Thiago Uberreich
O dono do maior acervão de futebol da Jovem Pan invadiu o Pânico nesta sexta-feira (12)! Thiago Uberreich lança o livro "2002: O Brasil é Penta" e abre o baú dos bastidores das nossas conquistas. De Romário barrado por Felipão até o risco do maior jejum da história em 2026, o papo é um soco de nostalgia. Assista à íntegra ou vai ver a Copa acordando às 3h30 pra ouvir o Samy Dana comentar tática!
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Voz A:Pronto e detectado.
Emílio Surita:Humor reiniciado. Modo pânico ativado. No fim da vida, só filtro e like. O mundo tá sério, quadrado demais. Mas o pânico vem e ri por trás.
Voz C:Ah, Zé da manga!
Emílio Surita:Aí, aí, escreve, humano, copia. O algoritmo manda e a galera obedece. Mas calma, respira, dá risada. Confia que o erro é que faz o sucesso. É o bug do sistema, glitch de humor, um reboot da graça, reinicio do amor enquanto mimimi tenta travar. O Pânico vem para desinstalar. Galango, como é que vocês estão? Tudo bem com vocês? Tudo bacana, tudo lindo, tudo certo. Estamos de volta aqui, mais um caliente programa Pânico pelas românticas plataformas da Jovem Pan. Seja Sejam bem-vindos ao programa mais triste que as namoradas divorcaram. Não vão ganhar presentinho esse ano, meninas. Hoje é dia dos namorados, Copa do Mundo, festa junina. Você tem que se decidir qual vai ser, não é isso? Vamos a dicas marotas, vamos aproveitar tudo isso. Com eles, Gilbertinho Barros, e ele, meu próprio Má! É meu maravigouge, é o pró pró. Diga lá, pró. Tudo bem, hein, Mimi? Ai, que voz! Que delícia, eu gosto dessa voz. Você precisa de uma palestra minha, 3 horas e meia, repétora.
Voz C:Mimizão, meu Neymarzito de 3 pernas, que tal bater uma bolinha no meu campinho de pilates sintético?
Emílio Surita:Diferente dos Estados Unidos, estou todo aberto. Quem quiser pode entrar com bola e tudo. E o Vini Jr., estou ligando pra você, querido. Me mete uma peruca loira e me chama de Virginão. Já que é Dia dos Namorados e Copa do Mundo, acabei de dar duas bolas pro meu lindo Harry. E você, Zuzu?
Voz C:Quer levar uma bolada no queixo?
Emílio Surita:Ou uma massagem nessa posterior ruiva? Adoro esse clima futebolístico, porque voltam a me chamar de cabeça de jabulani e bumbum de vuvuzela. E você, Leãozinho, vem me dar uma entrada por trás, por favor. Ah, pro, pro, pro, pro, me chama de panturrilha do Neymar e tira essa dor. E vem ele, meu craque, vem meu cowboy de zagueiro, solta aí, Reginaldo Cassinão! Valeu, eu falei! Fez o zu! Vamos levar as coleguinhas do Neymar pro latrinho e passar a latora! Vem, Saminho, larga o pico bom, pega as minhas bolas! Vem, Dela, vamos lá, Dela, traz meus supositórios de cannabis que hoje eu vou chapar o puticão! Vamos lá, Emelião, põe esse rojão pra fora que hoje é dia de alargar o golzinho da Carol! Vem, Brasil! Não me diga não, é o Leão passando jogo da sua seleção. Boa noite, Brasil! Muito bem, e agora vamos à agenda, é uma agenda especial para você agora. O melhor show de stand-up comedy do Brasil, ele é conhecido como grande ator do filme Fat Adams, O Amor é Gorduroso, é o nosso Morgadinho, Rogério Morgado. Quem é esse rocambole? Quem é esse rocambole, hein? Uma hora dessa? Sou eu, o gordinho do Brasil! Knock on ball! Sou eu! Faz o seguinte: Morgadão toda quarta-feira em São Paulo, My Fucking Comedy Club, a melhor casa de comédia aqui de São Paulo. Compre o seu ingresso no clubedingresso.com, não perde tempo não, tá certo? Corre lá até o final de agosto, tá lá, tá lá os ingressos para você que tá vindo de fora de São Paulo para cá adquirir o seu, tá certo? Vamos lá que tem mais! Domingo agora tem show do Morgadão em Piracicaba. Você de Piracicaba, Teatro do Engenho, megabilheteria.com. No dia 20 em Osasco, lá no Oz Comedy Club, você compra pelo Simpla. Dia 26, Mogi Guaçu, Teatro Tupac, pela primeira vez, show do Morgadão aí, mega bilheteria. Dia 12 tem Sumaré, dia 12 de julho, Sumaré, você compra no Bilheteria Express. E tem também, ó, Brusque, Florianópolis, Criciúma, Americana, tudo lá no @rogeriomorgado para você adquirir o seu. Entra lá, tá lá aí, ó, @rogeriomorgado no Instagram. Tem o link que tem todos os ingressos e o site para você comprar. Falando em site, ó, Morgado no Morgado Verso, tá lá, ó, lojadomorgado.com.br. Você vai adquirir, tá na segunda edição, é o 2.0, tá certo? Tem duas histórias novas aqui para você adquirir. Eu mando assinado para você. Esquece, não esquece, na hora do checkout falar quero autografado, Morgadinho, tá bom? lojadomorgado.com.br. Lá também tem a camiseta do Rocomboli, tem A evolução da comédia. Entra lá no site, dá uma olhada, que tem merchan do Gordinho para você. Ah, vou vender merchan, tá certo. Segue a gente, @rogeriomorgado. Obrigado, Emílio, que alegria pegar o meu tio. É isso aí, bichoves, que pessoas muito bacanas aqui com a gente. Olha só, hoje, ó, dos Estados Unidos, Leonel Alves, Leonel, diretamente com a Nery Cut. E temos o Gil Faria, também está aqui com a gente, e a Cecília Pereira. Muita gente nos acompanhando aqui, estou nas redes Reais. Fernanda Siqueira também está aqui, um beijo para você, minha querida Fernanda. Mandou um elogio muito bonito para mim, mas isso é só para mim. Obrigado, obrigada. Que mais? Agora muita gente ao mesmo tempo, olha só, aí fica muito rápido. Rolândia, Paraná. Catanduva, São Paulo. Eliane Moura. Eu só tô lendo aqui porque agora está passando muito na rapidez. Floripa também está aqui. Opa, olha só, o Brasil inteiro acompanhando o Pânico. Guarapari, Espírito Santo, Luciene. Guarapari, minha área. Que mais? O mero brito. Marcos de Tampa, na Flórida, também está aqui. Olha só, São Luís do Maranhão, o Jorge está aqui também, e o Zé da Manga. Muito obrigado, porque agora chegou o momento de homenagear quem prefere o Pânico em vez da Copa do Mundo. Quem adoraria nos presentear no Dia dos Namorados? Hora de nossa audiência. Ah, O nosso estagiário de hoje é um paulistano que mora em Ribeirão Preto, mas adora ser um mochileiro doidão.
