Sobre tentar comprar cuecas de celebridades
O Gui esteve mal e, por isso, este episódio começa com um pedido de desculpas. Depois falamos da luta do Carlos Costa, de não saber ver shows ao vivo e de tentarem comprar cuecas usadas ao Guilherme.
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Terapia de Casal é o podcast que pode acabar com o casamento do Guilherme Fonseca e da Rita da Nova.
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Música de Vitor Carraca Teixeira.
Direcção Criativa de Mafalda Beirão.
Fotografia de Márcia Soares.
Rebranding de Mariana Cardoso.
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- Erros Comuns no Combate à Fome EmocionalErro no casamento · Comer restos de comida · Gaslighting
- Reabilitacao FisicaMassa comum · Agachamentos · Teragun · Fisiocrame
- Coleta de LixoSacos de roupa suja · Sacos de mercearia · Cocós de gatos
Eu quero começar por pedir desculpa à minha mulher. Num casamento há alturas em que nós temos que assumir que estamos errados. Num casamento há alturas em que nós temos de abrir o coração, estender as mãos, palma para cima, sinal de abertura ao mundo e aos nossos erros, e dizer, eu estive mal, eu errei. Há a noção de que a pior coisa que um marido ou uma mulher podem fazer num casamento é comer por fora?
Na verdade, eu acho que é mais grave ainda o que eu fiz, que foi comer cá dentro. A minha mulher tinha deixado um resto de massa para comer ao seu almoço do dia seguinte.
E eu comi essa massa ao jantar, comendo os restos que eram para a minha mulher que ela tinha posto de parte para o seu almoço do dia seguinte. Eu, enquanto marido, enquanto pessoa e enquanto ser humano, queria pedir desculpa à minha mulher, porque quando erramos, também temos que saber dizer que erramos.
Eu aceito as tuas desculpas, mas a dor persiste. Não é um pedido de desculpas que vai abrandar a minha dor. Também é assim, eu percebo, é um erro com o qual eu vou ter que viver, vamos ter que os dois aprender a viver. Não é uma coisa que se esqueça, eu sei que é uma marca profunda que fica. Porque sempre que eu vou perto do frigorífico eu lembro-me. E está aqui.
Eu percebo perfeitamente. Eu percebo perfeitamente. Pode até manchar e marcar a nossa dinâmica enquanto casal. E eu tenho perfeita noção do que eu fiz. As coisas não vão voltar a ser como eram, Guilherme. Eu tenho perfeita noção disso e tenho principalmente perfeita noção da gravidade do que eu fiz. E por isso este podcast começa com um pedido de desculpas, como eu acho que nunca aconteceu neste podcast. Em seis anos de podcast. Sete anos praticamente de podcast. E é por isso que eu abro o meu coração...
abro o meu amor por ti e peço desculpa está desculpado podes seguir em frente com a tua vida agora eu vou tentar também seguir em frente com a minha não vai ser fácil o meu amor olha, são erros atrás de erros
Não fechou a janela. Ah, mas fechar a janela é dos dois. Não, fechou a janela. Sabes o que é? Olha, vou-te já dizer esta. Pronto, agora já acabou. Olá, bem-vindos a um episódio de Pizarro Pia de Casal. O meu nome é Guilherme Fonseca e comigo está a minha mulher Rita da Nova. Também te vou já dizer, tu és daquele tipo de pessoas.
Eu tinha professores assim. Tu és daquele tipo de pessoas que uma pessoa erra, assume que erra, pede desculpa. Mas, a partir daí, qualquer coisinha que uma pessoa faça errada, a generala começa a dizer pois, olha, mais um erro. Pronto, cá está, mais um erro. Isto é inacreditável. E de repente é um clima de suspeição e depressão.
É? É. Que não dá para viver assim. Então vai-te embora. Eu vou comer massa para o outro lado. Então vai comer a minha massa para o outro lado. A massa que eu pedi especificamente para tu não comeres. Pá. Esquece, falta outra essa. Mas é que na minha cabeça, eu provavelmente não ouvi bem. Na minha cabeça eu pensei, ah, ela falou daquela massa, então pronto, é para eu jantar aquela massa. Eu provavelmente não ouvi bem, pá. É Gaslighting 101.
porque gaslighting... Eu provavelmente... Eu já pedi desculpa, eu disse que eu estive mal. Onde é que está o gaslighting? Para mim é essa maneira de dizer, não é eu provavelmente, é eu não ouvi bem, ponto. Pois, eu não ouvi bem, mas eu já assumi tudo. O que é que eu assumo a mais? Mais nada, estou muito doente, não me chateies. Eu estou a pedir desculpa, isso é chatear. Isso é chatear? Isto é chatear? Então olha, a culpa também é tua. Pronto, está bem. De não ter comida massa. Pronto. Claro, claro.
isto é que é chatear olha, eu queria fazer duas atualizações da semana passada porque eu acho que nós fazemos pouco follow-up nos nossos episódios e nos episódios anteriores para estes e eu queria fazer pouco follow-up, sim, às vezes levantamos temas tipo, nunca mais falámos de quem nos está a roubar a internet, por exemplo
E as pessoas que ouvem isto com regularidade ficaram a pensar, continuam a ser roubados, não são roubados? E nós, na verdade, a investigação ainda não chegou a uma conclusão. Por isso é que não há atualizações. É tipo um bocado tipo camarada. Mas em relação a como é que eu estou, eu vou dizer-te que eu estou pior das costas. Estou bastante pior das costas.
