Sobre sacos no estendal e dores de costas
O Gui está velho ou só lhe doem as costas? A Rita é casada, chata ou ambos? Neste episódio falamos do peso da internet e de confundir amizade e flirt. No fim aparece a Inês Afonso do "No Bad Vibras".
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Terapia de Casal é o podcast que pode acabar com o casamento do Guilherme Fonseca e da Rita da Nova.
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Música de Vitor Carraca Teixeira.
Direcção Criativa de Mafalda Beirão.
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- Dores de costas e envelhecimentoDificuldade em se abaixar e levantar · Posição ideal para dormir · Lesão após pegar sobrinho no colo · Impacto do treino físico nas dores · Percepção de envelhecimento físico vs. mental · Comparação da idade com gerações anteriores
- Expectativa de vida e mortalidadeCálculo de 50% da vida restante · Recusa em discutir a própria morte · Comparação da finitude humana com a tecnologia
- Sinais de alerta no relacionamentoConfusão entre amizade e interesse romântico · Sinais mistos recebidos de amiga bissexual · Opinião de amigas sobre a natureza do relacionamento
- Amizade feminina vs. FlirtDificuldade em distinguir sinais em amizades femininas · Papel da bissexualidade na interpretação de sinais · Importância da intuição e comunicação direta · Opinião de especialista sobre o tema
- Peso da internetEstimativa de peso baseada em elétrons ativos · Estimativa de peso baseada em zettabytes de dados · Comparação com peso de morango e formiga
- Reutilização de sacos de plásticoPrática de estender sacos de plástico para secar · Diferença entre sacos reutilizáveis e sacos de supermercado · Argumento de sustentabilidade e os 3 R's
- Performance no palco e reação da plateiaApresentação no Super Bock Arena · Reação da plateia a menções sobre a esposa · Comparação da reação do público a ambos os apresentadores
Olá, minhas coisinhas lindas. Como é que estão nesta segunda-feira? O meu nome é Rita da Nova. Estou aqui com o meu marido, Guilherme Fonseca, que está a beber a sua aguinha na sua garrafinha como se fosse um bia a chuchar. Eu achei que era boa ideia começar a beber água exatamente no início deste podcast. Acho ótimo. Podia ter bebido antes, podia ter esperado um bocadinho e bia a seguir. Não, foi exatamente quando tu me apresentas.
Foi exatamente quando estavas a fazer a chuchar assim a tua garrafinha. Ai, espero que este burulho não seja nojento para as pessoas. Desculpem. Como é que estás?
Eu estou bem, estou bem disposto, mas falta-me, sinto-me, apetece-me algo. Falta-me aqui um trivia, uma curiosidade. Olha, por acaso até tenho. Ah, boa. E muito boa. E vem em forma de quiz. Ok. Tu é que me vais... Eu gosto destas. Já, bora, bora, bora, bora, bora. Já estou. Quanto é que tu achas que pesa a internet? Atenção, esta pausa não foi porque o podcast foi abaixo. É porque eu acho que a resposta é zero.
Achas que a internet pesa zero? A internet pesa zero. Zero. Achas que não tem peso? As coisas na cloud têm um peso? Se tivesses de transformar isto em peso físico, achas que a internet não tinha peso? Transformar em peso físico? A internet não pesa nada. A internet é uma coisa... É como tipo, quanto é que pesa as ondas de rádio? Zero? Não, por acaso até acho que não. Mas a internet pesa mais ou menos o equivalente a um morango, que são 50 gramas.
A internet? Mas peraí. Primeiro a internet é um morango. Era isso que eu queria que...
Eu vou explicar como é que eu cheguei a este pensamento. Eu não estou a perceber nada do triviador. A internet não tem peso. É muito engraçado. As coisas estão na cloud, não tem peso. É muito engraçado porque no outro dia eu ia... Eu vou explicar como é que cheguei a este... Se faz favor, eu nunca tive tão perdido no início de um episódio como hoje. No outro dia, o meu computador andava a ficar pesado e a estar com a ventoinha muito...
Sim, estava muito cheio de coisas. Estava muito cheio e estava o processamento a voar. E eu comprei um disco externo. Ok.
E passei para lá não sei quantos gigas de episódios de Livra-te. Sim, senhora. Para não estarem no meu computador. E olha que milagre, a partir do momento em que eu passei de um sítio para o outro, o meu computador deixou de voar. Pois claro. Porque é que será. E comentei com a nossa amiga Márcia a dizer quem diria que não sei quantos gigas de episódios pesavam tanto. E sai-me um pensamento. Quanto é que será que pesa a internet?
Ah, porque ela disse-me, não sei quantos gigas, na internet toda não é nada. E eu pensei, mas será que quanto é que pesa a internet? Será que a internet tem peso? Quanto é que pesa a internet? Ok. E fui pesquisar. E depois, um ou dois dias depois, nós estávamos com a nossa amiga Inês e eu e a Márcia contámos este trivio à Inês. E a Inês teve a mesma reação que tu que foi. Eu não consigo. Não consigo. Então eu vou explicar. Vocês não conseguem na vossa cabeça.
O que é que pesa na internet? Basicamente, o cálculo que foi feito foi por um senhor físico chamado.
Russell Sites, que basicamente ele estima que a internet utiliza... Espera, ele chama-se Sites? Sites? É o que está na internet? Não, S-E-I-T-Z. Ok. Ele estima que a internet utiliza cerca de 10, à potência de 18, ou seja, um quintilhão de eletrões ativos.
