126 - NOVOS CÉUS, NOVA TERRA, NOVAS CRIATURAS
A revelação da Escatologia Consumada nos apresenta verdades maravilhosas e uma delas é o entendimento de que tudo já se consumou dos pontos de vista profético e escatológico e, claro, isto inclui a renovação (de todas as coisas) prometida por Deus. Isto significa que já vivemos em novos céus, em uma nova terra e já somos ― já nascemos! ― novas criaturas.
(Gravação do Estudo da Graça de Deus transmitido ao vivo no domingo, dia 03/09/2023)
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- Escatologia ConsumadaNovos céus e nova terra · Novas criaturas · Evangelho da Graça · Espírito da Verdade · Apóstolo Paulo · Cruz · Ressurreição · Evangelho do Reino · Segunda vinda de Cristo · Juízo final · Lei · Pecado · Morte · Adão · Cristo · Templo de Jerusalém · Ano 70 · Reconciliação
- O que é ser nova criaturaMorte do velho homem · Nova aliança · Religião vs. Graça
- Sinais do ApocalipseFuturismo · Cumprimento profético
Novos céus, nova terra, novas criaturas. Nosso versículo inicial se encontra no livro do profeta Isaías, capítulo 65, verso 17, nova versão internacional.
Pois vejam, criarei novos céus e nova terra, e as coisas passadas não serão lembradas, jamais virão à mente. Que palavra maravilhosa, né? Que palavra linda essa profecia.
Obviamente já se cumpriu, novos céus e nova terra já foram criados. Isso pode soar muito estranho para muitas pessoas. Veja, se isto que eu acabei de falar soou estranho para você, é porque você precisa se inteirar da escatologia consumada.
Essa doutrina que é maravilhosa e que se encaixa perfeitamente no Evangelho da Graça, por quê? Porque ela faz parte da verdade, né? O Evangelho da Graça, ele é a verdade para a nova aliança, a nova aliança que é eterna, né? Como eu sempre digo, a aliança estabelecida por Jesus, ela é uma aliança eterna, ela é nova para sempre, entende? Então, o Evangelho da Graça, a pregação desse Evangelho também é eterna.
A atuação do Espírito da Verdade é Eterno, como nós vimos inclusive na semana passada. Nós estudamos sobre o Espírito da Verdade e vimos ali que o Espírito da Verdade era a revelação da graça. Era e é. Eu digo era em relação ao tempo, porque...
O Espírito da verdade foi profetizado por Jesus ainda nos dias da sua carne. Ou seja, o próprio Deus manifestado em carne, Jesus de Nazaré, profetizou sobre a manifestação do Espírito da verdade, que muitos interpretam até hoje como sendo o Espírito Santo em si, só que na verdade não é. O Espírito Santo, obviamente, é a fonte da verdade, porque o Espírito Santo é o próprio Deus.
O Espírito Santo é o Espírito de Cristo, é o próprio Cristo manifestado em nós. Então, claro que ele é a fonte, mas o Espírito da Verdade é uma revelação, é uma mensagem que seria ouvida por alguém e transmitida. E na semana passada nós estudamos e vimos quem foi este alguém, foi o apóstolo Paulo. Ah, Cristiano França, você está dizendo que Paulo era o Espírito da Verdade? Não!
Paulo foi o porta-voz. Como nós vimos, eu acabei de dizer, o Espírito da verdade foi uma mensagem, uma revelação que viria. Jesus disse para aqueles que o seguiam naquela época, seus discípulos e os demais irmãos ali, o que ele disse? Eu tenho muito o que vos dizer. Há muita revelação ainda sobre mim, sobre a minha obra, etc. Mas vocês não podem suportar agora.
Por quê, gente? Porque o Espírito da Verdade, ele revela a cruz. Ele revela o que Jesus fez na cruz. Ele revela os resultados da cruz e da ressurreição. Percebe? Então ele abre o entendimento de maneira extraordinária. E na época de Jesus, ainda nos dias da sua carne, o Senhor nem havia morrido na cruz ainda. Então ele disse, olha, há muita coisa a ser revelada, mas vocês não suportam agora, não é o tempo.
Mas esta revelação virá. É o Espírito da verdade. Alguém vai ouvir esse Espírito e vai anunciar essa mensagem. E este alguém vai me glorificar. E aí nós vimos um paralelo ali biblicamente.
Obviamente, muito claro, essa revelação se referia ao apóstolo Paulo, no caso, à mensagem que ele pregaria e pregou. Então, essa revelação do Espírito da Verdade, o Evangelho da Graça, é o Evangelho Eterno. Esse Evangelho é que ilumina os nossos olhos e nos faz compreender os mistérios do Senhor. Nos faz compreender a cruz, como eu falei, a ressurreição.
E a escatologia consumada acaba se somando perfeitamente porque ela é também a verdade a respeito da obra de Deus. Só que veja, na época do apóstolo Paulo e da igreja primitiva e dos demais apóstolos ali, a escatologia não havia se consumado ainda.
Então eles estavam antes da consumação de todas as coisas. A igreja primitiva estava vivendo a transição. Eles nasceram antes da cruz, viram a transição da cruz. A cruz foi o marco que marcou a divisão dos tempos.
E entre a cruz e a ressurreição de Jesus até a segunda vinda de Cristo, houve então aquele período que nós chamamos de período transitório, onde a igreja primitiva viveu, se desenvolveu ali. O evangelho do reino e da graça foram então pregados. Ou seja, o evangelho do reino foi aquela palavra que Jesus entregou aos seus discípulos, posteriormente chamados apóstolos, onde eles tinham que pregar exclusivamente aos judeus.
