É ISSO QUE VOCÊS CHAMAM DE CULTURA BRASILEIRA? | #3CONTINENTES #117
No episódio de hoje do #3CONTINENTES vamos receber uma pessoa que sabe analisar a cultura brasileira como ninguém… Lord Vinheteiro! Será que o Paulo, Baptista e o Maurício vão convencer o Lord de que o Brasil não é feito só de fezes? Bora descobrir!
Deixa nos comentários o que você mais gosta do Brasil!
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- Cinema BrasileiroCidade de Deus · Tropa de Elite · Agente Secreto
- Culinária BrasileiraAçaí · Churrasco · Tambaqui · Pão de Queijo · Chocolate brasileiro
Pronto pra sentir a energia de Nescau? Então entre no jogo com Ana Castelli e Pedro Sampaio, o maior feat do ano. Chama a galera e dá o play, que eu quero ver você jogar.
E se prepara que esse hit não vai sair da sua cabeça. Vem, que é agora ou nunca. Nescau, energia que dá jogo. Para de vender balinha. Ai, eu vou colocar uma balinha no retrovisor dele que tá limpo. Você vem e enceba o meu retrovisor com essa balinha, essa paçoca. Para de encher o saco.
Caraca, meu! Não, preciso falar. Tipo, eu vendi a balinha. De que sabor? Chocolate. Então, a que eu falei é a de amêndoa. Bem-vindos ao Três Continentes. Hoje...
Hoje estamos com o melhor elenco, que é o sem Paul Cabanes. Porque assim, não importa quem esteja, não estando o Paul, é o melhor elenco. Por que o vinheteiro está aqui? Porque estamos falando de cultura e ninguém entende melhor de cultura brasileira do que o vinheteiro. E foi muito triste o Paul não estar aqui hoje. Porque o Paul Cabanes é o cara que gosta das coisas. Não é que brasileiro gosta, que o wannabe brasileiro gosta.
Quero deixar muito claro isso. Existe... O Paulo não sabe o que é o wannabe. Eu não sei também. Eu vou explicar.
Wanna Be, né? Música é isso? Existe o brasileiro e existe o Paul Cabanes e o público Paul Cabanes. O público Paul Cabanes é o rico de esquerda. O rico de esquerda, ele gosta de coisas que ele nunca consumiu na infância. Como, por exemplo, quiabo. O pobre, como eu e Batista que fomos...
Quando a gente vai comer lá no... Qual lugar que a gente foi comer? No Copan. E o cara serve a R$85 um bife de fígado. Eu e ele, a gente fala, eu não vou gastar R$85 nisso, porque eu comia de graça, porque a nossa vida era comer bife de fígado. Aí o rico fala, nossa, isso é brasilidade, entendeu? Caju, R$200 no caju, caipirinha servida num...
Num cinzeiro. Não, horrível, horrível. Essa brasilidade de fomentar uma cultura brasileira que não é a verdadeira cultura é o assunto de hoje com o vinheteiro que aqui está. Não, peraí, eu queria saber se tem algum velório hoje. Tem cueca? Tem. A cueca é boa, é. Cara, as minhas esferas...
Elas estão cada dia mais longe do meu períneo. Ixi, marido. Conforme você vai ficando mais velho... Mas vocês estão inteirinhas. Elas vão se afastando. É monobola, hein? Sim, o epidídimo está intacto. Está tudo com saudade. Tudo com o quê? Saudade? Não, saudade não. Está com saúde.
Saúde. As bolas estão com saúde. Chinês é foda. Muito, muito saudáveis. Dá pra fazer, ó. Punção testicular, que você vai conseguir um material genético. Em primeira categoria, aliás... Dá pra feitar ele? Eu estou vendendo o meu material genético. Ah, calma aí. O meu DNA. Qual que é a minha câmera aí? É, é. Essa? Aquela ali, ó.
Quem quiser, 20 mil dólares a pipeta de inseminação artificial. Então você, mulher, compra a minha pipeta de inseminação, coloca dentro da champola, você vai ter as características.
mais maravilhosas. O que seria uma característica maravilhosa? A minha sabedoria... Ok. A minha sabedoria... Mas e se a mulher for burra? Mas peraí, peraí. Porque a criança vai ter o DNA do pai e da mãe. A minha sabedoria é tão grande que vai transmitir para uma mulher burra e o filho dela...
vai ficar inteligente. Inclusive, os caras da USP até me contrataram, me chamaram para trabalhar lá, para dar aula na USP, para levantar o QI dos alunos. E você está indo para a USP? Não, eu não quis.
Eu queria realmente saber a ocasião de vocês usarem o terno. Tem debate político hoje? Então, hoje eu acabei de sair de uma audiência, né? Hoje eu fui advogado de alguns dos meus funcionários, né? Eu fui apresentar lá. Pra quem não sabe, eu também sou advogado, né? E você também é a mesma coisa, né?
Advogado não, mas você tomou um processo trabalhista Não, é capaz de processar o funcionário Ele ganhou um processo do funcionário Porque assim, advogado é um trabalho que eu posso mostrar Mas de dentro, sabe que tá tudo preto, né? Peraí, peraí, você é advogado?
Você não era um fodido da China que veio pra cá, agora você é advogado? Então, eu não sou advogado. Os seus filhos estão passando do limite do personagem. Mas eu não sou advogado. Eu falo assim, advogado é um trabalho que eu posso demonstrar, mas tem alguma coisa por trás. Pensa bem, eu venho aqui do Brasil... Mano, não dá pra... Posso falar uma coisa? Desculpa. Eu venho aqui do Brasil. Não dá pra... A internet fudeu o anônimo.
Porque o cara começa a ganhar poder. O chinês está achando que ele está acima do bem e do mal. Não, ele já está acima. Chinês, campanha. Chinês precisa de hater. A gente precisa botar um pouco de... O Paulo é muito amado. Adoro o Paulo. Ele vai crescendo. Não, mas vocês estão sendo muito... Precisa de hater. Muito preconceituosos. Só porque ele está de terno e eu de terno, eu sou um advogado? Não, normalmente... Ele é um advogado? Eu posso ser sincero? Normalmente eu usaria terno para ir no funeral.
Cara, eu... Porra, mas em Angola, então você tá todo dia de... Mas... Não, mas é sério, é sério. Tipo, o terno é só pra ocasião especial, estás a ver? Não, mas não precisa especial. Tipo assim, o terno apresenta elegância, entendeu? Tipo, vamos supor, uma pessoa que eu passei a perrengue da vida, aí agora eu quero ser mais elegante, eu compro um terno e me fecho em mim. Hoje eu mudei, cara. Mas dá pra ser elegante sendo fudido?