sendo que durante a semana eu chamei um super fisioterapeuta que veio cá a casa, me explicou exatamente o que é que isto era, me fez uma massagem que incluía não é uma massagem, porque na verdade aquilo não estou a ser massajado, mas tipo ele teve-me a tirar o nó e teve-me é uma massagem, é uma coisa, é uma parte das costas que se chama massa comum, que são muitos ligamentos, é massa comum é, alguém toda a gente come, é assim um tachão muito grande de massa e a malta vai lá é quase ao pé do rabo abismo
É imediatamente por cima do rabo. É onde as costas perdem o nome, como dizia a minha avó. Exatamente, perdem o nome. Porque repara, nem tem nome, é uma massa comum. E pela maneira como eu fiz agachamentos, com o peso no meio das pernas e não de lado, essa zona do fundo das costas serve de guindaste, quando tu levantas. E eu fiz mais pressão e o músculo inflamou. Pronto. E ele veio cá a casa e fez duas coisas muito giras. Primeiro com uma espécie de uma super soqueira.
Que é assim uma soqueira, mas não é de dar murros, porque tem assim uma espécie de uma faixa de metal à frente. Ele esteve a esfregar e a pôr no ponto a separar o músculo e não sei o quê. Mas é o sonho da minha vida. Mas eu já te disse que um dia tu tens de chamá-lo só para ele te amassar um bocado as costas. Na tua massa comum e na massa incomum. E depois esteve com uma super pistola, uma coisa chamada Teragun. Teve imenso tempo lá embaixo a mexer, a mexer, a mexer. A verdade é que ele também me mandou fazer duas coisas que eu não fiz.
Foi pôr fisiocrame que nós tínhamos em casa e depois fomos ver e o prazo de validade daquele fisiocrame que estava na tua mozinha de cabeceira tinha acabado há 4 anos e portanto Não, era de 2023 3 anos 3 anos E outra coisa que ele mandou fazer foi ele disse, saco de água quente serve mas não é o ideal é pôr assim umas coisas de sementes no fundo das costas uma coisa de sementes que fica quente Hoje
E eu ainda não tive a oportunidade de ir comprar para pôr essas duas coisas. Mas na verdade é que ontem à noite eu tive dores inacreditáveis ao levantar-me da cama no fundo das costas. Mas ele também me avisou que ia ficar um bocadinho pior primeiro. Ele avisou, ele avisou. Mas agora estou bastante mal. Ou seja, estou com muitas dores nas costas. O ponto positivo é que ele explicou que isto não é ciática e que em princípio...
Lá vai a minha teoria para a água abaixo. Lá vai a tua teoria de eu ser um velho. Mas pronto, como é que eu estou? Estou ainda com dois nas costas. Pronto. E não sei o quê. O outro follow-up que eu gostava de fazer é, depois do último episódio, eu recebi, epá, não te vou mentir, 15.
Fotos de sacos na... Fotos de sacos na corda. Na corda. Também recebeste? Algumas, não muitas, porque as pessoas sabem que eu estou do lado delas. Pois, toda a gente dizia Tim-me Rita, Tim-me Rita, ai a Rita é que sabe, a Rita é que percebe. Mas repara, eu por um lado já começo a entender, porque há pessoas que dizem, olha, este é o saco de levar a roupa suja do ginásio e então quando eu saio do ginásio com a roupa suja trago neste saco e depois passo por água e ponho uma secada lá fora que é para eu poder voltar a usar e não sei o quê.
Excelente! São os justiceiros de... do ambiente e eu estou muito feliz pelas pessoas e estou a fazer mais pelo ambiente do que eu.
mas houve uma pessoa que me mandou uma foto que era um daqueles sacos de mercearia da fruta sim mas aqueles pequeninos e eles disseram, há limites ou não? agora qualquer saco de plástico pode ir para ali? claro então vou começar a reciclar também os dos cocós dos gatos olha, se conseguisses era uma boa apanho os cocós dos gatos, atira e depois passo por água atiras para onde? para o lixo? não, porque aí depois se caixa a cheirar mal ah, então então o quê?
Pois, então nada. Não sei para onde é que eu ia com isto. É que eu sinto-me muito lenta, que eu estou muito constipada, mas estava a pensar, este racismo do Guilherme não faz sentido ou sou eu que não estou a perceber? Não, não, não faz sentido. Não faz sentido, não faz sentido. Não faz sentido, não faz sentido. Mas pronto. Tenho um... Diz. Não, não é isto. Estava aqui a fechar o tema. Tenho uma coisa para trazer aqui à Alissa, com a qual fui confrontada esta sexta-feira, quando fui ver o teu espetáculo em Almada.
Um espetáculo que... Correu muito bem. Pronto. Está esgotado, correu muito bem, foste muito lindo. E os primos e as mulheres dos primos adoram-te. Eu gosto muito deles. Mas é mesmo uma cena tipo... Grande ligação, grande avisar. Eu gosto muito deles. Eu vou lançar umas músicas com eles. Tu dizes fazer qualquer coisa com os primos. Porque eles adoram-te, as mulheres deles adoram-te. Há mesmo uma cena fixa entre vocês. O Yuri começou imediatamente a falar de livros contigo.
