125 - O ETERNO ESPÍRITO DA VERDADE
O Espírito da verdade profetizado por Jesus de Nazaré não é exatamente o Espírito Santo (ainda que este seja a fonte de tudo). Na verdade, Jesus vaticinou a vinda de uma Mensagem, um conhecimento extraordinário, que só pode ser obtido por meio da revelação e que seria dado a um homem; a saber, esta profecia se concretizou por meio da vida e do Ministério dado ao apóstolo Paulo ― e até hoje o Espírito da verdade atua libertando a mente dos filhos de Deus por meio do desvendamento do Evangelho da Graça.
(Gravação do Estudo da Graça de Deus transmitido ao vivo no domingo, dia 27/08/2023)
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- Espírito SantoO Espírito da Verdade como mensagem e não apenas o Espírito Santo · Jesus profetizando sobre um portador da mensagem · Paulo recebendo revelação direta de Jesus
- Repartição da vontade e dispersão da graçaA riqueza do pleno conhecimento de Cristo · Enraizados e edificados na graça · A graça como mensagem eterna
- Apóstolo Paulo e teologia cristãPaulo como pai espiritual através do Evangelho · A importância de seguir a doutrina da graça · Distinção entre tutores e pais espirituais
O eterno Espírito da verdade. Nosso versículo inicial se encontra em Atos dos Apóstolos, capítulo 20, verso 24, nova versão internacional. Todavia não me importo. Aqui o Paulo está falando sobre os sofrimentos que ele passaria em função do seu ministério. Ele diz aqui no contexto.
que o Espírito Santo já o havia revelado sobre os sofrimentos que ele passaria. Ele diz, todavia não me importo com isso, nem considero a minha vida de valor algum para mim mesmo, se tão somente puder terminar a corrida e completar o ministério que o Senhor Jesus me confiou.
de testemunhar do evangelho da graça de Deus. Que maravilha, né? Igreja gloriosa, povo santo, amados de Deus, preciosos do Pai. Igreja sem ruga, sem mácula, abençoados com todas as bênçãos espirituais, mais do que vencedores em Cristo em todas as circunstâncias.
Meus amados, hoje eu quero falar do Espírito da Verdade. Eu quero que você entenda, e isso é muito importante, que Jesus Cristo, Jesus de Nazaré, ou seja, o Senhor ainda nos diz da sua carne, ele profetizou a respeito do Evangelho da Graça de Deus.
E essa revelação de que Jesus profetizou sobre o evangelho da graça, e consequentemente sobre o ministério de Paulo, traz à tona uma verdade maravilhosa e que faz cair por terra um raciocínio que rola por aí, onde algumas pessoas dizem que o apóstolo Paulo não foi apóstolo, que Paulo... tem gente dizendo por aí, gente, que Paulo era um louco. Ah, Paulo era um louco, só porque ele fala da graça, gente.
Como as pessoas não aceitam a palavra da graça? E elas não têm, observe, elas não têm argumentos contra a graça.
O próprio apóstolo Paulo disse, nada podemos contra a verdade, senão pela verdade. Então as pessoas tentam ir contra o evangelho da graça, tentam argumentar biblicamente, mas não têm argumentos contrários. Então elas têm que tirar versículos do contexto, tiram passagens inteiras do contexto, trazem interpretações absolutamente sem sentido.
para tentarem combater a revelação da graça, mas não conseguem. E aí, por fim, elas dizem que Paulo é doido. Paulo era um louco, ele não teve revelação nenhuma. Por incrível que pareça, existe esse tipo de pensamento. E as pessoas disseminam isso por aí. E tem gente que cai nessas esparrelas aí. Então a gente tem que ter muito cuidado com isso. Por quê? Porque Jesus profetizou sobre o ministério de Paulo. Jesus profetizou sobre o evangelho da graça.
E vocês viram aqui no início, no primeiro versículo, o apóstolo Paulo se referindo ao seu chamado. E ele fala, minha vida nem é preciosa para mim. O que me importa é cumprir o meu chamado, cumprir o ministério que Jesus me deu. Claro, Jesus já ressuscitado entregou esse ministério ao apóstolo Paulo. O Paulo diz que ele recebeu esse chamado, esse ministério, no terceiro céu.
Ele disse, não sei se foi no corpo, se foi fora do corpo, isso na verdade não importa. O fato é que eu estive com Jesus ressuscitado e ouvi da sua boca a revelação.
Uma experiência extraordinária, amados, que nenhum outro homem teve. Nem mesmo os discípulos de Jesus de Nazaré, posteriormente chamados apóstolos também, da circuncisão, tiveram uma experiência assim. Claro, eles tiveram uma experiência junto com Jesus de Nazaré, ainda ali debaixo da lei, aquela coisa toda.
Mas essa experiência de ser levado ao paraíso para ter a revelação de uma mensagem muito mais extensa do que aquelas que os discípulos de Jesus haviam recebido, essa experiência só o apóstolo Paulo teve. E Jesus profetizou sobre isso.
Então essa história que Paulo era um louco, que a mensagem da graça é um delírio de Paulo, que não existe isso e tal, isso é um raciocínio absurdo, porque o próprio Jesus, repito, o próprio Deus manifestado em carne, profetizou sobre esse ministério em graça que viria posteriormente. Claro que Jesus não chamou de palavra da graça.
Não é isso. Essa nomenclatura veio depois. O próprio Paulo, como acabamos de ler, rotulou o seu evangelho, a sua mensagem de evangelho da graça. Por que ele falou isso? Claro, porque era uma mensagem que evidenciava toda a graça, que trazia o raciocínio da gratuidade da obra de Deus, do que Jesus fez na cruz.
Entende? A palavra da graça é isso. Tanto que o apóstolo Paulo diz que ele chama o seu evangelho de palavra da cruz. Ele fala que a palavra da cruz é loucura para os que perecem. Por que ele fala a palavra da cruz? Porque era uma palavra, era uma revelação, um ensinamento que evidenciava a cruz. Não o objeto, obviamente, mas o que havia sido feito lá.
