Paulinho Gogó
É Fato Venério! O malandro mais querido do Brasil invadiu o Pânico nesta quarta-feira (17). Maurício Manfrini, o eterno Paulinho Gogó, abre o jogo sobre os bastidores de "A Praça é Nossa", os segredos das bilheterias de "Os Farofeiros" e solta a resposta: o Gogó sobreviveria ao cancelamento na internet? Assista à íntegra agora ou vai ter que pagar o rodízio do Morgado contando história de mentira!
Emílio Surita
Alexandre de Moraes
André Mendonça
Fufu
Gilmar Mendes
Rita de Cássia Moreira
Rogério Morgado
Sami
Siro Bottini
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Emílio Surita:Pânico ativado. No feed da vida, só filtro e like. O mundo tá sério, quadrado demais. Mas o Pânico vem e ri por trás.
Maurício Manfrini:Ah, Zé da manga!
Emílio Surita:AIA, escreve, humano copia. O algoritmo manda e a galera obedece. Mas calma, respira, dá risada. Confia que o erro é que faz o sucesso. O sistema, um reboot na graça reinicia do amor enquanto mimimi tenta travar, o Pânico vem para desinstalar. Oferecimento 321 GO, sua agência de viagens, seu negócio de sucesso. Olha só, meus atletas do SBC, como é que vocês estão? Tudo bem com vocês? Estamos de volta aqui, mais um pintoso programa Pânico pelas deslumbrantes plataformas das redes sociais da Jovem Pan. Sejam bem-vindos ao programa mais caridoso do que quem doa camiseta regata na campanha do agasalho. Ai, cara, essa caralho! E você sabe que ainda tem pessoas tontas que caem no golpe da paquera. Para falar dessa sacanagem com os apaixonadinhos de plantão, temos aqui eles, Ratinho e Marininha Selva, a pequena tartaruga.
Voz C:Olá, tartaruga em primeiro Ainda é pra senadora, chupa, Morgana! Boa tarde, Emílio e rapazes fogosos desse programa. Serei breve, pois hoje estou mais ferrada que a panturrilha do Ney. Estão usando o amor pra dar golpes e isso é muito triste. E esse bando de velho cabaço ainda cai nesse golpe. Nem o Curupira, nem o Saci e nem a mula sem cabeça cairiam numa dessa. Isso é coisa de velho O dono da lancha falido. Onde já se viu um empresário acreditar que a gatona bem de vida do Tinder quer encontrá-lo em Belfor Roxo ou em Taipas? Esmola demais, o santo desconfia, meu filho. Não seja besta e vá se aliviar numa casa de tolerância de referência. Ai, como é bom dar uma catracada no meio da floresta. Ei, saudade! Agora preciso ir, vou beber um litro de Biotônico tomar um tacacá que o Zuzu adora.
Voz D:Agora vai lá, o nariz de doze de extrema direita, e vai checar tal modelo de grilo. Fala, Emílio, seu jumento de cinco pernas, tá bom?
Emílio Surita:Não, tudo bem, ratinho.
Voz D:Vou falar, falei lá desse golpe aí da paquera. Isso aí é coisa de safado, viu? Velho tem que fazer coisa de velho. Você vai jogar bingo, Vai jogar tranca, você joga o tigrinho. O único cara aí que não cai nesses golpes é o presidente do CBF, que ele tá comendo melhor que o Morgado no Krispy Kreme, viu? O bando de sugar daddy falido sem condição não paga um churrasco grego para as mulher, pô. E o velho ali tem que buscar é transa na internet, é igual buscar rabo em feijoada, o cabra só acha linguiça.
Emílio Surita:É coisa de louco.
Voz D:Agora é com você, vai lá, Emílio.
Emílio Surita:Juntão do rádio é com você, vai falar! Esse aí é o Morgadinho. Vamos para agenda dele?
Maurício Manfrini:Vamos!
Emílio Surita:É o melhor show de stand-up comedy no Brasil, é o do Morgadinho. No meio chamam de balofo de bermuda. Que isso? É o nosso Rogério Morgado.
Voz D:Olha eu no estádio aí, ó. Nossa, gente, nossa!
Emílio Surita:Com bola, hein? Uma hora dessa sou eu, vou com bola.
Voz D:Rock'n'Balli. Porque ele é gordinho, desse jeito.
Emílio Surita:É porque ele é gordinho, Rock'n'Balli.
Voz D:Rock'n'Balli hoje aqui em São Paulo. Tem show do Morgadão lá no My Fucking Comedy Club, a melhor casa de comédia de São Paulo, com melhores mashburgers. Se eu fosse você, comprava o seu ingresso agora pra não ficar de fora. Entra lá, clubedingresso.com é o site pra você comprar. Não pode hoje? Vai na semana que vem ou na outra, até o final de agosto, tá tudo lá no clubedingresso.com. Você que vem de fora de São Paulo, tá vindo trabalhar aqui, aí não tem nada pra fazer à noite, meu chapa, a não ser que você vá na Augusta, só que aí sua mulher vai ficar brava com você. Então faz o seguinte: clubedingresso.com, tá certo? Dia 20 agora tem show do Morgadão em Osasco. Compre o seu lá no Simpla, simpla.com.br. Tá para esgotar. Você de Osasco, não perde tempo não. simpla.com.br. Quero chamar a galera de Mojiguassu. Morgadão chegando aí pela primeira vez no Teatro Tupac. megabilheteria.com. Você aí, ó, de Mojiguassu, Entra lá, megabilheteria.com é o site para você curtir o show solo de stand-up comedy do gordinho do Brasil. Vai ser alegria, diversão em Mogi Guaçu, Sumaré, no dia 12 de julho. Já tá à venda, você compra no bilheteriaexpress.com.br. E chamar a galera de Santa Catarina também, ó, Brusque, Florianópolis, Criciúma, tá à venda já. E Americana Joinville também, em breve Curitiba. E você quer patrocinar o show do Morgadão? Faz o seguinte, manda um e-mail para contato@rogeriomorgado.com.br, tá legal? Esse é o e-mail que você vai mandar para contratar aí para festa da sua empresa, para patrocinar o Show do Morgadão. Tem essas cidades que eu te falei, ó: Joinville, Ribeirão Preto, em breve a gente vai passar as datas, Curitiba, Americana, Criciúma, tá legal? É, tem também a galera de Londrina também. Então patrocina o Show do Morgadão, é menos do que você imagina, tá certo? E segue a gente no @rogeriomorgado lá, que tem todo o caminho para todos esses shows que eu falei para você.
Emílio Surita:Obrigado, Emílio, que alegria! É isso aí, o Guerezito está dando uma pausa enquanto é Copa do Mundo para os seus shows, mas brevemente estará provavelmente em Florianópolis.
Voz E:Volto antes do que o Neymar.
Emílio Surita:É isso aí. E agora muita gente aqui, ó, por exemplo, Sérgio Brito, ele está em Fortaleza, no Ceará, acompanhando o nosso programa. Temos o Pilon de Limeira e o Daniel Mandioca. O Mandioca, o Mandioca, esse planta está com a gente aqui também, porque agora chegou o momento de homenagear quem puxaria uma carroça com a gente em cima. Quem não trocaria o nosso programa nem por uma Itubaína? É hora de nossa audiência, a Majestade.
Voz E:A Majestade de hoje vem da esplendorosa Zona Leste de São Paulo. Ela é muito ativa, inclusive no casamento, é fisioterapeuta esportiva, jogadora de vôlei master e autora do livro O Que o Seu Sintoma Está Dizendo.
Emílio Surita:Palmas para Rita de Cássia Moreira! Fala, Dona Rita, e o que que o seu sintoma está doendo? Gente, que alegria! Uma coceira na toba significa igual o fuzil, igual o fuzil.
Voz D:Eu perdi do contexto.
Emílio Surita:Fuzil tá lá, não tem coceira lá no meu livro. O que que é esse livro seu?
Rita de Cássia Moreira:Esse é um livro onde eu coloquei mais 100 sintomas que a gente pode sentir e qual é a explicação na nossa medicina tradicional e qual é o olhar biológico, olhar emocional para todos os sintomas que a gente tem.
Voz E:Adorei!
Rita de Cássia Moreira:Então é um livro para ajudar muita gente. De início eu pensei em fazer um dicionário, mas eu achei que eu poderia colocar muitas, muito mais coisas, e aí eu consegui fazer aí 112 sintomas comuns que a gente pode ajudar muita gente.
Emílio Surita:Mas é uma desgraça os sintomas comuns. Deixa eu ver um aí. Vamos ver um exemplo.
Voz E:Vamos ver o tanto que a gente tá mal. Não, mas é muito bom o livro. Vou querer. Tem doenças psicossomáticas relacionadas aos sintomas, né?
Rita de Cássia Moreira:Todos os sintomas a gente tem um olhar biológico que é para o olhar emocional. Muito bom, né? E aí tem como a gente pode ajudar as pessoas.
Voz D:Tem alguma coisa a ver com a medicina tradicional chinesa? Que eles enxergam isso também, né?
Rita de Cássia Moreira:Sim, sim. Eu sou fisioterapeuta integrativa.
Emílio Surita:Ah, certo.
Rita de Cássia Moreira:Então eu também tem a medicina tradicional chinesa e outras técnicas onde a gente olha o ser humano num todo.
Voz E:Muito legal, muito legal, bacana.
Rita de Cássia Moreira:Não tratamos por partes.
Emílio Surita:Infertilidade.
Rita de Cássia Moreira:Infertilidade, olha só.
Emílio Surita:É que é grande aqui, ó, tá vendo? É grande. Sim, é um bom livro. E você é o quê? Você é fisioterapeuta?
Rita de Cássia Moreira:Integrativa.
Emílio Surita:Muito legal, o que que é isso?
Rita de Cássia Moreira:A fisioterapeuta integrativa, ela trata o ser humano num todo, não por partes igual a fisioterapia convencional. Então nós imaginamos que as pessoas têm uma área de fragilidade, por isso que você se machuca naquele local, daquela forma, porque que você tem uma fratura.
Voz E:Legal demais.
Rita de Cássia Moreira:Quedas, acidentes, até isso a gente tem uma área de fragilidade que é onde a gente se machuca.
Voz E:Você tem horário pra hoje, não é?
Emílio Surita:Próstata é dos véio.
Voz E:Certo.
Voz G:Opa!
Emílio Surita:Próstata representa a identidade masculina madura, o papel do homem enquanto pai, provedor, provedor e criador. Está ligada ao território masculino, dano não só físico, mas emocional, aquela próstata. Quando a próstata adoece, o corpo pode estar expressando: perdi meu lugar como homem, minha utilidade ou valor está em risco, não consigo mais proteger ou gerar, fui desrespeitado no meu território. Conflitos incluem sentimento de inutilidade, fim do ciclo, aposentadoria. Tudo é verdade isso, mas tá certo. É isso aí, eu garanto. Raiva silenciosa, possíveis causas e origens: crise de identidade masculina, pós os 40 anos, aquela prosta, aquela xixizão à noite, aquela coisa que você sabe bem, aquele sacão caído. Medo de envelhecer. Reflexões para ressignificação: eu me sinto validado e reconhecido como homem? Que parte da minha masculinidade estou tentando proteger ou esconder? Tenho medo de não ser mais útil, fértil ou forte? Sugestões: diálogos com o corpo, escrever ou falar em sua prosta como se fosse um mestre exercícios físicos leves e práticas que conectam à terra. É isso aí, ó, é isso aí. E tem uma, uma, uma, isso, essa ressignificação.
Rita de Cássia Moreira:Temos palavras biológicas onde nós vamos lá no inconsciente e trazemos para nossa autocura.
Emílio Surita:Entendi. Pô, legal, muito bacana. Tá aqui, ó, olha só que legal. Tá vendo que audiência nossa? Qualificadíssima demais. É a Doutora Rita de Cássia, ponto físio. Tem as redes sociais aí de casa e o livro tá aí para você. Obrigado, viu, Rita, você ter vindo. Quer mandar um abraço para alguém?
Rita de Cássia Moreira:Quero dois abraços: um para toda minha equipe da Clínica Santa Rita, minha turminha maravilhosa, e também para a equipe do Juventus, que é do vôlei master, para todas as meninas de lá.
Emílio Surita:Juventus, o Alba mora lá, sempre travadão.
Voz E:Vai lá beber, ele bebe muito lá, ele vai no baile da saudade, ele vai no baile da saudade.. A clínica fica em qual bairro?
Rita de Cássia Moreira:Fica no Parque São Lucas. Tá bom. Nós temos uma unidade no Parque São Lucas de físio convencional e integrativa na Vila Prudente, próximo da Moka ali.
Emílio Surita:Ele já quer fazer um jabá.
Maurício Manfrini:Ele já, já.
Voz E:Deixa eu falar uma coisa pra você. Ele tá com problema na próstata. Diferente.
Emílio Surita:Ele não paga.
Voz E:Ele quer exercitar a próstata. Eu vou divulgar junto com a bicicleta do Emílio.
Voz D:Você sobe na bicicleta.
Voz H:O cara lembra da bicicleta.
Emílio Surita:Lógico, quem não lembra?
Voz E:Olha o que o cara joga do nada.
Voz H:Bicicleta do Batoré, ele faz com a perna torta, com uma puta Muita má vontade também, mas que tá, parabéns pela excelente trabalho.
Voz E:A gente tá precisando aqui no programa, tá todo mundo travado, viu? A próstata de todo mundo tá ruim.
Emílio Surita:Ele foi dar um chute, ele foi fazer a promoção lá, combinou com o Dida. Se você puder, ele foi dar um chute, ele fudeu, ferrei minha perna.
Voz E:É igual o Wagner Montes, é igual o Neymar.
Emílio Surita:É isso aí, muito bem, vamos lá, vamos seguindo, pode ser ou não? Então chegou aquele momento, vamos falar de filmes, vamos falar de séries. Yeah! Porém, a nossa audiência masculina agora é de homens que durante a Copa só analisam coxas dos atletas.
Voz E:Ai, gostei!
Emílio Surita:Linhagem Geek com Homem-Aranha com corpinho de tia solteirona, André Alba. Gosto!
Maurício Manfrini:Linhagem Geek, linhagem Geek, linhagem Geek, coseta, manga e auaia. Ah, ah, boa tarde!
Voz H:Eu tô me recuperando aí.
Voz E:O cara foi procurar bicicleta de 2020, o print eterno, perninha do Batoré, ferrugem já comeu, né?
Voz H:Eu não esperava essa aí. Vai se inscrever lá no canal da Aliagem Geek no YouTube, falta pouco para a gente chegar a 500 mil. Bom, olha só que interessante aqui, Sami, lembrei de você na primeira A verdade, eu lembrei muito de você nas notícias de hoje.
Voz I:Por isso que eu tô doente.
Voz H:Ai, ai, o Neymar, ele vai estrear, estrelar, né? E eu escolhi as fotos com muito carinho aí do menino Ney. Séries verticais feitas por IA. E isso é um novo conceito que tá acontecendo, né, dentro do nosso período tecnológico, né? Você licencia o seu rosto para você fazer uma série em IA. E aí, né, o Neymar, eu acho que ele é um dos, não sei se pelo menos aqui no Brasil, é um dos pioneiros a fazer isso. Mas isso abre uma margem para muitos artistas brasileiros, internacionais, fazerem e licenciarem o rosto. Eu já trouxe aqui em algumas vezes aqui na, na, no quadro, que alguns dubladores eles fazem um banco de voz para vida inteira. A dubladora do Goku lá do Dragon Ball fez isso para vida inteira lá do Japão. Ela Ela vai ser eternamente a dubladora. E tem outros também. E agora isso tá começando a acontecer, Sami, com o rosto. Porque aí, com o deepfake licenciado com a IA, você pode aí, por exemplo, eu tô aqui, Morgadão, eu queria fazer uma série e eu queria você, é, eu queria você para fazer um personagem, fazer uma, o Morgadão assina o contrato, eu fecho com ele e faço em IA usando o rosto do Morgado.
Voz I:Você tem dois níveis, né? Você tem o direito direito da imagem com a voz e o direito só da voz. Mas ele, para rádio, sim, sim, na Samp, eu e o Tuta Neto usamos. Então várias rádios, inclusive a Jovem Pan, os locutores licenciam as vozes e entra boletins de 30 segundos, a maioria tem 1 minuto, com as notícias na voz do locutor.
Voz D:Não precisa nem gravar.
