#FAQ #67 | UM DOS EPISÓDIOS MAIS CHATOS QUE VOCÊ VAI VER!
DIA DE FAQ! Hoje no #3CONTINENTES vamos descobrir que nossos meninos podem ter um papo SÉRIO sobre cultura e diferenças além de só falarem do p#u de cada continente!Aproveita e já deixa nos comentários todas as suas perguntas, histórias que querem contar ou conselhos amorosos que querem ouvir do Paul, Baptista e Maurício! Vamos selecionar os melhores - ou piores - próximos vídeos hein!Siga no Instagram:Maurício Meirelles: https://www.instagram.com/maumeirelles/ Paul Cabannes: https://www.instagram.com/paulcabannes_/ Baptista Miranda: https://www.instagram.com/baptista_miranda/Bora ser parte da comunidade 3C no Instagram: https://www.instagram.com/trescontinentes/PRÓXIMOS SHOWS DO 3C NO TEATRO:13/05/2026 - Ribeirão Preto/SP20/05/2026 - São Vicente/SP04/06/2026 - Belo Horizonte/MGPara mais informações: https://linktr.ee/Shows3CAh! Você já conhece nosso canal de CORTES DO ACHISMOS TV? Bora ver o melhor dos vídeos lá: youtube.com/@CortesAchismosTVSe ainda não comprou presente, Insider é uma opção prática e útil.Use o cupom ACHISMOS https://creators.insiderstore.com.br/ACHISMOS #insiderstore @insiderstore
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Já falei pra tu... Prepara o grito que Nescau chegou com o feat do ano. Vem torcer com o novo hit de Ana Castela, feat Pedro Sampaio. Essa dupla que combina igual leite com Nescau. Então joga, aumenta o volume e vem junto. Dá o play e ouça já a música agora ou nunca. Joga, eu quero ver você jogar. Nescau, energia que dá jogo. Eu quero ver você jogar.
Inclusive, quando eu conheci o Maurício, eu falei, meu, eu não gostava de ti. Por conta das coisas que eu via na internet. Mas quando você vai conhecer o Maurício de verdade, meu, ele dá o c...
Olá, família! Tudo bem? Sejam bem-vindos a mais um FAQ, aquele programa onde você tem a oportunidade de mandar perguntas, que é para nós responder aqui. Hoje é o Três Continentes Raiz, não tem o Paulo Chinês. Se você está triste...
Nós não estamos. E ele também não, porque ele está ganhando muito mais dinheiro. Cada vez que o Paulo não está aqui, tem 100 mil reais que está entrando. Na conta dele. Na conta dele. O Paulo ganhou muito dinheiro. Eu acredito. Eu fui na loja dele. Oito andares. Não tem jeito. Oito andares também, né? É, está bem.
Mas, oito andares e todos os andares têm sempre um funcionário. E só de artigos religiosos? Artigos religiosos? Não. Só isso? Não, é separado. Mas do jeito que você falou agora foi ruim. Tem oito andares e cada andar tem um funcionário. Não tem oito funcionários. Não, não, não. Tem posto de gasolina que é maior do que a loja do Paulo.
Porra, chega você falar cada lugar que tá caralho, mil pessoas. Pior que é mesmo, pior que é. É cheio de pessoas e cada andar tem uma... Como é que é uma funcionalidade? Uma porta? Não, uma porta não. Um andar é de ativo religioso, outro é de peruca, outro é de... sei lá.
Enfim, enfim. Hoje vamos responder a vossas perguntas, mas antes de responder, quero já aqui agradecer pela nossa querida Insider por patrocinar esse querido canal e esse quadrozinho que todo mundo ama, né? Porque hoje na rua, na rua só se fala disso. É o Uber de Três Continentes. Jura? É sério. Você recebe muita mensagem. Hoje, meu vizinho que ia se mudar, ele falou, vou me mudar por conta de ti, mas eu gosto muito do Três Continentes. Como você vai te mudar por causa de você? É uma lição lá em casa.
É muito barulho que tem. Mas peraí, peraí. Mas por que tem muito barulho? Você faz barulho? É que eu faço live, né? Daí eu falo... Ele fica... Ele fica... Mas eu tenho que explicar. Eu fiz aniversário. Ah, de novo isso, meu?
