Episódios de Pânico

Eduarda Campopiano

16 de junho de 20262h4min
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A jovem que faz a esquerda tremer no TikTok chegou ao Pânico nesta terça-feira (16)! Eduarda Campopiano, vereadora de 22 anos e fenômeno das redes, abre o jogo sobre pautas ideológicas, o combate ao feminismo e a polêmica agressão que sofreu na USP. Como ela virou a mulher mais votada de Praia Grande? Assista à íntegra ou vai ter que ouvir sermão da sua tia militante no almoço de domingo!

Participantes neste episódio6
E

Emílio Surita

HostApresentador
A

André Alba

ConvidadoApresentador
E

Eduarda Campopiano

ConvidadoVereadora
F

Fernando Miranda

ConvidadoProfessor de marketing
F

Fuzil

ConvidadoHerói do Brasil
S

Samuel Dana

ConvidadoProfessor
Assuntos9
  • Carreira Politica JairinhoCombate ao feminismo · Pautas ideológicas · Agressão na USP · Vereadora mais votada de Praia Grande · Pré-candidatura a deputada estadual · Cotas em concursos públicos · Projeto de lei contra crimes sexuais · Eduarda Campopiano
  • Ideologia PolíticaEsquerda vs Direita · Feminismo · Movimento revolucionário · Sufrágio universal · Parlamento Jovem
  • CBF e escândalosEdinaldo Rodrigues · Marco Polo Del Nero · José Maria Marin · Ricardo Teixeira · Samir Shaúde · Gilmar Mendes · Instituto dirigido pelo filho de Gilmar Mendes · FIFA Gate
  • Copa do MundoTorcida brasileira nos Estados Unidos · Carnaval em Salvador · Times Square · Argentina vs Argélia · Irã vs Nova Zelândia
  • V4 Company· NegociosAtendimento ao cliente · VAR das vendas · Processo comercial · V4 Company · Flávio Augusto
  • Redes Sociais e Saúde Mental de AdolescentesProibição de redes sociais para menores de 16 anos · Reino Unido · Austrália · VPN · Dark web · YouTube · TikTok
  • Inteligência artificial e manipulação de conteúdoYouTube · IA · Conteúdo inautêntico · Criadores sem rosto
  • Política prevalecendo sobre futebolCopa do Mundo · Neymar · Vini Jr. · Tite · Seleção Brasileira · Cabo Verde · Josimar Dias
  • Cinema e StreamingNetflix · Steven Spielberg · Christopher Nolan · Experiência cinematográfica
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Voz A:Front detectado.

Emílio Surita:Humor reiniciado.

Voz A:Modo pânico ativado.

Emílio Surita:No fim da vida, só filtro e like. O mundo tá sério, quadrado demais. Mas o pânico vem e ri por trás.

Voz A:Ah, Zé da Mora!

Emílio Surita:Aí, aí, escreve, humano confia. O algoritmo manda e a galera obedece.

Voz C:Mas calma, respira, dá risada. Confia que o erro é que faz o sucesso.

Emílio Surita:É o bug do sistema, glitch, um reboot na graça, reinicio do amor enquanto mimimi tenta travar, o Pânico vem para desinstalar. Estão meus caloteiros do amor, tudo bem com vocês? Tá bacana, tudo certo? Estamos de volta aqui, mais um endiabrado programa Pânico pelas celestiais plataformas da Jovem Pan. Sejam bem-vindos ao programa mais cuidadoso e cauteloso que o presidente da CBF. É, não tem o presidente, né?

Voz D:Seleção dele tá aí, o corporativo.

Emílio Surita:Vamos aplaudir. Muito bem, torcida brasileira está tomando as ruas dos Estados Unidos para falar sobre essa invasão tupiniquim. Temos aqui ele, advogado Paloma, e o próprio Alborga. Diga lá, meu Paranã.

Voz D:Boa tarde, Emílio.

Voz E:Boa tarde, meu Paranã. E boa tarde, seus cadeeiros vagabundo que estão me escutando por um celular de algum carcereiro. Ai, Emílio, a torcida vai brasa. Eu vou tacar brasa no seu furico, bando de frescolino. A torcida do Brasil é raiz, todo mundo tomando cachaça, comendo torresmo. E dando tiro pro alto. Era assim na minha época. E se o Brasil não trouxer o Caneco, vamo capar o italiano. Aqui é pau de dar em doido, aqui é churrasco grego, hot dog e o escambau. O brasileiro nos Estados Unidos tá mais feliz que o Elton John no rodízio de salame. Traz o Hexa, Brasil, porque tudo que pinta de novo pinta na bunda do povo. Agora vai, o moleque maluco.

Voz D:Vai pra lá, o cabeça de panela. Tudo bom, Emílio? Você tá bom?

Emílio Surita:Tudo certo.

Voz D:Nossa Senhora, que copinha sem vergonha, salafrária, meu! Não, eu sou amigo do Trump, meu chapa. A gente já brincou de médico. Essa torcida brasileira, torcida está em festa e nem aniversário do Vampeta. Aí é muita alegria do brasileiro. Brasileiro tá andando nos Estados Unidos como se não tivesse wise. Tá com problema, meu chapa?

Emílio Surita:Fala comigo.

Voz D:Eu sou o cara da lei. Nossa, tem brasileiro mijando na rua, eu vi brasileiro caindo bêbado na calçada, mijando na Estalta da Liberdade. Tá parecendo Carnaval em Salvador. Cadê o Holodum?

Emílio Surita:Cadê o Holodum?

Voz D:Brasileiro não sabe se comportar no velório. Imagina em Copa do Mundo, ô Ancelotti. Eu vou chamar ele de Pancelotti, você viu a barriguinha dele? Traz o caneco, senão eu vou comer o seu, viu? Agora vocês me dão licença que eu vou comprar calcinha com a Virginia lá na Ceia.

Emílio Surita:Beijo, Emílio! Muito bem, chegou o momento da agenda dele. Você sabe que é o melhor stand-up comedy do Brasil. No meio, ele é conhecido como berço de caçamba. É o nosso Morgadinho. Diga lá, Morgado! Olha, gordinho! Papai, sou eu! Por quê? Porque é porque ele é gordinho.

Voz F:É isso aí, Morgadão!

Voz D:Toda Quarta-feira em São Paulo, amanhã os últimos ingressos para você que está aqui em São Paulo, tá vindo para cá, entra no clubedingresso.com e já compra o seu ingresso para curtir o show do Morgadão, que tá sensacional. A melhor casa de comédia aqui de São Paulo, clubedingresso.com. Não vai poder amanhã? Compra para próxima ou para outra. Até o final de agosto os ingressos já estão à venda lá no clubedingresso.com, tá legal? Dia 20 agora tem show do Morgadão em Osasco, Oz Comedy Club. Simpla é o site para você comprar. Dia 26 de junho Teatro Tupé, que em Mogi Guaçu, galera de Mogi Guaçu, corre para comprar o seu. Megabilheteria.com vai ser no Teatro Tupé, que um teatro muito bacana, todo mundo já conhece. Morgadão pela primeira vez aí com show solo, tá legal. A venda aberta também para Sumaré, cidade de Sumaré, dia 12 de julho, bilheteriaexpress.com.br. Também, ó, Brusque, Santa Catarina, compra pelo Simpla. Florianópolis e Criciúma, você compra no pensanoevento.com.br.

Emílio Surita:E a venda também para Americana Joinville, Joinville e já já Curitiba.

Voz D:Ó, Americana, Joinville, Curitiba, Ribeirão Preto. Quer patrocinar o show do Morgadão? Manda um e-mail para contato@rogeriomorgado.com.br. Manda o e-mail, tá legal? Fala assim: Morgado, quero patrocinar seu show. Vai ter Brasília e Goiânia também. Inclusive, Brasília e Goiânia, as vendas já estão abertas lá no Simpla. E você de Brasília, corre que tem promoção relâmpago, o primeiro lote aí, ó. Ingresso baratinho, procura lá simpla.com.br, você de Brasília, tá legal? E não deixa de entrar na lojadomorgado.com.br, produtos incríveis lá. Em breve tá de volta as almofadas do Morgadinho do Palhaço em Fizema, tá bom? Tem livro, camiseta do Rock'n'Ball. Entra lá, lojadomorgado.com.br. Camisa da seleção sem a silhueta do capeta, tá lá com a silhueta do Menino Ney, tá bom? Obrigado, Emílio.

Emílio Surita:É isso aí, o nosso querido Gueré Está em recesso.

Voz C:Isso, só depois da Copa. Mas quem quiser, segue lá, @fabiogueret.

Emílio Surita:É isso aí, Gueretzito. Vamos aqui, muita gente, viu, meu querido Zuzi? Ah, é?

Fernando Miranda:Como tá?

Emílio Surita:E temos a informação da temperatura em Bento Gonçalves.

Voz C:Opa, adoramos lá.

Emílio Surita:No momento, 8 graus.

Voz D:Meu Deus!

Emílio Surita:Quem informa é André Cripa, diretamente de Bento Gonçalves.

Voz F:Opa!

Emílio Surita:Nosso ouvinte. Lá tem vinhos maravilhosos, é região dos vinhos, né, Bento Gonçalves? E Bento Gonçalves foi o presidente da nação Rio Grande do Sul. Você sabe que naquela época ele separou, né?

Voz F:Separa artistas.

Emílio Surita:É claro, Bento Gonçalves.

Voz C:Grande Bento Gonçalves.

Emílio Surita:Olá, grande Bento Gonçalves.

Voz C:Muito bem.

Emílio Surita:É um lugar lindo do sul do país.

Voz E:Sim.

Emílio Surita:Lá temos Jennifer Maria em Santa Catarália. Ó, aí sim. E Luiz Vinícius no Rio de Janeiro. Vejam que o Brasil inteiro quer perder 2 horas da vida assistindo esse programa. É gostoso. Porque agora é hora de homenagear quem adoraria ser uma das babás de Zuzu, todas uniformizadas. Quem idolatra nosso jornalismo mequetrefe. Hora de nossa audiência, a majestade.

Voz C:A majestade de hoje vem da graciosa cidade de Santa Isabel. Ô bichão, é tranquilaço, calma. Casa Adão contra Dona Sandra e Aposentado Maroto. Curte viajar, praticar esportes e assistir nosso programete. Palmas para Jefferson Gonçalves! Jefferson, fala Jefferson, boa tarde, tudo bem com vocês?

Emílio Surita:Tranquilo ou não? Que que você manda?

Voz C:Eu tô muito feliz, contente de estar aqui no programa de vocês.

Emílio Surita:É uma decepção, né? É uma decepção.

Voz C:Não, é como você disse, são 2 horinhas por dia que eu sempre perco para poder mudar um pouco a rotina, né?

Emílio Surita:Exatamente, para compensar.

Fernando Miranda:Exato.

Voz C:Mas fica aí contente, porque aqui eu tô sabendo que depois vai ter o almoço que vocês vão pagar.

Emílio Surita:Ah, tá.

Voz D:O almoço na Disney.

Voz C:Exato, na conta do Dela, os brindes que a gente já ganhou. Nossa, tô muito feliz, tô feliz mesmo.

Voz F:Tudo do Dela.

Emílio Surita:Muito bem. Esse é o Jefferson. Jefferson Gonçalves, nosso Robert de hoje. Quer mandar um abraço para alguém, Jefferson?

Voz C:Para minha família, para o Pra minha esposa que tá aqui me acompanhando, minha filha.

Emílio Surita:A sua esposa tá ali atrás, a índia. Ó a índia, a índia tá aí, ó. Olha só, que classe. Márcia sensitiva, leva lá. A índia sensitiva, a Márcia sensitiva.

Voz F:Ela tá agitada hoje.

Emílio Surita:Ela tá animadíssima, ela comprou magnésio, ela tá...

Voz C:Como bom afegão, como você fala, afegão médio, não trouxe nada pra ninguém.

Voz D:Tudo bem.

Voz C:Só a minha presença aqui, acho que é o suficiente.

Emílio Surita:Isso é o que vale, é a sua audiência, o seu carinho aqui com a turma. Muito obrigado por estar aqui com a gente. Lógico. O arroba dele é @jeffersongoncalves, nosso Robert de hoje. Se você quiser participar, você entra e manda o seu e-mail para o Dede, que é audienciamajestade@jovenpan.com.br. É o Dela.

Voz C:Grande Dela.

Emílio Surita:Vamos falar de filmes? Bora!

Voz F:Vamos falar de séries?

Emílio Surita:Porém, agora eu gosto de você que nos prestigia nesse horário, você que é homem que adora dormir de conchinha com um gordinho para se esquentar nesse frio danado. Ai, gostei! Linhagem Geek com o Homem-Aranha mais capenga que um manquitola, o nosso André Alba. Ele gosta!

Voz A:Linhagem Geek, linhagem geek, linhagem geek, você é da manga!

Voz F:My God!

Voz E:Meu querido Reginaldo tá impossível hoje.

Voz C:Ele tá melhorando? Ah lá, ele está camuflando hoje.

Voz E:Salve, Reginaldo! Estamos esperando o Hendrik entrar, hein? Mas vamos lá, se inscreva no canal da Linhagem Geek lá no YouTube. Faltam pouquíssimos inscritos aí pra gente garantir os 500 mil. Inscritos, que é uma boa marca para a gente conseguir aí os tigrinhos da vida. Então conto com vocês. Bom, eu trago algumas notícias polêmicas hoje, né, sempre afirmando que não é culpa minha, não sou eu que invento, né. Infelizmente não é o Wagner Moura, é uma, é a grande moda que eu venho, eu venho colocando aqui, Samidana, qual que é a proibição de menores de 16 anos usarem redes sociais. O Reino Unido O Reino Unido também copiou a Austrália, que junto com alguns países da Europa, né, estão proibindo as redes sociais para menores de 16 anos. Eu lembrei bastante do Emílio na justificativa.

Emílio Surita:Ele quer me colocar no meio da tempestade. Na justificativa, no choquei. Ele adora me fuder, o choquei lá do Brasil. Eu tô ligado, eu tô ligado, eu só peço Para que me deixem em paz.

Voz E:É nós e o Thiago Leifert na mira.

Voz F:Que malandragem.

Voz C:Não quero o Léo Dias na minha vida.

Emílio Surita:Entendeu?

Voz C:Léo Dias, pelo amor de Deus. Acabou com a vida do cara.

Emílio Surita:Puta X9, né, meu? O cara ali na marmitinha. O Léo Dias na cadeia, não duro.

Voz C:X9 paulistano.

Emílio Surita:Pô, como é que faz isso com...

Voz E:Podia esperar passar a Copa, né?

Voz C:O cara curtindo.

Voz E:É o momento do cara.

Emílio Surita:Não se faz isso.

Voz C:Difícil fazer uma reserva no restaurante.

Emílio Surita:Cipriani, cara, 6 meses de reserva, cara. Tava lá no Cipriani lá em Miami, tranquilo, pô. Aparece esse povo, puta, vinho gostoso.

Voz D:Aliás, eu tenho X9 também nos Estados Unidos.

Emílio Surita:Daqui a pouquinho você vai ver aqui imagens exclusivas, imagens exclusivas que vão parar o Brasil. Outro X9, e não é o Léo Dias.

Voz F:Quebrar aqui a perninha, é mais grave.

Emílio Surita:Que mais, Emílio?

Voz E:Eu lembrei de você da justificativa do Reino Unido. Eles falaram o seguinte: a medida não é contra a liberdade de expressão, mas sim uma forma de proteger as gerações futuras. A proibição, ela vai entrar em vigor no início de 2027. E é lógico que tá rodando todo o debate ali, porque o governo britânico se inspirou na Austrália, que foi o primeiro país a proibir acesso dos adolescentes às redes sociais a partir de 2027. Os britânicos menores de 16 anos também não vão poder usar plataforma. Aí você vai perguntar para mim: pô, mas qual plataformas? TikTok, YouTube, Snapchat, Instagram, Facebook e o X. São todas, né?

Emílio Surita:Mas como é que vão controlar?

Voz E:Então aí esse é o grande problema, porque aí você tem um controle, você tem o VPN, que a galera pode, né, você muda a localidade do celular. Coloca em algum país que não tem essa lei.

Emílio Surita:Você sabe quais são os países mais atrasados do mundo?

Voz F:Não.

Emílio Surita:Os que têm mais intervenção governamental. Você sabe quais são os países mais avançados do mundo? Os que dão liberdade para a população.

Voz D:Brasil!

Emílio Surita:É isso aí, bicho.

Voz F:Aí você escolhe o caminho que você quiser.

Emílio Surita:Aí você escolhe o que você quer. Isso aqui. Entendeu?

Voz E:É, e assim, fica um pouco pior porque temos algumas pessoas, alguns adolescentes que já trabalham na internet, né? Fazem ali no público de games ali e tudo mais. E aí essa medida do Reino Unido é interessante porque é o seguinte: vai proibir os menores de 16 anos de fazerem transmissões ao vivo e se comunicarem com estranhos em plataformas de jogos online. Isso é um pouco difícil de você, do Estado, intervir naquele exato momento. É aquela disso, aquela discussão de segurança pública, né? O Estado vai estar rapidamente enquanto você tem alguém de pai e mãe, pô. Exatamente.