Voz A:O cara tá soltinho na pista e é um empresário de sucesso que não perde um pânico na vida.
Emílio Surita:Palmas para Fabiano Cury! Fabiano! Tudo bem?
Samy Dana:Fermeza!
Emílio Surita:Obrigado aí pela oportunidade de estar aqui no programa. Gosto muito do Pânico, já faz muito tempo que eu sigo, que eu acompanho. Eu morava perto do condomínio, perto da onde era a RedeTV, então eu tive a oportunidade de ir lá na gravação. Na Rua Bahia, o Favilli, exatamente. Amigo do Tiego, produtor da Tempo de Papai, exatamente. Velho Testamento, antes no rádio, né? Sim, também já tem uma época. Paulo Jalasca, o mundo inteiro acompanha. Agora muita política, né? Agora tá muito pouco, mas também agora direto, né? Não tem mais música como tinha antes. Exatamente, não tem mais espaço, mais conteúdo para a gente assistir, tá mais evoluído o programa, né? Não, mas muito bom, gosto demais. Mas você é um ouvinte antigo? Sou muito antigo, gravava em fita cassete na época do— eu também, meio-dia na hora começava, eu ia lá e gravava. O programa, para depois assistir. Porra, obrigado, cara. Muito obrigado aí, tanto tempo nos acompanhando. Enche um pouco o saco, na verdade, o que é bom hoje é que como dá para assistir no YouTube, então em alguns momentos isso dá para você dar um pulinho. Isso é bom, isso é bom.
Voz A:Que hora que você pula?
Emílio Surita:Eu também vejo, eu só vejo depois. Você põe naquele vezes 2 e tem gente que no comentário coloca aí nos horários, né, do que acontece. Aí não quero te dar uma roubada, cara. Desculpa, desculpa. Exatamente, exatamente. Mas aí tem a versão ao vivo, que é mais legal, que é onde estão as cagadas. Exatamente. Porque se der algum problema sério, a gente edita, porque agora você vai para cadeia. Você viu ontem? Viu?
Samy Dana:Opa, tá brincando aí?
Emílio Surita:Vocês acompanharam a decisão do Supremo ontem? Todo mundo agora, meu amigo, você que perfazer aqui, ó, vai direto lá para o meta. E se o meta não mexer, tchau, pessoal. Caninha, amigo, agora quero ver machão, quero ver machão, quero ver machão me encher o saco.
Voz C:Ah, quero ver esse pessoal aqui do chat, o Zuckerman, que esse canal misógino dele.
Emílio Surita:Fabiano, muito obrigado você ter vindo. Quer falar alguma coisa, mandar um alô para alguém? Quero agradecer, quero dizer que a gente já teve oportunidade, que vocês já deram da gente trazer lanche uma vez do Luz Câmera Burger. Muito bom, era sócio, ele tá na Vila Mariana, teve um evento semana retrasada lá e ele participou. Então faz 15 dias que encontrei com ele. Boa, gente boa do lado de casa, é muito bom. Queria também só mais dois recadinhos bem rápidos, não quero estragar. É, eu tenho feito umas viagens pelo Brasil, então agora eu tô no momento de fazer uma viagem aí na cidade de São Paulo, conhecendo todos os bairros de São Paulo. Eu já tive uma oportunidade de viajar o Brasil todo de carona em 60 dias, foi até que me rendeu um recorde.
Voz A:Bem bacana.
Emílio Surita:Então caso alguém queira me ajudar, me apoiar, ter um patrocínio, alguma coisa. Vai que um dia eu escrevo um livro e aí possa estar sentado aí divulgando o livro com vocês. Beleza. Então tá aí as redes sociais, Fabiano Underline Cury, para você seguir. Por fim, tem um presente, tem mais depois para dar.
Thiago Uberreich:Uma cachaça que a gente fez em homenagem ao meu pai.
Voz A:Sentindo o Carnaval.
Emílio Surita:Obrigado, seu pai tinha dois dedos. Não sei se vocês conhecem o bloco Carnaval. O seu pai tinha dois dedos? Não, meu pai, ele é ginecologista. Então a gente fez literalmente uma cachaça com 2 dedos ou 2 pés?
Samy Dana:Protologista.
Emílio Surita:Aqui, ó, a digital dele tá até no rótulo. Que maravilhoso! Muito obrigado. Eu achei curioso porque ele falou assim: a cachaça em homenagem ao meu pai, 2 dedos. Eu falei: o cara tem 2 dedos? Muito boa história.
