EP 01 | ESTAMOS LEVANDO O BAPTISTA DE VOLTA PRA SUA TERRA! | #3CONTINENTES #118
No episódio de hoje do #3CONTINENTES vamos fazer algo que vocês pedem muito por aqui… NÓS VAMOS SE PREPARAR PRA LEVAR O BAPTISTA DE VOLTA PRA ANGOLA!
Jacaré Bangão? Um alambamento de verdade? Cuspir em dinheiro na rua? Feitiçaria? Deixa nos comentários o que não podemos deixar de fazer nessa viagem!
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Eu acho justo o lance dele reencontrar a mãe dele, cara. Mas será que é justo pra mãe dele? Abre a portinha, tá o Batista, mamãe, ela morre.
Vamos falar de coisa boa, coisa boa de verdade, são as roupas da Insider. Eu uso, a minha família usa e você também vai usar. Porque a roupa da Insider, ela tem o quê? Tecnologia. Você quer ou não quer um pouquinho de conforto na sua casa? Esse é o cupom de desconto e vamos curtir a valer. Vem, Insider. Vem com a gente.
Ô Batista, velho, vamos gravar. Qual foi, Maurição? Ô, tá foda o Batista? Não, o cara não presta atenção em nada, velho. Caralho, mano. O quê, meu? É o Maurício que tá te chamando pra atenção, pra uma coisa de mexer no celular. Ele que mexe 16 horas por dia. Exato. Que isso? Você tá em 17 hoje. Você tá cagando pro projeto? Não, então você vai cagar. Já não pude mais mexer no telefone?
Nós vamos falar hoje sobre viagens, experiências de viagem. E a gente vai querer mais ou menos saber o que a gente passou, o que a gente viveu, vai ser interessante ou não. Mas, de qualquer maneira, a gente vai ter que fazer o vídeo porque... Sim. Não, mas parece que você tá chateado com o projeto, tá cansado. Ah, meu, se dependesse de mim, eu voltaria pro meu país já.
Aguenta mais. Mas você tá cansado, é isso? Mas o que falta pra você voltar pro teu país? Ah, é caro, né? As coisas são caras. Não, é algo que eu percebi. Aqui, viajar não é tão caro quanto lá. Como é que é de lá pra viajar lá? Até pra conhecer o próprio país, é muito caro. Até de ônibus? Até de ônibus? É, ônibus também. Mas a galera tem o costume de viajar por dentro de Angola. O cara quer angolano, quer dar uma volta por Angola. Final de semana, tem uma coisa assim ou não?
Isso é algo, eu, Batista, o que eu sinto. O pessoal das províncias, que são os pessoal de outras províncias, não particularmente Luanda, tem essa curiosidade de conhecer outros lugares em Angola. Eu mesmo sempre tive, mas nunca consegui, por conta de dinheiro. De grana. É, de grana.
Tá, mas você fez alguma viagem memorável na tua vida quando você era moleque e tal? Ou isso é uma coisa de gente rica que tem acesso a viagem? Ou todo mundo viaja? Porque aqui no Brasil é o seguinte, minha visão, tá? Vai dar problema. Ah, isso não é a minha realidade. Tá. Mas existe um costume do brasileiro gostar de viajar. O brasileiro, ele viaja. Mesmo que o brasileiro não tenha dinheiro, ele dá um jeito de viajar.
Ou ele vai com um amigo, pega um ônibus e tal, mas tem uma coisa assim, cara, eu preciso sair daqui e fazer uma viagem. Normalmente o pessoal quer muito viajar quando é época de feiras e principalmente quer viajar pra Luanda, porque pra nós é a cidade grande, é a cidade onde as pessoas se encontram. Cara, engraçado isso, porque na França nunca é assim, é o contrário. O pessoal da capital vai pras outras cidades. É? Igual aqui.
Igual aqui, é. O cara de São Paulo vai pra fora. Ninguém vem passar feiras em São Paulo. Tipo assim, Réveillon.
Na França. Ah, ninguém vai pra Paris. Os caras de Paris não vão pra Paris. Não ficam em Paris. Não. É igual o Rio. É, eles vão viajando. Não, quer dizer, aqui o Rio tem muita gente... Quer dizer, Réveillon é um mau exemplo, porque Réveillon, como é no inverno na França, não é o momento que a galera mais sai. Mas no verão francês, a galera desce pro sul. Mas assim, feriado na França. É isso aí. O que as pessoas fazem? Desce... É que feriado é um dia só, né?
Não. Sei lá, três dias. Em Mendon, feriado. É, sai. Sai. E vai pra onde? Vai pro sul.
Pra... Riviera. Vale do Luar ali? Não, não. Não. Ah, Riviera Francesa. Riviera Francesa, é. Que é praia. Porque quer pegar sol. A gente quer pegar sol nas férias. Então, a gente vai pra Riviera. E é interessante, porque quando você vem pro Brasil... É...
