Soninha Francine
A Copa do Mundo de 2026 está pegando fogo e o Pânico recebe Soninha Francine nesta segunda-feira (29)! A comunicadora e ex-comentarista de futebol solta o verbo sobre a Seleção do Ancelotti: Neymar tem que ser banco? O Endrick está sendo fritado? Ela analisa o racha entre a TV aberta e o streaming, o sumiço do calor humano nas ruas e dá o palpite para o mata-mata. Assista à íntegra ou vai ver o jogo no mudo.
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Modo pânico ativado.
No feed da vida, só filtro e like. O mundo tá sério, quadrado demais. Mas o pânico vem e ri por trás.
Ah, Zé da manga.
AIA, escreve, o mano copia. O algoritmo manda e a galera obedece.
Mas calma, respira, dá risada. Confia que o erro é que faz o sucesso.
Oferecimento: tenha sua agência de viagens 321 GO, seja franqueado, acesse 321go.com.br e saiba mais. Muito bem, meus reservas do paquetá, como é que vocês estão? Tudo bacana com vocês? Tudo certo? Estamos de volta, mais um Dribla Revelador programa Pânico pelas caneladas plataformas da nossa jovem fã. Sejam bem-vindos ao programa tão interessante e cativante quanto um jogo entre os Besquistão e a República do Congo. Segundona Brasil na Copa, Brasilzinho, linha de pensadores, Brasilzinho, linha de pensadores, eles, meu querido Costella, Mário Sérgio Costella e Silas Mela Frauda. Olá, pastor, como é que está?
Tá calmo Nervoso, eu tô sempre nervoso, Emílio.
É ano de Copa do Mundo e eleição, a emoção tá à flor da pele.
Fala, meu povo abençoado de Deus, é Brasil no corpo, todo mundo de verde e amarelo, ninguém de vermelho, meu irmão. Emílio, meu varão ungido, como é que esse Golias, como é que tá esse Golias que você carrega na cueca, meu irmão? Hoje o Brasil tem que descer o sarrafo nesses Pikachu. Bora dar uma surrugada e arregalar os olhos desse tamagotchi, meu irmão. E o pensamento do dia, Reginaldo, é um só: Antiellotti é meu pastor e menino Hendrick jogará.
É Brasil aqui, meu irmão. Deus é brasileiro e o cajado vai cantar no kengo do Japinha. E não esquece o Pix. Agora vai o Godzilla acima do peso e filósofo. Muito boa tarde, eu vou ignorar o boca de marmita azeda e falar com pessoas interessantes desse programa, como Emílio Surita.
Muito boa tarde. Olá, professor.
Boa tarde a todos, abestalhados, desse programa. Uma coisa que eu tenho que concordar com ele é que o Brasil vai atropelar a equipe nipônica, mas temos que ter respeito, assim como eu tenho, por todos aqueles que conseguem comer de pauzinho. Agora, reflexão do dia: Na vida, uma derrota pode ser uma lição, mas na Copa do Mundo é uma vergonha do cacete.
Pra cima, Brasil!
Fique com Darwin, traz uma pastilha pro Emílio e o jogo vai ser no quarto das babás do Zuzu.
É com você, Emílio. Muito bem, vamos agora para agenda dele, o melhor show de stand-up comedy do Brasil. Ele é conhecido no meio dos narradores como Botijão Bueno, é o nosso Morgadinho de Olá, Rogério Morgado!
Esse rock and roll, hein?
Uma hora dessa, a gente— sou eu, rock and roll!
É isso aí, o rock and roll do Brasil fazendo show aí na sua cidade. Então, ó, galera de Sumaré, é interior de São Paulo, galera de Sumaré, dia 12 de julho tem show do Morgadão aí no Teatro Municipal Dirce Dalbeni. Então, se eu fosse você, já comprava o seu ingresso, bilheteriaexpress.com.br. Lembrando, Que aí em Sumaré a gente tá com uma campanha para arrecadar alimentos. Então, ó, você vai levar 1kg de alimento, vai pagar R$40 só, baratinho.
Então faz isso, entra lá no bilheteriaexpress.com.br e adquira já o seu Você de Sumaré. Galera de Brusque, alô Brusque! O velho da van vai estar presente? Não sei, mas você poderá estar. Simpla.com.br, dia 24 de julho, show do Morgadão em Brusque. Dia 25, Florianópolis, 25 de julho. No Floripa Comedy Club, o site é o pensanoevento.com.br. E pra galera de Criciúma, lá no Ratazana, todo mundo conhece, também pensanoevento.com.br.
Alô Brasília, tamo chegando! Em agosto tem show do Morgadão aí no Legendary Comedy Club, é simpla.com.br. Tem ingresso promocional aí, são os últimos aí dessa primeira leva e o preço vai subir. Então entra agora e adquira o seu com desconto, você de Brasília, dia 15 de agosto. No dia 16, em Goiânia, lá no Guardians Comedy Club. Você compra também pelo Simpla, tá certo? E vendas abertas já para Americana, Joinville, em breve Curitiba, Ribeirão Preto também.
Se você quiser patrocinar o Show do Morgado, manda um e-mail para contato@rogeriomorgado.com.br para todas as cidades que eu falei aqui, ó: Ribeirão Preto, Americana, Joinville, Curitiba, tá certo? Bauru. Manda o e-mail, você que é dono de empresa e quer patrocinar o Show do Morgadão. E segue a gente nas redes sociais É o @rogeromorgado. Obrigado, Emílio!
Boa, Morgadinho! O Gueretzito está em recesso.
É, tem um próximo show dia 24, sexta-feira, no My Fucking Comedy Club.
Já tem link de venda, então vai lá depois do jogo do Brasil, assiste o Brasil fazendo a gente passar vergonha hoje e compra seu ingresso pra gente rir do Brasil depois, quando voltar da Copa. My Fucking Comedy Club, dia 24, uma sexta-feira. Acessa lá, @fabiogueretz, tudo bonitinho. Obrigado, Emílio!
Muito bem! Olha só quanta gente bacana! Lorena Oliveira de Boston, Estados Unidos. Boston. É, temos aqui também a Eliana em Canoas, Rio Grande do Sul, aqui com a gente. O João Bernardo de Curitola, diz: Curitola está chovendo nesse momento.
Opa!
É, Igor de Guarulhos e Ivan da Cunha de Belém no Pará. Chegou o momento de homenagear quem seria capaz de trocar o fraldão de Rogério Morgado.
Opa, é isso mesmo!
Quem pagaria nosso agiota com as próprias preguinhas?
Você!
É hora de nossa audiência, a majestade.
A majestade de hoje vem da bela Berlândia. O cara é projetista de redes elétricas, o homem é casadíssimo com a Dona Camila e o paizão do Benjamin e da Milena, e ainda canta na igreja. Palmas para Mateus!
Mateus! Mateus Luiz, lá do Berlândia, lá, fi.
Você é doido! Boa tarde, Emílio, boa tarde toda a bancada do Pânico.
É um prazer estar aqui com vocês. Esse homem bíblico era o cobrador de impostos, o gago, não é? É isso aí, Mateus. Muito bem, Mateus Luiz. E aí, o que que você faz da vida, Mateuzinho?
Eu trabalho com projetos elétricos, eu desenvolvo projetos de redes elétricas urbanas e rurais. Para concessionária lá de Minas Gerais, né? Toda vez que uma pessoa vai, por exemplo, um fazendeiro vai colocar um moinho novo lá, vai colocar uma máquina secadora, um pivô, precisa fazer uma análise na rede.
Você faz uma gambiarra, é mais ou menos. A elétrica gosta de uma gambiarra, você dá essa risadinha lá, ele dá essa risadinha que ele fio descapado.
A gente faz uma análise para levar energia e poder proporcionar o que o cliente precisa. Entendi. Exatamente.
Puxa um fio, porque sempre tem um disjuntor para cair, não é isso?
Claro, com certeza.
Disjuntor é a nossa salvação.
Você sabe que antigamente, quando fazia qualquer coisa, tinha o teste da fumaça? Sabe o que que era? Os engenheiros faziam: você põe o negócio na eletricidade, se sair fumaça, que deu ruim. Então até hoje que você faz qualquer projeto, eles falam em smoke test, que não é o que você tá pensando, desempenho qualquer, muito bem, o quarto da fumaça.
E você é de Minas querido?
Não sou natural de Brasília, Brazólia né e fui para Uberlândia...
Você habita em Uberlândia!
Conheci minha esposa lá e tô lá já vai fazer 20 anos que eu estou morando lá. Ah que bacana, onde você mora lá fi? Eu moro no Roosevelt pertinho da minha mãe lá fi, no Planalto ali.
Morgadinho também é de lá ó...
Ó morei lá fi uai... De 2010 a 16.
Vai saber se ele não comprou o filme mais barato aí...
Roubaram o fio da minha mãe lá. Depois a gente arruma isso lá para ela. Boa, valeu, irmão. Eu trouxe um presentinho aqui para você.
Muito obrigado. Ajuda aqui, Morgado. Ó, Morgadinho, ó.
Se for comer, já não venha, né?
O que você vai trazer para eles aí? Ó, veio de ônibus?
Vem de busão.
Vim de ônibus.
Ó, tem um para todo mundo, para não dar briga. Estão todos identificados, tem para o Morgado, para o Delario. São cookies. Minha esposa, ela faz cookies. A gente tem uma empresa de cookies.
Cookie é bom, ninguém dá.
É, chama Croco Cookies. A nossa empresa. E aí são cookies, nós temos os tradicionais e recheados, que a gente trouxe aí 2 para cada um. Tem para Paulinha, é Paulinha não ganha, quem não tá no ar não ganha.
Mas tá identificado aí, a gente dá uma mordida aí, daí volta.
Gosto todo mundo, só o dela te cospe, a gente lambe. Pô, bonito, bem bacana, personalizado, hein?
São 2 cookies, para cada um.
Morgadinho, Emílio sou eu, ó, Samidana, Samidana, Alba, dá para o Alba, pega aí, Sami, passa para o Gueré, ó, pô, muito legal, caprichadinho demais, Fábio, Daniel, Zuca, muito obrigado, são cookies feitos só com produtos naturais, manteiga, chocolate de verdade, não é sabor chocolate, burro, recheios todos muito gostosos, muito obrigado, croco cookies aí no Corlândia. Pô, muito obrigado, cara.
Legal, obrigadão, gente.
Valeu, muito bem. Eu vou passar o Instagram do nosso querido Mateus, @mateusluiz, e Luiz com Z. Aí está ele. Obrigado, Mateus. Você quer participar aqui? Não precisa trazer cookie, pode ficar com seu cookiezinho aí, tranquilo.
É bom, ninguém quer, viu?
Porque é o que a gente quer mesmo, é sua presença, é conhecer você que tá nos acompanhando de todo o Brasil aqui no Pânico. Porque nós temos um e-mail, é audienciamajestade jovempan.com.br. Dito isso, filmes, séries e audiência masculina em peso. Sim, homens que adoram um Pokémon, mas hoje são mais Brasilziozio. Linhagem Geek com Homem-Aranha com corpinho de gerente de TI, André Alba. Ele gosta.
Boa tarde, boa tarde!
Se inscreva no canal da Linhagem Geek no YouTube. Falta pouquinho aí para a gente chegar nos 500 mil inscritos.
Hoje vai bater.
Será que hoje vai?
Eu acho que vai.
Conto com a sua inscrição, caro telespectador. Eu gostaria de adicionar mais um capítulo para uma treta já conhecida. É uma treta já conhecida aqui.
Monark?
Não é do Monark.
Cazé?
Wagner Moura?
É a do Cazé TV.
Ah, sim.
Cazé TV?
Cazé brigou com Monark?
Não, teve problema da TV.
Com Wagner Moura? Então, olha o que aconteceu. O negócio é o seguinte, vocês estão vendo aí, não sei se as pessoas estão acompanhando muito de perto, mas geralmente a gente vê ali passando, né, no celular, a gente vai rodando e a gente vê algumas manchetes. E por aí para, porque a impressão que a mídia brasileira quer parecer, não sei se é de propósito ou não, é que a FIFA tá completamente descontente com o Kazé.
Sério?
E que ele não poderia, até chegou a rolar algumas matérias que a FIFA suspenderia o contrato da próxima Copa do Mundo e o Kazé não passaria a próxima Copa do Mundo. Engraçado a galera falando assim como se a FIFA se importasse realmente com alguma coisa que não fosse grana. Exato. Aí nesse momento a FIFA é a instituição mais bondosa de todos os tempos, que busca a justiça. Caramba, dinheiro para caramba lá.
É que os cara tava descendo a marreta, né, na organização.
Não, não, não, era porque as apostas, né, Alba?
Não sei se você vai falar também a FIFA também.
Não, a mídia, a mídia brasileira chegou a induzir algumas pessoas que é o seguinte: a FIFA estaria descontente com toda essa repercussão e suspenderia os direitos da Copa É de 2030. Só que aí é o seguinte, eu já chamo você, Samir, para falar dessa parte das bets. A FIFA fez uma publicação nesse sábado exaltando.
Sério?
Aí, ó, a FIFA falou: "Cazé, tamo junto, você tá fazendo um sucesso incrível, tamo junto, Cazé." Não, ou seja, os caras estão querendo plantar uma narrativa que não existe. Eles não têm nada de errado com a FIFA e o Cazé. Aí você pode falar pra mim: mas Alba, e a CBF? CBF é daqui, aí é outra coisa. Aí estamos em outro planeta. Mas a FIFA, FIFA está absolutamente satisfeita com a audiência do Kazé TV e eles colocaram na nota que o Kazé TV estabeleceu um novo recorde mundial de dispositivos simultâneos no YouTube durante a partida do Brasil e Escócia e o pico mais alto já registrado por um evento numa plataforma. Então é o seguinte, a FIFA tá tudo ok com o Kazé.
Pronto.
O que não tá ok com o Kazé são as empresas daqui do Brasil.
Vocês acham que a FIFA tá assistindo a Copa do Mundo pela Kazé TV, cara?
Pois é.
E ele falou que é o seguinte, eles não estão fazendo, eles não acompanham o negócio que eles falam. Perguntaram: ah, mas vocês estão achando abusivo? Não, tá tudo dentro do contrato.
Não, mano, cada país é um bagulho diferente.
É isso, acabou. Você é louco. Tudo dentro do contrato. E aí que as empresas e boa parte da mídia fazem aquela cobertura das bets, que aí estaria sendo muito abusivo. Chamaram o Conar, e aí o Sami pode falar dessa parte aí, ó.
Pega a número 3 do Foca que tem aí no TP. Não, não, é que tem um TP, eu posso dar um improviso? Posso no improviso?