Samy Dana:Parabéns.
Emílio Surita:Ele tem 2 dedos e um calo. É gostoso, né? Sensacional. Proctologist. Tem mais depois aí no final, eu entrego para vocês. Sem contar que é responsável por um dos maiores carnavais e mais bonitos São Paulo, bem florido, cara. Maurício, obrigado. E agora, senhoras e senhores, vamos falar de filmes, vamos falar de séries, vamos falar com você, você que evidentemente veio de outras emissoras porque você faz parte dos homens que adoram ganhar um namoradinho no Dia dos Namorados. Linhagem geek com Homem-Aranha com corpinho tia do Yakult André Alba! Linha Gengiki, linha gengiki com o Andrei Alba e Yauá Aikido. Ahh... Zé da manga!
Voz C:Boa tarde, vamos às dicas? Não esquece de se inscrever no canal da Linha Gengiki no YouTube. A primeira dica são boas dicas hoje, isso, se inscreva aí no canal. Deixa de ser mole. 500 dias, se inscrever aí, falta pouco para a gente conseguir 500 mil inscritos. A primeira dica é uma minissérie da Netflix chamada A Testemunha, que é baseada num carro, sim, carro, é ótimo, no caso, num caso real. É muito pesado esse caso aí que aconteceu no Reino Unido, Emílio, na década de 90. A mãe estava com o filho passeando num parque à luz do dia e aí a mãe é assassinada.
Emílio Surita:É, tem um documentário que é melhor porque é uma, é uma, é só uma paulada, em uma hora e pouco você resolve. São 3 episódios, né?
Voz C:É uma minissérie de 3 episódios. E você tem realmente o documentário chamado O Assassino, de Rachel Nickel, que tá até na Netflix também, o documentário. Você consegue ver tanto documentário quanto que o Emílio sugeriu, quanto a minissérie ali, a dramaticidade do negócio todo. É Caso bem pesado, como eu disse, a mãe tá passeando com a filha e aí a mãe é assassinada e a criança tem 2 anos.
Emílio Surita:É, a criança é testemunha.
Voz C:É, a criança foi a única testemunha desse crime e a criança tem 2 anos. Então tem todo aquele trabalho para entender, tentar—
Emílio Surita:Uma puta maldade com a criança, né?
Voz C:Para tentar puxar qualquer informação. Lembrando que foi um caso que aconteceu na década de 90, né? Então Ainda não tinham tanta informação, tanta tecnologia, não tinha tantas câmeras espalhadas. Então, se você gosta aí de suspense, de investigação, até um terror psicológico, você vai ter aí nesse A Testemunha da Netflix.
Emílio Surita:A Testemunha.
Voz C:E aqui eu acho que eu vou recomendar para o Morgadão e para mãe do Morgadão que gosta.
Emílio Surita:BTS?
Voz C:Outra da viagem? É assim, É uma série coreana, mas ela é interessante, que tá chamada Aprendida Lição. Olha que interessante, olha essa, olha a história que é incrível. A história é a seguinte: é uma escola onde a molecada, a molecada, uma espécie de gangue mata uma professora e toma a escola, porque aí um desses caras, um desses delinquentes, é filho de deputado. Então tem uma galera que manda na escola. E aí tem um outro aluno que eles ficam variando, essa gangue fica variando o bullying, né? Cada semana eles, só que é um bullying bem pesado, cada semana eles escolhem um. E o moleque escolhido, o último moleque, ele tira a própria vida. E aí o que acontece? O governo sul-coreano, ele coloca um Tribunal Superior de Educação e coloca professor que pode bater nos alunos. Maravilhoso! Já que a violência virou— Voltar da aula, vou pra lá. Já que a violência virou extrema e não tem muito o que fazer, Então eles criaram um tribunal, tribunal que os professores têm a liberdade de revidar os alunos. E aí você tem, né, uma série de ação. Mas assim, é bem legal se você quer ver alguma série diferente, né? Os professores, eles têm carta branca aí para sensacional, para fazer diferente, mas os atores são todos iguais. É, você tem ali aqueles, aquelas restrições, né, do sul-coreano, que não tem arma de fogo, é sempre arma branca como faca etc. Mas é uma série bem diferente aí também na Netflix. A outra série, o Emílio trouxe aqui bastante durante a semana, que é O Cabo do Medo, da Apple TV.
Samy Dana:Sensacional! Eu vi o primeiro episódio, sensacional, pesado, é bem pesado, é pesado, as imagens pesadas, mas é boa, mas é o estilo de série que eu gosto. O problema é que me dá gatilho.
Emílio Surita:Você já viu o moleque? Você não pegou o moleque ainda?
Samy Dana:O filho? Não, vi, vi o filho.
Emílio Surita:Mas você viu o que ele faz?
Samy Dana:Não, você não viu, não chegou lá ainda. Tá na internet, tem uma namoradinha.
Emílio Surita:Então calma, então calma, calma, calma, calma.
Samy Dana:Mas me dá gatilho às vezes.
Emílio Surita:Peraí, eu volto. O Samy tá trancado. Michael J. Fox tá terrível aqui. Tá como?
Voz A:Porra, calor, Samy.
Emílio Surita:Hoje é dia dos namorados.
Voz A:Hoje ele veio.
Emílio Surita:Só o picão de frango. Ele já tomou, já, por isso que tá tremendo. Já tomou um pulo pirata. E o filme do Spielberg, foi assistir? Fui assistir, Emílio, fui assistir.
Voz C:Eu achei decepcionante, infelizmente.
Emílio Surita:É mesmo?
Voz C:Eu esperava mais, assim.
Voz A:Ninguém sem camisa.
Voz C:Então, eu esperava mais porque ele fala, né, ele trata sobre várias questões, né, porque o Spielberg ele pegou um timing bom, né, que o Donald Trump tá ali desengavetando muitas coisas ali que o governo tinha.
