente continua com esse projeto. Se ele falar adorei, Maurição, isso é engraçado, diversão, chegamos.
Eu acho que Esse corte nem o Kawaii quer. A gente tá criando uma rede social.
Manda esse corte para sociólogos, para pessoas assim cultas, as pessoas mais cultas da sua família. Manda esse corte para ver se ele dá uma risada.
Eu sempre gostei do Cláudio. Chat é uma merda.
Não importa, já, Cláudio. Ó, informação é mesmo, tá?
O maior pau aqui é o pau com 7 cm, é o da China.
Porque meu nome é Paulo, porque eu dei o maior pau.
Nossa, isso aí, velho!
Mas ó, assim, tem um ponderamento, tem um ponderamento aqui.
A distância não é muito grande entre um e outro, já sabemos, mas é uma comemoração, tipo assim, é igual Fórmula 1, chegou aqui, mas o cara ganhou o troféu.
Mas sabe o que é engraçado, velho? Tem 3 mulheres aqui que estão atrás das câmeras. Exatamente o que eu ia dizer. Piada de pau é engraçado, piada de pau eu nunca vi na minha vida inteira. Uma mulher dá risada disso? Vocês acham que é muito tosco? É muito—
calma, faz a competição de quem são as mulheres mais gordas para ver se elas não ficam rindo uma das outras também.
Acho que elas riem mais da piada de pau.
Bom, vamos lá então, próximo aqui. Qual o país recebe melhor os turistas? É uma boa pergunta. Ok, país recebe melhor os turistas, levanta Levanta a mão quem acha que é o seu país ou o país do outro. Qual o país que recebe os melhores turistas, trata melhor os turistas?
China não é.
Não, não, não, não dá.
China não é. Não pode ser a China, velho.
Desculpa. Não, não, mas eu tenho um ponto aqui, ó. Eu já viajei para Coreia, Japão. A China não, porque os caras não tratam bem, né? O Japão Japão, assim, primeiro tem muito turista, todo mundo já sabe. Hoje em dia tem muito turista no Japão. A questão é, o japonês, quando você vai para o Japão, o japonês ele tá sorrindo e ele assim, você fala em japonês, eles falam, ah, que turista burro! Eles falam assim, ó, sério, sério.
Tem país que se acha um pouco superior aos turistas, e aliás, o meu é um pouco um deles.
Será?
Tem frequentemente, tem muita essa coisa, eles não vão que burro, mas eles chegam a pensar às vezes. O japonês, ele é meio assim, ele se acha um pouco superior aos outros povos?
Não é superior, mas até que é recente que tá essa onda de turismo assim grande. Então tem muitos turistas que esculacham lá, e aí eles estão nessa pegada de não preconceito contra turista, mas sabe, tem essa imagem do turista de nossa, eles estão esculachando nosso país, a nossa cultura.
Então é igual tá acontecendo na França com a turma lá do racista.
Só tem negão lá fora.
Eles falam isso assim, não o povo, é incrível, mas o tio do povo fala: por que que eles estão subindo? Tem uma turma lá que é um pouco disso, tem um pouco disso, mas eles tratam bem, tá? Eu acho que todo turismo ele causa repulsa, de qualquer lugar do mundo, quando ele ultrapassa. Porque assim, tem países que não tem turismo, e aí você precisa do turista, aí você ama o turista. Quando ultrapassa, não, Estados Unidos, a pessoa fala que os Estados Unidos é muito xenofóbico, mas ao mesmo tempo observa assim, cara, não tem como você xenofóbico, país que só tem turista.
Mas eu tava no Rio agora, em janeiro, que é o período mais turístico. E cara, eu passei, sei lá, 3 dias na Zona Sul. No terceiro dia eu falei, cara, eu acho que os cariocas, eu entendo que eles não aguentam mais. Eles são até gente boa demais, porque é turista o tempo todo, em todo lugar que você vai é turista.
Mas o brasileiro gosta porque o brasileiro ele já tem uma questão de, o turista deixou de ir para o Brasil por uma série de questões, aí volta de medo, aí começa a voltar, ele fica até feliz.
Entendi. Mas espera 10 anos.
É isso.
Daqui a 10 anos os carinha tá impressionante.
