Heródoto Barbeiro
Uma verdadeira aula de jornalismo e resenha no Pânico desta quinta-feira (09)! O lendário Heródoto Barbeiro abre o jogo sobre seu livro "Entre Gols e Votos", revelando como a política usa o futebol. O ex-comandante do Roda Viva conta como sua filosofia budista o salvou de agressões ao vivo e analisa o jornalismo atual. Assista à íntegra ou vai levar um "block" histórico do mestre!
Emílio Surita
André Alba
Heródoto Barbeiro
Paulo Orlando Yazete
Rogério Morgado
- Sistema internacional e geopolíticaGuerra Rússia-Ucrânia · Conflito Irã-EUA · OTAN · Donald Trump · Crise migratória na Europa
- Crise do Jornalismo e MídiaPensamento crítico · Fake news · Regulamentação de redes sociais · Censura · Educação
- Política prevalecendo sobre futebolDireitos de transmissão da Copa do Mundo · Netflix · Disney · FIFA · Copa do Mundo de 2030
- Investigação do crimeLavagem de dinheiro · Fraude bancária · AFA · FBI · Elize Matsunaga
- Transição do budismo para a fé em JeováDesapego · Meditação · Soto Zen · Monja Koin
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Why wait? Ask your doctor, visit botoxchronicmigraine.com, or call 1-800-44-BOTOX to learn more.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Prompt decretado, humor reiniciado, modo pânico ativado. No fim da vida só filtro e like, o mundo tá sério, quadrado demais, mas o pânico vem e ri por trás.
Ah, Zé da Manga!
Escreve, humano, copia o algoritmo, manda e a galera obedece. Mas calma, respira, dá risada, confia que o erro é que faz É o bug do sistema, glitch de humor, um reboot na graça, reinicia o amor enquanto vive, me tenta travar. O Pânico vem para desinstalar. Ah, tudo bem? Tudo certo? Como é que vocês estão, meus futuros mesários? Tudo bem com vocês? Estamos de volta aqui começando mais um desavergonhado programa Pânico. Pelas audaciosas plataformas da Jovem Pan. Bem-vindos ao programa que perde o réu primário, mas não perde a piadoca.
Boa!
Tempo seco, poluído em São Paulo, tá difícil de respirar. Para falar dessa questola, convido eles: Datena Gordão e Olavito de Carvalho. Diga, professor.
É essa fera, bicho!
Alô, pessoal, é isso aí, bicho! Eita!
Alô, pessoal, que tempo de merda, hein, caseiro? Negócio é o seguinte, tô com uma baita tosse de cachorro, e mas é o cachorro velho, tá vendo? Esse aí é outra coisa, meu filho. Esse tempo tá mais seco que as respostas do antilótico. Na margem do Tietê tem até capivara com inalador. Tá mais difícil respirar em São Paulo que ser honesto em Brasília. Tá certo. Agora vocês me dão licença que eu vou curtir o som, sonzinho aí na casa da bonitada que acabou de chegar. Vai aí, ô parente do Samidano, é contigo, meu filho.
Tá zoando você, brincadeira. Fala, Emílio, fala, me ajuda aí, velho.
Como é que está na antena?
Eu tô meio cansado e sem audiência, viu, velho. Mas o tempo tá mais seco que o cotovelo do Gueré, velho. É muita poluição aí, caramba. Meu genrinho não consegue nem jogar picobol. Me ajuda aí. Cadê o Derrite? Cadê o Nico?
Cadê meu inalador sabor?
Energético.
São Paulo tá mais poluída que os pensamentos da Andressa Urach. Concorda comigo? Não, tá mais poluído quando o Daniel Zuccerman vê o bababá. Mas em São Paulo tá mais difícil respirar do que estacionar, velho. Quero saber, cadê o prefeito Ricardo Nunes, hein? Para ele lançar o meu respirador, minha vida. Falar em respirador e coisa pública é complicado, viu? É, mas é É uma barbaridade que tá acontecendo. Eu tô improvisando pro TP subir um pouco, uma volta para trás um pouquinho, porque eu não falei para aquela volta.
TP, me ajuda aí, velho! Quando eu tava na Band, não tinha disso não, hein, ô André Alba?
Brincadeira!
É mais fácil respirar fazendo o Papai e Mamãe com Péricles do que dar uma volta na Paulista. É sono nosso, viu, velho? Vai daí, Emílio, que eu fiquei sem ar aqui, sem saco e sem audiência, que não sobe também audiência.
Calma, Dateninho.
Calma, da Atena. Muito bem, vamos à agenda. Bora! O melhor stand-up comedy do Brasil, ele é conhecido no meio como teta de gorila prenha. É isso mesmo, é o nosso Morgadinho. Diga lá, Rogério Morgado!
Eu falei aí, ó, negócio é o seguinte: ontem esgotado. Acabei de encontrar o cara aqui na porta da Jovem Pan, falou: Morgado, eu não fui ontem. Eu falo para vocês, compra o seu ingresso Toda quarta-feira tem show do Morgadão em São Paulo, no My Fucking Comedy Club, a melhor casa de comédia com melhores smash burgers. Então corre lá, clubedoingresso.com. Já tá à venda para semana que vem e até o final de setembro, todas as quartas.
Você que tá vindo de fora de São Paulo, feira, convenção, tá vindo passear, compra o seu ingresso, clubedoingresso.com. Brusque, vamos vender, galera de Brusque! Dia 24 agora de julho tem show do Morgadão aí. Simpla.com.br é o site para você adquirir o seu ingresso. Galera de Florianópolis, no dia 25 de julho tô de volta no Floripa Comedy depois de um tempão. Faz tempo que eu não vou para Floripa. Compre o seu ingresso, pensa no evento.com.br.
E Criciúma no Domingão, no dia 26 de julho, lá no Ratazana Comedy, uma casa sensacional também. pensa no evento.com.br. Galera de Sumaré, 31 de julho, sexta-feira, Show do Morgadão no Anfiteatro Municipal Dirce Dalbem. E o site para você de Sumaré, para você adquirir o seu, é no bilheteriexpress.com.br. Seguinte, Goiânia e Brasília em agosto já tá à venda, simpla.com.br, tanto Brasília quanto Goiânia.
Vou para Goiânia.
Faça isso, compra o seu ingresso antecipado porque vai virar o lote, você vai pagar mais caro. O ingresso tá baratinho por enquanto, hein, que tá vendendo antecipado. A gente vende mais em conta já para galera poder comprar e se programar.
Dia 15 de agosto é Brasília e no dia 16 em Goiânia.
simpla.com.br. E venda aberta também para Americana Curitiba e Joinville. Mas tudo isso entra lá no @rogeriomorgado que tem as informações para você adquirir o seu patrocínio. Morgadão, Show do Morgadão, todas as cidades. Manda um email, contato@rogeriomorgado.com.br.
Que alegria, Emílio! Feriado! Boa, boa! É isso aí, Bichovski! Muito bem, muito bem. Agora a nossa audiência. Vejam vocês quem temos aqui, ó. Germano Silva.
Ô, Germano!
Paulo Henrique está nos assistindo, nos acompanhando. O César Souza de Bragança Paulista. Você gosta de Bragança?
Perto de Atibaia.
Exatamente. O André Cripa de Bento Gonçalves e o Telmo de Uberaba.
Telmo!
Telmo! Telmo, eu não sou gay, o que falam de mim são calúnias. Amigo do Priscilo, Priscilo, Flávio Roberto tá aqui também.
Eu conheço um Fabíolo.
É claro, temos aí várias pessoas, uma turma muito bacana nos acompanhando nesse programa. Por quê? Porque chegou a hora de homenagear quem venderia um rim para pagar nossa conta na Dirce. É hora de nossa audiência, a Majestade.
Amizade de hoje vem da gostosíssima cidade de Valinhos. O cara é um jornalista à procura de um trampo. Esse bom partido está soltinho na pista. Gosta de música e poesia? Ó, isso é da manga!
Palmas para Paulo Orlando Yazete! Orlando Yazete, irmão do Zuca, meu irmão! Esse aí é o Paulão. Diga lá, Paulo, meu irmão.
Olha, eu, os primos do Zuckerman, primo perdido do Zuckerman, eu vim lá de Valinhos, eu acompanho vocês.
Valinhos, maravilhoso, terra do Zuzu.
E de verdade, cara, eu acompanho vocês de 95 por aí. Eu tinha uma fita cassete do Pânico quando era moleque. Se o Emílio foi tanta referência na minha vida que eu fui até radialista lá, tá vendo?
Que bobagem que você fez. Mas você sabe que a vida tá aí para a gente se arrepender.
E o tempo inteiro, eu acho que ele veio aqui hoje jogar isso Eu sou radialista por causa do Emílio. Charmosíssimo.
É porque eu sou seu primo, né?
Mas tem sobrancelha?
Tem.
É isso aí. Eu vim lá de Valinhos.
Mas tá desempregado?
Tá desempregado?
Ah, cara, olha, eu sou fluente em inglês, eu sou bacharelado em jornalismo. Eu falo para vocês que não tá fácil para ninguém, viu? De verdade. Eu tô desempregado porque a galera tá virando Uber, eu não sei dirigir de nada, não dirijo.
Então já viu?
Entendi. É, mas a vida é assim mesmo, a vida é assim mesmo.
É, mas eu acho que nem o potismo poderia imperar e de repente vocês me contratam aqui.
Você sabe que quando eu reclamava, minha avó, ela virava pra mim e falava assim: vem cá, meu neto. E me dava uma palmada na cara.
Nossa, que grossa, velho.
Falava assim: meu neto, presta atenção numa coisa que eu vou falar. A vida não é fácil e não é justa. Contente-se com o que você tem.
Pronto.
E não reclame.
E não reclame.
Aí eu saía cabisbaixo.
Com as mãos no bolso, falava: desculpa, vovó, não tinha o que fazer.
A vida não é fácil e não é justa, não é? Olha, de verdade, vamos seguir o caminho.
Para um cara que há 7 anos tava na cadeira de rodas sem enxergar, dado como caso perdido, você tá vendo?
Deus é bom.
E aqui é o jornalismo, não é?
É isso aí, é isso aí.
Você quer mandar um abraço para alguém, Paulão?
Ah, meu, eu quero mandar um beijão para minha mãe que teve sempre do meu lado, tava na UTI comigo, tava lá na cama anos e anos aparelhada, tava do meu lado. Então obrigado para minha mãe, para os amigos.
E você teve aqui quando estava zoado?
Eu tava aqui quando eu tava zoado totalmente. Eu nem lembro, te juro por Deus, que você não lembra quando estava zoado?
Eu lembro, eu lembro de você quando estava zoado.
Eu tava totalmente—
ah, é?
Totalmente, sabe aquele cara que tá totalmente entregue? Sim, então tava na Snipe. Mas, cara, voltar aqui bem da cabeça, andando, enxergando, bem da cabeça também não.
De perto ninguém vai estar duas vezes.
De perto ninguém não, mas é lógico, de longe parece que tá de perto. Paulão vai mandar um abraço por aqui para mãe, já mandou também.
Eu quero que Deus abençoe, cara. Minha mãe, meus amigos estavam comigo o tempo todo e, velho, Tá com vocês é uma dádiva, agradeço a Deus, velho.
Boa, irmão! É isso aí, é isso aí.
Boa, Paulo Orlando! Emocionou, Paulo, tá história legal. Como chama sua mãe?
E mãe, e mãe, como ela chama?
Minha mãe é a Sônia Regina.
Um beijo para você, querida Dona Sônia, tá acompanhando a gente?
Tá com certeza, falei para ela.
Dona Sônia, um beijo para a senhora. Você sabe, você conhece a história de Deus?
Quais? Algumas.
Tem uma história muito interessante de Deus. Vocês acreditam em Deus?
Claro, é óbvio.
Então Deus, ele não podia estar em todos os lugares ao mesmo tempo, certo? Aí Deus, o que que ele fez? Criou as mães, certo? Então um beijo para sua mãe, para todas as mães que estão nos acompanhando nesse momento.
Bonito demais!
Beijo, mãe!
Dito isso, é um pedaço de Deus, mamãe.
Dito isso, bonito. Vamos agora falar de filmes, porque eu quero audiência masculina neste momento.
O que que foi?
Delary me mandou final.
É, eu tô vendo.
Estados Unidos, Del Valle, tá impossível. Vamos agora falar de séries.
Vamos.
Porém, vamos falar com homens que adorariam passar esse feriado abraçadinhos com o Capitão Pátria.
Gostei.
É isso.
É hora da Linhagem Geek com Homem-Aranha com corpinho de marmota, André Alba.
Boa tarde, boa tarde, Emílio! Boa tarde a todos, boa tarde, Daniel! Vamos lá, vamos lá, se inscreva na Linhagem Geek, se inscreva na Linhagem Geek aí, ó. Faz amor ao Deota ali, tem toda sorte aí na Linhagem Geek.
Então se você se inscreve, mas já tá com ele aqui, não, já estão ligando, já estão ligando, pessoal bonito para te atender.
Então é o seguinte, Eduarda, tem a Bárbara, vai atender você aí.
Então você inscreva, já tá no cofre aqui.
Se inscreva aí no canal da Liagem Geek no YouTube, por favor. Você vai ficar sabendo de tudo que acontece aí na parte da cultura, da internet, tecnologia, tretas da internet também. Eu vou começar com uma notícia triste, é porque faleceu a Bonnie Tyler, a cantora.
Triste para quem?
Mas a música é boa. Meu Deus, isso era uma chatice, uma homenagem.
Eu ia perguntar para o Jatos.
Eu ia fazer uma bela homenagem, mas você gosta?
Não, não, não, não, por favor, por favor, isso causa uma depressão na pessoa.
É uma homenagem ou é uma uma fritada, fritada, tentei.
Mas você tá ligado com o Fábio Júnior, passou o Wagner nela.
Mentira, não sabia dessa informação.
Quem não passou, né?
Eu não sabia dessa informação, mas a cantora galesa, a Bonnie Tyler, faleceu aos 75 anos em Portugal, né? Ela tá internada, tava internada desde 30 de abril, onde ela passou por uma cirurgia de emergência aí para tratar uma perfuração no intestino e permaneceu em coma induzido. E hoje, infelizmente, a cantora Bonnie Tyler, que tem vários clássicos aí dos anos 80, faleceu. Eu ia perguntar para o Emílio se ele gostava, mas ele já foi direto, ele tem uma tatuagem dela.
Mas eu concordo com o Emílio que tem algumas músicas que foram muito a exaustão, né? E o Total Eclipse, nossa Senhora, isso aí para avião, para no ar. Meu Deus, tem realmente Tem algumas músicas que tem, fizeram as pessoas enjoarem de tanto tocarem. Mas vamos seguindo aqui.
Zuzu, oi!
Você lembra de um programa chamado Esquenta?
Lógico, da Regina Casé.
Tinha até uma paródia muito legal lá no programa Pânico, Wellington Muniz. Eu adorava aquele quadro. Só que aí ela deu uma entrevista, a Regina Casé, mostrando por que que o programa é aquele clássico, né, que as pessoas param na rua e fala: por que que o programa acabou?
Não é?
É, né? Mas aí ela deu uma resposta que me surpreendeu do porquê, que não surpreendeu tanto, mas eu achei interessante a resposta da Regina Casé do porquê que acabou o programa Esquenta. Porque pode colocar aí, meu querido Bernardo, vem para cá.