O que acontece? Por exemplo, como para nós férias igual sol, você é de Paris, você vai basicamente ver sol nas férias, porque você vai na Riviera. O sol a gente associa a férias. Aí você vem no Brasil e você vê que tem sol, aí você se sente de férias durante dois, três anos. As férias para vocês, o sol para vocês é uma coisa muito única? Tipo, não é três vezes por ano? É mais, vai. É três meses por ano.
Não, assim, três meses por ano. É? Caramba, é isso. Mais ou menos. Quatro, quatro, quatro. Que isso, depressão. Cara, é frio. Mas é que é... Paris é assim. O sul é mais legal, mas Paris é assim. Pois é, mas é louco. Por exemplo, eu sou carioca e pra mim eu nunca fui compreensivo as pessoas irem pro Rio de Janeiro pra passar férias. Eu entendo. Eu entendo.
Então eu ficava meio assim. Óbvio que é compreensível. Obviamente é uma coisa turística. Mas é aquela coisa, né? A gente nunca foi no Corcovado. A gente fala, cara, tá ali. É uma coisa que a gente não valoriza tanto. Então as nossas férias, assim, você vai encontrar uma porrada de carioca querendo ir pra Minas. Sei lá, ir pra um lugar que não é tão turístico quanto... Mas sei lá, porque eu achava que o carioca, ele fica no Rio.
fica muito mais do que um paulista. O paulista, ele foge do Rio, de São Paulo. Mas o Carioca, ele dá um jeito, ele vai pra Búzio. Ele vai pra um lugar, né, um pouco mais afastado do centrão do Rio. Mas eu queria saber, você sente que o brasileiro viaja muito dentro do próprio país? Muito, cara, muito.
Você sente que é barato viajar dentro do outro país? Não sei se é barato, mas a gente tem condições para que sejam baratas as coisas. Porque vai parcelar. E o brasileiro é aquela coisa que a gente já falou em outros episódios. Ele quer aproveitar o presente. Então, se ele ganha um dinheirinho a mais, ele já pensa, cara, vou viajar. Ele já pensa, vou comprar um financiamento do apartamento para daqui a 10 anos.
Estou falando uma boa parte, tá? Eu sei que você comprou o seu apartamento. Mas assim, o cara pensa assim, cara, ah, velho, eu tô aqui, fim de semana, vou levar minha mina pra dar um rolê. Eu fiz um episódio no Varanda Gourmet com o Daniel que era a timeline das viagens de um brasileiro médio. Ele começa indo pra um lugar, obviamente, quando ele é jovem, se você tiver uma condição, que é um lugar mais roots.
né, tipo, fora do Brasil, obviamente, eu tô falando, que é, ele vai pra Machu Picchu, essa é a linha do tempo. Rio de Janeiro, Zona Norte. Isso também é algo, isso também é que é algo que... Não, fora do Brasil, eu fiz fora do Brasil, que é Machu Picchu, depois é Buenos Aires, né, ele começa a andar ali pela América do Sul e tal, aí depois quando ele tem um pouquinho mais de grana, ele tende, não que ele vai, mas ele tende a ir pros Estados Unidos, procura aí depois aí, Matheus, pra ver se faz sentido o que eu tô falando.
Vai pros Estados Unidos, que tem uma coisa do Caripá Disney, do Caripá Miami, o caralho é quatro. Depois ele começa a ir pra Europa, os lugares mais tradicionais, tipo Paris, Roma, Barcelona, tal. E aí ele vai pro Exótico. Óbvio que tem gente que começa indo pra Indonésia, mas tem um costume de...
valoração que a gente vai pra esse caminho. Você falou sobre um ponto que eu acho muito interessante. Eu não sei se é mito, mas eu acredito que não seja, porque muita gente já me disse que consegue viajar na América Latina simplesmente com um documento do país. O RG. É, o RG brasileiro você consegue...
É, nós não temos muito isso lá. Vocês não têm uma viagem que vão para... Nós temos Namíbia, que é o país vizinho, mas os outros países precisamos de visto que é para conseguir... Tá, mas assim, o cara de Luanda, qual o lugar que ele mais vai? Dentro da Angola mesmo, de Angola, ele vai para Benguela lá? Benguela... Eu conheci luandense que nunca foi para Benguela. Isso para mim não existe, mas acontece. Mas tem benguelense que não vai para Luanda?
Tem, mas eu acho que Luanda, pra nós angolanos que nunca saíram das províncias, Luanda é a cidade que todo mundo quer conhecer. Tá bom. Entendi. Todo mundo uma vez na vida vai passar em Luanda. É, uma vez na vida vai passar em Luanda. Eu mesmo, minhas férias, eu já passei em Luanda, mas também já fui pro interior lá, sum, ver... Me fala qual que é o lugar fora Luanda ou fora Angola que o angolano tem condição de ir assim. Tem condição de ir?