Nós vimos isto na semana passada, inclusive. O chamado deles era apenas entre os judeus. E o Senhor Jesus, então, deu para eles esse chamado de pregar o reino. Eles tinham que pregar aos judeus, então, que o reino já estava às portas. Porque os judeus aguardavam o Messias, como muitos aguardam até hoje, inclusive.
E eles ali aguardavam então, e a mensagem do reino era para dizer o seguinte, olha, o reino que vocês esperam já veio, e o Messias é Jesus Cristo. E a mensagem da graça então, foi o Espírito da Verdade que trouxe essa revelação a mais que Jesus disse. Eu tenho muito o que vos dizer, mas vocês agora, antes da cruz, vocês não podem suportar. Então virá o Espírito da Verdade, como veio através de Paulo então.
E aí a revelação foi completa, porque a cruz foi revelada, os benefícios da ressurreição foram revelados, e ali também houve o desenvolvimento da mensagem do reino, preparando o coração da igreja para a segunda vinda de Cristo. Então, defender a escatologia consumada hoje, amados, é defender a verdade também. Nós temos até um estudo que nós falamos o seguinte, e aí
que o evangelho hoje tem dois selos. É a cruz, que é a graça, e é a escatologia consumada. Qualquer mensagem, para ser chamada de evangelho hoje, ela tem que ter esses dois selos. Tem que se pregar a graça de fato. Veja, não é essa graça, entre aspas, religiosa que nós vemos aí.
Como eu sempre digo, a maioria hoje diz que prega a graça. Todo o sistema religioso quase diz que prega a graça, mas não pregam a graça coisa nenhuma. Eles misturam elementos da graça com outras visões. Eles trazem raciocínios do antigo pacto. Eles têm as próprias invencionistas, as próprias doutrinas extra-bíblicas. E eles fazem então essa mistura, essa gororoba, que não é um alimento gostoso, é um alimento... A se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz
ruim, péssimo. Então eles fazem essa mistureba de conceitos e dizem que é evangelho. Não. Evangelho é a graça. E também é a escatologia consumada. Por que eu falo isso? Porque a escatologia consumada é o raciocínio mais coerente de escatologia.
Graças a Deus, o Senhor nos permitiu ter essa visão já há alguns bons anos. E nesses bons anos de revelação da escatologia consumada, nós podemos perceber isso, que ela é, de fato, a visão mais coerente. É claro, gente, veja, a doutrina da escatologia consumada, eu vou ser honesto, claro, como temos que ser intelectualmente honestos, inclusive, sobre isso, ela não traz 100% das respostas.
Por quê? Porque nós vivemos ameçoados milênios depois. Essas informações que nós temos hoje, elas vêm do que está escrito. O que está escrito nas cartas, não só de Paulo, dos outros apóstolos, até do próprio Apocalipse. Então são informações que estão compiladas nesses escritos. Os irmãos na igreja primitiva, até por viverem antes da consumação, naturalmente eles recebiam as informações ali em primeira mão.
nós temos informações de segunda mão. Então as nossas informações, elas vêm, como eu disse, pelos escritos, que estão compilados ali, e a gente vai juntando, é um quebra-cabeças, né? A gente vai juntando aqui e ali. Mas os irmãos ali na igreja primitiva, eles receberam essas informações em primeira mão, até porque eram informações proféticas.
Então as informações que nós temos hoje, elas dão uma base muito maravilhosa para você entender que tudo já foi consumado. Como eu disse agora há pouco, é a visão mais coerente, porque gente, veja, não faz sentido você colocar qualquer vírgula do apocalipse no futuro.
Mais uma vez eu vou dizer, você só tem essa consciência que eu estou falando agora através da revelação da escatologia consumada. Antes de você conhecer, é claro que você vai entrar nos raciocínios religiosos que, entre aspas, futurizam o apocalipse. Então alguns colocam o apocalipse totalmente no futuro, outros colocam em parte, mas o fato é que o apocalipse foi todo cumprido, e nós defendemos isto aqui já há muitos anos.
Como eu disse, vou dizer mais uma vez, é a visão mais coerente. Ela pode não trazer 100% das informações, porque, como eu disse agora há pouco, nós temos informações em segunda mão. Informações que estão compiladas nesses escritos. Os irmãos lá receberam as informações em primeira mão. Naturalmente, eu particularmente creio que os irmãos da Igreja Primitiva receberam todo o entendimento ali.
nós recebemos compilado. Então vamos juntando os quebra-cabeças para que nós consigamos entender. E como eu disse, essa visão é muito coerente. Ela nos faz entender perfeitamente que tudo já se consumou.
É impactante? É. Mas veja bem, eu vou convidar você que ainda está impactado. É claro que os irmãos que já caminham conosco, já estudam há algum tempo com a gente, já estão com a mente já firmada nesse entendimento. Mas se não é o seu caso, irmão Cristiano, estou começando agora, eu ainda creio num apocalipse futuro, eu acredito que tudo que acontece hoje diz respeito a um apocalipse que vai ser cumprido daqui a alguns anos. Você tem esse pensamento? Veja, não tem problema nenhum. Eu também já tive, amados.
Pelo menos metade da minha vida eu acreditei nisso. Desde criança, no meio religioso, eu sempre acreditei que o apocalipse viria no futuro. Então não há problema nenhum você pensar isso hoje. O problema, amado, é você ter essa informação disponível para você da escatologia consumada e você não estudar, você não se aprofundar. Para mim o problema está nisso.
