PESSOAS ESTÃO DESCOBRINDO VIDAS PASSADAS? | #ACHISMOS PODCAST #416
Entre muitos achismos sobre regressão, vidas passadas e memórias que talvez a mente nunca esqueça… hoje recebemos a Tatiane Joe que é terapeuta, PNL e parapsicologia para mergulharmos em um tema que desperta curiosidade, dúvida e até arrepio.MAURÍCIO MEIRELLES @maumeirelleshttps://www.instagram.com/maumeirelles/TATIANE JOE @tatiane.joehttps://www.instagram.com/tatiane.joe/ Ah! Você já conhece nosso canal de CORTES DO ACHISMOS TV? Bora ver o melhor dos vídeos lá: youtube.com/@CortesAchismosTVUse o cupom ACHISMOS (15% novos / 10% recorrentes) e aproveite os benefícios no site https://creators.insiderstore.com.br/ACHISMOS #insiderstore @insiderstoreConheça e se inscreva no meu canal de comédia: https://www.youtube.com/@COMEDIAMAURICIOMEIRELLES Vem pro meu canal no Telegram: https://bit.ly/3MDFZLhBora ver meu show com Webbullying no teatro:https://www.mauriciomeirelles.com.br
- Reencarnacao Vidas PassadasRegressão como ferramenta terapêutica · Parapsicologia vs. Psicologia · Memórias e Crenças · O papel da mente e do cérebro · Ondas cerebrais (Beta, Teta) · Catarse e cura emocional · Vidas passadas e reencarnação · Influência da ancestralidade e família · Autossabotagem e crenças limitantes · Interpretação de eventos e emoções
- Espiritualidade integrada à ciênciaConflito entre abordagens científicas e espirituais · Paranormalidade e sensibilidade humana · Crítica à psicologia tradicional · O papel da religião e manipulação · Técnicas de indução e sugestão
- Trauma e ComportamentoImpacto de traumas de infância · Interpretação pessoal de eventos traumáticos · Crenças religiosas e machismo no Brasil · O peso dos rótulos de 'pai' e 'mãe' · A ideia de que 'tudo passa'
- Mudanca de ComportamentoO papel da dopamina e adrenalina · Interpretação de certo e errado · A importância de viver de acordo com os próprios valores · Escassez ligada à forma de pensar · A influência do ambiente e da energia
- Consciência e localização da menteCérebro como órgão e mente como Wi-Fi · Livre-arbítrio na escolha do pensamento · Tendência humana ao negativo e sobrevivência · Pensamento positivo como treinamento · Consciência e percepção de mundo · Conexão entre mente, corpo e emoções
- A natureza da realidade e da consciênciaO mundo como um labirinto de espelhos · Reflexo de si mesmo no outro · A importância de questionar crenças · Animais e percepções paranormais · Crianças e absorção de informações
- Filosofia da comédiaAumento de situações para criar humor · Interpretação de piadas e seu significado · O comediante como observador da realidade
Essa dor de 1990 em 2025, qual que é o processo? Antes de falar sobre isso, sobe essa caixa aqui, por favor. Caralho. Opa, é a caixa preta, hein, filho? É. É a caixa preta. Cara, agora eu entendi o João Kleber fazer sucesso. É bom, né? Posso falar? Eu podia fazer sete merchan agora que todo mundo ia ficar pra ver o que tem nessa caixa.
Olá, senhoras e senhores, tudo bem? Essa voz... Eu peço desculpas a você porque eu fui no show do Oasis.
E eu não sei quando você tá vendo esse vídeo. Talvez acabou a banda, porque eles já saíram na mão e se tapearam. Mas eu ainda tô com resquícios da voz. Ou seja, não fui profissional? Não fui. Mas como aqui a gente faz um programa, né? Pra ser leve e divertido, a gente não vai ficar muito preocupado com a minha voz. Tá bom, tá bom. Certo? Mas as pessoas podem... Eu sinto até que eu tô com uma voz mais sexy. Eles vão gostar, Maurício, que você tá com... É tipo o entrevistador Rod Stewart. E aí, galera?
Não, eles vão ficar felizes. E aí eu pergunto, será que o Lorde de Tua antes tem aquela voz daquele jeito? Porque ele vai ir muito show. Sim. Uma boa pergunta. Você entendeu? Pois é. Cara, esse é um dos achismos... Eu vou voltar com o bordão. Vai voltar? A gente não vai usar aquele lá? Porque são os achismos mais esperados de todos. Na minha opinião, eu queria muito fazer isso. Eu vou falar o seguinte. Você que tá chegando agora no achismos, eu preciso explicar um negócio. O objetivo desse projeto, quando eu criei...
Ela entrevista a mente das pessoas, porque eu acho que cada mente é única, cada mente tem um bloqueio, cada mente tem uma potência. Então começa entrevistando, sei lá, faxineira para entender como é a cabeça. Por que a faxineira é uma faxineira? Por que o bombeiro é um bombeiro? Por que o Tiago Leifert é o Tiago Leifert? Por que o deputado federal é o deputado? O que ele pensa, o que ele vê? Então eu sou um cara muito apaixonado por qualquer questão mental.
E aí tem um assunto que eu piro, piro, que é regressão. É verdade, é balela, é espiritual, é ciência. Então eu trouxe aqui a Tatiana Joy.
Certo? Diretamente de Joinville pra cá. Vai ganhar já um kit da Insider, porque as pessoas vêm pra cá só pra ganhar kit. Tem gente que começa a falar que é especialista em coisa só pra vir ganhar o kit da Insider. Tem gente, Matheus, que entra em faculdade pra se formar e depois de quatro anos ganhar um kit da Insider. Mas você não precisa disso. Imagina, Tati. Você pode ter um kit da Insider e ser um especialista. Sabe como?
Com o cupom de desconto que está na tela, você tem toda a linha da Insider, feminina, masculina, pra frio, pra calor. E eu, de fato, só uso o Insider, porque desde o começo que eu faço projeto, a Insider patrocina, e depois que eu uso as roupas da Insider, eu não consigo usar outra roupa. Vamos pro assunto? Vamos lá, Tati? Bora. Eu sou muito apaixonado por essa questão, me indicaram o seu nome, falaram, fale com a Tati, que a Tati manja desse assunto. Queria entender primeiro assim, regressão.
É uma ciência? É uma espiritualidade? É uma parapsicologia? Onde que está inserido isso? Então, primeiramente, a gente vai agradecer pela oportunidade de estar aqui. Nada, bora. Muito obrigada. E eu sou apaixonada também por estudar a mente humana, esse universo mental. E a parapsicologia, antes de desmistificar toda essa questão, ela estuda tudo isso. Mas ela vem para desmascarar a pastora e tirar a cristão do inferno. Eu vou explicar. Começamos bem? É. Você estava indo embora.
Aí você ouviu isso e falou, agora eu vou ficar. Eu vou explicar porque realmente isso é muito sério. E é muito verdadeiro isso que eu vou falar. Coach e tal. É, porque o que acontece? Quando a gente estuda a parapsicologia, a gente estuda regressão, telepatia, clarividência, todas essas questões paranormais. O que seria a paranormalidade? Nada mais sério do que...
uma sensibilidade que você tem além dos cinco sentidos. É o anormal? Paranormal é o anormal. Pois é, é o normal, na verdade. Entende? E essa é a questão. Por isso que é bacana a gente falar sobre isso. Então, assim, quando a gente fala de ciência, a ciência fala dos cinco sentidos humanos. Tato, paladar, olfato, visão. Só que nós temos sentidos que vão além dos cinco sentidos. E a parapsicologia, ela respeita isso e ela ensina você a lidar com essa percepção que você tem.
né? Então, dentro da psicologia, a psicologia, existem psicólogos maravilhosos, mas é um mundo mais fechado e que limita, na minha opinião, muito o ser humano dentro do que ele é. Porque se eu enquadro você dentro de padrões, né? Eu não respeito essas outras questões que existem. Elas existem. E aí eu preciso, dentro da psicologia, investigar quem é você. Eu faço uma investigação pra saber até onde você pode ser um esquizofrênico e tudo bem, vamos lá, medicar, vamos cuidar.
e até onde você tem uma percepção além dos cinco sentidos. Como a gente lida com isso? Então, vamos lá. Então, a gente não vai falar só sobre regressão. A gente vai falar sobre paranormalidade. Paranormalidade. Puta, pirei, então. Vamos lá, então. Existe um conflito de interesse, porque meu achismo leva a crer que...
Tudo que é paranormal, a ciência vai trazer como? É esquizofrenia, é autismo, é... Sei lá, é... Superdotação e tal. Rótulos. Rótulos. Vai fechar numa caixa científica e tal. E tudo que é, digamos, autismo, bababá, talvez a turma daqui vai transformar como... Isso daqui, na verdade, é espiritual. Como que fica esse embate de vocês?
Esse embate, na verdade, essa é a questão, de a gente falar mais sobre isso. Pra gente trazer a mistura dos dois. Acho que a junção dos dois nada mais é do que o equilíbrio que a sociedade precisa. Então, por exemplo, se eu tenho uma pessoa que ela tem alguma percepção e ela chega... Vou dar um exemplo aqui do que é a parapsicologia dentro de uma consulta. E aí vocês vão lidando com os preconceitos de vocês durante o momento que eu vou falando e vocês vão entender o que um parapsicólogo faz.
E aí vai desmistificar o que um psicólogo faria. Só pra as pessoas entenderem o que é um e outro. Tá bom.
Então, por exemplo, imagina eu estou atendendo um homem que ele chega a uns 60 anos de idade e ele é um cara super inteligente, tem empresa, três filhos, casou, o cara é normal, né? Socialmente normal do que a gente coloca como normal. Super inteligente, ele diz que quer parar de fumar, mas ele, quando a gente começa a investigar a história, contando a história desde a infância, ele traz uma questão para a consulta muito importante.
E ele tinha 18 anos, ele entra na faculdade. Presta atenção nisso, vocês estão assistindo, pelo amor de Deus, que essa história vai, assim, causar muitos questionamentos na cabeça de vocês. Esse cara traz uma questão que ele entra na faculdade e ele está dormindo lá no... como é que é? Quarto de faculdade? Enfim, nos quartos lá com os amigos. Os amigos dele vão para a balada. Ele não queria ir, ficou sozinho.
E aí, de repente, de madrugada, ele acorda com uma luz muito florte na janela. Ele fala, pô, os caras vieram da balada, estão lá com o farol do carro aceso para me acordar. Que raiva. Ele levanta para ir lá xingar eles na janela, que ele levanta e ele vê uma espaçonave. Ele vê uma espaçonave. E ele falou, caramba, será que eu estou acordado? Estou dormindo. Ele vê uma espaçonave. Conforme ele vai me contando isso, anos depois...
Isso aconteceu. O corpo dele, sim. Ele contando para mim. E eu tenho que respeitar o que a pessoa está me trazendo.
Não, só pra saber, você não tá querendo uma suposição. Não, não, não. Esse caso aconteceu com você, tá? Esse homem está me contando uma experiência dele. Um homem de 60 anos falou, queria parar de fumar. Como é que foi o passado? Eu vi um disco voador saindo da... Entendi, ué. Né? Eu vi essa... E a pele dele, ele começa a ter essa sensação como se ele estivesse lá de novo.
E eu vou ali escutando. A gente tem que lidar com os preconceitos, com julgamentos, treinar empatia. Isso é ser uma pessoa que lida com humanos. Sim. Então ele fala sobre isso. E de repente ele queria correr porque ele ficou assustado, ele congela. Porque ele começa a ver que tem um ser extraterrestre que vem vindo na direção dele.
E de repente esse ser coloca o dedo na testa dele, ele desmaia e tal. Isso passaram-se décadas e ele lembra exatamente disso. Só que a questão é, ele quer parar de fumar. Eu sou o quê? Eu sou uma terapeuta. Analisei que ele não é louco, porque esse cara tem um histórico de uma vida normal. Quer dizer, ele tem um laudo...
Que até essa que ele não tem mais esquizofrenia. Não tem, porque ele nunca mais viu isso. Foi aquele momento específico. O que eu faço com isso? O que o parapsicólogo dentro da sua inteligência e humanidade faz? Eu pego o que ele me traz. Eu não tento mudar ele. Eu não tento falar, não, mas nada a ver. Isso daí não vai mudar a tua vida. Deixa isso aí pra lá. Porque ele veio de um atendimento de um psicólogo me contando isso. E falou que o psicólogo, quando ele contou isso, riu dele, debochou, fez...
Fez descaso do que ele estava contando. Porque na forma do psicólogo agir, isso jamais poderia acontecer se não fosse um problema, um trauma. Ou se aconteceu, ah, de certo tu estava dormindo, ah, de certo não sei o quê. Então vai tentar várias coisas.
que tenham justificativas da ciência, ao invés de usar a ferramenta, ele me trouxe uma ferramenta, uma informação. O que eu pego com essa informação? Conversei com ele e falei, o que um extraterrestre significa para você? Ah, para mim, podem ser pessoas bem inteligentes, que trazem tecnologias e tal. Eu falei assim, se a gente fizer uma regressão para voltar para aquele lugar e fizer uma cirurgia...
para implantar talvez uma tecnologia de um chip para você parar de fumar. Você aceita? Ele sim, eu aceito. E a gente faz essa regressão, ele volta para lá, eu vou induzindo ele à cirurgia onde é colocado um chip para ele parar de fumar, ele para de fumar. Peraí, peraí que agora... Agora... Tem uma galera que... Tem gente que desligou, conheço. Tá tudo certo. Conheço, tem gente que desligou. Vamos chegar nisso. Tem gente que xingou uma pessoa.
É, mas é isso mesmo. A gente tá falando com várias pessoas aqui. É assim, e eu entendo. Me explica a cirurgia. Você fez o cara, então, na regressão... Volta pra aquele momento. Vou trazer o nome dele, Olavo. Pra mim, é Olavo o nome. Olavo, vamos voltar, tal. Não tô debochando, não. Aí tu voltou na época que ele viu na faculdade, ou seja, imagino que 40 anos atrás.
