Como o treinamento de alta intensidade contribui para a saúde da mulher – Podcast Gerando Vidas – Dra. Adriana de Góes
Novo episódio do podcast Gerando Vidas no ar! 🎧
Neste episódio, recebo Rafael Leite, CEO do Velocity Kore, para uma conversa aprofundada sobre fertilidade feminina, reserva ovariana e planejamento reprodutivo.
Você vai entender por que a idade do ovário não acompanha a idade do corpo e como isso impacta diretamente as chances de engravidar ao longo dos anos. Falamos também sobre um tema fundamental: o congelamento de óvulos como estratégia para preservar a fertilidade e ampliar as possibilidades de maternidade no futuro. ❄️
Ao longo do episódio, abordamos:
* O que é reserva ovariana e como ela diminui com o tempo
* Por que anticoncepcionais não interrompem esse processo
* Quando considerar o congelamento de óvulos
* Planejamento reprodutivo e decisões mais conscientes
Além disso, durante a conversa, surgiu um convite especial para levar mais informação sobre fertilidade feminina para as unidades da Velocity, ampliando o acesso à conscientização e ao cuidado com a saúde da mulher.
Se você quer entender melhor o seu corpo e tomar decisões mais seguras sobre maternidade, esse episódio é para você.
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Dra. Adriana de Góes
Rafael Leite
- Fertilidade femininaReserva ovariana · Congelamento de óvulos · Planejamento reprodutivo
- Atividade física e saúde da mulherImpacto da atividade física na fertilidade · Experiência na Velocity
- Desafios da MaternidadeIdade e fertilidade · Pressão para engravidar
Olá pessoal, estamos aqui para um novo episódio do nosso podcast. E dessa vez o tema revolucionário, olha só. Eu estou com o Rafael, que é CEO do Grupo Action, que tem três unidades do Velocity Core e vai bater um papo para a gente como foi a jornada do Velocity. Então a gente vai...
otimizar com atividade física, fertilidade, maternidade e saúde. Vamos lá, Rafael, obrigada por você ter aceito esse convite. E é um prazer estar te recebendo aqui. É inovador fazer uma entrevista com alguém que está empreendendo nessa área, um empresário dessa área de atividade física, e eu aqui com a história de saúde e fertilidade. E não é falando sobre fator masculino, viu, gente?
Obrigado, Adriana. Prazer estar aqui com você. Prazer, pessoal, conversar com todos vocês. Espero que seja uma conversa muito produtiva aqui. Ótimo. E conta pra gente, Rafael, como é que foi essa história de você começar com Velocity?
Legal, é engraçado, né? Acho que voltando lá atrás, assim, eu lembro de 2014, sei lá, minha esposa me chamou, na época namorada, me chamou para fazer uma aula de spinning, numa academia normal. E eu fiz a aula e eu odiei, assim, eu saí com 10, 15 minutos de aula, né?
Nossa! Foi uma experiência traumatizante para mim. E o tempo passou, alguns anos depois, a abrir uma Velocity perto da minha casa. E a minha esposa continua insistindo para eu fazer aula de bike, mesmo 5, 7 anos depois.
E eu fui fazer uma aula nesse estúdio próximo da minha casa e eu vi que era muito diferente a experiência, a experiência sensorial de iluminação, música, a própria experiência da aula ali, aquele negócio me encantou muito. E eu sempre fui uma pessoa que era o melhor cliente da academia tradicional, porque eu pagava e não ia, ia muito pouco.
E finalmente ali eu encontrei uma atividade física, além dos esportes, porque eu sempre gostei muito de esporte, eu jogo squash, jogo futebol, mas na academia regularmente ali eu tinha um pouco de dificuldade de encontrar, e eu me encontrei.
dentro da experiência da Velocity ali, né? E por dois anos eu fiquei frequentando ali o estúdio só como aluno, até o momento que eu decidi, né? Eu também tenho esse viés empreendedor de carreira aqui, decidi começar a olhar para o mercado fitness, o mercado de wellness, né? Como a gente hoje já se posiciona, né? Que já se foi o tempo de ser só atividade física ali, né? Hoje em dia a gente fala de um conceito bem mais amplo.
de wellness, como saúde, bem-estar, atividade física, está inserida dentro desse contexto. Então eu comecei a pesquisar muito sobre o mercado. Obviamente já tinha um super viés ali pela minha experiência como aluno.