Tá. Como? Só porque você tem um terno? Depende do terno. Tem terno que o cara é fudido, aí ele usa aquele... Por exemplo, qual terno de fudido? Você que é o cara que entende. Terno fezes e terno... O terno fezes, normalmente, é aquele da marca Bacal. Não sei. Bacal. É Bacal? Não, acho que não.
O terno fez é aquele que você vai e compra. Você chega na loja e compra. O terno de gente fina é um terno que você manda um alfaiate fazer. Ele tem uma tesourona grande assim e vai cortando, inclusive, o meu bisavô era alfaiate. Entendi, o terno que é a rigor. E não era pedeirasta, tá? E não era.
Porque normalmente... Hã? Não tem nada, o que tem a ver? Não, porque normalmente quem trabalha com roupas, normalmente é joque de gigóia, você gosta de roupa? É o que eu gosto, é o gosto de roupa. Você acha que é um... Não, peraí, peraí, peraí, peraí. Um homem elegante, você estava trazendo uma aspas muito forte. Homem elegante não, um homem que projeta... O homem que fez a camiseta, você está dizendo que ele... Ah, sim, se desenhou, pegou a... Tisou, né? Hoje em dia...
Há 100 anos, não. Hoje em dia pegou a tesoura, começou a costurar... Você não acha que há 100 anos era mais? Porque há 100 anos tinha 6 profissões. É verdade. O cara escolheu ser costureiro, o seu avô era pederaço. Porque hoje em dia tem 200 mil profissões.
Uma revelação aqui. É uma análise boa. Ele podia ser médico, engenheiro ou costureiro. Não, antigamente, ou você virava... O Lorde Vô Vinheteiro falou, quero costurar. Antigamente, ou você virava soldado... Ou costureiro. Para ser soldado, tem que ser burro, você vai morrer. 100 anos atrás, você vai morrer. Você vai morrer, mano.
Então ele foi sábio e virou... O seu avô pegava a fita métrica e ficava no general. Nossa, a coisa tem que ser 9, 9. Não encostava em ninguém, não. Bom, vamos falar de cultura brasileira. Eu estou aqui com dois amigos, né? Que é o Paulo Chinês e o Batista, que são de outros países, Angola e China. E eles amam coisas no Brasil. Eu quero saber a opinião do vinheteiro, porque eu acho que existe um recorte... Eu acho importante. Um recorte.
do estrangeiro no Brasil e um recorte do brasileiro no Brasil. Por isso que o Paul Cabanes aqui é essencial. O Paul Cabanes gosta dessas coisas que a gente sabe que... Por exemplo, o samba. Por exemplo, o Paul Cabanes é um cara que acha que o brasileiro escuta samba. E a gente não escuta samba, a gente escuta sertanejo. Não, o Paul Cabanes acha que o brasileiro usa caixinha de fósforo pra fazer samba.
O Paul Cabanes, é muito louco isso. Já parou para pensar que o jovem de esquerda, ele se tornou o seu Montgomery de 50 anos, que vem passar férias na Praia de Copacabana. Ele usa meia até aqui, ele usa uma camisa florida, uma boina. Esse é o jovem que frequenta Lapa e Pinheiros. Ele se torna um idoso dos anos 60. O que você acha da cultura brasileira que é exportada para o estrangeiro?
Então, em primeiro lugar, eu acho que os dois aqui, eles deveriam ter ido pros Estados Unidos, mas erraram o caminho, não sabem geografia. Aí caíram aqui no Brasil e estão arrependidos. Você gosta dos Estados Unidos? Você ama os Estados Unidos?
Você gosta do país dos Estados Unidos? Eu não disse que eu gosto. Então... Mas é melhor que o Brasil. Tá, vai babar ovo deles mesmo. Não, não, não. Eu não concordo com isso. Eles têm mais dinheiro? Foda-se, mas vai babar ovo. Eles têm hambúrguer o dia inteiro? Hambúrguer o quê? Hambúrguer fazem engordar. Que isso, meu? Gordofobia é dois, saca. Eles têm Hollywood? O Brasil tem o quê?
O Brasil tem o que além? Rouanet! Não! Com vocês, cineastas aí, fazendo esses filmes vagabundos! Não, que isso! Agente Secreto é bom! É Fezes! Não, não, não! É Fezes! Não, é bom! Cidade de Deus! Já assistiu Cidade de Deus? Fezes! Não, Cidade de Deus não é Fezes! Maurício! Maurício! Maurício! Clima tá esquentando! Pera, pera, pera! O Agente Secreto... Você que foda!
Agente Secreto, eu não vou argumentar... É um grande filme. Não, peraí, peraí, também. Não vem também com... Você dormiu no filme? Você dormiu no filme? É o que você falou? Quer mamar na Ruanê. Esse programa é feito com Ruanê. Peraí, calma. Esse programa é feito com Ruanê. Esse programa é feito com Ruanê. Imagina esse programa.
É muito bom o programa de YouTube. Claramente eu tô ganhando do governo. O Ale botou os seis milhões. A gente botou a bandeira da China, o terno do chinês. Não, mas vamos dizer assim. Calma, calma. Cidade de Deus, assim, tem coisas que eu entendo que é feze. Wagner Moura é um bom ator, mas a galera fica dividida politicamente e cai pra uma coisa chata.
Eu duvido que o chinês aqui já aguentou assistir um filme nacional. Cidade de Deus. Eu já assisti Cidade de Deus. Inclusive, eu já assisti um série que acabou de sair agora faz pouco tempo. Acho que...
Como que é? Ouro Negro? Uma coisa assim. Ouro Negro. É sabe aquele que estava muito famoso agora. Essa é a ele brasileira. Ele não lembra. É óbvio que é Fezes. Você não lembra? Ele que falou. Peraí, peraí. Pausa, pausa. Cidade de Deus. Entendo. Você vai falar dos filmes da ditadura que você não gosta. Agora sim. Cidade de Deus é Fezes? Fezes puríssimo. Por que Cidade de Deus é Fezes? Me conta.
Porque quando você pega o Cidade de Deus e compara com o Indiana Jones, por exemplo, o Indiana Jones eu assisto do começo ao fim. Um, dois e três, tá? Não tô falando do quatro. Quatro e cinco é féssia. Um, dois e três é bom. O Cidade de Deus é féssia. Tem outro filme que eles adoram, que é o Tropa de Elite.