Jesus morreu na cruz e ressuscitou. Então a graça consiste em apresentar os resultados disso. Quando os discípulos de Jesus de Nazaré receberam o seu chamado, Jesus sequer havia morrido ainda na cruz. Entende? Então Jesus não entregou para eles a revelação dessa graça.
ele deu para eles um outro chamado específico. A gente já vai ver isso aqui historicamente e biblicamente. Estou introduzindo aqui, mas a gente vai ler na Bíblia isso aí que eu estou falando. Então, os apóstolos, os discípulos, e posteriormente chamados apóstolos de Jesus de Nazaré, eles receberam uma incumbência específica, já vamos tratar disso, e Paulo recebeu outra.
Entende? Muitos insistem que a mensagem de Paulo era a mesma dos discípulos de Jesus de Nazaré. Não era. É claro que alguns pontos convergiam, né? Porque todos falavam de Jesus, tanto Paulo quanto eles. Só que a abordagem era outra, o chamado era outro. E a revelação que Paulo recebeu era muitíssimo mais ampla. Entende? Então, veja bem, um dos grandes erros que eu entendo, talvez o maior erro, Então...
do sistema religioso, se não for o maior, está entre os maiores, é não separar esse ministério da graça, entender que essa palavra, essa revelação dada ao apóstolo Paulo, é a mensagem para a igreja de fato. Porque, gente, veja, a palavra da graça, o evangelho da graça, ele não tinha compromisso com obras da lei, ele não tinha compromisso com todo aquele segmento judaizante, com os costumes dos judeus.
Era um evangelho separado disso. Era um evangelho que não levava em conta a etnia. Por isso que Paulo fala, a ninguém conhecemos segundo a carne. Conhecer segundo a carne é conhecer etnicamente. Então Paulo fala, não, para Deus não tem isso. Para Deus não tem judeu gentio. Isso é uma nomenclatura humana, é uma separação até humana. E o Senhor Jesus veio para acabar com essa separação, inclusive. Porque Jesus veio para a sua igreja.
Entende? Ele morreu pela igreja. E o que é igreja? É a união do povo de Deus de todos os tempos. Independentemente de etnia.
Entende? A igreja não tem esse negócio, ah, eu sou judeu, eu sou gentil. Não, espiritualmente não tem isso. Porque essa posição de ser judeu, de não ser judeu, de ser africano, de ser brasileiro, norte-americano, eu sou português, não importa isso. Isso é uma especificação humana. É segundo a carne que se conhece assim.
Só que nós não devemos conhecer ninguém dessa maneira, porque a igreja está fora desse raciocínio carnal. A igreja é espiritual. Entende? Então, o evangelho da graça veio trazer à tona tudo o que Jesus fez pelo seu povo.
E é aí que entra, inclusive, esse raciocínio dos gentios. Chamados, então, gentios naquela época, os judeus não entendiam que os demais povos poderiam receber o Espírito Santo, que as promessas também em Cristo seriam para os demais povos.
Eles acreditavam que somente eles tinham chamado, e de fato, num primeiro momento, o chamado era só deles, segundo a carne. Só que veio o evangelho e revelou que, na verdade, o chamado era espiritual, que não tinha a ver com a etnia humana, com carne. Então, o evangelho da graça veio sem esse compromisso com obras da lei, ele veio para trazer o raciocínio do que Jesus fez na cruz. É claro que o apóstolo Paulo também falava Então...
a respeito da mensagem que os discípulos de Jesus tinham recebido, que era a mensagem do reino messiânico. Mais uma vez eu vou dizer, a gente já vai ler isso aqui daqui a pouco, porque o chamado deles era pregar e falar para os judeus, especificamente para os judeus, sobre o reino messiânico que já estava às portas. Os discípulos de Jesus de Nazaré tinham que falar para os judeus que o Messias...
que eles haviam aguardado, estavam aguardando durante tanto tempo, já tinha vindo e que era Jesus. Basicamente, gente, esta era a mensagem dos demais apóstolos. Basicamente era isso. Então eles tinham o entendimento que Jesus havia passado para eles, eles andavam com Jesus e, obviamente, Jesus de Nazaré ensinou muitas coisas para eles. Só que Jesus ficou até ali, até a mensagem do reino.
Entende? Dali em diante, Jesus guardou essa revelação para um ministério posterior. Esse ministério foi dado ao apóstolo Paulo. Por isso que o Senhor separou mais um apóstolo, um décimo terceiro apóstolo. As pessoas até hoje ficam meio assim, poxa, mas Jesus já tinha doze, para que veio o outro? Porque era outro ministério. E como eu disse no início, um ministério profetizado por Jesus.
Então, o ministério de Paulo foi, sim, legítimo. E se alguém, amado, quer lutar contra o evangelho da graça por meio desse raciocínio de que Paulo era louco, não era apóstolo, Paulo isso é aquilo, isso é uma bobagem. Se alguém quer lutar com isso, sinto muito, vai perder seu tempo. Porque Jesus falou sobre Paulo. Evidentemente, ele não citou o nome. Isso é uma inferência clara e você já vai ver conosco aqui.
Algo muito claro, ele fala sobre um ministério, sobre um chamado, sobre uma mensagem, e obviamente, historicamente nós vemos que essa mensagem veio. Então você não pode dizer que a mensagem dos discípulos de Jesus e do apóstolo Paulo é a mesma. Como eu falei, alguma coisa convergia, claro que alguma coisa era semelhante, mas a mensagem de Paulo ia muito mais além. Então, o Paulo também falava do que os discípulos de Jesus falavam? Sim.
Por quê? Porque Paulo também foi enviado aos judeus. A profecia sobre a vida de Paulo deixou muito claro. Olha, você vai ser enviado para os gentios, para os reis, mas também para os filhos de Israel. Então Paulo teve esse chamado. Ele pregou para todo mundo que passou pela frente dele e ia pregando. Não importa se era judeu, se era gentil. É claro que o chamado dele mais específico era para os gentios, para os não israelitas.