Pô, muita gente vai pra África do Sul, que é pra ir estudar. E quando eu falo muita gente, eu sei que você... Ah, é, é, é. Mas vamos pra África do Sul e a moral das pessoas, quando tem condições de viajar fora, é Portugal. Por conta da conexão. Ficou engraçado que esse programa é um programa que a gente começa... Basicamente, se justifica o tempo todo.
É, porque tem sempre um que vai falar Nossa, é a Holanda É a Holanda É o lugar que vai 73% Aí o programa que chama X Mas começa a virar dados científicos O nome do programa Eu falo mesmo muita gente Porque eu conheci Muitos que são amigos e não amigos Vamos para o Ficado Sul Mas a gente ouviu o Paul Tem informação ali do Matheus Que eu pedi agora dados científicos Para galera não encher o seu
Perfeitamente. Rolou um estudo que os três lugares que o brasileiro, quando começa a fazer viagens internacionais, vai é Buenos Aires, Santiago no Chile e Miami ou Orlando. Ah, eu tenho certeza, né? Cara, Chile, eu conheço um milhão de brasileiros que foram pra lá ou ano passado ou ano retrasado. Chile virou uma nova Buenos Aires, eu achei. Mas por que isso não? É porque Santiago é perto, não sei se você parar pra pensar.
Obviamente é mais longe que Buenos Aires. Mas ele é desenvolvido pra caramba. É um lugar muito desenvolvido. É um lugar maneiro. Vinho pra caramba. Tem uma coisa do cara querer conhecer a culinária chilena e não é tão inacessível quanto você ir pros Estados Unidos. Então você já foi pra Buenos Aires, você vai passando diálogo. Já foi passando diálogo, você foi pro Buenos Aires. Entendi, entendi.
E na França, quais são os lugares que o Parisiense vai sem ser na França? Quais são os principais lugares? Cara, a grande vantagem da Europa, como é muito pequeno, é muito fácil viajar e muito barato viajar. Porque é tudo de trem. Então você pega 30 euros, paga 30 euros você está na Alemanha e tal. O lugar que a galera mais vai de férias é a Espanha, porque é mais barato.
Quer dizer, é mais barato. Era mais barato. Tem uma coisa assim, o cara que é de Paris, que está na Espanha, ele é um cara com menos grana do que um cara... Geralmente era isso. Não é por gosto, é por uma questão de condição. Principalmente de condição, eu acho, e de gosto também, porque tem sol. E vocês têm que entender que para nós, férias... É sol, porque quando você tem sol o ano todo, que é o caso do brasileiro, você fala, ah, eu amo a neve. Mas a gente é exatamente o contrário, cara. Eu não quero ver mais neve.
Eu não sei se na França tem essa coisa que o brasileiro tem de curtir o frio. A gente detesta isso. Exato. Eu percebi que países que não têm neve, que fazem muito frio, o frio para nós é o momento de você conseguir usar as tuas melhores roupas. É assim. Por isso que a gente se vestir bem, está frio o ano todo? A gente quer se vestir mal, para nós férias.
O exótico é se vestir mal, é se vestir de chinelo na praia, você entende? É, é, é. Eu comecei a perceber muito isso depois que eu saí de Angola. O resumo do ser humano é que a gente quer o que a gente não tem. Então vocês têm calor, vocês querem frio. A gente tem frio, a gente quer calor. É isso, cara. Como é que é a vida do Elon Musk? Ele tem tudo. Eu ia fazer uma piada muito, muito pesada. Pode fazer. Não, não, não. Pode fazer. É, se for, vamos cortar.
Eu acho que é mediocortável. É mediocortável. Não, mas agora, sem joelho, eu já vi um meme que também é pesado. Até falando sério é pesado, mas que o bilionário que tem tudo, tudo, tudo, tudo, tudo, tudo...
Quando ele não tem mais fonte de dopamina nova, ele começa a fazer coisa errada. Porque ele quer criar uma nova dopamina. É. E aí você já teve todas? É. Então a grande solução para a sua felicidade é se manter afudido. Tem um filósofo que falava isso. O problema da humanidade é que ninguém consegue ficar no tédio, sentado. O dia que isso acontecer...
A humanidade da citação. Tem uma frase aí que é o... Também tem isso, né? A ânsia de ter e o tédio de possuir. É, também tem isso. Vocês lembram do... É muito filosófico, a gente. É, tem desculpa cortar isso, mas todo mundo estava falando de viagem. Vocês lembram a nossa primeira viagem? Lembro. Internacional? A minha foi pra Argentina e Chile ao mesmo tempo. Oxe. Eu fui de ônibus da Argentina pro Chile.
Puta, uma delícia. Tudo fodido, sem dinheiro, perdeu carteira. Que isso? É, assaltado. Me fudi, mas foi muito bom. Já fosse ter assaltado? Você tinha quantos anos? Eu tinha 17. Não, não, tinha 19 para 20. Você foi com quem?
Não, 19 para 20, não, peraí, peraí. Eu fui em 2000, eu fui com amigos, eu e mais três amigos. Isso foi 2000... Não, não, eu tinha mais. 2003, 2004. Caralho! Eu tinha 20 anos, 20 para 21. Muito tempo. Isso é de 85? 83. 83. É, 22, é.