Emílio Surita:O ET do Paraná.
Voz C:É, o governo tinha engavetado ali aquelas...
Emílio Surita:Não existe.
Voz C:Eu também, eu também acho, eu acredito.
Emílio Surita:O que as pessoas veem é o Starlink.
Voz C:Eu também acho.
Emílio Surita:Sabe quantos tem Starlink? Tem 20 mil Starlink voando por aí, os satélites aí na bagaça. Aí você passa perto do Starlink, você acha que é o— sim, um ET.
Voz C:É que isso, esse assunto na internet, Emílio, e a ufologia em geral, a galera gosta, tem muitas pessoas que gostam. Para mim não significa absolutamente nada. Mas o filme, ele é um, ele não toma uma decisão, porque o Spielberg ele tá dando umas entrevistas falando: eu vou mexer com a fé das pessoas. Porque você realmente tem uma personagem que é católica, e aí tem a parte de você repensar a sua fé. Só que é tudo muito simples, é tudo muito superficial. Mas assim, o filme é bem feito. A Emily Blunt, ela dá um show. Isso é minha opinião. Tem algumas, tem duas cenas que eu lembrei de você, e depois quando você assistiu eu queria que você, porque vira meio que Marvel, entendeu?
Voz A:Ah, vira super-heróis?
Emílio Surita:É, na minha humilde opinião, viram, o mundo, o mundo tá, o mundo tá desandado. Como falava minha avó, o mundo está desandado. As pessoas estão meio desandadas.
Voz C:É, esse filme parece mais de possessão demoníaca do que— eu vi uns trechos no mercado negro. Mas quem gosta do assunto, se você gosta dessa teoria da conspiração, né, que algumas pessoas acreditam dos arquivos do governo, você vai gostar do filme, você vai gostar. Eu eu não ligo. Mas assim, o filme não é ruim, o filme tem uma boa direção, o Spielberg, ele é muito bom. A Emily Blunt, ela carrega o filme inteiro. Então é legal. É que eu só achei que iria ter mais discussão, ia ser, né, ele fica na, ele joga para o público a interpretação. Então você, ele não bate o martelo em nada, tudo fica dúbio. Então é aquele filme que você vai tirar suas próprias conclusões. E o final é justamente assim, quando vai ter a revelação, não tem, entendeu? Então é um filme que vai deixar você pensando aí, discutir se existe ou não, se vai mexer com a fé ou não. Então é um filme bem— pode ser divisivo, mas ele é interpretativo, ele deixa você ter a sua interpretação. E tchau, pessoal! Mas eu acho que a Emily Blunt poderia concorrer em alguma premiação porque ela é fantástica. E aí, o quê?
Emílio Surita:Não, mas se você se decepcionou, nem vou ver.
Voz C:Não, não, não, eu pensei...
Voz A:É uma curadoria fantástica.
Voz C:É que assim, quando você fala de Steven Spielberg, o sarrafo é lá em cima, né? É um carinha pra cima.
Emílio Surita:Também tá cansado, tá velho, né?
Voz C:Tá mais velhinho.
Emílio Surita:Não tem mais paciência de fazer filme bom, né?
Voz C:Tá mais velhinho.
Emílio Surita:Já fez muita coisa boa.
Voz A:Mas você viu a entrevista que ele deu?
Voz C:Sim.
Voz A:Tem a ver com o Brasil, não? Não, nada a ver com o Brasil. Pô, é até de Varginha. Você tá brincando, pode pesquisar.
Emílio Surita:Ah, vocês também, eu vou te falar.
Voz A:Pesquisa, você não sabe.
Emílio Surita:Você não se atualiza.
Voz A:Pode perguntar, foi inspirado.
Voz C:Às vezes eu fico, eu lembro de, às vezes dependendo do filme eu lembro de Augusto César Varginha.
Voz A:Vocês são caras que não, vocês gostam de Varginha, vê com o Spielberg.
Emílio Surita:Vai lá no chat, é bom, vai lá e pesquisa.
Voz A:O filme é inspirado no César 137 de Varginha, velho. É muita coincidência.
Voz C:É que tem algumas, enfim, parece que o Spielberg tá um pouquinho na década de 90 em algumas decisões, né, quem sou eu para falar do Spielberg, mas eu digo isso na narrativa porque eu não vou dar spoiler aqui, mas tem um grupo que vai ter um grupo que quer mostrar para o mundo os arquivos secretos e eles vão numa TV. Por que que você vai numa TV? Você tem internet, você põe na internet. Por que que você tem que ir numa CNN para mostrar o negócio? Você tem um monte de probabilidades. Mas enfim, você tem que ir tirar as suas próprias conclusões. Mas novamente, não é um filme ruim, é um filme que eu achei que, né, ele deixa tudo interpretativo e eu curto muito.
Emílio Surita:É melhor que Mortal Kombat?
Voz C:Qualquer coisa é melhor que Mortal Kombat. Qualquer coisa. Se você filmar você tomando banho 2 horas, é melhor que Mortal Kombat.
Emílio Surita:Quer um documentário bom do Earth, Wind and Fire?
Voz C:Ah, esse eu vou assistir.
Emílio Surita:HBO. Vou ver. É uma hora e meia, você vai ver a história do Maurice White, do Earth, Wind and Fire, bem legal. Bom, eu gosto, né? Tem gente que nem sabe o que é, que é uma coisa meio antiga, mas é legal a história. A maioria não sabe escrever.
Voz C:É Apple TV?
Emílio Surita:Não, é HBO. Curtinho, não tem esse negócio de ficar enrolação, tem enrolação, tem lá os momentos, os momentos da música boa. Então se você quiser assistir, se não quiser não me enche o saco, tá? Que tem jogo do Brasil amanhã, tem churrasco dos Zuzu, churrasco dos Zuzu. A gente vai sortear um ouvinte, vai sortear uma TV 75 polegadas e a gente vai colocar de majestade lá.