Não, não, não pode.
É roubar o aparelho.
Suspendeu a propaganda de bets na Casé TV durante a Copa. Essa decisão pode mudar a forma como bets aparecem nas transmissões do Mundial. O conselheiro relator do CONACF, Luiz Celso de Piratininga Júnior, assinou uma liminar que determinou a suspensão de ações publicitárias de casas de apostas exibidas durante os jogos transmitidos pela Casé TV. O problema identificado Há indícios de que o merchan realizado durante as transmissões pode ter promovido apostas em lances de tempo real com baixas odds, ou seja, acontecimentos de baixa probabilidade de ocorrência, sem deixar claro ao espectador que tratava de publicidade.
As casas de apostas Bet Nacional, Bet365 e KTO também foram notificadas e tem 5 dias úteis para informar as adequações que farão. Paralelamente, a Senacom instaurou uma investigação própria sobre o caso e a CASEF falou que já havia promovido alterações nas inserções após reclamações do público. Então, o que que eles estão falando, Emílio? Tá tendo jogo lá?
Sim.
Aí você pode fazer aposta em tempo real, lateral, essa palhaçada. Eles estão falando que estavam promovendo apostas com baixa probabilidade. Ah, então "Por que que você não aposta em menos? Eu acho que vai dar mais 10 escanteios e tava em 2." Então são apostas com baixa probabilidade de bater. E o problema, que eu não vejo nenhum inter, casa de aposta como parceira, tá em você não sinalizar que aquilo é uma publicidade.
Sim.
Então parece que é a opinião do cara. Segundo o Conar, esse foi o problema.
Sim.
Isso aí tem no mundo inteiro. No mundo inteiro.
Mas você viu que a França, os caras estão...
Vou falar uma coisa pra você, existe um... procure ler, procure ler, do professor Olavo de Carvalho, chama-se Dialética da Inveja, procure ler, leia isso, aí você vai entender todo esse esquema que a gente vive.
Todo esqueminha.
Exatamente, certo?
Perfeitamente.
É isso aí, bicho obsceno.
Perfeitamente, isso é correto, a audiência é um sucesso, se incomoda.
E faz well.
Mas, vamos lá, falando agora dos filmes, agora a gente vai pros filmes também, que tem outro problema. Filme, que é o filme, adivinha de quem que é o filme que tá dando problema?
Qual?
Do Cazé?
Filme do Bolsonaro. Ah, lá vem filme do Bolsonaro.
É o seguinte, né, o André Mendonça, ele deve enviar a PGR nessa semana pedido para investigar o financiamento do Forcaro ao filme Dark Horse. A manifestação da PGR é a etapa anterior à decisão de Mendonça sobre eventual abertura da investigação. É aquela história do áudio, e aí vai ter uma investigação para ver de onde veio o dinheiro que investiu no filme. A PGR deve se manifestar se o caso, se é o caso de uma abertura de inquérito, por exemplo, ou se ainda há uma necessidade de diligências preliminares, ou ainda se o caso deve ser arquivado.
Emílio, eu tô achando que dificilmente esse filme vai aparecer no cinema. Aparecer na Copa em algum momento, esse filme, porque era para sair em setembro. Setembro. Aí depois de todos esses problemas sairia em novembro. Aí jogaram para depois das eleições. Eu não sei realmente se vai ter, se vai ter, se esse filme vai, irá acontecer. Mas a gente tá de olho aqui. Do jeito que tá, acho que vai ser bem difícil. Vai nada, eles vão investigar tudo.
Eu queria ver se eles investigam filme que foi fracasso, que não faz prestação de conta, né, que usa o dinheiro. Queria ver se eles têm a mesma velocidade para investigar esses filmes. Que tem uma listinha boa aí de produtoras que faz filme, pega dinheiro, né? E aí não faz prestação de conta.
Aí nessa lista aí, Morgadão, pode colocar mais gente que recebeu dinheiro do Vorkara também, que não tá sendo investigado.
Pois é, tem bastante, tem bastante, acho que metade do Brasil aí.
O Morgadão falou em fracasso, mas temos o sucesso. Olha a Disney, a Disney é o primeiro estúdio a bater 3 bilhões, meu Deus, nas bilheterias em 2026. Isso porque ainda nem estreou o grande escalão, porque a Disney ainda tem o Homem-Aranha, ainda tem Moana, tem Vingadores. Esse é um grande ano aí da Disney, né? Atingiu 3 bilhões e o Toy Story ainda tá indo. Toy Story 5, ele tá com uma bilheteria de aproximadamente 500 milhões e tá na segunda semana de bilheteria e vai ultrapassar, acho que vai ultrapassar até 5 bilhões. E é um grande ano aí para Disney.
Curiosamente, muito bom Toy Story, assisti com a Célia.
Você assistiu e gostou dos Super-Papai Noel?
Não, pra quem é pai, ele tem uma mensagem interessantíssima. Das telas. Exatamente, ela passa uma mensagem legal, um filme que não tem lacração. O último teve, né? Você sabe que teve.
Teve, esse aí tem gente que fala que tem, mas eu achei que não, mas aí é uma interpretação. Mas é um grande ano aí pra Disney, curiosamente depois que parou de, deu uma grande reduzida Parou com o woke. É, deu uma grande reduzida e tá voltando a dar lucro os produtos da Disney. E falando só para terminar em bilheteria, o Emílio, o Michael superou Oppenheimer e é a maior cinebiografia de todos os tempos. Já ele tem 900, ele tá entre 970, 980 milhões.
Então provavelmente nas últimas, nas próximas duas semanas, o Michael aí deve se firmar como o segundo bilhão do ano e a primeira cinebiografia a bater bilhão na história do mundo depois aí de, sei lá, 17 anos que Michael Jackson faleceu, continua batendo recorde, sendo Michael, sendo o Michael, Emílio, valendo mais morto do que vivo. É verdade, não é?
Elvis Presley também, porra, pois que ele morreu, muito mais dinheiro. E nós também seremos assim, tipo Van Gogh.
É isso aí, esse programa terá valor, é verdade, o dia que, né, quando a gente perecer, a turma vai falar: eles eram bons, eles não eram tão ruins.
Aí vão falar: olha, Que programa era isso?
É a frase clássica.
Mas é assim a vida, meus amigos.
É a frase clássica da mãe, né? Quando eu morrer, você vai me dar valor.
Exatamente. Pouca gente nos dá valor, principalmente nesta empresa. Principalmente nesta empresa. Sempre somos tratados como ralé. Isso, eu não sei.
Olha os cara lá, olha os doidinho.
Vai lá que eles vão, eles fazem, eles se viram.
Resto de café, bancada improvisa.
É dia do jogo do Brasil, vamos descansar em casa. Não, não, vamos fazer o programa.
E nós, cabisbaixo, deixamos a vovozela no carro.
Vovozela lá, toca a vovozela.
Cadê a vovozela, Albeta? Toca aí, mostra aí, ó.
Nossa, que fraco, velho! Força, Alba! Caramba, que o cara consegue soprar!
E vamos assistir o jogo sabe onde? Naquela, naquele, naquela, aquele projetorzinho do Shopee. Na TV de chapisco, o jogo na parede do banheiro. Exatamente, na parede do Bernadinho, parede branca de chapisco ainda, né? Minha vida, aguardem!
Com a minha, será com controle, dormindo.
Mas ela tá aí!
Mostra a torcida...
Brasil é um dos mais animados de ontem— Cadê o Olodum? Cadê o Olodum?
Tá no acordo com cachorro isso aí.
Eu vou perguntar pra vocês agora: se o Brasil perder, vocês vão ficar tristes também?
Muito! Mas muito!
Eu fico acabado! Sério mesmo?!
Eu não venho mais o resto da semana.
Eu não fico porque a esperança está aqui ó!
Nossa!
Putz, eu vou voltar!
É isso aí ó, vamos voltar sim!
Toalha de mesa para 3 metros.
Fazer o quê né?
Cada um, vamos.
Agora é o seguinte, temos agora aqui que falar que a vida tá cheia de motivos para você comemorar, certo? Se tem comemoração, tem brinde com taças Havan. E essa semana você encontra um jogo de taças por um preço daqueles que dá vontade de levar na hora. Presta atenção, olha só isso, jogo de taças trio com 6 peças era R$69,90, sabe quanto? R$29,99, gente! São R$40 de desconto, faz a conta aí, você paga menos de R$5 por taça, tá muito barato e não é qualquer produto não, são taças de vidro de alta qualidade, bonita, resistente e perfeitas para deixar sua mesa muito mais elegante.
Servem para água, suco, refrigerante, vinho, ou o que você quiser, não é isso? E eu vou te falar uma coisa aqui, ó, preste atenção: nessas taças até vinho ruim fica bom. E sua casa precisa desse jogo de taças Lírio por só R$29,99. E olha, tem o Pula Pula Van, você compra hoje e só começa a pagar em agosto. Então corre aproveitar essa oferta imperdível. Sempre tem uma van pertinho de você. Na Grande São Paulo tem loja em Osasco, Pernambuco, tem na Marginal e também em Itacoaquecetuba.
As lojas ficam abertas todos os dias de 9 da manhã até às 10 da noite, inclusive feriados. Havan, tudo num só lugar.
Que mais?
Aí sim, hein?
Bora!
É isso aí, bichovski!
E aí, Alba, o que que o Wagner Moura fez?
No programa de hoje, opa, teremos uma mulher Talvez uma das únicas, a única, eu diria, a única do Brasil que entende realmente de futebol. Por quê? Você me pergunta.
Por quê?
Por quê?
Por quê?
Mas por que ela?
Por quê?
Calma, ela, mas ela, por quê?
Porque a Soninha está no futebol quando não era moda mulheres adentrarem o esporte bretão.
Certeza.
Que é uma coisa clássica de meninos.
Verdade.
Os meninos jogam futebol, as meninas jogam peteca, alguns rapazes também gostam. A gente não enche coisa, sei lá, jogar peteca, pá, pá, que também é um jogo elegante, não é isso? E a gente jogava futebol, e a Soninha entende muito de futebol. Soninha trabalhou com o Zé Trajano, trabalhou na ESPN, trabalhou na Tudo palmeirense, palmeirense roxa, roxa e domina muito o futebol. Hoje Soninha vai falar aqui se o Brasil é bom ou se a gente está iludido com esse time, se passa ou não passa.
Porque o que eu vejo de gente que não entende de futebol é impressionante, tirando nossa bancada, é impressionante, certo?
Vamos nessa. Não, a Soninha, olha, eu vou falar uma coisa, você sabe que você colocou muito bem a relação da Soninha com futebol, porque agora tem uma lacração insuportável quando mistura política com futebol, é para falar mal do Neymar. Com todo o respeito à senhora Amílie Lacombe, entre todas as três. E a Soninha, ela tem um comentário assim sóbrio, competente que ela é. Daqui a pouco ela vai falar se o Brasil passa ou não passa do Japão, porque o povo já disse que não.
Não, não é passar do Japão, é trazer o caneco. Eu quero saber o seguinte: se a gente está iludido com esse time Do Ancelotti.
Ganhou de 3 a 0 de um time ruim.
Você acha que a turma— eu acho que a turma tá desacreditada. Se você perguntar se o Brasil vai levar o caneco, muito difícil, né?
Mas esse negócio, ah, que desconsiderar também eu acho feio. Ah, ganhou 3 a 0 de time ruim.
Tem time bom que foi eliminado já.
Uruguai já foi pro vinagre. Tem time bom que empatou com campeão do mundo, time que é a primeira vez. Então não dá para desconsiderar e falar assim Ai, ganhou de time ruim. Não pode fazer isso não, cara.
Você tem razão, não pode mais.
Não, não pode mais mesmo, porque é Copa do Mundo, meu chapa. Que mais?
Boa. E o nosso herói, cadê o break?
É um breakzinho, Reginaldo? Então pode fazer, meu querido. Break para nossa rede de rádio em todo o Brasil.
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E aí, qual é o palpite para o jogo do Brasil? Você mande aqui para gente que a gente não vai dar, só eu vou ler e a gente vai baixar para saber. Só para saber, curiosidade, não vai divulgar nada aqui, ó. Temos várias pessoas falando aqui no quadro só para saber. Mande o seu palpite, que a gente, quando você acha que vai ser o jogo do Brasil hoje, daqui a pouquinho. Aliás, vai ser no Texas, Texas. Não sei se vocês têm a lembrança Texas.
O Texas dá muita sorte para o Brasil, porque o Brasil jogou lá contra a Holanda em 94, que foi aquele gol do Branco, aquela bomba, e o gol, e o gol do Bebeto, do bebezinho.
3 a 2, se eu não me engano.
Esse jogo foi no Texas. Então Texas é pé quente para seleção brasileira.
Você sabe que eu tava escutando sobre esse jogo, um dos jogos mais difíceis para o Brasil, porque na, pô, meio-dia, onde o Brasil vai jogar também meio-dia lá, é muito calor, né, no Texas. Só que agora tem uma diferença, o ar condicionado. Nossa, já foi lá, moradão, 21 graus para ninguém sofrer.
É o estádio do Dallas Cowboys, cara, aonde você vai fica 22 graus a temperatura. Eu fui fazer um pico-bola, imagina a conta de energia elétrica.
Quando eu fui, era frio, pô, você andava sem moletom, cara. Eu estava pelado.
Muito bem. O que você vai trazer? Você vai?
Tenho todas as informações aqui, o caminho para trás.
É um jornal normal ou é um jornal de esporte?
Você sabe quem é o especial da Copa?
Esse é um jornal especial para a nossa audiência que está na expectativa do pré-jogo, mas eu acredito que quem sabe mais da Copa do que eu é só um homem aqui nesse programa.
Então eu vou chamar ele. Provavelmente ele está lá.
Opa, não, olha o Tex.
Com certeza ele está no Texas.
Dá concentração.
O nosso herói do Brasil, Zil cobrindo a seleção brasileira. Vai lá, por favor. Oferecimento United Parks, diversão com propósito para toda a família. Tenha sua agência de viagens 321 GO, seja franqueado. Acesse 321go.com.br e saiba mais. E Vaca, espaço de uma casa com serviço de hotel.
Olha ele aí, ó.
E aí, Fufu, onde você está? Que lugar do Texas?
Eu estou em Houston, no sentido da palavra. We have a problem. Estamos aqui em Orlando, Emelião, nesse telão. Vai passar o jogo.
Você tá em Orlando?
No telão da Disney.
Posso falar? Eu tô em Orlando, Emelião, para acompanhar o jogo do Brasil. Dá uma olhada aqui, Olha o que eu tô dando de suor por esta empresa e por vocês.
