Mônica Salgado
O chicote vai estalar no mundo dos famosos! A jornalista Mônica Salgado invade o Pânico nesta sexta-feira (26) para abrir a caixa-preta do tribunal da internet. Do desabafo de Michelle Bolsonaro até a passada de pano das elites no caso Rodrigo Branco, ela não poupa ninguém. Afinal, por que cobrar prazo virou "gatilho" para a geração atual? Assista à íntegra ou seja cancelado pela polícia da internet!
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FX's The Bear, the final season. All episodes now streaming on Disney+. This episode is brought to you by Google Chrome. You think you know a browser, but Gemini in Chrome, that's new. It can help you with practically anything on the web, like restoring a vintage motorcycle from a 50-page restoration blog, or finally break down that long article you've had open for weeks. Gemini in Chrome is here for it. Ready to make anything online make sense?
There's no place like Chrome. Check responses, setup required, compatibility and availability varies, 18+. Pânico ativado. No feed da vida, só filtro e like. O mundo tá sério, quadrado demais. Mas o Pânico vem e ri por trás. Ah, Zé da manga! AIA, escreve, o mano copia.
O algoritmo manda e a galera obedece.
Mas calma, respira, dá risada. Confia que o erro é que faz o sucesso. É o Pânico dos Extremos, uma blitz de humor, um reboot na graça reiniciando o amor enquanto mimimi tenta travar. O Pânico vem para desinstalar. Oferecimento 321 GO, sua agência de viagens, seu negócio de sucesso. Olá, como é que vocês estão, meus condenados da taxuda? Tudo bem com vocês? Tudo bacana? Estamos de volta aqui, mais um educativo programa Pânico. As nossas honrosas plataformas da Jovem Pan.
Bem-vindos ao programa mais divertido e animado que velório de pet. Sextou, dicas, curtições, final de semana. Vamos lá, porque não, não podemos faltar nesse assunto. Aqui estão eles, Gilbertinho Barros, meu carequinha querido. Oi, me chame de Mimi. Oi, Mimi, tudo bem? Como é que você está?
Está com friozinho? Com friozinho. Vamos fazer aquele fondue, se você quiser.
Eu tenho uma malha de lhama para lhe ofertar.
Eu quero.
Para aquecer as nossas noites frias. E um fondant. Vamos comer um fondant lá no, como é que chama lá no Morumbi?
No chalézinho.
Eu, você, de mãos dadas, um belo vinho chileno e um fondant.
Que tal? Que incrível. Você traz a malha e a gente dá uma malhada.
Ai, que delícia, rapaz.
Não tem nada mais gostoso que dormir de conchinha neste inverno.
Se você quiser, essa minha pode vir para a gente fundir também.
Você quer fazer uma homenagem à Trua?
Eu quero, gosto de várias homenagens. Eu sou ciumento, eu sou desse signo de Peixes. Eu sou leonino ciumentinho. Gosto muito de gregos, a cultura grega me proporciona isso.
Ai, que papo gostoso! É, as duas falam sobre signos. A gente dá muita importância aos signos, não é, Paulo?
A astrologia é muito importante, principalmente contar as constelações. Quantas estrelas se cria uma constelação? Mimi, meu deus grego avantageado, sextou e hoje quero me embriagar à base de um bom rabo de galo, ouvindo loucamente os clássicos de Cher, Madonna e Maria Gadu. Como diria Aristóteles, hoje o jiripoca vai piar. Se prepare, meu Little Harry. Que essa varinha vai gastar toda magia. Fica o convite, Zuzi. Oi. Eixa a cara de Power Focus e vem comigo.
E você, Antelote, tome cuidado com o Japão, pois é horrível ser comido por pauzinhos pequenos. Agora é com você, meu leãozinho.
Solta a juba e vem.
Ah, professor, professor, é hoje que eu vou colocar o meu Hendrick no seu campinho. Diz para mim. E vem você, Reginaldo, meu Boi, DJ Boia, solta ele! Cassino! Vem, Delari, traz o desfibrilador! E o Natalá tá batendo forte! Vem, Samidana, vamos ficar mais maluco que um labrador numa piscina de bolinhas! Vai, Zuzu, hoje é dia de babá na babá! Vem, Emelião, vem, balança Manda essa berinjela que hoje é dia de amassar o capô de Fusca da Garota! Vem, Brasil! Não me diga não, é o Leão tomando um saquê, amassando o Japão!
Olha isso, que papelão, meu! Caramba, que maravilha, que maravilha! Sexta-feira. Vamos agora para agenda, é agenda dele, o melhor show de stand-up comedy do Brasil. No meio, ele é chamado de— no meio de jogadores? É o Vini Jumbo, nosso Morgadinho Rogério Morgado.
Vini Jumbo! Vai, gordinho na moto! Adoro gordinho de moto. Quem é esse rock'n'roll, hein? Uma hora dessa. Sou eu, Vini Jumbo. Negócio de rock'n'roll, hein? É isso aí, eu mesmo. E hoje tem show, hein? Hoje em Mogi Guaçu, Teatro Tupac. megabilheteria.com, entra lá que hoje vai ser sensacional. Aê, Jovem Pan Mogi Guaçu, tamo chegando. É hoje lá no Tupac, tá certo? Tem show em Sumaré no mês que vem, bilheteriaexpress.com.br. Para a galera de Brusque também, dia 24 de julho, simpla.com.br.
Florianópolis, dia 25, você compra no Pensa No Evento. E no dia 26, em Criciúma, também no pensanoevento.com.br. Chama a galera aí de Brasília, que a gente tá voltando aí depois de um tempão que eu não vou para Brasília. Vai ter show dia 15 de agosto, compra lá no Simpla. E ó, vai virar o lote daqui a pouco, você vai pagar mais caro, então compra já, tá certo? Dia 16 de agosto em Goiânia, lá no Guardians também, Faz tempo que eu não vou, então compra já porque eu vou para Goiânia.
Simpla.com.br. Americana, Joinville, tudo aberto as vendas aí. Entra no @rogeriomorgado que tem todas as informações. E se você que tem uma empresa quer patrocinar o show do Morgadão, manda o e-mail para contato@rogeriomorgado.com.br. Ó, galera de Joinville, Curitiba, Ribeirão Preto, Americana, Goiânia, Brasília, tudo que você tem uma empresa, manda o e-mail que a gente troca uma ideia aí, tá certo? E segue a gente no @rogermorgado.
Obrigado, Emílio. Boa, Morgadinho. Gueré tá parado, Guerézito? Nada, nada na reserva, né?
Eu tô igual o Neymar, se me colocar eu chuto.
Entendi. É só seguir lá @fabiogueré.
Segunda-feira trago novidades sobre shows e afins.
E camarotes também. É isso aí.
Opa, só se fala em futebol, né? Não fala em outra coisa. Se tudo tivesse resolvido Não é isso? Exatamente. Deixa eu me arrumar aqui para me apresentar bem para o público. A gente respeita muito essa audiência fantástica, porque nesse momento William Rosa Bergotti está com a gente, Marco Boldo, sim senhor, o Vini Russo de Porto Alegre está aqui também, Ivan da Cunha de Belém diz que sentiu o tremor, que Belém sentiu o terremoto.
É, vai brincando, terrível terremoto. Marilene Santos também aqui com a gente, porque agora chegou o momento de homenagear você. Você e quem teria coragem de abrir uma conta conjunta com Delary? Quem tatuaria nossos nomes no cóccix?
É hora de nossa audiência, a majestade, a majestade de hoje vem da capital paulista. O cara é um empresário de sucesso, boa pinta e casadíssimo, o mano é envolvidão nas corridas e é dono de uma categoria de automóvel automobilismo. E entre uma acelerada e outra, o cara ainda assiste o Pânico.
Palmas para Rodrigo Fontes! É isso aí, Rodrigão! No Instagram é Rodrigo Guedes Fontes. Isso aí mesmo, Elião. Como é que é o negócio? Corredor de automóvel?
Na realidade, o primeiro é um prazer inenarrável estar aqui com vocês.
Muito obrigado, muito prazer também.
Sou fãzasso de vocês desde moleque, desde Eu era boy aqui perto.
Aí é papai, né? No tempo de papai.
É, aí vinha aqui na Paulista, velho, tentar no 14º entrar e não conseguia. Segurança me deixava, a gente segurava lá. Eu sou dono de uma categoria automobilismo, cara. Sou como assim dono? Chama STR Touring Race.
A STR é aqui o menino que corre, o Frizon?
Também, também, também. Corre com costela, o Frizon, nosso diretor.
Como é que ele corre, Emelião? Ele vai lá.
Mas que carro é?
Celtas e Onix.
A gente tem aí a Fórmula Uber.
Celta, Fórmula Uber, de Celta, correr de Celta.
É um baita Celta, tem imagem, é tipo corrida de tora dos índios.
A gente brinca que é uma cadeira elétrica, é fácil, não pode machucar, tudo dura acertar o tempo do motor e fazer a curva.
Tem no YouTube, mas vocês correm onde? No Interlagos?
São 8 etapas Interlagos.
Aí, ó, isso aí é o quê? É o Onix? Esse é o Onix, isso aí, ó.
E tem um Celta, tá vendo?
Olha, Celtinha da Telefônica lá, o bicho pega.
Só não tem escada em cima.
Mas quanto corre um automóvel desse?
Chega 170 no final da reta ali, por aí mais ou menos, finalzinho da reta. Eu tô no 1.4, Emelião. É um carro de rua preparado para pista.
Pô, interessante. E onde é? É só Interlagos? Brasil inteiro? Brasil inteiro. E é tua essa categoria?
É minha, é minha. Era um sonho de criança que eu tinha.
Nunca teve um Hot Wheels? Nunca tive um Hot Wheels.
E qual é o endereço para as pessoas assistirem? Transmite as corridas? Quem transmite?
A Jovem Pan, inclusive. Ó, a Jovem Pan! Claro, Jovem Pan Esportes.
Eu tô muito mal então. Nunca chamaram a gente para andar de carro. Nunca me avisaram.
Fala lá para a Lelê ver. A Lelê cobre automobilismo. Bem legal, bem legal. Mas custa caro para equipe? Quanto que uma equipe gasta Assim, eu quero ter uma equipe, quero correr. Quanto custa por ano uma equipe?
Então isso que é legal, porque eu sou, eu sou o cara, eu sou dono dos 40 carros. Nós temos 40 carros. É do seu? É.
Então o que acontece, você é muito rico, você não gosta de gente muito rica.
O cara é correria, o cara é correria. Ele era office boy, mano.
40 carros, 40 carros, 2 mil.
Mas é que nem o Kazé, ficou rico ali, não fala mais com a pessoa. É nada, pelo contrário, tá vendo?
Agora que eu vim aqui, depois de tantos anos, eu consegui estar aqui com vocês.
Pô, mas legal. Mas quanto, quanto que, como é que a pessoa corre?
Então, o que que é legal? Eu quero ter uma experiência de ser um piloto, só que você precisa de uma equipe, mecânico, carro, tudo isso. A gente tem tudo, você só entra e anda. É o que a gente chama de sit and drive. Mas tem que pagar, tem que pagar. Mas, ó, veja lá, uma Stock Car hoje para você andar do meio para trás é 5 milhões, uma Porsche 2 milhões.
Mas tem a Turismo Nacional.
Tem a Turismo Nacional, que é R$600 mil. A minha é R$75 mil para você andar as 8 corridas. 75 é barato, o cara compra 8, pô! O conceito qual que é exatamente esse? É o acesso ao automobilismo, que é um esporte caro. Mesmo sendo R$70 mil, a gente sabe que é um esporte caro. Não é igual um futebol, que a gente põe uma meia, pega uma bola e pumba, vai chutar ali na quadra.
Mas qual que é? Por exemplo, a minha carteira é B. Pode, Emílio? Carteira B simples. Carteira B simples, pode ir?
Porque automobilismo de acesso, você tem vários tipos de carteira de automobilismo, você tem as graduações, mas para você entrar, por exemplo, tem a carteira que é a PC, que é o piloto de competição. Esse piloto de competição, você faz o exame médico, faz um teste e você pode estar apto a poder andar.
Precisa ter isso?
É, você tem um pouco, pelo menos uma hora, uma hora e pouco de treino.
Não é um qualquer braço que bagacete pau lá por um mês?
Não, não, mesmo porque você tem aulas de Como é a segurança no carro, você fazer em situação de emergência, tipo de equipamento que você vai usar. Você tem que ter equipamento correto. Pô, legal! É bem bacana, é bem legal.
Podemos colocar o fuzil numa corrida lá?
Bora! Aliás, vocês todos são convidados.
Não, não, eu vou.
Obrigado, obrigado. Eu te dei até lá.
Se você colocar o Morgado dentro de um Celta, ele é o Celta.
É o nosso Celta. Eu sou o Celta.
O Celta era do tamanho do Morgadão.
Morgadão vai naquelas jamantas que tinha lá, lembra que tinha a mulher que morria?
Agora é como é que ela chama?
No caminhão. Formula Truck.
Formula Truck.
Debora Rodrigues. Debora Rodrigues. O Samir não pode dirigir.
Mas nem que tire o banco e deixe ele com o volante.
O Morgadão não tem história dessa.
O Morgadão não cabe não.
Pô, que interessante, cara. Olha só, veja a nossa audiência, como tem gente bacana acompanhando o Pânico. Eu vou passar, como é que faz aí? As pessoas podem entrar no seu Instagram, tem o caminho lá?
Pode, pode, no Instagram, STR Touring Racing, as pessoas entram lá, esse aí é o meu Instagram.
Rodrigo Guedes Fontes.
Ele mesmo, ele mesmo.
Já fui piloto. É o Rodrigo Guedes Fontes.
Lá você tem o caminho se você se interessar.
Pelo, pelo STR Touring Race. Exato. Muito bacana, não tinha ideia.
O Delari mandou uma pergunta rapidinho: se bater o carro, se bater o carro, é muito interessante.
Como você aluga o carro lá, pensa numa locadora, você alugou o carro, você chegou, bateu o carro, você vai ter que devolver na locadora, você vai pagar o conserto. Sim, obviamente o nosso é a mesma coisa, porém lá é o seguinte, o carro ele é todo aliviado. Então ele não tem uma série de equipamentos que um carro comum tem. Então é, vamos falar, é o Santo Antônio que protege o piloto por dentro, o roll cage, e o que tem por fora é só lata. Então uma lata é barato, não é caro.
Mas não tem um seguro?
Não, não faz. Hoje em dia algumas categorias maiores, tipo uma Porsche e tal, tem seguro. Uma categoria como a nossa, vamos supor, bateu uma porta, uma lateral no nosso carro, o O cara vai pagar entre funilaria e trocar o equipamento ali R$800, R$900. Então não é nada fora do comum, mas porque nós criamos uma categoria de acesso automobilismo. Eu venho de uma família muito pobre, de uma situação que a gente conseguiu vencer na vida, e a ideia é fazer o quê?
Dar acesso para quem pode ou quer fazer. Legal mesmo. E muito legal sua atitude, viu, Rodrigo? Pô, prazer, fico feliz ter tanto ouvinte bacana que a gente tem. Então se você quiser mais detalhes, você fala lá com o Rodrigo.
Rodrigo Guedes Fontes, nosso convidado de hoje.
