Senador Rogério Marinho
O general da oposição no Congresso invadiu o Pânico nesta sexta-feira (19)! O senador Rogério Marinho bota as cartas na mesa sobre a polêmica da escala 6x1, os bastidores da PEC 12 e os planos do PL para desbancar o governo atual nas eleições de 2026. Como barrar o avanço da inflação? Assista à íntegra desse papo pesado de política ou vai ter que pedir pro Delari te explicar como funciona a economia do Brasil!
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Pânico ativado.
No feed da vida, só filtro e like. O mundo tá sério, quadrado demais. Mas o Pânico vem e ri por trás.
Ah, Zé da manga!
AIA, escreve, humano copia. O algoritmo manda e a galera obedece. Mas calma, respira, dá risada.
Confia que o erro é que faz o sucesso.
Oferecimento 321 GO, sua agência de viagens, seu negócio de sucesso. É isso aí, Bischofsky, muito bem, meus preocupados com Haiti, tudo bem com vocês? É muita gente preocupada com Haiti. Tamo de volta com mais Mais um habilidoso programa Pânico pelas selecionáveis plataformas da Jovem Pan. Sejam bem-vindos ao programa mais desperdiçado que o menino Hendrick na seleção. Sextou, jogo da seleção, e para bater um bolão e dar dicas para o fim de semana, aqui estão eles, sempre uma escalação precisa: Gilbertinho Berros e ele, poró poró. Como é que Tá acompanhando os jogos?
Eu tô acompanhando os jogos, é vídeo.
Mimic, saudades de você.
Me chame de Mimic, vem lá em casa, vem no meu ouvidinho, sussurre Mimic para mim.
Mimic, vem cá conhecer minha Jabulani. Mimizão, meu zagueiro de três pernas, vem bater suas bolinhas no meu campinho, vem ser meu Vini Jr.
que eu libero meu e-pink para você.
Hoje o Brasil vai enfiar um saco no Haiti, fica a dica, Suzy, menino da sacola ruiva. Já tomei uma caipirinha de pitaya e já estou mais louco que o Rabin na Copa. Meu little Harry falou que quer jogar enfiado na ponta e eu adorei, já que o meu forte é a cabeçada lisa. Se sair pênalti, deixa que eu bato com as duas. E você, Leãozinho, você não quer ser o meu camisa 10, o meu craque? 10 toneladas é com você. Mas é claro, é claro!
Claro, meu pró-pró, meu pró-pró, manda o Ancelotti liberar o fiofó porque hoje o meu cowboy de pau de cebo tá feliz. Vem Reginaldo, solta aê! Casinho! Vem Delary, traz o isqueirinho porque hoje eu vou enviar um caramuru de 12 tiros no seu fiofó. Vem Saminho, vem topadão, Vem, Dopadão, que o seu popô vai doer mais que a panturrilha do Neymar! Vai, Zuzu, vamos fazer aquela concentração no quartos das babassuças. Vem, Emílio, não me diga não, não me diga não, Emilião, põe essa enguia para fora do calção que hoje é dia de entrar com a bola e tudo no golzinho da Carol. Não me diga não, é o leão balangando Pelotas do Galvão. Vai, DJ!
Muito bem. Vamos agora para agenda dele. É sim, é o melhor show de stand-up comedy do Brasil. Ele é conhecido no meio como o homem que derrotou o Monjaro. Aqui está Rogério Morgado.
Nossa, gente, nossa, eu tô indo para o Jalapão, gente.
Nossa, tava indo para o Jalapão. Uma hora dessa... Sou eu. Hmm, Rock'n'Ball.
Olha, o negócio é o seguinte: você de São Paulo, não perde não! Toda quarta-feira tem o Morgadão aqui em São Paulo, no MyFunkin Comedy Club, a melhor casa de comédia. Faz o seguinte: entra já clubedoingresso.com. Até o final de agosto já tá lá à venda, tá certo? Então você que tá vindo de fora de São Paulo pra trabalhar aqui, feira, convenção, eventos, faz o seguinte: já compra o seu ingresso que na quarta-feira à noite tem show do Morgadão.
Você vai terminar aí o seu dia dando risada pra valer na melhor casa de comédia, tá certo? Dia 20 agora, mais conhecido como amanhã, tem show do Morgadão em Osasco. Amanhã, Osasco, tamo voltando aí no Oz Comedy Club. Simpla.com.br, os últimos ingressos para você de Osasco, tá certo? No dia 26 agora de junho, pela primeira vez no Teatro Tupé, em Mogi Guaçu. Você de Mogi Guaçu e toda região, você de Mogi Mirim, você de toda região, todo entorno, compra o seu ingresso no megabilheteria.com para curtir o show do Morgadão, tá certo?
Moji Guaçu, dia 26 de junho, megabilheteria.com. Vendas abertas aí para Sumaré, você compra no bilheteriexpress.com.br, vai ser no Amfiteatro Municipal Dirce Dalbem. Dia 24 em Brusque, você de Brusque, Santa Catarina, simpla.com.br. Florianópolis e Criciúma, vendas abertas também no pensanoevento.com.br. Quero chamar a galera de Brasília, você de Brasília Tem promoção relâmpago, você vai pagar o ingresso baratinho, é só entrar agora no Simpla.
Você de Brasília vai ser no Legendary Comedy Club, entra lá, compra o seu ingresso lá no Simpla também. Você pode adquirir já o livro do Morgadão que eu vou levar para você aí em Brasília, assinado. Dia 16 de agosto em Goiânia também, tá? Venda já no simpla.com.br, entra lá. E eu quero chamar você, você é dono de empresa, quer patrocinar o show do Morgadão como as empresas estão fazendo? Faz o seguinte, manda um e-mail para contato@rogeriomorgado.com .com.br.
Deixa eu falar cidades aqui, tá certo? Ó, Criciúma, Brasília, Goiânia, Americana, Joinville, Curitiba, Ribeirão Preto, Bauru, todas essas cidades. Quer patrocinar o Show do Morgadão? É menos do que você imagina, meu amigo, tá certo? Manda um e-mail para contato@rogeriomorgado.com.br. As redes sociais estão aí na tela com @rogeriomorgado. E como eu tava falando para vocês aí, ó, lojadomorgado.com.br. Ixi, tem a camiseta do rocambole, tem um livro que já tá na segunda edição. Entra lá, lojadomorgado.com.br. Obrigado, Emílio, que alegria!
É isso aí, o Fabinho Gueré vai estar— não tá se apresentando—
vai estar assistindo o jogo do Brasil hoje, 4 a 1. Pode seguir lá, @fabiogueré. É certeza, tem gol do menino Hendrick hoje, hein?
Muito bem, pessoas sensacionais com a gente aqui, outras nem tanto. Temos aqui o Kleber Duarte, Porto Alegre. Sabe quantos graus nesse momento? 12 graus em Porto Alegre. Obrigado, Kleber. O Laércio Rocco está aqui, Sandro Woke. É, Laís Menezes e o Sérgio Oliveira do Ceará. Que audiência fantástica! Chegou a hora de homenagear quem soltaria a paçoca na festa junina do Pânico, quem admira nosso estilinho bossa nova de ser. É hora de nossa audiência, a majestade.
A majestade de hoje vem da boêmia Vila Madalena, direto de Sampa. O cara trampa como segurança corporativa, mas ele já foi DJ pelas noites paulistanas. O cara tá solteirão na pista e malhando peitoral. Palmas para Fábio Júlia, Fábio Júlia, Fábio Júlia. Como é que é o teu nome, cara?
Como é que é o negócio aí? É Fábio Dauria, é Dauria, é italiano, que tinha um apóstrofe no texto.
Apóstrofe, Fábio, é Fábio.
Qual é a música, Fábio?
Tá emocionado?
Eu tô muito feliz de estar aqui, agradecer a oportunidade de trazer seus ouvintes, telespectadores. Eu até trouxe uns discos aqui da Jovem Pan.
Sério?
Sério, da sua época, Emílio, 7 Melhores.
Já um clássico, eu sou locutor com muito orgulho. Deixa eu segurar aqui.
Eu até vou fazer uma homenagem, né? Enquanto o Silvio Santos é para televisão, você é para rádio FM.
É uma bela homenagem de mim.
Olha só, 7 Melhores. Primeiro que tinha Fun Factory, Take Your Chance.
O que que é isso?
Quando começa a receber homenagem, Paradox Music, é isso aí. Aí, ó, você é DJ?
Sim, é como hobby, né? Eu fiz curso com Iraí Campos, né?
Iraí Campos, Som das Pizzas, clássico. E você tocou onde?
Ah, eu toquei no Marcenaria, na Vila Madalena. Casas noturnas da Vila Olímpia também.
Marcos não saía de lá. Com o nosso querido, puta, como é que ele chamava? É, o puta merda, esqueci.
Tinha um balcão que as pessoas subiam, ficavam sem camisa, maravilhoso. Marcenaria, compadre.
É verdade.
Como era o nome do DJ lá?
Andrézinho. Andrézinho, grande DJ. Onde está o Andrézinho?
Cara, eu perdi contato com eles. Ele tava tocando e se afastou já.
Ah, por onde anda?
10 anos pra cá. É, ele fez o Caldeirão na época comigo e com o Gordo. Ah, é?
O Andrezinho era as noites paulistanas. Márvio Lúcio brilhou lá.
Facinhos.
Olha que legal. Wiki Pim. Som da Jovem Pan para você essa música maravilhosa.
2526456.
Lembra? Muito bem, muito bem.
Mas é isso, muito obrigado aí pela...
Quer mandar o alô pra alguém, meu querido?
Ah, pros meus amigos que tão assistindo, Todo mundo, obrigado aí por tudo. Tô procurando recolocação profissional, se alguém também puder me indicar, deixa meu LinkedIn.
Legal, ele é segurança e DJ, né?
Eu sou, na verdade, gestor na área de segurança corporativa. Então eu trabalho com gerenciamento de risco, compliance, investigações internas para grandes empresas, né, estrangeiras. Eu cheguei a trabalhar até na ESPN, sabe, Emílio, como supervisor de segurança.
Entendi. Segurança geral, né? É patrimonial e olhar vagabundo. É prevenção de perdas. Você sabe que outro dia o cara falou: eu não sou, eu não sou lixeiro, Emílio, eu sou gestor de resíduos.
Muito bom, cara, dá uma glamourizada.
Eu sou gestor de resíduos.
Cuida da segurança, DJ, pô. Sim, pode ficar na porta.
Importador de artigos suplétuos de segunda linha.
Mas se te contratar para o evento, você fica na Ele já te toca no final?
Não, ele põe a picape já na portaria.
Maravilhoso.
Confira a lista e já toca.
É bom, gosto.
Muito bem.
O importante é a gente receber a nossa audiência aqui. Quem gosta do programa, a gente fica muito feliz em ter tanta gente bacana nos acompanhando, porque às vezes a gente não percebe, tem tanta gente legal aqui no Pânico. Muito obrigado, cara. Você quer mandar o abraço para alguém?
Não, não é para minha mãe que tá assistindo, para todos.
Tá emocionado, cara?
Eu sou da área de comunicação também, formado em publicidade e propaganda.
Então para mim é muito bom tá vendo o trabalho de vocês aqui, de verdade.
Legal.
Você vai se decepcionar até as 2 da tarde. Fica tranquilo que até as 2 você se decepciona. Muito bem, dito isso, chegou o momento de falar de filmes. Vamos falar de séries. Porém, a nossa audiência agora é composta aposta por homens que estão carentes de filmes de heróis e homens sem camisa. Ai, gostei! Homens Kubanacan. Linhagem Geek com Homem-Aranha com a mobilidade de um Saci Pererê de patinete, André Alba. Ele gosta!
Linhagem Geek, Linhagem Geek, Linhagem Geek, José da Manga Geek. Ah, ah, ah, ah, Zé da Manga!
Eu fui informado que existe uma buzina com Zé da Manga.
Mentira!
Fizeram uma buzina, eu acho que já tá indo longe demais. Manda pra gente. É, eu acho que tá indo longe demais, mas eu acho que é mentira.
Mas me falaram.
Ah, o cara buzina o carro e... Saiu: "Ai, Zé da Manga!" Ah, isso é bom, meu Deus!
Então assim, eu acho que já estão indo longe demais, eu espero que seja mentira. Se não for, pode me mandar o vídeo pra gente confirmar.
Se não for, manda que eu compro.
Mas eu acho que é mentira, não é? Eu acho que não, as pessoas não vão chegar nesse nível. Mas se inscreva lá no canal da Aliagem Geek no YouTube, falta 5 mil, 5 mil para a gente chegar em 500 mil seguidores. Então conto com a sua inscrição lá. Hoje são as dicas do fim de semana. Já que estamos em clima esportivo da Copa do Mundo, tem um documentário excelente do Rafael Nadal na Netflix. Se você gosta de tênis ou se você gosta de esporte, né, porque a gente tá falando aqui de um atleta de alta performance, um dos maiores tenistas jogadores de todos os tempos.
É muito bom para você ver a disciplina, que tem aquele papo, né, aquele papo que a galera fica comparando Cristiano Ronaldo e o Messi, né. O Messi é o talento, Cristiano Ronaldo é esforço bruto. Não, não existe como você ter, chegar onde o Cristiano Ronaldo chegou só com esforço, né, só com esforço bruto. É, se fosse assim, todo mundo conseguiria. E assim, você mesmo com talento, você precisa de uma dedicação, você precisa querer ser o melhor, né.
Então E o Rafael Nadal, ele mostra muito da parte da mentalidade dele, como ele imaginou que chegaria lá na frente, depois que conquistou ali os grandes campeonatos. Se você gosta de esporte, do esportista, da disciplina, da superação, esse documentário chamado Rafa, né, na Netflix, é muito legal. Acho que tem 3 ou 4 episódios, mas quem gosta de tênis obviamente vai adorar.
Ele que chegou a ser jogador de futebol.
Sim.
Ele era um cara multi-esportes.
Piperno tá aqui.
Boa, Piperno!
Boa, Piperno!
É isso aí, o cara tá sem voz e quer falar.
Guarda a voz para fofoca na economia, tá legal.
Algum de vocês que fizer bullying aparecer atropelado.
Beleza, Benja.
Aparecer, pô, meu sonho de mergulho tá impossível.
Eu amo o Reginaldo.
Vai ser num acidente.