Eu gosto muito deles. O único problema na sexta-feira era que eu já estava a ficar muito doente e então não fiquei depois para conversar. Desculpas, a minha mulher, para não ser social, vai ser trabalho. Não, não, não, é verdade, até me apetecia, mas estava mesmo muito mal. Bem, mas qual é que eu me confrontei quando tu viva o teu espetáculo e fez-me ter aqui uma reflexão mais profunda e maior sobre este tema de quando as pessoas vão ver espetáculos.
Ok. Que é? Espera, estou nervoso. Não, não tem nada a ver contigo. Ah. Que é? Quando te calha uma pessoa à frente que não para de mexer a cabeça.
Ah, entendo. Aconteceu-me isso, estava um rapaz à minha frente que ora se encostava à direita e eu ficava a ver pela esquerda porque sou mais baixa que ele ora ele, assim que se encostava à direita virava-se para a esquerda e não sei o quê e mano, passou o tempo todo quando eu digo todo eu não consegui ver o teu espetáculo sentado à direita durante mais de 30 segundos
Eu tive sempre de andar A ir para o lado oposto dele Para conseguir estar a ver alguma coisa para o palco Ou seja, ele estava a balançar Balançava-se Depois rodava o pescoço Estava com dores Sabes que eu, na situação em que eu me encontro Neste exato segundo de falar a este microfone Eu percebo perfeitamente Porque eu também estou completamente a rascar no fundo das costas Pois, pois Então o que é que ele faz? Levanta-se, vai para a parede Encosta-se só à parede do teatro Está quietinho Hoje eu vou fazia-se
está quietinho depois fiz o exercício de estar a olhar as pessoas todas que estavam à nossa volta todas estavam sentadas quietas e aquele marmanjo esteve o tempo todo todo a mexer com a cabeça e pá, eu não estava a conseguir eu estive quase quase para lhe pedir para ele parar devias pôr as mãos nos ombros sabes, assim atrás dele pôr a mão em cada ombro e pará-lo abismo
O único problema é que eu só não lhe pedi para ele estar quieto, porque podia haver a possibilidade de ele saber que eu era a tua mulher e ficar meio coiso. E eu não queria. Ah, ou seja, ok. Porque ali há a possibilidade de seres reconhecida, não é? Sim. Não queria ser essa pessoa chata, mas a verdade dele é que estava a ser o chato. Pois. Isso às vezes acontece muito, mas em concertos em pé. Sabes quando estás a ver um concerto em pé lá embaixo da plateia e tens pessoas à frente...
que se mexem e vão ajeitando a cabeça para ver da pessoa da frente e tu tens que ajeitar a tua cabeça para ver... É um dominó. É um dominó. Só que neste caso não havia mais ninguém que se estivesse a mexer. Pois. E as cadeiras do teatro? Nós fizemos na Academia Almadense. Sim. Fizemos também o Terapia, mas eu fiz o meu espetáculo lá. Que é uma sala que eu gosto muito, mas que tem as cadeiras enviesadas. Tem, mas... Ou seja, tu não estavas entre duas cabeças? Não. Eu estava na ponta.
Portanto, eu estava na ponta. Ah, o enviesado, mas tu tens que desviar no ângulo do palco. Eu estava na coxia e ele na coxia estava, não é? Estava à minha frente. E houve alturas, não estou a brincar, houve alturas em que eu estive a ver o teu espetáculo toda encostada à esquerda, portanto, para a coxia, para o lado onde passa o público, para fora. Para te estar a conseguir ver. Coitadinha, era assim para me ver a mim, que ninguém merece. Não, era mais por causa do João Miguel Costa, na verdade. Claro. Mas pronto.
Eu percebo perfeitamente. É uma questão de... São mesmo pessoas que não têm noção de que a maneira como estão sentadas impacta as outras. E depois eu só estava a pensar, eu estou a ser esta pessoa da frente para as pessoas de trás.
Então, até por mim, a exagerar a maneira como me estava a movimentar, que era para as pessoas perceberem que eu não me estava a movimentar por querido. Então, bufava, fazia... E virava-me, só para as pessoas perceberem... A culpa não é minha, eu não estou a fazer isso por mim. Eu estou a fazer isso por causa deste gajo que está aqui. Já preciso, já preciso. Ah, e que esteve, entretanto, parte do espetáculo mexendo o telemóvel.
Pois, eu essa vou dizer uma coisa. Eu acho que essa não há desculpa. O João Miguel Costa faz 12 a 15 minutos. Eu faço 1h10 a 1h15. É 1h30 da tua vida que tu não podes estar se mexendo a puta do telefone. É que nem sequer havia um jogo importante. Não havia nada. Era só um dia. Não, andava só a fazer scroll. E depois respondia umas mensagens e scroll. E se o gajo estava com a mesma quantidade de dois nas costas que eu tenho neste momento? Inep da cu.
