Usei a Desconfiança Deles Como Combustível e Fiz Milhões no Digital | Brennun Santos | Kiwicast #683
No episódio de hoje do Kiwicast, recebemos Brennun Santos para uma conversa sobre como construir um negócio digital de múltiplos seis dígitos mesmo quando ninguém acredita em você.
Vindo de uma realidade simples, Brennun começou sua jornada no digital enfrentando o que a maioria dos empreendedores passa: falta de apoio, dúvidas externas e um ambiente que não favorecia o crescimento.
Enquanto muitos desistem nesse cenário, ele fez o oposto.
Transformou o julgamento em combustível, se afastou de ambientes que limitavam seu crescimento e tomou decisões radicais — como literalmente “queimar os barcos” e apostar tudo no digital.
Hoje, com um negócio estruturado e resultados consistentes, ele mostra que o que separa quem fica pelo caminho de quem cresce não é apenas estratégia, mas postura.
No Kiwicast, ele falou sobre:
• Como lidar com a falta de apoio no início
• Como gerar um posicionamento claro e estratégico
• Como elaborar um conteúdo de maneira intencional
• Como desenvolver um processo simples de vendas
• O que significa “queimar os barcos” no empreendedorismo
Aprenda com quem vive o mercado digital na prática.
Dá o play e deixe nos comentários qual foi o melhor insight que você tirou do episódio.
Nosso Instagram é @Kiwify
- Gêmeos Digitais e Entretenimento DigitalLidar com a falta de apoio inicial · Transformar julgamento em combustível · A importância de queimar os barcos · A necessidade de mudar ciclos e ambientes · Visão de longo prazo no empreendedorismo
- Desafios do EmpreendedorismoO empreendedorismo não é para todos · Habilidades necessárias para empreender: execução, risco e urgência · A comparação entre empreender e ter estabilidade (CLT, servidor público) · A importância de definir o que é sucesso pessoal · A busca por segurança versus a busca por risco
- Posicionamento EstrategicoDefinição de público-alvo e ICP (Perfil Ideal de Cliente) · O que realmente significa posicionamento: levantar bandeira e atacar inimigo · A importância da autenticidade na comunicação · Estrutura de funil de conteúdo: topo, meio e fundo · Foco em métricas de engajamento invisível (leads) em vez de vaidade · A importância da oferta diária de produtos/serviços
- Impacto de decisões empresariaisA decisão de continuar mesmo sem resultados imediatos · A importância de ter processos e estruturas para avaliação · Pivotar o modelo de negócio para a comunidade · A transição de coach para estrategista/mentor · Erros com eventos presenciais e a busca por ROI · Investimentos que não trouxeram o retorno esperado
- Mentalidade EmpreendedoraInteligência emocional no começo · Lidar com o desânimo e a falta de resultados · A importância da resiliência e persistência · O conceito de mentalidade antifrágil · Definir o que é sucesso pessoalmente
- Empreendedorismo Digital e Projetos OnlineA importância de escolher o modelo de negócio certo · O erro de tentar tudo e não ter tempo para melhorar · A diferença entre o digital e negócios físicos em termos de retorno · A importância de ter visão de longo prazo no digital · A evolução de modelos de negócio
- Construção de ComunidadeComunidade como meio para um movimento acontecer · A importância do posicionamento para criar senso de pertencimento · Autenticidade e compartilhamento de valores para fomentar comunidade · O papel do líder na interação e no exemplo dentro da comunidade · A transição de audiência para comunidade e ecossistema
- O Papel Crucial
Como construir um negócio digital de múltiplos seis dígitos quando ninguém acredita em você? As pessoas estão buscando comunidade, pertencimento, esse ambiente que leva elas para fora da internet. E para bater esse papo, nós trouxemos um estrategista que já passou por isso, prosperou e venceu nesse mercado. Tem que investir nisso, quem não está olhando para esse lado vai deixar muito dinheiro na mesa. Então, para falar um pouco mais sobre isso, vamos chamar a Bruninha? Bora lá, quem será que está aqui, hein?
Seja muito bem-vindo, Breno Santos! Galera, muito obrigado primeiro pelo convite. Galera de casa, vamos tentar produzir aqui para vocês um episódio com conteúdo que vocês consigam colocar em prática para fazer dinheiro. Vamos embora! Perfeito! Inclusive, acho super pertinente trazer esse tema aqui para a mesa.
Porque quantas pessoas a gente já não entrevistou aqui no Keycast que começaram ali, deram seus primeiros passos, colocarem em ação, mas não tiveram apoio. Muitas vezes, pessoas ao lado, próximas, duvidaram que aquilo poderia ser algo alcançável no final das contas. E eu queria trazer a sua experiência. Como é que foi pra você enfrentar todo esse tipo de desafio e entender o que te sustentou nessa decisão? Quando todo o teu ambiente estava indo totalmente contra você.
Legal essa pergunta. Eu acho que... Eu sempre gosto de usar essa frase que o ódio, ele é o melhor combustível. Então, nesse momento, o que eu peguei foi esse sentimento de revolta que muitas vezes a gente tem, né? De as pessoas que estão próximas não apoiarem, não acreditarem, te achar de maluco, né? Porque, às vezes, é algo muito diferente da sua realidade. A gente conversou antes, falei para vocês que eu venho de um lugar muito humilde, né?
Então, de um lugar mais humilde, você falar que você quer empreender, viver da internet, principalmente 5, 7 anos atrás, que era ainda algo... Então, realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente
muito diferente, né? Faz com que realmente as pessoas não acreditem, mas eu pensei que eu podia pegar esse sentimento e ficar reclamando que as pessoas ao meu redor não me apoiam ou usar isso como combustível pra mostrar que essas pessoas, não que eu devesse provar alguma coisa pra elas, sabe? Mas pra mostrar que eu era capaz daquilo que eu mesmo tava falando que eu poderia transformar em um objetivo, né? Aquilo que ainda era um sonho e que hoje já foi uma meta que a gente conseguiu, graças a Deus, alcançar, né?
No final, o ambiente, ele te puxa, né? Ou pra cima ou pra baixo. Existe esse momento de quebra onde você teve que deixar pessoas pra trás porque você talvez entendeu que aquilo, os ambientes que você estava, as conversas que você estava não te levariam ou até mesmo você conseguiu trazer pessoas com você.
Sim, sim, eu acho que eu passei por esse momento diversas vezes e eu acho que é um momento que a maioria dos empreendedores vão passar, né? Que a gente acaba tendo que se isolar de certa forma, mudar um pouco os ciclos onde a gente convive, justamente porque são pessoas, às vezes, que elas, por não conseguirem enxergar o caminho com tanta clareza, como a gente que tem a ideia, o sonho, o projeto da nossa cabeça consegue enxergar, elas acabam atrapalhando um pouco a nossa jornada. Então, eu tive que, desde o início da minha jornada como empreendedor...
me afastar um pouco de certas pessoas, mudar um pouco os comportamentos. E eu sou mais um daqueles casos de que eu queimei os barcos, né? Então, eu deixei tudo que eu tinha na minha cidade lá em Manaus na época da pandemia, vendi minhas coisas, entreguei a casa onde eu morava e vim pra cá, pra Santa Catarina, pra Florianópolis, pra conseguir realmente apostar todas as minhas fichas.
no digital. Então, eu acredito que em alguns casos, como o meu, por exemplo, é fundamental você conseguir às vezes até tacar fogo no barco que você tá dentro ainda, né? Pra você se forçar a pular desse barco e ir pra algo melhor. Então, várias vezes eu tive que passar por isso e eu acho que é algo que todo mundo que empreende vai precisar passar. Você vai ter que mudar o ciclo onde você vive e quando a gente fala de empreender, de negócio, eu acho que em algum momento você precisa se colocar naquele lugar de eu preciso ser o pior da mesa.
Eu preciso ser o cara que aprende mais. Eu acho que a gente não pode resumir todas as relações a isso. Às vezes, a gente vai estar com amigos, com pessoas pessoais, mas quando a gente fala de empreender de negócio, aprender com quem já fez isso na prática, com quem tem skin the game, faz muita diferença, né? Então, tem que mudar os ciclos constantemente.
A gente, ou nós recebemos pessoas que estão no processo de desenvolvimento, não só empresarial, mas como ser humano também, e algo que a gente ouve de forma recorrente é que aquilo que a gente focaliza expande, né? Então, onde está o nosso foco, a tendência é que a vida se desdobre a partir disso. Então, o ambiente é imperativo, exatamente por isso, você está no ambiente onde as pessoas falam muito de...
distrações ou até mesmo de problemas, a tendência é que você se encontre automaticamente nesse lugar por osmose. Agora, a dúvida que fica em minha cabeça é você queimou as pontes. Saiu do ambiente que você estava, onde as pessoas não compreendiam, não conseguiam enxergar a visão que você já tinha. E você vem pra Santa Catarina, de certa forma, sozinho, pra recomeçar, reconstruir. E você prosperou. Sim.
Você estava sozinho. E o fato da pessoa estar sozinho, isso abre muitas janelas. Tanto para entrear essa sombra quanto luz. Tanto para a pessoa pensar, cara, agora que eu não tenho mais nada para me atrapalhar, eu vou para frente. Mas a pessoa também pode pensar, cara, agora eu estou sozinho e, meu Deus, não estou conseguindo me apoiar em nada. Então, que tipo de diálogo interno você teve que manter ao longo dos anos para mesmo distante de um ambiente que te puxava para trás, continuar caminhando para frente?
Cara, ótima pergunta. Eu acho que eu nunca tive muito esse pensamento de que poderia dar errado, de que acho que não vai dar certo. Eu acho que depois que já estava dando certo, em algum momento eu passei por uma crise dessa, mas no início, quando eu vim para cá, eu lembro que eu sempre gosto de contar essa história, que no meu primeiro mês, o meu faturamento não dava para pagar meu aluguel. Lógico, eu ainda tinha alguma reserva de dinheiro guardado, cartão de crédito para estourar.
mas no meu primeiro mês de faturamento foi menor do que o meu aluguel. E isso, naquele momento, não fez nenhum momento eu pensar cara, acho que não vai dar certo, acho que eu vou desistir. Pelo contrário, eu pensei que eu só precisava colocar mais energia. Porque eu vivia uma realidade antes onde o digital já era renda extra.