Ele veio, ele falou, posso fazer live? Falei, pode. Eu imaginei que ele fosse abrir uma live de 10 minutos durante o aniversário. Não, ele chegou com a live aberta, ficou a noite toda e foi embora com a live. Vai, vamos embora, galera. O aniversário começou às 19h e terminou às 20h. Que aniversário é esse? Mas, espera, live de quê? Do Instagram? Cara, tinha 20 pessoas. Vai, agora faço live na Twitch. É tipo o meu close friends. Mas você cobra pra essa galera? Não, eles me dão dinheiro.
Ah, entendi. É tipo a prostituição... É, posso falar, Batista, vou te bater um papo aqui. É insuportável. Vou te falar por quê. Porque quando você filma a tua vida, a gente que não tem nada a ver com a tua filmagem tem que tomar cuidado pra não se fuder. É, né? Porque existem dois tipos de vida. Existe a vida na câmera e fora da câmera. E aí você tá filmando o fora da câmera. É, né? Então se a gente tá aqui, tá eu e o Paul falando assim, nossa, que gostosa.
E aí eu posso perder um casamento. Porque você quis ganhar um... E eu posso perder aquela gostosa, que é muito pior que o casamento. Não, inclusive, isso é algo que eu, Batista, sei. Tipo, vocês não têm nada a ver com a minha live. Então eu não filmo. Não, eu não filmo.
Eu não filmo, ele sabe. A partir do momento que a gente está dentro de um frame e um áudio que nos envolve, a gente tem a ver. Eu não fico com a câmera, Maurição, faz. Não, você fez. Você foi no aniversário dele com uma câmera. Não, mas me filmei. E aí está ele, sem graça. Parabéns. Ele não quer cantar um parabéns. Ele quer mostrar a vó para o Brasil. Não, não, não. Inclusive, eu cheguei lá e falei, não, eu vim filmar o aniversário do Paul Cabane. Falaram, é fotógrafo? Falei, sim.
Subi lá como contorna. Ele é fotógrafo. Que bizarro. E tudo isso... Não, não, não. E o pior que você não sabe. Eu pensei, bom, às vezes tem 5 mil pessoas. Eu vou entender, vale a pena e tal. Tinha 18. 18 pessoas. Eu vi, eu vi o número. Vocês acabaram de ver. Vale muito a pena fazer uma live para 18 pessoas? Esse aqui é Paul Cabanes. Você que está aí. Você lê um número para ele. Não, eu dou razão para ele. Porque assim, é muito arriscado. Porque são 18 pessoas, mas a partir do momento que ele faz uma merda, um...
Faz virar um milhão. Mas também é uma construção. Você tem que entender isso, que é uma construção. Sim, minha carreira é uma construção de 10 anos que vai ser destruída em um dia. No seu aniversário. Em uma live. Os números em si, porque do mesmo jeito que aqui... Eu acho que ele leva perigoso, porque realmente sempre tem os casos que recortam e tal. E aí você fala uma coisa... O problema da live, pra mim, não é...
Eu aqui falando. O problema é o entorno, que eu não sei o que está acontecendo. Então, às vezes, eu estou filmando aqui, gente, que engraçado, e tal, o cara falando aqui, ah, é porque a minha mãe não sei o que aconteceu. Essa pessoa não está inserida nesse mundo. Aí eu começo a chegar à conclusão que daqui a 10 anos, todo mundo vai ter a sua própria live.
Isso já está acontecendo, Marcelo. Já está acontecendo? Já está acontecendo. É que tem pessoas que estão a ganhar 100 mil reais fazendo isso. Aliás, você viu isso no show da Taylor Swift? Sei lá, que a menina ganha... Olha isso, mano. Ah, sim, eu vi, eu vi. Você viu isso? Ela filma para vender... Ela pega, por exemplo, ela vende... Eu, Maurício, vou no show da Taylor Swift, estou dando exemplo. Aí eu chego no meu Instagram e anuncio. Galera, estou indo no show da Taylor Swift.
Quem quer fingir que está no show da Teleswift me paga 100 dólares. Existe. Aí uma galera me paga 100 dólares, eu pego o perfil dessas pessoas, aí eu faço uma foto do show com o perfil dela do Instagram e mando. Detalhe, o show dela custa 80. Não, não, não, não. Não, não, não. Não, não, não. Não, não, não. Não, não. Não existe já isso. Mas só para entender, o que você ganha fingindo que você foi no show da Teleswift?