Desculpa, eu não posso ouvir a palavra quintilhão e não reagir. Ou seja, o que ele fez foi pensar, os eletrões que estão ativos quando a internet está a ser usada, quanto é que pesam? E a soma das massas destes eletrões resulta em cerca de 50 gramas.
50 gramas que é um morango. É um morango. Portanto, a internet toda do mundo... Pesa um morango. Os eletrões da internet toda do mundo pesam um morango. Outro estudo, que em vez de usar os eletrões que estão a ser usados...
na internet vai pensar vai basear-se nos zettabytes de dados e perceber quanto é que pesaria com os zettabytes de dados que são utilizados pela internet e nesse caso pesaria apenas 87 miligramas é o equivalente a uma formiga, portanto a internet ou é um morango se tu usares eletrões ou é uma formiga se tu usares zettabytes portanto é praticamente zero que foi a minha resposta não, morango é zero não, morango é zero
Um morango é zero. Epá, depende da minha fome. Também te digo essa. Um morango é zero. Um morango não é zero. Pronto. Uma formiga é zero? Uma formiga, praticamente, é zero. Não, uma formiga não é zero, Guilherme. Mas é, mas está muito perto de ser zero. Não é zero. Bah, sim. Portanto, é raste. Ok, já percebi. Olha, isto foi uma viagem este início de episódio. Eu achei que tu ias dizer que era pesadíssima. A internet é zero. A internet é zero.
Eu achei que ias dizer que a pesa tipo uma tonelada. A internet... Não é zero, não é Guilherme?
Mas é muito perto de zero. Não é. É vá, estás aí a contar eletrões, assim também. Então? Bebi mais um bocadinho de água neste momento. Achei que era uma boa ideia. Vou perceber bem, pronto. Tu achaste que eu ia dizer tonelada? Achei. Não. Eu diria. Até zero. Eu diria, pesa, bué. Tipo, quanto é que custa a cloud? Quanto é que pesa no mundo os e-mails que tu tens no Gmail? Zero. Vou procurar, vou procurar. Quanto pesam todos os e-mails do mundo? Trocados. Vou procurar.
Eu não estou a perceber isto. Mas como assim pesa? Não tem um peso. Do mundo. Insignificante. Quase zero. Mas o seu impacto ambiental é real. Não, mas isso é outra conversa. Pronto. O impacto ambiental é outra coisa. Pois, lá está. Mais uma vez, Luz, quando se fala em peso digital, a maioria das estimativas aponta que toda a informação armazenada na internet, incluindo e-mails, fotos e vídeos, pesa cerca de 50 gramas. Equivalente a um morango ou um ovo pequeno.
A internet é um morango. A internet é um morango. Olha, o que nós aprendemos no início deste podcast, isto foi uma viagem que eu não estava à espera que fosse, eu achei espetacular, muito obrigado. Nada, estou sempre aqui para providenciar. É pá, que estranhíssimo este facto. Estranhíssimo. Não consegues mesmo? Não, eu consigo, eu só não percebo.
É como é que tu vais pesquisar o peso de uma coisa que não tem peso. Mas pelo visto isto tem, não é? Porque não existe, não tem forma física. Claro que existe, não tem forma física. Pois não. Mas tem forma física, porque tem eletrões. Não tem a forma palpável. Ok. Quanto é que pesam todos os fantasmas do mundo? Oh Guilherme, não há fantasmas. Quanto é que pesam todos os pensamentos eróticos que eu tenho num dia?
Quanto é que pesa? Sete morangos. Coisas que não têm tipo... Sete morangos. Com açúcar. Quanto pesam os... Agora isto vai me levar para coisas tipo... Peso da consciência, não sei o que era.
Ah, pronto. É zero, já estragámos a brincadeira. Eles são impulsos elétricos e reações químicas no cérebro, não matéria tangível que possa ser pesada numa balança. No entanto, em termos de volume e atividade mental, o mundo produz uma carga massiva de pensamentos diariamente. Ah, eu pensei que era erótico, ias dizer-me a merótico especificamente. Velocidade. Pera, volume diário. Estima-se que uma única pessoa produz entre 6 mil a 70 mil pensamentos por dia.
6 mil a 70 mil? Há pessoas que eu sei que estão na boa. Tipo a BB-8, a nossa gata laranja. Ela não é uma pessoa. Está bem, mas eu acho que a quantidade de pensamentos que ela gera... É zero. Epá, se não é zero, é o morango. Isso equivale a aproximadamente 34 a 70 pensamentos por minuto. Ok, já percebi. Estudos sugerem que cerca de 90% dos pensamentos diários podem ser negativos ou repetitivos.
O que gera uma sensação de peso psicológico, embora não físico. Pois não, mas isso já é o AI a fazer brincadeiras com o peso da consciência, não sei o quê. Pronto. Rita, por falar em peso na internet, tu agora estás com uma mania que eu ainda não sei muito bem se achas graça ou não. Então? Ainda não percebi qual é a minha reação, que é, estás fora de casa, ou eu estou fora de casa, e trocamos whatsapps, e tu respondes aos whatsapps que eu te mando a dizer, desculpa, mas eu não vou responder que eu sou uma mulher casada. Não tem graça.