Trabalho de elite, é isso. Todo mundo gosta. E deve ser que o vinheteiro odeia o que o brasileiro gosta. Mas e o que o estrangeiro gosta? Porque ele é um grande paga-pau de estrangeiro. Ele é, ele é. O vinheteiro estava na China de Paulo Chinês esses dias tocando um pianinho, porque ele ganha monetização na moeda chinesa. Por isso que ele idolatra o pessoal de lá. E o que acontece quando um chinês, que é o povo que você dá uma mamada, gosta...
O que acontece quando um chinês gosta... O que acontece quando um chinês... Tá sendo grosseiro. Tá sendo grosseiro. Corta. Não quero essas grosseiras. Tá bom, vou falar de novo. Vou me recompor. O que acontece quando um chinês gosta de um filme como Tropa de Elite? Muda a sua opinião? Então, o Tropa de Elite dá pra assistir. Eu assisti.
O 1 e o 2. Eu assisti inteiro. Até porque só tem o 1 e o 2. É, eu assisti inteiro. Se você assistiu o 4, a pirataria já chegou. Já, mas eu não assisti no cinema. Ok. Eu assisti naquele... No disco, né? CD? Naquele disco que atrás era douradinho. DVD, então.
Mas ele é Fezes? O Tropa de Elite é Fezes? O Tropa de Elite dá pra ver. É um dos poucos filmes nacionais que dá pra ver. Mas qual é o problema? Ele demoniza a polícia. A polícia... A única coisa que a gente tem no Brasil que pode salvar o Brasil da criminalidade é a polícia. E os jogos... Demoniza.
Eles demonizam a polícia no filme. O filme é legal. Eu não acredito nisso, velho. O filme é legal. Caralho. Agora, o Cidade de Deus... Tem uma parte, assim, eu concordo com você porque eu falo assim, ó... Esses filmes... É um filme muito legal. Eu acho que é muito bacana. Só que ele cria uma, tipo assim... Estereótipo para o estrangeiro de que... Ah, não, o Brasil é... Nossa, perigodíssimo. Ah, porque o Brasil não é... Mas é assaltado. E não é perigosíssimo.
É perigosíssimo! Depende, depende. Eu não posso sair na rua porque os caras querem o meu celular. As pessoas saírem de noite e querem o meu Lulu. Mas assim, isso não é só o Brasil que está acontecendo isso. Porque assim... Não, peraí, peraí. Hoje em dia... Não, quem não sabe é isso. Quando é que você saiu e queria um teu Lulu? Quando é que foi isso? Se sair de noite na rua?
Os caras querem o Lulu da gente. Peraí, peraí, peraí. Eu achei que tinha um celular. Se você tomar uma... Nós estamos aqui, ó, num bairro chamado Vila Merda Aliena. Se você beber num barzinho e sair andando aí, alguém vai te pegar e vai profanar o seu Lulu. Peraí, peraí, peraí, peraí. Não, se você fosse bonito, beleza. Calma, calma, peraí, peraí, peraí. Peraí, peraí, peraí. Gente, gente... O cara não aceita qualquer coisa. É uma denúncia gravíssima. Caramba. Esse bairro aqui...
Eu tô até com alergia disso. É uma denúncia gravíssima. Eu quero que você fale sobre a gangue do Come Lulu. O que que tá... É fato isso que tá acontecendo? Tem amigos seus que... O LULULULULU de todo mundo. Mas como é que é? Você tá andando, eles te pegam e comem você?
uma maneira de falar. Eles vão te assaltar. Você vai parar o carro na Vila Madalena, vai vir um manobrista bandido, um manobrista que rouba as moedas do cinzeiro. Quem usa moeda? Eu acho que tem que roubar porque ninguém usa mais moeda. Você vai usar uma bebida na Vila Madalena, o dono do bar vende bebida batizada, não é bebida pagã, não é pagã.
É batizada. Amém. Você não acha que está em 1990? Não, está pior. Está pior. E como que era em 1990? Era bem pior. Tinha menos bandido. Mas estava a mesma merda. Hã? Estava a mesma merda. Não, eu acho que piorou. A quantidade de mendigo que tem na cidade... Cara, é muito mendigo. Não era assim de 10 anos para cá. Eles acabaram com tudo. Eu acho...
Que foi o problema das caracolândias. Acabaram com as caracolândias, os mendigos se espalharam como se fosse uma praga. Não, mas hoje melhorou muito. Você acha que melhorou? Não é que melhorou. Você deve ter ido para uma região melhor. Sabe aquela parte da Bom Retiro? Fezes puríssima. É lá que você mora?
Não, eu não moro lá, pelo amor de Deus. Eu moro lá próximo do centro. Só que nesse lugar que eu fui, antigamente, teve um espaço que concentra as pessoas que usam o negócio. Cracolândia. Que usa o cigarro... O cigarro... O cachimbo, a pedra. O Max usa, né? O Max do Big Brother. É uma questão de falar, é um amigo nosso que usa crack. Max... E você que é o Fenerife.
Mas agora... Agora sumiu, não existe mais. E onde foi essa história? Mas espalhou pra Vila Madalena, pra Vila Uberabinha, pra Avenida dos Estados... A Avenida dos Estados só tem bandido. Calma, vamos voltar. Vamos voltar. Mas eu quero saber. Vamos voltar pro povo. Avenida dos Estados, você vai lá no Mercadão, você para o carro lá, vem dez caras te atacar. Calma, rapaz.
Não por isso... Parece que o vinheteiro está concorrendo a deputado federal. Vamos voltar um pouquinho? Não, vocês que estão perguntando... Você está falando que a CUPEC está com trânsito... Calma, vamos voltar um pouquinho. O que é isso, meu bolso? É seu bolso. Vocês colocaram um microfone aqui e eu nem percebi. Eu não percebi. Sou só alguém que tem habilidade de enfiar a mão no bolso dos outros.
Pra colocar um microfone. Os nossos estagiários são disso. A gente tá tirando eles da rua, que é o projeto Sai da Rua. É um projeto que a gente tá transformando. Inclusive, assim, o audiovisual, vinheteiro, é a primeira etapa pós saída de rua. O cara sai do crack, ele entra no audiovisual, às vezes fica por ali. Deixa eu voltar. Posso continuar? Pode. Tá bom. Tá bom aqui hoje. Vamos lá.
Seguinte, vinheteiro, realmente, há uma mágoa sua com o Brasil atual, entendemos, mas eu queria entender, tá foda que eu vou espirrar de novo. Não vai, fica na paz. Eu acho que é o perfume que o vinheteiro usou hoje. Não, ele tá assim. Eu não uso perfume, eu uso as minhas notas aromáticas nórdicas. Peraí, peraí, peraí. Você não usa perfume? Nada?