Talvez é o... É status? É tipo, eu sou foda? É, eu não sei, porque assim, eu tenho 42 anos, eu não entendo a cabeça de uma criança, né? Mas tem gente na China... Mano, eu tava lá na SXSW, lá em All China. Porra! Jura? Juro, mas eu juro. Que é uma coisa de inovação. Aí a grande inovação era um chinês aprendendo a dançar.
Olha a conversão, meu irmão. Mas o que tem a ver com o Shoda Troux, Rich? Porque pra gente não é uma parada... Uau, entendi. Talvez essa turma que tá fazendo essas fotos é do Japão. Não, peraí. Como assim, chinês aprendendo a dançar o quê? A pessoa apaga um bagulho num videogame que fica ensinando a dançar. Quando aperta aqui, ela levanta a mão. Quando aperta aqui, ela levanta a mão.
Quando aperta aquela bate palma. Isso é grande inovação, é isso? É uma das inovações. A gente tá muito fodido no futuro. Não, não, não. O Brasil não, mano. O Brasil... Maurício, tá? O Brasil já... O Brasil tá na frente. Sabe o que seria inovação? Vocês teriam um time de futebol que pode ganhar a Copa.
Eu acho real que a gente... Ele cagou pra minha piada. Eu não entendo de futebol, eu sou viado. Eu não entendi o que você falou. Eu acho real. Por isso é uma piada minha. Eu não entendo de futebol. Que essa parada, a sociedade, ela faliu, na minha visão. A sociedade do futuro, o que é a sociedade do futuro? São as sociedades mais evoluídas. Eles perceberam que não dava certo essa coisa de se comunicar, porque se comunica, dá processo, um se magoa e o caralho.
E aí a gente começou a ir pro isolado. Aí chegou no isolado, olhando e falando assim, cara...
Será que a gente não tem que, talvez, diminuir um pouquinho essa régua e a gente aceitar que o cara vai te magoar um pouco, que você vai ficar frustrado? Você descreveu minha vida social nesses 10 últimos anos. Eu acho que a evolução fez a gente ir para um caminho do tipo, não dá para conversar com o Paul. O Paul pensa diferente de mim. O Batista me magoa. Não, mas não é idade. Aí a gente foi ficando isolado.
Aí a gente foi ficando isolado só trabalhando com internet que é o nosso algoritmo, que manda o que eu gosto. Aí colapsou a sociedade. Agora a galera tá pensando assim, aceita ser chamado de gordo, vai, só um pouquinho, vai. Pra gente transar. É que é muito extremo o tempo inteiro, né? É. Não, eu mesmo sigo várias avôs. Inclusive ela já me... Tem vários, vários avôs aqui que fazem live.
avô fazendo live olha o Batista eles estão ganhando é isso? essas avós estão ganhando? não, os netos estão dando dinheiro na verdade não é dinheiro entenda o que é uma pessoa de 70 anos de idade num mundo que ela não consegue conversar às vezes com as pessoas é uma carência mas isso é perigoso porque deve cair um monte de idoso em golpe nessas coisas mas no Maurício já caiu duas vezes é verdade
não duro um pouco mas já caiu em barco então a mãe? a minha mãe é muito comunicativa a minha mãe ela consegue encontrar minha mãe consegue conversar com pessoas no caixa do banco então ela consegue se virar mas minha mãe mora sozinha mas sabe que qualquer pessoa consegue se você tem a fala não é qualquer pessoa no caixa do banco? não é qualquer pessoa é que tem pessoas que tem trava timidez ela é muito sovetina é a sociedade brasileira eu acho que é uma sociedade das mais comunicativas lógico eu acho que é a mais comunicativa eu acho é eu não sei como é que é o idoso francês eu acho que é o idoso
Mas eu vi um report que falou que... Sabe a turma do interior que todo mundo fala assim, é o lugar que tem mais qualidade de vida? Falou que o interior antigamente tinha mais qualidade de vida, mas agora o cara que ele chega em casa do trabalho cinco da tarde, antigamente ele tinha, porra, um dia inteiro para, sei lá, curtir a família. Agora ele ficou direto no TikTok. Mas ainda assim eu acho que é o lugar que tem a maior qualidade de vida.
Ah, concordo. Mas aqui a gente distrai mais a cabeça. Cara, não tem crime, não tem desigualdade. É tipo o Brasil sem os seus problemas.