Ele se viu ali, você conseguiu transformar ele nesse lugar e ele fez uma cirurgia como? Me explica. É, ele aceita ser colocado esse chip nele. Eu vou conduzindo ele. Então, quando ele está me contando a história, ele já entra para regressar. Ah, tá bom. Ele já entrou outro negócio. Físico está aqui, mente está ali. Só um parênteses aqui que é importante. Quem está assistindo entender o que é mente, o que é corpo. Gente, tudo está conectado. Então, assim, se a tua mente está no lugar, o teu corpo está no lugar...
Não existe desconexão. Quando você vê uma pessoa usando aquele óculos do metaverso no shopping e ela acredita que ela é uma montanha-russa, o corpo dela automaticamente começa a transpirar, a pupila dilata, ela sua, ela agarra no ferro, mas ela está só sentada no meio do shopping. Mas o corpo reage àquilo. Então, assim, se eu volto com a mente dele para aquele momento e é algo que ele acredita, eu respeito o que ele acredita, eu não falo que isso não vai funcionar, mas eu uso essa informação a favor dele. Que tal a gente testar, então, e fazer esse implante de chip?
Que esse estar na mente dele é porque existe. Existe pra ele. Entendeu? Concordo com você. É sobre isso. Tá bom. Eu não tento colocar ali dentro no módulo que eu acho que ele deveria estar. Que é o grande problema, inclusive de você. Que é o grande problema. É, Flávio. Você que tá comentando, isso daí é uma loucura, mas a partir da sua mente. Da sua mente? É o que você acha.
Isso é da sua crença. E aí quando você começa a entender que cada mente é diferente, você começa a exercer empatia. É um tempo que eu tô usando muito depois que eu fui pra Globo. Foi. Tá usando virou... Muito. Mas se eu falo empatia, eu tenho que falar gorda. Pra galera olhar... Equilibrar é o carma. Ele tá no meio. Desculpa. Desculpa, Tati. Então você... introduziu, né? Um chip no cara. Uma cirurgia. Durante a regressão. Ali na hora? Na hora. Ele imaginando o que tava acontecendo. Isso.
Só que como pra ele... Ele é um cara muito inteligente. Primeiramente, essas pessoas muito inteligentes, elas não dão moral pra qualquer pessoa que... Elas não são suscetíveis. É. Não vou entregar minha mente. O que é ótimo não ser? Porque se eu sou inteligente, eu não vou entregar minha mente pra qualquer um, né? Entendeu? Só que ele não ia entregar pra mim. Ai, para de fumar, faça isso, controle sua ansiedade. Tipo, cagou o que eu vou falar.
Agora, se eu coloco pro extraterrestre, que é com quem ele se conectou, e ele acredita que eles têm uma tecnologia, ou seja, são seres talvez superiores à superioridade que ele se vê...
Ele aceita? Eu entendi o que você fez. Posso bater um papo? Eu achei do caralho. Não, sensacional. Se você acredita no extraterrestre, é o que você está me trazendo. Porque ele acredita. Ele acreditou. Ele viu a experiência dele. Se ele acredita, talvez você colocar alguma coisa na mente dele que seja assim, isso daqui é o gatilho que o extraterrestre que você tanto acredita vai colocar na tua mente para você parar de fumar a partir de agora, isso entra de outra forma na cabeça dele. Porque você foi...
Você saiu da normalidade para isso causar um efeito. Seria isso? Mais ou menos isso. Tá. O que a ciência explica disso daí? O que a ciência fala? Ah, para a psicologia não existe, porque isso não sei o quê, porque isso se conecta com espiritualidade, que não tem nada a ver com espiritualidade. Isso que eu vou ensinar e falar depois a respeito do que os pastores utilizam como ferramenta para manipulação. Então, eles falam que a psicologia parte do quê?
Ela parte da observação. Observação de quem? De homens brancos.
europeus. Sim. Começa lá. Então, conforme aqueles... Faz sentido. Ela parte da observação... Não é lacração. O que ela tá falando, eu tenho que saber, porque a galera fala, é lacração. Falou homem, tem palavras que é lacração, a gente não pode falar. Falou estadunidense, o cara vai embora. Mas aí você vai pesquisar a história dos psicólogos, aí você faz uma gentileza pra mim, você vai lá no Google ou no chat, você pesquisa o histórico dos psicólogos.
Não, mas faz sentido o que você tá falando. Existe um padrão. E o padrão, ele é europeu. E por ser padrão europeu, a vivência latina é outra. Você concorda?
Totalmente diferente. Você está sendo lógica. Lógica. Então, se parte... De onde vem a psicologia? Observação humana. Claro, claro. Mas de quem? De quem? De onde? De homens. Ou seja, de homens brancos. Da Europa, que não tem nada a ver com a cultura brasileira. Indígena. A cultura brasileira, ela nasce dessa ancestralidade xamânica, dos indígenas, dessa coisa da espiritualidade no sentido das ervas, dos chás, da floresta, dessa coisa com a natureza. Tem muito a ver com isso.
Faz sentido. Aí como é que eu vou tirar a nossa base, a nossa essência, para se enquadrar dentro disso? Ou, pior, de ratos e laboratório. Porque são essas duas observações. Homens brancos observando pessoas e ratos e laboratório. Como ele age dentro desses padrões, eu enquadro as pessoas. Então, é que eu não estou para julgar a psicologia, gente. Ela é maravilhosa. Psiquiatras, psicólogos, terapeutas, todos nós, ao estudarmos isso, é porque queremos ajudar as pessoas.
Mas é um grande conjunto de coisas. Mas eu acredito que precisa unir, entendeu? Mas essa é a minha dúvida, Tati. Nessa questão. Essa é a minha pergunta. Desculpa te interromper. Claro.
É um ou outro? Não. Eu quero fumar. Hoje, pra psicologia, sim. Tá.
para a psicologia, tem que ser dentro da ciência. A psicologia te considera uma charlatã, por exemplo? Você acha que existe, talvez, doutora Rosângela que está assistindo, falando que essa mulher está falando uma baboseira. E vai ter comentários aqui que podem ir contra você. Você acha que existe isso? É por uma questão de ciência? Me explica. Eu acho que é por uma questão de pessoa. Porque assim como existe a Rosângela, que é preconceituosa e fechada no quadrado dela, tem, por exemplo, a doutora Ana Beatriz, que eu super admiro, que é uma psicóloga maravilhosa.
Que é um ser humano incrível, que fala de consciência, que fala de algo que vai além e que respeita isso. E tem o mesmo CRM, tem o mesmo diploma, tem a mesma coisa. Entendeu? Tem o doutor Sérgio Felipe também, que eu adoro, que fala sobre grândula pineal, médico. Tem pessoas e pessoas, acredito que o diploma pode ser o mesmo, mas quem você é, o que você vê no humano? Você está pronto para servir ou pronto para julgar, dizendo que só a sua ferramenta é boa?
Então você está no lugar certo, porque o meu programa, a ideia desse programa é, porra, se cada um tem uma atividade,
Obviamente tem charlatão e filha da puta, mas tem gente, 90% das pessoas, eu acredito, elas têm uma crença. E essa crença eu quero ouvir. Você tem uma crença, eu quero entender a sua crença. Eu só quero... O Monarque veio aqui, o Monarque... Eu não concordo com a crença dele. Sim, sim. Mas eu quero ouvir pra ver onde a gente pode chegar. O que você tá me falando é muito interessante, sim, porque...
Se existe extraterrestre ou não existe, a cabeça desse cara diz que existe. Sim. E se ele tem um poder sobre isso, isso daí contribui para as decisões dele. Aí a minha pergunta que eu vou te fazer é...
O que é o nosso cérebro na tua visão? O nosso cérebro, ele é uma coisa biológica, que é o que a gente nasceu e tem? Ou ele tem, sei lá, configurações que conversam com outros espaços, tempos? Sei lá, eu te pergunto isso porque eu li um livro do Rick Rubin, que é um cara que eu gosto muito, que é um...
Ele é um produtor musical, um dos caras mais conceituados da música. E ele fala muito no livro dele que, para compor, ele vai para lugares de natureza porque parece que a consciência expande. E não estou falando de maconha, de droga. Estou falando de... Cara, às vezes eu me conecto com a natureza, vem ideia. Sim.
É o cérebro ou é uma coisa de fora? O que o paranormalismo sugere? É que assim, cérebro e mente, para entender como funciona, cérebro seria o celular e a mente seria o Wi-Fi, que é o órgão, no caso. Então, seria mais ou menos essa conexão. Então, o cérebro como órgão, a função dele é criar pensamento.
Essa é a função. Então, você dorme e você continua pensando. Você não controla, você não para de sonhar. Então, o cérebro não para de pensar. Ele pensa o tempo todo, porque essa é a função do cérebro. Ele está vivo. Está vivo. Então, quando a gente entende isso, você consegue entender que o único livre-arbítrio que existe é você simplesmente escolher o que vai pensar sobre o que pensar. Concordo. Ponto. É o único ponto. Sobre a mesma coisa, pode pensar de uma coisa que deixa uma frequência baixa, uma vontade de morrer, ou que te leva para um lugar de aprendizado.
Então, essa é uma escolha que você tem. Que aí você consegue controlar através de práticas, e aí sim você precisa de prática. Por quê? Porque nós humanos, a tendência é pro negativo sempre. Isso é questão biológica. Nós brasileiros, talvez? O negativo. Não, porque são de sobrevivência. Porque o negativo te mata. Sim. Então, você precisa ficar alerta a isso. E isso te ansia, né? Isso te ansia, né? Então, você está sempre em alerta, porque isso pode te matar.
Então, pensar positivo é um treinamento que você tem que treinar mesmo. Quando eu vou para a academia, eu falo, pô, tu vai para a academia, tua bunda cresce em casa? Não. Você pode. O cérebro é a mesma coisa. Eu fico com o quadro 100% do meu cérebro. E assim, não é levantar peso com a cabeça, para quem está assistindo, acompanhando, não é isso. Mas é você treinar através de pensamentos, pensar diferente, fazer diferente, comportamento diferente, até que isso se torne uma realidade também.
E você sai do plano biológico para ir para algo não biológico, mas que te faz bem. Essa é uma escolha. Ótimo. Entendeu? Nesse sentido.
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Dentro do nosso subconsciente, tudo está guardado. Desde o momento do ventre ali, do útero da mãe, a gente consegue resgatar coisas, inclusive, que daí entra uma questão de crença, né? Quando a gente faz regressão, falando de regressão, por exemplo, de memória, a gente... é importante falar isso, porque o que acontece? Ah, o que é regressão? Como é que funciona, então, a cabeça? Então, assim, a mente, gente, ela tem ondas cerebrais, ok?
Se você for no neurocientista agora, medir a frequência da sua mente, vários eletrodos na cabeça vão medir as ondas cerebrais.
Nós geralmente estamos em onda beta, que é essa onda que a gente tem aqui quando estamos ativos, dispersos, a gente está julgando o que é certo, o que é errado, não sei o que. Ondas mais aceleradas.
Quando eu preciso entrar no resultado de relaxamento ou conduzir para alguma regressão de memória e buscar campo de informação, olha que interessante isso. Eu baixo tua onda cerebral, tua frequência para a teta. Que não chega a ser delta, que é durante o sono, porque você está consciente, percebe? Então, ondas teta. São ondas mais lentas. Mas é durante o período de regressão. Não quando eu estou pensando em coisas do passado.
Não, você precisa estar... Tem várias maneiras de você chegar a ondas teta, que são ondas de estado de relaxamento. Você pode meditar, você pode orar, você pode tomar ayahuasca, você pode fazer uma regressão. Aí você vai para o teto. Você escolhe o que você quiser. Baixou a onda cerebral, eu aciono um campo de informação. Isso é o interessante.
Eu aciono um campo aqui. Como que eu conduzo, que campo de informação eu pego? Daí vai a condução e a indução, seja da música que você está ouvindo, sei lá, na cerimônia, ou seja, quem está conduzindo a regressão pode te conduzir púltero da mãe, pode te conduzir para a tua infância, para a tua adolescência, pode levar a tua mente daí para vários lugares. É animal isso.
É muito legal. Então, quando eu faço a pessoa ir para esse estado teta, ela sai do setor de julgamento, ela sai do medo, ela tira tudo isso porque ela está relaxada. Então, vem a informação e vem uma emoção. E é essa emoção que eu tenho que tratar, entende? E aí entra a questão do julgamento de muitas pessoas. Ah, mas aí falo de regressão de memória, dizendo que há outras vidas, vidas passadas, não sei o quê. E aí, o que acontece que é importante a gente falar sobre isso?
Que é crença também, tá? Então, assim, só que não é por causa disso que a gente deixa de ajudar pessoas. Mas ele vai da crença de cada um. Eu respeito a crença de quem eu estou atendendo. Porque a gente vive na vida passada. Então, você voltou a uma vida passada, porque a gente consegue também... É o diante terrestre, é. É, a gente consegue, numa indução, voltar a... Você consegue ter experiências...
Como se você estivesse vivendo uma outra vida. Mas você, Tatiana, não acredita em vidas passadas. Eu não acredito em vidas passadas. Mas você acredita que o teu cérebro... O cérebro do Maurício acredita, então isso é fundamental para resolver o Maurício. É, por isso que eu faço a pergunta, que você acredita. Eu tenho que ter capacidade de conduzir você... Eu tenho que ter capacidade de trabalhar de forma boa...
É ética dentro do que você acredita. Você é uma grande empatia mental. Total. Tá. Entendeu? E aí se a pessoa voltou, ah, eu era um escravo, ou ah, eu era uma rainha, eu era um rei, várias coisas. O que acontece naquele momento? Acontece muito isso, tá? A pessoa volta, ela tem catarse. Catarse é, pra quem não sabe, quando a pessoa chora, ela se vê, ela tá vestida no personagem. Então, a sensação é muito forte. Por que que isso dá...
é muito resultado, porque para você ter um resultado, por exemplo, a pessoa de trauma, para que ela se cure de suas doenças, de seus traumas, de suas angústias, ela precisa viver a memória. Quanto mais memória ela vive, quanto mais intenso é aquilo, maior a transformação. Então, quando a pessoa entra em estado de catarse, que ela está vivenciando de novo uma memória lá, o que acontece? É muito doido isso que eu vou falar agora, vocês vão me surpreender.
Então, ela está vendo uma memória e tal, mas aqui falando comigo, consciente, só que de olho fechado, me falando o que está vendo e a gente vai conversando, mas ela está lá.