É que nem chinês também? Perfume tem alumínio, né? Alumínio dá câncer de axila. Mas os chineses não tomam banho? Chineses não tomam banho? Eu tomo todos os dias, duas vezes por dia. No Brasil? E na China? Na China, eu tomava três. Reduziu aqui. Água, né? Que trabalha mais.
Ixi, muito mais barata do que você imaginava. Água-luz também. Como é que você me sai de lá e vem pra cá, rapaz? Cara, como que eu saio de lá e venho pra cá? Cara, pela minha roupa, você já tá pra perceber. Eu fiz alguma coisa errada e fugi de lá pra cá e continua fazendo coisa errada aqui. Máfia chinesa. Até hoje eu não dava. O Brasil é o melhor país do mundo pra fazer coisa errada.
Entendeu? Porque quando você vê um estrangeiro aqui no Brasil, você tem que questionar por que ele está no Brasil. Exatamente. Não porque o Brasil... Aí eles vão criar motivos do tipo assim, não, a caipirinha. Mas na verdade é o quê? Sonegação.
Sempre quando um estrangeiro elogia a arara, que você nunca viu. Eu adoro a arara. Você já viu uma arara? Nunca. Você já viu a arara azul? A arara azul, eles falam... Nem o mico leão dourado. E aí essa coisa da brasilidade... Ah, eu adoro a brasilidade. No fundo, no fundo, é um esquema para esconder o que faz de errado. Porque o brasileiro fala...
Olha, eu adoro o Poucabanes, que gosta do catupiry. O Poucabanes tá roubando. Com certeza. Passando a mão nas pessoas, assediando. Porque é isso que estrangeiro faz aqui no Brasil, Vinheta. Assediando? Assedia. O estrangeiro, ele vem, ele só fala, Monamu, e a mulher dá uma molhada na champô. É. Eu sei como é que é.
Eu queria que você me falasse quais são as melhores coisas do Brasil e o vinheteiro vai tentar avaliar o que o estrangeiro gosta do Brasil e vai ter um belo papo. Queria começar com Angola, lembrando que semana que vem tem mais um episódio com o vinheteiro. Dessa vez, já que ele já acha que a cultura brasileira é fezes, o que ele acha da cultura angolana? A gente vai trazer aqui.
exemplos de cultura angolana, e depois a cultura chinesa, pra ele avaliar qual país o vinheteiro talvez more. Começando por Angola, por que você gosta do Brasil? Bata um papo com o vinheteiro. Primeiro ponto, primeiro ponto. Pô, vinhetas. Você tem esse negócio de descendência? Você já foi atrás da tua descendência? Só pra mim saber mesmo. Cara, tem um livro, a minha mãe tem um livro lá de descendências...
Mas não dá pra entender nada daquele livro lá. O último que eu sei é bisavô. Bisavô, o resto fica difícil. O pai viu falar que a gente era ucraniano. Ucraniano? Ucraniano? Que talvez tenha vindo da Ucrânia. É, você não sabe, você não sabe. Ninguém sabe. Ninguém sabe de 100 anos.
Mais ou menos de 1900 para trás, é muito difícil você descobrir de onde você mora. Mas será que você não é africano?
Talvez. Talvez. Todo mundo tem o DNA. DNA africano. Sai o DNA da África. Acho que a África que iniciou o primeiro ser humano no mundo. É o berço da humanidade. Não foi isso? É, o berço da humanidade. Exatamente. Todo mundo é um... Africano.
É o potencial africano. Eu falei pra você que eu sou africano? Não, calma aí também. Você é chinês, você não é africano. Chinês é uma coisa à parte, né? Não é igual a nós. É diferente. Você fica aí. Por quê? Só porque eu tenho olho puxado? Não, eu também tenho. Tá bom. Mas eu tava pra falar. Maurício me perguntou sobre coisas que eu gosto do Brasil, né?
Tem muita coisa aqui que talvez o veteiro não enxergue como algo positivo, porque talvez deve realmente só ser fezes, né? No sentido de música, eu curto muito música. Eu gostei da sua pronúncia falando fezes. É? Fezes, gostei.
Fezes? Fezes, você fala um pouquinho... Deu seu sotaque, provavelmente, de Angola que advém de Portugal. Fezes. Fezes. Fala Fezes. Fezes. Fezes. Ele já prolonga o S. Fezes. É diferente já também. Mas eu te interrompi, desculpa. Fezes é um negócio muito ruim, Vinheta. Eu odeio Fezes, assim. Consegue me explicar o que é Fezes?
Preciso entender a conversa, né? Fezes. Eu vou te ensinar o que é fezes. Existem organismos chamados a ischerichia coli, o estafilococcus aureus e o estreptococcus... Fala aí, idioma ser humano, tá?
Ele fala chinês também. Escherichia coli, vamos pegar Escherichia coli, é uma bactéria famosa. Esses três organismos que eu falei, eles fazem parte dos coliformes fecais. Entendi, não entendi nada. O que é um coliforme fecal? É fezes. Você não falou nada. Não, mas... Você explicou, explicou, mas não falou nada. Se você for no banheiro... É isso aí. E isso era um coliforme de Musik de
e... Soltar uma coisa? E derramar fezes, você tem fezes, entendeu? Nossa, ok. Quando você come alguma coisa, você digere. Quando você digere, ele se transforma em...
Em fezes. É isso. Então, mas o que é fezes? Fezes é uma mistura... Fezes é cocô, cocô! É uma mistura... Caramba! É uma mistura do que o seu organismo não quer... O seu organismo não quer... Misturado com os coliformes fecais. Então, peraí, que eu quero entender o seguinte.
Eu tava fora. Você falou das coisas que você gosta do Brasil? Eu cheguei na Face e se distraí. Continuando. Vamos lá. Música. Eu tava falando sobre música. Mas quais são as coisas que você mais gosta do Brasil que eu quero entender? Eu? Não. Quero entender. Você eu já sei. Inclusive, assim, deixa eu falar. Foi aqui nesse canal que o vinheteiro trouxe as coisas que ele mais gosta do Brasil. Vamos recapitular. Em primeiro lugar é o tambaqui.
Tambaqui. Tambaqui, que é um peixe que você adora. É um peixe da Amazônia. Verdão. Isso.
A segunda coisa que o vinteiro mais gosta é o Shopping Guatemi. Shopping Guatemi. Nossa, aqui é o Shopping. Mas assim, durante a semana, ele falou. Durante a semana. Oh, vem lembrar. Durante a semana. Quando gastou lá? Quando gastou no dia?
Não, eu não gasto. Ele gosta de passear e viajar de trigo. É, ele só vai lá viajar de trigo. O bom é que tem... O bom é que o estacionamento lá custa caro. Então... Você colocou no Vale e Show? Sempre, sempre. Mentira, com certeza. Colocou no ladinho ali e estacionou. Aí foi no banheiro trocar roupa. Se eu parar na rua...