Porque, veja, uma coisa você não conhecer, nunca ouviu falar, e aí você tem esse pensamento religioso, né? Uma parte do apocalipse vai se cumprir, outra parte já se cumpriu, ou então tudo vai se cumprir no futuro. Se você nunca teve contato com a escatologia consumada, obviamente você tem esses pensamentos. Só que, veja, agora este entendimento, não só agora, já há alguns bons anos, ele está à nossa disposição.
Então cabe a você estudar para você não ficar mais nesse engano de aguardar uma segunda vinda de Cristo no futuro. Porque, na verdade, se Jesus realmente voltasse no futuro, como alguns dizem, seria a terceira vinda. E não tem terceira vinda na Bíblia. Percebe? Tudo já se consumou. Então eu vou deixar, veja, na descrição do vídeo, dois links sobre isso. O primeiro link é do Minuto Escatológico.
Se você não entende de escatologia consumada, primeiro eu te convido a assistir o Minuto Escatológico. Como o próprio nome já diz, essa playlist que está no YouTube, em nosso canal, ela consiste em vídeos de até um minuto sobre escatologia.
Hoje nós estamos ao vivo e gravando no dia 3 de setembro de 2023. Atualmente nós temos menos de 30 vídeos no Minuto Escatológico. Ou seja, em menos de meia hora você consegue assistir a todos os vídeos. E esses vídeos já vão dar uma base, você já vai raciocinar e pensar muito.
As informações que estão no Minuto Escatológico, elas são tremendas. É muito esclarecedor. Só que as informações são curtas. É só algo para dar um saborzinho. É tipo uma, como é que fala? Uma amostra grátis. Então, você vai experimentar um pouquinho. E aí, isso vai despertar no seu coração o desejo de saber mais. Aí você vai para o outro link, que é o link dos estudos da escatologia consumada. Aí sim, amados, tem muitos estudos ali.
Alguns são bem longos, mas se você assistir pelo menos os 12 ou 13 primeiros estudos, você já vai ter uma base maravilhosa para você entender que tudo já foi consumado. Então aqui nós defendemos essa visão já há bons anos.
E o estudo de hoje tem a ver com esse raciocínio, porque vamos falar dos novos céus e da nova terra e o fato de sermos novas criaturas, já termos nascido novas criaturas. Entende? Então eu quero convidar você a caminhar conosco neste conhecimento. Porque as pessoas que não conhecem ainda da escatologia consumada, quando elas nos ouvem falar a respeito de novos céus e nova terra, as pessoas ficam... A se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem se dizem
muito impactados porque na visão delas o céu e a terra é a mesma coisa
Porque a visão que as pessoas têm normalmente, comumente, é aquela visão de que a Terra ou ela vai ser destruída totalmente, ou ela vai ser restaurada cosmicamente. Então esta Terra física aqui voltaria a ser o paraíso. Esta é a visão da maioria do sistema sobre a escatologia da Terra, dos novos céus e nova Terra. Então eles pensam isso.
Essa nova criação é o seguinte, ou vai acabar essa criação, ela vai ser destruída, ou então ela vai ser restaurada cosmicamente. Esta é a visão dos novos céus e nova terra. Só que, na verdade, amados, não é essa a visão que a Bíblia apresenta. A visão de novos céus e nova terra não é uma transformação cósmica, não é a destruição física da terra e a restauração dela como um novo paraíso. Olha, não é isso.
A restauração que a criação passou foi uma restauração espiritual. Veja bem, a criação foi contaminada pelo pecado do primeiro homem. E ela foi, portanto, desconciliada de Deus.
O Senhor criou todas as coisas, e a palavra diz que o Senhor, diversas vezes, Ele disse, isto é bom, né? Então Deus criou tal coisa, e viu Deus que era bom. Ou seja, o Senhor se alegrou com a sua criação. Porém o homem trouxe o pecado para o mundo. Então o homem colocou o mundo, a terra, em desgraça.
A criação, então, foi separada do seu Criador. E a restauração, então, que o Senhor Jesus fez, foi a união de novo com o seu Criador. Então, a criação foi desconciliada de Deus, por meio de Adão, do primeiro Adão. Então, o Senhor Jesus veio para ser o último Adão, o segundo e último, para trazer uma nova criação restaurada do ponto de vista espiritual. Então, vamos ver aqui...
o que o primeiro Adão fez? Gênesis 3, 17. E o homem declarou, visto que você deu ouvidos à sua mulher e comeu do fruto da árvore da qual ordenei a você que não comesse, olha só, maldita é a terra por sua causa.
Com o sofrimento você se alimentará dela todos os dias da sua vida. Maldita é a terra por sua causa. A criação se tornou maldita. Ela perdeu seu valor.
Ela se tornou inútil, porque ela foi contaminada pelo pecado. Então, por causa do pecado, a morte entrou no mundo. Olha só que coisa. Então, de fato, a criação era, por assim dizer, uma extensão do paraíso. Ela era o paraíso também.
Porque o paraíso é o território do reino de Deus, que está acima de todas as coisas. Como a palavra diz, existem três céus. O primeiro céu é o céu das aves ou das nuvens. O segundo céu é o céu dos astros. E o terceiro céu é onde Deus habita, onde está o trono de Deus, é o paraíso. Então a criação era, por assim dizer, uma extensão desse paraíso.
Só que o paraíso foi retirado daqui quando o pecado entrou. Porque, veja, o paraíso de Deus não vai, amado, se relacionar com o pecado. Essas coisas não se misturam. Entende? Então a carne não pode se misturar. Por isso que Paulo falou, né? A carne e o sangue não herdam o reino de Deus. Entende? Então o paraíso foi retirado daqui. Porque o pecado entrou no mundo e aí, consequentemente, entrou a morte.
