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Derrubei uma casa na MARRETA e na ESCAVADEIRA | #VIDAREAL #21

27 de maio de 202629min
0:00 / 29:23

PARA CONSTRUIR, ÀS VEZES É PRECISO DESTRUIR! 🚜💥Você já parou para pensar no que acontece antes de um prédio novo subir? Hoje o Tavião vai mergulhar no universo das demolições e conferir de perto o trabalho bruto (e estratégico) de derrubar uma casa inteira e descobrir que existe valor no que achamos que é lixo.Ele também colocou a mão na massa — ou melhor, na marreta — e tentou a sorte na demolição manual antes de realizar o sonho de infância: operar uma escavadeira gigante de 21 toneladas!

Bora sair do estúdio e ir pra prática no ACHISMOS NA #VIDAREAL :)TAVIÃO @taviaohttps://www.instagram.com/taviao/ Conheça e se inscreva no meu canal de comédia: https://www.youtube.com/@MauMeirellesVem pro meu canal no Telegram: https://bit.ly/3MDFZLhBora ver meu show no teatro:https://www.mauriciomeirelles.com.br

Participantes neste episódio8
M

Maurício Meirelles

Host
P

Paul Cabannes

HostHumorista
T

Tavião

HostComediante
A

Ale

Convidado
A

Anderson

ConvidadoEstudante e doutorando em ciências humanas aplicadas
C

Claudimar

ConvidadoReciclador
N

Neus

Convidado
V

Val

Convidado
Assuntos5
  • Operação de escavadeiraEscavadeira de 21 toneladas · Rompedor · Edson · Anderson
  • Casa na ClimaçãoRemoção de bens duráveis · Separação de sucatas · Corte de divisa · Anderson · Claudimar
  • Demolição manual com marreta e picaretaQuebra de batente · Tijolo trançado · Val · Neus · Ale
  • Reduzir, Reutilizar e ReciclarPortas · Metais · Madeira · Tijolos · Claudimar
  • Controle de poeira na demoliçãoÁgua de reuso · Caminhão-pipa · Val
Transcrição71 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

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Andando pela cidade hoje, o que você mais vê é tapume pra todo lado. Tem prédios subindo em todo lugar. Mas pra construir, às vezes a gente tem que destruir. Ou, na verdade, demolir. Que é o que a gente vai fazer hoje com essa casa aqui. Tá um pouquinho alta, né? É, se eu tivesse uns 5 centímetros a mais daqui, já me ajudava. Quando a gente vê em filme essas coisas, a gente acha que a gente vai dar uma marretada e o negócio vai desmontar.

O caso que você viu, o cara morreu? Morreu. Fatal. Vamos torcer para que não aconteça isso com a gente hoje. Quanto custa uma máquina tipo essa que está vindo aqui? 810 mil.

E o meu guia hoje será Anderson, que é o dono da demolidora que está derrubando essa casa aqui, que está suculenta, prontinha para cair. Pronta para derrubar. Caramba, o seu trabalho é bem divertido. Imagino que seja uma coisa interessante de se fazer. Muito divertido, mas também muito perigoso. Perigoso? Perigoso. Por que perigoso? Porque compromete vizinhos, vidas, então se torna uma obra perigosa. Vidas? Vidas. Bom, vamos dar uma mandada.

Então tem que tomar muito cuidado com demolição. Mas o que é perigoso aqui, cara?

Perigoso porque, assim, a gente trabalha com equipamento grande e pesado. Então, toda demolição, a gente tem que fazer toda a área de proteção ao entorno e um bom acompanhamento. Pra quê? Evitar risco de cair uma parede, derrubar algum material sobre alguém. Entendi. Aqui, cara, as pessoas podem até olhar e falar, uai, mas já tá demolido, já? Ainda não. Aqui, o que a gente fez até o momento é o quê? É a remoção de bens duráveis, que são portas, janelas, louças, metais e separação de algumas sucatas.

E também corte de divisa. Você pode ver que está bem bagunçado. É o quê? É algumas separações que a gente faz para não ter risco de cair para os vizinhos. Tá. E aí, cara, isso aqui era uma casa o quê? De uma família? Advogacia. Ah, um escritório. Um escritório. E, cara, imagino que você deva estar tendo muito negócio hoje em dia porque todo lugar que você vai está construindo algum prédio. Tem, tem.