Uma comunicadora extremamente popular na televisão brasileira.
Olha o que o cara tá assistindo, ó. O filho não dorme, meu. Pera aí, vamos ouvir.
Uma rejeição por uma parte do público também, sobretudo em São Paulo, me parece. Já li algumas matérias sobre isso na época. Enfim, havia um estranhamento para, digamos assim, imersão de uma classe C nova na televisão, muita gente preta no programa domingo à tarde. Enfim, como é que você vivenciou esse processo? Porque todo mundo, e eu conheço algumas pessoas que que participavam do Esquenta. Todo mundo sente muita saudade. Eu particularmente acho que é um programa que faz muita falta.
Pessoal tá aqui na Paulista fazendo um protesto.
Pergunta longa, né?
Incrível. Não, a Paulista para pedindo a volta desse programa, que era tão inovador.
Pergunta longa. Não foi latência de uma onda, de um tsunami conservador que veio e que se manifestou claramente logo em seguida. Mas ali ele tava ali, e como ele ainda não era era expresso claramente, todo mundo não via, dava até impressão que era só comigo. Porque é o seguinte, se você leva assim um casal gay muito bonitinho, lourinho, no programa de noite lá com a mãe, todo mundo chora, é mais palatável. Se eu levo como eu levei, por exemplo, um casal de cortadoras de cana do sertão, que eram casadas, duas mulheres que lutavam muito pela vida do outro jeito, o aspecto delas, tudo aquilo causava muita rejeição.
Então, como ninguém sabe o nome delas, ouvir aquele tanto de preto no programa, né? Ouvir tanto de pessoas diferentes em todos os esportes.
Diferente sim, a gente entendeu, Emílio, porque que acabou o programa.
Agora eu entendi, eu entendi, porque tinha muito, muito preto aí.
Agora o curioso é que a maior audiência tanto da televisão e do momento é o futebol, que é onde tem mais negro e as pessoas assistem. Então não tem nada a ver o que ela falou, mas você precisa dar uma desculpa e não falar que, sei lá, o programa é programa ruim, ou programa não tinha audiência, ou programa não tinha patrocínio, não conseguiu, entendeu?
Então, programa era caótico, velho.
Detalhe, Alba, todo programa carro-chefe da Globo hoje tem preto no elenco. Todos, todos, tudo que a Globo tá lançando de novo tem preto no elenco.
Então essa desculpa, sinto muito, é, mas ela tá, é a desculpa que tá adequada hoje, né? É, se você tem alguma coisa que não, não fez sucesso, não é Não é por sua causa, é porque tinha uma— a sociedade não estava preparada para fazer aquele produto.
Mas isso aí é todo artista é narcisista, qualquer artista, sem dúvida. Então nunca será culpa dele, sempre vai ser, ele sempre transfere a culpa para alguém, que colocar o BO para alguém. Vai falar: não, eu fracassei, você vai falar: era muito ruim, não deu bem, foi uma péssima ideia, me pressionaram, eu não tinha outra ideia. É claro, isso aí é coisa, qualquer artista é assim.
Mas a pergunta que não quer calar: por que que você fica assistindo esses programas?
Pois é, é uma boa pergunta.
Eu vou, ela desqualifica audiência falando disso, mas que nem a novela do Lázaro Ramos tá dando 21 pontos de audiência, A Nobreza do Amor, que é majoritariamente pretos fazendo a novela. E isso ela não exalta, né? Então, né, ela vem culpar as pessoas de não assistir por serem pretos, mas a novela A Nobreza do Amor tá dando audiência, 21 pontos de média. Então assim, assim, desculpa, você tá desconsiderando seus colegas de trabalho aí que tá fazendo um belo trabalho.
É isso aí, Morgadão.
Vamos pôr a mão na consciência e exaltar quem tá fazendo um trabalho bacana e dando audiência, moça.
É isso mesmo, Morgadão, concordo 100%. E a pergunta aí de como eu assisto isso, a palavra é dedicação ao programa. Eu vou vir com o programa, parabéns, e procuro ali tudo que tá acontecendo nas redes sociais com muito esforço, às vezes 7 horas da manhã, às vezes.
Olha, quando você aposentar, vai aposentar com responsabilidade do apresentador e tal.
E a pergunta longuíssima, lá acaba a pergunta.
Não, mas não é pergunta.
Você não viu que ele falou tudo?
Ele falou tudo para ela concordar.
Ele não, ele mandou a pauta para ela, né?
Ele é pergunta com opinião embutida.
Isso aí, ele tá induzindo, sabe?
Só concorda comigo ou não?
A resposta dele, que mais?
Que mais?
É o seguinte, eu digo que a Marvel vai fazer toda uma grande, uma nova grande saga. E adivinha, Morgadão, quem está Quem está sendo chamado para o elenco, Dedê?
Sidney Sweeney. Ele, isso aqui, ah não, ó, que maravilhoso!
É um pouquinho de Brasil. E aí, ó, está ele aí, ó.
Ele pode ser o Sinistro do X-Men, o grande vilão.
Sinistro! Sinistro é esse homem aí, cara, que maravilhoso!
Vive em Beverly Hills, isso, capta dinheiro no BRA e fala muito mal do país e vive em dólar. E vive em dólar. E mais Capta onde? Exato, capta aqui.
E tá sempre muito bem apresentado, é uma elegância, não, é impressionante. E ele, o Delary, tá sendo cotado realmente para ser o vilão do X-Men aí, da nova saga da Marvel. O Sinistro é o Sinistro, Sinistro, o Sinistro, né? Não sei se é Sinistro, né, que ele vai adotar Mas ele tá sendo cotado aí para Marvel, segundo alguns insiders americanos. Os rumores apontam que o senhor Wagner Moura vai viver o vilão do X-Men. E eu acho bom, eu sempre disse aqui que ele é um bom ator.
Eu não sei se em algum momento ele vai falar que se inspirou no Bolsonaro, pois é, o Sinistro, que em tudo que o Wagner Moura faz ele enfia o Bolsonaro.
Mas caiu o Hugh Laurie lá, o Dr. House, porque ele tava cotado também para ser o Sinistro. Doutor Sinistro, e até o final do ano passado. E eu acho que seria também um bom Sinistro. Esse eu não sei, porque o Sinistro é um cara mais velho, né? Eu acho que o Dr. House, né, para quem acompanha a série para saber quem é o ator, eu acho que ele daria um Doutor Sinistro bem mais encorpado do que o— porque por questão de idade, não por atuação, porque eu acho que o Wagner é um bom ator.
O Wagner é um bom ator, mas ele é o grande momento ainda, é o cara do momento aí de Hollywood. E olha lá, o problema é que que vai ter que fazer toda essa maquiagem aí. Pois é, porque aí existe aquela questão do artista, do, do, do, do, a Torger, é que é o, ele quer fazer os filmes artísticos e ele não considera muito filme de super-herói. Eu não sei se o Wagner Moura seria o caso, porém uma coisa que eu, então, porém uma coisa que eu acho que o Wagner Moura gosta é de dólar, e o contrato da Marvel é um negócio bem legal aí para o Wagner.
Eu tô torcendo para ele aceitar Porque eu acho que ele vai fazer aí um senhor sinistro muito, mas muito bem feito, nosso querido Wagner Moura. Ele aí, ó, é um pouquinho de Brasil. Eu tô tentando me distanciar dele, ô Emílio, mas ele me procura.
Não, você gosta.
Agora não, ele me procura, você gosta. Mas eu gosto dele.
Agora você tá assistindo a TV do Brasil, TV Brasil.
Eu tô ligado, eu sei tudo, tô ligado, eu tô ligado aí no que tá acontecendo. É, agora Vamos ver, Emílio. Eu lembrei de você nessa notícia, que é o seguinte: vai sair os indicados do Emmy, né, Emmy 2026. Se você gosta aí das séries, o Emmy, se eu não me engano, é em setembro. Nós teremos a premiação das séries, das séries. E nós temos, eu separei aqui os grandes favoritos, né. O The Pitch, The Pitch, ele tem 25 indicações. É o grande, é o grande, é ruim. Tem uns Leonardo lá, né.
É meio, é bem isso aí. Eu vi o que você falou, Obsessão.
Ah, é?
O que que você achou?
Bom, legal, achei legal, achei bom. É comédia, né? É comédia, é um terror, é um terror meio comédia.
Exatamente, eu vou falar dele daqui a pouquinho, certo? Mas as séries, Emílio, são o seguinte, eu peguei obviamente, né, o Emmy é um grande prêmio do hospital lá, do The Pit, que é do hospital, é do hospital, é. Eu separei aqui as maiores, né?
É sim, é bem louco, tem uma pegada tem uma pegada outra. Eu desligo na hora. Eu também, quando eu percebo que é bom, na hora eu já desligo.
Só no cinema que eu não posso, eu tenho, eu sou obrigado a ficar até o final. Mas o The Pitch, ele tem 25 indicações. O Hex tem 24 indicações. O Windows Bay, que é aquele lá da, que é um terror meio comédia também, O Mistério de Windows Bay, né, tem 19 indicações. O Pluribus, que foi um grande sucesso ali ali. Foi ano passado, Pluribus? Foi, né? Foi ano passado, né?
Eu já tô—
foi esse ano, né?
Foi ano passado para esse.
É que eu dou uma bugada às vezes quando acontece isso. Pluribus tem 18 indicações, o BIF tem 16 indicações.
Quero.
E por aí vai.
O BIF é aqui chama treta.
Isso, treta. É isso mesmo, Emílio. Então esses são as séries com mais indicações aí para o Emmy, que vai acontecer, se eu não me engano, em setembro. Setembro, ou agosto ou setembro deste ano. E agora vem uma treta boa, Emílio, vem uma treta boa. Porque o Sam, ele fala do mercado, e isso é verdade, o mercado ele sempre está com o olho aberto. Por que que eu estou falando isso? Porque é o seguinte, a Netflix e a Disney estão de olho na Copa do Mundo.
Ó, a Netflix e a Disney estão de olho na Copa do Mundo para transmissão da Copa do Mundo por por mais ou menos, sabe quantos, o direito?
Quanto?
2 bilhões de dólares.
Então assim, começou uma guerra muito acirrada aí pelos direitos da Copa do Mundo de 2030 e de 2034, com esses gigantes do streaming entrando na disputa. O YouTube tá no meio também, o YouTube tá no meio, e a Disney e a Netflix estão aí fazendo as suas negociações, as suas tratativas para adquirir os direitos da Copa do Mundo. Como o Cazé foi o grande case aí dessa Copa do Mundo, obviamente os outros streamings estão de olho e entenderam que o público— porque existia aquela ideia, Emílio, que Copa do Mundo, futebol, TV aberta, pessoal vai para TV aberta.
O Cazé deu uma razão aí para os streamings entrarem nessa disputa, falando, opa, então parece que o público agora tá preparado para assistir esses eventos.
O projeto do YouTube de virar um canal de TV já é de muitos anos, né? Sim, já é de muitos anos que o YouTube— por isso que tem essas determinadas, por isso tem essa censura, né? Sim, a censura do YouTube depois que começou a ter publicidade nele YouTube, ele tem essa toda essa cuidado, né, as diretrizes, né, do tal, para virar um canal de mídia mundial.
É isso mesmo, né? E é isso mesmo, Emílio, a intenção do YouTube é desbancar aí a TV. Ele já em algumas, algumas reuniões vazadas já deram a entender isso aí. E as negociações entre a FIFA e os possíveis, esses possíveis parceiros de mídia devem ter início nos próximos 3 meses, abrindo caminho para astronômicos e sem precedentes. Então alguns estudos, né, e fontes, eles assumem que para você ter os direitos é de 1 bilhão e meio de dólares a 2 bilhões de dólares por torneio.
Então assim, pelo que parece, não é que você paga 2 bilhões de dólares e você tem a— opa— e você tem a Copa do Mundo para sempre. Não, é só essa, é o 30, depois do 34, então por aí vai. E a FIFA tá tá subindo ainda mais o valor também, porque percebeu o sucesso que fez aí no YouTube. Então essa vai ser a nova briga de negociação, é a para quem vai passar a Copa do Mundo de 2030 e a sequente de 2034. Bom, saiu o trailer da Elise, coisa boa!
Saiu o trailer da Elise, corta para mim, e é o seguinte, Deu polêmica, Morgadinho, porque muitos internautas estão chamando Elize Matsunaga, sabe de que, Zuzu?
Heroína?
Diva.
Diva. Diva.
Meu Deus.
Tem uma galera que acha que, meu Deus, a Elize Matsunaga é uma grande heroína pela história dela. E isso tá, eles fazem o seguinte, Emílio, tem até uma, tem até um bordão que é o seguinte: Elise não agiu, Elise reagiu.
Esse é o japonês lá, japonês virou, é, o filme vai ser em 5 partes igual Michael Jackson, se todo mundo reagisse picotando as pessoas.
Exatamente. E aí o filme tá dando uma grande audiência, né, engajamento, porque é polêmico. E o nome do filme é Elise: Sombras de uma Mulher, né, produzido pela Netflix e aqui vai contar aí a história, né, do casal que todo mundo conhece aqui, que teve ali no— nós trouxemos já o nosso querido Ulisses Campos, Mulheres Assassinas. E tem também o Tremembé também, que é meu, que é dele, né. E ele fez o Tremembé ali da Prime Video, que vai ter a segunda temporada.
E a Netflix vendo todo esse sucesso que a Prime Video fez com o true crime, e isso também vai ser uma abordagem da Netflix, que porque percebeu que o público brasileiro gosta muito desse nicho, porque percebeu recebeu o sucesso de Tremembé. E agora vai ter o trailer aí de Elise.
Quando sai?
Ih, rapaz, não tem ainda. 22, previsto para 22 de julho.
É rapidinho.
Eu vou esperar sair os cortes.
22 de julho, é daqui a 2 semanas aí estreia o filme da Netflix, já causando polêmica, muita polêmica.
Eu acho que vai ser bom esse filme.
É, vamos ver. Eu vou assistir para ver se vai é bom. E você falou do Obsessão, Emílio. Eu separei aqui o Obsessão, que ele se tornou o maior filme de bilheteria da história feito abaixo de 1 milhão de dólares, porque a produção é produção pobre, né, produção bem pequena.
A história é boa, os caras são bons também, são bons atores, né. O filme também não é, mas é ok do que tem de coisa ruim. É isso aí, é um que você pode assistir.
É isso aí. O Emílio, ele entra no hall comigo das pessoas para serem destruídas na internet, porque eu Só eu e o Emílio achamos isso do filme. O resto achou genial, a internet inteira achou genial.
A internet é burra, né? Porque não tem nada mais burro que internet. Os internautas quebram a internet. Os internautas quebram a internet sempre.
Surfam na web.
Surfam na web. Uma pessoa que surfa na web, você vai esperar? O cara que surfa na web.
Ah, o que que você tá fazendo?
Ah, estou surfando na web. Vai dormir, pô. Tá bravo, cara.
O filme, você quer dar uma mãe com filme? O filme é mais ou menos na web, rapaz.
O diabo!
O filme, Emílio, ele custou, ele custou $750 mil e arrecadou mais de $400 milhões de dólares. E ele entra para história sendo filme.
Vou contar o filme inteiro?
Dá para cortar?
Qual é a pega?
Vai, fala, pô, fala.