Caralho, não sei fazer conta, porra. Mas eu tinha 21, 21 ali, veio essa fase. Aí eu fui pra Buenos Aires com uns amigos, assim, meio... Tudo cagado, tudo fodido da cabeça. Aí ônibus, dorme no hostel. Já dormi hostel? Já.
Porque na minha cabeça, francês adora essas coisas de rosto. É, adoro, adoro. O francês gosta de viagem roots, assim. É isso, vocês querem... A viagem para um brasileiro, eu preciso de um hotel cinco estrelas, para pedir que eu sou rico, postar, e a Marlene fala, nossa, venceu na vida. Para o europeu, é um fudido, que tem um índio correndo, e vocês, nossa, brasilidade. Vocês querem um fudido. Mas eu acho que...
Eu acho que nem por apostar a coisa assim, acho que é por questão de conhecer a cultura a fundo. Por exemplo, eu já falei isso algumas vezes, eu vou pra qualquer cidade, eu nunca vou no ponto turístico da cidade, mas eu vou no boteco, eu quero ver como que a galera vive. Mas eu acho que o brasileiro, ele tem uma coisa de que, é uma coisa que eu até já falei isso anteriormente, né? A gente tem ícones mentais que a gente vai em busca pra mostrar pras outras pessoas que a gente viu esses ícones mentais. Então, por exemplo,
Não tem como você ir pra Paris e não ir pra Torre Eiffel fazer a foto e falar nossa, um sonho, sabe fazer merdas? Aquele Maurício de 16 anos jamais imaginaria estar aqui nessa merda. Hoje em dia tem o que? Valeu que a Valkyrie, onde eu tô agora, não sei o que. Isso, tem muito.
O brasileiro não viaja. Ele prova que ele esteve lá. Isso! Ele prova que... É um check. Tanto que viaja... É um check pros outros. Pros outros. Tanto que tem brasileiro e ele fala assim, cara, eu tenho que fazer 16 cidades em 3 dias pra mostrar que eu consegui fazer todo o percurso que ninguém imaginava que seria capaz de fazer. Isso é uma parada que eu vou falar. Você que é brasileiro, que vai pra Europa e pega...
Cinco cidades em uma semana. Eu te entendo. Você quer aproveitar e render. Mas... É uma merda a experiência. Saiba que você vai... Nossa, você vai se estressar demais. Você vai passar 36 horas num trem. Agora, assim... E se você ouve muito? Pô, cara, eu tô pensando em ir pra Europa. O que você acha desse roteiro? O cara conta nove cidades. Você fala, cara, não dá. Você vai ficar três dias. Vou pra Milão, não durmo. Almoço, Milão, janto na Suécia. Você fala, mano...
O brasileiro quer aproveitar ao máximo, não dorme no hotel. Mas é tipo a vida também. Eu vejo, vocês vão no open... Como se chama esses caras? Open bar? Open bar? Cara, o Brasil no open bar vai beber de tudo. Vai beber até a cadeira. Japonês, comida japonesa, rodízio. É isso aí. Até o cara ficar com depressão.
É que o prazer tem uma coisa de viver o momento. É, e acumular as experiências. Mas vocês não têm aquela mentalidade do tipo, eu vi que para alguns angolanos, até para mim mesmo, tem certos países que para mim, venci, nossa, não fala comigo, eu já viajei para o X país. Na Europa, vocês não têm um país específico que vocês colocam ele como um patamar maior? Não, porque é muito fácil viajar na Europa. É. Realmente, cara, até o europeu de classe...
baixa, ele viaja. Ele já foi pra Inglaterra uma vez. Porque o voo também custa 5 euros. Não mais, mas era assim, durante 10 anos... Qual o nome daquela companhia? Ryanair. Você pegava a Ryanair... Cara, tinha coisa do tipo... 19 euros e daí volta pra... Tudo bem que era pra Romênia, mas assim... Mas é 19 euros. Não, era louco. Dá vontade de chegar pro cara e falar, mano, vou pagar mais pra trazer um piloto melhor.
Você não pode exigir muito da Ryanair. Foi 19 euros. Você acha que a comissária é legal ou ela vai tacar um negócio na tua cara? Para mijar é 20 euros. Não, mas eu acho que tinha uns voos que você pagava para mijar, eu acho. Não, mas a Ryanair é isso. Eu acho que tinha uma parada assim. Você só paga pelo bilhete. O resto você vai montando o avião. É tipo impressora, sabe? A impressora custa 30 euros. Mas a cartucha é 300. É isso. Caralho. A Ryanair é isso. Você quer cinto.