Eu tava lá nos Estados Unidos na Copa, por onde eu andava tinha um cara de um país, até um país que você nem troca ideia, e você fala, cara, é normal aqui. Agora vamos lá, o que eu percebi de japonês, vocês na minha visão tem uma ingenuidade que eu não sei se é falsa ou se é de verdade. Todo jogo do Brasil com Japão encontrei muito japonês, muita, muita gente feliz, muita, vamos brincar, vamos, brinca, sorri, muito. Aí faz o Pikachu, ele brinca junto, tem quase uma infantilidade assim.
Sim, sim, eu queria saber se é de todos ou é característico do Japão por conta de anime. Qual que é a história?
Infantilidade, você tá falando?
É uma coisa meio ingênua, meio pura, meio pura.
Eles são bem puros mesmo, mas falando de infantilidade, realmente tem um uma característica, né, do pessoal do Japão. Por exemplo, eles preferem as mulheres com um pouco de característica mais nova, vamos dizer, não infantil, tá?
Calma aí. Mas eu já percebi isso, a cultura do cosplay. Tem cosplay aqui no Brasil que com 15 anos os cara tão trepando na rua. Falei uma mentira? Carnaval tá aí, cara. Não tem cosplay aqui no Brasil?
Carnaval é diferente.
Diferente da cultura de cosplay. O carnaval é uma bagunça, o cara não tá de cosplay no Brasil. Lá o cara interpreta um personagem, tem uma coisa, tem uma coisa muito infantilizada dessa coisa.
Mas qual que é a diferença do cosplay e da fantasia normal? O que que é a diferença?
Porque eu acho que incorpora, incorporar o personagem, né?
O cara não tá no carnaval fingindo que é médico, o cara tá fantasiado só.
Lá o cara é um Pikachu, porque ele fala, ele é que lá assim, lá na assim, no Japão eles gostam mais de coisa mais bonitinho, tipo, ele se sente que mais assim, ah, nossa, eu sou mais fofinho, não sei o quê. Aqui no Brasil não tem isso, tipo, quando o pessoal olha para mulher, fala, nossa, que mulher gostosa, mulher não sei o quê, tipo assim, apresenta mais poder porque é mais a bunda, peito, não sei o quê. E lá na Ásia tem uma parte da Ásia, eles não gostam disso, ele acha que isso é absurdo, ele gosta mais pessoa mais bonitinha, baixinha, não sei o quê.
É verdade, sistema cultural, muita gente Fura, Hello Kitty.
Mas o que eu acredito que é, não sei se é uma coisa de repressão na época, de hormônios à flor da pele.
Não sei se é questão de anime na época, tipo, eles dominavam essa questão de anime, tipo, na nossa infância, tipo, só tem anime japonês, japonês. E tem vários animes que apresenta as meninas bonitinhas, não precisa ser na China.
Tinha anime japonês?
Sim, apesar da treta na época da infância. Sim, porque não tinha produção chinesa na época. Depois, agora que evoluiu. Na época não tinha não, tipo, só o japonês, tipo. E todas assim, anime deles tem uma parte apresentando essa parte que chama kawaii, entendeu? Tipo, é bonitinho, fofinho. Mas as próprias mulheres também têm gosto dos caras meio de estudante.
Eu vejo que é uma coisa meio, não é só homem com mulher, é mulher com homem também, é uma coisa meio sem barba e tal. É o cara sem barba. O cara com uma aparência mais jovem.
Chinês não gosta de barba, tipo, tanto chinês, acho que asiático, tipo, se você vem com barba, ele fala que você é um cara sujo, mal arrumado.
Eu sou sujo para você?
A gente é asiático. Quando tiver 20 e poucos anos, quem tem barba, tipo, aí fala: nossa, feio, Deus me livre, parece 35. O asiático não gosta de pessoa tem barba.
Até mesmo se for branco, tanto faz.
Assim, não, tipo assim, na Ásia, tô falando, tipo assim, nosso asiático não gosta, autor asiático tem tipo assim muita barba aqui, ele vai, eu acho que, né?
É porque assim, na verdade também tem um ponto que quando é isso, é de todo asiático. Quando o asiático deixa a barba crescer, ele cresce tipo cada um por si, então fica feio, parece de mendigo. Só que quando é europeu tirando asiático, às vezes eles crescem igual do povo. Aí quando você tipo se arruma direito, né, aí ele fica mais bonito.
Só que mesmo assim não é pequena porcentagem de pessoa. E pelo assim estereótipo geral da asiática, vai achar que isso não é bonito, entendeu? Assim fosse um branco, aí é outra coisa. A gente fala, nossa, macho, não sei o quê, tipo uma representação diferente. Se fosse tipo asiático, ele não gosta.