Entende? Ela não tá tipo, ah, voltou pra memória, nunca mais vai voltar, qual é o risco de ficar sempre lá? Nada a ver. Porque a pessoa tá indo na teta e não delta. Ela tá comigo. Ela mudou a frequência. Tem uns que mudam de voz, tem pessoas que começam, ela muda mesmo. Tem várias coisas que acontecem num momento que você consegue acionar isso. Que um leigo diria, é possuído. Total. Que um banda diria, incorporou.
Uau, quer dizer, tudo é a mesma coisa, mas é a explicação. É isso, por isso que eu já vou falar sobre os pastores. Já entendeu? Nossa, obrigado. Você fez assim na minha cabeça agora. Isso. Então, às vezes, a pessoa que está com um demônio no corpo, ela só acessou o teto. Ela acessa essa informação. Corte.
É muito legal. Não, eu precisava muito vir aqui falar isso, sabe? Porque sabe quando você aciona o nível de formação, você fala, as pessoas precisam saber disso, porque isso é libertador. Tu não tá entendendo? É libertador. Porque olha só, tu imagina que a pessoa acessou uma memória lá e ela se viu, digamos, como escrava, ela muda a voz, ela vive aquela dor do escravo de novo, ela traz uma história toda lá. Quando ela volta pra gente conversar sobre o que aconteceu, alguns vão querer se apegar no personagem. Por isso que a gente tem que cuidar com o negócio de reencarnação.
É uma crença, mas assim, eu sempre pergunto à pessoa, até que ponto você ficar presa no personagem te ajuda no que está vivendo agora?
Ah, eu era uma rainha. Tem gente que fica super apegado no personagem, entendeu? Não, não, peraí. Pode até ter sido lá, mas agora aqui não é. Vamos lidar com esse negócio aqui, né? E aí eu trago a pessoa sempre para a emoção que ela vivenciou. Então eu pego o foco na emoção. Tá, beleza, você foi isso, foi aquilo. Não me importa o personagem, me importa a emoção. O que você vivenciou? O que dá para a gente tirar de aprendizado disso que você vivenciou agora? Quando a pessoa, Maurício, quando a pessoa me relata...
exatamente o que ela vivenciou lá é a resposta para o que ela está vivendo aqui. Só que é como se o cérebro dela, porque às vezes nós bloqueamos o que queremos, ou temos vergonha de falar sobre algo que acontece na nossa vida. Quando eu levo ela para esse estado, ela pega como se ela terceirizasse pessoas aqui para falar sobre algo que ela não teve coragem, mas traz a resposta que ela queria.
Sabe o que eu tô achando de você? É muito interessante. Tem muita gente que pode estar te julgando agora. Eu tô achando você a pessoa mais racional que tem. Porque, no fundo, no fundo, você não é a louca da... Não é louca. Julgamento também, mas assim, que a pessoa poderia falar. Na verdade, você tá falando, cara, se a pessoa acredita que ela foi um cachorro no passado, a informação que eu preciso é só o sentimento... É o sentimento. De como ela...
Chegou nisso. Isso. E como que ela, nesse sentimento disso, pode mudar ela hoje? Isso, total. Total. Total. Total. E aí, minha cabeça tá no caralho ainda, o negócio que você falou lá do... Vamos voltar, vamos voltar pra igreja já. É, porque... Entendi, é um acesso de frequência. Um acesso.
Mas me volta aqui um pouquinho. Que é natural e não sobrenatural. Que é natural. É natural. Todo mundo, quando entra no estado de transe... Estamos falando de estado de transe. Não necessariamente. Estado de transe, a pessoa fica mais sugestiva. E ela pode, então, ela pode querer estar nesse estado. Tá. Mas existem pessoas que nascem com isso. Não tem, por exemplo, nós temos cinco sentidos. E um músico, ele tem uma percepção auditiva que eu não tenho.
Certo? Trabalhada ou nascida? Pode ter nascida, pode ter trabalhada. Mas tem gente que tem naturalmente. Pô, ele consegue ouvir o som, as notas musicals. Pra mim é tudo igual. Ele é neurodivergente, ele hiperfoco e tal. Ele tem isso. Tem pessoas que lá trabalham com o negócio do paladar. Ela sente o paladar. Sim. Eu não, pra mim é tudo igual também. Não sinto esse negócio aí. Mas eu posso desenvolver.
Então, quando a gente fala sobre essas percepções de clarividência, clarividência, essas percepções, essa sensibilidade que a gente chama de mediunidade, não tem nada a ver com espiritismo, tá gente? Isso é importante também você saber que está assistindo aí. Mediunidade, espiritismo é uma religião, né? E que acessa e tem as crenças deles ali sobre outras vidas, mas a mediunidade nada mais é do que essas percepções que o ser humano tem naturalmente. Por que eu falo que é natural? E agora eu vou provar para vocês.
Nós fazemos parte da natureza. Quando você pega, por exemplo, animais. Os animais são extremamente paranormais. Eles sentem a doença, eles sentem se está vindo um acidente, vai acontecer alguma desgraça, eles sentem a questão do clima. É tudo natural. Por isso que o gato era sagrado. Né? Então, assim, um animal não foi manipulado para sentir isso. Ele não treinou. Ele é. Tanto que o cachorro está latindo por nada, às vezes. Nossa, eu assisto uns vídeos no TikTok do cachorro vindo salvar um negócio das crianças, assim, que absurdo.
Ele vê outra dimensão. Ele pega o campo aqui rapidamente. Mas foi o que eu falei do tal do Rick Rubin. É aquela coisa de, na natureza, talvez ele abre um campo pra ele. Ele tem essa percepção. Ele tem essa percepção. Por que geralmente animais, quando vão em veterinário, o veterinário que tá me assistindo nesse momento pode falar aí que é verdade. O dono vai lá no veterinário e leva o cão com câncer. Sei lá, uma doença, alguma coisa. Meu cão tá estressado.
É o dono que está estressado. Ah, com... O cachorro, ele só absorve o que está acontecendo aí de casa. Meu cachorro é muito ansioso, dá mó dó do Uber, velho. Ele está pegando a tua ansiedade. Pra caralho, velho. Entendeu? Está começando a misturar remédio com bebida também. É, então. Está foda. Não, desculpa. Vai.
Coloca a bebida na ração. Mas assim, e as crianças também são. Só que o que acontece por causa da igreja? Eu quero chegar nesse ponto importante, entendeu? A gente quando vem de uma cultura que é cristã, que bom que está mudando bastante esse negócio, mas assim, já foi muito mais. Então você automaticamente por ser criança e falar, mamãe, eu estou vendo algo, ou eu estou ouvindo vozes, ou eu estou fazendo isso, isso é do demônio.
Ou é do demônio ou tu é louco. Quem é que quer estar nesse lugar? Ninguém quer estar nesse lugar. Eu faço o que? Eu bloqueio o que eu sou, naturalmente. Claro. Acabou. Porque você é dono do seu corpo, você pode bloquear isso. Mas o que é uma criança que está ouvindo vozes? É uma criança, por exemplo, Chico Xavier tem essa história. A história do Chico Xavier não foi conduzido dentro de uma religião, eu sei como ele foi. Ele levava a garfada no abdômen, inclusive, quando ele falava que via pessoas mortas. Ele levava o garfo, a madraça furava a barriga dele.
Ah, sim, sim. Porque ele dizia que era coisa no demônio. Então ele não foi estimular. Diferente de uma pessoa, ah, eu nasci numa casa de umbanda, minha família sempre foi de umbanda, e eu incorporo não sei o quê. Tudo bem, mas de certa forma, você já foi conduzido dentro desse... Induzido a. Ah, né? Agora, quando você pega, por exemplo, pessoas que nascem dentro de um sistema católico, evangélico e têm essas percepções, elas são bloqueadas automaticamente.
E ele morre, ele vai para a bebida, ele vai para o álcool, para a droga, para qualquer outra coisa, porque ele não sabe lidar com o que ele tem, porque ele é julgado por isso. Então, ele fica com medo de falar e não fala mais, ele se trava. Quando ele vem para a parapsicologia, eu vou te ensinar a lidar com o que você tem. Você não é louco? Porque eu vou fazer toda aquela investigação.
Se eu entendo que você não é uma pessoa esquizofrênica, ok? Ok. Primeiro você vai para a ciência, depois você vai para... Sim, eu não vou te diminuir como ser humano que você está vendo uma coisa. Jamais vou dizer que é coisa do demônio. Sim. Eu vou... O que você quer fazer com isso que você está vendo? Primeira pergunta. Porque a pessoa pode falar, eu quero bloquear, não quero, eu sinto medo. Teu direito. Diferente de muitas casas também de umbanda.
Eu estou falando aqui porque eu acho importante, eu vou falar dos evangélicos, eu falo de todo mundo, porque eu não tenho nem religião, tá? Quer me julgar, julga. Mas assim, eu estudo muitas religiões que eu gosto do estudo.
que dizem que se você tem o dom da incorporação, você tem que, então, servir o lugar. E o Kumi não fala muito sobre isso, ele é maravilhoso. Ele é um cara sensacional e ele é um dos poucos que dizem você não tem que nada... Eu ia falar um palavrão, mas enfim, você não tem que nada.
Você não tem que nada. Se você quiser, você desenvolve isso para ajudar os outros. Mas a pergunta que eu faço, isso que você está tendo agora, ajuda você em quê? Porque o que adianta eu querer ajudar os outros se eu não consigo me ajudar, se a minha vida é uma merda. Então, assim, quem dá o que não tem é ladrão de si mesmo. Não, concordo, concordo. Mas eu quero voltar numa coisa que eu achei impressionante, Tati.
Vamos lá. O cara tá lá, então... Vou voltar um pouco antes do pastor. O cara tá lá, você consegue acessar o teta, pelo que eu entendi, né? A pessoa tá no beta. Então, qualquer coisa... Eu falei transe e a gente saiu desse assunto. Não é transe. É o estado de transe. É, mas é um estado de... Meditativo. Isso. Que...
Relaxamento profundo. Relaxamento profundo. E nesse estado de relaxamento profundo, você pode, de alguma maneira, acessar o seu passado. Isso. E acessando o seu passado, porque seu estado está... Você tem gente que vai lembrar de 1996, quando eu estava em casa brincando com o carrinho, e tem gente que vai acessar... Porra, eu era escravo. Sim.
Mas aí você me fala, pô, mas aí é a crença de cada um. Então a pessoa consegue criar um passado que nem existiu? Não que não existiu, porque se a pessoa, eu falei nessa questão de acessar o passado e ser, que ela tenha vivido no passado, se a crença dela for essa. Ah, eu acredito em reencarnação. Então eu vou usar isso que você acredita para te ajudar. Agora, se for um católico, então o católico ele acessa memórias ancestrais.
Então você pode ter acessado uma memória que aconteceu com o seu Tata, Tata, Tata, Tata, Tata.
Mas aí me complicou. Me ajuda nisso. Porque, assim, até onde vai minha mente? Essa é a minha pergunta. Então, esse é o negócio. Não existe limite. Porque a nossa mente nada mais é do que uma soma de tudo que a gente já vivenciou. E não só nós. Nós, os nossos ancestrais, a gente traz essas coisas inconscientemente. Sim. Inconsciente. Inconsciente, né?
Por isso que existe, né, que a gente fala, né, da mudança sobre essa questão da consciência, né, da consciência das pessoas, então, você atinge um certo número e as pessoas tendem a mudar um pouco mais suas percepções de vida. Nesse sentido, a gente faz isso com a nossa família, que a igreja vai falar que é maldição familiar.
Então, você não se livra nunca dessa maldição, mas nada mais é dentro da própria psicologia que você simplesmente é uma pessoa que vai rastreando as informações que teus pais te dão e você tende a replicar. O que você pode fazer a partir do momento que você não quer ser como seus pais é você ter consciência sobre o que você está fazendo e a partir disso mudar, através da repetição, e aí vai para aquela questão toda de exercício, igual da academia, um novo padrão. Tá.
Mas nós somos ensinados, nossos pais foram ensinados, passaram pra gente o que eles ensinaram, e assim a gente vai passando pra frente, né? Eu concordo. Mas a gente pode acessar essas memórias também. Talvez eu precise abrir até a minha cabeça nisso, porque na minha cabeça eu entendo todos os traumas que estão no meu... Outro dia eu botei um trauma na cabeça do Gabriel. Eu, meu filho, sem querer, eu olhei e falei, puta, entrou um trauma, e só com regressão vai tirar esse trauma ou estudar sobre isso.
Mas eu enfiei um trauma na cabeça do Gabriel que ele tem medo de elevador até hoje, porque, de alguma maneira, eu fodi a cabeça do meu filho. O que você falou pra ele? Pois é. Não é, cara. É que assim, a cabeça da criança é muito rasa. Tá crescendo. E aí, um dia, meu filho, sem querer, entrou no elevador. Tava eu e a Babá batendo papo. E o Vasco, hein? Meu filho entrou e o elevador tava pro décimo terceiro. E foi. Ele sozinho.
E aí eu e ela falou, fodeu. Porque vai que ele abre a porta lá no 13º, sai. Sei lá, o que pode acontecer. Então vamos apertar o rápido pra ele descer de volta. E o meu maior medo era abrir o elevador e não tá meu filho. Porque se volta o elevador não tá ele. Então na hora que ele volta, eu e a babá a gente tá com uma cara de muito assustado. E ele tá com uma cara de foi a melhor viagem da minha vida.
Só que na hora que ele olha pra gente, ele fala, então o elevador é ruim. Então ele criou um bloqueio, que depois tem que ser retratado. Tem pessoas... Eu saquei na hora que eu criei um trauma. Tem outros pais que não iriam perceber isso, e depois falam, ah, meu filho é fresco. Sim. E aí você vai fazer uma regressão com a Tati, aí teu filho um dia vai voltar e fala, não, vi aqui o elevador e o caralho, você descobre. Mas quando você fala pra mim, descobri, porra, que o maluco era a rainha da Inglaterra em 1632,
me dá um pouco de questionamento que eu falo assim, porra, mas daí é uma mentira. Pode ser, é isso que não importa. Tá. É isso que não importa. A pessoa pode ter... Porque assim, deixa eu explicar uma coisa. Você só pode, mesmo que você crie, tá? Sim, você pode criar. Não estou nem dizendo que não. Porque não tem problema nenhum. Não tem problema. Porque o que acontece, não é sobre a criação. A criação, ela faz parte, porque você só consegue criar tudo que está dentro do teu campo, da tua realidade.