Voz I:É, qual que é o problema disso? Principalmente quando você tá falando de jornalismo. É isso mesmo. Quando você usa a voz de um locutor, você tem que confiar que as pessoas vão fazer um bom uso. Sim, pode pôr o cara falando qualquer coisa. No caso do Neymar também, fazendo qualquer coisa.
Voz E:O cara tem que ver pra quem tá vendendo, né, caramba.
Voz D:É, exato.
Voz I:Vende pra qualquer um.
Voz E:É culpa do cara, ele que licenciou o negócio.
Voz H:É que no caso, você também tá falando do banco, né? Não, eu sei que não, mas ele licenciou e a gente era a mídia.
Voz D:Mas não é que nem aquelas imagens que tem na internet, aquele banco de imagem que você paga Porque assim, se for assim, aí isso é complicado, né? Vira bagunça. Imagina, pega o Emílio, que é um cara que tem credibilidade de 30 anos. Aí tá prestando atenção muito hoje não, mas ele tem a credibilidade aí de 30 anos.
Emílio Surita:E aí você vai lá, baixa, todo dia mesmo papinho.
Voz D:Não é não, isso é novidade, pô.
Voz E:Todo dia, todo dia.
Emílio Surita:E a história de inteligência, todo dia a mesma história.
Voz I:Não, mas você tem que pegar o cara, falar com a empresa, exatamente, e ninguém sabe o que é IA ou não. Então Então, por exemplo, na Samp, e acho que é um padrão que as empresas devem usar, além de fazer a voz do cara igualzinho, no final fala texto e voz feitos por inteligência artificial. Entendi. Agora, outra tendência é a questão das novelas, das séries verticais, né? Eu ainda sou velho, viro o celular e gosto de ver em wide. Agora já estão projetando isso até Pouco tempo atrás ninguém se preocupava com isso.
Maurício Manfrini:Exatamente.
Voz I:Você vai no YouTube, ela é horizontal.
Voz J:Sim.
Voz I:Se você tiver no vertical, você vai ter dificuldade de ver a imagem com qualidade. Então acho que são duas tendências.
Voz D:Por que o Neymar?
Voz H:É porque ele que vai fazer a novela.
Voz I:Ele que fechou o contrato.
Voz H:Ele que vai fazer a primeira novela em inteligência, novela não, né? Primeira série em inteligência artificial. Falando também em redes sociais, o Discord, né, o Ministério da Justiça mantém a classificação de 18 anos pro Discord, né? A decisão concluiu que não existem fundamentos para alterar o enquadramento da faixa etária da plataforma. E aí a gente novamente, nós entramos naquele debate impossível de ser solucionado. A culpa é de quem? É da plataforma ou é de quem está fazendo as coisas erradas dentro da plataforma? Mas o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o MJSP, ele decidiu, né, reafirmou a classificação indicativa do aplicativo Discord como não recomendado para menores de 18 anos. Vai ser a eterna luta, né, de uma, de uma possível regulamentação aí de cada rede social, porque você tem vários, várias probabilidades de utilizar outras vias para, né, acessar a plataforma. Mas a turma tá tentando aí, e o Discord agora é só para maiores de 18 anos.
Voz C:Boa!
Voz H:Ô, Gueré, você conhece o Roku?
Voz E:O Roku, você já viu?
Voz H:Já viu Roku?
Voz E:Acho que bêbado já.
Voz D:Eita!
Voz H:Porque é o seguinte, essa é a nova compra, né? Eu não sei se vocês conhecem, mas jogador culizo.
Voz E:Tem o culizo, você viu? Tem.
Emílio Surita:E é bom acompanhando a Copa.
Voz D:Ontem assisti todos menos da uma.
Emílio Surita:Culizo é um belo jogador, é um baita jogador, baita jogador.
Voz H:O Roku ainda não apareceu, mas tem o Doku. O Doku é da Bélgica. O Roku é o seguinte: a Fox comprou o serviço de streaming Roku por 22 bilhões de dólares. A fusão das duas empresas deve se consolidar em 2027. Aí vão perguntar o que que é o Roku.
Emílio Surita:É esse aparelhinho aí, é o aparelho, é a BTV oficial lá nos Estados Unidos, é tipo uma caixinha, é uma caixinha.
Voz I:Tem a D-Live box, é a TV Box, é a BTV, e tem a Roku. A Roku é a oficial nos Estados Unidos. Por que começou isso? Porque não sei se vocês lembram, as TVs antes não vinham com smart apps, não vinham, não vinham. Então eu, por exemplo, cheguei a ter a Apple TV numa caixinha.
Emílio Surita:Tem Apple TV também, mas é pouco vendida. A Roku tem 100 milhões e tem o da Amazon que é o mais barato, que é um stick.
Voz I:Que tem também, você só dá uma espetada e já funciona. Aliás, o do lado acho que é o sticker, é um controle com sticker. Mas enfim, qual que é a ideia? Você não tem a Smart TV que tem todos os aplicativos, você compra Roku e passa a ter. Mas então a Roku tinha alguns aplicativos que eram fechados a ela. Então tinha Disney, tinha Apple, tinha o YouTube, tinha a Netflix, e agora passa a ter a Fox também.
Emílio Surita:Ô bonitão, oi bonitão, quem tem TV velha e tem, por exemplo, Jovem Pan, sim, dependendo da TV, de repente não passa mais, sim, porque o cara só carrega para TVs novas. Você sabe quanto, se você pegar o controle remoto, certo, tá escrito Netflix, você sabe quantos caras pagam pagam? A Netflix paga para ter aquele botão?
Voz I:Não, alguns bilhões, imagina.
Emílio Surita:Pesquise, procure saber. Isso ele não fala, tá se metendo na pauta aqui agora. Se mete em toda pauta.
Voz E:O Alba não conseguiu dar uma notícia.
Voz I:Exato, eu tô inteiro, peguei bronca com o Felipe lá da finalização. Você compra aquele botão, você compra a Samsung LG, é um dólar por cada aparelho vendido, tá Tá vendo? É um dólar.
Emílio Surita:É isso aí. Muito bem. Que mais, Albeta?
Voz H:Então, só para esclarecer, né, porque a 20th Century Fox foi a vendida para Disney. Essa é a Fox. A Fox continua ela mesma, Fox Corporation, é essa aí. Então, o que tem aí, que vai ter com Roku, que tem na Fox, é a Fox News, a Fox Sports e a Fox Business. Então é diferente da 20th Century Fox, que é da Disney, que foi adquirida pelo grupo Disney. E para finalizar, Emílio, hoje vai estrear o trailer do do Homem-Aranha, o novo, né, o Homem-Aranha 4. E alguns sites estão caindo na pré-venda. Tudo indica a um grande recorde aí, ó, provavelmente. Aí, isso aí eu não tenho dúvida, é tudo indica que vai ser um grande sucesso esse filme aí, que estreia dia 31 de julho. Acho que é o difícil falar que é o grande blockbuster, o grande blockbuster do momento, porque essa semana tem Toy Story, vai ter Supergirl depois, vai ter a Odisseia, e aí temos o Homem-Aranha. Manhã. Então tudo indica que vai ser um grande recorde aí de volta para Marvel.
Maurício Manfrini:Você tá animado?
Voz I:Eu tô confiante. E aí, Spider-Noir tava como a série mais vista do mundo.
Emílio Surita:Sério? Você lá, fazer o quê?
Voz D:Competir?
Emílio Surita:Era Fórmula 1 que ninguém viu. Ai, a Fórmula 1 saiu, a Fórmula 1, a Fórmula 1 agora é outra, agora é outra. Essa é do Nicolas Cage.
Voz D:Você assistiu?
Voz I:Eu vi o começo, eu parei. Começou a voar pelos prédios, eu parei.
Voz D:É lógico que é o Spider-Man, bobão.
Emílio Surita:É muito ruim essa série do Nicolas Cage.
Voz I:Eu ia fazer que nem o Alba me prometeu que ia ser que nem o Coringa.
Voz H:É, mas não.
Voz I:Ela começou a voar lá nos prédios, eu parei.
Voz H:Mas eu achei chato mesmo, Samir. Perdão pela dica.
Emílio Surita:É ruim, é ruim.
Voz I:Trocou minha figurinha.
Emílio Surita:O importante é o frio. Porra, friozinho, 10 graus, tá?
Voz I:Você tá aí.
Emílio Surita:É, frio começou a chegar e com ele aquela vontade de ficar embaixo da coberta, certo, Zuzu?
Voz E:Pois é, mas enquanto a gente tem que se adaptar, né, o corpo sente a mudança da temperatura, dias mais frios, menos movimento, os músculos ficam mais rígidos.
Emílio Surita:Exatamente, mas você já viu, né, na certa aquela dor nas costas, lombar dói, perna dói, típico dessa época do ano, Zuzi.
Voz E:E no corre do dia a dia ninguém pode parar por causa disso, Emelião.
Emílio Surita:É isso aí, mas vocês já sabem, com Bem Pró a dor para E você continua bem pró, tem diclofenaco e ação anti-inflamatória 4 em 1. Trata inflamação, alivia dor, reduz o tempo de recuperação e age direto no local da dor. Isso é que é legal, é aplicar e seguir com a rotina mesmo nesses dias mais frios.
Voz E:Exatamente. Bem pró da MS, a maior farmacêutica do Brasil, com mais de 60 anos investido em inovação. Prevenção, cuidar da nossa saúde. Confiança total para quem não pode parar.
Emílio Surita:Então, se o frio trouxer dor muscular, dor nas articulações, ou aquela dorzinha que aparece com a mudança de clima, pode contar com Bem Pro. E ó, segura essa, tem promoção, hein? É isso, Dede, 20% de desconto nas versões gel e aerosol de Bem Pro usando o cupom BEMPRO20 na Drogaria São Paulo e nas Drogarias seco. Quer aproveitar? Promoção é válida só até o final de junho, limitadas as primeiras 1.000 unidades e a um cupom por CPF. Acesse agora, tem o QR code na tela. Você quer aproveitar? Então aproveite agora, não deixa a dor atrapalhar a sua rotina. Bem, e tem uma novidade boa da EMS essa semana.
Voz J:Ah, é?
Voz E:Opa, falaremos, falaremos. EMS farmacêutica, fechou.
Emílio Surita:Fechou a tampa. Vou fazer um breakzinho. Posso fazer um?
Voz I:O que foi?
Voz E:Queria levar um Bem Pronto.
Emílio Surita:Por que que você quer levar?
Voz E:Tá abrindo uma farmácia, toda semana ele leva.
Voz I:Putzão na perna.
Voz E:Você quer mais?
Emílio Surita:Eles grudam aqui, ó. Ele gruda aqui, ó.
Voz E:Ele gruda para não roubar. Meu, dá uma aliviada. Putz, eu tava com a lombar. Resolveu, resolveu.
Emílio Surita:Muito bom mesmo. Diclofenaco, etilamônio.
Voz D:A patela tava doendo.
Emílio Surita:Eu vou fazer um break agora. Zuzu pegar o dele, que ele gosta de levar esses produtos bons para casa. Lógico, exatamente. Então vou fazer o break do Reginaldo.
Voz E:Vai lá, Reginaldinho, lá em casa.
Emílio Surita:Imediatamente eu vou para os Estados Unidos. Agora você sabe que a cobertura é com Fufu, o herói do Brasil. Fuzil, fuzil, fuzil, fuzil! Vamos! A torcida já sentiu! Oferecimento United Parks, diversão com propósito para toda Família 321 Go, sua agência de viagens, seu negócio de sucesso. E Vacância, espaço de uma casa com serviço de hotel. Olha aí, ó, o rei do merchan, bonitinho. Tá pouco vermelho, né?
Voz E:Parece um camarão, é a mãe. Não é, gente? Tomate do jogo.
Voz J:Aí está, aí está o batom de chihuahua. Aí, puta mãe, tá impressionante! Mas aqui a gente fica vermelho. Boa, Marrocos! Mas pode fazer a sua apresentação no Boa Tarde, que aí eu desculpa interrompê-lo, meu paizão.
Emílio Surita:Diga lá, Fufu, onde é que você está nesse momento? Você que está fazendo a cobertura da Copa do Mundo e não vi até agora nenhum estádio, nenhum jogo, nada, nenhum torcedor.
Voz J:E nós continuamos, Emelião, fazendo a maior e mais completa cobertura da Copa Pelo mundo. Hoje estamos aonde? Neste parque maravilhoso que é o SeaWorld, esse parque que você mistura as montanhas-russas mais radicais com esse contato. Alô, boa noite Brasil! Alô, Morgadão! Alô, Morgadão!
Voz D:Ali sou eu. Cadê eu lá?
Voz J:Esse parque que você tem esse contato, Emílio, de animais resgatados com montanha-russa radical. E o negócio Gente, aqui eu vou pedir para o Joãozinho dar uma piscada aqui e depois voltar a mostrar um pouco a vida marinha, porque esta mulher, que é diretora de sustentabilidade das espécies, a Gisele, que é brasileira, muito obrigado por nos receber, viu?
Voz K:Ah, sejam bem-vindos!
Voz J:Negócio é o seguinte, primeira pergunta aqui: a gente vê todo esse espaço maravilhoso, a gente sabe da importância e da referência do resgate, do trabalho de resgate que o senhor tem, mas É verdade que vocês chegam até o Brasil? O SeaWorld também ajuda e muito o nosso país?
Voz K:Sim, exatamente. Então já foram mais de 43 mil animais resgatados pelo SeaWorld em todos os parques durante já mais de 60 anos de existência dos parques. E sim, a gente também faz um trabalho bem legal de conservação lá no Brasil, ajudando a várias instituições que fazem reabilitação, resgate e soltura de animais no Brasil.
Voz J:Ontem a gente comentou e a gente vê as dúvidas e a gente quer tirar agora, porque a gente gosta de vir no SeaWorld e ver os shows aqui, o leão marinho, a gente tem golfinho, a gente tem as orcas e tal. É verdade que não vai mais ter reprodução de orca ou isso é uma mentira? Qual que é a real e a verdadeira notícia sobre esse assunto?
Voz K:Então, é sobre as orcas, nós ainda temos orcas nos 3 parques do World, e nós vamos continuar com elas aqui, cuidando delas, mas não vamos mais fazer a reprodução porque a gente fez uma promessa há 10 anos, em 2016, que isso não iria mais acontecer. Então as orcas que estão aqui vão ser bem cuidadas até o final de suas vidas. E enquanto elas estão aqui, que dá para a gente ver esses animais, conhecer um pouco mais desses animais, nós também nos bastidores podemos fazer bastante pesquisa.
Emílio Surita:É isso aí, Fufuzinho, tá bonito!
Voz K:Que trabalham com essa espécie de vida livre.
Emílio Surita:É isso aí, Fufuzinho!
Voz J:Então quem viu, viu. Estas são as últimas, né, meu gato?
Emílio Surita:Boa! É isso aí, Fufu!
Voz J:Você não vai passear aí?
Emílio Surita:Eu quero passear aí. A montanha-russa é pipeline, é aquela que vai em pé, não é?
Voz I:Tem uma que vai em pé, é aquela que vai em pé.
Emílio Surita:Não, é Que vai do surf, ó.
Voz J:A gente pode ir do outro lado então. Aquela lá que você tem que aprender aí para não doer o saco.
Voz D:Mas é o seguinte, aqui vai ter que pegar pinguizinho lá de fundo.
Voz J:Então, pai, pega aí, né?
Emílio Surita:Você vai nela ou não?
Voz J:É lá para trás.
Emílio Surita:É isso aí, ó.
Voz J:Vamos, lógico que é melhor você mandar.
Maurício Manfrini:É que é o seguinte, o peixe-boi.
Emílio Surita:Cadê o peixe-boi?
Voz J:Só para você entender, meu paizão.
Emílio Surita:Cadê o peixe-boi?
Voz J:Tá aí, tá aí do seu lado. A gente queria o peixe-boi do outro lado.
Voz E:Esse é o Peixe Banha.
Voz J:Isso, tá aí do seu lado. Começa com R. A gente tinha que tirar essa dúvida com alguém, com alguém competente, né, Emelião? A gente ia tirar essa dúvida sobre se vai continuar ou não tendo orcas. Então a gente fez questão de já matar esse assunto com o especialista. E aí, na segunda entrada, obviamente, nós vamos passear por todo o parque e mostrar tudo que aqui tem de melhor.
Emílio Surita:Ô, Fufu, que bonitinho, velho! Você sabe qual é a diferença da orca e da baleia, né?
Voz I:Claro que ele sabe.
Emílio Surita:Você sabe ou não? Não sabe, né? Claro, claro. A orca, a orca é uma baleia com dente.