E hoje aqui, nossa celebridade nesse momento, a nossa majestade da audiência. Você que está nos acompanhando ficou com inveja? Você viu como a gente tem ouvinte bacana igual você? Você pode participar, audienciamajestade@jovenpan.com.br. Dito isso, vamos agora falar de filmes? Sim! Vamos falar de séries? Porém, agora falaremos com homens que no inverno transam de meia e a boca para não se resfriar. Vinhagem Geek com Homem-Aranha com a mobilidade de uma lambreta.
André Alba, ele gosta. Vinhagem Geek, Vinhagem Geek, Vinhagem Geek com Zé da Manga. Aí, aí, Zé da Manga, tarde, boa tarde a todos.
Hoje sabemos que hoje é dia das dicas, né? Hoje todo mundo tá esperando, todo mundo esperando com papelzinho na mão, tá escutando no celular, se inscreva no canal da Linhagem Geek. Falta 5 mil aí para completarmos 500 mil inscritos, compadre. Negócio é o seguinte, a trincheira, compadre. Vamos lá, primeira dica é se você gosta aí de investigação suspense barra teoria da conspiração, é Eu Vou Te Encontrar, ali da Netflix. É um pai que é acusado do assassinato do próprio filho, ele se diz inocente, Pega Prisão Perpétua. Eu assisti um pouquinho do primeiro episódio.
Você não assistiu nada, é longo isso aí.
Mas assim, são uns 8 ou 7 episódios, mas de 30, 45 minutos cada um.
É boa essa série, é bem legal. O cara que escreveu essa série, ele escreve muito, muito bom. Ele faz trilha, é muito bom. Ele é um escritor muito famoso nos Estados Unidos. Estados Unidos, é boa essa série, é boa.
Então tá na Netflix aí, e é rápido os episódios de 35 a 45 minutos.
Eu vou, eu gosto das rapidinhas. Mas é o seguinte, a história é muito louca, porque a história você fica preso até o final, porque é o seguinte, esse cara tá na cadeia, começa ele preso. Sim. Ele preso porque matou o filho com um taco de beisebol. É, no quarto dele. Imagina a situação do cara. No quarto do filho. No quarto do filho, e tudo preparado, com DNA, o caramba, julgamento, a mulher e tal. Aí um belo dia chega a cunhada dele com uma foto, porque a criança tem uma marca de nascença, certo?
Tem uma marquinha aqui no rosto. Aí ela chega com a foto, ela fala: querido, seu filho está vivo, olha a foto dele aqui. Ele fala: pô, eu tenho certeza que ele está vivo. Tô interpretando, vamos lá.
É dublagem, é dublagem.
Eu tenho certeza que ele está vivo. Wagner Moura brasileiro. Aí, aí ele sai, ele tem muita ação, é bacana, pode assistir.
Vale a pena, vale a pena, vale a pena, é bem legal.
Eu vou, cunhada dele, eu vou te encontrar na Netflix rapidíssimo, fazer a versão.
Desculpa te interromper, mas fica à vontade, mas eu só dei uma, vocês completam o quadro, o quadro não teria sentido sem, eu só fiz uma dublagem, o quadro não teria sentido sem vossos comentários.
Tá bom, Jaquetão, então vamos lá, House of the Dragon, pro Dede, que Casa do Dragão. Mas é do quê? Da do Dragão? Assim, eu sou um completo perdido nessa questão de Casa do Dragão ou Game of Thrones. A Casa do Dragão, pelo que me lembro, é um spin-off que é antes do Game of Thrones, né? Casa do Dragão é o mesmo autor, né, o George R.R. Martin, e tá na HBO Max. Se você gosta, eu esqueci, porventura da Casa do Dragão, House of the Dragon.
Você tem aí, ou acho que a segunda, segunda ou terceira, é a terceira, Dede, terceira temporada já começou. Então se você curte, é para você. Nós temos um documentário do Michael na Globoplay, na Globoplay, que é A História. Eles são 4 episódios e tem praticamente um documentário biográfico ali do Michael Jackson desde o começo da carreira inteira até o final, obviamente. Então você tem 4 episódios ali na Globoplay para você ver o documentário do Michael, que conta algumas, algumas curiosidades aí dele, que tá em voga.
Aliás, o filme do Michael Jackson, ele vai chegar a um— é estimado chegar a 1 bilhão na bilheteria na próxima semana. Então é um sucesso absurdo. É a primeira vez que uma cinebiografia nunca antes vista nesse país e neste mundo.
Será que é aquele da BBC, esse do Michael Jackson? Eu acredito que sim. São 3, isso, 3 partes. É isso aí, é bom esse documentário, é muito bom, é bem completo.
Se você gosta do Joseph Jackson, você pode assistir aí na Globoplay. Boa! E eu fui assistir, eu fui assistir no cinema, é Supergirl, né, o filme do universo compartilhado da DC. Credo, é um filme bem filme medíocre, mas é isso aí, né? Não dá, não tem muito o que fazer desse filme da Supergirl. Muitas pessoas que não gostaram estão lá na internet falando que não gostou e por conta disso estão sendo taxados de machista, que é um clássico já na internet, né?
Você não gosta de um filme, é um machista.
É machista quando você não gosta de um filme que a protagonista é feminina.
Você é obrigado a gostar. Exato, obrigado a gostar.
Se você não gostar da Supergirl, devia ser xenofóbico. Xenofobia. Também tem isso, que ela não é, ela não é daqui, é de outro planeta. Mas é um filme, o James Gunn, ele que tá propondo esse universo compartilhado da DC, ele já tropeçou ali com o Superman. E aqui não é nenhum tropeço, aqui é um tombo, é um tombo gigante num abismo. Mas se você gosta da personagem, se você quer acompanhar esse universo compartilhado aí da DC, do James Gunn, você pode assistir, mas é bem ruim.
Então James Gunn não é o tão gênio da Marvel assim?
Tinha alguém lá para frear ele algumas coisas?
Então essa é a grande discussão aí da em relação a esse universo compartilhado, não tá agradando e tem tudo para ser um dos grandes fracassos de bilheteria do ano, esse Supergirl. Ó a cara dela, né? É, então, e você também não pode, você não pode reclamar do filme, não pode falar que ela é feia também. Não, aí eu tô falando da cara, não tô falando dela. Então é isso aí, meu irmão.
Comecei a ver uma série, aquelas bobeirinhas, mas é bem legal, chama A Batalha dos Destinos, é bem legal. É um reality show sul-coreano, que é bem legal, é legal. É, tem xamã, tarólogo, e aí traz a turma lá, fala assim: quem quer rico aqui? Quem quer o pobre?
Aí eles têm que—
é legal, o Sami vai gostar, o Sami gosta de coisa coreana. É bem legal, tá na Disney Plus aí, A Batalha dos Destinos.
É muito bacana, é legal mesmo. Que mais?
É isso aí, cachorrinho. São poucos, são poucos.
Não tem polêmica hoje? Hoje não tem. Vem lá, o Monarque, você não viu?
Mas eu tô tratando, eu vou fazer um especial para da Casa e a TV, lá, Monarca e o Igor.
Olha, deixa eu falar uma coisa, só fazer uma colocação aqui. Opa, o Alba traz a polêmica em relação ao Monarca. Hoje não trouxe nada, nada polêmico.
Eu achei que ele vinha com o Barba.
Sexta do Papi.
O Barba falou agora.
Eu assisti inteiro o vídeo do Igor e eu acho que é bem linear o vídeo dele em relação à resposta. Não, porque ele tem uma resposta, né, cronológica da história do Flow, quando tem a separação entre deles.
E se você quiser entender um pouco dessa história, que o Monarque despirocou, eu acho que a maconha faz bem. Depois de acompanhar, depois a gente acompanhar toda essa história que foi divulgada para todo o Brasil, vocês acham que a maconha faz bem para o ser humano?
Eu acho que recreativo, não, o uso indevido. Fala para mim, você fumar muito durante muito tempo, tá O arquiteto Lauro, Lauro, arquiteto, Lauro Arquitetura.
Nós vamos fazer uma lareira maravilhosa aqui para a noite de queijos e vinhos.
Se você quiser, eu posso fazer um piso vinílico.
Ai, tá um frio danado, gente. Que mais?
Se você quiser, eu posso fazer uma contextualização do que é que tá acontecendo aí. Vai saber do flow. Eu quero Primeiro, o Monark veio a público dizendo que o Igor estava dando calote nele. Esse é o início da briga, que eles não estavam cumprindo com um contrato que o Monark falou ter que pagar, a empresa falou ter que pagar ao Monark mensalmente o que lhe foi acordado. Ok, ok. Isso foi a primeira parte. A segunda parte, o Igor respondeu, ele disse que quem não está cumprindo o contrato é o Monark.
O Monark tá fazendo tudo errado. E aí dentro da resposta do Igor e do próprio Monark, um não respondeu o outro porque o outro mudou de telefone, o outro não respondeu, não atendeu a ligação. O Monark chegou a falar que mandou mensagem para esposa do Igor, para o financeiro do Flow, e ninguém respondeu. O Igor fala que é mentira. E aí você tem um grande problema que é o nome Flow, a marca Flow. Isso aí, que aí o Igor disse, olha, Olha, e o Monark, a marca é do Monark.
Exato, porque o Igor falou: você tem que me passar a marca porque eu até poderia processar você, mas não o fiz porque eu sou gente boa. E aí o Monark disse: não, a marca é minha e eu posso fazer algumas coisas ou até piorar a situação porque eu sou o detentor da marca. Show! E aí, vai te music show!
Ele não dá marca pro Igor. E aí, Emílio, para quem você dá a tarraqueta?
Os dois falaram o seguinte, os dois falam o seguinte, falam: tá no contrato. Monark fala: isso tá no contrato. O Igor também fala: isso tá no contrato. E aí, o que que o Monark fez? Ele colocou o contrato contrato no Twitter, colocou agorinha no Twitter os prints. Ele riscou ali, obviamente, os dados pessoais ali dos envolvidos, mas ele colocou o contrato inteiro. E ele fala que no contrato não tem absolutamente nada sobre as marcas, sobre a marca, nada.
Que aí o Igor tinha falado que no contrato tinha que liberar a marca. E aí o Monark fala, ele pode— eu não li o contrato, ele postou agora, que vi agora de manhã. E aí ele fala que neste contrato não tem nada sobre a marca.
Só fazer uma pergunta aqui para Doutor Antônio, como um bom jurista. Quando o cara tem o nome, Doutor Antônio, aqui está. Quando o cara tem um nome, então ele tem direito a, como fala, é mudar, proibir o nome, o cara receber royalties, ele poderia cobrar royalties?
Ele poderia. O nome é dele, mas precisa ver.
O nome é dele, né?
O nome é dele.
No nome Flow tá registrado, tá registrado Mas o vídeo, ele deixa bem claro em relação quando acaba o Flow, tem uma coisa muito importante. Quem criou o Flow foi o Igor. Não, não, o nome, o registro, o nome é do Ayub, do Bruno Ayub, que é o Monarca. O registro, só que eles fizeram um acordo, vai lembrar, sim, sim, o Monarca foi perseguido, sim, mas quando acaba o Flow, lembram que quiseram cancelar completamente, perder os patrocinadores, eles fizeram um acordo numa reunião e falaram, olha, eu vou continuar com o projeto, e nenhum momento o Igor expulsou o Flow.
Sim, não, mas isso é normal. Mas o Bruno, deixa eu te falar, o Monarca Tem gente que fala isso. Não, então o que fala, o que fala não interessa. A única realidade que a gente sabe é o seguinte: o nome Flow é do Monark.
É se ele vendeu o nome quando ele fez esse acordo.
Isso a gente não sabe, que não viu o contrato, mas disse que ele publicou o contrato. Ele publicou o contrato, está no canal dele, no perfil. O Alba tá muito por dentro.
Ele fez o contrato, ele publicou no X, né, no Twitter, no Bruno Ayub, que é o nome do Monark. Ele explicou ali alguns, porque a discussão virou essa: não tem nada no contrato que diz a respeito do fornecimento da marca Flow. E essa é a grande discussão. E o que que o Zuzu trouxe é a grande discussão, que o Igor, ele, a versão do Igor é pelo lado da empresa, que é o que você tá falando. Eu fui, a empresa foi prejudicada, eu fiquei na empresa com os funcionários não ganhando nada, eu fui desmonetizado, eu tive que reerguer a empresa.
Ok, o Monark é a pessoa física. Eu fui completamente destruído, é a empresa destruída e a pessoa física destruída. E a grande discussão aí de todo mundo na internet: deveria ter ficado com o Monark? O Monark deveria ter saído? Claro que tem o contrato, os dois assinaram o contrato, os dois assinaram o contrato.
Quem tá certo? A pergunta é essa. Lógico que não, tem que— é uma discussão, você precisa ter um lado.
Quem tá certo é o Podpah, que aproveitou essa história deles aí.
Não, discurso linear do Igor.
Assistiu o vídeo, esse é o post do Monarca.
É um contrato, é um valor alto, tem advogado de uma parte, advogado de outra, negocia. Isso foi pactuado. Agora, pelo que eu entendi, o problema não é o contrato, mas é um cumprimento do contrato.
Exatamente. O problema é o seguinte: os caras fizeram esse contrato, que seja o contrato, ou que se apalavraram, ou que um usou o argumento pro negócio num momento muito caótico. Exatamente. Num momento muito complicado, tanto pra um quanto pra outro. O que eu acho feio é você fazer isso publicamente. Eu também. Isso eu acho muito feio, podia ser feito por advogados, publicamente eu acho feio, mesmo porque todo mundo gosta dos dois, a gente gosta do Monark, gosta do Barba, gosta dos dois.
Sim, exato. E eles fizeram um negócio bacana que é o Flow, que pô, durante muito tempo a gente assistiu, pioneiro, bacana e tal. Respeitar. Infelizmente, infelizmente as coisas são assim.
Doutor Antônio, temos aqui, ó, a cláusula 1.2: o presente negócio jurídico corresponde também aos seguintes bens: a) o ativo imobilizado, b) as marcas e patentes. Estaria o nome incluso então? Então, então se tá escrito, é, então a marca Flow tava no contrato para ser.
É um cara honesto, quando você faz um contrato no fio do bigode que foi feito, esquece o fio do bigode, estamos falando de contrato. Não importa contrato, você tá louco? Não importa, os cara tem uma amizade Tá escrito aqui, ó, tá bom, vai ficar pro cara.
Não, tá escrito aqui: o presente negócio jurídico corresponde também aos seguintes bens: ativo imobilizado e B, marcas e patentes. Então o nome Flow teria que ser passado pro Barbas.
Então, mas não passou, que a marca e patente é do, do, tá aí, ó, tá registrado até hoje. Então teria que estar no Ayubi.
Então ele tem que passar o nome então.
Sabe o que ele falou que eu achei bonita, o Igor, que ele falou o seguinte: as pessoas não acreditavam no sucesso do Flow depois do Monark. Ele foi lá e ajudou os funcionários que lá estavam para pagar a conta. Isso achei nobre da parte.
Mas o Monark é importante, ninguém tá tirando. Não existe. No começo, o que as pessoas comentavam: pô, vocês têm que assistir aquela entrevista que o cara fuma maconha, era o comentário. Vocês lembram? Bebe whisky, era referência, era Que é o Monark, porra, é o Monark.
Então ele é importante.
Sim, ninguém não adianta falar que ele não é importante porque ele é importante. Os dois são os dois. Exato. Agora vocês vão querer também arrumar essa treta?
