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Pod Isso, Montone? - EP #06 - A volta é dura!

04 de maio de 202628min
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A volta das férias é sempre dura: difícil e meio triste, né?

Neste episódio, falo sobre o retorno à rotina e também conto um pouco da minha lua de mel. Minha primeira vez na Europa, passando por Roma, Napoli e Barcelona.

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E fica de olho: tem episódio novo toda semana.

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- Contato profissional: eduardo.montone@gmail.com

Participantes neste episódio1
E

Eduardo Montone

HostCriador de conteúdo
Assuntos7
  • Paisagens e turismo europeuViagem a Roma · Viagem a Nápoles · Viagem a Barcelona · Costa Amalfitana · Vlog de viagem
  • Retornos e recomeçosDificuldades do retorno à rotina · Diferenças entre CLT e autônomos · Importância de tirar férias · Sentimentos ao voltar de férias
  • Viagem de André do PradoMaradona · Sorrento · Ravello · Positano · Amalfi · Limoncello · Pompeia · Vesúvio
  • Stand-up ComedyPrimeiro show solo · Hansa Comedy · Montone de problemas
  • Vida em BarcelonaSagrada Família · Antoni Gaudí · Caganer · Lionel Messi
  • O Edificador de RomaColiseu · Vaticano · Capela Sistina · Loba Capitolina · Romulo e Remo
  • São Paulo mais feliz da América LatinaRanking de felicidade urbana · Copenhague, Dinamarca
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Bom dia, boa tarde, boa noite, tá começando mais um One More

Mas que eu não podes, Montoni, uma pergunta, o meu podcast. Fazia tempo que eu não vim aqui, eu sempre não gosto mais de falar isso. Eu estou tentando gravar um por semana há bastante tempo, mas no geral eu percebo que minha média está a cada 15 dias. Aí você se pergunta, por que o seu último episódio foi sobre casamento e depois você nunca mais apareceu aqui para conversar com a gente? Eu vou explicar um pouquinho para vocês, porque eu estava de lua de mel.

Entendeu? Então eu viajei para a Europa, então obviamente, aí você me pergunta, ah, mas você não gravou nada? Exatamente isso um pouquinho do que eu quero falar, eu gravei um vlog de viagem, gente, ele ainda não tá no ar, no momento que sair esse vídeo, provavelmente vai sair na segunda-feira, hoje é dia 3 de maio.

Agora são 4h37 da tarde e provavelmente esse episódio sai na segunda-feira. A luz tá mais ou menos aqui porque hoje tem um dia cinza em São Paulo, característico da cidade paulistana, que coincidentemente foi a cidade mais feliz da América Latina, a gente vai falar um pouquinho sobre isso. Na verdade, não tem muito o que falar sobre isso, a única coisa que eu queria comentar é...

É o seguinte, assim, eu não sei que medição que eles estão fazendo para a cidade de São Paulo, mas é a cidade mais feliz da América Latina, né? Ela é a 161 ali no ranking, Copenhagen, na Dinamarca, é a cidade mais feliz, né? Porque tem o chocolate lá, Copenhagen, eu imagino que seja isso, né? E todo mundo que gosta de chocolate, todo mundo que gosta de chocolate é feliz, né? Sem mais delongas...

Antes de eu completar essa frase, deixe o seu like, curte, compartilha. Episódio número 6 da temporada 5. Eu estou tentando fazer um conteúdo toda semana, mas eu prometo que a cada 15 dias, todo mês, direto, vai ter... Só um segundo. Meu podcast não é editado, então por isso que vocês vão ver isso. Então assim, porque eu vou falar um pouco mais sobre isso. A cada 15 dias vai ter conteúdo novo aqui no canal.

São Paulo é a cidade mais feliz da América Latina, né? Eles falaram aqui. Amanhã, no caso hoje, quando esse podcast for publicado, pra você que tá vendo, ou pra você que tá vendo na terça, ou pra você que tá vendo na quarta, na quinta, na sexta, ou quando você tá vendo esse episódio, ou pra você que tá vendo daqui três anos, e você tá em São Paulo, sai numa segunda-feira aqui em São Paulo, num trânsito, sete horas da manhã, fecha no carro o primeiro motoboy.

e sai do carro e fala pra ele assim, me perdoa, eu não fui santo, eu errei. Aí você vai ver a alegria imperar, meu amigo. São Paulo, a cidade mais alegre da América Latina. Então, gente...