Vem um moleque me pedir dinheiro na rua pra tomar conta do meu gasto. Deixem as ruas livres. Parem de pedir esmalte. Para de vender balinha. Ai, eu vou colocar uma balinha no retrovisor dele que tá limpo. Você vem e enceba o meu retrovisor com essa balinha, essa paçoca que eu não quero. Essa paçoca cheia de aspergios. Porra!
Para de chão, saco, meu! Peraí, calma, calma, que a gente tá aqui... O Vietêro tá um pouco exaltado. Peraí, calma, calma. Não, preciso falar. Tipo, eu vendi a balinha... De que sabor? Chocolate. Então, a que eu falei é a de amêndoa. Eu não falei que é de chocolate. O que você acha dos vendedores ambulantes, Batista? Você como estrangeiro, você gosta? Eu sou minha família, não tem jeito. Sou minha família. Mas o Batista é educado.
Não, agora também vou falar, vou falar algo. Não, não, não é ser aqui. Pô, a maioria me rouba, então eu também estou com o vinheteiro. Caraca, mano, o vinheteiro está criando... Obrigado, obrigado! Tem uma vez que eu só queria tomar meu coco.
Em primeiro lugar é o tambaqui, em segundo lugar é o shopping em Guatemi. Em terceiro lugar você falou de uma montanha que você gosta muito, que é a montanha... Não, eu devo ter falado da sumaúna. Uma árvore, uma árvore. Tambaqui, tudo que ele mais gosta, o tambaqui é um peixe.
Uma árvore, o shopping Iguatemi e ouro preto. Você botou e você não chegou em cinco. Ouro preto é bom. Ouro preto é bonito, eu recomendo. E o resto, ele nunca saiu do apartamento só para ouro preto. Todo o resto ele não gosta. Agora a gente está tentando fazer uma análise do que os estrangeiros gostam, mas eu estou sentindo que o ideal seria ver o que os estrangeiros não gostam para ter um grande papo. Mas me fala as coisas que você mais gosta, Batista.
Alimento. Gosto muito do açaí. Mas você é de Angola, é normal você gostar de alimento.
Você valoriza o alimento, né? O açaí, o que você acha do açaí? O açaí é uma árvore. Faz parte da flora brasileira. Mas o açaí é fezes? Então, o açaí que chega em São Paulo... Você já foi para Pará? Já, já. Muito bom.
O açaí que chega em São Paulo é fezes. Quando ele é coletado diretamente da fonte e tem a pureza, é uma outra fruta. Desde que não tenha...
Tripanossomias. Mas você sabe o motivo? Sabe por quê? Por que tá acontecendo isso? Isso o quê? Tipo, o açaí chegando aqui e você fala que virou uma coisa que não presta. Gurmetizado, né? Algum gurmetizado. Por industrialização, por causa da industria... As leis! As leis!
de indústria de alimentos, deixa vir um negócio impuro. É por isso. Não, é porque é assim, ó. Tem que pensar, a maioria das pessoas do mundo, eles são pessoas humildes, não têm grana. Se o açaí... Primeiro, o açaí não produz muito. Só tem única Amazônia que tem lá e talvez poucas árvores que tem.
Se ele utiliza 100% pura, então vai servir para poucas pessoas. Então ele tem que fazer algo para diminuir a quantidade de açaí, mas para tentar vender para mais gente. Por isso, ele tem que parar de tirar para todo mundo. Você entendeu como o chinês fodeu o mundo?
Entendeu? Essa é a cabeça do chinês. Aí, se você, ó... Tudo da puta, o chinês. Se você, assim, pega tudo que tem lá, talvez, ah, o sou mais rico que vai conseguir consumir. Porque o preço dele vai ser absurdamente caro. Não é, mas é falso. É o falso. É falso. Açaí, de verdade, você come com peixe, come com arroz, você come com outros acompanhados. Mas você prefere comer, sentir o sabor do açaí, ou nunca comer isso?
É uma boa pergunta. Se eu prefiro comer e nunca acendo... Você prefere morrer de câncer e experimentar o sabor do açaí ou nunca experimentar o sabor do açaí? Entendeu? Morro de AIDS. Não escolhe um nem outro. Você não escolheu nenhum nem outro. Sabe por que eu falo isso? Quem diz que prefere o açaí... Nenhum nem outro, vou comer um macaco. Dá, dá, peraí. Quem diz que prefere o açaí doce é porque nunca comeu o açaí de verdade.
É igual pão de queijo. Quem comer pão de queijo de verdade, vai lá no... Belo Horizonte. É, Belo Horizonte. Meu amigo, você tem que entender uma coisa. Não é todo mundo tem condições de viajar para um lugar natural para conseguir construir uma coisa realmente que tem no lugar. A pessoa precisa experimentar pelo menos o sabor do negócio. Não precisa ser original.
Tipo, que nem roupa chinês. Você acha que eu quero usar bibas? Eu quero usar bibas? Eu quero usar pamas, como vocês fazem lá na China? Tem dois tipos de pipa. Tem uma pipa que custa 20 mil reais, uma coisa bem chique, entendeu? Roburoso. E tem uma pipa de 50 reais. Você acha que o cara humilde não tem... Tipo assim, eles não tem direito de brincar a pipa? Então não fala que é açaí, troca de nome, é mais fácil.
Não é, não é. É isso aí. Então vai ser o quê? Muda de novo. É igual o chocolate. O chocolate brasileiro, por exemplo, não tem cacau. Não tem cacau. Sapor, cara. Sapor chocolate. Não existe chocolate. É uma gordura hidrogenada. Gordura hidrogenada com açúcar. Açaí é a mesma coisa. Então tem que ter... Se eu estou comprando açaí, eu quero comer... Vai tomar um suco de laranja. Eu quero laranja. Eu não quero beber água. Agora você está com raiva da China.
Porque você já descobriu que a China então não tem laranja. Eu gosto muito da China. Mas eles não fazem laranja. E ele fugiu da China. Entendi. Vamos lá, próxima coisa. Ele não é mais um chinês. Eu sou chinês, mas assim... Ele é brasileiro. Ele está com mentalidade brasileira. Está com mentalidade brasileira. Já é comida. Ele foi que já ficou brasileiro. Entendi. Qual é a coisa que você gosta da comida aqui? Eu gosto de churrasco. Churrasco. O que você acha de churrasco? É fezes?
Mas churrasco é bom. Churrasco é bom. Mas não é do Brasil. Como que é? O churrasco não foi inventado no Brasil. E o boi foi da onde? O boi é brasileiro?