É você que cuida de derrubar as casas ou os prédios que existem antes de algo novo e maior ser construído. Exato, isso aí. A gente entra com todo o projeto de preservação, desde a parte de Itapume, e depois entra com a demolição e deixa o terreno pronto para a construção. Entendi, cara. E está mesmo num dos melhores momentos do seu trabalho? O momento está bem aquecido.

Você falou que começou a fazer isso tem cinco anos, seis anos? Formal, eu comecei em 2011. A empresa foi fundada em 2011 com toda a parte de demolição, construção de estande de venda e apartamentos decorados. Caramba, e como que você um dia acordou e falou, não, cara, eu vou ser demolidor. Como que...

As oportunidades foram surgindo, né? A gente começou com 2015 de forma informal, ainda como manutenção de piscina e jardim. Você começou com manutenção de piscina? Isso, piscina e jardim. E terminou derrubando o prédio assim? E daí eu comecei com essa área, daí eu comecei a fazer muita limpeza de áreas verdes para as construtoras. Uma certa vez parou de me chamar, daí eu liguei para perguntar o que é. Falei, meu, a gente parou de comprar terrenos em áreas urbanas onde tem vegetação para cortar. Então, abre uma demolidora que eu te dou oportunidade. Brincando.

É, você falou não, é... Truco. Truco, seis meses depois... Isso aí. Abri a empresa, mudei o Kenai para demolidora e estamos aí derrubando casas desde 2011. Está aí, cara, demolindo casas desde 2011. E hoje eu vou tentar ajudar um pouquinho aqui, você é seu assistente. Você estava me contando que são etapas, né? Exato. Toda essa parte de ferragem aqui, dá para ver que tinha uns armários aqui... Armários. Estou vendo que tem ali vasos, né?

Louros, metais. Que vocês tiraram. Então tudo começa tirando essas partes menores. Exato. Tipo uma porta. Isso aí.

Ah, no meio dos escombros aqui, encontrei um quadro original de Tarsila do Amaral. Isso aqui vale milhões, Anderson? Vale, vale. E aí, vocês vão jogar fora? Muitas vezes sim, muitas vezes a gente doa. Depende muito do material. Mas assim, digamos que no meio de uma demolição, vocês encontram de fato algo valioso. Sim. É de quem? Dele. Ele é o homem que faz a compra dos materiais.

Ele, você Claudimar, você cuida de pegar os recicláveis, é isso? Pega toda a parte reciclável toda. E aí se você encontrar, por exemplo, uma obra de arte, isso aqui vale milhões. É teu? Inteiro? 100%? É meu. Tá aí, já encontrou alguma coisa assim? Às vezes sim. É? Tipo o quê?

É quadro, é um cofre, tem hora perdido em uma obra. Cofre, você já achou? Às vezes já, mas é coisa pouca. Entendi. Antigamente o pessoal achava mais, né? Um cofre já cheio de... O ouro dele hoje é os materiais que ele tira. Entendi. Principalmente a partir de madeiras.

É mesmo? Madeira hoje que é um material mais rendável em uma demolição. Tipo a porta que nós vamos tirar ali. Isso. Tipo a porta, tem janelas, tem a parte metálica. Entendi. Um quadro, inclusive, desse também. Entendi. Tá. Mas esse aqui, infelizmente, é só uma impressão. Vamos tirar uma coisa realmente valiosa, que é a porta ali.

O que ele tá fazendo ali, Anderson? Preparando a caneta. Preparando a caneta? Preparando a caneta. Quem não estuda, pega aquilo ali. Mas a gente tava falando, cara. Esse é o tipo de trabalho que hoje em dia paga muito mais do que quem pegou na caneta, né? Muito valorizado. Mas a gente vai usar, então, uma picareta e uma marreta? E uma marreta. Mas o que ele tá fazendo ali? Ele tá encabando ela, porque ela vem solta, né? E daí ele vai preparar. Mas então... Cuidado aí que tá solto aqui.