Mas é que vocês não têm tantos pelos quanto, por exemplo, os europeus. Português tem muito pelo, até a mulher tem o bigode, que não sacaneia, mas tem isso também.
Então cresce de uma forma, por exemplo, não cresce muito aqui. Meu não, o meu ainda tem, mas a maioria dos meus amigos japoneses, seu pai e sua mãe é japonês, os dois. Eu nasci lá também, eu tenho Mas os meus amigos têm quase zero.
Porque tem gente que deve estar te olhando, é muito curioso isso, né? Porque por você ter um cabelo, não sei, seu cabelo não é liso.
Ah, é porque eu enrolo, eu faço permanente, entendeu?
É muito, é muito, a gente usa.
Não, mas tem uma parte, até eu achei isso. Então assim, não é tudo chinês, é porque eu gosto muito de tchola, velho.
Por que vocês usam o chola?
Porque a gente é babaca.
Por que não fala viado?
Não, porque não é o jeito.
Deixa eu falar um negócio.
Eu achei que ele ia defender.
Deixa eu tirar um negócio.
Eu quero deixar, porque muita gente fica até na dúvida. Existe a diferença entre gay, que a gente respeita, e inclusive gay a gente admira, e chola, que a gente repugna. Entendeu? É avestalhado.
Chola.
Porque o gay O gay não é fresco. O gay é um homem que gosta de outro homem sexualmente. O tiola, ele é hétero, gay, não importa, mas ele tem comportamentos afrancesados.
Então é tipo viadagem.
Viadagem, mano.
Sabe o que que tem a diferença? Eu quero deixar muito claro isso porque muita gente pode falar: nossa, esse termo tiola, o tiola pode transar com várias mulheres, mas ele vai falar: nossa, Mas aí você vai, você vai usar aqui mesmo? Vamos dobrar roupa antes de transar? Ele vai transar com a mulher, o gay tá batendo pau para caralho na cara e foda-se, foda-se.
Posso falar?
O tiola, ele tá: nossa, esse travesseiro, eu não durmo com você, meu amor.
Posso falar? Posso falar? Eu dobro a roupa antes de transar. Alguém tem dúvida disso? Mas eu vou falar isso daqui, eu acho que vai ser cortado. Grande diferença. Na rua ontem, um cara passou, um trabalhador da Vivo, estranhou na rua, não falou nem bom dia, falou: e o Batista é viado mesmo? Nunca alguém duvidou que ele sabia, só que ele tava pensando nisso. Eu sou tchola, o Batista já—
muita gente me pergunta, o Pão é tchola? Pergunta para mim, a galera.
Eu falo: óbvio que sou, só você vê.
Bom, eu tenho uma pergunta para finalizar hoje, que é o seguinte: vamos sair da parte ruim. Eu senti que tá um conflito. Chinês nunca cruzou o braço.
Posso só fazer uma pergunta? Que eu tenho uma pergunta final boa, mas vai, que eu achei interessante. Você, as mulheres de vocês ou tal, vamos lá, elas curtem um cara fofinho, beleza? Aqui é totalmente diferente. A mulherada, principalmente no Brasil e na América do Sul, gosta de um cara raiz, macho e tal. Lá não é assim? Tipo, você pega, por exemplo, um Um Gusttavo Lima da vida não vai fazer sucesso lá? Esses caras meio bombadão do campo e tal?
Não muito, não muito. É, tanto é que aqui academia é muito hypada, lá na Ásia mais ou menos.
Smart Fit tá embaixo lá.
A gente fala assim, eu não vou falar de mim, mas assim, eu vou querer falar. Eu sou bombado, certo? Todo mundo acha. Eu lá na China, como se nojento, tipo, ah, nossa, você é muito grande, tá?
A gente fala às vezes, tá bom, vai.
Por isso que eu gosto de falar. E outra coisa, lá na China, tipo, tanto da Ásia em geral, eles gostam da pessoa magrinha. Tipo, ele, é, tô ligado, vai ganhar muito assim o perfil, porque o chinês, chinês, a chinesa ou coreana, japonês gosta desse tipo de perfil.
Mas eles me vê como um cara, pelo fato de eu ter barba assim, como um cara meio másculo ou meio, meio, não, mas é só você ficar 2 segundos assim, já vai falar, é chola, aí já vai gostar.
Eles gostam assim, tipo, o pessoal alto, perna comprida, branca, assim, olho azul, olho não sei o quê.