O chamado de Paulo foi para esse povo. Por isso que a mensagem, inclusive, graças a Deus, chegou até nós. Entende? Então o chamado era mais específico. Paulo até fala, eu sou o apóstolo dos gentios e eu glorifico o meu ministério. Só que veja, isso não impediu que o apóstolo Paulo tivesse contato com muitos judeus e ministrasse a graça para esses judeus.
Então, o ministério de Paulo foi completo neste sentido. Ele tanto falava de Jesus como Messias para os judeus, como falava da cruz. Entende? Então, era um ministério muito mais completo. Evangelho da graça. Revelação recebida diretamente da boca do justo. No terceiro céu. Veja só, gente, a amplitude, a grandiosidade disso.
Ah, Cristiano, mas está desmerecendo os outros apóstolos? Não, gente, não é questão de desmerecer. É questão de você entender os chamados. Os apóstolos tiveram a sua importância ali para os judeus.
só que Paulo recebeu a revelação da graça, e ele fala, eu dou minha vida por isso, eu não importo, o Espírito Santo já me revelou que eu vou ter sofrimentos, vou passar por muitas tribulações, mas eu quero completar o meu chamado, o meu ministério, que é testemunhar, falar, ensinar a respeito do evangelho da graça. Vocês estão entendendo?
Então, o sistema religioso hoje, não só hoje, há séculos, não reconhece isso. Então eles misturam os ministérios dos apóstolos com o ministério de Paulo, misturam os raciocínios, e com isso eles acabam não dando ênfase, essa é a questão. Irmão Cristiano, eu posso, por exemplo, algumas pessoas perguntam isso, eu posso, tendo esse conhecimento da graça,
Entrar nas cartas dos outros apóstolos, lê-las, absorver alguma coisa? Gente, claro que sim. O apóstolo Paulo ensina o quê? Examinem todas as coisas e retém o que é bom.
É claro que você pode reter o que é bom da mensagem escrita que os outros apóstolos deixaram. Nós encontramos, por exemplo, nas cartas de Pedro, muitas referências da graça. Eu até compreendo isso como a divinda de Paulo mesmo, porque Pedro andou com o apóstolo Paulo, Pedro ouviu muito da graça com Paulo e Pedro chega a dizer em suas cartas que Paulo falava algumas coisas que eram difíceis de entender.
Então eu penso que muito do que Pedro falou sobre a graça veio de Paulo. Por quê? Porque Pedro não foi levado ao paraíso. Ele não foi ao terceiro céu receber a revelação. Vocês estão entendendo? Então não é questão de desmerecer um, merecer o outro, ou idolatrar Paulo, como alguns falam. A ministério de vocês faz idolatria a Paulo. A gente não idolatra ninguém, amado. A questão é entender os chamados.
Se você entende os chamados e você separa, e você entende que a palavra da graça é sim a palavra eterna, e a palavra da graça é o Espírito da verdade, você já vai entender isso. Quando você entende isso, amado, fica muito mais fácil você entender a mensagem que Cristo quer que esteja em nossos corações, que é a mensagem da graça.
Entende? Quando você não separa esses ministérios, fica muito mais difícil compreender, porque aí entra o raciocínio que era específico para os judeus. Entende? Então é importante você entender isso. Jesus profetizou sobre o ministério da graça. Jesus profetizou sobre o apóstolo Paulo, não falando nominalmente, mas ele profetizou sobre ele. Entende?
Então veja, num primeiro momento, antes da manifestação do apóstolo Paulo, antes da própria cruz, o Senhor Jesus deu ministério para os seus discípulos irem até os judeus. E ele separou então os doze discípulos dele para esse chamado específico para os judeus. Observe, vamos ver isso biblicamente. Mateus capítulo 10, versículos do 5 ao 7.
Jesus enviou estes doze com as seguintes instruções. Não se dirijam aos gentios. Olha só as instruções de Jesus.
Aos doze, obviamente Paulo não estava aqui, não se dirijam aos gentios, nem entrem em cidade alguma dos samaritanos. Ou seja, não se envolvam com ninguém que não seja judeu, israelita, hebreu, etc. Seis e sete. Antes, dirigam-se às ovelhas perditas de Israel. Olha só o chamado deles. É ou não é bem específico?
por onde forem, preguem esta mensagem. Veja, não é a palavra da cruz. Até porque Jesus nem tinha morrido ainda. Então essa revelação da cruz era para ser pregada, obviamente, depois da cruz. Então o que ele mandou os discípulos dele pregarem? O reino dos céus está próximo. Fundamentalmente, o chamado dos doze era esse.
Aí você vai dizer assim, mas irmão cristiano, não tem aquela parte que Jesus fala para eles? Ide por todo o mundo, pregar o evangelho. Paulo não estava ali, irmão cristiano. Eu concordo. Mas gente, veja, você tem que entender o raciocínio de mundo ali. Mundo era o mundo habitado. Era o mundo conhecido por eles ali. Esse mundo, quando você vê mundo no sentido de mundo habitado, consistia em apenas o território do Império Romano.
Esse era o conceito de mundo. E por que eles tinham que pregar naquele território? Porque ali estavam as doze tribos de Israel. Eles tinham que pregar ali porque os judeus habitavam ali, os israelitas habitavam ali. Então, toda criatura é toda criatura entre os judeus, entre os israelitas. Vocês estão entendendo a questão? Toda criatura aqui, no caso naquele texto, não diz respeito aos gentios.
Por quê? Porque o chamado, você acabou de ler comigo, o chamado era específico para as pessoas da casa de Israel. Você acabou de ler aqui, abençoados. As ovelhas perdidas de Israel. Ora, então quando Jesus fala toda criatura, você não pode retirar as coisas do contexto. O que o contexto histórico diz? Que os discípulos foram enviados para as ovelhas de Israel.