Voz A:Vai ter o desfile de babás. Se você quiser no churrasco, me manda inbox que eu vou selecionar.
Emílio Surita:Nós vamos estrear a TV de 100 polegadas.
Samy Dana:E vai chamar o sogro sim, viu, seu Hélio?
Voz A:Vou chamar o Datena também de que pá.
Voz C:Flatiron, hein, tem uma de que pá.
Voz A:Fazer a camisa.
Emílio Surita:Se fechou. Então já vamos para ele, vamos fazer um break agora para nossa rede rádio em todo o Brasil. O nosso Reginaldo agora vai para o break. Vai lá, Reginaldinho. Aí, ó. Você gosta, Reginaldo? É bom, né?
Voz A:Reginaldo tá lá amanhã.
Emílio Surita:Muito bem, vamos para os Estados Unidos. Estados Unidos, ele me solta. Tem agora vinheta feita pelo Reginaldo também. Roda aí, vamos lá. Oferecimento United Parks, diversão com propósito para toda família. 321 Go, sua agência de viagens, seu negócio de sucesso. E Vacância, espaço de uma casa com serviço de hotel. Olha só, olha só, camarão! Olha só, camarão à mãe, parece Fala, meu herói do Brasil, onde você está nesse momento, Fuzil?
Samy Dana:Alô, Emílio!
Voz F:Tudo bom, meu Edu? Eu não sei nos Estados Unidos e aí no Brasil, mas geralmente quando a gente toma sol azul é que nós não vamos ficar, né? Mas isso é só, Emílio, eu estou me cuidando. Mas hoje vamos derrubar por tese, Emilião, a frase que é: faça o que o seu chefe manda e tudo ficará bem. Não tem como neste lugar que nós estamos. Tá aqui, Emílio, nós estamos no Gatorland, meu velho. Olha estas figurinhas, olha esses amiguinhos. Estes parques, Emelião, enquanto o João dá uma passeada, ele é mais antigo que a Disney, foi um dos que resistiu a esse boom dos parques. Aqui tem mais de 23 mil crocodilos. E é o seguinte, todos resgatados, né, porque muitos até viram pet, a galera ficar dando comida e tal, e aí eles não sabem mais caçar, então eles resgatam. E maus-tratos também, então eles trazem para cá. Nesta área toda do parque 23 mil crocodilos! Todo ano nascem de quatrocentos... A cinquenta se reproduzem neste Parque e você está vendo ali ó? Naquele lugar onde estão os urubus é o seu sonho pode acontecer. Talvez né Emílio que ele tá tentando porque aqui um Park muito selvagem— E porquê eu digo isso?!
Emílio Surita:Não não não não nononono Ihhh passou uma cobra no fuzil em inglês português Fuzio!!! Ahahh!! Toma lá! Vai embora agora Fuzuinho! Ele é medrosinho. Corre, irmão! Ó, ó, tá tremendo!
Voz F:Ele vai morder! Ele vai morder o jacaré! Se comer o jacaré, se comer a cobra!
Thiago Uberreich:Jacaré!
Emílio Surita:Jacaré! Lazarento, testudo! É o jacaré!
Voz A:Jacaré!
Emílio Surita:Jacaré tá nervoso, ó! Ele deve tá apertando tanto esse jacaré, coitadinho, que ele vai fugir. Aí, ó, o fuzil com jacaré. Não, devolve o jacaré lá, ó. Coitado, jacaré não tá a fim de— a cobra gostou.
Voz F:Pode devolver, pode devolver a cobra.
Emílio Surita:Tá bonito. A cobra é boa, a cobra tá tranquila.
Voz F:Amiga, deixa eu te falar uma coisa, meu. A suadeira que deu, irmão. Olá, oi, Emílio. Agora é o seguinte, falando sério agora, é uma coisa que a gente tem que até agradecer e também o respeito que o programa Pânico, que a Jovem Pan veio e estabeleceu aqui nos Estados Unidos. Aquele lugar que estão os urubus ali, eu não sei se uns 30, 40, 50, eu sei que uns 30, 40, 50 crocodilo ali, gator, jacaré, até hoje eu não sei o nome, eles vão subir tudo ali. E ao seu pedido, como você queria um pouco mais de emoção, aí a gente vai jogar a comida, deixando bem claro no verbo, tá? Não é dar, O verbo é jogar comida para os crocodilos. Ninguém aqui vai dar a comida na boca do crocodilo. Nós vamos jogar, tentar jogar a comida e mostrar um pouco mais dessa vida e deste parque aqui nesta cobertura da Copa do Mundo aqui nos Estados Unidos. Eu vou falar uma coisa, Emílio, eu não sei se você já sentiu uma cobra nas suas costas, mas é delicioso, irmão.
Emílio Surita:Eu quero saber o seguinte, Fuzil, você que está aí, e evidentemente você se preparou para esta matéria, porque afinal de contas você é um homem que realmente está nos Estados Unidos, temos Copa do Mundo, mas estamos mostrando outras coisas. Qual é a diferença entre um crocodile e um alligator? Eu sei, tenho certeza.
Voz F:A diferença do crocodile e do alligator, o negócio é o seguinte: o crocodile e o alligator, o crocodile é o nosso jacaré. É?
Emílio Surita:Não senhor! Você vai olhar na cabeça... Presta atenção!
Voz F:Deixa eu tirar cobra de mim?
Emílio Surita:Não não, deixa a cobra que tá bonita!
Samy Dana:Pega um jacaré e põe no meu colo!
Emílio Surita:A cobra está dando audiência! Ó presta atenção: você vai olhar o crocodile—
Voz F:Mostra a cabeça, o quê que é isso aí?!