Esse é o único ponto que eu queria comentar sobre isso, eu não tenho mais nada pra falar sobre isso. Eu queria falar que eu voltei de férias, né? E eu tava de férias e eu não fiz esse comentário em muitos lugares, mas... Cara, o lance de voltar de férias é muito complicado, assim, você voltar de férias, você quer CLT. Assim, porque quando você é um criador de conteúdo, quando você é um cara que trabalha de forma autônoma, sei lá, seja qual for a sua profissão, se você for...

editor de vídeo, dentista, prestador de serviço de qualquer área da saúde, você mexer com equipamento elétrico, qualquer área que você vai trabalhar, se for mecânico, qualquer coisa que você fizer, e você for um autônomo, um profissional liberal, liberal é que é um profissional que ele é mais brincadeira, mais divertido, né? Mas se você for um profissional liberal...

O que pega pra você? Você é um cara que, assim, você volta de férias já um pouco triste, mas você se programa muito mais pra tirar essas férias. Primeiro porque você precisa fazer dinheiro, depende de você, né? Então você precisa ralar de forma consequente, você não pode tirar férias e vai receber de qualquer forma. Então, assim, você se programa mais pra tirar férias e quando você volta, você volta no seu ritmo.

Porque você só depende de você, entendeu? De correr atrás das coisas, né? Independente de estar muito bem ou muito ruim, se é mais difícil ou menos, não é o meu ponto. O meu ponto é sobre voltar de férias. Você é um cara que volta com um pouquinho mais de... Sei lá.

com mais ritmo, né? Porque você se preocupa em ir fazer as suas coisas, entendeu? Diferentemente do cara que é CLT, que a galera continua trabalhando ali numa empresa, que foi o meu caso, exatamente isso que eu falei. Eu voltei, tipo assim, 400 mil, 500 mil e-mails na caixa, e a galera na primeira reunião já falou, ó, aqui, aqui, aqui, ó, isso aqui, essa tarefa foi isso, sua tarefa foi isso. Aí você volta meio, cara...

Ontem eu tava levantando duas da tarde, cara. Que que é isso? Você volta perdidaço. Parece que alguém te pega. Sabe quando te pega pelo pescoço que você não tem o que fazer? Você fica meio olhando pra pessoa de cima, assim. A pessoa te pegando pelo pescoço chacoalhando e você não tem reação. É isso, porque a galera volta num ritmo, assim, muito mais. Só que a diferença de voltar de férias, principalmente na primeira semana, é que independente das pessoas te apertarem muito ou não, você tá feliz.

Então a galera que tá lá, tá tipo, graças a Deus que você voltou de férias, porque alguém fez o seu trabalho e alguém, não é que alguém te substituiu, porque normalmente as empresas não pagam alguém pra te substituir. Alguém fica com o dobro de trabalho que tá, com o seu trabalho e com o trabalho dela. Então a pessoa te odeia um pouco, ou ela tá de burnout, né? Às vezes a pessoa, ou ela te odeia, você virou inimigo mortal dela.

por duas, três semanas, até você voltar a pegar o seu trabalho dela, então ela te odeia, porque ela se ferrou no período que você estava se divertindo, ou ela está completamente xarope, né, e você é a pessoa mais feliz, e você, tipo assim, é o retorno de Jesus na Terra para ela, porque ela vai falar assim, graças a Deus você voltou, eu não aguentava mais.

ficar sem você, porque a pessoa ficou desesperada, ela ficou um tempão assim falando, por que esse cara tirou férias? Quem permitiu esse cara tirar férias? Entendeu? A pergunta da pessoa, ela está desesperada, ela não quer que você tire mais férias na vida, entendeu? Esse é o sentimento, assim, das pessoas, são esses dois sentimentos, ou ela está com o sentimento de que você é Jesus voltando, ou ela está com o sentimento de que você é o pior inimigo dela, de que por que você tirou férias e fez isso com ela? Na verdade não é culpa, é só culpa do CLT.