Não, mas assim... Nem voa, você quer apertar o botão? É mais um... Você vai montando o avião. Mas dito isso, aí, por exemplo, o hostel, você vai pagar, sei lá, 10 euros, talvez. Sim. Então, tu fazia a viagem, tu pode fazer a viagem, se você for ferrado, por 200 euros. E daí volta. E daí volta. Mas é que aqui tem a preocupação do status. Hã? Aqui tem a preocupação do status. Tem.
E não só é que agora ela também tem a pragação. Mas não é pelo contrário. Você não quer parecer... Status é não mostrar. Sim. Tem várias viagens. Tem viagens de status, que são essas aí, que o cara tem que mostrar que está bem, Paris sorrindo, e a mulher fica fazendo 40 fotos até ficar foda pra tia Marlene olhar e falar, nossa, ela venceu, tem 500 dessas. E tem viagens também de experiência, que é viagem que vai com seus amigos e tal.
Acho que tem tudo que é lugar. É que depende da fase do cara também, sabe? Tem brasileiro que quer ostentar, brasileiro que não quer ostentar, sabe? Tem de tudo.
Qual é o lugar que o angolano busca? É Portugal? É, meu, Portugal... O cara que foi para Portugal é o Paris do Angolano? Portugal... É o Paris do Angolano. Estados Unidos... Estados Unidos também, para muitos angolanos é tipo... Nossa, venci muito! Acho que Inglaterra também... Vocês têm uma coisa com o Disney? Disney? Não...
Nunca vi um amigo meu, ai meu sonho ir na Disney, nunca. Não existe isso, meu. Que isso, meu. Calma aí, não tem. Não tem isso, Maurício. Isso eu acho que é aquilo que eu sempre digo. Isso talvez só aconteça aqui porque o brasileiro... Paga pau pro... É, busca a inspiração do americano e traz aqui. Você sabe? A França não tem essa coisa do jovem... Cara, a Disney fez uma lavagem cerebral. É, de vocês. Que isso! Todo brasileiro... Tá, tudo bem, você...
Mas todo brasileiro tem uma coisa de... Cara, eu quero ir pro parque de diversão da Disney. Mas por que exatamente? Porque eu acho que a gente cresceu com a cultura americana muito forte. Então a gente cresceu com o Rei Leão, o Aladdin. A gente cresceu muito com essas coisas. Tem um parque... Mas a gente também, só que por algum motivo... Mas a gente é mais perto, né? Não, a gente tem Disney em país. Eles têm Disney. Mas eles não tinham.
Na infância de vocês não tinha? Tinha. Na minha infância tinha já. Tinha? Minha mãe me proibia de ir para Disney. Minha mãe chora quando minhas filhas falam que querem ir para Disney.
Minha mãe não levou as minhas filhas para Disney. Eu tive que pedir para o padrinho da minha filha, que é francês, que se chama Pierre, levar elas na Disney. Por quê? Porque ela... Qualquer francesa, ele tem um baita preconceito com Disney. Cara, é verdade. Fazer Disney na França é meio que fazer um... É um rival. Eu acho que assim, cara, tem uma vez que eu fui...
Minha mãe suspeitou que eu tinha ido na Disney escondido. Eu falei, não, eu fumei maconha, mãe. Disney, não, maconha. Mas é sério isso? Não, isso é sério. Talvez um pouco menos. É porque eu estou falando do que eu conheço, sabe? Não, tudo bem. É tudo bem. Até mesmo eu que cresci assistindo Disney. A Disney é tipo Luiz Vitão. É só estrangeiro que compra o que vai. Caraca. Quer dizer, o cara que está lá na Disney Paris, ele não vai ser um parisiense. Não.
É que eu acho que a própria Disney dos Estados Unidos, você talvez encontre umas pessoas que não são americanas... Não, mas é deles, é deles. A Disney é americana e tá na França, por isso que... Tá no DNA deles pra cá, tem muita americana lá. Mas não é americano da Flórida, né? É um americano que vem de Mississipi...
Eu falo isso porque eu já comecei a ouvir boatos de Orlando, por exemplo. Dizem que já é cidade brasileira, que é a cidade onde tem a Disney, eu acho. Dizem que lá na Disney você encontra muito. Então, a gente cresceu com isso. Especialmente quem é do Rio de Janeiro, talvez Minas, não sei o quê, tem um parente que morou em Orlando, tem um parente que foi para Orlando. Um cara que foi... Ah, aquela história, o cara foi lá para Orlando e comprou com um real um camaro. Aí mostra vídeo. Aí você fica, eu quero ir para lá.