Não foi o que Jesus falou aqui agora? Aí lá na frente Jesus diz o quê? Ide por todo o mundo, ou seja, pelo Império Romano, aquele território, e pregue para toda criatura. Ora, que toda criatura é essa? Obviamente toda criatura dentre os judeus e os israelitas. Você tem que entender isso, gente. As pessoas raciocinam o mundo, ide por todo o mundo, como se Jesus naquela época estivesse falando do mundo inteiro literalmente.
ele estava falando especificamente dos judeus, das ovelhas da casa de Israel. Eles tinham que pregar, o reino dos céus está próximo. Inclusive, eu quero reforçar uma coisa. No versículo 6 diz assim, antes dirigam-se as ovelhas de Israel. Esse antes não significa que depois eles deveriam ir para os gentios.
Antes, no grego, significa em vez de, ao contrário. Entende? Ele está dizendo o seguinte, em vez de ir para os gentios, em vez de ir aos samaritanos, vão especificamente para as ovelhas de Israel. Está claro isso agora, né? Entenderam? Entenderam a questão do id? Id por todo mundo. Essa palavra foi para os doze.
pregaram o evangelho. O que evangelho? O evangelho do reino. Não foi o que você leu aqui? O reino dos céus está próximo. Por quê? Porque os israelitas aguardavam o Messias. Só que eles não sabiam que Jesus, ou a maioria não sabia, que Jesus era o Messias. Então a mensagem do reino consistia nisso, em abrir os olhos dos israelitas para o fato de Jesus ser o Messias. E que o reino então viria por meio de Jesus.
Ou seja, o Messias não seria aquele Messias guerreiro que eles aguardavam, aquele Messias brigador, eles esperavam um Messias que viria como um grande guerreiro militar para combater Roma, aquela coisa toda. Não. O Messias veio diferente da expectativa dos israelitas. Então essa mensagem consistia nisso, dos doze apóstolos. Entende? E veja, essa mensagem, portanto, gente, teve, por assim dizer, um prazo de validade.
Por que eu estou falando isso? Porque essa mensagem foi até a queda do templo de Jerusalém. Aliás, essa mensagem foi justamente uma preparação do coração dos filhos de Deus, os verdadeiros eleitos, porque entre os judeus havia, claro, eleitos do Senhor espiritualmente, e esses eleitos precisavam ser avisados desse reino.
e que a vinda do reino aconteceria no ano 70, como aconteceu, e a queda do templo de Jerusalém demonstrou isso historicamente, ou seja, confirmou historicamente as profecias de Daniel, as profecias do próprio Jesus de Nazaré em Mateus 24, onde ele profetiza que aquele templo seria destruído. Ali foi o fim do ministério entre os judeus, até porque no ano 70 acabou esse privilégio de judeus serem o povo de Deus.
Até o ano 70, eles ainda eram considerados o povo de Deus, carnalmente. Só que no ano 70 isso acabou. Veja, com a queda do templo, o país de Israel acabou. Aquele Israel acabou, as profecias se cumpriram. E acabou esse conceito de que o povo de Deus eram os judeus, os israelitas. Isso acabou. Porque o povo de Deus é a igreja. A igreja é o povo de Deus. E como eu disse no início, isso independe de etnia.
Então, gente, a mensagem do reino que o Senhor confiou aos seus doze discípulos iniciais foi uma mensagem específica para os judeus. Ela não tinha revelação do que a cruz trouxe, ou seja, do que a obra de Jesus trouxe.
Vou repetir, até porque eles receberam essa chamada antes mesmo de Jesus morrer na cruz. Então havia uma mensagem específica para o futuro, para depois da cruz. E essa mensagem foi dada ao apóstolo Paulo. Então com a queda do templo, o ministério entre os judeus acabou.
Toda a mensagem deles consistia em preparar os filhos de Deus para aquele momento onde Israel receberia de Deus o juízo. Seria destruída, o templo viria abaixo e o país deles acabasse de uma vez por todas. Então acabou. Só que depois da cruz houve uma mensagem que não tinha relação com essa questão dos judeus, etc. Uma mensagem para todos os povos. Uma mensagem que não havia nenhum selo étnico nela.
Entende? A mensagem da graça. O apóstolo Paulo recebeu essa mensagem, claro, antes da vinda do reino no ano 70, por isso que ele também pregou sobre a vinda do reino para os judeus, mas essa mensagem da graça ia além. Por quê? Porque a graça é eterna. Entende? Então, o ministério dos demais apóstolos acabou no ano 70.
Entende? Acabou. Essa mensagem entre os judeus tinha só aquela finalidade. A mensagem da graça, não. O Espírito da verdade, que é eterno,
É o espírito de revelação, como Paulo fala. Paulo fala para as igrejas, eu oro para que vocês tenham o espírito de sabedoria e de revelação. Esse espírito de revelação é o espírito da verdade, que Jesus profetizou. E ele é eterno. Vocês podem notar que até hoje o espírito da verdade impacta as nossas vidas. E nos impactou. Por quê? Porque o evangelho da graça nos retirou do sistema religioso.
O evangelho da graça nos tirou dos enganos das filosofias humanas, do ateísmo e demais outras religiões que existem por aí. Nós fomos libertos, nós que estamos hoje debaixo da palavra da graça, fomos libertos do sistema religioso templário. Por que fomos libertos? Porque o espírito da verdade abriu o nosso entendimento. E essa mensagem, então, foi dada para um apóstolo específico. É um chamado diferente.
Entende? E Jesus profetizou sobre isso. Vamos ver Jesus falando do Espírito da verdade? Olha só que interessante, abençoados. Vamos lá. João 16, versículos do 12 ao 14. Olha o que Jesus fala para os seus discípulos. Note que aqui, obviamente, Paulo não está incluído. Paulo veio muito tempo depois. Então ele fala para os seus discípulos o seguinte. Olha, tenho ainda muito o que lhes dizer.
Veja só, ele já havia dado muitos ensinamentos para eles e já havia dado para eles o chamado. Olha, vão para as ovelhas perdidas de Israel e preguem que o reino de Deus está próximo. Só que ele tinha muito ainda que dizer para eles. Perceberam? Ou seja, havia uma mensagem além desse chamado que eles receberam. Tenho ainda muito que lhes dizer, mas vocês não o podem suportar agora.