E eu vi que esse mercado de estúdios, boutique ali, era tendência global. Quando a gente olha para os Estados Unidos, é a categoria que mais cresce dentro do segmento de wellness. E eu fui me aprofundando ali no assunto.
E achei na Velocity ali a combinação perfeita de um produto que eu pessoalmente me identificava, porque eu já era aluno, dentro de um segmento que hoje, isso eu entrei em 2024, foi quando a gente abriu a nossa primeira unidade.
E de lá para cá, realmente se confirmou. A tendência é muito forte das pessoas buscarem experiências que são mais personalizadas, ambientes que têm um nível de atendimento superior de uma academia tradicional. Então eu que era o melhor aluno da academia tradicional, que pagava e nunca frequentava, frequentava muito pouco.
Acabei me tornando um empresário dentro do segmento de estúdios boutique, onde a experiência e fazer o aluno frequentar e elevar aquela comunidade, aquele nível de experiência, faz toda a diferença. E acabei entrando nesse ramo. Hoje, depois de dois anos, a gente está com, como você falou, três unidades. E tem sido muito gratificante, inclusive pessoal, estar nesse universo.
Eu acho legal porque as pessoas entram e se transformam. Sempre na aula, eu também faço Velocity, inclusive é uma experiência recente porque eu não gostava nem de música alta e nem de escuro. E entrei na aula, por insistência do meu marido e da minha filha, e apaixonei, e agora sou a que mais faz.
em casa. Então, essa experiência foi muito gratificante. Então, eu imagino que assim como eu me transformei fazendo isso, eu vejo pessoas que estão se animam na redução de peso e é saúde mental, né? Na verdade, tudo isso.
E me conta, quem que é essa persona que faz Velocity? É muito engraçado, assim, né? Como você mesmo falou, né? Porque quando você entra na sala Velocity, você tem o produto, que é a bicicleta, uma aula de bike indoor.
E você tem toda a estrutura sensorial por trás daquilo. E essa estrutura sensorial é que faz muita diferença na experiência. Então, normalmente, nosso público é majoritariamente feminino, mais de 80%, tanto na Velocity como no Core, também é feminino.
E normalmente tem uma questão que, em uma academia tradicional, muitas vezes a mulher nem se sente confortável naquele ambiente, porque é um ambiente que tem uma presença masculina muito forte, a pessoa às vezes não está muito confortável com aquela iluminação muito clara, ela se sente exposta de alguma maneira, ela acha que o treino é entediante, porque todo dia você vai lá e vai fazer o mesmo treino, ou muito parecido de um dia para o outro.
E o que a Veloci e o Córida oferecem de alternativa para essa mulher? É um treino muito dinâmico. Então as aulas são super intensas. Em 45 minutos você consegue ter um resultado.
Tanto do ponto de vista de queima calórica ali, que você vai gastar ali 400, até às vezes 500 calorias, dependendo do corpo da pessoa. Como também do ponto de vista de endorfina, né? O que você sente, né? Quando você vai ali, a bike é muito legal porque a gente fala que a gente treina todo mundo junto.
mas cada um tem a sua experiência individual, né? Então você não precisa ter um super condicionamento físico pra você conseguir se divertir na aula da veloz. Se você vai lá, mesmo sem condicionamento físico, você tá ouvindo aquela música, você pedala no seu ritmo, você encontra a sua experiência ali dentro, né?
é muito acessível. E aí quando você vê para o nosso público que a mulher, principalmente nessa faixa de 25 a 40 anos, mas principalmente 30 a 35 anos, é uma mulher que talvez se sente confortável ou não se identifica tanto com a academia tradicional. Ela precisa de produtividade do tempo dela. Então às vezes é uma mulher de 30 a 35 que está equilibrando o trabalho, está equilibrando a maternidade, enfim.
As demandas todas, né? E ela vai ali 45 minutos, ela tem um treino super eficiente, super divertido, não parece que você está fazendo uma atividade física, né? E ela encontra aquele ambiente, além de ser muito inclusivo, você está treinando num ambiente mais escuro, não importa o seu peso, não importa a sua habilidade na bike, ele é muito inclusivo. Você senta na sua bike, ninguém olha para o lado, todo mundo se olha para o espelho.