Voz E:Olá!
Emílio Surita:E tem a Jubarte, não tem dente. É verdade, é banguela. Você sabia disso ou não? A baleia azul também é banguela.
Voz D:Na verdade, a orca é da família do golfinho.
Emílio Surita:É uma baleia, a única baleia que tem dente é a beluga.
Voz D:De baleia eu entendo, o teste de beluga.
Emílio Surita:É baleia assassina, mas ela coincide com baleia assassina.
Voz D:Ela é da família dos golfinhos, né? Não, fazer é baleia. Nem eu entendo.
Emílio Surita:Pergunta para a mãe lá. Esse aí é o quê? Isso aí é o, como é que chama?
Voz J:Ele é um leão marinho. Leão marinho.
Voz D:Tô com fome, tô com fome.
Emílio Surita:Porra, é feio, né, esse leão marinho? Que mais, Fufu?
Voz J:Cara, o pior que não, é bonitinho, menino. De perto ele é bonitinho. Então a gente tá caminhando ali, menino, só para te deixar ciente. A gente tinha que tirar essa dúvida com uma especialista para acabar esse assunto, se vai ou não ter reprodução. Então por isso que a gente veio para esse setor aqui, que é o de leão-marinho. Aí agora para a próxima entrada a gente vai estar lá do outro lado, onde tem a montanha-russa e tal. E como é um pedido seu, a gente vai lá na Pipeline, aquela montanha-russa que a gente vai a pé.
Emílio Surita:Você sabe que o Rodrigo Scarpa, nosso companheiro do Punch, sim, ele Eu não sei se ele continua aí no Seaworld de Orlando. Sim, sim. Ele apresentava os brinquedos da Chamu. Você sabe que a Chamu, todo mundo chama Chamu, mas Chamu já morreu. Ele me contou a história. Ele? A Chamu, ela morreu em 71.
Voz J:Sim, 2000.
Emílio Surita:E aí todo mundo, todo mundo chama.
Voz J:A verdade é a primeira.
Emílio Surita:A primeira Chamu. A primeira era Chamu. Aí todo mundo acha que a Chamu é a Chamu. Mas ela ficou famosa.
Voz C:Certo.
Emílio Surita:Será que ele tá apresentando aí, o Rodrigo Scarpa? Ele era o animador. Animador, ele tá fazendo a bronca.
Voz I:Vê se acha ele.
Voz J:Mas sabe por quê, Emílio? Sabe o que acontece? Muita gente, que nem você falou, ela tava explicando aqui porque foi uma curiosidade minha, muita gente ficou chamando todas as baleias de chamu. Por quê? Por causa da barbatana torta, que ali na verdade é uma cartilagem. Então assim, na natureza também tem essa cartilagem, também tem orca com essa cartilagem tombada E tal. Então assim, outras aqui também tinham. Aí ficou todas que tinha barbatana torta virava chamu. Por isso que aí eu vi a chamu, eu vi a chamu, eu vi a chamu. Mas essa que você falou em 70 e pouco foi a primeira realmente que, muito bem informado como o senhor disse, mas todo mundo via barbatana torta, achava que era chamu. E não, é uma cartilagem que algumas tem, outras não.
Voz G:Boa!
Emílio Surita:É isso aí, Fuzil! É isso aí, Fuzil! É cultura, hein?
Voz J:Olha que é limpo o Eu só faço papel de bobo, só faço às vezes papel de trouxa, às vezes me tiram como um, mas às vezes eu conheço das coisas também, né, Emílio?
Emílio Surita:Agora eu quero saber o seguinte: nenhum momento você vê Copa do Mundo nos Estados Unidos, né? Os Estados Unidos estão— que que é essa putaria da turma? Nenhuma camiseta, nada, nada, nada de Copa.
Voz C:Até os frequentadores, ninguém tá usando uma bandeirinha, nada, nada.
Emílio Surita:Percebam que qualquer país, viu, não é só Estados Unidos, é de qualquer país.
Voz J:Porque o mexicano que tá aqui, pô, ele não tá que nem Argentina jogou ontem. Será que não teria um argentino com a camiseta aqui? Não, parece que o cara esconde com medo que aqui não pode Copa do Mundo, mano.
Emílio Surita:Muito bem, Fufu, mas você tá vermelho, hein? Toma cuidado, passa um protetor aí, passa um sunblock. Vou mandar aí um protetorzinho para você, tá bom?
Voz I:Fuzil, pede um sunblock, pô. Você sabe que é legal?
Emílio Surita:O Fuzil, você não pode ir lá no pinguim nesse parque? Legal, pô, tem uns pinguim da hora lá, é legal, muito lindo, rápido.
Voz J:Nós temos imagens, nós já fizemos com horário marcado porque nós temos aqui moral, não, eu quero ouvir uma pânica, Jovem Pan, por causa de ao vivo não dá para entrar. Então vamos ver, ou eu fico quente ou eu congelo, irmão.
Voz D:Pegou uma pneumonia.
Voz E:Tá igual o Trump.
Emílio Surita:Quanto tá o hot dog aí? Quanto tá o hot dog?
Voz E:Vai lá, cabeça de salsicha, vem pra gente.
Emílio Surita:Lá tem uns pinguim, ó, cenoura e bronze. Lá tem um pinguim, o pinguinzinho lá. O cara vai ter um AVC lá. O fuzil foi visto fumando. Me dá imagens, me dá imagens do fuzil fumando na International Drive. Uma vergonha para o Brasil.
Voz D:Tá pagando R$60 o maço de cigarro lá nos Estados Unidos, fumando, querendo uma caipora, velho. Cadê imagens? Põe aí imagens aí, Garrafa.
Emílio Surita:Tirou, Garrafa?
Maurício Manfrini:Mesma de ontem.
Emílio Surita:Não tem as imagens? Olha lá, foi ver o preço do... Tá produzindo. É, esse cara não tem nada também. E coçando a flauta. Fuzil, o herói do Brasil. Quanto tá a pizzinha? O slice? Pizza slice. Puto, o cara não enxerga também, puta merda.
Voz E:O Magelo tá parecendo presidente, não sabe ler, ele não enxerga.
Emílio Surita:Vai lá dar o zoom aí.
Voz E:Fala aí, Peperoni.
Voz J:Popcorn, umas letrinhas.
Emílio Surita:18 pau.
Voz I:Não, não, ali eu como. Não, não, não, é para mim, velho.
Emílio Surita:Peperoni, R$18,99. X, 18,49. Sem conto, espaguete meatballs.
Voz J:É legal que você tem o all day dining, você tem aqui, você vai comendo de uma hora em uma hora e meia. Se você compra um tipo de ingresso, você vem aqui, pega sua comida, é mordado.
Emílio Surita:Muito lindo, hein? Muito lindo o parque. Olha lá, olha lá, só embaixo, ó, fuzil fumante. Fumando copiosamente, coçando a rabeira. É muito obrigado, Fuzil, o herói do Brasil, diretamente dos Estados Unidos.
Voz E:Obrigado, Fufu!
Emílio Surita:Boa, sensacional!
Voz E:Eu gosto da apresentação.
Emílio Surita:Eu acho bom que ele não fez nada de Copa do Mundo, tá gastando muito dinheiro nos caras.
Voz E:Melhor do que a Globo, GE, Casé TV. Fuzil tá arrebentando! Boa, Ufa! Quem vai arrebentar no programa de hoje? Também teremos o grande humorista, maravilhoso Maurício Manfrini. Paulinho Gogó, cheio de história, cheio de história.
Voz D:Conversando com ele ali nos bastidores, mas tem muita história.
Voz E:E a gente boa demais, demais, demais. Eu vou falar uma informação, ele era o único humorista da Praça é Nossa que Carlos Alberto de Nóbrega ria de verdade.
Voz I:O único que tinha graça.
Voz E:Não, não, o Carlos Alberto, o Ceará também Muito bom, tô falando bastidores, que eu já trabalhei na Praça é Nossa, para quem não sabe.
Voz I:Você achava ruim?
Voz E:Não, você trabalhou lá? Eu trabalhei na Praça é Nossa.
Emílio Surita:Mas não deu certo seu personagem. Como assim?
Voz E:Era o impostor.
Emílio Surita:É, fez dois, era ele e o Rabin.
Voz I:Era, era o impostor.
Voz E:Sério? Fiz uma pequena participação.
Emílio Surita:Foi duas vezes.
Voz E:Foi duas vezes.
Emílio Surita:Ele tem vergonha.
Voz E:Comigo é na manteiga. Mas enfim, ele é um cara Que ele tem um improviso e é bom de contar história.
Voz D:E ele tava contando histórias da época da escolinha do Professor Raimundo, como essa questão aí do improviso aí deu mais visibilidade para ele. E é uma história muito bacana, vamos falar aqui. Ele foi um chico anísio, que o cara que batiu o olho sabia o que ia funcionar.
Voz I:Era bom, não?
Voz E:Muito bom. Carlos Alberto chorou quando ele foi para Globo. Você vai saber tudo isso daqui a pouco aqui no programa Pânico.
Voz D:Grande, top demais.
Emílio Surita:Um abraço.
Voz I:Olhou para os outros, deu uma depressão.
Voz E:Paulinho Daqui a pouco aí. E a briga no Porpetone? Não, a briga do Carlos Alberto no Porpetone. Vocês vão saber todos os bastidores da briga com o Porpetone.
Voz I:Porpetone é o maior imitador na voz dele, o Matheus Ceará me falou.
Voz E:Porpetone é bom, é bom, escreve bem. Carlito, quanto tempo, tá bom? Vocês estão empolgados? Vamos que tem coletiva da Copa da Paulista. Vamos nessa? Bora, vamos lá, podemos? Claro, solta a vinhetinha aí para animar. Vamos lá, boletim da Copa, né? Tá todo mundo falando da Jovem Pan também. Vale a pena você, né, acompanhar a Copa do Mundo. Ontem foi show, né, o Betta? Messi fez 3 gols. Que 3 grandes jogadores da Copa participaram, que a turma que gosta. Messi, Mbappé e o Haaland. Também não tem goleiro. Você vai falar que o Messi Mau, frangueiro, pô.
Emílio Surita:Filho do Zidane, filho do Zidane, é um puta de um frango, filho do Zidane.
Voz E:Vamos falar duas polêmicas do Messi. Pera aí, calma, ele não vai esperar, ele não vai esperar. Empolgado, duas polêmicas desse jogo. Primeiro, teve um gol que foi impedido do Messi no começo, ele faria 4 gols, né? Argélia também teve um gol de impedimento. E aí tem uma polêmica que o Messi deveria ter sido expulso, pelo menos um cartão ali.
Emílio Surita:Não tem banido da Copa, deveria ter sido expulso ali, deu uma entrada.
Voz H:Uma entrada forte ali por trás, mas ele viu que ele errou muito, ele viu, ele viu, ele até assinala ali com a cabeça.
Emílio Surita:Pô, foi falta de ataque, não tem expulsão. Mas assim, é falta de ataque, pô.
Voz D:Bom, mas posso falar, assistindo os 3 jogos de ontem, né, você dá uma entrada, foi, foi criminosa.
Voz H:Isso aí é que sem querer também é falta, foi sem querer, mas é falta também.
Voz D:Vem do jogo, os 3 jogos de ontem e os outros jogos estão acontecendo, dá uma tristeza. Boa, dá uma puta tristeza. Tava conversando com você, né?
Voz H:Eu fico triste de ver. Calma, bicho, calma.
Voz D:Eu sei que só começou, mas é que assim, não tô determinando, eu acredito que vai avançar. Mas o que a gente tá assistindo, que cada seleção que se espera grande coisa tá entregando, é muito superior o que o Brasil entregou. Eu não tô falando de vitória, a gente sabe como que funciona. Foi o Empate, o empate foi para mim foi positivo do Brasil, só que é entrega, é o que o Gueré acabou de falar, essa é a palavra, entrega. O que cada seleção entregou, independente de vitória ou de empate, dá tristeza.
Voz E:É igual o Messi, o Messi é o dono da futebol.
Voz D:Meu Deus, não pique!
Voz I:O cara vê um jogo, não, é assim, o Brasil vai meter 5 no Haiti, aí vai todo mundo falar: "Oh, você é ex", não sei o que lá. Calma, tudo tem sua hora. Agora posso falar?
Voz D:Calma, Felps, inclusive é a hora de você falar.
Voz I:Posso falar? Você respeita que eu tenho autismo, tá?
Voz D:Ah, pronto, agora é essa agora.
Voz E:Autismo com remédio que você toma, você podia ficar em casa.
Voz I:Tô doente ainda por causa da carne estragada.
Emílio Surita:Esse time do Brasil, esse time que está aí jogando é o mesmo time da Copa do Catar. Sim, são 7, 8 jogadores iguais, iguais da Copa do Catar, é o mesmo time do Catar. Sim, tudo verá de diferente? A gente já tava vendo que a diferença é o Neymar jogar, né?
Voz E:A diferença é isso, que o Neymar não faz isso.
Voz D:Você vê a turma jogando, ah, tristeza.
Voz E:A diferença é empenho, cara.
Voz H:É empenho. A diferença é empenho.
Voz E:É isso que não tá. Ontem o Messi já tinha feito 3 gols e ainda tava correndo mais que todo mundo em campo, velho. Pode ser que seja outra coisa, mas tava correndo, velho. Mbappé, mesma coisa. Pô, a França quase sofrendo empate, o cara foi lá, meteu outro gol. Então é isso, é empenho. É o volta pros caras. Mas eu também, alguns do Brasil, nesse jogo agora do Brasil e Haiti, Brasil vai enfiar uns 5, aí todo mundo vai falar: ah, pintou o campeão. E aí depois na outra fase pega Holanda e volta para casa.
Voz H:Mas o Emílio tem um ponto quando ele fala da Argélia, que é o seguinte, Emílio, vou falar baixinho aqui igual Ciro Gomes: se o Neymar jogasse contra o Haiti e fizesse 3x0, ia ser também com o Haiti. Mas é claro que eu não tô desvalorizando que o Messi fez. O Messi é um absurdo, mas a Bélgica também ama muito o Messi, ama os argentinos. Tanto da França quanto da Argentina, os jogos foram fáceis.
Voz D:O primeiro tempo da França não foi fácil não.
Voz H:É que a França tá igual o Brasil, não tem meio-campo.
Voz E:Pois é, o que acontece é que o Mbappé passou o Pelé e a turma também ficou chateada em relação a isso. O Messi passou o Ronaldo gordo, o Fenômeno, e disse o seguinte: são apenas números. Foi muito respeitoso na entrevista com o Fenômeno e falou assim: só apenas números. Mostrou humildade. Hoje, às 2 horas, aqui na Jovem Pan, você pode acompanhar também. Temos Cristiano Ronaldo, Portugal vai enfrentar aqui o Congo. Não emociona muito. Temos jogo ruim, é o jogo bom hoje, a Inglaterra e Croácia, 17 horas.
Voz I:Vale a pena.
Emílio Surita:É só jogo ruim, jogo ruim é Gana e Panamá, às 20 horas. Esse time aí não devia nem estar lá.
Voz E:Que isso? Que isso? E Colômbia, às 23 horas. Assistir o jogo da Bom, fica com Portugal e Congo às 2 horas. Sabia que tinha Inglaterra e Croácia às 17 horas.
Voz I:Aí é o futebol, mas boa, porque você não sabe a bandeira, nem vai ver o jogo.
Emílio Surita:É isso, não sei onde fica o país, eu não vi. Só time ruim essa primeira fase, mas não são bons times. O bom é quando começa o mata-mata, aí o jogo vale, aí a Copa, aí vale.
Voz E:Bom, aí Haiti, o Brasil joga na sexta-feira às 21 20:30, mais um churrasco. Sua casa, na casa do Morgadão, da minha casa, não cabe.
Emílio Surita:Vamos fazer no Emílio, tá combinado. Eu não tenho jogo em casa, combinei com a Ana, combinei com a Pepela.
Voz E:Já ninguém assiste, a gente vai lá, a TV de tubo aí.
Voz D:Então você fica aqui que não vai na televisão.
Voz E:Iremos lá, noite do Inhoque, noite de massas, noite do doguinho, massas e vinhos.
Emílio Surita:Agora, agora vai virar o Gazé agora, né? O bom dessa Copa, sabe o que que é? Da Copa tá dividida é porque antigamente você só tinha opinião do Galvão. Exatamente. Todo mundo só repetia o que o Galvão falava.