Vou dar um exemplo pra ti. Você imagina que tem uma criança de sete anos com a idade do teu filho?
Oito agora. Imagina o teu filho tá sentado na mesa, de repente ele olha pra tua esposa, pra Emily e fala assim, mãe, o que que é virgem? Meu Deus virgem. Emily já vai se suar frio, que é de onde que o seguri tirou isso, onde é que ele tá vendo isso, que será que é pornografia na internet? Já começa a ansiedade bater. E ela só um azeite. Exatamente. E daí ele pega, mas tá escrito extra virgem ali, mãe, por isso que eu queria saber.
Porque a criança, nós somos crianças também, sempre somos, porque sempre somos aprendendo, percebe? Mas a criança, só para vocês entenderem o que a gente faz, que é a nossa mente, é o que exatamente essa criança faz. Quando eu aciono uma pergunta, eu não tenho como acessar sexo se eu nunca tive o sexo.
Eu não consigo entrar nesse lugar. Agora, Emily, sexo, virgidade, meu, já assinou um monte de coisa com a palavra virgem. Ele, não. Era aquilo ali. Extra virgem. Então, é o azeite extra virgem. Então, a gente, quando trabalha com regressão de memória, e você, por exemplo, a Ayahuasca, ela faz muito isso, que é um chá xamânico, que faz as pessoas terem muitas dessas memórias, saem muitas coisas. Muitas coisas.
Só que sempre sobre a emoção que aquilo te traz. Porque quando você vai para esse lugar de acionar subconsciente, as memórias que você traz é um englomerado de coisas que você, de alguma forma, já vivenciou e você não sabe. Mas não importa se foi numa vida passada, não importa se você criou ou se a sua ancestralidade foi e chegou a ser um rei ou um escravo, isso não importa. O que importa é a emoção que você criou com essa mensagem. Porque mesmo que você queira mentir,
Mesmo que você queira inventar uma história para parecer ser muito especial, eu vou pegar a tua vulnerabilidade ali.
Nossos filhos crescem rápido demais, né? Num dia eles dependem de você pra tudo, no outro já querem segurar o copinho sozinhos. E é pra acompanhar essa fase dos pequenos crescidinhos que chegou mousse e ninho. A combinação da nutrição de mousse long com carinho de ninho, feito pra misturar no leite e beber no copinho. Gostoso, cremosinho e fortificado com nutrientes que contribuem para a imunidade e o desenvolvimento dos ossos. Esse sabor icônico vai surpreender. Conheça!
Mas essa é a minha dúvida. Tá do caralho esse papo. Exatamente por isso que eu tô com muita dúvida. Que é o seguinte. Esse braço é meu desde o dia que eu nasci. Por que que a minha mente não é a minha mente desde o dia que eu nasci? A minha mente, ela pega coisas do passado. Entendeu meu ponto? Por que que a minha mente pega o meu tataravô? Por que que a minha mente pega...
o Maurício de 1832, um Camelot, sabe assim? Sim. Por que eu vou para lá? Sim, mas é porque você está colocando como se a sua mente partisse do princípio, ela parte de um início ali, né? Tipo, se você nasceu e você iniciou o play. Isso. Você está partindo dessa... Racionalmente falando. Né? Então, esse é o jogo da ciência. Já dentro de outros jogos, a gente vê a criança como uma consciência e não como uma criança.
Joga para mim, solta isso. É uma consciência. Então, quando eu vejo uma criança, porque, por exemplo, assim, olha só, se partisse o play do início de todo mundo, vão pegar lá uma mãe que teve gêmeos, vitalinos, nasce com o mesmo DNA, mesma situação financeira, mesmo pai, mesma mãe, mesmo tudo.
Só que eles não vão ser iguais. Por que eles não vão ser iguais? Porque a forma de pensar de cada um é diferente. E por que a forma de pensar de cada um é diferente? Essas perguntas a gente tem que se fazer. Eu não vim aqui com certeza de nada, eu não tenho certeza de nada, eu quero só ajudar as pessoas. Vamos embora. Mas o que a gente pega? A gente precisa fazer, já que a psicologia parte de observação, observe essas coisas. Porque os irmãos são completamente diferentes.
De repente, se tem um pai alcoólatra, um pega e vira alcoólatra igual o pai e o outro nunca coloca álcool na boca. E por que eles têm essa percepção de um mundo diferente? Porque parte, talvez, de uma consciência que já viveu outras experiências e não necessariamente uma reencarnação aqui nesse planeta.
Então estamos falando de uma crença, ok? Isso. E a gente tem que respeitar todas as crenças. Todas as crenças. Porque tem gente que é espírita e que vai falar que a crença, na verdade, que você ressurge no outro corpo, tal, tal, tal. Essa crença aí que a gente está falando é uma crença que o estado mental, ou seja, o estado da consciência, ele é muito maior do que o seu estado físico. Isso.
É como se fosse uma continuidade mental de consciência. Que partiu de outras. Que agora está nesse físico e daqui a pouco vai estar em outro físico. Porque a regressão, a reencarnação, ela vem nesse contexto que é perigoso muitas vezes. Porque assim, o fanatismo em si, lógico, né? Mas é perigoso você acreditar porque tem pessoas que acreditam que eu estou num relacionamento abusivo levando na cara porque na outra vida eu matei meu marido. Então agora eu preciso pagar isso.
Então vai muito pra esse lugar. Por isso que eu não gosto de falar sobre isso, entendeu? Porque eu prefiro acreditar, trazer uma crença mais neutra, que é a crença que vai de uma consciência que já vivenciou outras questões, talvez nem com corpos físicos, outras coisas, mas ela vem com uma estrutura já meio que pronta sobre a percepção de mundo. Mas mesmo assim, Tati, mesmo que isso tenha acontecido, eu no passado, eu tomava porrada de italianos.
Então agora a minha missão é eu matar italianos, isso daí é uma crença tua. Não está escrito que é para fazer isso. Não está escrito, mas é como as pessoas interpretam. O problema da religião é sempre, ela não está preocupada com como você vai interpretar ou não e que tipo de situação isso vai te dar. Ela vai te jogar uma coisa. Claro, uma regra dela. Uma regra. Mas aí eu te pergunto, tu já pegou casos de pessoas que foram para um lugar que você falou, cara...
Cara, cara, eu tô muito... Que interessante isso daqui. Qual o caso? Que certeza, quando você senta numa mesa pra comer um frango a passarinho com a sua galera, as pessoas perguntam, Tati...
Aí você fala, cara, tem um caso muito foda que você vai contar aqui. Qual que é esse caso que você já olhou e falou, pô, já vi gente que achou que era o Albert Einstein. Já teve gente que teve famoso, que foi rei, que teve uma história, pô, que você fala, pô, não sei se é surto ou não, mas ao mesmo tempo é interessante que ele tá me trazendo.
É, por incrível que pareça, assim, as histórias, elas são mais comuns do que a gente pensa. Né? Chato, hein? É. Você esperando pegar uma parada, um livro novo. Não, não, e às vezes a gente cria muito... Por isso que veio o preconceito da profissão, inclusive. Por causa disso. Eu acho o contrário, minha opinião, sabia? Por causa disso. Porque se a totalidade da humanidade é comum, por que que todo mundo que faz regressão foi Dom Pedro I? Aí tu fala, porra. Então, mas não é.
Exato. É isso que eu estou dizendo. Por isso que confirma mais que o negócio pode ser... Não, não, não é. É, exatamente, entendeu? Porque realmente são escravos, é vida normal, vida comum. Uma pessoa que às vezes era morador de rua, vivia com isso tudo, então ela traz uma coisa de escassez, de falta de alimento, tem muito focado, pelo menos os que eu pego, são em coisas realmente que até justificariam uma questão dessa, entendeu?
Da pessoa ter vivido isso dentro da história que a gente vive da humanidade, né? Então sempre foram menos reis e mais escravos. Então...
Mas tem uma coisa do tipo que você tá falando do mental também que é muito louco, assim, por exemplo, o negócio de escassez. Se eu sou um cara que tem escassez, isso que eu queria saber é se tem uma indução do presente pro passado ou do passado pro presente, vou te perguntar. Que é assim, porra, eu sou um cara meio fodido de grana.
Eu sou um cara meio vitimista. Vamos botar assim, eu sou um cara meio vitimista, que o problema aqui é o mundo, não sei o quê. Tu vai sentar na regressão comigo e de repente eu vou falar, porque eu era um escravo. Eu não estou sendo vitimista também para tentar corroborar uma tese presente? Se você não ressignifica o porquê você viu que está sendo escravo, sim. Você aproveita dessa informação que agora você tem para continuar sendo o que você sempre foi.
Ou será que eu não quero ser escravo no passado pra justificar o meu presente hoje? Entendeu meu ponto? É quase como eu tô mentindo pro meu cérebro, falando... É por isso que eu sou assim. Eu era escravo. Só que nem era escravo. Na tua cabeça, tu criou o que tu era pra justificar. E aí entra aquela coisa do livre-arbítrio na escolha sobre o que tu tá vivendo. Então, você pode viver desse jeito, e aí você continua. Vou te ajudar do que eu tô querendo trazer.
O seu objetivo não é descobrir o que a pessoa era. Você não é... Pronto. Você era médico em 1645. Parabéns. Não é isso. Não. Não. Não é trazer um diploma antigo, não. Isso. Porque eu acho que muita gente está indo buscar um diploma.
Ai, que bom, fui lá hoje, amor. Agora eu entendi por que eu como doce o dia inteiro. Eu era Lancelot. Foda-se. Isso não muda nada na vida da pessoa. Não é um diploma que ela quer. Na verdade, não importa se você era Lancelot ou se você era escravo. O que importa é como que isso afeta você hoje, como a gente pode consertar você hoje pela crença merda ou não que você tinha no passado. É isso? Isso é uma das melhores coisas que a parapsicologia, das verdades sobre a parapsicologia.
Essas outras coisas são mais mentirosas, que fazem tirar a seriedade do trabalho. Quando você fala de escassez, é uma coisa muito legal para falar sobre isso, que é importantíssima, eu sei que vou ser cancelada, mas está tudo certo.
Relaxa, eu fui cancelar lá em Santa Catarina. É verdade, no lugar mais difícil do mundo o cara conseguiu. O quê? Ser cancelado. Santa Catarina? É, o lugar mais difícil de ser cancelado. Não é. Não é? Mas não é mesmo. Cadê o pessoal de Catarina? Eu amo Santa Catarina, mas vocês, durante anos... Não, aqui não tem mimimi. Sou o gordo.
É, Santa Catarina. Você faz uma piada com Santa Catarina. Meu irmão, meu irmão. Os baianos estavam me ligando. Você precisa de ajuda, Mauro? Porra, não pode falar de Santa Catarina. Santa Catarina é intocável. Tudo dodói os caras lá. Ficaram? Não, tudo não. Aí você me fode.
Aí, começou. Respeita Santa Catarina, babaca. Desculpa, gente. Desculpa. Não, mas assim... Mas assim, só voltando a essa questão do cancelamento, é que o que acontece? Quando você tem essas percepções, tanto de religião, aí vai para o mundo holístico, essa parte mística também, que daí as pessoas meio que vão pulando de crença por crença e vão sempre se achando um pouquinho melhores do que o outro, mas sempre estão presas no mesmo lugar.
Então, eu percebo que as pessoas trocaram a palavra pecado por energia. Puta, te amo.
Nossa, você vai ser cancelada por isso? Eu vou junto. Eu vou com você nesse cancelamento. Vamos embora. Eu não sei se você contém a mesma percepção que eu. Por que eu vou entrar nisso? Por causa da questão da esquecer que você falou, que é a minha forma, gente, a minha interpretação de ver a vida é baseada em tudo que eu já vi, tá? Então, presta atenção. Se você é do mundo do yoga...
Vai lá, Vila Madalena. Essa galera aí... Lucas do Mundo Pensante. É, yoga e tal. É excelente o trabalho de vocês. Eu conheço os grupos e tudo mais, né? Trazer pro presente e tal, meditação, cérebro. O mundo do próprio xamanismo, né? Que traz ayahuasca, rapé, todas essas questões também ajudam muito, curam muito. Eu participo de cerimônias, assim, às vezes, enfim.
Acho sensacional. Mas tem uma coisa que preocupa muito acontecendo nesse mundo, que é essa coisa de... E as pessoas não percebem que estão ali, tá? Então, antigamente, tudo era pecado. Ah, escutar música não sei o que é pecado, da igreja. A evangélica, quando veio pro Brasil, tudo é pecado, a roupa é pecado. Falar com teu parente é pecado, porque não sei o que... Tudo é pecado. As pessoas cansaram dessa porra. Ninguém aguenta, entendeu?
Porra, tudo é pecado, vão pular pro outro galho. Aí vai pro espiritismo, aí vai pular. Hoje tá todo mundo meio que nessa onda holística.
Todo mundo híbrido, eu acho, talvez. Aí a pessoa, você pega uma pessoa desse lugar, né, desse lugar, e aí eu peguei esses dias uma guria que chegou assim pra falar comigo, ela tinha vindo do Uber e ela usa bastante rapé e tal, é bem focada nesse lugar. Ela falou assim pra mim, meu Tati, tava dentro do Uber, ai, eu já tô com uma frequência baixa, assim, minha energia, porque tava tocando uma música lá, sabe, nada a ver, essas músicas do mundo, assim, sabe. E começou a falar assim, sabe. Aí eu olhei pra ela e falei...
Era a música que era o problema ou o teu julgamento sobre a música? Porque eu acredito que a escassez tem nada a ver com o dinheiro. A escassez está ligada à tua forma de pensar sobre a vida escassa. Então, quanto mais preconceituoso e escasso você é nos seus pensamentos, mais pobre, em todos os sentidos, você tem que ser mesmo.
