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Eu Estava Grávida e Sem Renda Mas Fiz R$9 Mil no Primeiro Mês | Marila Oliveira - Kiwicast #684

05 de maio de 202654min
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No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Marilia MicheleSilva de Oliveira, mãe de três filhos e empreendedora digital que construiu um negócio milionário trabalhando de casa.

A história dela começa muito antes do digital. Marilia foiabandonada pela mãe ainda criança e cresceu sendo criada pelo pai, sem nunca saber o que é ter uma mãe presente. Essa ausência moldou quem ela se tornou: uma mulher que luta todos os dias para garantir que seus três filhos nunca sintam o que ela sentiu.

Quando entrou no digital, estava grávida do terceiro filho,com o negócio físico indo à falência e diante de uma sentença do médico que não deixava escolha: parar de trabalhar ou perder o bebê. Foi nesse momento que ela decidiu recomeçar.

Com uma audiência de 80 mil seguidores construída postando a rotina real de mãe e dona de casa, ela começou a compartilhar sua jornada no digital. No primeiro mês, faturou R$9.000. Hoje, fatura milhões e ajuda outras mulheres a fazerem o mesmo.

No Kiwicast, ela falou sobre:

  • Como foi crescer sem mãe e o que isso a motivou a empreender
  • Por que decisões tomadas nos piores momentos podem mudar destinos
  • Como construiu 80 mil seguidores só com autenticidade e rotina real
  • O que fez para faturar R$9 mil já no primeiro mês no digital
  • Como foi a transição do negócio físico para osinfoprodutos

Aprenda com quem vive o mercado digital na prática.
Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.
Nosso Instagram é @Kiwify

Participantes neste episódio2
J

Júnior

Host
M

Marila Oliveira

ConvidadoEmpreendedora digital
Assuntos13
  • Transição de consumidor para produtorVantagens e desvantagens de ser afiliado · Desafios da produção de infoprodutos · Importância da estrutura e do time · Foco em vendas e remarketing
  • Comunicação com audiênciaConstrução de 80 mil seguidores com autenticidade · Compartilhamento de rotina real de mãe e dona de casa · Faturamento de R$9.000 no primeiro mês · Venda de infoprodutos
  • Plataformas digitais e marketingOrgânico vs. Tráfego Pago · Importância da credibilidade e autenticidade · Qualificação do público · Parceria com influenciadores
  • Técnicas de Atendimento e AcolhimentoDefinição de remarketing · Estratégias de remarketing no WhatsApp · Importância de chamar pelo nome · Conectar com a dor do cliente
  • Mudanças de VidaImpacto na vida de alunos · Superar o potencial das pessoas · Ir com medo e sem tempo
  • Conciliação carreira e maternidadeMaternidade como força motriz · Objetivo de ser diferente para os filhos · Inspiração no exemplo paterno
  • Transformação Digital no VarejoNegócio físico à falência · Gravidez do terceiro filho · Recomendação médica para parar de trabalhar · Busca por segunda fonte de renda
  • Educação empresarial como modelo de negócioLições da experiência com negócio físico · Importância de marketing e anúncios · Conhecimento liberta e abre portas · Diversificação de renda
  • Trajetória Profissional de Pérsio OliveiraInfância sem mãe · Crescimento com o pai · Motivação para empreender
  • Educação digital e consciência do consumidorEstudo noturno e dedicação · Venda de produtos físicos (Amazon, Shopee) · Criação do primeiro e-book · Superação de desafios de saúde
  • Superação de ObstáculosMedo de recomeçar após falência · Desapego da identidade profissional anterior · Lidar com julgamentos externos · Resiliência diante de dificuldades
  • Bate-bola rápidoAfiliada ou produtora · Habilidade necessária para empreender · Erro a evitar para mães no digital · Primeira conquista que gerou crença · Duas coisas para ter resultado no digital · Pessoa para conversar no mercado · Pessoa para conversar (qualquer área)
  • Repensar objetivos e visão de futuroMultiplicar faturamento · Fazer mais conteúdo · Buscar melhoria diária
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A nossa convidada tomou uma decisão que mudou tudo, não aceitar viver com o mínimo. E eu comecei só compartilhando que eu estava aprendendo algo na internet. Em três anos de digital já são mais de 2 milhões de reais faturados e 4 mil alunos, além de viagens internacionais e um estilo de vida que ela nunca imaginou ser possível antes.

Nesse episódio, a gente vai fundo do que acontece dentro de uma pessoa quando ela decide de verdade mudar de vida e estruturar uma operação no mercado digital lucrativa. O melhor de tudo é que você vai poder acompanhar isso tudo agora aqui no QCast. Nós chamamos para a mesa nada mais, nada menos que Maria Ludiveira. Obrigada. Olá, tudo bem? Hoje nós vamos aprender muita coisa por aqui. É uma honra estar aqui no QCast.

Tamo junto, tamo junto. Chegou o momento de a gente bater um papo sobre mercado digital, sobre vida, sobre carreira. Eu já queria começar com o pé na porta. Eu entendo que decisões realmente mudam destinos e você tomou uma decisão lá atrás que mudou radicalmente sua vida. Então, para quem não te conhece, você é uma mãe de três, fatura alguns milhões no digital, mas não foi sempre assim. Então, me conta um pouco. Como é que sua carreira profissional começou?

Em que momento o digital entrou? Até você sentar nessa mesa aqui com a gente. Eita, a história é longa. Manda que a gente tem tempo.

Então, eu comecei dentro do digital num momento muito difícil. Eu acho que todo mundo começa algo novo num momento difícil da vida, né? E eu comecei grávida do meu terceiro filho. Então, eu estava totalmente desesperada atrás de dinheiro. Eu tinha uma empresa onde eu atuava como designer de sobrancelha, micropigmentadora.

E ali eu já estava indo completamente à falência. Só que, além de estar indo à falência, eu tive um probleminha na minha gestação, que o médico falou assim para mim. Ou você para de trabalhar, ou você vai perder o seu bebê. E aí eu tive que tomar a decisão de ficar em casa. Só que eu estava com muito receio de ganhar o meu bebê pelo SUS. E aí eu comecei a procurar uma segunda fonte de renda. E foi então que eu descobri o mercado das vendas online.

E aí eu comecei querendo ganhar 800 reais pra pagar o plano de saúde. Porque meu marido ia arcar com as despesas de água, coisas assim, né? De casa. Enquanto eu ia cuidar da gestação. E aí, nesse momento, foi quando eu descobri que tinha a possibilidade de trabalhar dentro de casa. E aí eu procrastinei uma semana. Eu não coloquei em prática absolutamente nada.

Mas porque tem a rotina, dia a dia, crianças, né? Eu já tinha dois filhos. Então, eu procrastinei um pouco. Mas quando eu coloquei ali o pé na porta, que eu falei assim, agora é o momento. No meu primeiro mês, eu fiz nove mil reais. De cara já. De cara. O que você fez pra fazer nove mil de cara? Então, eu tinha o Instagram, né? Com uma média de 80 mil seguidores. E aí... Como você conseguiu... Desculpa interromper a resposta, mas como é que você conseguiu 80 mil seguidores, Mari?

Então, eu consegui na época que a gente nem colocava o rosto no Instagram. Olha só. Eu compartilhava a minha rotina de dona de casa. Porque quando eu tive meu primeiro filho, eu tive que parar de trabalhar, porque eu não tenho rede de apoio. Eu fui criada só pelo meu pai, eu não fui criada pela minha mãe. E eu não tinha rede de apoio nenhuma. E aí, quando eu tive meu primeiro filho, eu falei, eu vou fazer diferente. Eu quero acompanhar o crescimento do meu filho.