Exato, olha pro professor e pro espelho Então é muito inclusivo o ambiente da Velocity E do Corto também é semelhante E aí aquilo vai gerando uma comunidade E aí aquela mulher As mulheres normalmente são mais sociáveis Elas gostam de ir Pra lugares que elas conversam umas com as outras Ou conhecem, fazem novas amizades E aí vira um ciclo virtuoso Porque a pessoa começa a fazer aquela atividade
Não parece que é uma atividade física, porque é super divertido, tem a música, tem a iluminação. Aí ela faz uma amiga, aí faz outra amiga. E aí lá também a gente sempre tem ativação com marcas parceiras. Aí ela descobre um produto novo, então ela se sente no lugar de descoberta, de estar antenada ali com as coisas que estão vindo ali de novidade. E aí esse cliente, essa aluna aí é que mais fica com a gente.
De forma geral, é uma mulher que precisa de produtividade do tempo dela e não se identificou nas atividades regulares da academia tradicional. Busca a Velocity, lá ela ganha esses outros pontos de comunidade, de estar antenado com o mundo, assim como um bônus daquela experiência.
É, e engraçado você falando isso, e de fato, o fato de ser escuro, de ter menos exposição, e mesmo quem está querendo reduzir o peso não se sente tão confortável na academia, que tem um monte de maromba, né?
Ou no crossfit, que está todo mundo fortinho, que tem aquele perfil. E na Velocity tem tanto esta pessoa, quanto aquela que ainda está tentando melhorar essa dinâmica física e cuidando também da saúde mental.
inclusive eu diria que a gente tem mais até dessas pessoas do que do perfil mais super fitness né porque é isso a pessoa ela acha que vira diversão pra ela e ela se sente bem confortável sabe enquanto que o perfil mais marombe já tá mais seguro de si, mais confortável vai na academia iluminada
Quer ficar no camarote. Mas eu acho que... E a música toda, eu acho que tem toda uma questão de sanidade mental. E essa mesma pessoa que vai lá e cuidando da atividade física, é uma coisa que ela não percebe muito, é que às vezes ela...
Começa até se acha um pouco tarde, mas ainda é tempo para ela perder o peso, para ela resgatar um pouco da saúde. Mas é que para a gente essas mulheres chegam depois dos 35 e querendo engravidar e a coisa... E às vezes elas entram na academia e até mesmo na Velocity e tem uma perda de peso significativa, mas isso efetivamente não faz resgatar o ovário.
Então, eu sou entusiasta da atividade física, eu acho fantástico, mas eu acho que essas mulheres também têm que pensar um pouquinho nessa questão. Você falou, olha, elas não têm tempo, elas estão dinâmicas. E essa não ter tempo também, não ter tempo para engravidar.
E aí é que a gente fala da questão de congelar os óvulos na faixa etária de 30, 35 anos, porque ela pode administrar o tempo aí fazendo atividade física, cuidando da saúde mental e administrando também esse melhor momento da maternidade, né? Porque a história da vida saudável...
não combina com necessariamente um ovário saudável. Eu acho que todos vocês que estão assistindo precisam ter a consciência disso, né? E os homens, eles também têm uma perda da fertilidade a partir dos 45 anos, que se assentou aos 50. Mas a mulher, gente, nasce com aquele ovário, vai perdendo todo dia. E depois dos 35, piora bastante. Depois dos 40, vai. E aí dá tempo, gente. Dá 40, nunca fez atividade física, dá pra ir pro Velocity, dá pra engravidar, sobretudo se tiver congelado o óvulo.
Porque depois disso também não é. E conta pra gente um pouquinho dessa... Vocês têm um perfil de mulheres que frequentam a academia e vocês têm também uma questão de motivação, né? Porque tem aqueles cartões de tudo isso e vocês observam a transformação dessas mulheres?
eu sempre quando estou fazendo treinamento com a equipe, tanto a equipe de professores quanto a equipe de recepção acho que uma das coisas mais gratificantes de trabalhar com a Velocity é que a gente é a fonte de felicidade das pessoas, muitas vezes
Às vezes a pessoa entra ali, ela teve um dia super difícil em casa, no trabalho, qualquer que seja a razão ali, ela entra super estressada. E a gente tem ali a oportunidade de, em 45, 60 minutos, transformar o dia daquela pessoa. Então, a gente tem vários casos de alunos que estão passando por alguma instabilidade emocional, psiquiátrica, de certa medida.
