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NÃO DEIXE O INVERNO ESFRIAR A MISSÃO DE JESUS | Culto

26 de abril de 202651min
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Hoje estamos terminando essa série de mensagens preparatórias para o inverno, com o objetivo de nos vacinar contra esse problema que mapeamos que acontece todo ano quando chega essa época do ano.

Ao longo dessa série abordamos como isso nos afeta em 4 áreas:relacionamentos, emoções, fé e hoje vamos falar de Missão.

Uma coisa que a maioria de nós não se dá conta é o potencial que cada um de nós possui nas decisões de outras pessoas.

Participantes neste episódio1
M

Mateus

Host
Assuntos4
  • Preparação para o invernoImpacto do inverno nos relacionamentos · Efeitos do inverno nas emoções · Fé durante o inverno · Missão de Jesus
  • Impacto de DecisoesImpacto das decisões pessoais · Influência nas decisões de outros
  • Distração e foco no propósitoA missão da igreja · Legado e evangelização
  • Desafios da MissãoDificuldades durante o inverno · Resistência à missão
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Bom a gente poder estar junto aqui, louvando o nosso Deus e nos organizando para esse inverno, como a gente tem feito aí nesse mês de junho, nos preparando. A gente passou agora, ontem era para ser a chuva do século de novo. Toda vez que vai dar uma chuva agora, a gente fica nessa de agora é de novo, como 1941 e 2024 nunca aconteceu antes. Isso aí...

Esse também a gente precisa começar a organizar. Como é que a gente se prepara para não viver traumatizado, não viver nessa sensação de suspensão o tempo inteiro? Falamos um pouquinho sobre isso ao longo desse mês, em outros aspectos. Talvez mais para frente a gente converse um pouquinho.

Mas hoje nós estamos terminando a nossa série de mensagens preparatórias para o inverno. É a nossa última mensagem dessa série. A gente volta a partir do mês de julho com as nossas mensagens mais voltadas para o nosso dia a dia, para questões que a gente vai percebendo que são necessárias para a igreja e para os nossos irmãos, irmãs, o pessoal que a gente quer que esteja junto.

Mas nesse mês a gente tratou alguns temas interessantes. A gente falou sobre como que nós podemos organizar para os nossos relacionamentos não esfriarem. Vimos, inclusive, algumas formas práticas de poder fazer isso. Está gravado ainda, se você não viu, talvez essa primeira mensagem é muito interessante, muito importante para nós. Vimos também, falamos sobre as emoções, como que as emoções nossas esfriam durante esse período e dá uma...

piorada em algumas coisas que às vezes já não iam muito legal dentro de nós. Semana passada falamos sobre a nossa fé e a gente viu que fé é algo dinâmico, não é estático, não é algo que você adquire ou tem e ela se mantém do mesmo jeito a vida inteira. A gente viu que ela tem os seus altos e baixos e dependendo da maneira como a gente conduz a vida da gente, ela pode ser só crescente e esse é o nosso desejo, é o nosso objetivo, que a gente consiga...

construir uma fé assim. E hoje nós vamos terminar a nossa série falando sobre missão, sobre a missão de Jesus, a nossa missão sobre propósito, já que também quando a gente chega nessa época mais fria do ano, a missão e o propósito tendem a esfriar.

E também nós temos invernos nas nossas vidas, que não necessariamente a gente tem falado sobre isso, que o inverno, às vezes, é um símbolo de alguma coisa. Então, não necessariamente no período do frio, mas quando a vida da gente, às vezes, dá uma desandada, a gente percebe os efeitos dessas coisas nas nossas vidas também. Uma coisa...

que a maioria de nós, às vezes, não se dá conta, que a gente não percebe quando vamos tomando decisões na vida da gente, quando você escolhe fazer uma coisa a deixar de fazer outra, quando você decide ficar trabalhando em um lugar ou sair daquele lugar, quando você decide onde você vai morar, quando você decide se vai ficar em uma cidade, vai para outra cidade. Uma coisa que, às vezes, a gente não se dá conta é quando nós tomamos...

grandes decisões nas nossas vidas e também quando nós não avaliamos como que a gente reage às pequenas coisas do dia a dia, é quanta gente, direta ou indiretamente, é influenciada por decisões que a gente toma. Quantas pessoas a gente alcança.

e interfere na vida e interfere também nas decisões dessas pessoas. O potencial que cada um de nós tem nas decisões de outras pessoas. Eu não sei se você já parou para analisar esse tipo de coisa, mas muita gente toma decisão na vida deles baseado em coisas ou decisões que você tomou anteriormente.

possibilidades que você criou para a pessoa ou não, sentimentos que você gerou na pessoa ou não, as próprias nuances de reações das outras pessoas, muitas vezes são baseadas em ações que você tomou, mas às vezes a gente não se dá conta disso. A gente corre o risco de ir vivendo a nossa vida pensando que é...