Aí, ó. Aí depois que aconteceu. Eu peguei na caneta. Mas então não é botar aqui? Aqui, ó. Mais ou menos isso. E daí ele vai preparar aqui pra descer até a parte de baixo, igual tá a marreta, ó. Aqui já tá certinho. A marreta já veio marretada. Olha, é pesado mesmo, hein? Agora vai preparar aqui pra poder encunhar ela. Esse aqui é bem Crimes Ediondos.

Eu achei que você comprava e já vinha pronta. Algumas ferramentas vêm prontas, outras não. Tem que preparar. Entendi. A picareta, por exemplo, ela sempre vem ali pré-moldada. É isso aí. Você tem que arrumar. Pronto pra sentir a energia de Nescau? Então entre no jogo com Ana Castelli e Pedro Sampaio. O maior feat do ano. Se preparar igual eu nunca vi. Você vai gostar mais que como Brasileiro. Chama a galera e dá o play, que eu quero ver você jogar.

E se prepara que esse hit não vai sair da sua cabeça. Vem, que é agora ou nunca. Nescau, energia que dá jogo. Aí, o cara é um Ourives da picareta, irmão. Pô, ficou linda. Aí, essa aqui é a mais levinha. Vamos lá.

Vamos então, Claudimar, tirar uma porta aqui e a gente precisa então de EPIs. Você já está com o seu buchilão aí. Eu vou ficar com o meu óculos de proteção e, como sempre, botar luvas. Isso aqui que a gente vai fazer, qual que é o de 0 a 10, o quão perigoso é?

O risco é você bater a marreta e voar um colher no seu olho. Entendi. É por isso que sempre é o certo a gente usar o óculos. Tá. Pra evitar algum fargulho no olho. Acorde, Marmaí, te falar. Você não veio muito elegante não pra uma obra? Veio com camisa Armani, rapaz? É assim mesmo? A gente vem assim, vem. Trabalha bonitão todo dia? E tá todo mundo junto aí, né? Tá todo mundo junto. Trabalha assim, trabalha com uniforme normal. Então, eu como seu assistente hoje, qual que é a primeira coisa que eu faço?

Picareta? Picareta. Você bate ela aqui para tirar isso aqui. Tá lá, então vamos brincar de Minecraft aqui. Vou ficar desse lado. Assim? Isso. Aí você droga ela aqui assim. Assim? Baixa ela. Aqui você faz assim. Aí você vai levando ela para dentro. Para esgarçar mesmo. Isso. Para soltar. Aqui embaixo, para cima e solta. Aí. Vai subir.

Ah, não estou fazendo tão mal, vai. Tá bom. Tá ótimo. Esse aqui, então, por exemplo, é uma coisa que eu devo ter cuidado porque você vai levar para reciclar. Isso. Esse aqui vale dinheiro. Esse aqui a gente usa para travar as portas. Entendi. A gente coloca um prego para as portas não ficar soltando, para soltar os batentes. Entendi. A gente tira, coloca no cantinho, moda o risco dos pregos. Ah, tem prego aqui. Tem que tomar cuidado com isso aqui. Coloca no cantinho. Tá bom. Lá de cima você tira também. Assim?

Ou o começo aqui. Ah, boa. Aqui o Sebastinho tá me atrapalhando, né? Beleza. Aqui a gente quebra embaixo. O batente? Aqui, a pedra aqui. Você quebra ela. Ah, eu vou quebrar a pedra? Isso. Assim? Tô sendo muito gentil? Qual é que é? Pode, pode. Isso. Exatamente. Aí você quebra do outro lado.

É, o perigo de voar no olho esse aqui não é nulo não, hein, bicho? É. Quebra a outra lá. Qual? A outra, pera. Essa mais pra dentro? Essa aqui, aqui. Ah, tá. Debaixo. Isso. Pra poder soltar o batente melhor. Voou na minha boca.

Por isso que é importante, tá de óculos, botar uma máscara também. É que eu tô gostando, mano. Aqui você vai fazer o mesmo processo. Você pode começar aqui em cima ou você pode começar aqui embaixo. Tá bom. Aí vai de você. Ah, aqui eu já tô experiente.