É... isso é um dos sentimentos, né? Você volta muito mais feliz, tirar férias é... Eu tento achar as palavras pra dizer o que é tirar férias, mas tirar férias é uma delícia, assim. É muito doido sobre tirar 15 dias de férias, pra quem não tirou, assim. Eu tirei poucas na vida, mas de uns tempos pra cá, uns dois anos pra cá, eu tô fazendo questão de tirar todo ano, eu tô fazendo de tudo.

Mesmo que eu não viaje, eu me programo para tirar todo ano férias. Mesmo que no final de semana eu só vou dar uma caminhada no parque aqui do lado de casa. Eu vou tirar férias. O que é preciso, é necessário, é viver um pouco mais a vida. E se você puder viajar, melhor ainda. Então, assim, no começo, você ainda sai nos dois primeiros dias, você está muito preocupado que você está saindo de férias. Aí você fala, caraca, será que eu não deixei as pessoas na mão? Será que eu não ferrei as pessoas?

Tá ligado? Então você volta extremamente preocupado assim, com esse tipo de coisa, entendeu? Mas, e você fica, pô, eu vou perder o cliente, tudo vai acabar, ninguém... Mas na verdade, no fundo, no fundo, eu já falei sobre isso e outras coisas, ninguém é insubstituível nessa vida.

Entendeu? Então assim, se você tirou férias, a gente até tinha uma brincadeira no trabalho, com os amigos do trabalho aqui, que eu já trabalhei junto, que a gente falava assim, cuidado para você não tirar férias e o povo perceber que o trabalho roda melhor sem você. Sabe aquela máxima para quem gosta de time de futebol, que você fala assim, caramba, o time de futebol não roda, por exemplo, eu sou Santista.

Aí você fala assim, nossa, o time do Santos, ele não roda sem o Neymar. Aí o Neymar é substituído, o time fica melhor. Por exemplo, só um exemplo, tá? Essa é a máxima do CLT, que eles falam. Imagina que você tira de férias, aí a outra pessoa consegue fazer seu trabalho.

melhor do que você. Então, cuidado pra não tirar férias, entendeu? A gente brincava com isso. Porque ninguém, no fundo, no fundo, é insubstituível. Ninguém, sabe, tipo, as pessoas, elas... Mas você fica com esse sentimento, entendeu? De tipo, pô...

Se eu sair de férias agora, será que tudo vai desmoronar? Será que eu vou perder o cliente? Quando eu voltar, eu não vou ter trabalho? Então você se culpa, entendeu? Porque é uma coisa horrível. Então, assim, tire férias. Porque se as coisas forem para acontecer, se o cliente for sair, se a pessoa não quiser mais que você trabalhe com ela, se você for um profissional CLT, claro.

ela vai te demitir de qualquer jeito. As pessoas vão te substituir as empresas de forma geral. Entendeu? Então, assim, aproveita a sua vida, entende? Esse programa precisa se divertir, que é extremamente bom. E aí...

A outra coisa é que você, antes de sair de férias, você tá com as coisas bem que na mão, assim, a grande maioria das coisas. Tipo assim, você já sabe, tipo, se você é um profissional de longa data, tipo, se eu trabalho há 15 anos com assessoria de empresa. Então, assim, eu não sou o melhor profissional do mundo, mas também não sou o pior, porque eu tô há 15 anos trabalhando no mercado aí. Alguma coisa de boa eu tenho. Então, assim, é...

Depois de tanto tempo, eu já sei basicamente o que o cliente quer que eu entregue, o que precisa ser entregue naquele dia, como eu vou fazer, eu tenho velocidade para fazer certas coisas e tranquilidade. Então assim, você já faz essa parada, resolve tudo. A questão é, quando você volta de férias, você volta extremamente perdido.