A gente, que é sobre nós. A gente, quando vai, muitas vezes, em momentos de aconselhamento, a gente conversa com as pessoas e, às vezes, a pessoa está passando por um problema, uma situação, uma dificuldade na vida dela, no momento presente, e, às vezes, a própria pessoa fala isso, às vezes, a gente vai fazendo algumas perguntas que levam a isso, e a pessoa começa a falar assim, ah, mas eu, deixa eu te contar uma história que talvez eu nunca contei para ninguém. E a pessoa vai lá e abre uma situação.

de alguma coisa que aconteceu há 10 anos, há 20 anos, há 30 anos atrás, às vezes o jeito que a pessoa foi criada pelos pais, às vezes a possibilidade de educação que ela teve ou não, às vezes uma decisão de mudança.

de divórcio dos pais, de um abuso, situações na escola de um professor que encontrou e esse professor acreditou e potencializou, um professor que encontrou e esse professor, de alguma maneira, desencorajou. E aí, então, a pessoa começa a contar a história de por que ela está fazendo algumas coisas hoje.

por conta de várias circunstâncias lá do passado, que foram construindo na vida dela. E é provável que se a gente senta com essas pessoas do passado para poder conversar e falar assim, você sabia, no momento que você estava tomando aquela decisão de agir daquela forma, ou de, sei lá, se divorciar, ou de mudar de cidade, ou de trocar de escola, ou de agir de tal forma, você sabia que isso causaria todos esses problemas aqui na vida da outra pessoa?

A maioria das vezes a resposta é não. Porque a gente não toma decisões, muitas decisões nas nossas vidas no momento presente, quando o inverno chega, quando as coisas ficam apertadas, ficam difíceis, pensando em quanta gente pode ser influenciada negativamente ou positivamente por essas decisões.

Quanta gente pode conhecer Jesus por conta dessas decisões? Porque esse é o outro lado da moeda. Se você está aqui nessa noite, você está aqui porque pessoas tomaram decisões nas vidas delas. Antes de vocês...

E essas decisões, de alguma maneira, encontrou com você, seja no seu ambiente de trabalho, seja no seu ambiente de estudo, seja virtualmente alguém resolveu postar alguma coisa e isso atingiu você, alcançou você, e isso impactou você em algum momento da sua história, para que você pensasse assim, puxa, eu vou dar uma chance para esse negócio de Jesus.

para esse negócio de igreja. Vou lá ouvir, vou lá perceber o que tem lá. E quando a gente conversa sobre as nossas histórias de conversão, nós também temos N circunstâncias na vida da gente que a gente vê claramente como que decisões de outras pessoas desencadearam processos de decisão nas nossas próprias vidas.

Quando a gente olha para a igreja, eu queria que a gente fosse estreitando isso um pouquinho mais, porque agora nós vamos falar a respeito da missão de Jesus. Quando a gente olha para a igreja, a gente percebe que a própria igreja, ela existe e existe do jeito que existe por conta de decisões.

que nós tomamos ou nós deixamos de tomar. Por exemplo, quando a gente analisa os números da igreja, a gente vai tentando entender quantas pessoas vêm, quantas pessoas participam, frequentam, quantos são membros, quantos são visitantes, quantos são visitantes que vêm uma vez e não voltam mais, quantos são visitantes que ficam voltando e, por alguma razão, eles vão tomando a decisão de engajar e participar. E aí a gente analisa, a gente tem um número. A cada três...

a membros da igreja que participam de um culto, nós temos um visitante participando do culto. E esses números são muito parecidos quando a gente analisa também os grupos nas casas. Vou dar um exemplo para vocês das estatísticas quando a gente olha para a nossa igreja dentro dessa perspectiva. Quando nós temos, em um domingo, 200 membros da igreja participando de um culto,

A gente analisa isso, sei lá, há mais de três, quatro anos. Em média, 60 convidados estão presentes com a gente aqui também.

E 200 membros participando do culto, normalmente acontece ou no último domingo do mês ou no primeiro domingo do mês. É o domingo que você escolhe faltar mais, quando você vai decidindo qual que você não pode faltar de jeito nenhum e qual que você pode, de alguma maneira, dar uma relativizada. E a gente percebe essa relação.

Quando nós temos 300 membros participando, e isso se aplica nos grupos, nós temos em torno de 100 convidados participando. Então, o crescimento não é exatamente proporcional, ele é até melhor, porque você tem uma relação um pouco mais ampla da participação. Simplesmente, e nós vamos analisando esse tipo de coisa, não é se você convida uma pessoa para vir aqui somente. Se você convida, isso obviamente tem um impacto...

mas simplesmente a sua presença aqui. Porque mesmo quando você não traz ninguém com você, se as pessoas chegam e a igreja está vazia, imagina que agora, nesse momento de culto aqui, a gente tivesse 50 pessoas presentes aqui. Qual a sensação que você teria?

Mesmo que você faça parte da igreja, sei lá, há 10 anos. Se você chegasse e tivesse 50 pessoas presentes aqui, a sensação é ruim. A sensação é que alguma coisa não está certa. A sensação é de incômodo. Às vezes a gente tem situações em que a ausência, simplesmente a ausência sua...

em eventos, em ambientes, em grupos, na igreja, etc., impactam nas decisões que as pessoas vão tomar em relação à vida pessoal delas com Deus. Porque quando uma pessoa toma uma decisão a respeito de Jesus, e isso, se você analisar como foi o início da sua trajetória, o início da sua história de fé também, provavelmente...

Os fatores que você levou em consideração para dar os primeiros passos na sua fé não foi uma compreensão puramente racional do Evangelho.