Voz D:O pior que você viu a pesquisa, né? Qual pesquisa? A pesquisa que colocaram, a pesquisa disso daí, que parece que a maioria das pessoas gostaria que o Estado intervisse. Por que que os pais mesmo não intervêm, né? Tem que esperar o governo vir falar que, ah, é bom mesmo para o meu filho ficar longe das redes sociais. "Porque o pai devia fazer esse papel." "Se eu tiver a mão, eu não consigo fazer." "O pai tem que fazer." O pai de hoje gosta de fazer, filho, mas de criar... Exatamente.

Voz E:E a Meta, Sami, a dona do Facebook, do Instagram... Lembrando que eles consideram como rede social, né? O único que fica fora disso tudo é o WhatsApp. O WhatsApp fica de fora, mesmo sendo considerado...

Emílio Surita:Um aplicativo de mensagens.

Voz E:Mesmo sendo considerado por alguns rede social. Mas a Meta, ela disse que isso aí vai acabar isolando... A proibição dessas redes sociais vai acabar isolando mais os adolescentes.

Voz D:E teve gente também que falou que pode ir para lugar pior, para dark web, por exemplo, que a gente sabe que é o esgoto maior, né, da internet, né?

Voz C:Que aí é lá, exato, automaticamente liberar. Pois é.

Voz E:E aí eu queria a opinião de nosso querido Samidana, que— e aí, Sami, porque muitos adolescentes usam a internet e as redes sociais para estudar também, porque aí você tem uma— você não entendeu a matéria direito, você coloca No YouTube você tem todas as aulas possíveis. Sim. E aí vai acabar prejudicando essas pessoas também, né?

Voz F:É, eu acho que os pais, até uma certa idade, são os grandes responsáveis, não é o governo, né? Então, claro que a rede social tem que dar alguma ferramenta pro pai saber o tipo de acesso que a criança tá fazendo. Então você tem o guia parental e o pai decide. Por exemplo, tem filmes, película tem 10 anos, tem filme que eu olho lá é de 14 anos, eu acho que ele pode ver. Tem filme que é de 12 anos, eu acho que não pode ver. E aí é o pai que é o responsável pela criança, porque ele sabe a maturidade da criança em vários assuntos. Agora, essa briga é uma briga perdida, porque sempre vão dar um jeito de criar seus mecanismos. Então, quando começou a ter um negócio do Instagram, os jovens começaram a fazer um Instagram alternativo. Que você tá rindo?

Voz C:Não, você fala bonito como pai assim na emissora Jovem Pan, mas seu filho queria jogar GTA na minha casa.

Voz F:Então, assim, responsabilidade, mas também achei irresponsável você não deixar a babá usar o seu banheiro.

Voz C:Porque você é tarado em chover com as moças que trabalham em casa. Parou, cara.

Emílio Surita:Eu achei uma grosseria dele.

Voz E:Ele não falou nada, né?

Emílio Surita:Ele ficou xavecando as babás.

Voz C:Isso ele faz.

Voz H:É horrível.

Voz C:Aí você dá uma 2 de 2.

Emílio Surita:Eu não queria falar isso.

Voz C:Essa parte foi horrível.

Emílio Surita:Eu não queria falar isso.

Voz C:Você trabalha até que horas?

Voz D:Aí ele saiu correndo, falou que tava com febre, mas não foi.

Voz C:Isso. Ofereceu tequila lá pra moça. Isso é um santo. O cara dando as novatas.

Voz F:Aí você deu comida pra babá, babá passando tava com fome, não podia ver o jogo.

Voz D:Ela gastou R$1.000 no seu PlayStation.

Emílio Surita:Ia dar muita comida para ela.

Voz F:Bom, então tá no ar.

Emílio Surita:E aí, que mais, que mais, que mais?

Voz E:Então vamos lá, vamos continuar com as redes sociais, que o YouTube— aí tem uma outra polêmica do YouTube, que é o seguinte: como eu sempre, de vez em quando, trago aqui, ele tá apertando, o YouTube tá apertando o cerco, o Sami, com a IA, com a inteligência artificial. Só que nessa nova medida Quem pode pagar esse preço aí são os criadores de conteúdo que não aparecem, que não é, que no YouTube tem muito isso, a galera que só coloca o áudio, né, e aí vai montando vídeo com imagens. Então essa medida, né, ele removeu 16 canais por conteúdo inautêntico e o algoritmo agora penaliza criadores sem rosto que nunca usaram IA, porque o YouTube ele tá, ele criou um algoritmo, Sami, que ele fica buscando a inteligência artificial em imagem e em áudio. E aí ele, de vez em quando, esse algoritmo, ele interpreta que aquele criador de conteúdo que não aparece, que não tiver o rosto, que ele pode ser punido com isso. E tem muitos criadores de conteúdo que não, não aparecem, e eles podem acabar sofrendo, né? Ele removeu, o YouTube removeu 16 canais com 35 milhões de inscritos e 4,7 bilhões de visualizações acumuladas em janeiro sobre a política do conteúdo inautêntico. Né? E aí é o seguinte, a medida tá atingindo criadores legítimos que nunca usaram inteligência artificial, mas são penalizados por não exibirem os seus rostos na tela.

Voz F:Inteligência artificial é uma ferramenta. Se eu chegar e usar ferramenta, nada impede de eu fazer uma coisa autêntica usando IA. Sim, sim. Eu, ah, imagine o animal vestido de urso dançando com a bandeira do Brasil na Times Square quando vem o Messi Eu que tô criando isso. Aí é inautêntico? Não sei, eu acho que é autêntico. Você tá usando aquilo como ferramenta. Antes você ia gastar muito dinheiro, você ia ter que contratar muitos profissionais. Então eu acho que estão num caminho ruim, mas que vão se ajustar também. Porque imagina, para bloquear canais disso, os caras vão entrar com processo, vai dar consequência. Ninguém vai ficar falando beleza então.

Voz H:Aí cabe o jurídico.

Voz E:Indo para Hollywood, o Steven Spielberg, ele tá ali na frente do D&D que está em cartaz, está fazendo bastante sucesso, acho que já passou de 100 milhões ali da bilheteria, o Dia D. Só que ele deu uma declaração falando que ele nunca faria um filme pra Netflix. Sério? Porque agora é mais fácil.

Voz C:Ele tá com 18 anos, agora é mais fácil.

Voz E:Comendo pão com margarina.

Voz F:Agora ele pode não fazer mais nada.

Voz D:Mas por quê?

Voz E:Porque a Netflix deu um comunicado falando que cineastas que quiserem fazer filme de cinema Não vai fazer, porque filme da Netflix vai para Netflix, não tem que ir para o cinema. E aí isso aí acabou gerando um ruído contra os cineastas, e ele só faria— o Steven Spielberg falou que só faria filme com grandes experiências cinematográficas em salas de cinema lotada, e falou que nunca faria um filme para Netflix.

Voz D:Mas se você pegar as produções dele, é filme mesmo para você ver no cinema, né? Sim, que quando você assiste na TV não tem o mesmo impacto. Então Eu achei que era só tipo, não quero.

Voz F:Não faria, mas a Beth faria.

Voz E:Tem o—

Voz C:tem, para de beber antes do programa.

Voz E:Tem uma classe de diretores que são contra, né, estrear filmes ali. Eles gostam da experiência cinematográfica. Também é o caso do Christopher Nolan. Não, tem o filme, é um filmão, tem que ir para o cinema. E a Netflix aí faça o seu contrato.

Voz C:Os cara tão tudo podre de rico, por isso que ficam nessa aí.

Voz F:Se tivesse passando fome, ia fazer filme até para O cara que precisa faz qualquer negócio.

Emílio Surita:Tá fraco hoje, hein?

Voz C:Hoje quem tá forte é o Delay.

Emílio Surita:Parabéns, Corsano. Vocês estão sentindo, né? Muito frio. Você que está em casa agora.

Voz F:É que terça é difícil.

Voz E:Época de Copa, ninguém faz nada.

Emílio Surita:Mas pergunta pra ele Irã e Nova Zelândia.

Voz E:2x2, que jogo, hein?

Voz C:Jogaço!

Emílio Surita:Foi mesmo, jogo gasto. Pergunta pra ele Irã e Nova Zelândia.

Voz E:Fiz uma tatuagem do Rosinha.

Voz F:Quem joga hoje?

Emílio Surita:O Messi, o Haaland, o Você viu a porradaria na Times Square?

Voz C:Estamos preparados na resenha, tá tudo daqui a pouco, não perca tudo sobre a Copa do Mundo na resenha.

Emílio Surita:Tem uma bomba de lá também, uma revelação.

Voz C:É mesmo?

Voz E:Fechou?

Emílio Surita:Fechou. Pererê pororó. Fechou? Fechou. Vamos agora fazer um break, um breakzinho, um breakzinho para todo o Brasil na nossa rede de rádio. Hoje presença ilustre, hein?

Voz C:Opa, presença ilustre. Você vai falar quem vem?

Emílio Surita:Quem vem?

Voz C:Presença sensacional no programa de hoje, a mais votada da Praia Grande, Eduarda Campopiano.

Emílio Surita:Ela é chamada de— como é que chama o menino?

Voz C:Qual menino?

Emílio Surita:O Nicolas. Ela é chamada de Nicolas de saia. Por quê? Não sei, eu vou perguntar para ela. Bota a carinha dela, me dá imagens dela, põe na tela aí, velho.

Voz C:A mais votada da praia.

Emílio Surita:Conhecida como Nicolas de Saias.

Voz C:Por quê?

Emílio Surita:Não sei, saberemos. Vamos ao Blackout, Ronaldinho, manda pau! Agora eu vou aproveitar esse momento, eu quero imagens dele diretamente dos Estados Unidos da América. Ziu, ziu, ziu, a torcida já sentiu! Oferecimento United Parks, diversão com propósito para toda a família. 3, 2, 1, go! Sua agência de viagens, seu negócio de sucesso. E Vacância, espaço de uma casa com serviço de hotel.

Voz C:Aí está ele, gente.

Emílio Surita:Recebemos imagens, imagens, denúncias, imagens horríveis do senhor aí na International Drive fumando. Aí está na frente de crianças fumando, usando furiquinho. É assim, esse é o pior, é um dragado e uma degada. Assim que você está representando, você tá pior que o presidente da CBF envergonhando o Brasil.

Voz C:Ele traga e segura embaixo.

Voz F:Cadê o fuzil, por favor? Onde é que está Fuzil, que imagem bonita!

Emílio Surita:Temos imagens, o Brasil inteiro.

Voz H:Boa tarde, Emílio. É, boa tarde, Emílio. Apenas explicando do fim para o começo. Primeiro, que eu ainda estava com o retorno no bolso porque eu estava fazendo entrada no Sport durante o intervalo do jogo, e eu sempre fico com aquela mania de aumentar e diminuir e ver se o retorno não tá. E segundo, todos os gênios do programa, que são os gênios do ar-condicionado, defendem todo dia e Ah, vocês acreditam que isso não é IA então? Então vamos colocar qualquer imagem e vamos acreditar que é isso. Se aparecer eu matando alguém, aí então vamos condenar o fuzil então? Porque aí, ah, nesse caso não serve. Mas se fosse verdade, apenas eu gostaria de me defender, apenas eu gostaria de me defender do furico que apenas falar.

Emílio Surita:Eu quero que você explique isso, a coçada no chicote na frente.

Voz C:Na rua, fumar tudo bem, no passeio público, no passeio público, espremer o ouriço.

Voz H:Eu fico assim, eu fico aqui subindo e descendo o volume, tirando todas essas piadocas que não vão levar a gente do lado para lugar nenhum, né, Emelião? Seguindo na missão aqui nos Estados Unidos, Copa do Mundo.

Voz F:O que aconteceu?

Voz H:Calma, a gente já vai passear, mas eu quero, antes de ver lá o local que a gente veio É, nós estamos buscando o clima de Copa do Mundo aqui na Flórida, aqui em Orlando, e ainda não encontramos. Mudamos a estratégia. Tá tão calor, tão calor, tão calor, que a gente falou, de repente esse clima e os torcedores de Copa do Mundo estão em outro lugar. E aí eu gostaria que o Joãozinho mostrasse pra gente. É por isso que nós estamos no Aquatica, este maravilhoso parque aquático que pertence Aqui ao SeaWorld, ele que foi fundado em 2008, primeiro parque aquático aqui de Orlando, mais de 40 atrações. Ali, ó, se o Joãozinho virar ali um pouquinho, ó, vai pegar o SeaWorld logo colado ali. Ó, o Cauã, nosso amigo brasileiro aqui, que é o salva-vidas. Ali, ó, a máquina ali, você vê ali a manta, você vê ali, ó, o SeaWorld. Covadinho também, mais um parque que a gente um dia vai visitar em busca do clima de Copa do Mundo. E aqui, Emelião, neste parque a gente veio nessa missão, tentar encontrar torcedores das seleções. Tem ninguém aí no parque? E tá um calor bizarro, irmão. Olha aqui, o brasileiro saberia viver a vida, o americano não vem. Não, tem bastante aqui, o parque é grande, mas aqui na região da piscina aqui, ó, Tem poucas pessoas porque a galera tá mais indo nos brinquedos, mas assim, não tá super lotado. Se você, por exemplo, tá assistindo e quer vir agora, você vai ter um dia maravilhoso. E outra, Emílio, sabe o que é chato nessa situação? E eu tô vivendo isso na pele. A gente tá naquela época do pólen, cara. Porra, é uma, é uma, isso aqui irrita o nariz, irrita a garganta. Então é, tá no finalzinho, mas fica muito pólen espalhado pelo ar. E aí, para a gente que é, que é não Nutella, mas que não tá acostumado com isso, irrita bastante a nossa garganta.

Voz C:E cigarro nos Estados Unidos, pô.

Emílio Surita:Olha, fufu!

Voz H:E aí fumando cigarro naíá.

Emílio Surita:Ok, eu achei bonito.

Voz D:É, o problema é o pólen, né?

Voz C:Isso vai na Philip Morris lá.

Emílio Surita:Muito bem, muito bom.

Voz H:Eu vou largar o cigarro e começar a roubar as babá do Zuzu.

Voz C:Que isso, é coisa do Sami isso aí. Como você fala assim, vai furar os olhos do Sami não, ô Fuzil. Vou dizer, já tá pegando, relaxa. Essa barriga, essa bermuda, você vai para onde? E essa bermuda aí, ó, seu boneco, tá parecendo seu boneco.

Emílio Surita:Segura aí, o Zé Paulo, seu boneco. Mostra ele, ó, o seu boneco. Abre mais, abre mais.

Voz C:Olha que vergonha!

Emílio Surita:Zé Bermuda! Um puta Zé Bermuda! Um puta de um Zé Bermuda de chinelo!

Voz D:Que desrespeito, meu!

Emílio Surita:Isso é um desrespeito!

Voz D:Porra, deve estar no K9!

Emílio Surita:Corta, corta, corta!

Voz E:Isso aí é pior do que o presidente da CBF, você tá louco!

Emílio Surita:Isso é um desrespeito! Eu peço desculpa aos nossos espectadores de todo o Brasil por essas imagens. O cara parece O personagem do Chico Anísio, seu boneco. Pois tudo bem, depois dessa, opa, jornalismo de bermuda.

Voz C:Hoje, como você adiantou aqui, temos jornalismo de bermuda, nenhuma, nenhuma. Hoje tem a nossa queridíssima política, né, lá da Praia Grande, que a vereadora mais votada, que a Eduarda Campopiano, como você disse aí, Nicolas de Saia, vai falar sobre política, feminismo, obviamente a sua trajetória pública aqui no programa Pânico.

Voz E:E ela vai muito em debate.

Voz C:Ah, é? Vai em debate, destrói a turma.

Emílio Surita:Ela é boa de debate.

Voz E:Já foi ofendida nos debates, já foi agredida.

Emílio Surita:Você acompanha?

Voz E:Eu acompanho a Duda.

Voz D:Tem muito discurso, né?

Voz E:Acompanho na baixada, pô, tem que acompanhar.

Voz C:Mas precisa, né? Porque ontem a gente recebeu a Dani Marx, né, que entende muito de economia, e você vê como tem narrativas, né, principalmente do governo atual legal para falar, para defender as mulheres, mas no final a gente precisa, né, realmente a liberdade financeira da turma.

Emílio Surita:Vamos nessa, bora! Difícil, né, amigo?

Voz C:É, não é fácil. Não falei que é fácil, falei o que precisa. Coisas que a gente precisa não são fáceis, não precisa lutar para.

Emílio Surita:Porque o discurso da esquerda é muito bom, é, pega, é bonito, né?

Voz F:E aí de curto prazo, isso, não precisa esperar. É isso aí, é amanhã resolve, é acolhedor, vai ganhar mais e trabalhar menos.

Voz D:É isso aí.

Voz E:E a gente cai nessa ladainha, tem que tirar dos ricos para dar para os pobres.

Emílio Surita:É isso aí, é o Robin Hood.

Voz D:É o Robin Hood.

Voz F:É uma criança em 7 dias.

Emílio Surita:A culpa é dos ricos, eu tiro deles e dou para você.

Voz F:Isso.

Emílio Surita:Só que eles também vivem, o vilãozão.