Você fala, por onde eu começo? Parece que é o seu primeiro dia na vida trabalhando. Entendeu? É uma loucura, porque você fica assim, meu, o que eu faço? E você, tipo, as pessoas param pra te explicar, mas a vida delas continua também. Você tem uma reunião com as pessoas, você precisa tocar as coisas. Aí você fica no computador assim, ó, tipo, você que tá vendo o vídeo, você fica no computador, tipo assim, com a mão no teclado, fazendo assim, ó. O que eu faço agora?

Por onde eu começo? E muitas vezes as pessoas já querem que você entregue coisa pro dia seguinte ou pro mesmo dia. E você voltou naquele dia. É doideira isso. Doideira isso. CLT é isso. E você volta com o sentimento de pensando cara, eu só queria ver as fotos da viagem, eu só queria ver as coisas. A parte positiva é que quando eu voltei de férias, já faz tipo uma semana e meia,

Quando eu voltei, eu peguei aquele feriado finalzinho de abril. Então eu fiquei dois dias em casa ainda. Então meio que eu, tipo assim, eu consegui ainda botar a cabeça no lugar, chorar no banho, fazer um exercício, lavar a casa, sabe? Lavar a roupa aqui toda. Tipo, eu não vou ter o olho do furacão. Então, pelo menos nesse ponto...

A minha decisão de ter voltado um pouco antes foi extremamente positiva. O Eduardo passado se ajudou. Quando eu fui viajar, eu tô olhando aqui, gente, porque eu tô enferrujado de gravar e eu não tenho algumas coisas hoje, então eu preciso olhar, entendeu? Pra você que tá vendo o vídeo. Pra você que não tá vendo o vídeo, fique só no áudio, não vai fazer diferença nenhuma pra você.

Eu viajei, e eu vou comentar um pouco sobre cada um deles, porque assim, no vlog de viagem, eu contei toda a história do lugar, vai ter todo o vídeo, vai ter toda a passagem, que é o conteúdo especial que vai ter aqui. Eu fiz quatro episódios, eu fiz Roma, Nápoles, Barcelona, e fiz Bahia agora que eu viajei. Então assim, tá bem legal, assim que sair eu vou mandar pra todo mundo, espero que você curta, eu tô tentando trazer novos formatos, mas esse aqui é o meu formato número um, é o que vai sempre ter no meu canal.

Aí eu viajei para Roma, Nápoles e Barcelona e eu queria comentar algumas coisas de lá. Primeiro que, assim, cada cidade tem uma parada diferente, né? Assim, eu vou fazer um comentário breve sobre cada uma porque o meu vídeo vai estar bem explicado, que é Roma extremamente histórica. Assim, o que eu quero dizer? Existem vários lugares históricos, mas, por exemplo, assim, não sei sobre outros, né? Eu não viajei tanto assim na vida, né? Principalmente para fora do país.

mas Roma, eu fiquei com a sensação de tipo assim, você vê o Coliseu assim, uma parada de sei lá quanto antes de Cristo, 800, 600, sabe? Tipo, você fala, cara, é...

Você vê que muita gente passou por lá, muita história, você se sente meio que tipo, puta, eu não sou nada. E antes de mim a gente já teve tanto ser humano que pisou nessa terra, que já fez tanta coisa, tanta tecnologia diferente. Você se sente meio que tipo, eu não sou nada, entendeu? Porque o mundo vai continuar, entendeu? Sabe, é meio louco, pelo menos o sentimento que eu fiquei, principalmente tipo...

como que aquilo evoluiu até ali, entendeu? Umas histórias, porque você teve o Império Romano, aí depois teve a época meio que do catolicismo estava imperando, até construiu o Vaticano, impressionante, assim, o quanto de história tem ali em Roma, cada lugar tem um obelisco, um monumento, um negócio, é um museu a céu aberto, assim, sabe?

Comida boa também, né? Bastante massa. Se você não gosta de macarrão ou nem nada do tipo, assim, e massa, você vai pro lugar errado, tá ligado? Vai passar muitos dias, mas incrível passar 4, 5 dias em Roma. Essa é uma outra parada, né? Não consegui treinar muito nessa viagem. Bebi que nem maluco. Bebi todo santo dia. Tá ali pelo menos dois copinhos de cerveja, olha.