A pega é a seguinte: o cara, ele conhece essa mina, ele trabalha numa loja de música, né? É música. Ele tá meio a fim da mina, mas ele é meio surfa na web, molecote. E aí ele tá a fim dela e tal, e aí ele fala que quer dar um presente para ela. Aí ele vai na loja, essas lojas místicas, esotéricas, loja esotérica. E aí ele pega um amuleto que fala: faça seu desejo e quebre a bagaça.
Isso.
Aí ele pega o amuleto e faz um desejo. Perto, pá, e quebra. Aí se desenvolve.
Aí, mas qual que é o desejo?
Não, aí é isso aí, surfar na web.
Aí você tem que assistir, você vai assistir.
Então vamos lá, Obsessão, porque eu vou assistir hoje.
É porque, sei lá, não é um espetáculo, hein? É, mas é que para você indicar, né? Sim, é complicado, é complicado você indicar.
Depende do gosto, né?
Porque é terror, é um terror, é um terror, mas é comédia, não é um tipo Corra, meu, nessa referência.
Não sei se é tipo Corra, mas é, depende do gosto. Eu, como não gosto muito de filme de terror, então para mim é mais, mas a internet, as pessoas que surfam muito, né, as pessoas que surfam adoram, adoraram, acharam incrível esse filme. Então beleza, mas é o filme, ele entrou, teve um recorde de arrecadação, e ainda a Navarrete, que é a garota, né, a menina que faz, ela é muito boa, ela tá aí também fechando contrato com a Marvel, tá sendo ela aí, ó, tá sendo chamada para tudo, porque realmente ela dá um show, dá um show nesse filme. E é muito bonita também, a beleza, a beleza natural, uma beleza bem natural.
Muito bem, dito isso, vamos fazer um break agora.
Ah, boa!
Um break para nossa rede de rádios. Muito obrigado, estamos aqui no feriado, feriado em São Paulo, é verdade, é feriado de 9 de julho. Você sabe que é feriado aqui da Revolução que nós perdemos. É a mesma coisa você fazer um feriado no 7 a 1 do Brasil que está fora de São Paulo. Merecer, né? Boa, bem bolado. O Brasil, o Brasil, o Brasil, ele, São Paulo, né?
Sim, São Paulo, certíssimo.
São Paulo, ele queria, tomou um pau em 32, sim, porque era o Getúlio. E aí o Getúlio mandava na bagaça. São Paulo, não, não, queremos fazer uma nova Constituição e não sei o quê, não sei o quê. Então vamos, vamos para o pau, certo? Vamos para o pau, vamos separar, vamos separar. Aí a turma do Getúlio deu um pau em São Paulo, durou 3 meses, tô louco. Aí perdeu, mas também depois de 2 anos teve a nova Constituição, teve, né?
Mas assim, só um adendo, perdeu heroicamente.
Sobrou o obelisco pra gente, tomou um pau bonito. Foi uma vitória moral, uma vitória moralmente, você é o vencedor. Mas é feriado em São Paulo dessa data, pelo menos isso a gente ganhou, que a Revolução Constitucional de 32, que é o Martins Miraga Hidráulico, que faleceram. Sim. E a data de 9 de julho é quando começa esse, essa revolta, né? Podemos chamar assim, revolução, é revolução mais ou menos. Tomou um pau danado, né, do velho.
Os cara montam uma guerra, daí no dia seguinte, puta merda, a gente não tem arma.
Muito bem, dito isso, vamos fazer um break para todo o Brasil. Todo o Brasil é só no estado de São São Paulo feriado, por isso a gente está aqui, porque somos brasileiros com muito orgulho, com muito amor. Vai lá, Reginaldinho!
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Ó, Reginaldo pensando feriado.
Que mais?
Hoje, presença ilustre.
Sabe que teremos aqui um clássico do jornalismo, mesmo porque ele é professor também. Sim, um dos mais competentes. Heródoto Barbeiro, o mestre, vai falar.
Ele tem um livro, o Meta, não sei, vários. Puta jornalista, abriu a CBN, foi da TV, teve na Jovem Pan também, teve na Jovem Pan, foi meu professor, foi seu professor, grande professor, é grande mestre, Colégio Objetivo. Professor de história contemporânea do colégio, dava aula no Vaticano. Caramba, é um clássico, um clássico. Pessoal mais velho se lembra muito bem desses grandes professores que militaram no objetivo. Daqui a pouquinho ele tá agora na Record News, se não me engano.
Record News, foi, é, foi da TV Cultura muito tempo, né? Foi, é, CBN, Record News. Abriu a CBN, verdade?
Tá na Nova Brasil, segundo o Reginaldo.
Tá na Nova Brasil, Nova Brasil Rádio. Ó, o Reginaldo trabalhou com ele aqui, acredito.
Boa!
Ele vai lançar um livro aqui, um livro fantástico que tá na tua mão, acredito que é esse daí, Entre Bons e Vossos.
Bom, mas aqui a gente vai falar com o professor daqui a pouquinho, ele vai dar uma aula para vocês. Vocês vão conhecer o que é um mestre, o clássico do jornal, o que é um mestre. É isso aí.
Boa!
Que mais?
Bora, vamos nessa!
Vamos, vamos, bora! Ah não, calma, eu te mandei. Você mandou? Eu tenho informações. Ah não, eu tenho informações dele. Vocês sabem que ele não apareceu.
É verdade.
Quando o Brasil perdeu? No domingo.
Domingo.
Hoje é quinta-feira, então ele teve domingo, domingo, já segunda, terça, quarta e quinta, 4 dias afastado da empresa. Não apareceu. Abandono de emprego, talvez fotos. Fotos recebi. Oba, recebi! Aí, ó, aí está. Pode dar um zoom? Dá um zoom. Se você porventura ver esse cidadão, você nos mande, porque ele não entrou em contato, né? Paulinha falou que não entrou em contato.
Ele não me responde. Manda mensagem para ele. Mandei ontem, mandei hoje, nada, meu.
Não entrou em contato com a E me parece que está querendo—
deixou preocupado, porque não respondeu também.
Eu mandei aí, eu não mandei nada, né?
Eu mandei, falei: fala, traíra, como é que você tá?
Eu não mandei nada porque foi uma decepção para o povo brasileiro. E agora ele vai ter que raspar o cabelo. Sim, e talvez ele tá meio arrependido, sim, da promessa.
E ele não apareceu hoje que ele falou: Heródoto Barbeiro, vamos cortar meu cabelo.
Ele não conhece, ele, ó, É isso aí, mas vai ter que pagar.
Ele não quer se transformar no Shibiu de Moraes, mas vai, não tem escolha.
Mas vai ter que raspar tudo, zero, raspar o Shibiu de Moraes. Deixa a tampa, ele é o Corte Moraes, Corte Mortosa, é zero. Deixa só carequinha, meu PC Farias fica de bigode.
Serra pelada, vocês querem mortosa?
Deixa ele de bigode só com a tampa.
Não, ele não tem bigode, é melhor, ele escolhe. Eu acho bom.
Murtosa, uma semana Murtosa, uma semana depois. Põe a foto do Murtosa, põe aí o Murta, Murtosa, o preparador clássico. Vou armar aqui Murtosa no Google. Põe aí, grande. Olha aí, ó, a Murtosa tem um pouco de forma, tem um pouquinho.
Não, mas isso aí é o Murtosa jovem, né, meu cara? Pega o Murtosa, ele tinha 12 anos.
Você quer um corte Murtosa?
Aquele, aquele calvo, né? É só a tampa, PC Farias Júnior.
Isso.
Calvão Bueno, olha aí, ó, é o Mário.
Não, tem que ser mais, tem que ser meu PC Farias.
Eu sei o que você quer, você quer aquele—
eu não quero nada, quero paralamas do sucesso.
Calvão, eu vou simular aqui. O paralamas do sucesso é um corte muito tradicional, só fica o paralama, né?
Ele deixa a tampinha aqui, ó. Aí, ó, é isso que eu vou fazer.
Eu vou dar uma simulada aqui.
Mano, PC Farias era sexy, mas ele ficar assim é maravilhoso.
Bigode, hein? Puta merda, hein? Que puta bigode!
Esse bigode, quando ele chupava uma ostra, meu, ficava um cheiro.
Eu juro por Deus, qualquer zona que você vai tem um cara desse sentado tomando uma carapê.
Então, bom, primeiro precisa me encontrar, o herói do Brasil.
Pois é, rapaz, tô preocupado agora.
Procura-se.
Bom, então se você encontrar, se você tiver na região de Taipas, na zona norte de São Paulo, você por favor entre em contato com a produção, por gentileza, não é isso? Estamos loucura.
É isso aí, cara, sumiu, cara.
É isso aí, muito bem. Boa, tá bom, é isso, vamos nessa, é isso, bora, viu?
Fuzil, aguardamos você aqui.
É isso aí, Fufu, volte, porque agora você tem que pagar, né, amigo? Agora fica todo mundo com dó. Tem o louco agora, tem um com dó do Fuzil aqui no, aqui o Delari tá me dizendo aqui que no chat tá todo mundo, ai, ai, vai, para quê vai fazer isso com ele? Dele. Ai, por que estão tratando mal?
Vocês que esculhambaram bastante, vocês na hora de esculhambar, vocês esculhambam.
Na hora do cara pagar a conta, primeiro ficaram enchendo o saco que ele não tava fazendo nada.
Isso aí.
Agora, e agora vem com essa. E detalhe, a gente não tá forçando situação nenhuma. Ele que falou, se o Brasil e Portugal não ganhasse, ele raparia careca. Ele deu a ideia, ele que bolou.
É, então, bichão, É zero, entendi.
Zero, zero, zero, zero, zero, zero. Muito bem, tá bom, partiu. Então vamos, vamos, partiu, solta a vinheta, por favor. Então vamos lá, porque estamos aqui ao vivo.
Resenha, resenha, resenha, resenha.
Que beleza!
Ó, Emeliano, só para falar da Copa do Mundo, hoje a gente tem um jogo muito aguardado aqui, que seria França e Marrocos às 17 horas.
Para Marrocos, vamos Ah, eu vou torcer, eu vou torcer para França porque tá dando tudo errado. Então vamos ver, né?
Boa, Morgana!
Mas não dá, ninguém consegue torcer, né? Não dá, não dá.
Melhor torcer, é, ou não assiste.
Se você não quiser se envolver, você simplesmente não assiste.
Eu vou torcer para o Marrocos.
Vocês vão torcer para o Marrocos? Tem que estar meio desfalcado o Marrocos. Eu tô sozinho, vocês quiserem, por favor. Ó, churrasco sem as esposas, vocês estão convidados. Minha mulher vai ficar chateada. Agora, como eu disse aqui, a polêmica continua porque os árbitros são da Argentina e a gente sabe que a França pode o time inteiro, o time inteiro, todos, todos os árbitros, não é?
VAR, tudo.
É, temos ainda a Bélgica, né? De Bruyne, que o Alba sabe muito bem. Temos jogadores ainda, o Lamine Amal também, que é um cara muito clássico. Sim, Mbappé. Inglaterra vem aí, Marrocos e Noruega. Agora, a Noruega já perdeu a graça. Acho que não. Vocês acham? Eu quero acompanhar. Acabou, acabou a Copa, acabou a graça, não tem mais emoção nenhuma.
Eu acho que o último jogo emocionante vai ser hoje o Marrocos indo para cima da França. Se a França passar, bichão, já dá o título para França mesmo e acabou, já era.
Agora você vê como o Brasil, né, foi, teve azar, porque a Noruega pegou, você viu que a turma pegou uma virose e parece que os cara tão zoado. Segundo a informação, o técnico e os jogadores e parte da comissão técnica estão com sintomas de resfriado, diversos membros da delegação estão com tosse e mal-estar.
Os cara pegaram dengue do Brasil, pegaram dengue do Brasil.
E o nosso grande Rola pode ser que não jogue. Caraca, é verdade, possível isso? É, ele não entra no jogo. Ele tá mole, ele tá, o Rola tá mole, Rola mole, o Rola mole não tem.
Você sabe o que que é Rola, né? E não é Haaland, a pronúncia, toda nós escandinavos, certo? Você é de Nós escandinavos é o seguinte, toda vez que você vê dois Os, dois As juntos, você fala Ó. Dois As juntos sempre é Ó, tá? Você vê dois As é Ó. É Rola. É Rola.
E Zuzu, você falou do desfalque, é o Saibari que não vai jogar no Marrocos, que foi ele que fez o gol no Brasil. Ele, porra, mas que coisa, hein, cara?
Mas esse time pode ganhar top, hein?
O time de Marrocos?
Não, o time da Noruega.
Sim, eu tô confiante. Time chato, meu, é um time chato, é um time chato. Ainda tem França, Argentina, que são os favoritos, e continua a Espanha, né?
Vocês estão minimizando a Espanha.
Argentina favorita da FIFA, né?
Bélgica também.
Exato.
Agora deu aquela afunilada, né, Guerezão? Agora são, para quem gosta do futebol, vale a pena conferir.
A gente tá, eu francamente eu acho que esse jogo França e Marrocos, eu acho que vai ser um jogão E depois disso, cara, eu acho que vai ser entrega para França, só sobrou um sul-americano, né?
Só sobrou um africano, sul-americano e 6 europeus, né?
Agora, meu, vocês viram essa ontem? Eu trouxe aqui a história da FBI tá realmente investigando a AFA, né, a comissão na Argentina. Por quê, Emílio? Vocês estão sabendo disso?
Não, o FBI investigou a FIFA, porra, derrubou lá Exato, isso lá no passado.
Agora, atualmente, o que estão falando é que o futebol argentino ultrapassa uma investigação de 300 milhões de dólares, e a suspeita é uma movimentação de lavagem de dinheiro e fraude bancária. Ou seja, a empresa que tem parceria com a AFA, que a gente sabe que ela é da Argentina, cerca de 57 milhões de dólares teriam sido enviados para contas bancárias áreas sem justificativa lá nos Estados Unidos. A AFA não se pronunciou e a FIFA até agora também não, mas não querem saber da onde vem esse dinheiro, que são dos patrocinadores, inclusive dos patrocinadores grandes.
A CONMEBOL aqui no Paraguai, eles têm imunidade diplomática. A sede da CONMEBOL tem imunidade, ninguém entra lá. Imagina Imagina, tem um documentário, sim, tem uma série, né? Como chama esse aí?
Esse documentário que você tá falando, você tem que dar essas dicas.
Aí, Alba, aí, Alba, Emílio.
E eu acho que na Amazon Plus, sim, tem uma série que chama CONMEBOL, da CONMEBOL, que mostra, é série, não é documentário essa, que mostra também o que acontece, né, de corrupção.
É porque o presidente da CONMEBOL é meio zuretão.
A série é El Presidente.
Não, El Presidente Gente, é o cara que faz o Pablo Escobar. Sim, que é o colombiano. Isso, colombiano, é colombiano, né? Pô, como é que ele chama, pô?
O ator que a gente sabe, bom pra caramba.
Esse cara inclusive, ele faz aquele presidente paraguaio que foi presidente da CONMEBOL, que é onde— mas isso é uma série ficcional.
Sim, sim, o coisa é o FIFA Gate mesmo, o documentário.
Documentário é FIFA Gate mesmo, é bom esse documentário.
Então vamos aguardar para ver o que vai acontecer.
Agora tem muito dinheiro, né? Muito dinheiro, muito dinheiro.