E aí eu comecei a postar na rede social porque eu estava com a depressão de tanto ficar em casa. Uau! Porque eu só conversava com o rodo e com o vassoura. Falei, isso está errado. Eu não estou dando conta de fazer mais nada. E eu estava entrando em uma profunda depressão. E aí eu encontrei algumas pessoas que compartilhavam, por exemplo, dicas de limpeza, organização.

Um simples café que a gente postava, às vezes dava mais de mil curtidas. Então eu tô no Instagram tem muito tempo, e aí eu compartilhei meu dia a dia. E ali eu comecei a ter um fluxo de mulheres que ficam em casa, que cuidam de filhos, e que gostavam das dicas que eu passava. Se identificaram com você. Sim. E pra fazer os 9 mil de cara, que é um desejo enorme, da maioria das pessoas começando digital, às vezes as pessoas ficam meses e meses sem ter resultado, e você de cara já botou 9 mil. Qual era a estratégia da época?

A estratégia que eu utilizava, assim, na época, foi compartilhando que eu estava fazendo um curso. E eu não imaginava que as pessoas iam querer saber. Eu, tipo assim, compartilhei normal. Falei, gente, estou aqui fazendo um curso porque aconteceu isso e isso na minha vida. Então, eu não posso mais trabalhar, até porque eu tinha que dar alguma...

Eu tinha que falar pras pessoas que me seguiam o porquê que eu ia ficar um pouco mais em casa, né? Querendo ou não, tinha aquela rotina com as pessoas todos os dias. E aí, eu comecei a compartilhar. E uma vez, a menina falou assim... Uma seguidora falou assim... Você pode compartilhar comigo? Eu também quero aprender. E aí, eu falei... Meu Deus, será que tem como? E aí, eu fui...

tentar entender como que eu poderia fazer. Porque na época eu queria trabalhar muito com Shopee, né? Porque meu perfil era de casa. Então eu pensei, não, vou vender uma panela, alguma coisa vai dar super certo. E eu estava vendendo esses produtos. E aí eu descobri que eu poderia vender infoprodutos. E aí foi quando eu comecei. E aí eu comecei a vender aos poucos. E quais foram os seus principais desafios no início? Era tudo muito novo ou por o fato de você já ter uma aptidão com o Instagram, você sente que foi mais fácil se adaptar ao mercado?

Ó, existe algo assim que tem muita gente que fala que precisa de seguidor para conseguir entrar dentro do mercado digital. Pode até ser que o meu início tenha sido mais fácil porque eu tinha uma quantidade significativa de seguidores. Porém, o orgânico, que é quando você não precisa investir em tráfego pago...

Ele é muito bom, simplesmente maravilhoso. Porém, ele chega uma época que ele não te rende mais nada. Então, você precisa de um fluxo de pessoas novas que sintam interesse no produto que você está vendendo. Então, eu fiquei uma média de uns seis meses no orgânico. E aí, eu comecei a observar que o meu faturamento não estava sendo mais o mesmo.

Estava caindo. Ele estava caindo. Então, por exemplo, um mês que eu fazia uma média de 20 mil reais naquela época, eu já estava fazendo menos que isso. Estava fazendo 13, 10. Não que fosse pouco, porque eu ficava dentro de casa. Mas eu comecei a observar. E quando você começa a ter um fluxo de faturamento muito grande, para você cair, é difícil.

E aí eu comecei a pesquisar como eu poderia aumentar o meu fluxo de leads, como eu poderia vender mais. Foi então que eu descobri o tráfego pago. Então eu falo que hoje quem tem resultado dentro do mercado não é uma pessoa que tem muito seguidor. É a pessoa que tem a estratégia correta. Legal.

Agora, se você pudesse me dizer assim, você tinha cerca de 80 mil seguidores, você tem uma noção de se aquele público que te acompanhava da sua rotina era um público comprador ou era só um público que acompanhava uma rotina? Por que eu pergunto isso? Já entrevistei muitas pessoas que trabalham com tráfego de influência.

e eles pegam um influenciador, às vezes um influenciador que está totalmente alinhado com o público, e eu vi que muitas pessoas que têm, às vezes, uma quantidade muito alta de seguidores, não necessariamente eles convertem. Por exemplo, muitas pessoas falam, por exemplo, do público do Carlinhos Maia, que é um público que está acostumado com comédia, mas não está acostumado com a venda do dia a dia. Então, eu não sei os números dele, mas já ouvi pessoas falando que não vende tão bem quanto a proporção da quantidade de seguidores.

Aquelas 80 mil pessoas que estavam ali, você sente que eram pessoas dispostas a comprar algo de você, ou eram só pessoas que te acompanharam algo que se identificavam com a rotina?

Então, eu tinha muita credibilidade. Isso faz muita diferença. Isso faz diferença, porque eu sempre fui muito enjoada. Por exemplo, eu já fiz algumas divulgações, já trabalhei com grandes marcas mesmo fazendo divulgação. Então, eu não fazia divulgação de qualquer empresa. E até hoje eu sou muito criteriosa em tudo que eu indico no meu perfil. Tudo, absolutamente tudo. Então, tudo que eu indico, as pessoas falam, não, eu confio na Mari.

Então, eu acredito que não é... Tudo bem que a maioria das pessoas gostam do Carlinhos, acompanham e tudo mais. Mas existe o público que ele é... O meu público, ele é um público de mães que buscam a vida melhor, que tá ali... Que ela sabe que ela precisa trabalhar pra ela conquistar aquilo ali. O público do Carlinhos, por exemplo, é um público que...

É um público mais da palhaçada, gosta mais da brincadeira. É um público que ele acha que vai ganhar tudo muito fácil, né? Porque o Carrinhos explodiu de uma hora pra outra. Então, eu acredito que o meu público é um público diferente, porque é um público mais maduro.

Mais qualificado. Mais qualificado. São mães. Qual mãe que não quer uma vida melhor para os filhos? Então, acho que todo mundo ali está nessa mesma conexão que eu. Eu também faço divulgação com influenciadores. Hoje é uma das estratégias que eu utilizo. E é um tiro no escuro. Eu costumo dizer, porque eu já fiz parceria com influenciadores com mais de um milhão e que não trouxe nem um lead qualificado.

Caramba. Enquanto outros, às vezes menores, trazem leads compradores para você. Sim. Hoje eu procuro mais influencers que têm menos seguidores ali. E eu também analiso muito a questão de posts. Stories eu não peço muita visualização, mas eu analiso muito o post. Agora, por que não o story, mas o post, especificamente? Porque se ela tem uma visualização boa nos posts, o stories dela é qualificado.

Entendi. Agora me fala, antes de você entrar no digital, você tinha uma empresa, você fazia as sobrancelhas, você me contou agora há pouco o que era muito bom no que fazia, então você tinha a credibilidade em cima dessa área de atuação. E aí você tem que pivotar a sua carreira para um mercado novo que não necessariamente você dominava e você tem filhos, maridos, responsabilidade, teve que ir com coragem.