O que eu enchei nessa viagem, eu saí daqui com 101, 100 quilos, eu tava sempre brincando nesse peso de 99 a 100 quilos e tal, e eu voltei com 103, mano, 103,7, como eu voltei faz uma semana, uma semana e meia, eu já perdi 1 quilo, 200, mas pô...

Doideira, você volta a baiacusar, assim, até o sentimento de estar inchado, mas vale muito a pena. Nápoles, eu já queria conhecer, né? Eu conto no vídeo pelo Maradona, pelo Nápoles em si, que é o time que eu acho... Eu não amo que nem o Santos, mas eu gosto muito da história do Nápoles, eu gosto muito, eu acompanho há muitos anos o Nápoles, então eu queria conhecer toda a história, a cidade, foi muito bacana. E principalmente, assim, a gente foi lá, eu não vou lembrar todas as cidades, mas a gente passou por Sorrento, e eu não vou lembrar todas as cidades.

depositando a mouth e tem mais uma cidade que a gente passou lá que eu não vou lembrar agora quer ver eu vou até pesquisar enquanto eu tô conversando com vocês porque assim qualquer é cidades até com pesquisa cidades da costa

Amalfitana. Tipo, eu não tinha a dimensão... É, Ravelu. A gente passou por Sorrento, Ravelu, Positano e Amalfi. Tipo assim, de forma geral, ali as cidades, vou falar bem rapidamente. Sorrento, eu achei as casas um pouco mais bonitas. Ravelu, eu achei...

tipo, mais local. Positano também é lindo, assim, tipo, ela tem uma escadaria. E a Malfoy é mais bem lá embaixo, é mais na encosta e é onde tá perto da praia. E aí é meio que, tipo, eles falam que é onde o europeu passa meio que o verão dele, assim, né?

Tem um pouco de ser uma cidade meio litorânea, sabe? É uma cidade de montanha. É lindo, assim, cara. É lindo. Eu não tinha essa sensação. Eu achei muito legal. Um pouco mais caro do que o resto da Europa, mas é lindo, assim. Do resto dos lugares que eu passei, demais. E tem uma parada que é muito legal lá.

que eu vou mostrar dos lugares que eu passei, que é isso aqui, ó. A gente pegou de lá, que é o limão, tá vendo? Qualquer lugar lá, esse aqui é o copinho que eu peguei para deixar em casa, mas qualquer lugar lá de Sorrento, tá vendo? Desse copinho aqui que eu coloquei, eles têm o limão. Aí eu fui pesquisar por quê.

que eles tem o limão lá tão famoso, porque todas essas quatro cidades que eu citei, Ravela, Pozzano, etc, etc, Amalfi e Sorrento, elas tem limão lá, e eles bebem muito limonchelo, que é meio que tipo um absinto deles, feito de limão, que tem álcool pra caramba. Mas você não sente muito álcool, ele é azedinho, e no calor, o negócio, quem gosta de beber, parece uma limonadinha, menos azeda, sabe? Bem gostoso.

E aí eu pesquisei lá depois por que tem isso, e eles falam que é porque o clima favoreceu...

o limão a crescer lá, e eles foram se tornando meio especialistas a criar limão, até porque teve uma época que teve o escorbuto e o limão ajudava a matar o escorbuto, então eles intensificaram a criação do limão lá, depois virou alguma coisa de atividade econômica local, você vê que por milhares de anos acabou ficando esse estigma do limão lá, muito doido, então o Napoli, Costa Malfitana é muito legal por conta disso, vale muito a pena.

Se eu tivesse uma oportunidade, eu passaria dois dias pelo menos lá, algum dia na vida. Consegui ver Pompeia, incrível, cidade histórica, que foi soterrada pelo vulcão Vesúvio, impressionante. E eu queria ter visitado o vulcão. A única coisa que eu me arrependo das cidades é que teve lugares que eu não consegui ver.

porque você tem que se programar muito antes. Tipo assim, Capela Sistina. Eu não tinha essa dimensão ali que é onde estão as pinturas de Michelangelo, aquela que é famosa, que é o homem que quase encosta na mão de Deus.