Você pensou em como você se sentiu na igreja, no grupo, junto com alguém. Você pensou sobre a acolhida que você teve ou não. Você pensou sobre se a forma como você foi tratado, ela foi condizente com o que você esperava. Você olhou para o ambiente, você pensou se o ambiente estava de acordo com o que você, de alguma maneira, imaginava com o lugar onde você iria passar o resto da sua vida de fé ou não, ou se aquilo estava...

desconectado. O fator de tomada de decisão simplesmente racional, de tipo assim, isso aqui é verdade, eu vou viver isso aqui, para nós seres humanos, para nós todos, normalmente não é o primeiro e às vezes não é nem o mais determinante fator.

de tomada de decisão se nós vamos seguir a Deus ou não. Vocês querem ver um exemplo clássico disso? Você olha para toda a história do povo de Israel, toda a história do povo judeu, toda a história da igreja nos últimos dois mil anos e você vai descobrir que as pessoas tomam decisões contraditórias com o que elas sabem ser verdade porque elas se sentem.

ou compelidas a tomar a decisão errada, ou repelidas pela decisão certa e as consequências da decisão certa na vida dela. Então, imagina comigo assim, se simplesmente a sua presença aqui muda a quantidade de pessoas que ficam expostas à mensagem de Deus. Imagina quando você age diretamente abraçando a missão de Jesus.

O que é a missão de Jesus? Então, quando a gente vai ler os Evangelhos, a gente vai ver as últimas palavras que Jesus falou, quando Ele cumpriu a missão, então agora Ele vai explicar essa missão e transferir essa missão. Está registrada para nós no Evangelho de Mateus, no capítulo 28, a partir do versículo 18, quando Jesus virou para os discípulos dEle, aproximou-se deles e disse, foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra,

Portanto, vão e façam discípulos. Ou seja, isso que eu fiz com vocês, tudo o que nós caminhamos juntos fazendo nesses últimos anos, agora é a missão de vocês reproduzir isso na vida de outras pessoas. Outras pessoas precisam me conhecer através de vocês, porque eu não vou mais.

Eu terminei a minha parte aqui. Então vão e façam discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei e eu estarei sempre com vocês até o fim dos tempos.

Se a gente fosse resumir isso que Jesus colocou aqui, Ele veio, Ele morreu por nós, no processo de vida dEle aqui, Ele ensinou sobre como nós nos reconectaríamos com Deus através da sua morte, Ele ressuscitou e agora Ele passou para nós a responsabilidade da história. Ele veio...

E falou, agora vocês precisam contar essa história. Ensinar as pessoas a se reconectar com Deus. Essa agora é a nossa missão. Essa é a razão de uma igreja existir. Essa é a razão pela qual, no momento que você entende a mensagem do Evangelho, você aceita e você se reconecta com Deus, você tem os seus pecados perdoados. E por alguma razão, de repente, você descobre essa nova vida com Jesus.

Essa é a razão pela qual você não é imediatamente transferido para a próxima etapa, que é a vida com Deus na nossa próxima fase. Essa é a razão pela qual Deus fala assim, show, beleza, estamos juntos, estaremos para sempre, mas agora você tem uma missão. Você precisa pegar essa história.

E você precisa contar essa história para outras pessoas. E você precisa contar de uma forma que elas consigam entender qual é o próximo passo na vida delas. Como elas poderiam, de alguma maneira, se reconectar com Deus também. A missão de Jesus, ela se torna a nossa missão. Ele compartilha isso com a gente dentro desse período que a gente está aqui. E assim como Jesus um dia.

foi assunto ao céu, subiu ao céu, se retirou daqui, um dia nós vamos nos retirar também. Seja porque Jesus voltou e aí beleza resolveu, seja porque a gente vai morrer. No momento que você se retirar, você também precisa ter deixado um legado.

aqui de pessoas que se reconectaram com Deus e entenderam isso, para que isso continue acontecendo. Porque o que Jesus faz é conectar a missão dele 100% com a nossa missão. Agora, o inverno, quando a gente chega no inverno, o inverno é o período em que, historicamente, nós fazemos isso menos.

porque nós encolhemos. Porque quando chega essa época do ano, a gente fica menos propenso a encontrar com outras pessoas para contar essa história. A gente fica menos propenso a vir aqui no domingo para encontrar pessoas que vieram aqui para contar essa história. A história não tem como você contá-la toda de uma vez. A gente vai contando ela aos pedaços, às partes. A gente vai conhecendo essa história. No inverno é o período do ano que você menos participa e vamos lá.

As pessoas tendem a participar menos e se aí elas não têm nenhum tipo de incentivo, se torna um período em que menos pessoas conhecem a história e se conectam com Deus. Porque as dificuldades e as necessidades de comprometimento que nós temos para poder contar essa história faz a gente pular fora.

Quando a gente olha, a gente começa a perceber as dificuldades inerentes à missão, a nossa tendência é falar assim, para quem eu poderia delegar isso aqui? Para quem eu poderia direcionar isso aqui? Quem eu poderia colocar no compromisso, na responsabilidade de fazer isso aqui? Por isso que não só no inverno...

térmico, anual, mas nos invernos da vida, quando você tem algumas dificuldades financeiras, quando você tem problemas nos seus relacionamentos, quando você tem algum tipo de uma doença que se abate sobre você, quando chega alguma coisa que dificulta, o comportamento é o mesmo.