Você diria que nessa época o medo chegou próximo de te impedir de caminhar? Era uma alternativa só esperar? O que que fez de verdade você se movimentar? Eu acho que o maior medo que eu passei em toda a minha vida foi quando meu pai faleceu.

porque eu tive muita ansiedade, eu me vi num momento que eu não tinha ninguém. Então, eu acho que, depois disso, nada mais me impedia de chegar onde eu queria. Então, quando eu tomei essa decisão, e uma coisa que eu acho que poucas pessoas têm, é a decisão. Eu sou aquele tipo de pessoa que eu não penso duas vezes. Eu falo, eu quero isso e eu vou fazer. Enquanto eu não faço, eu me desafio muito.

Enquanto eu não termino, enquanto eu não vejo que aquilo ali realmente vai funcionar, eu não passo para outra coisa, eu faço acontecer. Agora, a título de desafio, o que é que foi mais desafiador? Se desapegar da identidade que você tinha como uma profissional, empresária, do nicho de estética com resultado, ou aprender algo novo, uma nova profissão com possibilidades? O que é que deu mais trabalho para você?

Com certeza, sair de nove anos de profissão e ir para algo novo. É totalmente fora da curva. Primeiro porque eu já tinha dois filhos e estava grávida do terceiro. Então, o desespero de não conseguir colocar dinheiro em casa falava bem mais alto. Eu acho que esse é o maior medo que os pais têm.

Agora, como é que você lidou especificamente com esse medo? Porque realmente, esse é um medo muito comum e é uma dor grande o suficiente para que os pais se movimentem com uma força que as pessoas que não têm filho não acham, não encontram essa força, um motivo tão forte, um porquê tão forte. Eu sinto que isso acaba fazendo com que as pessoas que têm filho se movimentem com muito mais velocidade, muito mais força.

Mas no seu caso, não teve um momento onde você sentiu que não era pra você? Que você teve um medo de, cara, eu tô há nove anos fazendo isso aqui, vou dar um salto de fé, será que devo mesmo? Você não pensou em ir contra a indicação do médico e continuar fazendo o que você tava fazendo? O que tava passando na sua cabeça? E mais, especialmente, como é que você lidou com isso? Porque no final das contas, existem as devidas proporções, mas medo todo mundo tem.

Principalmente do desconhecido, do novo. Então o que você fez pra superar? Porque, pelo que eu entendi...

Você não sentou nessa cadeira por acaso. Deu certo, você superou o medo e fez funcionar. Então, o que é que você fez pra superar esse medo, Mari? Olha, eu acho que o que mais me incomodava foi o que me fez, assim, deslanchar e não ter medo. Porque a maioria das pessoas, elas julgam muito. E quando eu falei que eu ia parar de trabalhar, eu tive muitos julgamentos.

Você vai deixar nove anos de profissão? Você vai fazer isso? Você tá louca? Você é... Não, você é perfeita. Quem que vai fazer minha sobrancelha? Eu tive muitas clientes até hoje. No Instagram, tem pessoas que falam, Mari, se você fizer um dia, eu vou fazer minha sobrancelha com você.

Então, eu acho que tem algo, assim, que eu falo muito pouco lá no meu Instagram, mas que me despertou um desejo de mudança, porque eu morava de favor. E as pessoas me incomodavam muito falando sobre mim. Tipo assim, ah, eu moro de favor e vai ter mais um filho. Então, isso me incomodava muito. Nossa, me incomodaria muito também.

Então, e aí aquilo, essa força de vontade de vencer e mostrar para as pessoas que eu mudaria completamente a minha vida, foi o que me fez não ter medo. Porque o medo, ele é... Tudo bem que a gente fala assim, ah, não precisa ter medo. As pessoas sentem. Mas eu acho que se você tiver fé, não tem lugar para o medo.

Legal. Agora, a título de pertencimento, beleza. Você está ali nove anos de carreira. Por exemplo, eu estou aqui no KiwiCast há quatro anos, então eu me sinto muito em casa. Eu sinto que eu pertenço a esse ambiente, me sinto muito à vontade. Você tinha nove anos de carreira, uma carreira consolidada, onde você estava tendo sucesso, e aí você pivota completamente e vai para um novo ramo. Teve algum momento no mercado digital que você sentiu que isso não era para você?

Que você não pertencia a esse ambiente? Teve. Me conta um pouco mais sobre isso.

E foi depois de ter faturado mais de meio milhão dentro do digital. É mesmo, cara. Eu pensei que seria mais no início da transição, nos desafios iniciais, não é? Não. Eu já tinha um fluxo de faturamento muito grande, né? E ali eu tive alguns problemas da minha operação que totalmente desfalcou a minha estrutura inteira. E ali eu comecei a ter um faturamento muito menor do que eu tinha.

E eu comecei a entrar em desespero achando que eu não conseguiria mais arcar com todas as despesas que eu tinha. Porque quanto mais você fatura, mais você gasta. E aí eu comecei a entrar em desespero e cheguei até pensar em voltar para a micropigmentação. E chegou um momento também, eu acho que em toda profissão, chegou um momento que a gente fica...

Parece que fazendo a mesma coisa sempre, parece que você já não quer mais aquilo ali. E aí chegou um momento que eu ainda fiquei pensando, eu acho que eu sofro muito com depressão, eu sofri com depressão com 17 anos, eu passei por uma crise muito forte.

E às vezes a depressão bate um pouco. Eu ainda tento me reerguer por conta das crianças. Mas tem hora que bate. E aí, querendo ou não, como eu sou mãe, dona de casa, eu tenho a minha empresa, o que hoje faturar mais do que um juiz... Porque a gente fatura mais do que um juiz dentro do digital. Eu, pelo menos, faturo. Então, não é para qualquer um. Tem hora que eu falo assim, cara, fazer 80 mil dentro de casa, que...

Quem que faz isso? É muito raro, né? Então, assim, tem hora que é muito... A gente fica muito sobrecarregado. Então, a partir do momento que eu comecei a delegar funções, foi quando eu comecei a melhorar a minha estrutura. E aí, sim, eu comecei a querer voltar novamente.

Legal. Eu quero falar um pouco mais da sua estrutura, da sua operação, o que você vende para o pessoal conhecer um pouco mais da sua especialidade, mas antes eu queria dar um passo para trás sobre uma coisa curiosa. Geralmente a gente tem um caminho tradicional ali do mercado digital, onde as pessoas iniciam, a maioria, agora um pouco menos após as taxações do dropshipping, mas a maioria das pessoas começava por dropshipping ou afiliação.

E a afiliação, eu sinto que é uma das melhores escolas do mercado digital, porque a pessoa aprende inicialmente a habilidade central de todo o mercado, que é vendas. Se a pessoa não sabe vender, ela não vai conseguir prosperar no mercado digital, e o afiliado aprende exatamente como vender online. Você aprendeu isso, dominou, cresceu, e sentiu que era a hora de você bater suas próprias asas e lançar o seu produto.

Mas logo depois você sentiu que não era o que você queria pra você e tomou uma decisão corajosa de voltar à afiliação porque era o que funcionava pra você. E eu, primeiro de tudo, acho isso muito legal. Porque mostra que não é um movimento de ego, né? Muitas pessoas falariam que, ah, não, mas se eu fosse voltar pra ser afiliado... Tem muitos produtores que estão ganhando menos que seus afiliados por causa das margens e todos os desafios que vêm junto com a responsabilidade de ser um produtor. Então me conta um pouco desse seu movimento, né?

conhecer a filiação, dominar as áreas dela, ir pra produção, entender que não era pra você voltar pra filiação e prosperar nesse mercado.