Aí você pode pegar a camanha e puxar ela, vem puxando ela. Já, boa. Isso. Aí vai pegando pra essa abaixo. Com a mão, solta, bota a picaria daqui. Ah, tá. Aí você pode, vai puxando ela que ela vai soltando. Isso. Aqui em cima. Do mesmo jeito. Um pouquinho alta. É, se eu tivesse uns 5 centímetros a mais daqui, já me ajudava. Aqui, a gente vai bater a marreta agora. Aham. No batente mesmo? Não, não, na parede. Na parede? Vou te mostrar.

Aí depois você vai. Demorou, pai. Ah, aqui, a gente vai bater aqui na parede. Ó. Ô, louco.

Entendeu? E aí, o que que eu tô querendo fazer? Soltar o batente? Soltar o batente, porque ele tá preso na parede. Aí você tem que livrar ele. Entendi. Caramba! Isso. Só na parede, só na parede. Aí, sobe. Hum, mas aqui eu já vou ter que ser assim, né? Isso, isso. Putz, isso vai ser muito gostoso, cara.

Quer pegar a picareira? Você pode pegar a picareira também para tirar o que você quebrou. Para tirar o tijolo? Isso, aí você tira o tijolo. Aí eu só dou um... É, você joga para lá. Isso. Isso aqui me lembra o brinquedo que eu tinha quando era moleque era o quebra-gelo, que tinha os gelinhos. Lembra desse que você via ali? Aí, não podia derrubar o ursinho. Olha lá. Que da hora.

Coloca aqui. Parabéns, hein? Aqui, nesse lado. Com essa aqui mesmo? Isso, vira ela. Assim? Ah! Isso aí. Mais na frente. Baixo pra baixo. Baixo pra baixo. Isso. Parabéns, ó. Pode ir. É isso. É isso.

Sobe ela. Agora você sobe, coloca ela mais em cima. Isso. Não vai cair em cima de mim, não, né? Não, não, não. Agora você vem aqui, ó. Você coloca ela mais aqui em cima. Aham. E você vai fazer isso aqui, ó. Ah, boa. Aí você vai subindo ela aqui. Ó. Desgarçando.

Você vai passar ela pra lá. Ih, vai sair inteiro. Aí, leva lá. Isso. E aí? Pode ir. É isso? É isso. Deixa eu ver. Presta. É, agora eu vou deixar com o pai. Não, não. O que você vai limpar aqui agora? Ah, que ele tem aqui enganchado o... É, aqui você vai limpar aqui, ó. Você limpa, tira a sujeira aqui, ó. Uhum. Você fecha a porta. Você vai trazer ela aqui agora.

Pegar ela aqui e puxar. Entendi. Vamos ver se eu vou conseguir. Ó, eu vou te ajudar. Aí agora eu vou te ajudar aqui. Ah, boa. Aí você traz a porta pra cá. Vem com ela aqui. Puxa ela aqui. E saiu. Você traz ela aqui. Vem com ela mais aqui. Aí você junta ela aqui. Fecha a porta. Isso.

E é isso? Isso, aí você pega aqui. Tá. Consegue levantar? Vamos ver, né? Quanto pesa isso aqui? Mais de 10. Mais de 10? Acho que é um bem mais que 10. É, aqui eles tão dando risada de mim, pessoal.

Aqui assim? Isso. Vai, Padmin. Isso. Puxa só mais o pé dela aqui. Pra cá. Isso. Ó. Tá bom. E agora? Cansou? Não, imagina, pai.

Tá aprovado, então. Esse aqui, então, é uma coisa que você vai botar depois pra levar numa caçamba e vai vender isso aqui. Isso, a gente pega um caminhão, carroceria e leva pro depósito, que é um material reciclado. E ó, essa porta aqui, pesada. Pesada. Quanto vale uma porta dessa aqui pra você? Ó, uns 250. 250 quanto? É. Ó, vamos meiar então aqui, cara. Eu trabalhei, né? Porém, isso aqui é só a parte...

fina de uma demolição. Tem a parte um pouco mais bruta que é derrubar a parede mesmo. Vamos ver como que é. Vamos lá.