Por essa eu não esperava, hein, Reginaldo.
Perdão, gente.
Tranquilo.
Olha como massacraram o meu garoto. Vai, Brizola, dá uma segurada.
Vamos lá, sou um homem supersticioso. Vamos lá, não existe. Vamos lá, vamos continuar.
Eu volto no foco na economia.
Vamos seguir.
Agora tem um documentário, Emílio.
Você que gosta, eu adoro, suas dicas são ótimas.
Você que gosta, mas assim, é uma história muito pesada, do caso real, que chama Instinto Materno, na Netflix. Assim, é uma história, é a história real, você tem ali o depoimento das pessoas que viveram.
Que nem a Copa de 70, é tão real como a série Copa de 70.
Essa aí é a história real que aconteceu lá no Texas, é uma história muito louca de uma mulher que simplesmente falou que tava grávida E começou a fazer chá de revelação e tudo mais.
Eu vi.
E no final da história, um negócio muito louco, ela se aproximou de um casal que ela fez fotos ali no casamento, que a mulher tava grávida. O desfecho assim é um absurdo, mas você gosta dos fatos reais da vida e chocante, é um documentário assim que é pesado, mas aconteceu. Então você ver o instinto materno, a história real lá do que aconteceu no Texas, talvez seja do seu gosto. Qual que é a próxima, Bernardo, que eu tô por sua ordem, eu tô na sua ordem.
Ah, tá certo, a gente vai assistir o Toy Story, a gente vai assistir o Toy Story quarta-feira. É um bom filme, é um bom filme, é bem legal assim para você levar.
Não tem lacração, porque o último tinha, hein?
O último tinha, mas esse aí, então esse aí vai ser a discussão. Eu acho que não tem, É que a lacração agora tem várias camadas. Tem alguns que acreditam que tem, outros acham que não tem.
É que esse aí é a briga com a IA, não é?
Na minha parte, não, esse aí é claro, a criança ganha um tablet, né? E os bonecos, eles estão sendo superados pelo tempo. E aí tem aquela briga da tecnologia com os bonecos. A história é bem legal, é bem Toy Story mesmo, tem todas as características dos Toy Stories originais. Então se você gosta aí pra levar seu filho, seu sobrinho, seu neto, É uma boa pedida aí, só que apenas nos cinemas. Eu vi que teve umas tretas nos bastidores porque eles queriam deixar o Woody meio de lado, né?
Não, ele não ia ser tão protagonista. E aí uma galera não quis, então parece que trocaram acho que 3 roteiristas. É, você tem ali um novo arco, né? Porque tanto o Woody quanto o Buzz Lightyear, eles foram bem finalizados ali no terceiro. Aí tem o quarto, aí eles estão bem importantes ainda, são bem importantes, mas a protagonista segue sendo a Jessie, que também a protagonista é uma menininha, é uma menininha que branca com as bonecas, mas tem todo o mesmo, todo espírito ali do Toy Story.
Esse aqui é o próximo, que é o Viral Hit, que é japonês, que é japonês também, na Netflix. É o seguinte, Zuzu, acho que você vai gostar dessa história muito, porque o menino é o seguinte: ele tá na escola, ele apanha na escola, sofre bullying, ele apanha e é filmado ele apanhando. Só que aí ele começa a perceber que se ele apanhar filmando, ele consegue ganhar dinheiro. Então ele começa a ficar, ele começa a apanhar, treinar para apanhar para ganhar dinheiro na internet.
A gênio, velho! Então, só que aí ele treina e começa a entrar artes marciais no jogo. Delarys, você vai gostar desse aí, Delarys. Viral Hit da Netflix. É japonês, mas a história é bem interessante. E para você que tá procurando aí um filme de ação, um filme bem Clássico de ação, tem o Henry Cavill, tem o Jake Gyllenhaal, que eu acho que é essa pronúncia, né?
Isso.
Em Zona Cinzenta. Em Zona Cinzenta você tem uma equipe secreta, aquela é o clássico, vou até ler a sinopse, né? Em uma equipe secreta de agentes de elite embarca em uma missão para recuperar uma fortuna de 1 bilhão de dólares de um tirano implacável. Então é aquele clássico filme de ação, Em Zona Cinzenta, na Prime Video. Com o Henry Cavill, com o Jake Gyllenhaal. Você tá procurando uma tela quente legal, tá aí o filme, em Zona Cinzenta.
Boa!
Que mais?
É isso, acabou.
E o jogo do Brasil?
Jogo do Brasil 3 a 0 sem esforço. É o que eu espero.
Eu também.
Não existe, não existe.
Hoje eu não lavo, eu sou o único que trabalha doente aqui.
Ele disse que é o único que trabalha doente aqui.
É, boa, gordão. Ele disse que é meu doutor, tá fazendo dossiê para o processo.
E o doutor tá fazendo dossiê para o processo.
Que mais?
Acabou?
São 6 dicas, foi muito.
Então vamos.
Muito bem, vamos, vamos. Tem, já está lá fazer um breakzinho. Então eu vou fazer um pequeno break agora para nossa rede de rádio em todo o Brasil. Reginaldo, é sua. E agora eu vou para ele, ele que invadiu os Estados Unidos, o nosso repórter na Copa. Vamos ver se ele, provavelmente Miami hoje, onde está o Brasil.
Vai lá, meu fuzil!
Oferecimento United Parks, diversão com propósito para toda a família. 321 GO, sua agência de viagens, seu negócio de sucesso. E Vacância, espaço de uma casa. Com serviço de hotel. Aí sim, é aí que o Brasil vai jogar.
Então, milhão, é que Miami— boa tarde a todos vocês— Miami tá um pouco distante, né, umas 4 horas, 4 e pouco. Aí nós viemos, que aqui a gente tá, tem certeza, ó, montado com telão, vai ter banda daqui a pouco. Então, aí é que tá, tem coisas que a gente precisa manter os pés no chão mesmo, nos sonhos, né, Emelião? Aí o que acontece?
Não, eu quero saber se você tá em Miami.
Concentração.
Onde é que você tá? Vai vir no telão, tem aqui, pô. Telão do Vila Louca. Tem aqui, tem uma meia dúzia no prainha.
Aonde é aí, Brasil?
Eu tô nos Estados Unidos aqui, nós estamos no mall aqui. Na International Drive, aqui é um ponto aqui de concentração. Os americanos estão chegando, daqui a pouquinho tem jogo. E é o seguinte, olha que clima de Copa do Mundo! Daqui a pouco vai ter até show do Jairzinho hoje à noite aqui. E aí a torcida, ó, aí o João vai virar para lá, aí a torcida. Tem o pessoal da Fox aqui, tem o pessoal da Fox. Fala com o pessoal da Fox aqui, não tô entendendo é nada, mano. Hi man, how are you doing? Good, my friend.
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Thanks so much. Oh my friend, what's your name? My journalist, Fox journalist.
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O fuzil, os cara tem internet.
Onde aí? Os Estados Unidos joga hoje também? Os Estados Unidos joga hoje?
Estados Unidos joga contra Austrália, joga contra Austrália aqui, horário local 3 horas da tarde. Aí às 4 horas aqui eles não estão montando as banquinhas, aqui vai ter os produtos para vender. Então eles jogam às 3 horas, Emílio, aqui.
Então esse telão aí é para torcedor americano, né? Você tá enganando a gente.
Não, ele vai passar também.
Não tem nada de Brasil.
Acha alguma coisa?
Não, tem, vai passar depois, mas aí depois nós vamos também no jogo do Brasil, nós vamos procurar os— olha, todo aqui, ó, brasileiro. Cadê o brasileiro? Aqui, ó, aqui é um banco, um banco brasileiro, que eles vão vender serviços aqui.
Quanto tá o bonezinho?
Vai, go USA!
USA!
USA!
Vai ser preso.
Ele tem inclusive, velho, ele tem uma arma.
O Fufu, eu quero saber o preço do bonezinho ali, ó, bonezinho do Estados Unidos oficial. Não vem com um tailandês.
O que o Trump usa.
Eu quero o boné, aquele boné. Vamos ver quanto tá o preço do boné. Boa!
Itens da Copa do Mundo aqui, ó. Boné, US Soccer, United States, 45 dólares.
45 dólares vezes 6, 250 pau.
Águia aqui, a águia, o símbolo aqui, ó. 19,99.
Essa não é oficial, cara, hein?
Ó, Bonet de Orlando, falou o dono da confecção aí do Brasil. Aqui, ó, é o 25 dólares aqui, ó.
Não seja agressivo não. Que que é aí? É um banco? Que banco é esse aí? Que banco é esse aí?
O Inter. Ali é um brasileiro.
Banco brasileiro?
Banco Inter.
Ah, tem banco safra?
São montação brasileiro trabalhando aqui assistindo.
Pô, tá um desânimo lá, hein, também.
Tudo brasileiro trabalhando. Deixa eu te falar, por que esse desânimo, mano? Ninguém gosta de Copa do Mundo aqui. E aí tem que trabalhar até que hora?
Até meia-noite.
Meia-noite, parça.
Tô esperando o jogo do Brasil, né?
American Dream, American Dream. E aí vocês vão ficar entregando coisa para os brasileiros, né? Que brinde, que brinde!
Eu não, eu não vou assistir o jogo aqui não, vou assistir lá, fazer minha maquiagem.
Que que vocês estão dando aí, Emílio? Quer que eu levo para o Brasil? Que vocês estão dando de brinde aí?
Ó o gaúcho lá, ó, tá tudo na mala.
Pega um de cada para mim. Olha, pega um de cada. Quem disse que eu não ia trazer um jogador hoje no link, Emílio? Aí, ó.
Olha o gauchinho, esse aí também, hein? Tá desanimado esse gauchinho.
Tá vendo ele, né?
Esse aí é o antigo quando ele tava no Paraguai.
Vocês estão acompanhando o gaúcho? É assim, ó: o que que você tá achando do jogo?
Bom?
Isso, ele é monocelular. Tá ótimo? Me deu o bracinho lá. Ele é simpático.
Parece o Oscar, Emílio.
Tá bom, né, filho?
Maravilhoso.
Aí, ó, ó, tiozão.
Tá bom. E, ó, Emílio, daqui a pouco a gente tá na rua.
Aí fica na rua.
Aí, melhor, tô te levando, ó.
Deixa eu ver aqui, ó. Pô, gostei, ó. Ó, da hora!
E a gente tá do lado da casa, da casa de Ponta Cabeça, tá ligado, Morgadão? Do lado da casa de Ponta Cabeça, a gente tá ali na rua lá. De repente, no segundo link, a gente entra de lá. Se tiver, se o senhor quiser, meu paizão, nós estamos lá em busca do ambiente da Copa do Mundo.
Vai lá na casa de Ponta Cabeça, corre lá! Você foi aí para quê? Para ir no parque, né?
Foi, tá curtindo.
Nunca vi uma coisa, tá comprando vai usando, compra sempre um tênis novo.
Ô Fuzil, só uma dúvida, pode fumar aí?
Não, sabe o que que é? Pode, tranquilo. Mas aí também é um problema meu, porque é isso aí, é isso aí.
Deixa eu só perguntar uma coisa para você hoje.
Qual é? Que eu vim passear, mano.
É, eu tô vendo, pelo menos essa semana. Fuzil, qual é o palpite para o jogo de hoje?
Esse senhor, 4 a 0 hoje. E vou falar, Mister, mesmo ganhando vai arrumar um problema, porque ele não vai começar com o Hendrick, na minha opinião. O bicho é mais sisudo que eu não sei o quê, o bicho é pirracento. Hoje o Brasil vai vencer de 4 a 0, vai deslanchar, apesar do Haiti não ser essa baba que todos acham, mas vai vencer de 4 a 0. Mas você vai ver, o homem não vai começar com o Hendrick, ele vai querer provar para o povo brasileiro quem manda é ele.
E aí eu acho que já vai buscar um erro para vida dele que não precisava. My humilde opinion.
Muito bem, aí está o herói do Brasil com a cobertura da Copa do Mundo, a melhor, tudo completa. É claro, o cara fala: "A casé está indo bem." Vocês não viram o fuzil, TV? É profissionalismo do cara. Quem quer o Defante perto dele? O nosso herói do Brasil diretamente dos Estados Unidos. E agora, nossa atração de hoje.
Tração fantástica, o bicho pegando fogo, principalmente no Senado brasileiro. Aí você me pergunta, junto com o TP, quem vem hoje? Senador da República Rogério Marinho.
O Marinho todo mundo conhece, certo? É um dos mais atuantes senadores da República.
Perfeitamente.
E hoje, hoje, neste programa, prestem muita atenção, certo? Rogério Marinho irá formatar a chapa presidencial.
Perfeitamente. Mesmo porque lá ele está em Brasília e sabe os bastidores.
Aguardem, você que está nos tá acompanhando agora, você não adianta mudar de canal, não adianta ir para uma TV aberta, não adianta ir para CNN, a Globo News, não, ou as emissoras do SBToca, não adianta, porque aqui será formatada perfeito a chapa presidencial.
Quem é o presidente, quem é o vice, saberemos com o Rogério Marinho daqui a pouquinho aqui na programação da Jovem Pan.
Que mais temos?
O jornal, jornalzinho, só o dia O que é isso? É homenagem aí ao queridíssimo Reginaldo.
Reginaldo tá impossível, mas quem é isso?
Sobrancelha e saco ruim, é os cara meio de funk, os cara meio da favela.
Alô, mamãe!
Por que que eles falam assim?
O baiano, ele tem a energia que a gente não tem.
Zui, zuzu!
Tem necessidade de falar assim, né?
Você tá parecendo aquelas bonecas velhas com defeito.
Vai, vai, vamos trabalhar, vamos trabalhar, vamos trabalhar.
Nesse clima e nessa energia da Copa do Mundo, eu tô fazendo algumas curadorias aqui, principalmente sobre o que que vai acontecer com o Brasil, certo? Quais são os desafios e destaques desse jogo? A gente joga com o Haiti. Nós temos aí alguns jogadores, talvez você não conheça, se eu te falar o nome, que é— Diga, Dukenz Nazan, sabe quem é? Não, jogava no Teherã e ele é o principal nome do Haiti. O cara enfrentou, tava no momento da guerra entre Israel lá e a turma lá do Irã, teve que fugir da guerra.