Quem foi o mais importante? Só que essa, esse negócio da marca é agora, porque antes a briga era questão do pagamento. Monark falava que o acordo era 50 mil e era só, só pagavam 25. Porra, sobrou até para o Serjão dos Foguetes.
Pô, lá na Copa, meu, o Sergião tá fudido. Põe o Sergião na Copa. Põe o Sergião na Copa. O Sergião lá, ele tocando um puta pandeiro, o negócio. Porra, Sergião. Só no tamborim, meu.
Olha lá o Sergião.
Sobrou pra ele, né?
Sobrou pro Sergião lá, ó. Só ele de preto. O segurança dele é o Júnior Red Pill.
Que situação, hein, gente. É, a comunicação tem dessa.
Que paróquia, hein. Muito bem, onde chegamos?
Olha lá o Sergião. O maior destrator do rock. O Zuckerberg tá defendendo o Igor. Você vê como dividiu o programa.
É isso aí. Eu senti o Alba defendendo o Monark e o Zuzu defendendo o Igor.
Eu sou um cara que não fico em cima do muro, deixa eu falar uma coisa. Você defende a treta. Eu defendo a briga. Com tudo que aconteceu com o Monark, mesmo ele tendo que ir para o outro lado, cacete, eu acho que ele foi perseguido, ele tem a importância como o Diogo, ele bolou toda a história, mas a linearidade da história está com o Igor. Doutor Durso, ele colocou uma narrativa para mim que me convenceu.
Não, não tem narrativa, o Doutor Durso mandou uma mensagem disso, fala lá, ó. Doutor Durso, O Morgado, a sua análise tem razão, pode falar no ar. Deveria ter passado a marca Flow em razão desta cláusula que você citou, tá no contrato, transferência de marca que não foi feita pelo Monarca.
Doutor Durson, mas disse que nem assinou o contrato. Não, mas tava pagado, os que nem assinou, mas pagaram ele.
Eu espero que os dois se dê bem, que são dois caras legais, gente boa, que fizeram história aí na internet.
É meu pique, mas O problema é que a gente fica torcendo. É a mesma coisa, é o mesmo exemplo que a gente dá do Cazé TV. Isso, a mesma coisa. O Cazé TV agora, os caras vão querer acabar com o Cazé TV, mas não vão conseguir.
Não vão, você que vê. E a batata?
Todos os artistas, a batata, o governo, tudo em cima dele. Por quê? Porque o capitalismo venceu.
Aí os canhateiros vão em cima dele.
Aí eu falo Vou dizer o seguinte: eu tô torcendo para ele, tô, mas com uma pontinha de tristeza, porque ele, ó, vocês lembram? Então agora a naba, põe, põe o nabo. Quando a gente fala que o nabo vai ser a colheita do nabo, ele está colhendo agora. Aí, ó, aí, ó, o Cazé vai ver a colheita do nabo no próprio rabanete, no próprio rabanete.
Pelo menos ele tá sozinho.
Já diria meu por favor, nabo não escolhe rabo. Exatamente. Então você vê, você vê, bastou o cara, bastou o capitalismo aparecer no cara para ver a turma.
Quando ele era só aquele gordinho que ficava lá, aquele gordinho, ele era legal, os dedinho gorduroso.
Aí ele era bonitão. Agora não vale mais nada. Isso aí, aí você vai fazer o quê? Eu gostei da batata, entendeu?
A batata, pelo amor de Deus, a batata fez vídeo, teve que apagar.
Todo mundo acordou repentinamente, repentinamente acordaram e falou: nossa, quanta bad! Aí foram para cima do Kaiser.
O macho pediu para a mulher apagar o vídeo.
Apaga esse vídeo! Mas é assim, mas é assim a vida. Vocês acham que é fácil? Não é fácil não. É isso, acabou, piririm pororó. É, você hoje, você hoje não dá para passar batida, tava quase Polêmica, vamos para ele, ainda batido, fazer um break. Eu vou fazer um break, puta. Hoje você que está no rádio agora, Mônica Salgado aqui, não saia daí. Mônica Salgado vai conversar com a gente, Mônica lindíssima, e fazendo uns, uns, uns, é, uns reels maravilhosos.
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Educação com propósito para toda a família. 321 GO, sua agência de viagens, seu negócio de sucesso. E Vacância, espaço de uma casa com serviço de hotel. Muito bem, aí está ele. Olha só que traje! Eu já falei, terno e gravata para nossa audiência. Temos uma audiência muito, muito fantástica aqui no Brasil. Fuzil, como é que estão aí? Onde é que você está neste momento? A seleção está na Filadélfia.
Salve, meu paizão! Cês estamos, cês estamos na Copa do Mundo. A seleção está indo para Houston, mas voltando para nossa sede em Orlando, paramos aqui sem querer em Las Olas, aqui a mais famosa de Fort Lauderdale. Estamos em Fort Lauderdale, maravilhosa.
E mais, e a seleção em Dallas, pô, é para quem é pobre, né?
Emílio, que isso? A seleção tá indo para Houston, o jogo contra o Japão vai ser em Houston.
E você, e você em Fort Lauderdale, segunda-feira, é longe. E boné novo, boné, o tênis tá novinho, tênis novo, tudo novo.
Não, mas deixa eu falar, não, mas deixa eu falar aqui, aqui, Emílio, eu vou mostrar porque a gente que é pobre nunca vai ter essa oportunidade. Aqui acontece o Spring Break também, que o Zuzu conhece bem, guarda muito na sua vou chamar a memória. Daqui a pouquinho nós vamos para a praia no final da avenida, mas aqui é conhecido pelo requinte dos restaurantes. É a avenida, né, o boulevard mais refinado. Ó, obras de arte aqui, é muito bonito.
E sobre o boneco que você disse ontem, depois, aliás, um abraço para o Rabin. A gente foi assistir o show do Rabin aqui nos Estados Unidos, eu fiquei sentado numa mesa depois conversando com veterano, um veterano, que tudo que eu queria, melhor, falar, agradecer pelo serviço os Estados Unidos. O thanks for your service. Fiquei trocando ideia, ele me deu esse boné. Ele que é um veterano da Guerra do Golfo. Ó, então é o seguinte, Emelião, aqui o fervo é que aqui o pessoal tá chegando mais.
Eu acho que é turista ali, né? Porque nenhum cara daqui rico senta uma hora dessa para ficar tomando esse calor. E você vê o agito, o clima de Copa do Mundo que atingiu aqui o Fort Lauderdale. Você vê o agito, todo mundo com camisa, todo mundo assistindo o Jogo, ó, tá passando a Hebe daqui, a Chery, na televisão. Meu Deus! Então é isso, Emelião, a riqueza às vezes não é tão felicidade. Ó, o sabão de beleza aqui, ó, Beyond the Soap, ó, que coisa aqui, ó, coisa, sabão não, produto.
Ah, tem sabão também, realmente, um botox. É, ó, o Sami gosta. Olha isso, ó, isso que eu falo aí, aí, Emelião, isso é luxo.
Ô Fuzil, você deu uma engordada, você deu uma engordada, hein? Bem-vindos a Deus, sabe? Fortaleceu, né? Tá fininho, hein, seu boneco?
E tá bronzeado, tá parecendo indiano.
Tá prendo, tá comendo bem aí? 300, Emílio, eu engordei até esse momento, tô comendo bem, graças a Deus. Estados Unidos é um lugar onde se come muito bem, né? E aí o que acontece, lembrando que ainda tem mais 30 dias, então eu não sei, mas ó, cantinas italianas. Isso aqui é lindo, vocês usam e você que tem, os únicos que têm condições de estarem aqui. Esse lugar é muito refinado e muito bonito. Aqui não é muito para turista, né, mano? Ó, aqui, ó, os antigos, que agora eu não sei mais falar português.
Fuzil in for Lauderdale, onde a seleção está há milhas e milhas. Esse local não tem nada da Copa do do mundo, nada.
Nenhuma seleção vai jogar aí. Entrevista as duas aí, ó.
Evidentemente, evidentemente, olha isso, meu. Evidentemente. Olha só, aí sim, papai! É uma bagunça, evidentemente. Com essa verba de $500 por dia de alimentação que a Jovem Pan Fornese, você evidentemente está curtindo. Mostra aí o que ele publicou no Instagram dele, põe na tela aí, põe na tela o Instagram, o Instagram pessoal. Isso, isso. Faz questão de mostrar o Instagram pessoal do Fuzil. Olha lá, ele tá curtindo, curtindo uma viagem, curtindo, curtindo a viagem, adoidado, adoidado. Olha lá, mas legal, hein, Fuzil? Legal, né? E a seleção aqui é muito bonito.
A seleção tá em Houston, eu acho, segundo informações eu tenho. Aliás, é que aquilo que a gente fala, todo mundo bate, mas ninguém beija, né? Quando o Bruce Willis, quando o Bruce Willis estourou o asteroide para salvar a Terra, ninguém queria ficar para apertar o botão, mas depois que ele salvou a Terra, todo mundo quis receber os astronautas. Eu disse aqui que eu tinha informações quentes da CBF que O Neymar começaria no banco, 3 a 0, jogo fácil.
Ele entraria faltando 15 minutos, 15 minutos cravado. Quando foi meia hora de jogo, Neymar entrou.
Você falou isso?
CBF me dá um quê? Você falou isso? Alguém, né? Põe aí, puxa aí, papai.
Sério? Falou mesmo?
Falou, falou, falou.
O Herd Rock Stadium, o Herd, o Herd Rock Stadium Eu falei, mas não, pera aí, no hard, é porque agora eu tô com sotaque texano. Eu falei frisando assim, ó, cravado: faltando 15 minutos o Neymar entra se o jogo tiver fácil. Informações que eu tenho é que ele não começa jogando, mas no segundo tempo, independente de como estiver Brasil-Japão, Neymar vai estar em campo. E o Japão?
E no Japão? E o clima no Japão?
Tá com medo? O Japão tá uma loucura, só se fala nisso. Você tá com medo do Japão? Não, sabe por quê, Emílio? Para que o Alba tá aí, que eu acho que é o único dessa mesa junto com você, Emílio, que manja de futebol. O Japão é um time que tá jogando bonitinho, joga redondinho, sabe tocar bola. O que acontece quando enfrentamos times assim? A gente pode sofrer algum tipo de perigo mas são times que deixam a gente jogar também, não é verdade?
Não é aquele jogo truncado, não é aquele jogo que toda hora faz falta, para jogada, para jogada. Então eu já coloco aqui 3x1 Brasil, já fica, mas sem participar do bolão do programa. Porque deixa jogar, isso que é legal.
Você sabe por que você tá fazendo essa cobertura mesmo não trazendo nada? Porque você entende de futebol. Por isso, por isso que o Fuzil tá aí. Verdade. Só que ele só quer curtir a vida.
Ele merece também. Então ele merece. Então Miami ontem parece que pegou fogo, hein?
Ele não quer tá lá junto com aquele Escobar lá que teve os derrames, teve trabalho muito. Olha lá, olha lá o que o cara tá fazendo, ó, fazendo gracinha no Instagram.
Desrespeitando a cultura alheia. Pô, tem ele curtindo as baladas.
Muito bem, Fuzil é sucesso, é sucesso. Até cachorro assiste o Fuzil. É isso aí, Fuzil, o herói. Fuzil diretamente de Fort Lauderdale, onde a seleção está no Texas. É Texas que eles estão, né? Houston, Texas. A seleção está no Texas e ele está na Flórida.
É uma coisa boa. A logística foi feita por vez mais distante. Vamos para onde? Convidado, se adiantou aqui. Nós teremos a simpática, talentosa jornalista e muito bonita Mônica Salgado.
Aí sim, hein?
Quais são os acontecimentos dos bastidores da política do Brasil? Te pergunto, o que que ela vai falar? Sabe que ela deu umas criticada aí na turma que não gosta do jogo, do senhor Celton Melo. Acredito, Emílio, que ela foi para Copa. Pelo menos eu vi uma fotinho dela. Você sempre me manda uma foto da Mônica, né, que você acompanha, né? Essa minha Mônica advogado para as diretrizes, conteúdos. Ela faz muitas palestras e agora na palestra, Afonso Negro, um grande cantor de festa.
Mulher de menudo, que você precisa do polegar, você precisa parar com isso.
Mas você sabe que ela tava fazendo um negócio legal na palestra? Porque tem muita polêmica com as mulheres loiras e ela tá levando as Paquitas, se eu não me engano, para fazer. Pode acompanhar, até mandei Bernardão, é um sucesso, é sucesso. E ela faz o vídeo que viraliza na rede social, porque assim como Alba, que tem uma opinião, né, mais contra o woke, ela gosta de colocar na cara da turma o que acontece, o que que é hipocrisia.
Daqui a pouco, Mônica Salgado para discutir a política e também outros assuntos. Olha lá, olha isso, amiga! Essas são as queridíssimas, olha lá, não tem áudio. Olha o evento dela mesmo.
Bora, produz um evento. Tô falando com o Delare aqui, ó, dando uma adiantada. O cara cortou na hora. Vamos lá, vamos lá, tá todo mundo dormindo aqui. Vocês não olham, o problema é que vocês não olham o relógio. Oferta relâmpago para você, vai ter jogo do Brasil na segunda-feira. Nós estamos vendendo aqui um negócio especial para você. Preste atenção, coloca o relógio na tela, na tela. Preste atenção agora porque muita gente está sofrendo com dor na articulação, principalmente no frio, dor no no corpo, principalmente agora, temperatura tá em 12 graus e vai ficar assim durante a semana.
A pane geral que você tá causando no seu organismo todo santo dia pode ser por falta de magnésio. Isso aí, às vezes a gente não sabe, mas é o magnésio nosso que não está equilibrado e a gente precisa ter, você precisa ter pelo menos 2 cápsulas por dia durante a noite. Aí você vai ver como o seu sono vai melhorar, como as dores vão melhorar e como o seu coração vai ficar potente. Boa! É isso ou não é? É isso, Emílio. E na promoção, o que que tem?
Tem a camisa do Brasil e a creatina, e ainda 80% de desconto.
Você paga só 20% do valor. 80% de desconto para você que ligar agora. Eu quero lembrar mais uma vez, esse produto só tem nesse telefone: 0800-787-9999. A ligação é grátis, mas você só encontra É isso aí, Emílio.
Você sabe que nos dias frios o risco de infarto aumenta? Porque nos dias frios que muita gente deixa de consumir água. Tem gente que tá, não tem sede, não bebe água, principalmente idosos. Atenção, cuide do seu coração, toma duas cápsulas dessa fórmula aqui. Não é apenas magnésio, é uma fórmula exclusiva que a Lirius desenvolveu, que são 5 tipos diferentes de magnésio, e todos eles magnésio quelato. Aí que faz a diferença para você dormir bem, ter um sono gostoso, um sono restaurador.
Relaxa todo o sistema de músculos do seu corpo, relaxa musculatura, relaxa aqui, ó, cérebro, desliga, realmente desliga quando você atinge o sono REM. Aí no dia seguinte a pessoa acorda com energia, com disposição, sem câimbras, sem dores, melhora o funcionamento intestinal, melhora a circulação sanguínea, protege o coração. Então é um suplemento indispensável para toda família, tanto o papai como a mamãe e os filhos também. Você sabe que acima de 18 anos a Anvisa já recomenda o uso de suplemento de magnésio?
É muito importante, bom para o foco, para estudar.