Chegou? Veja o 13. Mas, quando o Espírito da verdade vier, observe bem, gente, vamos lá, vamos raciocinar com calma. Ele os guiará a toda a verdade.
Ou seja, havia algo ainda que eles precisavam ouvir, só que eles não podiam suportar. Eles não tinham capacidade para compreender. Então ele disse, quando o Espírito da verdade vier, ele vai guiá-los para a verdade. Olha só. Não falará de si mesmo. Falará apenas o que ouvir. Gente, vamos lá. Raciocina. E lhes anunciará o que está por vir.
O que Jesus estava dizendo aqui? Que o Espírito da verdade iria ouvir? Como assim, irmão cristiano? Gente, vamos lá. Algumas pessoas interpretam o Espírito da verdade como sendo o Espírito Santo.
Porque no contexto Jesus fala, eu vou me ausentar de vocês, mas eu vou enviar para vocês o Consolador. Logo no contexto ele fala isso. E aí logo depois ele fala sobre o Espírito da Verdade. E as pessoas pensam que o Espírito da Verdade é o Espírito Santo. Não, o Espírito da Verdade é uma mensagem que seria ouvida e anunciada.
Olha só, não falará de si mesmo. Então tem alguém aqui que vai falar. Você consegue compreender aqui que Jesus está personificando o Espírito da Verdade? Ah, mas irmão cristiano, se ele fala no contexto que o Consolador viria, não é a mesma coisa? Gente, claro, veja, é evidente que o Espírito da Verdade viria do Consolador. Por quê? Porque o Consolador, o Espírito Santo, é o próprio Jesus.
O Espírito Santo não é o Espírito de Cristo? Então o Espírito Santo, gente, é o próprio Senhor habitando em seu povo. No caso, então, é evidente que a fonte do Espírito da verdade é o Espírito Santo. Mas veja, aqui Jesus não está falando do Espírito Santo em si. Ele está falando de uma mensagem. É importante você entender isso.
Porque essa interpretação existe. Ah, o Espírito da verdade é o Espírito Santo. Não, o Espírito Santo é a fonte, obviamente. A verdade vem do Espírito Santo. Tudo bem. Mas aqui Jesus está profetizando sobre uma mensagem e observe, ele personifica essa mensagem. Ah, irmão cristiano, você está querendo dizer que Paulo era o Espírito da verdade? Não!
Paulo foi o porta-voz do Espírito da Verdade. Isso é bem diferente. Vou repetir. O Espírito da Verdade veio, claro, do Espírito Santo. Obviamente, ele é a fonte, porque ele é o próprio Deus. Só que aqui Jesus está profetizando uma mensagem. E ele personifica essa mensagem. Claramente, Jesus está falando de uma pessoa.
Vamos ler de novo? Mas quando o Espírito da verdade vier, é uma mensagem, ele os guiará a toda verdade. Não falará de si mesmo. Então aqui ele já começa a personificar. Olha, alguém vai falar essa mensagem, mas não vai ser dele mesmo. Percebe que o Espírito da verdade não é o Espírito Santo? Porque se o Espírito da verdade fosse o Espírito Santo, nesse caso aqui, nesse contexto,
ele falaria de si mesmo. Vocês estão entendendo o ponto? Porque se ele é o Espírito Santo, e ele é o Espírito da Verdade, ele falaria dele mesmo. Então Jesus está falando de uma pessoa aqui. Esse Espírito da Verdade é uma mensagem, é uma revelação, vai guiá-los a toda verdade. E quem vai falar essa mensagem, quem vai trazê-la, não falará de si mesmo.
Então uma pessoa falará apenas o que ouvir. Pegou? Não é o Espírito Santo que ia ouvir. Porque a mensagem é do próprio Espírito. Então o Espírito Santo não teria que ouvir nada. Então quando Jesus fala de ouvir, ele está falando de uma pessoa.
que falaria não dela mesma, mas que ouviria a mensagem, e lhes anunciará, como fez, o que está por vir. 14. Agora veja que interessante. Ele, o portador da mensagem, me glorificará. Gente, você consegue imaginar o Espírito Santo glorificando Jesus?
Não, gente, o Espírito Santo é o próprio Jesus, é o Espírito de Cristo. Mais uma vez, Jesus está falando de um personagem, de uma pessoa. Esta pessoa, então, falaria não dela mesma, mas do que ela ouviria. E esta pessoa, este personagem, glorificaria Jesus por meio desse ministério.
Gente, está claro ou não está claro que Jesus está profetizando sobre uma pessoa e sobre um ministério, sobre uma mensagem?
O Espírito da verdade é o Evangelho da graça. A fonte, claro, é o Espírito Santo. Só que aqui Jesus está falando de um portador dessa mensagem. Esse portador não falaria de si mesmo. Ele falaria do que ele ouviria. E ele glorificaria Jesus. Então é claro que Jesus está falando de um homem aqui. Ele me glorificará, porque, veja, receberá do que é meu.
Então, o que Jesus está dizendo? Essa mensagem, esse Espírito da verdade, vai ser ministrado por alguém que não vai falar de si mesmo, que vai falar do que ouviu e ele vai receber de mim essa mensagem do que é meu. Pegou, né? Ele me glorificará, porque receberá do que é meu.
e o tornará conhecido a vocês. Gente, observem só esses verbos. Receberá, ouvir. Observe isso. Ouvir, receber, anunciar. Vamos analisar essa passagem aqui. Vamos lá. Primeiro Jesus disse, Não falará de si mesmo, dirá tudo o que tiver ouvido.
Mais uma vez, Jesus fala do evangelho da graça e ele personifica esse evangelho, no caso, em uma pessoa. Mais uma vez, Paulo não era o espírito da verdade. Ele foi apenas o porta-voz. Por isso que Jesus personificou alguém que anunciaria esta verdade. Então, lembrem-se desses verbos, mais uma vez. O verbo ouvir, anunciar, receber.