É que também depende, né? Não tem banco master? É, é, é, é, é, é, é tão, não é tão grande que nem aqui na cidade, mas existe um... Mas ele acessa... Só o TED, Joe. Mas ele acessa o online igual a gente acessa, só que ele tem mais tempo pra acessar o online. É. Então se ele se vicia no online, ele tem mais tempo pra ficar viciado. Dito isso, vamos ler aqui as perguntas. Ah, isso tudo foi um Merchant Insider, hein? É verdade, isso tudo foi um grande Merchant Insider pra você.
Por quê? Porque Insider é uma roupa que você pode usar tanto no interior, quanto no exterior, quanto em nenhum dos dois, que é a cidade grande. No online. Você vai dizer compra. Amanda de Fortaleza perguntou, qual o maior choque cultural que vocês tiveram entre si, que deu vontade de falar, isso não está certo? É para vocês, Sérgio. Não.
Mas só cultural. Quando eu nasci... Quando nos conhecemos. Eu vou dizer... Ah, de nós três. Eu vou dizer, em relação a Mao e o Paulo Chinês, essa... Eu sou Paulo Chinês? Não, não, não. Mas é porque ele está aqui. Tem uma coisa que vocês têm que é totalmente contrária à mentalidade europeia, que é essa coisa de vamos chegar na meta e dobrar a meta. Uma ambição muito grande. Eu sinto isso em vocês dois. Você é menos, mas em você eu sinto uma coisa de... Mas eu sou diferente do brasileiro.
Eu acho que o brasileiro não tem isso. O brasileiro ele vive meio presente. O brasileiro não se preocupa com dobrar as coisas. Mas o Paulo chinês é assim pra caramba. O Paulo me assusta. Eu também. Porque o Paulo é um moleque de 25 anos, 28, não é por aí. Já é bilionário. Já é bilionário e ele ainda acha que precisa ganhar mais e tal. E o caralho.
Eu sou muito ambicioso. Ele é bilionário? Não, não, ele não é. Não, bilionário não. Inclusive, a gente não vai nem falar onde ele mora. Mas ele é o cara que tem mais dinheiro entre nós, de fato. Talvez mais dívidas também. Talvez mais dívidas também. O Paulo, ele tem uma coisa...
Que é de chinês, assim, de tipo... É que ele não trabalha pra ganhar dinheiro. Ele trabalha porque ele gosta disso. É que ganhar dinheiro, é isso, é isso. Ganhar dinheiro, eu acho, pra ele, não é um meio, é um fim. Entendeu? Tipo, pra mim é um meio. O dinheiro é um meio pra ter liberdade de falar não, eu não quero fazer esse projeto. É assim que eu vejo dinheiro.
Mas para ele, eu acho que é o jogo, é ganhar dinheiro pelo prazer de ganhar dinheiro. Da mesma forma que eu gosto de criar, eu acho que tem gente que gosta de ganhar dinheiro. Os grandes empresários. Eu imagino o Trump assim. O Trump não ganha dinheiro para... Ah, eu preciso muito de uma outra casa. É porque vira o jogo dos caras. Eu quero ganhar dinheiro. É a motivação de vida. É virar uma mental maior. Mas o meu rolê é de workaholic. Eu não consigo ficar parado, porque eu quero produzir.
Mas acho que isso tem a ver com a sua criatividade. Um pouco. Drogas. Mas tem a ver com tédio. É mais no tédio do que na criatividade. Eu, quando estou parado, estou entediado. E você lembra que o Dostoevsky falou? É um lugar muito culto. E a Virginia depois. Todos os problemas da humanidade se resumam ao fato que o homem não sabe... Lidar com ele próprio, né? Sentar numa cadeira e sentir tédio. Ou seja, todos os problemas da humanidade têm a ver com você, Maurício. Parabéns. Tem, eu que criou o sistema da humanidade. A guerra no Irã...
Mas é verdade, a guerra no Irã é um cara, quando eu falei, se a gente atacasse... Mas tudo assim, o Epstein, por que a galera... Desculpa, por que a galera vai começar a fazer atrocidades com crianças? Porque tem uma hora que já tinha ou já tem, comeu todas as mulheres do mundo, tem todo o dinheiro do mundo, tem casa em todos os continentes. Eu não acho.