Voz E:É, eles vivem mal.

Emílio Surita:O duro é que em 30 anos eles não tiraram ninguém da pobreza.

Voz F:Não, exato. Mas agora vai.

Voz E:Mas dessa vez eles arrumaram.

Voz F:Dessa vez vai ser diferente.

Voz D:Não, mas ano que vem, se o pobre conseguir tomar café da manhã ao almoçar e jantar, a gente vai estar de boa.

Voz C:20 anos com esse discurso, mas só vai mudando a voz.

Voz E:É, mas tem que ter uma TV só, uma TV só, tá bom?

Voz D:O lance é tomar café, almoçar e jantar, aí o trabalho tá feito.

Voz E:Se tiver caro, não compra.

Voz C:Muito bem, vamos nessa! O pessoal tá animado hoje, tá empolgado. A Copa, vamos nessa!

Emílio Surita:Copa do Mundo tá deixando todo mundo maluco. Roda a vinheta porque começa agora!

Voz C:Alba, parabéns! Ontem você, que é o cara mais sensível aqui do esporte, acertou o seu comentário da Copa do Mundo em relação ao time que jogou, que foi o Cabo Verde. Ele tava e ele deu um sufoco lá.

Emílio Surita:Você sabe que se você quiser ir para Cabo Verde, tem um voo direto que sai do Recife e vai para cá?

Voz C:Não sabia, não sabia também.

Emílio Surita:Você sabe quanto Quanto tempo?

Voz D:3 horinhas e meia de voo, você tá em Cabo Verde de Recife.

Voz C:Chega lá, todo mundo fala português, muito legal. Aproveitando disso, fiz uma arte, né, não que eu sou competente, mas no ChatGPT, para mostrar os jogos da semana, você ficar informado aqui. Pode colocar aí, por favor, hoje você não vai perder. Vai lá, vai lá, Reginaldão! 2026, Mexico, USA, Canada, Brasil, Senegal, França e Senegal hoje às 4 da tarde, Iraque e Noruega, e o jogo Jogo mais esperado é às 22 horas para ver Lionel Messi contra Argentina e Argélia. E acreditem, 1 hora da manhã vai ter Áustria e Jordânia. Não perca por nada. Então essa, esse é, essa é a tabelinha da resenha para você ficar informado.

Voz F:Lembrando que na França é uma das seleções favoritas, estreia do Mbappé. E a Noruega tem um dos favoritos, o artilheiro, que é Erling Haaland, que é Xixa, muito bom.

Voz D:Parece a Luísa Souza, parece a Xixa.

Voz C:Ele é forte, é o loirão, né? Loiraço da Noruega. O cara vai ser artilheiro com baita time ruim. Não, são jogadores, né, que vale a pena para quem gosta de futebol. Você sempre vê um destaque sem os jogadores que são. Mbappé tá lá na França, vale mais.

Voz D:Figura é o Vozinha.

Voz C:É o Vozinha. Não, mas foi muito legal, maravilhoso, legal. Para Josimar Dias, você falou agora de Cabo Verde, conhecido como o Vozinha da seleção de Cabo Verde, tornou-se o destaque na Copa do Mundo após empatar, né, sem gols contra Espanha. E durante o jogo, a Casé TV incentivou os espectadores ao quê? Seguirem ele.

Voz D:8 milhões.

Voz C:Olha que coisa legal, ele começou com 50 mil seguidores e agora ele está, Morgadão, para a gente atualizar, 8 milhões. 8 milhões. Já passou 7, quase 8 milhões de seguidores. É o carisma, é um jogador de 40 anos que não esperava ter toda essa popularidade, mas a turma abraçou ele. Agora, o futebol tem também aquela coisa chata que é a briga das torcidas, como você disse aqui. Me mostra Times Square aí, Bernardão. Olha o que aconteceu, é porradaria, é a torcida argentina, dedo na toba, no meio da Times Square.

Emílio Surita:Brava. Não, os argentinos, pô.

Voz C:Argentino de um lado, Argélia do outro.

Voz F:Hoje é isso, é Iraque, não é?

Voz C:Não, Argélia, Argélia, porque vai jogar hoje. Ó, porradaria! É argentino, deu chute, não quis saber de brincadeira.

Voz F:Palestina, tem uma bandeira ali, ó.

Voz C:Mas então, Samé, que tem mais times lá.

Voz F:Não, não, mas na torcida ali, ó.

Emílio Surita:Tá bom, mas não foi o da bandeira, não foi o da bandeira, é os de verde aí, ó, é torcedor da Argélia.

Voz E:Nem sabia que a Argentina gostava do jogo.

Voz C:Toca de soco, latinha de cerveja, tá tudo jogado na Times Square. Argentina versus Argélia, essa é a torcida que tá lá brigando. E aí a gente mostra o brasileiro ali, perfeito. Não, só o cara que tava filmando.

Voz D:Ah, tá boa. Os brasileiros não tava ali porque tava mijando, né?

Voz C:Vocês sabem da liberdade. Exato. Ontem, né, também teve o jogo da Nova Zelândia contra o Iraque. Eu achei interessante, eu sempre puxo a Renata Barreto aqui para dar as fontes. Renato, um abraço para Você faz uma compilação fantástica que eu dou uma chupinhada, com todo respeito ao seu marido, que é muito forte. Entra nos stories dela, você vê o que que aconteceu no jogo do Irã com a Nova Zelândia, que tem uma história que é o seguinte: não pode, foi, né, orientado, Albeta, pela organização, que não pode ter nenhuma manifestação política, correto? Sim, correto. Porém, a própria torcida do Irã se manifestou durante o jogo que aconteceu, Irã e Nova Zelândia, Indonésia. E aí a turma, e as imagens são fortes, né? Tem gente com a bandeira do próprio Irã que colocou lá, né, um xizinho, né, fazendo um protesto na hora do hino. Vaiaram porque tem uma relação com hino também com os aiatolás. E aí a turma lá fez protesto. Você vê aí que é o Ocidente recebendo, né, o povo do Irã que é muito massacrado por esse regime teocrático. Quando é futebol, a turma vai lá e mostra a sua face. Mas você viu uma outra informação aí que é supostamente Mas o time ainda tava em campo no segundo tempo quando a diretoria recebeu uma notificação para assim que terminasse o jogo eles tinham que sair do estádio. Teve essa polêmica também, e o Irã também não podia entrar com bomba. É, relembrando também que o Irã fica no México, né, o time do Irã tá hospedado no México por causa dessa polêmica. Vamos para o menino Ney, que ele que movimenta, todo mundo quer saber dele, tá jogando tranca, viu? Tá nesse momento, a gente tem as imagens aqui exclusivas que a gente vai pegando em real Showtime é o momento de— esse é o menino treinando, né? Aliás, você sabe, Albeta, você que gosta— pois não, Morgadão, diga lá. Você que gosta muito do menino Ney, tem uma imagem dele. A essa ele tá jogando tranca agora com o Vini Jr., tá mais na descontração. Não vai jogar com Haiti. E a polêmica é se— já começa de novo— já sabiam se o Neymar não tinha essa condição por causa dos anos.

Emílio Surita:Vocês acham que O Tite deveria ter dado folga depois daquele jogo? Como assim o jogo de sábado contra Marrocos?

Voz C:Não!

Emílio Surita:Você acha que ele não... Ele deu folga, mas deu folga. Os jogadores tiveram folga.

Voz C:Não tem essa na Copa do Mundo, é tudo ou nada, não tem isso também.

Emílio Surita:Teve folga. Então, quero saber se vocês acham certo ou errado.

Voz C:Erradíssimo. Folga é um crime erradíssimo.

Emílio Surita:Por quê?

Voz C:Porque foco total no esporte, não tem como respirar nesse momento. Momento. Eu não sou o técnico da Seleção Brasileira, mas os caras estão lá, né, na velocidade máxima para pagar o jogo. Vai falar onde? Na Times Square comprar alguma coisa? Não vai no restaurante com a Morena do Vitória? Morena misteriosa? Pode ir no restaurante com a Morena, não sei também. Aí o assunto do momento, e eu fui apurar, né, porque a gente tem nossas fontes aqui graças à nossa redação de jornalismo com o Helber Dier, que trabalhou na RD1. Você vê a história da CBF, do que, né?

Emílio Surita:Do que? Do—

Voz C:calma, tem— vamos destrinchar essa história do presidente da CBF, que é o Samir Shaúde.

Emílio Surita:A CBF tem um problema muito sério. Os últimos— bom, primeiro ficou Teixeira, ficou 32 anos. Sim, aí saiu, pois, Marco Paulo teve 6, 6 ou 7, certo? Todos enrolados, todos enrolados.

Voz C:Você lembra do último, né? Então aí esse aí entrou para fazer um tampão Isso, no lugar do Edinaldo Rodrigues.

Emílio Surita:Isso. E agora ele quer se perpetuar na bagaça. Só que essa história que vazou é para derrubar ele.

Voz C:Por quê? Porque esta que vem aí, a minha pontuada, a quem interessa derrubar ele?

Voz H:Quem?

Voz F:Quem?

Voz C:Quem é um político poderosíssimo que está dentro, né, da parte que eu não posso, né? Quem?

Emílio Surita:Todo mundo fala, mas... Não, eu sei, mas fala.

Voz C:Ele tem influência na CBF? Supostamente.

Emílio Surita:Mas você tem certeza disso?

Voz C:Nada que eu falo aqui eu tenho certeza. Tudo é supostamente, mas...

Emílio Surita:Eu acho engraçado o cara falar uma coisa que acha.

Voz C:Não é que acha.

Emílio Surita:Não dá pra você ser um cara que acha.

Voz C:Eu não acho, eu tenho sensibilidade e eu tenho certeza do que eu tô falando. O que eu não posso confirmar porque eu não quero receber um processo no meu CPF.

Emílio Surita:Você tem certeza mais ou menos?

Voz C:Eu tenho certeza que pode ter uma ligação. Não vou falar porque não tem nada provado. Se você juntar um quebra-cabeça, existe o interesse dos poderosos em relação a CBF, mesmo porque algumas decisões da CBF— eu vou dando dicas aqui para você ver se você acerta— algumas decisões da CBF passaram de uma forma que foi esquisita, para não falar de outra forma, pelo STF.

Emílio Surita:CPF.

Voz C:Porque eu não sei, mas a decisão tá com algum poderoso. Agora, uma coisa foi feita, um jantar foi feito, um homem casado, né, Samidana, você que respeita demais o matrimônio, hoje, hoje, hoje, 3 endereços, né? Você no passado era mais garanhão. Eu tenho um filho só e é meu, que não parece com você, que eu já falei 12 vezes. Já não é a cara de alguém lá do Sul que eu não sei quem é. Mas voltando para falar, o que eu acho importante você pensar comigo e raciocinar: a parte do CPF, do presidente da CBF interessa a população?

Emílio Surita:Não, sim, sabe o que o cara faz no, no, por forex?

Voz C:Mas qual que é a maior polêmica em relação a ter levado a supostamente mulheres que não estão dentro do matrimônio dele? Aonde ele usou essa verba? Se ele paga no cartão pessoal, ninguém vai encher o saco.

Emílio Surita:Lógico, não tem dinheiro.

Voz C:Pode gastar?

Emílio Surita:Pode, pô, a CBF que compra.

Voz C:Você acha que o Fuzil tá comprando esse carro com dinheiro de quem lá nos Estados Unidos? Então, bom, não sei.

Voz F:Quem contribui para a CBF tem que reclamar o uso desse dinheiro, mas não é um dinheiro público, não vem de impostos isso daí.

Emílio Surita:A CBF, o maior dinheiro da CBF vem de transmissão esportiva, vem do direito que ela tem dessa imagem, da TV. O que que a gente vai lá, paga o ingresso ingresso. Só que quem paga o ingresso é, tá bom, mas quem pode reclamar da gente é quem paga o ingresso para assistir o jogo da seleção.

Voz C:Imagina assim, você pega lá uma moça que você tá saindo, tem patrocínio, sim, mas é o dinheiro que também é da, pode ser usado para outro recurso, melhorar um jogador, reclame, né? Nós que com ele, então vocês acham que a gente não tem nada a ver com a vida do povo?

Voz D:Acho que não. Se fosse dinheiro público, como você me falou, aí beleza. Mas a CBF, se a CBF não achar ruim, não Deixa.

Voz C:Não, e ninguém sabe nem quem era a mulher.

Emílio Surita:Vai que a mulher é bonita, muito.

Voz C:É, não tem uma, tem uma foto dela muito bonita, é só para lembrar que são várias. Não, mas aí é de—

Emílio Surita:mas o cara também é bonito, ele é bonitão. Vamos aplaudir, vamos aplaudir! Valeu, Samir! Vamos aplaudir! E o nome dele é Samir. A hospedagem foi lindo, é meu namorado.

Voz C:Ele gastou $59 mil e aí não jantar? Não, na hospedagem com jantar. O Cipriani, para quem vai para Nova York, frequenta muito, né? É caríssimo esse restaurante italiano e não dá para chegar e entrar. Isso, tem reserva.

Emílio Surita:Qualquer um vai, né?

Voz C:É, mas eu acho que ele tinha uma mesa especial. Ele reservou na Copa passada, não tem nada.

Emílio Surita:Não, não, está inventando.

Voz C:Não é? Foi, foi. Tá, 50.

Emílio Surita:Não, não, hospedagem tá em dólar. Vamos falar $60 mil.

Voz C:Dá quanto em real, Samir?

Emílio Surita:Pô, vê os cara que foram lá pro encontro aí do Lula lá, caravana que foi com brasileiro. Não, não, agora foi pro G7, nem do G7 ele é, foi lá, levou um monte de gente junto pra tirar foto. Tá preocupado com o dinheiro que tá lá no dinheiro público?

Voz C:Faz o que quiser, o cara não falou nada e a gente tá aqui. Se ele trazer o caneco, ele que seja A vida particular dele ele já conseguiu. É, muita polêmica relacionada a ele, mas vamos agora.

Emílio Surita:Ó, aqui, ó, tem aqui, ó, ó, essa pauta aqui é muito interessante. Me diga, porque às vezes você quer uma empresa para contratar serviço, correto? Corretíssimo. Aí o que acontece, eles demoram para você mais de 3 horas para responder, tá bom? Aí esse homem que aqui está, esse cara, ele sabe de tudo, tá sempre com gente, que é o Fernando Miranda.

Fernando Miranda:Obrigado, obrigado mais uma vez.

Emílio Surita:Aí o cara já perde, já perde o negócio.

Fernando Miranda:Tem uma pesquisa que a gente fez recentemente, inclusive, que a chance da pessoa fechar aumenta. O número parece mentira, mas não é. 21 vezes mais se ele é atendido nos primeiros 5 minutos. Então, mas pensa você, você vai querer comprar alguma coisa, você entra no WhatsApp, o cara não te responde, depois de uma hora você às vezes nem quer comprar.

Voz C:Perdeu a venda.

Fernando Miranda:O cara ainda vai entrar com 3, 4, 5, 6 lugares. E aí muitos empresários vão ter a dúvida, cara, será que o meu time de minhas vendas tá operando no máximo potencial? Então, será que o meu vendedor que tá tomando café tá preocupado com o jogo da Copa? Ele tá atendendo meus clientes? E quando ele atende meus clientes, ele atende bem? Ele faz uma boa reunião de vendas? Ele consegue o pitch na venda ali, ó, na hora que o cara quer fazer a venda mesmo? Então, acho que essa é uma dor comum do empresariado brasileiro, e com a distração da Copa acaba que isso piora. Você não sabe se o vendedor tá fazendo um bom trabalho de fato. Então a gente quer te ajudar a fazer isso aqui, a gente vai te ajudar a fiscalizar o trabalho do seu time de vendas. É igual tem na Copa do Mundo, tem um VAR. Sim, o VAR fiscaliza. Nós vamos fazer o VAR das suas vendas.

Emílio Surita:Cara, aqui, ó, o Fernando, você já foi do mercado financeiro?

Fernando Miranda:Fui, fui BTG, XP, participou.

Emílio Surita:Aí ele montou, ele é sócio lá do V4, ele tá lá. Quantos clientes vocês têm no Brasil?

Fernando Miranda:Hoje a gente tem mais de 7 mil clientes ativos no Brasil inteiro, desde a própria XP que tá junto com a gente, G4 Educação, Não, mas um monte de empresas, né? A gente já ajudou, por exemplo, conhece o Lugano Chocolates? Claro! Lugano, quando chegou aqui na V4, fazia uma franquia por mês de venda. Saiu daqui fazendo mais de 20 franquias por mês de venda. Então a gente ajuda qualquer pessoa que tem ou um e-commerce, ou que vende pela internet, ou que quer gerar leads melhores, a melhorar suas vendas. Nesse caso aqui específico, é te ajudar a melhorar a performance do seu time comercial.

Emílio Surita:É a venda, né? A venda! É o que você manja.