Por que que um jovem vai tomar magnésio? Para melhorar o foco e a concentração, melhor o aprendizado para quem tá na escola, na faculdade. E outra coisa, para os jovens que praticam esporte, assim, por exemplo, o cara que faz jiu-jitsu, que faz musculação todo dia, ou que joga futebol, que joga, ele ajuda na prevenção de não acontecer lesões. Então o magnésio, ele é um suplemento indispensável mesmo para mim.
É o seguinte, se você acha que a gente tá falando muito aqui, põe no Google benefícios do magnésio, põe lá no Google, você vai ver todo benefício. São mais de 300 efeitos que ele tem no seu corpo. Quer falar alguma coisa?
Eu quero falar que eu dei um magnésio um cara que você conhece muito bem, a família Eidman, André Eidman, e ele tinha muitas câimbras. Ele falou que é impressionante, sumiu, não tem mais câimbra. O filho do Abrão Eidman, da Rússia. Amigão, é que assim, a gente fala muito do magnésio e quem é amigo fala, pô, funciona mesmo, funciona pra cacete. A gente toma todos os dias, ele tinha câimbras, cara, tem muita câimbra, tomou, não tem mais. Impressionante.
E isso não demora, né, é questão promoção assim de 2, 3 dias, já começa a ver o resultado. É impressionante. Duas cápsulas à noite, não tem que ficar lembrando de tomar meio-dia, de tarde, de noite.
Vamos fazer a promoção agora para você, no 0800-787-9999. Ele vai fazer um preço especial, 20% do valor. Você vai levar o magnésio, a creatina, essa Super Creatina, sim, que é a creatina da Lirius também, que essa é concentrada e mastigável, e a camisa Camisa do Brasil no estoque, você tem quanto?
Nós temos 500 camisas do Brasil, acaba rápido, corre para o telefone, só vale nesse número aqui, ó, 0800-787-9999. Já liga agora, não vale o QR code. Atenção, não vende magnésio da Lirius na internet, cuidado com as falsificações. Não vende em lojas, só vende nesse telefone direto do laboratório, 0800-787-9999. Liga agora e aproveite essa promoção, você vai cuidar da sua saúde, da família.
Muito bem, dito isso, eu vou fazer agora, vou para um break. Eu vou fazer um break agora para você que está acompanhando a Jovem Pan. Daqui a pouquinho a Mônica Salgado batendo um papo aqui com a gente. Vai lá, Reginaldinho! Onde está meu herói? Não, eu sei, mas eu quero meu herói. O herói, meu. Cadê o herói? Já tá nos Estados Unidos. Cadê? Onde ele ia? Para onde ele ia? Ele ia na praia? Não deu tempo de lá? Não deu para colocar a sunga?
Porra, não deu tempo de colocar a sunga branca? Cadê ele? Já terminou? A emissora dá uma verba de alimentação de 500 dólares por dia. Ele vai ficar com 40 dias. E é por isso que ele tá gordo, porque ele tá comendo McDonald's de 5k.
Ah, ele vai guardando e vai comprando tênis. Exatamente.
Isso quando ele não faz as perguntas. Bonito, achei bonito isso. Não tem tempo agora de fazer as duas entradinhas.
É que ele tá gordo, não consegue correr até a praia.
O gordo preguiçoso.
Então, já que nós não temos o nosso herói, vamos chamar o Animal. Que animal! Aí está o animal! Animal! Aí está o animal! O animal foi reterido pela população. Sim, a população não aceitou o animal para fazer a cobertura da Copa, mandou o fuzil. E agora é isso que vocês ganharam, viu só? Aí, ó, eleição serve para isso, para escolher o melhor. Vocês escolheram o fuzil. 4 anos tem outra. Exatamente, daqui 4 anos outra Copa do Mundo.
Enquanto o animal dança dessa forma um tanto quanto psicodélica, o dólar cai. Ó, a moeda americana recua 0,38% e está sendo negociada por R$5,16.
Rodrigo Viga do Rio. Rodrigo Viga, que mais?
Vamos, vamos lá, solta a vinheta então.
Começa agora.
Zuzu! O petente que é o Fuzil, enquanto ele tá lá indo pra praia, ele tá me mandando aqui as informações da Copa do Mundo. E a gente sabe que chegou o momento do mata-mata. É agora que a gente vai. Segunda-feira tem o jogo contra o Japão. E eu pergunto pra vocês: quem é o craque do Japão? Vocês conhecem o craque? É o Kubo. Exatamente. Eu sei que eu estive no Japão, comprei a camisa do Kubo para o Pililico. Tá aqui, Fusa Kubo. Ele é conhecido como Messi japonês.
E talvez vocês não saibam, É o Messi japonês, ele é, pode pesquisar, galera chama, é o Messi do Japão. Só que o seguinte, até então, Alberto, ele vivia a mesma coisa que o Neymar, tava machucado, né, tava uma, se ele vai jogar ou não. Me parece que está confirmado para este jogo contra o Brasil. E a gente sabe que o Japão já fez uma campanha também que ele tá invicto, tá bom? Para quem não sabe, o Morgado acompanhou, empatou com a Holanda, goleou a Tunísia, exatamente.
E aí ontem teve aquele empate com a Suécia, aquela Lembra da dupla Tanuku e Tanavara?
Sim, sim, sim, era uma dupla de atacantes. Tanuku jogava pela esquerda e o Tanavara pela direita. Eles se encontravam. Eles jogavam abertos na Copa que nós tivemos, que o Brasil foi pentacampeão. Exatamente, foi em 2002. O povo esqueceu, esses eram bons. Jogavam abertos?
Os dois jogavam abertos. Tanuku era mais aberto.
Eles jogavam abertos. Rasgando. Essa dupla foi fantástica na época, mas muita gente não era nem nascida ainda, né? Era conhecido como Kid Bengala brasileiro. Era fantástico esse time, foi um time muito bom.
E o Zico treinou. O Zico ensinou futebol.
Sim, exatamente. Foi mesmo. Inclusive, no Japão, você vai no Japão, tem estátua do Zico. Vejam vocês brasileiros que hoje tratam o Zico como ninguém lembra dele. O Zico é no mesmo nível que o Pelé.
Exatamente.
É o mesmo nível que Pelé. O cara pisou lá em Kashima e pro outro lado do mundo. Kashima, Kashima antes. Tem mesmo. Ele foi pro outro lado do mundo pra ganhar uma tattoo, uma estátua. O brasileiro é um péssimo torcedor. Esquece os nossos ídolos. Esquece os ídolos. É isso aí. O brasileiro esquece seus ídolos.
Perfeita a colocação. Vem aí também que Kubakana também vai jogar no Mata-Mata.
Kubakana entra no segundo tempo. No segundo tempo.
Estão falando do preparo físico da seleção japonesa é muito boa. E aí eles estão já pensando o seguinte: bicho, não dá para saber, vai que esse time entra no primeiro tempo para voltar para segundo, ele troca aí o time inteiro.
Exatamente, ninguém vai saber. Agora, vocês estão— tem gente tá com medo do Japão. Se a gente pegar na história, o Japão sempre já jogou com o Brasil algumas vezes. A última vez o Brasil perdeu, só que o Neymar, o Betta, que você gosta tanto, foi o que mais 6 gols contra o Japão no mesmo ano do cara lá que falou que o Brasil ia ser eliminado pela Holanda?
Liga para ele agora! Pode ser seu trouxa!
Não tem nada disso!
Calma, calma, você não sabe nem vai jogar com a Holanda.
Bom, Dr. Tarja Preta tá aqui trazendo informações pra vocês.
Calma, Calma, calma, Sami.
Segunda-feira que tem um jogo, é às 14 horas. Pergunto para você, Suritão, se a gente vai dar aquela emendada ou não. Você tá convocado? Do que que é? Estados Unidos, segunda-feira tem o jogo Brasil-Japão, 14 horas. Sim, os servidores públicos estão liberados, claro.
Próxima segunda-feira, dia do jogo, tem que dar férias. Férias, claro, todo mundo. Jogo do Brasil, a gente vem porque a gente é profissional, meu amor.
Trabalho é de suma importância. A gente vê até na pandemia É verdade, é verdade.
Eu também, eu tô contigo.
A notícia é que os servidores públicos, na próxima segunda-feira, dia 29, dia do jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo, se encerra às 11 horas da manhã. Então você tá liberado, a turma aí, você quer servidor público, 11 horas você já pode pegar sua cerveja.
Dependendo do servidor público, ele já tá de folga desde a Copa de 94.
Então, mas é o seguinte, o que a pessoa tem que entender, nos grandes centros certo, por exemplo, São Paulo, Rio de Janeiro, tal, tem que dar o dia inteiro de folga para evitar o trânsito. Isso podia ser mesmo, porque as pessoas, o trânsito ficou horroroso, as pessoas perdem o jogo. Então já aproveita e dá um feriado. O presidente da Colômbia, da, desculpa, do Equador, sim, o Equador ganhou, ele deu feriado, decretou feriado nacional.
Então aqui poderia ser ter um feriado, seria incrível, né? Já dispensa a turma. Isso, o patrão legal vai fazer isso.
Ó, e o Brasil, pois não, o Emílio falou do Equador, essa é uma, é considerada a melhor geração da história do Equador. Quem fez o segundo gol foi até o Plata, que joga no Flamengo. E eles consideram muito esse time do Japão, os índios, de encontro com a sua pauta, uma grande geração do Japão.
Ah, uma loucura!
Não, é uma boa geração. Não, não, não, agora você não vem não, você perdeu o bolão perdeu para mim em todos aí com a inteligência artificial. Perdeu para mim também.
Ficou falando que o Equador nunca vai ganhar da Alemanha e ganhou.
Então você fica quieto.
Falou sim, não de farmácia.
Falou sim. Parece que saber a opinião do Alba é só perguntar para o Emílio.
Mas o Emílio não tava no bolão.
Eu vou falar uma coisa para você. Boa, Alba! O Brasil vai ganhar.
Vai, vai, vai, palpite!
Claro, claro, claro, claro.
Vamos passar. Segunda tem bolão de novo. Só para lembrar para o Sami, Se passar, vamos lá, passamos do Japão às 14 horas segunda-feira. Próximo jogo sabe quando vai acontecer? Quando? Quando? Domingo, 5 de julho, às 17 horas. Certo, certo. Aí se passar de novo, aí vamos para quarta-feira que vai ser no dia 15 de julho, aí às 16 horas. Não vai atrapalhar tanto. Afinal, se o Brasil chegar lá, pode acontecer, vai acontecer no domingo, dia 19 de julho, também às 6 horas.
Então a gente tem mais um churrasquinho no meio da semana, o resto é final de semana que faremos aí uma grande festa para celebrar lá em Alto de Pinheiros. Todos convidados, vamos lá! Convidar uma vez, a próxima na tua casa, né? Porque noite do nhoque, já falei com a Pepela, vai ser lá na casa.
Não tem futebol, noite do caldo verde, fazer sopa.
A Luqueca faz o caldo verde top, não tem.
Festival de sopas, podia levar a gente para assistir no da Atena.
Mas afinal, então vamos assistir com José Luiz da Atena e o Rabino Davi Weitmann confirmou também a presença. Deixa eu falar de uma polêmica no futebol. Polêmica no futebol. Vamos fazer um negócio que você meio que jogou assim, não tinha muita informação, fui pesquisar. Eu joguei? É, você falou, meu, o que que aconteceu com Rafinha? Com Rafinha? Agora eu já sei.
Você já sabe?
Então não precisa nem contar, tá? Então vai, próximo. Mas é uma história cabeluda. É o empresário. Não, não é assim, calma lá. O Vampeta, um abraço pro Vampeta, velho Vamp, muito. Ele tem as informações. É o pai, o cunhado, o sogro. Não, foi o seguinte. Primeiro a gente tá assistindo o Neymar, mas vamos explicar gestão de futebol. Ontem a gente trouxe aqui um cara que manja de futebol. O Silas. E ele falou muito sobre como jogador a maioria, o que acontece.
O Neymar, tem o Neymar pai que cuida da carreira do Neymar muito bem. O Neymar já é bilionário e pode se aposentar, correto? Mais ou menos, se ele ficar gastando muito do jeito que ele gasta. Isso é uma verdade. É permuta.
É, tá bom.
Se ficar gastando muito, meu, não importa o que sai de chuveiro, importa o tamanho do ralo. Sabe quem me ensinou isso aí? A água escorre na hora.
Vai gastar assim à vontade.
O Rafinha vive um drama, vive um drama, e é um drama familiar, porque como você disse aqui, o que que aconteceu? O pai do Rafinha, senhor Rafael Beloli, e a esposa, chama a influenciadora, chama Natália Beloli, teve uma crise vai olhar por quê. Os caras, na verdade, o Rafinha descobriu um rombo financeiro milionário na conta do atleta. O jogador tem a esposa dele, eles queriam comprar uma bela de uma mansão que tava avaliada em 56 milhões.
Putz, caramba, cerca de 10 milhões de euros. Tava lá, os caras lá na promoção, na promoção.
Segundo informações do Léo Dias, do Léo Dias, Léo Dias, importante, Léo Dias, fala a verdade, né?
Quando eles foram pegar aquisição do imóvel, certo, de uma forma tranquila, eles queriam lá pegar ela à vista, descobriram que não tinha dinheiro. Por quê?
Aí o cara falou o quê?
Ligou para o gerente, falou: irmão, mas calma aí, eu quero comprar mansão, aí eu quero dar, rapaz, um cara que tem dinheiro. Segundo, segundo informação, 80% da imagem do Rafinha é do pai. E o pai cuidava da grana do filho, certo? E aí a mulher, sempre a mulher entra no meio, com todo respeito, foi questionar. Aí teve um rompimento familiar, segundo a informação, entre o Rafinha e o pai e a esposa. Dinheiro, né? Dinheiro, cara.
Resumindo, só ficou ruim pro Rafinha. É ele que joga, ele que ganha, a galera que gasta. Ela, tá bom. Mas você sabe que ela é uma situação, né, que o Rafinha falou supostamente, eu Eu não falei supostamente, então eu vou colocar entre aspas aqui. Supostamente pedir dinheiro emprestado, depois não sabe. Exatamente, supostamente. Vocês são duros. O Rafinha já mandou o Pix para gente. Não, e o Rafinha, eu acho uma sacanagem, mesmo que isso aconteceu, e eu dou essa notícia e me arrependo dela, que eu não deveria ter dado, pensando aqui com meus botões, porque o cara tá no meio da Copa do Mundo, e aí acho que é uma que eu dei na verdade aí não deveria ter dado.
Uma notícia que eu me arrependo de falar, confesso. Se eu pudesse não ter dado essa notícia, eu pularia. É fofoqueiro, é fofoqueijo. Jamais.
Estão falando que o pai do Rafinha, a mãe da Larissa, a Manoela, são a mesma pessoa.
Não, é porque me chamou atenção, porque o pai do Neymar falou uma coisa muito interessante quando ele deu uma entrevista, você lembra, né? Falou: quanto o Neymar ganha por mês? 100 pau. Então ele fez uma conta no começo, né? Quanto que ele precisava "Quanto que você gasta, Midana, para ter no banco, para ser o custo de vida dele na época?" Ele falou: "Porra, 10 pau, 10 milhões, é isso que eu vou lutar." Hoje o Neymar tem um custo de vida muito mais caro, muito filho também, muito, muito.
Eu tenho filho agora, o Neymar tá impossível, mais um filho na Copa do Mundo. E essa história que a gente traz aqui, então vamos lá, vamos trazer aqui história. Você quer saber? E o INSS? Entrou a Copa, acabou o INSS, né? Ninguém mais fala. Não, cadê o INSS?