O brasileiro comprou um sonho americano, não sei se todo o Brasil, não sei como é que é no Nordeste, mas o Carioca, que é onde eu vim. Aqui também em São Paulo, né? Tinha essa coisa de sonho americano de ir pra Disney. Chupa os ovinhos dos americanos, que é uma brincadeira. Mas a sua infância também funciona? Também, tanto que uma das primeiras viagens que eu fiz internacional foi o sonho da Disney. É, porque o Carioca tem muita coisa da barra. O cara da barra, a barra é meio Orlando.
montaram um bairro praticamente como se fosse o Orlando é a Miami brasileira não, é o Orlando mesmo, você pensa de carro pra tudo tem um outlet pô, eu lembro que eu tinha 5 anos eu falei, o que é isso? tem parques de diversão em Angola tipo o parque do Jacaré Banhão tem alguma coisa assim
Tem! Pior que lá tem, pior que lá tem parques de diversão, mas eu nunca tive a experiência de brincar neles. Mas tem parques de diversão em Angola? Lá tem, mas só tem... É isso que eu queria falar. É aquilo que eu acho que eu já falei aqui uma vez. Tem certas coisas que só tem na capital. Tá. Mas isso é em qualquer lugar, velho. Não. Tipo, tem cidades... O Louvre só tem na capital francesa.
É o Louvre, né, pô? Ué, vai ser... Mas ele tá falando assim... Tu tá falando tipo parques... Tu tá falando tipo cinema, às vezes. Na minha cidade só tinha um cinema. É agora o que você disse. Benguela só tinha um cinema, que eu conhecia. Você não foi pra Luanda muito? Não, não. Mas Benguela é uma cidade ou uma província. É que eu também nunca fui pra Luanda por conta do preconceito que o holandês tem com relação às outras pessoas da província.
Não, mas você não foi por causa disso. É sério. Você falou, não vou pra Luanda porque a galera tem preconceito de mim? É.
Você tá dizendo que eu conheço mais Luanda do que você? Eu acho que... Ah, não. Isso ele nunca foi? Não, ele foi uma vez. É, eu fui pra tratar a minha documentação e essas coisas. Você nunca foi pra Luanda? Você não precisa conhecer a minha Luanda. Eu já fui pra Luanda, mas a Luanda que ele se refere, é aquela Luanda de burguesa, aí eu nunca fui. Tipo, ai, Maurição, vamos pra Luanda no campo de golfe. A gente tinha que ir pra Angora.
Calma, espera que eu vou resolver isso daqui. Você nunca foi pra Luanda? Não, já fui, mas pra tratar de comunicação. Quanto tempo você ficou em Luanda? Acho que fiquei... uma semana e a última vez que eu fui, fiquei dois dias. Eu não conheço Luanda, Luanda. Só conheço um bairro ou outro. Não, você não conhece então o que eu conheci. Mas eu conheci o quê? Eu conheci Luanda, eu conheci balada, festa... Luanda, Luanda? Mano, eu vi imagens no Google Maps de Luanda, eu tô achando que eu conheço mais que você.
Que isso, meu? Eu também acho. Posso falar? Eu entendo a galera tá puta com o Batista, porque o Batista, ele foi pra Benguela, nasceu em Benguela, ele conhece tudo de Benguela. Tudo. São três padarias. Benguela assiste. Conhece. E aí, ele fala a realidade dele de Angola, baseada em Benguela. Aí ficam os bandos de Angolando puto. É. É como se eu... Vocês estão entendendo o que é o Batista? É como se eu tivesse nascido em Ourinhos do Sul e falasse o Brasil é foda, fica passando galinha. E você não é assim! E ele disse o Batista.
Já percebeu isso? Sim. Mas, eu falo a realidade que eu vivo. Tipo, eu vivi em Menguela, vivi muito em Menguela. Como é que você não vê tua mãe? Ixi, já faz quase quatro anos. E isso também, né? Saiu de lá e nunca madotou também, né? Não, já faz quase quatro anos por ali, no papo mesmo. Sério mesmo? É, faz quase quatro anos, só.
E teu pai? Meu pai também faz já 10 anos assim. 10 anos você não fez seu pai? É mentira. Mas sua mãe é quanto tempo? É, 4 anos que eu não vejo minha mãe. E teu pai? Meu pai também faz 4 anos. É porque meu pai me ajudou na documentação. Ah, porque eles não queriam você lá. Ao mínimo, né, teu pai? É. Queria ver ele longe. Já queria me desperdiçar. Mas eu já fui. Tu não conhece nada de Angola, então? De cidade, conheço uma ou outra. Posso te mostrar Angola? Eu conheço bem.
Morção, você só foi pra Luanda. Que Angola você vai me mostrar? Eu sou o rei de Luanda. Juro. Eu ando lá, a galera fala... Ei! É o príncipe! Juro. Posso ir com vocês? Calma. Espera aí.
Eu gostaria de começar a África. Eu nunca fui. Eu nunca fui pra África. Meus antepassados foram muito. Eu acho melhor você não ir. Eu vou consertar. Você quer me levar, Paul? Tem que ir. Então o chinês tem que ir, né? Não, chinês não. Não, chinês não. Lá já tem vários. Liga pro chinês, vai, mano. Liga pro chinês. Ele vai ficar triste se você não for, velho. Não, não, não. Liga pro Paul, não. Não, não, não. Vamos levar o Paul. Ele vai ficar chateado se vocês vão ligar pra ele, mano. Seria o mesmo, seria o mesmo, Murção.