Então, o que eu quero dizer com isso? As pessoas julgam muito, né? Ah, porque você vai num boteco de esquina, vai ter gente incorporando, que tem uns mortos lá que vão querer pegar a bebida. Tem umas crenças assim, que vão estar, que você vai levar aquela energia para casa, você tem que cuidar com esses lugares, porque tem frequência baixa. Eu falo, cara, a frequência baixa, ela está ligada no seu preconceito. Eu posso chegar nesse boteco e sim, olhar a questão de julgamento.
Ah, a roupa da fulana, que não sei quem está bebendo, está pegando quem, está não sei o que, olhando só as questões ruins. Minha frequência é baixa.
Sei lá, começa a ficar mal com aquilo, de alguma maneira, quer ir embora. Agora, eu posso pegar a alegria, eu posso pegar a piada, eu posso pegar o, pô, olha lá que engraçado, que é fulano, a música, a diversão, eu posso me ligar. Percebe que o mesmo ambiente, ele tem níveis de frequência. Você se conecta com o que você quiser. Sabe uma dica que eu dei para um amigo meu esses dias?
ele tava na dúvida de trair a esposa. Legal. Vamos lá. Quê? Matheus. Segura. Tinha um amigo meu que tava na dúvida de trair a esposa. E eu falei pra ele o seguinte, eu falei, caralho, posso te dar a melhor dica do mundo pra você não fazer isso, pra você não trair a sua esposa?
Porque, obviamente, tem uma coisa da dopamina, você quer trair, você quer ter desejo, eu entendo e respeito quem vai pra esse caminho e tal. Cartão fidelidade. Você ouviu? Claro. Cartão fidelidade é maravilhoso. Eu sou fã, pô. E o cartão fidelidade, que eu quero criar em breve, você vai ver, ele é pra evitar isso daqui que eu vou falar. Sabe qual é o problema pra mim da traição? Você vai me ver... O problema pra mim da traição...
é que você cria um estado mental de fuga e de medo que você leva isso pro teu sangue, pro teu corpo, pra tua alma. Porque quando você tá fazendo algo errado, você tá, de alguma maneira, o tempo todo meio que fazendo merda, né? Você tá meio que fazendo merda, vai trair, aí você marca um horário, aí você tem medo de ser perdoado. Isso afeta a tua energia vital.
Porque a tua energia começa a ser uma energia de culpa, uma energia de medo, uma energia de ser pego, uma energia não sei o quê. E pra mim, isso daí te tira uma paz de espírito que é muito pior do que se a minha mulher pegar ou não pegar, ou se... Então, assim, é mais sobre a energia que você atrai em fazer algo que pra você também é ruim. Porque a gente pensa assim, caralho, minha mulher vai sofrer. Vai também, é uma merda, mas e você também? Porque que energia merda é essa que tu fica o dia inteiro?
Então, o que você falou...
Tem a ver com isso. É como você encara... Tem gente que vai falar, cara, pra mim é de boa. Eu vou lá, tenho um combinado com a minha mulher. Vou, porra... Não, e não só isso. Deixa só um parêntese nessa questão de traição. Às vezes a pessoa... Pra você, seria um gasto de energia? Seria uma coisa que você talvez não conseguiria lidar? Seria um problema? É mais problema? Eu tô cheio de problema, quero a minha parte. Mas tem gente que gosta do risco...
Da adrenalina. Da adrenalina, do medo de fazer... De estar nesse lugar. Exatamente. Tem gente que gosta desse lugar. Por isso que eu ia falar. É dopamina pra pessoa.
É isso que eu ia falar. Então, cada um encara de um jeito. Tem gente que fala assim, eu preciso dessa energia porque minha vida está apática. Isso. Então, eu preciso disso. E quando eu trair, vai me gerar uma adrenalina que eu vou fechar 40 jobs semana que vem porque eu estou querendo. Cada um é cada um. É isso. Mas a tendência, ainda mais no meu amigo, eu falei, cara, tu vai ficar nesse lugar que é um estado... Então, é tudo mental.
Tudo. Então, assim, quando... E você vai absorvendo ali. É, porque tem gente que fala assim, não vai na... Eu já ouvi muita gente, até de pessoas que já sentaram nesse sofá. Eu até concordo com o ponto deles, mas pra mim, mais uma vez, é complementar o que você fala. Que o cara fala assim, cara, quando você vai numa casa de swing... Opa. Eu tô nesse... parece que sou eu, né? O cara que tá falando. Não, zero. A audiência tá achando que é seu amigo mesmo.
Falando com tanta propriedade. Não, mas... É seu amigo. Tá bom, Daniel. Mas, enfim.
Mas quando você está num... Foi a menina que estava aqui. A menina do swing, ela estava aqui, ela falou assim. Ah, porque dizem que casa de swing tem uma coisa de energia baixa e você vai para o inferno e tal. Eu falo, caralho, mas isso daí é como...
cada um encara. Se você é uma pessoa muito religiosa, talvez você vá pra esse lugar de energia baixa porque, de alguma maneira, você tá levando isso como algo errado, porque você já botou na tua cabeça que isso é um pecado. E você, como pecador, você tá atraído e você quer se culpar, se punir. E aí você abre o teu campo pra punições e tal. É isso? E aí um carro joga uma poça d'água em você e você fala, é a punição. Então você começa a reforçar. E tudo é crença.
E isso vai para um lugar muito legal para falar, porque é isso que tu está falando, é mais ou menos a explicação das pessoas que perguntam ah, mas por que aquela pessoa, sei lá, aquela prostituta, né, ela ganha dinheiro, ela se dá melhor na vida do que eu, que sempre fui certinha dentro dos valores religiosos da igreja.
Ou porque aquele cara é que mata pessoas lá, aquele muçulmano, aquele homem bom, não sei. Mas pessoas que não estão dentro de padrões que consideramos certo se dão bem na vida daquilo que também consideramos certo. Por que isso acontece? Então, é importante a gente entender que não é sobre o lugar que você está. Certo e errado é uma interpretação humana do que é certo e errado. Inclusive de matar. É a interpretação humana. Mas você sempre tem que estar dentro do que condiz com os teus valores. Isso sempre vai dar certo.
Enquanto você estiver andando dentro do que os teus valores determinam como correto, você está íntegro com o que você acredita. Se eu acredito que ser uma pessoa que ir lá matar as outras por causa da minha religião, eu acredito, eu tenho fé nisso, eu vou ter sucesso nessa porra. Acabou. Não é só... Seu razão. É isso.
Se eu quero virar uma prostituta e vender meu corpo, e pra mim tem que ser isso, meu corpo foi feito pra isso, eu gosto de... Eu vou ter sucesso, eu vou ser uma surficinha da vida, eu vou ter sucesso, porque eu não trago culpa. Agora, se eu sou uma mulher que tô na prostituição esperando que um homem vai me tirar de lado, um príncipe no cavalo branco, porque eu quero ser cuidada, fudeu. Desculpa a palavra, é essa. Isso serve pra tudo.
Tudo. Pra trabalho. Por que meu trabalho não dá certo? Porque você não tá no lugar que você queria estar.
e às vezes não vai estar nem sempre a gente vai conseguir, tá tudo bem mas você pode encontrar outras maneiras de você encontrar sentido pra tua vida também enquanto você não consegue estar, entendeu? você acha que o brasileiro tem muita crença limitante por conta da religião? muito, muito e aí eu te sugeri isso, um papo com outro amigo, tudo é comigo, na verdade sou eu são os amigos, a gente tem muitos amigos muitos amigos mas assim isso daqui é uma coisa que eu acredito, sou eu falando agora
Que é sobre a... Por que eu acho que o brasileiro, ele é um machismo, meu. Ele não é tão bem sucedido. Eu vou chegar na religião. Porque se você tem tantos dogmas, né? Que te repelem de você ser você. Tantas regras. É muito difícil você estar suficientemente...
feliz com aquilo que você quer propor para você mesmo. Porque você vai falar, eu quero fazer isso, mas eu não posso. Eu quero fazer aquilo, mas é errado. Se eu fizer desse jeito, vão me julgar. Então, o brasileiro, na verdade, ele tem um puta padrão católico. E o catolicismo já fez muita coisa boa também. Não é isso que eu quero dizer? Sim, sim. Mas que talvez atrapalhe ele. O cara da Escandinávia consegue as coisas. Porque ele já está à frente disso. A religião não é uma coisa que impede.
E a gente talvez não tenha tanto sucesso quanto um cara que seja mais extremista, muçulmano, judeu, seja lá o que for, porque não necessariamente a gente acredita nas crenças que são colocadas na gente. Então é muito normal você ir na igreja, mas trair tua mulher. Então desculpa, você não está dentro do que a igreja está dizendo. Então você não é uma pessoa realmente que está dentro da crença. Ah, faz sentido, faz sentido.
Você está o tempo todo lutando contra o que você acredita. Porque você acredita que você pode ir trair sem culpa. Mas a religião fala que não é. Então, isso faz você ir para um lugar de escassez também. Porque você não está condizendo com o que você é. Agora, você é uma pessoa... Meu pai, por exemplo, é um cara fiel, é um cara honesto, é um cara que está sempre ali do lado da minha mãe. Você vê que tem dentro das características dele...
Isso é natural pra ele, não é um sofrimento pra ele não trair. Não é um... Entendeu? É natural dele. Porque a mente dele tá bem resolvida. Tá bem resolvida com isso, entendeu? Então, eu sempre digo que é importante a gente falar sobre isso, porque a religião, eu acho que ela faz pior do que isso que tu falou. O que é pior? É você já nasce sendo pecador.
Acabou. Tu não precisa fazer nada. Tu é um bebê pecador. Tu já é um merda. Tu não presta pra nada. Esse corpo teu aí só vai apodrecer a carne. E essa vida aqui também é terra de prova e expiação. Aqui a gente só veio pra pagar pecado. Só vai ser feliz, talvez, se alcançar o paraíso quando morrer. Ou seja...
Essa ansiedade, porque a ansiedade ela está ligada também a essa questão de você estar sempre esperando o amanhã, o amanhã, o amanhã que nunca chega, né? E a ideia do paraíso é te colocar lá, né? Então, quer dizer, tudo que eu faço aqui é inútil. Porque talvez eu vou ser feliz lá na frente. Meu presente não é suficiente. Eu não sou suficiente, porque o meu corpo é nada. Cara, e assim, se você estuda biologia, eu estudei a vida inteira corpo humano, né?
Em mente humana. Então, quando você estuda o corpo, você vê a máquina que a gente é. É uma máquina isso aqui. Se você sabe lidar com essa ferramenta que é esse corpo, você vira uma pessoa assim, ó, que domina tudo. Tudo. Mas, Tati, eu vou ter que fazer a pergunta de um milhão de dólares. Claro. Que é o seguinte. E até uma coisa positiva que eu quero deixar para as pessoas que aqui assistem.
porra, descobri. Caralho, o Maurício tá encanado com o negócio do elevador. Sei lá. O Maurício, cara, fui atrás do Maurício. Maurício, por que que o Maurício é um puta ambicioso, louco, que não para de trabalhar? Porque eu, Tati, descobri, Maurício, que quando a gente fez uma regressão com você, você foi pra 1990, quando você tinha sete anos de idade e, de alguma maneira, a gente chegou em você, que você olhou pro teu...
amiguinho que conseguiu um trabalho, tirou 10, você tirou 5, e você está fodido e tal. Aí vem a pergunta. Como curar essa dor de 1990 em 2025? Qual é o processo? Antes de falar sobre isso, sobe essa caixa aqui, por favor. Caralho. Opa, é a caixa preta, hein, filho? É. É a caixa preta. Cara, agora eu entendi o João Kleber fazer isso.
Ah, é bom, né? Posso falar? Eu podia fazer sete merchan agora que todo mundo ia ficar pra ver o que tem nessa caixa. Daqui a pouquinho a gente abre. A gente vai abrir uma... Não, mas aí o cara passa. Mas ele não vai saber o momento. Esse é o momento de abrir. Esse é o momento? É. Você sentiu que era esse o momento? É. Vamos ver. Com cuidado, né? Ah, é? Tá. O cara quebra. Pule alguma coisa daí de dentro. Vai ser gente. Nunca mais volte pra Santa Catarina. Você não é mais bem-vindo. Você não é mais bem-vindo. Temos um papel.
Imagina, um pastel de carne. Caraca! Agora eu fiquei assustado. É dinheiro? Sou eu com sete anos. Não, com doze, na verdade.
Caraca, mas você descobriu o meu trauma. Imagina, o cara vai voltar. Vamos lá. Eu queria que você olhasse para essa foto, porque a gente fala de regressão, mas a gente fala de cura e a gente fala também de que passado não existe. O passado não existe, porque tudo acontece ao mesmo tempo. Então, o passado, o presente e o futuro estão sempre conectados dentro das emoções.
Entendi, não tem uma linha do tempo no que eu sou mentalmente, você quer dizer? Não, tudo é misturado. Então, por exemplo, quando a gente falou ali de ondas cerebrais, é importante que eu esqueci de falar que essas ondas a nível teta, até os sete anos você só tem essas ondas cerebrais lentas. Ou seja, elas absorvem tudo que os teus pais ou as pessoas que te criaram até os sete anos como verdade.
Eu fodi a cabeça do meu filho. Como verdade. A gente só desenvolve as outras ondas depois que a gente vai ficando adulto. E por isso que aquela verdade sobre quem papai era, mamãe era, o que estávamos fazendo dentro de casa, se torna uma repetição emocional, mesmo você não percebendo, sobre a sua vida. Vou dar um exemplo para as pessoas. Ah, nada a ver, eu sou totalmente diferente dos meus pais. As pessoas vão falar isso agora nos comentários.
Mas eu gostaria de trazer uma percepção para depois a gente falar sobre isso aí.
importante que assim, digamos que você sofreu um abuso na infância e nunca é sobre o abuso em si é sobre, de novo, como você percebeu esse abuso, então tem várias formas de perceber, eu posso ter subido o abuso sexual, eu cresço, aumento o meu peso porque eu acredito que o meu corpo causou aquilo, então agora a gordura é uma proteção contra o abuso eu posso crescer e me tornar um abusador porque fizeram comigo, vou fazer também
Eu posso crescer e me tornar uma prostituta porque agora eu entendi que meu corpo só serve para isso. Eu posso crescer... Então, percebe? A interpretação... Então, nunca é sobre o problema. É sobre a interpretação. Por isso que é importante a gente olhar o que é aquela consciência, aquela criança... Senão você cria uma regra que não é uma regra para todo mundo. Não existe a regra. Existe como você sentiu. O que você sentiu sobre o ato. Então, posso padronizar isso? Isso é muito particular teu.