Eu não tenho visto suor.
Hoje recebemos um alerta aqui, 42 graus vai bater. Vamos não, pelo amor de Deus, Emílio, é que folga não pode. Mas é o seguinte, dá uma olhada nesse clima de quem perdeu o último metrô antes de fechar a estação, Emílio. Essa é a torcida brasileira com 42 graus? Você tá brincando aqui? Deixa eu explicar, Emílio, sabe por que que tá acontecendo aqui? Porque os bastidores só a gente mostra, certo, Emílio?
Certo, certo.
Muitas pessoas aqui, daqui a pouco a gente vai falar. Ninguém no local, só que é o seguinte, então parece que o Estados Unidos quer boicotar nós, hein, milhão? Porque tá uma informação meio aqui, é verdade ou não é, que eles não querem passar o nosso jogo aqui nesse canal.
Mostra aí, câmera, mostrar para a gente.
Dá uma olhada, ó, tem brasileiro lá em cima, ó, tem brasileiro lá em cima. Tá todo mundo esperando na expectativa.
Tem ninguém no local.
Se esse telão vai rolar o jogo ou não. Ninguém tem essa informação, Emílio.
Meu Deus, onde é isso, Fuzil?
Vejam.
O jogo é daqui 2 horinhas, né, mano?
Você tá numa cidade fantasma, bicho.
Vejam, tem 2, 4, 6, 8, 10 brasileiros.
É a família do Fuzil. Isso é uma excursão, é a excursão que o Fuzil foi. É a excursão, são as mesmas pessoas sempre.
Adiós, Augusta.
É um dos jogos mais animados.
Tem uma menina que tá até cobrindo o rosto ali, que ela não pode aparecer.
A gente sabe que brasileiro não é isso. Brasileiro é olê, olê, olê, olê, é a festa. Um pouco do desânimo é pela informação, calor, ansiedade. O que acontece? Ressaca.
É um conjunto, né? Esse calor aqui que ninguém tá—
50 graus aqui na sombra.
O Emílio não acredita, sabe? Ele fala que não existe esse calor.
Lá é quente, mas aqui tá superando.
E esse bastidor aí que ninguém sabe se esse telão vai ligar ou não vai ligar.
Daqui a pouco a gente vai lá ali no finalzinho ali para ver se realmente vai ligar ou não. Mas expectativa é essa aqui, os brasileiros estão tudo intocado aqui na sombra esperando essa sair, esse resultado aí.
E o jogo hoje, Brasil e Japão, se der ruim a gente volta. Não, hoje vai ser um jogo difícil, vai ser 2x1, 2x1 Brasil.
Brasil, são 12 gols do Vinícius Júnior.
Você acha que o Neymar começa jogando ou segundo tempo?
Não, Neymar é no finalzinho, segundo tempo, pegar o japonês tudo cansado já.
Neymar é o nosso Viola, é o nosso Viola, o Neymar.
É claro, é isso aí mesmo.
A informação que eu tenho, Emílio, a informação que eu tenho da CBF, aquele mesmo amigo que passou aqui a antiga informação, É que o Neymar começa o segundo tempo, já entra do vestiário em campo com essa alteração. Vai o Rayan continuar o último, último jogo como começou, é o que começa hoje. O Neymar entrou faltando 15 e nesse jogo ele entra no segundo tempo. Seu nome? Rogério. Rogério, o que que você acha disso? Neymar já é um momento de vamos ver se ele aguenta e já bota ou preserva igual tão fazendo? Ele é importante, mas não precisa ser agora.
Pelo que eu tenho visto, vai entrar no segundo tempo. Vai entrar. Os japoneses correm muito, é uma preocupação nossa. Mas a gente tem muita gente boa, nós temos Hendrick, nós temos Vinícius Júnior, tem o próprio Neymar.
É, dos dois que o senhor falou que é bom, estão no banco.
Então vai entrar no segundo tempo.
A minha preocupação é a seguinte: quem garante que o Japão não troca todo mundo no horário do intervalo?
Essa é minha preocupação.
É, tem essa também. Oi, Emílio! E do nada aparece um negócio desse aqui, ó. Você tá brincando comigo?
Ah, que maravilha!
Fala tchau para mim. Say hi, say hi from Brazil. Hi! Que bonitinho! Parece o Gueré, né, velho?
Pelo chifre eu vou te falar quem que é.
Até estou chifre. Sacanagem com o Gueré.
Vou te falar, viu, você é uma brincadeira.
O que foi, Bazil? Tem água aqui? Olha, só me dá o placar de hoje Brasil-Japão.
2x1, cara.
Por que todo mundo acha que nós vamos tomar um gol do Japão?
Porque japonês é um golzinho, tem que levar.
Japonês é muito simpático, né, meu?
É pra eles.
João Kleber. É meu, tem o tio dele é japonês, então a gente tem que respeitar, né? Um golzinho, um golzinho.
Quanto vai ser?
4x0, não tem pra onde fugir.
4x0, aí essa nova geração manja de futebol. 4x0 eu acho muito. Oi, Emílio, deixa eu te falar uma coisa. Vamos dar uma volta aqui para ver o clima da Copa do Mundo.
Mostra aí alguma coisa interessante aí, ó.
Eu tô fazendo bem o trabalho aqui, viu, Emílio?
Tá uma loucura.
Aí ficou difícil, né?
O Brasil parou para—
aonde que é isso aí, Fuzil?
Ó, o clima de Copa é comprar uma panqueca, né, meu?
Tá parecendo calçadão de Osasco.
Lembra aquele ponte lá, morgadão do lado da casa de Ponta Cabeça? Lá a gente tá um Na eDrive, né? Oi, tudo bom, Brasil? É o placar de jogo hoje, 2 a 1. Todo mundo fala que vai tomar eDrive, que só falar aí, melhor.
É um shoppinzinho aqui, viu, Emílio?
Um bulevarzinho com tudo fechado, porque agora é 11:20 da manhã, tá tudo fechado aí.
Segunda-feira, né, Fufu?
Aí, ó, não vai ter outro, não, viu?
É, e outra coisa, viu, Emílio, Dizem, dizem, não sei, dizem que a noite aqui nos Estados Unidos, na Flórida, ela é muito agitada. Você tem muitos bares, você tem muitos shows, caldo, frio.
A gente tá vendo a animação, loucura. Se 11 da manhã tá assim, imagina 11 horas da noite.
É, não, mas aí você, pra essa cobertura, é só ver o Instagram do Fuzil que você vê o fervo.
É, a dificuldade pra andar.
Lá ele corre.
Tem um boliche aqui, ó.
Tua mulher sabe pra onde você tá indo aí à noite ou não?
Emílio, deixa de zoar.
A minha mulher, quando eu saí do Brasil para vir cá—
pessoal podia deixar o som do boulevard aqui um pouco mais alto também, que não incomoda nada. A minha mulher, quando eu cheguei lá, eu falei: vou trabalhar pela Copa. Oi, tudo bom? O que que é aí que os vazio estão entrando? É bar, né?
Tudo bom, Brasil?
Aí é bar. Olha lá, a barba ali, ó. Calma aí, pode ir, vai tomar refrigerante. Vem cá, brasileiro, vem cá você, vem. Qual o placar do jogo hoje? 3x1 Brasil. Você?
2x1 Brasil.
Tá aí as crianças aí, ó, vamos sair daqui desse bagulho. Então, Emílio, voltando ao assunto antes que dê problema, eu falei para minha esposa: olha, o Emílio e o programa Pânico me deu a incumbência e a honra de cobrir a Copa do Mundo, e a gente tá fazendo um trabalho brilhante de cobertura da Copa do Mundo aqui. Eu falei: às vezes o Emílio tem aquela loucura. Ah, Fufu, mostra um pouco dos bastidores, o que acontece na noite. Aí eu tenho que ficar gerando conteúdo para ele, para o programa e tal. E aí a gente vai no profissionalismo, mas eu ainda não saí à noite aqui, amigo.
Mentira!
Olha o trabalhador! Good job, my friend! God bless you!
Good job, my friend!
Olha, ele tá gastando inglês. Impossível, mas um tênis novo, hein?
E olha o lugar onde o cara tá, aqui, ó, tá no Morro do Barro. Aqui, para quem quer é Cuba, olha, ó, fala em inglês.
Ele tá no lugar que, lugar mais avulso, não tem uma pessoa nesse local, que é desanimado, né, cara?
E não vai ligar esse telefone.
Aí está o herói do Brasil diretamente dos Estados Unidos para você nesta cobertura fantástica do programa Pânico.
Que beleza, hein?
E aí, beleza, Emelião?
Tamo no ritmo da Copa do Mundo ou não?
Vocês que sabem.
Simbora! Daqui a pouco então a Soninha aqui para comentar esse jogo Brasil-Japão, às 14 horas, aqui direto de Brasília. Mas lá nos Estados Unidos é meio-dia, bem sol. Você vai acompanhar o jogo aqui e os comentários da queridíssima Soninha. Simbora para o jornal! Então pode Pode colocar vinheta, por gentileza.
Começando a resenha do Zuzu, resenha do Zuzu, resenha, resenha, Zuzu e Dudu.
Vem, amigos! Você vê, né? Você acha que não tá no clima da Copa do Mundo, mas se a gente for para Houston, me dá Houston aí. Cadê a torcida brasileira? Enquanto o Fuzil tá lá em Orlando também, tá? Coloca o som, quero ver. Olha a torcida, a multidão se reúne, é a torcida verde e amarelo. Movimento Verde e Amarelo, Canarinho, todos juntos. Cadê o Serjão? Olê, olê, olê! Serjão tá lá, vamos ver. Cadê o Serjão? Serjão dos Foguetes, cadê você, Serjão?
Sempre animado, cara do Brasil na Copa. O Brasil joga daqui a pouquinho, tem o Serjão. Vamos mostrar o Serjão, que é o pasta Serjão, tá aí, é o amuleto. Serjão que continua lá na Copa, acredito eu. E hoje o Brasil vai enfrentar, como eu disse, o Japão. E aí eu vou convocar você, Samidana, se você é tão bom assim. Primeira coisa, vamos lá, escalação do Brasil. Já sabe quem joga ou não?
Não, porque eu trabalho com probabilidade.
Você não sabe? O Brasil vem pra cá, Alisson, coloca na tela aí. Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães. Aí vem Douglas Santos, Casimiro, que a turma tá reclamando muito, Morgadão, certo? O Bruno Guimarães, o Paquetá, que para mim tá jogando bola, é um bom jogador. O menino Ryan, que entrou no lugar do Rafinha, exatamente, que tá lesionado. Cunha, Vini Jr. E a pergunta é: menino Ney, o Zio falou, o menino Ney vai entrar no segundo tempo.
Ancelotti acabou de responder o que que vai acontecer com o Neymar. Entrego aqui para atualizar vocês. Neymar é o seguinte, muito parecido o último jogo. Sabe que tem uma velocidade do time do Japão?
Sim.
Se o Brasil ganhar no primeiro tempo, se fizer 3 gols, segundo ele, 3 gols, precisa de 3. Se tiver goleada, se tiver goleada Neymar joga.
Porque você inventa. Então eu trago as informações, eu trago informação, eu estudo, ele fala com certeza que parece Neymar.
Ó, eu falei para você uma vez, pode falar o que você quiser.
O Neymar, se depender do Brasil fazer 3 gols no primeiro tempo para você entrar, já pode voltar, velho.
Não vai rolar. Praticamente que o número aqui eu coloco assim, o Brasil precisa golear para o Neymar voltar.
Golear?
Golear, é lógico.
Mas se golear, aí não precisa dele, velho.
Mas aí para testando o Neymar. Agora eu vou, já que você sabe, chão, vamos lá. É impressionante, Brasil tá começando. Vamos aqui, otimista. Para mim vai passar, né? Tá num clima esquisito, viu, Emelião? Tô sentindo uma energia esquisita do povo. Eu tava com o Bernardo, ele falou: não sei se passa. As brincadeiras já começam, obviamente, na internet, e colocaram o povo Paul. Coloca o povo Paul. Não importa, é o filho, não importa. Isso aí foi na Copa da Alemanha. 2006, 2006, é mais velho que os agalos.
Porra, povo pô já foi.
Ó, vou falar um negócio para vocês: se o Brasil vencer, quem que você acha que vai enfrentar depois nas oitavas? Obviamente Costa do Marfim, Noruega. Eu acho que é Noruega também. Se passar quartas, México. Calma, respira, eu faço a pergunta, você responde.
México.
Equador ou Inglaterra? Quem que você acha? Inglaterra, já deu a resposta. Semifinal, aí vai complicar, aí é difícil. E olha a bucha que o Brasil pegou: Argentina.
É sempre assim, não é assim.
A turma quer saber, não é ficando os mais fortes, amigo. Posso falar uma coisa?
Por isso chama Copa do Mundo.
Não é verdade, não é o torneio. O único que entende de futebol, Morgado, aqui para mim, e o Alba, vocês não sabem porcaria nenhuma. Não é que não sabe, você faz os mercados preditivos, você entende.
Mas o Daniel tá certo, porque nas últimas Copas teve Croácia, teve Turquia, teve uma galera, teve Marrocos.
A Bélgica, que era a grande ferradona, cadê?
Aí, exato.
Pois é.
Agora a semifinal complica, porque tem Argentina, Austrália, que vai ser fácil, Egito não passa, Colômbia preocupa.
Colômbia é um bom time, é um bom time, também é bom.
É bom. Suíça nem se fala e Argélia não vem. Agora, grande final, se o Brasil chegar na final no dia 19: França, Alemanha, Holanda, Portugal. Olha as bucha! Cabo Verde, Espanha, Bélgica, Estados Unidos.
Calma, faltam 32.
Não, mas a gente faz aqui, a turma que acompanha muito meu jornal fala assim: Zuckerman, obrigado por adiantar informação, porque a gente não entende tanto de futebol. Manda abraço para o senhor.
Quanto a possibilidade da final do Brasil? Contra quem? Ó, presta atenção, ó.
Presta atenção.
A final, final, se o Brasil chegar na final, que é o dia 19 de julho, anota na tua agenda. Pode ser quem? França, Alemanha, Holanda, Portugal, Espanha, Bélgica, Estados Unidos, Marrocos. Ó, eu já vou dar na mão uma equipe que não vai ser.
Que não chega na final de jeito nenhum. A Itália esse ano não chega, não.
Esses você tá falando, né?
Ah, você é tão miserável!
Mas a outra, que os times que podem pegar a gente só na final, eles são aquela chave, é bem pior do que a gente. Aquele lado tá pior, o lado tá muito difícil.