E ele é o craque do Haiti. Lembrando que o Haiti, Albeta, fez uma campanha até agora na Copa do Mundo. Na estreia perdeu de 1 a 0 para Escócia, que é o próximo adversário do Brasil, e também sofreu uma pressão para manter o jogo até o final. A turma tá falando, é um jogo fácil? Interrogação. Hendrik vai entrar. Menino Ney já não foi nesse jogo, não vai no próximo? Pergunta dita é: Rafinha também é uma indecisão?
Por favor, né?
A turma não tem gostado do futebol nem do Rafinha. Foi cobrado, foi cobrado, você viu? E vocês viram a entrevista que fizeram com o míster, com Ancelotti? Perguntaram: míster, o Hendrik joga ou não?
Ele enrolou.
Mas possivelmente teremos 3 mudanças no jogo do Brasil Zuzu. E essa mudança pode ser o Hendrick. Diga lá, Betá.
Falando em pressão, Zuzu, lembrando que hoje tem Escócia e Marrocos antes do jogo do Brasil. Então, dependendo desse resultado, a pressão vai, vai para o Brasil, porque se tiver alguma vitória entre Escócia e Marrocos, aí o grupo já começa a ficar, já vai pedir essa vitória. Exato, ela assume a liderança. Essa vitória do Brasil, ela é imprescindível, mas o grupo pode ficar muito embolado aí dependendo do resultado da Escócia e Marrocos. Vou torcer para empatar.
Eu também.
Boa! Mas, ó, o Dukens joga bola, viu, meu? Joga, é bom. Tô falando sério, eu separei um vídeo. Eu acho que não pode mostrar porque a gente tem vários complais.
Pode, é do Haiti, não pega nada.
Não, ele joga bola. Olha o que esse cara joga de futebol.
Vocês não estão apostando?
Vocês não estão com medo? Olha o que ele joga. Dukens, ó, driblou 1, 2, 3, 4. Joga bola esse moleque.
É o Denny. Ai, puta, essa coisa aqui cai toda hora, bicho, esse negócio aqui. Olha, eu quero que vocês Atentem para um detalhe que às vezes as pessoas passa batido, não atentam. Eu não sei se isso é um presságio.
Olha lá, vem! Eu não gosto disso.
Eu não sei se isso é um presságio ou se é algo que a gente precisa analisar de uma maneira fria e calculista. Senhoras e senhores membros da mesa, perfeito. Analisem o seguinte: esta é a única partida da Copa do Mundo que será realizada em horário quebrado. Ei, 21:30. É verdade. Por quê?
Por quê?
Por quê? Porque é o que eu pergunto.
Ligar para Márcia Sensitiva.
É o que eu pergunto.
Perguntar para o Cazeres.
Então, então, todas são 16, então, então é 19, 21, 22. Jogos, este horário, no caso Brasil e Haiti, é o único jogo 21:30.
Boa, é para não atrapalhar o Globo Repórter.
Por quê? Por quê?
Por quê?
Mas aí vocês ficam lá, não tem muita graça.
O Ancelotti lá, ele tá sendo muito pressionado. Você sabe que se você lembrar das outras Copas, os técnicos no comecinho, Betta, tudo é maravilha. Se você lembrar, em 98, do velho e bolo, velho e bolo, velho e lobo zagalo, você lembra que ele brigou com a imprensa? Então assim, a turma agora tá confiando no Ancelotti e querem muito que o menino Hendrick jogue, e não tão gostando do Casemiro, muito menos do Rafinha.
Posso falar? O Emílio fez a pergunta, eu pesquisei aqui ao chat GPT qual o significado na numerologia para horário das 21:30. Algumas interpretações dizem que o 21 é um número associado a fechamento de ciclos, realização e conclusões de etapas. E o 30 pode ser visto como expansão, comunicação e criatividade. Então, somando todos esses números, o 2, 1, 3 e o 0 é 6, que é associado a equilíbrio, harmonia e responsabilidade. Talvez foi o fuzil, talvez o fuzil que sugeriu Exatamente.
Ou seja, saiu Rafinha, entrou o Hendrick.
Muito bem, que mais?
Não, eu trouxe informação que esse jogador, né, do Haiti, jogou no Irã. A notícia boa que me parece é que teve agora finalmente o cessar-fogo. A gente tava falando de Israel, mas agora foi anunciado, Emílio, o cessar-fogo entre Hezbollah lá no Líbano e Israel, pelo menos temporariamente. É um breaking news agora na sexta-feira. Cessar-fogo começa às 16 horas, horário de Brasólia. Vamos aguardar para que isso realmente aconteça, a tal da trégua entre esses países.
O Donald Trump, a gente sabe que assinou, né, a história lá do Iran, a negociação foi feita, mas não são flores só em Israel, porque um dos ministros israelenses lá de defesa falou que o Líbano não vai sobrar nada, aí vai ser tiro, porrada e bomba. Por enquanto existe ainda essa indecisão.
Muito bem, tem uma coisa muito interessante nesse programa Pânico, que é o seguinte, que é o momento de utilidade pública. Nesta programação, momento de utilidade pública. Olá, eu repito para vocês, temos aqui a Doutora Carolina, boa, que hoje presente. Muito obrigado, Doutora. E eu quero falar isso seguinte, porque chegou hoje às farmácias a mais esperada e mais comentada caneta azul da EMS. E como saúde é coisa séria, e esse programa é um programa sério, a gente vai falar sobre isso, porque a EMS é a maior e mais inovadora farmacêutica do Brasil, e você sabe.
E ela mandou aqui a presença da Doutora Carolina Janowski, que é endocrinologista, professora da Escola Paulista de Medicina e coordenadora do Ambulatório de Obesidade, para me ajudar a tirar as dúvidas de quem tá acompanhando a gente. É isso, não é, Doutora? Porque todo mundo só tá falando nisso, Doutora.
Eu acho, Emílio, prazer tá aqui, tá? E na verdade tem uma, tá vendo, uma mudança de paradigma aí nos últimos anos, nos últimos 10 anos, que todo mundo considerava que obesidade era uma questão de força de vontade, que a pessoa tinha que fechar a boca, começar a fazer mais exercício. E cada vez mais a ciência tá mostrando que na verdade é uma doença crônica recidivante, igual quem tem colesterol alto, igual quem Pessoa que tem pressão alta e o tratamento precisa ser contínuo, né?
Então a gente não tem que tratar como a gente tratava no passado, por um tempo como uma doença aguda, perdeu peso, para de tomar o remédio e aí continua a vida normal. Não acontece isso porque a pessoa volta a ganhar. Então todo mundo tá falando sobre essas canetas porque finalmente a gente tem um tratamento e consegue ser crônico, né? Que é um tratamento seguro que a gente consegue deixar esse paciente usando por muito tempo.
Muito legal você falou isso, né? Porque a gente tem, né, Tem muita polêmica em relação a isso, mas se é um medicamento seguro, como você disse, precisa de um acompanhamento médico também, Doutora?
Não, com certeza. É, obesidade, quando a gente está falando de doença, né, todas as doenças teoricamente precisariam de acompanhamento médico para ser acompanhado de uma forma correta, não só da parte médica do medicamento, mas também com exercício físico, com alimentação, porque não é um milagre, né? Então eu acho que é uma coisa que que vem mudando bastante, porque por enquanto, né, como a gente não tem muito acesso a medicação, essas medicações, quem tá pegando é mais o público com sócio, um nível socioeconômico mais alto, né, que às vezes não tem um quadro de obesidade tão grave.
Então ficou meio que com uma fama de ser uma caneta estética, né, e a gente sabe que não. Como tratamento médico é muito efetivo, tem benefícios muito além da perda de peso, né. Então não só a gente hoje, para tratar obesidade, a gente não guia só pelo peso, quanto que essa pessoa vai perder de peso, é mais se vai prevenir doença cardiovascular no câncer futuro, você vai prevenir diabetes, né, se diminui a gordura no fígado. Então acho que tem o acompanhamento médico, tem que ver tudo isso além só de peso ali na balança.
Olha, eu nunca vi um medicamento com tanta curiosidade, não é, Doutora? Por que que tão falando tanto da caneta? Que tem o qual é o essa, né? Porque todo mundo pegou, né?
Sim, porque na verdade é isso, a como antigamente a gente não, como a gente tratava obesidade antigamente, a gente dava anfetamina coisas para acelerar o metabolismo, para pessoa, né, ter esse metabolismo acelerado, perder peso. Mas não era um medicamento que a gente conseguia deixar a longo prazo, né, porque tinha risco de arritmia, tinha risco de osteoporose. Então, com o lançamento dessas canetas, dessas medicações, são análogos GLP-1, a gente está simulando um hormônio que a gente tem no intestino naturalmente, mas que o nosso corpo destrói muito rapidamente.
Então, quando a gente come, a gente libera esse hormônio que é o GLP-1, né, para falar para o corpo que tá saciado, Mas a gente evoluiu como ser humano, né, na evolução natural, porque a gente tem capacidade de reservar energia. Então quando esse GLP-1 é liberado no corpo, vem uma enzima que quebra ele rápido. Então a gente perde essa sensação de saciedade e continua comendo. Então a gente não tem um controle muito bom. E quando a pessoa tem obesidade ou diabetes tipo 2, esse controle é pior ainda. Então eles criaram um medicamento praticamente igual.
O tratamento, né?
Exatamente.
Oi, gente, tudo bom? Que bacana!
Posso chamar para conversa aqui?
Claro, pode chamar!
Passar a palavra para a Thaís, que é diretora de marketing da EMS.
Doutora Thaís também, a nossa do marketing, diretora do marketing.
Thaís, é uma revolução, um momento muito especial para a indústria brasileira. Eu queria que você contasse para a gente como é que foi essa empreitada da EMS.
Olha, primeiro, é uma honra representar a EMS e tanta gente que participou desse projeto, que desenvolveu isso com tanto carinho, afinco, e disruptando de fato a indústria farmacêutica nacional. A gente está diante de um momento histórico para a saúde nacional, para a saúde brasileira. A IMS nos últimos 60 anos sempre se colocou no lugar de pioneirismo, sempre quebrou um pouco da narrativa das medicações que não chegavam a todas as pessoas e aqui não vai ser diferente.
Aqui enquanto empresa, como indústria farmacêutica que é líder do mercado, a gente tem por ambição levar esse tratamento para quem precisa. Conforme a Doutora Carol trouxe há pouco, ainda é restrito, ainda é para pouca gente e o que a gente quer fazer que precisa de fato é mudar esse cenário. Então é uma empresa que por vocação pesquisou, desenvolveu, conectou o mundo, produziu, vai entregar com excelência, com qualidade e vai chegar quem precisa, especialmente.
Democratizou, né?
É isso aí.
Ô, Doutora, a senhora sabe que internet transforma tudo em milagre, né? Então a gente quer saber o seguinte: o que as pessoas precisam entender agora sobre esse tratamento que você acabou de falar? O que a galera precisa entender sobre isso?
É, eu acho que a primeira coisa são as medicações, né?
Então, a princípio, essas medicações, elas são para quem tem um quadro de obesidade, que seria aquele índice de massa corpórea acima de 30 ou acima de 27, com alguma outra comorbidade. Então, colesterol alto, pressão alta, apneia do sono. Então, essas pessoas teriam indicação. Outros casos, daí fica com o médico, né, de avaliar particularmente cada um para ver se tem indicação ou não. E quando tá perdendo peso, é importante ver se não tá perdendo também muita massa Não é um milagre, porque tem muita gente que começa a tomar medicação e aí perde só músculo, né, porque nem tem tanta gordura assim.
E aí a gente sai de um problema que é a obesidade e vai para outro problema que seria a sarcopenia, né, que é ficar com pouco músculo, daí perde força muscular e para o envelhecimento isso é muito ruim. Então não é um milagre, né, é isso. Tem muito paciente que chega achando que vai começar a tomar e daí em 1, 2 semanas já vai estar bem magro. Não é assim que funciona, né. Tem efeitos colaterais, lógico, né, como toda medicação existe efeitos Mas quando vai ser, quando é feito um acompanhamento médico adequado, usando a medicação, né, fazendo a titulação da dose, tendo esse acompanhamento multidisciplinar, ele dá certo, né?
E aí tem que pensar que vai ser um tratamento no mínimo de longo prazo, se não for de uso contínuo.
Muito bom. Então a pergunta que todo mundo faz, que é: quem pode usar esse medicamento?
Então, quem pode usar esse medicamento, quem deveria usar esse medicamento, são as pessoas que têm obesidade, IMC acima de 30, ou IMC ACIMA de 27 com alguma outra doença. Quem não pode, boa, quem não pode usar de jeito nenhum, né, porque ainda não tem estudos que liberam para essas pessoas, são gestantes, né. Então enquanto tá gestante, amamentando também ainda não tem estudo, porque a gente não sabe se essa medicação passa, né, pelo leite.
E um tipo muito raro de câncer de tireoide, que é um tipo específico que chama medular, que é bem raro mesmo, mas que também pela bula tem contraindicação.
Medicação.
Das outras doenças, né, se a pessoa tem outra doença, é outra comorbidade, daí lógico vai conversar com o médico para ver se pode usar ou não, mas na grande maioria dos casos está liberado.
Muito bem. Agora vou perguntar para Thaís, se você me permitir, minha querida Thaís. É o seguinte, a gente vê aqui e acompanhou pelas notícias que saíram, né, que a OMS vem investindo pesado em inovação nos últimos anos, né, e esse é um deles. E eu quero saber o seguinte, o que que esse lançamento representa para a companhia, o que representa para a EMS?
Excelente, acho que é um divisor de águas enquanto a gente fala de saúde no ambiente Brasil e nada na indústria farmacêutica é de curto prazo. O que acontece aqui é o resultado de mais de uma década de dedicação, de pesquisa e de investimento para que hoje o Brasil e a EMS possa favorecer essas milhares de pessoas e que reposiciona de fato o Brasil na escala global. Eu acho que o que a gente está fazendo aqui é mostrar a força que o Brasil tem, a potência que o Brasil tem em em tecnologia para tangibilizar um produto como esse que vai chegar para mais pessoas.
Então, eu diria que a vocação da EMS está no seu pleno exercício. É de fato o presente, é a materialização de um trabalho de longo prazo que não para, que a gente continua investindo, continua fazendo tecnologia para trazer sempre as melhores medicações para o Brasil.