E quando a lei se manifestou, veio a condenação. Porque veja bem a sequência. Entrou o pecado, o pecado trouxe consequência de morte, só que o pecado não era imputado para a condenação. Então, veja bem, se não houvesse a lei...
Ninguém seria condenado. As pessoas viveriam as consequências do pecado, mas elas não seriam condenadas eternamente. A lei foi o fundamento jurídico, vamos colocar entre aspas assim, foi o fundamento jurídico de Deus para a condenação. A lei veio para imputar o pecado.
A restauração foi isso. Por quê? Porque o pecado entrou no mundo, consequentemente entrou a morte, e a lei veio para imputar, para diagnosticar o pecado e imputar o pecado em toda a humanidade. O apóstolo Paulo disse que todos, judeus e gentios, estavam debaixo do pecado. Isso está em Romanos 3, versículo 9.
Então todos foram postos debaixo do pecado. Ainda que a lei tenha sido dada apenas para os judeus, mas ela foi dada apenas para eles, no que se refere ao cumprimento dela. Mas no que tange a imputação do pecado foi para todos, judeus e gentios, não importa. Então, entrou o pecado, entrou a morte e veio a lei para trazer a condenação. O Senhor Jesus livrou o seu povo de tudo isso. E ele restaurou então a criação desse ponto de vista.
Porque o pecado que Adão trouxe, o Senhor aniquilou. Entende? O pecado entrou no mundo e o último Adão veio para tirar o pecado do mundo. Não é o que nós vemos lá no livro de João? Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo e já tirou. Tremendo, né?
Ué, como assim, irmão Cristiano? Já tirou? É, já tirou, já tirou a condenação. Tirar o pecado, veja, não é que não existam mais obras más. As pessoas confundem isso, né? Ué, como é que você pode dizer que já tirou o pecado se eu vejo as pessoas fazendo mal aí? Tirar o pecado é tirar a condenação. A condenação foi retirada dos filhos de Deus, daqueles que foram eleitos desde antes da fundação do mundo. Veja, esta foi a restauração que Jesus fez.
Nós podemos dizer que já vivemos em novos céus e nova terra, por quê? Porque os filhos de Deus não são mais encontrados debaixo do pecado, ou seja, debaixo da condenação. Por quê? Porque a morte já não existe para os filhos de Deus. Ué, irmão cristiano, como assim, abençoado? Todos aí morrem? Veja, não. Os filhos de Deus não morrem.
O que morre, ou seja, o que deixa de existir é o pó da terra, é a carne. Só que a carne, o nosso corpo, ele é apenas um invólucro, ele é uma vestimenta. O Paulo usa essa metáfora de que o corpo é uma vestimenta. Só que quando essa vestimenta voltar para o pó, nós seguiremos vivos. Então, na verdade, a morte não existe.
Porque a morte que a Bíblia fala, da qual os filhos de Deus seriam libertos, não é a morte biológica. É a morte da vida, de fato, da alma. Nós fomos libertos dessa morte. Aliás, nós já nascemos libertos dela. E os irmãos da igreja primitiva foram diretamente libertados dessa morte terrível. Então veja, tudo que o primeiro Adão trouxe, o último Adão acabou. Todos os males que o primeiro Adão trouxe, o último Adão acabou com esses males. Que foi o pecado...
a morte e a lei. Entende? Porque o Senhor Jesus cumpriu toda a lei ao morrer na cruz e ele tornou então a lei obsoleta. Vocês estão entendendo o ponto? Então, abençoados, podemos dizer sim, já vivemos em novos céus, em uma nova terra e somos novas criaturas por causa disso. Vamos caminhar no conhecimento? Eu quero ler também na palavra. Romanos 5, 12, veja só essa sequência que Paulo fala ali. 12 ao 14.
Portanto, da mesma forma como o pecado entrou no mundo por um homem, o primeiro Adão, e pelo pecado a morte, assim também a morte veio a todos os homens porque todos pecaram. Ou seja, a partir de Adão, todos os homens se tornaram pecadores. 13. Pois antes de ser dada a lei, o pecado já estava no mundo.
Então veja gente, existe um raciocínio por aí que diz que pecado era só transgressão da lei. Não, o pecado veio antes da lei. A lei é que se tornou a força do pecado. Então a partir do momento que a lei se manifestou por meio de Moisés, o seu descumprimento se tornou pecado. Mas antes da lei o pecado já estava no mundo, gente, isso é muito claro.
Então não cai nesse raciocínio, ah não, o pecado era só para os judeus, só eles que estavam debaixo do pecado, porque pecar era você transgredir a lei. Não gente, o pecado é mais do que isso. Vou deixar na descrição do vídeo um estudo sobre o pecado. Se você quiser se aprofundar nesse assunto de pecado, vou deixar um estudo específico sobre isso na gravação. Você que está assistindo pelo YouTube na gravação, você vai encontrar esse link aí, entre outros.
Então o pecado já estava no mundo antes da lei. Mas o pecado não é levado em conta quando não existe lei. É o que eu falei agora há pouco. O pecado já existia, mas ele não poderia ser imputado no que se refere à condenação eterna.
Como eu falei para vocês agora há pouco, a lei foi o fundamento jurídico para o juízo final, que já aconteceu, e nós temos um estudo específico sobre o juízo final, ele está dentro da playlist da escatologia consumada. É só você entrar na playlist que você vai encontrar...
um estudo específico. É claro que eu recomendo que você assista a todos na sequência, mas nós temos um estudo específico sobre o juízo final que já se cumpriu. Então o fundamento jurídico para a condenação foi a lei, porque ela imputou o pecado.