Voz I:Inclusive os comentaristas da Globo.
Emílio Surita:Inclusive nós aqui também. A gente sempre fala, a gente sempre, porque a gente não entende muito de futebol, mas a gente gosta de dar palpite em tudo porque, pô, precisamos preencher 2 horas de programa. Então vem lá o Morgado querer dar palpite de futebol.
Voz E:Rolando a Copa.
Rita de Cássia Moreira:Que ele não entende. Mas é o que chega mais Perto do futebol é ele, ó, o formato.
Emílio Surita:Já jogou no gol.
Voz E:Juca Baleia.
Voz D:Eu jogava no Metro Society ali na Avenida Gregoretti.
Emílio Surita:Ele nada de futebol.
Voz E:É o branco, pô. Parece o branco.
Voz I:Era o time do Hebraica, pô. A máquina do Hebraica.
Voz D:Cala a boca, Samy. Você não sabe nem o que é impedimento, pô, velho.
Voz E:Você é o Samy nesse esquema tático.
Voz D:O Samy só jogava pebolim só, puta, piá de prédio, velho. Ó a pinta de boleiro do Samy. Com essa cara de tonto.
Voz E:O Samy joga futebol de crocs.
Voz I:Era o ponta-direita.
Emílio Surita:A única ponta que ele conhece é o cara não sabe limpar o bumbum sozinho.
Voz D:É o outro velho cabeceador, mora cabeçona.
Voz I:Então nessa agora, o Morgado ia só para o lanche.
Voz D:O Sami hoje usou o remédio do Maradona, jogava no Metro Society ali na Tancredo Neves. Agora sou goleador, meu irmão.
Emílio Surita:Deixa o bussunda, o bussunda manda. Você acha que ele jogava?
Voz D:Jogava?
Voz E:É, não, jogava.
Voz D:Vai ter o futebol Não é porque você cabeceava bem que você jogava para caramba também.
Voz E:Aqui, ó, você vai fazer o time da Jovem Pan.
Emílio Surita:Então, pelo menos, pelo menos, pelo menos as opiniões elas estão divididas, porque tem gente que tá assistindo na Kazé, mulheres não estão transando. E outra coisa, pois não, eu estava pensando com os meus botões, pois não, porque muita gente A gente fala da transmissão feminina.
Voz D:Sim, sim.
Emílio Surita:E há sempre uma conversa, e eu estava pensando, na verdade, a gente é muito exigente com transmissão de futebol.
Voz J:Sim.
Voz E:Por quê?
Emílio Surita:Por quê? Quantos narradores nós tivemos ao longo da nossa vida? Nós somos mais adultos, correto?
Voz E:Sério?
Emílio Surita:Eu digo aqui, apenas 3 caras que se destacaram da TV: Galvão Bueno, Luciano Duvalli e o nosso querido Silvio Luiz. Sou Lulu. Esses 3, esses 3 a gente sempre gostou, só desses 3.
Voz E:Perfeito.
Emílio Surita:Os outros a gente não gostava.
Voz D:Não.
Emílio Surita:Quando entrava um locutor segunda linha, não sei o quê, vocês estranhavam. O jogo não tá legal. Esses 3 a gente gostava. Então esse negócio de falar que é machismo você não gostar da narração feminina é uma falácia narrativa, né? É usado, é usado pra gente achar que a gente é machista. Não é nada, não é isso. É porque a gente é o costume, né? A gente acostumou a transmissão.
Voz E:Sabe quem é machista, Emílio? Quem coloca as mulheres pra narrar jogo 1h da manhã.
Voz D:Exato, por que que não põe no principal?
Voz E:Porque a gente, né, o cérebro tá acostumado, é um conforto você ver quem você conhece.
Emílio Surita:Então pense nisso.
Voz E:E outra coisa, com todo respeito ao futebol, a narração feminina é horrorosa.
Emílio Surita:Cebola, cacho-braim, diz no meio-campo.
Voz K:Ancara-braim, ancara-braim, ancara-braim, ancara-braim, ancara-braim, tocou no Hendrick, vai pancar, despistou o Bolsonaro.
Maurício Manfrini:Uau!
Emílio Surita:Maravilhosa! Isso é muito bom, eu gosto, eu gosto. É que eles só põem em jogo Jogo ruim, a Globo só põe em jogo na madrugada, velho, nem para comentar nada.
Voz E:O Galvão deixava as meninas falarem também. Fala, tá bom, vamos lá, vamos para o Mauro, que que tem.
Emílio Surita:Mas daqui a pouco tem, tá transmitindo bem, tá?
Voz E:Galvão tem que tirar o chapéu, cara, é bom.
Emílio Surita:E a Casetv, né, que é um sucesso, a imagem é fantástica, né?
Voz E:Vamos falar a verdade, é do YouTube, né?
Emílio Surita:Tem um acordo com o YouTube. Você sabe quem é sócio da Casetv?
Voz E:Cristiano Ronaldo. Live mold, CR7.
Emílio Surita:O Cristiano Ronaldo colocou um dinheirinho ali, né?
Voz E:Eu dei a notícia seguinte para os fãs, é, o Kazé, ele já foi estagiário lá da TNT, viram o potencial dele. Aí ele tava com aquele canal no YouTube lá e fazia, streamava, né, Alba, que você usa esse termo, sim, né, na outra plataforma, na Twitch.
Emílio Surita:Então, mas a Kazé TV começou com o Kazé, que é o gordão. E aí essa live A Live Mode, esses caras da Live Mode era o Sport Interativo. Esse cara ele compra, ele é sócio, ele vende os eventos da UEFA e da FIFA, os eventos de esportes, ele vendia para América do Sul, ele vendia patrocínio e tal. E aí ele comprou os direitos, ele comprou a Kazé. A Kazé hoje é do Sport Interativo, que é sempre, são dois sócios.
Voz E:Perfeitamente.
Emílio Surita:E tem grupos aí, tem grupo investindo, tem muito dinheiro investido. Muita grana. É uma opção.
Voz E:Eles são donos de todas as transmissões dos jogos da Copa do Mundo. Mudou o jogo. Antes a Globo detentiva.
Emílio Surita:Então, mas por exemplo, ele tinha, ele vendia, ele repassava os direitos, certo? O direito é lá da FIFA, aí ele comprava e repassava. Como ele tem um canal agora, provavelmente ele vai pagar menos.
Voz E:Possivelmente. É isso aí, esse é o business do futebol.
Emílio Surita:Por quê? Que, por exemplo, se eu tenho, eu repasso para você o canal. Por isso que ele tá transmitindo todos os jogos, porque a Globo não quis, né? É isso, a Globo não quis esses jogos de madrugada. E aí, como ele já tinha o pacote, ele falou: transmito eu.
Voz E:Deixa com o Cazézão aí.
Emílio Surita:O que que você acha? 3 milhões de mais esperto que a gente?
Voz I:Não, não sou, mas o— eu acho que para TV aberta você tem um custo de oportunidade grande, ou seja, você deixa de passar muitas vezes um programa que é relevante inclusive para patrocínio, Jornal da Globo, não sei o quê. Para o YouTube não. O Cazé vai passar o quê esse horário?
Voz D:É, não tem.
Voz I:Ele vai ficar fazendo debate bola. Então, para o Cazé, inclusive no YouTube a gente faz aqui direto, a mesma empresa pode abrir transmissões simultâneas, várias lives, né?
Emílio Surita:Então é um pouco mais para o patrocinador, é muito melhor colocar na Globo. Por quê? Porque entra na Globo, entra no Jornal Nacional, no Jornal Hoje e no Jornal da Globo.
Voz I:Você tá supondo que o valor é o mesmo.
Emílio Surita:Não, não, ele paga mais, porque é Copa do Mundo, patrocínio Gillette Continental, tô falando das antigas, das antigas.
Voz E:Ryder, dê férias para os seus pés.
Emílio Surita:Coisas antigas. Por quê? Porque vale mais apenas esse comercial no Jornal Nacional, que tem uma puta de uma audiência, do que um jogo de madrugada.
Voz D:Então custa caro, é melhor não passar.
Emílio Surita:O pacote custa caro, tem que custar, tem que custar, claro.
Voz I:Inclusive falam que tem chance das emissoras, eu não vou citar nome, que compraram os direitos não conseguirem se pagar, cara, porque é muito caro direito de Copa do Mundo, muito caro mesmo. Então se você não conseguir vender quase todas as cotas, você tá no prejuízo.
Voz E:É, mas vamos lá, que aula de entretenimento aí que vocês deram! Mais, é, para seus pés.
Emílio Surita:Vamos lá! Que que você quer, professor? Mais uma mais uma mais uma vai animal!
Voz I:O dólar nesse momento opera em queda de 0,63% e pode ser comprado por R$5 reais. R$6, isso é claro que é o dólar comercial.
Emílio Surita:Ele vira a cabeça, ele tá de fralda, ele vira para enxergar bonitinho. Você quer fazer agora? Senta lá, ô Pato, senta lá que o homem chegou agora. Olha só, estamos aqui, ó, falamos do frio, das dores, estamos aqui, ó, com ele, o homem do Magnésio. Esse aqui é esse cara que manja tudo de magnésio, Manolão. E você sabe, claro, e aquela promoção que é um sucesso, que é o presente.
Voz L:É o presente, é o presente, a camisa do Brasil.
Emílio Surita:O presente é a nossa audiência da saúde para ficar muito tempo com a gente. Por isso que a gente tem o melhor magnésio do mercado, é esse aqui que a gente vende, não é verdade?
Voz L:Verdade, Emílio. Vamos começar um pouco diferente, vamos falar um pouquinho da promoção antes de começar a falar do magnésio.
Emílio Surita:Pode falar.
Voz L:Olha só, você que está nos acompanhando de qualquer lugar do Brasil, você já pode Liga agora, 0800-787-9999. Você não vai se arrepender ligando agora, você vai ganhar essa linda camisa oficial do Brasil. Ainda dá tempo, essa promoção é limitada, não é para todo mundo. O QR code não vale a promoção, é só para quem ligar agora, 0800-787-9999. É um baita dum presentão para você, essa linda camisa do Brasil.
Rita de Cássia Moreira:Magnésio.
Voz L:E claro, o presente é a saúde, né?
Emílio Surita:Exatamente, porque esse é o melhor magnésio que existe. Você vai comprar, não é o magnésio, é uma fórmula da Lirius.
Voz L:E isso vale muito, vale muito, Emílio. Olha só, se você tivesse que tomar individualmente, são 5 minerais numa única cápsula, você teria que tomar no mínimo 10 cápsulas de magnésio por dia. Então seu corpo naturalmente eliminaria esses magnésio. Então quando você toma é 2 cápsulas por dia, você tem o que a gente chama de biodisponibilidade, é a resposta rápida do mineral no seu corpo. É o magnésio quelato, que a gente sempre fala aqui, que agarra, né, aquela garra mesmo, que vem do grego. E ele é muito importante para dar a resposta imediata. Então, por exemplo, você anda meio cansado, desanimado, sem energia, sem disposição. Sabe aquele sujeito, Emílio, tem dificuldade até para levantar da cama?
Voz D:Sim, muito.
Voz L:Às vezes o sujeito tá com a baixa da testosterona porque não tá se alimentando direito, muito cortisol, muito estresse. E aí vai afetar o quê? Questão baixa da testosterona, isso acaba impactando na sua rotina. Então o magnésio, ele melhora, ele é o fio condutor, ele melhora a absorção da alimentação. Então ele vai levar, por exemplo, principalmente melhorar a absorção das vitaminas, principalmente as vitaminas do complexo B, estimula, claro, a produção da testosterona. E o que eu gosto muito, Emílio, a gente sempre fala de alimentação, certo? O Emílio é do meu tempo, né? Porque, porque Eu sou de uma região mais afastada e lá a gente tomava leite, por exemplo, o leiteiro levava o leite todo dia em casa, todo dia, todo dia ele levava o leite em casa, a gente tomava aquele leite fresquinho da vaca. Hoje, por exemplo, você vai tomar um leite, às vezes a produção desse leite foi um ano anterior, 2 anos, então você acha que tá consumindo cálcio e não tá, né, não tem o valor nutricional que você precisa. Então alimentação mudou e isso tem causado o quê? Déficit de magnésio. Quando você fala, Emílio, que 60% das pessoas têm déficit magnésio, e não sabe, e não sabe. É o quê? É a falta, é uma alimentação desregrada. Às vezes tá se alimentando de uma forma que não é correta, às vezes os alimentos processados, né, tudo que passa por um processo que não é natural, ele já é processado. Então isso faz com que você tenha uma diminuição das vitaminas, dos sais minerais. Então o nosso corpo não produz o magnésio, a gente tem que o quê? A gente tem que inserir esse magnésio suplementar. E a gente suplementa com esse que é o mais completo. Por isso que você começa a usar, Zuzu, pessoa que tem cãibra já sente.
Voz E:Opa, impressionante!
Voz L:Eu tinha muita dor no joelho, mas uma dorzinha, né? O Emílio, você tinha uma dor, né, Emílio?
Emílio Surita:Eu não sei, uma dorzinha que você falou que você tinha uma dor no pata de ganso. Pata de ganso, aqui, ó, fica aqui, ó.
Voz L:É uma dorzinha de correr, de caminhar, uma dorzinha, uma dorzinha chata.
Emílio Surita:Eu comecei a tomar, pelo menos agora sumiu. Pode ser que volte, não sei.
Voz L:Não, voltar não volta, Emílio. Até porque você não vai parar de tomar, né? Até o magnésio, você pode usar sempre o magnésio, sempre. Por que que ele diminui essas dores, principalmente essas dores tensionais de quem faz atividade física, de quem caminha, articulação, né? É porque ele estimula a produção da, além da elastina, do colágeno. E a gente vai perdendo colágeno, com o passar do tempo, né? Não é à toa que você começa aquelas marcas de expressão, envelhecimento, velho, então na caída, né?
Voz J:Desculpa.
Voz L:O que que o nosso magnésio faz? Ele estimula a produção do colágeno, ele lubrifica, hidrata, vai destravando os movimentos. Então, para quem tem reumatismo, quem sofre às vezes com uma doença crônica, ele não vai curar, mas ele vai aliviar dor, vai soltar os movimentos e melhorar o conforto no dia a dia, que é importante, amigo.
Emílio Surita:É isso aí. E a promoção continua só no telefone, no 0800-787-9999. Você tem—
Voz D:no estoque.
Voz L:Vamos fazer o seguinte, ó: 200 unidades.
Emílio Surita:Hoje, 200.
Voz L:200 unidades.
Emílio Surita:Acaba em 2 minutos essas 200 camisas e também o magnésio.
Voz L:E não é só São Paulo, Emílio, é o Brasil todo.
Emílio Surita:Brasil inteiro.
Voz L:É bom deixar claro aqui, gente, é o Brasil todo. 200 unidades, você vai ligar agora: 0800-787-9999. Você vai levar a camisa do Brasil e o nosso magnésio. Você só vai pagar 20% do valor do produto. Show! Pra você testar, pra você experimentar, conhecer o nosso magnésio e sentir a diferença no seu corpo. Ligue agora, 0800-787-9999. 200 unidades leva essa parte do Brasil, hein?
Emílio Surita:Ó, por exemplo, você tava falando da vitamina, da vitamina B, né?
Voz L:B, B, o complexo B.
Emílio Surita:O complexo B é muito importante. E tem a B3 também, e essa que é muito importante. A B3, ela repara o DNA, meu amigo. Ó lá, a produção da energia das células. A B3 é muito Muito importante. E se você— o magnésio, o segredo do magnésio é, por exemplo, se você toma vitamina e você tem deficiência de magnésio, a vitamina não vai, não dá liga. Isso, entendeu? Esse aqui é o problema. Por isso que todo mundo fala, é exatamente isso, o magnésio é o que dá liga, é um mineral que a gente precisa desse mineral.
Voz L:É, as reações das vitaminas, dos sais minerais, não existe sem magnésio. É Lírio, só para quem tá acompanhando, 200 ligações, só paga 20%, tem que ligar agora, 0800-787-9999.
Emílio Surita:Emílio, obrigado. Breakzinho, então vamos fazer o break agora para nossa rede de rádio em todo o Brasil. Muito obrigado pela sua audiência. Hoje Paulinho, agora daqui a pouco eu vou aproveitar este break agora do Reginaldo. Vai lá, Reginaldinho, no oferecimento de Colinos, posso só dar uma notícia aqui?