e aí também tem todas as histórias dos papas eu falo isso nos vídeos que eu não sou muito católico eu não sou católico mas acho que a história pra mim é impressionante eu adoro ver a história e aí a gente queria ver isso, acabou não conseguindo porque o Vaticano é cheio, é muito cheio de gente turista tem lugares que você precisa programar o Coliseu você precisa comprar antes o Vesúvio que é o vulcão de Pompeia de Nápoles, tem que comprar antes eu não consegui ver tem que se programar, fiquei dois dias em Nápoles então

Mas não reclamo sobre isso. Aqui também tem outra coisa que eu queria mostrar pra vocês, que eu fui lá. Olha o cinzeirinho que eu trouxe. Aqui o Coliseu dentro.

A loba capitolina, pra quem não sabe essa loba capitolina, tá vendo que tem dois menininhos aqui, você que tá vendo na câmera? Depois, se você não tá vendo, você pesquisa. É uma loba e ela tem duas crianças que estão... que ela tá amamentando, a loba tá amamentando. E qual que é a história? Basicamente, a história é que Romulo e Remo, né, que são os menininhos, né, são fundadores da cidade de Roma. Eles foram abandonados no nascimento, né, esses menininhos. E aí... É...

Foi exatamente isso, né? Eles foram abandonados e aí, nas margens do rio Tibre, e aí a loba acabou cuidando deles, uma história macabra, né? A loba cuidando dos dois menininhos, Romulo e Remo, né? Dando de amamentar, meio doido. E um mata o outro, né? Não sei quem mata quem, né? Confesso que eu não... Tipo, meio Caim e Abel a história, assim, só que eles são fundadores de Roma. E a outra coisa, né? Que a gente foi visitar Barcelona, uma cidade bem diferente, ela é bem histórica.

Perdão, mas ela tem também... Ah, outra coisa, eu trouxe aqui, chaveirinho de Napoli, do time. Esse aqui é o time. Trouxe lá o chaveirinho.

E a outra coisa, né, que a gente foi lá visitar, que eu fiquei muito impressionado particularmente, eu não falei isso, mas eu vou falar aqui, com duas coisas de obras, que foi a Sagrada Família Igreja, de Gaudí, Antônio Gaudí, eu não sabia tudo sobre o arquiteto, ele é um cara que morreu em 1926, ele foi, tipo assim, não é que ele fez uma arquitetura, ele é meio que o Oscar Niemeyer.

de Barcelona, que faz um estilo de arquitetura que é muito diferente do usual e fez coisas impressionantes, tanto que ele fez a Sagrada Família. Eu conto melhor sobre ela, mas a Sagrada Família é uma igreja que começou a ser construída em 1880 em minha avó e ela ainda está em construção, não é que ela está em reforma, ela está sendo construída, a Sagrada Família, e ela vai ser construída...

Até 2035, provavelmente. Porque a ideia de Gaudí era fazer uma igreja que representasse toda a história da Bíblia num monumento, com diferentes pontas. Então, tudo é história. Cada bloco que é colocado ali é de um jeito histórico. E ele não colocava dinheiro no bolso. É por meio de doação. Então, você doa e ele constrói. Então, ficou meio que um estigma isso. E ela é impressionante.

E a outra coisa que eu achei legal lá de Barcelona que a gente trouxe é o Caganer. O Caganer é um menininho cagando aqui. Eu vou até mostrar pra vocês, tá vendo? É um carinha cagando que ficou muito famoso. Eu fui pesquisar. Olha como essas coisas são meio que estigmas, meio doidos. O Caganer, eles falaram que a partir do século XVII, os presépios passaram a ter figura. E não sei por que na Catalunha eles colocaram o cara cagando.

Eu acho que alguém fez uma piada, uma zoeira com isso. Só que isso acabou ficando meio como...

meio que como símbolo de sorte, alguém levou, sei lá, é sorte. Então eles tem vários personagens, tipo o Cagander, que é o carinha cagando. Você que tá vendo o vídeo, se você não vê, é um cara, você não tá vendo o vídeo, é um cara meio abaixado, que ele tá defecando mesmo, assim. E ficou meio muito famoso isso, né, cara? Muito doido, assim, lá em Barcelona, o Cagander, né?