Vocês estão entendendo? Então foi esse trabalho, entre aspas, um trabalho em conjunto. O primeiro homem trouxe o pecado, o pecado trouxe a morte, e a lei imputou o pecado para que ele fosse um instrumento de condenação eterna para os filhos da perdição, não para os filhos da salvação, não para os eleitos, porque nenhuma condenação há em Cristo para os filhos de Deus. 14.
Todavia, a morte reinou, ou seja, mesmo sem a lei, a morte reinou, desde o tempo de Adão até o de Moisés. A lei veio a partir de Moisés. Mesmo sobre aqueles que não cometeram pecado semelhante à transgressão de Adão, o qual era um tipo daquele que haveria de vir. O Adão foi um tipo de Cristo por quê? Porque Cristo foi o segundo Adão. Então, o primeiro Adão tipificou Jesus, só que para o mal.
O primeiro Adão trouxe o pecado, ele trouxe todos esses malefícios. E Jesus, como o último Adão, trouxe todos os benefícios. Então, por isso o primeiro Adão tipificou Jesus no que tange aos resultados que eles trouxeram para a humanidade. Só que um para o mal, outro para o bem. Por isso que Adão era um tipo daquele que haveria de vir, que no caso era Jesus. Ele tipificava Jesus neste sentido. A sua obra contaminou toda a humanidade.
e a obra de Jesus descontaminou. Vou deixar um estudo aí na descrição do vídeo sobre os dois Adões também, para quem quiser se aprofundar. Então veja só o que o primeiro Adão fez. Ele trouxe o pecado, trouxe a morte, e a lei a partir de Moisés veio imputar a morte.
A humanidade, então, estava contaminada, principalmente antes da cruz, com todos esses males. Na cruz, o Senhor aniquilou o pecado. A palavra deixa isso muito claro. Ele aniquilou o pecado pelo sacrifício de si mesmo.
Ele aniquilou o pecado, por quê? Porque ele cumpriu toda a lei. Todas as exigências da lei foram cumpridas em Cristo quando ele morreu e derramou o seu sangue de Cordeiro de Deus. Por isso ele se tornou o fim da lei, fim mesmo, não é finalidade apenas, é o fim de fato da lei.
Então a lei acabou de fato nele. Veja, ela acabou do ponto de vista da necessidade que as pessoas tinham, especialmente os judeus, de cumpri-la. A partir da cruz não havia mais a necessidade de se cumprir obras da lei. Porém os judeus seguiram cumprindo, inclusive o templo ali estava de pé. Então a lei, na prática, ela continuou existindo.
Ela acabou na cruz, ou seja, não havia mais necessidade da lei, não havia para os filhos de Deus. Nenhum eleito de Deus precisava viver debaixo da lei. O Senhor Jesus cumpriu tudo, mas ela continuou existindo na prática, porque o templo estava de pé, então todas as oferendas eram feitas ali, os sacrifícios, os dízimos, as abluções, todo aquele mover da lei acontecia no templo, as lembranças anuais de pecados.
Então aquele templo de pé e o funcionamento da lei era uma afronta a Deus, era uma afronta à obra do Senhor. Então por isso aquele templo precisava ser destruído, e Jesus profetizou que na segunda vinda dele, aquele templo viria abaixo. Ele disse que não ficaria, como não ficou, pedra sobre pedra daquele templo. Isso se cumpriu no ano 70.
Por isso podemos afirmar, inclusive, que a escatologia já se consumou, porque historicamente podemos comprovar o que foi profetizado. É muito interessante. Só que veja bem, a igreja viveu antes da segunda vinda. Eles viveram a transição da cruz, antes da cruz para depois da cruz, mas eles viveram antes da segunda vinda. Então o apóstolo Paulo diz que a criação aguardava com expectativa a libertação desse mal.
Ué, irmão cristiano, mas Jesus não havia já morrido quando Paulo escreveu a carta? Sim. Só que veja, como eu falei agora há pouco, o templo ainda estava de pé, então todas aquelas abominações da lei aconteciam ali, então a criação ainda estava manchada, por assim dizer.
por aquele mover da lei, pelas lembranças dos pecados, pelos sacrifícios, como eu falei agora há pouco, todo aquele mover da lei. Aquilo era uma vergonha, a criação queria ser liberta daquilo. Além disso, a morte ainda estava em vigor para os filhos de Deus.
Jesus já havia vencido a morte? Sim. Mas primeiro ele a venceu para ele mesmo, porque ele ressuscitou ao terceiro dia. A sua alma saiu da tumba, como diz a palavra. Ou seja, Jesus voltou à vida. Perceberam, né? Ele voltou a viver.
Ele ressuscitou, então ele venceu a morte. Só que a morte tinha que ser vencida também para os filhos de Deus, os demais. E isso aconteceu na sua segunda vinda. Veja, isso está explicado também na escatologia consumada. No link tem estudos sobre tudo isso.
ressurreição, transformação, arrebatamento, está tudo muito bem explicado aí, quem quiser se aprofundar nisto. Então veja, Jesus já havia vencido a morte, sim, só que a morte ainda estava em vigor para os filhos de Deus naquela ocasião. Então a criação queria ser liberta daquilo, daquele mover da lei, das lembranças do pecado, e da morte. O Paulo fala isso aqui em Romanos 8, vamos ler Romanos 8.
do 18 ao 22. Considera que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada. 19. A natureza criada, olha aí, a criação, aguarda com grande expectativa que os filhos de Deus sejam revelados.
Até então, amados, até essa ocasião aqui, os filhos de Deus ainda não tinham sido revelados. Ou seja, o que é ser revelado? Ser revelado é ter o véu retirado. Então, por assim dizer, os filhos de Deus ainda estavam antes do véu, porque o templo de Jerusalém estava de pé. Entende? A lei estava ali funcionando, ainda que Jesus já a tivesse cumprida na cruz. Mas ela estava funcionando ali.