Posso fazer uma pergunta para o Alba, que é o único que tem aqui? Cara sensato. Alba, é melhor perder do Japão agora uma forma que você fica triste para não encontrar Argentina numa semifinal e lembrar 1990?
Não, assim, tem que pegar Argentina justamente para tentar, né, tem que ganhar da Argentina uma semifinal. Porque assim, e todas as pessoas estão fazendo a previsão, né, se tudo der certo, obviamente você pega a Argentina na semifinal e possivelmente poderia pegar a França na final. Você tem dois adversários que o Brasil vem sofrendo nos últimos 20 anos. O Brasil é eliminado da Copa de novo na final de 98, né, com Zidane. Depois em 2006 com o Henry, com o Thierry Henry da França, já foi eliminado duas vezes pela França.
86 também foi.
É, pegando ali de 90 para frente. Aí você tem 86 com o pênalti perdido do Zico. E aí você tem a Argentina, que é o rival clássico aí, que perdemos várias Copas América aí daí para frente. Então infelizmente não vai dar medo pegar a Argentina, vai, mas você sempre tem mais medo do Japão do que da Argentina.
Eu também, verdade.
É, mas na Argentina vira briga de rua o negócio, né? O depósito, vai ver como é que os caras vão fazer.
Já vão direto com esse bando de chorão.
É, mas a gente tem o Canarinho aí, ó, o Canarinho.
Canarinho, mais uma coisa para vocês que vocês gostam do engajamento da rede social. O atacante japonês, o Kento Shiogai, eu vou abrir a rede social dele, o Instagram, que você pode ir lá dar o seu comentário, xingar ele de uma forma elegante. Falou! Falou que é uma opinião dele que o Neymar não coloca mais medo no time do Japão. Isso polemizou na rede social, a turma entrou. Coloca o Instagram dele na tela. E os brasileiros estão xingando o Japa.
Então, se você tem a rede social e gosta também de xingar, esse é o momento. A sua amiga está aqui.
Que isso?
Para que isso? Ela já vai entrar no Instagram do Japa, meu Deus, vai tomar um pau do Brasil.
E ela xinga em japonês.
O Neymar entrou com a É, obviamente que essa polêmica fica assim porque a gente tá torcendo muito para o Brasil e o Zico, que é um grande ídolo, desculpa o Zico com todo respeito, ele foi muito infeliz na declaração também. Desculpa.
O que que ele falou?
Não existe, você brasileiro, você ídolo do Brasil, torcer também para o Japão. Não, ele não falou isso. Vocês não entendem de futebol. Eu torço para Argentina contra a França, foi a única vez que eu torci para Argentina.
China.
Bom, o que que acontece nesse momento? A fala do Zico, que para mim foi infeliz, que ele jogou e fez o futebol japonês acontecer, ele falou assim: não vou ficar triste se o Japão vencer para o Brasil. Não existe isso, Zicão, aqui é Brasil.
Eu não vou ficar triste não, porque futebol japonês tem um pezinho da família Coimbra lá.
É isso aí, é mais valorizado no Japão pelo que ele fez lá do que pelo que ele fez aqui. Ele não tá errado não, Mano, e ele tá falando por ele, ele não tá falando pela torcida brasileira. É isso aí, tô com o Zico. Vocês estão com o Zico? Porra, boa!
Então nada, é tudo mentira, tão xingando o Zico por dentro. Eu acho, eu tô torcendo pro Brasil, tá brincando?
É Brasil, ninguém vai torcer por ninguém.
Vocês não sabem interpretar isso. É sério mesmo que vocês estão achando que ele falou que ele tá torcendo pro Japão?
Ele tá, ele não tá.
Por isso que o Brasil tá assim, ó.
Ele tá, ele tá que ele entrou bichado.
Perdeu o pênalti. É o seguinte, posso contar uma coisa, um bastidor?
Isso não valoriza os brasileiros.
Perdeu o pênalti.
Perdeu o pênalti.
O jogador brasileiro perde o pênalti, aí acabou, acabou a carreira dele.
Tem duas coisas que o jogador brasileiro torce contra: quando ele perde o pênalti igual o Zico, ou igual o Vampeta, que ele tem a taça e ele torce para que os outros não ganhem também. Sim, isso é clássico, não é? Isso é maravilhoso. Então o jogador que tem a taça torce contra.
Você vai ficar no jornal? A Soninha vem aqui, nós vamos falar de futebol daqui a pouco.
A Soninha, ela vai cravar tudo sobre o futebol. Vamos para isso.
Você ficar falando—
a Soninha que me passou as informações, inclusive.
Obrigado, obrigado pela ajuda.
Ué, mas a gente hoje é um dia, você me desculpa, que o Brasil para para ver o Japão. Vamos falar de política? Não, vamos falar.
Negócio é o seguinte, então vou Vamos lá, então coloca aqui.
Jornalismo, vamos falar sobre jornalismo. Você viu o que aconteceu com as páginas da rede social? Isso você não fala, eu tô até um pouco assustado. Algumas páginas do Facebook, do Instagram, que o Alba acompanha muito, cada uma dessas páginas com menos de 400 seguidores gastaram sabe quanto, Alberto? 1,1 milhão em 2 meses para ter o ataque, que é o opositor no caso do Flávio Bolsonaro e o Tarcísio de Freitas. O que eu estou trazendo para você, informação, é páginas de rede social que são pagas.
E a gente sabe que isso daí é sempre uma polêmica em relação a isso. No passado era chamado de gabinete do ódio, você lembra? Na época do Bolsonaro, que tinha os influenciadores, a turma que era mais alinhada, que falava isso é um exército virtual que não pode existir a favor da democracia. Se no momento que a gente está discutindo a política, que vai para STF, que faz essas decisões monocráticas, acredito que não é da forma mais saudável você criar páginas que tem poucos seguidores, né, nem precisa falar como são essas páginas, para atacar o opositor.
Pode isso? Aí a gente chama aí o VAR do Morgadão, que é o juiz da nação. Pode isso, Arnaldo?
Pode isso?
A regra é clara, né?
Vamos ver. Então aí vai lá para STF, aí a turma entra para votar nas Big Techs, o que você postar se você for do outro partido ou se você tiver um outro pensamento.
Tá muito confuso.
Não, você tem dificuldade de cognição, percebi há um tempo aqui. Você precisa tomar mais magnésio porque você tem dificuldade de se concentrar na minha notícia. Eu fico aqui no puta buraco.
Você tá confuso porque você não chegou a conclusão.
A minha conclusão numa frase é: o Brasil tem liberdade?
Você jogou com o Morgadão.
O juiz pode— vem, meu amor. O Flavio Dino pode— ele jogou com o Morgadão.
E o Morgado?
É lógico, eu sou trouxa agora? Se ele não quer falar, você entendeu? Eu sou bosta?
Você ficou na minha, eu olhei pro Flávio Dino, olhei pro Morgado.
Você tá parecendo a seleção brasileira, toca a bola, o cara já toca a bola.
Eu dou a minha opinião, é o momento onde a gente vê pesos e contrapesos. Agora você sabe que a decisão é só pra um lado. Mas o que que é? Justiça. Se a direita deve publicar o que ela puder, não pode ser perseguida na rede social, isso tá sendo perseguição.
Ponto.
É isso. Você quer minha opinião?
É essa. Deixa o Alba falar também.
Por que que eu não me manifesto?
Fala aí, Alba, também. E aí, tem verdade ou não tem?
Mas eu já falo isso, eu já disse isso, filho. Eu já falo isso aí. Para alguns é gabinete do ódio, para outros é democracia. Como é que você ganha isso? Aí tem um gabinete que pode, outro que não pode. E o juiz, às vezes, né, o VAR não funciona. E agora? E aí?
E aí eu te pergunto, cara, como é que vai funcionar isso aqui? Você sabe quanto que a Segunda informação aqui, tá? O governo, governo atual, gastou em verba de publicidade só na Rede Globo quase 300 milhões, 270 milhões de reais em publicidade para Rede Globo. E eu tô trazendo aqui a informação que o que representa, que eu tô por dentro, você tá muito por dentro. Quando você tá por dentro é fantástico, aí o jornal flui. Olha para aí, para o Tinder, não Você faz, seu celular, aí a gente não lembra.
Coroa metade, 270 milhões. Isso aí, para a gente lembrar, eu tô sempre, faço aqui um histórico para o nosso ouvinte recordar. É verdade, o Bolsonaro no passado foi orientado por alguém que era para conversar com a Globo. Isso foi uma treta horrível, você lembra da época que alguém foi falar com a Globo? A publicidade e o canhão midiático que a Rede Globo tem, as outras emissoras muito forte. Vale, né, você ter verbo, tá tudo na lei aí por aí, tá na regra, pode pagar publicidade, Samidana, pode pagar.
Agora a gente sabe como é que funciona quando o consórcio midiático não acorda em relação às suas opiniões aqui no Brasil. Emirão, ó, quer fazer um break ou continuamos aqui?
Não, é, eles querem mudar quadro, chamar break.
Eu fui educado, para mim a gente continua. Continua. Vamos falar de pesquisa, vamos falar de pesquisa. Mais uma então, mais uma.
Calma, calma, calma, calma, bicho. Espera lá, espera lá que tem uma ordem aqui. Calma, por favor, tenha um calma que a gente já combinou antes. Há um esquema aqui, por favor. Com essas coisas deixa aqui, a gente vai aqui porque já tá, porque tem uns breaks tudo, tá? Vamos atentar para o que interessa. Isso aí. Aí segue, segue.
Vamos lá, você vê as novas pesquisas.
Qual, qual pesquisa?
Eu que te pergunto, são várias. A mais nova e recente do BTG, da Nexus, a do Nordeste. Nordeste, a gente vai chegar lá. O que que aconteceu? Que o Lula caiu, e eu vou te explicar o porquê. Isso, estamos sabendo aqui, estamos ali, né, senhor Jax Wagner.
Então vamos para essa. Mas também não pode, não precisa ser isso, né, porque isso é muito recente.
Não precisaria ser isso, mas lá no Nordeste, que a gente sabe que a popularidade do governo é muito forte, principalmente nas últimas eleições, o Lula caiu, e caiu com vários pontos. Por quê? Caso do Jax Wagner com o Banco Master. Lá o Lula registrou uma queda de 5 pontos nas intenções de voto do Nordeste após a repercussão das denúncias contra o senador Jax Wagner. O Jax Wagner, que era líder do Senado, agora ele abandonou o cargo, falou tchau, não vou ficar mais.
Tchau, pessoal!
Ele tá enrolado no caso da—
o caso lá, eu acho que é o estopim de tudo, né, Samidana? Onde começa a raiz.
Aí você tá vendo o cenário que dá empate técnico, que é 47-44 com Flávio Bolsonaro. Porém, no Nordeste, o Lula perdeu, perdeu perdeu muitos pontos. Quer ver quanto ele perdeu aqui no Nordeste? Ele perdeu 5 pontos no Nordeste depois dessas denúncias. Agora eu te pergunto, eu te pergunto: você acha que esse negócio da Michelle é pior para ela ou é pior para o Flávio?
Para ela. A minha opinião é para ela.
É pior para ela ou pior para o Flávio?
No primeiro momento, tá pensando.
Relógio na tela, tempo para Daniel Zuckerman.
Relógio na tela, tempo da diáloga. No primeiro momento, 30 segundos, foi bom para a Michelle. No momento, calma, você faz uma pergunta impossível de responder.
Por quê? Porque é 7:37, galera.
Vamos lá. Vamos lá, primeiro momento foi bom para Michele, onde ela se posiciona e ela tem sim um engajamento muito forte, principalmente no PL Mulheres, onde ela foi apoiada inclusive pelo dono do partido, que se chama Valdemar da Costa Neto.
Você tá enrolando.
Não, vou responder. No primeiro momento, bom. Segundo momento, foi ruim. É como a vida da política é assim. Como para o Flávio foi ruim o primeiro áudio que vazou, depois foi bom.
Então agora eu farei um break para eu pensar. Eu vou pensar E hoje, Soninha. Boa, já tá aí, já tá aí. Então já vou fazer, já vamos já fazer esse break. A Soninha na sequência. E aí vou fazer o break agora para nossa rede de rádio. Vai lá, Reginaldinho!
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Que você mais ganhou de todas.
É isso, esse animal é muito azarado. Quanto tá o dólar, professor?
Mas tô ainda, eu tô meio, esse animal dá muito azar.
Isso aí é uma desgraça.
Nessa manhã sobe 0,22%, pode ser comprado o dólar comercial por R$5,18. Então dólar pressionando aí a inflação por conta de vários problemas internos e a taxa mais alta nos Estados Unidos.
Do Rio, Rodrigo Viga. Muito bem, boa.
Mas então a resposta, posso dar a resposta?
Pode.
Já vou te chamar, Soninha.
Fica à vontade. Para mim, para mim, a Soninha começaria meio-dia aqui.
O que deu o Delare? Deixa só o Delare chegar. O Delare some, né? Ele some, ele foi no aquecimento, ele some. Já vamos chamar Soninha? Já vou chamar Soninha agora, é claro, por que não? Então me solte a vinheta que a Soninha chegou.
Segundo Insana, e hoje tem Brasil.
Aí, você tá de brincadeira, você fala isso aí?
E a convidada é ninguém menos que a mega comunicadora e política destemida Soninha Francine.
O mundo precisa de mais mulheres na política.
Mas antes tem mais um apocalíptico programa Pânico tocando terror nas plataformas. Mirabolante! News da Jovem Pan.
Conheceu alguém, já teve um problema, uma amiga, um amigo com a adição ao álcool, né? Alcoolista.
Se liga, não perca e nem vacile.
É Soninha!
Aqui está Soninha Francine no Instagram, @soninhafrancine, conversando com a gente sobre o Brasil e vários outros assuntos. Você quer voltar ao assunto da política?
Eu tava aqui no celular, não cheguei a tempo, querendo ver qual que é assim o orçamento do Ministério da Pesca e da Agricultura, para ver se ultrapassa o valor da investida em propaganda. É, se bobear, dá uns 300 milhões por ano o orçamento do Ministério. Tem muito ministério, da microempresa, tem muito ministério, tem ministério que só consegue fazer alguma coisa quando recebe sabe, emenda parlamentar. Tem muita emenda que ajuda a sustentar as atividades de ministério.
Você é a favor dessas emendas?
Eu sou a favor de emenda parlamentar, não da impositiva como é no governo federal, que eu digo para onde vai o orçamento e você é obrigado a fazer o que eu disse.
Mas aí não fica uma coisa que não é para o legislador fazer? Isso é para o Executivo.