O boi, o animal boi, tá escrito que é brasileiro também? Boa! O boi foi criado no Brasil e é brasileiro! Não, não é possível isso! Não é possível isso! O negão do Brasil não é brasileiro? O quê? Ele veio... Os chinês que tem um filho aqui no Brasil, o homem que ele nasceu, não é brasileiro. O animal boi não é brasileiro!
Mas o boi que você tá comendo, ele é brasileiro. É, exatamente. Ser buíno, ele vem da Índia. Se o boi veio da Índia, se veio de outro país. Como é que o boi veio da Índia? Os seres humanos... Andando? Você tá louco? Você tá muito louco? Não, não, não. Não é que veio andar. Não, não, não. Você é angolano. Não é que veio andar no bolo. Você é angolano. Eu sou. Mas se o filho se nasce aqui, ele chama brasileiro. Ele não chama mais angolano.
Eu sei disso, mas você tá falando... O boi que foi criado aqui, ideia de criança...
O boi do churrasco brasileiro, ele tem a coxa do planalto brasileiro, da planície brasileira. O boi. As suas fibras são feitas através do solo brasileiro. Exatamente. E por isso o brasileiro. E por isso o churrasco brasileiro. Ele utilizou a terra brasileira. Deixa comigo. Quando você está tomando na churrascaria, pedindo me ver mais um filé mignon, essa carne é brasileira. Sabe por que eu falo isso? Quando você vai no Outback, você vai lá...
A comida que você come lá. A carne brasileira. A carne da... Carne australiana. Que carne australiana? Você acha mesmo? Pelo amor de Deus. Você foi enganado. Essa foi enganado. Não, não, não. Eu não, hein? Meu amigo, ó... 50 reais de uma costela, você acha que vai engordar da merda a Austrália? O sushi, quando tá escrito lá, vem sushi, vem bem sushi da vida. Você acha que é japonês o salmão? Vem do Japão? Você acha que o Queen Teas é do Japão? Eu vou detonar eles.
Você perguntou do churrasco. O boi é lá, ele vem da Índia. E os primeiros seres humanos vieram do continente africano. Então os primeiros churrascos são africanos. São, são, são. Não são brasileiros. Tudo bem, mas o churrasco que você está comendo é um churrasco brasileiro.
Feito a moda brasileira. Exatamente. Não tem um cara fazendo feitiçaria do lado? Tudo bem, mas quem inventou o churrasco foram os africanos. Esse modo que a gente consome na churrascaria, no meu país, chama-se o churrasco brasileiro. Não chama churrasco indiano. Tá vendo como você gosta muito do Brasil e você não sabe? China, deixa eu perguntar. Você já comeu carne de anão?
Você quer me levar pra comer? Eu experimentei, eu fui num restaurante, ele era um lugar meio fechado, né? Era difícil, e eu comi um pedacinho em hot pot. Conhece? Hot pot, eu conheço. Então, aí vinha em pequeninos filés, assim, a gente pegava com palitinho, colocava no hot pot, né? Parecia o aguil. E... Entendi.
Que delícia, eu só comi lá. Eu tô louco pra ir lá comer carne. Carne de anão. Mas anão chinês ou brasileiro? Não, não, Maurício. Lá não tava específico. Não, segundo a teoria dele, se o anão tá lá na China, é China. É, mas anão na China pode ser importado, né? É, é verdade também, né? Mas eu acho que é chinês. Não pode ser chinês. Sabe por quê? Por quê? Porque, assim, primeira coisa, ó. O anão chinês tem um pau grande ou pequeno?
Cara, boa pergunta. Eu acho que tem grande. Porque proporcionalmente, entendeu? A gente conta em proporção. Anão é desse tamanho. Porra, que caralho? O anão morre, meu. Aí eu quis dizer, tipo, o que sobrou? Porque, ó, você viu? Cabeça do anão é grande?
Depende do tipo de anão, né? Oxe, mas qual anão que tem cabeça pequenininha? Você tem cara de anão. Eu tenho cara. Eu sou anão gigante. É mais. Porque a minha proporção corporal é simulada de um anão. Não, mas voltando, voltando. Mas enfim. O que um chinês gosta de consumir do Brasil?
consumir em questão... O que os chineses, você fala assim, cara, tem lá no Brasil os chineses ficam malucos pra saber se o vinteiro aprova ou não. Não, música não. Não, não é música não. Churrasco. Churrasco. Sabe? Praia. Praia. Praia é muito famoso. Praia brasileira.
As praias brasileiras são fezes puríssimas. Não, peraí, peraí. Eu acabei de ir no Rio de Janeiro. Então eu vou ter que fazer... Pode comparar, tipo, vai. É tudo praia ruim. Calma, vamos lá. Praia de Copacabana. Fezes puríssimas, cheia de vendedores insuportáveis. Areia, cheia de bituca de cigarro, pedaço de frango. Os mendigos fazem cocô na água do mar, porque ninguém deixa eles fazerem. Praia de Ipanema.
Fezes. Fezes puríssima também. Eu não fui, mas eu sei que é fezes. Só de ser da garota de Ipanema... Jericoacoara. Já é fezes. Jericoacoara. Jericoacoara é fezes também. Por quê? Porque é muito longe. Ela é muito longe.
Agora, chegando lá, quem conseguiu chegar lá, eu nunca fui. Eu acredito que seja um lugar silencioso e de poucas pessoas. Caso tenha poucos seres humanos, ela é boa. Praia do Leblon. Leblon é onde está a cultura artística brasileira, onde está a turma do Projac. Praia do Leblon.
Onde fica? Rio de Janeiro. Então é Fezes. Ok. Praia... Ubatuba. Ubatuba. São Paulo. Ubatuba já foi bom. Hoje é Fezes. Por quê? Motivo.
Muita gente foi apodrecendo, muito bandido, muito crime. Mas é melhor, o Batuba, obviamente, é melhor do que todas essas praias. Você tá falando que a praia de São Paulo é melhor do que a praia do Rio de Janeiro. É, muito melhor. A melhor praia que tem em São Paulo são duas praias.
Uma é a Tabatinga, chama-se Tabatinga, que é na cidade de Caraguatatuba. Tá aí. E a Ilha Bela. A Ilha Bela é um lugar que não tem criminalidade. Só que lá tem muito mosquito. Você faz ser mordido.
Não, mas é gostoso. Por que tu morre? Você vai... Mas o que tu conhece que morre? Aí vai ver com o perna desse tamanho de volta. Você já foi lá em Ilhabela? Eu nunca tive coragem de ir, porque meus amigos foram lá, o perna ficou desse tamanho. Então você tá falando sem conhecer. Mas tudo que morre... Você tá falando sem conhecer. Já foi lá? Já, muitas vezes. Prédio Balneário Camboriú.