Então, eu dava aula em academia e aí já tinha uma consultoria que, como eu não dava tanta atenção, às vezes faturava 2, 3 mil reais, 300 reais e às vezes ficava alguns meses sem faturar. Então, eu já sabia que eu era capaz de fazer um certo teto ali, que muitas vezes era algo entre 3, 5 mil reais. E aí, eu pensei, se hoje eu não estou mais na academia, se eu não preciso mais dedicar meu tempo a estar ali...
É só questão de tempo, eu só preciso continuar colocando a minha energia aqui, ter visão de longo prazo. Acredito que nesse cenário é fundamental ter essa visão, porque no curto prazo nada funciona. Essa é a verdade. Então, é ter sempre visão de longo prazo e entender que às vezes você... Nesse caso, por exemplo, no meu primeiro mês, né?
Cara, eu estava dando o meu melhor, só que o meu melhor naquele momento, ele não era o suficiente para eu fazer 10 mil reais por mês. Então, é continuar dando o seu melhor, entender que às vezes o seu melhor não é o suficiente, é triste, é chato, mas é continuar. Porque é só a prática que vai fazer você melhorar cada vez mais e atingir o nível de excelência para faturar cada vez mais e atingir todos os objetivos que você tem.
No final, a gente sempre volta pra essa questão de conseguir ter uma inteligência emocional, principalmente nesse começo. Eu acredito que é o tempo todo, né? Só que os desafios vão se tornando cada vez maiores, no final das contas. Até você entender o desafio do nível 10, você vai ter aquele desafio do nível 1 que vai parecer absurdo.
muita mentalidade pra lutar em relação a isso. Às vezes o desânimo ali de você não estar tendo os resultados que você imaginou que você teria, de não conseguir fazer o primeiro desbloqueio da venda. Sim. Você trazendo essa questão do queimar barcos, me lembrei de um que mandou uma mensagem pra nós. Um que mandou uma mensagem pra nós.
que logo que mandou uma mensagem pra nós, dizendo que ele já tinha feito de tudo. Ele tentou procurar coach, mentoria sobre mentalidade, como destravar, como queimar barcos. Ele disse que tentou botar todo o foco em questão, por exemplo, de sair da CLT pra tentar no digital e mesmo assim ele não conseguia engrenar.
Olhando pra esse tipo de caso, o que você diria que uma pessoa dessa, talvez ela ainda não tenha entendido? O que será que falta pra uma pessoa que já tentou, segundo ele, de tudo pra conseguir focar e ter resultados nesse mercado? Quem tentou tudo não conseguiu tentar por tempo suficiente. Não conseguiu testar por tempo suficiente. Então, esse tipo de fala de eu já tentei de tudo, que a gente ouve as pessoas, às vezes, que não conseguem emagrecer também, né?
Ah, eu já tentei fazer todas as dietas. Então, você tentou toda semana uma dieta diferente. O cara tentou todo mês uma estratégia diferente, um funil diferente, um produto diferente, um modelo de negócio diferente. Então, o que eu vejo aqui no digital, nunca dá certo quem fica tentando pular de galho em galho. Então, esse cara que já tentou tudo, talvez o que ele precisa fazer é ver o que é o modelo de negócio que funciona para ele. Hoje mais cedo, a gente conversou muito sobre isso, né?
Sobre o modelo de negócio que vai funcionar para cada empresário. Às vezes vai ser um cara que ele quer time comercial, empresa presencial e tudo mais. E às vezes você quer ter vida de aposentado com salário de CEO. Então, eu acho que se você fica tentando de tudo, você não tem tempo para melhorar. Não vai ser três meses, dois meses. Eu sei que às vezes a gente vê pessoas que se destacam, que em um mês fez um milhão, que no primeiro ano bateu não sei quantos milhões. Mas essas pessoas são uma exceção.
Então, tem que ter visão de longo prazo. Às vezes, eu vejo assim que as pessoas no digital... Ah, eu tentei três meses, quatro meses e não deu certo. E aí, esquece que, por exemplo, um dono de uma academia presencial, ele vai, às vezes, investir na academia e vai passar dois anos investindo naquele negócio sem ter nenhum retorno. Sim.
Então, às vezes no digital, se você consegue em seis meses, em um ano foi muito rápido. Porque um negócio físico, você ia investir em aluguel, em funcionário, em imposto, em um monte de coisa para trabalhar meses sem ter nenhum retorno. Até conseguir ter algum lucro. Então, quem tenta de tudo, não conseguiu tentar o tempo suficiente para realmente se tornar bom. E o digital traz isso do imediatismo.
Eu vi uma pessoa esses tempos dizendo, ah, porque eu estou muito velho para começar no digital. Aí eu fico pensando, se você jogar no Google, pessoas bem-sucedidas que começaram, de fato, a ter visibilidade depois do 30, você vai ter uma lista que começaram muito tempo depois. Então, hoje, você é o mais jovem que você poderia ser. Amanhã você já vai ser tão jovem quanto você é hoje. Então, a melhor hora de você começar é agora, no final das contas, né?
Perfeito, Bruninha. Bruninha tem trazido umas reflexões. Eu tô lendo muito de livro. Você tá ondo. Você tá ondo. Os bastidores que se segurem. Você trouxe um ponto interessante aí que eu já observei ao longo de muitos anos no mercado. No mercado digital, só não prospera quem desiste. Quem fica, eventualmente, pode demorar dois anos. Pode demorar dois anos. O médico demora dez anos, às vezes, pra prosperar. Pode demorar dois anos, o que no digital é muito, né? O longo prazo do digital. Mas quem fica...
eventualmente prospera. Claro que os níveis são diferentes, mas quem fica prospera. Agora, a minha dúvida, até uma dúvida que a gente trouxe também hoje no almoço, que é, hoje, às vezes, muitas insatisfações que nós temos no dia a dia é por uma comparação do que é a vida perfeita. A gente fala, nossa, mas eu quero ter... Será que eu quero ter um escritório com 100 colaboradores? Será que eu preciso ter um faturamento de 10 milhões por mês?
Então nós vamos comprando ideias, possibilidades da vida que não necessariamente representam o que nós queremos ou o que nós somos. E aí nos vem a questão, será que o digital é para todo mundo? Será que todo mundo tem o perfil de empreender? Você estava me contando do seu desafio, por exemplo, com o evento e tudo mais. Será que todo mundo tem bols para aguentar começar um mês negativo e ter que não ter a certeza? Isso é uma coisa que eu me questiono também. O que você acha?
Cara, eu tenho uma visão que eu acho que talvez vai um pouco de encontro do que é o motivacional do empreendedorismo, que eu acredito que não é para todo mundo. Assim como não é para todo mundo ser CLT, assim como não é para todo mundo ser funcionário público, não é para todo mundo empreender. Eu acho que empreender envolve uma altíssima capacidade de execução rápida.
capacidade de tomar risco e um senso de urgência que tem que ser altíssimo. Então, acredito que se não tiver a combinação desses três fatores aqui, execução, senso de urgência e capacidade de tomar decisão, não tem como. Então, tem pessoas que realmente elas vão começar, às vezes elas podem até ter algum resultado, mas elas vão se identificar que não é para elas isso, né? E aí, lógico, tem essa situação de que, será que às vezes o digital não é para você ou será que o modelo de negócio que você construiu, inspirado numa outra pessoa, não é para você? Porque...
Eu não tenho hoje um negócio que fatura sete dígitos por mês, mas eu tenho um negócio que, como eu falei para vocês, faz eu ter uma vida de aposentado com salário de CEO. Consigo morar na praia, consigo ter um carro legal, consigo ir num restaurante sem olhar o preço das coisas. E esse foi o modelo de negócio que eu busquei para mim, algo mais enxuto. Mas mesmo assim, mesmo que seja algo mais enxuto ou algo mais estruturado no presencial, vamos colocar assim,
Se a pessoa não tem essa loucura, essa capacidade de assumir risco, esse senso de urgência e também esse sangue frio, porque, como a gente conversou mais cedo, você começar um mês com 15 mil no negativo de uma dívida, de um evento, e aí você esperava que esse evento ia dar rói e não foi necessariamente esse retorno e você não pode simplesmente sentar e chorar por causa daquilo ali, tem que continuar executando, não é para todo mundo. E está tudo certo.
Eu acho que não dá pra pessoa ficar sofrendo. Ah, eu tento, tento, tento, mas eu sofro muito com isso aqui. Cara, eu trabalho muito, é muita pressão, muito estresse. A gente conversou disso sobre saúde mental, mas eu sou apaixonado pelo que eu faço. Eu me divirto bailando no meio desse caos, entendeu? Então, eu acho que...
Se a pessoa não tem essa mentalidade antifrágil, né? Tem até o livro do Nascinto Alérico que ele fala sobre isso, né? De você conseguir prosperar em meio ao caos. Se você é essa pessoa que o caos, que a incerteza, que o risco te assusta muito, concurso público, CLT, outra coisa mais estável.
E tá tudo bem. Tá tudo bem, tá tudo certo. Também pode ser... Eu não gosto de quem desmerece quem é SLT, quem desmerece concurso público. Às vezes, você pode ser muito feliz, assim, estabilidade, salário, carteira assinada. Se é isso que tá buscando, segurança, você tem que ponderar isso aí, né? Se você tá buscando muita segurança, não é empreendendo que você vai ter isso. Aqui é risco, é loucura, né?