Boa! Faltou alguma coisa, Zuzi?
Ah, eu queria aproveitar para a Doutora, tem muito mito, né? Tem a turma fala no consultório, quais são os maiores mitos que a turma pergunta em relação ao tratamento.
É, eu acho que o primeiro mito é que ele faz o trabalho todo sozinho, né? Então eu vou tomar, eu vou usar caneta e vou emagrecer sozinho. Não, né? Você pode até perder peso, mas talvez não seja uma perda de peso com qualidade, né, que é a perda do tecido adiposo, né, da gordura só e não da massa magra. Outros mitos que tem, e isso é engraçado, que é a obesidade, ela tem um estigma tão grande que o paciente que tem obesidade ele tem preconceito preconceito contra o tratamento.
É verdade.
Porque ele sempre acha que é culpa dele, né? Então isso ficou tão intrínseco pra pessoa. E aí a pessoa que precisa do tratamento ela fica com medo que vai ter muito efeito colateral, que vai ficar só vomitando, que não vai conseguir comer. E no fundo tem que ser tudo explicado, porque um paciente que chegou num quadro desse é uma pessoa que gosta de comer, lógico, né? Ela gosta e ela come muito. Então quando você tira esse prazer dela, porque você diminuiu o apetite, a gente, né, você aumenta a saciedade, é algo que a gente tem que trabalhar também, né, da saúde mental, para ver se essa pessoa não vai para algum outro tipo de vício ou entrar em depressão.
Então é por isso que todo esse tratamento tem que ser de longo prazo, tem que ser bem lento, né, a titulação, para não ser uma mudança brusca de uma hora para outra. Mas acho que o principal mito é isso, que a caneta sozinha resolve todos os problemas, né, e não é.
Muito bacana, papo muito bom. Acho que deu Posso passar? Vocês têm rede social? Você tem, doutora? Põe da doutora a rede social da doutora. Qual é a sua rede social?
Tá aí, ó.
Doutora Carolina Janowski. É difícil, não é, para turma? Eu vou soletrar para vocês. Volta aí, né? DRA. DRA de doutora. Carol Janowski. E Janowski é Tá com SKY no final. E a sua?
A minha é Thaís Nania.
Thaís Nania também, assim, normalmente, mas tô lá pelo Instagram também. Instagram também é Thaís Nania, @thaiznania, @thaiznania, que é a rede social da querida Thaís da EMS, que tá conversando com a gente. E a doutora também. Pô, muito obrigado vocês terem vindo. É um assunto de que tá todo mundo falando e a gente explicou mais um pouquinho Emiliano, espero que vocês voltem mais uma vez aqui no programa Pânico para dar essa informação.
Muito obrigado, viu, Doutor?
Obrigado, Thaís.
Boa caneta azul, tem um QR code para turma se informar, né, Emiliano?
Quem quiser, quem quer, tem um QR code. Ah, tem um QR code na tela?
Por favor, novamente.
Aí, ó, tem um QR code na tela e consulte seu médico, obviamente.
Boa.
Dito isso, eu vou fazer um break, eu vou fazer um break do Reginaldo. O Reginaldo tá magrinho, né?
Regi Magro. Regi Magro, canetinha azul.
Muito bem. Agora sabe para onde eu vou? Eu vou para ele, para o meu herói, o meu herói do Brasil.
Todos querem.
Onde está ele? Olá, ele tá, ele tá na, aí, aí é Orlando, é aquela casa aqui, não, é aquela International Drive aí, é a International Drive, é onde você fuma, né? É o point, fumo embaixo da casa, fumo de ponta cabeça.
Ô Mi, deixa eu te falar um bagulho para você, Mi. Você sabe que às vezes a gente entende muito brasileiro que fica aqui e tal, aí você fala, ah, vou para o meu irmão e tal, você fala uma forminha carinhosa. Dá mó saudade de vocês, mano, aí dá mó carência, né, quando a gente fica longe das pessoas que a gente ama, né, irmão. Aí a gente tá aqui mostrando o clima da Copa do Mundo, Estados Unidos aqui, Copa do Mundo México, Canadá, Estados Unidos.
A gente tá na International Drive, podemos falar que é a nossa Avenida Paulista, o Joãozinho vai andar. Aqui a casa de ponta-cabeça, né, que reflete muito a nossa situação. A gente infelizmente está com tudo virado para baixo, né, Emílio? E a gente fica buscando aqui, ó, você não vê torcedor com a camisa de clube, você não vê com nada. O pessoal nesse calor não sai de casa, ninguém vai gritar gol. Aí vamos esperar para atravessar para não ser preso, né, Emílio?
É isso aí, Fuzil. Olha o asfalto lindo, hein? Olha, não, dá uma olhada no asfalto, porque parece cotia. É assim, parece o asfalto da Rua do Sâmia, assim, lá na Estrada do Capuava. É que o pessoal dos Estados Unidos, eles vêm lá, eles vão para Cotia para ver qual é a base do asfalto, e aí eles replicam lá. Olha, dá só uma olhada na qualidade. Eles copiam aí nos Estados Unidos a nossa, o nosso asfalto.
E o ônibus espera o pedestre passar. É uma coisa estranha aqui, absurda. O ônibus espera o pedestre acabar de passar andar para poder virar. Os carros esperam, né, com uma certa distância. Aqui você não vê igual na Avenida Paulista, aquelas bicicletas atropelando todo mundo, né? Olha aí, é uma coisa que graças a Deus eles copiaram do Brasil, né? Todo mundo viva numa certa ordem, né? Não, você vê muita sujeira mesmo aqui, ó, muita imundície, ó.
Você vê tudo sujeira, bituca de cigarro, é um lixo espalhado, velho. E o farol também é 3 dias, que aí vamos, let's go!
O Fuzil, onde é que você vai assistir o jogo do Brasil hoje? Oi, onde você vai assistir?
Boteco do Manolo. Hoje estaremos no Boteco do Manolo, lá na International Drive. Aliás, a Casa Jovem Pan fica todo convite, todo mundo lá. A gente vai fazer uma materiazinha lá também. Então você que é brasileiro, que quiser assistir o jogo, vai estar lá em boa companhia de outros brasileiros. Depois rola um pagodinho.
Pode tirar foto com vocês. Vozinha, até a voz da Thalia, meu.
É Neymar.
Neymar é guapo.
É famosa ela? O que que ela faz lá na Espanha? Ó, uma pizzinha uma hora dessa também, viva a luta, né?
Nossa, marca a cabeça dela.
Meu Deus, velho, virou morgado.
Pega o Insta, pega o Insta.
Eu peguei, ela já falou: Oi, tá bom, eu vou ligar para tua mulher, hein?
Ela não sabe que você tá fazendo.
Eu vou ligar para tua mulher.
Fazendo o job, né, Fuzil?
Você foi aí, ó, deixa eu falar.
Você disse que tinha o contato com o pessoal da CBF, que você tava com as credenciais, que você tinha um esquema Neymar, e eu não vi até agora o esquema. Eu falar com o Neymar até agora, falou que era chapa do Neymar.
Não, eu vou te explicar, era parça. Isso não é parça, somos parça. É que o negócio é o seguinte, eu tenho meus contatos fortes, que até alguns eu passei para o Pilhado e tal, em Miami. Miami arrebenta. Em Miami tem uns cara, mano, que tem a cópia da chave. A gente já tá com credencial, Em Miami, Emílio, você vai ver o que que nós vamos mandar naquela cidade. Se bobear, eu até pego a camisa das mãos do Neymar autografado direto para você, Emelião Santista. Neymar lá, nós manda, hein? Quem é?
Quem é que tá aí, ó? Que torcida é essa?
Ó o gordaço, ó o puta gordinho!
Espera aí, cuidado.
Scotland, yes. In the next game against Brazil, what do you think?
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Muito bem, aí estão os escoceses. Muito legal, tá bem avulso, hein, Fuzil? Mas o lugar é lindo, hein? É aquela casa de ponta-cabeça. Vamos lá, vamos fazer aqui, ó, rapidinho, que o nosso— chegou o nosso convidado. Eu vou fazer o convidado. Você quer ficar no get-get aí, porra? Marinho tá aí, ó. Daqui a pouquinho, Marinho, 5 minutos. Põe no relógio aí, 5 minutos. Vamos falar com a gente do Magnésio 5.0, que é latado aqui, ó, com a presente especial. Quanto você tem hoje no estoque?
Temos 500 hoje. Hoje é o dia do—
você viu que os outros vão fazer um relâmpago agora? Vamos fazer relâmpago agora, hein, para o jogo. 500 no estoque, são 500 camisas, que é um presente para você que tá nos acompanhando, para que, ó, oficial do Brasil, para quem aproveitar essa promoção. Esse é o produto número 1, é o Magnésio número 1 do mercado, todo mundo já conhece, é o Magnésio da Lirius. E esse preço que ele vai fazer para você com esse presente, ele faz porque ele não tem intermediário, é direto da Lirius que vai para você pelo telefone. Só tem no telefone hoje 500 unidades, 0800-787-9999. É isso aí, só 500, só 500.
E ainda vou acrescentar nesse presente maravilhoso, que é a camisa oficial do Brasil, vou acrescentar um pote da creatina. Então Corre pro telefone 0800-787-9999. Vamos fazer rapidinho aqui uma explicação por que que você precisa usar esse suplemento. Tem vários suplementos, tem muitas opções, mas por que que o magnésio, se tivesse que escolher para tomar só um, Emílio, por quê? Só um suplemento, esse é o suplemento ideal porque ele ajuda o seu organismo na absorção de outros nutrientes, outros minerais.
Então veja bem, se você é uma dessas pessoas que vive reclamando: 'Ai, eu tenho muitas dores de cabeça, eu tenho dores musculares todos os dias, dói o meu joelho, dói as costas, tem dificuldade de dar uma— não dá nem para espreguiçar de manhã, vai espreguiçar começa com cãibra.' Faça o uso, faça uma experiência de você usar o melhor suplemento do Brasil. Apenas 2 cápsulas à noite, não tem que lembrar de tomar de manhã, de de tarde, de noite, nada disso.
Só toma duas cápsulas uma vez ao dia, só isso. Vai, anota para você ver. Em 7 dias você passa a dormir muito bem, a sua ansiedade faz assim, ó, desacelera.
Impressionante.
Você, e isso é o resultado impressionante, todo mundo que usa fala. E quando chega no dia seguinte, você tem energia, disposição, bom humor, porque vai ter disposição, a saúde para você. É essa diferença.
E é bom você tomar à noite porque relaxa o músculo, você dorme muito melhor.. E aí funciona muito bem. Então tome sempre à noite as duas cápsulas, que é o que você precisa durante o dia.
Você tá tomando quanto tempo, mais ou menos?
Eu tô tomando desde que começou a anunciar, não sei quanto tempo faz.
É muito bom, pode ir sem medo, todo dia, todo dia.
Os meus xará aqui também toma.
Eu amo, cara, obrigado.
Toma todo dia, a gente recomenda para os amigos, todo mundo pergunta, eles falam: não, funciona mesmo.
A promoção hoje é o seguinte: 0800-787-9999. O Magnésio hoje tem 500 camisas, 500 camisas, e também uma creatina vai levar. 500 camisas oficiais do Brasil para você agora. Só vale no telefone, não vale o QR code não. Tem o QR code aí, mas não vale, tem que ser rápido.
Que que é?
Ah, sim, claro. Liga agora, 0800-787-9999.
Divide, parcela, frete grátis para todo o Brasil. Se quiser parcela, é isso aí. Ó, essa aqui eu já ganhei a minha hoje. Falei, ah, hoje eu vou apresentar usando Camisa boa, é isso aí, show!
É isso aí, bicho! A dele é diferente. Ah, essa é de jogador? Ah, essa é do jogador? Essa é que o jogador joga no campo. E essa é da torcida?
Essa aqui é oficial da torcida. Isso é presente para você. Olha a qualidade, bonita, hein? Você viu esse selo aí, Vai Brasa, Emílio? Que da hora!
Muito bem, então liga lá agora, senão você vai ficar sem. 0800-787-9999. Peça o magnésio, mas peça o da Lirius. Esse é o the best.
Vai, Brasil, é hoje, hein?
Solta a vinheta que chegou o nosso convidado aí.
Solta o programa de hoje.
Ele é made in Rio Grande do Norte.
Vamos trabalhar lutar muito para tentar preservar esse legado que é importante para o Brasil.
Já foi vereador, deputado federal, ministro, e hoje ocupa uma bela cadeira no Senado Nacional.
Importante que isso fique claro para a população brasileira. É verdade.
Um dos nomes fortes da oposição.
Palmas para Rogério Marinho! Esse aqui é bom, hein? Que é aquele senador sério, isso, sem gracinha, é político sério, sem firula. Eu sempre gostei de político sério. Tem muito político que gosta de fazer um oba-oba, fazer festa, fazer não sei o quê. O Marinho é um cara sério e hoje ele vai fazer a chapa presidencial aqui, isso aí, porque ele manda no barato, certo, Marinho? Ou não? Como é que você tá? Tranquilo?
Bem tranquilo.
É, tenho te acompanhado lá.
Tá fazendo 6 por 1.
É, o 6 por 1. Você sabe que eu acho que esse problema do 6 por 1 não foi explicado muito para a população a consequência disso, o que isso iria acontecer, se tá sendo votado, né, agora. O que iria acontecer na vida da pessoa se esse 6 por 1 for aprovado?
Bom, obrigado pela oportunidade. Acho que a gente está conversando aqui num programa que tem uma particularidade: a gente consegue atingir um público que normalmente não assiste programas mais convencionais, né? E é necessário que essas pessoas tenham oportunidade, tenham oportunidade de conhecer um assunto tão importante como esse, que impacta a sociedade como um todo, né? O governo está tentando implementar agora o fim da escala 6x1, e ao mesmo tempo propõe uma jornada de 40 horas.
Não tem dificuldade de se discutir redução de jornada, né, apesar de achar que você reduzir jornada, qualquer lugar do mundo passa por aumento de produtividade, capacitação e qualificação de mão de obra, inovação tecnológica, mas o governo, no afã de se eleger, está empurrando uma pauta de goela abaixo, sem medir as consequências desse processo. E o grande problema nem sequer é a jornada, é a escala. Ele está instituindo uma única escala, que é a 5x2, dentro da Constituição.