Então, digamos que a pessoa sofreu abuso e para ela o abuso, ela se sentiu traída, porque era uma pessoa que ela gostava e ela cresceu e depois ela percebeu que aquilo era abuso e aquilo deu um nó na cabeça, porque para ela era carinho, então a traição foi a emoção que veio. E vida que segue, né? Passado é passado, né gente? Bota para debaixo do tapete, vamos seguir a vida e está tudo certo. Não quero mais falar sobre isso, o que a maioria acha.
A pessoa cresce e aí de repente lá na universidade e tal, não sei o que, ela tem lá um caso com uma menina.
e uma namoradinha e tal, que ela ama muito, não sei o quê, aquela pessoa fez algo para ela que, de novo, o sentimento de traição veio. É o sentimento, percebe? Os personagens trocaram a situação, mas o sentimento de traição vai voltar. Aí ela fala, quer saber de uma coisa? Estou de saco cheio, não suporto meu pai, não suporto minha mãe, aquele cachaceiro, aquela velha não larga dele, eu vou me mudar lá para a Suíça, porque eu estou cansada de todo mundo, eu vou embora do Brasil, eu odeio o Brasil, eu vou lá para a Suíça. Aí a pessoa vai mudar para a Suíça.
Como se isso fosse resolver. Entendeu? Por isso que eu digo. Sempre vai te seguir. Não tem como fugir de você mesmo. É, você acompanha você 24 horas.
Por isso que tem que se resolver logo. Porque não tem jeito, você não tem para onde correr. Vai para a Suíça. Se chegar lá na Suíça, você vai ter um chefe, enfim, que vai ser tão abusador quanto vai fazer você sentir traído de novo como aquela pessoa lá de trás fez. Então, quer dizer, sempre os personagens... Por isso que eu gosto de falar que o mundo, o Deus que a gente acredita, o que as pessoas acreditam, a criação, a força da criação, seja lá como você queira chamar, criou esse mundo, eu gosto de enxergar que é como se fosse um labirinto de espelhos.
Então, quando eu olho para o outro, nada que eu estou vendo mais é um reflexo de mim mesmo, de algo que aconteceu dentro da minha realidade, como o azeite extra virgem. Está dentro do meu campo. Não necessariamente eu sou igual ao outro, mas aquele sentimento, quando eu olho para ti, me traz um sentimento, um incômodo ou algo muito bom. Está dentro de mim. Ou dentro da minha história. Eu já percebi. Ou dentro da minha história. Eu pensei que eu tenho um hater, né? Entendeu?
E às vezes eu falo, por que o cara é meu hater? Porque talvez eu pareça com um moleque de 12 anos que ele conviveu. Total, é isso. E eu falo da mesma forma. Não, é isso. Você sempre está... Você é de forma... E por isso que a vida é tão perfeita. Porque é a forma que a vida encontrou de fazer você se curar e você não percebe. Então, assim, vem uma pessoa na tua frente que te traz algo. É para você olhar para esse algo e não julgar a pessoa. Ela só está te fazendo um favor.
Na verdade. Ela trouxe algo, se mexeu contigo. Agora, se não mexeu contigo, é dela. Mas se mexeu contigo, pode ser bom ou ruim, é teu. Então a gente vai ficar naquele lugar da homofobia que, na verdade, o cara que odeia tanto gay é porque tem alguma questão que ele, talvez, não está bem resolvido com a sexualidade dele. Muito provável, muito provável, tá. Então ele odeia ele? Ele se odeia. E por ele se odiar, ele odeia tudo que é dele e ele vai odiar o cara que aparece com ele. Total.
É muito isso, é muito isso. É muito profundo falar sobre isso, gente, mas é... Não, faz sentido. De alguma forma, esse olhar, se a gente conseguir ter mais esse olhar sobre o humano, e, por exemplo, essa tua foto aí me chamou muita atenção porque foi uma reportagem que você deu no Fantástico jogando videogame. Sim, sim. Você lembra o que você falou para o repórter? Você lembra que vocês estavam falando da mesma coisa, você e seus dois amigos, e cada um falou uma coisa?
Eu falo de forma cômica. Você lembra o que você falou? Pô, tu vai arrancar a cabeça do cara com o peteleco, óbvio que você quer uma mentira e tal, não sei o que. Não, tu não falou isso.
O que eu falei? Tu falou uma coisa que me chamou a atenção. Tu falou, nossa, sai litros e litros de sangue. Tu falou assim? É? É. Então, isso é muito legal, porque quando a gente olha para essa criança falando litros de sangue, tu está falando sobre algo que está vibrando na tua realidade, de alguma coisa que pode estar acontecendo. Não sei se, talvez, alguém que se acidentou, uma pessoa doente, alguém que falou sobre algo relacionado a isso, de repente, na tua infância, mas o teu olhar foi um outro olhar sobre o que os outros estavam falando.
Eu acho, eu vou te falar a minha visão. Porque eu lembro. Tu lembra? Eu lembro. E tu lembra o que acontecia? Eu adorava jogar Mortal Kombat, esse jogo, porque eu achava muito engraçado. Porque não tem como, num soco, tu arrancar a cabeça do cara, sair sangue pra caralho, tu achava aquilo muito exagerado. Mas aí tem a ver com o meu olhar de hoje. Aquele Maurício é o mesmo comediante de hoje que eu olhava e falava, puta jogo violento, e eu achava engraçado.
Por isso que cada um julga de uma forma uma coisa. Mas eu achava engraçado, igual eu fui cancelado na porra do negócio de Santa Catarina. Por que eu fui cancelado? Porque tem um negócio que é, estava tendo o dia da consciência negra, aqui agora, dia 20 de novembro, que é quando a gente está gravando aqui perto desse vídeo. E eu estava em Santa Catarina, e eu filmo. Eu acho muito engraçado o fato de ser um feriado.
negro. Que mais seja o nome consciência, você tem que ter consciência e tal, mas é um feriado negro que quem tá se privilegiando de alguma maneira em Santa Catarina, com certeza é uma maioria branca. Sim. Significa que eu acho que o branco tá errado? Não. Cara, o que teve de interpretação sobre uma coisa diz mais sobre a pessoa do que sobre mim. Porque pra mim, pra mim, a piada ela é simples. A piada é...
Caralho, é o dia da consciência negra. Quem está folgando, quem está tomando cerveja, eu e vários outros brancos, que nem estamos pensando como é que está o negro, que deveria ser um feriado para isso. A gente está, caralho, é feriado. Nem estamos pensando. Vamos comer picanha e tal. Foi essa a visão. Então, eu estou no estado predominantemente branco, mais branco do Brasil.
folgando e comemorando com uma galera que deveria ser um feriado negro. Essa é a piada. Chegou muita interpretação. E tudo que eu faço, você percebe que a comédia tem uma camada de interpretação que diz muito mais sobre a pessoa do que sobre aquilo que você quer dizer.
Teve gente falando, você quer dizer que a gente é nazista? Eu não disse nada. Por que você está falando isso? Você está querendo dizer que o preto deveria trabalhar nesse dia? Não disse isso. Então as pessoas começam... Teve preto puto. Trazer as suas crenças. Aí você vai falar, então por que você fez essa piada? Porque eu achei engraçado o contexto aqui. Se você levou pra cá, levou pra cá, levou pra cá, levou pra cá, é a tua interpretação do caso.
Nesse negócio aqui você teve uma interpretação. Talvez o Maurício pudesse estar vivendo.
uma questão, sei lá, de acidente, viu muito sangue e tal. De fato, eu falo que não. Mas para mim era só porque eu acho muito cômico isso. Mas eu entendi o seu detalhe. É, mas é legal também o que você falou, porque tu é o mesmo Maurício. Sou. Então, ali já diz muito sobre a tua essência, que o comediante, para criar boas comédias, ele é isso, ele aumenta as coisas para que elas fiquem legais. É uma intérmole. E o que você falou é isso.
Então, percebe? Tem uma ponte, tem uma conexão. Essa criança não está lá e você está aqui. Vocês estão juntos.
Então a gente tá trazendo... Sim, eu concordo. Você continua olhando pras coisas, aumentando elas pra que se torne engraçado. Isso é uma arte o que você faz. Mas não é perigoso a gente matar essa criança? Porque a gente mata essa criança muitas vezes. Se eu queria saber, você que lida com um cara de 60 anos que tá ali, você consegue me... Vamos lá. Puta, agora eu vou fazer uma pergunta bem boa, hein? Daquelas que eu faço a cada dois anos.
Vamos lá. Prepara aí, galera. A última vez que você fez a pergunta boa foi nessa foto aí.
Foi isso que eu fiz a pergunta boa. Vamos embora. Virou corte. A galera falando, o Monaco te arrebentou. É verdade, você foi humilhado. Ele te engoliu. É o seguinte. Quando você pega uma pessoa, e eu acredito que você pega pessoas de idades distintas, mas você falou no caso de um cara de 60 anos de idade. E aí você regride esse cara lá para 8, 10 anos de idade. Você acha...
que esse cara de 60 ainda é uma criança. O que é isso? Porque você volta para trás. Quem somos nós? Passado, presente e futuro. Isso que eu queria entender. Eu entendi já que a mente não tem espaço-tempo. Perfeito. Estou dentro de você. Mas a gente tenta anular esse passado. A gente ainda é a criança. No fundo, todo mundo é uma criança com responsabilidade. O que você tem de observação?
na sua vida. Quando a gente fala de terapia, é justamente isso, é trazer as pessoas para um olhar de consciência sobre quem é. Então, o que é ter consciência sobre o que a gente é? Porque senão, a gente entra num estado sempre de autossabotagem, né? A gente fica se autossabotando o tempo inteiro e a gente não trata exatamente o que deveria. Vamos dar um exemplo aqui. Então, por exemplo, a pessoa, às vezes, ela está falando que ela quer um relacionamento.
Ela quer ter um relacionamento. Não, eu quero casar, eu quero ter filhos, eu quero construir uma família, eu quero... Mas eu não arrumo ninguém.
Eu não consigo arrumar ninguém, não consigo arrumar ninguém, é tudo difícil, homens não prestam, mulheres são interesseiras, homens são vagabundos. A gente vai para aquelas narrativas redpill. Então, o que acontece? Quando você pega essa pessoa, a infância dela, muitas vezes, o que ela viu lá...
Ela está repelindo inconscientemente. Ela quer fazer tudo diferente do que os pais faziam. Muita briga, traição, meu pai batia na minha mãe, enfim, aquela loucura toda que ficou muito dentro da cabeça dela, por mais que ela nunca mais viu o pai, a mãe, o pai, a mãe morreu, não estão mais aqui. Mas inconscientemente, ela fala que quer se relacionar, mas não tem ninguém bom o suficiente. O não ter ninguém bom o suficiente é a autossabotagem.
que ela criou para não entrar naquilo que ela repele, por mais que ela diga que ela queira. Então, é mais ou menos isso. Mas por que a pessoa está presa e como é que a gente faz para destravar isso? Primeiro é a pessoa ter consciência que ela está fazendo isso, que ela não tem essa consciência. Consciência sobre o que a gente faz é quando você se consegue, como se fosse um game, que você se olha de cima, você consegue ver a sua história de cima e como você vai reagindo. Agora eu tenho consciência. Pô, eu era uma pessoa, eu, vou falar de mim.
Eu sempre fui uma pessoa muito reativa. Então, a minha comunicação sempre foi muito, assim, dura. Eu me protegia falando. Eu tinha o apelido de Tramontina. Tá. Se revida na hora. Só que pra mim é tipo, ah, eu só sou direta, né? Eu sou um pouco assim. Sou direta. Eu não sou reativa. Tá. Eu não sou grossa, eu sou direta. Entendeu? Entendeu? Eu sou não, entendeu?
Enquanto eu estou nesse dilema, eu estou sendo o que? Simplesmente me auto-sabotando de não enxergar quem eu sou e não resolver essa questão que muitas vezes aqui, a minha cura está justamente ligada muitas vezes à minha missão de vida. No meu caso, a comunicação. Demorou muito tempo para descobrir isso.
Quando eu comecei a me enxergar, começa a vir a vergonha. Porque daí começa, tu começa, pô, por que eu falei assim com a pessoa? Não precisava ter falado desse jeito, não. Que vergonha, cara. Aí você não tem mais como voltar atrás. Você vai fazer algumas vezes ainda, só que agora é consciente. Então, a forma consciente que você vai dando para a vida é como se você tivesse, então, ao invés de ir na forma automática, que é escovar o dente sempre com a mão direita, você começa agora a escovar o dente com a mão esquerda.
Isso aqui é consciência. Pô, vai ser difícil pra caramba, né? O dente não vai ficar limpo.
Pô, que dificuldade que é. Você vai treinando, treinando, treinando. Então, quando você começa a ter vergonha sobre suas atitudes, é o primeiro passo da consciência sobre você mesmo, o autoconhecimento sobre si. E o segundo passo é mudar, então, a forma de falar. E eu precisei me restabelecer, eu precisei mudar a minha comunicação, eu precisei entender tudo isso que eu fazia, que eu estava sendo reativa, eu estava me protegendo das pessoas sem uma necessidade.
Então, você está me respondendo aquela pergunta que eu fiz, né? Que é tipo, eu descobri que o menino Maurício... É tipo...
A gente faz uma regressão, então, na verdade, para pegar a causa do Maurício 2025. É isso que eu estou entendendo. Como o Maurício enxergava a vida com sete anos, não agora? Se você sai para uma regressão com um olhar de Maurício, quantos anos? Sete. Agora estou com 42. 42 anos. E aí você, por exemplo, vai para a regressão com 42 anos, não dá.
Porque não é a mesma percepção de mundo. Uma criança enxerga o mundo de uma forma muito mais intensa. Por isso que gera o trauma. Tudo para a criança. O pai é o Deus, a mãe é tudo. Aquilo lá, o mundo dele é aquilo lá. Então, aquilo lá é muito intenso. Por isso que eu preciso baixar a frequência, conduzir a pessoa para aquele lugar, para ela tentar tirar de dentro dela. Por isso que vem o choro. Sim, você está fazendo uma terapia com o Maurício de sete anos. Com o Maurício de sete anos. Mas para 2025.