Isso aí foi uma facada no coração na época. Principalmente quando você já está dentro do mercado, porque eu tenho várias colegas que são mentoras, que faturam super bem. E aí, quando você sai ali da afiliação, você passa para ser um produtor, querendo ou não, existem as críticas. E quando você volta a ser um afiliado, aí vem aquela coisa, não deu certo, agora voltou. Então, acho que a gente tem que ser muito maduro para reconhecer...

quando você tomou uma decisão errada. Porque eu acho que decisão errada todo mundo toma em algum momento da vida. E é até importante errar rápido. Quanto mais cedo você errar, mais cedo você corrige e prospera. Sim, eu tenho algo que eu sempre falo para as minhas alunas, que é o seguinte, resolver problema rápido. Isso eu aprendi com um grande mentor.

E eu sempre fui desse jeito. Então, se eu vi que não estava dando certo, a primeira coisa que eu fiz foi realmente voltar para a filiação. É muito desafiador. Eu ainda tenho alguns produtos, ainda penso em ter um outro produto, porque ser produtor também é simplesmente maravilhoso.

Se você dominar aquilo ali que você faz, você vai muito bem. Mas como eu tenho três filhos, era muita coisa, a estrutura tinha que ser muito grande, aí eu falei, não, vou voltar para a filiação. E um detalhe muito importante que eu tenho para falar sobre mim em si é que eu comecei a trabalhar com 14 anos e eu trabalhava na agência de turismo da minha prima. Então, eu trabalhava no departamento financeiro, eu só mexia com papéis.

E quando eu fui trabalhar com sobrancelha, eu tive muito medo do atendimento. Porque se você errasse uma coisinha ali no rosto da cliente... Que resposta, hein? Era muito complicado. Então, assim, eu tive muito medo também de trabalhar com sobrancelha. Mas a prática me levou a ser a profissional que eu me tornei na época.

E dentro do digital também. A prática é o que vai fazer com que você tenha resultados expressivos. Eu trabalhava no departamento financeiro do agente de turismo. Depois fui trabalhar com sobrancelha. Então, eu não sabia nada sobre vendas. Eu não entendia absolutamente nada. E eu tive muito medo da venda. Porque eu pensava, como que eu vou fazer? Para quem que eu vou vender? Eu só fico dentro de casa, não converso com ninguém. Como que eu vou fazer isso daqui?

E foi logo depois da pandemia também. Então, assim, foi um momento que eu tive muito medo também, assim, de mexer com as vendas e com o público. Mas hoje eu domino isso muito bem. Me fala, assim, na prática, para quem está lá do outro lado, não iniciou no mercado digital e está aqui ouvindo, você fala, poxa, mas ela foi afiliada, foi produtora, depois voltou. Na prática, qual foi a real diferença que você sentiu de quando você era afiliada e depois quando você era produtora?

Sendo bem sincera, eu não tenho muita paciência para a gravação. A gravação em si. Eu gosto muito da aula ao vivo. Eu gosto muito do debate ali com a aluna no ao vivo. Tanto é que toda semana eu tenho aula ao vivo com as minhas alunas. Toda semana. Para elas tirarem dúvidas, para elas conversarem diretamente comigo.

Então, eu tinha muito problema em relação à gravação. E isso, eu acho que... É difícil alguém reconhecer isso. Mas eu acho que ainda é algo que eu tenho que melhorar um pouco, de parar e fazer a gravação. Mas é porque eu sou muito espontânea. Então, eu acredito que conversando com a pessoa, tirando as dúvidas dela comigo, eu acredito que ela consiga desenvolver muito mais.

Agora, você sente que se tivesse essa parte de gravação resolvida, que até para quem está do outro lado caiu de paraquedas e não conhece tanto do mercado digital, o produtor é a pessoa que vai estar por trás de toda a estrutura do produto. Então, produto, time, vendas, remarketing...

conteúdo, branding. Quando a gente fala no afiliado, o afiliado tem uma função específica de vender o conteúdo de um produtor. Então, ele já vem com os vídeos prontos, boa parte da estrutura pronta. Claro que se ele pegar algumas coisas para ele, ele vai ter um pouco mais de controle de dados, um pouco mais de autonomia em criativos, VSL. Mas a tendência é que ele utilize uma estrutura que já está relativamente pronta e otimizada e validada.

No seu caso, se a gente resolvesse essa parte de gravar vídeo, você acha que você iria para a produção? Porque tem muitas outras coisas envolvidas além do gravar vídeo, né? Tem, mas eu acho que toda a parte da estrutura eu já tenho.

Entendi. É só esse detalhe mesmo. Eu tenho essa vontade ainda de voltar a ser produtora. Porque a maioria das pessoas, elas compram pela minha imagem. Elas querem aprender comigo o que eu faço. Então, ainda é algo que toca ainda no meu coração, sabe? Mas eu não deixo passar essa oportunidade das pessoas terem acesso a mim, sabe? Eu gosto muito.

de ter esse contato. Então, eu sempre mantenho ali as aulas ao vivo também. Mas ser afiliado é simplesmente maravilhoso. Você não tem problema com nada. A estrutura já está toda pronta. Você só está ali para vender. Então, eu acredito que é muito de decisão mesmo. É porque eu entrei sendo afiliado. E eu ganhei muitas premiações sendo afiliada. E aí, eu gosto bastante.

Eu acho que é um modelo legal, um modelo um pouco mais enxuto e que traz muito resultado. Inclusive, quando eu pensava inicialmente em afiliação, eu pensava muito numa pessoa que está iniciando no mercado. Mas à medida que eu fui me inserindo cada vez mais no mercado, principalmente após o movimento do Brasil para Nutracêutico nos Estados Unidos e na América Latina, eu vi alguns afiliados faturando tanto quanto produtores. Na verdade, eu vi afiliados faturando milhões por mês.

O que me faz questionar sobre quais são os modelos mais inteligentes de se envolver, sabe? Se eu sou produtor e eu tenho tanta coisa para fazer, mas no final das contas eu vou estar com um faturamento próximo, parecido de uma pessoa que está preocupada só com venda, será que eu ser produtor é o modelo mais inteligente? Não sei. Mas uma coisa que eu vejo e é um estímulo no mercado é que... Perdão. É que... Perdão.

O produtor é como se ele estivesse no nível 1 e o afiliado está no nível 2. Mas a tendência... Eu tenho visto muitos afiliados que estão faturando 2, 3, 5, 10 vezes mais que produtores, mesmo o mercado achando que eles estão abaixo. Como é que você enxerga essa realidade?

É porque quando a pessoa já tem uma estrutura pronta, que ela está ali com tudo pronto, e tem outras pessoas que vendem ali para ela, tem algumas pessoas que faturam até realmente o mesmo.

Mas quando a gente está ali na estrutura de vender, é diferente, você já tem uma especialidade. Então, você faz tipo 30 vendas em um único dia. Eu, por exemplo, ainda vendo no X1, que é o atendimento 1 a 1 no WhatsApp.

E a gente tem esse domínio. Por exemplo, eu tenho uma estrutura muito completa. Tenho estrutura de atendimento, de remarketing, lançamento. Uma estrutura de produtora. Isso, de produtora. Eu faço live toda semana. Então, assim, toda semana eu faço o que precisa ser feito para realmente bater as metas que eu tenho. Porque cada um coloca a sua meta.

Mas o diferencial é que a gente fica ali por conta mais das vendas. O produtor já tem que fazer a criação do conteúdo, focar 100% na entrega para quando o afiliado vender, aquilo ali está tudo pronto e a pessoa não reclamar que está faltando algo, que não recebeu acesso. Então, eu acredito que realmente ser afiliado é simplesmente o melhor.