Fernando Miranda:A gente fala o seguinte, ó: a gente quer ajudar você a gerar mais vendas no seu negócio. Negócio. Não é: eu vou fazer seu tráfego pago, vou fazer sua rede social. Porque o cara contrata um marqueteiro, aí o marqueteiro vai fazer a rede social dele, vai postar post no Instagram. Não é isso. Nós vamos te ajudar a vender mais. Nós vamos entrar na sua empresa, eu vou fazer o seu processo comercial, nós vamos ver se o seu vendedor atende bem, se tá bem treinado. Vou olhar como que seus concorrentes estão, porque aí o cara nem tem noção. Empresário hoje médio tem tempo? Não tem. Então eu vou fazer esse trabalho para você, eu vou entrar lá, nós vamos olhar como é que tá esse processo comercial, ver como é que tá o dos seus concorrentes, ver a diferença e falar: cara, você tá indo bem, você tá indo mal, isso aqui dá para melhorar, seu pitch tá ruim, você tá demorando para atender, seu lead não é bom. Então tem várias coisas que a gente já sabe, porque a gente tem muito histórico de muitas empresas que a gente pode falar para você nessa estruturação. A gente vai dar uma olhada geral no seu comercial.

Emílio Surita:E quem é a empresa que você pode atender hoje?

Fernando Miranda:A gente atende empresa que faturam acima de R$50 mil, acima de 50 pau, e que tem um time de vendas. Pode ser um vendedor que seja, mas que tem um time de vendas. Por quê? Porque aí a gente vai conseguir gerar resultado de fato para essa pessoa.

Voz C:Vocês já chegaram a faturar por mês mais ou menos? Que os caras: ah, vocês vendem, vocês entendem realmente de venda?

Fernando Miranda:Uma coisa curiosa é que normalmente agência de marketing, elas são ótimas para os clientes delas e péssimos para elas, né? Não, a gente é casa de ferreiro, espeto de prata, né? Então a gente fatura mais de 60 milhões por mês na nossa rede.

Voz C:Por mês?

Fernando Miranda:Por mês. Por mês a gente é um negócio de 700 milhões ano, e ano passado a gente fechou com mais de 500 milhões de faturamento, e os nossos clientes juntos já faturaram mais de 10 bilhões de reais. Então a gente tem bastante experiência. Ah, mas Fernando só atende clientes gigantes, só fala do XP. Não, a gente atende também a padaria, a gente também atende o e-commerce, a gente também atende o varejista. 50 milhões de faturamento e um time de vendas.

Emílio Surita:Então eu quero entender agora, eu tenho minha empresa, minha empresa é mais ou menos, certo, altura 50 pau, ok, Emílio secos e molhados, gostei chama a minha empresa, é Emílio Secos e Molhados. Qual é o critério? Primeira coisa que eu vou fazer é o QR code. Eu vou entrar aqui no QR code porque eu quero melhorar o marketing da empresa do Emílio Secos e Molhados.

Fernando Miranda:Não só isso, principalmente time comercial. Então vamos imaginar que o Emílio quer vender mais publicidade. O Emílio queria ser garoto propaganda da Copa agora, pegar o contrato da Brahma que tá na mão do Ronaldo. Cara, será que seu time comercial tá fazendo um bom trabalho? Tá abordando os clientes certo? Tá abordando do jeito certo? Quando alguém chega querendo comprar uma publicidade do Emílio, ele faz um bom trabalho? Trabalho, esse lead que tá vindo, ele é qualificado? Cara, é difícil saber isso, não é? Já testou seu próprio vendedor? É difícil. Então o que que a gente vai fazer? A gente tem experiência em mais de 7 mil negócios. A gente vai entrar na sua empresa e vamos fazer uma auditoria, é o VAR mesmo, vamos fazer uma auditoria no seu time de vendas. E tem mais, diga lá, esse negócio deu tão certo, teve empresas que tiveram o dobro de faturamento, 3 vezes a conversão, que se você não gostar da auditoria que a gente fizer, a gente vai devolver 100% 100% do seu dinheiro, nota sobre nota. Se você tiver qualquer problema nesse reembolso, tô olhando seu olho, se tiver qualquer problema nesse reembolso, você vai entrar lá no meu inbox e vai me mandar uma mensagem, e eu vou brigar com os caras, eles vão devolver seu dinheiro. Então é palavra de homem aqui, cara. Se você fizer dentro das 4 linhas ali, né, vamos fazer analogia da Copa, fizer o trabalho ali dentro do prazo, não gostar, eu devolvo seu dinheiro.

Emílio Surita:Ó, o Fernando, ele fala com propriedade, ele sabe do que ele tá falando. Então quer Quer dizer, qualquer empresa que tenha faturamento acima de R$50 mil pode participar. Lembrando que no Brasil a gente tem, parece que, 9 milhões de empresas inadimplentes.

Fernando Miranda:É um dos piores casos. E você vê agora grandes empresários reclamando também, né? Então realmente você não pode mais, não tem mais prosperidade suficiente para poder perder venda. Hoje o cliente bateu na porta, tem que sair venda. Não pode desperdiçar.

Emílio Surita:Não pode ser aquela história que a gente tá contando aqui, de o cara liga para você ou manda WhatsApp, você espera. Demorou, perdeu. Demorou, perdeu.

Fernando Miranda:Também antes da pandemia não podia. Depois da pandemia que todo mundo se digitalizou, aí que não pode de jeito nenhum. Gente, pensa você numa experiência comercial que você entra em contato com uma empresa e a empresa demora 3, 4 horas para te responder.

Voz D:Eu mesmo, eu mesmo tô tendo problema com fornecedor até hoje.

Fernando Miranda:Imagina, você vai comprar desse cara agora? Não vou, já vai, você desiste. Então, só, cara, às vezes é difícil. Então quero treinar o seu time, eu quero te ajudar nessa parada, eu quero ser seu sócio nisso aqui. E um profissional liberal, cara, que tem um, com tanto que ele tem um faturamento assim, vamos falar que eu sou um médico e eu tenho duas secretárias que fazem as vendas para mim, pode Pode fazer, pode fazer, pode sim. Advogado, contador, se você tiver um time comercial, que nem que seja de uma pessoa, e tiver faturamento acima de R$50 mil, já dá para você fazer.

Emílio Surita:E quanto aumenta o faturamento?

Fernando Miranda:Normalmente a gente vai olhar a conversão desses vendedores. Então vamos falar o seguinte, vamos imaginar que seus vendedores convertem em média 30% das reuniões que eles fazem. Cada 3 reuniões eles fecham uma. Cara, a gente vai tentar aumentar essa média. A gente aumentou 20, 30, 50%, teve gente que dobrou o nível. Minha reunião tá muito ruim, você consegue fechar o dobro reunião, que às vezes o vendedor não tem coragem de fazer o pedido na reunião. O cara fala: não tem coragem. Ah, então tá bom, você pensa, depois me conta. Aí não dá, ué. Você tem que ter um vendedor pitbull, não dá para você ter um vendedor passivo, entendeu?

Emílio Surita:E é isso que você vai levar para cá.

Fernando Miranda:Inclusive, eu vou fazer dois bônus aqui para vocês. Atenção, vamos lá, dois bônus relevantes. O Flávio Augusto, que é um dos caras mais bons do Brasil, tá na Copa agora também, ele virou conselheiro da V4 Company porque ele viu na V4 essa potência de Vendas. E a gente conseguiu uma mentoria para ele, para todos os clientes que fecharem através do link que vai estar lá na bio da V4, ou escaneando o QR code. Então, se você tiver aí ouvindo do carro, alguma coisa do tipo, você pode ir lá no V4 Company e clicar no link da bio que vai estar lá, ou você pode escanear o QR code, vai ganhar uma mentoria com Flávio. Não é ver ele no palco não, tá? É olho no olho, você vai abrir o microfone e perguntar para ele. E quem fechar agora, que se inscrever aí na próxima 1 hora e fechar por agora, Vou fazer o seguinte: uma das coisas que a galera mais tem inveja branca, assim, uma inveja da V4, é o dia do fechamento do mês. Porque às vezes tá devendo assim 10, 20% da meta, em um dia a gente tira a diferença, porque a gente tem muita energia. E a galera fica: como é que vocês tocam o time de vendas no último dia? Então quem fechar com a gente vai lá na V4 Company em Campinas no fechamento do mês e vai poder ver como que o Gabriel De Conto, como que o Rafael Nunes fazem o fechamento do mês, como que eles motivam o time, como que eles botam meta. Você vai ver presencialmente, não é online, presencialmente você vai lá e vai poder acompanhar lá com a gente como que a gente faz o fechamento do mês.

Emílio Surita:Pô, bacana, bacana. E o Fernando manda muito bem, cara, ele sabe, ele manja, ele sabe do que tá falando. E é legal você ter uma pessoa que entende realmente aquilo que tá fazendo.

Fernando Miranda:Ó, então resumindo, vou resumir para todo mundo de novo, para quem tava ainda confuso: eu vou entrar no seu time comercial, a gente vai olhar a sua operação, vamos ver o que tá fazendo tá fazendo certo, que que tá fazendo de errado. Vou te entregar um relatório completo e ao final desse relatório você tem direito de falar gostei, não gostei. Não gostei, eu devolvo seu dinheiro. Mesmo que você não gostou e eu devolvo seu dinheiro, você fica com relatório de graça, você fica com a mentoria do Flávio Augusto de graça e você fica com essa imersão de fechamento de graça, de tanto que eu confio nessa parada.

Voz C:Ó, fechado?

Emílio Surita:Aquela velha história, né, o marketing tem que vender, né?

Fernando Miranda:Lógico, tem que vender, senão aí você fica fazendo postezinho no Instagram que não serve a ninguém.

Emílio Surita:Ó, então tem o QR code, quem tá em tela, se você não tá em tela, tá no aqui na rádio, é fácil, hein? @v4company, que é companhia em inglês. Entra lá e você tem todo o caminho aí no link.

Voz C:Obrigado, pessoal. Legal, valeu.

Emílio Surita:Muito bem, eu vou fazer agora o break do Reginaldo. Vai lá, Reginaldinho. Cadê meu herói do Brasil? Diretamente de— ele está em Orlando. Ele está em Orlando. É a Copa do Mundo, você vai ver como é que está a vida do americano. Você vê que lá ninguém tá dando muita importância. Não, para qual? O americano médio não está dando a menor importância para Copa do Mundo. Temos aí o Fuzil, o herói do Brasil. Cadê?

Voz D:Já tem imagens novas aí do Fuzil aí, velho.

Voz E:Tem imagem nova.

Voz C:É o Fuzil ou é o Ronaldo? É nova.

Emílio Surita:E você, é nova isso aí. Você filme, por favor, você que ver o Fuzil fazendo alguma coisa errada como presidente da CBF. Isso, mande imagens, manda.

Voz C:A gente vai fazer um Instagram só com o Fuzil sem ele perceber.

Voz E:Cara, mandaram outro.

Emílio Surita:Olha lá, ó, tá lá no tênis lá, ó, no tênis. Esse tênis também é bom.

Voz C:Panqueca com salsicha.

Emílio Surita:Como é ruim isso aí, não é o Perkins? Puta merda, hein? Vamos, que não tem, não tem, não tem. Então entra o animal, entra o animal. Hoje ele tá que tá. Como é que está o dólar, Professor Samidana?

Voz F:Ah, o dólar, o dólar, o dólar. Enquanto o animal dança, enquanto o ursinho da O dólar sobe, sobe 0,50%, está sendo negociado neste momento aos R$5,08. É a dança sem música do animal.

Voz C:Ele tá empolgado hoje.

Voz F:É, não tô com fome.

Emílio Surita:Muito bem, já temos fuzil.

Voz C:Ele tá com furinho no rabo.

Voz D:Nós temos fuzil então, nós temos o herói do Brasil diretamente de Orlando.

Emílio Surita:Alá, Fufu, é com você, meu querido. Olha só, vai lá, Fufu, manda bala, manda bala.

Voz F:Tá o carbo urgente.

Emílio Surita:Manda bala, Fufu, o herói do Brasil!

Voz H:Olha só, Emelião, mais uma vez Aquática aqui, que é um parcaço do grupo SeaWorld, né, como a gente disse. Fundado em 2008, foi o primeiro parque aquático aqui em Orlando. E a gente veio, falou o seguinte: cadê o clima de Copa do Mundo? Ninguém balança uma bandeira, ninguém grita um poró popó, let's go, let's go! Acabou o jogo do Knicks, ninguém também mais faz mais não tem nada. E a gente falou, vamos de repente num parque aquático, nesse calor a galera tá toda lá. Não está. Erramos de novo. Ninguém entra no clima da Copa do Mundo, ninguém comenta sequer o jogo que vai ter hoje, o jogo que teve ontem. Mas, Emílio, talvez, não sei se importa, o Alba talvez possa falar isso melhor, nós conseguimos uma informação que ninguém tem. Ó, tem um hotel aqui em Orlando que estão convidados, mais de 100 presidentes de clubes do Brasil. E o que acontece? Fica um jato, né, um avião fretado à disposição, e toda vez que eles querem ir para algum jogo, e principalmente do Brasil, eles vão até o aeroporto numa van toda isso filmada, pegam este aviãozinho ou aviãozão, vai até o jogo, volta, fica aqui. No jogo do Brasil agora, o próximo, eles vão pegar esse avião, vão para África, ou vão para Nova Iorque, ou vão para Cusco, ou vão, não importa, fica à disposição deles. Nós estamos tentando localizar esse hotel, nós estamos tentando localizar os presidentes de clube, que eu também acho que não é um crime nenhum, já que não somos nós que estamos pagando. A CBF é uma entidade privada, não é verdade? Mas a gente quer pelo menos ver um clima de Copa do Mundo, mesmo que vá de graça e volte De graça, porque aqui, Emelião, o americano, tirando a rinite do pobre, não tá nem aí para a Copa do Mundo. Repito, a única exclusiva, é único exclusivo foco é para o 4 de julho, uma data especial, 250 anos comemora da sua independência. Mas Copa do Mundo, irmão, aqui esquece, nem no parque aquático.

Emílio Surita:É isso aí, meu querido Fuzil, herói do Brasil.

Voz H:Brasil.

Emílio Surita:Então tem um aviãozinho aí, ó, tem um aviãozinho aí.

Voz H:Segunda informação, mais de 100 presidentes de clube ficam lá no hotelzinho, tem um avião à disposição. Opa, eu quero ir nesse jogo! Claro, meu patrão, para, meu pai, que é tudo de graça. Os jogos do Brasil é certeza, e os outros, oi, é o presidente, é os presidentes.

Emílio Surita:Olha lá, é presidente de clube, os presidentes de clube, mas todos da CBF, os últimos lá, tudo meio enrolado. O Teixeira, certo? O Teixeira ficou de 89 a 2012, ele era genro do velho Avelange. Parecia um bulldog, parecia um velho assim nadador. Aí ele ficou de 89 a 2012. Em 2012 quem pegou foi o Zé Maria Marinho, que também tá enrolado, né? Aí o Marco Polo deu um nero, deu mais problema ainda, que foi negócio do FIFA Gate. Esse aqui pegou. Depois foi o interino, foi Antônio Carlos Nunes de Lima, ficou de 17 a 19. Aí entrou o Caboclo, também o Caboclo ficou de 19 a 21. Depois o Edinaldo, que deu rolo, sim, e entrou o O Shaúde entrou em 25.

Voz H:E o Léo Dias já caguetou, né?

Emílio Surita:O Léo Dias caguetou, o Léo Dias caguetou bonitão.

Voz H:O Samir já caguetou um novo esquema nesse aí, é. Então é exatamente. Então, mas agora tem mais fofoca e acabou, irmão.

Emílio Surita:Mas isso é para derrubar ele, né, Fufu?

Voz H:É certeza. Talvez porque ele seja muito bom, talvez porque ele seja muito bonzinho. Também, ou talvez porque ele não queira participar de esquemas. A gente não sabe os bastidores, mas é uma coisa lançar uma coisa dessa, expor uma coisa dessa, não é para querer bem do cara, né? Que nem aqui, o que tem de brasileiro que cagueta. Por exemplo, o Emelião, tem um brasileiro aqui que tem um comércio. Pô, o que tem de brasileiro que cagueta esse brasileiro que tá trabalhando para imigração e tal, para prejudicar o cara. Você imagina imagina, você imagina, estando longe.

Emílio Surita:Você não pode passear aí no parque ou tem que ficar parado aí olhando você?

Voz H:Não pode mostrar as baleias? Não, pode, pode. É que uma vez a gente tem que tomar cuidado com as imagens e tal, certas imagens tomar cuidado, mas dá para passear sim. O Joãozinho está ciente das coisas. Aqui à noite, tá vendo aqui Tá vendo essas, essa água-viva pendurada aqui, ó? À noite aqui o parque fica todo iluminado, também é uma opção que você vem aqui, ó. Aqui a galera gosta de luz, de fogos de artifício, aqui fica bonito essas.

Emílio Surita:Como é que chama esse parque?

Voz H:Águas-vivas que fala, né? Aquática. Em milhão, esse parque aquática fica ao lado do SeaWorld. Então assim, para quem tá na International Drive é 20 minutos, é do lado de todos os parques, é bem localizado. Utilizado e foi o primeiro parque aquático aqui de Orlando, né?

Emílio Surita:O SeaWorld, onde tinha as baleias, ainda tem o negócio da baleia? Eu proibiram, tem as últimas, proibiram as baleias, morreu, morreu. É, tem as chamu.