Tem de facto graça, mas às vezes Eu preciso mesmo que tu respondas E tu dizes, sou casada, não envio mensagens Já lhe disse que sou casada Agradecia que não enviasse mensagens Tem graça de facto Mas é do género, pá, eu às vezes Preciso só, o marido sou eu Eu preciso só porque, sabe Vamos avançar aqui um bocadinho esta brincadeira Mas tem de facto muita graça Tem muita graça De repente, tu não és a pessoa irritante Da relação
Nem é com graça. Exato. Tu ficas com as duas taças. Tu ficas com a taça de ter muita graça e de ser irritante. Epá, mas é sério, eu achei muita graça. Eu continuo a achar graça, mas já é só irritante. Mas com graça. Porque às vezes é de Jan, olha, precisas disto ou disto? O que é que faço em relação a isto? O que é que decisão é que queres tomar aqui? É de Jan, não me mande mensagens. Eu sou uma mulher casada, já lhe pedi. Pode parar. Eu vou contar ao meu marido.
Tem muita graça, não tem? Tem, ué? E eu disse, não, o marido sou eu, respondo. Pá, tem muita graça. Pronto, eu sou muito engraçada. Olha, o que não é engraçado, e queria aqui falar sobre isso, é que tu estás entravadinho. Tô, tô, tô. Nós temos de falar disto. Eu acho que tu, eu acho que tu, eu vou te dizer uma coisa, eu vou agarrar a tua mãe quando digo isto, dá cá. Agarra, agarra a minha mãe. Eu acho que tu, nesta aproximação aos 39, já está quase.
Faltam 15 dias, 10 dias, quanto tempo é que falta para eu fazer anos? 11 dias. 11 dias.
Tu envelheceste mais nesta aproximação aos 39 do que eu acho na tua vida toda. Calma. Calma. Que eu estou bem, eu estou saudável, eu estou grisalho, eu estou um homem. Eu estou a envelhecer bem. Bem? Tu não te consegues baixar, Guilherme. Tu não consigo baixar. Queres que eu me baixe neste momento? Não. Vou me baixar neste momento. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não. Não.
Mas estás cheinho de dores, que estás a olhar para mim com ar de... Não, mas eu valio um vez, sabes, quando a meia da frase estou a banhar coisas do chão. Eu vou-te explicar o que aconteceu. Eu nunca tinha tido dores de costas, porque eu sou uma pessoa que faz bem os exercícios e que dorme de barriga para baixo. Ah, não. Dormir de barriga para baixo é o ideal para não teres dores de costas, Guilherme. A sério? Não. Ou não, estás a ser irónica.
Ou seja, estás a falar sério? É mau? É mau. Dormir de barriga para baixo? Claro que é. Porquê? Porque é péssimo. Lixas a coluna toda. Porque é que achas que eu estou toda lixadinha? Estou com a melhor posição. De lado.
Com uma almofadinha no meio das pernas. Mas lá, me lixo o ombro, que eu tenho o ombro lixado do futebol. Do outro lado. Então tenho que dormir sempre para o mesmo lado? Sim, eu durmo sempre ao mesmo lado. Para a mozinha de cabeceira. Exato. Olha, por acaso é para onde eu durmo. Por causa da bagueirinha que gosta de... É para onde eu durmo. E agora de repente já estamos de costas voltadas para dormir. Sou uma mulher casada. Já disse.
Eu sou uma pessoa que trata da sua postura e que trata da sua saúde. Nós fazemos exercício três vezes por semana. Eu não controlo o que eu como. Não controlo? Eu não controlo o que eu como. Posso? Eu não controlo aquilo que eu como, mas eu tenho... Eu não controlo. Eu não controlo?
Eu não controlo aquilo que eu como. Eu não sei pôr acentuações. Eu não controlo aquilo que eu como. Eu estou bem, apesar disso, porque nós fazemos exercício e porque eu tenho que cuidar com a minha alimentação. Quando é que isto tudo começou? Quando eu peguei no nosso sobrinho ao colo.
A verdade é esta. Foi na passagem de ano, que eu peguei nele ao colo. Ele sempre veio para o meu colo, quero o colo, quero o colo. Estava-me sempre a fazer assim com as mãozinhas para eu o pegar nele. E houve um dia em que eu senti, pá, uma dor aguda no fundo das costas. Onde, se eu tivesse covinhas, era na covinha da esquerda. Ok. Ok. Pá, uma dor. Pá, uma cena descontrolada. E nesse dia depois andei toda entravadinha, não me conseguia baixar.
E para me levantar da cama tinha que fazer sons. Pá, que é uma coisa... Eu nunca fiz sons para me levantar.
Não é velho, eu dei um jeito às costas Tu agora andas pela casa E eu sou assim Ai, ai, ai, ai Ai, ai, ai
Eu já estou melhor, porque o que aconteceu? Isso passou, na passagem de ano, entretanto, fiquei bem nas costas, e isso passou completamente a 100%. O que é que acontece? Na sexta-feira nós treinámos, e te fizemos um treino que se chama MOM, que eu gosto muito, um grande beijinho para a nossa Xana, que é every minute on the minute, nós temos um exercício que temos que fazer dentro de um minuto, quanto mais cedo fizermos, mais descansamos.
Pronto, era peso morto, era agachamentos com peso, era merdas do género, era agachamentos, e depois é preciso levantar coisas para o teto, coisas com pesos.