Falar em polêmica de dinheiro, você sabe que a CBF agora também tem algumas especulações de Lauro Jardim, sabe? Lauro Jardim tem uma coluna no Globo e tem algumas especulações sobre a troca do presidente da CBF, que é o Samir Shaoud, que tem toda aquela polêmica da mulher, voltou, se ele continua ou não no cargo.
Ele falou que pula do cargo em 2028, que é logo ali. Esse é o lindão, é o lindão, bonitão.
Ele disse, salva de palmas, pegador!
Vamos, temos que aplaudir, temos que aplaudir!
E a foto clássica que ele estava com a suposta amor, ele disse que foi IA, que não foi ele, que foi a inteligência artificial.
Fizeram um IA meu no restaurante. Importante.
Se você tiver algum problema no matrimônio, você fala, gente, você pede para o Aúbia aí, como é que ele chama?
É Shaúde.
Isso, falar o Samir Shaúde.
O Samir Shaúde sabe tudo que eu fiz. Exatamente, Samirzinho.
Agora a polêmica vem: quem é o favorito para entrar no lugar dele?
Quem que tá mandando?
Que é o filho do Gilmar Mendes. E aí volta para polêmica do seu Gilmar Gilmar Mendes, porque teve alguma intervenção lá na CBF com outro presídio. Não sei se vocês recordam que teve essa polêmica.
Sim, que quando entrou o Shaoud.
É, e aí tem uma interferência dele. Dizem que o filho do Gilmar Mendes tem uma grande moral lá no instituto.
Ele tem um instituto, exatamente, tá, tá bem informadíssimo, que ele manda e desmanda já.
Então, que ele que quis levar alguns jogadores, que tem essa relação, o menino Menino Ney. Agora a pergunta é se ele vai entrar ou não no lugar lá na CBF. E a gente sabe que pelo menos o Ancelotti continua até 2030 com um belo salário. E a turma tá falando, Albeta, você que gosta tanto do futebol, duas coisas: que agora ele tem tempo para preparar os jogadores mais novos.
Sim, sim, sim, né?
Porque assim, é normal você ter um, é comum, correto.
Aí que você entende, desculpa até interromper, mas aí que você até entende o Flávio Prado torcer contra a seleção, entendeu? Sim. Aí você entende os caras, os caras que estão no, que conhece o andar da carruagem, torcer contra, entendeu? Sim, é isso. Quando você conhece o andar da bagaça, quando você conhece o 2S, 2S, a turma só conhece um S, 2S. A hora que você conhece 2S, você torce contra.
Quando você conhece a cozinha, fica difícil comer. É isso aí.
Você sabe que a polêmica que eu tô falando aqui com o Gilmar Mendes, ele tinha concedido uma liminar que tinha o antigo presidente, que é o Edinaldo Rodrigues, que era o presidente da CBF. O Edinaldo, e tinha muita polêmica relacionada a ele, e ele meio que liberou ele. Falaram assim, como é que o STF ele se mete na CBF? Pode ou não pode, né? Aí ficou essa relação, e vamos ver se o filho dele entra como presidente. Presidente, que ele está lá no Mato Grosso.
O que eu ouvi dizer é que o que tá aí agora vai ficar, vai cumprir só, mas assim, não vai mandar mais nada, que é o Francisco que já manda.
É porque, é, ele tinha falado que ele era só um meio tampão, né, só uma fase para ter outra votação. Mas ele, o Ronaldo Gordo, tentou ser, é verdade, teve 2 votos.
É verdade, você vê como que a grande maioria, como a política lá se envolve também no futebol e também, né, tem os seus deles que você não pode mexer lá e você sabe como é que acontece.
Posso fazer um break no feriado?
Pois não.
Então vamos fazer um break agora especial para 9 de julho, um break especial para você que está nos acompanhando em todo o Brasil. Vai lá, Reginaldinho!
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Ó, periquita louca, periquita completamente com aquela droga MDMA.
No feriado a periquita fica louca mesmo.
A periquita usa drogas pesadíssimas.
Ó, periquita cheirosa até às 7.
Agora ela tá aqui.
A periquita é boa aqui. Boa, periquita, pode sentar, periquitinha.
Periquita tomou um cacete esses dias aí, meu, tá toda remendada.
Senta lá, periquitinha.
É, saiu na— caiu o dólar, nem 5,12 no momento.
Porra, meu, agora que caiu o dólar, né?
É a hora que você voltou.
Puta que eu voltei que já pagou o IOF, os diabos. Mas vamos lá, é só para falar, para terminar.
E ainda um puta pé frio, né?
Ainda um pé frio. Nós somos, tá? Porque eu fui pesquisar, você foi em todos os jogos do Santos também, do Neymar aqui.
Não, mas Santos é do Santos.
É, estamos falando de seleção.
É, tá bom, vamos combinar uma coisa: próxima Copa do Mundo não Não irei, ficarei no bar e na minha casa. Eu também, né?
Não vai chamar ninguém também.
Não, nós deu sorte, vou ver sozinho. É, mas quando a gente viu junto tava bom o jogo, né? Então vamos ver até aí.
Boa exibição.
Só para terminar o assunto futebol, você, Morgadão, que gosta tanto do Vozinha lá do Cabo Verde, ele tá em negociação também com Miami. Sim, você sabe, vai jogar com Messi. E também nós temos também Também é o Casemiro. Casemiro parece que já vai assinar. E Neymar. Então olha que timaço lá nos Estados Unidos, ex-jogadores que ganham muito bem. Sabe que o Neymar, como Alba falou, que ele é amado no mundo. Sim, mas nos Estados Unidos a turma gosta muito do Neymar. Jogadores de basquete, por aí vai.
Argentina gosta do Neymar.
É, exato, todo mundo gosta. Todo mundo. Quem não gosta do Neymar, sabe quem é?
A imprensa.
É isso aí.
E os É, a imprensa não gosta do Neymar, fala mal do Neymar, mas o Neymar é o craque, né?
Ele é o queridão, amigo Neymar.
É o craque, porra.
Boa.
Ó, mas contratar o Vozinha, Casemiro, Neymar, marketing.
É, porra, meu.
É, o Neymar, ó, o Neymar. Olha quem é Neymar Júnior. Neymar Jumbo, 16 anos na seleção brasileira, 130 jogos. Jogos, 80 gols, 59 assistências, maior artilheiro da história da seleção, maior assistente da história da seleção.
Tá aí, ó, os números não mentem.
É isso aí, se você quiser pegar número, não adianta brigar com o número, não adianta brigar, vai brigar com o número.
Contrafato não é dele.
Mas ele também, na época do Pelé, aí também eu falo, na época do que mais, do Ronaldo, Ronaldinho, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo, tá todo mundo E aí, pô?
E aí, é só passar ele, pô.
Na época do Leônidas da Silva era diferente.
E não adianta vir com essa historinha, né, mas o Neymar fazia gol contra a Venezuela. Não, senhor, o Neymar tem gol contra a Espanha, tem gol contra a Argentina, tem gol contra a França, tem gol contra a Itália, de volta, Alemanha.
Bonito.
Então não vem encher o saco também.
E sabe bater pênalti, você viu?
Não, a frieza é melhor do mundo.
Ele é considerado pelos jogadores como um dos melhores batedores de pênalti da história.
Pode escolher. Neymar é uma coisa assustadora. Agora Agora o Neto, ele fica reclamando do Neymar. O Neto falou que o Neymar está inchado.
Esta é a colocação.
Tá retendo líquido?
É, corticoide, provavelmente.
Você é o vape? É o vape?
Às vezes um churrasquinho, né?
Ele gosta do Netão.
Eu parei aquele cigarro eletrônico, aquele pendrivezinho. Parou ontem.
O Neymar fuma no vestiário.
É porque é meio inteiro. É de manga, o dele é de manga, igual o Gerson. Parece que é perfume, mas é assim.
Diário, dá dois tapas igual os cara faz no avião, ele faz no V7, fuma escondido e bate o pênalti, ainda faz gol. É o Sócrates, pô, jogador raiz, faz gol como ninguém.
O Alban, você que investiga muitos artistas, a turma, né, da Lei Rouanet, saiu na Veja.
Rapaz, você tá fofoqueiro hoje.
Estou com informações.
Ok, ok.
O MPL abriu inquérito ontem, na quarta-feira, para investigar os recursos da Lei Rouanet, que a gente tanto fala aqui. Foram usados para pagar uma apresentação da cantora e ministra da Cultura Margareth Menezes durante o Carnaval. Segundo o órgão, o ministro Lula, responsável pela pasta, deu, recebeu R$290 mil Puts, para apresentação do bloco carnavalesco Os Mascarados.
É bom, é bom, bloco bom, é bom, é bom.
Você que conhece carnaval, esse bloco é muito bom. Bom, você sabe que tem uma relação entre os artistas e o governo atual. Daniela Mercury, exato, a própria Margareth que tá lá na cultura, o Wagner, são os amigos do rei. Você sabe que muito atento aqui, você falou da colheita do nabo, né, que a gente, a colheita do nabo sempre aparece. E a colheita da mandioca vermelha, rosa? Aí também viu? Temos uma mandioca nova, Morgadão, agora que é a colheita. Se você queria picanha, tá, presidente Lula agora está com a mandioca.
Todo mundo conhece, mas essa daqui é uma mandioca que ainda não tá totalmente no mercado, certo? Pouca gente conhece essa nova planta, sabe, criada pela Embrapa. Ela in natura ela é rosada. A gente conhece bem, presidente. Fica tranquilo, mandioca tem entrado de uma maneira muito automática. Ela vem, essa mandioca que vem sem KY, presidente. Turma conhece como ninguém, mano.
É a mandioca rosada.
Claro, não é? O Brasil inteiro conhece essa mandioca. Mostra que ela é rosa, chapeleta rosada. Já tá quase se acostumando com a mandioca, chapeletona da mandioca.
Chapeleta rosada.
E ainda em setembro vem o grosso.
Olha o tamanho da mandioca, pô. Comeu.
Isso aí, Amilton.
É isso aí, é isso aí. Ah, como era grande, viu? Nós sofre, mas nós goza.
Exatamente.
Lembra?
É, cara, que mais?
Não é coisa pouca que a gente tem que resolver no Brasil. Só indo um pouco agora para os comediantes da mesa, para o Rogério Morgado. Ontem eu estava acompanhando o Raph Bastos, né, que ele faz uma carreira.
Feriado, tempo não passa, hein? Não passa, meu, não passa o tempo, não passa.
E era um abraço para você, abraço para família Boni.
Aquele Globonizo tá trabalhando hoje?
Ah, deve estar de férias, né? Feriadinha eles emendam.
Ah, é? Não, aqui na Jovem Pan não tem ninguém.
Ninguém é, mas ontem na festinha tava tudo bêbado lá, né? É, teve festa, festinha junina da Jovem Pan. Parabéns aí, ó.
Aqui não tem ninguém, ninguém não. Vou mostrar, vou mostrar, por favor.
Tem, dá para ver?
Isso, vamos filmar agora na sala do Tutinha.
Aqui, sério, Tutinha pode, é o dono. Agora vai falar mal do cara. Agora vem isso aí, fala mal. Aí o cara aparece, oi, desculpa, pô, eu tava de zoio. Só mostra aí os os ares inferiores. A diretoria não, a diretoria pode, a diretoria nunca.
A diretoria tá fazendo home office, claro. Se você ligar, os cara fazem reunião na hora.
A diretoria sempre tá ligada, faz uma bobagem para você ver.
É, que mais?
Então, cara, tava acompanhando os comediantes, a gente fala muito censura do Léo Lins, e aí tem um comediante que o nome dele é Deniz, comediante turco, e foi detido em Istambul. Vocês acompanharam essa história?
Não, não vi.
História louca. Louca, cara. Resumidamente, ele fez algumas piadas, a gente sabe, né, ao Corão, e críticas ao presidente. Sabe qual presidente, Albertão?
O Erdogan.
O velho bom Erdogan.
O Erdogan manda e desmanda também.
Ele tem um stand-up. E quem fala do Erdogan não é só comediante, jornalistas a gente sabe que no passado foram perseguidos, e atualmente também. Se você falar mal do governo lá, você é preso. E agora tá uma manifestação mundial, né, de comediantes. Inclusive eu vi pelo Bastos para soltar ele, porque ele tá sendo investigado por 185 queixas alegando também insultos a valores religiosos e ao presidente. Então fez aquela brincadeira no stand-up.
E aí eu pergunto para o Rogério Morgado, que é um cara sagaz: chega lá, como é que você sente que está? Você faz a piada que você quiser no seu show? Sim, tranquilo. Quem vai lá no My Fucking Comedy Show toda quarta-feira pode ver piada sensível?
Tranquilo.
Depois de tudo do Léo Lins, deu uma abafada porque ele conseguiu ganhar. Exatamente.
Deu uma melhorada, deu uma melhorada. Os amigos não estão reclamando por enquanto. Então assim, essa vitória do Léo Lins abriu um precedente ótimo para comédia, e espero que assim continue, né? Porque o entendimento é esse, que piada é piada. Então tá tudo tranquilo, segue o jogo por aqui, não dá ideia para deixar a censura gostar do jogo, amigo.
Sabe o que eu trouxe isso, Albeta? Porque a gente sabe que agora algumas manifestações que a gente tem lá, a história das big techs, sim, a piada já foi censurada. E as opiniões nas redes sociais?
É isso aí.
Como será agora no momento eleitoral? Quem pode falar, né?
É, você, nós já tivemos nas últimas eleições, né, do alguns perfis aqui no, é, mas foi na época do Twitter, né? Mas eu tô com o Morgadão, a sensação pelo menos de a falta de notícia nesse estilo de perseguição. Parece, parece que melhorou, mas nessa eleição aí, é, vamos deixar começar a eleição para a gente ver. Exatamente, começar essa eleição aí a gente vai ver.
Vamos aguardar.
Não pode deixar a censura gostar do jogo.
Esse é o comediante aí que está sendo censurado, Erdogan. A gente, você lembra que, meu, tem um prefeito lá que foi fazer alguma graça lá e foi preso também lá com Erdogan na Turquia? Quem sabe como funciona a liberdade por lá.
Tem algumas pessoas que é melhor a gente não mexer mesmo.
Exatamente. Né, o Erdogan, o nosso Putin. Algumas piadas não funcionam por lá. Fala, fala, Dilaris, tem alguma informação?
Diz que o Putin odiava, né, porque faziam ele um anão, né? Ele comprou o canal de televisão, olha lá, ele pegou o canal de televisão para acabar com o programa de humor. Tinha um programa que fazia graça, tinha dos bonecos, é um programa, ah sim, um programa dos bonecos lá na Rússia que também teve aqui também, eram os bonecos que tinha Ele não gostava muito não. Cabaré do Barata, Cabaré do Barata, tinha um que tinha o Ribeiro aqui, que tinha o Putin, não gostava não. Não gosto de piada de jornalista, tá?
Só para avisar a turma aí do consórcio midiático, nos países onde tem essa democracia relativa você não dura muito tempo. Por falar na Rússia e na Ucrânia. Ontem teve o presidente dos Estados Unidos, o Donald Trump, que tá comigo.
Está bem saidinho, hein?
Saidinho e fofoqueiro.
Estou dinâmico no jornalismo aqui, concentrado. Recebo algumas críticas plausíveis. Pessoas se criticam muito. Nossa, como metem o pau em mim! Ah, talvez a minha falta de competência mesmo. Não, eu sou muito criticado no jornalismo.