Voz H:Ainda tem, ainda tem, ainda tem, milhão. Inclusive nós vamos, quando já dando spoiler, quando nós estivermos lá, nós vamos falar com uma tratadora que é brasileira. Inclusive ela vai nos colocar todas essas informações Gerações, alguns dizem que não pode mais procriar em cativeiro aqui, talvez essa seja a última geração. Se é verdade ou mentira, ela vai esclarecer. Mas em 94, Emílio, eu vi a Xamu, a verdadeira Xamu, aquela que participou do filme, que ficou famosa pela música A Femil Willie. Em 94 eu tive a honra, depois em 96 ou 98, ela já faleceu, né?

Emílio Surita:A Chamo, meu clássico, é um clássico. A verdadeira, é aquela que matou a tratadora.

Voz F:Essa tá onde?

Emílio Surita:Tá presa, né, meu? Não, todas estão brincando, mas todas estão presas.

Voz H:A gente vai tirar essa.

Emílio Surita:Você não lembra, Fuzil, como chama aquela lá?

Voz F:Baleia?

Voz H:Eu lembro, mas eu acho que não era Chamo. Aquela morreu, morreu. Morreu. Aquela morreu. A que matou a tratadora morreu. A gente tá tendo informação aqui da nossa oficial guia.

Emílio Surita:Boa!

Voz F:É, não era chamou, chili com foi 2010.

Emílio Surita:Tem muito brasileiro aí no parque? Oi, tem muito brasileiro?

Voz H:Cara, de verdade, eu não vi nenhum. Pergunta aí, sem mentira, eu não vi nenhum. A gente até, a guia falou que esse aqui infelizmente a gente não sabe porque não é um parque que o brasileiro frequenta. 80 e ele não é caro. Acho que é o que tá custando, 80 dólares. Não é um parque caro para você, é aquele limpinho, né? Não é um parque caro. Aqui tem aqueles bangalôs, Emílio, você pode alugar, ó, tá vendo ali, ó, para você guardar suas coisas com segurança. Você vê, ó, você deixa celular, bolsa, e incrivelmente ninguém mexe, né? Ninguém pega. Então ela falou que não é um parque frequentado por brasileiros.

Voz A:Estranhamente.

Voz C:Posso fazer uma pergunta que chegou agora aqui sobre a Copa, pro Fuzil?

Emílio Surita:Pois não, claro, meu amor.

Voz C:Fuzil, você tá sabendo que existem rumores mais do que oficiais que Virginia e Vini Jr. voltaram? É real isso?

Voz H:Então, na verdade, é o seguinte: ela recebeu um buquê de um misterioso, e aí ele foi lá e só colocou postou com um coraçãozinho. A internet já ficou toda empolvorosa e tal. Eles voltaram. A Virginia não vai negar porque ela ama o hype e precisa do hype para vender seus produtos. O Vini Jr. começou a marcar um gol, não atrapalhou a vida dele. Também é aquela coisa, pô, o Vini tá pegando, ele não vai negar. Então assim, enquanto nenhum confirma, para mim é só marketing de que ninguém quer Pra não estragar o esquema, entendeu? O brasileiro, brasileira, não é que ela veio correndo aqui fazendo tchau. Eu achei que era brasileira e você vê, não é brasileira, tá vendo?

Emílio Surita:Sucesso em Fuzil, você e o Cassinão. Sucesso! Não trabalha mais de bermuda não, é, põe um maior. Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Eu vim com uma calça de sunga, né?

Voz H:Então, mas a mulher aqui, a nossa amiga, disse que sunga aqui é meio que você tá dando um sinal, uma paradinha assim. É, sou do tipo do time do Gueré, essas paradas. Se você vem só de sunga aqui, meio que você tá dando, tá sinalizando algo.

Emílio Surita:Boa.

Voz H:E porque todo mundo usa bermuda e tal, mas eu vim de calça, Emílio, eu vim de calça e não me permitiram subir nos locais, nos lugares de calça. Aí eu tive que pôr a bermuda.

Emílio Surita:Fuzil, você tá dando show aí dos Estados Unidos, principalmente nós estamos vendo as informações todas da Copa do Mundo com você. Tá bem informativo, tá informativo, tá todo boletim. Melhor que a Kazé TV, a Kazé TV. Tá te acompanhando do nosso, da nossa cobertura.

Voz C:Eles vão te contratar.

Voz H:Chupa, pilhado!

Emílio Surita:É isso aí, Fufu, o herói do Brasil diretamente dos Estados Unidos. Boa!

Voz C:Mais notícia?

Emílio Surita:Vai, zuba, vai, zuba, vai, zuba, vai, zuba!

Voz D:Olha o furinho nele, ó, tá furado.

Emílio Surita:Ele foi coçar, senta lá, animal!

Voz C:É o urso Vamos lá, tem polêmica aqui no programa. Polêmica, Eduardo Girão. Você viu Eduardo Girão? O Girão falou o seguinte, acabou de postar, não sei se ele tá assistindo o programa. Não é de hoje que eu peço impeachment do Gilmar Mendes, dentre outros crimes de responsabilidade. Ele fundou um instituto dirigido pelo seu filho que tem um contrato de quase 10 milhões de reais com a CBF. De vez em "Intervém naquela entidade", sem falar que seu filho também é membro da comissão disciplinar da FIFA. Precisa falar mais? Aí ele postou uma... Isso é polêmico, hein?

Emílio Surita:Polêmico, hein, mano?

Voz C:Que o filho do Gilmar Mendes tem uma entidade, ele tem uma influência e tem um contrato com a CBF.

Fernando Miranda:É isso que eu...

Voz C:Mas ele que está falando.

Voz F:Não entendi o problema do filho.

Voz C:O problema é você ter uma interferência política dentro...

Emílio Surita:Porque tem um instituto, né? O negócio do INSEE é um instituto aí, né?

Voz C:Gilmar virou parceiro da CBF, foi fator decisivo na queda do Edinaldo. É isso que está falando o Estadão. O Edinaldo era o último presidente.

Emílio Surita:O nosso Ronaldo Gordo tentou ser presidente. Verdade. Mas esse cara teve, não sei, acho que são 27 federações, ele teve 25 votos. Esse aqui, o que tá lá agora, o que estão falando, ele se mandou.

Voz C:É o que ele fala, Samir, para deixar, preste atenção também, porque se você ficar no computador você nunca vai entender. O que acontece é o seguinte, tá quente seu computador, você faz uma pergunta, você põe as notícias, eu não sou Eu tô doente, não dá para saber se é dislexia ou derrame. Você não está doente.

Voz F:Você não tá doente desde quando, senhor? Peguei inclusive doença por causa da carne de má qualidade que o senhor serviu.

Voz C:Você tá doente desde quando você caiu do beijo?

Voz D:Batizado, pegou doença.

Voz C:Não foi o que sua mulher falou? Ela me elogiou muito, adorei. Ó, Francisco Mendes, é o neto do Gilmar Mendes.

Voz F:Tá bom, Samir.

Voz C:Hoje eu mando a chuva da CBF, que é o filho do Gilmar Mendes, que tem um contrato de 10 milhões, supostamente é o que ele está dizendo E quer uma outra, uma bomba? Teve aquele evento do Gilmar Paluza, certo?

Voz F:Portugal, todo ano.

Voz C:O filho do Gilmar, isso é supostamente segundo o Eduardo Girão que tá colocando aqui no Instagram, na rede social dele, falou que o filho do Gilmar falou: sabe quem levou o Neymar para Copa?

Voz F:Eu!

Voz C:Quem levou o Neymar para Copa fui eu! Essa é a fala segundo Lauro Jardim.

Emílio Surita:Não, mas o Coiso também fala que foi ele.

Voz C:É, todo mundo diz que é o pai da criança. O próprio fala a mesma coisa.

Voz D:O piloto latã também falou.

Voz C:Deixa eu trazer uma boa. Não, eu tô empolgado hoje. Última para você, Morgadão. Vem, vem. Pesquisa do Senado. Ok, mudou, hein?

Emílio Surita:Mudou.

Voz C:Vai ter que agradecer o Gordinho aqui, que ele foi bem. Parabéns, Rogério Morgado.

Emílio Surita:Como é que tá o Senado?

Voz C:Última pesquisa do Senado.

Emílio Surita:Qual é a empresa?

Voz C:Adivinha Quem está primeiro em força, pesquisa. Não, a empresa que fez a pesquisa.

Emílio Surita:Não vem com aquelas, é, Lavaredo pesquisa, Bolsonaro pesquisa.

Voz C:Boa, big data, você confia?

Emílio Surita:Big data é telefone.

Voz C:Derrite lidera a pesquisa para Senado em São Paulo, Tebet em segundo. Pesquisa real, big data. Aí não é outra coisa, vou ter que mudar de provedor. Não, eu tô só na Saiu agora, pô, Big Data, meu.

Emílio Surita:É boa essa aí, Big Data. Procurei, eu sou professor.

Voz F:Como é feita a pesquisa Big Data?

Voz C:O Derritte tá em primeiro. Levantamento simulou 3 cenários, no primeiro deles Derritte lidera com 17% contra 16% da Tebet.

Emílio Surita:Ó, tá empatado, tá empatado. A Tebet em primeiro.

Voz C:Segundo agora, né? E aí a Marina Silva, lembra que você falou da Marina Silva?

Emílio Surita:Sim, a Marina Silva ganhando.

Voz C:Terceiro, 14% das intenções de voto, seguido pelo deputado federal Ricardo Salles.

Emílio Surita:Salles com quanto?

Voz C:Salles deu uma sumidinha, ele tá meio que empatado aqui, 14, 12. Salles com 12.

Emílio Surita:Mas por que primeiro cenário? Quais são os cenários? O levantamento da pesquisa, tudo difícil.

Voz D:É porque eles substituem os candidatos.

Emílio Surita:É estimulado.

Voz C:É estimular.

Emílio Surita:É estimular.

Voz C:Ninguém sabe quem é a Tebet aqui em São Paulo. Mas foi uma pesquisa estimulada. Não, eu sei, é lógico que é estimulada. Então, Derritte tá com aí em primeiro lugar na simulada, bem interessante, né?

Emílio Surita:Segundo cenário, Tebet ganha aí, ó, empatado, tudo empatado, empatado com Derritte. Sales em terceiro com 12. Ô, Márcio Cuba, 12. E o André do Prado se ferrando, que é o candidato de Eduardo.

Voz H:Vamos ver aqui.

Emílio Surita:E o Paulinho, até o Paulinho da Força, tá aí, ó.

Voz C:Com 8. Terceiro cenário.

Emílio Surita:Terceiro cenário. Derrite na frente, 17.

Fernando Miranda:Sem a Tebet.

Emílio Surita:Marininha, 15.

Voz I:Por quê?

Emílio Surita:Ricardo Salles, 12. O Cuba, o Márcio França, 12. André do Prado, 10.

Voz F:Então, pelo que eu chequei aqui, aparentemente é feita por telefone.

Emílio Surita:É telefone.

Voz F:O cara te liga.

Emílio Surita:Isso.

Voz C:E é uma das melhores formas de pesquisa, na minha humilde opinião. Você liga e conversa com a pessoa. Olá, em quem você vai votar?

Voz F:Tá, não é aquela pesquisa jogada da internet, porque o cara que atende já para mim já é enviesado.

Emílio Surita:Pesquisa boa é aquela que o cara levou o telefone do Flávio Bolsonaro, falou: 'Olha o que ele fez.' Escuta o áudio, depois você me responde. Escuta, ele pegou, escuta o que o Flávio falou aqui, ó.

Voz C:Vê se você gosta dele, em quem você vai votar, mas escuta aqui primeiro. É isso aí.

Emílio Surita:Puta credibilidade. Aquele maravilhoso lá do Recife? A gente entrevistou ele que ia lá. Você falava: quem você vai botar no lado? Vamos colocar Bolsonaro, que tem muito lucro!

Voz C:Boa, boa, o Senna e Italo Cera na Copa inclusive.

Voz D:Muito bom!

Voz E:Times Square... Tem uma informação aqui, eu mandei para o Bernardo já.

Emílio Surita:Me bota urgente aí na tela!

Voz D:Põe na tela aí, pô! Não é brincadeira não, velho! André Alba aqui com a notícia em cima, vai lá Andre Alba!

Voz E:Pois não, Datena?! Neymar treinou treinou no campo hoje. As imagens estão saindo, ele está fazendo a transição, né? Primeiro você volta para o campo, aí você faz a transição para enfim voltar a jogar. Então o Neymar treinou no campo hoje em mais uma etapa de processo de recuperação. Já está inundando todas as redes sociais as imagens de Ney no campo.

Voz D:Obrigado pela informação, André.

Voz E:A pancadinha tá ruim, mas para fazer filho tá bom.

Emílio Surita:A disposição Muito bem, vamos agora para o professor. Então solta a vinheta que o professor chegou.

Voz H:Foca, foca na economia, foca, foca na economia.

Voz F:Samuel Dana, hoje tá difícil, hein? Rinite pegou. Obrigado, Reginaldo. O primeiro-ministro do Paquistão, que é o Shehzad Sharif, Trump anunciou ontem nas redes sociais que Estados Unidos e Irã chegaram a um acordo para encerrar o conflito. E isso implicaria em uma interrupção imediata e permanente das operações militares em todas as frentes, além da reabertura do Estreito de Hormuz e a retirada do bloqueio naval americano. O Trump confirmou, que até então Trump não tinha confirmado. Ele falou assim, abre aspas: autorizo plenamente a abertura sem cobrança do Estreito de Hormuz e a remoção imediata do bloqueio naval. O vice-ministro de Relações Exteriores do Irã também confirmou o entendimento, e a cerimônia oficial tá marcada agora para sexta-feira, dia 19 de junho, na Suíça. O documento não é um acordo de paz, é um memorando de entendimento, e o texto ainda não foi divulgado publicamente. Basicamente, eles estão falando que vai ter uma trégua de 60 dias, e o principal impasse é o programa nuclear iraniano. A imprensa iraniana falou que que foi uma vitória, que eles não abrirão mão do país de enriquecer urânio. Então eu acho que vai dar uma trégua, mas ainda não dá para sair comemorando.

Emílio Surita:Armistício, como eles chamam, armistício.

Voz F:Só que nesse armistício o preço do petróleo deu uma desabada, porque ficar 60 dias reaberto, você volta a a suprir a demanda, que esse era um dos grandes problemas. Então, estão ganhando tempo. Agora, sempre que você tem esse tipo de acordo, você não sabe se as partes vão cumprir. Você tem um dilema de compromisso. Muitas e muitas vezes o Irã fez um acordo e depois trapaceou.

Emílio Surita:É guerra sem fim, é que nem essa guerra da Rússia, né?

Voz C:Você viu que o Putin já Israel falou que não quer se encontrar com os elencos, né?

Emílio Surita:Mas diz que os caras já estão tomando a Crimea de novo, tá uma confusão, né? Tudo e não se resolve, né?

Voz D:Exato.

Voz F:Tem grana bloqueada do Irã, tem 24 bi de dólares bloqueado que volta para o Irã com esse entendimento.

Voz C:E tem Hezbollah com Israel.

Emílio Surita:E o Irã diz que quer continuar fazendo bombas, essas bagaças.

Voz F:É a soberania deles. Tem 14 exigências iranianas e que ainda não foram apresentadas. Mas de qualquer forma, estão caminhando aí para um acordo.

Emílio Surita:E tem também o problema lá do Líbano, né? Isso aí que eu ia falar, porque é uma das exigências é o negócio do Líbano lá, que tem fogo porque o Irã financia o Irã, o dinheiro lá dos Hamas, dos Hezbollah, dos, dos, vem do Irã, vem tudo do Iêmen, lá dos Houthis, é tudo do Irã. É isso aí, o cara ele banca esses grupos terroristas e nem chamam de terrorista, eles falam o grupo armado, o braço armado do Hamas e não sei o quê, pô.

Voz C:Guarda Revolução.

Emílio Surita:Bom, e aí, como é que você resolve?

Voz C:Vai terminar ou não vai?

Emílio Surita:Não é você que é o homem que resolve tudo? Você não falou que acabou?

Voz C:Acabou, não acabou?

Voz F:Eu só dou notícia.

Emílio Surita:Você sabe que não acabou até hoje? Sabe até hoje? A Guerra da Coreia. Não, você sabia?

Voz F:Guerra da Coreia, eu fui lá, tem o túnel lá.

Emílio Surita:A Guerra da Coreia até hoje não tem acordo de paz, não.

Voz F:Eles vivem achando os túneis que são tentativas de invasão.

Voz C:Ah, é?

Voz F:E eu quando eu tava lá, porque são 3 túneis, aí você marca lá a visita na fronteira, tá bom? Só quando você marca, ele te fala. Tinha um dia marcado, no dia anterior o cara cancelou. De acordo com a inteligência da Coreia do Sul, eles falam: não vai dar, então a gente vai lá para o túnel de número 3.

Voz D:É o túnel de número 3.

Emílio Surita:É muito legal, vai, é mais, professor, como é feito o policiamento.