Uma coisa que eu percebo Eu percebo, assim Te interrompendo, mas É porque assim, se você parar pra pensar O produtor, ele tem que fazer tudo E a empresa Eu, por exemplo, vejo muito Vejo muito assim A minha estrutura Ela só funciona se eu estiver 100% ali O tempo inteiro olhando tudo Então você delegar funções Hoje em dia é muito difícil Porque nem sempre as pessoas vão fazer como você E aí E aí

Então, o produtor tem que fazer a criação do conteúdo para deixar tudo pronto, estrutura de suporte, lives que tem que ter com os alunos o tempo inteiro. Essa estrutura tem que ser essencial. E se eu não conseguir entregar isso para as pessoas, não faz sentido para mim, porque eu quero que as pessoas tenham resultados hoje.

Agora, me fala. Conversar com você me traz uma clareza muito grande, que é, existem níveis de afiliados. Eu já entrevistei afiliados que eles tinham um link, que eles divulgavam um link, falavam ali no story, era isso. Em contrapartida, eu já entrevistei algumas pessoas e você se inclui nisso, afiliados que têm uma estrutura praticamente de um produtor. Então, você tem uma estrutura de vendas, de remark, de produção de conteúdo, você faz suas lives. Então, a única diferença para um produtor é que você está...

disponibilizando um link de checkout de um produto de outra pessoa que também vai resolver a mesma dor que talvez esse produto resolveria. Então, me explica assim, o que é que um... Beleza, um afiliado é uma ótima forma de começar, uma ótima escola para a pessoa aprender sobre vendas, mas você está jogando um jogo de afiliados que é outro nível, um jogo profissional de afiliação. O que é necessário para ter uma estrutura profissional de afiliação e não ser só uma pessoa que copiou um link e está divulgando por ali, sabe?

Eu já fiz algumas mentorias que eu achei bem interessantes, que não trabalham, por exemplo, com quatro lançamentos no mês. Trabalhavam ali com dois lançamentos. Na verdade, quatro lançamentos. Dois internos e dois externos. E o meu não. Ele é totalmente ali aberto ao público o tempo inteiro.

no Instagram, né? Então, assim, o que me fez realmente deslanchar com a minha estrutura foi o remarketing, que eu não utilizava. E hoje em dia ainda é bem mais difícil o remarketing porque o WhatsApp ele cai demais, eu trabalho muito ele voltando. Eu acredito que a humanização no WhatsApp E aí

Ela converte muito as vendas. Então, isso também foi uma das coisas que me fez escalar muito. Porque a maioria das pessoas hoje só querem vender. E eu não. Eu quero entender o que aquela mãe faz, o que ela trabalha, o que ela está buscando, para ver se realmente o que ela está buscando vai atender as expectativas dela. Porque se for aquela pessoa que ela é preguiçosa, que ela não tem coragem para nada, que ela não tem um objetivo na vida, eu já descarto na mesma hora. Eu falo, olha, não faz sentido para você.

Porque uma coisa que eu sempre falo é que a pessoa tem que buscar a mesma coisa que eu. Sabe? Porque tem que ter essa conexão de aluna. Não tem como eu só vender por vender. Tem pessoas que vendem por vender.

Mas eu acredito que a humanização no WhatsApp, no remarketing, o lançamento em si, ele ajuda bastante. Porque você consegue fazer um pitch de vendas muito agressivo e fazer um valor muito bom. Eu, por exemplo, fiz 40 mil em 5 minutos em um lançamento.

É muito bom, mas não é algo assim... Eu já entendia um pouco sobre lançamento, né? Eu só comecei a me especializar um pouco mais. E hoje a gente não consegue fazer como fomos fazer antigamente. Hoje o WhatsApp cai demais. Entendi. A título de... Você ia falar algo mais, Mari? Não. Bom, a título de remarketing, para quem nunca ouviu essa palavra, explica para a gente o que é remarketing e como é que você executa na sua empresa. Remarketing. O remarketing, ele é...

Normalmente, eu vou dar um exemplo de um atendimento com sobrancelha, por exemplo. Que é bem simples, né? Quando a pessoa, ela entra, ela chama ali no WhatsApp, e ela fala, eu quero agendar aqui, quero agendar a sobrancelha com a Marila para sexta-feira. Aí, por exemplo, não tem horário comigo.

Se na sexta-feira não tem horário, qual que é... O que a recepcionista tem que fazer? Ela tem que entrar em contato com a pessoa depois e fazer um remarketing. Se houver, por exemplo, uma...

Se alguém tiver desmarcado, para falar, olha, surgiu aqui uma vaga com a Marila, você quer? Porque é no horário que a pessoa quis. Então, existem algumas pessoas que elas não têm essa estrutura, até mesmo no próprio atendimento dela, cabeleireiro, qualquer outra profissão. Então, o remarketing é você não esquecer do seu cliente, é você lembrar que tem aquele cliente ali, mesmo que você tenha uma demanda muito grande. Porque acaba que você perde aquela pessoa que entrou no seu fluxo de atendimento.

E você perde dinheiro. No meu caso, como eu trabalho muito com tráfego pago, cada lead, ele custa ali... Perfeito. Ele tem um custo de aquisição por lead. Tem um custo. Então, eu pago por cada lead. Então, eu tenho que voltar e fazer um remarketing com ele.

Perfeito. E a título de remarketing, o remarketing é super interessante porque você consegue chamar pessoas que já interagiram com você em algum momento, seja através de uma página de vendas, um AVSL, um número que você salvou e teve um contato prévio, você consegue fazer uma nova oferta.

E você consegue alinhar ofertas específicas para o momento do remarketing que a pessoa está vivendo. Então, se a pessoa chegou na sua página de vendas e não comprou, talvez um remarketing, uma mensagem para tirar mais dúvidas, quebrar mais objeções, funcionem. Mas se você tem uma pessoa que chegou no seu checkout e ela já estava pronta para comprar e não comprou, talvez um remarketing de desconto funcione um pouco melhor porque é a dor dela.

provavelmente foi dinheiro. Agora, a título da sua comunicação. Muitas pessoas, Mari, me falaram isso da humanização. Nossa, mas eu tenho um funil humanizado, a minha comunicação é humanizada. E por vezes eu perguntei assim, mas o que é humanização? A pessoa fala, não, eu chamo a pessoa pelo nome. Mas será que isso é o suficiente para dizer que eu tenho uma operação humanizada? Então, no seu caso, o que é uma operação, uma estrutura humanizada para você que no seu caso gera vendas constantes?

Como eu falei, a maioria das pessoas só querem vender. E normalmente é isso mesmo. A gente quer vender o tempo inteiro. Mas eu acredito que o que faz o meu atendimento humanizado para a conversão realmente acontecer é eu voltar na dor que eu sempre pergunto para ela no início.

Por exemplo, qual é o seu objetivo hoje? Você já tem conhecimento sobre o mercado? O que você busca aprender? Você já trabalha? Você está desempregada? Eu sempre gosto muito de perguntar sobre isso, porque no meu caso é renda extra. Então, quando ela fala, eu quero muito mudar de vida porque eu tenho dois filhos. Então, quando ela não finaliza ali, eu sempre volto na dor dela.

De cara. De cara. Me dá um exemplo de uma mensagem. Vamos supor que eu cheguei assim e falei, Mari, eu quero mudar de vida porque eu tenho dois filhos, o emprego que eu estou me paga muito pouco, eu tenho que dedicar muitas horas, e aí eu não estou conseguindo ver meus filhos crescerem. E a gente teve ali um contato, você me mostrou, mas eu ainda fiquei um pouco inseguro. Passou, eu não sei quanto tempo, você é o remarketing, mas uma semana, duas, não sei.