Claudimar, então nós vamos derrubar isso aqui? Isso. Essa é a parte manual que a gente quebra a marreta. Ainda que a marreta. Exatamente. O Anderson estava me explicando que derrubar a parede, esse é o momento que exige estratégia. Porque eu posso acabar derrubando uma parte que está sustentando uma coisa de cima. É que tem uma laje. Você tem que ver qual o lugar que você pode quebrar ela.

Você não pode quebrar uma parede igual aquela. Você não pode quebrar ela, porque ela está sustentando a laje. Mas aqui tudo bem, porque o que está sustentando é aqui. Exatamente. Entendi. Você pode quebrar tranquilo. Então, vamos lá. Esse aqui é tijolo? Tijolo. Então vai ser fácil. Arra o meu ombro.

É um pouco mais difícil do que eu imaginava. Quando a gente vê em filme essas coisas, a gente acha que a gente vai dar uma marretada e o negócio vai desmontar que nem se fosse de argila. Porém, alguém se deu a um trabalho bem intenso para que isso aqui não seja derrubado. Então a gente está indo contra o que alguém construiu, às vezes, décadas atrás. Ah!

voa na cara mesmo, mano. Ó. É isso aqui. É interessante, mas cansa pra caramba. Eu queria... Val, sei que tava batendo ali a picareta. Faz você aqui pra ver como que é um profissional fazendo, por favor. Vou dar isso aqui na parede. Vamos ver.

Ó, Val, Val, Val, Val, Val. Você tá me fazendo passar vergonha, mano. Em três marretadas você fez. Caramba, irmão. Ó, esse foi Val. Vamos fazer aqui o mundialito de demolição. Neus, vamos ver então agora o teu style, mano. Repia. Ó! Porra!

Ale, é uma bloquinha para segurar o muro. Passou direto. Aposto que eu aprendi com vocês observando ali, que vocês fazem um negócio que você bate...

E depois... Isso. É isso? É. Você pega lá, aqui. Você pega aqui. Aqui, a hora que você for bater, você vem aqui. Ah, eu escorrego a mão pra pegar mais a alavanca. É porque se você bater assim, o impacto vai todo no seu corpo. Ah, era por isso que tava doendo. Entendi. É isso aqui. Ah! Ainda tá indo pro meu corpo. Quando você pegar na prática, você vai se sentir bem melhor.

Ah, já aqui aprendendo, Telecurso 2000, pô. Quer desçar na outra mais grossa?

ali ó ó vem cá aparelho aqui ela mais reforçada cara mas essa aqui é muito grossa cara é essa aqui é um tijolo trançado exatamente aquela é a famosa que é um tijolo só você vê que ela é bem mais fina aqui você vê tá com duas que é duas parede entender que aquela tijolo trançado ó como ela é esse aqui é o chefe de fase é o dobro da potência do outro aí

Oxi! Pega mais de cima. Pega mais de cima. Aí. Sempre de cima para baixo. Vai sair daqui já um profissional hoje. Aí.

É, rapaz. Esse aqui é um trabalho de quanto tempo? Nós que trabalhamos com demolição e acostumados, aumentamos uns 20 minutos. 20 minutos? Vai para demolir uma parede dessa aí. Vai lá, Vão, mostra como é que faz.

Ó, esse aqui é o tijolo. Tá. Geralmente a gente aproveita ele também. Ah, o ideal seria não ter quebrado? É, a gente vai tirando, quebra um pouquinho e vai puxando o outro pra poder reciclar ele. Porque a gente recicla de novo. O pessoal leva pra ver pachada de casa, leva pra fazer uma churrasqueira, e fala o tijolo à vista, né?

E aí, então, esse aqui, deles estarem mais inteirinho, eles valem dinheiro. Vale dinheiro também. Então, cara, você tá olhando pra cada canto aqui e você tá pensando onde que tem um cifrãozinho. Exatamente. Pra gente, pra muitos, isso aqui não vale nada, é lixo. Já pra gente que recicla, vale muito. Porque isso aí vai virar a churrasqueira de alguém e a felicidade no final de semana com uma linguiça, um franguinho ali, pô.

Vai fazer uma piscina, uma fachada, uma casa, um muro. Vai na cozinha também, né? Pra fazer as bancadas. Sim. Mas aqui, cara, ó, essa é uma parte bruta feita na mão. Manual. Porém, uma casa grande como essa não é feita só na mão, assim. É isso? Isso. Também tem o maquinário. Tem a máquina hidráulica.