Fala do monarca e do outro. Os caras roubaram os velhinhos e a gente fica preocupado saber quem roubou o monarca e quem roubou o outro.
Quem levou o dinheiro do Rafinha? Cadê o careca?
E todos, cadê o careca? Cadê os políticos? Cadê a turma do INSS? O Lulinha, o careca do INSS, cadê a turma lá? Os políticos que fizeram falar e desfalaram. Aí fala: não, já devolveram. Devolveram nada, devolveram nada, tudo conversa.
Olha que loucura, estamos no mês de junho, tá bom? A CPMI do INSS, Morgadão, foi encerrada no dia 28 de março de 26. Março foi encerrada, a turma lá votou, comissão acabou. É, o STF obviamente derrubou a tentativa de prorrogar, porque os caras queriam colocar para frente. Vocês se recordam em relação a isso? Ficaram algumas lacunas em relação a isso. Primeiro, o Lulinha, ninguém vai investigar o Lulinha. Teve uma blindagem do STF.
Não vai, passou, Emelião, passou. E os velhinhos estão aí sem conseguir nem torcer pela COPPE sem conseguir pegar o benefício ou dinheiro, que foi completamente esquecido. Foi feito um relatório agora mais recente e a comissão teve 19 votos a 12. Que que acontece para não passar para frente? Então esqueceram, não vai ter, não vai acontecer absolutamente nada. É triste dar essa notícia, mas o que, para quem esperou que ia ter um desdobramento da CPMI do INSS, por enquanto arquivada e Ninguém vai falar absolutamente nada.
Normal, mais um dia normal no Brasil.
Triste, não? Isso aqui, isso aqui é um pouquinho de Brasil. You can't reason with the sun. Trust us, we've tried.
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Muito bem.
Que mais? E o André Mendonça do STF, que a gente sabe que é o cara que também tava com essa pauta, ele autorizou agora a transferência do Daniel Volcaro para Papudinha. Por quê? Porque Papudinha é melhor, mas a gente sabe que, lembrando o caso Epstein, né, Milhão, você sabe que tem muita queima de arquivo, aconteceu com muita gente. Então agora, temendo a segurança do Daniel Borcaro, e o André Mendonça lá é mais seguro, está com essa pauta, colocou e fez essa transferência aí para Papudinha para aguardar a situação.
O ponto é, você sabe que o pai do Daniel Borcaro mandou uma mensagem, mandou uma carta para o André André Mendonça, tá bom. E falou para André Mendonça que ele não é um mafioso, pediu para André Mendonça ter um coração maior com ele. Agora tá mandando uma carta, exatamente. Mas o que aguardaremos é se vai ter a delação ou não. O BRB, Samidana, mandou uma também, não foi aceita a delação do Banco BRB, que também tá envolvido nessa história.
E aí o que acontece com o Vôrcaro? A última informação, segundo a Folha de São Paulo, disse que tem trocas advogados. Eles ainda não acertaram os advogados para fazer a delação com André Mendonça. Olha, vamos mostrar a sala do Borcaro. Vocês estão preparados? Vamos ver se tem PlayStation. Para quem tá no rádio, estamos com a sala do Borcaro agora, com imagens aqui. Obrigado, Bernardão. É lá na Papudinho, onde o Bolsonaro— exatamente, é onde o Bolsonaro tava.
Cadeira de escritório.
Já fiquei em hotéis piores, Já, já tem espaço em Mônaco. Não é ruim não, hein, meu? Tem uma geladeirinha.
Tá brincando, pô? O cara tá em cana.
Não, mas pô, vai ficar em cana, em cana. Só que tem banheirinho, pô.
Mas eu vou, caro, né?
Para quem viveu a loucura de Trancoso, é um cara. A festa do Coldplay. Ó a privadinha aí. E tem duas privadas.
Imagina que esse cara aí, banheiro por semana, mas Isso aí é uma cela, não é uma, é uma com 3 pias, 3 banheiros, supostamente, supostamente, supostamente, supostamente.
Não brinque com o jornalismo do Delari, ele tá confirmando, já morou lá, Delari entende de prisão.
Deixa eu falar, fundação caso, é esse, se você tem que pensar nele, ele tinha, ele tinha o Volcaro, ele tinha todo mundo na mão. Todo mundo tinha toda a República na mão dele, presidente, não sei o quê. Não, não sei, agora tá lá, né?
Teoricamente, se não tem delação é porque ainda tem. Delari confirmou, era um antigo morador.
É, muito bem. Que mais?
Bom, vamos aguardar então se teremos ou não delação, a nova do Borcardo, que essa negociação com o ministro André Mendonça. Força para o ministro, que ele é o único que tá carregando esta pauta. Deus abençoe. Bom, vamos lá, Samidana. Você viu que o jornal tá fraco hoje?
Desculpa falar. Você acha? Eu acho. Que bom, ainda bem que alguém trouxe.
Sexta-feira é um dia mais light.
Hoje tá bom. Obrigado, Sami.
Se o Sami achou que tá bom, é porque o que vem por aí vai ser uma porcaria no próximo quadro.
O Sami fica fazendo piadinha. Fica, né? Não sei se você percebe, né? Porque você tá concentrado. Eu estou muito. Ele fica fazendo piadinha. É isso aí, ele não se contém, fica fazendo piadinha diminuindo o nosso jornal.
Economia que é bom nada, mas ele acabou de elogiar.
Economia esse ano não teve.
Eu participo porque eu participo, eu não participo se eu faço piadinha.
Posso falar? Te agradeço. Você viu o que aconteceu com a Copel ou não?
Não, eu sei, mas vamos já fazer o Leonardo, guardar para o final, né? Fica ligado, Delary. Desculpa, viu, gente. Gente, é que eu não é porque eu fico olhando o relógio aqui, é uma conta difícil aqui, breaks e tal, é complicado. Muito bem, que mais?
Bom, tem uma história fantástica que a gente vai abordar agora. Vamos lá, vamos fazer uma história. Então achou uma sacanagem agora? É complicado, não é fácil. Termina aqui com uma puta dor de cabeça.
Muita, sabe?
Você não sabe chegar na Dears e pede um bife e uma aspirina.
Vocês não sabem Qual que é a dor de cabeça que dá isso aqui?
Vai lá, vamos lá. Você sabe que tem a família Copel?
Gosto muito da família Copel, dos colchões. Um clássico. Ah, eu vi a multa, tá me dando muito atento.
A empresa Copel, ela foi condenada por ter homens na liderança. Vê bem aonde a gente tá indo. Essa notícia é o Tribunal Superior do Trabalho decidiu manter a condenação. Ação de R$300 mil contra fabricante de colchão Ortobon. E o motivo foi ausência total, Albeta, de mulheres nos 24 cargos de gerência na unidade no Paraná. Cabe recurso, isso aí cabe recurso, obviamente cabe recurso. Mas a gente estava falando, quando a lei é subjetiva, e acontece no Brasil.
Vou até trazer a pauta recente lá de que tinha da misoginia, é o que você fala, que tem também aí da saúde mental, né? Tem uma outra lei que também estão tentando colocar.
Isso aí acaba ferrando o empresário. Então, mas isso aí, você se lembra quando aqui na Paulista fizeram aquela coisa do Sérgio Moro? Sim, aquela estátua do Moro, colocaram ele Superman, o Sérgio Moro, boneco inflável, o nosso que era o nosso herói, não sei o quê, criou-se um aiatolá em cada esquina.
Era o superjuiz.
Então agora nós temos vários aiatolás decidindo o futuro do país. É isso que dá. Mas o povo também é responsável. A consequência daquilo é essa que nós estamos tendo. É o juiz super-herói. É claro.
Você sabe como é que chama isso aí? Que não é assim. Você sabe que o precedente que abre?
A vida é uma sequência. É um conjunto de atos que a gente—
eu acho esse ato jurídico chama discriminação estrutural.
Porém, a CEO da Ortobon é uma mulher. Perfeito. Pois é, a outra coisa, o TST tá intervindo na prática a estrutura da gestão da empresa. É um absurdo. É assim, você não pode achar um melhor que o outro. Absurdo.
Curiosamente, como você disse aqui, a CEO da Ortobon é uma mulher que Carolina Pires, desde 2025.
Tá proibindo a empresa promover por competência, ou seja, devia ser indenizado por ter a Ortobon. É Ortobon, né? Isso, isso.
Muito bem. O que interessa é que eu tô vendo aqui, ó, ó quem tá chegando, ó que trio! Opa, é um trio maravilhoso esse daqui, ó. Ó quem tá aqui, ó, Baldi. Opa, isso, presença ilustre, o Baldi, o Rufo e Henri, olha só. Henri Caran, exatamente. Nosso, nossos homens da BYD. Já vou aproveitar e já vou de cara falar, perguntar para o nosso querido Baldi. 300 mil, 300 mil, 300 mil veículos, 300 mil veículos emplacados, que é diferente.
Muitas vezes as pessoas falam produzidos, mas o que vale é com emplacamento. Emílio, você já viu isso em 3 anos? 300 mil veículos marco, hein, Baldin?
Parabéns! Valeu, Emílio, Zuc, todos aqui. Rufo, realmente para nós é um marco muito especial. É o que torna ainda mais especial é que nós conseguimos em menos de 4 anos. E quando fizemos o evento entregando o carro para o Andrew, que foi o número 300 mil em carros emplacados pela BID no Brasil, eu disse a ele que apenas 2 anos e 11 meses após que nós comemoramos o carro número 1000, que havia sido emplacado lá na B.U.I.D. Itavema, lá no Recreio, no Rio de Janeiro, e que nós jamais imaginávamos chegar a 300 mil carros emplacados.
Então esse é um dado público, é o dado ao qual todas as indústrias de carros utilizam e que as pessoas ficam sempre acompanhando naquela competição entre as marcas. Então para nós é muito especial e creio que passa, transmite mais confiança para as pessoas que pensam em comprar um carro da BYD.
E para você, Baldil, o que representa para você? Que você é um cara que já trabalhou com transporte e tal, não sei o quê, você tem um conhecimento disso. Mas para você pessoalmente, você trouxe essa marca aqui para o Brasil, você é o cara que tava encabeçando, que tava aqui sempre. A gente tinha aqueles mitos e tal no começo. O que que você acha, além da qualidade do veículo, que porra, esse foi um produto que o brasileiro abraçou e gostou?
Do que representa para para você? Oi, Emílio, representa muito, né? É um símbolo assim extraordinário. Eu de fato não imaginaria que o nosso sucesso chegaria tão rápido. Sem dúvida alguma, pela inteligência, pela sapiência, né, pela sagacidade do brasileiro. O produto é o que tem de melhor, eu sempre falo e repito isso. O carro da BYD é extraordinário, quem dirige se surpreende. Então isso torna a nossa vida mais fácil. Quando eu convidei o Henrique para integraram nosso time, eu dizia a ele qual era a nossa missão.
Quando veio o Pablo, quando veio o Rufo, quando a gente sentava aqui, é quando eu entrevistei o Pablo, depois o Henry, todos olhavam aqui com muito ceticismo. Poxa, é uma marca chinesa, é uma marca de carro elétrico. Naquele momento ainda a gente vendia carros que eram muito caros, carros de meio milhão de reais, que era o BYD Han e BYD Tang. Então era um outro momento. Depois de todo esse time, né, que eu considero um time de craques, um time, né, que tem realmente qualidade para poder construir uma marca e uma estratégia.
Henrique Antunes, Japa, enfim, todos, né, que a gente tem lá desde o início. Começamos pequenininho vendendo 20 carros por mês e fazendo esse crescimento ao longo do tempo. Então assim, para mim pessoalmente é extraordinário. Então é um agradecimento que eu tenho aos 300 mil brasileiros, aos 300 mil lares de brasileiros que confiaram, que acreditaram, e que hoje podem perceber que esse valor de uma marca que veio para ficar, para ser líder do mercado brasileiro.
E você vê uma coisa, né? O brasileiro, a gente é muito exigente com automóvel e com a seleção. Opa, né? Então é isso aí, tem que ganhar nos dois. Como é que você vê aí, você que faz parte da equipe, esse sucesso?
Eu acho que é uma mudança que veio para ficar, né? Acho que a gente chegou e, como Valdir disse, rapidamente a gente teve esse sucesso de vendas. E eu acho que O brasileiro entendeu que ele poderia ter um produto de melhor qualidade, mais tecnológico, mais conectado e por um preço mais acessível. Então, quando você faz a comparação, o nosso produto sempre é muito superior. Então, o brasileiro começou a conhecer os nossos carros e acho que aqui a gente teve um trabalho importante, as vindas do Baldi aqui no Pânico, né, ajudaram muito a desmistificar esses mitos, ajudar a falar um pouquinho mais dos nossos carros.
E aí a gente deslanchou e acho que agora, como o Baldi sempre diz, é rumo à liderança.
É isso, Rufo, é isso mesmo. E quando a gente fala de 300 mil, esse número impactou não só jornalista, mas o mercado em geral. Eu recebi ligações de alguns executivos de outras montadoras, os caras falando: agora acabou para a gente, porque o número realmente é muito impressionante. E eu aprendi uma coisa com um amigo nosso chamado Yossi, o grande O Bino Yossi, que ele fala o seguinte, Emílio: mais importante às vezes do que um número final, do que seu destino, é a jornada por onde você passou.
O Yossi sempre fala isso. E a jornada da BYD aqui no Brasil é muito bonita, ela é muito consistente. A gente vê como começou essa história e desviando, aí tem uma outra frase não tão filosófica do Reginaldo Lopes que fala: o difícil não é matar um leão, é desviar das antas. Aprendi com ele. E o que a Piu aí fez foi desviar de anta no meio do caminho para mostrar que estava certa, que era o caminho, que ia vender e que ia agradar um consumidor com uma gama muito completa, com um lineup muito completo de produto.
Para mim, essa jornada é mais importante. Olha, hoje 222 concessionárias, uma fábrica já produzindo com investimento de 5,5 bilhões, um crescimento de 5.500% desde desde o dia que lançou o primeiro carro. E uma virada de chave que eu comentava aqui com o Henrique, que foi o Dolphin, que esse sim mexeu no mercado, mas continua mexendo. O Dolphin Mini, né?
O Dolphin primeiro, depois o Dolphin Mini. É o mais vendido há 5 meses. Exatamente. Quando é que você imaginou que um carro— o Samy disse que o futuro vai ser tudo elétrico. Eu acredito. Agora já entrou na eletrificação. Quando é que você imaginou que um carro elétrico ia ser veículo mais vendido do Brasil. Eu acho que nem você sabe.
Olha, eu tô há 40 anos, transporta diferente de carro, há 40 anos eu trabalho com automobilismo e 26 com automóvel. Eu nunca vi esse movimento globalmente acontecendo, não é só no Brasil. A gente não imagina. É tanto que a previsão da BYD de ocupar liderança, eu escutei isso em várias coletivas, entrevistas que eu fiz com o Baldi, era 2030. Aí em 2030 a gente vai chegar, chegou muito antes. Então esse número de fevereiro, março, abril e maio, tem um carro elétrico que é o Dolphin Mini mais vendido no mercado de varejo.