Observem aqui, Atos 22, versículos 14 e 15. Aqui o apóstolo Paulo falando. E ele fala assim, então ele disse, ele aqui é Ananias. Ananias foi enviado por Deus.
para profetizar sobre a vida de Paulo, inclusive através de Ananias, Paulo teve os seus olhos curados, o Paulo ficou com escamas nos olhos, então seus olhos foram curados por intermédio de Ananias. E Paulo fala, então Ananias disse, o Deus dos nossos antepassados o escolheu, e isso Ananias falando para Paulo, o Deus dos nossos antepassados o escolheu para conhecer a sua vontade.
Ver o justo, olha só, e ouvir as palavras da sua boca. O que Jesus profetizou? O Espírito da verdade vai vir, e aí ele começa a personificar. Ele vai falar do que tiver ouvido. Por isso que eu falei, guarde bem esses verbos. Ouvir, receber, anunciar. Percebe?
O Deus dos nossos antepassados o escolheu, Paulo, para conhecer a sua vontade, ver o justo, e Paulo viu ele no terceiro céu, e ouvir as palavras da sua boca. Percebe que o que Jesus profetizou está se cumprindo aqui? Você será testemunha dele a todos os homens, daquilo que viu e ouviu. Percebeu? Junta isso com o que você acabou de ler em João 16.
Ele não falará de si mesmo, falará apenas o que ouvir. Percebeu? Isso Jesus falando. Aí lá na frente, Ananias profetizou. Você foi escolhido de Deus para ouvir as palavras da boca do justo. Pegou?
O Evangelho da Graça é o Espírito da Verdade. E o apóstolo Paulo foi a personificação dessa mensagem. Não que ele seja a mensagem. Não que ele foi, no caso, o próprio Espírito da Verdade. Não, ele foi o porta-voz. Por isso Jesus personificou. Quem vai anunciar isso para vocês, vai anunciar não dele mesmo, mas vai anunciar do que ele ouviu, e ele vai anunciar do que ele vai receber de mim.
Pegou? Claramente Jesus estava falando do ministério de Paulo. E essa palavra aqui de Ananias confirma isto. Vamos ver mais um pouco. Jesus falou o seguinte. Há de receber do que é meu, é a revelação, né? E anunciará. Ou seja, a personificação
do transmissor da mensagem, ouviria, no caso o apóstolo Paulo, receberia a revelação e anunciaria. Percebeu? Agora veja o que Paulo fala sobre a revelação da graça para ele. Galatas 1, 11 e 12. Irmãos, quero que saibam que o evangelho por mim anunciado, como Jesus disse, ele vai anunciar para vocês.
O evangelho por mim anunciado não é de origem humana. Ou seja, eu não aprendi aos pés de Gamaliel, eu não aprendi com Pedro, com Tiago, com João, com nenhum dos outros discípulos de Jesus. Doze.
Não o recebi de pessoa alguma, nem me foi ele ensinado. Pelo contrário, eu o recebi de Jesus Cristo, por revelação. Eu o recebi. O que Jesus disse? O anunciante dessa mensagem, o anunciante do Espírito da Verdade, receberá do que é meu.
ele vai receber do que é meu e Paulo fala, eu recebi de Jesus Cristo por revelação pegou ou não? está claro ou não está claro? percebeu? o evangelho da graça é o espírito da verdade
Jesus de Nazaré profetizou sobre o advento dessa revelação. E ele disse para os discípulos dele, olha, eu tenho muito o que revelar e falar para vocês, mas vocês não têm capacidade agora para receber. Mas virá o Espírito da Verdade, que muitos interpretam que é simplesmente o Espírito Santo. Não. O Espírito Santo é a fonte, obviamente. Mas o Espírito da Verdade é a revelação da verdade, no caso ali da graça.
O evangelho da graça de Deus que Paulo recebeu, como nós lemos no primeiro versículo aqui. E Paulo falou, eu não tenho minha vida por preciosa, eu dou a minha vida por isso. Eu só quero concluir esse chamado de ministrar o evangelho da graça. Ministrar o espírito da verdade. Paulo recebeu do que ouviu. Paulo anunciou. Tudo que Jesus falou se cumpriu em Paulo, gente. Pelo amor de Deus, isso é muito claro.
Então, gente, veja, o Espírito da verdade, ele é eterno e para todas as gerações. Todas as gerações. Todas as gerações precisam conhecer a verdade. E Paulo fala sobre isso. Efésios 2, do 5 ao 7. Deu-nos vida juntamente com Cristo. Quando ainda estávamos mortos em transgressões. Isso para eles lá, tá, gente?
Esse texto não diz respeito a nós hoje. Nós nunca estivemos mortos em transgressões, porque isso aqui é para quem estava debaixo do pecado antes da cruz. Até onde eu sei, nenhum de nós esteve ou nasceu antes da cruz. Está claro isso? Muito bem. Pela graça vocês são salvos. Seis. Deus nos ressuscitou com Cristo, e com ele nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus. Agora observe o sete.
para mostrar nas eras que iam devir. Pegou? Olha Paulo falando do futuro. Ou seja, Paulo estava vivendo a última era. Aliás, não só ele. Todos eles ali estavam vivendo a última era.
Porque a vinda de Cristo ocorreria pouco tempo depois desse período aqui. Foi no ano 70. Ai, meu cristiano, que loucura é essa? Eu nunca ouvi falar disso. Vou deixar na descrição do vídeo um link da nossa playlist de escatologia consumada. Aliás, eu vou deixar dois links. Eu vou deixar do minuto escatológico.
Isso para quem nunca ouviu falar da escatologia consumada. Eu recomendo muito que você assista primeiro ao Minuto Escatológico.
Em menos de meia hora você vai conseguir ver todos os vídeos. Como o próprio nome diz, são vídeos de um minuto, com o conteúdo da escatologia consumada. Após você assistir aos vídeos do minuto escatológico, aí sim vá no link da escatologia consumada e assista, que você vai entender que o juízo final já veio, que tudo já foi consumado, a vinda do reino já veio, tudo já se consumou.
Então, gente, não caia nessa de, ah, heresia, ah, não sei o que, esse cara é louco. Isso aí é coisa do sistema. Você que está em graça não tem essa, não. Você tem que estudar. O teu chamado é esse. E o que nós mais temos aqui, irmão, é conteúdo.