Eu acho que não estava. A tentar marcar uma consulta. Eu acho que não estava. Eu acho que não estava. Eu acho que não estava até porque era mais... É aquele género de pessoas que também me irritam um bocadinho que é que não conseguem estar um bocadinho quietas. Pois. Um bocadinho. Tente-se estar a mexer e tenta estar a esticar as pernas e tenta estar não sei o quê e tenta... Epá, estamos todos em sociedade.
Se estivéssemos todos a esticar as pernas e a rodar o braço e não sei o que, estamos todos a bater uns nos outros. Exatamente. Que era o que me estava a dar vontade de lhe fazer, na verdade. Exatamente, exatamente. Eu não sei se esta raiva não está a curar a tua constipação. Está um bocadinho. Está um bocadinho. Não estás a desentupir? Acho que estou. À base da reivindicação? Estou um bocadinho. Pronto, era isto que eu queria dizer.
Sim, senhor. Eu gostava de trazer um tema sensível para aqui. Olha, olha, olha, olha.
Desculpa aí, a espectração. Eu gostaria de trazer um tema sensível para aqui, que é o seguinte. Eu, atenção, vou fazer um preâmbulo para falar deste tema. Porque eu não vou fazer king shame. Em nenhum momento eu vou gozar com a pessoa. Porque, respect, pela coragem, pela frontalidade, pela destreza, eu não vou fazer king shame desta pessoa. Mas, e sem dizer o nome da pessoa, porque a pessoa tem o direito de permanecer anónima, houve uma pessoa...
que me contactou diretamente para me comprar cuecas.
É verdade. Eu acho que é preciso falar disto, porque isto é um grande tema, nunca me tinha acontecido, eu estou-me sempre a queixar que quando nós pedimos estávamos divorciados ninguém se fez a mim e não sei o que, não sei o que mais. E houve uma pessoa que diretamente me mandou uma mensagem a dizer assim, posso fazer um pedido estranho? E eu, como assim? Eu queria comprar uma coisa tua, e eu, mas comprar uma coisa minha? Não tenho nada a vender, não sou ouvinta do que é que está a acontecer.
Não, é que eu gostava de comprar uma peça de roupa tua íntima para mim. E eu disse, não, muito obrigado, não tenho qualquer interesse. E a nossa vida avançou. Mas a minha pergunta é...
Isto costuma acontecer. Olha, a mim nunca me aconteceu. Olha, tu estás-te a meter num buraco, eu vou dizer uma coisa. Tu sabes quantas mensagens vais receber agora. A mim nunca me aconteceu, mas também, vou já explicar, que é, há muitas mensagens que eu recebo, agora o Instagram só te permite, quando a pessoa não te segue de volta, só te permite mandar uma mensagem. Portanto, há muitas mensagens que eu recebo que é tipo, Olá! E eu como nunca respondo.
Ah, nunca estás falou a potema. Nunca não falou a potema. Pois, pois, pois, eu percebo. Eu percebo, eu percebo. Portanto, eu não sei que negócio isso estou a perder.
É assim, também te vou dizer uma coisa. Quem dobra a roupa interior depois de tirar da corda, normalmente sou eu. Portanto, se alguém me quiser comprar... Normalmente sou eu? Pois, às vezes. Ah pá, às vezes. Há uma diferença entre o normalmente, que é uma tarefa que é sempre tua, e às vezes quando calha. Eu vou dizer uma coisa. Se me mandarem mensagens a mim a perguntar se podem comprar cuecas tuas, eu vou começar a vender nas tuas costas.
Daqui a dois meses... Não tem cuecas. Tu vais dizer assim, Oh Guilherme, como é que eu tenho só de teres de parte de cuecas lavadas? O que eu acho interessante é...
E provavelmente esta pessoa, se tu lhe vendesse um par de cuecas, ela devolvia. No estado de rotas em que estou as tuas cuecas todas, esta pessoa devolvia. Esta pessoa dizia assim, opá Guilherme, eu queria muito, desculpa ter-te chateado, dá para devolveres o dinheiro. Eu mato as cuecas devolvendo. Pois, olha, não era o que eu estava à espera. Não era... Não sou um cliente satisfeito. Exatamente, depois dava review. O produto não correspondeu às minhas expectativas.
É que, primeiro, há de haver uma diferença de valor entre usado e não usado, não é? Ou seja, quando me pedem para comprar umas cuecas minhas...
Tu não vais dar umas não usadas, isto não é o que a pessoa quer, senão ela vai em ti, me e compra. Usadas no sentido de lavadas. Porque imagina que são minhas, eu já usei, são cocas que eu ando a usar há dois anos mas estão lavadas. A pessoa tem interesse nisso. É que depois eu não quis também entrar em conversa, não é? Porque senão ia parecer que eu estava interessada em vender e eu não estava. Pois, se calhar tens de fazer uma tabela de preços.
Pois é que tem que ser. Sabe aquela coisa da altura do Sol do Zar que era mão naquilo, mão na mão, mão não sei o que. Exatamente, aquilo naquilo. Cueca lavada, x. Cueca usada durante um dia, x. Cueca usada durante mais do que um dia. Um fim de semana em que sábado não tomei banho.