E mais, Emílio, depois nos últimos 2 meses, a marca que mais vendeu no Brasil também no varejo. Esse número vai ser muito antecipado. Conversava isso com o Henry, surpreende a marca, não, mas não surpreende uma pessoa que eu entrevistei na China. Ela fala: não faz parte do nosso Nós temos planejamento porque a gente acreditou no Brasil. A Estela ali, que é vice-presidente global, eu achei que ela fosse falar: "É, não surpreendeu não." Tanto que ela já teve um planejamento de transformar o Brasil como hub de distribuição de veículos da fábrica para América Latina.
Então você vê, a cabeça do chinês ela é muito rápida, eles agem muito rápido e com muita tecnologia. E eu também falava com o Henry, um dos motivos que o Henry veio, depois de passar por vários lugares, tem uma experiência global muito grande, já visitou 52 países. Foi a tecnologia, não foi isso, Henrique? O que já atraiu na BID foi esse pacote tecnológico.
É o que a gente fala, né? A gente cunhou até um termo para BID, a gente nos auto-intitula uma green tech, uma empresa de tecnologia verde, porque a BID tá muito mais do que nos carros, né? Ônibus, a gente acabou de entregar quase 300 ônibus elétricos aqui para a cidade de São Paulo, a maior entrega já feita na história do Brasil. A Linha 17 Ouro do metrô, que liga o aeroporto de Congonhas à Marginal Pinheiros, foi um projeto que só andou, tava parado, lembra?
Prometido para Copa do Mundo de 2010, porque a BioID aceitou pegar uma obra no meio do caminho e ajudar a finalizar. Então a gente tá presente em muitas coisas, um em cada 5 celulares tem alguma tecnologia da BioID.
Então muita gente não sabe, bateria, né, surgiu por lá, né? E investe no Brasil, sendo o Brasil muito importante para a BYD, que é uma gigante na China, né?
Exatamente. O Brasil representa hoje o país mais importante do mundo para a BYD. Eu digo assim, mais importante fora da China, porque existe toda uma visão e olhar para investimento de R$ 5,5 bilhões na fábrica em Camaçari. Investimento de pesquisa e desenvolvimento. Lançamos o ATO 2 recentemente, o carro híbrido plug-in flex full, quer dizer, a primeira Primeira montadora a fazer um carro que te dá alternativas. Poxa, você pode usar o painel solar, a eletricidade para abastecer um carro 100% elétrico, mas neste mesmo carro você pode colocar agora o etanol, a gasolina como alternativa.
Então quer dizer, é disruptivo, é investir naquilo que é a realidade do Brasil. Exatamente, né, Rússio? Mas assim, é uma tecnologia desenvolvida para o Brasil, no Brasil, e um carro com menos de R$50 mil, que eu quero crer que vai ser também é uma outra grande revolução, porque os SUVs é a paixão do consumidor brasileiro, é o carro que é um objeto de desejo em termos dos automóveis no Brasil. E agora a gente começando em agosto a entrega do Ato 2, eu quero crer que vai ser uma nova onda, né, que vai nos oportunar crescer e mostrar para o consumidor brasileiro que é uma tecnologia global pensada no mercado local.
Como é que estão os pedidos aí do Ato 2?
Extraordinários, extraordinários. Sem ter o carro na loja, Emílio, sem ter o carro na loja, Azucchi, nós não temos o ATO 2 nas lojas ainda, vão chegar agora na segunda semana de julho. Já tem lojas com 80 a 100 pedidos. Nós temos hoje 222 concessionárias no Brasil. Então quer dizer, nós estamos entregando os carros para o showroom, para test drive, agora no mês de julho. Em agosto é que será fabricado em Camaçari, os primeiros carros serão fabricados e entregues para que a gente possa entregar levar ao cliente final.
Então, portanto, isso é uma demonstração clara de quanto o Brasil é importante, porque o etanol é só para o Brasil, o carro híbrido plug-in flex-fuel é só no Brasil. Então a BioID dá ao Brasil a importância que o brasileiro vai sair daqui e vai dizer assim: o meu carro é mais avançado que o europeu. Por que que ele é mais avançado que o europeu? Porque aqui eu ainda tenho uma alternativa adicional para abastecer o meu carro. Na Europa você coloca eletricidade ou gasolina. No Brasil você colocará eletricidade, gasolina ou etanol.
Muito legal. E fora o que o Baldi sempre comenta do lado mais democrático, como ele falou, com custo mais baixo, tem também um lado muito eclético na hora da escolha. Imagina o lineup da BYD, 17 carros sendo 10 elétricos e 6 híbridos. E o Henrique começou, me deu uma entrevista para o Máquinas na Pan lá na China falando disso, que esse é um dos pontos aí que tem, é uma uma das receitas do sucesso da BYD aqui no Brasil, essa facilidade de escolha de um carro de R$100 mil até R$400 mil.
É como o Waldir falou, quando a gente chegou, a gente tinha os carros mais caros, né, R$500 mil. Hoje a gente parte do Dolphin Mini, primeiro carro elétrico a ser o mais vendido no Brasil, e você tem uma série de possibilidades. Então agora com o Ato 2, a gente entra com mais um produto híbrido na parte de SUVs ali para brigar nessa faixa de mercado aí perto de R$150 mil, você vai tendo várias possibilidades tanto nos carros elétricos como nos carros híbridos.
Então esse lineup que a gente considera estratégico aqui para o mercado brasileiro possibilita que diferentes perfis de consumidores possam ter um dos nossos modelos.
Isso nos promove inclusive ao concessionário investir. Eu tava vindo agora para cá para o Pânico falando com Fabrício, nosso concessionário, e ele me Falou, ó, vamos inaugurar em São Miguel Paulista semana que vem. Opa, o showroom, olha, o showroom nós já estamos pensando em investir. Quer dizer, ele inaugurará concessionária semana que vem em São Miguel Paulista, mas já pensa em ampliar o showroom, porque as pessoas, os concessionários hoje, eu estava Florianópolis semana passada e todo mundo falava só do Pânico, porque lá a audiência é fortíssima.
E a DVA me dizia, baldia impressionante, você no Pânico, quando o Emílio fala, no outro dia aparece aqui 20, 30 pessoas falando, cadê a promoção? "Não, cadê o desconto?
Eu vi lá que o quanto a gente influencia..." Tem que falar em nome do Baldi. É o red carpet. Baldi. Essa pessoa que você chama. Essa é a senha. Você fala em nome do Baldi, aí tem um tapete vermelho, tem sempre uma coisa. Porque realmente eles se preocupam muito na pós-venda, eles se preocupam muito com as concessionárias, eles se preocupam com o consumidor brasileiro e é o que a gente está vendo. Isso aí foi uma evolução, você sabe disso, né?
O Rufo é um cara que, porra, tá aí há 40 anos, tá no mercado. Eu nunca vi um negócio desse. Qual é a promoção esse final de semana, Baldi?
Olha aí, voltamos aqui no Pânico para dizer que nós temos o melhor carro híbrido que compete inclusive com carros com preço a gasolina, Song Pro, que é esse SUV C, mas que concorre com preço de SUVs menores por R$161.490. O Song Pro, o Song Pro, Grand, que é um SUV híbrido plug-in que você pode carregar na tomada se você quiser andar no modo 100% elétrico ou abastecer com gasolina. Quer dizer, você tem as duas alternativas. E temos também o BYD King por R$147.990, que é um carro sedã, extremo sucesso.
Eu tava subindo pra cá, foi o carro que bateu o Corolla, né, cara?
Tanto tempo. Hoje o King é um Cedan, incrível, né? Eu vejo agora nesse programa Move quantos taxistas hoje no Brasil pedem, enviam correspondência ao governo para permitir, porque ele não é flex, então portanto ele não foi aceito no Move. Mas o quanto os taxistas vão ter o desejo de comprar um King para poder pertencer ao programa. Aos que não tem participação no programa estão comprando porque percebem a qualidade, a tecnologia, a sofisticação.
Imagine só, o Corolla, que é o concorrente direto, ele tem menos de 50%, perdão, um pouco mais de 50% da potência do King. Então, além de entregar economia, além de entregar tecnologia, ele entrega uma performance incrível e um sedã que hoje tem sido um sucesso.
É isso aí, você tem que passar numa concessionária, passa lá, os caras vão te atender. Tem aí um QR code na tela onde mostra as 220 concessionárias em todo o Brasil. Passa lá que você vai adorar, você vai fazer um test drive, você vai adorar o automóvel. Obrigado, valeu! Onde você vai estar?
Não para, casa no final de semana e na outra eu aviso a loja que eu vou estar fazendo um trabalho aí de consultoria para marca.
Fechado, muito bem. Eu vou para onde? Eu vou fazer um break agora, daqui a pouquinho presença da Mônica Salgado aqui na Jovem Pan. Tá lá, Fuzil, o herói do Brasil. Olha o que ele fez, olha aí, ó, olha lá, ó, ele tá muito de bermudinha, tá muito folgado, viu.
Então vai ser Por favor, segundo o brasileiro, o Stefano passou aqui e falou assim: vocês têm que falar para a Cíntia americana, tem que falar, pode water, deu, tem que falar, tendo quase um AVC, pode water, deu. E o negócio é que chegamos na praia, milhão, e tem que fazer valer esse link aqui, $30 a primeira hora, irmão. É fácil vir para essa praia aqui, você tá maluco, irmão, que loucura.
Está indo aonde agora, Fuzil?
Uma coisa que ninguém sabe. Tamanho do papel, tá vendo ali o Marzão ali? E eu vou falar, como tem nóia aqui, hein? Mentira, que isso! Que é bonito, é bonito, que é ruim, é ruim. Vamos falar o que, irmão, o que isso aqui tá uma semicracônia. É que a gente, por questões óbvias, não vamos mostrar, mas o que tem de nóia, o que tem de louco, aquele cara que para, você não sabe se ele vai pedir um cigarro. É porque eu não tô com cigarro aqui, mas você vai vai pedir cigarro, se ele vai te dar uma facada, sabe aqueles loucos.
E aí você vê aqui, ó, a extensão da praia. Estamos exatamente Fort Lauderdale Beach. E aí você vê, ó, você repara quando é o turista, sem a gente apontar muito por direitos de imagem, mas você vê assim, ó, onde tem aquele cachotinho ali, o João vai mostrar, onde tem o, aquelas geladeirinhas, não é daqui. Porque a gente sabe que o cara daqui não vai trazer um bagulho desse, nunca. O cara tem princípio, coerência e honra. Então é tudo turista, traz sua geladeirinha.
E essa, se você achava aquela praia de Miami suja, essa é muito mais. A quantidade de alga, a quantidade de lama que ela traz. Água gelada, Fuzil?
Você virou fiscal agora?
Ali, ó, a água tá gelada. Dá uma olhada para nós, por favor.
Entra lá para nós ver. É, mas é que eu tô de tênis. Precisa também ajudar, mano. Eu tô de boa, ninguém da NBC manda. A outra não manda os repórter dela. Mas por isso que você é diferenciado, Fuzil. Olha lá, é isso aí, 26 graus água, 26 graus de termômetro, águas para caramba. Aliás, tô levando um pouquinho para cada um. E essa é uma praia, uma das, aliás, curiosidade aqui para vocês que Agora é conhecido como a Veneza.
É isso aí, você sabe que isso aí, você sabe que isso aí é o sargaço, né? Chama-se sargaço, essa alga é uma alga fedida, é uma alga fedida para caramba.
E quando entra no saco da sunga, irmão, fica raspando igual espinha, sabe?
Isso aí, isso aí, milhão, 4, mais de 480 quilômetros. Isso aí, isso aí é comida de peixe, come isso aí, entendeu? Só que aí ele fica aí, dá essa, fedido, né, Fufu?
Tá bom a água, Fuzil? Ah, que nojo, mano, que nojo!
E aí, ó, pegou na mão.
Que nojo, velho!
Isso é porque a água tá quente, Fufu, 26 graus. Então 26 graus, a temperatura da água, a água esquenta e fica esse sargaço aí. Isso aí tem muito lá na Não, México lá tem, não, não. Como é que chama? Praia del Carmen. Praia del Carmen.
Isso aí, Riviera Maya, você me conhece também.
O Sam era o rei da Riviera Maya.
Aquela puta suga. Suga do Borat.
Suga de crochê. Vai dar um mergulho hoje, Fusizão?
Então eu vou falar também. Hoje à noite a gente vai na piscina.
Você podia encerrar com um mergulho.
Base de Orlando. E vou falar também, o cara que vender protetor solar aqui, ele fica milionário. Porque eu vou falar, irmão, tem cara, tem uns americanos aqui que eu não sei como os cara não tem queimadura de terceiro grau.
E o que você tá assado?
Você tá assado e tá com meia de velho, parece um tio, meu.
Parece um gandula, tiozão da praia, gandula. Pega a bolinha de tênis de costas, parece o grau de Vendedor de milho.
Ô, Fufu, gandula do boca. Oi, Emílio. Oi, Diga. Aí é Fort Lauderdale aí? Fort Lauderdale é caído aí, né, Fufu? Ou é bom?
É legal no Spring Break, né, em março, quando tem o Spring Break aí, que é aquela festa que reúne os universitários americanos. E aí aquela coisa que a gente sabe onde viva.
Não tem uma pessoa na praia, não tem. A galera tá trampando, né, meu?
Diferente do Fuzil, mano, os cara não sabe viver a vida, os cara não sabe viver a vida. Se você for pra Santos agora, que é a nossa Miami Beach, muito mais bonito, no mínimo tem umas 4 milhões de pessoas ali, mano, torrando. Aqui não, mano, os cara não sabe viver o que Deus mandou pra eles, mano.
Santos é muito mais bonito, Santos é muito mais bonito, sem dúvida, que Miami, sem dúvida, que Miami. E não tem alga fedida. E que balneário! Não exagera. Calma lá. Santos é mais de 10 vezes mais lindo que Miami.
Santos é a nossa Miami. Vai mergulhar, vai mergulhar aí. Miami não, pelo amor de Deus.
Vai lá e tira a cara de fora.
O cara tem um apartamento lá que ele precisa vender.
Deixa o Dani em Miami aí só.
O corretor de Santos agora. Bonito é aqueles prédios lá de...
Lógico que é. Prédio da 57. Caralho, acho que tá na 57.
Vai dar um pulo, termina com mergulho.
O Fuzilzinho quer dar um mergulho.
Não, não, deixa o Fuzil lá. Fufu, obrigado, Fufu. Isso, obrigado, Emílio.
Obrigado, porque o short aqui custa $45, uma camiseta quase $50. Então vou voltar com essa aqui mesmo. Tamo voltando para nossa base em Orlando, Emílio. Aí segunda-feira a gente entra de lá, sextou aqui na Copa do Mundo.
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Mas é isso, sou uma comunicadora.
Então palmas para Mônica Salgado! Você tava na Copa?
Esse elogio foi bom, hein? Você viu? Mas invejada da canhotada. Eu fui para o jogo Brasil e Haiti.
Quando você pagou? Fui convidada.
Aí é outra coisa, querido. Pô, disse que tinha ingresso ontem 20 pau, mas tava disputadíssimo. E fui num belíssimo camarote, aliás, agradeço a pessoa que me convidou lá. Eu, pleníssima, comes e bebes à vontade. Que beleza!
Foi um belíssimo jogo, né? Que beleza, gostoso, né? É bom demais. E como é que eu vi você também fazendo o negócio da— o talk lá seu, Money Talk, o Talk com Money.