Ah, nós vamos ver isso aqui hoje? Vamos ver elas hoje. Daqui a pouco ela tá chegando aí, já vai iniciar. Vamos dar uma olhada ali então. Que é o equipamento mais pesado, né? Ah, é? Que é mais bruto. Vamos dar uma olhada então.

Aí, Anderson, enquanto a gente espera a máquina chegar, você estava me contando que tem aqui as linhas de divisa, é isso? Isso, isso aí. Que a gente... É o cuidado que a gente tem que tomar com os vizinhos. Então a gente faz todo esse corte manual, separação, e também já faz os cortes de ferro. É uma dilatação de muro de divisa. Quando a gente vem fazer a demolição da nossa edificação, não abarace as casas vizinhas.

Porque aí, cara, a gente vê que aqui tem esse tijolo que é dessa casa aqui que a gente tá demolindo. E tem essa parede aqui que já é do vizinho. Elas só estavam coladinhas, né? Exato. E aí, bicho, tem essa rachadura aqui, ó. Exato. E daí, assim, é um cuidado que a gente toma, a gente faz todos os cortes pra evitar esse problema. Mas como aqui já existia, essas trilhas que são antigas, é uma forma da gente se calçar, de ter um problema futuro.

E como que você sabe que essa... Isso aqui é baralho aumentar, né? Como que você sabe que essa rachadura é antiga?

É antiga, primeiro pela cor, você pode ver que é uma trinca bem antiga, está bem suja. Fora isso, é feito uma visita antes, por um engenheiro, ele faz um laudo cautelar de vizinhança. Então isso aqui, antes da gente fazer qualquer operação dentro da obra, vem o engenheiro e faz o levantamento de divisa, é o laudo cautelar. Porque até agora, a gente estava fazendo tudo aqui na obra.

Na marreta, na picareta, manualzinho. Exato. Mas agora, que já está tudo cortado, por exemplo, aqui os tetos. Exato. Já está no ponto onde entra uma máquina e nivela tudo. Exatamente. Se a gente não tiver esse cuidado, a gente puxa todas as paredes do vizinho junto. Estou empolgado para ver essa máquina, bicho. Está chegando. Chegou a bichona aí, ó. É um transtorno para o trânsito, mas para mim é uma alegria. Vou descer lá para encontrar eles.

Anderson, como que chama essa máquina, mano? É uma escavadeira. Escavadeira. Escavadeira. Quantas toneladas você falou que pesa? 21 e 500. Mais um rompedor, duas toneladas. Rompedor? Aquela equipamento lá na frente. Que é o que vai derrubar as paredes? Exato. Caramba, isso aqui chegou então no caminhão. É uma plataforma. Vai entrar aqui, derrubar tudo. Derrubando esse trecho. Vamos lá.

O negócio é tão bruto que quando raspa no cimento, deixa marca, mano. Parece o Godzilla. Meio que já começou, mano. Se liga. Isso aqui é tipo um Megazord, mano. Chega só.

Cara, olha só! Só mantém uma certa recuo cada educação. Ah, é? Ah, ó, já estamos aqui cometendo infrações, a gente tem que ficar pra cá. Mas olha como o negócio desmonta, que nem se fosse paçoca, mano.

Aquela linha do beco é um equipamento, é um rompedor. Pra demolir, a gente usa aquela linha, que é o rompedor. Entendi, que aquilo parece uma agulha. É um ponteiro. E vai derrubando tudo. Vai derrubando. E daí depois que a gente derrubou tudo, a gente coloca ela na concha. É como se fosse uma pá. Tá chegando também. Ah, entendi. Duas horas, três horas no máximo, tá tudo no chão. É impressionante. E você tava me dizendo que uma máquina dessas aqui custa mais ou menos uns 800 mil reais, é isso? 800 mil reais.

É um baita de um investimento. É um investimento grande. Então tem que produzir.