Emílio Surita:A cabeça do crocodile é em forma de V certo!?
Voz F:Isso!!!
Emílio Surita:E a do alligator é em forma de U Então quando você olhar a cabeça do crocodilo, você gosta de olhar a cabeça? Você gosta? Acho pra cabeça.
Voz F:Hein? Não, não, não, pera aí, Mírio, deixa eu te falar.
Emílio Surita:Olha lá, ó.
Voz F:O alligator, ele é mais lentinho, o lentinho, é mais lentinho.
Emílio Surita:Esse aqui é o alligator. O crocodilo, não discute, fuzil de cabeça o Emílio entende. Não discute aqui, ó.
Samy Dana:O crocodilo é o cearense, Alastre.
Emílio Surita:Não, não, o crocodilo não é o cearense, é o alligator. Então esse aqui é— Alô, Emílio!
Voz A:Alô, Daniel!
Emílio Surita:Então aí, ó, tá na tela, tá na tela para nós. Emílio, na minha mão, tá na tela para nossa audiência. A nossa audiência agora já está definindo. Então quando você for ao parque, o que é forma em V é um crocodilo, certo? E cabeça em forma de U, Exatamente, exatamente. Esse aí é forma de U, você entendeu? Olha só que cultura que fuzil. Professor Charles de Pozzo da Fuzil, o herói do Brasil.
Voz F:Vamos aplaudir, de verdade, Emílio, de verdade mesmo. Você cai numa porra dessa aqui, irmão, você vai saber o que é o quê, você vai pedir para olhar a cabeça Irmão, para saber o que é o quê, você vai morrer de qualquer jeito. Por isso que eu tô te falando do negócio de dar comida para os crocodilos, para os alligator. Vamos deixar para o tratador, a gente só faz a captação da imagem.
Emílio Surita:Não, tem que ser você. É, não, então travou lá. Olha lá, me dá uma imagem. Quando trava, quando trava, quando trava, quem entra? Travou bonito, ó, tá perto da Paulista. Quando trava Essa imagem é o locutor da Globo que fala muito low. Emílio! Até destravar vai ficar o narrador da Globo. Superaquece a câmera.
Samy Dana:Imagina o jogo da Copa do Mundo.
Voz C:Os cara tão num brejo, velho.
Samy Dana:O cara vai bater o pênalti, superaquece a câmera.
Voz C:Aí ele pede pro jogador parar.
Emílio Surita:Caiu, acabou a pilha. Põe a rede, a nossa amiga da RedeTV. Ontem deu problema no TP também, Amanda.
Samy Dana:Não é só aqui que dá problema, daqui que tá fazendo pela jornada, você viu?
Emílio Surita:Não, o mesmo TP daqui foi contratado no SBT News. Me dá imagens!
Thiago Uberreich:Não é só aqui que tem necessidade de refinanciamento das dívidas de agricultores. Estamos com o professor Renato Buranello. Gente, por favor, o TP põe mais para baixo. Isso, um pouquinho mais, um pouquinho mais.
Emílio Surita:Isso, muito bem. Vocês acham que é só aqui, ó? Não é só aqui.
Voz A:Eu me identifico com a mãe.
Emílio Surita:Um dia normal é dupla jornada, é escalação dupla. Vamos mostrar nossa equipe maravilhosa. Mostra lá, minha equipe. Vai lá, melhor equipe de televisão brasileira. Olha só que beleza, nossas instalações, olha que equipe maravilhosa. Atenção, Bernardo Júnior. É a Bia Júnior? Essa é a carioca, essa é a carioca. A Carioca, ela é de Niterói também, do Carioca lá, do Marvel. Marvel, olha lá, Carioca. Meu Deus, gente, essa é a Carioca nova. Cadê? Cadê? Mostra. Cadê a equipe? A equipe fantástica. Aí está ele, o outro foi para SBT, o Bigodeira. Cadê? Nova também. Olha que equipe Malu! Alô Malu, dá tchauzinho, Malu! Ó, a Malu também... A maluca? Linda Malu! Nós temos também quem mais?
Samy Dana:O nosso chefe e aí tem a sala do Reginaldo.
Emílio Surita:Mostra o Reginaldo lá. Olha eu dando tchau para mim mesmo na telinha.
Samy Dana:Ei, ei, olá!
Emílio Surita:Não, não, lá, lá, lá— Que Deus! Ai Deus!
Voz C:Nesse momento é uma briga interna.
Emílio Surita:Quem tá puxando o cabo aqui, ó, eles brigam. Você sabe que aí, opa, fica sozinho, fecha a porta. Ele fecha.
Voz A:Vocês sabem que aí é pressão o tempo inteiro, é o esquema chinês, todo menor de idade.
Emílio Surita:Aí é o esquema, é a pressão total aí para audiência, pessoal que trabalha Olha, e uma salva de palmas sensacional! Vamos aplaudir a turma que faz acontecer! Isso aí, essa turma que faz o negócio virar, certo? Dito isso, depois já foi, já foi. Vamos lá, né?
Voz A:Vamos mandar os dois dedos aí, dois dedos para o Fuzil, na câmera, um no botão. Ó, hoje é um programa especial, já que a gente tá no clima da Copa do Mundo. Todo mundo, você vai falar quem é o nosso grande convidado de hoje. Pergunta para mim quem é. Thiago, grande Thiago, jornalista.
Emílio Surita:Uber Reich. Uber Reich.
Voz A:Uber Reich.
Emílio Surita:Uber Reich.
Voz C:Uber.
Emílio Surita:Você sabe o que quer dizer Uber Reich? Não é isso? Alemão. Motorista de Uber. Não, Reich. Uber é acima, certo? Uber é alemão e Reich é o reino.