E o bem-sucedido é extremamente relativo também, né? O servidor... Por exemplo, meu pai, que é servidor público militar, em minha percepção, ele é extremamente bem-sucedido porque era exatamente o que ele queria lá muito antes, quando ele era muito mais jovem do que eu sou hoje. Então, eu olho, talvez, para a realidade do digital, o pessoal olha e fala, pô, mas...
Tá muito distante, mas pra realidade dele funcionou muito. Ele é extremamente feliz com minha mãe e a família que criou. Então ainda tem isso também. A gente compra o sonho dos outros, não tem discernimento pra falar, cara, isso aqui não me pertence. E aí quando a gente vem, a gente se encontra em lugares que não necessariamente nos representam. Aí vem a dor, né? É, no final das contas...
Falando de funcionários públicos, eu conheço vários que ganham mais de 50 mil. Sim. Então, para eles, aquilo ali está ótimo. Só que aí, quando a gente vem para a realidade digital, parece que 50 mil é pouco demais. É nada, é nada. Não, eu não preciso nem ir muito longe. Minha mãe é funcionária pública, ela é professora. Então, ela não tem um salário de 50 mil reais, mas ela tem a casa própria dela. Ela tem na garagem o carro que ela queria ter.
Ela consegue viajar duas, três vezes no ano. E para ela, isso é incrível. Ela olha para mim e fala, meu filho, eu acho incrível tudo o que você construiu.
torço muito pra você, admiro suas conquistas mas eu jamais faria isso que tu faz porque eu acho insano, e tá tudo certo ela é feliz fazendo o que ela faz eu sou feliz fazendo o que eu faço, eu acho que não tem como existir esse conflito e a pessoa realmente tem que uma hora colocar na balança eu gosto disso, eu consigo ser feliz no final das contas com isso, porque você vai ter problema com qualquer trabalho
E até se você não trabalhar, você também vai ter problema. Então, no final das contas, é... Eu preciso estar num ambiente onde eu coloco minha energia e o esforço, ele ainda é... Desculpa, a recompensa ainda é maior do que o esforço. Perfeito. Pelo menos a percepção. Isso, porque quando é muito esforço e não tem recompensa, é um mecanismo básico do nosso cérebro. Se a gente se esforça e não tem recompensa, o cérebro entende que não vale a pena colocar energia naquilo ali.
você definir o que é sucesso pra você. Às vezes, sucesso pra alguém é justamente estar o tempo todo construindo empresas, vendendo, fazer seus primeiros milhões e continuar replicando milhões por mês, no ano total ali, né? E pra outros, às vezes, é ter uma liberdade ali com a família, sabe? É estar perto dos filhos, é poder viajar com o marido e tá tudo bem no final, né? Então, é muito da gente saber o que, de fato, nós queremos, que nem você trouxe. Perfeito.
Algo que eu achei interessante que você falou é sobre você entender o seu modelo de negócio e o que faz sentido para você. Quando você iniciou no digital, você foi nessa de, ok, comecei por esse modelo de negócio, esgotei todas as minhas possibilidades, fiz até uma grana aqui, mas esse não é o meu ideal, vou para um próximo? Como é que foi até você encontrar o modelo que você tem hoje que você considera ideal?
Cara, acredito que eu tive, primeiro de tudo, muita sorte de conseguir, de cara, encontrar um mentor que o que ele entregava para a gente em relação ao modelo de negócio era o que eu estava buscando naquele momento. E depois eu consegui... Lógico, acho que é fundamental a gente aprender, né? Falei sobre isso com quem sabe mais do que a gente. Mas a gente tem que começar a pensar nossas próprias estratégias. Então, depois eu consegui evoluir o modelo de negócio que eu tinha inicialmente.
para algo que seria ainda mais rentável e que ainda ia manter ali o mesmo estilo de vida que eu queria ter. Então, desde o início, eu já tinha mais ou menos uma noção do que eu queria, que eu não queria construir um negócio com muitos funcionários, que eu queria mesmo liberdade financeira e geográfica. Consegui encontrar um mentor que me trouxe isso e eu acredito que por conta da... Eu tenho um background do fisicoturismo, né?
Desde os 14 anos ter começado a treinar e foi um hiperfoco, musculação, fisicoturismo. Então...
Quem está nesse meio aprende que tudo é longo prazo. Construir um físico leva 2, 5, 10 anos. Então, quando eu comecei a empreender e quando eu coloquei todas as minhas fichas, quando eu postei tudo nisso, já foi com essa visão de longo prazo. Então, eu fiquei muitos anos aplicando só aquilo que eu aprendi com aquele mesmo mentor.
Eu não ia atrás de aprender com outras pessoas. Lógico, seguia outros players, via o que eles faziam, via o funil que eles aplicavam e tudo mais. Só que eu não ficava tentando replicar e muito menos ficar buscando outras informações que eu vejo hoje as pessoas cometendo muito esse erro, que é criar uma obesidade intelectual. Então, a pessoa compra uma mentoria daqui, compra um curso dali, aí compra a mentoria de um cara de fora e aí é o cara que tentou tudo e nada deu certo. Então, é todo tempo isso. Então, acho que...
Tem que escolher um método que faça sentido, que você vai conseguir aplicar e fazer sentido. Não pode ser fazer sentido o faturamento que o cara que ensina a morte que teve. É, eu vou conseguir executar isso aqui? E não é eu vou conseguir executar por 30 dias, é, eu vou conseguir executar isso aqui pelos próximos 12 meses?
Sem falhar? Sem errar? E aí, se sim, continua nisso, que foi o que eu fiz. E depois eu fui entendendo como eu poderia transformar esse modelo em algo que atingisse ainda mais pessoas. Então, assim, foi meio que um processo natural de depois entender o que é a minha demanda ali, o que os meus clientes, o que os meus seguidores estavam buscando. E a partir disso eu fui criando o que fazia mais sentido para mim. Perfeito.
legal, cara. Essa maturidade, esse conselho que você deu foi muito interessante. As pessoas olham assim, mas qual modelo eu vou seguir? Pô, será que eu vou fazer um perpétuo? Será que eu vou fazer um lançamento? Será que eu vou... E aí pensa, não, mas pô, low ticket hoje tá dando dinheiro. Não, mas high ticket. Só que a verdade, eu nunca tinha ouvido alguém trazer essa perspectiva. Você tá pronto pra lidar com esse modelo de negócio?
Se você vai fazer um perpétuo, você tá pronto pras análises de métricas diárias pra otimizar os parafusos?
Ou se você vai fazer um lançamento, você está pronto para o momento de seca até lançar? Então, você está pronto para lidar com o que esse modelo pede de você? Porque não adianta, se não estiver pronto, o faturamento não vai vir. O próprio exemplo que tu falou aqui do low ticket, eu lembro que eu já estava, acho que dois anos.
vivendo do digital, ou seja, já estava 100% acostumado com a rotina de produzir conteúdo, de vender e tudo mais, e eu comecei a rodar um funil low ticket. Só que na época eu não conseguia dar conta da demanda de criativos que eu precisava entregar toda semana. Então eu consegui manter o funil ali, eu tinha um gestor de tráfego comigo, eu consegui manter o funil por dois, três meses.
Eu fiquei ainda ali no zero a zero, né? Eu não estava tendo prejuízo, mas não estava tendo lucro ainda. Só que, cara, eu tive que reconhecer. Ou eu ia começar a terceirizar essa responsabilidade e falar ah, é o gestor que não faz certo. Ou eu tinha que assumir, cara, não dou conta de gravar 20 criativos por dia agora, por semana agora. Então, isso vai fazer com que eu invista e o meu dinheiro seja queimado. Então, é melhor agora eu desligar esse funil e seguir com um funil que faça mais sentido, que eu consiga usar, né? Que sempre foi funil de conteúdo orgânico que eu usei desde o início.
Hoje, a gente está com o funil de low ticket rodando, validado. E agora, para mim, é tranquilo. Eu consigo lidar com essa rotina de produzir a quantidade de criativos, de analisar métricas. Hoje, eu não estou nem com gestor e, mesmo assim, eu consigo fazer o trabalho sozinho. Mas, naquele momento, há três anos atrás, quatro anos atrás, não era algo que eu conseguia. Então, não é que o funil low ticket não dá certo. É que, naquele momento, eu que não dava certo para o funil. Exatamente. Que legal. Total.
Agora, como é o seu modelo de negócio hoje? Quem tá ali ouvindo, fala, pô, mas quem é esse estratégico? O que é que ele faz? Como é que ele foi parar na mesa do KiwiCast? Então, conta pra gente, o que é que você faz hoje, Bruno?
Cara, hoje eu sou estrategista digital e mentor de profissionais da saúde, do fitness, e eu ajudo esses profissionais a conseguirem atingir ali os primeiros cinco dígitos, os primeiros múltiplos cinco dígitos mensais de faturamento. E eu tenho muito aquela mentalidade de MVP, sabe? De como é que a gente faz para conseguir chegar nesses 10K com o mínimo de investimento possível. E eu ensino para essa galera como eles fazem. Primeiro, para ter um posicionamento diferenciado, o meu público que é, primeiro, muito personal trainer, nutricionista, são profissionais que muitas vezes...
caem numa prateleira do genérico ali dentro das redes sociais. É verdade, cara. Então, você vê assim, se você pegar 10 perfis de personal trainer, os 10 estão de camisa preta, de braço cruzado, tem o craft na bio, tem uma promessa genérica do te ajuda a melhorar a sua autoestima. Fota de fundo preta.
todos os públicos possíveis, hipertrofia, emagrecimento, obesidade, reabilitação, terceiridade. Então, ajuda esses profissionais a terem um posicionamento mais estratégico, ensina para eles como é que funciona um fundo de conteúdo direcionado para a venda, que esse é um erro que a galera que está começando, comete muito, né? Que é se preocupar, você que está assistindo aí, ó.
Pelo amor de Deus, métrica de vaidade. Like, compartilhamento, visualização no início, quando você não vende, isso ainda não é importante. Então, eu ensino para essa galera que o conteúdo deles, não tem problema se não viralizou. Trouxe lead, trouxe gente para dentro do meu WhatsApp, trouxe pessoas interessadas no meu produto, é isso que importa.