Nós temos 2.740 atividades laborais no Brasil, de acordo com o Ministério do Trabalho. Então, uma única escala para esse conjunto de atividades, ela não é possível de ser implementada. Basta verificar aqui a atividade dos cinegrafistas, né? Então eles têm um estilo de trabalhar, uma forma de trabalhar que é diferente de quem é apresentador de programa de televisão, de quem é assessorista do elevador que chega aqui até a Jovem Pan, de quem trabalha no hospital, de quem trabalha no ônibus, de quem trabalha como segurança.
Então são atividades distintas que necessariamente não podem ter a mesma escala. E o governo está estabelecendo isso e constitucionalizando isso como se nós pudéssemos tratar os desiguais de forma igual. Então é absolutamente liviano a forma como essa discussão está acontecendo, interdito o debate, é feita por palavras de ordem. E um fato concreto é que o próprio governo não está tão interessado em que isso aconteça porque sabe a caca que—
Tirar a emergência, né? Tirar da emergência.
Eles sabem, ele quer o discurso para fazer, para ganhar voto, é para ganhar voto e iludir a população. É o picanha 2, né?
É o picanha 2, é trabalhar menos e ganhar mais, mas que na hora do vamos ver não vai.
Na picanha foi a mesma coisa, vai tomar cervejinha e comer picanha. 60, 70% de inflação para gênero de primeira necessidade, carne, arroz, feijão, café e 23 -24% de valorização do salário mínimo. Então quem vai ao supermercado constata que está levando menos produtos para casa com mais dinheiro no bolso. Então perdeu o poder de compra. Se você promete às pessoas que vai pagar a mesma quantidade de dinheiro e você vai trabalhar menos, todo mundo vai querer, é óbvio.
O que o governo não está dizendo quais são as consequências. O empresário vai passar o custo dessa situação para o preço do produto e do serviço. Vai aumentar a precarização, a informalidade, as empresas vão tentar fugir dessa situação, vai diminuir a massa salarial porque os empresários vão contratar pessoas com menor remuneração e demitir os mais bem remunerados, vai aumentar a automação. Então você vai ter uma série de problemas que não são discutidos porque o governo não tá interessado em discutir, tá interessado em ganhar votos, iludir a população no golpe da picanha à noite.
E qual é a proposta da oposição? Então, qual é a proposta de vocês?
Nós fizemos uma provocação, Emílio. Nós propusemos o que na verdade já tá estratificado e consolidado na própria reforma trabalhista, que é a jornada flexível. Ou seja, você discute com de que forma você quer trabalhar, o que é melhor para você. A hora trabalhada, onde você, ao invés de trabalhar uma série de 8 horas por dia, você pode dizer: olha, vou trabalhar 8 horas hoje, 6 horas amanhã, 4 horas um dia seguinte, e você recebe de forma proporcional sem perder nenhum direito, porque tá tudo na Constituição, férias, décimo terceiro, etc., e a livre negociação.
Porque todos esses conceitos foram retirados com a proposta que o governo tá querendo implementar, né? Você, a única coisa é importante dizer, o único item que a reforma trabalhista consensualizou, ou seja, que os trabalhadores, empregadores e governo concordou, foi que o que era negociar o empregado preponderasse sobre o legislado, fosse mais importante do que está na legislação com o rol exaustivo. E o governo está acabando com isso.
Tem 40 a 38 mil acordos ou convenções coletivas por ano que tratam justamente da questão da jornada. Isso acontece todos os anos e com essa mudança que o governo está propondo vai acabar com isso.
Porque tem muito acordo já, né? Tem muita categoria que faz o acordo Muito bem, mas temos aqui a presença encantadora da Jess. Você conhece a Jess? A Jess, ela é campeã mundial de debate. Não queira nem querer invicta um debatezinho com ela, porque ela tem todos os argumentos e você vai se ferrar.
Nunca passa frio.
Você tem pergunta, minha querida Jess?
Tenho, muito obrigada, um prazer sempre estar aqui. Senador, o presidente do Senado, né, Davi Alcolumbre, ele O PL parece ser um empecilho em razões políticas para que o governo avance na pauta do fim da escala 6 por 1. Como que tá essa articulação do PL, partido do senhor, em relação a isso?
E qual que é a sua leitura sobre quais serão os próximos passos do presidente Davi Alcolumbre, que até cancelou ontem a sessão conjunta aí de última hora, coincidentemente no dia que houve a situação aí da operação contra o senador Olha, o que a gente pediu ao presidente do Senado foi que ele cumprisse o regimento, como nós implementamos, ou ingressamos, desculpe, com o nosso projeto primeiro do que o projeto do governo, que o do governo fosse apensado ao nosso para que houvesse discussão.
Foi o que pedimos a ele e que houvesse um debate, né? Eu vou dar aqui 3 exemplos rápidos para a população entender porque isso não pode ser implementado. Quando o governo disse que a escala é 5 por 2, multiplica 24 horas por 5, dá 120 horas por semana, tá? A jornada de 12 por 36, quase 5 milhões e meio de trabalhadores fazem 12 por 36, é um tranche numa semana de 3 ciclos e na semana seguinte de 4 ciclos. Então a média de 3 ciclos e meio a cada 15 dias.
Um ciclo são 48 horas, são 12 mais 36 de descanso. 3 ciclos são 144 A roda grande não cabe na pequena. Então, 144 horas, se o governo disser que são 120 horas por semana, acabou 12 por 36. O que é que isso vai significar de forma concreta na vida do trabalhador, da sociedade brasileira? Quem é que tem condomínio aqui, ou condomínio na sua residência, ou condomínio comercial, vai aumentar em 20 a 25% o custo do condomínio. Sim, mas os contratos de— pega aí o contrato da medicina complementar, quem tem um seu plano de saúde vai aumentar de 20 a 25%, o custo do seu plano de saúde, né?
Prefeituras que contratam serviços terceirizados e que tem ação na área de lixo, de varrição, vai ter que dobrar o IPTU, aumentar pelo menos em 50% o IPTU, né? Ontem nós recebemos um estudo feito pelo Sebastião Melo, que é o presidente dessa associação, que é o prefeito de Porto Alegre. 35 bilhões a mais por ano os municípios, as prefeituras vão ter que gastar. Eles estimam que vão ter que gastar em torno de 60% do IPTU pelo turno, né, pelo turno do trabalhador, porque vão ter que aumentar o número de trabalhadores para cumprir essa determinação do governo de escala.
O governo é tão irresponsável que não existe na literatura mundial um único país do mundo que tenha colocado na mesma lei escala e jornada, porque é inexecuível, não é possível ser colocado em prática. Imagine que você é o aeroviário, ele entra no avião aqui no Brasil, aquela tripulação, as aeromoças e os pilotos vão aqui de São Paulo para, sei lá, para Paris, 14 horas de viagem, 13 horas de viagem. Quando chega na altura ali de Portugal, você tem que abrir a porta do avião e botar o pessoal de paraquedas para fora, porque é 8 horas mais 2 horas.
Exato.
Pega aí a Petrobras, 14 por 21, 14 dias trabalhando, 21. Como é que você resolve isso com a jornada de 5 por 2? Pegue um barco que faz pesca artesanal. Ele sai numa madrugada de manhã e volta na madrugada do dia seguinte. Então você apitar uma boia, dizer: amigo, 8 horas com duas extraordinárias, desce aí na boia aí, sai do barco.
Então, mas por que que ninguém explicou isso?
O governo não tá permitindo debate, é palavra de ordem. Quem é contra 7.0 é contra o trabalhador. É aquele velho discurso de internet.
É a picanha, é prometer coisa boa trabalhador. E no final das contas vai virar essa lambança aí que ele tá falando.
Ninguém tá dizendo que vai aumentar a inflação, vai aumentar, vai diminuir nossa competitividade, vai aumentar a informalidade, vai aumentar a precarização, vai aumentar o custo, vai dar desemprego, etc.
Porque o cara manda o mais antigo que tá recebendo talvez o teto e contrata os outros que mais barato.
Gordão tá bravo, viu?
Gordão tem muito funcionário.
Gordão tá bravo, cozinheiro.
Que coisa, hein, Marinho? Que coisa isso aí, hein?
Bom, e agora nós estamos trabalhando para que haja finalmente debate a respeito do tema, né? Eu acredito que é muita gente entendeu a enormidade do prejuízo que isso vai causar à sociedade brasileira. E a própria provocação feita ao presidente do Congresso Nacional foi que ele tivesse o cuidado de permitir que o debate ocorresse, que caso nós temos que votar o projeto, que aconteça fez o processo eleitoral, para evitar essa contaminação.
Mas tem um jogo muito cruel no Senado, principalmente para o senhor Davi Alcolumbre, onde ele negocia as pautas, né, a benefício próprio. A gente tem duas polêmicas, três sequenciais: CPMI do INSS, tem agora o senhor Jax Wagner, tem a reportagem da revista Veja que fala que ele supostamente recebeu 30 milhões de dólares lá fora. Como é que a gente faz a pauta do Senado passar? Porque sempre ela é barrada por algum interesse. E sabe o que que ele O que ele faz quando tem alguma coisa?
Ele vai lá e negocia com o governo. Aí a gente fica totalmente refém. O político que tá lá trabalhando para gente, ele não faz absolutamente nada.
Até uma hora, Daniel, que hoje eu tava mais cedo conversando com o Perus, você da imprensa, e perguntaram: olha, isso não é ruim para campanha do Flávio, já que você é o coordenador da campanha e você tá discutindo um tema que aparentemente a população abraçou? Ele disse: olha, eu fico preocupado preocupado com a forma como esse assunto é colocado. Imagine que alguém chegue para você e diz: olha, você quer trabalhar menos e ganhar a mesma coisa?
Opa, você já tá induzindo a resposta. Aí o Datafolha deu 71%, aí a minha pergunta é: como é que vive esses 29%? Como é que eles se reproduzem? Onde é que eles habitam? Quais são os hábitos dessas pessoas? Porque qualquer um diria: claro, é evidente. A pessoa não perguntou o seguinte: olha, dessa forma vai haver inflação, Vai haver desemprego, vai haver precarização, vai haver informalidade. Então ninguém tá discutindo a consequência deste processo.
Então nesse caso específico é importante que o parlamentar tenha, desculpe assim, um pouco mais de coragem para fazer a discussão do tema sem temer a consequência do processo. Eu entendo o espírito de sobrevivência que o parlamento tem da classe política. Dois terços do Senado vai renovar o praticamente, praticamente, então, com a totalidade da Câmara dos Deputados. E isso gera uma dificuldade de se fazer o debate com a racionalidade que o debate exige.
Por isso que a gente pede que esse debate aconteça de fato após o período eleitoral. Os assuntos que você tratou aí, você veja a questão do INSS. Olha, o INSS hoje são, se eu não estou enganado, quase R$1 trilhão. É um número tão alto, tão absurdo, tão tão grande que há uma dificuldade de se compreender a dimensão do que é o sistema previdenciário brasileiro. Então, o orçamento lá tá R$1 trilhão. Na área de assistência são R$300 bilhões, que é LOA e BPC.
Então, R$1,3 trilhões de reais. Então, o que é que tá acontecendo com o Brasil? Ninguém discute, por exemplo, a necessidade de termos mecanismos, primeiro de prevenção, prevenção de fraude. Nós fizemos isso no início da nossa administração. Todas as mecânicas foram colocadas por terra, né? Então tudo que foi feito no sentido de evitar que a fraude ocorresse, porque os gargalos existem, mas os buracos são evidentes. Você tem 30 ou 40 anos de observação, você sabe onde escoa o dinheiro público.
Então se você tapa um buraco ali, o bandido vai buscar um outro buraco, né? É uma espécie botim ali que está à disposição, tá exposto, né? Então o governo tem que estar vigilante, tem que tentar criar dificuldades. O governo do PT colocou abaixo todos esses mecanismos, todos esses mecanismos. Então há um crescimento geométrico e desordenado e não se busca melhorar a aplicação da lei. Ninguém quer desproteger a classe mais menos favorecida, ninguém quer retirar direito das pessoas que pagaram a sua vida vida inteira para ter direito a uma previdência.
Agora, não dá para ter um sistema em que os buracos são evidentes, as fraudes são perpetuadas, e o governo não tá sequer preocupado em não repetir erros. Veja o que aconteceu com a questão da contribuição social. Foi proibida por lei, apesar da resistência do PT, e o governo já firmou um contrato agora com a Contag, agora recentemente, 20 dias atrás ou 30 dias atrás, para fazer crédito consignado com a entidade que subtraiu mais de R$4 bilhões de reais dos aposentados brasileiros.
Dando a mesma oportunidade para o cara fazer de novo.
Isso que foi um trabalho jogado no lixo.
Que é uma entidade ligada à CUT, que é a Central Única dos Trabalhadores, ligada ao PT.
Onde deu rolo, né?
Infelizmente essa república sindical está cada vez mais forte, né? E eles não estão preocupados com o que pensa a opinião pública. Eles esperam que baixe um pouco a guarda, que as pessoas olhem para o outro lado, que apareça um outro problema, e eles continuam a meter literalmente o pé na jaca.
Agora, você manja muito desse negócio de trabalho, você fez aquela, você foi relator daquela, da reforma trabalhista, que foi muito importante, 2017, né, que foi muito importante para todo esse esquema de hoje em dia, foi muito importante essa reforma, foi uma modernização, mas já foi muito relativizada pelo Judiciário.
Infelizmente, você veja o caso da questão da sucumbência recíproca.
Por que que é isso? Difícil, é um nome fácil, né?
Não, não, não, não, nós estabelecemos dentro da reforma um mecanismo muito simples de que você não entra numa aventura jurídica. A questão de você ter gratuidade judiciária se você é pobre na forma da lei, ok, mas se você ingressa com uma ação em juízo, se você perde, você arca com as consequência da ação, você paga o trabalho do advogado, do poder público, então você tem risco. Então nós estabelecemos que haveria a sucumbência recíproca resguardado a justiça gratuita para quem tem direito, 40% da RPPS, ou seja, você ganha até 40% do máximo que a Previdência paga e prova isso, você tem direito à justiça gratuita.