Posso fazer uma crítica construtiva? Não é incompetência, você é muito competente.
Às vezes é Tão displicente. Eu recebo, né, não com carinho, mas com muita dor, né?
Não, não faz isso não.
Não reclamam demais, mas tudo bem, vou continuar.
Mas aqui, Zuzu, em sua defesa, Maria Lourdes Araújo, E2V: o programa sem Zuzu não é o mesmo.
Exato.
Agradeço também.
É o que eu falo, é a competência do Zuzu.
Pô, obrigado. Quando eu não tô aqui, vocês metem o pau. Não, não, só pelas costas. Mas isso que é gostoso da vida.
Ao vivo não, ao vivo não.
Bom, vou falar uma coisa muito interessante que ontem teve o presidente Donald Trump, que ele tem resolver realmente o Irã, né? Tacou bomba, depois voltou. É muito difícil ele resolver a situação que é o Estreito de Ormuz. Mas voltando para o Vladimir Putin junto com Zelensky, me parece uma coisa sempre positiva, mas é só fala. Ontem o Donald Trump, ele esteve lá, a gente sabe, teve o tratado lá do Atlântico, a gente sabe, a cúpula da OTAN que a gente conhece muito bem, e ele disse que possivelmente o Zelensky junto com Vladimir Putin podem resolver esta guerra.
Aí, ó, qual guerra?
A guerra Rússia e Ucrânia. Esta é a fala, não tem fim, não tem fim. E o Trump, não sei se vocês estão acompanhando um pouco ele, ele tem confundido nomes, né? Ele chamou o Zelensky de Putin e chamou o Irã de Japão. Nossa, o Trump tá meio, o Trump tá meio Zelensky. Agora a coisa é triste, tá rateando, tá rateando. Eu tava acompanhando o jornal europeu, atento que sou, que você me passou. Tem um jornal europeu muito bom que passa na Samsung TV.
Ah, é?
É lá nas plataformas. Jovem Pan tá lá também, tá? E tava mostrando o que tá acontecendo na Rússia. Até tenho imagens aqui devido à guerra. Que que tá tendo lá? Escassez, obviamente, de combustível. Então tem filas homéricas na Rússia e a turma sai na mão para abastecer o carro. Me dá imagens da Rússia, por favor. Ó, primeiro filas, todo mundo tentando abastecer.
Aqui no Brasil já foi muito assim, né, cara? Você sabe que o Brasil uma época o posto fechava na sexta-feira. Eita, não é? Sabe? Aí ficava aquela fila, fechava, fechava. E na Coreia agora, por causa da crise, também cada dia uma placa que pode abastecer e tal. Aqui no Brasil era assim na época do—
Agora olha aí, Semílio, os cara colocando gasolina também. Bernardão, o primeiro vídeo que eu te mandei até da reportagem União Europeia, os cara sai na mão, um soco o outro.
Mas russo sai na mão até na igreja.
Russo gosta de brigar à toa também, vale lembrar aqui.
Os cossacos.
Exato, né? Agora, o Trump tá batendo em todos os lados, como eu te falei. Tem que resolver essas duas guerras, né, que é a Irã junto com Estados Unidos e Israel, e resolver Rússia e Ucrânia. E uma treta também com a Espanha, né? Você viu que ele bateu na Espanha e depois voltou atrás.
É porque a Espanha canhoteira, muito, muito canhoteira. Primeiro-ministro lá. Exato, o Pedrovis. Pedro, é, ele é, não deu as bases lá para ele ir para o Irã. É aquela briga de sempre, né? Aí ele falou, não, agora você vai ficar sozinho aí. E com a italiana, né?
Exato, a Meloni. É, com a italiana que também, né, a situação da Europa ela é muito triste, né? Principalmente por causa da migração que a turma abriu para todo mundo. E depois a gente sabe que tem que pagar essa conta, que não é barata.
Milhão.
A Europa é um lugar muito, que tá muito povo velho, parado, sem mão de obra, né? A população envelheceu e não tem mão de obra. É isso que acontece. Aí, o que que acontece sem mão de obra? Que que você faz? Abre a fronteira. É isso aí que precisa fazer a turma trabalhar.
É, eu sei, mas e aí os benefícios sociais? Custa caro.
Exato.
Quem vai pagar?
É só do nosso.
Isso custa caro.
Quem vai pagar? Pega seguro-desemprego na França, como O problema é pagar, é o custo, é o custo da assistência, né? Esse é que é o problema. Chega uma hora que acaba o dinheiro, e aí como é que você vai tirar benefício?
Aí você vai ser o grande vilão.
Dá, tem que tirar benefício.
Bela colocação.
Político que precisa do voto, como é que ele vai tirar o benefício?
Lógico que a gente faz o que aconteceu na Argentina durante muito tempo, que no Brasil a gente tem também Bolsa Família, é a turma critica, né? Você não tem que dar vara, você tem que dar o quê? Tá bom, né?
Eu sei, mas se você é político, você vai querer dar o que o cara vai te dar o voto, não é? Ou não? Sim, porque você vai falar: vou tirar o benefício que eu vou— eu não vou ensinar você a comer o peixe, eu vou ensinar a pescar.
Vou te dar mandioca. Você pode dar mandioca rosa.
Aí, a mandioca, a mandioca ele não deu, ele quis dar picanha, que é gostoso.
Prometeu a picanha, sobrou mandioca rosa.
Sobrou aquela mandioca desse homem.
Mas é uma baita mandioca.
O que que você quer? Opa, aí sim! Olha quem chegou!
Quem falou que ele não vinha no feriado?
Ele falou, não, eu vou pescar, eu vou lá no pesqueiro, lá em Cotia, lá no pesqueiro de Cotia. Falei, não, vamos estar lá ao vivo. Por quê? Para levar, pessoal, esse magnésio, essa formulação mágica que é da Lírios.
É sucesso total.
Não é o magnésio simples, né? Premium é o magnésio que você precisa.
Por quê?
Porque aqui tem uns 5 tipos de magnésio mais importantes para sua saúde, aquele que vai equilibrar o seu organismo, a sua saúde. São apenas 2 cápsulas, você toma 2 cápsulas antes de dormir, você dorme igual a um bebê, não é? Dorme bem, dorme muito bem e acorda com disposição. Por que que você acha que eu vim trabalhar no feriado? Opa, é graças ao magnésio!
Sorrindo, animado, sorrindo!
Correndo, né?
Só hora que não passa, né?
A hora não passa, a hora não passa.
Assim, é uma coisa que é muito importante do magnésio, essa fórmula. Como são 5 minerais numa única cápsula, ele é muito completo nesse sentido, principalmente para você ter uma boa noite de sono. Então ele vai ajudar na produção da melatonina, então dorme melhor, acorda com mais energia, com mais disposição. Vocês têm acompanhado a Copa, que eu tenho acompanhado o programa. Vocês falam da Copa. Você sabe que o Messi, o Cristiano Ronaldo e os outros craques de alto rendimento, certo, eles têm uma coisa em comum? Vocês conseguiram reparar?
Disciplina.
Além da disciplina, o sono.
Opa, opa!
O Cristiano Ronaldo passa horas dormindo para recuperar, para ter uma boa performance. O Messi também. E eles falam muito nessa questão do sono. E a gente aqui numa acelerado né, Emílio? A gente trabalhando muito, a gente acaba passando despercebido essa questão do sono. A gente não dorme bem. E a tela azul do celular, da televisão em si, acaba atrapalhando essa noite de sono.
Exatamente.
Então o que que o magnésio vai favorecer? Ele vai favorecer uma boa noite de sono, melhorar essas conexões neurais. Você vai dormir melhor, vai controlar sua ansiedade, o seu estresse. Ele trabalha diretamente no GABA, né, que é o neurotransmissor estressor, que é o freio da nossa mente, aquela mente acelerada. E uma coisa muito bacana, que além de dormir bem, ele relaxa a musculatura, porque às vezes isso também atrapalha a pessoa não ter uma boa noite de sono.
Então o magnésio é fundamental nesse sentido. Essa formulação, ela vai contemplar o óxido de magnésio, que é um relaxante muscular, o sulfato de magnésio, que melhora muito principalmente a estrutura óssea, evitando osteoporose, os ossos porosos. Ele melhora também a manutenção da massa magra, trabalha nos músculos, a força muscular.
Então essa formulação, e o coração velho de guerra, coraçãozão gosta do magnésio, gosta, gosta do magnésio, porque justamente porque o magnésio ele ajuda na produção da elastina.
Então quando a gente fala de músculo, tem muita, tem muita gente que sofre com câimbras, espasmos musculares. Então o magnésio ele devolve essa elasticidade, circulação, ele vai melhorar muito essa força muscular. Muscular, colaborar também para circulação. Ele, como é um mineral vasodilatador, ele é muito importante para evitar ali o inchaço, formigamento, a má circulação, as pernas pesadas. Então você começa a usar o magnésio, ele vai favorecer essa circulação.
Por isso, Emílio, que quando você faz, faz uma pergunta simples na internet: magnésio e pressão arterial elevada, ele beneficia?
Magnésio, benefícios do magnésio no Google, só isso. Aí você vai ver o que que o magnésio faz. Mas tem gente que é burra, né?
Por quê?
Porque tem gente que é burra. Às vezes eu encontro burro na rua e eu não chamo pessoa de burro. Não, não vai falar, porque eu posso falar que é burro que eu não estou pessoalmente com a pessoa. Aí fala o seguinte: não, eu sei, Delary, mas agora eu tenho uma, eu preciso falar isso, contar um bastidor aí, porque a pessoa ela chega e faz assim, ah, chega na arrogância, né? Sempre é, mas então quer dizer que o magnésio cura tudo? Aí você tem que falar: não, meu Deus do céu!
Todo dia a gente fala: não, jumento!
É, você fala: meu Deus, me ajuda nessa hora! Você tem que ficar calmo. Não, é para quê? É para prevenir muita coisa. O magnésio, ele tá presente em mais de 300 reações, é um mineral que você precisa ter no teu corpo. Para quê? Para vitamina funcionar, para as enzimas funcionar, para os aminoácidos funcionar. Exatamente. Então o magnésio ajuda a melhorar sua saúde e normalmente a gente tem falta de magnésio, é comprovado por pesquisa.
Não, você viu, até teve um ouvinte que veio aqui semana passada, Emílio, que o pai dele morava na ilha de Okinawa, comentou aqui, lembra, da alimentação de lá.
Mas lá tem um vulcão, o cara mora no vulcão, o solo é magnésio puro, você lambe na areia, magnésio.
Magnésio.
Aqui não tem muito magnésio. Então são duas cápsulas, experimenta para você ver. São duas cápsulas que você precisa para você regular o magnésio no teu corpo, para você ficar equilibrado de magnésio. Vamos lá, vamos lá, show! Promoção, promoção, você que tá acompanhando o programa pode ligar agora, 0800-787-9999.
Todo o Brasil já pode ligar, 0800-787-9999.
99.
Eu vou fazer o seguinte: ligando agora você só vai pagar 20% do valor do magnésio. É isso mesmo, para você experimentar, para você testar. Então, olha, você só paga 20% do valor do produto. Produto custa 100%, você só vai pagar 20%. Eu vou mandar para você essa cafeteira maravilhosa portátil para fazer seu café. Vai ganhar a cafeteira, tem a nossa creatina e o relógio inteligente. Então você ganha creatina, relógio. São 3 presentes especiais.
Eu parcelo, a parcelinha fica pequenininha, cabe no bolso. Mas é muito importante você ligar agora. Se tiver no trânsito, dá um toque que eu retorno. Ligue agora, 0800-787-9999.
Ligue, 0800-787-9999.
Ligue e aproveite essa grande promoção, amigo.
É isso aí, bicho! Você vai lá Curitiba, Curitiba, Curitiba, deve estar um puta frio em Curitiba. Quantos graus em Curitiba? Dá imagens de Curitiba aí e põe na tela Curitiba, pô. Põe na tela aí e dá imagens de Curitiba. Vou ver como é que tá o tempo em Curitola agora. Curitiba, Curitiba, PR Brasil, 20 graus ensolarado.
Ó, quer ver?
Não tem imagem.
Opa, mas fez 5 graus.
Sexta chove, sábado chove, puta merda, vai cair, vai cair a temperatura lá no Gato Preto.
Aí, coisa boa, caindo, caindo a temperatura em Curitiba. Um beijo para você do Paraná acompanhando o Pânico aí.
Obrigado, Emílio, pelo abraço aí.
Um abraço grande, Paraná, gente finíssima, maravilhosa, demais, lugar bacana. É isso aí, a vida noturna é um lixo, mas não tem nada, você não conhece, não, você conhece.
Vou levar você para dar um rolê lá.
Tem nada no jardim lá, o jardim. Não, não, lá é restaurante. Não, pô, balada. Não tem balada.
Você nunca foi no Barolo 3 da manhã? Você é louco, cara.
Vou levar você.
E outra coisa, fala só da Sense.
O pior carnaval do Brasil é em Curitiba. Aí não, aí não é desanimado.
Unidos de Curitiba não é carnaval.
Para que que você vai falar que é? Curitiba não é.
Não, ele é animado. Desculpa, a gastronomia é fantástica.
Não tem lá o Santa Felicidade, que tem restaurantes bons, mas tem o Taji. O Taji é bom, tem balada, tem balada assim, meu irmão.
Vocês não sabem nada, né?
O Morgado foi lá, ele quer puxar o saco para ir no show dele.
É, mas eu vou lá mesmo.
Ele fala que é o público mais frio que tem no Brasil.
Eu sou um assíduo frequentador de Curitiba.
Eles querem puxar o saco. Atenção, Paraná, eles querem puxar o saco para ir no show, que pagam bem.
Vou estar lá, diz quem quer.
Você que é de Curitiba, muito bom. Você que é de Curitiba sabe, mais ou menos, mais ou menos, mas é um lugar fantástico, é fantástico, é uma cidade muito, muito legal, fria, né?
É uma cidade fria, né?
Sabe a casa do Manolo lá, meu?
É top.
Eu tô ligado, Manolão manda, hein?
Manolão mora na mansão. Qualquer dia eu vou mostrar, eu vou mostrar, vou trazer a foto. Eu vou trazer a foto do Manolo lá. Me põe a foto do— eu peço para que você mande foto se você encontrar o fuzil nas ruas de São Paulo. Não, não precisa.
Depois eu fiz a simulação do fuzil.
Aí está. Você fez a simulação do PC? Você passou?
Passei. Tá com o Bernardo. Eu fiz a simulação dele, o cabelinho estilo PC, como—
ah, você fez?
Eu fiz, eu fiz.
Como é que vai ficar hoje?
Mandei para Bernardo, olha aí, ó.
Aí, ó, eu acho que fica muito bom.
Deixa eu ver.
Puta, parecendo o Drauzio Varella.
Puta, que animal, velho! Eu acho que, por favor, é mais legal. É o Frei, Frei Shibiu.
Isso, o Frei Shibiu.
O povo vai decidir.
Eu acho que era melhor pôr em votação no Insta do Pânico.
Mas você sabe, olha que bonitinho, meu!
Olha, ele não fica bom?
Puta, dono de banca da Paulista, parece um Hare Krishna, cara.
Muito bom, muito bom.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Então solte a vinheta porque o nosso convidado aqui está, senhoras e senhores.