Voz F:Também tem o seguinte, olha só, Banco Master, a Polícia Federal ela suspeita que o mercado já sabia da crise do Banco Master antes. Porque estão investigando, mas um ano e meio antes, para muitos, a situação já era insustentável. E aí começou a ter um monte de investimento com, em nome de laranja, de menor de idade, com aplicações até 250 mil. Por quê? Porque até 250 mil é o, a cobertura do FGC. Então eles estão atrás disso agora. Eu acho que é muito provável que tenha isso mesmo. Então fala, ó, sabiam, e o pessoal do mercado já deu uma resfriada. Eu tô morrendo aqui, eu diria.

Emílio Surita:Nasa lá, do coitado. Quer que eu termine?

Voz F:Que é a Tokstok. Lembra que eu falei da recuperação? Quebrou, quebrou, é, virou o grupo a Tokstok, a moda legal, né? Não, eles entraram na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central Civil de São Paulo com pedido que foi aprovado ontem. Então tá aprovado. Eles agora, agora eles têm uma dívida declarada de 1,12 bilhão de dólares. E como foi aprovado, eles têm 60 dias para apresentar um plano de recuperação e passa.

Emílio Surita:Então recuperação judicial.

Voz F:É, passa a ter proteção contra cobranças.

Emílio Surita:Boa.

Voz F:Qual que é o problema? 2024, a Tokstok, que foi fundada em 78 pelo casal francês Regis e Ghislaine Dubrul, se uniu à Mobli. A Mobli era muito forte no digital e a Tokstok era muito forte no físico. Eles prometeram que teriam sinergias, não sei o que lá, mas não deu certo. Esse ano Ainda, um dia antes do pedido de recuperação judicial, que salvo engano foi dia 2 de maio, a SPX, que é uma grande gestora, SPX Capital, vendeu toda sua posição da empresa e um conselheiro renunciou. E o mercado na ocasião deu 40% de baixa. Só que tem um problema, que é a crise de confiança. Quando você tem crise de confiança, ainda que a dívida antiga não seja comprado, você teria coragem de comprar lá e ter medo do móvel não entregar? Ou um fornecedor vai falar: ah, eu te pago em 30 ou 40 dias?

Emílio Surita:É um rolo, né?

Voz F:Então, para esse tipo de mercado é muito danoso. Eles vão precisar convencer que as coisas mudaram.

Emílio Surita:Muito bem. Vocês não deram a notícia principal, né? Que o ICE prendeu o cara do PCC lá nos Estados Unidos.

Voz C:Eu tinha 12 notícias.

Emílio Surita:Eu acho engraçado, a notícia mais importante não é dada.

Voz C:Agora É falar do CPF. Ex-membro.

Emílio Surita:Notícias que você— não, o cara tava no— tinha pedido da Interpol, meu amigo.

Voz C:A gente precisa verificar tudo.

Emílio Surita:Pediu da Interpol, vermelho na Interpol. Tá confirmado, prenderam o cara, bateu o carro, perseguição. É perseguição. Boa. É notícias importantes que a gente não dá. Quer falar de fofoca? Fica falando de fofoca aí.

Voz C:Faz o rocambolete.

Emílio Surita:Muito bem, vamos. Olha, ó, esse cara aí, ó, esse cara aí, ó, olha, esse cara tá em cana lá nos Estados Unidos. Muito bem, vamos agora falar de algo importante, que é o quê?

Voz C:Sucesso, hein?

Emílio Surita:Paulinho me falava hoje do, da vitamina D e do magnésio. Por quê? Porque vitamina D é fundamental. É vitamina D, a vitamina principal de qualquer cara que Tem um pouco de saúde.

Voz C:Lembra na pandemia que você ia tomar sol?

Emílio Surita:Se você tiver com baixo magnésio, ela não pega direito. Você pode tomar 70 mil de vitamina D que não vai. Por isso que é importante o magnésio, porque ele dá liga, ele dá liga às vitaminas, aos hormônios. O magnésio é o que domina o corpo, é o maestro do corpo humano. Potencializa.

Voz I:Entendeu?

Emílio Surita:Muito liga para tudo, legal.

Voz I:Sem dúvidas, para o corpo humano, para as plantas, para água. Você encontra magnésio no oceano, você encontra nas plantas, aquela função, né, da clorofila, né, que é onde você tem a síntese que ocorre, a pigmentação das plantas, né, a cor verde é justamente essa síntese do sol. E o magnésio, ele tá no núcleo.

Emílio Surita:E onde vive mais gente é onde tem magnésio abundante na natureza. É o caso do Japão, Okinawa. Os caras vivem 200 anos, uma ilha vulcânica, tem bastante magnésio. Aí você vai comer a verdura, comer tudo, tem. Aqui não tem.

Voz I:Tem até um especialista, né, Emílio, que ele fala que lá no Japão, nas ilhas de Okinawa, as pessoas morrem porque acabou a pilha. Justamente chega uma hora que a pessoa morre, acabou a pilha mesmo, não é de doença, nada. Isso é muito bacana porque o grande detalhe do magnésio, é você ajudar nessa síntese. A vitamina D eu acho muito importante e necessária para o corpo. A baixa da vitamina D te deixa mais depressivo, te deixa mais ansioso, mais estressado, irritado com a rotina, deprimido, deprimido.

Emílio Surita:A pessoa fica deprimida, isso é baixo vitamina D.

Voz I:Por isso que normalmente o médico até sugere, ó, tome bastante sol, né, aquele antes das 10 da manhã também, né, melhor humor, justamente É por isso. E ele ajuda nessa síntese. Inclusive, o período noturno, ele é importante para contribuir com algumas, com alguns, principalmente alguns hormônios que acabam melhorando muito a saúde mental, controlando. Por exemplo, ele vai liberar o hormônio da felicidade, que é o citocina, endorfina, é durante a noite. Então, se você tem uma boa noite de sono, você controla essa ansiedade, essa irritabilidade. E o magnésio, ele provoca essas reações.

Voz C:E para diabéticos também ajuda? Para turma que tem diabetes?

Voz I:Ó, é uma excelente pergunta, porque o que que acontece, né, Emílio? O diabético, ele já tem, o corpo já tem uma dificuldade maior na absorção de algumas vitaminas. Então isso prejudica a lubrificação das cartilagens, o processo de cicatrização, a circulação sanguínea. Então o magnésio, ele melhora muito a sensibilidade da insulina. Então nesse caso do diabético, é excelente, né? Ele, ele ele melhora muito a absorção das vitaminas, vai diminuir as inflamações, vai contribuir diretamente para a saúde cardiovascular. O diabético, ele, se não cuidar, ele pode ter inchaço nas pernas, nos braços. Então o magnésio é um mineral com a vasodilatação, ele melhora fluxo de sangue, então ele vai irrigar as extremidades, as mãos, os pés, isso tudo para você ter uma melhor nutrição do seu organismo. Então o magnésio, ele provoca mais de 300 muitas reações, e reações importantes para o nosso corpo, Emílio, para saúde mental, saúde física, diminuir as inflamações, aliviar dor também, que é importante. Magnésio é fantástico.

Emílio Surita:Sabe quem comprou magnésio?

Voz I:Quem?

Emílio Surita:A Índia. Eu vou dar aqui para a Índia.

Voz C:Ah, que legal!

Emílio Surita:Eu vou dar aqui para a Índia. Olha lá, olha lá, Índia! Um ou dois?

Voz E:Dois?

Voz C:Dá os três para ela.

Emílio Surita:Não, três é muito.

Voz C:Não, não, três é muito.

Emílio Surita:Ela merece. Vou pegar um para mim. E 2 para você, ou 2 para mim, 1 para você. A Índia, a Índia, a Índia, a Índia, ela tinha dor, ela tinha dor na perna, ela tinha dor e melhorou. Índia, melhorou, tá feliz, melhorou.

Voz C:Não precisa mostrar as varizes.

Fernando Miranda:Ela gostou.

Emílio Surita:Obrigado, é muito bom. Então leva lá, leva lá para Índia. 3 é muito, né?

Voz C:Leva 2, mas dá 3 para ela não voltar.

Emílio Surita:Aí 3 e não volta mais, só o ano que vem. Deixa eu falar sério, esse produto aí, esse produto aí não vende na farmácia, é o melhor magnésio que existe, porque você não tá comprando magnésio, magnésio tem um monte, está comprando essa fórmula, e essa fórmula é a forma, é fórmula da Lirius Suplementos, que é a melhor empresa que produz suplementos aqui no Brasil. Então você vai comprar, é 5 pontos, são 5 tipos de magnésio nessas 2 cápsulas que você vai tomar por dia, e ela é quelatada, ou seja, ela vai agarrar na sua saúde.

Voz I:Vamos fazer uma promoção para todos? A gente não pode dar de presente para todo mundo, mas eu posso fazer um desconto super especial para você que tá acompanhando o Programa, você vai ligar agora, 0800-787-9999. Ligue agora mesmo, 0800-787-9999. Eu vou fazer o seguinte, o desconto, eu vou— você só vai pagar 20% do valor do produto para conhecer o produto. Depois você volta, que se fizer sentido para você, você compra novamente. Então você só paga 20% do valor do produto. Você tem que ligar agora, 0800 0800-787-9999. Só vale para quem ligar. O QR code não vale essa promoção. E eu tenho essa linda camisa do Brasil de presente.

Emílio Surita:Todo mundo quer.

Voz I:150 ligações vai ganhar camisa de presente, camisa oficial.

Emílio Surita:Emílio, acaba rapidinho. 0800-787-9999. Agora solte a vinheta que a nossa convidada chegou.

Voz C:Programa de hoje: A garota prodígio da Praia Grande. A vereadora eleita com uma votação recorde.

Voz A:É um disparate que o dinheiro do pagador de imposto seja usado pra financiar quem vive de defender traficante. Você tá brava?

Voz C:A mulher que não alivia pra ninguém e fala na cara da sociedade.

Voz A:Eu vou foder tudo, garota. Na moral, Júnior, manda parar essa porra.

Emílio Surita:Aplausos para Eduarda Campopiano.

Voz D:Campopiano!

Voz A:Eduardo Raposa!

Emílio Surita:O que foi, Albeta?

Voz F:Albeta, quer falar?

Voz E:Lê você esse trecho, se você quiser falar sobre.

Voz D:É, já começar com isso aí, que foi...

Emílio Surita:O trecho da briga lá das feministas?

Voz E:É isso aí.

Voz D:Que foi pesado, não é que foi briga. Tem o trecho?

Voz E:Tem o trecho, mandei para o Bernardo.

Voz D:Então põe na tela então, para a gente entender.

Voz A:Você se coloca como melhor, aí você não é melhor em nada. Você vira para mim e fala: "Você só tem 22 anos." Mas você só tem 22 anos, meu amor. Você é dissimulada, cara. Mas não é, mas qual que é a questão da idade? Não é demérito nenhum. Eu vou toda, garota. Ah, na moral, Júnior, manda parar.

Emílio Surita:O Júnior é o Júnior, o Júnior do Red Pill.

Voz C:O Júnior gosta, chefe do Rio.

Voz D:Bom, como teve o pi ali, não vamos repetir, mas ela deu uma sediada em você na que ele, momento, a gente queria saber, né? Porque eu acho que todo mundo aqui acompanhou, viu como que tá esse caso. Você entrou com processo civil, criminal, como que tá esse processo aí?

Voz A:É, muita gente ficou com dúvida com relação a isso. Foi uma situação completamente atípica, né? Que eu participo de muito debate, eu nunca tinha— vamos ser bem honesto, eu já debati com atriz pornô e elas não, não baixaram o nível nesse ponto. Então sim, essa mulher tá sendo processada mudada no civil e no criminal, porque toda vez que a gente faz qualquer coisa que qualquer maluco encaixa como minimamente ofensiva, eles vêm para cima da gente para processar a gente. Então quando crimes reais são cometidos, a gente não pode se omitir, não ir para cima, a gente tem que ir para cima com tudo que der.

Voz D:E teve gente que falou, que a gente sempre vê, né, quando algo real acontece, sempre acaba culpando a vítima, quem sofreu esse tipo de abuso. Falaram assim: "Ah, mas ela só tava brincando." Ou O pessoal ficou do seu lado mesmo nesse caso? Falou: "Não, vai pra cima mesmo." Porque a gente sabe, né, que a turma do amor sempre que é o lance da sororidade e tudo mais. Como foi esse caso pra você?

Voz A:É, você já resumiu bem. O único grupo que de fato não ficou do meu lado foram as feministas. Exatamente. No Twitter, um monte de gente falando que eu provoquei porque eu chamei ela de dissimulada, porque eu tava sendo muito efusiva no debate, como se um debate não fosse justamente pra isso, né? Então, realmente, as únicas pessoas que ficaram a favor dela e contra mim foram as feministas que combatem esse tipo de comportamento.

Emílio Surita:Esse feminismo novo, né?

Voz A:Cara, eu me oponho a feminismo desde sempre. Eu sou bem radical com relação a isso.

Emílio Surita:O antigo você não acha?

Voz A:Eu enxergo como um movimento revolucionário desde a raiz.

Emílio Surita:É? Mas você acha que o que tentou equalizar, mulher ter voto, mulher também ter uma importância no trabalho, você não achou isso importante?

Voz A:Eu adoro falar sobre isso, porque é importante, só que eu não atribuo isso à conquista do movimento feminista. Feminista, sabe? Mas era uma reivindicação, era uma reivindicação. Mas quando a gente olha, por exemplo, para— você falou do direito ao voto, eu acho que é o exemplo mais gostoso que a gente pode dar. O direito ao voto, o que existia no mundo era um movimento por um sufrágio universal, porque a parcela de população que de fato votava era mais ou menos 4 a 5% da população. Analfabetos, pobres, pessoas negras e mulheres não votavam.

Emílio Surita:Então o que aconteceu no mundo, mas o domicílio do homem tem que ser o Mulher, como assim? O domicílio da mulher tinha que ser o mesmo domicílio do homem. Por exemplo, se eu me mudasse de São Paulo e fosse morar em Minas Gerais, era obrigatório a minha mulher ir junto comigo.

Voz A:É isso.

Emílio Surita:A esposa tinha que ter o mesmo domicílio do marido. É pesado o negócio.

Voz A:Sim, mas eu acho que são avanços jurídicos que eles são naturais, como a própria questão do voto. Eu acho que se você tem toda a população, 95%, lutando por algo, que eu enxergo que o movimento feminista faz isso até O que acontece hoje é que eles pegam conquistas jurídicas, conquistas civilizatórias que toda a sociedade se organizou para proporcionar e diz: "Isso foi a gente, agradeçam a gente, isso foi a gente", entendeu? E eu acho que isso não é justo, porque a partir do momento em que você tem muitas pessoas que não se identificam com esse movimento e que dizem que não fazem parte, como foi o caso, por exemplo, das pessoas que administraram o início do voto feminino aqui no Brasil, a primeira mulher a votar, por por exemplo, a Celina Guimarães, ela falou que ela nunca fez parte de movimento feminista nenhum. Então é injusto você atribuir isso ao movimento quando as mulheres envolvidas não atribuem.

Emílio Surita:Sim, mas vamos esquecer nomenclatura. Por exemplo, sindicato foi importante numa época, ou também não foi importante.

Voz A:Não, sindicato sim, inclusive até hoje às vezes é necessário.

Emílio Surita:Ou o movimento feminista também foi importante numa época, porque as mulheres não tinham voz.

Voz A:É que eu acho que depende do que as pessoas enxergam como movimento feminista, entendeu?

Emílio Surita:Porque são várias. Agora a gente tá no 4.0, porque agora ela tá perdendo, prazo, outras minorias.

Voz A:É, tá piorando cada vez mais.

Emílio Surita:E entrou trans, né, que é aquela nomenclatura grande lá, e aí perde a força, a importância.

Voz C:O movimento briga entre elas.

Voz A:É, agora nem as feministas sabem dizer o que é uma mulher.

Emílio Surita:Exatamente.

Voz A:Elas falam que defendem mulher, mas se você perguntar o que é uma mulher, elas dizem que homem também pode ser. Então tá ficando muito, muito esquizofrênico conforme o tempo passa.

Emílio Surita:Eu vi você, você tava falando sobre as cotas, né? Isso foi porque A gente tá se apresentando, a gente tá falando, né, Emílio? A gente tá, a gente tá falando, você é pré-candidata?

Voz A:Ela é pré-candidata a deputada, inclusive isso tá sendo dito por mim em público em primeira mão aqui, tá? Exclusivo, exclusivo. Exatamente, eu nesse momento eu sou pré-candidata a deputada estadual aqui por São Paulo.

Emílio Surita:Deputada estadual, ela é de praia, você é vereadora, sou vereadora em Praia Grande. E lá começou a passar pela internet, tá, uma discussão que você tava tendo com o pessoal do sindicato.

Voz A:É, não, na verdade aquilo ali foi com uma outra vereadora mesmo, se eu não me engano, a questão das cotas. Isso foi com uma outra vereadora mesmo.

Emílio Surita:É, e qual foi a história? E lá você tem muita disputa assim, lá com seus companheiros?