A pessoa também já ouve este podcast provavelmente e também já sabe que tu às vezes reutilizas cuecas. Portanto, se calhar ele quer uma dessas reutilizadas. Cada vez mais raro, também vou dizer. Bem, Gandaflex, cada vez mais raro. Não, tudo. Nunca mais vi-se. Não, eu sou uma pessoa que está a melhorar e que está a crescer dentro dos seus erros. Ah, isso hoje é sobre o Guilherme que é um ser de luz. Eu assumo os meus erros. Que erros é que tu já assumis hoje?
Nenhum. Mas também não errei. Não vou assumir uma coisa que não aconteceu. Mas, Pato, eu não sabia que havia este mercado. E quando a pessoa diz uma peça de roupa íntima, pode ser uma meia. Ou não? A pessoa não quer uma meia? É uma cuequinha. É uma boxer. De certeza? É que ele disse uma peça de roupa íntima. Eu estou a assumir que é cuecas. Eu quero uma cueca.
É uma cuequinha. E as pessoas têm fetiches por pés, não pode ser uma meia. Mas se fosse isso, ele pedia-te fotos dos pés. Não pedia uma meia. Não, ele não pediu fotos de nada. Ele pediu só uma peça de roupa. Eu queria-te comprar uma peça de roupa íntima.
Pá, que é uma cena espetacular. Depois eu penso também, o que é que a pessoa faz com aquilo? O que é que vai fazer? O que é que tu achas que vai fazer? Vai-se esfregar todo para dentro daquilo. Sim, eu sei que é isso, mas e depois? Deita fora? Lava? Não, tem uma coleção. Tem lá um do César Mourão, tem uma do Hermann, tem uma do Julis Hidro. E depois tem que levar-me para você acabar. Certo, certo. Faz essa coleção, mas depois lava. E guarda na coleção. Não, é assim, eu acho que se lavar...
Bem, onde nós fomos agora. Onde nós estamos a ir. Mas estou a durar este caminho. Se lavar, também está a tirar a parte da pessoa que vendeu. Não podes lavar, não é? Lavar seco? Pois, não sei. Se calhar nunca lava. É para que nojo. Que nojo. Pois eu não sei bem. Eu não sei bem. Eu não sei bem. Mas eu vi uma senhora do OnlyFans que vendia garrafinhas com pei dos seus.
Olha, tu podias vender. Ela peidava-se para dentro de umas garrafinhas e depois punhasse uma tampinha e vendia. E vendia por um bom dinheiro, atenção. E é assim, se esta pessoa ou outras quiserem peides em garrafados meus, eu não sei se isto não dá aqui um negócio. Está, está.
Tu já produzes naturalmente? É pá, assim, está-se a gastar. Está-se a gastar. É peitos que estão aí para o lixo e que eu podia estar a rentabilizar. Depois um dia vamos chegar ao banco e vamos dizer assim, olha, queríamos abater isto no valor da casa. E eles, ah, mas como é que fez este dinheiro? Nem vai acreditar. Eu engarrafo os meus peitos. Eu comi umas couves. Comi couves de Bruxelas, que estavam muito boas. Salteei, cozi depois salteei.
E depois peidei-me para umas garrafinhas que eu comprei. E vendi. Para um vasilhão, puse uma tampinha e vendi. E olha, e agora...
ainda teve aquela lei agora da embalagem. Não mandaram a embalagem para trás. Com o B de volta. Abre, encheira o peido e devolvem a embalagem. Nada-se perto, tudo se transforma. Sim, então depois pus na corda a secar. Com uma mola. Tenho uma coisa para te perguntar. Manda vir. Tens mais de lá alguma coisa para falar? Eu tinha mais um tema, mas posso ficar para a semana. Que é? Tu estás a par.
das... isto é agora o meu momento TikTok barra Instagram. Tu estás a par dos TikToks que o Carlos Costa está a fazer. Se eu estou a par dos TikToks que o Carlos Costa está a fazer Carlos Costa... Que não é o ex-governador do Banco de Portugal. Não. É o cantor. Sim, senhor. Não estou de todo a par. Pronto. Ele começou a fazer uns TikToks em inteligência artificial. Ok.
a dizer que tinha coisas a dizer sobre a TVI. Que a TVI o obrigou, que injetava cortisona para ele atuar, e que ele atuava doente, e não sei o quê, mas os vídeos são todos em AI. Não, vais ter que mostrar isso imediatamente.
E eu espero que as pessoas, enquanto estão a ouvir este podcast, também estejam à procura. Mas define AI, tipo em bonecos? Não, em imagem dele, mas... Espera, já vais ver. Com pessoas da TVI com seringas a injetar. Carlos Costa TVI. Carlos Costa TVI. Carlos Costa TVI. Eu nem sabia que o Carlos Costa ainda era uma figura. Ou seja, ele tinha desaparecido. Exatamente. Isto chama-se Phoenix. Ah, porque ele está a renascer. Exatamente. Claro. Deixa eu ver se eu encontro.
Bem, não vou pôr o primeiro que eu vi, porque não estou a conseguir chegar lá. Ok, mas há mais. É uma cena. É. Ah não, espera, esta não é? Não. Pois. De repente não há. Foi apagado pela TV. Olha, tu queres ver que ele apagou? Apagou mesmo? Eu só vejo estes TikToks aqui. E não há aí nada de... Ih, ele apagou. Espera aí, eu mandei às minhas amigas, espera aí.