Acho que é retardado. Senão a gente vai chegar num lugar que qualquer milionário faria isso. É, ele é retardado. É que tem uns que têm mais sabedoria. Sim. Que têm mais sabedoria, que não entram nessa mentalidade. Ele não é retardado? O que? É, não é porque é muito dinheiro, não. Ele é doente e retardado. Lógico, mas a combinação dos dois, estou dizendo que quando você conquistou tudo, você começa a fazer coisas estranhas. Mesmo ele sendo pobre...
malucas nesse nível vão só piorando a situação, tá ligado? Voltando ao papo. Eu tenho uma outra tese. A mentalidade europeia, em geral, ela é diferente. Por isso que você vê o europeu é pouco ambicioso. É muito pouco ambicioso. Eu até saí de lá... Cara, ele sempre dá as russadas no momento mais aleatório do mundo.
Mas você vê o quê? Os americanos, eles vêm fazer turismo, eles falam, porra, que incrível, eles estão tomando café às cinco da tarde, jogando xadrez. Ah, não, agora, né? Porque para eles é inconcebível. Porque para eles é inconcebível. Vocês são poucos ambiciosos agora, porque antigamente vocês cruzavam de navio territórios, colocaram no cu de todo mundo. Agora tá tranquilo. Agora cansou, né?
É, aí é fácil, até mesmo. Se aposentar. Exato. Já temos a África, já temos a escravizagem, vou ter todo o ouro, vou descansar. Mas é por esse motivo que a Europa sempre está achada de moralista, porque é sempre esse discurso que é é fácil para vocês cuidarem do meio ambiente agora que vocês já fizeram a civilização de vocês. Eu entendo esse argumento.
ao mesmo tempo... É burra, é burra, ele fala que ele chora, eu entendo. Mas assim, é... Mas ao mesmo tempo, eu vou te dizer o que vai acontecer. Eu já falei para o chinês, para o Paulo, você está nessa, mas teu filho não vai estar, porque ele vai perceber que não vai te trazer nada. Tudo bem, você vai estar muito rico, mas digo... Não sei, Paul.
Não sei. Mas é de vivência. Eu acho que é aquela coisa do mito da caverna, né? Você não sabe o que está fora, então você acredita que aquela tua verdade é única. Então talvez o filho do Paulo vai olhar e vai falar assim, é isso que é ser pai. Então eu vou ser isso para o meu filho. E você vai repetindo padrões. O maior choque cultural que eu percebi aqui, cara, o Paulo me assustou bastante. O Paulo ser um cara muito dedicado, muito domingo trabalha. E você fala, Paulo, vem aqui. Ele vem e chega no horário.
Ele sai no horário... Você acha que ele é feliz? Eu acho. Eu acho porque o propósito dele é esse e ele está contemplando o propósito dele. Ele é bem feliz. O Paul, o choque cultural que eu tive com o Paul, eu acho que o Paul é um cara que tentou se adaptar ao Brasil e ele se perde um pouco entre ser francês e brasileiro e ele fica numa dualidade que frustra ele. Minha visão. Acertei?
Certamente. É, porque às vezes ele quer ser muito brasileiro. Aí que entra o lugar do antidepressivo. É, aí onde entra a cetralina dele. Porque ele chega num lugar assim que o Paul é um cara muito legal.
Muito legal, mas ele é francês. Entendeu? Então ele fica numa dúvida, porque ele é francês, ele quer as coisas corretas, ele quer certinho, mas ao mesmo tempo, caralho, eu também não preciso também, mas ao mesmo tempo eu preciso trabalhar, mas eu também não queria fazer tanto. Ele fica perdidaço nesse lugar. Mas é um cara que me surpreendeu positivamente como francês. O povo francês mais legal que eu conheço. Pra mim é o teu.
É o Tel, verdade. O Paulo é o segundo. Sou o segundo. E o Batista, uma coisa que me surpreendeu, é a falta de ingenuidade do Batista. Porque a gente vê o Batista como ingênuo, mas o Batista é malandro pra caralho.
Batista, não é? Não. Batista é malandro. Ele me surpreendeu pela ingenuidade dele. Não acho. O Batista no começo me surpreendeu pela ingenuidade, mas eu acho que o Batista, ele sabe o que ele tá fazendo sempre. É que, o que eu percebo? Batista é muito inteligente. O que eu percebo? Quando você tá fazendo isso, quando eu tô fazendo isso, eu sei que eu sou um personagem, eu não vou ser totalmente fora das câmeras, isso que eu sou nas câmeras.