Vamos lá ficar um mês. Não, mês não dá, porra. Tem o meu filho aqui, meu filho. Eu vou chegar e ele vai estar de bigode. Vocês têm show ali em Pirapurinha do Bom Jesus também? Não, os caras sempre trocou os nomes... É, os nomes aleatórios. Porinos do Sul, Fica Poeira do Bom Jesus. Não tá respondendo? Bom, pelo menos você tentou. Vai aparecer lá pra ali que você tentou. Aí, chinês, tem que te chamar pra Angola. Você acha que se você fosse pra Angola hoje, você ia...
Angola ia estar igual? Ou você acha que mudou muito, você ia chegar lá e ia ficar assustado? Ui!
Acho que tá igual. Acho que não mudou muita coisa. Inclusive, meu maior medo é ir pra lá e me baterem, né? Por conta do que você fala? Você me deu uma vontade louca de ir pra Angola agora. Que é, Maurição? Vamos? Eu sei que você é o Maurício, mas... É difícil. Se eu fizer uma ligação aqui... Peraí aí, eu tenho meus contatos. Você topa ir pra Angola? Ele é maçom. Eu conheço bem a Angola.
Se eu conseguir fazer um rolê aqui, você vai... Ele te leva você pra Angola, você topa? Vai ficar quanto é esse mais, Nath? Calma, depende. Pergunta se eu possuir, antes de responder. Possuir também? Calma, depende do que a gente quer. É pra deixar o Batista e nunca mais trazer ele de volta. Tipo o que o Gugu fazia. Então nem vou. Ou é uma coisa, vamos lá fazer turismo? Cara, eu... Eu quero fazer turismo... Eu acho justo o lance dele reencontrar a mãe dele, cara.
Mas será que é justo pra mãe dele? Abre a portinha, tá o Batista, a mamãe, ela morre.
A gente mata a mulher ao vivo. Caralho, filha da puta, engravidou oito brasileiras. O que aconteceu com esse merda voltar? Porque é muito ruim quando o Angolano volta. A gente tá pensando sempre no Angolano que sai, mas o Angolano que volta, a mãe já pensa, fuder, deu merda, não perigo voltar. É uma dívida gigante. Não é verdade? O Angolano que volta é igual o brasileiro. O brasileiro foi pra Flórida. Mãe, tô indo, beijo, e tal, passa 10 anos. Vou fazer uma surpresa pra minha mãe. A mãe olha e fala...
É, não, voltar é... Tua mãe, ela torce pra você não voltar? É, voltar é tipo, é sinônimo de... Fracasso? Deu errado, né? Exatamente. Mas não é amor? Não é amor? Que amor? Amor aparece quando as coisas dão errado.
O amor é só parece quando as coisas estão... O amor é associado ao fracasso, Angola. Mas sempre foi. É, por isso o sertanejo. Eu entendi agora as músicas de você. O amor está associado a coisa da merda. Tipo, pô, eu te amo, me ajuda. É, isso aí. Não é pô, eu te amo, conquistei algo. Vorkaro, me ajuda. Exato. Vorkaro, eu te amo. Cara, eu acho que você tem que tentar.
E se der certo, a gente vai e vamos descobrir. Calma, vai dar aí. Tá certo. Calma. Por que não vai dar certo? Eu conheço o geral lá, peraí. Eu preciso de uma ligação. Tá bom. Acabei de fechar. O quê? Fechei passagem. Com quem? Com a TAG. A TAG é a Companhia Aérea de Angola. Inclusive, muito obrigado, TAG. A gente conseguiu passagens aéreas pra Angola. A gente vai levar o Batista pra Angola, senhoras e senhores. A gente vai.
Acabei de falar. Vai ter passagem pra mim, pra você, pro francês e pra dois da equipe. Vai ter que ir lá, levar a gente e ajudar. Fudeu. Lá vou eu. Tá bom? Tá bom. É sério, é real. Dia 1 de abril tá foda, né, Maurição? Não é primeiro dia 2. Sabe por quê? Sério, porque a gente não agradeceria uma empresa por uma coisa falsa. Mas como é que nós vamos ir num lugar, vocês principalmente? Eu tenho casa lá. Tipo, a casa da minha mãe.
Então a gente vai ficar na tua. Você não tá entendendo. Calma, calma. Não, não, porque eu consegui ir pra Luanda.
E depois a gente vai pra Benguela. Eu consegui aqui algumas passagens pra... Você tá assustado? Eu tô! Por quê? Pai, nunca vou... Vai levar dois brancos pra nós? É, também. Calma, calma. Bom, achei que tava vir fazer o que já fizeram, né? Você já viajou de TAG? Já. De Angola pra cá? Inclusive... Você não veio nadando? Não, não, não. Você veio de avião? É, TAG. TAG. O navio também era TAG.