Pois, pois. Este momento está a ficar um bocadinho mortiço. Desculpem, desculpem. Está como eu. Mas pronto. Ah, foi no Instagram, desculpem. Aqui está. A inteligência artificial deu-me agora uma arma. O poder de reescrever o passado. De animar os meus fantasmas a mostrar o que realmente aconteceu atrás do que era a inteligência artificial.
Tornei-me celebridade quando ridicularizar pessoas como eu era o ganha-pão das televisões. Era normal. Eu era jovem e não mandava em rigorosamente nada. Aceitei ser o palhaço na esperança que me deixasse de sentir muito cantar. Mas a máquina, a máquina só criou o espetáculo da minha humilhação.
Foi maquilhado a dormir, injetado com cortisona para render como um animal de carne. Subiu ao palco com 39 graus de febre. Muitas das vezes sem qualquer direção musical. Eu sinto-me assim hoje. Hoje estive de subir ao palco com 39 graus de febre. Vou dizer uma coisa. Primeiro isto é tudo em AI e claramente ele só prestou porque está a adorar ver-se em AI. Ele está a adorar. E segundo, há aqui vibes de Erika Kirk. E há? Há mesmo vibes de Erika Kirk aqui.
mercadoria foi o desconforto que vendia revistas hoje já não negocio a minha dignidade negocio? se estas verdades incomodam é porque vocês sempre souberam como faziam nos bastidores dizem que já não há lugar para mim na televisão ok, eu aceito
A minha televisão começa e passa a ser aqui. E aqui ninguém desliga o microfone. Não querem ouvir o cantor? Preparem-se para ver a alma de quem sobreviveu ao sistema. Isto não é um desabafo. Eu não sou nenhuma vítima. A sério que ele acaba dizendo eu não sou nenhuma vítima depois de tudo o que disse neste vídeo? Ter sido obrigada a trabalhar como um animal de carga? Sim. Injetaram-lhe cortisono e maquiaram-no a dormir.
Maquilhar ou não a dormir? Claro. Eu adoro que ele ponha-se com uma coroa. Ele diz, põe-me aí com uma coroa.
Isto é o início da contagem crescente. Espera. Porquê que ele está com uma... Com prostituto escrita sangue na testa? Porque ele foi a máquina da verdade. A máquina da verdade. E aí, pá, eu não estava... Rita, isto tem que ser uma rubrica dentro do nosso podcast. Tu tens que falar mais vezes de coisas deste género. Eu não estou por dentro disto, pá. O arquivo está aberto e ele não perdoa. É bom que estejam preparados para o que aí vem.
Ah, e o que aí vem, agora ele vai chivar-se de mais coisas no Instagram, é isso? Pelos vistos, agora também não acompanhei mais, mas... Sendo que eu vou-te dizer uma coisa as páginas que estão a fazer collab é Carlos Costa Music e Carlos Costa Business Porque o Carlos Costa agora é consultor imobiliário
Ah, cá está, empresário e gestor de negócio, comunicação, mídia, estratégia, imbiliário, luxo, real estate. Acompanhamento. Mas não é de luxo, porque se fosse aquilo da máquina da verdade, tinha razão. É só acompanhamento. Mas ele pirou. Pois. Máquinas não falam a minha verdade. Sique o que não tive tempo de dizer. Ou seja... Isso é agora...
Foi uma entrevista à Júlia na SIC, a casa onde comecei. Pois, isto agora já não é tão interessante. Isto já não é AI. Sabes porquê que isto também me lembra a Erika Kirk? Porque ele anda com uma cruz gigante ao peito. E ele está sempre aos berros e chateado. Mas eu achei que ias gostar de ver...
Este vídeo em inteligência artificial de eu vou contar toda a verdade do que me fizeram na TVI.
Ia, alguém tem que dizer eu fui maquilhado a dormir a dormir e injetado com cortisona quem dera quando ia à maquilhagem na SIC poder dormir enquanto maquilhavam diziam sempre, agora olho para cima agora abro a hora a boca agora olho mais para ali, que chatice eu odiava ser maquilhado e depois, também acontecia no fim do programa toda a gente queria ficar com a maquilhagem a Carolina Torres uma mulher que vai à televisão então não fica
E elas eram maquilhadas todos os dias, ficavam com a maquilhagem. E eu acabava o programa e ia imediatamente tirar aquela merda. Tipo, era desconfortável. Senti-me com um camadão de pó na cara. Sabia que ias apreciar este vídeo do Carlos Costa e sabia que... Rita, adorei esta atualização na vida de Carlos Costa. Trouxe aqui para te presentear. Eu não fazia ideia desta parceria de Carlos Costa com o AI para defender a sua verdade que ele foi um burro de carga.
E foi injetado com cortisona. E depois tem imagens suas. E subiu ao palco com 39 graus de febre. Também há essa. Também há essa. Imagens suas com uma coroa. Muito bem. Desculpa, eu estou a fungar imenso, mas é a única forma de sobreviver aqui. Rita. Vamos em um e-mail. Vamos ao e-mail da Zoom. Sim. Ou do Zoom. Por acaso já não lembro. É a Zoom, acho que foi. É a Zoom? Acho que é. É a Zoom. Podes ler tu. Bem, vou tentar. Só que eu tenho que me levantar.