Você me chamou de volta, você já identificou minha dor. Que tipo de mensagem você envia para essa pessoa?

Eu volto sempre chamando a pessoa pelo nome, porque sempre gera conexão. Desde quando eu comecei a fazer sobrancelha, eu sempre chamava a pessoa pelo nome. Então, eu sempre volto chamando a pessoa pelo nome e eu sempre volto ali falando com ela em relação ao que ela me falou, no caso dos dois filhos. Então, eu falaria, Oi, Joana, tudo bem? Você entrou em contato comigo, querendo saber mais sobre o mercado, querendo empreender e fazer uma renda a mais. E você me falou aqui que você tem dois filhos.

E eu queria saber se você não tem mais o objetivo de mudar a vida dos seus filhos. Uau. De fazer uma renda a mais para melhorar a qualidade de vida de vocês. Eu estou aqui com uma oportunidade. E se você estiver disposta a escutar, eu fico aqui aguardando o seu áudio. Ou a sua mensagem para a gente finalizar agora mesmo.

Então, normalmente, as pessoas, elas sempre gostam desse contato. Porque hoje, com a ferramenta de automação, a maioria das pessoas, elas são muito robóticas. É, fato. Cara, você me mandou uma cópia aí, forte, tá? Eu consigo ver como isso pega na pessoa, porque você vai exatamente na dor. E a forma que você conseguiu estruturar a sua fala é como se a pessoa não te escolher, ela tá abrindo mão.

das pessoas que talvez ela teria que proteger ou auxiliar. Ela está abrindo mão do meu desejo porque eu não estou escolhendo a Mari para me auxiliar com isso. Então, isso coloca a pessoa numa situação de, cara, eu preciso dar um jeito de comprar. Agora, falando um pouco, eu queria falar um pouco agora, a gente até separou um tema sobre aprendizados que você teve com o negócio. Você teve um negócio...

presencial, onde você oferecia um serviço e aí você pivotou para um negócio online onde você entrega transformação de vida antes através da estética, hoje de uma forma mais econômica, mais financeira. Ambos são negócios. Quais foram os principais aprendizados que você tirou da sua primeira experiência como empresário? E agora, mais madura, com mais resultado, quais foram as principais lições que você tirou da sua experiência como empresária digital?

Essa é uma ótima pergunta. Porque se eu tivesse a experiência que eu tenho hoje, eu não teria fechado a minha empresa. Eu teria colocado pessoas para trabalhar no meu lugar. Que legal. Mexido em toda a minha estrutura de marketing e investido bastante em anúncios. Porque eu acho que o que faz com que a gente tenha resultado e a gente não vá à falência em nenhuma profissão é você entender sobre o mercado e você estar sempre atualizado sobre ele.

Então, eu acredito que se eu tivesse contratado pessoas, tivesse mexido na parte do marketing, com certeza eu não teria fechado a minha empresa. Eu tenho até vontade de abrir uma empresa física e colocar tudo aquilo que eu aprendi no digital para fazer com que eu também ganhe das duas formas. Eu acho que um milionário nunca trabalha de uma forma só.

É, perfeito. Tem que distribuir a renda até para reduzir risco. E aí, assim, uma coisa que é bem bacana é que eu fazia sobrancelha e eu ministrava curso presencial. Olha isso. Se eu soubesse que teria essa possibilidade de colocar, né, na Qify o meu curso online...

Eu acho que eu estaria ganhando dinheiro há muito tempo. Então, eu acho que o conhecimento, ele liberta. Eu acho que a maioria das pessoas, elas têm uma mente muito fechada, inclusive sobre a afiliação. Tem muitas pessoas que acham que ela só vai vender curso, e não é assim. Eu falo muito sobre a questão de ser afiliado, mas eu também ensino as minhas alunas a serem produtoras. Eu ensino elas, por exemplo, a como criar um produto. Se é uma...

se ela é psicóloga, eu ensino como ela pode criar um produto para ela vender. Então, assim, eu me especializei em diversas formas e eu acredito que dá para a pessoa vender o que ela quiser hoje de forma 100% online. Legal. Agora, a gente falou um pouco dos aprendizados que você teve com os negócios, mas eu queria agora entender o que é que os negócios revelaram sobre você a título de, por exemplo, qualidades empreendedoras que você não sabia antes de começar.

Olha, eu acho que eu não sabia ser resiliente.

Eu acho que você fazer um faturamento, assim, de... Eu já cheguei a fazer o meu marco, assim, no mês, com a minha estrutura toda pronta, porque sempre tem uma dificuldade, foi 130 mil reais em um único mês dentro de casa, né? Sem estrutura, tá? Um atendimento, somente eu e outro atendimento, né? Suporte também. Então, assim, você entender que...

Mesmo tendo essa quantidade ali de faturamento, com a queda, você se tornar uma pessoa mais forte. Porque na minha primeira oportunidade, que eu quebrei na minha empresa de sobrancelha, eu desisti dela.

Entendeu? Só que veio também a questão da gestação em si. Mas ali foi como se fosse uma desculpa para falar assim, eu desisto. Uma desculpa inteligente. Uma desculpa inteligente. Eu desisto e vai ser assim. Então, já teve momentos de altos e baixos, né? Que eu passei dentro do digital.

Mas eu acho que essa vontade de vencer, de falar, cara, se tem pessoa que está fazendo um milhão em um mês, dois milhões em um mês, eu consigo. Eu sei o caminho, entendeu? Então, acho que... Faz sentido. Resiliência, um empreendedor sem resiliência não tem como caminhar para frente. Não, não tem. Agora, você acha que você teria chegado tão longe se você não fosse mãe? Não.

Porque tem hora que eu olho pro Davi, que é meu filho, e eu fico assim, ei, pituquinho, foi graças a você que eu comecei dentro do digital. Se você não tivesse vindo, eu estaria até agora sentada naquela maca, ganhando ali, acho que uns 3 mil reais, me matando pra não ter absolutamente nada, continuar vivendo do mesmo jeito, continuar...

dependendo das pessoas, e eu não queria aquilo mais. Então, assim, eu acho que ser mãe me tornou uma pessoa mais forte. Porque como eu não fui criada pela minha mãe, eu sempre tive uma clareza de qual era o meu objetivo. Era ser diferente para os meus filhos.

Então, eu vi o meu pai, eu cresci ao lado do meu pai. Meu pai, ele já era aposentado, porque ele já era mais velho. Só que, mesmo assim, ele montou uma videolocadora pra trabalhar do lado do meu irmão ali, né? Então, assim, eu sempre cresci vendo meu pai trabalhar ao nosso lado pra conseguir proporcionar o melhor pra nós. Então, eu acho que isso vem lá da época mesmo que meu pai me ensinou o que é...

realmente ser família, o que é realmente buscar o melhor para os nossos filhos. Que legal, que bonito. Olhando para a sua trajetória, especificamente de mercado digital, o que você mais se orgulha nela? O que eu mais me orgulho?