Você vai se encolhendo nessa preocupação em como que a minha vida impacta a vida de outras pessoas. A missão de Jesus anda para frente. Por isso também, que mesmo que está tudo bem na sua vida, está tudo funcionando legal na sua vida, quando você encontra algumas barreiras, algumas dificuldades na própria...

Prepara o pessoal para contar melhor essa história, porque às vezes você fala assim, não, mas eu não vou começar a contar essa história, não vou começar a conversar, porque as pessoas vão fazer perguntas que eu não vou saber responder. Ou talvez elas vão me colocar casos pessoais das vidas delas que eu não vou saber como tratar. É por isso que mesmo que está tudo bem com você, quando você percebe que o nível de dificuldade vai aumentar,

e que você teria que talvez se preparar mais, ler mais a Bíblia, orar mais, se dedicar mais, viver uma vida mais séria com Deus, também a tendência é que a gente tenta achar alguém para fazer isso no nosso lugar. A gente tenta delegar essa situação. E eu queria que a gente olhasse para isso, para essa questão dessas dificuldades que a gente tem.

E entendesse a expectativa que Deus tem para nós numa história, na história do chamado de Deus para o povo que Deus queria que se tornasse o povo dele.

Lá em Êxodo, capítulo 19, a gente tem essa história de quando Deus presencialmente, fisicamente, apareceu e conversou com o que era o povo que se tornaria o povo de Israel, que ia se tornar a nação de Israel. Então a gente começa essa história, eu separei, você pode ler o capítulo 19, o 20 inteiro.

depois para você entender essa história por completo. A gente vai começar no versículo 3, a gente vai passar por alguns versículos por causa do tempo, mas eu queria que você analisasse isso aqui comigo. O povo de Israel estava saindo do Egito, eles tinham ficado escravos no Egito por mais de 400 anos, Deus libertou eles, Deus fez com que eles passassem pelo mar vermelho que se abriu no meio...

um milagre, uma mudança nas estruturas das leis da física, assim, absurdas. O povo de Israel está vendo que Deus está presente com eles, está participando com eles, vive com eles. E Deus tinha falado assim, ó, quero que vocês cheguem no Monte Sinai, e aí nesse monte eu vou falar com vocês. Quando o povo chega no Monte Sinai...

Moisés sobe o monte e logo que Moisés subiu ao monte para encontrar-se com Deus, o Senhor o chamou do monte dizendo. E aí lá em cima do monte, em alguma caverna, alguma reentrância do monte, Deus estava lá, inteiro assim, fisicamente, presencialmente. Não era uma voz, um vento, Deus estava lá. E Deus falou para Moisés assim, Diga aos descendentes de Jacó,

e declare aos israelitas, vocês viram o que eu fiz ao Egito e como os transportei sobre asas de águias e os trouxe para junto de mim. Referindo poeticamente a toda essa libertação que tinha acontecido recentemente nos últimos meses com o povo de Israel. Agora, e aí Deus está falando com Moisés, o que Moisés fala diretamente para o povo. Se vocês me obedecerem,

fielmente guardarem a minha aliança. Vocês serão o meu tesouro pessoal dentre todas as nações. Essa é a expectativa que Deus tem com o seu povo.

É a expectativa que Deus tem com a gente. Olha o carinho, olha o afeto, olha o interesse, olha o desejo de proximidade que Deus tem. Vocês serão o meu tesouro pessoal. E aí Deus vai explicar como que isso vai funcionar. Embora toda a terra seja minha, vocês serão para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa.

E aí Deus vira para Moisés e fala assim, essas são as palavras que você dirá aos israelitas. Então Moisés entende o desejo de Deus. Uma nação inteira de sacerdotes. Não sacerdotes para cuidar do povo. Um povo que cuida dos outros povos da terra.

Não um povo que fique ali obedecendo a Deus, simplesmente fazendo culto nos domingos, nos sábados, ou nos dias que são os dias de culto, mas um povo que, a partir desses dias de culto, consiga levar essa informação para as outras nações, para os outros países, para os outros povos. Ao invés do povo de Israel, se a gente fosse traduzir isso para a nossa linguagem, ter um pastor, ou um sistema de pastores,

o povo inteiro seria pastor. Se a gente fosse traduzir para nós hoje, ao invés de vocês me terem e terem os nossos pastores como os pastores da Igreja Betânia, todos nós seríamos os pastores do Vale dos Sinos e da região metropolitana de Porto Alegre. Tudo aquilo que eu faço sendo pastor, você faria também para outras pessoas.

A preparação, o envolvimento, a conexão, a maneira de se aproximar, o amor, o carinho, o desejo de ver aquela pessoa avançar, tudo aquilo não ia ser algo que, quando você quisesse que uma pessoa tivesse, você ia pensar assim, vou levar essa pessoa para o Mateus fazer isso com a pessoa. Você ia falar assim, não, o objetivo de Deus é que eu seja essa pessoa.

E aí Moisés desce e fala com o povo de Israel. Gente, olha, é isso que Deus quer. Deus não quer que vocês tenham sacerdotes, Ele quer que vocês sejam sacerdotes. Ele não quer que vocês tenham líderes religiosos, Ele quer que vocês sejam os líderes religiosos dos povos que ainda não foram alcançados por essa mensagem, por essa informação, por essa história.