Então, o que acontece no orçamento, fala do município, que é Eu já fui parlamentar, né? Você tem lá um orçamento de R$100 bilhões. Aí você pega uma fatia desse tamanzinho assim, sei lá, R$100 milhões, e você diz para os vereadores: "Olha, vocês podem decidir para onde vão R$5 milhões, cada um de vocês." Aí você conhece o projeto de esporte que tem lá no bairro onde você mora, que é bárbaro e que, nossa, com R$5 milhões eles fazem uma revolução socioesportiva no lugar, entendeu?
Então permite que o parlamentar indique algo que ele conhece muito bem, é um tema pelo qual ele se interessa e ele conhece bastante. Então eu, como vereadora, fiz várias emendas parlamentares, eu como secretária de Direitos Humanos aceitei várias emendas parlamentares. Então a pessoa diz lá: "Olha, eu estou aqui com um trabalho para ensinar língua portuguesa para afegãs, refugiadas aqui, recém-chegadas, e vão fazer uma capacitação profissional e vão trabalhar não sei onde." "Legal, manda, manda a emenda que a gente faz a parceria com a organização e executa".
E a partir do momento que eu, que sou órgão do Executivo, faço a aplicação daquele recurso, a contratação, o tema de parceria, ele é sujeito à mesma fiscalização que qualquer outro gasto público. Não importa que na origem foi um parlamentar que disse: "Esse é o valor que vai para este projeto". Na hora que ele vai ser pago, ele é transparente como todo o resto. O resto. Em nível federal, a transparência é muito mais complicada, mesmo que não seja com má-fé, mesmo que não seja com intenção de enganar.
Você é vereador, né? Para vereador funciona, mas não para deputado federal.
Execução de uma emenda parlamentar com toda a transparência, avaliar se realmente aquilo faz sentido, o valor, a duração do projeto, é muito mais complicado. Mas o pior de tudo é ser impositivo. É eu dizer assim, ó, tá aqui, tá? Eu sou secretária e chega um deputado, um vereador, deputado, fala para mim assim, ó, "Olha aqui, tá vendo esse R$1 milhão aqui? Você vai gastar lá, vai comprar meia dúzia de bola de futebol porque vai fazer inclusão social pelo esporte." Então o fato de ser impositiva já é um ponto de partida horroroso.
Você precisava de dinheiro muito mais para outra coisa, mas o senhor parlamentar tomou uma parte daquele dinheiro e falou: "Não, não, não vai fazer isso aqui não, vai fazer isso aqui." Viram tomar lá no Alcan, né, também.
É a gestão, né?
É a gestão.
Ô Soninha, você foi... Você foi da Lapa? Você era subprefeita da Lapa, né? Então você foi meio executiva, né?
Fui executiva na subprefeitura e na secretaria.
Qual é a dificuldade assim de estar como executivo? São Paulo é muito complicado, né? Mas assim, você acha que dá para replicar em outras cidades o que você sofreu como subprefeito? Porque é meio um prefeito, né?
Dá. Subprefeito é... De uma certa forma, é pior do que ser prefeito pelo seguinte: você está no alcance do cidadão o tempo todo, você tropeça nos problemas, às vezes literalmente, e você não tem quase nenhum poder, você não tem o recurso que precisa ter para resolver aqueles problemas, está assim, o dinheiro é pouco, o braço é curto, não por falta de vontade sua. Então você— melhorou muito desde que eu fui subprefeita, você passou a ter mais recursos na subprefeitura.
Estrutura e um pouquinho mais de, não vou dizer autoridade, mas de capacidade de execução do subprefeito. A gente via, sabe, com o prisma assim: ai, Sabesp, pelo amor de Deus, resolve aquele problema lá para mim.
Fora o que a gente tá mostrando aqui também, que é a corrupção dentro das máfias. Mostramos a máfia do transporte ligado a um senador.
Então, mas isso todo mundo falava, mas só, né, todo mundo fala, né, tem a máfia, tem a máfia Mas, ó, em 2009, quando eu fui subprefeita, cada dois passos que você dizia, alguém falava: "Ah, aqui é do PCC." Você ia lá fazer uma inspeção para medir o tamanho da banca, do comércio ambulante, tudo diziam, verdade ou mentira, mas já era, você já tinha que lidar com isso o tempo todo.
E assusta, né, quem quer fazer alguma coisa.
Ah, e a caçamba de lixo, olha, caçamba clandestina, despejo entulho em qualquer lugar, não, vão para cima O que que você diz? PCC. Ou era ou não era mais, mas era o, sabe, tipo a carteirada. A carteirada era bem assim, não é: "Não, o senador vai vir aqui." Não, "eu sou do PCC." Essa era a carteirada.
É tipo máfia de Nova York, tipo o Luciano.
Aliás, engraçado como tem umas atividades econômicas que são terreno fértil para isso, né? Lixo é máfia, tem máfia em tudo quanto é lugar.
Mas como é que chega a isso, né? Como é que a sociedade deixou isso acontecer, Soninha?
Um pouco de impaciência, inclusive com razão, o cara quer seguir as coisas pelo caminho correto e não consegue, ele vai, ele bate em todas as portas, ele entrega todos os documentos, ele paga todas as taxas e ainda assim as coisas não são feitas. Então, tem uma impaciência que a gente até compreende, aí ele começa a apelar para quem faz, e tanto faz se está certo ou está errado, e aí acostuma, e aí já cria todo um mercado paralelo. Então, acho que na partida tem ineficiência, tem corrupção...
Ausência de Estado...
É, e aí depois se consolida.
Esse negócio do voo caro, a gente viu que era uma coisa absolutamente... Era um business que ele fazia com qualquer um. Todos os casos. Com juiz, com advogado.
Ele não discrimina. Com todo mundo. Mas você viu o que aconteceu?
Com todo mundo.
O Mauro Jardim falou que só em fundos de prestadores de serviços públicos foram, ele capturou, captou 4,4 bi. E a delação que ele queria fazer agora era para voltar 4 bi dos 4,4. O que eu estou achando interessante é que eles estão querendo, falaram que não, que não vão aceitar essa delação e estão querendo investigar o mecanismo. Mas é muito dinheiro, sim. É minúsculo, um cara, 4,4 bi só de fundos de previdência de servidores públicos, fora o resto. É assustador.
Hoje eu vi que vários tribunais usavam também as contas do Master para depositar, né? Os valores depositados em juízo ficavam no Aí assim, o dinheiro é seu, certo? Alguém pagou e depositou em juízo porque a causa ainda tava em andamento. Aí a justiça decidiu: tem razão, o dinheiro é seu mesmo. E você não vê a cor do dinheiro, cara, jamais.
Tá lá, é seu, mas você não tem como ver.
Justiça não tem prazo. Todo mundo tem prazo. Executivo tem prazo, Legislativa menos, mas também tem prazo. Você tem que votar o orçamento até uma determinada data. O Judiciário não responde a nenhum prazo. Então você tem uma causa ganha, o dinheiro é seu, e aí o juiz vai expedir o alvará para liberar o recurso quando ele bem entender. Vai entrar um recesso, vai voltar.
Vai reclamar com o Papa.
Inacreditável. Não tem data.
É onde a gente entrou.
A gente se ferra. A gente tava pensando assim, você tá falando sobre o Banco Massa, tem um modelo americano que tem um negócio de fazer lobby, que o cara lá é um empreendedor, lá a gente mostra aqui nos Estados Unidos, ele vai lá e coloca a grana para o negócio acontecer. Isso é legalizado lá. O que que você acha desse modelo? E também o modelo de recall, o cara não foi bem, tchau para outro depois de 2 anos.
Sobre regulamentar lobby, prefiro que você tenha lá, na hora que o cara passa o crachá na catraca do Senado, você sabe que ele foi em tal gabinete, o senador é obrigado a informar Eu não conheço bem a regulamentação em si, mas eu acho ótimo que haja. Não vai deixar de existir o lobby paralelo. Chega aqui, vamos conversar. Mas pelo menos para quem quer fazer direito, a privada, né? Claro, você e o cara vai poder navegar pelos gabinetes, porque quando tem uma causa de interesse, ah, vai voltar uma legislação sobre o transporte coletivo, então aquela pessoa vai em vários gabinetes diferentes Por que não?
Eu acho melhor saber quem foi onde. Sobre o recall, eu acho interessante, mas a chance de ser injusto é muito grande. Porque às vezes o bom trabalho, aquilo que a gente mais quer que o cara faça, só vai aparecer daqui a 4 anos. Aí tá no segundo ano de governo, você fala: "Ah, esse cara não fez nada. Pô, ele falou que ia resolver tal coisa e não resolveu".
O estelionato eleitoral, o cara promete A e faz B.
Eu acho que Deus dá o direito, eu sei, mas deveria ter um mecanismo. Deus, Deus, Deus, ele dá esse direito de enganar o povo.
Deveria ter um mecanismo só no período eleitoral.
Então pode fazer o diabo, começa agora, começa agora.
Eu não sei como ele, o mecanismo ser mais protegido possível de injustiça, porque aí o cara que é o demagogo ego. Ah, olha o que eu fiz, olha aí, ninguém mais fugiu da escola. É verdade. Aí ele fica—
Não, tem coisas que é prático. Você prometeu baixar imposto, o imposto baixou ou não baixou?
E se aumentou, pior ainda, né?
É, eu acho que acontece isso. Então eu acho que devia ter algumas, alguns pilares básicos que o cara fosse auferido e, no caso extremo, empichado. Porque você enganou a população, você botou o cara para fazer A, Ele fez B.
Então, mas aí o povo que tem que ser coerente, né? Você precisa também achar que a população é coerente e que ela não é burra como eles acham que ela é burra. Porque, por exemplo, não, não, mas eu acho que isso aí as pessoas vão aprendendo. Demora muito tempo, né? Demora. O povo, eu acredito que a gente vota com muita ingenuidade, com muita emoção, normalmente E cada vez, e agora, principalmente agora, quando tá essa briga, tal, tem muita emoção no meio da parada.
Mas, por exemplo, vou dar um exemplo. Nós tivemos a votação das bets, certo? Então você vê que muita gente foi lá e votou para legalização das bets. Foram lá os deputados que votaram. Então tem as bets, o cara tem que pagar 30 milhões, a outorga, caro, não sei o quê. O cara foi lá e Votou. Agora esses mesmos deputados que votaram pro negócio legalizado, ele chega e fala: a partir de agora eu quero proibir o comercial de bets. É uma incoerência, é uma incoerência do legislador.
Esse cara não pode voltar lá, exatamente. Cara é um cara louco. Imagina ser um legislador louco, não é, Soninha?
Mas eu acho que se ele E responder honestamente: "Ué, mas o senhor foi a favor da legalização das bets e agora o senhor é contra a publicidade?" Sim, eu acho que tem que ser legalizada, mas eu também acho que não tem que ter comercial, como não tem de cigarro. Ou: "Eu mudei de ideia, eu tava errado, eu achei que era melhor fazer dessa forma e estamos conversando." Então, eu acredito que as pessoas mudem de ideia.
Eu sei, mas imagina o empresário. Claro, o cara chegou lá: eu quero montar uma bet. Pode?
Pode.
Pode.
R$30 milhões de reais, pus R$30 milhões. Quais são as regras? A regra que pode fazer isso, pode fazer aquilo e pode fazer aquilo.
E aí muda.
Aí eu faço todo um planejamento para esses R$30 milhões que foram investidos. Aí chega no 6 meses depois ou 1 ano depois, não tá falando de 10 anos depois, muda tudo. Isso dá uma insegurança jurídica enorme. E aí não é só, a gente tá falando de bets, que é um setor que é bastante polêmico, mas isso acontece em vários setores. Isso é uma insegurança jurídica. Você fala: eu não vou investir nesse país porque é todo mundo maluco.
É, o cara vai lá e volta. E aí o cara quer aumentar o imposto da bet, só que ele não quer que aumentar daqui para frente, ele quer retroativo.
Não, ele quer esse fenômeno do retroativo em tudo, é demais. Os penduricalhos são retroativos. Vivo, como é que pode, cara? Mas sobre a insegurança jurídica, o pior é a questão, é quando o caminho é o jurídico mesmo. Quer dizer, não, vamos processar esse cara porque ele tá fazendo anúncio de bet. Pera, mas como é que você vai entrar na justiça contra o cara que tá fazendo algo que ele não é proibido de fazer? Então não, vamos acionar a justiça, vamos entrar no Ministério Público.
Mas já não votaram sabe qual era a multa de 300 milhões lá para o Copel dos colchões? Lá, ô TJ! E o TJ que deu essa multa lá porque não tem mulher— Não tem uma mulher lá, cara!
Isso é tão absurdo da última mulher.
Não, não, sim, ou TJ não tem, mas TJ não tem mulher.
Que hipocrisia, hein?!
É mais fácil e a condenação por presunção assim: olha, se só tenho eu de mulher aqui, Isso aqui só pode ser discriminação, não tem outra explicação. Então estejam, esteja multado.
Você acha que foi a pandemia que deixou a gente assim?
Alguma coisa errada?
Tinha uns vírus de Manaus aqui no Brasil, tinha várias cepas, tinha uma cepa de febre no Brasil, a cepa da floresta.
Lembra que tinha a cepa?
E a mudança, as mutagens.
Eu não lembrava da palavra cepa, é a primeira vez que eu ouço desde 2020.
Você é pré-candidata?
É, eu sou.
Você é pré-candidata?
Eu mudei de ideia, não faz nem 6 meses. A Paulinha me falou, porque eu vim aqui, falei: nunca mais, eu não sei o que me faria mudar de ideia.
Então, mas você fez um, você fez um grande trabalho aí, né, com morador de rua. Você tem uma grande experiência nesse, eu tenho, nessa área, eu tenho uma grande experiência e uma grande experiência trabalhava no Legislativo e no Executivo.
E isso faz toda a diferença do mundo, saber como que é a casa política, o ritmo do Legislativo, as disputas e a prática do Executivo, entendeu? No Legislativo você sai de recesso 15 de dezembro, no Executivo, cara, é domingo à noite, você fala: "Bom, amanhã de manhã vai entrar uma frente fria, 13 graus." Importante. "Vamos todos para, sabe, para secretaria para ver se está tudo em ordem." Então o ritmo do Executivo é um, a dinâmica do Legislativo é outra, então sejam quais forem as áreas de interesse, e eu tenho muitas, eu gosto de tudo, mas as duas experiências são...
Todo mundo devia ser obrigado a ter, sabe aquela coisa: "Ai, todo mundo devia ter um diploma de tal coisa para fazer tal coisa"? Não precisava ter diploma não, mas precisava passar uns 6 meses assim na prática.