Voz A:Por incrível que pareça, não, Emílio. A Praia Grande é uma cidade onde a política é muito de centro. A maioria dos vereadores eleitos, nós somos os três são de centro. Então, na verdade, acho que mais ideológica mesmo só tenho eu na Câmara, que trago algumas pautas um pouco mais nacionalizadas, etc. Esse dia o que aconteceu foi que um vereador pegou a lei nacional e trouxe para aplicar no município. Não que isso seja muito necessário, mas ele quis fazer. E ele basicamente é uma lei que diz que, se eu não me engano, 20% das vagas de concurso público tem que ser para indígena e quilombola. Nem tem quilombola em Praia Grande.

Emílio Surita:Entendi.

Voz A:Então eu tava batendo justamente nesse ponto. Porque é um concurso público.

Emílio Surita:As cotas, né?

Voz A:É, exatamente, é um concurso público. Depende da sua capacidade de ir bem numa prova teórica. Não faz sentido você aplicar cota nisso.

Emílio Surita:É, um juiz aqui, o Ministério Público, né, o Einstein, o Hospital Albert Einstein, até cota. Isso aí é bizarro, né? Porque o Einstein não é público, né?

Voz H:Não tem.

Voz A:Exatamente, exatamente. Exatamente. Então a gente estava batendo justamente nessa questão e aí no momento tem uma vereadora na minha cidade que ela virou para mim e ela falou: "O meu filho é negro, ele fez faculdade, ele não entrou por cota, mas isso que você está falando é um absurdo." Eu virei para ela e falei: "Tá, mas então por que você está brigando comigo? Ele não usou cota, qual que é o seu ponto?" Aí isso virou uma discussão ali na Câmara, o projeto foi aprovado, ele teria que ser implementado de qualquer forma porque é lei federal, então infelizmente tem que provar, mas o meu voto foi contrário. De alguns outros pares também foi contrário, acho que foram 3 ou 4 votos contrários, e os outros 20 ou 19 votaram a favor. Mas foi uma boa discussão, foi importante levar esse debate, porque algumas pessoas coçam a cabeça quando a gente traz esses fatos.

Voz F:Qual que foi o principal projeto que você fez nesse tempo como vereadora, ou que você participou, que você propôs, que você vetou?

Voz A:Qual foi sua A maior contribuição, tem um projeto específico que eu me orgulho bastante dele, que ele inclusive já virou projeto em outras cidades também, que alguns colegas meus vereadores levaram para tentar implementar em outras cidades. Que o que acontece, quando uma pessoa vai presa por um crime sexual contra uma criança ou um adolescente, a partir do momento em que ela cumpre o tempo de pena dela, ela tá apta a voltar para cargos públicos, por exemplo. E isso é um absurdo. Como é que você vai indicar para ser, por exemplo, funcionário de uma creche ou de um hospital alguém que já foi preso por violência sexual contra crianças e adolescentes. E eu propus um projeto que proíbe nomeação, indicação de— para qualquer tipo de cargo público de qualquer pessoa condenada por esses crimes por um prazo de até 12 anos após o fim do cumprimento da pena. Então a gente trouxe esse projeto, ele tá virando lei em outras cidades também, já virou lei em Praia Grande, e eu acho bastante importante.

Emílio Surita:Oi, Eduarda, você tem 22 anos?

Voz A:22, faço 23 mês que vem.

Emílio Surita:Você é uma bebezilda!

Voz C:Olha só que gracinha.

Emílio Surita:Deixa eu perguntar uma coisa, como é que você teve interesse para ir para política? Qual foi o momento que você falou: "Ah, eu vou para política, vou ser vereadora de Praia Grande"?

Voz A:É, eu acho que do momento em que eu comecei a falar de política até o momento em que eu decidi virar vereadora foi um caminho aí. Eu comecei a a fazer conteúdo sobre política, se eu não me engano, em 2021. Eu tinha uns 19, 18 anos por aí. Eu sempre gostei muito de ler, né? Eu sempre gostei para caramba. E aí uma vez eu caí num livro, que é o livro da deputada Ana Campagnolo, lá de Santa Catarina. Queridíssima. E a minha mãe me deu o livro dela de presente. Eu li aquele livro, explodiu minha mente. Eu falei: eu preciso começar a falar sobre esses problemas na internet. Tirei o celular do bolso, gravei um vídeo, Gostei. Primeiro vídeo, acho que pegou umas 3 mil visualizações. Eu pensei: gostei disso aqui. Comecei. E aí alguns deputados, na época alguns ministros que tava no governo Bolsonaro, né, alguns ministros viram os vídeos, gostaram, começaram a repostar, os seguidores foram chegando. Em 2022, inclusive, eu fiquei aqui na Jovem Pan, eu gravava o Linha de Frente em 2022.

Emílio Surita:É Linha de Frente?

Voz A:Eu gravava junto com Ventura. É, ele me trouxe para cá e aí depois passou um tempo, o pessoal lá da região falou para mim: "Você não quer ser vereadora?" E eu pensei: "Será?" Porque parecia uma coisa muito diferente do que eu estava acostumada, sabe? O trabalho legislativo. Só que aí a gente cai sempre naquela de a gente sempre fala sobre ocupar espaço, então acho que é justo eu ocupar esse espaço aqui, até porque na minha cidade não tinha ninguém ideológico. Aí eu fui, minha primeira campanha, eu tinha 20 anos na época da campanha e foi uma loucura porque foi uma campanha completamente digital. E aí eu acabei me tornando a mulher mais votada da história da cidade e da legislatura, sou a 4ª vereadora mais votada.

Voz E:E a Paula?

Emílio Surita:Agora entendi, por isso que chamam de Nicolas e Saia. É, ela tem argumentação, ela é mais ou menos a mesma história, é a mesma história. Mas eu acho isso muito importante porque a gente vai ter eleição agora e normalmente a gente fica nessa história de, ah, vou votar na direita, vou votar na esquerda, vou votar no, sou mais socialista, eu quero igualdade para todo mundo, eu quero liberdade para todo mundo, mas a gente não pensa direito e escolhe dois lá para ser presidente. Mas é mais importante você escolher os caras que vão, vereador da sua cidade, o deputado estadual, o deputado federal, esses caras são muito importantes desse jeito que tá a política hoje.

Voz C:Vamos te representar, né?

Emílio Surita:Exatamente, é o cara que te representa vai falar. Então vote direito aí, escolhe um cara decente aí, porque esse cara que vai te representar, né?

Voz C:Aproveitando para votar direito em você, né, porque a gente tem um problema de segurança pública que é muito, tá muito tempo lá no litoral. A gente viu lá no começo do ano, teve um negócio do Tarcísio, tem as facções. Como é que tá a relação da segurança pública? O que que você tem feito?

Voz A:É, recentemente eu consegui levar para Praia Grande, em parceria com o deputado Paulo Bilinski, R$500 mil de emenda para compra de armamento para as forças policiais de Praia Grande. E eu estive conversando com o The Derrite em Brasília, se eu não me engano, mês passado. Porque como vocês estavam lendo a pesquisa aqui, né, de intenção para o Senado, e o Derrite ele tá sempre por lá. Então a gente tava conversando justamente sobre isso, porque é um ponto de interesse comum. Ele tá sempre na região. Nós conhecemos a Cabo Najara, que foi baleada lá em uma das operações. Foi no Guarujá, mas ela é de Praia Grande, mas ela estava no Guarujá. Ela foi alvejada nas costas. É, graças a Deus hoje pessoal tá bem. Então a gente tem conversado muito sobre isso. Nesse momento, como vereadora, o que eu consegui fazer foi justamente levar recurso para ajudar. A gente tentou viabilizar também para conseguir reformar a academia da polícia, mas acabou que a gente teve um problema dessa burocracia insuportável que tem. E aí a gente acabou que dessa vez a gente não conseguiu, mas a gente vai continuar tentando ampliar e melhorar, trazer a reforma da academia da polícia lá da Praia Grande. E isso faz parte, porque na Praia Grande, por exemplo, chega fim de ano, é uma cidade de 300 2 milhões de habitantes, mas no fim de ano chega a receber 2, 3 milhões de pessoas.

Voz C:É impressionante.

Voz A:É impressionante e é terrível. Eu quase fui assaltada esses dias, eu tava com o celular, tava esperando meu noivo vir me buscar e eu tava com o celular e ainda bem que eu tava segurando com muita força, porque passaram e puxaram o celular da minha mão, eu puxei de volta, entrei correndo na loja. Então tá assim em todo lugar. E no fim de ano, na Praia Grande, acontece a Operação Verão, que eles quadriplicam o contingente de policiamento. E a gente vê que isso realmente traz muito resultado, realmente consegue conter demais onda de crime, a gente vê muita apreensão da polícia, muita coisa acontece. E uma das coisas que é um sonho meu viabilizar é aumentar esse contingente policial, é a gente conseguir melhorar, trabalhar o plano de carreira da Polícia Militar, por exemplo, que o plano de carreira deles é completamente defasado. E todas essas questões para a gente conseguir aumentar a qualidade da prestação de serviço do policial, porque infelizmente é uma classe que fica meio defasada. A gente vê viatura antiga, armamento defasado, o salário não é o que deveria ser.

Emílio Surita:Trabalha porque tem paixão por aquilo.

Voz A:Exatamente, exatamente.

Emílio Surita:Eu vou fazer um break para rede de rádio. Ó, o papo com ela é bom, ela chama-se Eduarda Campopiano. No Instagram, para você seguir, é Eduarda Underline Campopiano, para você seguir aí nas redes sociais. Ela tem 2 milhões de seguidores, é vereadora em Praia Grande e pré-candidata a deputada estadual por São Paulo. Fazer o break do Reginaldo, vai lá, Reginaldinho.

Voz D:Posso fazer uma questão relacionada ao que você acabou de falar? Você falou assim: a tal da burocracia é complicada. O que te fez nesses anos, né, que você tá como vereadora não ter desistido disso, né? Porque a gente viu, por exemplo, o Salim, né, que foi, trabalhou junto com o Bolsonaro, né, da Localiza, ele falou: "Cara, não é pra mim, eu com as empresas tudo é muito mais rápido." Como que você faz pra não desistir? Porque é o que você falou, é muita burocracia.

Voz A:É, inclusive esses dias eu dei uma palestra lá no IFL, que foi fundado pelo Salim inclusive, e todo mundo fala sobre isso, né? O quanto que as coisas na iniciativa privada, elas são mais práticas, elas funcionam mais rápido. Mas eu, depois que eu entrei para a vida pública mesmo, assim, a política e o debate é uma paixão muito grande. É um, eu falo para todo mundo que eu levo como ministério, sabe? Então é difícil, é muito chato. Por exemplo, vez ou outra chega projeto de lei de realocação de emendas na minha cidade. O vereador pediu emenda para tal lugar e aí o prefeito pede para realocar de um dia para outro. As minhas emendas, elas só não foram realocadas da última vez porque eu mandei a totalidade das minhas emendas para saúde. Eu mandei 100% das minhas emendas para saúde da cidade. Quando é total, eles não realocam. E foi essa forma que eu encontrei, inclusive, de evitar que as minhas emendas não fossem realocadas como vereadora, para que elas fossem para onde eu acho que realmente é necessário, para onde o meu eleitorado pede. Então tem coisa que desanima quando a gente vê esse tipo de coisa acontecendo. Por exemplo, vereador faz o trabalho, indica emenda para onde que o namorado dele precisa. E aí depois, com uma canetada, a coisa muda de lugar. Enfim, eu acho que fica na política dois tipos de pessoa: os canalhas, que têm benefício próprio nisso, e as pessoas que realmente gostam, que realmente levam como ministério, que levam jeito para coisa. Porque é complicado, cara. Burocracia é um inferno. Burocracia é muito difícil.

Emílio Surita:E eu vou dizer um negócio para você: e político é um cara que ele Ele devia... Você sabe que tem um pensamento judaico que eu acho muito bacana, que diz o seguinte: você tá aqui nessa vida pra ajudar os outros. Então o que você tem que fazer na tua... Se você vier aqui, a gente vai viver 80 anos mais ou menos. Imagina se você vier pra cá, viver 80 anos e não ajudar ninguém.

Voz C:Não fez nada por ninguém.

Emílio Surita:Você não fez nada pelo próximo.

Voz A:Só fez peso.

Emílio Surita:Só por umbigo. Olha que vida de merda é essa. Então eu acho que o político, quando ele recebe o voto, porque a gente só vota em quem a gente confia, é difícil você ganhar o voto de alguém e você ter oportunidade de mudar a vida de tanta gente. Porque a gente não tem aqui no programa, a gente pode mudar a vida de um, de outro, trabalha com um, ajuda um, ajuda, mas o político pode mudar a história de um país, ele pode ajudar muita gente. E o filha da mãe aqui no Brasil, eles roubaram roubaram o dinheiro dos velhos.

Voz C:Impressionante, de todo mundo.

Emílio Surita:Eles roubaram o dinheiro, esses caras roubaram o dinheiro de velho que ganha uma aposentadoria. Como se roubar já não fosse ruim o suficiente, roubar aposentado e deixar os velhos a míngua. Os velhos até agora não sabem quem roubaram eles. E um monte de gente ganhou dinheiro, tem gente tá na Espanha, dinheiro, tá no céu, então eu acho isso que, porra, que sabe, porra, até onde vai? Eu tenho oportunidade de político, pô, que seja um político honesto, que faça o melhor para os outros, não é?

Voz C:Que transforme, né?

Voz F:Claro, pô.

Voz A:Eu não sei como consegue pôr a cabeça no travesseiro para dormir de noite, principalmente as pessoas envolvidas nessa questão do INSS.

Emílio Surita:É bizarro, roubaram de velho. Ô Albeta, você tem pergunta? O Alba é ativo, o Alba é direita absoluta, direita absoluta, ultradireita, ultradireita, direita nerdola.

Voz E:Eu e a DPEN, né? Tamo junto no partido. Eu queria perguntar para você, Duda, esse negócio do político de internet, né, que com certeza você já deve ter visto em algum comentário, que é o seguinte: ah, o político ele faz uns vídeos na internet, ele tem bastante visualização, só que na parte do cargo exercido ele não desempenha bem. Isso tá, eu vejo que muitas, principalmente da parte da esquerda, que tem muita dificuldade de trabalhar com a na internet, vejo muito isso falando dos... Por que que o pessoal da direita não consegue ter as visualizações que você, que o Nicolas, que o Pavanato tem?

Voz A:Eu achei fenomenal esse ponto, porque realmente isso vem de gente de esquerda que pena muito para conseguir engajar da forma como a direita engaja, então eles começam a criticar o engajamento de quem tem, uma vez que eles não conseguem o deles. Por exemplo, agora eu tô aqui, mas eu tenho a minha equipe de assessores no meu gabinete me passando tudo que é necessário, enviando requerimento, enviando indicação, anteprojeto, projeto, recebendo munícipe, conversando com as pessoas, tem trabalho acontecendo, tem projeto de lei sendo feito, a gente apresenta coisas na Câmara, tem pessoas sendo de fato ajudadas, gente que precisa de cirurgia, de vaga de internação, de cama, de vaga na escola, ou coisas até que parecem muito pequenas, mas que realmente mudam a vida das pessoas, que seja uma lombada na frente de um comércio, sabe, que tá precisando, que seja mandar uma fiscalização porque alguém tá vendo que tem rato dentro de um restaurante ali do lado, tudo isso, esse trabalho é feito. Então a esquerda, ela como sempre só dissimula, fica com raiva, porque graças a Deus nós temos muita visualização. Eu acho que no— tem um software que analisa engajamento de políticos que se chama Zing, que é de um cara que o perfil dele chama o cara dos rankings, alguma coisa assim. E ele posta, ele— esse software calcula o engajamento dos parlamentares e ele posta esse ranking mensalmente E no último mês, o top 3 de parlamentares com mais engajamento do Brasil no Instagram foram, em primeiro lugar, Nicolas Ferreira, óbvio, ninguém bate. Em segundo lugar, o Lucas Pavanato. Em terceiro lugar, eu. Então tá indo muito bem, graças a Deus. E quando a gente sai na rua e a gente encontra, por exemplo, eu tenho um público jovem muito forte, muito adolescente, muito jovem adulto me segue. Esses dias eu encontrei com uma menina de 14 anos Ela estava comprando figurinha da Copa e ela virou para mim e na minha cidade, na Câmara, tem o Parlamento Jovem, são adolescentes que eles realmente criam projetos de lei, já aconteceu do prefeito inclusive sancionar um desses projetos. E essa menina virou para mim e falou: "Duda, eu entrei no Parlamento Jovem por sua causa, porque você me inspirou". E é uma menina de 14 anos, como é que a gente era com 14 anos, sabe? Esses dias uma mãe mandou foto para mim, eu não coloco nos meus stories porque É porque como é rosto de menor de idade e tudo mais, e tem muita gente maldosa por aí, é complicado expor. Mas uma mãe mandou pra mim foto, a filha dela do nono ano, eles... Nono ano, então tem formatura. E aí tem o trote, que as pessoas têm que ir fantasiadas. E o tema era você ir fantasiado de uma personalidade brasileira que você goste. A menina pegou um óculos parecido com o meu, botou um vestido de flor parecido com o que eu tenho, foi fantasiada de Eduarda pra escola. Então, quando a gente vê o nível de inspiração que um político de internet pode trazer, quando você vê que, por exemplo, esses dias eu estava conversando com uma seguidora minha que eu encontrei num evento e ela faz medicina. E ela falou que teve uma das provas dela, ia falar sobre concepção, início de vida, interrupção de gravidez e tudo mais. E ela, além do estudo de sempre, ela assistiu debates meus para usar como argumentação. Fazer a prova, para conversar com o professor sobre o tema. Essa menina vai ser médica. Então, a gente tem o trabalho legislativo acontecendo. Óbvio, isso é o que ajuda a vida do dia a dia dos munícipes que votaram na gente. Mas quando você tem o trabalho de debate, de formação de opinião, de levar informação, de levar a verdade na internet, você alcança pessoas não só de Praia Grande, hoje a gente alcança pessoas do estado inteiro, até do Brasil inteiro, e a gente realmente traz diferença para mudar a vida dessas pessoas. Às vezes uma pessoa se sente inspirada para começar a ler, ou para começar a conseguir peitar o professor da escola ou da faculdade, ou para debater com os amigos do trabalho, que talvez essa pessoa não tivesse essa inspiração antes. Cada corte que o pessoal fala que é que a direita é rainha de cortes, só posta corte. Cara, às vezes um corte de um debate, meu, faz como Ana Campanholo fez comigo, me traz o interesse de ir atrás de pesquisar algo. E quem sabe essa Pessoa daqui a pouco não vira uma parlamentar também. Então a gente nunca sabe. Formar opinião é formar corações e mentes de pessoas.