E aí tem figuras tipo o Trump, o Messi, figuras globais, boas e ruins, julgue você, que estão cagando, eles colocam todo mundo. E Barcelona já é bem diferente, porque já é uma cidade meio que vamos viver.

É uma cidade meio boêmia, legal demais, assim, já é bem diferente de Nápoles, da Itália, de ter muitos centros históricos, assim, é uma cidade mais praiana. Não sei como é que é Madrid, deve ser totalmente diferente, mas é meio que eu ouvi um amigo meu falar que Madrid é meio São Paulo e Barcelona meio Rio de Janeiro, assim. E eu até acho que sim, né, tem essa vibe. Então, assim...

Outras coisas que eu percebi de lá é que anda muito, a gente anda 11k por dia, porque, sei lá, tudo é um pouco mais perto, assim. Porque você pega assim, não tem comparação, Roma tem 6 milhões de habitantes, São Paulo, se eu não me engano, só na capital metropolitana ali e tal, são 15. Entendeu? É muita gente, cara, é muita gente. Então é muito maior a extensão territorial. Tipo, você não consegue fazer tranquilamente saindo de algum lugar, assim, de São Paulo, para...

da ponta a outra de São Paulo bem tranquilo assim andando. São 30 quilômetros, 40 quilômetros. Entendeu? Lá em Roma você bate um ponto da outra às vezes com... Ou o centro todo com 4 quilômetros, 5 quilômetros, sei lá. Entendeu o que eu tô querendo dizer? Então, é mais fácil andar, não sei. Tem uma cultura também. Diferente dos Estados Unidos que eu fui uma vez, que os caras te empurram a andar de carro. É cultural.

dos caras. Outra coisa que eu não sabia, esse programe, eu não sabia que tinha taxa de turismo lá.

Cada lugar que a gente foi sair era tipo 7 euros por noite. Quando a gente foi sair do primeiro dia, o cara falou, Tex? Falou pra Viviana, que é minha esposa. Ela falou, não, não, não, obrigado, a gente vai andando, não vai de táxi, não. O cara falou, não, Tex! Tex, filha, Tex! Aí ela foi lá e a gente descobriu que tinha que pagar 75 euros. Segura essa bomba pra ir embora de Roma, entendeu? Depois a gente ficou mais ligeiro nos outros hotéis e já pagava antes, entendeu? Pra saber, pra não tomar esse susto, né?

Aí eu fiz um vlog de viagem que eu comentei com vocês, né? Que ele vai sair em breve. E a última coisa que eu queria falar aqui pra fechar esse vlog aqui. Porque assim, eu não vou falar muito do restante da Melo de Mel. Porque no vlog de viagem vai ficar muito claro tudo que eu passei. Porque eu gravei muita coisa. Só que ele é um material que tem que ser editado diferentemente do meu podcast. Que é uma conversa franca, bonita, bela e elegante entre nós, né? Entre amigos.

Então, pra eu poder finalizar, eu queria falar que dia 6 de junho eu vou fazer o meu primeiro show solo de stand-up comedy, depois de seis anos de carreira. Cara, eu tô muito feliz, assim, é um passo muito legal na minha carreira. Eu não acho, assim, eu não tô desmerecendo que vai mudar toda a minha carreira, mas eu acho que eu tava muito...

e eu queria ganhar uma autonomia nos produtos e do jeito que eu crio comédia. Por exemplo, aqui, esse podcast só depende de mim, mesmo ele não sendo editado, só depende de mim sentar, gravar, baixar e publicar.

Eu não preciso de edição de ninguém. Eu já aprendi a fazer esse formato. Da mesma forma que o stand-up, eu não vou depender de ninguém. Eu não tô falando que a gente depende de outras pessoas pra poder trabalhar, viver e etc. A gente não é um ser independente 100%. Mas tem coisas que eu acho que eu preciso fazer por mim pra poder. Às vezes as pessoas falavam pra mim, pô, vem marcar um show aqui.