O que é que o STF decidiu? Relativizou Mudou esse conceito e permitiu o que ele chama de autodeclaração. Então você explodiu de 2 milhões de reclamações por ano para 4, 5 milhões de reclamações. Então são ações que foram implementadas pelo Legislativo brasileiro e relativizadas pelo Judiciário, que permite literalmente a volta da bandalha. Veja, por exemplo, da questão da contribuição assistencial. Quando um sindicato faz uma negociação, como é isso que eu falei, de acordo com a Convenção coletiva, os sindicalizados pagam uma contribuição para que o sindicato contrate advogados, contadores, enfim, faça uma negociação de nível.
Ok, tá correto. O que é que o STF decidiu? Que isso é devido pelo conjunto dos trabalhadores, inclusive aqueles que não são sindicalizados. Então você tinha, sei lá, 5, 6 milhões de trabalhadores que pagavam contribuição, passou a ter 40 milhões de seletistas. Então voltou o imposto sindical obrigatório.
Entendi.
Não é à toa que você tá vendo aí as filas absurdas em frente Aos sindicatos, ele manda dizer o seguinte: você quer, você tá garantindo seu direito de oposição, tudo bem, vai lá na sexta-feira de meio-dia, no horário do almoço, com uma ficha. Aí vai 50 mil pessoas, até de 100.
Aí prefere pagar, né?
Não é prefere pagar, você é obrigado a pagar, você paga à força. Então você tem hoje no Brasil um governo que ele simplesmente desconhece, não tá preocupado com o interesse do trabalhador, tá preocupado em fiscalizar a República Sindical, que são os sindicatos que apoiam o governo do PT. Então ele tem que estar instrumentalizado para comprar o pão com mortadela e pagar o ônibus da manifestação.
É, mas você sabe que— mas ele manda bem, né?
Comunicação, eles também conseguem vender.
Veja bem, você sabe, Marinho sabe bem, conhece os corredores. O cara é lá de Natal, cara lá do Rio Grande do Norte, cara come macaxeira, manteiga de garrafa, amigo.
Respeito.
Não, ele traz uma caixa, não tem macaxeira melhor do mundo que a macaxeira de Natal. É muito bom, não existe no mundo melhor macaxeira. E ele traz para a gente aqui sacos de macaxeira.
Na Dirce.
É, claro, a gente vai comer na Dirce hoje.
Muito bom.
Mas o detalhe é o seguinte, veja só como é que é o esquema: quem determina quem vai ganhar a eleição para presidente é o centro, é a nossa audiência. Só que a nossa audiência A audiência, ela vai de um lado e vai do outro. A nossa audiência é muito volúvel, você sabe disso. Por isso que ele tá aqui, bate com as duas pernas, esquerda, direita, depende do momento, depende do momento que tá. Por exemplo, o Barba, o Barba, por que que o Barba falou que ele é de direita?
Ele não é nem de esquerda, ele vai entrar no lugar do Flávio, você entendeu? Então, então discurso. Então ele tem esse discurso, ele tem a picanha, aí pega na turma.
Picanha, trabalha menos, ganha mais.
Trabalha menos e ganha mais.
Olha que maravilha.
E agora, como é que vocês vão sair dessa, vocês que são da oposição, que o Barba agora ele é da oposição também agora, ele não é mais de esquerda, ele quase falou que é de esquerda. Ele não é mais canhoteiro, ô Mário, como é que você vai sair?
Vocês falam assim, realmente é hilário, né, mas para não parecer trágico, né, eu ontem, ontem eu tava dando uma entrevista, alguém me trouxe essa frase, eu Eu não sabia que havia vazado, quem me trouxe foi a imprensa. A minha primeira fala foi: "Pô, de fato o Lula é um camaleão, né? Ele muda de acordo com a conveniência, ele não tem nenhuma fidelidade a princípio ideológico, programático." Então, por exemplo, ele defende a questão das mulheres e tal, mas ele é o mesmo que fala que a mulher tem que ter o grelo duro, né?
Ele é uma pessoa que fala que está fazendo um trabalho de combate ante as facções criminosas, mas é o que disse que os criminosos do Brasil são os criminosos dele, entre aspas, né, dele, Lula, né. Ele é uma pessoa que não se preocupa em mudar o discurso ao sabor da conveniência e consegue fazer isso com muita competência. Ele é um grande comunicador. Mas o que nós estamos diante aqui, e o Brasil, é o seguinte: primeiro, o que é que vai acontecer com o Brasil nos próximos 4, 5, 6 anos?
Nós temos um processo um processo claro, todo mundo está vendo, os grandes jornais inclusive despertaram tarde, mas despertaram, de que há um desequilíbrio na relação entre os poderes. Eu diria que há uma, como é que eu falo aqui para ser mais, que há uma luta equilibrada na política, se um político diz uma coisa, outro diz outra, ok, é uma relação que a gente chama de simétrica, quer dizer, as armas, a paridade de armas. Mas há uma relação desigual, que é assimétrica, que é a relação com o Judiciário, porque definir as regras é o Judiciário, de acordo com a jurisprudência de sessão.
Então nós temos hoje um governo que é aliado do Judiciário, da cúpula do Judiciário, e esse alinhamento tem feito mal à democracia brasileira. O que é que a gente vai escolher? A gente quer um governo que permita que as pessoas se expressem livremente em redes sociais, digam o que pensam, critiquem o governo de ocasião, falem a respeito da sua suas convicções, tem uma possibilidade de exercer na integralidade a sua liberdade, a gente tem que votar em Flávio.
Se a gente quer alguém ou um governo preocupado em impedir que as pessoas façam a crítica, né, fazer com que haja controle nas redes sociais, fazer com que quem eventualmente critica uma política pública seja criminalizado, processado e até preso por isso, a gente vota no Lula. Quem quer um governo é que profissionaliza a gestão pública. E eu vou dar um dado para exemplificar o que eu tô falando. Nós terminamos o governo em 4 anos de mandato com R$18,5 bilhões de superávit na administração das empresas estatais, né, aquelas que são, que são ligadas ao governo.
Até agora nós temos uma expectativa nesse governo de um déficit de R$35 bilhões. Olha a diferença. Então nós queremos o quê? Um governo que coloca os seus amigos, os seus cúmplices sindicalistas à frente de cargos importantes, mesmo que eles não tenham preparo, em fundos de pensão, em bancos, em empresas estatais. E essa administração gera um prejuízo para o país de corrupção, de dilapidação de patrimônio público. Eu acho que a face mais evidente são os Correios.
Ou a gente quer uma gestão profissional, uma gestão eficiente, eficiente, em que o Estado na verdade sirva a sociedade, não se sirva dele. Então é uma opção que a gente tem que fazer. Se a gente quer esse Estado hipertrofiado, gigante, aparelhado, vota no PT do Lula. Se a gente quer um Estado moderno, um Estado competente, um Estado eficiente, racional, desburocratizado, a gente vota no Flávio. Então são as opções que existem para a sociedade brasileira.
Eu tô colocando aqui dois itens para não ser muito longo, né? Mas O tempo todo a gente tem que imaginar qual é o Brasil que nós queremos. Você vê o governo preocupado sempre em regulamentar, em burocratizar, em voltar ao passado. A CLT é o passado. O governo tá preocupado em manter uma república sindical, instrumentalizar sindicatos à custa do suor e do trabalho do povo brasileiro. Nós queremos a liberdade, nós queremos a flexibilidade, nós queremos que o empreendedorismo de de fato tenha condição de sobreviver no país.
Nós queremos que haja desburocratização, nós queremos que as pessoas estejam desregulamentadas, porque quem gera emprego e renda nesse país, em qualquer país do mundo, é quem empreende, é quem edifica, quem tem coragem de sair aí às ruas para tentar ganhar o seu dia a dia, o seu ganha-pão.
Mas você viu o que ele falou? Quanto mais se ganha, mais você tem que pagar. Você é penalizado pelo seu sucesso, você é penalizado pelo sucesso, pelo sucesso Basta fazer uma releitura de 1844, do Manifesto Comunista.
É isso, apropriação do capital privado através da taxação excessiva. Um governo que não faz seu dever de casa, quase 30 impostos nesses 3 anos e meio. Nós vamos receber como legado— me permita aqui uma pequena comparação também para ilustrar o que eu tô falando. Nós terminamos o governo com 54 bilhões de superávit fiscal, 54 bilhões R$ 100 milhões. Nós terminamos o governo com uma diferença entre a relação dívida-PIB de -3,4%, recebemos com 75, faltou alguma coisa, entregamos com 71% de relação dívida-PIB.
Segundo o IFES, Instituto Fiscal Independente, que é do Senado da República, que teoricamente é independente, se estima que esse governo vai terminar com quase 85% de relação dívida-PIB. Então a gente tá falando de um governo do Bolsonaro que entregou uma redução da dívida de R$500 bilhões e de um governo do Lula que vai entregar uma dívida crescida em R$2 trilhões, R$1,9 trilhão de real. Então a comparação precisa ser feita, as pessoas precisam entender o que é que tá acontecendo com o Brasil.
Ah, não tem crise porque nós estamos numa estabilidade. Pergunta quem vai ao supermercado fazer compras, né? Pergunta, pergunta à população que tá com insegurança, que não consegue entrar na sua comunidade sem pagar uma taxa de extorsão ao criminoso de ocasião. Aí você tem um presidente da República que diz que roubar um celular é na verdade uma situação que tem que ser relativizada, que o cara é vítima da sociedade.
E agora ele falou que a turma vai devolver, vai mandar uma mensagem lá no correio.
Se você tem seu ladrão roubou um celular, sem conta, tá resolvido. Até os ladrão vão reclamar.
Deixa eu fazer, o papo tá bom, hein? Tá bom. Eu vou passar o Instagram do Marinho, Rogério S. Marinho, tá aí, ó, rogério.smarinho, rogério.smarinho, aí, ó, nas redes sociais para você seguir. Tem quase 1 milhão de seguidores, o senador Rogério Marinho pelo Rio Grande do Norte. Fazer o break, o Reginaldinho.
Posso colocar um pouco de— parabéns, Marinho, hein, por favor. Marinho manja do rolê e encontro com a sua linha de raciocínio.
E fala sério.
E fala sério.
Mesmo no programa bagunçado, sem sorrisinho, percebo como ele bota ordem no programa.
E uma clareza no pensamento e na linha de raciocínio.
Até o Patolino tá quieto.
Muito diferente.
Sem levantar a voz.
Sim. Marinho, deixa eu falar um negócio. Eu tenho acompanhado as suas entrevistas e recentemente perguntaram sobre a direita puro-sangue. Essa é a maior discussão, porque como Lula, o Emílio falou aqui, o Lula falou que é o centrão. Tamo ao vivo, é só pedir para você pegar o microfone.
Não é o centrão, não.
Ele, o Lula, se coloca como centro, não é nem direita nem esquerda. Ele falou isso na entrevista.
Pegar o voto, sim, exatamente.
É isso, falar que ele não é nenhum.
Justamente isso. Por isso que no passado ele escolheu Geraldo Alckmin. Agora a direita precisa escolher um vice. E você falou que não é o puro-sangue, não é Azanato. Quem é o nome que a direita pode agregar agora?
Bom, na verdade houve uma pergunta numa entrevista que eu dei ontem a ontem, quem eram os nomes aventados pela direita, eu falei de 3 ou 4 nomes e pelo fato de eu não ter falado da Zanatta, deputada Zanatta, houve um ruído na internet. Zanatta é uma amiga querida, uma deputada brilhante de Santa Catarina, faz um trabalho extraordinário, agora é evidente que dentro de uma política de estratégia de aglutinação, de crescimento, de buscarmos outros grupos que necessariamente não pensam como nós, mas converge na mesma direção, é interessante que tenhamos alguém de um outro partido político.
Essa lição é exemplo das outras. Nós vamos precisar ter tempo de televisão para mostrar nossas ideias, desconstruir o nosso adversário, relembrar às pessoas quem é o Lula e o PT. Eu tenho dito que o DNA do PT está atrelado à corrupção. E isso é tão forte que está precificado. Quando você fala que Lula roubou ou que alguém do PT se corrompeu, as pessoas acham isso uma coisa absolutamente corriqueira, bananeira, né? Tá banalizado, né?
Então essas novas gerações que não conhecem o país ou que amadureceram recentemente, nos últimos 5 ou 6 anos, não sabe o que foi o Mensalão, não sabe o que foi o Petrolão, não sabe o que foi a Operação Greenfield, não sabe a forma como o PT chegou ao poder e se manteve nele, a maneira como foi dilapidado o patrimônio público, como houve aparelhamento da máquina pública, política. Então esses escândalos todos foram jogados para debaixo do tapete.
Veja, por exemplo, a questão que me parece bastante atual agora da Lava Jato. O que que foi a Lava Jato? Foi o maior espetáculo de corrupção que ocorreu no mundo e aconteceu aqui no Brasil. Não foi o que disse, não, foi o Barroso, né? Nós estamos sendo governados por cleptocratas, vou traduzir, por ladrões. E quem disse isso foi o Gilmar Mendes. Sim, naquela oportunidade que depois virou o pensou, né? Porque eu não sei. Ele deve dar explicações à sociedade do que disse, do que pensa, do que há, de por que que acha isso diferente hoje.
Então você tem hoje sentado na presidência da República, e só isso acontece no Brasil, alguém que foi condenado em 3 instâncias por corrupção estadual, é presidente do Brasil. Por quê? Por uma tecnicidade, por um erro técnico da condução de um processo depois da terceira condenação. E a gente acha Isso tá normalizado.
Por que, Maurinho?
Por que que você acha?
Por que que você acha que a sociedade ela deixou passar?
Porque a narrativa é muito forte. O PT, ele tem um discurso que é fácil de ser feito. A gente falou há pouco das 6 por 1. Então você consegue galvanizar a população, você consegue trazer as pessoas com o ideal de que eu tenho empatia com a população, me preocupo com o social, eu sou bonzinho com as mulheres, eu vou acabar com desmatamento. Então há uma distância entre o discurso e a prática, né? E é difícil você perceber isso, porque quando você começa a explicar para tentar desfazer uma narrativa, você já começa a ter dificuldade de transmitir o seu pensamento para um terceiro.
A comunicação, e vocês sabem disso muito mais do que eu, é um caminho reto. Quando você dá uma curva, tem dificuldade. E não tem facilidade quando você começa a explicar as estripulias, né, as malversações, as sacanagens, desculpa a expressão, você acha que cabe aqui, que o PT fez para o país. Então eu tenho dito que ou a gente acaba com PT ou PT acaba com o Brasil, e não vai ficar muito distante. Eu tive uma brincadeira que eu tirei, eu acho que nessa segunda-feira, eu acho que cabe também no programa, o cara começou a falar sobre o Haddad.