Toda a vida do povo de Israel giraria em torno disso, enquanto Deus abençoaria o povo de Israel, enquanto Deus cuidaria deles, sustentaria eles, supriria as necessidades, abençoaria para as plantações darem certo, para o gado deles prosperar, para as coisas avançarem, para que eles pudessem cuidar daquilo que Deus tinha planejado para eles. Aí Moisés desce do monte.

E Moisés encontra, então, com o povo e aí ele fala com o povo. Ele convocou as autoridades do povo e lhes expôs tudo o que o Senhor havia mandado falar. O povo todo respondeu unânime. Todo mundo empolgou com a ideia. Eles falaram assim, é isso que a gente tem que viver. Faremos tudo o que o Senhor ordenou.

E uma felicidade, uma alegria, uma festa, uma celebração, e o povo alegre, cantando, e é isso aí, é isso que nós vamos ser, é isso que nós vamos fazer, encontramos a nossa identidade. Encontramos o nosso propósito, encontramos a razão de existir. Antes a gente vivia para trabalhar, para poder comer, para dormir, para acordar no dia seguinte e trabalhar, porque nós éramos escravos.

Agora nós vamos pegar tudo isso que é trabalhar, comer e dormir, nós vamos ressignificar isso para alcançar os outros povos e sermos sacerdotes. Antes nós éramos escravos dessa relação de sobrevivência. Agora nós vamos viver para um propósito específico. O povo ficou empolgado, o povo ficou animado. Falaram para o Moisés, Moisés sobe lá e fala para Deus, só...

Tudo o que Deus quer de nós, nós vamos fazer. E, obviamente, essa é a resposta certa, a resposta que eu e você precisamos dar. Porque o Criador de todas as coisas, que cuida de nós, que faz o que Ele fez, como é que eu vou chegar para Ele e falar assim, não, eu vou fazer só um pouco do que você me pediu para fazer, o resto eu vou fazer do meu jeito, conforme der na minha cabeça. Você não imagina alguém fazendo isso com Deus, né?

Moisés sobe e fala com Deus, Deus, o povo topou. Quando a gente avança lá para o versículo 16, Deus deu uma série de preparativos e falou assim, no terceiro dia eu vou descer, e aí eu, Deus, vou falar com o povo todo de Israel. Então desce lá e prepara o povo. Moisés desceu, preparou o povo, três dias se passaram. Ao amanhecer do terceiro dia,

Houve trovões e raios, e uma densa nuvem cobriu o monte, e uma trombeta ressoou fortemente.

Eu fico imaginando que aqui deve ter tido aquela música, tipo aquela que começa os filmes da MGM, que era um troço emocionante, que vai começar alguma coisa. E o povo estava ali dentro das barracas dele, começaram a ouvir esse troço e saiu. E todos no acampamento tremeram de medo. Moisés levou o povo para fora do acampamento para encontrar-se com Deus. E eles ficaram ao pé do monte.

E aí está todo mundo lá assim, olhando para cima, e está aquele cenário de filme emocionante acontecendo. O monte Sinai estava coberto de fumaça, pois o Senhor tinha descido sobre ele em chamas de fogo. Dele subia fumaça como que uma fornalha, todo o monte tremia violentamente, e o som da trombeta era cada vez mais forte.

E aí está lá aquele barulho excepcional acontecendo. Algo que vai acontecer em uma escala um pouco diferente, assim, menos assombrosa.

Lá em Atos capítulo 2, quando o Espírito Santo vem como chamas de fogo também sobre os apóstolos, e vem um vento impetuoso e mexe na casa, e Deus está falando assim, olha, eu estou querendo mexer com vocês daquele jeito que eu mexi com o povo de Israel lá. E aí o povo está assistindo aquilo.

E aí Moisés falou e a voz de Deus lhe respondeu e Deus desceu ao topo do Monte Sinai. Agora Deus está pessoalmente lá. Então você imagina que é um cenário mais ou menos parecido com esse aqui, porque eles vão ter um momento de pregação. Deus vai pregar para o povo de Israel.

Não é Deus vai falar para o Moisés falar com o povo de Israel mais. Por quê? Porque agora o objetivo de Deus é que todos eles sejam igual Moisés e não tenham Moisés para poder fazer isso para eles. É que eles se tornem o Moisés para o resto do mundo inteiro.

Então Deus corta os intermediários e Ele vai falar diretamente com as pessoas, com o povo que é o tesouro dEle, que são os sacerdotes dEle, que é essa nação santa dEle. E aí o povo estava, tipo vocês aqui, mas em pé, olhando, o monte era mais alto do que esse púlpito. Deus está lá em cima, em pé, em cima do monte, e Deus começa a falar com o povo.

E aí o capítulo 20 começa falando que Deus falou todas essas palavras. Ele se apresenta para o povo de Israel e ele fala assim, eu sou o Senhor.

E aqui a gente perdeu o que Deus falou, o nome próprio dele. Deus tem um tipo, eu chamo Mateus e você tem o seu nome aí, Deus tem o nome dele. Só que o povo judeu sumiu com o nome de Deus, a gente perdeu as vogais desse nome, alguns acham que é Jeová, alguns acham que é Javé, e ficam especulando. Aí a Bíblia, para poder falar assim, aqui apareceu o nome de Deus, a gente não tem as vogais, não está dando para pronunciar mais, aparece essa expressão Senhor.