Você de fato é mais lento, você de fato é mais ingênuo. Cara, não, mas pera, é que ele falando a...
Agora, esse pedaço já foi muito diferente dele falando... Não, mas é que é realmente isso. Inclusive, o Maurício tá tocando um ponto que é bom. Eu não faço as coisas só porque, ah, vida louca, tu a fazer por fazer. Não, tem resposta. O Batista puto pra caralho.
por conta de negociações que ele teve com empresários e tal, e você conversa e fala assim, cara, o Batista não é um mongol. Ele estava meio puto com uma coisa, até talvez de estar machucado demais de ser angolano, de alguma coisa que deve ter acontecido em Angola, alguém tenta passar a perna nele, então ele fica muito raivoso quando alguém está passando a perna nele, ele fica muito puto. Inclusive isso não acho que nem é genialidade. Inclusive acho que o povo também sente muito isso.
Ele tem muito medo de ser passado a perna. É, isso é meu achismo. O francês possivelmente é tão boa pessoa que quando acontece algo ruim, você fica tipo, caramba, viu? Eu sou tão boa pessoa e me acontece isso? Sabe, é muito... Eu sou uma pessoa que se decepciona muito quando alguém é incorreto, porque a maior vontade que eu tenho sempre em todas as coisas que eu faço é que seja bom para a pessoa, para mim. É, tipo isso.
Eu não consigo conceber entrar com uma intenção por trás, sabe? O Batista é o seguinte, eu vou explicar. Ele é ingênuo, mas ele não é ingênuo a ponto de tomar um golpe. Embora a gente, todo mundo aqui ache que o Batista vai tomar golpe pra caralho porque ele é muito bobo. Eu sou inteligente, não é o ponto de não tomar golpe. Exato. E o Pão... Eu faço o vento. O Pão é super inteligente, mas é o cara que mais tomaria golpe de nós três.
E o Batista é o que menos tomaria golpe. O Batista é desconfiado pra caralho de tudo.
o povo é desconfiado e cai o Batista é desconfiado e não vai pra frente eu tô muito em choque porque eu achava o oposto e agora com essa explicação faz todo sentido o que você achava? eu achava que o Batista era muito ingênuo mas ele é, ele é puro eu sou ele tem uma pureza, mas ele não é burro mas ele não é burro, ele não é burro sabe o que é o Batista? o Batista é a Sabrina Assato pronto
É isso. O Batista é a Sabrina Sato. Sabe a Sabrina? Ai, carismática, a Sabrina é amorosa, todo mundo adora ela, não sei o quê, mas a Sabrina é inteligente pra caralho, é o Batista. Batista é pica pra caralho. Batista é um cara que às vezes me manda mensagem, assim... Morção, calma aí também, não vou te comentar. Tá bom, Batista é burro pra caralho. É, boa, boa. Mas o Batista é um cara que me manda mensagem, às vezes, assim, tipo... Ah, Maurição, tô precisando conversar, tô com depressão.
Tá, mas vocês também não acham que isso é sobre... É aquilo que eu te disse. Inclusive, quando eu conheci o Maurício, eu falei, meu, eu não gostava de ti. Por conta das coisas que eu via na internet. Mas quando você vai conhecer o Maurício de verdade, meu, ele dá o cuzinho, faz tudo. Uma galera que gosta de mim já percebe isso.
É a pessoa mais fofa assim que tem, fora das câmeras, se preocupa, tá sempre, como é que tá a cabeça, Paul também é a mesma coisa, é a mesma tcholice, é tipo isso. É que ele acha isso da gente porque nós dois, a gente responde mensagem, é basicamente isso.
A partir do momento você responde uma mensagem Pra ele, se você é homem Se o teu brother te manda Oh, eu tô mal, você fala foda-se, é isso Não, não, não, não é isso Eu realmente me importo Agora, voltando ao tema sobre Qual que era o tema mesmo? O tema era O choque cultural que nós entendemos De cada um, né? De ti, é por conta de você ser francês E você E...
me mostrou que aquele glamour todo que as pessoas têm de França não é propriamente esse glamour, sabe? Os franceses que estão lá querem sair de lá que é para virem viver uma vida totalmente ao contrário do que vocês já viveram lá.