E Soriana, pela tua experiência, o que é pior? Interferência política, eu anotei aqui, interferência política política, falta de dinheiro, falta de planejamento ou excesso de burocracia para resolver as coisas?
Nossa, difícil, hein? Que difícil. De trás para frente: excesso de burocracia é um inferno, um absurdo, consome energia da gente inutilmente, abre espaço para que sejam resolvidos os problemas na Via Expressa, né? Qual é o outro?
Interferência política.
Olha, às vezes é o pior de todos, porque te impede de fazer alguma coisa que não é a burocracia que está impedindo, não é o dinheiro, não é a regra propriamente, a institucionalidade, mas barra porque alguém muito poderoso, influente, não quer que aconteça e você fica lá no 20º lugar da fila. Então pode ser decisivo, pode ser o mais difícil de contornar.
Aí tem a falta de planejamento e a falta de dinheiro.
"Ah, Vi, falta de planejamento é horroroso", mas isso se resolve, se contorna. "Ah, devia ter planejado". Tá, mas não planejou, então o que a gente faz agora? E o que a gente fizer agora pode servir de modelo para as próximas ações parecidas. E o primeiro...
Não, o primeiro era interferência política mesmo.
Interferência política. Eu não sei, acho que vocês podem pensar isso na vida de vocês, não sei como é que é aqui na Pan.
Na Pan?
Na Pan. Se alguém dissesse: não, não, não vai chamar a Soninha, imagina, vocês são loucos. Cada vez que ela aparece, né, o pessoal manda a gente, sei lá, enforcar os comunistas.
Mas aqui o que vale é, aqui é uma ditadura.
Isso é, então é uma ditadura, é pior que a ditadura do Maduro aqui.
Aqui a gente manda, aqui a gente manda e acabou. Soninha, vem a Soninha.
Ah, mas não quero que a Soninha venha porque Não tem essa.
Aqui não tem esse negócio. A gente gosta de boas pessoas.
Poxa vida!
A gente gosta de discutir ideias, de ter ideias boas e trazer pessoas boas.
Eu acho estranho vocês falando sério assim. Eu acho bem esquisito.
Acho que é um botão do coração. Não, sério.
Do coração.
Sabe o que aconteceu? Sabe o que aconteceu, Soninha?
Pode?
É estranho.
A gente sempre recebeu a Soninha aqui. Chega um determinado momento que você não pode mais discutir absolutamente nada. Eu acho que você deve também sentir isso, esse movimento. Ah, você vai lá no Pânico, os cara não tem— você é louca, esses cara vão estar com machado na mão. Perde amigos. É, mas a turma ficou maluca mesmo, porque você não pode mais discutir, você não pode falar, ter sua opinião.
Mas isso foi a cepa da pandemia.
A cepa ela ficou, é um resquício. A cepa 2 lá de Manaus, ela bateu na cabeça na cabeça da turma que isso que é chato. Isso aí você não vai discutir mais nada. Daí sabe o que que fica? Qualquer discussão que é para uma melhoria vira uma coisa ideológica e o cara nunca vai resolver.
Não resolve nunca mais.
É, ou uma discussão sobre temas que são, que geram reações emocionais, né? A bendita da maconha. Pô, se a gente só falar disso entre pessoas favoráveis à legalização da maconha, que que adiantou? Discutir, né? Então eu já falei sobre isso com Coronel Ferrarini. No primeiro debate ele queria me esquartejar, velho. Ele trouxe um rapaz cego assim, era um programa do Major Olímpio na Rede Vida. E aí ele convidou Coronel Ferrarini, que era deputado, que tinha um trabalho maravilhoso com dependentes de drogas, incrível.
E aí ele... Eu falei: "Ah, então, eu sou a favor da legalização por isso, isso e aquilo, tá?" Aí o coronel Ferrari falou assim: "Traz o rapaz aí." É, aí entra um cara todo fodido.
Um cara cego. Eu tô rindo, mas você viaja.
Literalmente, foi isso. Eu já devo ter contado essa história aqui, porque é isso. Então, assim, um rapaz cego e falou: "Olha, ele tem AIDS, ele contraiu usando drogas injetáveis e ele começou na maconha." É igual vocês. Eu fui trouxida num outro programa que a gente, né? Opa, o senhor tá aqui? Eu também. Ele: "Ô, Soninha, que legal, prazer discutir com você, viu? Bacana, vamos debater." E foi super educado, foi na extrema Jimena.
O primeiro impacto foi horroroso. Dali a um tempo, com a discussão, né, já tendo acontecido em várias situações, ele me deu um abraço e: "Ô, Soninha, nossa, que Legal, bom discutir com você, viu?
Mas quem te ferrou foi a época, né? A revista.
Foi a época.
Eu fumo maconha, cara da Sony.
Saiu no outdoor.
A maconheira da revista.
Com cara de boba, sorriso e tal.
No outdoor. Isso aí foi uma puta cachorra, né?
Era uma entrevista sobre vamos discutir a legalização da maconha sem escândalo, sabe? Sem aquela coisa de torcer a voz da pessoa, entendeu? Não, pá, de cara limpa, vamos discutir. Você topa falar sobre isso? Sim, claro. Falamos sobre a minha defesa da legalização do comércio, tal. Aí foi essa capa: "Eu fumo maconha e um número maior de brasileiros, um número cada vez maior de brasileiros ignora a lei." Porra, ignora a lei? Eu só concordei em falar que era pra discutir a mudança da lei.
Eu não tô ignorando a lei, eu tô contestando a lei. E aí, né, desencadeou várias coisas em cascata, mas nem todas ruins.
Sim, mas discutiu mais esses assuntos, sempre voltam na eleição, que é o aborto, é legislação, a arma, é sempre volta, porque é isso que você vai ter mais votos de um lado ou de outro. Agora, uma coisa que você falou uma vez, e você sempre foi uma pessoa que você tava sempre lá na ZL, você fazia um negócio lá com os menino lá da perifa, depois você foi aqui para os caras da rua, para Cracolândia ali, uma coisa. E um negócio que você me falou e eu pensei, e realmente é isso mesmo, porque você vê tanto tempo depois, né, que o tratamento, esse tratamento que a gente dá, que é geral para viciado, não funciona.
Ele tem que ser individualizado para cada pessoa. Por isso que é tão difícil resolver esse problema. O problema, porque cada ser humano tem uma razão, é muito particular, né, Soninha? E é um grande problema de resolver isso, né?
Tem coisas que são semelhantes, obviamente, né? Consequências, os laços familiares rompidos, tudo isso acaba acontecendo com todo mundo, vai, da mesma maneira. Mas é como é que você vai tratar disso que é diferente. Para algumas pessoas, o processo de cura se aproximar da família. Para outras pessoas, aproximar da família é a pior coisa que pode acontecer, entendeu? Tem uma idealização assim, não, a reintegração familiar, entendeu?
Às vezes é a família que fez o cara começar a usar droga.
Exatamente, às vezes o cara vai ter que se recompor longe da família. Então por isso que tem que ter uma abordagem mesmo de cada pessoa, e aí E olha só, até a legislação cria problemas para isso, porque você tem, por exemplo, um tempo máximo permitido de internação para pessoas que são dependentes, né, que fazem uso nocivo de drogas. Então, se você conclui que depois daquele período o cara não tem a menor condição de ser desinternado, de voltar ao convívio com os amigos, com a família, com o trabalho, tudo, não dá, ele não pode continuar internado.
Por quê? Porque a gente viveu um período insano, horroroso, de manicômios, que o cara era jogado no manicômio e largado lá para morrer, tratado pior que bicho.
Franco da Rocha.
Pior que bicho. E aí, como a gente conseguiu acabar com os manicômios, mas ficou um resquício assim de que uma internação longa demais é a volta ao regime manicomial, entendeu? Então, de novo, você tem uma tentativa de uniformizar uma organização de regras que não respeita as condições, as necessidades individuais das pessoas. Assim, hoje em dia você conseguir uma internação psiquiátrica, de curta duração que seja, é muito difícil.
Os psiquiatras têm muita resistência em fazer uma internação para não voltar do manicômio, sabe? E com isso você tem pessoas que precisariam muito estar sendo atendidas num ambiente hospitalar e não é só por causa de droga não, No caso de outras doenças mentais graves, o cara tem 30 anos, não toma o remédio, a mãe idosa não tem a menor condição de dar conta dele, e o médico diz: não, não, mas ele não precisa ser internado, ele só precisa tomar o remédio.
Ele não toma o remédio, ele tá ficando agressivo, ele tá ficando violento, ele tá ficando perigoso. A mãe dele já não sabe mais o que fazer.
Então se a gente vai voltar, é um flagelo, arrepia.
É um conjunto de normas, né? Teoricamente são para o bem da sociedade que acabam indo para o inferno.
E você viveu nesse flagelo, né? Na rua. Você devia trabalhar na Cruz Vermelha, não ficar aí com calcinha.
E o calcinha, né?
Importante.
Um dos vídeos mais constrangedores aí. Soninha, você nunca viu uma homenagem para mandar embora. Esse bem dos trabalhos temos aqui com a Soninha, importante, mas ela está desligada.
5 horas da manhã estaremos juntos.
Faz um pau de selfie que a pessoa tá atrás, você não manda embora.
Se despede rápido que eu tenho uma ligação de Xangai.
Importante.
Esse vídeo é um vídeo que você homenageia a pessoa que está mandando.
É um vídeo muito constrangedor.
Parabéns pelo serviço prestado.
5 horas da manhã estaremos em Sapopemba. Tome café da manhã em casa.
Acabou os bilhões.
Toma, Bolsonaro.
Pô, fiquei tão chateado com esse vídeo.
Foi um negócio que marcou, né?
Foi mesmo, foi mesmo.
Alô! Não se faz.
Eu fiquei, porque a Soninha sempre fez um trabalho sério, sempre foi um trabalho sério que ela fez. E aí deu, mas acontece, né? A política, né? Vai fazer o quê?
O Dória, ele queria que eu pedisse para sair, né? Quando ele me disse que eu ia sair, aí ele falou: "Vamos fazer assim, né? Você me manda um email e você diz..." "O que que é isso? Que você quer voltar pro Legislativo, tal?" Aí eu falei: "Ah, eu não vou pedir pra sair não, porque eu não tô pedindo pra sair." Mas você tretou com ele por esse motivo?
Porque depois ele tentou quebrar lá, ele pôs trator e não deu, deu tudo errado. Foi isso aí, né?
Ele achou que eu tava demorando. Gente, vocês têm o vídeo rápido assim?
Nossa Senhora! Olha cá, isso é maravilhoso.
Agora só.
Agora só. É só coisa ruim.
Pra zoar eles são rapidinho.
Pra zoar a gente é deles.
Pra humilhar É rápido.
Aí fará parte do conselho de gestão da Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social. São 7 conselheiros, ela passa a fazer parte. Uma destas pessoas vai atuar. Tá bom, tá bom.
Foi o quê?
Foi, ele queria rápido, queria resolver rápido. Ele queria resolver a Cracolândia em uma semana.
Toda a população em situação de rua, pô, já fazia 3 meses que eu era secretário e ainda tinha gente morando na rua.
E você falou bem, Emílio Leile, daí ele foi com mais força, né, para tentar resolver o problema, não resolveu. Trazendo para os dias atuais, com o governo do Tarcísio, que estancou— agora fala segurança pública também, que é importante lá— que tirou lá a favela do Moinho, se eu não me engano, esse é o nome. Isso funcionou, estancar o crime organizado também, além da parte humana?
Não resolveu, mas teve um impacto significativo, muito um impacto decisivo, assim. A polícia se dedicou ao que sempre deveria fazer, que é investigação, né? O Moreira da Silva, que falava que no morro não planta cocaína nem fabrica fuzil, ele entra de algum lugar. Então eles investiram em investigação exaustiva, assim, profunda, intensa, para realmente pegar identificar as lideranças, para identificar e ter os elementos assim, sabe?
Para quem fosse dizer assim: "Não, imagina, mas vocês entraram lá e pegaram só um bando de perrapado, só peixe pequeno." Não, não, vem cá, deixa eu te mostrar as fotos, deixa eu te mostrar os vídeos. Eles realmente fizeram o que precisavam fazer para obter ordens judiciais, que eles obtêm, para fazer. Então não era o prende, arrebenta, sai e entra "um rolo compressor e aí de quem tiver na frente". Não, foram operações de verdade. Então resolveu? Não resolveu.
Acabou?
Não, não acabou. Mas fez uma diferença brutal.
É porque teve planejamento, né?
Teve planejamento e vários atores envolvidos, né? A polícia, o Ministério Público, a Polícia Federal.
É isso que tinha que ser, né? Tinha que ser um projeto de unificado, né? Falar o que nós brasileiros, não importa se é o Lula, se é o Bolsonaro, se é o Calcinha, é o quê? Vamos acabar com o crime organizado.
Que é justamente o que o Tarcísio falou quando ele tava aqui, que ele consegue muita aprovação porque ele chama a turma toda. Não é só, ah, você é de direita, ele chama, fala assim: faça parte junto, faça melhorias junto com a gente. Então ele chama de todos os partidos, fala vamos junto. Por isso que ele consegue muita aprovação, é isso que você tá falando.
A Secretaria de Segurança junto com Ministério Público tem tido os resultados. O GAECO é muito ferrado, cara. O GAECO faz um trabalho de investigação absurdo, absurdo.
Muito bem, vamos falar de seleção, futebol.
Vamos lá, cadê o alô?
É da época que mulher que não se metia no futebol, não é? Ela realmente entende de futebol, porque o Trajano, aqueles puta cara chato, chato, mal-humorado. O Trajano é um dos melhores jornalistas de todos os tempos, mas é chato de galocha.
Você olha para ele e já vê que é chato.
Mas é muito competente, sabe tudo, sabe tudo, puta jornalista.
Jornalista, jornalista. Você domina e não fala gol.
É, gol. This episode is brought to you by State Farm.
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Não tinha um time formado até que... Eu gosto do Ancelotti, ele obviamente é um cara conhecedor, inteligente, verdadeiro. Eu gosto como ele responde de verdade. É uma coisa que eu admiro nas pessoas, até no Zico, viu?
Obrigado, Soninha.
E aí ele achou um time que tem opções. Não é assim: "Puta, mas se sair o Rayan, quem é que a gente tem?" A gente, a gente veio fraco de laterais, né? Não era assim aquele que, bom, lateral já temos, falta o resto.
Não, Roberto Carlos.
E depois que o Cafu se aposentar, quem irá? Porque já tinha o Cafu, já tinha o Cafu. Então ficou bom agora, um time bem montado que tem talentos, tem qualidades coletivas, tal, mas eu não sei Não sei se sou só eu que ainda não me apaixonei no time. Também não. Eu acho que é dessa forma assim.