Ah, quer dizer, bem, este podcast já teve melhores dias. Um está mal das costas tendo-se levantar, a outra não consegue falar sem fungar, enfim. Mas eu estou aqui, eu estou aqui, eu não me fui embora. Queridos terapeutas, estou numa relação há pouco mais de um ano e nos últimos oito meses tem sido à distância. Eu sei, not the smartest move, mas os dois temos demasiados planos para ficar quietos. Durante esse tempo... Espera aí, mas nós os dois também temos imensos planos para ficar quietos.
Aliás, os nossos planos, na nossa relação, 90% é ficar quietos. Não, tem demasiados planos para ficarem quietos.
Ah, não, pois. Então a intuação é diferente no caso da nossa relação, Rita. Porque o nosso objetivo é sempre ficar quietos. Os plantos são para ficar quietos. E estes têm demasiados para ficarem quietos. Exatamente. Durante esse tempo, 3 dos 8 meses estivemos no mesmo país, em cidades diferentes. Mas sempre nos conseguíamos ver aos fins de semana.
Nós os dois somos pessoas que têm um bocado de aversão a ficar em casa. Olha, exatamente o oposto. E isso até foi uma das coisas que nos aproximaram mais. Todos os planos que tínhamos e uma inquietação que irrita muita gente. Nem a lavar os dentes estamos quietos no mesmo sítio. Olha, se calhar eram eles que estavam sentados à minha frente no teu espetáculo. É possível. No entanto... Eu também não lavo os dentes à frente do espelho.
Chateia-me. Eu percebo esse lado. No entanto, tenho sentido ultimamente que só sou priorizada se de facto houver alguma atividade.
Nos três meses que estivemos no mesmo país, sentia que todos os trabalhos que ele tinha que fazer eram guardados para o fim de semana, o único bocado que tínhamos juntos, porque durante a semana havia sempre planos com os amigos. Tentei compreender porque ele estava em Erasmus e eu queria mesmo que ele aproveitasse, mas no entanto, ao fim de três meses foi um bocado demais. Falámos sobre isso e ele pareceu compreender o meu lado.
No entanto, agora, como estamos em países diferentes, a única coisa que podemos fazer são videochamadas. E eu sei que videochamadas são super aborrecidas e fazer outras coisas é bem melhor e mais interessante, mas é literalmente a única coisa que podemos fazer em casal. Problema, todos os dias ele tem uma atividade qualquer com os amigos e só conseguimos encontrar-nos se por acaso ele tiver uma noite livre.
Eu não tenho tido grande vida aqui, porque não fiz grandes amigos no estrangeiro, e estou um bocado mais livre, mas acho que numa semana inteira fazer tempo para toda a gente, menos para mim, é um bocado demais ou não? Estou a ser muito exigente? É compreensível que ele dê prioridade à vida offline? Ou é natural que me esteja a sentir empurrada para o segundo plano, considerando que por enquanto só temos o online? Importante referir que temos os dois 25 anos e vamos começar a trabalhar este ano.
Falamos em viver juntos e daqui uma semana vamos voltar a estar no mesmo país. Por isso...
mas por isso mesmo não quero ignorar um assunto quando as coisas voltarem a parecer normais porque vamos poder fazer atividades juntos acho que só haver um problema vai acabar por ser empurrado para debaixo do tapete até uma próxima vez que seja mais desafiante estarmos juntos e não quero deixar isto a parar sobre a minha cabeça por favor ajudem, porque tenho medo de estar a ser demasiado exigente e a criar problemas onde elas não existem
O meu namorado é a pessoa mais querida de sempre e custa mesmo estar a criar problemas, mas acho que está aqui qualquer coisa que não está a resultar bem. Adoro o vosso podcast e aqui ficam fotos da cadela dos meus pais que eu amo e, portanto, é a minha na realidade. E é muito linda. Olha lá. Não querida.
Olha, tem um ar patusco, sim senhor. Patusco, eu adoro a expressão patusco. Eu também gosto muito da expressão patusco. Tem que se usar mais, pá. Eu queria só começar por dizer uma coisa. Não é pelo namorado ser a pessoa mais querida do mundo que não há problemas na relação. Claro. Eu acho que isso é... Porque muitas vezes as pessoas confundem terem namorados ou mal-dispostos ou agressivos ou chatos com isso ser problemas na relação. É possível haver problemas na relação com uma pessoa...
Super querida, bondosa e dedicada. Tipo, uma coisa não tem nada a ver com a outra. Não há uma ligação direta entre os dois temas. Em relação a andarem sempre a mil e ela sentir que nunca têm tempo para os dois e que ou está incluída nos planos ou não estão os dois um com o outro. Eu acho que ela não se sente... Sente que não há um espaço para ela na vida do namorado. Sim. Agora... Vai, vai. Deixem-me dar uma coisa. Não, não, não.
eu não sei se isto não vai acabar quando ela falar com ele porque? porque eu tenho um feeling não sei explicar mas acho que parte do motivo pelo qual este rapaz se interessou por ela foi esta ideia de não precisamos estar juntos não precisamos pois e acho que acho que é importantíssimo ela falar mas não sei se ele não se vai sentir pressionado quando ela falar mas acho importante ela falar não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se ele não sei se
Não, não, eu acho que é essencial ela falar, acho que ela tem que ir falar com ele. Aliás, é sempre o que nós dizemos neste podcast e é sempre o que nós defendemos que é, se há uma questão, falem. É sempre mais importante do que estarem a meter para dentro e não falarem, portanto falem. E eu acho que vai haver um choque aqui.