E ensino para eles como é que eles vão fazer para vender no 1 a 1, no WhatsApp, através de um processo que vai fazer a conversão deles ser mais alta do que normalmente seria com o processo que eles fazem, que é a pessoa chega, pergunta o preço, ele fala o preço, aí a pessoa some porque ela não entende o valor daquilo ali. Então, são profissionais que muitas vezes são muito bons tecnicamente, são ótimos treinadores, são ótimos nutricionistas, conseguem entregar um ótimo resultado para os seus pacientes, para os seus alunos dentro da academia.
Mas como falta essa skill do digital ali pra eles, de produzir um conteúdo direcionado pra venda, de saber como abordar essa pessoa quando ela chega no WhatsApp, eles ficam travados ali, tendo que uma venda quase na sorte. Então hoje eu pego principalmente esses profissionais que estão ali mais no início, mas que já conseguem fazer algumas vendas ali meio que tentando, né? O que eles veem, outros players fazendo tudo mais. E trago estrutura pra eles.
Então eu sou muito aquele cara que eu não acredito em... Pega esse script que ele funciona, pega esse roteiro que ele funciona.
Pode até dar certo para alguma pessoa, mas eu acredito que funciona a estrutura e a pessoa aprender a aplicar em cima dessa estrutura, aprender a analisar essa estrutura e fazer as otimizações necessárias para ter cada vez mais resultado. Senão fica sempre no copia e cola, copia e cola, e aí não entende por que não funciona ou quando funciona também não entende por que funcionou.
Eu adoro falar com o produtor sobre estrutura e entender internamente, de fato, como é que eles pensam, como é que eles constroem tudo isso. Hoje, se você pudesse trazer para a gente como construir um plano estratégico, como ele seria baseado em posicionamento, em tudo, quando a gente engloba um novo expert que está chegando até você.
Tá, vamos lá. Vamos lá um plano para três meses para bater os primeiros 10K? Percebente, perfeito. Vamos lá, plano para os três meses para bater os 10K. Primeiro, tem que fazer um mapeamento de quem é o público-alvo. E aí, primeiro de tudo, para esse profissional que às vezes já tem clientes, pacientes lá no presencial.
O público que você tem no presencial não necessariamente é o público que você vai construir no seu negócio digital. Então, quem são as pessoas que eu quero atrair? E aí, provavelmente, quem está aqui assistindo a gente no QCast vai falar, pô, o público-alvo já ouviu falar. Idade, gênero. Só que você tem que ir mais a fundo nisso, né? Que é o que a gente chama de ICP, o perfil ideal do cliente. Então, idade, gênero, mas...
Quais são as crenças dessa pessoa? Quais são as dores? E quando a gente fala de dor, assim, o que é aquele negócio que tira o sono dessa pessoa, que faz ela ficar a noite inteira olhando pro teto, pensando como é que ela vai resolver esse problema? O que são as maiores ambições dessa pessoa? Depois que você mapear isso, você vai definir um posicionamento pra falar só com essas pessoas.
E aí, posicionamento, as pessoas cada vez mais têm confundido com vestir um terno, com aparecer na frente de um carro caro. E eu sempre falo que posicionamento, cara, é você levantar uma bandeira, atacar um inimigo e alugar um triplex na cabeça da sua audiência. Então, como é que você vai conseguir levantar uma bandeira? O que é o movimento que você está construindo ali? Porque, no final das contas, o produto, a consultoria, a mentoria, ela é um meio de fazer aquele movimento acontecer.
De fazer como eu faço, por exemplo, as pessoas conseguirem ter liberdade de viver do digital. Uhum.
Então, depois que eu entendo qual é o movimento que eu defendo, qual é a bandeira que eu levanto, eu preciso entender qual é o inimigo que eu vou atacar. E aí, o inimigo aqui, gente, não é para você atacar o coleguinha, né? A pessoa física. É para você entender a ideia que você quer atacar e como essa ideia pode estar personificada. Por exemplo, muitas vezes dentro do meu Instagram, eu tenho uma comunicação um pouco mais ácida, né? Onde eu falo assim que o personal bunda mole não vai para frente.
O que seria o personal bunda mole? É o comportamento daquela pessoa que talvez não tenha tanto senso de urgência, que não consegue ter uma tomada de decisão. Então, levantou uma bandeira, escolheu um inimigo para atacar, como é que você vai alugar o triplex na cabeça da sua audiência? Criando uma comunicação própria. E a maneira mais fácil de fazer isso é sendo autêntico.
Porque, naturalmente, cada um de nós aqui, a gente já tem coisas na nossa comunicação que traz um pouco ali do lance da memética, né? Então, a gente já tem gírias que a gente é acostumado a falar, a gente já tem frases que a gente é acostumado a falar, a gente já tem, às vezes, um termo específico para alguma outra coisa. E quando a gente começa a trazer isso para a rede social, a gente começa a criar, realmente, pessoas ali que fazem parte de uma comunidade.
Então, acho que isso é o primordial para definir ali o posicionamento. Definir o posicionamento de quem é o público que eu quero falar, começa a produção de conteúdo. Produção de conteúdo...
Tem que ter, cara. É a maneira de você conseguir de maneira orgânica, gratuita, trazer clientes para dentro do seu produto. Então, antes isso não era possível, antes do digital. Você tinha que pagar para ter pessoas chegando ali no seu produto, chegando no seu estabelecimento, já tinha que alugar o estabelecimento. Então, produção de conteúdo, e esse conteúdo precisa estar estruturado num funil, que é onde eu vejo também os profissionais errando, que é...
produz muito conteúdo topo de funil, traz muita trend, traz muito conteúdo pensando em viralizar. Às vezes até funciona, só que o que acontece? Você atrai pessoas que muitas vezes só estão interessadas em ver mais trends. E como você não tem um conteúdo de meio de funil, que é aquele conteúdo que qualifica a mesma audiência, que você fala sobre o seu método, sobre as transformações que você já entregou.
você traz algumas provas sociais de outros alunos que você já teve ali, você não consegue qualificar a audiência, porque é esse conteúdo que vai filtrar o curioso do interessado. Então, estruturar para ter conteúdo topo de funil, onde eu vou atrair mais pessoas, lógico, você pode fazer uma trend, se faz sentido para o seu nicho, se você vai conseguir adaptar para ele ali, mas ter os conteúdos de meio de funil, conteúdos mais denso, que normalmente são conteúdos que não vão viralizar, são conteúdos que não vão ter tantos compartilhamentos, tantos likes, mas o que a gente precisa se preocupar mais uma vez, não é a mesma coisa.
métrica de vaidade, né? São as métricas de engajamento invisível, que eu gosto de falar, que é o lead chegando lá no WhatsApp. E conteúdo de fundo de funil que as pessoas parecem que têm vergonha de fazer, que é ofertar o seu produto. As pessoas não vão comprar se você não ofertar. Não tem como. Às vezes você está produzindo um monte de conteúdo ali e a pessoa não faz ideia do que você vende.
Então, oferta todos os dias. Eu até tenho um conteúdo lá no meu perfil falando, mostrando a plaquinha da QI-Fi, falando que eu atingi os meus primeiros 100 mil reais em venda antes de bater 10 mil seguidores. Eu tinha 2, 3 mil seguidores. Por quê? O meu conteúdo era direcionado para a venda. Então, seu público, ele já era um público comprador. Isso, já era um público que sabia que eu estava ali para vender.
Não precisava de uma audiência gigantesca, não era um monte de gente me aplaudindo, falando que aquela dica foi incrível. Não, conteúdo focado em problema, solução, como eu soluciono isso, como é que eu falo das dores desse cara. Fazer oferta todos os dias. Ai, mas eu vou fazer oferta todos os dias, eu não vou ser chato. Chato é deixar o cliente sem produto.
Chato é você saber que você tem um produto que resolve o problema daquela pessoa e você está com vergonha de ofertar. Enquanto tem gente na internet ofertando outras coisas e que a gente sabe que prejudica a vida das pessoas. Então, tem que ofertar todos os dias porque no início, o volume vai ser fundamental primeiro para você ficar minimamente bom.
Não é porque você começou a produzir conteúdo todos os dias, é uma semana que você sabe produzir conteúdo. Você vai ter que fazer isso por muito tempo. E você tem que ofertar também todos os dias para que isso fique afiado na sua língua. Porque no início, principalmente a pessoa que tem essa visão de que quem vende é chato, quem oferta é chato, ela está falando do produto, do método, super segura, mas quando chega o momento dela fazer a oferta, é, gente, e olha, vai desculpando, tá bom?
Mas quem quiser, tem uma consultoria. Então, o cliente, eu sempre falo isso, ele sente o cheiro da insegurança, cara. É verdade. É verdade.
E aí, se na hora de falar do seu produto, de ofertar, você está inseguro, será que essa pessoa realmente vai me entregar resultado? Vai conseguir trazer para a minha transformação que eu quero? Então, fazer esses movimentos de produzir conteúdo todos os dias, fazer oferta todos os dias, levando essas pessoas para o WhatsApp. Então...
Ajustar o posicionamento a partir das informações de público, começar a estruturar o conteúdo a partir das informações do público também, porque ali você tem as dores, ali você tem as ambições, ali você tem o inimigo em comum, então você vai produzir em cima disso, entender que as pessoas agora em 2026, elas não estão mais na internet para ficar aprendendo as coisas.