Voz C:De fato, inspirador. Mas quando chega no jogo político, que vai chegar, né, alguma hora, e a hora que você for votar, você perde um pouco a sua independência e muitas vezes tem que votar a favor do que o partido pensa. Como que você pensa a longo prazo em relação a isso?

Voz A:É por isso que a gente sempre fala da formação de bases e da ocupação de espaços. Quando você tem um partido que E às vezes, por exemplo, na Câmara da minha cidade, nós somos em 3 do PL. 2 desses vereadores ocupam uma posição mais de centro, mas quando apareceu a questão das cotas, por exemplo, eu bati no peito, eu falei em voz alta: "Isso aqui é um absurdo". E eles votaram junto comigo. Então eu acho que quando você tem uma pessoa que está disposta a bater no peito e falar: "Não, isso aqui é problemático, isso aqui é um absurdo, eu não vou votar "Vou votar contra isso aqui". Acontece o que a gente viu acontecer com o Nicolas e a questão do gás do povo, por exemplo, que até tinha diretriz do partido de "ó, é bom votar a favor disso aqui porque é muito polêmico e tudo mais", ele foi lá e falou "dane-se que é polêmico, a longo prazo isso pode ser prejudicial, vou votar contra, não tem como votar a favor". Então eu acho que parte do trabalho parlamentar é, além de você ter as suas próprias boas propostas e você ter a sua postura como parlamentar, é você ter a coragem de de você ser oposição ao que é errado, mesmo que seja polêmico.

Emílio Surita:Mas o Nicolas, ele tem força sozinho. É como você, você tem força sozinho, engajamento, você tem engajamento, você tem força. O problema, o que as pessoas precisam voltar a acreditar é nos partidos. Porque o partido, por exemplo, PL é um puta partido grande, então muitas pessoas, muita gente, porque interessa por dono do partido, tal. Por exemplo, Partido dos Trabalhadores não é mais o Partido dos Trabalhadores. Ele foi o Partido dos Trabalhadores há 40 anos atrás. Hoje é a partir da elite. É isso aí. Hoje é elite que tá lá, é tudo relógio.

Voz A:Aquele Partido do Socialismo e Liberdade não tem um socialista de verdade lá, é todo mundo bem capitalista.

Emílio Surita:E por isso que as pessoas foram buscar, por isso que você fala que hoje em dia o cara vai no outsider, ele vai buscar no cara fora, porque eles já não acreditam mais.

Voz D:O que busca? A verdade. É verdade, né?

Emílio Surita:Então, mas quando você entra no— por que se chama partido? Você entra no partido, é a voz do partido, né?

Voz C:É o final, pega.

Emílio Surita:Então, lembra disso hoje em dia, porque que aconteceu? Mas não tem outro jeito.

Voz C:Exatamente, ela tá propondo outro jeito. Quando chegar lá, vamos ver se você vai conseguir, porque todo mundo propõe esse jeito. Aí chega o dono do partidão e fala: você não votar junto, né?

Emílio Surita:Mas é o— tem um monte, o cara fala: "Você tá fora, você não vai ter dinheiro para se eleger, custa caro, meu." Eu sei, o Sales viveu isso.

Voz A:Exatamente, mas até o momento o respaldo tem sido bom, até o momento a gente tem conseguido manter um diálogo legal de "ó, isso aqui é problemático". A questão do PL da misoginia, por exemplo, eu sou do PL e eu falei ativamente contra o projeto de lei. E se eu tivesse lá para votar de verdade, independente do que fosse, eu jamais votaria a favor, nem que fosse para votar, para não votar. Ah, tudo bem, não pode, não quer votar a favor, vota alguma outra coisa, vota no amarelo, tudo mais. Mas a favor eu jamais votaria, jamais.

Voz D:Como você enxerga quando o político fala assim: ah, mas a gente ia perder mesmo? Porque o que a gente vê nesses casos, ainda mais na 6x1 também, é tudo gente com medo de perder o eleitor, porque óbvio são coisas populistas. Como que você enxerga quando a pessoa Pessoa fala: "Ai, mas ia perder mesmo, então, né?" Você acha que a pessoa meio que tá vendendo sua ideologia ou não?

Voz A:Eu acho que tem uma frase, se não me engano do professor Olavo, que é perfeita para isso: "Quando você se omite na defesa da verdade, você presta serviço à mentira." Fui eu mesmo. Então é exatamente isso. Exato. Isso aconteceu, por exemplo, na questão das cotas na minha Câmara. A justificativa de alguns vereadores Deles foi: ah, eu concordo com você, Duda, mas como é federal e vai ser implantado de qualquer jeito, eu vou votar a favor. É para ficar bonito, para ficar bonitinho, entendeu?

Emílio Surita:Não, então, mas principalmente por vir do governo federal que eu vou votar contra. Então, mas isso, mas isso é o parlamentar fraco que não confia no taco. Porque você pode, o Nicolas pode, porque ela tem, porque o cara tem audiência, entendeu? Quem tem audiência tem audiência.

Voz C:Tá bom, quer ver outra coisa? O cara que é fraco fala: meu, eu não vou "Vou votar com todo mundo e já era, compadre." Outra coisa é o fundão partidário, que é muito dinheiro para emenda, muito dinheiro para o político e você tem a sua independência porque você não precisa pagar a tua campanha.

Voz A:É, eu acho que na época de campanha as pessoas acabam se perdendo um pouco, sabe? As pessoas ficam muito desesperadas para "eu preciso disso, eu preciso daquilo, eu preciso de abertura, eu preciso pegar a presidência do partido na minha cidade, eu preciso..." E aí a pessoa Pessoa acaba esquecendo da própria campanha e das próprias promessas e das próprias propostas, porque o jogo partidário infelizmente ele existe aqui no Brasil. Você não pode ter uma candidatura se você não tiver no partido, o que eu já acho que é algo que devia mudar. Devia poder, é que isso já é alçada federal, né? Mas deveria poder existir candidatura independente no Brasil. Se você tem condições de financiar a sua campanha por conta própria e você acha que você consegue entrar sem ter um partido por trás, os caras vai com tudo, vai com tudo, custa caro, né?

Emílio Surita:Agora me fala uma coisa, por que que você vai ser estadual e não federal? Que federal votam as leis mais importantes, né?

Voz F:Mandar mais.

Voz A:Não, eu adoro essa pergunta. Vamos lá, eu sou pré-candidata a deputada estadual e o meu pré-candidato a deputado federal é o Lucas Pavanato.

Emílio Surita:É o Pavanatinho, é o Pavanato. E por quê?

Voz C:Parceria com o pai do McFly lá.

Voz E:Fui com ele na USP lá.

Voz C:O Ju Caxado, tava lá acompanhando?

Voz A:Fui acompanhar ele. Sério? A gente vai rodar o estado inteiro. E por que que ele é o federal? Porque primeiro, ele é mais velho do que eu, ele tá na política mais tempo que eu. Eu acho que se for colocar na ponta do lápis, ele deve estar uns 7, 8 anos a mais tempo que eu na política.

Emílio Surita:Ele, quando ele vinha aqui, ele era aqui de São José, né? Ele é de São José dos Campos, né?

Voz A:É, ele é. E ele é de São José, mas se eu não me engano, ele nasceu em Sorocaba. Pernambuco, em Bacaba, inclusive. E aí ele é uma pessoa que ele tem mais experiência política do que eu, ele passou por mais coisas, ele tem mais tempo inclusive, e a votação dele é gigantesca.

Emílio Surita:E é outro também que não tem medo de votar contra o passado, porque ele tem força, né?

Voz A:Porque ele é grande, ele tem um trabalho sólido, ele tem a força própria dele.

Voz D:É, não se escondeu no banheiro.

Voz A:Exatamente. E eu acho que quando a gente fala de ocupar espaços, vai ser maravilhoso a gente ter Ele ocupando esse espaço na Câmara Federal e, se Deus quiser, eu na Assembleia Legislativa aqui, porque ele vai ser representado aqui e eu sei que eu vou ser representada lá também.

Emílio Surita:Muito bacana, muito legal. Você é muito— você, pô, gostei, você é bacana.

Voz C:Muito obrigada.

Emílio Surita:Gostei mesmo. Vocês gostaram também? Sim, sério. 22 anos, olha só aqui, categoria de base, não é categoria de base.

Voz C:Chegando, chegando.

Emílio Surita:É bacana. É, a gente precisa disso, né? Precisa de gente querendo renovar o Brasil. Brasil que eu mais escuto é muito político velho, né? Muito velho.

Voz D:E tem muito novo também, que tem muito novo também que tá gostando de aprender, que tá aprendendo com os velhos. Quem vota por carguinha, vota por cargo, mente, fala que é a favor de diminuir imposto. A gente viu Eu tô aqui, né?

Fernando Miranda:Inclusive tem gente aqui.

Emílio Surita:Quem, gordão? Você tá todo... Tá jogando uma mambruschetta, pô.

Voz C:Ah, Cátia, você... É verdade, começar a falar aqui, ó.

Emílio Surita:Deixa eu falar aqui, nós tivemos hoje, se vocês me permitirem, produtoras do agro do Mato Grosso aqui. Então aqui, ó, a Talita Coimbra, a Eliane Rodrigues e a Line Rodrigues Belo. Estiveram aqui hoje, show! Mandar um beijo aqui para elas, tiveram aqui visitando o estúdio. Então quer dizer, agora você, bom, você já tá eleita, né? Você já tá eleita. Ah, nenhuma, eu acho que tem muito chão para a gente correr. Você acha que aqui quem leva aqui para Senado? Senado é o Derrite. E quem mais?

Voz A:Olha, o Derrite tá liderando, né? Tá todo vapor.

Voz F:Mas é uma pesquisa que a gente vai fazer, depois vocês me cobrem.

Voz C:Primeiro é o Derrite, em segundo tá a Tebet, em terceiro está a Marina Silva, em quarto está o Ricardo Salles, e em quinto tá a Marina.

Voz F:Muito, quem?

Voz D:A Marina vai ganhar.

Emílio Surita:Marina é querida. Esquece, não fala de mim.

Voz C:Terceiro, terceiro.

Voz D:Ela já trouxe aqui para vocês aí mostrando quanto que ela perdeu o voto aqui em São Paulo.

Voz C:O Databolha tem razão.

Emílio Surita:O Databolha tem razão aqui, vocês não dão O Tarcísio, o Tarcísio abriu 16 pontos do Haddad em São Paulo.

Voz D:Já era tetra.

Voz H:Ah lá, não, mas isso é velho.

Emílio Surita:Não, isso aí é o que eu trouxe falando, não é?

Voz D:Mas eu tô trazendo fatos. Daí é que você não lê, né? Datafolha, o Vale Gás tá impossível. O Suplicy ia ganhar e não foi o que ganhou.

Voz F:Não vai chamar o Emílio de senil não.

Voz D:Não é que tá senil, não é, pô, é que ele não presta atenção.

Voz C:Minha banha é minha vida.

Emílio Surita:Ele fica fudendo.

Voz D:O Datafolha tem razão.

Voz C:Datafolha, pô.

Voz D:Eu te amo, pô.

Emílio Surita:Ele trouxe, ele trouxe. Ai, como eu sou feliz nessa época.

Voz C:Eu tô com gordão também.

Voz D:Olha lá, olha o tanto que desidratou a senhorinha lá, ó.

Voz C:Vamos fazer só uma pergunta.

Emílio Surita:Vamos marcar outra roda. Roda. Vamos marcar outra rodada. Foi um prazer conhecer você, muito obrigado. Você continue aí o seu trabalho no Instagram. Eu vou passar o Instagram da Eduarda, é @eduarda_campopiano. Ela é vereadora em Praia Grande. Tá lindo, hein, que ele melhorou muito. A orla brasileira, Long Beach, a orla de Praia Grande, cada vez mais, é um cantinho da praia lá. Quem Não, mas tá bonito de verdade Praia Grande, tem muito investimento lá de imóveis e tal, tá bem bonito. Vai passar Santos, hein?

Voz F:Santos!

Emílio Surita:Vai passar Santos, Delarys!

Voz A:A gente vai!

Emílio Surita:Vai passar Santos!

Voz E:Obrigado, Eduardo!

Emílio Surita:@eduarda_campopiano, vereadora em Praia Grande, pré-candidata a deputada estadual por São Paulo. Obrigado, viu, Eduardo?

Voz A:Muito obrigada, Emílio, foi um prazer!

Emílio Surita:É isso aí, vamos lá, Reginaldinho! Será que os franceses vão se vingar da zebra de 2002? Hoje às 4 da tarde tem França com Mbappé e Senegal, os Leões da Teranga, no rádio e YouTube da Jovem Pan Esportes.

Voz C:O Vini cuidou de pessoas que perderam tudo em uma enchente. Zidane foi essencial após um resgate no Mediterrâneo. Salah salvou vidas em um conflito armado. E Pelé vacinou mais de 20 mil crianças. Esses são nomes de craques do futebol de futebol, mas longe dos gramados, são nomes de profissionais de Médicos Sem Fronteiras que driblam enormes desafios para salvar vidas. E sabe quem também pode ser decisivo?

Voz D:Você!

Voz C:Médicos Sem Fronteiras entra em campo o ano inteiro e conta com a sua ajuda para oferecer cuidados a pessoas que enfrentam adversários como guerras, epidemias e desnutrição. Com o seu apoio, podemos levar assistências esperança onde as pessoas mais precisam. Vamos juntos encher um estádio de doadores e mudar o resultado desse jogo. Com poucos toques, sua jogada ajuda a salvar vidas. Doe para Médicos Sem Fronteiras. O nome que muda o jogo é o seu.

Voz H:E aí, galera, treininho agora? Vocês topam?

Voz C:É, hoje não.

Emílio Surita:Treino, bora, galera!

Voz F:Happy hour hoje aqui, vai!

Fernando Miranda:Por fora, happy hour!

Voz C:Bora!

Voz F:Vem cá, de onde vem tanta energia aí?

Emílio Surita:Energia física e mental não vai faltar no seu dia. O único com 12 vitaminas e 4 minerais e o poder do ginseng.

Voz A:Gerovital, energia do começo ao fim do dia, todos os dias.

Voz C:Meu querido amigo Dileira, você foi expulso de quantas escolas?

Voz F:Todas.

Voz I:Xingar professor, fumar cigarro com craque, pera lá.

Voz C:Lembra da forca?

Voz E:Vou tirar dentes, vamos.

Emílio Surita:Algo que faz os homens gastarem muito dinheiro.

Voz E:O do Ponzi tem 11 centímetros.

Voz C:Isso não é um talk show. Hoje às 10:30 da noite na Jovem Pan.

Emílio Surita:Não vai para cama sem mim.

Voz C:Ai, carioca, te amo.

Emílio Surita:De volta, voltemos, o pânico voltou. De volta, voltamos. Vamos enrolar um pouquinho porque tivemos um problema no estúdio. São vários estúdios aqui, isso é um complexo, certo? É um complexo televisivo aqui da Jovem Pan. Temos as rádios, temos as TVs, temos a internet, são vários estúdios. Nós estamos num prédio nababesco, muito bonito, chama Edifício Eastern Church, e temos estúdios em vários andares. É uma coisa fantástica. E o outro estúdio está no outro andar, porque aqui não basta um andar, não, são vários andares da Jovem Pan. E esse outro estúdio nos informa que está terminando a— então ele fala: dá uma segurada aí, Emílio, porque o outro estúdio não está pronto. Então a gente é obrigado a cantar uma canção. E eu vou cantar uma canção de Wellington Muniz: quem me quem vai querer. Wellington Muniz, uma salva de palmas. Vamos esperar o outro estúdio. Amanhã voltaremos. Tchau, pessoal!

Voz D:Tchau, pessoal!

Emílio Surita:Tchau, pessoal! Mas já terminou?

Voz C:Terminou!

Voz A:E eles não desistem.

Emílio Surita:Realização: Jovem Pan.

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