E elas mesmas falam assim, não, eu faço veloz porque é para economizar na terapia, né? Eu faço menos terapia porque eu faço mais veloz e aí eu vou equilibrando aqui. E porque ter todo esse cuidado com a jornada ali do aluno, assim, realmente faz muita diferença, assim, e resgata muito, muitas pessoas. Eu já tive situações, assim, de alunas, por exemplo.
de alunas novas entrando no estúdio e perguntando para mim se a gente disponibilizava os dados de frequência dela para o empregador, porque ela estava saindo de uma situação de burnout, por exemplo, ali, super delicada e ela estava preocupada. Nossa!
de aquela informação vazar ali, ela não estava, sabe, ela justamente estava buscando a Veloci pela segurança ali de poder fazer uma atividade num ambiente um pouco mais discreto, mas sabe, então, enfim, acho que é só um caso de vários outros. Várias realidades. Às vezes, né, a pessoa pode estar, por exemplo, com instabilidade emocional porque está tendo uma jornada difícil de engravidar, né, enfim.
E a atividade física libera essa endorfina nas pessoas, né? Então, eu vi vários estudos do quanto que você começa, tendo a atividade física como um elemento central na sua vida, você consegue ali equilibrar melhor os outros pratinhos, assim, né? É infinitamente melhor. É, e o que eu falei de a gente, né, no começo de... Hoje, na minha visão, não existe mais o mercado fitness, assim, existe o mercado de saúde e bem-estar, né? O wellness, assim, né? Como que...
Atividade física é só um elemento dentro de um contexto macro. E acho que a pandemia foi o que deixou isso muito claro ali. Desde a pandemia para cá, as pessoas têm buscado maneiras. E às vezes uma mulher que teve esse start um pouco tarde...
não teve essa oportunidade de antes se preparar e ter esse autocuidado, seja um congelamento de ovário, seja começar uma atividade física, seja muito focada na carreira, muito focada em algum outro assunto, naquele momento da vida dela, que é um momento muito crítico.
E cada vez mais acho que as mulheres e as novas gerações têm puxado essa tendência de cuidar mais de si, de ter esse momento de autocuidado e planejar mais mesmo, como você trouxe aqui.
É, o planejamento para a gravidez, o planejamento para o congelamento de óvulo, o planejamento para uma vida mais saudável. E aí é fácil, né, que essa aderência aí eu já sempre, porque eu reforço muito aqui a questão da atividade física, de exercício de resistência, de uma musculação em qualquer fase de vida da mulher, né?
Mas a Velocity é muito mais fácil, o Velocity Core é uma coisa mais funcional, mais dinâmica, da aderência ser melhor que... É, acho que a questão de ser uma atividade coletiva, né, ajuda muito, assim, né, porque a musculação é uma atividade individual, né, você vai lá e você faz o seu treino, né. Atividade coletiva, você pertencer a um grupo, você ter... É, como um beat tênis, um esporte, né. Exato, é, é. Um esporte, os esportes de forma geral tem esse poder, assim, né, de engajar e você criar esse senso de comunidade, um cobra o outro e manter, né.
as pessoas muito engajadas ali, né? Adriano, deixa eu fazer uma pergunta, né? A gente tem muito essa preocupação com esse conceito de wellness e saúde integral das nossas alunas, não só atividade física.
E saúde integral, tem a saúde psicológica e também tem a questão da fertilidade aqui, que você é especialista. O que você entende que são atitudes que essas mulheres, principalmente nosso público ali, como eu falei, 25 a 40 anos, principalmente 30 a 35 anos.
poderiam ter proativamente para garantir uma fertilidade prolongada, o que elas poderiam estar fazendo hoje para que, se daqui a 2, 3, 4, 5 anos, elas quiserem ter um filho, elas estejam em um bom momento para isso. Que dicas você daria? Sabe, Rafael, acho que a coisa mais importante é informar as mulheres sobre a questão ovariana. Porque a gente tem uma ideia de que a gente tendo uma saúde física, a mulher está cada vez envelhecendo com uma aparência mais jovial.