O que é que sucede? Eu, para fazer mais depressa, para descansar mais tempo dentro desse minuto... Pois, lixaste tudo. É pá, lixei nas costas, exatamente no mesmo sítio onde... Agora ia dizer o cabrão do nosso sobrinho. Coitado do miúdo, nem vai-se perceber a palavra. O sacanão do nosso sobrinho...
Não deu cabo das costas. Não foi ele que deu, foste tu que pegaste mal nele. Porquê é que ele quer vir para o meu colo? Quem é que me mandou ser tão interessante? Não sei. Ele não pesa um morango, ele pesa um bocadinho mais. Ele pesa um bocadinho mais, é verdade. E a questão é que eu peguei nele. Dei cabo do fundo das costas. Pá, e agora? Estou outra vez a fazer barulhos para me sentar e para me levantar. Tu achas que nós devíamos pedir aos pais da criança para pagarem uma consulta?
Sim, a responsabilidade social dos danos causados por aquela criança é da tua irmã e do marido. E portanto, eles que me paguem o tratamento às costas. Então, liga-lhes. E agora, estou outra vez em travadinho, mas já estou melhor hoje do que estava na sexta-feira. Isso é assim. Sexta-feira foi pior. Senhor Guilherme, o senhor Guilherme sabe que isto dos dias é... O tempo também influencia.
Mas é que eu faço tudo bem, pá. Eu dobro os joelhos, eu tenho as costas direitas, eu ponho o rabo para fora. Quando subo, eu que faço aquela aperta das nádegas. Sabes? Pode repetir? Aquele movimento de antiviolação na prisão. Que é apertar muitas nádegas um contra o outro. Que também é um bom truque para não desmaiarem. É um bom truque para não desmaiar. Quando estiverem a ficar com quebra de tensão, apertem as nádegas e não desmaiam.
Agora, eu faço-te a pergunta genuinamente. Daqui a 11 dias eu faço anos. E agora, tu podes levar isso para a brincadeira, podes falar a sério o que tu quiseres. Daqui a 11 dias eu faço 39 anos. É verdade. 39. Era o dia 15 de maio, 39 anos. Em que é que eu sou velho? Então, tu estás a ficar velhinho. Em quê? Em que é que eu estou velho? Na atitude. Eu não estou nada velho. Na atitude. Velho? Não estou nada velho. Estou a deixar de saber falar.
Eu não estou velho. Na atitude. Tu estás mais tipo resingão, não queres fazer algumas coisas, sou eu que tenho de puxar. Não, mas eu não me apetei fazer coisas, isso é normal. Não é não, isso é sinal de que estás a ficar velhinho. Ah pá, então tu és velha desde os 22. Então, mas eu nunca menti. Está bem, mas estamos a falar de velhice física ou não? Velhice física, eu acho que é isso, ficas mais... Estás mais propenso a lesões no treino.
tens estado mais tipo ah, estou cansado, dói-me tudo não, cansado sem dúvida tenho-me sentido cansado, mas também tem a ver com e atenção, vamos falar disso a seguir porque eu não sei o que aconteceu no Porto quando fui abrir o espetáculo do Ricardo Arus Pereira tenho uma conversa para ter contigo, mas tudo bem mas eu estou mais cansado também por causa da vida que eu tenho levado, os neres dos espetáculos porque tu já não tens idade por essa vida, Guilherme não, eu tenho, e tenho eu tenho é que dormir bem barulho
Tu estás com um penacho muito giro no cabelo. Apá, horrível. Tu estás distrida. Agora é o ID HD. Está-te a dar... Não, eu estou a ouvir. Tens dormido bem. Vá. Tenho comido bem. Estou com um penacho no meu cabelo. Eu estou bem para a vida. Eu estou bem para a vida e eu estou saudável e eu estou... Mas estás muito grisalhinho na barba. Estou muito grisalhinho na barba. Eu adoro. Que eu adoro. Eu gostava de ser ainda mais grisalho no cabelo também, para ficar assim mais grisalhinho. Mas eu acho que os meus 39 não são os 39 reais.
Não, claro que não. Eu estou com uns bons 39. Estás, estás. Eu não me perguntei de quem é que tu é velho. E tu? Estás mais propensa a lesões. Está bem, mas isso, olha, é a passagem do tempo, não é? Então isso chama-se envelhecer. Sim, mas eu não tenho grandes lesões, fora esta coisa das costas. Ah, bom, mentais algumas, mas... Ah, não, mentais todas. Mas fora esta coisa das costas, eu não estou... Sim, tens o ombro todo lixadinho, portanto, mas já não tens...
Mas o ombro foi uma pancada que podia ter acontecido em qualquer idade. Mas se calhar por estar mais velho, estás mais frágil. Um velhote que cai.
Uma queda que parece normal. Já estávamos a falar de mim como se fosse um velhote de 90 anos que vai cair, partir a bacia e pronto, já foi. Como acontece aos velhotes. Partiu a perna, pronto, olha, acabou. Agora vai para o hospital e acabou. Tipo, não tem essa fase. Estou só a dizer.
Eu não estou velho. Fisicamente, de cabeça, sem dúvida. Há coisas em que eu sou muito, muito, muito velho. Eu não quero que me chateiem, deixem-me na minha vida, não gosto de barulho, eu vou correr à janela se estão a fazer barulho na roupa, mandar calar. Eu sou um velho. De cabeça, eu concordo que há imensas coisas em que eu sou velho. E bem, estou muito bem com isso. Fisicamente. Eu não me sinto assim tão velho, pá. Mas estás entusiasmado por estar quase a chegar aos 40?