Você não vai melhorar o Maurício de 7 anos, você vai melhorar o Maurício de 42 anos. Porque se eu quiser você enxergar... Ele vai me dar a dica, o Maurício... Ele vai te dar, porque ali começou tudo. Eu vou para a origem do problema. Sim. Então, quando você perceber, poxa, eu tentava então... Então, quer dizer, digamos que eu sou criada por uma família muito perfeccionista, que me cobra muito, eu tenho que tirar 10 na escola. Aqueles pais que botam o filho na escola particular e o filho vira o troféuzinho.
Ai, meu filho faz piano, faz inglês, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. Então, o filho nem queria estar fazendo isso e ele está sofrendo com isso.
Tem crianças que suicídos se cortam em escola particular por causa da cobrança excessiva de nota, né? E é uma cobrança muito grande. E aquela criança cresce ali naquele ambiente e ela meio que vira um robô automático de sempre ter que entregar o melhor, o melhor, o melhor, o melhor, o melhor. Até que aquilo vira um estado mecânico. Ela não percebe isso. Isso não é uma percepção. Isso é inconsciência.
Então, ela leva isso para a vida dela. Tudo tem que ser o melhor, tudo tem que ser perfeito. Não que isso seja ruim, isso não é ruim, mas até que pontos tem que... A dificuldade é lidar com o erro, né? Eu errei, tá? E daí, eu assisti um vídeo teu que chamou atenção até para esse ponto. Teve um dia que você estava de folga, e você estava fazendo story meio que tipo... Sim. Cara, eu estou de folga. E...
Tipo, eu tô meio que me sentindo inútil. Pra caralho. Por estar de folga. Mas olha que... Na hora eu falei, eu tenho que falar isso pro Maurício, porque eu pensei assim, cara, olha que louco isso. E você trabalha com algo que você ama. Amo. Você não deveria estar se sentindo culpado por não estar... Você não precisaria estar de folga e parar de fazer o que você ama, tá entendendo?
É por isso que eu estava mal. Porque eu falei, por que eu estou de folga se eu amo fazer o que eu faço? Porque eu entendo a folga que vai ser maravilhoso, você dar champanhe e tomar cerveja, comer linguiça, se eu estiver trabalhando em um lugar horrível, que eu não gosto. Então eu preciso dessa folga, porque eu preciso me restabelecer e voltar à vida.
Agora, olha que maravilhoso que seria se todo mundo trabalhasse naquilo que dá tesão. Você não precisa ter folga, porque isso não faz mal para você. O que faz mal para você é o trânsito, as pessoas, é o cara que... Perfeito. Está entendendo? Você sacou, já falei isso até em terapia. Que é o seguinte, na verdade é... Para mim, toda oportunidade é uma oportunidade de eu trabalhar. Porque eu não trabalho só com comédia. Muita gente acha que eu só fico o dia inteiro escrevendo piada.
Eu tenho uma porrada de atribuições. E essas atribuições que são as chatas merecem folga.
Exatamente, total. Beleza? A reunião que eu vou ter que fazer com o cliente, que é uma coisa necessária. Ou, pô, tem uma produtora aqui, eu tenho que cuidar do projeto, do cacete e tal. Tem coisas... É um evento que a gente está fazendo e tal. Tem várias atribuições. Mas quando eu estou na praia, eu não desligo o cérebro e falo, ah, eu vou só curtir a praia. Eu falo, por que a praia tem... Cara, eu podia fazer... Eu sempre estou ligado. Então, quando eu estou parado 100% do tempo...
eu fico meio tipo me sentindo inútil. Porque eu falo, por que eu não estou com uma caneta aqui escrevendo? E você traz uma cobrança totalmente inútil que você não precisava estar tendo. Você poderia estar escrevendo, então tudo bem, isso te faz bem. O que te faz bem, faça. Sim.
Ponto. Entendeu? Pô, eu gosto de trabalhar porque eu trabalho de segunda a segunda. Tu gosta do seu trabalho? Trabalha de segunda a segunda. Você gosta de ficar e tem que enfocar. Não. Está te fazendo bem. Agora, se a tua saúde mental está indo para um lugar difícil, com certeza, você faz o que você ama, não é o seu trabalho. São outras questões. Se isso está te gerando pressão e problemas, isso pode ser um fator. Eu entendi. Maravilhoso o que você falou.
Quer dizer, quando você faz uma regressão, você vai buscar o sintoma e você vai buscar o sintoma.
em 1995, que pode resolver o seu 2025, que é exatamente por isso que o sentimento não tem linha do tempo. Não tem linha do tempo. Matou. E aí eu te pergunto, tá, tu descobriu. Legal pra caramba, você vai cuidar agora pra resolver a situação. Como que você faz pra ir pra trás? Porque assim, vamos lá, eu tô aqui agora. Se você falar pra mim, agora que vem uma pergunta boa também, mais uma, hein, anota. É difícil acertar duas assim.
Essa aqui é boa. Já cancela a próxima entrevista que eu não vou conseguir fazer. Não, não vai ter mais. São duas boas numa. Vou fazer o ucariano já. Vou fazer ucariano, não vai ser bom. Seguinte, Tati. Se você falar pra mim, Maurício, qual a sua lembrança mais antiga?
Puta, eu vou falar, meu aniversário de sete anos de idade, eu tava no bolo, e eu vejo, sei lá, uma criança pegando o pratinho e tal. E depois? Depois eu vou falar, cara, tem isso daqui e tal. Eu não consigo ir lá pra trás. Claro. Acho que todo mundo aqui não consegue ir lá pra trás. Sim, sim. Como que você faz eu ir lá pra trás se eu acho que nem existe o lá pra trás? Como que eu entro no lá pra... Eu consigo entrar no... Você consegue fazer eu lembrar do meu aniversário inteiro de três anos de idade?
Não é assim. Primeiro que tudo, por isso que eu digo, a ferramenta regressão não é para todo mundo. Assim como a psicologia não é para todo mundo, assim como tomar medicamento não é para todo mundo. Ela é uma ferramenta, apenas uma das, que ajuda as pessoas. Então, se você for conduzido no estado de relaxamento profundo, primeiro você tem que fazer isso. Baixa a frequência da pessoa. Então, uma coisa legal que a gente não falou isso, que as igrejas fazem. Então, para vocês verem que é tudo uma questão de técnica e estratégia.
E é importante a gente falar isso. Pastores, eu não posso deixar de falar isso, eles têm esse conhecimento e as pessoas não têm o conhecimento. Isso se torna uma arma. A igreja é um local totalmente de condução para baixar a frequência.
a música que toca, a luz mais baixa, a repetição do pastor. As pessoas já estão sugestivas, ela quer a cura, ela quer a resolução do problema e ela joga isso no pastor que diz que fala diretamente com Deus porque ele é um profeta. E as pessoas tendem a acreditar, só que às vezes o pastor pega uma pessoa lá, por exemplo, eu falo isso por conhecer, e ele descobre que um cara muito rico está começando a frequentar a igreja. Ele pega o nome desse cara e ele vai no cartomante.
E ele aciona o campo do que pode estar acontecendo na vida desse cara. Se lá vem a traição, vem alguma coisa, vai aparecer. São outras ferramentas de acesso à informação. E ele, num momento do culto, fala, porque Deus me disse que aquele cara lá atrás, aquele irmão. Aí o cara, porra, ele não conhece a ferramenta do... Ele não conhece. Onde que ele pegou isso? Deve ser de Deus mesmo, esse cara. Eu não estou dizendo que não tem, tá, gente? Pessoas que são espiritualidade. Relaxa. Deixa, deixa. Mas assim...
Foda-se o que ele está escrevendo. O importante é vocês saberem que eu quero ir naquela igreja, vai, mas vai consciente do que está sendo feito ali. O que ele está fazendo ali nada mais é do que técnicas de parapsicologia, como telepatia, clarividência, claudia audiência. Manipulação. Manipulação, hipnose, entendeu? Porque a pessoa está sugestiva, baixou a frequência, eu conduzo ela para onde eu quero.
Então esse é um negócio, por isso que é um trabalho de muita confiança com o parapsicólogo. Porque eu vou baixar a tua frequência dentro de uma sala com luz baixa, a música vai induzir, a minha voz baixa também, e a gente começa a conversar, e você vai três, dois, um, e você vai baixando a frequência da pessoa, ela vai descendo a escada. Quer dizer, a balada ia dar muito mais certo se fossem as músicas assim, porque o cara ia chegar nas manhã muito mais fácil, porque ele ia manipular ela mais... Concorda?
Fazer uma balada, todo mundo falando baixo, baixou a frequência, e aí, gata, vamos sair, vamos sair, lógico, agora estou manipulada por você. De alguma maneira? De alguma maneira, quando o homem fala baixinho no ouvido, a gente, né, meninas? Talvez seja isso. Entendi, piadas à parte, entendi. Mas, entendi, então, existe toda uma estrutura pra fazer você estar sugestivo e vem junto com a tua vontade pra que você faça isso. Então, assim, às vezes a pessoa assiste vídeo de hipnose na internet, ai, olha o que ele faz.
todo mundo, ele faz milhões desse por dia, um que o cara dá certo, que é aquelas hipnose de show. São hipnose clínica, é uma coisa, hipnose de show é outra coisa, são coisas diferentes. Ele vai conseguir fazer, mas não são todas as pessoas, entende? Tem que estar permitindo também as coisas.
Então a regressão é só mais uma ferramenta. Se você permitir, através aí, eu tenho uma condução de uma reprogramação com falas, que eu levo você primeiro para o estado de relaxamento, onde você vai andando por um caminho, por outro, tem vários caminhos, tem escada, tem tri, tem um monte de coisa. Você vai baixando frequência. É só uma forma de eu levar o teu cérebro para o estado de relaxamento. Quando você chegou lá, a gente aciona o teu inconsciente e você começa a falar comigo o que você está vendo.
É isso que acontece. Então, dentro das igrejas, a incorporação e tudo mais, que as pessoas, o pastor vai falar que é o demônio e não banda, vai dizer que é uma incorporação de um orixá, de um... E por isso perigoso. Porque se eu tenho uma sala e eu sei as técnicas, eu junto todo mundo para entrar na minha...
forma de manipular, eu consigo o que eu quiser. Porque eu estou abrindo as suas portas, eu estou fazendo todo mundo entrar nesse modo teta que você está me falando, e eu posso falar que o mal de vocês, sabe por que vocês estão tristes? Porque vocês são Bolsonaro, ou vocês são Lula, e vamos votar no candidato, eu posso manipular a pessoa. Mas é isso que é feito. As pessoas estão em total...
sugestivas para tudo ali. Quando eu baixo a frequência com as músicas, e com a voz do pastor, repetição de voz, tudo isso é técnica que ele usa. Tudo que ele falar vira amém. Mas por isso que é legal trazer essa consciência, porque você, de novo, pode na igreja, pode, mas vai consciente que aquilo ali é uma técnica. Ele não recebeu isso porque ele é um profeta de Deus. Ele tem uma técnica que ele usa e pode ajudar.
Mas olha que bacana se eu tiver um espaço de uma igreja, um espaço, um lugar que eu acolho as pessoas, que a igreja faz o trabalho, que o SUS muitas vezes não faz. Sim. No sentido de buscar as pessoas, ajudá-la no estado emocional. Não tem psicólogo para todo mundo. É uma verdade. Então, quando a pessoa está desesperada, não sabe o que fazer, ela vai para a igreja. A igreja acolhe, mas manipula. Então, se eu puder falar para as pessoas, o que eu estou fazendo aqui vai ajudar, mas o que eu estou fazendo é uma técnica que eu aprendi, é muito mais verdadeiro, é muito mais íntegro.
Do que você jogar por milagre. Do que eu dizer que é Deus, entendeu? E para manipular, para parecer que só eu posso chegar nesse lugar. Sim. O que não é uma verdade. É por isso que eu estou aqui. Porque eu sou uma escolha. E vocês precisam ouvir o que eu digo. E não porque eu tenho um tutorial do que eu aprendi e eu posso passar para outra pessoa fazer também. Estudando e, enfim, desenvolvendo. Vamos lá. A pergunta que eu fiquei meio sem resposta, mas é porque eu queria entender. Quando você me acessa em 1993 na festa de aniversário. Tá.
Eu consigo visualizar tudo? Eu consigo visualizar pouca coisa? Como é que você entra? Depende da pessoa, né? Então, se você visualiza ali, por exemplo, a técnica... Você chegou e você fala, eu estou vendo um bolo de aniversário. Eu vou dizer, quem que está com você? Você está vendo alguém? Estou vendo o meu primo, sei lá. Só o teu primo ou tem mais alguém? Eu, meu primo e... Tem um palhaço correndo. Um palhaço. E você gosta do palhaço? Indiferente. Indiferente? É.
Teus pais estão contigo? Vou parar de fumar. Ela é boa. Imagina, eu tô... Não, não, é... Vamos lá, vou entrar nesse... Não, meus pais não estão comigo, meu pai é separado da minha mãe, mas está minha mãe. Ah, teu pai não foi no teu aniversário? Não foi. Cara, entendi o que você faz. Entendi. Você vai buscando... Não é que... Entendi. Porque você vai me trazer... Como você está nesse estado, você vai me trazer aquilo que foi uma dor.
Pra caralho, entendi o que você quer dizer. É, entendeu? Ali eu já pego o que é. Na verdade, eu consigo fazer isso com qualquer pessoa. Por isso que a igreja é perigosa. Total, a igreja é muito perigosa. Porque não é que você também, também a Tati, ela tem um talento que o outro não tem. Você tem uma técnica que eu posso ter, que eu vou chegar pra você e falar, Tati, me fala como é que foi o seu aniversário de nove anos. Você vai falar, ah, meu aniversário de nove anos foi eu num buffet infantil. Legal. Que cor era o bolo?