Esse é o perfil, tipo assim, eles gostam de dizer ele tinha versão, mas aí eu acho que aí sou eu, lá vai eu com meu achismo, eu acho que isso é uma questão cultural do mundo, porque os europeus, por terem tido a cultura na mão há muito tempo antes da gente, eles criaram aquele Jesus francês e tal. Então o homem louro de olho azul, isso foi padronizado para o mundo inteiro.
Isso eu tô falando assim, porque se eu for para o Centro-Oeste, eu vou generalizar, se eu for para o Centro-Oeste, para o Paraná e tal, onde eu morei, eu já percebi que meu padrão não é o que mais chama atenção da mulherada.
Porque hoje em dia, é hoje em dia, porque nos anos 70 era, nos anos 80 era, e hoje em dia o mundo foi abrindo e tudo bem, você não é mais o funkeiro com um negócio escrito que demônio, ele tá se dando bem.
E outra coisa, ó, que nem eu falei, eu falando esse perfil dele, tipo, em questão de altura, perna, não sei o quê. Lá na China, acho que Ásia em si, tudo gosta de perna longa, tipo, quanto maior melhor. Eles falam assim, se tiver uma perna até pescoço é melhor. Acho que lá no Japão, acho que tem isso, né? Sim, sim. Aí eles falam que, opa, nossa, perna grande, diferente, mano.
Nada a ver com o tamanho.
E também, ó, você pode malhar, mas só precisa ter abdômen, braço assim bem fininho, assim tá ótimo, assim tá ótimo, não precisa grande. Se for grande, fala nojento, entendeu? Não quer ter um peito gigantesco, não, não.
Mas a coisa das artes marciais é uma coisa que você domina. O japonês, ele tem mais arte marcial do que chinês e coreano, ou eu tô errado?
Não, errado.
Culturalmente, com certeza é Vocês têm o kung fu, né, cara?
É mais avançado.
Me fala suas artes marciais, me fala suas artes marciais e você fica quietinho 2 minutos.
Ó, lá na China chama, tem o taiji e tem aquele kung fu. Ele engloba tudo, tem muitas, entendeu? Tem taijiquan, tem, que mais?
Mas uma que a gente conheça, sabe?
Tá falando um monte de nome aí que a gente não vai conseguir.
Eu vou verificar aqui, pera aí. Tem o Jet Li, Jackie Chan.
Sabe o Shifu, o chefe, o Shifu do Bruce Lee? Ele tem uma arte marcial, nome eu esqueci como que fala em português.
Tudo bem, tudo bem.
Mas tem um filme que você pode assistir.
Talvez por eu estar padronizando para o Brasil, que aqui a gente vai ver Japão, vou lembrar de judô, jiu-jitsu, é o karatê, são artes marciais. Né, japonesas. Aí você vai pegar o tai chi chuan, tai chi chuan não, tai chi chuan não, é o aikido. Aikido já é japonês também. Então assim, aí tem que— Muay Thai já começa a ir para Tailândia, né? Qual que é a chinesa? É kung fu, seria, né?
Kung fu, eu tô falando, kung fu é um nome geral. Lá tem uma mais famosa aí, chama tai chi chuan.
Que solta magia.
Eu tô com a lista aqui.
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Ó, fung fu chinês.
Ok, falei.
Aí Wing Chun, Wing Chun.
Wing Chun é um cara.
É. Tai Chi Chuan.
Tai Chi Chuan é.
E Sanda.
Sanda, isso. Sanda como fosse o MMA, entendeu? Tipo modelo chinês.
Tá.
Entendeu? Tipo ele faz assim.
Todos vocês deram luta? Luta na infância de vocês? Vocês aprenderam luta?
É sério, cara?
Eu fiz taekwondo.
Quanto tempo?
Eu peguei acho que faixa verde.
Você começou com 6 anos de idade?
Foi 7.
Nossa, todo asiático meio que luta bem, briga bem, né?
Se for pensar, não precisa de braço.
Não, mas se todos os caras fazem arte marcial aos 7 anos, você não precisa de arma nem braço.
Japão, karatê, judô, aikidô, kendo. Como é que é o outro?
Laido. Tá aí. E o coreano?
Coreano tem o taekwondo, hapkido, taekwondo, taekkyeon, taekkyeon, que é tipo tangsudo também.
É porque taekkyeon é para literalmente aquelas artes marciais dos militares para matar, tipo usa cotovelo no— é o Krav Maga, é tipo isso, velho.