Voz H:Perdão interromper aí, sempre muito bom. É, essa é uma excelente notícia para o brasileiro. Neymar entra, né, ele volta agora, está treinando com o grupo já, ele já tá treinando, fez o teste aí. Ele chegando aí no treino, ele pergunta para imprensa se eles estavam com saudades, saudades, certo? Ele pergunta e já está treinando com ou grupo.
Voz D:Sexta-feira será?
Voz H:Não, olha, aí a gente precisa de você, né?
Emílio Surita:Pelo amor de Deus, posso falar uma coisa? O Neymar é um cara que todo mundo, quem conhece o Neymar, todo mundo gosta. Amigo, é aquele cara muito gente fina, muito. É um cara muito—
Voz E:conhece, torce contra, mais ou menos.
Emílio Surita:Muito bem, quer mais? Eu vou para ele, para onde? Já vou lá para ele, para o herói do Brasil. Vamos lá, vamos ver como O pepperoni, diretamente, o pepperoni, come a pizza na montanha russa. Pepperoni, R$18,99. E aí, Fufu, aí essa é aquela, é a Pipeline.
Voz I:Não é essa Pipeline?
Voz J:Essa não é, essa é a que o senhor pediu. Isso, essa é a Pipeline, é o que o senhor pediu. Essa é a Pipeline, já que eu estou na frente dela Samy, esta é a Pipeline. Daqui a pouco vai sair o carrinho ali onde a galera vai em pé, a galera simula aquela onda maravilhosa ali, ó. Ali locais para você assistir os shows ali, o Joãozinho vai mostrar ali, ó, o restante do parque ali onde tem o show da Xamun, naquele cobertão ali. Ali acho que é para assistir o show de iluminação e fogos, sempre que tem. E aí essa é a que o senhor pediu, paizão, aqui na frente da Pipeline. E daqui a pouquinho a gente vai vir um carrinho para ti. E aí a gente fica nessa aqui porque tá muito calor e não tem muito mais o que fazer nesse cantinho, porque a gente tá no final da ilha, vamos dizer assim, né, melhor.
Voz D:A gente tá vendo imagem recuperada aqui, você indo na montanha-russa. É a manta essa que vai meio com o rosto virado? Manta.
Voz J:E é a manta que você se mova, justamente o movimento da raia, né? Aquela agilidade de cortes para direita, para esquerda, virando. E você vai meio que, você vai deitado em 90 graus, que também é maravilhosa. E essa daqui, daqui a pouquinho vai sair. Essa aqui acelera com tudo aqui, né? Não tem a sua tradicional subida aqui, dá o start de velocidade aqui e você vai em pé, né? A cadeira meio que tem um movimento. Então, 23, se você puder liberar para nós aí, ó, senta na mula aí que nós estamos ao vivo.
Voz D:Vai, patrão, você vai nessa, Fuzil?
Voz J:Não, vamos lá, patrão. Só se, só se quem manda em mim mandar aí a maioria.
Emílio Surita:É o seguinte, o Fuzil, Fuzil, ele, vocês evidentemente estão vendo a cobertura pela Globo, a Jovem Pan também está fazendo aqui, né? O Esportivo da Jovem Pan também está Lá nos Estados Unidos, e o fuzil, ele foi contratado a peso de ouro para transmitir. Olha lá, essa é a Pipeline. Isso, vai de pé, meu. Ela simula o surf. Olha lá, você vai em pé na bagaça. Que loucura, cara. Você vai em pé nessa coisa maluca. É como se você tivesse surfando. Por isso que ela chama Pipeline, que é onde tem o surf lá no Havaí.
Voz I:Aí tem um molejo para cima e para baixo.
Emílio Surita:Então é uma coisa de cara doida. Olha, legal, legal, legal! Nossa, bater uma feijoada aí, você sabe demais. Olha que loucura!
Voz J:Porque o legal que você fica no eixo subindo e descendo, né? Você tem aqui um movimento sobe e desce, meio que um amortecedor. Então meio que você fica simulando assim, ó, surfando Everybody can surf.
Emílio Surita:O Fuzil, o povo quer saber porque você tá mostrando o clima. Não tem clima nenhum de Copa do Mundo que está fazendo. Você tá vermelho como um pimentão norueguês.
Voz J:Você tá fazendo amanhã, quinta-feira. Amanhã, quinta-feira, a gente tá com uma estratégia, Emílio, que nem ontem a gente tentou lá na aquática, aí no parque aquático, hoje vim aqui no parque de diversões, tal, não sei onde. Amanhã a gente vai tentar uma estratégia que é humanamente impossível amanhã a gente não conseguir achar esse clima de Copa do Mundo. De amanhã não escapa, a estratégia traçada para amanhã, Emilião, não tem como dar errado. Amanhã nós vamos achar um monte, mas assim, ó, coisa de multidão de torcedores de de seleções.
Emílio Surita:Muito bem, mas vejam que o americano não tá nem aí para o futebol. É o seguinte, o Fuzil está lá justamente por um motivo: é um homem que bate um tambor como ninguém aqui em Taipas. É conhecido como Pai Fuzil, Pai Boquinha, Pai Boquinha de Oxalá, lá. Exatamente. E ele vai tirar a zica que os jornalistas esportivos estão colocando em cima da seleção Seleção Brasileira, colocando uma zica danada até hoje.
Voz E:E o Fuzil já fez um bom trabalho, porque o Neymar não tava nem andando agora.
Emílio Surita:E o Fuzil, e o Fuzil fazer o trabalho, tá merda. Deixa eu só completar. E o Fuzil, ele vai, ele vai fazer o trabalho para Seleção Brasileira. E ele, se o Brasil perder a Copa porventura, ele prometeu raspar a cabeça e vai ficar um ano sendo chamado de tamanha confiança. Shibiu de Moraes, ele será o Shibiu de Moraes bonitinho.
Voz J:Portugal, certo?
Voz E:É isso, Brasil ou Portugal?
Voz J:Eu tenho tamanha fé nas ervas que eu bati na coxa do Neymar, no banho que a gente entregou. E aliás, ontem nós soltamos uma Já descobrimos o nome do hotel que os presidentes das seleções estão. A gente vai atrás, Emelião, para você, e vai dar Brasil, com certeza.
Emílio Surita:É isso aí, está aí Fuzil, o herói do Brasil, diretamente dos Estados Unidos. Muito obrigado, Fufu. Muito bem, que mais? Vamos para onde? Vocês que mandam, você que manda. Mais uma, mais uma, mais uma, mais uma, mais uma, mais uma.
Voz E:Estamos para mais uma. Bicho, vocês viram o André Mendonça? Vocês viram? Não, parece que agora engrossou o caldo.
Emílio Surita:Saber para onde vai, né?
Voz H:Para onde vai o caldo.
Emílio Surita:Olha, ele—
Voz E:existe um embate na STF, né? Obviamente, por todas as notícias, o André Mendonça, que é o ministro da STF, derrubou, Emílio, o sigilo do arquivo do Luiz Felipe Machado Moraes, Mourão, o famoso sicário no caso do Banco Master. E aí as investigações apontam que tinha uma rede obviamente criminosa liderada pelo Vôo Carão. E aí o Mendonça destacou novas revelações que vocês vão ver agora na tela. Vai lá, Mendonça.
Voz G:Tem mais coisa por vir. Eu havia determinado, determinado que fosse preservar armado, o iCloud do Sicário. Essa semana eu determinei a quebra desses dados. Vamos ver o que virá de lá, que deixou a irmã do Sicário passando mal.
Emílio Surita:E a irmã já viu.
Voz E:Exatamente.
Emílio Surita:A irmã já viu o que tinha lá e disse que ela Ficou, sim, vai destruir a família, que é irmão do sicário. Vocês lembram do sicário que se matou? Isso, isso, na prisão, né? E aí ela disse, segundo o próprio ministro, realmente que tinha uma dúvida que você teria mandado matar. Ele fala, não, que realmente ele tirou a própria vida e foi lá.
Voz E:Ele perfeitamente, eu vou investigar isso aí. O sicário era onde, né, o Vorkaro mandava, né, ele fazer algumas coisas.
Emílio Surita:Tem muita polêmica, tem mais judicial envolvido.
Voz E:Perfeito.
Emílio Surita:Tem muita gente envolvida aí nessa história.
Voz H:Peixe grande.
Emílio Surita:Agora é saber aonde vai chegar, né? Vocês sabem que chega no lugar.
Voz E:Olha, mas é pela primeira vez que eu vejo o embate tá, né, mais com mais calor dentro da STF, do Gilmar. Ah, lógico, porque, milhão, tem lá Gilmar Mendes, temos o nosso ministro Alexandre de Moraes, tem o Toffoli. Então assim, entre os ministros ministros até agora, eles têm explicado.
Emílio Surita:Tem um trecho que ele fala aqui, não é sistema, vamos do sistema. Tem um trecho que ele fala aqui, não é, não é Lava Jato não. Tem isso aí ou não? Vamos embora, vamos lá, põe aí o trecho dele, fala, né, para o Gilmar.
Voz G:Até porque há uma perspectiva, parece que certos setores atuam para criar um vício.
Emílio Surita:Isso é do sistema, tudo que querem é criar um vício.
Voz G:Há um sistema articulado para isso. Eu não sou cego, eu tô acompanhando, tô assistindo os movimentos. Não, eu acho que todos nós devemos zelar para evitar ensejarmos não só a nulidade, mas a hipótese de suspeitas sobre a condução do— e mais que isso, Ministro Gilmar, tentativas de obstaculizar as investigações. Não, isso é grave. Gravíssimo, gravíssimo.
Voz E:É que o Gilmar Mendes, ele cita a Lava Jato, né, no momento também. E aí o André Mendonça também rebate a história da Lava Jato e tem a tal da delação que é seletiva.
Emílio Surita:Para a gente finalizar, o advogado chegou para ele.
Voz G:Perderam o pudor, ministro Gilmar. Queremos fazer uma delação seletiva. Falaram na minha cara isso. Eu disse: não faço questão de delação. Agora, delação seletiva comigo não, comigo não.
Voz E:É, bicho, eu os protejo.
Emílio Surita:Mudou, mudou.
Voz E:Deus abençoe e proteja.
Emílio Surita:Não precisava de um protagonismo de um dos ministros para ele também ir até o Mas você viu que ele fala nessa história: eu sou ela, o mais fraco sou eu aqui.
Voz E:Perfeito. Porque que ele é o mais fraco? Porque tem interesses dentro lá dos poderosos que estão também dentro da investigação, que não falam absolutamente nada. E eu acho incrível ele falar sobre delação seletiva, porque realmente é. Qual é o interesse de colocar um áudio e não colocar outro? Exato. Por que que não responde da relação de advogados ou de tudo mais? Agora o bicho bicho pegou, o bicho pegou não só para os ministros como também para o senhor Hugo Mota. Você sabe que o Hugo Mota também tem, teve supostamente relação com uma hospedagem de luxo. Eu até separei, Bernardo, eu sei que é meio no real time aqui, nosso jornalismo é muito factual, né, não são notícias de ontem, são de hoje, que é o hotel onde supostamente em Lisboa o Mota ficou hospedado, presidente para a Câmara lá em 2024. A informação faz parte também dessa operação que é o Compliance Zero, que a gente já sabe que investiga. Ó, que belíssimo hotel! Olha, hotel com lareira, Emelião.
Emílio Surita:Ó o sofá do hotel lá em Lisboa, barato, não parece a sala do Samy Dana?
Voz D:Exatamente.
Voz E:Dá para correr. Se você for para varanda do hotel, no rooftop você consegue correr. Então assim, a gente tá falando do senhor da Colúmbia, a gente tá falando do Ciro Nogueira, a gente tava falando de todos que estão envolvidos, inclusive o Hugo Mota. Ele pagou o sistema inteiro, que não seja uma delação seletiva, como disse o ministro André Mendonça.
Emílio Surita:Mudou. Advogado chegou para ele.
Voz E:Vamos fazer o seguinte, eu te passo algumas informações, vamos por esse lado, né?
Emílio Surita:Você me ajuda, eu te ajudo. Olha que cara de maluco.
Voz D:Isso que eu falo, que Deus o proteja, viu?
Voz E:E você quer o timing da notícia que mais assusta com tudo que eu tô trazendo aqui? Diga. Hoje tá muito competente, parabéns, Zuccheroni.
Voz H:Parabéns.
Voz E:O ministro Gilmar Mendes votou para quê? Que que ele quis votar agora? Qual que é a última votação do seu Gilmar? Soltar sabe quem? O Felipe Vorcaro, que transferir também o Henrique Vorcaro, que é o pai do Vorcaro, no meio de tudo isso.
Emílio Surita:Mas essa é aquela história lá, né, que o Gilmarzão já queria soltar o Neto.
Voz E:Isso, queria soltar.
Emílio Surita:Porque aí lembraram da Lava Jato, é, ele foi para história toda. E aí surgiu esse embate. Nas entrelinhas, o ministro falou, deu o toque, deu o toque.
Voz E:Olha, aqui não.
Emílio Surita:Mas isso aí a gente vê acontecendo na Suprema Corte do Brasil. Isso me lembra sabe o quê, professor?
Voz I:Do quê?
Emílio Surita:Pandora. Você conhece a história de Pandora?
Voz E:A caixa?
Emílio Surita:O vaso de Pandora? Porque o vaso de Pandora era o seguinte, tinha um vaso, Certo. Aí Zeus falou o seguinte: cuida de tudo isso, mas não mexe, não abre, não abre o vaso. Ninguém pode saber o que tem no vaso, cuida desse vaso. Aí Pandora foi lá, viu, né? Não aguentou, abriu. Aí de Pandora saiu todas as desgraças, guerra. Zeus falou assim: guerra, peste, desgraça. Saiu tudo que era Toda desgraça, aí desesperadamente Pandora trouxe, só sobrou uma coisa dentro do vaso, o quê? Que é a esperança.
Voz E:Ah, meu Deus!
Emílio Surita:Então a gente tem a esperança nesse, nesse cara, a esperança da Pandora que a gente tem aí, chama-se André Mendonça, é o Neymar da seleção, porque falaram, né? Então é o seguinte, bela analogia, esperemos Que pelo menos a gente tenha alguma coisa revelada dessa vergonha que se transformou o nosso querido Brasil.
Voz D:Perfeito.
Emílio Surita:Não é?
Voz E:Tem muito ministro que se acha Zeus lá dentro e fala para não abrir a Pandora, mas se tem esperança com André Mendonça, vamos torcer muito para isso acontecer. No meio disso, professor, professor, tá bom, vai, senão vou ficar aqui.
Emílio Surita:Tem o Lula, né?
Voz E:Tem, tem muito. Hoje tá completo aqui. O Lula tava no G7 ontem, você viu a participação. Primeiro tem o vácuo do Trump, né, no comecinho. Depois eles falaram rapidamente, ficou avulso lá no G7. Ele bolou o chapéu, você ficou tempo falando: eu sou o chefe de todos. Exatamente, o Trump é gordo, hein, meu.
Emílio Surita:Todos os meus funcionários.
Voz E:Não, mas ele tá um bucho, ele é grande, ele é um alça. O Trump chegou na reunião lá para o Macron e falou: I am the boss. Respeita o chefe, papai. Mostra lá ele andando aqui rapidamente. Quem que é o papai? Olha, ele fala: I am the boss. I am the boss. Dá um sorrisinho e cumprimenta lá o Macron. Agora, a pauta do momento seria: porque o Lula é de esquerda ou O Lula é o quê? Aí eu te pagando bem, cara. É porque teve também uma participação do Lula, ele falou assim, eu não— preste atenção, você é esquerdista, hein? Lula disse no G7: eu nunca fui esquerdista. Lula na reunião lá do G7, esse áudio obviamente a gente vai colocar agora, foi vazado, mas não, a gente vai narrar o áudio. Se você não quiser, você Pode entrar lá no canal do Jovem Pan da internet, tem um áudio, tá lá no meio da reunião, e o Lula nesse momento fala o seguinte: eu nunca fui esquerdista. Ele tá falando quando ele encontra lá um dos ministros da França. E aí o presidente Lula foi gravado dizendo que o mundo não é de esquerda e nem de direita. Que ele é do quê? Vai para lá ou vai para cá? O Lula vira, a ideologia muda de acordo com a mesa que você senta.
Voz I:Ele é Ele é pró-Lula, então ele fala as coisas que são boas para ele. Ele quer continuar no poder, seja falando mais para esquerda uma hora, mais para direita. Por isso que é tão populista, chama populista.