Ah, o Haddad disse que recebeu uma herança maldita. Digo, olha, o Haddad é difícil de conversar com ele porque Discutir economia com PT é como jogar xadrez com pombos, né? Então cidadão chega, desarruma o tabuleiro, faz uma caca lá, deixa as pedras tudo fora do lugar, estufa o peito e diz: ganhei a partida. Exatamente. Então o Haddad vai e diz: olha, eu recebi uma herança maldita na questão dos precatórios. Puxa vida, Haddad, por favor. Não é à toa que ele disse que não conhecia economia.
Exato. E ele falou que ele era contra outras blusinhas e se colocou no Tarcísio? É do governador!
E a blusinha só vai na mãozinho do governador...
Mas isso também— o governo Lula foi lá chorando dizendo: olha eu tô preocupado com essa epidemia de bets. Foi ele que passou cobrar as bets para arrecadar recursos. Aliás 30 novos impostos, 39 ministérios.
Então mas o que eu não entendo é o seguinte você sabe que quando a gente vota em alguém Quando o político trai o eleitor, ele nunca mais vota. A gente não gosta de traidor. Aqui no Brasil, a gente não gosta de traidor. Não perdoa. Por que as pessoas perdoam os canhoteiros? Por que eles podem mentir à vontade, Marinho? Explica isso. Com licença. Qual é a licença?
Você me dá um minuto para falar a respeito? Qual é a licença que o canhoteiro tem de mentir? Existe também um partido no Brasil hoje, o outro a gente está construindo, que é o PL. E o PT, ele defende determinadas pautas com absoluta convicção, tá? Então, por exemplo, aborto é uma questão de saúde pública. Ele não tem nenhuma dificuldade de defender essa pauta. A propriedade, ela necessariamente não pertence a quem tem propriedade, ela pode ser invadida pelo MST.
Ele defende isso, né? Vamos aumentar cobrar o imposto para quem ganha dinheiro no Brasil, porque eles preferem, eles querem aumentar para evitar que você tenha ganho de capital, que você possa crescer, que você tenha sucesso na vida. Então eles querem cobrar imposto das pessoas. Liberação das drogas, eles defendem isso. Tratar o criminoso como vítima da sociedade, eles defendem isso. Então eles têm coragem de defender pautas que, por exemplo, para mim parecem inapropriadas, mas para muita realmente são adequadas, isso gera uma identificação com o núcleo duro da sociedade. 30% da população pensa assim.
É uma visão plural de mundo respeitável. Eu posso não concordar, mas eles pensam assim. Então, na hora que você tem um partido que tem coragem de defender determinadas pautas, ele tem essa empatia, essa identificação, essa lealdade desse grupo. O grupo que permite que ele tenha uma maioria— o Alckmin tá aí para provar que o PT volta ao cena do crime, voltou junto com ele, é aquela turma que está ali no meio e que tem uma aversão natural ao que eles consideram que é menos refinado.
O establishment se uniu para derrotar o Bolsonaro. O establishment, leia-se, os veículos de comunicação, na sua grande maioria, a Faria Lima, na sua grande maioria, as pessoas que sentiram dificuldade de conviver com alguém que falava a verdade. Verdade sem filtros, porque o Bolsonaro, eu não tive nenhuma dificuldade de defender Bolsonaro e a sua administração nos últimos 3 anos e meio. Eu participei de todos os programas, de todos os debates, de todas as comissões, em todos os lugares que fui, porque ele era um cara que eu convivi com ele.
Eu sei que ele era um cara honesto, dizia a verdade, tinha espírito público, tentou ajudar o país, foi disruptivo, foi uma lufada de ar fresco, né, num país que estava descambando, eu diria, para uma certa irrelevância, uma pasmaceira em relação ao que acontecia no país. Então, para mim, é um motivo de orgulho, uma oportunidade que eu tive de conviver com um grande brasileiro. Agora, muita gente não compreendeu isso. Ah, porque ele fala sem filtros, porque ele diz barbaridades, porque ele fala obviedades, ele tem piada de tiozão do churrasco.
Ele é o povo brasileiro sem filtro. Sim, tá. Então esse é o PT. Aí o outro lado, aí você tá falando da 6 por 1. Por que que nós não defendemos o que nós acreditamos? Se nós somos conservadores na nossa essência, eu falo, PL, sim, nós acreditamos que na família, nós acreditamos que a propriedade tem que ser protegida, nós acreditamos que a droga prejudica a sociedade e desagrega as famílias, nós acreditamos que é necessário ter uma política uma visão mais dura em relação à segurança pública.
Nós acreditamos que não é possível transigir com determinadas situações que eu falei há pouco, de corrupção, de leviandades. E ao mesmo tempo nós temos a visão liberal da economia, como foi no governo do presidente Bolsonaro, tá? Então nós fizemos um trabalho em que demos previsibilidade, segurança jurídica. Nós criamos os mecanismos para que a iniciativa privada pudesse de acelerar no esforço de desenvolver o país. Quase 1 trilhão de reais de concessões foram tratadas com o governo durante 4 anos.
Então, o marco do saneamento, né, o marco ferroviário, o marco do gás, o marco das startups. Então, esse processo de modernização, de desburocratização, de descomplicação, a redução de imposto, então, só é o que nós acreditamos. Então, nós temos que ter, a partir dessa convicção, a coragem de discutir esse sistema, mesmo quando entra em opinião pública, pode ter alguma dificuldade de entender.
Você acha que os caras são frouxos?
Bunda mole?
Qual é? Medo de bunda mole?
Vamos usar um português bem claro.
Vamos usar um português.
É o medo de perder voto, acaba votando junto com a turma.
Eu acho o seguinte, que na política às vezes você precisa sair da sua zona de conforto.
Sim.
Eu fui o relator da reforma trabalhista, eu perdi a última eleição, depois de 3 mandatos. Mas foi essa derrota que me permitiu ser Ministro de Estado e Senador da República, né? Quando eu ingressei no governo do presidente Bolsonaro, fui convidado para fazer a reforma da Previdência, né? E em seguida o marco do saneamento.
Só fala um pouquinho mais próximo do microfone.
Então essas situações me permitiram talvez estar no centro de situações que não dão conforto a quem faz política, quem tá na vida pública. Mas assim, é um processo, o partido é muito grande, hoje tem 100 parlamentares. Eu lhes asseguro que tá sendo construído dentro do partido essa determinação de termos bandeiras muito claras. Se você fizer qualquer pesquisa de opinião, Emílio, você vai verificar, a gente tem feito, só tem 2 partidos do país com esse tamanho, com essa relevância, é o PT e o PL.
Sim, e a gente tem que levar esse legado. E só tem porque as pessoas nos identificam com esses valores. Você entendeu isso?
Mas o PL tem 100 deputados, e quando a gente olha para quem votou contra o fim da escala 6 por 1, nós temos 22, incluindo pessoas de outros partidos. Como que a gente corrige isso, senador? Porque assim, quando eu vejo deputado Sostenes Cavalcanti lá do PL do Rio de Janeiro, uma figura bem aguerrida, subir e falar: agora nós vamos pôr a 4 por 3, em inglês e confundir as pessoas, no que na minha visão não foi uma estratégia brilhante, mas parece que tá brincando com a opinião que tem, com os valores que carrega.
Não tá faltando a ideologia assim, essa clareza? E como colocar isso num partido tão diverso que tem muita gente ali que não é de direita pra valer? É direita, é direita porque tá ali só, né?
Foi expulso do PL por conta disso, né, o do Paredão lá.
Veja, esse é um processo de construção. Imagina um navio grande, você não pode fazer como a Ferrari, Cavalo de pau. A partir de 1979, com o fim do bipartidarismo, Arena e MDB, essa pluralidade de partidos não permite que haja uma contrapartida do número de ideologia. Não tem. 2018 você tinha 37 partidos com representação na Câmara. Na prateleira lá não tem 37 ideologias para você encaixar, né? Então os partidos políticos, na sua grande maioria, passaram a ser franquias de uma única pessoa, né?
Quando Bolsonaro vem para o PL em 2021 muda o que é o PL perante a opinião pública. E muitos deputados que lá estavam não permaneceram. Lembre-se que o PSL elegeu 54 deputados, talvez uma fração desses deputados foram reconduzidos de uma forma subsequente, justamente pela maneira como atuaram. Então essa discussão, por exemplo, que ocorreu na questão do 6 por 1, quase a totalidade A maioria dos deputados eram contrários à forma como o governo estava estabelecendo essa discussão, mas eles achavam que era necessário mostrar à opinião pública que o governo estava fazendo era uma brincadeira.
Então eles forçaram o processo, ó, já que é 5 por 2, vamos fazer 4 por 3. Vocês querem quebrar o país? Então vamos para diante, para tentar haver um choque e o governo recuar. Foi estratégia utilizada lá, não vai ser essa no Senado.
Graças a Deus.
Foi o que foi feito na Câmara, mas colocando aqui o processo. Sucesso. Agora, é bom lembrar que em 2020— me permita 2 minutos, eu sei que a gente tem um pouquinho de tempo.
Não, você pode falar o que você quiser.
Em 2020, antes de Bolsonaro, o PL era o 9º ou 10º partido mais votado para prefeito no Brasil. Isso não foi dito pela imprensa, tá? Mas em 2024, depois de Bolsonaro, depois da eleição de 22, o PL é o partido com maior número de votos para prefeito no Brasil. Saiu de 3 milhões para 16 milhões de votos. Em 2020, o PL só tinha o 53º, 54º vereador mais votado do país. Depois de Bolsonaro, os 5 mais votados são do PL. Os 5 mais votados do Brasil são do PL.
Em 2020, o PL não havia elegido nenhum vereador mais votado nas capitais brasileiras. Em 2024, fez em 8 capitais o mais votado. 2020, o PL era o 11º partido do país em voto de legenda em 2024, passou a ser o primeiro do Brasil. Então isso não é por acaso. As pessoas que estão vindo para o partido e tá vendo uma mudança muito forte no partido são pessoas que estão vindo em função do que Bolsonaro representa, essa visão conservadora da sociedade, que é o conservador, né, é o conservador, ao mesmo tempo uma ação mais liberal, desburocratizante da economia, como aconteceu nos o ano que ele foi presidente da República.
Então a bandeira tá fincada, o exemplo tá dado, né? Nós temos um líder e as pessoas que estão vindo estão vindo em função do que o partido representa e do que conecta esse partido com a sociedade. O eleitor tá nos escrutinando, tá nos acompanhando, tá vendo como nós nos comportamos, e ele não aceita é que nós temos um comportamento diferente. E isso vai ficar cada vez mais forte Não tenho dúvida nenhuma. O partido tem uma academia, Academia Brasileira de Política Conservadora, fazendo aqui um merchan, tá?
Nós já temos 60 mil inscritos. Então, quer que tenha essa academia, tá? São cursos gratuitos e que estão online. O que que a gente tá dizendo lá? Por que que nós somos contra o aborto? Quais são os valores filosóficos, éticos, morais que nos inspiram para termos essa posição? Porque nós somos a favor do direito de propriedade liberdade, né? Porque nós somos contra o comunismo e o que é que ele fez para o mundo, né? Quais são os impactos desse processo?
Porque nós defendemos uma política liberal, porque nós somos conservadores na essência. Então a nossa academia tá formando essa militância, e as pessoas que ingressam nessa academia estão tendo argumentos para fazer discussão no seu grupo social, tá? Para dizer de que forma se comporta. Eu sei que a direita é tão plural que quando eu tô falando aqui Liberalismo, muitos que estão nos assistindo agora, já não sou liberal coisa nenhuma e tal.
Eu sei que a direita tem essas nuances, nós não somos um bloco monolítico, né? Não há um centralismo democrático, não tem aqui um pé de carneiro como é o Lula, que não nasce nada em volta dele, né? Que só dá espinho, não dá flor, não dá fruto.
A direita tem gente que pensa mais, né?
Nós temos pluralidade, a nossa fragilidade e a nossa gente de todas as matizes, mas que converge no mesmo sentimento. Primeiro, nós precisamos derrotar o PT pelo bem do Brasil. Esse é o ponto número 1.
Aí tem que combinar, tem que combinar com a turma. Você sabe que eu era canhoteiro? O canhoteiro, você recebe o livrinho, cartilha, cartilhinha, você recebe a cartilha na faculdade. Na época chamava Grêmio, sim, Grêmio Estudantil. Eu não sei como é que chama agora.
Diretório Acadêmico.
E os canhoteiros ensinavam, fumavam maconha. Sim, beleza.
Maconha boa, à vontade.
Você lembra disso, né, mano? Você é dessa época. Eram os milico. E aí era o seguinte, aí você recebia o livro e você tinha que concordar em tudo.
Que é isso que você tá falando.
Você tinha que concordar nas 20 que tinha ali. Não podia sair de uma e não podia questionar nenhuma. É assim. É assim que funciona, não é, Marinho?
Segue a cartilha.
É verdade, você estudou, você fez economia, né?
Fiz economia e como todo jovem mais contestador também fui de esquerda.
Você foi de esquerda?
Jogava sinuca no boteco, Marinho?
A gente amadurece, vai crescendo, vai estudando, vai avaliando o que tá acontecendo e vai tomando um sentido diferente, né? Dizem, né, alguém disse, quem até os 30 anos não foi de esquerda não tem coração. Sim, depois de 30 anos se continua de esquerda não tem a cabeça, não tem maturidade.
Chegou o primeiro boleto, não tem como. Mas vamos lá, mas o vento, tanto é que o Lula falou que não é de esquerda, ele é de direita. O vento, o vento do mundo, o vento do mundo, ele está indo para esse lado, né? Ele está indo, ele está muito mais, é que aquele pêndulo, né, que eles falam, que é o pêndulo, ele foi muito para a esquerda e agora as pessoas estão, eu acho que sempre o brasileiro ele é conservador, né, Marinho? Você que, porra, você que viaja aí, você que conhece tudo. A grande maioria é conservadora.