E eu não tinha com quem marcar. Entendeu? Então eu queria ter um pouco dessa autonomia. Então eu tô muito feliz. Tô escrevendo coisas novas pra esse material. Se você conseguir ir. Ele não tem um nome ainda. Eu vou fazer o Ransa Comedy, que é um comedy que dá muita oportunidade pra gente que tá começando. Eles tem o... Fica lá entre Arthur e Alvim, na Águia de Aia.

Avenida Águia de Aia, não vou lembrar agora de cabeça, peço perdão, vou até pegar pra falar certinho o endereço do Hansa Comedy, que eles dão muita oportunidade, então eles têm esse projeto que eu comentei, que é o Portas Abertas, o Hansa, fica na Águia de Aia 1337, é entre o Metrô Itaquera e o Arthur Alvim.

Então eles têm alguns projetos, que é esse, para dar cinco minutos para as pessoas. Eles têm uns projetos de elenco que é Ransa com Vida, que é para cada pessoa fazer 10, 15 minutos. E eles têm esse projeto do Arando Solos, que é para o cara que nunca fez 30 minutos de palco de stand-up fazer e dividir com uma outra pessoa. E eles têm também esse projeto que eu vou participar, que eu já participei de todos deles, exceto esse dos cinco minutos, mas também já fiz lá cinco minutos, que é o...

Solo arado. Solo arado é pra quem quer o solo, né? Que já tá pronto, né? Então você quer testar os seus 50 minutos, então vai ser muito legal fazer. Eu tenho uma ideia de nome, que mais pra frente eu divulgo aqui, que é mais ou menos isso. O meu podcast chama Pod Isso Montone e eu tô com uma ideia de fazer um montone de problemas, que é o nome do meu solo, que eu acho que vai ser bem legal, porque brinca com o meu nome, fica original.

Se você gostou, gostou. Se não gostou também, não tem muito que eu posso fazer. Então, assim...

É um pouco desse sentimento e também um pouco do sentimento de se desafiar, porque pessoalmente eu já tinha alguns materiais assim, 40 minutos, até um pouco mais, que eu já tinha um pouco de segurança de fazer. E por estar fazendo muitas noites de 15 minutos e não passava muito de 20, eu ia rodando esse material ali, sabe? Às vezes interagindo um pouco com a plateia, rodando o material, mas acabava não querendo escrever coisas novas até para não ir muito mal.

Porque é difícil você testar alguma coisa, você esquece piada, as pessoas não riem, entendeu? Então eu fiquei com esse sentimento de não quero mais testar, fiquei com medo, fiquei meio travado, meio acomodado. Então eu acho que nesse solo eu quero colocar coisas novas, sabe? Eu quero ir trocando as coisas e quero ir amadurecendo nos próximos dois anos, três anos, quatro anos, o tempo que levar. Então isso vai fazer com que eu sempre esteja buscando e...

saindo da zona do conforto, entendeu? Então eu acho que é isso, tá bom? Dia 6 de junho. Fiquem tranquilos que vai ter mais oportunidades. Se você conseguir aparecer é só retirar seu ingresso, ele vai estar no link da minha bio. Se você não conseguir vai ter várias outras oportunidades. Deixa guardado aí que esse podcast não é nada mais nada menos.

para que um dia você que está me assistindo venha me assistir ao vivo. Esse é o meu objetivo, tá bom? Saiba que eu faço conteúdo para que as pessoas vão me assistir no palco. O meu maior objetivo de todos é viver de comércio stand-up, é trabalhar com comércio stand-up. Eu amo isso. Mesmo que eu não viva financeiramente, eu quero me manter fazendo e sair dando conforto. Conseguir criar esse produto vai ser algo grandioso.

Para mim, pessoalmente, para a minha história, depois de seis anos trabalhando e mais de 780 shows nas costas, vai ser muito legal fazer o meu primeiro show solo. Espero que você esteja lá. E se você não estiver ao longo do ano, se aparecer uma oportunidade que eu vou fazer mais para o centro de São Paulo e mais para outros lugares, você apareça, tá bom? Tamo junto.

Também não deixa de se inscrever no meu canal, eu adoro meu podcast, eu quero muito que ele continue, ele vai permanecer, tá bom? Deixe seu like, curte, comenta e compartilha e até semana que vem.

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