Olha, o que eu mais me orgulho é das vidas transformadas que surgiram no meio do caminho. Porque eu nunca pensei que eu fosse uma fonte pra tantas outras vidas serem transformadas. Eu nunca pensei isso. Porque eu iniciei querendo ganhar 800 reais por mês pra transformar a minha vida. Transformar nada, né? O que 800 reais reais hoje? Nada. E olha lá.

sobreviver. E olha lá. Então, eu nunca imaginei que, através da minha vida, tantas outras seriam impactadas, né? Eu tenho alunos que já fizeram mais de 200 mil reais dentro do digital. Então, assim, você olhar isso, a pessoa falar assim, Mari, muito obrigada. É algo, assim, que eu acho que é incrível.

É, eu imagino que é o maior combustível que você tem, além dos seus filhos também, né? Sim, nossa, eu vibro. E assim, eu acho que eu acredito mais no potencial das pessoas do que elas mesmas. Eu falo assim, cara, vai. Vai dar certo, não tem por que dar errado. Ah, tô com medo. Vai com medo mesmo. Se vira, ah, não tenho tempo. Eu também não tenho tempo. Eu tenho três filhos, tenho casa, tenho estrutura de uma empresa. Então, eu acredito que quando a pessoa fala que não tem tempo, ela tá arrumando uma desculpa. Porque eu costumo dizer o seguinte, até engraçado.

Vou falar isso daqui, porque... Teve uma aluna que falou assim pra mim. Eu tava vendendo lá na Shopping Vídeos, e aí não tava dando resultado, eu parei de postar. Aí eu falei assim, você parou de mexer no seu Instagram? Ela, não. Falei, mas lá não te dá retorno nenhum. Por que você continua lá? Uau.

Então, assim, às vezes a pessoa fala que não tem 30 minutos por dia pra mudar a vida dela, mas ela tem 30 minutos por dia pra ficar na rede social perdendo tempo à toa. Então, eu acredito que é mais desculpa mesmo das pessoas. Então, eu falo, cara, vai com medo mesmo. Vai sem tempo, vai do jeito que der. Vai atropelando, passando por cima de tudo, que vai dar certo.

Muito legal você falar isso, porque quebra até um pouco do padrão das pessoas que falam assim, eu sempre acreditei, desde o início eu sabia. Você vem com humildade e fala, cara, eu não imaginava que eu poderia ser uma ferramenta de transformação para tantas pessoas. É muito humilde, muito bonito também, porque mostra que você foi se desenvolvendo com o processo e a necessidade.

Tem uma frase que a gente já falou mais de 100 vezes aqui no podcast, eu e a Bruninha, que é talvez até um pouco a Carol, que é o mundo é como a goma de mascar, ele se molda de acordo com o formato dos seus dentes. Então o mundo é dobrável de acordo com sua crença. Se eu acredito que posso, então eu posso. Se eu acredito que não posso, então eu não posso. Então o mundo é como a goma de mascar, se molda de acordo com o formato dos seus dentes.

E os dentes são as nossas crenças. Em algum momento, no início, você podia até imaginar, tipo, cara, tá bom, eu não...

eu vou prosperar, eu vou dar certo, mas não estava no seu radar o impacto que você ia causar no mercado. Mas em algum momento, com certeza, você começou a caminhar, começou a praticar, foi entendendo os mecanismos, e eu imagino que começou a ficar confiante, começou a acreditar que você estava, não, eu posso, eu consigo, eu mereço, vai dar certo. Mas você imaginava, quando você começou a sentir confiança em si próprio e nos resultados, você imaginava que você ia chegar nesse patamar?

Então, eu costumo dizer que o digital é de uma hora para a outra. Porque você vai caminhando... No meu primeiro ano, eu fiz 80 mil reais no orgânico. O que já é incrível, hein? É incrível. 80 mil reais... Mais 5.6 mil mesmo, mais ou menos, um pouco mais. Isso. E quando eu comecei o tráfego pago, em três meses eu fiz meio milhão. Ali eu falei, aqui eu entendi como que eu posso trabalhar. Então, ali eu entendi que eu poderia muito mais.

E aí foi onde eu comecei a entender que eu tinha um potencial muito grande e que eu poderia não só transformar a minha vida, mas também a de outras pessoas. Que legal. E como é que foi o seu processo de aprendizado no mercado digital?

Meu processo foi bem complicado, porque eu já tinha dois filhos e estava grávida do terceiro. Meu Deus, se tinha desafio, estava com você, né? Estava, loucura, porque, nossa, criança pequena, né? E aí eu estudava de madrugada. Enquanto todo mundo dormia, eu estava estudando.

Você estava dando um jeito. Enquanto você dava desculpas, você estava dando um jeito. Inclusive, eu descobri... Eu comecei dentro do mercado vendendo Amazon, Shopee. Eu comecei vendendo esses produtos. E aí, eu descobri, inclusive, que eu poderia cadastrar um produto na Qify. E eu cadastrei esse produto. Eu não sabia. E eu descobri uma estratégia de vender uma maquininha.

E aí, eu fiz o meu primeiro e-book. Eu não sabia como. Hoje em dia, as pessoas entram em alguns sites e fazem ali em cinco minutos. Verdade, poucos minutos. Eu demorei, acho que uns três meses pra elaborar tudo. Só que eu elaborei do jeito que eu entendia. Eu fiquei três meses sem dormir. Caramba!

Três meses de madrugada, porque de manhã, as crianças gritando, casa para arrumar, aquela bagunça. E eu não conseguia concentrar. Então, eu pegava o tempo livre, que era de madrugada, e aí eu ia produzindo. E aí eu fiz esse... Eu tinha um tempo. Eu determinei um tempo para mim dentro do digital.

Nesse período que eu estava fazendo o e-book, eu tinha um período de seis meses para eu conseguir ter um resultado muito bom, porque era o período do meu parto. Inclusive, eu sentia em mim que algo poderia dar errado. Por isso que eu queria 800 reais para pagar o meu plano de saúde. Quando o meu filho nasceu, ele foi para a UTI e eu quase morri.

Meu Deus, cara. Eu tive pré-eclâmpsea, né? Então, aquilo que o médico falou pra mim, ele me serviu como um impulso pra realmente mudar totalmente a minha vida. Então, eu tinha seis meses. E aí, eu fiz esse e-book. Enquanto eu tava lá, ganhando o Davi, eu tava fazendo o dinheiro.

Eu lancei um e-book, ele era R$ 39,90, ensinando as pessoas a como vender aquela maquininha, tudo detalhado, do jeito que eu entendi. E ali as pessoas começaram a ter resultados através de um e-book, nem aula não tinha. Você vê aí, que ano é isso? Isso foi em 2023. 23, que legal, hein? E hoje, como é que está a sua operação hoje, Mari?

Minha operação hoje, ela está um pouco desfalcada, porque a gente está com algumas mudanças no Instagram. Estou com alguns problemas em relação a anúncios. É interessante a gente falar, porque existem pessoas que não falam, só falam uma parte boa, né?

e não transmitem a verdade no mercado, as pessoas não fazem ideias, todos os desafios. E aí a pessoa acha, tudo é mais fácil pra você, tudo é mais difícil pra mim, não tô conseguindo ter resultado. E, poxa, não é assim. A gente vai passar por desafios também, né? Então, assim, hoje eu não tô trabalhando tanto com o Instagram como eu trabalhava antes. Eu tive que migrar pra outras redes sociais.

Justamente porque eu não estava conseguindo fazer ali mais os anúncios. Então, eu estou assim, num recomeço de uma estrutura. E é muito bacana a gente falar sobre isso, porque a pessoa que ela está começando, ela quer estar num patamar acima. Ela quer se espelhar muito nas pessoas e elas querem iniciar fazendo 50 mil reais em um único mês. E não é assim, existe o processo. O processo da aprendizagem. Todo dia eu aprendo algo novo.