Não sei se vocês me entendem. É, nós é todo mundo também. Não, não é todo mundo. Mas é o que você trouxe. É, é o que você trouxe. Porque para mim, França tem tudo. O francês gosta de viver lá. É euro, ganha euro, quer viver lá. Mas é o contrário, está vendo? Maurição é totalmente, acho que, exatamente o que você pensa do brasileiro e muito a mais. Porque ele pensa muito mais além do que o povo brasileiro, médio nesse sentido, pensa.
Mas isso não é uma coisa do Maurício. Por exemplo, o brasileiro não é um povo que é tão criativo, que tem sempre mil e dez homens no tempo. É, então... Ah, não, sim, porque...
Mas você tá mais. O brasileiro é muito criativo, mas talvez não tenha uma mente tanto de bate a meta, dobra a meta, como você falou. Já acho que você tem isso por conta de muita vivência. Talvez deve ser por isso, porque você viaja muito fora e você vê, caramba, o mundo não é só o presente. Existe uma outra coisa. Eu tenho uma obsessão por criação de coisas novas. Eu tenho uma coisa de legado, de buscar coisas. Por exemplo, eu fico muito feliz de o 3 Coutines ter dado certo.
O achismo tem dado certo, o webbullying tem dado certo. E é muito louco, porque eu sou o cara conhecido por... Maurício que faliu todos os projetos. Esse é o copo meio vazio. Mas eu ao mesmo tempo falo, cara, mas é o copo meio chico também, a quantidade de coisas que eu fiz e... Não, mas eu acho do caralho, porque... É que tem que perder muitos gols pra fazer vários, né? É, eu faço coisa pra caralho. Mas dá pra pensar que fala isso, é aquela pessoa que acha que todo projeto vai estar pra sempre por aí, meu.
É que eu faço muita coisa. Então, pra mim, o ato de construir, mesmo que seja destruído lá na frente...
é mais importante do que o ato só de pensar. Porque as vezes a gente fica assim, cara, tive uma ideia. Tá, como é que faz essa ideia acontecer? E aí quando você vê ela acontecendo e falhando, é do caralho pra mim. O foda pra mim é só... Eu acho que o brasileiro tem muito essa coisa de... Isso frustra muito o brasileiro, que é... Nossa, eu tive uma ideia genial. Alguém foi lá e fez. A minha ideia... Mas você não fez. Você não fez, não é nada.
Se uma ideia não é executada, ela não é nada. E eu acho que eu sou um cara que... Eu trabalho com muito colega meu de comédia, o cara tem muita ideia boa, e eu falo, mas por que você não faz? Ah, porque não sei, você vai dar certo. E eu acho que tem uma vaidade do brasileiro de não querer fracassar. E eu acho do caralho fracassar porque você cresce.
Sabe o que eu sinto aqui? Aqui a pessoa fala a ideia. Ela espera a pessoa fazer para depois falar, você me copiou. Exato. Aqui é assim, aqui é assim. A pessoa não vai atrás de querer fazer. Eu vou te falar, eu acho que a gente é tão preocupado, eu já falei isso para vocês, né? A gente é muito preocupado com a opinião alheia. O brasileiro é muito preocupado com a opinião alheia. Então a gente tem muito medo de fracassar para não ser mal visto, ou na roda, ou nos amigos, ou na família, ou não sei o quê. Então a gente fica com...
medo de projetar alguma coisa e de fazer alguma coisa, porque se fracassar... E eu não tenho nenhum medo de fracassar, tanto que eu já fracassei pra caralho e a grande piada sobre mim é o meu fracasso. Mas também isso fez eu acontecer várias coisas. Eu acho que é isso.
Caralho, no final virou um... Nossa, parece um TED Talks, tá ligado? Virou TED Talks. Mas eu tô inspirado agora, vou pedir demissão. Ficou bom esse vídeo, turma? Vocês gostam desses papos meio cabidos? Eu tô achando que a gente tá... Sabe o que tá acontecendo com o Três Continências? A gente tá chegando no terceiro ano. Sabe os Beatles que eram iê, iê, iê? A gente era iê, iê, iê no Côme. Quanto tamanho do pau? Agora a gente vai pra Índia.
É, agora a gente vai pra Índia. Fala assim, olha, a filosofia cristã. Aí tem uma galera que vai tomar no cu.