Mas o ovário não acompanha isso. Então o ovário é formado quando a mulher é um feto de 5 meses. E já na vida intrauterina ela começa a perder folículo. E as pessoas acham que tomando anticoncepcional ou na gravidez, que esse processo para, mas ele não para. Então a mulher começa, independente de menstruar, de não menstruar, independente de usar dil, ela perde folículos todos os dias.
E esse número é finito, então foi formado na vida intrauterina e só perde. Então, independente da aparência física, de bioestimulador que a gente coloca na pele, da atividade física, de um corpo com aparência mais saudável, o ovário não acompanha isso. Então, a idade biológica da mulher é...
Crucial para a fertilidade. Então, eu acho que seria fantástico oferecer para essas mulheres uma informação sobre essa finitude do ovário, que a gente pode programar um filho para qualquer momento da vida, mas para isso eu preciso preservar a fertilidade, porque pode ser muito frustrante essa mulher não ter a opção de ter filho com os próprios óvulos.
E isso acontece, a gente recorre ao banco de óvulos, mas é um processo muito difícil. Então, entre 30 e 35 anos, o ideal seria em torno dos 30 anos, as mulheres congelarem os óvulos e adiarem a maternidade para o tempo delas.
E aí ela pode malhar, pode cuidar da saúde, pode cuidar da vida pessoal, do trabalho, e chegar lá no momento dela a 40 a mais e resolver ter um filho com os óvulos congelados. Mas as pessoas não sabem disso e acham que fazendo atividade física ela vai não só preservar, desinflamar, mas que o ovário vai ficar tudo bem e não fica.
Posso fazer um convite então? Sim. Queria que você trouxesse um pouco mais dessa informação nas nossas unidades. A gente, como falei no início, a gente hoje tem três unidades em Higienópolis, aqui na Vila Olímpia e também no Shopping Park da cidade. E seria incrível se a gente pudesse contar com a sua presença para falar um pouquinho mais sobre fertilidade para as nossas alunas num evento especial. Então já queria deixar aqui o convite para você, se a gente conseguisse organizar isso aí ao longo do mês, nos próximos meses.
Eu super te agradeço E acho que é o maior presente que você pode dar Mesmo para as mulheres É abordar a questão da fertilidade E dar esse nível de consciência E depois que a gente tem segurança da informação A gente toma qualquer decisão Toda decisão tomada depois de uma reflexão é sábia E aí oferecer essa informação É fantástico, obrigada Então conto com vocês, espero que você vá lá Vamos juntos
Rafael, eu quero te agradecer por ter participado desse episódio do podcast eu acho muito interessante que a gente está com essa mesma, com essa sintonia de saúde mental saúde física e a gente está aqui vendo o quanto isso é importante também para a fertilidade então obrigada por compartilhar tudo isso, a sua história e eu queria que você deixasse aí os seus contatos porque é sedutor fazer Velocity Corp E aí
E aí como que as pessoas vão te achar? Fala um pouco aí de onde estão localizadas as academias e como elas podem te achar. Muito obrigado pelo convite, Adriana. Foi um prazer estar aqui com você. Essa questão da saúde feminina de forma mais ampla é uma missão pessoal minha. Estou muito feliz por ter esse papo. Quem quiser visitar as nossas unidades, a gente hoje opera três unidades. Uma fica no bairro de Genópolis, próximo à FAP.
Uma aqui na Vila Olímpia, na Rua do Rócio, e uma outra no Shopping Parque da Cidade, ali na Chácara de Santo Antônio, próximo ao Shopping Morumbi. E pode achar a gente nas redes sociais, é velocitycore.sp e o nome do bairro, .ginópolis, .vilaolimpia ou .shoppingparque da cidade, tá bom? Obrigado pela oportunidade de estar aqui com vocês.
E foi a Velocity, uma das unidades na Rua do Roça, exatamente aqui na Rua da Clínica. Então a gente trabalha aqui pertinho. E tem um lado corporativo aqui na Vila Olímpia que possibilita a gente trabalhar, fazer atividade física, então é um lugar estratégico.
Gente, muito obrigada por vocês estarem nos ouvindo. Eu espero que esse episódio suscite alguma vontade de movimento, de mexer tanto na questão da saúde física, na saúde mental e também para vocês refletirem sobre essa questão da fertilidade. Não tem botox para o ovário, mas tem congelamento de óvulos. Um beijo e até o próximo episódio.
Velocity Kore
serviços de saúde e fertilidade