Quer dizer, entusiasmado. Não é uma coisa que entusiasme, mas ao longo da minha vida, eu não sei se as pessoas se reveem nisto que eu vou dizer ou não, mas ao longo da minha vida eu nunca me importei da idade que fui fazendo.
Há pessoas que chegam aos 30 e sentem o peso dos 30. Eu senti fogo. Nós falámos disso aqui no podcast. Há pessoas que começam a ver os 40 e começam a pensar Olha lá, o que é que está a acontecer? 40 anos, tipo, que idade? O que é que os meus pais estavam a fazer com o tipo de 40 anos? Nós temos uma boa vida. Eu faço o que gosto. O dinheiro que ganhamos é para podermos viajar e para estarmos com a nossa família. Nós temos uma vida ótima. Eu não me sinto em nada um velho.
Não, claro que não, mas os 40 também nunca foram a idade do velho. Só pai nos anos 1890. Os meus pais com 40 eram velhos.
Não eram. Epá, as pessoas antigamente com 40 eram velhas. Os 40 neste momento são... Eu não gosto destes clichês, mas... São os novos... São os novos 30, tipo, no sentido de... Claro. Qualidade física, de saúde, de mentalidade, e mesmo em termos de a quantidade de coisas na vida das pessoas que atrasou por causa dos custos das coisas. Antigamente tu com 20 e poucos casavas, tinhas um filho e compravas uma casa. Isso agora é impossível.
Isso é impossível, isso já não existe. Não acontece aos 20 e poucos, a menos que te banhas de famílias com muito dinheiro. E, portanto, se empurrares isso tudo para a frente, os 30 são, de facto, os novos 20 no sentido de progressão de vida. E isso faz com que os 30 passem para os 40. Portanto, eu sinto-me bem. Eu com 30 sentia-me como me sentia com 20. Agora que tu, com 39, vou fazer 39 daqui a 11 dias, eu sinto-me da mesma maneira que sempre me senti com 30, portanto, eu estou bem. Eu não me sinto envelhecido. Mas não te sentes igual ao que te sentias com 20.
em que sentido? Porque se dizes que quando tinhas 30 te sentias como tinhas 20 e agora quase 40 te sentes como quando tinhas 30 então isso significa que te sentes com 40 como quando tinhas 20 Sem dúvida nenhuma Mas não é verdade Há coisas em que não
Há coisas em que não. Tipo eu agora, aquele clichê das ressacas, por exemplo. Pois? Já nem estou a falar só de ressacas. Há uma coisa que eu sinto genuinamente, que é, eu acho que me farto de álcool muito mais depressa. E não tem a ver com as ressacas, mas eu agora bebo duas ou três cervejas e começo a pensar. Epá, não me apetece mais isto.
E de antes era, não, eu vou beber cerveja... Até cair. Não, não era até cair, é, Diana, até me deitar na cama, pronto. Agora esta é a bebida desta noite, vou beber. Agora não vou parar de beber. E agora enjoa-me, tipo, não me apetece mais cerveja, cansei-me. Pai, está velhinho. Mas não é, mas... Estou a meter contigo, estou a meter contigo.
Eu não me sinto velho e gostava objetivamente. Pode ser um trabalho de casa para o próximo episódio. Apontas aí. Vais-me dizer ao longo desta semana coisas em que eu sou velho, em que tu achas que eu estou, em que se nota a minha idade. Está bem. Porque eu não me sinto um quarentão no sentido de 40 anos, de ter essa idade. Mas tens. Ou seja... Está bem, mas... Porque é isso que estavas a dizer. A idade já não é o que era, já não tem o estigma que tinha. Pronto, é isso. É.
Tu esta semana disseste que tinhas reparado numa coisa e querias falar sobre isso. Ah, vamos abandonar então o tema da idade. Não, queres dizer mais alguma coisa? Estes jovens com os seus dias dizem para querer mudar de tema. Queres dizer mais alguma coisa sobre isto? Não, não quero dizer mais nada. Então vou avançar para o tema. Eu reparei e eu gostava que alguém me ajudasse com isto. Pessoas que me estão a ouvir. Eu reparei a passear na rua.
Que há pessoas que estendem sacos de plástico no estendal. Hum. Das suas casas. Com molinhas. Mas sacos de plástico. É para reutilizarem. Mas estás a secar o quê do saco de plástico? Se calhar estava molhado. Se calhar estava sujo. Se calhar vinha alguma coisa, sei lá, do talho. E sujou-se com um bocadinho de sangue. E lavaram e... Não acho isso estranho? E põe-se a secar o saco de plástico no estendal? Sim.
Eu acho isto estranhíssimo, eu nunca tinha visto. Eu já pus... E agora reparei. Tu moras nesta casa? Tu já puseste sacos de plástico no nosso chandala? Plástico não, mas já pus aqueles do continente grandes.
Está bem, mas esses são... Mas está bem. Qual é a diferença? A diferença é, de repente, somos um sem-abrigo que está a contar cartão e sacos de plástico. A minha questão é... Não é uma questão... Espera, primeiro, estás a dizer que uma pessoa ter... Bem, que preconceito, Guilherme. Está velho, preconceituoso. Sério, só estás a dizer que uma pessoa preocupar-se com o ambiente, querer poupar sacos de plástico... Eu também sou preocupado com o ambiente.