Ah, deve ser rosa, porque eu gostava de... O que você gostava quando você tinha 9 anos? Eu gostava de chiquititas. Então a festa foi de chiquititas? Foi. Quem que tava lá? Minha prima. Tá, não sei o que. Por que você não gosta dessa sua prima? Não gosta dessa minha prima porque ela é invejosa. Ela continua invejosa. Cara, tu vai descobrindo. Sim, é muito legal. Eu tô... Cara, já sei o que eu vou fazer na minha vida.
Vem aí o Achismos passado, onde eu entrevisto o passado das pessoas. É comigo e com a Tarte. A gente vai descobrir, por exemplo, como é que foi a festa de aniversário de Pablo Marçal? Você vai descobrindo tudo, porque faz sentido isso que você está me falando. Até tem um caso que me lembrou agora que você estava falando de uma cliente, consulente a gente chama, que eu atendi, e ela voltou para o aniversário de 15 anos.
Olha que legal que é a regressão e como você consegue ressignificar a pessoa. Era aniversário de 15 anos dela e ela lembra que ninguém da escola foi, só os parentes, todos os parentes, os primos até e tios, mas da escola ninguém. E ela tinha uma dor daquela, um sentimento horrível, ela não queria nem lembrar e quando lembrou chorou no momento e tal. Outro dia foi pra escola, triste da vida e tal. Claro, pra chegar nesse lugar é uma série de questões, tá gente? Não é um milagre, né? Mas assim, pra vocês entenderem o resumo da ópera.
E ela, no outro dia, não quis ir para a escola, porque ficou com vergonha, porque ela convidou os amigos e ninguém foi. Ficou com aqueles pensamentos todos, ninguém gosta de mim, ninguém gosta de mim, 15 anos, né? Adolescente, tudo é intenso. E ela vai para a escola no outro dia, triste e tal. E na escola, três dias depois do aniversário dela, o pai dela morreu de um acidente de caminhão. Puta, já entendi. Morreu de um acidente de caminhão. E... E...
E eu consegui fazer ela simplesmente compreender, juntar as peças sobre... Imagina se teus amigos todos tivessem ido para o teu aniversário. Você não ia conseguir ter dado atenção para o seu pai e para a sua família como você deu. Só o fato de estar os parentes de você ali com o seu pai foi a despedida que a vida permitiu que acontecesse, porque ele iria morrer depois. Porque ela estava com trauma?
mas quando a gente voltou para os 15 anos, assim, do pai sim, né? Da morte do pai. Mas quando ela voltou para os 15 anos, ela trouxe essa dor da festa. Era uma dor ainda dela. Só que eu fiz ela enxergar o aniversário dela de uma outra forma. Não como, tipo, eu sou excluída da escola que levou ela para sempre, se sentia assim. É o tempo que ressignificou. Entendeu? Mas, tipo, poxa, o meu aniversário foi a despedida do meu pai. E olha a importância que tu dá. E a pessoa sozinha não faz essa matemática. Jamais. Entendeu?
Cara, tu dá um twist no cérebro. Isso. Pro lado positivo. Porque você pode também ir pro lado mal. Isso. É como tudo é técnico, toda profissão, né? Tipo, médico, psiquiatra, todo mundo lida com medicamento. Eu posso te dar um medicamento pra te fuder a tua vida. Entende? Entendo. Toda profissão tem as pessoas boas, as pessoas ruins. Entendo. Tipo assim, é claro que... Eu tenho uma pergunta final pra você que é... Quais são as maiores atribuições das pessoas quando elas te procuram? É o quê? Você falou do cara que tem o desejo de parar de fumar.
Tá, imagino que deve ter bastante. Mas o que você mais vê? O quê? Por que eu tô indo te encontrar?
O que eu mais vejo são as pessoas, elas não chegam dizendo exatamente o que elas querem, a gente descobre no caminho, né? Então a pessoa sempre chega dizendo, ah, eu quero me conhecer mais. Tá bom. É sempre assim. Que é a primeira camuflagem. Primeira camuflagem. E aí a gente vai conversando, vai conversando e vai trazendo. E conforme ela vai tendo mais confiança, ela começa a descobrir o que realmente era a dor dela, que ela não tinha certeza, mas ela também às vezes não queria falar.
Mas agora veio a consciência, que é aquilo que eu te falo. E aí tem muito caso de casamento.
de relacionamento, assim, que a pessoa está esgotada e ela não sabe o que fazer com aquilo, sabe? Não tem prontias, depende financeiramente, ou o marido também tem os filhos no meio, não consegue lidar com a falta do filho, enfim. E aí você vai descobrir por que ela não separa, ou por que ela trai, ou por que ela faz mal para o outro, é esse o lugar. A terapia, na verdade, ela é sempre te ensinar a lidar com as suas emoções, então, o negócio é o seguinte, você tem como sair disso agora? Não.
Ponto. Então, como é que você consegue criar um ambiente que seja minimamente bom para você e para a sua família e para os seus filhos, cara? Entendi. Desculpa. Se você ficar com cara de cu, se você for uma pessoa que só briga porque você não está feliz onde você está, você está fazendo isso mal para você mesmo. Entendi.
Então, já que é pra ficar, como é que a gente vai ficar bom? Como é que vai ficar bom? Então, vamos lá no passado. Por que é ruim? É ruim porque você descobriu que... Ah, descobri que meu pai batia na minha mãe. Você vai lembrar lá atrás. É uma questão financeira. Ah, minha mãe sempre foi dependente do meu pai, ele usava isso pra não sei o quê. Agora eu me pego no mesmo caminho. Parei de estudar, não sei o quê, e tô dependente do meu marido, quero me separar e não tenho como viver sozinha. Isso acontece bastante.
e geralmente é causado por conta de uma fragilidade do passado também, a mãe sempre dependeu do pai. E agora, você mulher depende do marido. Isso. Ah, é o espelho que você falou. É o espelho. Só que ela nunca achou que fosse igual a mãe. E a ficha só cai depois que ela se pega no sentimento de querer se separar. Até então, nem tinha caído a ficha que ela estava fazendo exatamente igual. Porque ela tinha outras justificativas. Ah, porque eu engravidei.
Ah, porque meu marido ganha bem pra caramba. E a gente não precisava se preocupar com muita pessoa que não seja.
Mas no fundo, no fundo tem uma questão, tá? Entendi. Então você tá me dizendo que se eu quiser entender o meu relacionamento atual, eu tenho que entender o meu relacionamento. Quem você é. E tem que entender os meus pais, e minha mulher tem que entender os pais dela. É quase como se fosse assim, pô, isso aqui é genial, hein?
Xenéu, o que você tá me falando? Antes de casar com a pessoa... Tô querendo um reality, hein? Mais um, anota. Vamos lá, mais uma ideia. Mais uma ideia. É isso daqui, minha vida. Mas é um bom reality isso daqui. Antes de você casar com a pessoa, você estudar os pais.
Meu pai e minha mãe, o que faziam? Meu pai e minha mãe têm que apresentar quem são eles para minha esposa, minha futura esposa, e os meus sogros têm que se apresentar para mim. Porque eu vou olhar e falo assim, você é uma areia, quero comprar, mas que último dono? O que fez com o seu areia? Se você teve dois pais e esse pai...
Se o homem, seu pai, batia na tua mãe, talvez, se eu sou um filho da puta, provavelmente, se eu quiser bater em você como mulher, talvez eu consiga. É, ou talvez você nunca vai bater. Talvez eu nunca vai bater. Mas digo assim, pessoas tóxicas que são filhas da puta.
que sabem... É que, assim, é difícil falar desse jeito, porque, assim, isso não pode ser uma... Uma regra. Uma regra. Porque cada um interpreta de um jeito, igual o negócio do abuso. Não é só interpretação. Porque, às vezes, tem pessoas maravilhosas que tiveram pais muito ruins, que abusaram, que violentaram, e essa pessoa não tem nada disso. E ela tem vergonha, justamente, dos pais que ela teve. Então, o que ela tem que trabalhar nela é essa vergonha que ela não pode ter. Entendi.
Essa dor que ela não precisa ter. Ela tem que justamente entender que... Porque a gente coloca muito rótulo em pai e mãe. Isso é uma merda que a igreja faz colocar. Então, assim, o pai tem que ser o super-herói que sustenta a casa e a mãe quase que conectada a Maria, mãe de Deus, a santa que, meu Deus do céu. E que é amor incondicional. Então, assim, a gente tem que entender que pai e mãe, primeiramente, são seres humanos.
e que passaram por muitas coisas e nunca trataram terapia, nada, pessoas com problemas psicológicos gigantes, mas são humanos. O rótulo de pai e mãe traz um peso. Então, se eu tive um pai e na escola diz que pai é super-herói e meu pai teve depressão e eu tive que cuidar dele, não ele de mim, na infância, porra, fudeu a cabeça da pessoa. Acabou. Entendeu? Eu queria finalizar esse papo com uma frase que está vindo aqui, que eu acho que o seu trabalho é você mostrar que...
O passado também é presente. Eu acho que essa é a grande questão da regressão. Que o passado não é passado. Não. Inclusive, eu odeio uma frase que virou moda no Brasil, que é o tudo passa. Eu não concordo com essa frase. Não, não. Eu acho essa frase merda. Porque se tudo passa...
Caralho, que aprendizado é esse? Por exemplo, eu me fudi com, sei lá, uma situação que eu briguei com um amigo meu. Aí tudo passa. Não, caralho, eu tenho que aprender como eu lido, com amizade, como eu não sei o quê. Então, na verdade, tudo melhora, ou tudo é aprendizado. Mas tudo não passa, as coisas não passam. Não.
Elas não deveriam passar. Elas deveriam ser experiências para a gente melhorar. Melhorar. É que quem fala isso justamente é a pessoa que está na autossabotagem fugindo de quem ela é o tempo todo, né? Ela não quer olhar. É a pessoa que tem vergonha dos pais, é a pessoa que tem vergonha do passado, é a pessoa que se acha muito melhor do que os outros. Mas a vida, ela ensina... Pô, Tati, o Neymar tatuou tudo o passo, velho.
Perigoso agora. E ele é bem essa pessoa. Não acho. Respeita a Ney, velho. Vai ganhar a Copa, você vai ser o primeiro. Parabéns. Você é falso. É, são questões assim. Às vezes, ele tatuou, tudo passa. Mas qual a intenção e o que essa frase para ele representa?
Talvez pra ele ser esse cara forte que ele é de tipo... Tipo, porque vive caindo, vive se machucando, vive talvez assim, tudo passe. Eu tô aqui de novo como um fênix, eu tô... Não sei, é a interpretação dele. Precisa ressignificar a tatuagem do Neymar em galera. Vamos uma caneta Bic lá e tudo. Porque, na verdade, até ele mesmo sabe que nem tudo passa. Ele só é o que é hoje por causa que ele tomou porrada. Porque não sei o que.
Total, tem história. Sofreu, não aguentou, aquele aguentou. Sim, sim. Mas é isso, né? O passado, ele é o presente.
E até, se você me permite, eu falo muito sobre isso, eu queria estrear aqui no teu programa o meu canal no YouTube. Pô, eu vou assistir. Então, gente, posso falar com a câmera? Pode. Se vocês quiserem, já entra lá. Cobra Não Fala é o nome do canal. Já é sugestivo. Cobra Não Fala? Cobra Não Fala.
É para provocar mesmo essa questão de tipo... Quando a gente fala de cobra não fala, vem na questão do Adão e Eva, a cobrinha falante e tal, né? A gente entender que... Já entendi, não é o pessoal, entendi. Genial. Porque ele é boa. Mas pode explicar. É, que cobra não fala por causa disso, né? Para entender que nem tudo que é colocado na nossa...
como verdade, será mesmo que é verdade ou não? A gente precisa questionar. Então, quando a igreja vem e bota cobra falante e ninguém questiona, a igreja já fala, cara, tudo que a gente botar agora, vamos aceitar, acabar de idiota, entendeu? Vamos falar da Virgem Maria, vamos falar, assim, pelo amor de Deus, a gente tem que questionar, será que é verdade? Até que ponto que é? Pergunta, pergunta, pergunta, isso é bom. Então, lá no meu canal Cobra Não Fala, já segue lá, tem sete vídeos especiais feitos pra vocês, editados maravilhosamente aqui pelo namorado da minha filha, o Gabriel, que tá aqui presente. Que acabou de saber quem é você agora, ele vai separar.
Ele falou, caralho, velho. E assim, ó, gente... Não quero ficar com ela mais, não entendi o passado, entendeu? Tem temas profundos ali, acho que vai ajudar muito o que são, isso que a gente está conversando agora. Aliás, eu quero cada vez mais fazer esse tipo de tema. Matheus não gosta. Matheus quer delegado. Ah, você bateu no bandido? Pá, 10 milhões. Matheus quer violência. Violência e jogador de futebol. É isso. Eu sou bem limitado.
É isso, é limitado. Ah, está tudo certo. Eu já sou o cara da... E que bom, cada um tem um gosto.
Não é bom, não. Ele tá saindo. Ele tá descobrindo agora. Primeiramente, o Matheus tá abrindo um canal também, que é o Cobra Não Fale. Ele vai ser diretor da Tati, porque daqui ele não tá mais. Ó, na descrição do vídeo tem todas as informações da Tati. Se você gosta do assunto, se você quer se aprofundar mais, é que o achismo sempre é um primeiro passo.
É a semente. Ah, gostei desse daqui, gostei desse daqui. Ninguém é obrigado a gostar de todo mundo que eu trago e ninguém é obrigado também a não gostar de todo mundo que eu trago. Eu acho que a ideia daqui é curiosidades e não julgamentos. Ó, na descrição do vídeo, além do canal novo da Tati, também está a rede social da Tati. Instagram. Para xingar ela, não eu. Não gostei do que você falou, vai nela. Não em mim. Eu não quero ler você. Respeita o homem rouco.
Poupe o Maurício disso, né, Maurício? Poupe o Maurício de 15 anos. Poupe o Maurício. Vamos fazer o Maurício voltar a ser esse Maurício? Porque esse Maurício está misturando remédio com bebida. Por quê? Por que será? Porque ele quer voltar. Eu já sei, é boicote. Não, você não era muito saudável, não. Você estava fazendo fatality com 7 anos de idade. E cheguei aqui. É.
Valeu, gente. Obrigado. E deixa o like aí, porque senão o vídeo não chega. Tchau, gente. Obrigada pela oportunidade também. Imagina.
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