Então, o conteúdo de 2015, cinco dicas de não sei o que, não sei o que lá, funcionava muito bem. Só que hoje tem as inteligências artificiais ali que conseguem rapidamente trazer a informação. Então, as pessoas, elas querem saber muito mais o que eu fiz para o meu mentorado ter esse resultado. O que eu fiz para o meu aluno perder 10 quilos em três meses. Então, trazer muito mais para essa estrutura de conteúdo de bastidor, onde eu mostro o que eu fiz, em vez de ficar apontando o dedo na tua cara, falando que você tem que fazer isso, você tem que fazer aquilo, que isso está errado.
e ter um produto inicialmente que ele seja um produto mais próximo. O meu público, que é principalmente personal trainer e nutricionista, eu sempre indico começar com consultoria online. Por quê? Consultoria online, você tem um contato mais próximo com o teu cliente, você consegue entregar mais resultado para ele e você consegue rapidamente colher prova social. Você consegue cobrar um pouco mais caro por esse produto também, já que você vai ter um acompanhamento mais próximo.
Então, funil de conteúdo, leva essa pessoa para o WhatsApp para fazer uma venda de uma consultoria que tenha um ticket entre 500 e mil reais e..."
E, cara, se você começa a levar 10 pessoas por semana pro WhatsApp, faz duas vendas por semana, uma taxa de conversão ali de 20%, no final do mês você já bateu seus 10k em venda, vendendo uma consultoria de 500 mil reais. Então, funil de conteúdo, levando as pessoas pro WhatsApp pra comprar uma consultoria num ticket de 500 mil reais, dessa maneira, falando com um público específico. Não dá pra querer trabalhar com obeso, hipertrofia, emagrecimento, atleta de fisiculturismo e corredor. Não tá.
Tem que escolher o que você é bom em fazer. E aí, esse é um lugar também que é importante assim. Às vezes, a gente fala, principalmente a gente do digital. Ah, trabalhar com o que eu gosto, com o que eu amo. Mas eu sou bom nisso? Ok. Porque, às vezes, o cara quer trabalhar com a tese de fisiculturismo. Mas ele é bom de verdade em atender o público de reabilitação.
Então, será que ele vai conseguir fazer essa curva de aprendizado tão rápido? Então, qual é o resultado que hoje eu sou muito bom em entregar? E é isso aqui que eu vou aplicar. Então, eu faria isso. Eu focaria nos primeiros 30 dias em produzir conteúdo, já ofertando, lógico, mas em produzir conteúdo primeiro para gerar uma demanda reprimida. Em fazer com que eu consiga, através desse conteúdo, trazer ali mais pessoas para o meu perfil, e essas pessoas tenham interesse em comprá-las, comecem a chegar no meu direct, comecem a chegar no meu WhatsApp.
E movimento de oferta e rotina de vendas, que é uma coisa que a galera também não quer fazer. Então, o lead chegou ali no WhatsApp, se a pessoa não comprar na hora, já era, não quer vender mais. Então, tem que ter follow-up. Muitas vezes o cliente vai comprar depois de você chamar ele cinco vezes, oito vezes. Então, para quem não sabe, follow-up é esse processo da gente perseguir o lead. O lead é a pessoa mais interessada, é aquele seguidor que já chegou no seu WhatsApp.
Então, tem que fazer. A gente já teve muitas vezes cliente comprando consultoria de treino e dieta num ticket de 3 mil reais no Pix, porque fez follow-up. Se não fizesse follow-up, ele não ia voltar. Então, fez ali follow-up um mês inteiro e no último dia do mês a pessoa voltou. Então, tem que ter follow-up. Enquanto a pessoa não falar um não categórico, enquanto ela não falar um não, ou não te xingar porque não aguenta mais receber mensagem, tem que fazer follow-up para buscar o sim. Perfeito. Que legal, cara. Você é um cara de dados?
Quantos porcento você diria que é necessário fazer um conteúdo topo, meio e fundo? Em questão de porcentagens. Cara, no começo, eu acho que seria mais interessante colocar assim, né? Vamos pensar numa estrutura de quatro conteúdos por dia, por exemplo. Então, no começo, focar em ter pelo menos dois conteúdos topo de funil, um conteúdo de meio e um conteúdo de fundo.
E aí, esse conteúdo de fundo, inicialmente, a pessoa pode até deixar para fazer mais nos stories ali, até ela conseguir afiar um pouco mais para fazer para o feed, né? Mas eu acho que desde o início já precisa estar dividido mais ou menos assim. Então, a gente teria aqui 50% de conteúdo de topo de funil, 25% de e-mail e 25% de fundo.
Eu acho que essa estrutura, esse modelo é interessante no início e aí depois você vai ter que mapear qual é a necessidade daquele negócio. Então, pô, eu estou com uma demanda de leads aqui, como já aconteceu em algum momento comigo, que eu tive que colocar a lista de espera na consultoria, porque tinha muita gente chegando. Então, agora eu não preciso intensificar, talvez, tanto meus movimentos de topo de funil, já que já tem, mesmo sem eu intensificar, muita gente chegando.
Mas se eu estou com uma necessidade agora de gerar mais demanda, de trazer mais pessoas interessadas para esse produto, eu vou ter que colocar um pouco mais de energia ali no topo de funil. Mas esse início, sim, 50% topo, 25% meio e 25% fundo. Boa. Legal. Você trouxe aqui uma aula.
sobre estrutura, inclusive, se você não deixou o like ainda depois de uma aula dessa de como criar uma estrutura lucrativa para faturar seus primeiros 10 mil, tá maluco, né? Então, agora que você já deixou o like para a gente, eu quero te fazer outra pergunta específica da primeira etapa. Uma coisa que a gente já falou bastante aqui é sobre essa pesquisa do cliente ideal, né? O ICP, a Ideal Client Persona.
E faz muita diferença porque a maioria das pessoas começam a vender no digital algo que ela gosta, mas ela não sabe exatamente pra quem. E isso faz muita diferença. Se você tiver a melhor copy do mundo com a estrutura extremamente otimizada, mas o público tá errado, a mensagem não vai conectar. Então, no seu caso, o que é que você enxerga que você faz muito bem a título de encontrar esse público? Ou seja, nós entendemos que eu preciso encontrar as dores, eu preciso encontrar os desejos.
Mas onde você encontra isso? Você pergunta, você vai no YouTube, é uma plataforma. O que é que você faz? O que é que quem tá ali do outro lado fala? Como é que esse cara encontra o cliente dele tão bem? Vamos lá, vamos pensar em alguns cenários aqui. Primeiro, se hoje esse cara já tem um público ali de cliente, né? No presencial. Que ele quer construir no digital um público parecido. Ali já estão todas as informações que ele precisa. E aí ele precisa simplesmente perguntar a essas pessoas.
Ou ele precisa só pensar, porque provavelmente essa pessoa que é cliente, que está ali com ele, que é paciente, que vai na consulta, que fala no WhatsApp, ela já passou essas informações. Ela já falou o que é que tira o sono dela. Ela já falou o que é o maior desejo dela. Ela já falou, às vezes, qual é o inimigo que esse cara tem que confrontar. Ah, porque eu vi um charlatão que fala isso, que fala aquilo. Então, quem tem uma base de clientes, que é o mesmo público que ele quer construir, ele só quer expandir isso no digital, ali estão todas as informações.
Pra pessoa que, cara, não tenho nenhum público ainda, ou quero construir um público totalmente diferente, o que eu falo pra pessoa fazer? Pesquisa, pelo menos, ali, os cinco maiores players do nicho que você quer trabalhar, que trabalha com o público que você quer trabalhar, vai atrás do conteúdo desse cara, e aí você vai nos comentários.
Porque nos comentários desse conteúdo vai estar todas essas informações que ele precisa. E vai estar as informações que ele precisa com a linguagem do público já. Então vai no YouTube, vai no Instagram, vai no TikTok, pega o perfil ali desses maiores players, vai no conteúdo e o importante não vai ser assistir o conteúdo desse cara.
vai ser realmente extrair essas informações. Eu, particularmente, eu percebo que eu tenho talvez uma facilidade um pouco maior para fazer isso porque eu gosto de pessoas. Então, eu acho que você gostar de pessoas, você se esforçar para realmente ter essa capacidade de entender o que as pessoas estão falando, ter mais escutativa, sabe? O que as pessoas estão falando, o que as pessoas buscam, o que são os comportamentos.
Eu acho que é algo que me ajuda, sabe? Então, eu acabo tendo uma facilidade de, na maioria das vezes, definir ali as informações de um público-alvo e já dá muito certo. Mas é importante entender isso também, que a gente está falando de processo, né? Então, esse processo de colher as informações do público, ele é um processo que vai ser feito e refeito.
Por isso que você tem que fazer no início, você tem que ter isso documentado, você tem que ter um arquivo lá do seu público-alvo, porque depois você vai ajustando isso, você vai afiando o machado ali, né? Então, essas dores que eu coloquei aqui, elas são as dores que mais funcionam? Ah, talvez essas duas aqui sim, essa daqui não. Ah, agora eu já tenho mais base de clientes e eles me trouxeram essas informações aqui e talvez isso funcione melhor.
Então, por isso que eu defendo muito processo e estrutura, porque processo e estrutura você consegue ajustar.
Então, eu acho que para quem não tem ainda audiência, esse é um caminho ótimo de você pesquisar os comentários da galera que consome os conteúdos, de alguém que vende, alguém que seria o seu concorrente ali.
Se você já tem a base de clientes, você já tem essas informações. E aí, ou você vai pesquisar nas suas conversas ali, ou você vai começar a perguntar das pessoas. Eu, particularmente, acredito que você pesquisar nas conversas, se esforçar para lembrar, vai funcionar melhor. Porque se eu te perguntar aqui agora qual é o que tira o teu sono, talvez seja mais difícil de tu conseguir pensar isso com tanta clareza e me trazer a resposta que eu quero.
Mas talvez tu já me falou isso em algum outro contexto ali, de uma maneira bem natural com as tuas palavras. Mas é pesquisa de campo. Pesquisa de campo.