Não és nada. Não és. Não sou preocupado com o ambiente. Se fosses pendurava sacos de plástico.
É assim que se nota, a igreja. É assim que se vê quem é que preocupa com o ambiente. Penderá sacos de plástico na corda. Parece-me ridículo. É um saco de plástico. Exato que é para ele secar, para depois voltares a usar. Mas uma coisa são aqueles sacos do continente. Aqueles que tu compras lá e custa não sei quantos cêntimos. Aqueles sturdy. Aqueles que têm uma base e não sei o quê. Isso eu percebo. Às vezes abro-se coisas lá dentro. Agora, sacos de plásticos normais, daqueles do pingo doce de...
Qual é a diferença? Isso vai para o lixo. Oh Guilherme, olha... Repete, repete. Isso vai para o lixo. Recicle, mas reciclas. Eu não sou contra o ambiente. Mas se está sujo não podes reciclar. Oh, podes, podes. Já tivemos esta conversa neste podcast. As coisas podem estar sujas e ir para reciclar. Podes, podes, podes. Agora a questão é... Eu com os meus anos de vida e de experiência já aprendi coisas com este podcast. A questão é... Se tu podes passar um saco por água...
E reutilizar. Reutilizar é melhor do que reciclar. São os três R's, Guilherme. Verdocas assim nesta mensagem. Muito bem. São os três R's. E sempre me ensinaram que reutilizar é melhor do que reciclar. Ok. Está bem? Uma mensagem Sociedade Ponto Verde. Qual é a diferença entre reutilizar e reciclar?
Guilherme, reutilizar é voltar a usar. Reciclar é pôr no papá reciclagem. Que é para voltar a ser usado. Mas não vai ser usado na mesma forma. Não, então reciclar é dar a alguém para transformar. Sim. Reutilizar é reutilizar. É usar-se tu. É só porque reciclar também é reutilizar. Não é, não é. Mas tudo bem, não quero estar a entrar aqui na linguística. E a quantidade de recursos que tu vais usar para reciclar... Sim.
Desde pessoas que estamos para aqui preocupadinhas com saco de plástico e há pessoas a usar o chá de GPT 70 vezes por minuto. E estamos aqui preocupadinhas. A tua guerra não é comigo. Não, eu não estou a dizer que... Tu é que estás a chamar. Estás com o estigma das pessoas que limpam os seus sacos de plástico e põem a secar. E eu não vejo mal nenhum.
Sabes que no outro dia estava a conversar sobre isto contigo e tu cagaste de alto no que eu te disse. Mas acho que está até mal. Que é, eu vou voltar um bocadinho atrás no tema só porque fiquei a pensar nisso. Eu fiquei a pensar que eu fazendo 39 anos, eu cheguei a 50% da minha vida. Eu odeio esta conversa, Guilherme, por favor, não vamos falar sobre isto.
eu odeio esta conversa qual é a esperança média de vida de um homem em Portugal? eu odeio esta conversa já tiveste esta conversa comigo 70 vezes esquece ter esta conversa com os teus amiguinhos que estão a ouvir este podcast mas porquê que odeias esta conversa? porque lembro-me que tu mais de 50% da tua vida e morres e eu não quero que tu morras e eu não quero pensar na morte não quero falar na morte
Deixa-me estar sossegada aqui. A achar que vou durar para sempre e tu vais durar para sempre. E os nossos gatos vão durar para sempre e tudo vai durar para sempre. Cala-te um bocadinho, eu não quero... Olha, eu não quero mesmo esta conversa. Posso só dizer uma coisa? Eu não quero esta conversa. Se o teu telefone chegar aos 50%... Eu estou-me a cagar para o meu telefone. Eu estou-me a cagar para o meu telefone. O meu telefone, eu ponho a carregar.
E ele revive. Tu não. Eu não te vou espetar um coiso do iPhone no cu. E tu não vais acordar.
Se eu falecer à tua frente, podes, por favor, tentar isso antes de chamar o Inem. É pá, Guilherme. Podes pôr um carregador no cu. Só para ver se eu ganho um bocadinho de... Se calhar ponho já. 50% da minha... Guilherme, Guilherme, eu já te disse que eu não quero ter esta conversa. Eu vou para a segunda parte do jogo. Vai começar a segunda parte. Ok, então olha, tu vai aquecer. Queres ir a um e-mail? Quero. Só para te trair também, porque não estás aí a pensar.
Ah pá. Ah, queria só dizer uma coisa em relação ao Porto, porque eu disse que ia falar disto. Pois.
Então, foi abrir os espetáculos do Ricardo Aruspreira no Super Boca Arena. Foi dia 24 e dia 25 de Abril. Não desci contigo à avenida por causa disso, mas não tem mal. Perdeste o grande momento em que o nosso sobrinho Duarte viu uma senhora numa daquelas cadeiras de rodas elétricas?
Tipo motinha. Começou a apontar a dizer tã tã tã de mota. A sério? E a senhora diz, queres vir para o meu colo? E no momento em que a senhora diz, queres vir para o meu colo ela tira tudo ao chão e vai no colo da senhora. Pois claro. E sabes porque é que a senhora estava numa dessas motinhas? Porque tinha pegado uma criança ao colo e ao cabo desses cortes. Exato. Também há essa. Mas pronto. O que é que eu ia dizer? No primeiro dia, correto tudo bem.