Mas o que é se apaixonar? O que é se apaixonar por um time?
Joga bonito. Hã? Será que é o joga bonito?
Mas calma.
Falar que vai ser 4 a 0.
Apaixonar é você gostar dos caras, sabe? Você, assim, é um sintoma de que você tá gostando do time é na hora que aparece o cara dando uma entrevista, você quer muito ouvir o que ele tá falando. É você querer ver todos os, todos, onde tiver melhores momentos você pula e vê de novo. Você vê no YouTube, vê no outro, vê na televisão.
Futebol arte, você sabe onde foi inventado? Futebol arte foi na Copa de 62.
Caramba!
A final foi Brasil e Tchecoslováquia.
Caramba!
E aí era o Garrincha. E aí foi o título, né, Brasil, a vitória é do futebol arte contra o futebol força, que era o futebol europeu. E foi, e o Brasil foi bicampeão. E aí surgiu essa, esse nome que é o joga bonito, depois virou joga bonito e tal, que é aquele futebol, a Copa do Mundo, mas não tem mais isso, não tem mais isso. Tem joga bonito, Soninha?
Tem.
Quem que joga bonito assim, que dá o leque?
Não em todos os jogos necessariamente, mas quando você vê Inglaterra e Croácia. Puta jogo bom, cara, porque esses caras, alguns caras, o time joga bem, alguns caras se sobressaem. Você fala, pô, onde, que horas que é o jogo da Croácia? Eu quero ver o Modrić, sabe? Quando que a Inglaterra vai jogar de novo? Nossa, adoro Jude Bellingham. A gente ainda não tem lá, cara. Apesar do Vini Júnior ter resolvido maravilhosamente para gente, eu não sei se a galera já tá assim Nem a Virgínia tá indo ver o jogo.
Não, o Neymar, pô! É o Neymar! Esse é o cara, esse cara é o Neymar!
Fora do Brasil, bastante... não sei se é...
Torcida espera... Você tá brincando, o Neymar é o... Neymar, ele tá no aquecimento, você pode falar que ele não tá mal, hein?
É a minha má vontade contaminando a minha...
Ele no aquecimento, a torcida: "Alguma hora gol!" Tem uma esperança dele, não faz sentido.
A expectativa das pessoas com o Neymar, eu entendi mais ainda o Ancelotti ter convocado. No primeiro momento eu entendi assim: cara, ele foi pragmático, né? Tipo assim: ah, é pra chamar o Neymar? Tudo bem, claro, não seja por isso, chamamos o Neymar. Então pra mim era assim, o Ancelotti seguindo uma determinação de CBF, de patrocinadores, enfim. E eu concordei com isso. Mas depois que eu vi o quanto as pessoas ainda amam o Neymar, apesar do que eu pensava—
Sim, é o que você falou.
Amam, é impressionante.
Eu falei: ah, não, Tem que levar mesmo, cara. Olha Bangladesh esperando o Neymar jogar.
É porque, diferente dos outros jogadores, o Neymar ele tem uma identificação com todo mundo porque ele jogou muito tempo no Brasil. O Neymar, e aí com, né, com todo respeito, ele humilhou todos os times do Brasil. Ele fez gol contra o Palmeiras, fez gol contra o Corinthians, fez gol contra o Internacional, contra o Grêmio, contra o Corinthians, assim, tudo. Então a identificação que o povo brasileiro tem com o Neymar é muito diferente do Vini Jr., que saiu cedo, do ídolo. Os outros jogadores, eles eram muito cedo.
Mateus Cunha, o Diogo, cara, eles foram do Sub-20 para o Lyon, para Suíça. Então a gente não viu mesmo esse cara jogar. E alguns passaram pela seleção de 22, que também não causou o menor apego, não gerou nenhum amor, seleção de 22.
Mas zero. Se vocês me permitirem, eu entendo muito de futebol, mas entende mesmo. Não faço nome, não faço nome. Eu acho que é o seguinte, eu acho que esses jogadores não se dão bem porque... Por que que o Neymar é o Neymar e os outros não serão o Neymar? Porque o Neymar ficou mais tempo de amadurecimento no Brasil. Esses caras que saem cedo e vão para a Europa, eles voltam, tem um monte. Tem um monte que foi pra lá e não deu certo.
Gabigol.
Gabigol se adaptou. Puta, posso falar 100 aqui?
Tem um monte, pô.
Porque o Brasil é bom pro cara amadurecer. Aqui, o Neymar, ele teve esse tempo. Teve história. Graças ao pai dele. Então não é o Neymar que é o gênio, é pai Neymar que muita gente fala isso.
Que fez a coisa.
E outra coisa, pra gente...
A turma não gosta dele porque ele pega as novinhas mais bonitas dele.
Pra gente continuar nesse exemplo, qual que é a... Quem é o segundo nome que a torcida pede mais além do Neymar?
O Hendrik.
O Hendrik ganhou o Campeonato Brasileiro no Palmeiras.
Exatamente.
Então a torcida brasileira conhece o Hendrik.
E torce por ele, exatamente.
Então assim, depois do Neymar a galera lembra do Hendrik.
É a proximidade com o brasileiro.
Ele tem uma identificação do público brasileiro que gosta de futebol. Então sempre depois do Neymar, tem que colocar o Neymar e o Hendrik. Porque eles criaram mais vínculo com a torcida brasileira.
E o menino joga muito.
É, mas também, posso fazer uma pergunta dura que eu fiz para o Alba? Talvez ele não captou a minha pergunta, mas também não adianta forçar. Não, não é forçar.
Ele tentou forçar aquele Pombo.
Ah não, ele pegou! Olha o Pombo! Olha o que ele fez! Olha o que ele fez! Olha o que ele fez! Ele, primeiro golaço, né? Ele voleia uma coisa histórica.
Ele tentou o Cebolinha. Ele tenta o Galvão, ele precisa criar persona, sem dúvida, é forçado.
Pior para mim é o Galvão quando ele quer tirar alguém, ele acabou com a vida do Alex, cara.
Pelo menos foi campeão, né, o Alex, que nem foi para Copa. Esse é o problema do Djalminha.
Teve um drama terrível, não devia estar no jogo, essa que é a verdade. Conversava eu com o Ronaldo, mas a minha pergunta é a seguinte, Soninha: se você pegar a torcida do Brasil. A turma tá meio com falta de esperança se o Brasil vai ganhar o Hexa. A gente sofre menos saindo com o Japão agora ou enfrentando a Argentina na semifinal? Que que é pior?
Quanto mais longe você chega, mais dói. Dói mais, claro, claro. E azar. Espero que dói, espero que doa mais lá na frente. Não, o Japão, um bom sinal para o jogo de hoje é que o Brasil não queria pegar o Japão. Japão, preferia a Suécia. Então, sinal que a gente tá esperto, porque de fato o Japão não é café com leite, não vão ficar lá babando para os brasileiros e esquecendo de jogar. Não tem mais só o que eles já tinham há muito tempo, né, uma disciplina, velocidade, empenho o tempo todo.
Não, eles têm mais do que isso hoje. Hoje eles têm uma certa indisciplina, eles têm mais conhecimento, variação de jogadas, de ritmos diferentes, jogam tudo e jogam duro e fazem o jogo físico pesado. Então é bom que o Brasil se deu conta disso, né? Não ficou querendo que viesse, comemorou, bah, que bom, vem o Japão. Não queria Suécia, imagina, em vez do Japão. Então isso, isso para mim já significa que eles, a gente corre menos o risco de jogar péssimo como jogou contra Marrocos.
Se bem que no caso de Marrocos não foi também por subestimar mal o time. A gente também sabia, não, Marrocos forte, mas não jogou nada, não tinha meio campo, não tinha no meio do jogo, deu medo, né? A gente não se posicionava direito nenhuma das situações. Parecia aquele jogo de recreio assim, a molecadinha, que o professor joga a bola lá e fala, ó, vamos lá, vamos lá. E aí vai todo mundo para o mesmo lado, todo mundo assim, todo mundo indo na mesma bola ao mesmo tempo, tipo, não não tinha posicionamento, não tinha porcaria nenhuma.
Bom que a gente passou por isso logo no começo e que agora já chega para encarar o Japão sabendo que o Japão não é bobo.
Tenho mais medo do Japão do que da Argentina.
Tem a Nova Zelândia.
O Japão, o esporte do japonês é o beisebol. Não existe esporte mais chato do que beisebol. Vocês entendem?
Você entende a regra? Não, não, é para comer hot dog. Baseball no jogo americano?
Eu acho que eu entendo, mas você acha legal? Baseball é o esporte número 1 no Japão, né? Deve ser o baseball.
Eu acho que é. E depois é o tênis de mesa.
Não, que tênis de mesa?
Foi nos anos 60.
Pingue-pongue. Ele quer emplacar o pingue-pongue igual o Pombo, o Galvão e o Pombo.
Não, acho que não.
Deixa o Japão falar aí.
Que tênis de mesa? Foi nos anos 60.
Futebol é legal, você não jogava taco?
Sumô também.
Mas eu não entendo a regra, eu não consigo entender aquela regra.
É complicado. É chato mesmo.
Você entende?
Não, porque é muito chato.
Demorado.
Eu entendo a regra porque eu jogava no videogame. E aí quando você aprende no videogame, tem que fazer isso. Mas é um jogo chatíssimo.
Chato, né?
Muito chato, demora horrores e não parece algo assim belo para se ver.
Mas tem cricket, né? Né, tem críquete, é pior.
Crítica é índia, críquete é na Índia, dias jogando críquete.
O esporte mais chato do mundo, parece que críquete é o comparado, né?
Não tem, o Delario joga bote agora, tonto pra cacete.
E você assiste, onde é que você assiste o jogo, Soninha? Você assiste sozinha ou você vai com a turma que serve cerveja, aquela coisa toda?
Senhoras e senhores, para o Edgar, a Suelen Casé Peçanha. Thunderbird, é verdade. Thunderbird, amendoim na Afonso Rovero lá na Real.
Ah, cada jogo num lugar. Eu assisti o primeiro com minhas netas e meu genro, o segundo em casa, o terceiro não lembro, acho que foi em casa também. Hoje não sei, acho que eu vou no Engabaú.
Nadir, você vai no Engabaú?
É sério, mas deixa eu falar, na Kazé TV, no SBT com Galvão Bueno, ou na Globo com narrador, ou você procura algum comentário?
Olha, como 90% dos jogos só quem passa é a Kazé TV, então tô vendo muito na Kazé. E aí veio do Brasil e eu vejo também, mas às vezes eu canso de lá também. E aí, como o Brasil tem na Globo, e sendo EV, eu gosto de ver. Muito bom, adoro ver.
É, ele dá uma adiantada no gol. É bom. Às vezes ele vai lá: é agora, é agora o gol! Você fala: não grita gol agora, velho!
Dá azar pra caramba!
Ele deve ter falado isso pra gente.
Já deve, já. Mas ele é muito bom e ele narra tudo muito bem.
É gente boa e conhece, estuda.
É muito bom.
Mas você vê, esse Kazé TV, na verdade, não é o Kazé TV. Na verdade, é o YouTube também. Porque o YouTube, o YouTube YouTube, o YouTube deu uma moral porque o YouTube colocou uma banda para esse cara, live, que você liga e tá bonita a imagem.
Nossa, é impressionante.
A internet às vezes nem é tão boa, mas a imagem parece que é perfeita. Meu, a imagem... Parece que eles te dão internet.
É verdade.
A imagem desse YouTube...
Fenômeno.
Eu não sei o que que eles fazem, algum...
Eles pintam a cor, a bandeira. A camisa é mais amarela agora.
Não, mas é louco, mas é muito bom. E a facilidade de a gente poder assistir todos os jogos, isso é, melhorou muito, cara, no canal dos caras.
Eu acho que é layout também, você entra lá, tem todos os jogos resumidos, né?
Você não perde na televisão, não consegue proporcionar o que o YouTube, estatística também legal da própria casa. Não, eles estão indo muito bem, mas tem delay.
A Globo sempre foi, é o canal que não é Brasil, se o Brasil tá jogando, para tudo que é o Brasil e o resto que se dane, entendeu? Eu lembro a gente cobrir a Olimpíada pela ESPN, a Globo com 300 caras e ESPN com 30 pessoas, e a gente transmitia tudo, todos os jogos de todos os países, e a Globo, olha, agora é o Brasil quem vai jogar. E você vê que hoje isso é um, virou um problema para ela, né? Porque eu tenho muita gente muito interessada nas outras coisas, que não só na seleção brasileira, em esse profanismo todo, né?
Então a Globo tem um milhão de qualidades, é óbvio que tem, faz algumas coisas muito bem feitas, mas na cobertura esportiva sempre teve um leve desinteresse assim pelos jogos que não fossem nossos, as modalidades que a gente já tivesse sido eliminado.
Soninha, o Galvão é monstro também, ele levava muita gente, ele tá lá na SBT, mas tem gente que não gosta da locução do Casatv, que eu gosto, que é o Luizinho.
Os cara falam que grita. Ah, tem um que é gritão, pô, mas eu acho bom pra caramba.
Ele falando, ele tá gritando.
É bom demais.
E aí, como é que tá hoje aqui no Pânico? Vamos ver, daqui a pouco vai ter o jogo do Brasil.
Como é que tá?
Já comprou a camiseta da Casa TV? QR code na tela.
Não, Luizinho é bom.
É bom, cara.
É engraçado também, mas Luizinho é bom. É bom, cara. Tem uma galera muito que conhece, que não fica só se exibindo também, sabe? É tipo, antes de jogar aí, ele jogou em Tottenham. Esse cara no Tottenham, ele era lateral esquerdo, mas de origem ele é lateral direito, mas ele foi para esquerda porque o cara se machucou e tal, não sei o quê. Então agora ele vai entrar "Ah, ele vai entrar na posição original dele, que é de lateral direito." Meu, os caras conhecem e não estão só recitando a Wikipedia, sabe?
O próprio Kazé manja, cara, de futebol pra caramba.
Mas os caras velhos conhecem mais. Você trabalhou com os caras, por exemplo.
Mauro Betting.
Por exemplo. Porque você pega os velhos, Soninha, por exemplo, ela sabe tudo que ela tá falando, por quê? Porque não é a época do Samidano.
GPToca. Ele pega uma GPToca Você é o homem da inteligência artificial.
O que que acontecia antigamente? Para você saber qualquer coisa do campeonato inglês, você tinha que ir na banca do aeroporto comprar o jornal The Guardian.
The Guardian da semana passada.