Fezes. Balneário Camboriú é fezes puríssima. Os caras se acham lá... Eu sou rico. Tem uma Ferrari que o meu papai me deu. Puta praia de bosta. Essa praia é hipervalorizada. Tem um ponto, é. Praia de bosta. Praia de... Tô errado? Não, balneário você não tá. Já, já fui. Uns puta cara mitidinho, mitidinho, andando com aqueles postes lá. Areia que não é areia, meu.
E os caras não pegam nada, vão lá achando que vão pegar a champolinha, não conseguem pegar ninguém. Se for pra palhoça ali do lado, ali já dá pra apertar... Vinheteiro. Uma champolinha de santa. A URASDUZEIS é bom. Jurerê Internacional. Cara, será que eu já fui nessa? Que cidade é, Jurerê? É Florianópolis.
Ah, eu devo ter ido há 25, 30 anos atrás. Então não tem... Não tem memória. Então, para finalizar esse vídeo, eu quero saber o que cada um acha ruim do país que estão, no caso, os estrangeiros. A gente já entendeu que os estrangeiros gostam. Então o chinês falou as praias e o angolano falou comida. E aí o guineteiro avaliou cada caso. Quem falou comida? O angolano.
Não, não. E ele falou o quê? Praia. É possível. Você gosta das praias? Eu acho que é um lugar... Uma coisa típica do Brasil, né? Mas na China não tem praia? Tem, mas é diferente do Brasil. Como é que vocês vão pra praia na China? Eu? Vocês põem chuga? Nossa praia é, tipo, é pra pescar, pra ganhar dinheiro. Pra pescar? Pra pescar? Que espetáculo!
Que coisa melhor! Inclusive o chinês quando vai na praia, ele queria pescar e caçar aquele, sabe, aquele... Como que é o negócio lá? Parece ostra, uma coisa assim. É razor clams. Aquele que sobe assim. Não, não. Razor. Não, é, como que é? Caramba, meu, o chinês vai na praia pra pescar. Mas vocês não vão pra praia? Vocês não vão pra ficar lá de sunguinha? É, então. Faça uma gostosa chinês e você...
Não fazem isso? Então, inclusive, lá na China não pode nem andar de... Da promiscuidade brasileira. É disso que você gostou. Da promiscuidade. As molecas bunda tudo de fora. Que isso? É um traje de banho.
Não, o Paulo falou que na China é proibido, não pode andar assim, na praia. De biquíni? É, na praia. Vocês vão como de burca pra praia? Não, a gente vai tudo tipo fechado. Quase assim, e de roupa. É mesmo? É. Mas não tem uma coisa de ficar pegando sol? O chinesinho pegando sol? Difícil. Não tem praias de turismo, onde as pessoas ficam lá fazendo um castelinho de areia? Tem, tem, mas é muito pouco. Tipo, alguns assim... Tem Macau, né?
Macau... Não, Macau não. Olha lá, a praia chinesa. Olha que coisa maravilhosa. A chinesada... A chinesa não usa o piquini, sabe? Sim. Que bom, né? Tá certo! Não tem que ficar mostrando a carne. É... Perde a magia, não é, Batista? É verdade, é verdade. Ô, vinheteiro, você tá... Me conta do custo do Juliano Cazarré. Você comprou?
O Juliano Cazarré, você fez o curso dele de ensinando a ser homem? Quando você vai lançar o seu curso ensinando a ser homem? Eu preciso de um... Eu preciso...
Parece bom esse tema de curso. Qual seria o seu módulo? Módulo 1, você ensinaria o quê? O que falta para os homens aprenderem? O que o vinheteiro ensinaria os homens a serem homens? O que falta para o homem atual melhorar? O brasileiro, o homem brasileiro, falta educação, educação básica. O que será?
saber fazer as operações aritméticas, né? Saber ler e escrever um pouquinho, né? O curso do virreteiro pra ensinar a ser homem seria a terceira série C. Seria isso. É, até a quarta. Seria o ensino médio. Vamos ensinar o cara a ser homem. Ensinar português.
Então, faz isso que você paga o curtiriano do Casael, cara. Vamos falar agora. Mais com I não existe. Ou mais um é dois. Nossa, mais com I me irrita demais. Vocês não escrevem mais com I aí. Escreve. São... Produção escreve. Essas meninas têm cara de que escreve. Produção escreve. Ela me mandou uma mensagem lá. Errou. Errou o português.
Qual é a coisa que cada um do estrangeiro mais odeia? Angolano, Batista, qual é a coisa que você mais odeia aqui do Brasil? E o vinheteiro vai comentar. Eu sempre, em todos os programas que eu for, vou falar que é a babação de ovo de político. O político tem que cobrar, não tem que babar ovo dele, meu. Eu não gosto disso. Vinheteiro, o que você acha dessa questão? Adorei o que ele falou. Eu vou traduzir. Ele disse idolatria. E ele está certo.
A idolatria de artistas da música é uma coisa horrorosa. É, é verdade. Tá? Mas eu interrompi, desculpa. Não, mas eu concordo. Não, mas é pra interromper mesmo. Eu concordo, né? O brasileiro, ele idolatra muito, né? Mas você virou um ídolo. Como é que você funciona quando alguém te idolatra? Isso é ídolo de ninguém. Isso é ídolo de ninguém. É isso, é isso. De gente bóssia.
Muita gente acaba gostando de você. Gente de ócio, quer dizer. Eles gostam das palavras... Eu trago palavras... Eu trago sabedoria. Quem me acompanha, quem assiste um vídeo que eu tô, ela fica com o QI mais alto. Quem assiste o pó de pá, os meninos do pó de pá, fica com o QI mais baixo. E o córtex pré-frontal...
Ele sofre um declínio e fica apertadinho e pequenininho e as sinapses neurológicas não funcionam direito. Você acha que o governo investe em influenciadores que deixam o QI mais baixo para o governo depois... Eu não acho.
Eu não tenho absolutamente certeza. Inclusive, você não falou que esse... Aqui tem Lei Rouanet. Tem Lei Rouanet. Aqui tem Lei Rouanet. Aqui tem uma grande Lei Rouanet. Ele odeia a parte de idolatria. Qual é a coisa que você mais odeia do Brasil? Segurança pública. Que é o que você tava falando que não tem tanto assalto. Não tem, mas assim, em comparação da China... Ah, porra, mas em comparação da China... Em comparação da China, a Coreia é perigosa.