Ainda praticamente não me recuperei. É um evento muito lindo, que ele é um evento que fala da influência digital, como o negócio. Influencer digital é um negócio, muitas pessoas vivem disso, como vocês sabem, ganham milhões e milhões. Não é o meu caso ainda, mas então a gente fala, a gente chama muitos influenciadores, gente do mercado do TikTok, de agências, para fazer ali um, traçar um panorama do que a gente tá vivendo hoje, do que a gente vai viver amanhã.
A IA tá transformando essa profissão muito, e para entender, né, os rumos desse negócio e como monetizar divulgar mais e melhor.
Do influenciador, da pessoa, da pessoa física?
A pessoa física influenciadora, que não só o influenciador que tem isso como a sua profissão principal, mas todo mundo, todo profissional liberal, todo advogado hoje precisa estar nas redes, todo médico precisa estar nas redes. Ah, entendi, entendi, entendi.
Produzir conteúdo, entendi, entendi. Quem usa rede pode fazer o teu business?
Pra amplificar o seu negócio, pra vender mais, pra se posicionar como marca, então todo mundo é muito bem-vindo, mas a gente faz uma vez uma vez por ano só, maio de 2027 tá aí.
Mas é uma coisa difícil, né, deixar opinião na internet, não é? Porque você não pode errar. É, você não pode, você não pode. E normalmente, errar, né? Não, você errar, eles não perdoam, eles não perdoam. O ser humano erra, porra, a gente só erra, mas não é, a gente só erra a vida. Se você muito mais errado que acerta, aliás, se você erra, se você erra na internet, eles vão te destruir.
Você quer um exemplo recente que aconteceu essa semana, que foi bem quente, foi super discutido, gerou várias conversas? Foi, já começamos com a polêmica, né? Foi a história do Rodrigo Branco. Não sei se vocês comentaram.
Então eu vi qualquer coisa, eu vi qualquer coisa. Rodrigo Branco é aquele cara, era da Band, produtor. Isso já não sei.
Eu sei que ele trabalha alguns anos como relações públicas em Orlando, né, na Flórida. Ele recebe os famosos e não só os famosos. E ele faz meio roteiro assim, ele aluga a casa, ele aluga o carro.
Tem business ali, conecta os brasileiros que têm negócio com os famosos. Conecta com—
não, mas faz também um roteiro turístico, né? Conecta com os parques, enfim. Ele tem vários clientes famosos. E aí ele foi condenado agora a pagar uma indenização, já tinha sido condenado, mas pagou uma indenização agora para Thelminha, lembra, né?
Eu não conheço. Eu achei que era do Big Brother. Big Brother de 2020.
Uma menina negra, né?
Isso, ela ganhou o Big Brother, inclusive.
Ela ganhou o Big Brother. Ela ganhou o Big Brother. E ele realmente foi extremamente infeliz, pra dizer o mínimo, quando ele, numa live na pandemia, ele falou que ela só ganharia o programa porque ela era negra e coitada. Entendi. Foi maior bafafá, ela entrou na justiça contra ele. Eu tenho um ponto, tá, pra defender, que tem a ver com a tua pergunta, não tô devaneando aqui. E aí ela entrou na justiça, ele foi julgado, condenado, pagar uma indenização.
Parece que só saiu agora a sentença agora. E aí ele veio a público, porque esse povo também não sossega, né? Eles gostam ali de alimentar a polêmica. Ele veio a público dizer que ele não recorreria, que ele pagaria. E pediu desculpa, resolveu. Mas por que eu tô falando tudo isso? Porque daí ele tem muitas clientes famosas e algumas endossaram ali, parabenizaram ele por ter reconhecido o erro, por ter aprendido muito conhecido. E entre elas a Xuxa e a Astrid.
Ela, Xuxa Meneghetti, Xuxa, nossa rainha, ele levou ela lá para ajudar na Disney, certamente.
Não, ele usa muito, ele posta nas redes sociais, a gente sabe quem são as clientes, quem são as amigas dele. E a Xuxa foi lá, comentou diante da repercussão negativa, tirou. Mas um pouquinho pior foi Astrid, porque ela comentou, apresentadora É, a atriz foi lá e comentou que, olha, parabéns por ter reconhecido seu erro, se junte a mim na minha luta antirracista. Ela tem um filho que é negro, né, adotado, então ela é bem, bem presente assim nessa questão.
E aí ela foi execrada também, assim como a Xuxa, e ela veio gravar um vídeo de novo. Eu que digo para vocês, as pessoas também querem surfar na onda ali até a última espuminha da onda, né. Aí ela gravou um vídeo dizendo que ela se equivocou, porque ela minimizou o erro dele. Não era apenas um erro, ele cometeu um crime racial.
Tem que decapitar o cara.
Não, é quase isso, porque ela falou assim: crimes raciais são tão graves que eles são imperdoáveis. Aí eu falei: bom, se um crime é imperdoável, para o Bruno Galhaço não é imperdoável, claro. Para Luana Piovani também não é imperdoável, mas para o Rodrigo Branco é. Sempre depende de quem fala. Então ela tá condenando ele à prisão perpétua, câmara de gás, é É porque é uma turma, né?
Não é, é porque tem uma turma, tem uma turma que você precisa pagar o pedágio. Então esses caras fazem pelo pedágio.
Uma vez que pagou o pedágio, você tem que começar a cobrar.
Mas sabe o que é? É uma sacanagem isso, porque dependendo quem fala e como fala, porque tem muitos aí que também fizeram um post, né? Até a própria Luana, com todo respeito, não é? No caso dela, ela foi lá, desceu o cacete.
Ela merece exatamente o nosso respeito.
E depois ela foi lá e também fez a mesma coisa. A mesma coisa. "Ah, mas ele falou de uma seguidora, então ela pode e o outro não pode?" Exato.
Eu não sei se vocês lembram da história do Bruno Gagliasso, faz uns anos, mas foi a mesma coisa. Acharam uns tweets dele, e ele é o maior arauto da moralidade, né? Então é isso que chama atenção. Então acharam uns tweets dele há um tempo atrás, também sendo não racista, mas acho que homofóbico, misógino. E aí tem o script da celebridade quando ela é pega no pulo. O script é gravar um vídeo, pediu desculpa, disse que se arrependeu, que amadureceu, que fez letramento racial e que agora é uma outra pessoa. Mas aí alguns são perdoados e outros são—
o tal do racista em desconstrução. Só que segundo a Astrid é algo imperdoável.
É algo imperdoável.
Então vamos colocar essa turma para se conversar aí, ué, né?
Então assim, quer dizer, o cara não tem direito. Não sei se a intenção dele foi essa ou não, mas nem é o ponto. O ponto é essa condenação ali É, então tá vendo? Isso é super antigo, mas anyway, um cara que levanta tantas bandeiras, quer dizer, também é condenável, mas perdoável. Afinal de contas, como você mesmo disse, somos todos humanos. É lógico.
Ô Mônica, você que manja, né, muito de rede social.
Ninguém tem o que fazer, fica enchendo o saco.
Mas é porque acaba gerando engajamento e a turma vai. A gente tem alguns casos assim que normalmente quando sai uma polêmica A turma gosta muito de postar para pedir desculpa. Teve agora, a gente discutiu no começo do programa, que era do Monark junto com o cara do Flow, que é o Igor. Só para movimentar o programa, é que você tá de bolinha rolão e você tá mais educado. Eu tô elegante. Queijos e vinhos hoje.
Eu falei, olha, um homem com garfo, que elegância.
É a assinatura desse programa. Falaram, você tá muito viado. Eu falei, não, eu tô elegante.
É o luxo silencioso. Sabe o que que é isso aqui? É dinheiro antigo.
Tá vendo?
Ó, Uniqlo, old money. É old money. Muito old money. Mas só pra concluir, o que eu queria dizer é o seguinte: quando você faz o tema polêmica na internet, acaba gerando engajamento. Isso é audiência. Aliás, quando tem mais hate, mais audiência dá. Você acha que a pessoa tem que postar e entrar nesse jogo? Ou quando tem uma polêmica, o que que você aconselha pra muita gente que produz conteúdo? É ficar em silêncio? O seu nicho com a polêmica?
Cara, depende. A polêmica tem a ver com o seu nicho de atuação? Tem a ver com o que você faz? Porque se você entrar em brigas que não te dizem respeito, que não tem nada a ver com a área que você atua, com a sua profissão, ou com que você— enfim, assuntos que você trata nas suas redes, aí eu acho que fica uma polêmica vazia. Aí fica claramente ali registrado que é polêmica pela polêmica, polêmica pelo engajamento. Agora, tem gente Tem gente que vive disso, né?
Tem gente que faz disso uma profissão. A Luana Piovani é um exemplo claro. A profissão dela hoje é apontar dedos e gerar polêmica.
Porque se falar do Neymar vai dar audiência para ela, se meter o pau em alguém.
Agora, essa audiência é válida? No que que reverte essa audiência? Quer dizer, é para alimentar o ego puramente? Porque eu acho que assim, comercialmente não reverte, em termos de posicionamento de marca pessoal não reverte. Tanto que ela tá aí, né?
Tanto que ela tá aí, é, vivendo disso.
E é, exatamente, foi pega ali com a boca na botija, né?
Então, mas isso aí é difícil a pessoa viver disso, porque cada vez ela vai ter que aumentar, né, a régua. É quando você trabalha, quando você trabalha, um pouco viciante talvez, eu não sei. Quando você trabalha com polêmica, com essa coisa assim, você precisa sempre subir um degrau, um degrau.
Chega uma hora que você não tem, o cara se E você vai se afundando também, porque que marca quer se associar? A Luana vive de marca, ela vive disso, né, de patrocínios. Então, como que marca quer se associar a uma personalidade como essa?
Mas muita, porque as opiniões dela a gente sabe qual que é sempre, e a turma gosta da beautiful people, que ela é toda limpinha, e as opiniões dela é o que a turma aplaude. Então eu não duvido não.
Então, mas tirando o Banco Central, que acabou de pagar R$300 mil para ela dar uma opinião, uma opinião totalmente isenta nas redes dela sociais, eu não vejo nenhuma marca não tá endossando não, sinceramente. Não acho que uma marca séria quer se associar a essa mulher que tá decadente, que tá, enfim, lavando a sua própria cueca, eu vejo.
As marcas, elas têm medo e as marcas exigem resultado. Tudo que você faz pra marca, todo marketing tem que dar lucro pro cara. Tem que converter, tem que ser sério esse Negócio de "ah, vou usar isso porque é bonitinho, vou usar essa carinha porque é bonitinha", não, se não vender não tem, não funciona.
Não, não funciona. É grana. No fim do dia é, claro, você pode ter posicionamento, você pode querer awareness, né, tornar sua marca conhecida, acho que tem vários pilares aí, mas é isso, no fim do dia é claro que a marca quer converter.
Você sabe que Newton Traveco, um grande homem do marketing, ele falou: "Emílio, aprenda uma lição nas a sua vida e siga sempre isso neste meio tão podre como é o meio televisivo e artístico. É o seguinte: os amadores querem ter razão, os profissionais querem ter dinheiro. Então é isso que funciona nessa coisa. Você escolhe, você quer ter razão? Tenha razão à vontade. O profissional, o cara da marca, ele quer o dinheiro. Ele vai usar você, se você quiser ficar tendo razão aí, você fazer o L, fazer não sei o quê, não interessa.
É o caso do nosso amigo, o Kazé TV, você viu o Kazé TV? O Kazé TV, o Kazé TV quando era o gordão, eu faço um gordo muito bom, ele era, fazia o L, fez o L, fez publicamente o L, então todo mundo era tal, aí passou a ganhar o dinheiro passou a dar problema para turma, então vão destruir ele, hein?
Pode escrever, foi para cima, vamos destruir o gordão.
E de novo, né, gente, é o câncer dos nossos tempos que se chama hipocrisia. As bets, primeiro que são legalizadas, são legalizadas, é uma empresa legalizada. E segundo que, cara, hoje, segundo fontes minhas, não são fontes da minha cabeça, fontes reais, todas as TVs, todas as TVs abertas as pessoas vivem hoje em casa de patrocínio, de casa de aposta. Luciano Huck, todos os programas esportivos, times de futebol. Ou seja, aí vai tacar pedra na Geni, né, que tá incomodando claramente. Então é muito injusto.
Mas é muito bom, tipo, a Batata falando, ela fala, e o namorado dela lá com a cidade vendida para as bets, a Tabata Amaral, fez vídeo condenando "Não, tem que ver isso aí." Aí teve que apagar o vídeo.
Agora, gente, a Anitta também, recentemente, vocês lembram que ela fez um show patrocinado por uma bet? Ela era também a maior crítica. Então assim, é ridículo, né? Fico pensando, essas pessoas não se sentem absolutamente ridículas? Quando são pegas assim?
Eu acho patético. É porque junta a turma, porque essa turma Turma acha que eles determinam o pedágio das outras.
Sim, só que eles esquecem que os caras que quer ser virtuoso, quer ser puritano dentro da zona. Como que você faz isso? Não dá para você ser puritano dentro do puteiro, não dá, velho. Que isso? Hoje tá na bombinha, como que você vai pregar um negócio Você é estouro, hein? Você é de casa, tá? Não dá, né? Então esse que é o problema, você ser virtuosão dentro de um lugar que não dá para ser virtuoso.
A Mônica ensina isso.
Pois é, isso. Porém eu vou fazer o curso para aprender a usar analogias.
É isso que você ensina?
Ah, estou fazendo mentoria agora, quem quiser é muito bem-vindo.
Então, mas você ensina isso? Exatamente isso?
Cara, a mentoria é sobre redes sociais, então a gente fala sobre tudo, sobre posicionamento, sobre limites do posicionamento, sobre lidar com crises, sobre como postar de maneira assertiva, eficiente, como formar, como construir uma marca pessoal, porque hoje é possível nas redes sociais, nunca foi tão fácil você construir uma marca pessoal, né? Você manipular como você é visto, como você é percebido, é fácil. Agora é a pessoa que fala e não pratica na sua própria vida, porque eu podia ser um pouco mais política inteligente, mas não consigo.
Mas é que você tem a sua autêntica, você é um bom gênio.
Então, mas eu gosto das pessoas que realmente são polêmicas. Por exemplo, eu fiquei chateado da Piovani receber uma grana para falar um negócio lá. Então já perdi a graça nela. Porque, por exemplo, a opinião— você via graça nela?
Ela já tava assim?
Não, eu acho legal, eu acho legal, eu gosto. Entretenimento? Sim, eu gosto, eu gosto dessas pessoas que têm opinião polêmica. Tem um monte de gente tem opinião polêmica, eu acho interessante assistir. Eu acho insuportável. Mas ela não recebeu, recebeu, Aí você já fala, pô, se...
É porque o problema, vamos lá, presta atenção.
Porque aqui que nem aqui, aqui a gente tem as coisas, aí você põe publicidade, né? Conteúdo patrocinado. Tá escrito aqui no blog.
Não pode ser no Migué, né?
Essa que foi a questão, ela vendeu ali o conteúdo como se fosse algo autoral e legitimamente a opinião dela. E foi vendido, quer dizer, que vergonha alheia que me deu isso.
É, não é legal.
Mas isso aí não faz parte do nosso um novo negócio.
Olha, você apareceu!
Você tá tão quietinho. É o papai, ele dormiu mal.
Eu achei que o nosso papo tava desinteressante.