Da semana passada. Abrir aquele jornal e lá olhar e ver o que que tá acontecendo lá. Então você Guardava tudo na cabeça. Hoje em dia, a molecada, os mais jovens, eles vão no Google, tipo o Samy. Vai no Google, você tem lá, mas você não guarda. E o futebol, a transmissão, ela depende do improviso. Então esses caras mais antigos, eles são bons porque tá tudo na cabeça do cara. Então fala alguma coisa, ele já tem ali, não precisa no Google.
Você precisa um tempinho, né, procurar um negócio. Então esses caras mais velhos Eles são bons porque está tudo na caixa.
Repertório.
Exatamente, o repertório que o cara tem, que a geração atual não vai ter e o futuro menos ainda. Nós estamos vivendo um momento muito interessante, porque nunca se buscou tanto nostalgia. As pessoas, elas estão muito nostálgicas, elas estão assistindo coisas antigas e tal e pensando no futuro. Futuro e ninguém tá vivendo esse momento. Esse momento a gente não tá criando nada, nada, pode crer. Esse negócio da tecnologia de inteligência artificial, você não tem um artista novo, você não tem nada novo, muito superficial, é tudo muito— exatamente.
Então no futuro eu não sei o que que vai ser essa época. Essa época vai ser uma época morta, que nem a Idade Média, vai ser uma que não tem nada. Fala uma coisa, um cantor, uma coisa bacana que tem. Porque é tudo, é tudo, não sei se é descartável.
Não, você recebe o mais velho, né? O que era de outra geração, ele continua ainda como se fosse a grande novidade. É porque marcou.
E aí acaba virando novidade para os outros. Você não tem nada, talvez por medo de ter alguma coisa nova, Nova, né? As pessoas não querem, sei lá, o humor.
Você fala, tem alguma coisa na época, ou também com a velocidade das informações. Às vezes quando surge uma coisa, putz, dá 3 meses, o cara já tá de saco cheio, descartável.
Mas ao mesmo tempo, sabe que é legal? Ai, que foi a grande versão da Copa, a remada da Noruega. Meu, uma coisa tão boba, cara, e todo mundo remando junto. E aí começa a zoar na escada rolante, no corredor do metrô. Então a gente escolhe também, né?
Os memes?
Não, a gente escolhe um ponto de vista assim mais nostálgico, melancólico, não aparece nada de novo e no fim a gente está se divertindo com a bobeira de uma remada, sabe?
Então isso é horrível.
Não é! É bom mesmo.
É saudável. É horrível.
E pensar, quando eu vejo aquilo, eu falo: Aí tem pais de família fazendo isso? Eu fico imaginando se eu fosse filho de uma pessoa que tá procurando...
Ela segurando a sacola com fralda! Você me fez na granja lá esse final de semana! Bateu a cabeça! Ele e o Rufo!
Faço com a mulher dos amigos mesmo!
É uma remada trenzinho! Peraí senhor!
Remada com trenzinho que eu faço pra ela fazer!
Pronto!
Eu chamo elas da vida todo mundo em casa: É analógico, é bobo.
É legal se divertir com bobeira.
É, eu acho muito, eu acho, eu não sou, eu acho que Copa do Mundo, primeiro que eu já não, eu acho que devia acabar isso igual, 48 times.
Só tem time ruim.
Ontem, pô, você viu o jogo? África do Sul e Canadá, maravilhoso, mata-mata.
Série C no Brasil, mas tava lá, é o que vocês não enxerga, tava lá disputando. Essa é a graça, é divertido, eu sei, mas aí fica essa coisa, fica lá com a nata do futebol, é muito elitista, mas tem que ser 4 times.
Então faz a Copa da NAP, vai, vamos dormir, vocês são muito elitistas.
Mas a Copa Jovem Pan, tirando a primeira fase, é mata-mata, então a gente não vai ter que ficar fica ouvindo, assistindo time ruim jogar 2 meses, entendeu? É isso aí, é ruim 3 jogos fora, pronto, acabou. Enquanto isso, os bons vão ganhando, ou não vão ganhando também.
Então é isso que eu tô falando, tem que deixar os caras também jogar. E a prova é que esses times ruins aí que você tá falando tá passando, e o Uruguai tá eliminado.
Copa do Mundo não pode ter zebra.
Jogo tá bom.
Copa do Mundo é elite, é muito desconsiderar os cara.
A Espanha empatou com o time que gosta, você não vê, você vai lá, vai jogar pickleball.
Legal é você ver vários jogos, diversidade, e jogos desses azarões aí tá muito mais legal do que jogo grande.
As torcidas, cara, os encontros de torcida são as coisas mais divertidas que eu já vi. É muito legal, meu povo.
O cara da Escócia dançando com o cara do Haiti.
É constrangedor.
É constrangedor.
É seu cabelo que tá aí hoje.
Vem falar do Neymar, não vai conseguir falar do Neymar. É o cabelo do Neymar que é calvo.
É constrangedor, mó bonito os cara lá.
Em homenagem ao Neymar.
Colômbia com a República do Marrom. É o maior especialista.
Parece um visão da Marvel, ficou boneco na testa.
Ficou legal, meu cabelo está lindo.
É o topete pintado, a nova moda da Copa, né?
Eu sei, é igual o Brasil, ele pintou com rena, canetinha Sharpie, e é isso aí.
Vamos, vamos falar sério agora, estamos aqui com a Soninha, não é todo dia.
Vocês viram o que que saiu do Brasil? Agora a classificação do Brasil é o seguinte: o Brasil estava desacreditado, ninguém empolgava com a seleção brasileira. Pelo ranking da FIFA, agora a gente está em 5º lugar, o Brasil, depois da performance da Copa. Você acha que o Brasil— quais, quem é o melhor time da Copa do Mundo na sua opinião? Interrogação. O time é França, é Espanha, é Portugal? Diga lá, Soninha, cadê você?
Argentina, que joga coletivamente do jeito maravilhoso. Scaloni é um monstro, o jeito como ele gira o time, o time envolve. E aí tem uns capeta tipo Messi para decidir, meu. Argentina joga forte e joga leve ao mesmo tempo, que é difícil combinar.
E a Argentina tem essa geração, né? Eles foram vice aqui no Brasil em 14, depois ganharam lá em 22, então tem chance.
Porra, muita.
Não, não, mais ou menos.
O Messi é 4 anos mais velho que o Neymar. Falam que o Neymar tá velho, mas é 4 anos mais velho.
Vai dar trabalho aí para o Messi aí, ó, o vozinho, bandeirão da coisa aí.
É a bandeirona.
Ele quer ver as cortinas.
É isso aí, mano, é o vozinho.
O vozinho já foi, já foi.
Você vai ver o que ele vai fazer, você, cara de alface, mano.
Vozinha já foi.
Você vai ver o que vai acontecer com a Argentina.
O que que você acha da França? Para mim, o melhor time no papel disparado é a França.
É um exagero, né, cara? Ainda assim é um negócio, eles não sabem de todo mundo, eles podiam ceder alguma coisa.
Brutal, é melhor de 2018 que ganhou a Copa. Eu queria saber o que que você acha da França, que para mim é o meu maior medo.
Acho isso também, tipo um time forte, coeso. Como é que o Danilo falou? Maduro. É um time com muita maturidade e com uns talentos individuais absurdos, cara. Absurdos. Tipo, não, Mbappé não marcou, o Dembélé marcou 3 e tem o Ollisé que é muito forte esse time, cara.
Mas é africano, hein?
Tem 2 franceses no time.
Parabéns, são inteligentes, reconhecem.
E essa é a explicação, né? Porque o que aconteceu? O Brasil, a gente está muito na frente. O Brasil era o país do futuro no futebol. Por quê? Porque a gente tinha os técnicos europeus e nós tínhamos os jogadores africanos. A mescla que nos dava essa característica atlética do jogador brasileiro. Então, quando você ia jogar na Europa, falava: "Esse cara é jogador duro". Lá aconteceu a mesma coisa, lá você tem muito africano jogando pela França, pela Inglaterra.
Estratégia com talento individual.
Porque aí você pega o atleta com a técnica do time, né?
Agora é triste pensar em como foi que a gente decaiu depois de 2002, né? 2006, cara, você tinha uma capa da National Geographic com Ronaldinho Gaúcho. Gaúcho. Esse era o fenômeno da natureza. O Brasil não jogou nada em 2006, inclusive o Ronaldinho Gaúcho. Quem jogou foi o Zé Roberto só. Então ali você já teve um erro grotesco assim. O Parreira não tinha, não era o cara para estar ali. Aí depois veio 2010 também, outra tragédia. Ali você tinha Ganso e Neymar.
Você tinha Ganso, Neymar e Pato, que não foi.
Porque é, porque que a gente fica nessa covardia?
Ronaldo Gaúcho ainda tinha, tinha, era promessa inclusive.
Mas ó, a Soninha ganhando da Globo, põe o boné aí de novo, o boné quando aparece a gente ganha da Globo, e ganhar da Globo é um perigo. Alexa, Alexa, Globo News. Ué, não falaram que tava funcionando?
Deu lá, deu lá, vai precisar conectar no Wi-Fi.
Oi, oi, Globo News aqui, ó. Então fiquem, deixa aqui na Globo News. Porque a gente não perde, porque você ganhar da Globo é um problema. Soninha, você tá ganhando da Globo?
É um bom sinal.
Malu Gaspar é fera.
Malu Gaspar, aquele livro dela é sensacional. Puta livro, eu ganhei.
Essa do Banco Master, ela quem tá falando desde o começo, corajosa.
Esse livro dela é espetacular. Espetacular, chama Organização. Eu ganhei da Paula Schmidt quando veio aqui, estava lendo esse livro, mas é um livro que é a história da Lava Jato. O livro é da Malu Gaspar, um livro sensacional, muito bom, muito bom.
Toda a história da Odebrecht, toda a história da Odebrecht, só das colunas dela do caso Masters também, e ela apertou todo mundo. Mundo, é muito corajosa. E a própria Globo bancou ela, porque em algum momento ela podia se ferrar, né?
Ô, Soninha, você, vários políticos que tiveram aqui no programa, eles falam que isso aí tem nomes muito pesados para dar alguma coisa. O que que você acha que vai dar esse negócio aí do Master, que é meio, é meio uma lava-jato, Sim, de novo.
De novo. E onde é que a Lava Jato se esvaziou?
Quando chegou nos grandes.
Sim, no Supremo.
Sim, quando chega lá, quando chega lá, pá.
Esse é o risco. Na verdade, ela foi bem longe, até mais do que a gente podia acreditar. E aí ela foi desmontada, né, parafuso por parafuso, no Supremo, a partir de decisões do Dias Toffoli, que com base em uma prova obtida ilegalmente, né, Quer dizer, um judiciário que é tão ansioso das tecnicalidades, do processo correto, uma prova obtida de maneira ilegal, que foi um grampo de WhatsApp, você fez aquilo tudo desmoronar, inclusive o que não era relacionado diretamente com aquela situação, aquele caso específico.
Ele usou esse princípio jurídico: a maçã podre não vale nada. Mas você acha que, eu digo a sociedade, eu digo as pessoas vão deixar para lá? Porque a gente tá cada vez, cada vez é um escândalo maior, né?
Exatamente. Aí se não vem um maior ainda para mim impressionar, me tirar da cadeira, então eu já começo a perder o interesse, sabe? Parece até que tem um método nessa coisa de divulgar resultados de de grampos e de investigações aos poucos, que é para manter a coisa viva. Se você divulga tudo de uma vez, aí nada se apura completamente. Assim, é sensação que eu tenho, não é assim: "Ai, deixa eu te contar que é assim que funciona".
Mas a gente acaba se desinteressando dos escândalos se não surge algum nome novo, algum fato desconhecido. Então eu tenho medo de que a gente a gente se desinteresse, a gente como sociedade perca a indignação, e que a investigação não dê em nada. Ou, como já aconteceu antes, que mesmo que a investigação atinja determinados pontos importantes, que ela seja desmontada depois e ninguém seja punido como se deve.
Boa, Soninha, obrigado você ter vindo. A Soninha deu um show mais uma vez aqui no programa. Essa mãe, espero que você volte. Eu Eu não sei como é que vai ser agora nos negócio de política, como ela é pré-candidata, não sei se pode agora. Tem um tempo, não sei como é que é, como é que funciona. A gente vai ver aí no momento. Obrigado. Eu vou passar o Instagram da Soninha para você que gosta do trabalho dela. Soninha Francine, tudo junto, Soninha Francine.
Tá lá no, no, isso aí é YouTube, Instagram, Instagram, tá no Instagram. O canal aí da Soninha, agradecer ela mais uma vez. Obrigado, Soninha. Reginaldo, vamos lá, vamos lá pro break.
A maior rede de comunicação do Brasil está de cara nova. O novo site da Jovem Pan está no ar. É difícil encontrar quem não tem uma forma preferida de consumir a Jovem Pan. Tem quem conheça pelo rádio, outros pela TV. Por isso, o novo site reúne todas as experiências da Jovem Pan em um só destino. A notícia Tudo que você ouve e vê agora encontra em um só lugar.
Às 6 encerramos a sua tarde com as análises e opiniões em Os Pingos nos Is. Logo depois, às 8, a sua noite começa comigo no Jornal Jovem Pan. O Vini cuidou de pessoas que perderam tudo em Zidane foi essencial após um resgate no Mediterrâneo. Salah salvou vidas em um conflito armado. E Pelé vacinou mais de 20 mil crianças.
Esses são nomes de craques do futebol, mas longe dos gramados são nomes de profissionais de Médicos Sem Fronteiras que driblam enormes desafios para salvar vidas.
E sabe quem também pode ser decisivo?
Você!
Médicos Sem Fronteiras entra em campo o ano inteiro e conta com a sua ajuda para oferecer cuidados a pessoas que enfrentam adversários como guerras, epidemias e desnutrição. Com o seu apoio, podemos levar assistência e esperança onde as pessoas mais precisam. Vamos juntos encher um estádio de doadores e mudar o resultado desse jogo. Com poucos toques, sua jogada ajuda a salvar vidas. Doe para Médicos Sem Fronteiras. O nome que muda o jogo é o seu.
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Isso não é um talk show. Nessa terça às 10:30 da noite na Jovem Pan.
Não vá para cama sem mim, coração.
Encosta aqui para ver o que que dá.
De volta, voltamos! O pânico voltou! De volta! Voltamos!
Muito bem, vamos embora, Brasil, Brasil, Brasil! Amanhã estamos de volta, tchau pessoal, bom jogo aí, tchau!
Tchau pessoal, tchau, fiquem com o Papai do Céu!
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