Então aquele véu, entre aspas, tinha que cair por terra. E ele caiu no ano 70. O Império Romano destruiu aquele templo como Jesus havia profetizado. Eles estavam antes da consumação de todas as coisas aqui nessa ocasião. Então por isso que havia essa expectativa da revelação dos filhos de Deus. Percebe o ponto? 20.
pois ela, a criação, foi submetida à inutilidade. Ou seja, ela perdeu seu valor, gente, com o pecado. Esse é o sentido. Então a criação perdeu seu valor e ela estava ainda sem valor mesmo após a cruz, mais uma vez, por causa da lei, do templo, da lembrança dos pecados, dos sacrifícios que aconteciam ali. Havia, por assim dizer, essa mancha na criação. Ela queria ser liberta disso.
Porque enquanto havia aquele templo, havia a religião dos judeus funcionando, havia a lembrança dos pecados, havia a entrega de sacrifícios, tudo aquilo tornava ainda a criação algo sem valor. Então ela aguardava com expectativa aquela libertação. Então a libertação foi feita nessas etapas. Jesus morreu, Jesus ressuscitou.
E Jesus voltou no ano 70 para concluir a sua obra e libertar definitivamente a criação daquela inutilidade, ou seja, daquela perda de valor que ela teve com o pecado. Pois ela, a criação, foi submetida à inutilidade, não por causa da sua própria escolha, mas por causa da vontade daquele que a sujeitou. 21.
Na esperança, veja, eles estavam ainda num período de esperança, ainda aguardando a consumação de todas as coisas, na esperança de que a própria natureza criada será libertada e foi da escravidão da decadência que se encontra, recebendo a gloriosa liberdade dos filhos de Deus. Glória a Deus, gente. Maravilha, né? 22.
Sabemos que toda a natureza criada geme até agora como em dores de parto. Figurativamente, abençoados, a criação estava grávida, entre aspas. Ou seja, ela estava aguardando o nascimento de uma nova criação, que viria com a destruição do templo. Porque a destruição do templo, vou dizer mais uma vez, marcou historicamente a vinda do reino, a segunda vinda de Jesus, que foi a vinda do reino de Deus. A se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz se diz
Com a vinda do reino, veio a destruição do templo, veio a ressurreição dos mortos, a entrada para o paraíso se abriu, aquilo que Jesus profetizou, vim de benditos de meu pai para a glória eterna. Isso foi no ano 70. A porta do paraíso foi reaberta para os filhos de Deus. Vocês entendem? Tudo se consumou ali. Por isso que houve a liberdade dos filhos de Deus. Os filhos de Deus puderam, então, entre aspas, atravessar o véu.
A criação foi liberta da inutilidade, foi liberta das lembranças de pecados, de sacrifícios daquele templo que estava ali manchando e envergonhando a criação. Vocês estão entendendo, amados, que esta foi a restauração que Jesus fez?
Então, novos céus e nova terra é nesse sentido espiritual. A terra aguardava ser liberta. Ela aguardava a libertação dos filhos de Deus. O fim daquele regime da lei. Porque a escatologia é isso. Ela foi uma escatologia de pacto. Ela não foi uma escatologia cósmica, como muitos pensam que é, como eu falei no início do estudo.
Bíblicamente não tem escatologia cósmica, foi espiritual, foi uma escatologia pactual, foi uma mudança definitiva de pactos. O novo pacto começou na cruz, mas houve uma transição, porque ainda faltava o templo ser destruído, faltava ainda a morte ser destruída para os filhos de Deus, então houve essa transição ali no tempo da igreja primitiva. Com a vinda do reino, tudo se consumou e a criação foi totalmente liberta.
Então o pecado foi aniquilado, percebe? Na cruz, e as lembranças dos pecados caíram por terra com a queda do templo. Coisa maravilhosa, né? Por isso que a queda do templo foi o fim definitivo da lei, das lembranças dos pecados. Por isso que Cristo foi o fim da lei.
Todos esses males caíram, queridos. Então os céus e a terra se tornaram novos neste sentido. Observe só o cumprimento disso. Só para pontuar biblicamente, Hebreus 9, 26. Observem.
Se assim fosse, ou seja, se fosse como na lei, porque na lei eles lembravam os pecados todos os anos, e o sumo sacerdote oferecia sacrifícios, primeiro pelos pecados dele, depois pelos pecados do povo, e todo ano havia aquela lembrança, aquele ritual. E o texto aqui está dizendo o seguinte, se fosse assim, como na lei, Cristo precisaria sofrer muitas vezes, desde o começo do mundo.
porque ele aniquilou o pecado desde o começo do mundo, desde o primeiro pecado de Adão. Então, se fosse como na lei, Jesus teria que morrer, por exemplo, todo ano, já que na lei eles faziam lembranças de pecados e oferecimento de sacrifícios todo ano.
Então se fosse assim, Cristo precisaria sofrer muitas vezes desde o começo do mundo. Mas agora ele apareceu, veja bem, uma vez por todas, no fim dos tempos. Gente, vocês têm que perceber esses detalhes. Existem muitas dessas filigranas escondidas para você perceber que eles naquela época, a igreja primitiva é que viveram o fim dos tempos.
Foi o fim do tempo da lei, o fim do tempo do pecado, o fim do tempo da condenação, o fim do tempo da morte. Vocês estão compreendendo o que foi a restauração?