Quanto mais você conhece o seu cliente, mais fácil fica, né? De você ter clareza em como resolver aquilo, como facilitar o que ele realmente precisa. E até mesmo pensando em desenvolvimento de produto, o teu cliente mesmo está dizendo o que ele precisa, o que ele quer, qual o próximo nível que ele quer chegar, o que ele precisa de você para conseguir, para continuar dentro da tua esteira, né? Dentro da tua operação. Olhando para essa parte de, ok, fizemos aqui todo um plano estratégico, entendemos que é o nosso público, eu queria entrar agora na questão comunidade.
Qual o momento você vai de criar uma comunidade? Como continuar fomentando essa comunidade a partir do momento que eu já tenho uma base ali?
Eu acho que primeiro tem que ter a visão de que a comunidade, ela não é só um produto comunidade. Hoje a gente está levando muito o termo comunidade para um produto onde tem talvez um aplicativo que as pessoas interagem, talvez um grupo no WhatsApp. Inclusive várias dessas comunidades às vezes tem problema de engajamento baixo porque elas não têm o ecossistema de verdade, a cultura de comunidade. Então, primeiro, no Instagram, na rede social que você está, no TikTok, seja...
você já ter essa mentalidade de que eu estou construindo uma audiência que precisa ter um senso de comunidade. E é por isso que é tão importante a questão do posicionamento, de você levantar a bandeira e bater no inimigo. Porque se você fica só falando, talvez, do resultado que você entrega, você vai ser colocado numa prateleira com outras pessoas que talvez também entregam resultado.
Pô, a gente se sente especial, se sente único, mas não é essa verdade, né? Existem outras pessoas que fazem o que a gente faz, talvez até melhor do que a gente. Você entrar dentro de uma tribo, né? Se identificar, ter esse sentimento de pertencimento. Hoje o que eu mais vejo é... Ah, ok. Entrou aqui numa lista de transmissão, você interagiu tantas vezes comigo, agora eu te coloquei dentro da minha comunidade do Instagram. Só que o cara fomenta aquela comunidade, sei lá, a cada 15 dias.
Não faz sentido algum. Eu não vou me sentir motivada em continuar participando, em tentar continuar entendendo qual é aquele movimento. E você falou uma coisa muito interessante na lancha, agora eu não vou lembrar, mas foi muito legal, que era meio que movimento, meio, e aí tinha a ver comunidade. Pegou?
movimento meio que tinha a ver com comunidade. Ah, sim, que a comunidade, ela é um meio de fazer um movimento acontecer. Que era o que a gente estava falando de levantar bandeiras, né? Então, quando eu levanto uma bandeira, eu estou falando da bandeira do meu movimento. O que é a transformação que o meu movimento entrega? A comunidade, ela vai ser um meio de fazer isso.
primeiro essa comunidade, esse senso, ele já tem que existir nas redes sociais e a maneira mais fácil de fazer isso é sendo autêntico, porque quando você é autêntico, você vai começar a trazer as suas opiniões, acho que todo mundo sabe que todos os grandes players que conseguiram se destacar muito fora a bolha, eles falam de outras coisas, além daquilo que eles são bons em tragar resultado.
Então, é importante você trazer isso, você trazer os seus valores, as suas crenças, as suas opiniões de outro tema, porque isso mostra para as pessoas que você não é só um prestador de serviço, não é só um funcionário digital que vai entregar aquele resultado. E isso vai fazer você começar a criar um senso de comunidade, porque as pessoas, elas querem muito ouvir a opinião delas da sua boca.
Então, não que a pessoa precise mudar a opinião, né? Você vai manter as suas opiniões ali. Mas quando você externaliza essas opiniões, tem outra pessoa que vai olhar a Bruna falando e vai falar Cara, isso que a Bruna falou é o que eu penso e que eu sempre quis falar. E aí você começa a criar aquele senso de comunidade. E no momento que você vai levar isso para dentro de um produto, Ah, eu vou criar agora um ecossistema de comunidade, onde a gente vai ter um aplicativo próprio, vai ter uma interação no grupo do WhatsApp.
Ou você tem que ter a disposição para fazer a interação acontecer ali no início, ou você tem que ter um bom gerente de comunidade que tenha essa expertise, que não é só mandar um bom diazinho, não é só mandar um disparo ali automático. Você realmente, no início, vai ter que fazer com que as pessoas se sintam à vontade para conversar. Porque é uma tribo onde todas as pessoas são conectadas com você, mas elas ainda não são conectadas entre elas.
Você pode até às vezes ter na sua rede social alguém respondendo um comentário do outro, mas esse não é o comportamento. Todas aquelas pessoas estão conectadas com você. Então, tem que criar na comunidade, principalmente nos primeiros meses, esse movimento de vocês têm que se sentir à vontade para falar, vocês podem se sentir à vontade para falar aqui. E isso só vai acontecer a partir do exemplo.
Então, o líder dessa comunidade, o líder desse movimento, ele precisa ser alguém que está ali no grupo, interagindo com as pessoas, que está ali no grupo, não só interagindo de querer ser motivacional, mas de trazendo também as suas dificuldades, meio que replicando o que ele faria nas redes sociais, de trazer a sua realidade, trazer os seus bastidores, só que agora com mais profundidade, porque essas pessoas, elas são o núcleo mais íntimo da minha comunidade.
São as pessoas que migraram da rede social para dentro de um lugar onde tem um valor ali que a gente cobra, uma assinatura para elas fazerem parte.
Então, essas pessoas, muitas vezes o que elas querem, primeiro, é o senso de pertencimento, de saber que eu pertenço a um grupo de pessoas que estão unidas pelo mesmo propósito.
mas elas também querem ter, elas precisam ter essa liderança ali para elas no início conseguirem se soltar um pouco. Quando tem essa força no início, é natural que depois de algum tempo as pessoas comecem a se soltar cada vez mais, comecem a interagir cada vez mais, que comecem a se formar outras lideranças dentro da comunidade e muitas vezes você cria ali um produto onde os próprios clientes te fornecem suporte, porque são as pessoas que já estão há mais tempo ajudando as pessoas que chegaram agora, entende?
Olhando assim para a sua trajetória no mercado digital, falando até um pouco de bastidor, quais foram as decisões que você tomou que você sente que realmente fizeram a diferença no seu negócio? Como, por exemplo, pivotar o meu modelo de negócio para a comunidade foi algo que foi saudável. Ou utilizar um funil específico. O que você sente que ao longo da sua carreira fez a diferença a título de decisão empresarial? Eu acho que lá no início foi a decisão de continuar fazendo, mesmo quando o resultado ainda não era o que eu esperava.
E ter processos e estruturas para avaliar se aquilo ainda não está dentro do esperado, porque eu ainda preciso melhorar ou porque eu não sei para onde eu estou indo. Essa decisão também de pivotar para a comunidade, ela foi muito importante ali, porque o que acontecia? A gente tinha um modelo onde a gente tinha a consultoria individual 100% próxima e a gente tinha produtos mais baratos, que é entrega automática, um curso, uma aula, alguma coisa assim.
Que eles serviam como entrada para a consultoria? Isso, isso. Tipo um low ticket mesmo, que a gente usava a partir do orgânico.
Só que o que acontecia? Tinham pessoas que elas se sentiam sozinhas demais num produto ali onde a entrega ia ser automática. E na consultoria elas já se sentiam pressionadas, ansiosas. Porque tem as avaliações. E será que eu vou evoluir? E às vezes a pessoa saia de um lugar onde eu ia ajudar ela para um lugar onde ela se sentia julgada, entende? Sim, é comum. Isso, e aí eu percebi que assim, muitas pessoas que às vezes se sentiam um pouco ansiosas dentro da consultoria ou que era inacessível financeiramente.
mas que essas pessoas genuinamente queriam muito evoluir. Então, a comunidade foi importante para a gente conseguir atender essa demanda reprimida e para a gente detectar uma onda que vinha surgindo aos pouquinhos, crescendo ali no mercado, que hoje a gente vê que está ganhando cada vez mais força, que é esse movimento de comunidade.
Então, a gente conseguiu lá no início, lá no meio de 2024, fazer isso enquanto as pessoas meio que ainda estavam, será que vale a pena? Será que não vale a pena? Até hoje, eu tenho ainda alguns amigos do digital que eles ficam assim, cara, e aí, vale a pena mesmo? Eu construí a minha comunidade, vale a pena ter um ecossistema assim? Cara, vale muito a pena, né? Então, a gente tomar essa decisão foi fundamental.
E eu acho que essas duas, assim, recentemente foram muito importantes e eu acho que também eu consegui entender que o meu lugar como coach, que eu era inicialmente de treinamento, ele precisou ser substituído pelo estrategista, pelo mentor, porque a minha realidade foi se tornando muito mais, eu sempre tive time técnico comigo, né? Então, a minha realidade foi se tornando muito mais de tomar decisões de empresário.
do que de tomar decisões ali, pensando em treino e dieta, no suporte do meu aluno e tudo mais. Então, quando eu consegui fazer isso, eu consegui, primeiro de tudo, pegar esse ecossistema de comunidade e potencializar o crescimento dele e conseguir, que é o que a gente tem feito agora, levar isso para outros especialistas.
Então, hoje a gente já está com duas comunidades que vão ser lançadas nos próximos meses aí, nessa mesma estrutura, né? Então, eu sou muito do lance de que tem que ter um propósito, cara. Meu propósito no digital sempre foi trazer para as pessoas a mesma transformação que eu tive. Então, inicialmente eu tive uma transformação da minha autoestima, da minha mentalidade, através de treino, de dieta, da musculação. E foi isso que eu consegui fazer com milhares de pessoas aí nesses últimos anos.
E agora eu quero trazer para outros profissionais essa mesma transformação que eu tive no meu estilo de vida por conta do digital.
Então, essas decisões de... Às vezes, você já tá num caminho que ele até tá dando certo, mas entender que se você não fizer nada, vai ser só aquilo ali e pronto, elas foram fundamentais. E foram sempre momentos onde eu escolhi pegar a maior parte da minha energia e colocar em um lugar só. Sim. Então, não dá pra ter...