Então não tem desculpa, amado, estude aí que você vai compreender essa verdade. Então eles ali estavam vivendo a última era, antes da vinda do reino, antes do fim de tudo, no caso o fim de Israel, aquela coisa toda, o fim daquele período ali da lei, tudo acabaria no ano 70 definitivamente, com a queda do templo de Jerusalém.
E eles estavam então vivendo essa última era. E Paulo fala então das eras que viriam posteriormente. Ele disse, para mostrar nas eras que iam devir a incomparável riqueza de sua graça, demonstrada em sua bondade para conosco em Cristo Jesus. Meus amados irmãos, vamos lá. Como é que as pessoas nas eras vindouras poderiam conhecer a graça, se não pelo ensino?
Paulo fala, para mostrar nas eras futuras. Ora, como que isso aconteceria? Por meio do estudo e por meio da revelação. Vocês entendem? A revelação é que traz isso. E é o estudo que tem esse poder. Porque quando você estuda, o estudo, a palavra, é um instrumento do Espírito para que a revelação aconteça, porque a palavra é a base.
Mas é claro que você só vai entender se o Espírito Santo abrir seu entendimento. Mas você tem que estudar. É o que nós estamos fazendo aqui. Fazemos todas as semanas. Impreterivelmente. Por quê? Porque nós queremos cada vez mais os nossos olhos iluminados. Queremos conhecer cada vez mais as riquezas da graça. Porque nós que estamos vivendo hoje, somos uma dessas eras que Paulo profetizou.
O Paulo disse, nas eras que virão posteriormente, elas também precisam conhecer a incomparável riqueza da graça. Gente, como que nós hoje poderíamos conhecer a graça se não fosse o espírito da verdade? Esse espírito de sabedoria e de revelação que Paulo fala.
Nós obtivemos isso gratuitamente, graças a Deus. Pela graça do Senhor, o evangelho da graça foi revelado. O espírito da verdade foi revelado. E essa mensagem, então, que Paulo proferiu lá, por meio do que ele recebeu de Jesus e anunciou, como o próprio Jesus havia profetizado,
Essa mensagem pela misericórdia do Criador chegou até nós. E nós, que somos uma dessas eras que Paulo profetizou, estamos aqui conhecendo as incomparáveis riquezas da graça. Mas isso é por meio do ensino. É por meio da vivência na palavra.
Por isso que eu digo para vocês, o Espírito da verdade é eterno. Ele vai atuar eternamente na mente do povo de Deus nesse mundo. Eu vou deixar na descrição do vídeo também um estudo que eu me lembrei agora sobre a eternidade da pregação da graça. É um estudo muito interessante que fala mais profundamente do que eu estou falando agora.
a eterna pregação da graça. Por que a pregação da graça é eterna e será eterna neste mundo? Porque o Espírito da verdade precisa ser revelado, conhecido. E isso através do envolvimento com a palavra, do estudo e, claro, consequentemente da revelação. Vamos ler Paulo falando da importância aqui do estudo? Colossenses 2, vamos ler os versículos 2, depois o 6 e o 7.
esforço-me para que eles sejam fortalecidos em seus corações. Aqui Paulo está falando das demais igrejas, inclusive no contexto ele fala, eu luto muito por vocês, Colossenses, pelo povo de Laodiceia e as demais igrejas. E ele fala, esforço-me para que eles sejam fortalecidos em seus corações, estejam unidos em amor e alcancem toda a riqueza, olha só, do pleno conhecimento.
a fim de conhecerem plenamente o mistério de Deus, a saber Cristo. O que é conhecer Cristo? Conhecer Cristo é conhecer a graça. Você conhece Cristo de fato, gente? Não é conhecendo Jesus historicamente. Ah, eu ouvi falar de Jesus de Nazaré, eu conheço a sua história. Eu sei que ele caminhou ali entre os judeus, ele fez milagres, ele pregava o amor e tudo mais. Tudo bem.
Mas conhecer Jesus não é isso. Isso é conhecer historicamente Jesus segundo a carne. Só que a palavra diz o quê? Que nós não devemos conhecer a ninguém segundo a carne, nem mesmo Jesus. Segunda de Coríntios 5,16. Nem mesmo Jesus deve ser conhecido segundo a carne. Então conhecer Jesus é conhecer a graça de Deus. É conhecer o Espírito da verdade. É o que Paulo fala aqui do pleno entendimento.
para conhecermos plenamente Cristo. 6 e 7. Portanto, assim como vocês receberam a Jesus Cristo, ou seja, receberam o conhecimento dele, o ensino, o Senhor, continuem a viver nele, enraizados e edificados nele, firmados na fé, olha só, como foram ensinados.
E Paulo dá esse alerta aqui por quê? Porque naquelas igrejas, naquela época, havia um andaço muito grande de pessoas com outras doutrinas. Pessoas até que diziam crer em Jesus e tudo mais, mas viam com doutrinas diversas, inclusive judaizantes. A maioria era judaizante. Ou seja, queria que as pessoas vivessem ainda cumprindo obras da lei, mesmo depois de conhecer Jesus e a graça.
Então Paulo faz um alerta, Colossenses, continuem firmes no que eu ensinei para vocês. Eu ensinei a graça. Então assim como vocês receberam o conhecimento de Jesus, que é o conhecimento da graça, o Espírito da verdade, continuem a viver nele, enraizados e edificados nele, firmados na fé, como foram ensinados, transbordando de gratidão.
perceberam a importância do ensino, porque nós nos esforçamos aqui nesta obra em transmitir aquilo que o Senhor permite que nós entendamos, aquilo que nós conseguimos vislumbrar na sua palavra, porque obviamente nós só conseguimos ministrar aquilo que o Espírito revela. A capacidade é do Espírito. O Paulo fala, a nossa capacidade vem de Deus.
E pela misericórdia de Deus, então, estamos aqui cumprindo esse propósito de levar esse ensino para que as pessoas estejam enraizadas em Cristo, ou seja, na graça, no evangelho verdadeiro, o Espírito da verdade que foi revelado a Paulo e foi profetizado por Jesus.