Fiz o meu teste, as pessoas riram, senti que tinha ali algumas coisas para corrigir, mas tudo bem. Há um momento em que eu falo sobre ti.
Em pouco. Então, 4.800 pessoas a olhar para mim. No segundo dia, corrigi ali umas coisinhas de texto. Acho que correu bastante melhor. Acabei com um callback melhor, etc. Nerdíssimo. Isso fica para uma má ideia. Mas, quando eu falo de ti e digo há uma coisa sobre a minha mulher que eu preciso de falar. Ela não sabe fazer cocó. Há, para aí, em 4.800, 30 pessoas que começam. Rita! Rita! Uuuuh!
Eu vou dizer uma coisa, quando eu entrei em palco, não ouvi ninguém dizer Guilherme, uuuuh! Portanto, eu não sei o que é que está a acontecer. Eu gostava de falar diretamente com estas pessoas que estiveram no Super Boca Arena no dia 25 de Abril a ver a minha atuação, depois o Manuel Cardoso e depois o Ricardo Ospreira, mas na minha atuação que gritam mais por ti do que gritaram por mim. Pois. Tens feita análises para ver como é que está a tua vitamina D? Como assim? É que é difícil viver na minha sombra, eu sei. Mas... ...
Muito bem, olha, não estava nada à espera. Olha, as pessoas têm de começar a usar esta. Tens feita análises. Mas sabe como é que está tudo de mim a ter? É que deve ser chá de viver a minha sombra. Pois tu que inventaste, nunca tinha ouvido. Sim, acho que eu vou pensar nisso. Muito bem.
Olha, vamos usar isto para divulgar o episódio. Claro. Rita, excelente. Epá, de repente, uma onda de apoio a Rita da Nova. Sempre bom saber que tem ali pelo menos 30 pessoas no Porto que estão silenciosamente a apoiar quando eu vou fazer cocó.
Epá, mas foi impressionante. E eu até fiz assim, então mas o que é isto? Então agora estou aqui a falar e estou a bater palmas à minha mulher e as pessoas... E eu, agora... Agora era para mim. Pois. Mas não quero é que eu fique resingão e um velho mal posto. Mas pronto, queria só dizer que para me deixares fazer a minha vida, está bem? Está bem. Pronto? Está bem, está bem, está bem. Posso fazer a minha vida? Podes, podes, podes.
Tinha outra coisa para falar aqui. Nós dissemos casados, não sei o que. Mas eu falamos quase nada.
Falamos para a semana Está bem Vamos aos e-mails Qual é o e-mail que tu queres? O In Love With A Friend Que é da Raquel Tilo E que está com a Inês Marcos Lucas E by the way vão ser mais entretanto A Raquel Tilo e a Inês Marcos Lucas Só explicar Nós estamos a dar um nome Não é mesmo o e-mail da Raquel Tilo Mas a Raquel Tilo vai mesmo ser mãe
A Raquel Tilo vai mesmo sem mãe, mas este email não é mesmo dela. Nós estamos só a fazer um paralelismo, já vão perceber. Caros terapeutas, adivinhem quem voltou à vossa caixa de entrada. The one and only, pessoa muito problemática e desta vez com um novo dilema. Vamos começar pelo very beginning.
Em novembro conheci uma rapariga através de um grupo de amigas. Ok. Com o passar dos meses, torná-me-nos muito próximas e foi aqui que a coisa começou a descambar. Descobri que ela é bissexual, tal como eu, apesar de dizer constantemente Ah, aquele rapaz é que é lindo. Ou o que mais me atrai nos rapazes é o cabelo comprido como nas raparigas.
Até aqui eu não tinha qualquer problema, mas os mix de Signals começaram quando passámos a dar as mãos na rua, quando ela me dá beijo na testa ou na bochecha, quando ela diz que já não consegue viver sem mim, sempre que saímos ela quer ficar ao meu lado e inclusive a diz muito frequentemente que eu sou o seu suporte emocional. Depois afirma que todos os seus amigos são gays e que por isso são rares os rapazes com quem já esteve envolvida romanticamente. O problema é que ela não tem estas atitudes com mais ninguém.
Além disso, várias amigas nossas já nos disseram que parece que estamos num relacionamento pela forma como nos tratamos. Agora digam-me, será que eu interpreto mal os sinais? Am I dreaming? Preciso que me ajude. Ajudem, send help. Com grande desespero, aguardo a vossa resposta muito terapêutica. Raquel Tila.
Eu tenho aqui uma questão que genuinamente não sei como é que se responde e eu gostava que tu... Se soubesse a resposta, me ajudes. Eu? Que é, quando são duas pessoas... Mas aqui é especificamente uma amizade feminina. Como é que raparigas bissexuais ou lésbicas... Distiguem...
Desculpa. Distinguem. Tu disseste destiguem. É, destiguem. Destiguem amizade... Depois disso, agora estou a usar. Destiguem... Mas porque é gay? Não estás a dizer... Não, isto é... Isto é outra camada. Destiguem... Amizade feminina de flerte. Mas estás-me a perguntar a mim porquê? Sou a Ilga? Não. Agora?