Fudeu, cancelaram as passagens. Que isso? Sério, de verdade, a gente tá indo pra Angola. Eu tô com a passagem, e não só, vou falar um negócio, não é só passagem pra Luanda. A gente tem passagem pra Benguela. Minha cidade. Sim. Quotaque também? Quotaque. A gente vai pra Luanda e depois vai pra Benguela. Quanto tempo de avião entre Luanda e Benguela? É 30 minutos. Pronto. Aê? A gente poderia ter ido correndo, mas você viu como eles são legais. Eles deram uma passagem pra gente.
Senhoras e senhores, a gente vai pra Angola. A gente acabou de conseguir. Tag, muito obrigado. A gente só conseguiu isso graças a essa ligação. E a gente vai mostrar um pouquinho de Angola pra vocês. Angola que o Batista não conhece. Legal, né? Novamente, aplauso pra Tag. Sério, a gente tá indo. Acabei de fechar. Parabéns. E vamos ficar onde?
Faz uma outra ligação. Não, eu quero muito porque eu nunca fui pra vir. Nossa, mas o Batista tá num desânimo? Pelo amor de Deus. É que já tô cansado, meu. Fechei. Fechou o quê? Acabei de fechar a hospedagem pra gente. Queria agradecer TGI Group. A gente vai ter em Luanda. Um dos melhores hotéis que tem lá em Luanda. E Flow Hotéis lá de Benguela. A gente não vai ficar na sua casa. Porque a gente faz questão de beber água. A gente vai...
É sério? Botou o família na casa do Batista. Acabei de fechar aqui. TGI Group, muito obrigado, cara. Sensacional o hotel. De frente pro mar. E depois Benguela, a gente vai ficar no Flow. A gente vai mostrar isso pra vocês. Então a gente tá indo de tag. Vai ter o Igor também. Agora o Flow tá com uns hotéis em Angola. Não, é sério. Eu preciso falar, faço questão. A gente tá indo de tag. A gente tá indo ficar no Flow, lá em Benguela.
E tá indo ficar no TGI Group, lá nos hotéis de Luana. Eu não acredito nesse assunto.
Eu tô falando sério, cara, acabei de fechar. Eu tô falando sério. Mas do nada comprou, do nada tem contato de todo mundo, tem agona? Mano, eu tenho contato. Eu já tive em Luanda. Eu tenho mais relevância em Luanda do que você. Ah, conseguimos passagem, hotel e... Como é que vocês vão andar lá? Não tem metrô? Ah, metrô? Candangueiro.
Não tem energia, vai ter metrô? Não, peraí, peraí, peraí. Não tem energia. É sério. Como é que você andava lá? É? De candongueiro. Então, a gente não pode ir de candongueiro? Não, podemos, mas a caatinga cheira. Você não tem problema com isso? O povo vai vomitar. Posso falar? O problema não é o... Se tem um cara que não vai vomitar, sorriu. Posso falar um negócio de verdade? De verdade. Para proteger os angolanos do povo. Deixa eu fazer outra ligação.
Eu realmente nunca fui pra África, nem a África do Norte. Só que agora vou... A gente fecha transporte. Que risada falsa, meu Deus.
Acabei de fechar transporte lá em Angola. A gente vai andar de carro com o pessoal da Steps for Life Gold Cards. Carro de ouro. Carro de ouro vai levar a gente. É sério? Steps for Life Gold Cards. Mas eles vão estar nas províncias conosco? Vão dar o carro e... Não, não vai dar. A gente vai... Vão assessorar a gente. Como é que eu posso trazer o carro pra cá? Não, seria o meu sonho, né? Deixar já lá com o meu pai. Seria o sonho de muita gente.
Não, não posso fazer isso. Seria o sonho de muita gente. Você é o Maurício Meirelles. Calma. Eu tenho que ter uma ligação aqui pra deixar você pra lá pra sempre. Mas ainda não tem esse contato.
Mas agora, nesse momento, a gente tem aero, né? A gente tem transporte aéreo, tem transporte terrestre, tem hotel, ou seja... E pra financiar o resto? Que financiar o quê? E se a gente fizesse um show? Show? Mas não para. Quer ganhar dinheiro ainda dos caras? Não, mas é porque... Pô, imagina fazer um show em Angola. Não, ia ser top, velho. O povo de Angola gosta de nós, Batistão? Peraí. É, eu gosto, mas é papo desaterrado em cotomate, meu.
Então é por isso que eu quero fazer um show. Jaini, me dá um contato aqui. Meu sonho era fazer um show em cada continente. Já fiz na América do Norte, já fiz na Europa, aqui... Em África... O que você gosta de beber? Uma guacissã, uma cuca... É? Por quê? Eu acabei de fechar aqui, show 31 de maio, graças à revista Bué VIP. Queria agradecer a Bué VIP, organizou um show pra gente, lá em Luanda. Porra, mas... 31 de maio. A vida é assim, eu não sabia. É só ter contato.
Você consegue ver umas padarias francesas de lá pra eu comer de graça baguete e croissant no café da manhã? Que croissant que é, pô? Peraí. Pronto. O Paul não vai mais.
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