Então não tem essa que, ah, esse negócio de mensagem da graça é uma invenção aí, esse pessoal inventou isso aí só porque eles não querem ser fiéis, as pessoas falam isso, né? Esse pessoal não quer frequentar o templo, eles não querem fazer o jejum, não querem sacrificar, não querem fazer as cerimônias, etc. Esse pessoal é rebelde, eles inventaram esse tal de evangelho da graça. Inclusive alguns chamam pejorativamente de hipergraça.
Mas veja, não é um elogio, tá? Eles falam de maneira pejorativa. É essa hipergraça. Amado, se pregar o que nós pregamos aqui é hipergraça, então eu sou hipergraça, eu não me importo com esses rótulos. Aliás, eu não me importo com rótulo nenhum. Quer chamar de hipergraça? Quer chamar de loucura? O Paulo falou sobre a loucura da pregação. Quer chamar de loucura? Chama, não estou nem aí. Pode dar o rótulo que quiser.
Eu quero estar nesta palavra porque ela foi profetizada por Jesus. Então não tem essa graça, um delírio, ou Paulo era um louco. Paulo era um maluco, Paulo não era apóstolo, coisa nenhuma. Gente, Jesus profetizou sobre o ministério dele. Vocês viram aqui comigo os paralelos. Jesus deixou claro. Vai anunciar o que tiver ouvido de mim, vai receber de mim. Vocês viram que tudo se cumpriu por meio do apóstolo Paulo.
Então a doutrina da graça que libertou a nossa vida do sistema religioso, ela foi profetizada por Jesus antes mesmo da cruz. Se cumpriu em Paulo e pela misericórdia de Deus chegou até as nossas vidas hoje. Louvado seja Deus por isso. Então é importante, amado, você buscar se aprofundar cada vez mais nessa palavra maravilhosa. Porque ela é a revelação.
Ela foi dada por meio de Paulo. Então veja, você tem que seguir o que está escrito por meio de Paulo. Se você for ler e entrar nas doutrinas e nas cartas dos outros apóstolos, retém o que é bom. Mas fique com o que Paulo pregou, porque o ministério que Jesus deu a Paulo é eterno. O Espírito da Verdade é eterno. A mensagem dos outros apóstolos teve a sua importância, mas ela teve o seu fim no ano 70. Acabou.
O evangelho da graça não. Ele é para todos sempre. Ele é um evangelho libertador.
Entende? Por isso nós temos o chamado. Veja bem, não é você idolatrar Paulo, colocar Paulo em pedestal nenhum. Imitar Paulo é você seguir a doutrina, doutrina que ele recebeu. Doutrina da graça de Deus. É isso que importa. Como a palavra diz na carta aos hebreus, o que importa é que o nosso coração esteja confirmado com a graça. É isso que importa.
Entende? Então, amados, sejam imitadores de Paulo, consequentemente imitadores da graça de Deus. Ou seja, sigam esta doutrina. Não se deixem levar pelos enganos do sistema, pelas doutrinas que eles pregam lá, pelos enganos, pela frequentação de templos, pelos sacrifícios, etc. Não. Abra mão de tudo isso, se é que você está nisso.
Muitos já não estão, graças a Deus, porque já foram libertos. Mas se você é recente na graça, meu irmão, minha irmã, atente-se para isso. Não tenha medo de romper com o sistema religioso. Porque eles não pregam o Espírito da verdade. Percebe? Eu quero encerrar com a primeira carta de Paulo aos Coríntios, capítulo 4, vamos ler do 15 ao 17.
Olha o que Paulo fala para os corintios. Embora possam ter 10 mil tutores em Cristo. O Paulo fala isso, gente, porque na igreja dos corintios havia muitas pessoas ensinando e havia correntes diferentes, de raciocínios diferentes sobre o Evangelho.
Por isso que Paulo fala isso. Acredito que ele fala até de maneira irônica. Obviamente não é um número literal, 10 mil tutores. Embora vocês possam ter 10 mil tutores em Cristo, ou seja, embora possam haver muitos que ensinam por aí, inclusive alguns ensinam até diferente do que eu ensino, vocês não têm muitos pais. Olha o que Paulo está reivindicando aqui. Pois em Cristo Jesus, eu mesmo os gerei por meio do Evangelho.
O Paulo está usando aqui uma metáfora de paternidade. Ou seja, o pai de vocês, e aqui ele está falando no sentido doutrinário, ou seja, a origem de vocês na doutrina foi através do meu ministério. Esse é o ponto de Paulo aqui. Então, embora vocês tenham muitos tutores aí, vocês não têm muitos pais. Pois em Cristo Jesus eu mesmo os gerei por meio do evangelho. Portanto, suplico-lhes, olha só, que sejam meus imitadores.
Tem muita gente que ensina aí? Tem. Mas igreja, sejam meus imitadores. O que vai além da graça aí, não recebam. É o que Paulo está falando em outras palavras. Imitem o que eu ensinei, ou seja, sigam o que eu ensinei. 17.
Por essa razão, estou lhes enviando Timóteo, meu filho amado e fiel no Senhor, o qual lhes trará a lembrança a minha maneira de viver em Cristo Jesus, de acordo com o que eu ensino por toda parte, em todas as igrejas. Perceberam? Quando Paulo fala de ser imitador dele, é seguir o que ele ensinava.
E no caso aqui do contexto, ele enviou Timóteo para que Timóteo lembrasse os corintios da doutrina da graça, gente. Sejam imitadores da graça, do evangelho da graça. Esse é o nosso chamado.
Nós estamos no novo pacto que é novo para sempre. E a mensagem deste pacto eterno é a palavra da graça de Deus. É o eterno Espírito da verdade, que pela misericórdia do Senhor alcançou os nossos entendimentos. E nós estamos aqui lutando para que outros irmãos também alcancem esse privilégio de conhecerem o Espírito da verdade e viverem longe do sistema religioso através desta revelação.
Que Deus seja sempre louvado por isso. Glórias a Deus.
KTO
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