Gramaço cheio de cultura e conhecimento.
Teremos nessa bagaça um mestre do jornalismo e um baita apresentador.
Bom, vamos. Fala um pouco mais então a respeito desse personagem.
Ou seja, muito garbo e elegância e aplausos para o nosso Claçudo.
Isso aí é futurismo ou tecnicismo puro?
Não, eu acho que isso não é futurismo não, isso chama-se pensamento estratégico. Você não fala em pensamento estratégico?
Eu não sei o que que é isso, cara.
Os mestres da comunicação neste programa. Olha, olha a nossa responsabilidade receber aqui Heródoto Barbeiro, este mestre.
Muito obrigado, eu que agradeço.
Não, isso aqui é, foi meu professor.
Ó, que legal!
Não é possível, não, pera aí, não, você quer entregar minha idade, é isso? Aqui o objetivo já tá velho, você para com isso.
Não faz gracinha não, é mais novo que você, amigo. É o seguinte, o Heródoto, professor de história contemporânea, era professor aqui do Objetivo. E o Objetivo, puta, era um colégio na época, final dos anos 70, era um colégio na época que era revolucionário, revolucionário, e tinha as aulas do Vaticano. Eram aulas que você ia, o Kobayashi, Paulo Kobayashi, também era geografia. Eu fui para humanas por sua culpa.
Olha que legal, que legal!
Claro que vou confidenciar, galera.
Não, falando sério, legal, velho.
Eu vim aqui para jogar a culpa em sua tia.
Tinha, não, não, tinha as aulas do Vaticano. Você chegava cedo para assistir a aula, tão legal que era a aula, tão legal que era a aula, você chegava cedo para assistir, porque juntava todas as classes e era num auditório grande com microfone e tal. E quem passasse ali, quem acompanhasse, entrava no ITA, olha, entrava Porque na Poli, no ITA, né, era muito legal, né? Não sei como é que é hoje.
Eu não sei também, porque eu trabalhei lá no Objetivo, trabalhei 16 anos, eu dei aula 25 anos. Aos 42 eu passei a viver de jornalismo. Então eu sou jornalista a partir dos 42 anos de idade. Eu fiz 80 agora.
Você sabe que eu votei em você?
Bem feito. Só por causa de você saber ler o livro de política aqui, você falou isso?
Não, não, eu votei em você naquela eleição eleição, eu não lembro, acho que foi 82.
Foi 82.
É 82, né? Eu votei em você.
Então você vê que a gente, política, a gente precisa conhecer um pouco teoria e praticar um pouco, né? Mas quando você chega lá e começa a ver as coisas assim não tão claras, é melhor ficar na teoria só. O que que você acha?
Mas você não foi para política, você foi fazer o jornalismo. Você veio, você trabalhou na Jovem Pan?
Trabalhei 7 anos na Jovem Pan.
Comecei trabalhando lá no aeroporto, você nem não tinha nascido ainda, não era lá na Miruna.
Pois eu vim para cá com o pessoal para trabalhar no Jornal da Manhã aqui, porque eu era comentarista de política nacional, porque eu fazia a história contemporânea, como você falou aí.
Sim, mas você sabe o negócio que você ensinava que eu achava muito legal dos professores da época? Porque um professor você jamais esquece, né? O professor que você gosta, você lembra da mão, né? Que era o pensamento crítico. Não tinha esse negócio cara, né? Eu não sei também, pode ser que eu estou emocionado de ter o meu mestre.
Não, é demais ter o meu mestre. Legal de ter o Alpha aí no objetivo.
Talvez seja a emoção, talvez seja a emoção, mas eu acho que naquela época, pelo menos eu via que vocês tinham essa preocupação do pensamento crítico de quem vocês estavam passando a informação. É isso.
É, eu acho que essa é uma das missões do ensino, exatamente ensinar a pessoa a pensar mais do que dar fatos e datas, etc., etc. Por exemplo, na história, a pessoa precisa pensar, e muitas vezes você tem que coordenar uma coisa com outra. Por exemplo, nós estamos vivendo ano de Copa do Mundo e ano de eleição absolutamente polarizado, não é isso? Sim, todos nós sabemos. O que que aconteceu em 1950? Nós perdemos a Copa todo mundo.
E a eleição presidencial era polarizada entre Getúlio Vargas de um lado e o Eduardo Gomes do outro. Muito, a história não se repete, mas é muito parecida. Então conhecer um pouquinho de história ajuda a gente aí no jornalismo.
Sim, sim, é, você tem referência, né, do que aconteceu para saber para os tempos atuais.
E até porque nós chegamos como nós estamos, né? A gente precisa conhecer um pouquinho de história. Então sempre é bom, eu continuo lendo e tal, estudando tô trabalhando, mas eu trabalho hoje, é jornalismo.
E você, você abriu a CBN?
Eu fui um dos responsáveis pela abertura da CBN. Muito bem. A decisão foi do Grupo Globo, que resolveu ter uma, uma rádio 24 horas de notícia que não existia no Brasil, All News. Bom, fui chamado para ajudar. Uma vez pronto o projeto, e eu apresentei para o Zé Roberto Marinho, que é o filho do Doutor Roberto, e falei para ele assim: pergunta, Zé, olha só, moço, é importante. Falei, Zé, vamos botar essa rádio no FM, que a gente tem uma frequência aqui em São Paulo?
Falou, não, meu. Falei, Zé, vamos colocar na FM, mas a gente vai estar sozinho. Ele falou, não. Você vai defender isso lá no Rio, lá na diretoria? Eu falei, vou. Fui lá, fui massacrado.
Sim, é porque FM era música, era AM, a rádio musical era FM.
As coisas mudaram, o diretor-geral saiu. E a FM aqui chamava Rádio X, não sei se lembra. Aí tinha Comunicador Popular, etc., etc. Um belo dia o cara pegou o balanço e viu que ela tava em vermelho, tirou do ar. Aí eu corri na sala dele, falei: escuta, chamava Plínio Marquinhos, falei: escuta, senhor Marquinhos, não dá pra gente colocar a CBN aí no FM só enquanto o senhor não faz uma nova programação? Pois é, não saiu nunca mais. E foi um diferencial competitivo, que a gente competia com a Jovem Pan.
Sim, entre outras, era o AM, né?
Só AM. É, nós éramos a única do FM, a rádio que toca notícia, que foi desenvolvida por uma agência de publicidade, esse slogan que colou bem. Nós estávamos sozinhos no FM, e o FM pega muito melhor na cidade do que o AM, você sabe, não é? Então nós tivemos esse, vamos dizer assim, esse plus a mais, é plus a mais que fala.
Sim, tivemos um plus a mais, é mais elegante, entendeu?
E começamos por aí.
Boa.
E tiveram um monte de gente trabalhando Teve o, ah, tinha um timaço, né?
Era um timaço a CBN, tinha uma turma boa lá, jornalistas clássicos.
Só complementando, Emílio, porque tem um jornalismo opinativo agora, né? Tem muita gente que pode dar sua opinião, principalmente através da rede social. Que você acha da diferença agora? Que que você acha desse novo jornalismo?
Olha, é o seguinte, eu acho que a gente não pode confundir a notícia com opinião. Pode ter opinião, pode, mas tem que ficar claro que aquilo é opinião daquela pessoa, é respeitável, é respeitável. Agora, não posso distorcer o fato, não posso mentir, não posso manipular para que as pessoas acreditem naquilo que eu tô falando. Então eu acho que essa regra do jornalismo, eu tenho alguns livros também na área de jornalismo, aprendi disso também, é aquilo que é.
Por isso eu digo, olha, a gente não é jornalista, a gente está jornalista. Porque eu estou jornalista enquanto eu sigo as regras éticas jornalismo. Se eu não tô seguindo, eu não sou mais jornalista, eu sou qualquer coisa, posso fazer qualquer coisa, mas não sou jornalista.
E você saiu da política porque você foi para o jornalismo, né?
Fui para o jornalismo.
E hoje o cara que faz jornalismo vai para política, os caras, os caras, eles vão para, eles vão para política.
Geralmente, geralmente é o pessoal mais do talk show, né? É o pessoal tem grande popularidade, entendeu? Que tem muito mais acesso ao eleitorado de uma maneira de maneira geral do que o jornalista, porque o jornalista tá concentrado num determinado padrão, que é o padrão de notícia. Sim, na verdade, jornalismo não se confunde com talk show. Talk show é respeitável, é bacana, etc. Isso aqui é um talk show, mas mesmo a política foi para esse lado, entretenimento, foi para o entretenimento.
Hoje uma eleição, você não vê o cara falando de política pública. Quem é o candidato? Fala para mim um candidato, depois que o Clinton tocou saxofone no programa do Arsenio Hall, depois que ele tocou saxofone, acabou, virou palco de show de graça, de fazer entretenimento. E agora, culpa sua.
Minha não, minha não. Agora está na nossa mão mudar isso, tá na nossa mão mudar isso. Por exemplo, eu vi outro dia que a informação que 70% das pessoas não sabem em quem votaram para deputado federal e nem para senador.
Porra, meu, não sabem.
Se você fizer isso, até coloquei no livro.
Não, o livro aqui é uma aula.
Eu tava por aí, o livro aqui.
Então, mas parece um livro para criança, mas é um livro para qualquer um, para qualquer um, didático.
Exatamente. Agora você veja o seguinte, a gente tá tratando dessa questão. Se eu não sei em quem eu votei, é como se eu desse um talão de— você lembra do talão de cheque?
Lembro.
É como se eu desse um talão de cheque para o cara há 4 anos para ele fazer o que ele quiser e ele me dá uma banana.
Sim.
E sabe onde tá o nó dessa questão? Posso chutar?
Claro.
No voto distrital.
Exato.
Eles não querem voto distrital. Por quê? Porque aí eu sei quem é o cara do meu distrito, eu vou na casa dele, da padaria, eu encontro o cara. E desse jeito tem lá o puxador de voto, você, o cara vota e elege 15 cara que você nunca viu na sua vida, o cara dá uma banana para você. É isso aí. E usa os jatinhos da FAB para poder votar. Eu vou ter que fazer um break para rede de rádio agora.
Você que está acompanhando hoje, o mestre Heródoto Barbeiro tá aqui com a gente. Tô aqui, ó, Entre Gols e Votos, tá aqui o livro do Heródoto para você. Vou fazer o break só para o rádio, a gente continua nas plataformas. Vai lá, meu querido Reginaldo.
Ô Heródoto, você acha que a internet mudou a política?
A internet está começando a mudar a política. Eu acho que hoje uma quantidade muito maior de pessoas tem acesso a determinadas informações que muito antes. Vamos voltar um pouco atrás, na época em que a mídia no Brasil ela era um oligopólio, 5 famílias dominavam a mídia toda no Brasil. Sim, é, não é?
Sim.
Felizmente isso mudou. Eu lá atrás estava estudando isso, um dia eu disse, olha, vai acabar o jornal de tinta e papel. Pô, você quer dizer que vai acabar o jornal impresso? Não, ele vai deixar de ser tinta e papel e vai ser de bits Então, se eu quero assinar a Folha, eu assino no Bitsy Bytes, o Estadão, Globo e outro, não é verdade? Ele tá lá, mas mudou a plataforma. Sim, isso a gente mostra o seguinte: o New York Times tem mais gente inscrita na plataforma do que física.
Eu, de vez em quando, eu sou do Centrão aqui, eu ando lá pelo Centrão e converso com o cara da banca de jornal. Quantos Estadão o senhor vendeu hoje?
2.
Quantos Globo? Agora pergunta o pessoal, tá todo mundo, todo mundo tá. E tem outra coisa, eu vim de metrô hoje, eu vim de metrô, não tenho carro, eu tô pobre, tá bem pobre mesmo. É a Nova FM lá, pelo amor de Deus, já reclamei o patrão, isso eu sei que eu vou, patrão. Mas eu tô vindo de metrô, eu chego no metrô, eu fico olhando o seguinte: quantas pessoas não estão com celular na mão?
Difícil, sem dúvida.
20%, 80% tal, o cara tá vendo alguma coisa ali, não sei o que que é, mas o cara tá vendo alguma coisa. Pô, tá mudando, e quando muda não tem volta.
Não tem mais, não tem volta. Então, mas tem um outro problema, porque os caras falam que os grandes donos do mundo vão ser os caras da Meta, dos Big Techs. Porque o que que acontece? O público hoje, você vê o público de internet, ele é assim, ele é, ele recebe os algoritmos, então ele se identifica com você pelo que você fala, mas ele não quer saber muito, ele quer somente que você corrobore com o que ele pensa.
Isso, concordo.
Não, ele quer que você, ele quer que você fale o que ele concorda. E essa confirmação, né? Se você falar algo que ele não baixa, ele vai dislike, te dá um dislike, vai fazer assim, olha, vou te cancelar.
O cara tem direito de fazer isso, pô.
Sim, mas tem direito. Mais antigamente, para mim, eu comprava a Folha de São Paulo, eu tinha a página 2 da Folha, era os caras que eu gostava. Sim, eu falava, porra, os cara é bom, eu gosto que ele fala e não sei o quê. Não tinha tinha isso.
Tudo bem, mas em última análise, quem decide é o público?
Não, é o dono da Big Tech, porque ele manda informação. O algoritmo que fica, é o algoritmo que faz isso.
Emílio, você gostava do cara porque não tinha vários para você gostar?
Não.
Ou porque era aquela opinião, era a mesma que a sua?
Essa é a pergunta.
Porque hoje tem várias pessoas, tem várias coisas.
Mas aí que tá, aí que tá a malandragem, que a malandragem, a malandragem do cara te mandar só aquele algoritmo, entendeu? É a mesma coisa. A explicação que o cara dá é muito boa. Ele fala o seguinte: acidente de automóvel, ninguém gosta, só que todo mundo para para olhar. O algoritmo é isso, entendeu? O algoritmo é exatamente um livro só.
Você vai estar só naquele pessoal.
Quando você vê, ele fala: olha, todo mundo gosta, todo mundo que tá aqui, liberdade, meu, nós temos liberdade de pensamento.
A gente falou agora pouco de espírito crítico, pô. Sim, nós temos em última análise, somos nós que decidimos. Você pode mandar, eu faço uma comprinha na internet, o desgraçado me manda semanas a mesma coisa para comprar, pô.
É, eu também, mas a decisão no mercado livre não para de me mandar.
Mas a decisão no final de quem é? É da gente comprar ou não?
Olha, só uma coisa que eu queria acrescentar aqui, é o caso, por exemplo, da inteligência artificial, tá certo ou não? A inteligência artificial não vai substituir o ser humano, ela é uma ferramenta como outra qualquer. Ela não substitui emoção, ela não substitui o espírito crítico, sem dúvida. Não é isso ou não? Agora, vai diminuir o número de emprego? Vai, porque foi assim desde que a Revolução Industrial começou lá no século 18, pô.
Quando inventaram o tear mecânico, tudo quanto era tecelão que era Monroe foi mandado embora, porra. Fizeram greve na porta da fábrica, queimaram as máquinas. Que que os cara fizeram? Compraram outras. E vai por aí afora, meu, não tem volta. Vou fazer o quê? É por isso que eu tô falando que você conheceu um pouco de história.
Sim, sem dúvida, sem dúvida. A história explica muita coisa.