Hoje foi difícil mesmo, mas diga lá, o Betta, o Betta manja. Você acredita que existe cancelamento grátis? Porque para mim todo tipo de cancelamento hoje ele tem uma grande intenção. A gente tava falando primeiro do Monark e agora do Kazé. Você O que você acha? E são muito próximas das pessoas que a gente tá falando. Você acredita que existe o cancelamento grátis?
Ah, eu acho que esses cancelamentos que você citou especificamente são cancelamentos que têm uma clara intenção, né? São intencionais, acho que tem um objetivo bem claro. Agora, há cancelamentos, a gente continua vivendo, a gente sempre fala isso aqui, apesar da gente sentir que massacre contra a direita está, de alguma maneira, arrefecendo, eu sinto isso na minha vida diária, por experiência própria. Eu sinto que a gente tem cada vez mais defensores, a gente tem cada vez mais pessoas no nosso barco.
Mas ainda existe uma esquerda que é sim mais barulhenta, que é sim mais grosseira, que pega assim, que vai muito, que desce muito baixo, que é muito agressiva nas críticas.
Você diz no meio artístico?
No meio artístico e no meio das pessoas comuns também.
Nós temos de sociedade.
Ou quem se destacar, qualquer lado.
Ou quem discorda. Não, a política é briga de gente grande, cachorro grande. É, então. Política é política.
E cada vez mais, né? Eu tinha muita preguiça quando as pessoas falavam: "Ah, os dois lados são intransigentes", porque eu sempre fui tão direita raiz, mas hoje eu vejo que sim, os dois lados são intransigentes, os dois lados podem ter um lado B bem agressivo, inclusive a direita. Agora, com toda essa história do Flávio, isso ficou bem claro comigo e com muitas colegas minhas assim que se manifestaram contra, a favor, criticaram, neutras, tudo é um problema, né?
Então, mas na esquerda não tem isso. Todo mundo tem um pensamento, uma cartilha.
É cartilha, segue o livro.
Catequizados ali.
Então, mas não dá medo, Mônica, de a direita virar uma espécie de esquerda que se você não segue a cartilha, você acaba...
É guerra, pô! Não, não, não, calma, calma.
O político, tá bom, Emílio, eu tô falando a gente, a Mônica, a turma que se coloca de direita, tem que sempre acabar seguindo a cartilha. Você não pode ter opinião de que assim, que é binário, ah, é um, é um, é outro, é outro. Pois é, não dá, não dá, não dá para virar. Você pode ter opinião que você quiser, sim, mas só que o que ela tá falando, que a gente tá falando, se você sair um pouquinho mudar, fala assim, ó, eu sou de direita, mas eu acho que isso é errado. Aí você acaba virando traidor. Aí, aí, mas não era tanto assim, né?
Isso acho que tá mais forte com o episódio do Flávio e do Master. Isso ficou muito evidente. Eu que sempre manifestei sobre política por princípios, eu ando, eu ando um pouco, ai, eu sou uma pessoa otimista por natureza, mas eu ando um pouco desanimada. E eu sei que esse sentimento não é só meu, tanto que eu não Eu não vinha a público dar um parecer sobre isso e agora com o vídeo da Michelle, eu tenho muita simpatia pela Michelle, mas é isso, eu fiz uns stories assim super neutros falando direita, univos, e aí eu recebi uma enxurrada de mensagens de bolsonaristas.
Eu sei, mas a briga pelo poder, ela é pesada, é desse jeito mesmo.
Inclusive dentro de uma família.
Eu sei, mas é assim, é poder. O jogo. É a mesma coisa, ontem a gente tava discutindo, esse negócio é bobagem, ah, vamos Estados Unidos, caramba. Na Segunda Guerra Mundial, para ganhar a Inglaterra, tinha o Chamberlain, que queria fazer o acordo com Adolf Hitler. Ah, vamos fazer um acordo. Ele era todo bonitinho, todo limpinho, bonitinho, não sei o quê, todo bonitinho, usava cartola. Não, usava cartola, tá? Vamos fazer um acordo, vamos conversar com Adolf Hitler, pessoa bacana, nós resolvemos.
Foi lá, ferrou ele, pegaram o O Ethan Churchill, que é um puta cara louco, mas meteu o pé porque é guerra. O poder é guerra, precisa arrumar um cara pior para ganhar do outro. É isso aí, é assim na política. É um monstro para ganhar do outro. A gente acha que política é jogo de bonzinho e não é, porque é poder, Mônica, é poder. Os caras estão lá para ter o poder nas mãos e quando o cara tem o poder, O que falava, quando você tem o poder na mão, você não quer largar, largou os cara, não quer largar o osso.
É isso aí, é isso, é briga. Mas você não pode ser ingênuo ao ponto de achar que, ai, vamos aí, todo mundo se respeita, todo mundo é World.
E é justamente por isso que eu não vou me meter mais, que no fim é, não dá vontade.
Você não acha que no fim do dia, realmente, até endossando essa polarização que a gente sabe que existe, é direita contra esquerda. E a direita, sim, não é uma análise ingênua, é uma análise prática, factual. A direita precisa se unir para tirar o PT. Já tenho muitas dúvidas se isso vai acontecer.
Mas isso é um problema da direita. Mas que é nosso, né?
O nosso não é mais meu não.
Eu me considero de direita, eu tô pagando imposto, eu perdi de vista, tô irritadíssima. Cada vez é um imposto, a gente vai lá, faz o toque, o toque dá um lucrinho, o coitadinho que escolheram, né?
É o povo que A gente decide.
Mas, gente, a gente é mais dentro de uma família. Dentro de uma família, se as pessoas não conseguem se entender dentro de uma família, imagina se entender. Ai, vocês é cravo, entendeu?
Mas não em público, mas não em público.
Pensa uma coisa, a esquerda tá tão ruim, mas tão ruim, que eles estão precisando da Michelle para ganhar eleição. Olha como é que tá, olha como é que tá essa eleição. Estão usando a Michelle, o negócio que eu não sigo essa treta direito. Eu vi lá, mas tem o Bolsonaro, tem o Bolsonaro velho, a gente não sabe. Essa confusão desses vídeos que eles estão colocando, mas é tão ruim. A gente tá numa situação tão ruim, mas tão ruim, que o governo tem uma coisa boa para falar, tá falando nada.
Não tem nada para falar.
E os caras, eles falam: agora, Michele, olha a Michele. Dá um tempinho para mim, a gente volta nesse assunto, porque hoje é dia de festa. Aí, ó, o velho aí, ó, ó, Havan completando 40 anos de história. E eu quero aproveitar para dar os parabéns ao meu amigo Luciano. Ei, Luciano! E os colaboradores os produtos da Havan em todo o Brasil. Vocês construíram uma empresa de muito sucesso, hoje são mais de 25 mil colaboradores, são quase 200 lojas espalhadas pelo Brasil e mais de 350 mil produtos à disposição dos clientes.
E para comemorar, é claro, essa data especial, a Havan preparou uma oferta daquelas, só hoje, dia 26 de junho. Presta atenção, professor. Gostando? A TV Philco de 60 polegadas, aquela grandona, ó, era R$2.999,90, apenas 12 parcelas de R$199,90. Vai comprar em 12, 60 polegadas. Essa é boa, sem entrada e sem juros, são R$600 de desconto. Tá muito barato, não tá? E a qualidade dessa TV tem comando de voz, tem Google Assistente, resolução 4K, tem cor e contraste extraordinário, som de cinema, perfeita para você ver os filmes, as séries do Alba, os esportes e tudo com uma imagem incrível.
Mas atenção, essa oferta é válida só hoje, hoje, 26 de junho. E tem mais, com o Pula Pula Havan você compra hoje e só começa a pagar em agosto. Então corre aproveitar essa oferta imperdível. Festa continua, cada R$40 em compras na Havan você corre, é uma BMW, uma X1 Zero, igual do Zuzu. É só baixar o aplicativo Havan, fazer parte do Clube Havan e informar o seu CPF na hora da compra. Sempre uma Havan pertinho de você. Na grande São Paulo tem uma, Osasco, logo ali na Marginal, e as lojas abertas todos os dias de 9 da manhã até às 10 da noite, inclusive feriados.
Havan, 40 anos, o Brasil inteiro tá convidado. Quem que vai fazer uma pergunta? Pô, eu queria que você ficasse mais, eu queria que você voltasse mais.
Mas a gente não tem tempo mais?
Não, já acabou. Ah, que pena, eu ia falar que o Velho da Van tem até um link.
Pode falar, não, não, tem tempo.
Tem um link até com o que a gente tava falando, porque o Velho da Van, que eu tive a sorte de conhecer pessoalmente, a convite dele, fui almoçar com ele, fui lá na fábrica, e ele foi um cara que teve colhões de se manifestar Publicamente, e ele não tem vergonha, ele não se esconde, muito pelo contrário. Você vai nas lojas, você sabe que não tem o guichê número 13, né? O guichê 13 é riscado. Você vai na fábrica, que eu já fui também, não tem ali o— ele não trabalha com o número 13, a cor vermelha é absolutamente proibida em qualquer comunicação, qualquer peça de comunicação, e ele banca essa história, ou seja, sem medo do cancelamento.
Olha lá, é o velho! Olha lá o velho! E uma figura boa, gente boa demais.
Eu assisto ele aqui e sabe o que é mais legal? Ele é um homem muito poderoso, muito ocupado, mas quando ele tá com você, eu acho isso uma característica tão louvável, ele faz você sentir, olha nos olhos e conversa horas com você, como se o tempo tivesse parado, só tivesse ali você e ele. Então isso é muito legal, eu acho ele uma pessoa extraordinária e um exemplo de empresário nesse mundo nosso hoje, né, que demoniza tanto.
Eu sou a favor do livre mercado, da liberdade das pessoas, e eu acho que é isso que a gente tem que lutar. Menos Estado. Exatamente, porque quando o Estado acha que ele quer cuidar de você, alguma coisa tá muito errada. O dia que você precisar do Estado, a coisa tá muito errada para você. É verdade, porque que ele, esse está, e esse aí, essa turma que a gente tá aí, é isso, é isso que é a base do pensamento. Penalizam o cara que se dá bem e dão moleza, exato, para o cara.
Mas a turma tá acordada, sendo que o cara que se dá bem sustenta o vagabundo.
Quem gosta do papai cuidando, ou porque recebe mesada, ou porque é preguiçoso mesmo.
Ó, o gordão tá bravo. Mas é, não, não tô bravo.
Hoje não, hoje eu tô tranquilo.
Mas é isso, o cara que depende de Estado, que quer o Estado como papai, ou é porque ele recebe mesada, uma mesada bem gorda, ou porque o cara é vagabundo.
E mesmo vagabundo, mas o destino é a própria sociedade que dá, porque ainda a gente tem lá, você vai votar, não vai? Exato.
A nossa sociedade, a gente ainda tem uma massa muito sensível a esse tipo de ajuda.
O papai voltar para muita gente debandar e a gente vê aí como que tá, né?
Ele tá muito quietinho. É bilionário, né?
Eu fico mal porque eu acho que a gente não tá sendo interessante o suficiente.
Não, não, é meditação, tudo isso. O Dr.
Tarja Preta tá na Malta. Deram aquela injeção que dão nos tigres pra ele.
Ele tá bilionário, ele tá apaixonado.
Ele tá. Você vai casar, hein? Ele vai pra Malta fazer pate.
Vai levar o Datena na lua de mel.
Mas vou comer o dinheirinho, não enche o saco de ninguém.
Datena de que país? Patrocinado por você mesmo.
É, um fim de semana foi para Mônaco, o outro foi para Croácia, aquelas praias da Croácia.
Nossa, que eu não conheço. Para Mélousslis.
Aí ele foi para França também. Cap Ferrat. Cap d'Antibes. Ou seja, são destinos extremamente especiais.
Cap d'Antibes.
Final de semana. Só falta você me falar que ele foi no private jet, no avião particular dele. Lógico. Não, não foi não. Foi de executivo. Ele foi de La Première da Air France.
La Première. Terminar o BTG.
Ele parou lá no BTG.
Ele falou assim, ele falou: "Emílio..." R$5 mil por pessoa que eu soube.
Ele falou assim: "Emílio, você tem que ter essa experiência." Eu falei: "Qual?" Ele falou assim: "BTG." Você precisa ter um cartão certo.
Você foi nesse voo? Foi, foi, foi. Ele falou, meu, melhor entrecô que eu comi na minha vida foi no terminal BTG.
E pagou para quatro pessoas.
Se você tivesse ali investimentos no número X, você tivesse direito de comprar.
Tá fazendo preenchimento.
Não tô com essa, moça. Fez botox.
Boa, Sami, parabéns. Você merece. Ô, Mônica, quando você volta aqui? Ó, Paulinha, marca. Vem em segundo.
Paulinha tá aí?
Paulinha tá no alongamento. A Bia que fala comigo, a Bia é um amor, a Bia é demais, cara.
A Bia é a pessoa mais competente.
E nós temos agora ele das redes sociais, disse que vai melhorar a rede social.
Gilmar. O Gilmar. Não sei se é Gilmar.
Como é que é os candongos? Giovanni. Giovanni Messias. O Giovanni é o nosso rede social agora. Isso. Mônica, pô, abri.
Ele tava ali, falei com ele, é. É gente finíssima.
O Instagram da Mônica para você que seguir. E tem o talqucomune.com.br. Esse que é o sucesso, né?
Eu queria convidar as pessoas para seguirem, só elogiar e falarem bem. Por quê?
Entra lá e comenta, fala: você é o máximo!
Depois do que eu falei aqui, por quê?
Depois eu vou dizer.
Ah, eu acho, não sei.
Mas eu acho um saco, pô.
Não, você pode pegar essas paixões, não é?
É o seguinte, esse negócio do hate, ele apaixonado por você e a maneira dele chamar atenção, a maneira dele chamar atenção é justamente essa. Por isso que eu só aceito cartas. Boa! Eu só aceito cartas. De próprio punho, Telex. De próprio punho. Avenida Paulista, 807, 14º andar, CEP 01366-9000. Mande sua carta, aí eu respondo a sua carta aqui. É isso, porque tá muito trabalho o cara escrever uma carta e no correio e mandar para mim.
Então é isso aí, é isso aí, é isso aí.
Então, motivação, só com carta. Obrigado, Mônica. Nas redes sociais, o Instagram @monicassalgado. Siga lá que é muito legal. Vamos fazer o break, Reginaldo. Ele retornou a ligação. Hoje tem jogo grande, Noruega e França, às 4 da tarde. Haaland contra Mbappé, o jogo você vê onde quiser, mas a narração A informação e os comentários, deixa com os nossos craques no rádio e no YouTube da Jovem Pan Esportes.
Chegou o novo Multimix Pastilhas, uma combinação multi de verdade com mix de 10 ervas e Multivitamina C para combater os multi sintomas como irritação na garganta, desconforto e roquidão. E vem no delicioso sabor limão menta. Agora todo mundo da família já sabe, tenha sempre Multimix Pastilhas com você. Se começa com multi, é multi de verdade.
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Agora ela volta a São Paulo.
Prepare-se!
Ela já interpretou muitas personagens, mas a versão mais corajosa é aquela que ela faz da Samara. Eu acredito em ser leal um com o outro. E quando eu quiser abrir um relacionamento ou fechar, eu vou ser muito honesta. E eu posso. E eu não fico neurótica se meu parceiro tá na rua 4 horas da manhã, se eu olho o celular. Eu não olho, entende? Eu tô tranquila em relação a isso.
11:30 da noite aqui na Jovem Pan.
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