Não, mas também não chega a decidir. Porra, Coreia do Norte, até eu tenho medo. Mas o... Mas é isso aí. A China é... Você já foi assaltado? Já. Ah, peraí, como houve o assalto do chinês? Como é que você foi assaltado? Então, ó, terceiro dia que cheguei no Brasil. Eu tava com aquela mochila de notebook.
Aí eu fui, né, passando na frente, minha família tá indo na frente, afastado de mim. Aí uma vez eu senti que alguém tava puxando alguma coisa. Eu pensei que algum brasileiro tava brincando comigo, né? Aí eu queria puxar de volta, queria ir embora. Aí tava segurando. Aí quando eu virei as costas, eu tinha 13 anos. Tinha três pessoas altas, altas desse nível. Aí eu falei, eu vi ele.
Meu Deus do céu. O que que tá acontecendo? Tipo, eu só tinha, acho que uns 50 e pouco na época. Então não cresceu nada. O cara parece dois metros. Não cresceu nada, então. Ó, parece dois metros na minha frente e fala, puta merda, fodeu, fodeu, fodeu, fodeu. Tô, tô, tô, tô pra vocês. Meu, mas tá meio inspirador. Aí eu tava quase assim, assim, comemorando. Puxa vida, agora eu não vou estudar mais. Entendeu? Roubou meu livro, isso aí.
Puta merda! Puta merda! Você tá vendo a mentalidade do China? Você acredita que o cara... Não estuda. Tá vendo os chinês que vem tocar? É, é, é! Em três dias... Já não quer mais estudar, não quer mais. E o cara foi bem educado. Chegou na frente, faltou, me devolveu.
Fala assim, vai merda, vai estudar. Você vem aqui pro Brasil, não é só ganhar dinheiro do brasileiro. Você tem que estudar, né, velho? Aí, devolveu meu mochila. E fiquei com ódio, sabe? Peraí, o livro tava em chinês? Em português.
É por isso que ele devolveu, que ele não ia usar. Você tinha 13 anos? 13 anos. Aonde foi isso? No aeroporto? Na 25. Ah, Paulo, é um grave mentiroso, Paulo. 25 é perigoso. Você já foi assaltado aqui, Vitor? Foi. Milhares de vezes. Me conte um assalto. Por que tem um vídeo seu que tá circulando na internet do funkeiro que te encontra na rua e você trava o cu? É um assalto. Mas ele não te assaltou. Ele não te assaltou.
Queria, né? Queria. Você viu esse dia? Vinheteiro travando o cu. Você tava com medo. Você tava com medo? Isso aí é toda hora. Claro que eu tava com medo. Claro que eu tava com medo. Eu não vou ficar com medo. Mas o cara... Como é que foi o final desfecho daquele vídeo? Eu não vi o desfecho. Eu só vi o vídeo. Desfecho é... É uma ameaça e acabou? Não posso falar. Por quê? Tá em... Segredo de Justiça. Não dá pra falar. Jura? É.
Teve outra vez, ó, teve outra vez. Eu acho que isso é o quê? Eu acho que é malandragem brasileira. Ó...
Antes de acontecer tudo, tipo, aquela situação, eu pensava que, nossa, o Brasil é muito acolhedor, muito pessoal, muito gente boa, não sei o que. Tipo, uma vez, um senhorzinho na minha frente, ele falou, ô, vem cá, vem cá, deixa eu te contar uma coisa. Ele falou assim, ó, ó, aqui nessa rua, tive um chinês que foi roubado, aí, tipo, o cara matou ele.
Mas ele aproximando de mim, fala assim, ó, o que que aconteceu? Teve uma corte aqui, não sei o quê. Aí ele fica fazendo isso, aquilo, eu tive 500 reais no meu bolso, aí, pum, FUDO! Ah, ele foi te explicando o que aconteceu no meu bolso. É, assim, mas... Ele dá um pra caramba, aí, Paulo, que isso, meu? Pô, você tá deixando o homem te alisar, e você, EI, minha lisa, que pô é essa, meu? Mas, assim, eu... Caramba, meu! Porque o brasileiro não é acostumado.
E aí, tudo bem, cara? Beleza? Não sei o quê. Aí eu pensei que o cara é gente boa. Eu só tinha 14 anos, né, meu amigo? Aí, a primeira vez que, assim, eu senti isso, foi roubado naquele dia. E eu falo, toda vez que vem alguém que vem cumprimentar, a primeira coisa vem, será que eu perdi o celular? Onde que tá o meu celular? Onde tá a minha carteira? Entendeu? Aí comecei a ter medo, assim. Tá bom, beleza. Você é meu amigo, beleza. Mas, assim...
Estamos longe primeiro, vai conhecer. Acho que o brasileiro encosta muito. Encosta, mas, cara, eu tô feliz que... Parece que foi roubado em mais modalidades do que eu. Eu não conhecia essa modalidade. Eu também não conhecia. Mas, peraí, as pessoas encostam muito no Brasil, você se incomoda? Então, isso é uma coisa que me irrita ter que dar a mão, né? Você pega aquela mão suada.
Abracinho. Eu não gosto de dar abraço. Lá na China, isso é maravilhoso na China. Você chega lá e é assim, ó. Só isso aqui, ó. E não precisa tocar em ninguém. Isso é maravilhoso. Nem precisa nem sorrir muito. Você não gosta de abraçar as pessoas aqui? Eu gosto muito. Só que assim, agora só abraço as pessoas que realmente conhecem. Mas assim, agora também tem outra questão. Que eu...
Assim, hoje eu ganho uma fama, o pessoal me reconhece na rua. Às vezes... Sobe a cabeça. Às vezes... Subiu. Subiu, tá xa xa xa xa, ele já quer fazer filme. Eu andei na rua, do nada, o cara me chamou. Falei, oxe. O que aconteceu? É meu fã ou é o cara? Tipo, toda vez... Agora eu fiquei assim, será? Será? Porque eu sofri esse golpe ao cara mesmo. E às vezes é um fã ladrão também.
Às vezes é as duas coisas. Não sei, não sei. Semana que vem a gente tem mais um episódio, dessa vez Vinheteiro avaliando a cultura de outros países. Será que Vinheteiro acha que a cultura de Angola é fezes? Será que ele acha a cultura da China fezes? Ou só o Brasil é fezes? Porque ele, na verdade, é um grande ressentido. Assistiremos semana que vem. Deixa o like e na descrição do vídeo está o canal do Vinheteiro. Um dos...
piores comentaristas que esse país já propôs. O do príncipe da burguesia, hein? O que é isso? É o canal. É o canal que ele quer bombar. Maravilhoso, não. Já acabou o programa? Calma, o primeiro episódio é sim. Tá gostando tanto.
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