Mas tem muita gente, né, que não aceita essa mudança. Por exemplo, você falou dos poderosos. Tem os poderosos, estamos de volta aqui numa entrevista incrível aqui no Pânico na Jovem Pan. O outro barbeiro. E tem os poderosos que não aceitam essa mudança, que não querem perder aquele poder que eles já tinham conquistado. E aí você tem uma grande confusão, igual o Emílio citou, com esses caras que eles entraram das big techs, das redes sociais. Eles têm um poder gigante que os antigos não querem. E aí você tem esse choque.
Agora deixa eu te contar o seguinte: desde quando os poderosos não fazem isso?
É verdade.
Pega o petróleo, pega lá o Standard Oil, Rockefeller. Sim, ele criou um monopólio de petróleo nos Estados Unidos lá por volta de 1920, era o dono de tudo. E o presidente da época, que era o Wilson, queria desmembrar a empresa. O que acontece? Ele ameaçou passar com o olho adulto na Casa Branca. Pô, o cara foi desmontado, pô, tá certo? Mais do que nunca nós estamos globalizados, meu, mais do que nunca, pô. Qualquer coisinha em qualquer lugar do mundo hoje a gente sabe, pô.
Então, mas vai ficar na mão de poucos, né? Porque, por exemplo, que nem o futebol, a gente deu a notícia agora, a Netflix e a Disney estão interessados no futebol, então vão virar donas da Copa do Mundo. A Netflix, né?
A Copa do Mundo é um empreendimento público ou é privado?
Privado.
Então pronto, porra, é isso aí, pode ser privado, pô. Você compra se quiser.
Sim.
O supermercado é empreendimento privado?
Sim, sim.
Ou não?
Lógico.
Dá para comparar?
É, mas vai ficar na mão de um cara só.
Tudo bem, pô.
Monopólio, é o monopólio.
A gente faz, a gente não liga lá e vamos derrubar o dinheiro.
Mas você acha que nós não vamos assistir uma copinha?
Mas a imagem é boa, mas a gente vai fazer igual o Lula, se tá caro não compra.
Claro, claro, você fala de fazer o boicote, né?
Claro, vou fazer boicote, vacacote, o que você quiser.
É isso aí, é isso aí. Então esse livro aqui é para— esse livro é muito legal porque ele fala, ele fala sobre a política, né? Ele é O futebol que a gente tá vendo seria o gancho, entendeu?
Na verdade, para levar o jovem para entender política, para explicar um pouco para o jovem, pelo seguinte, pô, porque a gente não consegue mudar. A gente, com a atual geração, a gente não muda. Temos que fazer que nem o Moisés, não ficou 40 anos no deserto? É entrar com a juventude lá. É isso aí, é isso ou não?
Demorou 40, podia ser mais rápido.
Pois é, mas demorou 40 anos. Hoje nós temos que fazer isso, pô, nós temos que botar tá aqui no jovem para poder mudar a política lá na frente. Pensa só, pô, o cara sai no noticiário que roubou, que não sei o quê, que é corrupto, e a gente vai votar no cara de novo, pô?
Ah, mas é assim, né?
É assim não, é assim que a banda toca, né, Heródoto?
Não é?
Mas nós não podemos concordar com isso, porra.
Não, não podemos, não podemos, não podemos.
Tá lembrando de Copa do Mundo? Eu me lembro que quando os jogadores da Copa dos 70 Votaram aqui, o prefeito comprou 28 Fuscas e deu uma Fusca de presente para cada um. Quem era o prefeito?
Paulo Maluf. Doutor Paulo.
E a gente votou.
Você não pode mentir.
Só um detalhe, sabe quantos anos durou o processo disso aí? 36 anos.
Meu Deus!
E sabe o que aconteceu? Ele foi inocentado.
É isso aí, é verdade.
É, ele deu um fusquinha, deu um Fusca para cada jogador, não é? E era verde oliva, porque Porque era época da ditadura, dos milicos, lógico, claro, claro, é verdade, 1970. Muito bem, que mais?
Eu quero fazer uma pergunta rapidamente: o político tem que ter medo da imprensa? Tem um livro muito bonito que você deve conhecer do Samuel Weiner, que é Minha Razão de Viver. Apesar da amizade que ele tinha com Getúlio Vargas, ele criticava muito os políticos. Hoje a gente tem um consórcio midiático e a gente vê as notícias aqui, se paga para se falar bem. Como que você acha que deve ser essa relação?
Bom, a relação é o seguinte: o jornalismo pode ser pago, né, meu? Não pode ser manipulado. Agora, trata-se da gente ter espírito crítico para procurar outras fontes. Você falou em consórcio. Quantos tem no consórcio? 4, 5? Isso é isso. Quantas empresas de comunicações existem no Brasil? Centenas, não é verdade? Não. Então, pô, tem uma pluralidade muito maior para a gente se informar, para a gente comparar, e Outra coisa, tomar um puta cuidado, especialmente nós jornalistas, para não repetir a história da escola base, você lembra?
Sim, sim, sim.
Olha, hoje é muito mais grave da gente perguntar o seguinte: será que é verdade?
Questionar.
A gente não perguntar será que é verdade, nós vamos fazer a fake news, nós vamos reproduzir coisa que não— eu tô cansado de ver isso de amigos meus. Bora, você viu?
Você falou, mas que é o cheque prexeca. É isso aí, o velho e bom. Você é da época do cheque Zé Pereira, o Zé Pereira, o maior prechecador, né, cara? Já chegou?
Já.
Ainda não, deixa que eu precheco. Não perde mais esse delicadinho. Um abraço, Zé Pereira, foi um grande chefe de jornalismo aqui da Jovem Pan também, da época do Seu Fernando. Seu Fernando, a escola, a escola da Jovem Pan de jornalismo é um negócio que a gente tem que, né, a gente tem que respeitar. É impressionante, é impressionante a escola.
Porra, pro jornalismo, é comentarista político. Acabei me apaixonando por jornalismo porque trabalhei aqui.
Então quem te trouxe para cá?
O Fernando.
O Fernando Vieira de Mello.
Porque eu era professor de história contemporânea, tinha uma vaga no jornal para um comentarista de política internacional e ele me trouxe.
Eu queria muito, que não deve ter, né, eu Eu queria um dia assistir a sua aula, eu queria que as pessoas pudessem ver uma aula que você dava, que era um espetáculo, era um espetáculo.
Posso contar uma coisa?
Claro.
É o seguinte, como é que a gente avalia um programa como esse? Através da audiência, não é isso ou não?
Sim.
E das críticas que o pessoal manda. A inovação que o Objetivo fez é o seguinte: quando você começava a dar aula, uma vez por mês, não sei se você lembra disso, recebia um papel que a gente chamava de bop, e tava lá o nome de todos os professores, e do lado tinha ótimo, boa, regular e fraco. O aluno dava nota. Olha só, pô, isso aí na época, meu, na porra, meu. Eu mesmo na época já tava dando aula na USP. Eu falei, pô, o cara, o cara escreveu que eu sou ruim, aí disse que eu não sabia, não sei a matéria, pô. Falava de onde?
É, cara, fraco.
E mandar fraco é muito feio.
Não é concurso de beleza.
O pessoal que tinha mais ótimo e bom recebia um pagamento maior do que atuando embaixo. Então o pagamento flutuava dependendo da nota, da resposta do público, que eram os alunos, que é audiência, que é audiência. Nós somos avaliados constantemente.
Exatamente.
Duas coisas que a gente não gosta gosta de ser culturalmente avaliado. Isso, ela é.
E receber feedback também, você vira inimigo.
É sério, da verdade. Não, trabalhei lá, eu fui chefe de jornalismo lá na CBN, na Globo. Porra, você dava um feedback, o cara virava seu inimigo, porra. É para ajudar o cara. Não dá para fazer jornalismo sem receber crítica, porra. Sim, não é gostoso, não é gostoso, mas porra, não dá para fazer jornalismo sem receber crítica.
E você também abriu a Record, News.
É, o jornal sim, foi o primeiro telejornal multiplataforma, ó, que foi simultaneamente na Record News e no portal R7, onde eu trabalho, do R7, com o Guerreiro.
Grande Guerreiro, Giro do Guerreiro. Guerreiro casou agora, Guerreiro tá bonito, fez lá um, usa maquiagem, tá lindo, fez botox.
Eu não tô falando nada, eu adorava o Giro do Guerreiro.
Eu tô ligado, tô ligado, Guerreirão tá na van Ele manda e desmanda lá. Antônio Guerreiro, gente finíssima, que cara legal, né?
Quem me contratou foi o Tavolaro, que depois fundou aqui a CNN, aqui pertinho de vocês.
O Tavolaro, ele fundou a CNN e agora ele abriu a Times, que é NBC.
Tem muito canal, tem muito canal. Aí eu saí da TV Clube de Cultura, onde eu trabalhei 18 anos.
Você fazia o Roda Viva? Melhor época do Roda Viva.
Obrigado. Mas deixa eu contar o que aconteceu com Roda Viva, porque que eu saí de lá. Na segunda passagem que eu tive lá, segunda temporada, mais uma vez, na primeira temporada foi o primeiro programa que entrevistou candidato a presidente da República, foi o Roda Viva, certo? Aí tem uma briga desgraçada lá entre as assessorias do partido, quem que ia apresentar Rodas Vivas. Aí o Muilaerto, que era o presidente, falou para mim, ó meu, então vou botar você, mas se você pisar na bola, você tá ferrado.
Era bom na época, gostoso, é meu.
O cara colocava o dedo na cara, é tranquilo.
Era o seguinte, 2 por dia, 2 candidatos, são 10 candidatos todo dia. Primeiro candidato, Orestes Coelho. Eu fui lá conversar com Orestes Coelho lá no, ali lá no restaurante, achei que o cara tava bom. Ele sentou, nem me deu a mão, nem falou nada. Bom, começou programa, o jornalista do Estadão.
Eu sei, eu vi, isso é um clássico até hoje.
Exatamente. Então o cara falou para ele, o que que o senhor fez com o dinheiro dos trilhos que o senhor tirou lá de fora? Caluniador, canalha, canalha, o senhor é um canalha. E aqui acontece, diferentemente do que nós estamos, você tá do meu lado, se o senhor fala um pouco qualquer bobagem, você me pega na mão. Sim, eu fiz muito disso. Mas o Roda Viva, o cara tá longe, você não pega, não dá nem para subir.
Então do lado é uma arena, né?
Ali quase teve pancadaria. Aí você vai dizer, por que você não faz como aquele? A gente, eu vejo você, chama o intervalo, chama o break. Porque o meu chefe na minha orelha gritava, não chama porque a mesa não tá armada, meu, não pode chamar intervalo. O que que eu ia fazer com os cara? E foi aquela puta daquela discussão onde levantou para bater no cara. A sorte que ele tava com dois microfone peso, ele não conseguiu bater no Rui Xavier, jornalista do Estadão.
Entendeu? Aí quando o cara gritou, chama o intervalo, eu chamei o intervalo, a equipe de segurança do Questa do MDB entrou no estúdio. Aí os jornalistas em protesto levantaram para ir embora e o cara gritava na minha orelha, 3 minutos, 2 minutos, 1 minuto e meio, vai dar feito, vai dar, entendeu? Vai dar slide aqui.
Nunca deu slide, deu slide.
Aí quando eu cheguei na minha casa, falei para minha mulher, acho que eu fui demitido.
Que coisa, que saia justa, hein?
Uma das, né? Eu levei vários nocautes como jornalista, só do Maluf eu levei 3 ou 4.
Do Malufão, verdade, tinha lábia, né, cara?
Tinha lábia. O Maluf era terrível. E outra vez um cara me achou me quebrar minha cara porque eu não sei se você sabe, eu tenho brevê.
Ah, é?
Olha só. Sério?
É piloto, aquele negócio assim de comandante. Eu mesmo era comandante barbeiro. Quem vai querer?
Que maravilha! Nome de guerra é barbeiro.
Barbeiro faz uma baliza.
Aqui fala o comandante barbeiro.
Se abandona.
Eu vou no voo do barbeiro.
Era profissional de aviação. Mas olha só que situação, eu tô lá fazendo um programa chamado Opinião Nacional, muito tempo lá na Cultura, e caiu um avião da TAM na época, que era antigo Transporte Aéreo Marília, virou TAM. Bom, eu conheci o Rolim porque eu era da aviação também, aqueles pedacinho, né? E ele sempre falava, não, o dia que cair um avião eu vou pegar os jornalistas e vou levar lá porque vocês não entendem nada de aviação.
Ótimo. Bom, deu aquele puta, morreu um monte de gente. Aí nós ligamos lá para o Rolim, o Rolim. Aí o cara falou, ele não vai. Aí eu fui no ar, falei assim, seu comandante, o senhor falou que nos iria levar e o senhor está se recusando a vir aqui falar. Bom, terminou o programa, liga o assessor de imprensa do Rolim. Falou para mim assim, o Rolim vai amanhã. Aí vieram os dois. O Rolim chegou, falou assim, eu vou quebrar sua cara, meu Deus, se você me cobrar de novo no ar. Eu falei, então vamos começar a entrevista, vai.
Aí começamos.
É claro, é claro, sangue frio, sangue frio, exatamente, sangue frio. Seu Gordão, você queria falar?
Eu queria fazer porque o senhor falou um negócio que ficou, que eu fiquei pensando aqui a respeito das redes sociais, né, que você tem que ficar muito atento hoje em dia para, por conta de fake news. Só que hoje também, como tem essa variedade de plataforma, né, você consegue fazer isso. Você acha que Você acha que ao mesmo tempo que tem muita notícia falsa, a gente vê muita gente inventando, você acha que as pessoas estão mais ligadas por conta disso?
Estão mais espertas? Como ela tem como checar em outras fontes também? Você acha que ao mesmo tempo que cresceu o número de fake news, ainda assim as pessoas estão se ligando mais nisso?
Sabe que isso também depende um pouco da educação?
Sim, sim.
Nós precisamos ter educação, entendeu? A gente precisa ter um certo lastro lastro cultural, que não importa a profissão que você vai ter, pode ser jornalista, engenheiro, médico, a gente tem que ter um lastro cultural. Quando a gente não tem lastro cultural, fica mais difícil fazer isso. A gente lê só a manchete e vamos em frente.
Já era.
Eu vou contar rapidamente o caso. A editora aqui, a Bárbara, ela publica um artigo de história que eu escrevo, tem 3 parágrafos, aprendi com o Conny, 3 parágrafos, chama Parece, Mas Não É. Então os 2 primeiros parágrafos parece que no UOL, no terceiro parágrafo, isso não é um fato histórico. Bom, um dia me liga lá a Pia, que é a dona da editora, fala assim, ó, tem um cara aí de um colégio quer falar com você, você liga para ele.
Liguei para ele, o cara me xingou, você é um petista, você é isso, você é aquilo, me tira seu nome daí, dali. Falei, ó, professor, desculpe, eu vou mandar tirar, mas o senhor leu o terceiro parágrafo? O cara desligou o telefone. Dia seguinte, o cara me liga, ô, desculpa, toda semana eu escrevo, entendeu? Agora o cara não leu o terceiro parágrafo, porra. A gente não pode perder o hábito de ler, não interessa se é no Kindle, não interessa se é no livro, não pode perder o hábito de ler.
Mas as pessoas não entendem o texto. E outra também, ironia também ninguém mais entende. As pessoas não sabem mais o que é ironia, tem que ser literal, tem que ser literal, professor. Não tem mais isso no vocabulário. Não sei se é porque o positivo ou negativo, negativo, se ficou muito nesse negócio da informação, mais ironia.