Voz E:É, você sabe que o Lula, ele sempre buscou protagonismo, né, internacional. Cadê o Lula Mandela? Sentou lá com Zelensky, não resolveu nada. Sentou de novo com Zelensky agora, não resolveu a Ucrânia, mas ficou avulso.
Emílio Surita:É porque ele não foi, ele não é do G7.
Voz E:Não, ele foi amizade com Macron. Macron falou: vai lá, senta na mesa.
Emílio Surita:Que nem aquelas festas que você vai meio de bico. Sabe quando você vai na festa: "Posso levar meu filho?" Mas olha como ele ficou lá na hora da foto, pra quem não acompanhou, olha só, tá todo mundo ali, né, essa é a foto oficial, os líderes do G7, que são as 7 maiores economias, tal, não sei o quê, aí ele fica no canto, ele fica no cantinho, ele fica muito avulso. Ele fica muito avulso lá, tá vendo? Ó, avulso lá. Esse é o papel nosso, coisa do Lula, diplomacia do Brasil.
Voz E:É baixar.
Emílio Surita:Que mais? Vamos lá, professor, solte a vinheta que o nosso professor chegou.
Maurício Manfrini:Foca na economia, foca na economia, Samuel Dora.
Voz I:Muito obrigado, salve Reginaldo! Olá, combinei com Bernardo. Bernardo, atenção, temos uma mudança sobre falas. Então tem a fala do Haddad na época que ele implementou a taxa das luzinhas, tem a fala agora, e já Aviso, tá? 2027 vai voltar a taxa da blusinha, só um temporário. Mas primeiro, Bernardo, é só para ganhar eleição, é só nesse período. Mas vamos lembrar quando foi implementada a taxa das blusinhas, o que o Haddad falou.
Voz G:Tá havendo uma espécie de concorrência desleal por parte de algumas, de alguns sites, não de todos. Então isso tá sendo investigado e pode ser coibido. Uma maneira de você coibir isso é garantindo a concorrência igual para todo mundo.
Voz I:Isso foi em 24, ela começou a valer, a taxa começou a valer, não é a data da entrevista, no dia 1º de agosto. Aí tempo se passou, popularidade e pesquisas foram divulgadas, e aí a gente tem o Haddad recentemente, o que Aí ele falou: Bernardo, hoje quem tá cobrando a taxa das blusinhas é a torcida, o governo federal.
Voz G:Quem começou a cobrar a taxa das blusinhas foram os governadores.
Voz D:Ah, para, pelo amor de Deus, velho, tem nem vergonha.
Voz G:Eu sou da opinião de que eles estavam corretos ao analisar a desproporção entre o que o varejo pagava e o que vinha de importação. Eleição tinha uma discrepância que os governadores tentaram corrigir, corrigindo por unanimidade.
Voz H:Os cara agora impõe uma regra federal.
Emílio Surita:O canhoteiro, ele é danado. Você percebeu que o Lula, ninguém cumprimentou ele, ele se cumprimenta. Você percebeu isso? Coloca de novo aquela imagem, porque é bom a gente ver isso, porque é como o Haddad, ele fala qualquer coisa e ele mesmo aplaudir. Não, ele se cumprimenta, o Lula. Olha lá, não, ele se cumprimenta. Pode reparem nessa imagem, todo mundo se cumprimentando, tal, não sei o quê, todo mundo falando, todo mundo ali um do lado do outro, e ninguém percebe a presença do nosso querido presidente. Aí ele quer na foto oficial, aí na foto oficial. Agora perceba que ele tá muito abuso. Ele olha ali, ó, quer ver? Daqui a pouquinho ele percebeu que ninguém tá nem aí com ele. Aí ele faz um gesto e ele vai se cumprimentar. Ele dá um tchauzinho, ele se cumprimenta. Que ele tem um que é mais fechado que eu tava vendo agora, acho que é isso aí, ó. Ah lá, ele se cumprimenta, ninguém o cumprimentou, ele vai lá, sem problema. E aí ele vai falar que todo mundo cumprimentou. Alimentou ele, entendeu? Depois a narrativa é sensacional. Vamos aplaudir o canhoteiro de qualidade. Impressionante. E o Taxado, hein? É culpa do Tarcísio.
Voz I:E as taxinhas, eu falei, mas talvez não dê a ênfase necessária para o Morgado, para o Delari, para toda turma, que é só temporada. Contrário, não estão cobrando agora na eleição. 2027 volta para todo mundo, independentemente se é a favor ou contra. Que a gente quer mostrar aqui como eles são inconsistentes e populistas.
Voz H:E pelo menos era uma folga para o Bolsonaro, né? A culpa agora é do Tarcísio. Agora vai para o Tarcísio.
Emílio Surita:Nós podemos disputar a eleição, nós podemos brigar na eleição, nós podemos fazer o diabo. Eleição se faz o diabo.
Voz I:Que mais, professor? Tem muita coisa. Ó, teve também uma pesquisa, essa pesquisa saiu ontem, saiu ontem à tarde, então a gente não conseguiu falar aqui, que é da CNT-MDA, onde foram ouvidos 2.002 eleitores presencialmente entre 10 e 14 de junho em 143 municípios. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais. No primeiro turno, o Lula aparece com 41,8% contra 28,2% de Flávio. Em abril, a vantagem era de 9 pontos percentuais para Lula, agora foi para 13,6 pontos. E no segundo turno, o Lula ainda está mais confortável, ele tá com 49,3 2 contra 36,8 do Flávio. Falam que duas coisas afetaram, e isso obviamente pode mudar, fazendo link com que o Dani trouxe muito bem sobre o André Mendonça. Primeiro é a questão do work hard, certo? E o Flávio, que foi aquele áudio, lembrando que ele não fez nada ilícito. A única, o que chamou atenção e que as pessoas ficaram muito chateadas, algumas, é que ele falava que não tinha, nem conhecia o Volcar. E depois apareceu o áudio, muita gente falou: é, mas se ele falou isso, será que tem outras mentiras? Enfim, cabe a cada um falar. O outro ponto é o tarifaço americano. Segundo algumas pesquisas, falam, a população, por uma narrativa do próprio Lula, fala que foi culpa do Flávio, falou: ó, tá vendo, ele foi lá e aí a gente tomou uma taxa, o que provavelmente não é verdade, até porque a Seção 301 é uma investigação longa. Sim, mas é isso que é a narrativa, a narrativa da população. O que que vocês acham? Que foi isso? Que não foi nada? É só um dado ainda muito antes da eleição?
Emílio Surita:Não sei, não, eu não tinha visto essa pesquisa.
Voz I:Essa pesquisa é nova, né? Foi divulgada ontem, mas não de manhã. Então é Essa é a última pesquisa que saiu. Ah, outra coisa, que é o Pizza Hut. Vocês viram o que aconteceu?
Emílio Surita:Não, não, eu quero fazer o nosso convidado.
Voz I:Então faz nosso convidado, que ele é sensacional.
Emílio Surita:Então vamos fazer o nosso convidado sensacional. Solte a vinheta, porque já são 13 horas e 25 minutos.
Voz E:O verdadeiro filósofo da malandragem e malemolência carioca.
Maurício Manfrini:Posso ir embora?
Rita de Cássia Moreira:Não.
Maurício Manfrini:Ou quer, aguenta mais outra devagarinho?
Voz E:O cara é criador de um dos personagens mais famosos e hilários do Brasil.
Maurício Manfrini:Nego, a gente tava fazendo faxinal em casa, né? Daqui a pouco eu tô vendo ela brigando com aspirador de pó, reclamando, batendo. Falei: "Que que houve, ô nego?" "Aspirador de pó parou de chupar." Falei: "Deve ter casado." Hoje no Pânico é só papo venéreo com o grande Maurício Manfredi.
Emílio Surita:Aí, ó, Paulinho, Gogó, presente! Essa do aspirador de pó é boa, né? Casou, casou, é a primeira coisa, né, Paulinho? É triste, né?
Maurício Manfrini:A primeira perda, não é?
Emílio Surita:Quando não tá casado é uma coisa, é uma coisa espetacular.
Maurício Manfrini:Depois casou, aí vai, as coisas vão se perdendo aos poucos.
Emílio Surita:E como é que você tá?
Maurício Manfrini:Tô nesse processo também, tá? Essa tristeza, tô brincando. Brincando, casado há 23 anos, graças a Deus, muita, muita tristeza.
Emílio Surita:Vai até para Croácia passar um fim de semana.
Voz E:É mesmo?
Voz I:Acabou de casar, que tem que aproveitar os bons momentos.
Maurício Manfrini:Aproveita que passa rápido. Mas obrigado, cara, tô feliz de estar aqui. Já há bastante tempo que eu venho conversando com o Helber para poder encaixar. Nada, nada, nada, não, não, de De forma nenhuma, só fala assim: me dá um tempinho que eu preciso organizar isso, precisa acabar um projeto aqui. A gente foi ajeitando e deu tudo certo.
Emílio Surita:Boa, boa! Obrigado, obrigado, obrigado você ter vindo. Você sabe que seu tempo, porra, tá—
Maurício Manfrini:pô, já fui 3 vezes, acho que na rádio, aqui eu nunca tinha vindo.
Emílio Surita:Então muito fã, comprei sapato, comprei tênis novo e tudo para vir.
Voz E:O teu talento é uma coisa impressionante, né? O teu improviso, e ele sempre, né, a gente fica apaixonado por isso. É verdade que Carlos Alberto de Nóbrega chorou quando você foi para Globo? Interrogação, Bastidores da Praça.
Maurício Manfrini:Deixa eu falar, tava conversando com Pelégio agora, cara. Eu não saí do SBT para ir para Globo, eu já estava no Multishow fazendo. O Pelégio e o Carlos Alberto me liberaram para fazer o Multishow com Paulo Gustavo. Eu fazia o Xexé, um jogador de futebol aposentado, fazia a Vila. E aí depois que fui fazer com Estevam Nabote um programa quase, quase infantil, meio a gente se divertiu assim, porque crianças ficam dancinha, eu e o Estevam na bote, o dono do lar depois fazia o bar do Gogó, mas tudo no Multishow. Eu saí da praça para poder fazer os filmes que eu havia feito, Choroferos 2018, tinha feito, fez muito sucesso, faz sucesso até hoje. E aí começaram a surgir oportunidades, propostas de filmes, eu precisava aproveitar essas oportunidades, eu não podia impor, ó, tal dia eu não posso gravar, eu não podia criar um problema, então eu tinha que aproveitar. E aí eu ia, essas coisas não se conversação por telefone, conversa aqui olhando no olho. E, cara, mas quando eu ia conversar com Carlos Alberto, veio a pandemia, parou. Carlos Alberto foi para um sítio, morando no sítio também. Meu contrato foi vencendo, eu tinha que falar com ele. Aí comecei por telefone, aí eu chorei muito, ele chorou, que ele foi extremamente generoso comigo, como ele é demais, com muita, muita gente, né? E aí ele falou: olha, vá, aproveite a oportunidade, e a gente vai conversando. Então ficou meio que combinado "Quando eu voltar?" Aí ele falou: "Quando você conseguir organizar tua vida com os filmes e deixar um dia pra gravar a praça, você fala comigo." E seus filmes fazem muito sucesso. Cara, a gente vai gravar, já gravou os Farofeiros 3, vai estrear no Natal. A gente gravou no Caribe, a gente filmou no Caribe Farofeiros 3.
Voz D:Aí sim.
Maurício Manfrini:Eu tô com 4, graças a Deus, 4 filmes pra serem lançados. Marido de Aluguel, que é coprodução minha, que eu faço o marido de aluguel, é coprodução minha, do Paulo Fontenelle, do Alexandre Lima, O Menino, Mentira Tem Perna Curta, que eu fui, que eu fiz com a professora Helena Rosana Mulholland, esposa do meu amigo Veras, que foi professor Helena. Missão 71 com a Fabiana Carla, que é um filme de humor nonsense, que eu falo, faço Tony Cruz, que é uma brincadeira com Tom Cruise, né, que ele tem um charmezinho, aquele humor nonsense, uma voz de dublador. E Farofeiros 3, cara, ele tem mais 2 filmes para a gente começar a filmar no que vem. O Açougueiro dinheiro e um namorado para minha filha.
Emílio Surita:O Paulinho Gogó surgiu no rádio, né?
Maurício Manfrini:É personagem de rádio. A rádio foi minha grande escola. Fazia Patrulha da Cidade, que é um programa de muito sucesso até hoje no Rio de Janeiro, e era um programa ao vivo, é um programa ao vivo até hoje. E eu tinha, tinha os aniversários, né, o carnê social. Só que um aniversário só é interessante para quem tá aniversariando e para família do "Quem é o aniversariante?" A audiência geral não interessa muito saber que o João Roberto tá fazendo aniversário. E aí eu comecei a pensar naquela possibilidade de criar um personagem pra dar os aniversários e consequentemente contar uma história. E aí eu saindo da Rádio Tupi, passei no sindicato dos arrumadores do Cais do Porto numa sexta-feira e reparei que ali tinha aquele pagode, a galera reunida, aqueles caras com sapatinho bicolor, tô de boa, camisa de seda javanesa, contando história, um falando que foi corno, outro falou que botou chifre, ou falou que apanhou, que a mulher fez isso. Falei: cara, isso dá um personagem, cara, que conta derrota, conta vitória. E comecei a compor o personagem ali. Parava toda sexta-feira, ficava prestando atenção na conversa dos caras. Sabe quando o cara aprende uma palavra bonita e ele não sabe o significado? Ele quer, ele quer, tipo assim, mnemônico. O cara, bonita, né, essa palavra. E aí, Emílio, como é que você tá? Tá meio mnemônico hoje? Nem sabe o que é. Nem sabe o que é. Eu prestei atenção nisso. E aí experimentei o personagem no ar, contando uma história, dando carnê social aos aniversariantes e procurava colocar uma brincadeirinha, né? Zeca, vendedor de acetona do Meia. Parabéns, Zeca Acetona do Meia! E aí isso começou a chamar atenção de outras pessoas também que não conheciam o aniversariante. Aí comecei a contar uma historinha do personagem personagem. Logo depois, o personagem foi pegando na rádio. Na época era carta, não tinha nada disso, era carta. Começou a receber carta para dar os aniversários. E aí, 99, uma produtora que era do Clóvis Monteiro, a Valéria, era produtora do Wagner Montes na CNT. Caramba, tinha um programa Na Boca do Povo na CNT, e ela me chamou para dar uma entrevista, falar sobre rádio. Eu fui. Aí ele perguntou assim: vem cá, você faz um personagem lá na rádio? Eu falei: faço. Ele: como é que é esse personagem? Aí contei, não tinha característica, caracterização, né, não tinha câmera igual tem hoje. Aí fiz o personagem, no final do programa ele me chamou para trabalhar com ele, fazer o personagem lá na cena. Eu tive que caracterizar o personagem do meu jeito, né. Eu fui trabalhar com Wagner Monte, que eu tinha certeza que ele não ia me passar a perna. E aí, cara, foi a partir dali do Wagner Monte que ele falou: faz o que você quiser, não "Vamos fazer um programa, improvisa." Aí eu comecei a aprender a lidar com câmera, né? Aí ele falou assim: "Olha, aqui a gente não tem dinheiro pra te comprar uma caneta." Eu falei: "Não, você vai me pagar muito mais do que você imagina." Ele: "Como assim?" "Depois eu te explico." E fiquei fazendo ele todo dia, saía da rádio e ia pra lá, fazendo ao vivo, ao vivo, ao vivo, ao vivo, ao vivo. Fui burilando o personagem. Foi dali que me chamaram pra fazer a Escolinha do Professor Raimundo, pediram as fitas daquele, né, daquela, algumas pessoas ali. Aí eu fui agradecer ele, falou: lembra que eu falei que você me paga muito mais do que cachê? Tô indo para escolinha do Professor Raimundo. Ele falou: cara, vai com Deus, pô. Até antes dele morrer a gente se falava direto, cara. E o filho dele é muito meu amigo.
Voz D:Agora a gente tava conversando fora do ar e falando da época da Escolinha, né, que você falou que o programa era diário segunda a sexta e você fazia duas entradas nessa semana. Eu queria que você contasse como que foi, que você foi ganhando espaço, galgando espaço aí, e se isso se deve à rádio, essa questão do improviso.