Voz A:O reino acima.
Emílio Surita:O reino, o reino acima, ou pode ser o reino do cima do reino.
Voz A:O cara quer o rei do Uber, o rei do Uber.
Emílio Surita:O Thiago, nosso companheiro, ele tem o livro, o novo livro dele é Do Brasil é Penta, não é isso? Isso, que é o 2002. Isso aí, ó, ele tem todas as copas: 58, 62, 70, 94, 2002 aqui. E hoje nós vamos falar quem será campeão nessa Copa do Mundo.
Voz A:O Brasil vai ser—
Emílio Surita:não, sem probabilidade, sem roubar, tem que botar Probabilidade, sem probabilidade. Não tem probabilidade, não vai ter.
Samy Dana:Em inglês, probability.
Emílio Surita:Isso aí não vai existir porque isso é para enganar o povo. Isso vai ser um seco.
Voz A:É ou não é?
Emílio Surita:Tem que ser na mira, Samir. Se não for Brasil, vai ser Portugal. Portugal, gordão? Tá, então aguarde que nós daremos resultado.
Voz A:E outra coisa, ele vai falar sobre a FIFA e os bastidores que ele sabe Tudo, ó, tá sabendo, né? Tudo da FIFA.
Samy Dana:O que você quiser saber da FIFA, ele tem uma coleção de gols, ele tem todas as fitas, é impressionante. Ele é um cara que é apaixonado por futebol, grande hobby dele é futebol. A gente vai perguntar. Então eu trabalhei com ele aqui no Jornal da Manhã muitos anos, então é um cara que eu gosto muito.
Emílio Surita:Muito bem, tá bom, é isso, é isso, Roni, tá certo.
Voz A:Então já tá no clima da Copa do Mundo. Mundo, né?
Emílio Surita:Diria eu, mais ou menos.
Voz A:Eu assisti o jogo do México.
Emílio Surita:Opa, jogo, hein? Agora eu gostaria de saber o seguinte, gostaria de perguntar algo para vocês, que vocês são pessoas muito sagazes, espertas. Vocês se lembram da Copa no Brasil? Sim, nós temos a Copa do Brasil, 14. Sim, mas nós somos obrigados a fazer estádios novíssimos com cobertura Aventura, abriu lá a Copa, aquele estádio antigo, isso, Azteca, reformado, bonito. Aonde tá reformado? Tem teto? Tem teto? Não vi teto não.
Voz A:Não, o pior, não tem teto não.
Voz C:Você falou, você tem razão, porque assim, esse do México, Azteca, ele foi reformado, tal e tudo mais, reformado igual Morumbi. Aí você vai ver os estádios lá nos Estados Unidos, que é daquela, tem estado universitário, caramba, zoado.
Emílio Surita:O Azteca é o mesmo estádio. Mas tá bonito. O Pelé foi campeão lá, o Brasil foi campeão. Olha, ó, é o mesmo estádio aí, tipo Morumbi, tipo, não mudou nada, meu.
Voz A:Por que que as cadeiras foram reformadas, a parte interna foi reformada, mas ele tem que manter a arquitetura clássica?
Emílio Surita:Você tem que ver o AT&T lá em Dallas, pelo amor de Deus, é maravilhoso de futebol americano, mas vai ter 9 jogos os caras lá.
Voz C:Eu concordo com o Emílio, é uma reforma meio Vila Belmiro.
Emílio Surita:É isso aí, é isso aí, ó. Aqui nós precisamos fazer estádio do zero, tudo do zero, gastou um dinheirão, superfaturou, né? Tem nada. Que ideia? Cobertura? Não, não tem, não tem essa cobertura. Só para mostrar que já tem um rosto de crocodilo. Quem mais?
Voz A:O destaque foi o árbitro brasileiro, né? Todo mundo, a gente não pode mostrar algumas imagens, né? Do jogo, craque do jogo.
Emílio Surita:Mas todo mundo entendeu o que ele falou, todo mundo pode, mano.
Voz A:Mas por o áudio, não, mas deixa o cara, deixa o cara, ele é brasileiro.
Samy Dana:O importante é se comunicar, é isso aí, é isso aí.
Voz A:Foi um gol rápido. Olha lá, a imagem dele é que tem muita câmera agora, é o câmera do fuzil, PlayStation. Isso é maravilhoso, já tem uma GoPro, câmera de segurança, Super Nintendo. Agora você quer saber qual o jogo você não pode perder da Copa do Mundo? Dá um bloquinho aqui que eu vou atualizar as pessoas. Primeiro, obviamente, dia 13 teremos Brasil e Marrocos, não pode perder. Estados Unidos e Paraguai te empolga muito? Vixe, Estados Unidos e Paraguai, dia 12 também, é hoje, é hoje, hoje, hoje, que é outro que vai ter abertura. Tem a Anitta, muita gente perguntou por que que a Anitta não estava na abertura, porque teve no México, Estados Unidos, e tem o Canadá, que é às 4 da tarde, Canadá e Bósnia.
Emílio Surita:Morrissette. Isso é Alanis Morrissette no Canadá. É o time que tristeza que vai ser isso aí no dia 14, show da Alanis Morrissette.
Voz A:Já tá no Waka Waka 4, né?
Emílio Surita:A menina tá bonita.
Samy Dana:Não, 70 mais, eu acho.
Emílio Surita:Não, não, tá bonita.
Voz A:Não, Alanis deve ter 50 e poucos anos.
Emílio Surita:Podia colocar a N também, pelo amor de Deus.
Voz A:Holanda, que vai, pode eliminar o Brasil segundo o alemão, vai jogar no dia 14 junto contra o Japão. 14, pô. Holanda e Japão e Alemanha e Costa do Marfim são os jogos que tem destaque. E também França e Iraque no dia 22 de junho. Já coloca aí na sua agenda se você gosta de acompanhar todos os jogos da Copa do Mundo.