Mas Deus se apresentou pessoalmente. Ele falou assim, eu sou, vou me apresentar pelo nome. Eu sou o Jeová, o Jeová. Seu Deus. Que tirou você do Egito, da terra da escravidão. Sabe, tudo que vocês viram, tudo que aconteceu, toda a salvação que foi providenciada para vocês, eu fiz isso. Eu estou aqui.

E eu quero falar com você. Eu sou o seu salvador. Eu sou aquele que tirou você de uma vida sem significado, de uma vida de só comer, dormir e trabalhar para comer e dormir de novo, de só viver um ciclo depois do outro, de repetir ciclos de escravidão dos seus pais, dos seus avós, dos seus bisavós. Eu sou aquele que rompeu com isso para você.

que te dou a possibilidade de viver uma vida completamente nova, que te dou a possibilidade de você se reconectar comigo e que quero que você se torne o porta-voz dessa mensagem de que essa libertação pode chegar para todos os povos, pode chegar para todas as pessoas. Que você seja essa pessoa. E aí ele fala, eu sou o Senhor teu Deus.

que te tirei da terra do Egito, da terra da escravidão. E aí Deus começa o que são os dez mandamentos. Não terás outros deuses diante de mim. E aí o resto dos versículos seguintes, ele vai falando. Não tenham, não façam para vocês imagens de escultura. Não tomem o meu nome em vão. Lembra do dia de sábado para eu santificar. Você vai trabalhar seis dias, mas o sétimo dia é para mim.

Honra o seu pai e a sua mãe, não deixa ele passar necessidade na velhice. Ah, mas ele não foi um pai e uma mãe legal, beleza, mas não deixa ele passar necessidade na velhice. Não matarás, não furtarás, não adulterarás, não dirás falso testemunho. Não fica mentindo, contando história fiada que prejudica a vida das pessoas. Não fica cobiçando as coisas que você não tem.

olhando para a vida dos outros e achando que a vida dos outros é melhor do que a sua, querendo ter a vida que o outro tem, e de olho no outro e vive ali no Instagram, e inveja bate, eu quero comprar porque eu vi que comprou. Você não faz isso. Porque se você faz isso, sua vida volta para a escravidão. Se você se escravizar a essas coisas, vocês vão abandonar aquilo pelo que eu resgatei vocês.

Porque eu resgatei vocês para vocês terem uma vida que tem sentido, para vocês terem uma vida que tem propósito, para vocês terem uma vida que faça a diferença na vida das outras pessoas, não que fique o tempo inteiro querendo ter mais do que pode ter ou do que foi criado para ter e vive essa vida de insaciabilidade com as coisas e que ache que vale qualquer coisa para poder se tornar ou para poder ter aquilo que você quer ter.

com as pessoas ou com outros seres espirituais. Porque esse é o resumo dos dez mandamentos. Ele fala isso para o povo. E o povo está lá, e o povo está assistindo, e não é Moisés falando para o povo o que Deus disse. Deus falou para o povo. Eles estão ouvindo a voz de Deus, do próprio Deus, comunicando com eles ali. Quando Deus parou de falar,

depois que ele convida pessoalmente o povo a se juntar a ele, a fazer parte desse negócio que ele estava querendo fazer para o mundo inteiro, agora é a vez do povo. Porque é um relacionamento, relacionamento tem diálogo. Deus não queria escravizar eles agora para uma outra situação. Deus falou assim, vocês são meu tesouro, vocês são gente que eu amo, Deus quer ter filhos, Deus quer ter amigos.

E aí agora é a vez do povo falar, do povo responder. No combinado do que eles tinham falado até antes ali, eles tinham falado, não, tudo o que o Senhor falou, faremos. Então agora é a hora deles falarem isso com Deus, de falar assim, Deus, o Senhor pode contar comigo. O Senhor pode me ter contigo nessa missão, nesse propósito, nessa razão.

Aí a gente vai lá para o versículo 18. Vendo-se o povo, depois que Deus parou de falar, vendo-se o povo, diante dos trovões e dos relâmpagos, e do som da trombeta e do monte fumegando, todos tremeram assustados.

ao invés deles se empolgarem, ao invés deles se animarem, ao invés deles olharem para aquilo e falarem assim, olha o poder do nosso Deus, é isso que nós vamos viver juntos, é isso que nós vamos fazer, é nisso que nós vamos estar investindo. Estremeiram. Estremeiram porque eles sabiam o que estava indo no coração deles.

Eles tremeram porque quando eles ouviram os dez mandamentos e pensaram nas decisões reais, não no discurso, mas nas decisões reais que eles queriam tomar, e eles se viram diante desse Deus Todo-Poderoso, Criador dos céus e da terra, que está falando diretamente com eles, eles tremeram. E aí eles ficaram à distância e eles começaram a falar para o Moisés, Moisés,

Fala-nos tu e te ouviremos, mas que Deus não fale conosco para que não morramos. O Moisés diz para o povo, não gente, não, não tenho medo, vamos lá. E o povo está andando para trás, o povo está se afastando. E o povo está querendo, talvez até voltar para o Egito. Está querendo voltar para a escravidão. O povo começa a pensar assim, é.