Polícia aqui às vezes usa. Última pergunta, que é: falamos das coisas de preconceito, de estereótipo e tal. Agora eu quero uma coisa bonitinha. Chinês, o que que você admira no Japão que você gostaria na sua cultura?
Eu acho que a questão de atendimento deles, acho que eles superam, né? Tipo, atendimento dele é muito educado, realmente. Acho que é uma coisa que acho que pode pegar, tá?
E do coreano?
Itucoreano.
Nossa, tantas coisas!
A plástica, eu acho que é a plástica.
Deixa ele escolher, porque pode não, pera mais aí, tá fazendo o cara escolher o que ele tchola.
Vai, vai para a França, vai!
Eu virei a referência de tchola, ao ponto que um chinês conversando com um coreano consegue me associar com isso.
Então dá uma segurada aí, então guarda menos roupa antes de transar.
Você, eu da China, acho que é a vontade de vencer na vida assim, tipo, forte mesmo, sabe? É ambição. Porque eu também acredito, por isso que o Japão tá estagnado. Eles se manteram ali, ah, acho que já tá tudo bem. E aí por isso que a China passou.
Mas é que o chinês foi pra merda pra começar a voltar.
Isso. Então, então, por isso que eles têm ambição forte.
Você quer trabalhar desde criança assim?
Japão é Inglaterra, China é os Estados Unidos.
É meio que isso. Do coreano?
Coreano? Ah, eu tenho inveja da do entretenimento agora dele, né, do K-pop, do soft power que a gente chama, né, que esse poder assim de entretenimento, de muito em alta, muito em alta. E até o anime tá sendo, sabe, cara, vocês estão estagnados até nisso, né?
Soft power também, né, que a gente viu que dá uma segurada, já foi as piadas, já foi nos 15 primeiros minutos, já foi para cima, foi para cima pelo coreano.
Ah, não deu nada, puta, que horror!
Tô começando a ficar o ódio dele. Tô do lado do chinês agora.
Não, não, eu gosto do sushi. Vai sushi!
Tá sendo, tá sendo, pô. Minha esposa tá olhando com uma raiva de caralho. Foi esse cara que eu escolhi? O cara consegue admitir uma parada, mano?
Não, só para uma curiosidade aqui dos três aqui, eu acho que o único que não tem esposa aqui, adivinhem, coloca aqui no comentário, tá?
Oxe, precisa adivinhar, ué?
É o japonês.
É, né?
Ah, porque tem puteiros.
O da China, caraca, eu acho que aquela tem aquela força de não, aquele não ter medo de se arriscar, tipo, de tentar falar, mano, consigo comer tudo. Eu acho que é isso.
Vocês falsificarem.
Vamos fazer.
Que maravilhoso, velho. Cara, o nome desse programa é Passivo Agressivo. Esse é o quadro Passivo Agressivo de hoje.
Mas vamos falar para vocês, tem um equivalente na Argentina que chama Agressivo, só sem passivo.
Cara, eu acho que é assim, você que chegou pelo Três Continentes pela primeira vez, assista os outros vídeos, porque a ideia do Três Continentes é exatamente através da comédia a gente dar risada das diferenças, entender como é cada um. E aqui tem muita gente, tá, muita gente manda mensagem para mim, cara, graças ao Três Continentes, aprendi coisas e tal. Não era essa intenção. A intenção nossa era só dar risada mesmo. Mas eu acho que de alguma maneira a gente traz uma informação.
Você que só quer informação não é aqui, quero deixar claro. Você tá ofendido? Que absurdo! Não é. Mas se você se ofende, nem volta, porque todos os episódios vão ser meio assim, tá certo? Não, desculpa, porque eu falo isso porque o cara fica querendo que a gente— não, pô, vamos trazer agora o antropólogo. Calma, a gente não vai fazer isso não, tá?
Antropólogo não Então todo episódio vocês falam de pau?
Não, só quando tem asiático. Obrigado, deixa o like aí que a gente quer cada vez mais chegar mais longe. E faço questão, assista a nossa viagem para Angola. Fomos para Angola, eu, Paul Cabanes, levamos o chinês. Primeira viagem do chinês, ele mudou a cabeça dele. E o Batista, que não tá aqui hoje, a gente foi para Angola. A gente quer ir para outros países, talvez China em breve, ou quem sabe Coreia do Sul, pra ver se eles são arrogantes mesmo. Valeu, gente, tchau, tchau!
Insider
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