Então eles viveram o fim dos tempos. As pessoas pensam que os fins dos tempos são agora. É agora, no caso. Alguns pensam que vai ser daqui a alguns anos, que já estamos vivendo o início do fim dos tempos. Não, gente, olha só o fim dos tempos aqui na Bíblia. Eles lá estavam vivendo quando Jesus se manifestou. Então o fim dos tempos, na verdade, começou com o nascimento de Jesus. Porque o nascimento de Jesus foi o início da obra de restauração.
Então todo aquele período, desde o nascimento de Jesus, a transição da cruz e a igreja primitiva, todo aquele tempo, até o ano 70, na destruição do templo e na vinda do reino, foi o fim dos tempos propriamente dito. Mas agora ele apareceu uma vez por todas no fim dos tempos.
para aniquilar o pecado. Pegou? Mediante o sacrifício de si mesmo. Então o sacrifício de Jesus aniquilou o pecado. Perceberam? O Senhor fez esta restauração. O primeiro homem trouxe o pecado, Jesus aniquilou o pecado. Depois Moisés trouxe a lei para imputar o pecado. Jesus retirou a imputação do pecado dos filhos de Deus. Porque ele morreu pelos filhos.
Então ele retirou a condenação dos filhos, dos eleitos. Por isso ele foi o fim da lei. Romanos 10, 4. Porque o fim da lei é Cristo. E fim aqui, gente, é fim mesmo. Alguns que não aceitam o fim da lei, dizem que fim aqui é finalidade. Veja, a palavra no grego telos pode ser traduzida por finalidade. Mas a principal acepção dela é fim, é término.
É como se fosse uma fronteira onde algo termina e outra coisa começa. Então Jesus foi de fato o fim da lei. Inclusive no contexto, o apóstolo Paulo aqui está falando daqueles que não se submetiam à justiça de Deus e ficavam tentando estabelecer a sua própria justiça por meio da lei.
Aí Paulo fala, não gente, o fim da lei é Cristo. Você não tem que viver praticando obras da lei para estabelecer a sua justiça. Esse é o ponto aqui. Então o contexto deixa muito claro que fim aqui é fim mesmo. Porque o fim da lei é Cristo, para a justificação de todo o que crê.
Perceberam a restauração? Fim do pecado, fim da lei, fim da morte. 1 Coríntios 15, dos 55 ao 57. Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado.
Por quê? Porque o pecado é que trouxe a condenação. E que trouxe, traria, no ano 70, a morte eterna. A segunda morte para aqueles que não fossem salvos. Ou seja, aqueles que não pertenciam ao reino de Deus. Então o aguilhão da morte é o pecado, porque ele que trouxe a morte. Agora veja, e a força do pecado é a lei. Perceberam esse trio?
Morte, pecado e lei. Ou, na sequência, pecado, lei e morte. Mas graças a Deus que nos dá vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. Que palavra linda, né? A vitória foi dada. Entende? Jesus venceu o pecado na cruz. Jesus venceu a morte ao ressuscitar. E também a venceu para os filhos de Deus no ano 70 na ressurreição dos mortos.
Então ele acabou com o pecado, acabou com a morte e trouxe a vitória para os filhos de Deus. Percebem? Esta foi a restauração. Nós já vivemos, então, em novos céus e em nova terra. Então esqueça essa ideia de novos céus e nova terra no sentido cósmico. Não, é no sentido espiritual. É no sentido dessa obra de limpeza, por assim dizer, que Jesus concluiu.
ele fez então uma nova criação com a sua obra e, consequentemente, tornou os filhos dele novas criaturas. Porque se ele restaurou a criação neste sentido, ele também restaurou a vida dos filhos de Deus. Por quê? Porque quando Jesus morreu, a palavra revela que o velho homem morreu com ele, e o velho homem dos filhos de Deus também morreu lá com ele. Ou seja, toda a carne morreu, de todos os filhos, de todos os tempos.
Ao aniquilar então a carne, o Senhor aniquilou o pecado e tornou seus filhos novas criaturas. Então aqueles irmãos foram transformados em novas criaturas, porque a carne deles morreu na cruz, e nós já nascemos sendo novas criaturas.
Isso é uma revelação tremenda, né? Porque a religião diz que ser nova criatura é você adentrar uma denominação, aceitar Jesus, cumprir os mandamentos, aí quem sabe, se batizar, batizar, entre aspas, nas águas, aí sim você se torna uma nova criatura. O Senhor Jesus tornou os seus filhos novas criaturas a partir do calvário de toda a sua obra, que foi consumada no ano 70.
Então, a partir da cruz em diante, todos os filhos de Deus se tornaram novas criaturas. Por quê? Porque a carne morreu na cruz.
Eu vou deixar na descrição do vídeo um estudo sobre ser nova criatura. Para quem ainda não assistiu, assista, é fundamental. Já nascemos novas criaturas. Esse estudo é tremendo. E você vai entender com profundidade o que eu estou falando agora. O velho homem morreu. Na cruz o Senhor matou todo o velho homem, de todos os filhos. Então todos se tornaram criação nova. 2 Coríntios 5, 14 ao 19.
Pois o amor de Cristo nos constrange, porque julgamos assim, se um morreu por todos, logo todos morreram. Aqui são todos os filhos, todos os eleitos, de todas as etnias. Todos aqui se referem à etnia, porque os filhos de Deus não eram apenas os judeus. O Evangelho revelou isso. Os filhos de Deus, os eleitos, estavam entre todas, como estão, entre todas as etnias. Então todos morreram. Este é o sentido. 15.
E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. 16. Por isso, daqui por diante, olha só, gente, a ninguém conhecemos em segunda carne. Por quê? Porque segunda carne é Adão. E a carne morreu. Adão morreu na cruz lá.