Mano, isso é muito legal. Poderia passar horas vendo isso aqui. É o negócio que fala que é, como que dizem? Os jovens que falam quando o negócio é satisfatório. Estamos aqui agora com o Edson, o operador do gigante guerreiro da Elion aqui. Caramba, mano. Você corta isso aqui que nem fosse manteiga. E aí, é fácil? É difícil? É fácil, mas não é tão difícil, entendeu? Dependendo do serviço. Aham, esse aqui tá nível... Tá tranquilo.

Pode crer, deve dar uma sensação de poder maneira, mano, de estar num negócio desse aqui, não é não? Caramba! Eu preferia ter um desse daqui do que ter um Porsche, mano. Quanto tempo você vai levar pra terminar? Vai pra demolir aí, mas vai ter duas horas. Duas horas? Bom, deixa o homem trabalhar, então. Certo, cuidado. Valeu, Edson. E dá-lhe quebradeira.

Anderson, aqui que tá chegando o caminhão de água, água potável? É, é água potável tá no caminhão, mas é água de reuso. Ah, é? Água de reuso. Pra que que vocês vão usar? A gente usa pra dar o acompanhamento com a máquina pra fazer a demolição, pra minimizar um pouquinho a poeira, pra incomodar menos os vizinhos. Ah, porque a gente tava quebrando tudo aqui, tava fazendo aquela poeirada. Exato. Então a gente usa a água pra acompanhar a demolição, pra minimizar um pouquinho a poeira.

E aí vai ficar alguém... Fica alguém ali na mangueira jogando água. Posso segurar na sua mangueira? Minha não, o motorista ali pode.

Estamos agora em um dos momentos mais caóticos de toda a operação. Ele tá quebrando as paredes ali em cima e Val, ó, tá com a mangueira jogando em cima pra não levantar tanta poeira, que vai subindo mesmo. Aí eu vou tentar ajudar. Posso? Posso. Tudo esse lado de cá, ó.

Meu Deus! É tipo tentar apagar um incêndio que não é de fogo, é de poeira.

E aí, beleza? Mandei bem? Muito bem. E aí fica o tempo todo? Até o final da demolição. Pelo menos derrubar. Derrubou, a gente pensa o caminhão-pipa. E a ideia é ir deixando ele até molhado mesmo, pra quando quebrar já não... Exato. Pelo menos nesse processo de demolição, a gente já acompanha como caminhão-pipa. E cara, aqui ele tá subindo com a máquina em cima... Daqui a pouco ele chega lá no meio e derrubou o resto.

É onde você assume. Ah, eu vou poder derrubar? Vai derrubar, vai derrubar. Aí sim. Tem coragem? Logico sim. 23 toneladas e meia. Na minha mão, pai. Bora.

Aí, ó, nós demos uma piscada e os caras já nivelaram quase tudo aqui. E agora terei a honra de derrubar uma paredinha. Mas vai ser tudo com muito cuidado. Eles já fizeram tudo em volta. É só meio que as brincas. É a bicicleta de rodinha. É só pra ter o prazer e a emoção de derrubar uma parede com um caminhão desses aqui.

Não mexo nela então. Isso aqui, se ela estiver pra baixo, aqui não funciona nada. Ah, entendi. Você subiu ela aqui, ó. Entendi. Tá bom, posso sentar ali então? Sentei. Aê. Pra cá, gira a marca pra lá. Ah, esse controle é aqui do cockpit. Esse é do braço. Pode ir. Cara, isso é uma das coisas mais sensacionais que eu já fiz. Pode pegar. Opa, pode pegar. Pega na minha mão.

Você vai pra lá, ó. Apagar, apagar. Tá. Vai baixando, vai baixando. Não, vai baixando o botão aqui. Ah, boa. Entendi. Esticou. Ele trabalha os dois juntos. Entendi. Ele trabalhou juntos. Opa. E agora eu? Tira pra cá, que a parede vai cair. Faço assim? Isso, vem pra cá.

Sensacional, meu amigo. Fiz um bom trabalho? Tá aí, ó. Botar no chão é assim. De fato, isso é só uma parte do processo. Depois tem que coletar tudo isso aqui e levar pra um outro lugar. Mas isso é assunto com outro episódio. Por hoje a gente encerra aqui e convido vocês a continuarem acompanhando o Achismos da Vida Real aqui no canal da Achismos TV.