Mas ela sente necessidade de tempo para ela e de espaço para ela. E se o namorado não tem, não quer ou não arranja, e se é um problema para ela, ela tem que dizer. E a mim faz-me um bocado de confusão as relações que funcionam assim. Porque tu és só uma espécie de amigo que faz parte do grupo e que vai nos planos. E uma namorada, ou um namorado neste caso, não é isso. É uma pessoa que faz parte do teu... E aí
Do círculo mais... Mais íntimo. Mais íntimo, tipo de dentro. E não quer dizer que tu não tenhas... Reparem, com isto eu não quero dizer que uma namorada ou namorado são mais importantes do que amigos. Não tem nada a ver com isso. Mas da mesma maneira que às vezes uma pessoa tem que estar só com a sua família ou só com um amigo...
Numa relação, tu também tens que arranjar tempo para estar só com aquela pessoa. Porque o que tu gostas é daquela pessoa e de tempo com aquela pessoa. Se aquela pessoa é só mais uma numa maralha, então não estás bem numa relação amorosa. Coloca se arranja tempo, se der ou não. É um amigo com quem tu fazes cheques de vez em quando. Sim, e entretanto, ele parece conseguir arranjar tempo para tudo. Portanto, tem de arranjar tempo para ela.
Sim, sim. Se é só uma questão de gestão de tempo, então é porque tu não és uma prioridade. Exato.
Porque há outras coisas que estão a ser uma prioridade. Eu acho que é legítimo ela sentir que não está a ser uma prioridade. Exatamente. Agora, tem mesmo de falar e tentar ao máximo que ele perceba que isto não é... Ou seja, que isto é sobre a maneira como ela se sente. Sem dúvida nenhuma. E outra coisa que eu também acho importante, que é... Ah, porque no início ela disse que também era assim e agora sente-se diferente e agora quer estar...
não tem mal nenhum as pessoas mudarem de opinião. Claro. Tu no início tens dito uma coisa na relação e agora queres outra. Não é porque estás errada ou porque mudaste ou porque estás pior. É normal as coisas evoluírem e tu sentis coisas diferentes. É completamente normal. E quereres coisas diferentes daquela relação. Como é óbvio. Imaginem, é perfeitamente aceitável ou normal. Não é o caso. Atenção, não é o caso. Mas quando eu conheci a Rita, nós os dois dissemos que não queríamos ter filhos. E uma das coisas que nos ligou...
e que nós percebemos que queríamos ter uma relação mais séria, é porque os dois concordávamos em coisas fundamentais da nossa relação, que era, uma delas era, não queremos ter filhos. É perfeitamente aceitável. Eu agora, dizer assim, olha, senti vontade, estou a pensar nisso. Eu não estou a trair o que eu disse. Eu não estou a ir contra a imagem que eu criei. Eu não estou a ser mentiroso ou falso, ou a enganar a Rita.
As coisas evoluem, as vontades evoluem, as vontades mudam, as pessoas mudam. E isso é perfeitamente normal. Tu não paraste no tempo quando entraste numa relação e ficaste essa pessoa espelhada para sempre igual. Ainda bem. E ainda bem, as pessoas crescem, as pessoas mudam e principalmente a relação e o que tu sentes pela pessoa também muda. Sim, eu ia dizer que se tu nunca mudasses numa relação também significava que aquela pessoa não tinha tido impacto nenhum em ti. Exatamente.
mas tu não pares ter filhos Guilherme com as costas nesse estado não, não, de todo, de todo e eu estava a pensar que não sei se não me deem as costas de levar este podcast às costas, sabes? às vezes eu estou a pensar estás a tentar fazer um vitamina D deste episódio e eu não consegues Guilherme não consegues não consegues a arroganciazinha, teve-se que disse uma coisa engraçada e que as pessoas gostaram e agora ela está muito contenta estás a querer estás a querer enfiar à força
Eu só disse que me dão as costas de levar isto às costas. Estás a repetir costas. Tens de pensar um bocadinho mais, sabes, na formulação. Tu és comediante, tu sabes trabalhar a palavra. Tens de trabalhar um bocadinho mais aí essa formulação. Eu vou tão comer-te a massa esta semana que tu não estás à espera. Vou começar. Isto agora é ato de guerra. Vou à procura dos teus restos para os comer.
terapia de casal podcast arroba gmail.com é ponto vocês podem enviar e-mails como fez a Zoom enviem problemas de todo o género questões, perguntas, olha até pode ser um dilema que vocês querem mandar para cá um dilema da vossa relação de amizade familiar alguém vos come os restos, uma coisa qualquer desse género, vocês enviem para cá seja familiar, seja de amizade, seja na relação nós respondemos a tudo aqui neste cantinho no final do nosso podcast terapia de casal podcast arroba gmail.com e acho que é isto, olha e as melhores para nós os dois
Epá olha Não as melhores para ti Não as melhores para ti Não não Não As melhores para ti Não para ti Não para ti As melhores para ti Não para ti Sim