Maurício Manfrini:Sim, sim, a rádio não pode deixar buraco, né? Espaços em branco tem que preencher. Eu fazia, eu gravava só quartas e quintas, as gravações eram às quartas e quintas, e eu gravava um na quarta, um quadro na quinta, então eu só ia por semana duas vezes ao ar. E uma vez, antes de começar a gravar, o Chico já tava de Professor Raimundo na mesa assim, aí ele me Chamou, Manfrini, dá um pulinho aqui. Alguém falou: você tem quantos quadros para gravar? Tá gravando um só por dia? Eu falei: tô. Aí eu preciso te colocar mais, tô pensando em te colocar mais vezes no ar. Você tem alguma de improviso aí? Falei: tem. Aí ele: você tá depois de quem? Porque a gente não sabia o roteiro de ninguém, a gente tinha uma sequência para eu saber que eu vou depois de você, que depois eu vou depois dele. Tinha uma sequência, quando ele tivesse falando contigo, para eu já ficar ligado aqui que ele ia me chamar. Ele falou: você vai depois do seu boneco, né? Então foi o seguinte: você vai fazer o teu aqui, depois da Fafi Siqueira eu vou te chamar, fica ligado. O que que você quer que eu te pergunte? Falei: ah, pergunta se você já foi ao Himalaia. Aí ele: tá bom. Aí eu falei: você não vai querer saber? Ele: não, você falou que tem, pronto, então quero ver se tem. Ali foi a primeira prova, né? Ele já sabia que eu trabalhava em rádio, então acho que ele me deu uma testada. E aí foi, gravei o meu, e quando chegou a vez de gravar o de eu aviso, é ele, seu Paulinho Gogó. Aí, opa, fala, professor. Ele: eu fiquei sabendo que o senhor já teve no Himalaia, isso é verdade? Falei: ah, professor. Aí falei, cara, falei assim sem pensar, falei: ah, fato venéreo. Aí ele: não, não, você tá querendo dizer fato verídico. Falei: não, verídico é quando o camarada ele vai na zona, ele encontra doença verídica. O que eu vou falar aqui é fato venéreo. Aí ele: tá bom, então continue, continue. Continue, continue. Aí eu contei a história, falei: "Ah, professor, eu tava praticando alpinotismo, aí tava subindo o pico do Himalaia, tava eu e o Birico Tico, a gente tava jogando a corda e fomos subindo, fomos subindo, fomos subindo, trocando ideia, batendo papo, aquela resenha. Alguém passou ali, fez um piquenique antes, jogou uma casca de banana, em vez de jogar na lixeira, jogou no chão. Aí, pô, o Birico Tico tava distraído, escorregou na casca de banana, pô, e caiu, aí caiu, meu irmão, caiu, sumiu." sumiu na neve, sumiu aquele nevoeiro todo, ele desapareceu. Eu fiquei preocupado, peguei o walkie-talkie, né? Alô, Cândido, pericotico. Aí ele fala, Paulinho Gogó. Falei: e aí, tá tudo beleza? Tá tudo beleza. Falei: você tá machucado? Aí ele falou: não tô machucado não. Falei: então volta para a gente continuar subindo. Aí ele falou: não dá. Falei: não dá por quê? Ele falou: ainda tô caindo. E aí, cara, essa foi de— quando acabou o programa, os O Chico me chamou, falou assim, ó, eu tinha perdido aquilo, eu falei de improviso mesmo. Falou: sempre que você for contar uma história, eu vou te perguntar se é verdade, você fala que é fato venéreo, que por ser venéreo vai pegar. Até hoje eu falo fato venéreo, já gravei show de piada com fato venéreo, show fato venéreo, na praça eu falo fato venéreo. Então ele, aquele é se perder, ele que teve a genialidade.
Voz I:Eu tenho um filho de 10 anos que ama os personagens de humor, que eu percebo Eu percebo que o seu personagem, apesar de ter até falas que são pra adultos, as crianças são doidas por ele, né? Você já pensou em fazer alguma coisa pra criança? Ou esses filmes sempre pegam público infantil? Porque na Netflix é um sucesso.
Maurício Manfrini:Então, Farofeiros é um sucesso, porque tem muita criança. Eu fiz um filme com o Leandro Hassum, que até é um argumento meu, escrito pelo Paulo Cursino, que esteve aqui. Os Farofeiros, Paulo Cursino, enfim, os dois filmes do Paulinho Gogó estão na Amazon Prime, Paulo Cursino. Vai ter o terceiro agora, O Pessoal do Futuro, Paulo Cursino. E a gente, assim, o personagem, apesar de ser muito malicioso, ser da noite, ser pagodeiro, ser mulherengo, ele é extremamente mulherengo, tá toda hora com caco de vidro, né, para largar um pingo de sol, daquelas coisas. Então o personagem é muito malicioso, mas apesar disso eu fui suavizando o personagem. Por quê? Porque eu comecei depois da rádio fazer circo. Circo era muita muita criança. Então eu, por inexperiência, eu até pesava a mão, mas tinha muita criança. Então eu comecei a arrumar umas analogias para criança não entender, achar bonitinho o jeito que eu falo, e o adulto achar graça do que ele entende, entendeu? Então isso foi uma, isso foi uma, não, mas foi sobrevivência mesmo, não foi nem assim, cara, que que eu vou fazer? Tive que pensar em alguma coisa. Então eu vou arrumando analogias, por mais que você usava fruta, você Pirulito, animalzinho, amassando a lasanha. Não, é só o linguajar meu, por exemplo assim, posso falar um fato, Venerick? Tá falando de casamento, você casou agora pouco tempo. Eu antes comecei a namorar nega Juju, ela não tinha colocado a cara na janela ainda, se é que vocês me entendem.
Voz D:Já perdi tudo aí.
Maurício Manfrini:Todo mundo já entendeu, né? Já entendeu.
Voz E:Aí, maluco, cara, na janela.
Maurício Manfrini:Aí, quando a gente tava namorando, eu e Nego Ju, que a gente tava namorando, ela não liberava as entrefolhas, irmão. Ela só ia ali, dava uma limpada na trave. Aí, beleza. Aí ela falou assim: não, eu não sou essas mulher que você conhece na madrugada, sou mulher de família, sou mulher para casar. Para conseguir o que eu queria, tive que casar com a Nega Juju. Na lua de mel, o fato ia ser consumido, não ia Não tem jeito, cê é fato venéreo, tá? Aí levei ela pro Hotel Zero Estrela, bacana pra caramba. Aí tamo lá no apartamento 205, eu e a nega Ju, tamo lá em cima. Aí, pô, lua de mel, ela tava pelada sentada no meio da cama, eu tava pelado na beirada da cama. Aí comecei dando aquela preliminar, né? Preliminada aqui, preliminada ali. Daqui a pouco a transpiração dela começou a ficar esfuziante, meu irmão, ela foi arrupeando. Falei: "Tá na hora da martelada, vai ser agora." Porque tem um passo a passo, você não pode pular etapa, senão desorganiza toda sequência, né? Aí, mas eu pensei assim, ela tá sentada pelada no meio da cama, eu tô na beirada, não vai ter alcance. Vou trazer ela para beirada da cama. Aí ela tava sentada, vem arrastando ela assim, ela veio largando aquele choro de lesma. Aí quando eu olhei, quando eu olhei, quando eu olhei, a gata já tava com lingua por lá de fora. Aí mirei o picador de gelo na cova do quiabo ali, rapaz. Aí deu, quando eu fui dar o golpe no sorriso vertical, né, aí a nega foi e falou: não, para, para, para, para. Eu falei: eu casei com João Kreb?
Voz E:É isso?
Maurício Manfrini:Toda hora esse negócio de para, para, para, para. Ah não, que eu queria que você apagasse a luz. Falei: não, apagar a luz não. Por que que tem que apagar a luz? Fala que eu tô com vergonha. Falei: vergonha de quê, nega? Ela: não se depilei. Falei: "Nego, eu só tenho nojo de cabelo na comida. Na testa, para mim, é franja, entendeu?" Eu já comi torresmo com muito mais cabelo e não reclamei.
Emílio Surita:É muito bom, é muito bom.
Maurício Manfrini:É só um pedaço de uma história.
Voz D:E isso é legal porque, assim, essas analogias que você faz, ela tem mais graça, ela é uma punch já, porque assim, se você fala a palavra mesmo, às vezes fica só uma informação.
Voz E:Informação.
Voz D:E isso daí foi a questão da sobrevivência que você falou, por causa das crianças, porque ele falou isso, tem muita criança que adora o personagem.
Maurício Manfrini:E eu comecei assim, o meu show é extremamente malicioso, mas eu evito, é um estilo, tá? É só um estilo. Muito bom. Fala, fala, cada um tem um estilo. Tô falando eu que fui partindo para esse caminho e de arrumar um jeito.
Emílio Surita:Mas de habilidade que você tem de contar história, a gente imaginar, imaginaram tudo que Mas esse que é o segredo, né? O segredo é esse, que é o que rádio dá. Porque o rádio, ele dá isso, ele dá criatividade, né? Você cria uma história na cabeça de outra.
Voz E:Imagina a história.
Emílio Surita:Hoje aqui, por exemplo, habilidade que você tem espetacular.
Maurício Manfrini:Hoje a rádio é praticamente uma televisão, muitas câmeras. Que hoje não, de algum tempo é filmado, mas antigamente era só, só o áudio, só na colocação, na na inflexão. Então quando eu comecei a fazer a patrulha da cidade, não adiantava eu gritar, tinha que fingir que tá gritando: "Ô fulano!" Quem tá em casa criava aquela imagem na cabeça da pessoa. A gente era obrigado a ter essa versatilidade de criar imagem na cabeça da pessoa sem ela ter imagem nenhuma para mim. Então isso foi me dando muita experiência.
Voz E:E o personagem convence muito, né? Você vai Na vida real, Paulinho Gogó, os cara vem, acham que você é o Paulinho Gogó também?
Maurício Manfrini:Acha. Isso aí foi, olha só, eu tinha um grande problema mental, digamos assim. Como eu sou humorista de personagem, na rádio eu fazia o Oliver Max, fazia o Esmeraldino Silva que falava de futebol. Não me peça para fazer, que tem muitos anos que eu não faço, não sei nem qual o caminho. Mas eu falei, será que eu tenho que ter vários personagens, cara? Chico Anísio, 209, Tom Cavalcante, quase 100, o outro 80.
Voz L:Falei, caraca, porque para você municiar um personagem É uma mão de obra absurda.
Maurício Manfrini:Imagina 3, 4, 5. E o Chico Anysio, você viu, o Silva não tinha nada a ver com Alberto Roberto. O olhar do Haroldo era completamente diferente do Professor Raimundo. Cada personagem tinha uma vida realmente. Então vai ser muito difícil. Aí quando eu fui pra Praça é Nossa, conversando, tive a honra de trabalhar com Ronald Golias.
Voz D:Maravilhoso.
Maurício Manfrini:No camarim perguntei a ele: Golias, me dá uma, um conselho. Ele "Olha, pode falar, é essencial que um humorista tenha que ter vários personagens?" Ele falou: "Não, não, eu tive 4 ou 5 por acaso, que era a Isolda, Bartolomeu Guimarães, aquele velhinho que falava em dormir, o Pacífico, o Allan, o Profeta e o Bronco. O ideal é que você tenha um verdadeiro, que as pessoas acreditem que ele existe." Se você tem o Paulinho Gogó, você vai criar um trocador de ônibus? Não, o teu personagem, já reparou que o teu personagem é universal? Você pode fazer o que você quiser com ele. Coloca o Paulinho Gogó sendo trocador de Vai jogar bola? Não cria um jogador, coloca o Paulinho Gogó sendo jogador. Vai tocar cavaquinho? Vai criar um cavaquinista? Não, Paulinho. Aí eu comecei a aprender cavaquinho, comecei a tocar teclado, comecei a sapatear, fazer um montão de coisa, e o personagem começou a ficar encorpado. Então tem gente que me encontra no aeroporto, fala: ué, cadê a roupa? Eu falei: não, o cara acha que eu ando daquele jeito. Então isso, olha o conselho que o cara tirou, 2 toneladas das minhas costas do Golias.
Voz H:Eu comecei, e tem gente que me conta: vem cá, o Paulinho Tumtum, teu filho, é bagunceiro mesmo?
Maurício Manfrini:Manda um abraço para a nega Juju, cara. Pô, você, o cara acha que realmente existe, né?
Voz E:Foi uma decepção, né? Quem pede, né?
Emílio Surita:Deixa eu fazer um break para Rede de Rádio. Ó, o Instagram do Paulinho é Paulinho Gogó Verdadeiro, o Instagram dele tá aí, ó, para você seguir o Paulinho Gogó nas redes sociais. Paulinho Gogó Verdadeiro. Vou fazer um break só para Rede de Rádio. Muito obrigado pela sua audiência hoje. Paulinho Gogó conversando aqui com a gente na programação da Jovem Pan.
Voz D:Tem imagens aqui, ó, o nosso Heuberdier aqui passou aqui que tem um trecho do Paulinho no Botecão. Ele perguntando, você ficou muito louco mesmo, né?
Maurício Manfrini:Pânico quase me matou.
Voz D:Você tá brincando?
Maurício Manfrini:Porque eu não bebo, cara, eu não bebo, sou assim zero álcool. E eu tava, eu morava na Ilha do Governador, do lado do aeroporto. Então é 5 minutinhos, eu tive Que eu acordei bem em cima da hora, falei: ah, vou tomar café no avião. Vou tomar café, é 2, é 1.
Voz E:Ali já tava ruim, já, carinha mole.
Maurício Manfrini:Eu fui campeão, eu fui campeão, cara! Só o João Bosco, mas ele tomou 7 na verdade. Bota mais uma que eu vou.
Voz D:Eita, olha, a gente tá molinho!
Maurício Manfrini:Calma que eu tô fazendo emoção, eu aprendi com Galvão Bueno, a Esquadrada de 79.
Voz G:83.
Voz E:A cara do Gogó.
Emílio Surita:Ó, o choque eu nem senti direito. Eu lembro que na época, nossa, a gente tinha pouco dinheiro de produção, e aí eles estavam reclamando da cachaça e a gente comprava mais barata.
Maurício Manfrini:Foi essa que eu tomei.
Emílio Surita:Era essa aí, ó. Eu vejo, não, tem que dar uma coisa melhor porque são convidados e não sei o quê.
Maurício Manfrini:Não, leva essa Aí eu cheguei, eu falei, vou tomar café no avião. Aí foi, é para Campinas, que era mais rápido chegar de Campinas até o SBT do que de Congonhas até o SBT. Aí, cara, dormir no avião, eles não te acordam, eles não te acordam quando você dorme para te dar o lanche. Eles falam para não te incomodar, mas eu acho que é para economizar. Cara, cheguei no SBT, ia ter o troféu imprensa, a gravação da praça ia começar às 7, 8 horas da noite. Troféu imprensa, a gente grava sempre 3 horas. Cheguei, tava o Vesgo e o Gui Santana ali na porta, o pessoal passando direto. Eu falei pro motorista: ah, dá uma parada aí que eu vou dar uma brincada com a galera. Desci, brinquei com ele, falou: não, senta aqui. Eu falei: aonde? Não, no botecão. Falei: cara, eu não bebo. Ah não, senta que a gente vai dar uma zoada, você finge que bebe, a gente vai falar que arregou, arregou, não sei o quê. Falei: tá certo. Mas eu pensei assim: pô, já que eu parei, vou fazer, né, fazer uma rendida. Foi nessa que Aí colocou, aí eu falei, vou colocar na boca assim e vou dar uma cuspir, cara, mas queimou na hora e eu engoli, cara. Eu de estômago vazio, uma hora da tarde, cara, eu fiquei, eu só vi no ar, tá, porque eu não lembro de mais nada. Isso aí eu só vi no ar. Eu, o campeão era o João Bosco da dupla João Bosco e Vinícius, ele tinha tomado 8, né? Eu tomei 9, nunca tinha bebido, tomei 9, eu fiquei Eu fiquei em coma, fiquei em coma. Me levaram para o ambulatório do SBT, escondido do Carlos Alberto, escondido. O Arley falou assim, ó, bota o telefone aqui, vai no corredor, vou te abraçar, porque senão o pessoal vai parar para falar contigo. Me levaram para o ambulatório, tomei Plazil com glicose e fiquei lá. 7 horas da noite eu acordei, já um pouquinho melhor, mas ainda mareado ainda, e eu ia gravar com Carlos Alberto. Porra, aquele bafo de— era o quê? Era que bebida era aquela?
Voz E:Cachaça mesmo.