É lógico, né? Se você formar uma boa equipe e tudo mais, mas não vai ser a maior comunidade se você quiser que seja também a maior consultoria e o low ticket mais escalado. Uhum. Porque a nossa energia é limitada. Então, onde você vai colocar a maior parte dessa energia? Boa. A gente está falando aqui sobre bastidores. Você trouxe decisões, mas voltando um pouco atrás, em erros.
Que tipo de erro você já teve dentro do digital? Pode ter sido até erros recentes, assim, de alguém que já está em um nível muito bom em questão de resultados no mercado. E como é que você solucionou esses erros? Porque eu acho incrível poder ter essa oportunidade de encurtar caminhos, sabe? Ok, eu estou conversando com uma pessoa que já passou por isso, ela está me trazendo exatamente o que ela fez para solucionar o que talvez eu iria cometer, sabe?
Cara, eu acho que de erro, se a gente for pensar assim, mais recente, a gente fez um evento para a nossa comunidade que eu não vou dizer que o evento foi o erro, sabe? Mas acredito que a gente não estava ainda preparado ou não tinha o melhor time para organizar o evento com a gente. Então, o evento para as nossas alunas da comunidade, ele foi incrível, mas para a estrutura de negócio, ele não trouxe necessariamente o retorno que a gente esperava. Ok.
Então, assim, foi um impacto financeiro pro nosso caixa e é aquilo que eu comecei mais cedo com vocês. Você tem esse impacto financeiro e você não pode querer sentar e chorar. Você tem que continuar fazendo mais dinheiro dali pra frente. Então, foi um erro que eu aprendi pra... Não fiquei com aquele trauma de nunca mais vou fazer um evento. Não, pelo contrário, quero fazer vários. Mas agora eu aprendi o que eu preciso de fazer diferente pra que eu consiga ter ROI desse evento. Então, eu acredito que recente foi esse. E eu já tive também...
Como eu te falei, eu fiquei muitos anos com o mesmo mentor. Mas depois, quando eu resolvi investir num outro modelo, que não era um mentor, era mais uma prestação de serviço ali relacionada ao conteúdo e tudo mais, eu fiz um investimento também bem alto, um investimento um pouco mais de 50k e a entrega não foi nem perto do que era esperado, sabe? E aí, sabe, eu gosto assim de ser aquela pessoa que promete pouco, mas entrega muito, sabe? Under promise, over delivery.
E essa foi totalmente ao contrário. O cara veio com promessa de não contrato se não faturar tanto, em tantos meses a gente paga de volta. E eu me vi às vezes nesse lugar, assim, de cara, mesmo experiente, mesmo macaco velho, ainda dê essa vacilada aqui, né? E eu acho que não tem pra onde correr. Eu acho que em algum momento você vai às vezes errar. Vai acontecer. Mas tem que continuar fazendo o que tu quer.
precisa ser feito. Não adianta ficar ruminando o erro, cara. Errou, aprende com aquilo ali e vai pra frente. Então, esses foram dois erros, assim, que tiveram um impacto no caixa, que eu acho que pra empresa é algo ruim, né? Porque às vezes você colocou um funil pra rodar, investiu um pouquinho em tráfego ali, que era um dinheiro que você tava disposto a queimar e não deu certo, tudo bem. Às vezes você mudou a oferta, criou um novo produto, não vendeu, mas você tem outro vendendo bem, tudo certo.
Agora, nesses lugares, assim, que foram lugares onde a gente investiu pesado, com caixa da empresa, e não teve, assim, é um lugar onde dá uma estremecida. Mas o meu pensamento, mais uma vez, acho que esse livro foi fundamental para mim, que é o livro da mentalidade antifrágil, né? Do Nassim Taleb. Eu sempre tive essa mentalidade de prosperar em meio ao caos. Então, cara, não foi o resultado que eu esperava, deu errado, deu catástrofe total, mas vamos seguir, vamos fazer agora o que precisa ser feito para a gente recuperar isso aí.
Nem sempre você vai entrar na ordem, né? Primeiro o caos acontece, para depois a ordem vir atrás, né? Você falou um ponto que eu achei interessante, que é, ok, eu errei ali no evento presencial, agora eu entendi exatamente o que eu preciso para ter um ROI. Atualmente, a gente está vivendo um momento onde muitos produtores estão migrando para essa parte dos eventos presenciais, né? Isso está vindo com muita força desde 2025, a gente percebe esse movimento.
O que você diria que é necessário fazer para conseguir ter um ROI em um evento? Porque a gente sabe que é muito difícil você construir algo absurdo e realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente realmente
E ele, às vezes, lucrar. Às vezes, empata. Às vezes, não é nem a intenção você lucrar. É mais para se posicionar. Mas olhando para a parte de lucro, o que você diria que é imprecedível não estar olhando?
Cara, eu acho que para ter lucro no evento, se a gente for deixar de uma maneira mais básica, é ter um pitch de um produto muito bom. Exato. Então, você tem que ter um próximo passo muito bom. Então, eu acho que primeiro de tudo, principalmente se é o primeiro evento, se o caixa está pequeno, se às vezes você vai arriscar ali, estou contando que vai fazer as vendas e eu vou conseguir pagar o evento, é fazer algo mais básico porque, principalmente se a gente está falando desse ecossistema de comunidade... Uhum.
os alunos estarem juntos, os alunos estarem com a liderança da comunidade, já é o evento. Ok. Se for uma praça, uma pracinha ali de graça, já vai ser o evento. Porque o que essas pessoas estão buscando é ficar próximo da tribo, né? Se aproximar dessas pessoas com quem ela troca ideia ali na comunidade, com quem ela já está mais íntima. Então, não exagerar em estrutura.
Tentar fazer realmente algo mais básico. Eu acredito que é fundamental no início fazer algo voltado para a sua base, para quem é aluno, conseguir, se possível, que foi o que a gente fez, ter um evento onde talvez esse evento inicialmente não vai ter um custo para a pessoa ir.
Pra não ter a barreira de entrada de, pô, vou comprar... Porque a gente não tá falando de um evento de mentoria, pô. Porque a gente tem caixa pra pagar passagem e tudo mais. A gente tá falando de uma comunidade fitness, onde as pessoas vão precisar pagar hospedais e tudo mais, e não vai ter alguma coisa ali que elas vão aprender e vão fazer de dinheiro na volta. Então, ter um evento que seja mais básico, pra que você não precise cobrar a entrada das pessoas, e você precisa ter um próximo passo ali.
E aí, o que é o próximo passo, muitas vezes, dentro da comunidade? É algo mais próximo com você. Então, você já tem um lugar onde você faz as pessoas se conectarem, faz as pessoas conseguirem trocar. Só que dentro desse lugar, tem alguém que ela quer estar lá, mas ela também quer um acompanhamento mais próximo com você. Ela também quer um pouco mais da tua atenção. Então, ter algo muito bem estruturado...
E já fazer os cálculos antes, né? Como eu falei mais cedo para ti, eu gosto de números de dados. Então, fez o evento, qual é a oferta que eu vou fazer, qual é o ticket do meu produto e quantos eu preciso vender e qual é o melhor cenário e qual é o pior cenário. Não é também assim, essa é a meta, eu preciso e vambora, vai dar tudo certo. Pode dar tudo errado.
A gente tem que ter pensamento positivo, mas tem que ser pragmático, tem que ter pé no chão. Então, já pensa. E qual é o pior cenário? E nesse pior cenário, o que eu vou fazer aqui? Mas eu acredito que esse é o melhor caminho. É fazer algo mais enxuto no início. Entender que o mais importante vai ser, mais uma vez, vai ser o pertencimento. Vai ser essas pessoas estarem juntas. E preparar um bom pitch para o segundo passo. Enfim, tudo bem.
Falando ainda sobre essa questão de erros e acertos, eu queria trazer uma pergunta de opinião que pode ser um pouquinho mais polêmica. As pessoas chegam aqui, os convidados, e eles têm especialidades variadas. E eles defendem suas bandeiras. Então tem gente que fala, nossa, se você ajustar o seu posicionamento, é o posicionamento que falta para você atingir o seu primeiro milhão, o seu primeiro seis dígitos. Tem gente que fala, não, cara, o que você precisa, na verdade, é de um bom processo comercial.
Com um bom processo comercial você chega... Não, o que você precisa é conteúdo. E as pessoas defendem bandeiras. Então, como nós falamos um pouco de cada um, a gente fala um pouco de posicionamento, um pouco de conteúdo, um pouco de, não necessariamente processo comercial, mas ações de vendas para que o capital de giro funcione. O que você acha desses três que traz mais impacto no resultado quando está errado? Ou seja, cara, você tem aqui, mas tem um deles que está fazendo errado. Qual é o que a empresa mais sofre quando não está ajustado?
Na minha opinião, é o processo comercial. É a parte de vendas, porque às vezes você pode não ter nenhum processo, nenhuma estrutura validada ali para produzir conteúdo. Mas às vezes você é muito carismático, você fala bem com a câmera, o algoritmo entrega os seus conteúdos, as pessoas genuinamente gostam de você. Às vezes você produz um conteúdo que ele é puramente informativo, você não faz nenhuma oferta, mas você tem um link na bio e as pessoas chegam interessadas.
Só que se você não sabe conduzir o processo de venda para essas pessoas, não vai dar certo, porque...
A pessoa que ela quer comprar, ela tem, na maioria das vezes, muitas incertezas ainda. Então, não é simplesmente esse é o produto, essas são as entregáveis e esse é o preço. Você precisa entender por que aquela pessoa está comprando. E isso envolve toda uma estrutura de diagnosticar antes quem é o lead.
De entender qual é o momento dele, qual é a motivação dele, o que ele já tentou outras vezes, né? Se ele concorda contigo, que continuar naquele caminho vai fazer com que ele continue tendo os mesmos resultados, né? Eu sempre gosto de trazer, fofocar pra ele uma solução. Cara, e dessa outra maneira aqui? Você acredita que vai ser mais fácil? Porque eu já tive uma aluna que tinha esse mesmo problema, a gente fez mais ou menos assim, assim, assado.