Então, mas tem também a questão do clickbait, que tem jornalista que se aproveita disso que o senhor acabou de falar e coloca só na manchete um clickbait que você acaba caindo e lendo só a manchete e não é aquilo.
Querendo, na questão, esse negócio de você colocar muitas vezes a manchete que não combina com o texto é mais antigo do que o Notícias Populares. Eu fui aluno do Ramadã, que era o editor-chefe do Notícias Populares.
Era maravilhoso.
Aqui na manchete era assim: violada no auditório da Record.
É isso aí.
O que que aconteceu? Pegaram a moça lá? Não, pegaram ele. Me lembro o nome do cantor, pegou o violão, quebrou e jogou em cima do público. Outra: cachorro faz mal à mocinha. Porra, isso é zoofilia, pô!
Que isso, que isso, pesado!
Era o Cachorro-Quente, e eu fui aluno dele, e era os cara pacato, era um sujeito ótimo. Ele morreu recentemente.
Cachorro faz almoço. E era legal porque é o seguinte, esse jornal ele ficava exposto na banca e as pessoas ficavam como a gente fica hoje no celular, como a gente fica hoje aqui no coisa.
As pessoas ficavam na banca, a gente dizia que se fosse notícia popular dava sangue.
Exatamente, bebê diabo de Santo André.
É, mas era o clickbait, era o meme da época, né?
Não sei se é meme isso que chama, mas assim, mas eu Eu hoje enxergo isso como um método de chamar atenção para você entender aquilo. Mas hoje não é para chamar atenção, às vezes ela quer passar uma informação que não é bem aquilo. E como o senhor falou, as pessoas não estão lendo mais. E como que faz para o pessoal ter essa cultura de ler de novo?
Temos que ir na escola, meu amigo, na escola. Tem jeito, olha, tem jeito. Na escola, pô. Eu conheço um pouquinho uma escola de periferia, pô. O cara sai do ensino médio, não sabe falar meia palavra, meia dúzia de palavras de inglês. Pô, eu fui na Índia, eu sou budista, já fui 7 vezes na Índia. Fui numa escola rural na Índia. A hora que a menina me perguntou e eu respondi que era Brasil, a classe inteira das crianças falava inglês, porra.
Sim, entendeu?
A classe inteira das crianças falava inglês.
O hábito, né?
Interior da Índia.
E a Índia hoje em dia, os caras bons estão todos nos Estados Unidos.
Os programadores, o primeiro-ministro do Reino Unido recentemente, ele era indiano, porra.
E você é budista?
Eu sou.
Mas budista, budista mesmo, de desapego, de desapego.
Isso, eu vou te dar o livrinho que eu trouxe aí.
Mas você teve alguma experiência de meditar? Foi para lá?
Eu sou budista desde os 22 anos. Olha que coisa, certo? Então eu tenho alguma experiência, que é a vida livre, né? O Buda, o Buda, ele prega isso, né?
Modo de viver.
É você, você, tô aqui, ó, do Heródoto, budismo, ó, e a prefácio da monja. Monja Koin, tá aqui, ó.
Minha colega de templo.
Um modo de viver.
Eu fui educado no mesmo templo que ela, no templo Soto Zen.
Olha só que curioso, sabia, Heródoto?
Sou praticante do budismo e moro em Higienópolis.
Não, olha só, rabino e de que lado? O cara medita. Mas tudo tem uma ligação, né?
Ele medita com os rabinos lá, com Isaac Efraim, ele e o Isaac Efraim.
Tá aqui, ó. Entre outros, né?
Muito bom. É, é, mas é duro ser budista, hein?
É duro.
Budista você não pode se apegar ao seu cobertor, meu.
Difícil, né?
Nem às pessoas, nem aos alimentos.
É, nem ao seu cobertor.
O que que é o apego? Posso usar um relógio caríssimo como esse aqui?
Não, esse não é, esse é do Sucrilho. É o relógio que a gente dá de presente.
Nossa, é de brinde, é o de brinde aqui do Magnésio aí.
Ele me dá um café, pegar o relógio. Posso usar o relógio Rolex? Posso, só não posso me apegar a ele. É isso aí, que aí eu sofro. É isso aí, entendeu? O apego é um dos 3 venenos que nos faz sofrer.
É isso aí, é o apego. Deixa eu só dar um segundinho, deixa eu falar certo. Nós estamos pé quente, hein, Dede? Você já parou para pensar que hoje pode ser o seu dia de sorte? Com o Hipercap, esse sonho pode estar mais perto do que você imagina. E segura essa, são mais de R$1 milhão em prêmios toda semana. Eu disse toda semana, é prêmio que não acaba mais. E você pode ganhar R$500 mil sozinho. Agora você tem dupla chance de ganhar.
Isso mesmo, sorte batendo na sua porta. Mas antes, deixa eu te contar uma coisa. Confere aí o recado da Ju e do Botini. Roda o VT aí. Vamos lá! Ei, 1 milhão mudaria sua vida?
Então vem para Hipercap!
Nesta semana tem mais de R$1,5 milhão em prêmios e você pode faturar sozinho R$1 milhão!
Dá para realizar todos os seus sonhos e você ainda salva vidas no Hospital de Amor.
Compre também nas lotéricas, Hipercap é da Caixa Capitalização. Então vamos lá, porque agora é sério. Para participar e concorrer a mais de R$1 milhão, é só garantir o seu título do Hipercap. Para participar é simples: aponte agora a câmera do seu celular para o QR code, tá aí na tela, e baixe o aplicativo. Ou compre pelo site, tem nos pontos de venda, nos Correios, e agora também nas lotéricas de todo o Brasil. Quando você compra o seu título, também ajuda o Hospital de Amor, que referência no tratamento de câncer.
Então não deixa para depois não, você concorre a prêmios e ainda salva vidas. Garanta já o seu Hipercap, porque o sorteio é hoje, quinta-feira, 9:30 da noite, ao vivo. Aproveite! Hipercap é da Caixa Capitalização. Muito bem, o mestre Herório tá aqui conversando com a gente.
Pois não, eu queria saber do senhor como que o senhor enxerga esse futuro das redes sociais, a informação à mão de todas as pessoas, pessoas querendo, e principalmente o governo querendo regulamentar? Fala-se muito, né, a gente ouve de um tempo para cá falar muito de regulamentar as redes. Como que o senhor enxerga isso?
Olha, a palavra regulamentação ela não pode ser confundida com censura. Sim, regulamentar é uma coisa, censurar é outra. Eu me lembro no passado que um desses governos quis criar uma ordem dos jornalistas dos jornalistas. Não sei se vocês lembram. Lembro. Eu fui absolutamente contra. Eu fui advogado, faço parte da OAB, que é uma corporação, porra. Nasceu na época do Getúlio Vargas, na época da ditadura do Getúlio Vargas. Então eu diria assim, regulamentar é uma coisa.
Por exemplo, vários países do mundo estão limitando o acesso à internet a jovens só acima de 16 anos.
Isso, o Reino Unido, né, a Europa, Austrália e outros, né? É verdade ou não?
Agora, por quê? Porque isso é adequado. Agora, a partir dos 16 anos, o cara é adulto, aí o cara tem direito de escolher aquilo que ele acha que deve ver.
Mas o senhor não acha que isso devia ser papel dos pais ver o que é bom para os filhos do que o Estado impor algo que de repente para um pai aquilo não é? Ele tá ali, ele mesmo tá se fundamentando do que impor para uma sociedade toda o que o jovem deve fazer ou não.
Olha, o Estado é um perigo desgraçado. Sim, a gente tem que ficar de olho no Estado. A gente tem diversos exemplos da história onde o Estado foi responsável por massacre, por Holocausto, o Diabo a Quatro, Estado. Agora, o Estado tem que existir para poder regular a ação entre as pessoas, para que elas tenham oportunidade iguais, para que as pessoas sejam respeitadas, para que a segurança seja mantida. Esse é o papel do Estado.
Agora, quando o papel do Estado começa a intervir na vida da pessoa, opa, aí não. Vou dar um exemplo: esse homeschooling. Ok, homeschooling, é, não é?
Isso.
Porque o que é que divide o homeschooling? É uma questão de ordem ideológica. Então, meu amigo, você tem que ter ordem ideológica. Você tem o pessoal que topa, o pessoal que não topa, por motivos ideológicos. É verdade, né? Em outros países do mundo, por que que não há aqui? Não, porque isso vai diferenciar as pessoas, meninos, etc. Tá certo, bom, é uma escolha.
Mas essa escola prussiana nossa é para isso, é para falar uma língua, para pensar mais ou menos parecido, né, para a gente ter mais ou menos o mesmo princípio. Só que a educação ela foi piorando, tanto é que hoje o cara não interpreta mais o texto que você falou. Então infelizmente isso que aconteceu, né, ela piorou. É uma função importante para a gente manter o país. Antigamente tinha Rede Globo, vamos agora, o satélite da Rede Globo.
A Rede Globo também foi importante com as novelas para que a gente tivesse essa identidade de brasileiro, né, professor? Mas, mas a educação, eu não sei se não pagaram direito, eu não sei se, não sei o que que é, se não, né, virou uma coisa meio varziana, né? Porra, sei lá. Lembrando, né, eu tava lembrando lá das aulas que a gente tinha, né, aquele Vaticano. Porra, era um negócio legal, cara, você assistir uma aula com um cara bom, né? Não tem mais isso.
Então, mas é o seguinte, mas a profissão tem que ser escolha. Eu não sei isso, não sei isso, não sei isso, então vou ser professor. Não pode ser assim. Eu não posso ser assim, não consegui ser engenheiro nem mesmo ser professor. Não, eu tenho que ser professor por escolha, de gostar de dar aula, de gostar de ensinar, de ver o pessoal crescer, entendeu? Não, ver as coisas mudarem. Infelizmente se perdeu um pouco, eu acho.
É por isso que virou meio várzea, né? Mesmo a política, né? A política hoje, você pega que a gente tava falando, Doutor Paulo e tal.
Verdade.
Tudo bem, Doutor Paulo, né? Mas quando você assistia, lógico, isso é claro, pô, tá no jornalismo, tá no jornalismo.
Isso é fato.
Mas agora, se você pegar um Congresso, sei lá, mesmo na época da ditadura, os discursos, o nível, o nível, não que não houvesse corrupção, mas o nível era outro, era outra, era outro país, não era essa várzea. Ou isso é democrático?
De quem é a responsabilidade?
Ou isso é democracia?
Espera um pouquinho, de quem é a responsabilidade?
Do eleitor.
Então pô, então acabou. Então, mas nós estamos recebendo aquilo que nós plantamos. Se nós plantamos o cara ruim, o cara, o cara que não tem ética, o cara que não é correto, nós vamos receber o quê? Que nós vamos receber?
Eu discordo um pouco, eu também discordo, claro, porque a gente vota com realmente com a esperança daquele cara para ele fazer uma mudança. Aí você vai lá de novo e o cara vai lá, é corrompido pela situação. Desculpa não concordar com você.
É igual falar que eu acho que não é o eleitor, é o chifre, é culpa do marido, né?
Tipo, a mulher trai e fala assim, pô, mas você já tem cara de chifrudo.
E o pessoal da Dinamarca lá que usa aquele chifre?
Não, eu sempre vou concordar com o professor, principalmente com o Heródoto, que sou fã. Olha que programa, hein? O pessoal adorou você, uma simpatia.
Obrigado, obrigado.
O Heródoto é um show, foi um grande mestre, um grande mestre do jornalismo, um cara muito respeitado. Respeitado no meio de jornalista que a gente tem no rádio, na TV. Um cara que realmente merece toda homenagem da nossa audiência e o carinho do público, que muita gente aqui, por ele tá em outra emissora tal, que acompanha a Jovem Pan, não conhecia, mas agora tá conhecendo. E eu, pô, sou fã até votar nele.
Eu já vou, ó, deu aula e votou nele, até votar nele.
É verdade, ó, no Instagram, H Barbeiro, professor, mestre da comunicação.
Show!
Heródoto Barbeiro conversou com a gente aqui. Reginaldo, faz um breakzinho. Vamos lá, obrigado. Existe um lugar onde a corrida nunca dorme, mas essa história não pertence a um único lugar.
Agora ela volta a São Paulo.
Prepare-se.
A desnutrição, as epidemias e os desastres naturais não escolhem hora nem lugar. Por isso, neste exato momento, as equipes de Médicos Sem Fronteiras estão salvando vidas nos cantos mais esquecidos do mundo.
As crianças menores de 5 anos são as mais frágeis. Nessa faixa etária, só de desnutrição, milhões morrem por ano.
Por isso nós estamos aqui salvando vidas.
Seja doador de Médicos Sem Fronteiras com apenas R$1 R$1,50 por dia, R$45 por mês, você nos ajuda nos atendimentos médicos, a realizar partos e fazer campanhas de vacinação. Com a contribuição de cada doador, Médicos Sem Fronteiras vacina por ano milhões de pessoas. Nós não precisamos de muito para salvar vidas, mas se você nos ajudar, nós fazemos a nossa parte. Seja doador de Médicos Sem Fronteiras. Acesse agora doi.msf.org.br ou ligue para 1941-0808.
Médicos Sem Fronteiras, precisamos de você para salvar vidas. Foi no Brasil que a cana virou energia. Foi aqui que o motor aprendeu a falar mais de uma língua. Foi o Brasil que mostrou ao mundo que liberdade não tem uma fonte só. Novo BioID Ato 2, 3 em 1.
Elétrico, etanol e gasolina.
Um só carro, uma nova revolução.
Ato 2, feito no Brasil para os brasileiros. BYD, uma revolução global.
O Vini cuidou de pessoas que perderam tudo em uma enchente.
Pelé vacinou mais de 20 mil crianças. E sabe quem também pode ser decisivo?
Você!
Médicos Sem Fronteiras entra em campo inteiro e conta com a sua ajuda para levar cuidados e esperança onde as pessoas mais precisam.
Com poucos toques, sua jogada ajuda a salvar vidas.
Doe para Médicos Sem Fronteiras.
O nome que muda o jogo é o seu. De volta.
— Anúncios inseridos dinamicamente —
De volta, voltamos. Muito bem, vamos, vamos, né? Amanhã voltaremos, se Deus quiser.
Por que não?
O programa, hein, foi muito bom.
Aula, aula.
Isso porque hoje é feriado, imagina. E hoje nós viemos trabalhar de má vontade. Imagina o programa como é bom quando a gente vem cheio de energia. Olha, não tem ninguém na emissora. Olha, Vejam, vejam a emissora hoje.
Olha só, os computadores limpos, cadeiras novas, tudo desligado, tudo parado.
Só nós estamos aqui. Pode aplaudir, por favor, na tua casa aplauda em pé, por favor, nos aplaudam até fazer calo nas mãos porque estamos ao vivo. Para ser honesto, 2 horas e 12 minutos, que foi gravado também, caíram na nossa pegadinha. Tchau, pessoal! Mas já terminou? Terminou!
E eles não desistem.
Está na hora de encerrar.
Para quem já almoçou, pode aproveitar e sair para cá.
Terminou!
Terminou!
Acabou!
Acaba, pelo amor de Deus!
A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação. Realização Jovem Pan.
Médicos Sem Fronteiras
Donation