Lá eu era escravo. Mas quando o bicho apertava, o bicho pegava, a coisa ficava feia, eu não tinha um compromisso. E eles começam a andar para trás e falam assim, Moisés, vai você. Você está preparado. Você conhece. Deus já vem falando com você há vários meses. Você foi criado para isso.

Você tem uma vocação, você tem um chamado, você tem um propósito, Moisés. Nós não. A gente quer viver a nossa vida, a gente quer cuidar das nossas coisas. A gente quis sair de um sistema em que a gente comia, dormia e trabalhava para poder comer e dormir, para a gente chegar na terra de Israel, na terra prometida e dormir e comer.

E trabalhar para a gente poder dormir e comer melhor. É só isso que a gente quer fazer. A gente não quer mudar o jeito que as coisas são. A gente quer permanecer escravo. Moisés, fala você com Deus. E fala você com a gente.

E o Moisés tenta insistir, não. Deus veio prová-los para que o temor de Deus esteja em vocês e os livre de pecar. Mas aí que está Moisés. A gente não quer parar de pecar. Porque às vezes o inverno vem e aí é muito difícil não pecar.

Às vezes as coisas desorganizam na nossa vida, é muito difícil a gente fazer do jeito de Deus. Moisés está tentando explicar para eles, não, não é difícil, pelo contrário. Quando vocês fazem do jeito de Deus, a coisa funciona, a coisa resolve. O povo, não, não. Não, Moisés. Fala você com a gente. A gente vai vir, de vez em quando.

A gente participa, a gente escuta uma mensagem ou outra, prometo que algumas coisas nós vamos aplicar nas nossas vidas. Talvez a gente vá melhorando devagarzinho, a gente pode parar de matar esse ano. Mas adulterar eu preciso de uns 10 anos ainda para resolver esse problema. Daqui a 10 anos eu vou ficar meio brocha, passa minha libido sexual, aí eu paro de adulterar.

Ah, mas roubar, Moisés, sabe como é que é lá na empresa? O meu patrão não me paga de acordo com o que eu trabalho. Eu preciso tirar um por fora. Ah, mas daqui a 30 anos eu vou aposentar, Moisés. Eu paro de roubar. Ah, mas cobiçar, Moisés, você sabe. Eu vou abrir o Instagram e a vida dos outros vai estar melhor que a minha. Essa é difícil. Eu acho que nem quando acabar tudo eu vou dar conta.

E aí o impasse se estabelece e o povo permanece à distância. O povo recusou, nomearam Moisés, o representante, o sacerdote, o pastor deles.

E por 1.500 anos, o povo de Israel se recusa a cumprir o seu propósito. Eles se fecham, eles vivem do mesmo jeito que eles eram quando escravos no Egito, só que agora na sua própria terra, escravos de si mesmos, escravos da sua autonomia, escravos da sua empresa.

individual do seu CNPJ, que eles criaram só para poder fazer a prestação de serviço sem assinar a carteira de trabalho, com patrões que são piores do que os patrões normais, porque o patrão normal ainda tem a CLT que dá uma segurada na onda ali e o cara não pode trabalhar mais de oito horas por dia, então tem que pagar hora extra para você, você pode trabalhar...

18 horas por dia, 7 dias por semana, 362 dias por mês, que em três dias você dá uma folguinha para fazer alguma coisa. E o povo de Israel se torna escravo de um outro sistema. Quando Jesus volta, vem pela primeira vez, ele propõe justamente o retorno a essa proposta.

Porque a missão de Israel tinha se esfriado. Nenhum país no mundo, por 1.500 anos, conheceu a Deus ou a história de Deus.

Eles passavam por Israel, visitavam Israel, às vezes escravizavam Israel, devolviam Israel. Nenhum país do mundo resolveu seguir o Deus de Israel por 1.500 anos. Aí Jesus vem. E Jesus então reúne os seus discípulos e chama eles. E quando Jesus recria essa pregação, ele também sobe num monte. E dessa vez não tem trovões, relâmpagos, trombetas.

Mas tem o mesmo Deus em cima do monte. E os seus discípulos reunidos, ele vira para os seus discípulos e fala para eles, vocês são o sal da terra, vocês são a luz do mundo.

Mas vocês viram o que aconteceu com o povo de Israel? Se o sal perdeu o sabor, não serve para mais nada. Se a gente acende a luz e coloca ela debaixo de uma cesta, debaixo da cama, dentro do armário, ao invés de colocar no topo, ela não ilumina. Vocês viram o que aconteceu com o povo de Israel? Eu não quero que isso aconteça com vocês.

Eu quero que a luz de vocês brilhe diante dos homens, para que eles olhem para vocês e glorifiquem o seu Pai que está nos céus. Todos vocês, não alguns de vocês, não o pastor de vocês, não os líderes de cultivo de vocês, todos vocês. Esse é o chamado que Jesus renova.

para o seu povo, para mim e para você. O chamado é extensivo. E aí Jesus passa o resto do ministério dele reforçando essa mensagem até que chega no texto que a gente começou a ler nessa noite, quando ele vira para os discípulos e fala assim, bom, agora que eu ressuscitei, estou com meus poderes divinos todos restabelecidos, todo o poder me foi dado nos céus e na terra, portanto...

Vão e contem essa história. Vão e falem com as pessoas sobre isso. Falem sobre mim, falem o que eu fiz com vocês. Fale sobre essa restauração. Fala que existe a possibilidade deles reconectarem a vida deles com Deus também.