Então, conseguir vários sims antes do sim final, sabe? Trazer uma apresentação pra esse cara focada no que é a dor dele. Às vezes, a pessoa, principalmente quem vem de consultoria.
que é explicar um monte de coisa que não tem nada a ver com o que é o problema da pessoa. É igual o lance de que às vezes você vai comprar um carro e você está focado em comprar um carro pelo motor, pela potência, e o cara fala, isso aqui a parcela é baratinho, consegue financiar. Mas não é isso que eu estou buscando. O que eu estou buscando é qual é o carro mais potente daqui. Então, apresentar para a pessoa algo que está relacionado ao problema que ela quer solucionar, conseguir ter boas estratégias para fazer um fechamento presumido.
Não gosto também muito desse negócio de... Ah, porque se você souber quebrar essa objeção, se você fizer isso, vai vender. Não. Existe um ciclo de venda. Então, às vezes, você vai fazer tudo o que você precisa fazer e não é porque a pessoa não vai comprar na hora. Porque ela é uma pessoa que não toma decisão na hora. Então, na minha visão, se a pessoa não domina o processo comercial, é pior de tudo, porque às vezes ele tem demanda.
Porque às vezes ele naturalmente... O dom, aquela pessoa que ela leva jeito, naturalmente já produz um conteúdo legal que as pessoas gostam. Mas aí, quando a pessoa chega, ele não sabe vender.
Então, ele é aquela pessoa que tira pedido. Ou seja, se a pessoa está pronta para comprar, quanto é a consultoria? O que tem? Qual é o preço? Vou querer aqui para a viagem. Aí ele consegue tirar o pedido. Mas aquela pessoa que ainda está assim... Ah, é porque eu não sei, porque minha amiga falou que online não funciona, e porque eu já paguei uma outra consultoria e não foi legal, e porque eu já tomei um golpe...
ele vai perdendo as pessoas. É verdade, vai perder mesmo. Então, eu já tive mentorados que a gente não fez... Antes da gente fazer qualquer mudança no posicionamento do cara, eu conversei com ele, entendi a estrutura dele. Você já tem pessoas no teu WhatsApp? Já, já tem uma galera ali que me chamou, mas nunca comprou. Beleza, então você vai fazer isso aqui. Você vai fazer esses movimentos aqui de perseguir.
No outro dia, Breno, saiu venda de uma pessoa que já estava aqui no WhatsApp. Então, às vezes, a pessoa já tem ali no WhatsApp dela as pessoas prontas para comprar. Só precisa estar preparado para vender. Então, na minha opinião, você pode ter um posicionamento incrível, atrair a melhor audiência com um conteúdo incrível, mas se você não souber vender, elas não vão comprar. Você vai continuar deixando muito dinheiro na mesa. Em contrapartida...
Se você tem um comercial forte, eu acho que no início a minha maior habilidade era a de venda. Ela era que se sobressaía sobre as outras. Eu ainda não sabia, talvez, desde o início, me posicionar com tanta clareza. Talvez eu não tinha tanta clareza disso de levantar uma bandeira, de atacar um inimigo. Eu, em algum momento, também produzi um conteúdo que ele era muito mais só informativo, mas eu, desde o início, me dediquei a aprender a vender.
Legal. E isso foi a diferença ideal. Então, eu acho que a venda é a mais importante. Porque a gente está falando de uma empresa. Não adianta você... Ah, eu vou investir aqui na estrutura da minha empresa, vou comprar um prédio maior, vou pintar tudo, não sei o quê. Mas e como é que está as vendas? Ah, meus vendedores não vendem para ninguém. Eu não consigo vender para ninguém. Então, não tem empresa. Se não tem venda, se não tem lucro, se não tem ROI.
Não tem empresa. E assim como a comunicação é uma habilidade totalmente desenvolvível, né? Dizem que vendas é o seu passaporte carimbado antes de fracasso. É impossível você não ter resultado se você sabe se vender. E a todo momento a gente está fazendo isso. Inclusive, agora, por exemplo, a gente pode estar se vendendo inconscientemente.
Mostrando autoridade, mostrando o que a gente domina de fato, né? Mas que interessante, porque a gente passou por diversas camadas do digital aqui com ele hoje. E eu gosto muito quando o papo entra nessa profundidade entre a gente conseguir trazer mentalidade, porque acredito que isso é muito importante sim pra você estar no digital, mas ele não se baseia só a isso, né? O seu resultado não vem só da tua mentalidade, apesar dele ser um motor muito importante. Porque a gente sabe que pra continuar, a gente precisa ter isso aqui muito bem.
Alinhado, no final das contas, né? Mas esse momento inteiro aqui de conversa, na verdade, foi uma preparação. Sabe por quê, Breno? Quando o teu nome é Breno mesmo, né? Não é Breno, é Breno. Não, Breno, minha mãe escolheu. É diferenciado. É nome gaulês, significado de líder. Gaulês? Olha só, cara. Minha mãe pesquisou naqueles caderninhos antigos que tinha de livrinhos e tudo. Que legal, e ainda significou líder. É.
Não é boa, né? Eu sou Aquiles Breno, né? Então é guerreiro líder, né? Olha só. Tava com essa curiosidade na minha cabeça. Mas a gente chegou agora no momento bate-bola, jogo rápido. Vambora. Vou explicar como é que funciona, hein? Ó, a gente vai fazer perguntinhas pra você, papum, pra você responder numa velocidade pra nós, com uma palavra ou até mesmo uma frase. Combinado? Ah, vambora. Ó, vou começar aqui, hein? Marcello. Tava com saudade de falar. Marcello, uma decisão que você tomou com medo e que mudou tudo.
Queimar os barcos. Uma mentalidade que te levou ao sucesso no mercado digital. Prosperar em meio ao caos. Diagnóstico rápido ou visão de longo prazo? Qual é mais raro de encontrar hoje em um empreendedor? Visão de longo prazo. O que um negócio digital travado quase sempre tem em comum? Um processo comercial fraco. Boa. Uma frase que resume tudo o que você acredita sobre construir do zero.
Eu acho que tem que ter vontade, mas tem que ter mais ainda coragem de executar. Exato. Tem que ter vontade de vencer, mas coragem de executar. Senão não dá certo. Tem que ter coragem de ser ruim em algo. Isso, cara. Tem que ter muita coragem de ser ruim. É verdade. Boa. Boa. Pra finalizar com chave de ouro. Vai lá. Se você pudesse conversar com uma pessoa por 10 minutos, pessoa viva, quem seria? Qualquer pessoa.
Caramba, difícil. Uma pessoa viva. Qualquer pessoa. Se quiser, depois dá também uma que já passou. Clóvis de Barros Filho. Forte. Nossa! Gosto muito daquele vídeo dele que ele fala tem que ter brilho, porque você só tem que ler e entender. O cara inventou isso aqui. Quadrado, cateto e hipotenusa. Você só tem que ler e entender. Você não consegue, te falta brilho.
Queria muito conversar com ele. Tu segue ele no Instagram? Sim. É muito bom, né? Ele é ativo no Instagram com muito conteúdo. Sim, muito. Sensacional mesmo. É um cara diferente. Mas olha só, terminamos, Marcello? Passou muito fácil, mano. De segurança. Easy, easy, né? Uau, só que não terminamos de verdade. O que temos aí? Nós temos presentinhos. Nós temos mimos. Pra você e pra Babi, hein? Pra você e pra primeira dama que tá ali, eu fazendo os bastidores, a oficial. Olha só a sua fotinha aí. Que top, cara.
Olha, Breno, e esse presente é pra agradecer a sua presença, você ter compartilhado tanto conteúdo com a gente. Um conteúdo que tem o potencial de transformar a vida de milhares de pessoas. Então, muito obrigado, cara. Tamo junto. Gente, eu que agradeço o convite. Foi incrível estar aqui com vocês. Passou super rápido. Olha que legal. Very nice. Minha fotinho. Canequinha. Canequinha, vários presentinhos. Alguns inimigos da dieta, outros não tão inimigos da dieta.
Não tem essa não. Vai tudo pra dentro do músculo aqui. Gente, eu que agradeço muito pelo convite.
vídeo, foi muito legal estar aqui com vocês. Eu espero que a galera que está assistindo consiga realmente colocar em prática, consiga ter cada vez mais esse entendimento de que a prática é a execução que vai trazer o resultado. É importante estudar, é importante ter teoria, mas se vocês não tiverem muita prática, muita execução, realmente não vai, não dá certo. Boa! Tamo junto, muito obrigado por esse bate-papo. Tenho certeza que a galera vai querer continuar te acompanhando, então já deixa aí suas redes sociais que vai aparecer na telinha pro pessoal te seguir, Breno.
Pode me seguir no arroba Breno Santos lá no Instagram, que vocês vão ver todos os dias conteúdos para vocês viverem do digital. Sem conteúdo palhaçada, tá?
Show, tamo junto, meu irmão. Obrigado por esse bate-papo. Foi top de conversar com você. Valeu demais. E, Bruninha, pra quem ficou com a gente até o final, o que a gente tem que fazer agora? Conta. Que o Lovers que ficaram aqui até o final, que eu tenho certeza absoluta que vocês ficaram, já deixem aquele super like e comentem aqui os insights valiosíssimos que vocês pegaram com o nosso queridíssimo Breno Santos. Comentaram? Então agora se inscrevam no nosso canal e ative sininho, hein?
Pra vocês não ficarem de fora de nenhum novo episódio que sair aqui do QCast. E aquele ponto bem importante é que vocês já sabem, mas bora lá!
O Marcello, onde a gente se vê? Também estava com saudade desse Marcello, hein? Bom, né? E a gente se vê no próximo KidCast. É um compromisso e eu vejo todos vocês lá. Valeu!