Todos os dias eu preciso sentar para aprender e levantar para ensinar alguém. Legal. E quando a gente pensa em próximos passos, o que é que você está visualizando para 2026 e para os próximos anos do mercado? 2026? Olha, eu acho que eu já começo agora. Eu vou sair desse KiwiCast aqui mais impulsionado a fazer muito mais. Legal.

Inclusive, comecei a fazer mais conteúdo ainda. Então, acho que a meta é multiplicar ainda mais o faturamento. Esse mês, ele foi um mês assim... Está sendo um mês incrível para mim, um mês de recordes mesmo, de vendas. E assim, eu acho que daqui para frente vai ser só sucesso. Como eu falei, é resolver o problema rápido, não ficar pensando só na dificuldade.

e tentar buscar melhorar todos os dias. E aprender algo novo todos os dias. Que legal. Muito, muito bom. Estamos chegando na reta final do nosso episódio, que como eu falei para você, começou, piscou, acabou. Mas não terminamos, que agora a gente vai entrar no nosso bate-bola jogo rápido. Que é um momento um pouquinho mais dinâmico aqui na mesa. Como é que vai funcionar, Mari? Nós trouxemos algumas perguntinhas rápidas para você.

Eu vou fazer uma por uma e você me responde com uma palavra ou no máximo uma frase. Papum.

Fechou? Fechou. Animada? Vai dar bom, vai dar bom. Vou começar. Afiliada ou produtora, qual exige mais de você? Ó, os dois. Os dois exigem muito, né? Mas eu acho que o produtor exige muito mais. Uma habilidade necessária para empreender no mercado digital.

Paciência. É verdade. O que uma mãe que quer começar no digital hoje não pode errar? Em desistir. Boa. Qual foi a primeira conquista que te fez acreditar que ia dar certo de verdade? Sair de onde eu estava e ir para uma casa incrível, porque eu morava de favor, então isso para mim foi sensacional. Ali eu descobri que eu poderia, sabe assim, conquistar o mundo.

Legal, muito bom. Duas coisas que você fez para ter resultado no digital? Duas coisas? Tráfego pago, que é simplesmente incrível. E a criação de conteúdo. Legal. E para finalizar com chave de ouro, se você tivesse 10 minutos para conversar com qualquer pessoa do mercado, quem você escolheria? Meu Deus. Eu acho que hoje eu escolheria o Alex Formose.

Um especialista em funil e estratégia lá nos Estados Unidos. O cara é bravo. Quer dizer, 10 minutos de esconder, acho que ia virar a chave. É uma pergunta difícil? Será? É porque são tantas pessoas incríveis, assim, que a gente realmente admira bastante, né? Mas... Não sei. A princípio, assim, né?

Então, eu vou expandir para finalizar com chave de ouro. 10 minutos para conversar com qualquer pessoa, não precisa ser no mercado. Qualquer pessoa fala, se eu tivesse 10 minutos com essa pessoa aí, acho que seria muito legal, eu aprenderia algo que não necessariamente precisa ser empreendedorismo, mas eu gostaria de adquirir. Por exemplo, nesse caso, eu falaria com o Roger Federer, um tenista que eu gosto muito, acompanho desde que eu sou criança.

Eu posso falar uma coisa que eu acho que foge de qualquer coisa que as pessoas falam? Claro. Eu acho que eu conversaria com Deus. É mesmo.

Porque todas as vezes que a gente passa por alguma dificuldade de aprendizado, é mais o nosso psicológico. Então, você comprando qualquer curso, você estudando o que está sendo ensinado ali, porque a pessoa está entregando o conteúdo de fato. Ela quer que você tenha resultado. Ela quer que você fale assim, poxa, eu aprendi aquilo ali com a Mari.

Todo mundo quer isso. Então, eu acredito que você fazendo do jeitinho que está lá, certinho, com todo o direcionamento, não tem como dar errado. Mas se a pessoa não estiver preparada psicologicamente, ela não consegue chegar em lugar nenhum. E isso é em todas as áreas. Uma coisa assim que...

Vai entrar bastante na cabeça das pessoas. A maioria quer emagrecer, mas ela não quer passar pelo processo. Ela quer ir fazer uma cirurgia, mas ela não está preparada psicologicamente para o pós dessa cirurgia. Verdade, hein? Então, acho que dentro do digital funciona da mesma forma. A pessoa quer ter resultado, ela quer dinheiro na conta, mas ela não está preparada para receber o dinheiro na conta dela.

É isso. Muito bom. Ou, pra quem falou que tava meio assim, tava nervoso, acho que foi mais fácil do que parecia, né? Passou voando, né? Passou voando. Só que não terminamos, sabe por quê? Porque agora nós temos presentinhos pra você. Ah, que coisa. Eu gostei, viu, gente? Essa experiência aqui. Tá sendo animada demais, né, cara? Não, olha, eu vou falar. Vou voltar sentindo falta, viu?

Olha só, eu sei que tem um mimo pra você, tem um mimo pro Júnior que tá ali fora também. Ai, gente, olha eu aqui. Agora você faz parte do clã da caneca. Os poucos que sentaram aqui receberam sua canequinha personalizada. E agora a próxima será uma viagem incrível, né? Pra Dubai. Se você gostou dessa, eu posso te dizer com clareza que a de Dubai é de descer a lágrima. Não, eu vou me preparar pra esse momento. Vamos fazer um desafio aqui?

Ah, você que manda. As câmeras estão todas aqui. Tem até mais uma aqui que está no meio. Eu gosto de desafios. Eu vou para Dubai. Anotem aí, hein? Vocês vão ver meu rosto em muitos lugares aí no Instagram da QIFAI. Vai estar lá o Júnior de Sheik árabe. Mas brincadeiras à parte, mas esse presente é para agradecer a sua presença, por ter aceitado esse convite, compartilhar tanto conteúdo de valor com a nossa audiência, um pouquinho da sua jornada.

Tenho certeza que o pessoal adorou te conhecer e aprendeu algo com você. Então já deixa aí suas redes sociais para eles te seguirem.

mariloliveira.mary com Y no final. Show de bola. E Mari, pra quem ficou aqui com a gente até o final, sabe o que eles têm que fazer agora? O que? Eles têm que deixar o like, se inscrever se você ainda não tá inscrito, ativar o sininho pra receber uma notificação sempre que sair mais um QCast e deixar aqui nos comentários o principal insight que você tirou dessa conversa maravilhosa com a Marila Oliveira. Mari, tamo junto. Muito obrigado por esse bate-papo. Me diverti muito e passou voando.

Foi incrível e passou o ano mesmo. Espero que você tenha sido divertido tanto quanto eu me diverti. Mas, ó, vou falar uma coisa que... Fale. Acho que ninguém nunca falou isso, mas tiver falado... Descobriremos. É. A experiência com a Kivify é incrível, mas você é ainda mais. Deixa a gente mais tranquilo pra fazer o KiwiCast. Que legal. Muito obrigado. Tamo junto. Foi um prazer enorme conhecer, conhecer seu marido. Desejo o melhor pra você e pra sua família, nos negócios também. E...

Já sabe, né? Daqui a pouco tem mais que o eCast. Eu te encontro aqui. É um compromisso. Até lá. Valeu.

Eu Estava Grávida e Sem Renda Mas Fiz R$9 Mil no Primeiro Mês | Marila Oliveira - Kiwicast #684 | Castnews Index — Castnews Index