O velho homem morreu na cruz. Vocês estão entendendo? Jesus, ao morrer, matou o velho homem. Por isso, a ninguém conhecemos segundo a carne. Isso aqui é um sentido étnico. E, ainda que tenhamos conhecido Cristo segundo a carne, ou seja, mesmo que nós tenhamos conhecido Jesus como judeu, agora, contudo, já não o conhecemos desse modo. Você não tem que ver Jesus mais como judeu. Por quê? A carne morreu. Jesus era judeu na carne.
Eu, cristiano, sou um brasileiro na carne. Seja qual for a nossa etnia, é na carne. Só que a carne morreu. Então, a ninguém conhecemos segundo a carne. Ou seja, em outras palavras, somos novas criaturas. 17.
Pelo que se alguém está em Cristo, e estar em Cristo, como eu já expliquei muitas vezes aqui, é você estar depois da cruz, é você estar na nova aliança. Então, se alguém está em Cristo, nova criatura é. Por que depois da cruz? Mais uma vez, porque na cruz o velho homem morreu. Ora, se ele morreu na cruz, todos que estavam depois da cruz, então se tornaram novas criaturas. Porque ser nova criatura é não ser da carne.
Então, nós não somos carne, nós estamos carne, entre aspas. Vocês estão entendendo?
Só que para Deus, essa carne já morreu, morreu na cruz. Então ele nos vê já como novas criaturas, porque já nascemos em Cristo. Ou seja, já nascemos na nova aliança, já nascemos depois da cruz. Pelo que se alguém está em Cristo, nova criatura é. As coisas velhas já passaram. Pecado, morte, condenação, antiga aliança, maldição. Passou.
O sentido de coisas velhas aqui é isso. Inclusive, claro, o velho homem. O velho homem também passou. Esse é o sentido. As coisas velhas passaram, eis que tudo se fez novo. 18. Mas todas as coisas provêm de Deus, que nos reconcilhou consigo mesmo por Cristo, e nos confiou o ministério da reconciliação. 19.
pois que Deus estava em Cristo, vejam só, reconciliando consigo o mundo, o cosmos. Ou seja, aqui o sentido é de todos os filhos. Já expliquei isso aqui algumas vezes. Hoje não dá tempo de entrar em detalhes nisso aqui. Mas aqui é o cosmos de todos os filhos e, claro, da criação, reconciliando consigo todos os filhos de Deus, não imputando aos homens as suas transgressões.
Ou seja, os filhos do Senhor, eleitos desde antes da fundação do mundo, não têm transgressões imputadas em suas vidas. Por quê? Porque foram reconciliados.
e nos encarregou da palavra da reconciliação. Perceberam? Tremendo isso, né? Esta foi restauração. Então, a partir do ano 70, todos os filhos de Deus passaram a viver em novos céus, nova terra, sendo novas criaturas. Você já nasceu sendo nova criatura.
A religião nos fez acreditar que nós só passamos a ser novas criaturas quando nós aceitamos Jesus, que é um conceito que não existe na Bíblia. Também já estudamos isso aqui muitas vezes. Não tem na Bíblia aceitar Jesus. Mas eles inventaram esse conceito. E eles dizem, você só é nova criatura se você aceitar Jesus aqui na nossa denominação. Você vai participar da classe dos catecúmenos, vai participar...
Do batismo nas águas, vai limpar os seus pecados, portanto, na visão deles, e vai cumprir os mandamentos, vai cumprir o cerimonialismo, não pode faltar o culto, tem que comer santa ceia, e tem que pagar o preço, e faz a campanha, é fiel nisso, é fiel naquilo, aí sim você é nova criatura.
Isso não faz nenhum sentido. O Senhor Jesus tornou todos os seus, de todos os tempos, novas criaturas a partir da sua morte. Porque na sua morte ele matou o velho homem. Se o velho homem, que era antiga criação, morreu na cruz, então todos os filhos são nova criação, independentemente de religião.
Tremendo, né? E nesse estudo que eu vou deixar na descrição sobre isso, nós explicamos com mais detalhes. Então, amados, esta foi a restauração que Jesus fez. Novos céus e nova terra já existem. E, consequentemente, nós, filhos de Deus, somos novas criaturas. E eu quero encerrar com Gálatas 6, versículo 15.
De nada vale ser circuncidado ou não. Ou seja, não importa se é judeu, se não é judeu, se você se circuncidou ou não, isso tudo é carne. O que importa é ser uma nova criação. E todos os filhos de Deus foram feitos de nova criação na cruz. Entende? E no ano 70 tudo se consumou. Novos céus, uma nova terra.
foram estabelecidos por Jesus e os filhos de Deus se tornaram para sempre novas criaturas. Então, amado, entenda isso. A obra está completa. Tudo foi consumado. E nós temos o privilégio de viver depois disso. E o privilégio ainda maior de conhecer essa verdade para que nós não vivamos envolvidos com religião como nós vivemos antes.
mas a maioria de nós pelo menos só que pela graça de Deus pela misericórdia do Senhor ele abriu os nossos olhos para que nós pudéssemos entender que a graça foi estabelecida e que a escatologia foi toda cumprida todas as profecias se cumpriram e nós já nascemos em um período onde tudo já foi consumado já nascemos com todas as bênçãos já nascemos novas criaturas
para a honra e glória do Senhor. Este é o raciocínio. Não se deixe enganar por essa visão futurista. A visão é que tudo já foi consumado e para a honra e glória do Senhor vivemos em uma nova terra e temos novos céus, tudo restaurado, graças a Deus. Glórias ao Senhor.
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