Mesmo onde o PT tem maior número de votos, a população do Nordeste majoritariamente é conservadora. O cidadão que mora no interior, Jucurutu, lá do meu estado, um abraço para Jucurutu. Então quem mora em Jucurutu, que deu 75% de votos para o Lula, pertence a uma família em que o pai não quer o aborto, não quer essa promiscuidade, não quer a liberação de drogas, quer medidas mais duras em relação à segurança pública, não gosta da ostentação que a Janja faz de se hospedar em hotéis de luxo e viajar por conta do horário público, não se sente confortável com a forma como o MST é tratado e a invasão da propriedade privada, o desprezo por valores fundamentais que têm a ver com moralidade, que inspiram a sociedade brasileira, mas ele, apesar de tudo isso, ele vota no Lula.
Votar no Lula.
Aí eu disse: você tá votando em quem não lhe representa. Mas por que que ele vota no Lula? Porque na memória afetiva dele, Lula conseguiu passar a impressão e fez a narrativa de que ele se incomodou com os mais pobres. Sim, os pobres não entendem que eles estão sendo é usados, exato, né, para perpetuar um modelo em que quando alguém cresce na vida, ganha mais um pouco, estuda mais um pouco, deixa de votar no PT. Aí, não sei se era de Lula, ele disse, acho que foi até em São Bernardo, isso, olha, não entendo porque o metaluxo depois que ganha R$500 mil não vota mais no PT.
Ele não entende porque não quer entender, né? Quem começa a raciocinar não vota no PT.
Ô senadora, nesse que o senhor falou, o Lula voltou depois de muito tempo, né? Ele voltou ao poder, só que o discurso é o mesmo, e para muitos esse discurso já tá ultrapassado. Só que esse ponto que o senhor acabou de tocar, tem aquela memória afetiva de que o Lula sempre olhou os pobres. Só que hoje em dia a gente sabe que tá diferente. Muitas pessoas já estão começando e muitos já pensam diferente, entende que isso tudo é narrativa.
Você acha que nessa próxima eleição Lula vai perder muito voto por conta disso? Porque as pessoas cansaram de ouvir ele falando: ah, se eu ver que o povo já tá tomando café da manhã, almoçando e "Eu vou ter feito meu trabalho", isso não cola mais, a picanha não cola mais. Esse discurso de que você vai trabalhar menos, ganhar mais, o pessoal já tá entendendo que não é isso. Você acha que ele perde bastante porque ele voltou depois de muito tempo, 2002 para cá teve muita mudança.
Olha, tem um fato que eu acho que todo mundo assistiu e todo mundo entendeu. Lula, quando voltou em 2022, depois de ter sido preso, condenado, condenado e foi reintegrado à vida pública para tentar derrotar o Bolsonaro, né, o sistema entendeu que tem que ser ele. Ele usou uma frase quase como um mantra, né, ele havia sido presidente em 2010, 12 anos atrás. Então ele usou esse lapso da memória coletiva para dizer o seguinte: olha, se lembram quando eu era presidente?
Todo mundo tava passando bem. As pessoas tinham Então, pois agora eu vou voltar e vocês vão tomar cervejinha e comer picanha.
Isso, esse era o papo.
Então essa enrolação chegou na cabeça das pessoas e as pessoas realmente acreditaram. Só que as pessoas têm agora carestia, insegurança, inflação. Eu não preciso fazer um discurso para convencê-los. Eu não tenho dúvida que Lula vai perder a eleição, vai ser derrotado, sim. E tem mais, eu acredito muito que o Flávio vai ser um presidente um presidente diferente, porque ele tem experiência do que o pai fez. Nós sabemos onde erramos e aonde acertamos.
É importante potencializarmos os acertos e evitarmos cometer os mesmos erros. Flávio disse e materializou uma situação que é pouco comentada por todos. O grande problema do Brasil na classe política, e que tem contaminado a ação das administrações, concessões é a perspectiva da reeleição, porque quem se elege tá pensando na eleição de forma subsequente. E quando pensa na eleição de forma subsequente, faz concessões que prejudicam a sociedade brasileira como um todo.
Então Flávio disse: olha, eu serei candidato e não procurarei a reeleição. E ele materializou essa situação, ele já ingressou com uma PEC com 30 assinaturas propondo o fim da reeleição para Ele, sim. Então, se ele entra no governo e acaba com a reeleição para presidente da República, eu acredito até que tem que aumentar o prazo de 4 para 5 anos, que é um ciclo mais adequado, tá? Então, as ações que vão ser implementadas não vão levar em consideração as próximas eleições, me permita aqui uma frase de efeito, mas as próximas gerações.
E veja, é possível restartar o Brasil, né? Refazer o tecido social brasileiro. Fazer com que nós tenhamos de volta previsibilidade, segurança jurídica, um ambiente negocial controlado, trabalharmos as nossas instituições para profissionalizá-las, para permitir que nós tenhamos aqui a questão de um lugar acolhedor para quem empreende no Brasil, para quem edifica no Brasil, mas também trazer aqueles que querem investir em outros lugares do mundo, porque você tem praias geopolíticas no mundo inteiro, mas nós não somos o pouso, não somos o porto seguro pela instabilidade pela qualidade que o Brasil apresenta, pela maneira como ele se comporta.
Eu acho que Flávio tem a condição de virar essa página, pela experiência que ele tem, pelo legado que ele carrega e pela disposição que ele demonstra de virar essa página e colocar o Brasil de volta no que dizia Paulo Guedes aqui, em homenagem a ele aqui, no caminho da prosperidade.
Você tem um pouco de questão assim de aliados? Por exemplo, veio ontem à tona essa investigação envolvendo o senador Jax Wagner, que supostamente tem relação aí com as pessoas envolvidas no caso Master, nós não vimos ninguém da esquerda batendo, pedindo afastamento, mas bem tranquilamente assim, sem imputar nada. Mas quando acontece uma coisa assim com a direita, ou mais, é uma coisa bem menor, que foi o vazamento seletivo dos áudios ali, quando acontece isso nós vemos a direita se atacando num nível de na minha visão, amadorismo, que acaba ressoando em um fortalecimento do inimigo.
Como que a gente resolve isso? Como mostrar para todo mundo quem é o inimigo principal dessa eleição?
Olha, com todo respeito às outras candidaturas, que são todas elas legítimas, quem pode vencer as eleições e derrotar o Lula é o Flávio Bolsonaro. Isso é claro, e só não enxerga quem não quer enxergar. Agora, nós temos um processo de conflagração natural de uma eleição de primeiro Eleitor, é legítimo que os pretendentes se coloquem perante a opinião pública e busquem ser essa alternativa à direita, talvez desconhecendo que o legado do presidente Bolsonaro é muito forte, tá?
Então, é quem conviveu com ele, quem teve oportunidade de acompanhar o governo dele, a maneira como ele se comunicou de forma direta com eleitor, ele conseguiu fixar na mente dessas pessoas uma relação de afetividade, de de, eu diria assim, de legitimidade que permite que ele passe o legado, né, para o Flávio Bolsonaro. Então é um processo agora de agregação. A direita nesse momento tá buscando, aqueles que são pretendentes, a possibilidade de substituir o Flávio.
Não vão conseguir, isso não vai acontecer, tá? O que aconteceu ontem foi só a questão do que eram favas contadas. Eu disse Há 2 meses atrás, por ocasião ainda, 3 meses atrás, por ocasião ainda do término da CPMI do INSS, o DNA ou o início, a gênese desse processo do master é o PT da Bahia. Porque o chefe da Casa Civil do Lula, que hoje é candidato, pré-candidato ao Senado, Rui Costa, governador na época, e o atual líder do governo, na época secretário de desenvolvimento econômico, estavam na Bahia.
Bahia, quando venderam o Credsexta, que era uma empresa que vendia cestas de alimentos para funcionários públicos, para o Augusto Lima. E Augusto Lima, duas semanas depois, recebe um presentão. Aquela estrovenca não valia para nada, se transforma num negócio de Midas. Você agora vai poder cobrar crédito consignado, empréstimo consignado, de todos os funcionários públicos do Bahia até 2033, de forma exclusiva "Viva!" Tá aí o presente para você.
Aí este presente ele transformou realmente num enorme butim, se alia depois ao Vorkaro, foi aí que o Banco Master cresce, chega em 24 unidades da federação. Essa potência que é o Banco Master, que interagiu com todo o sistema financeiro brasileiro, com o mundo empresarial, com o mundo jurídico, com o mundo político, mas a gênese do processo, o início do processo é o PT da Bahia. E não vamos ser aqui ingênuos de não acreditar tá, que ao longo desse processo não houve troca de favores.
Quando se criticou aqui o Flávio pela relação pessoal de particulares entre um empresário e alguém que buscava financiamento de um filme sem contrapartida, é bom deixar isso claro, de alguém que não estava exercendo cargo público, que não apresentou emendas em projetos que permitisse, por exemplo, ampliação do Fundo Garantidor para aumentar a venda de CDB. Então esta operação entre privados, ela foi criminalizada da maneira como ela foi exposta, né, porque houve um vazamento seletivo, né.
E o Flávio disse: olha, eu tinha um contrato de confidencialidade, mas ninguém quis saber. Faz 30 dias que ninguém para de falar dele, até ontem. Mas ninguém se preocupou em ter a mesma ênfase em perguntar o porquê o cidadão chamado Lula da Silva, presidente da República, sabe, fora da agenda, esse Vôrcaro, ao lado de Rui Costa, que foi o cara que proporcionou o crescimento do banco, ao lado do Mantega, que era o lobista contratado por R$1 milhão por mês, ao lado do Galipo, que na época não tinha por que estar ali porque era diretor da política monetária do Banco Central, não tinha nada a ver com bancos, tá?
E ao lado de outras figuras menos referenciadas, patrocinadas para tratar, supostamente, segundo a imprensa, de uma advocacia administrativa, onde ele orienta o dono do banco a dizer: ó, não venda teu banco, porque no próximo ano Galípolo é o presidente e seus problemas estão resolvidos. Aí tem histórias escabrosas, que o Volcaro vende um ativo que é o Fasano por 350 milhões, quando valia 600 milhões, orientado por alguém do governo.
Eu não entendo como é que um país como o espaço, não tá cobrando explicações do cidadão que é presidente da República e que claramente, né, claramente dá indícios de que houve advocacia administrativa. Então veja, nós somos um país em que a narrativa ela se sobrepõe infelizmente à realidade, e nós temos uma mídia maestrã, uma mídia infelizmente que não gosta do Bolsonaro, né, e que potencializa até os píncaros qualquer peixe ou qualquer deslize e relativiza os problemas que são muito evidentes dos adversários. Infelizmente é a vida como ela é. A pauta vai passar?
A CPI vai passar? Da Domácio? Porque o Flávio não puxou? Tem que sair para o Senado para passar?
A CPI já tem o número de assinaturas, tanto no Senado como na Câmara. A CPMI tem no Senado. Faltam 15 ou 20 dias para acabar o período legislativo, tá? Eu quero confiar aqui muito, e confio, quero dizer isso aqui de público, na condução do cidadão chamado André Mendonça. André Mendonça é alguém que com muita altivez enfrentou a empáfia do ministro Gilmar Mendes, né, que de uma forma deliberada deu a entender que poderia haver nulidade no processo, como houve no Lava Jato.
O meu grande temor como cidadão aqui, eu vou me despedir do fato de ser senador da República, é que a gente não assista de novo esse o obstáculo de que delatores criminosos, fraudadores, pessoas de todos os níveis que criminosamente assaltaram o erário público tiveram as suas penas comutadas, e alguns inclusive estão aí, opa, em cargos importantes da República Brasileira, né? Então espero que isso não aconteça de novo. Eu torcer muito para que o André Mendonça faça o seu trabalho da melhor forma possível, essas pessoas sejam expostas e condenadas juntamente com o devido processo legal.
É a nossa esperança, senador. Que show, hein? Opa, Marinho manda bem, né? Falei, falei, Dede, poderia ter sido perfeito. Só vai em programa sério, só vai lá na Globo News, só vai no negócio. Falei, não, fala com Marinho que ele vem aqui, ó, tá aqui, ó, tá jovem. Obrigado, Marinho. Posso passar sua rede aqui? Show, ó, @Rogério serio. S. Marinho. Você sabe que ele é senador pelo Rio Grande do Norte, ele é muito atuante, é o senador que tá lá em Brasília sempre brigando, sempre. Quer falar alguma coisa, Jess?
O senador realmente faz a diferença, assim, é um prazer ver homens públicos como ele, assim, muito sinceramente. Não sou de elogiar político, muitos eu detesto, mas o senhor tem feito um trabalho excepcional.
É uma homenagem que dá uma cutucadinha.
Eu odeio político.
Político, teu cargo é uma porcaria, mas você é gente boa.
Mas é isso aí, Marinho, não pode agir, não pode desistir, né? É isso aí. Obrigado, viu, Marinho? Mais uma vez quero agradecer aqui o senador Rogério. Ponto S Marinho para você seguir nas redes sociais. Fazer o break do Reginaldo. Vai lá, Reginaldinho! A conta é simples: quem quer Hexa não pode ficar no empate. Hoje, às 9:30 da noite, tem Brasil e Haiti. Chegou a hora de responder em campo, um jogo que vale mais do que 3 pontos.
Jogos.
Com a narração e os comentários dos nossos craques, você fica uma jogada à frente na rádio e no YouTube da Jovem Pan Esportes.
Pressão caindo.
Pressão estabilizada. Parabéns, a simulação foi um sucesso!
Na medicina, confiança se constrói com a prática.
Por isso, na Uni9, o treinamento começa desde o primeiro dia. Medicina Uni9, seu futuro se conquista no presente.
O Vini cuidou de pessoas que perderam tudo em uma enchente. Pelé vacinou mais de 20 mil crianças.
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Isso não é um talk show, o programa da família brasileira, rapaz. O Caneta Azul prometeu nada, entregou tudo. Mas assim, Manoel Gomes hoje com carioca. Você é a favor da legalização do croque.
Do croque?
Que isso?
Que isso?
Croque não perda. Isso não é um talk show. Hoje às 10:30 da noite na Jovem Pan.
Não vá para cama sem mim.
De volta, voltamos, o pânico voltou.
De volta, voltamos. Muito bem, vamos embora.
Graças a Deus. Sexta-feira, sextou.
Amanhã não tem programa. Hoje tem Brasil, 9:30 da noite. Por que o Brasil vai jogar nesse horário? 9:30, boa.
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