Papo chato do caralho. Preferiu o fac do cocô. Mano. Exato. Cara, a gente... Eles queriam o fac do cocô. O primeiro vídeo que a gente gravou hoje foi um vídeo que você viu anteriormente do fac do cocô. E agora esse é o terceiro vídeo que a gente grava no mesmo dia. A gente está... Nossa, existe esse... Mas também é bom falar isso quando está o Paul porque sempre que nós tocamos nos assuntos assim, Paul não está. Ou está o Paulo, eu, você.
Paul nunca está nos papos... Cabeça? É, sério. Porque eu sou mais quinta série, né? Eu só falo de buceta. Acho que é isso.
que isso família muito obrigado por assistir esse FAQ manda tua pergunta se você gosta desse tipo de FAQ podemos chamar o Pondé podemos chamar o Clóvis de Barra seria legal mas eu acho que pega mal pra gente porque vai chegar um cara assim a gente é gênio entre a gente
Rende, rende, minha gente. No Carrefour rende mais. Rende mais, que economia. No Carrefour rende mais. No Carrefour rende mais. Quando sua compra rende, a vida rende junto. Carrefour sempre rende mais.
que vale a cabeça aí chega o Pondé aqui e a gente fica Pondé, uma vez eu estava pensando eu vou te falar, eu tenho uma amizade com o Leandro Karnal, quando eu falo com ele eu me sinto muito burro deixa eu falar um negócio, eu entrevistei aqui o Pondé eu estou fazendo uma série que é Se Jesus Voltasse ficou legal pra caralho, o mundo vai cair e aí eu trouxe o Pondé aqui
E aí cheguei um momento, tava falando com ele, que tá papo legal, tal, não sei o que. Um momento eu falei, Pondé, o quão insuportável é a sua vida. Porque todo mundo, quando ele encontra o Pondé, faz perguntas existenciais. Você queria, quanto você queria um cara chegar pra você e falar, aí Pondé, e o Vasco? Ele fala, toda hora eu quero isso. É lógico, porque, caralho, toda...
Pensa que toda hora eu, Maurício, quando eu entro no Uber, o cara quer fazer uma piada. Ou ele quer que eu fale uma groselha. Às vezes eu só queria falar, e aí, mano, tá bem? Imagina ser a Monja Quem. A Monja lá. Monja Quem. Imagina mesmo. Monja Quem. Pra nós é assim. A Monja Quem. Pra nós é assim. A gente entra no carro, é sempre assim. Você é de onde? Você gosta daqui? É sempre isso. É, é sempre isso. Pra vocês dois? Demais. Pra mim é. E o angolano? É.
Eu falo, sei lá, mano. É como se fosse... Tipo, e eu rolando? Ah, tá aqui, ó. Tô vendo, monitorando ele. É, bora. Foi no aquário. Inclusive, é uma boa ideia isso. Vamos fazer um três condimentos com alguém intelectual. Vamos chamar o Paulo. Todo mundo pra ver a visão de cada um. O Manu, você mal sabe falar. Não, ele vai me ensinar a falar. Ele vai me ensinar a falar. Que é o Pondé? É, não sabe. Ele também sabe. Eu acho que é um desperdício esse cara estar aqui com a gente e estar escrevendo na Folha.
Vai ficar uma hora com a gente. Quem tem o maior pau? Mas é assim, muito engraçado. O Pondé é quem tem o maior pau. Foi o que você falou. Talvez seja o que ele quer, na verdade, tá ligado? Papos assim. O conceito seria fazendo piadas, perguntas burras para um cara muito inteligente. Não é pergunta boa mesmo. Esse é o conceito. Mas não estou falando que o Pondé gostaria de gravar isso.
Eu acho que ele quer bater um papo sobre isso, mas ele não quer gravar ele, até porque ele vai ser o mais burro da roda sobre o tamanho do papo. É, isso é verdade. Pensa nisso. Audiência, fazem a mão. Fala o tamanho do seu papo. Fala o perfil do Pondé, fala o perfil do Clóvis de Bal. É de todo mundo que fala sobre tecnologia, essas coisas aí. Eu acho que o povo vai ir pro caminho de, ah, mas pensando na filosofia. Não, vai sair, vai sair.
É, vou falar coisa inteligente, senão vai gostar. Que coisa inteligente, o quê? Vai sair, filho. Que coisa inteligente, fala com... Vou te ensinar a cagar, é melhor. É isso. Como eu fiz no... Ontem, cara. Deixa eu ver.
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