Maurício Manfrini:Não tinha jeito. Aí botei 3 balas, aquela de menta forte, na boca e falei, cara, mas o Carlos Alberto vai perceber. Falei, vou contar história de bêbado, porque aí ele não vai—
Voz E:personagem.
Maurício Manfrini:Mas se você ver, tem algum lugar aí, tem um momento, cara, que eu tô bêbado e no improviso eu paro e falo, Carlos Alberto, eu não faço a mínima ideia do que a gente tem que falar agora. Parou no meio, cara, e ele não sabia, ele achou que era uma Era uma brincadeira. Quando ele viu no pânico, falou: "Pô, você tava bêbado." Eu falei: "Não, eu não bebo." Aí eu pedi pra colocar água, fingi que tava bêbado.
Voz E:Tipo um ator, né?
Maurício Manfrini:Mas hoje ele já sabe que é verdade. Fiquei bem ruim, bem ruim.
Emílio Surita:Quem fazia isso era o Rafinha. O Rafinha tinha um quadro no programa dele que era fake, que ele não bebe. Ele falou: "Não bebo." E tinha um negócio lá, eu fui lá, eu não lembro quem é, com quem eu fui. Eu lembro que eu fui lá, tinha que ir lá, os agentes falaram: "Tem que ir, tem que ir." A gente foi. E aí tinha alguma coisa que era com "Não, fica tranquilo que isso aqui é suco de... suco de pêssego." Eu falei: "Suco de pêssego? Não, tem que ser pôente." Ele ficou bêbado. Foi você que pegou, Delario? É, tequila, e ficou bebaço também. Televisão engana muito, gente. Agora deixa eu perguntar um negócio pra vocês que são humoristas. Certo. E eu sinto que o humor hoje em dia, ele fica fica muito preocupado, a gente fica muito preocupado com o que será levado ao ar, porque tem esse negócio de preconceito e tal. Mas nós tivemos a novela Audete Reutemann, ela era preconceituosa, ela fazia todo tipo de barbaridade que você pode se imaginar, e foi um negócio que foi ao ar na televisão, em horário nobre, na maior audiência. Polícia do Brasil, ninguém encheu o saco porque o Odete Reutemann era escroto naquele tempo. Era vilã. Por que que o humor não pode usar esse artifício para fazer graça mais?
Maurício Manfrini:Cara, eu não consigo entender isso.
Emílio Surita:As pessoas não gostam mais de humorista, é isso? A sacanagem eu acho que é com o humorista, não é com o tema. Depende com o quê? Não é com o tema. Por que que Odete Reutemann pode ser e o humorista não pode usar isso?
Maurício Manfrini:É porque o Rodrigo Marques até E tem um texto que ele fala que hoje em dia fazer chorar pode, à vontade. Hoje em dia posso chegar aqui e falar de um problema muito sério e ele ficar mal com isso, ele ficar depressivo, mas isso pode. Agora, contar uma piada que, claro que cada um tem o seu limite, eu tenho o meu limite, eu sei, então eu posso—
Emílio Surita:Mas o que é o Detroit White Man não tem limite.
Maurício Manfrini:Porque não era humor, era uma desgraça.
Voz H:Mas é ficção igual, né? A ficção é igual, né? A teoria é essa.
Emílio Surita:Por que que a porra do humor tem que ter limite e a Odette Reutemann pode desgraçar o que ela quiser?
Voz E:Que é a Odette Reutemann, bolsonarista.
Voz D:Porque o humor é arte também.
Maurício Manfrini:Não, sim, é arte.
Voz D:Porque tem gente que acha que não é arte o humor. Tem gente que desconsidera. Eu não sei o que enquadrar o humor. Humor não é arte também?
Maurício Manfrini:É pura arte.
Voz D:Então, e aí por quê? Esse é o ponto do Emílio. Eu também não consigo entender o porquê. Não consigo.
Maurício Manfrini:É, acho uma mania maneira de, sei lá, contra o humorista mesmo, né? Eu acho que é contra o humorista, é contra o humorista, porque o humorista também, através do humor, ele aponta o defeito do outro, de uma situação, ele usa o humor para poder apontar. Então eu acho que é isso que estão querendo evitar, que eu use o humor para falar de determinada coisa. Tipo, eu vi uma frase esses dias, esses dias aí Falei no meu show, que é, vocês devem ter visto também, que essa mesma camisa amarela que tá unindo todo mundo agora é que vai separar em outubro. Exatamente, é uma maneira de eu apontar um problema. Então, e esse cara tá falando isso, então isso aí você não pode falar, entendeu?
Rita de Cássia Moreira:Acho que é isso.
Voz H:E dentro da pergunta do Emílio, tem muitos comediantes. Miguel Falabella deu uma entrevista no Roda Viva e ele fala, ele disse que o Sai de Baixo não caberia hoje em dia. Não é só ele, tem um monte de comediante, humorista muita gente que fala: pô, aquele tipo de humor antigo não caberia hoje em dia. Queria saber o que você acha disso.
Maurício Manfrini:Os Trapalhões hoje em dia, a Praça, cara, Praça é o único programa que a gente não tem um— Carlos Alberto deixa a gente muito à vontade. Às vezes ele corta alguma coisa porque extrapola mesmo, né, mas ele deixa a gente muito à vontade. No meu caso, por exemplo, ele não pergunta: o que você vai falar É, então eu acho que é o único programa de humor que tem essa liberdade, é a Praça. A pergunta que você fez, eu esqueci, Alba.
Voz H:Não, aqui assim, as pessoas falam que o humor de antes, muitas coisas não caberiam hoje em dia.
Maurício Manfrini:As pessoas vão, cada um vai pensando de um jeito, cada um vai, cada um tem as redes sociais, é que também ajudaram mudou bastante isso. Se eu contasse um negócio antigamente na rádio e o cara não gostasse, ele ia falar com o irmão dele, pô, isso aí chega, não, cara. Mas hoje o cara vai aqui, ó, é, só que isso daí reverbera, vai criando força.
Voz E:E a gente encheu um saco, Instagram, rede social, pouquíssimo assim.
Maurício Manfrini:Graças a Deus não tem nenhum processo, porque o meu estilo de humor é um estilo que não existe. A nega Juju não existe, o Biricutico não existe, o cara é machista.
Voz D:Zózimo.
Maurício Manfrini:Não, reclamam muito assim, às vezes repetiu a piada. Pô, eu conto piada 30 anos de profissão, como é que eu não vou repetir? Como é que eu vou lembrar que eu já contei tal história ano passado? Então isso é, mas é isso, é a que é repetida para ele é nova para o outro que não conhece, né? Então tem o cara que conhece, que é velho, ele conhece muita piada, mas tem o outro que não conhece. Então eu conto para quem não conhece. E tem uma coisa no meu show que eu não consigo, às vezes, cara, tem umas histórias que eu tiro No meio do show, e aí eu fico um tempo sem contar, aí as pessoas vão no show e falam: "Você não contou a do Noronha, cara? Trouxe meu pai pra assistir a do Noronha." "Você já não conhece?" "Ah, mas eu queria ver o jeito de você contar, é legal." Aí eu coloco de novo a história da maternidade, eu coloco de novo.
Emílio Surita:Mas o legal é o jeito que você conta.
Voz E:É o jeito, é a timidez, cara.
Voz I:Não é o resultado. Senão todo mundo era humorista.
Emílio Surita:É uma habilidade que poucos têm, né?
Maurício Manfrini:Tem uma, tem uma, dá tempo. Tem uma que eu tava assim, eu tava meio chateado, né, minha naftalina tava um pouco adulterada, eu não tenho, não tinha tido mais envolvimento corporal nenhum com nenhum caco de vidro, né. Aí o Birico chegou, eu tenho um lugar para te indicar aí que tu vai, tu vai dar uma aliviada. Eu falei, aonde? Ele tem 3 opções, que eu sou VIP dessas 3, dessas 3 casas. Aí eu falei, quais são Ele falou: Beco do Prazer, Reduto da Tremedeira e Lava Jato do Amor. Qual que você quer? Eu falei: Meu irmão, eu preciso em qualquer um, eu preciso expulsar os moradores urgente. Aí ele me deu o endereço, eu cheguei lá. Aí cheguei lá na recepção do estalecimento, tava até um conhecido meu, o Jorginho Bilisca Pinto, tava lá. Aí eu falei: Ei, Jorginho, tá tudo bem? Tá trabalhando aqui? Ele falou: tô trabalhando. Aí ele: o que que você vai fazer aqui? Falei: aí, meu amor, vir dar um cruzo. Aí ele falou: tu vai querer com muita satisfação ou com muita diversão? Falei: meu irmão, do jeito que eu tô roendo beira de perigo aqui, eu quero com muita satisfação. Aí ele falou: então, ó, entra ali na porta direita ali, ó, você vai lá que você vai ter muita satisfação. Quando cheguei lá, já tinha um caco de vidro me esperando já, só de roupa íntima, né? Aí tirei a roupa também, aí a gente começou, né, daquele, daquela conversa toda ali. Aí vai, vai, não vai, vai, não vai. Aí eu notei que ela tava meio desanimada. Falei: o que que tá acontecendo? Ela falou: ah, tô meio desanimada, que isso aqui para mim, isso é para mim aqui é uma rotina diária, então para mim não tem muita graça, então eu preciso de uma motivação para poder dar uma incrementada. Mas que motivação você precisa? Ela falou: você tá vendo esse espelho redondo aqui no teto? Aí eu olhei, tinha um espelho redondo no teto. Falei: o que que tem? Ela falou: se olhar lá para cima e ver uma coisa diferente acontecendo, vai reflexionar em cima de mim, minha energia vai dar uma animada. Falei: mas o que que eu tenho que fazer? Ela falou: tá vendo aquele espanador de pó ali no canto com pena de curió? Falei: qual? Aquele cabo longo? O cabo do espanador tinha aquela, sabe aquele cabo que tinha aqueles nozinho assim? Aí falei: o que que tem? Ela falou: se tu deixar eu evoluir ele no final da tua tripa, eu vou olhar "vai dar o reflexo lá em cima, vou te animar." Eu falei: "Porra, tu tá de sacanagem comigo." Falei pra ela, né? "Tu tá de sacanagem, fazer uma proposta dessa pra mim? Tem convicção da minha masculinidade masculina?" Aí, aí não, aí não.
Emílio Surita:Aí já é demais.
Maurício Manfrini:Aí cheguei pra ela e falei: "Tu vai contar pra alguém?" Ela falou: "Não, é sigilo de 100 anos." Falei: "Tá certo." Ela foi, mandou o espanador, não tem uns nozinho? Ela foi até o oitavo, irmão. Aí ela olhava lá pra cima, rapaz. Aí ela virou, virou um negócio de maluco, acabou comigo. Cheguei em casa exaurido, aí cheguei em casa exaurido, tomando umas duas injeções de vitamina B12 para dar um levante. Aí fiquei pensativo. No outro dia, cara, acordei. Essas coisas leva a gente de volta ao local do crime. Cheguei lá de novo, cheguei lá de novo, tava o Bilício Capim. Você voltou? Eu falei, voltei. Aí ele quer ser atendido? Eu falei, acho que eu vou ser atendido de novo aí. O que que você quer? Com satisfação? Formação ou diversão? Falei: parceiro, eu tô cansado, hoje eu vou querer só diversão. A diversão, então faz o seguinte, você sobe aí a escada, lá em cima tem um salão, vai ter bastante diversão lá em cima. Aí eu subi a escada, quando cheguei lá em cima, uns 40 homens assim em volta de um murinho redondo, os cara tava dando risada. Eu falei: parceiro, deixa eu dar uma risada aí também. Aí ele falou: olha aí. Aí quando eu olhei lá para baixo, tinha uma mulher cruzando com um cara vestido com a roupa do Patati Patatá. Aí eu falei assim: "Caraca, maluco, isso aí é divertido, né?" Ele falou: "Isso aí é divertido, mas tinha que ter vindo aqui ontem." Muito bom, sensacional.
Emílio Surita:Muito bem. Tem show. Vou passar agenda agora aqui pra vocês. Cruzeiro, dia 31, no Teatro Capitólio. Depois em Lorena, dia 1º, Teatro Unifateia, Teresa Dávila, em Resende, no Rio de Janeiro, dia 2 de setembro, Teatro Salesiano, Resende. Pô, quero agradecer, presente. Muito bom, muito bom.
Maurício Manfrini:Obrigado. Posso só falar que eu tenho cartaz no, no, em Bangu, no Rio de Janeiro?
Emílio Surita:Pode, claro.
Maurício Manfrini:Todo sábado e domingo, só e bem acompanhado, no Teatro Bangu Shopping, sábado às 7, domingo às 7 horas 10 horas da noite, é só ir bem acompanhado, sozinho no palco, e bem acompanhado de você que vai comprar o ingresso agora no uhu.com, uhu.com, uhu.com, para você aí.
Voz E:Obrigado.
Emílio Surita:E tem também, eu vou passar a rede social lá, tem todo o caminho, né?
Maurício Manfrini:Tem, tem tudo.
Emílio Surita:Então entra lá, ó, Paulinho Gogó Verdadeiro, tudo junto, @paulinhogogoverdadeiro. Você entra lá, tem todo o caminho com os shows, vale a pena porque o cara é muito bom. É o nosso querido mano Paulinho Gogó, que o Brasil inteiro conhece e é muito fã. Cara, obrigado, show de bola, obrigado!
Maurício Manfrini:Tamo junto, e menstruado que não tem dinheiro, conquistou!
Emílio Surita:É isso aí, vamos lá, Reginaldinho! Siro Bottini!
Voz H:Aê!
Maurício Manfrini:Sou descendente de italiano e português.
Emílio Surita:Nossa, sempre ouvi falar Siro libanês.
Maurício Manfrini:Essa é uma das várias joias da linha da Doutora Deolane. Vem com nota fiscal, Bottini, nem fudido! Vem pra cá, eu, Bottini, recomendo!
Voz G:Cacherecard.
Emílio Surita:Isso não é um talk show.
Voz E:Hoje às 10:30 da noite na Jovem Pan.
Emílio Surita:Não vá para cama sem mim. Vem cá, cacherecard, ó, faz até a papa, tá?
Maurício Manfrini:O nosso dia a dia parece distante da política, mas não é.
Rita de Cássia Moreira:É no Senado que Os projetos são debatidos, aperfeiçoados e transformados em lei. E quando essas leis são aprovadas, passam a fazer parte da vida de milhões de brasileiros e brasileiras. É assim que o país segue em frente e a democracia avança. O Senado aprovou, sua vida avançou.
Emílio Surita:Chegou o novo Multimix Pastilhas, uma combinação multidireção de verdade, com um mix de 10 ervas e vitamina C para combater os multi sintomas como irritação na garganta, desconforto e roquidão. E vem no delicioso sabor limão-menta. Agora todo mundo da família já sabe, tenha sempre Multi Mix Pastilhas com você. Se começa com multi, é multi de verdade.
Voz E:O Vini cuidou de pessoas que perderam tudo em uma enchente. Pelé alimentou mais de 20 mil crianças.
Emílio Surita:E sabe quem também pode ser decisivo?
Voz C:Você!
Voz E:Médicos Sem Fronteiras entra em campo o ano inteiro e conta com a sua ajuda para levar cuidados e esperança onde as pessoas mais precisam. Com poucos toques, sua jogada ajuda a salvar vidas. Doe para Médicos Sem Fronteiras.
Emílio Surita:O nome que muda o jogo é o seu. Existe um lugar onde a corrida nunca dorme. Mas essa história não pertence a um único lugar.
Voz I:Agora ela volta a São Paulo.
Emílio Surita:Prepare-se.
Voz J:De volta!
Emílio Surita:Voltemos!
Voz E:O Pânico voltou!
Emílio Surita:De volta! Voltamos! Estaremos ao meio-dia, horário de Brasólia. Tudo de bom, tchau pessoal! Tchau pessoal, tchau! Papai do céu, tchau!
Voz I:Deus abençoe a todos!
Maurício Manfrini:Não desistem!
Voz E:Shabarabara sha espará!
Emílio Surita:Oferecimento 321 Go, sua agência de viagens, seu Negócio de sucesso. A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação. Realização: Jovem Pan.
321 GO
Agência de viagensBem Pró
DiclofenacoCacherecard
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Magnésio QuelatoMédicos Sem Fronteiras
Doações para cuidados e esperançaMultimix Pastilhas
Pastilhas com 10 ervas e vitamina CSenado Federal
Projetos de lei e democraciaUnited Parks
Diversão com propósito para toda FamíliaVacância
Espaço de uma casa com serviço de hotel