Porque eu não tenho amizades femininas, no sentido de eu não sou uma mulher amiga da outra mulher. Mas eu tenho amizades femininas, mas não tenho... Mas é que os sinais, os hábitos, o toque... É diferente, tem de ser diferente. Tem? Tem. Então diz-lhe esta rapariga que acha que é tudo igual. Ou seja, tu quando me vês a mim de mão dada com a Márcia na rua... Mas tu não és bissexual nem és lésbica. Ok, mas se me vires...
A minha questão é essa. É diferente. Tem de ser diferente, claro. Eu não sei, mas tem de ser diferente. Se ela está a sentir que ela... Que grande lésbica é que nós conseguimos ligar neste momento para perguntar? É sim. Queres ligar à Inês? Epá. Queres ligar? Não sei se ela vai atender. Mas tenta ligar. Tenta tu. Liga-lhe. Liga-lhe o teu telefone. É mais fácil do teu. Ok, então espera aí. É que nós precisamos aqui de um apoio.
Ok, então espera aí, vou ver se ela atende. Nós precisamos aqui de um apoio. E a resposta é só, como é que se distingue amizade feminina de... Já ligámos para o PSP, agora vamos ligar... Exato, espera aí, não sei se ela vai atender. Põe mais altas, põe mais alto. Calma. Olá amiga, bom dia. Olha, estás em direto hipoterapia de casal.
Ok, estou em direto para a terapia de casal, muito bem. Olá a todos. Porque nós estamos aqui com uma dúvida. Nós recebemos um e-mail de uma menina que é bissexual. Sá Silvia, parabéns! Uma menina que é bissexual. Exatamente. E ela diz que tem uma amiga agora que também é bissexual.
E que acha que ela está interessada nela. Ok. A pergunta do Gui é, como é que nós, como é que tu distingues uma expressão de amizade feminina versus uma expressão de interesse amoroso? No sentido em que, não sei se me estás a ouvir, olá Inês.
No sentido em que há imensas coisas que fisicamente podem ser amizade feminina, dar a mão, dar beijinhos, uma proximidade física, uma procura emocional, etc, etc, mas que também pode ser flerte bissexual. Percebe-se o que eu quero dizer? É verdade. Como é que se destina? Percebo perfeitamente e é uma realidade difícil que as pessoas bissexuais enfrentam.
desde já mostrar a minha sororidade com esta pessoa mas também promover a confiança porque a verdade é que when you know you know e é só isso, a maneira como eu dou a mão à Márcia não é a maneira como eu dou a mão à Margarida era o que eu estava a dizer há bocado é só que tens de confiar e olha é torcer pelo melhor e avançar porque a única maneira de saber mesmo é perguntar
Pois, é falar diretamente com a pessoa, não é? É falar, agora dá para confiar um pouquinho na nossa intuição, nos alguns sinais, não é? Mas é muito da vibe, é muito do feel. E tens que acreditar que se eu estou a sentir isto, há uma forte possibilidade de não ser absolutamente ao lado. Só amizade.
Deixa-me ver se é e perguntar, porque de outra maneira não há como saber. E efetivamente, então se já és uma pessoa como eu sou, em que és muito afetuosa com as tuas amigas, pode ser difícil saber. Pois. Eu acho que é acreditar, agarrar essa confiança e avançar e perguntar. Ok. Muito bem. Amiga, muito obrigada. Eu sabia que ligar para ti...
again. Exatamente, obrigada amiga Obrigada amigos para vocês, pelo vosso serviço, divirtam-se muito, mal posso esperar para ouvir este episódio Muito obrigada, um beijinho e bom resto de domingo Um grande beijinho cheio de amizade Beijinho
Pronto, está resolvido. Olha, eu espero que quando nós não sabemos as respostas nós ligamos diretamente É verdade. A especialista. Isto é assim, às vezes os psicólogos quando não sabem ajudar ligam a colegas que... E os mecânicos. Ligam para outro mecânico e dizem assim tens aí a peça? Não tens a peça? Então ajuda-me aqui e vem cá ver este capô. Mas isto que Inês está a dizer é verdade. Que é se ela está a sentir que não é só amizade é porque provavelmente não é só amizade. É ok. Tens de confiar no teu instinto. Exatamente. Trust your instincts.
Stitch Fix Stitch Exatamente Olha, um grande beijinho para a Inês Obrigada amiga Ouça o podcast dela Que se chama No Bad Vibras Com a Joana Com a Joana Ouça o podcast delas Que nós gostamos muito Somos muito fãs E já fomos várias vezes nós os dois Terapia de casal
podcast.gmail.com atenção que é terapia de casal podcast, tenho que escrever mesmo podcast podcast.gmail.com é para onde vocês podem enviar as vossas questões hoje só tivemos tempo de ir a um e-mail mas até ligámos a um especialista, portanto também não se queixem nós tivemos aqui um bom trabalho
é para onde vocês podem enviar os vossos e-mails as vossas questões, as vossas dúvidas que podem ser relacionais, podem ser de amizade podem ser de família, podem ser do trabalho nós ajudamos com qualquer problema que vocês tenham desde que seja do foro emocional e existencial nós estamos cá para isto e acho que é isto, não sei o que é que queres dizer mais eu já disse que sou casada, não quero não queres mais, não quero mais, obrigado eu também só tenho 50% da minha vida para aproveitar portanto é melhor aproveitar fora daqui tchau, até à próxima, até para a semana grande beijo
Bem...
No Bad Vibras