E os discípulos, eles se empolgam. Quando a gente lê o livro de Atos, a gente percebe a história dos primeiros seguidores de Jesus, a gente percebe que eles se empolgam. E aí começam as pessoas a aceitarem aquela mensagem, elas vão se convertendo e elas vão formando a primeira grande igreja, que é a igreja de Jerusalém, mas aí o inverno chega para eles.

E a perseguição começa e eles começam a ser mortos e torturados e chicoteados por conta dessas decisões deles. E quando a gente lê o livro de Atos, a gente vê que começou a esfriar. E eles começaram a encolher, mas eles perceberam rápido. E eles falaram assim, nós não podemos deixar isso acontecer. E no capítulo 5 de Atos, eles fazem uma oração.

No capítulo 4, eles fazem uma oração. E eles falam com Deus assim, Deus, ainda que eles vão nos matar, eles vão nos perseguir, eles vão nos torturar. Em outras palavras, ainda que o inverno chegou, ainda que o nosso desejo é encolher, é voltar a viver a vida que a gente tinha, é se proteger do frio que está aí fora, nós vamos sair e nós queremos que o Senhor saia conosco. Nós vamos falar...

E nós pedimos que o Senhor nos acompanhe. Trinta anos depois, Pedro escreve uma carta para a igreja, pouco tempo antes dele morrer. E lá no capítulo 2, no versículo 6, ele vira para a igreja.

Da época e para nós, porque Deus decidiu que essa carta chegaria para nós. Ele fala, pois assim é dito na Escritura. Eis que eu coloco em Sião uma pedra angular, escolhida e preciosa, e aquele que nele confia jamais será envergonhado. Falando de Jesus. E aí ele fala, portanto, para vocês, os que creem, essa pedra é preciosa.

Mas para os que não creem, a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra principal, angular. E a pedra de tropeço e rocha que faz cair. Ele mostra essa dupla...

A circunstância da vida de Jesus para as pessoas, ele pode ser uma pedra que gera vida, ele pode ser uma pedra que gera morte, porque quando você encontra com Jesus, você tem que tomar a decisão. Você não tem mais como ficar como o povo de Israel no meio do caminho. Os que não creem tropeçam, porque desobedecem a mensagem para o que também foram destinados. Os que também foram destinados vocês, porém... E aí Pedro pega...

Exo capítulo 19, versículos 5 e 6, que a gente leu no começo, de Deus falando para o povo de Israel. E ele pega essa mesma passagem e ele fala assim, isso agora está com a igreja. Isso agora está com vocês, porque o povo de Israel rejeitou isso. Porque o povo de Israel falou assim, não Moisés, vai você, nós não. Então Deus pegou essa mesma missão.

E agora ele transferiu para nós. Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. Antes vocês nem sequer eram um povo, mas agora são um povo de Deus. Não haviam recebido misericórdia, mas agora a receberam.

O que Deus falou para o povo de Israel, ele agora fala para nós. Ele transfere esse mandato para a sua igreja. Nosso desejo, muitas vezes, assim como o povo de Israel, é normal de ser humano, é terceirizar. É delegar isso para alguém. É dar um passo para trás porque o inverno chegou, porque teve uma dificuldade, porque os mandamentos apareceram.

E aí os mandamentos, eles meio que conflitam, confrontam a gente. O nosso desejo muitas vezes é falar assim, puxa, vai lá, Matheus, vai você. É, você fala, você vê o que Deus quer e comunica para nós, e a gente vai viver a nossa semana, domingo que vem, se não tiver frio, a gente volta. Aí a gente aparece de novo e ouve mais um pedacinho. Não, agora é a nossa vez.

A nossa vez de entender que as nossas decisões impactam na vida das outras pessoas. De entender que a missão de Jesus não é opcional para o discípulo de Jesus, ela não é opcional para mim, ela não é opcional para você. Eu e você precisamos disponibilizar os nossos talentos, o nosso tempo, a nossa energia, os anos de vida que nós temos aqui na Terra para poder fazer com que essa mensagem e a nossa energia.

chegue para o maior número de pessoas possível.

Por isso que eu queria incentivar você a não deixar o inverno esfriar a missão de Jesus. Quem sabe esse ano vai ser diferente. Ao invés de ser como é em todos os anos, nos últimos 15 anos, que é quando a gente fez esses levantamentos. Que esse período é o período mais baixo, mais difícil, mais complicado da gente espalhar o amor de Jesus. Porque a gente tem N desafios.

Quem sabe a gente vai fazer diferente. Nós vamos transformar esse inverno no melhor período do ano da nossa igreja. No melhor período, quem sabe, da nossa história pessoal com Deus. As pessoas vão estar encolhidas, nós vamos encontrar elas, vamos aquecer elas. Nós vamos nos aproximar delas e nós vamos fazer com que elas entendam.

que elas também podem se tornar esse tesouro especial de Deus, fazer parte dessa missão especial de Deus. Hoje nós ouvimos o que Deus espera de nós. Qual é a sua resposta? Tudo o que o Senhor falou, faremos? O povo de Israel falou.

Não fez, mas essa ainda é a resposta certa. Essa ainda é a resposta que a gente precisa dar de verdade.

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