Emílio Surita:Vocês estão enchendo o saco com esse negócio da Holanda ganhar do Brasil.
Voz C:Holanda quase nem se classifica, velho. Sério mesmo.
Samy Dana:Perder para Holanda também, esquece.
Voz A:Bom, Brasil tá num momento assim, pelo que eu tô vendo nas entrevistas do Ivan Moré, o clima acima dos jogadores, falar uma coisa importantíssima para vocês: jogadores sem rede social. Vocês estão sabendo disso?
Emílio Surita:Sem rede social, sem rede social, é foco total na Copa do Mundo.
Voz A:Pode ver que tem pouco post, se tiver coisa do passado de patrocinador, mas os cara tão focado. Neymar está abraçando o menino Hendrick. Então assim, pode aguardar, não vai ser fácil contra o Marrocos, mas a gente tem aí uma Copa do Mundo que o Brasil tá afim. Faz tempo que a gente não uma afim, mesmo o Celton Mello não gostando do Brasil. O Celton Mello falou o seguinte, pô, Celton Mello é um ator que a gente gosta.
Emílio Surita:Mas aonde ele falou?
Voz A:O que que ele falou? A declaração dele é a seguinte: os jogadores que estão na seleção não tem amor pela camisa.
Emílio Surita:Ele que tem.
Voz A:Ele parou no Ronaldinho Gaúcho, no Ronaldo Fenômeno, no Romário.
Samy Dana:Ele que mora nos Estados Unidos que tem.
Voz A:Não vou assistir essa Copa do Mundo. Ele e o Wagner Moura.
Voz C:Putz, a Luana também vai acabar.
Emílio Surita:E o Lula tá com a camisa do Bolsonaro. Cadê a camisa do Bolsonaro? Temos as imagens aí, ó.
Voz A:Tem, tem, tem, tem.
Emílio Surita:Eu acho que a dele é oficial, do Bolsonaro era da barraquinha. É, ele só usava camisa falsa. Essa daí é a camisa do Bolsonaro. Essa é do professor. É do professor. Essa é da Lírio.
Samy Dana:O que mais?
Voz A:Já fizemos aqui uma introdução sobre a Copa do Mundo, agora eu posso dar as notícias sérias se você chamar a vinheta aqui, por gentileza.
Emílio Surita:Foi só uma brincadeira.
Voz A:É só um esquenta, é um esquenta.
Voz G:Esquenta da Copa. É um amendoenzinho.
Emílio Surita:Então solte a vinheta porque agora vai começar Resenha do Zuzu.
Voz F:Resenha do Zuzu. Resenha, resenha, zuzu, zuzu.
Voz A:E agora o bicho pega, tô empolgadaço para falar do Borcaro. Eu sou o Borcaro News, o cara que mais falou Daniel Borcaro na emissora sou eu, mas agora eu quero que vocês expliquem. Daniel Borcaro, ex-dono do Banco Master, se ofereceu para relatar à Polícia Federal ao Jornal Geral os detalhes de uma operação no exterior que teria resultado de um repasse de 30 milhões de dólares. Sabe para quem?
Voz C:Quem?
Voz A:Ao presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre. Ele, só pontuar aqui, pausa no TP aqui da Amanda Klein, ele que não faz passar a pauta. Sim, ele segura, senhor Davi, que deixa a CPMI não ir para frente. É o Acontece, essa é uma investigação, tá bom, que foi feita uma revelação. Parte do conteúdo de tudo que eu tô falando foi publicado pela revista Veja. E o que se diz, Samidana, o quê? Dentro de toda a corrupção envolvendo também tem o PT, o PT com esquema de corrupção da Bahia, que é onde começou toda aquela história. Alô, papai! Alô, mamãe! Cadê o consórcio midiático onde vaz os áudios seletivos, onde tem a turma que gosta de falar o que tá acontecendo? E aí, isso é da Veja, isso é da revista Veja, é um furo de reportagem no momento. Teria depositado 30 milhões de dólares pro Alcolumbre fora do Brasil, fora do Brasil, não foi aqui.
Emílio Surita:Tá rolando essa notícia, professor?
Voz A:Muito em todos os sites.
Samy Dana:Cadê? Só que não tem ajuste.
Emílio Surita:O que que você quer? É muito alto. Deixa ele alto, deixa ele alto.
Voz A:O cara para o programa para arrumar cadeira.
Emílio Surita:Tá rolando muito essa notícia ou tão ainda—
Voz A:dá uma olhadinha aí no feed aí.
Emílio Surita:Igual Columbre.
Samy Dana:Não, não tá, não tá rolando vídeo. Não, só na Veja, no Twitter. Vamos entrar nos principais sites. G1, capa não tem, tem 3 destaques, não tem. UOL, UOL, estádio Azteca, Coreia, TV, né? Nada, nada. O Globo, o Globo, vamos ver as 3 principais notícias. Portugal, justiça italiana sobre a Zambelli.
Emílio Surita:Você viu a Zambelli? Temos, você viu que você viu?
Voz A:Lógico, meu, pegou mal, hein?
Emílio Surita:Pegou mal.
Voz A:É uma sacanagem com a Zambelli.
Samy Dana:Desculpa, também nada, nada.
Emílio Surita:O Estado, mas você viu o despacho do juiz?
Voz A:Sabe qual juiz, né?
Emílio Surita:Então, e agora? E a A Zambelli não pode ir no Vaticano, que os cara pode sair da Itália, ela tem que ficar na Itália parada assim, ó.
Voz A:Mas a justiça italiana acha o contrário, né, que teve uma interferência aí do Judiciário brasileiro, que precisa ser explicado. Até agora ninguém explicou. Inclusive, a justiça italiana, ela cita o ministro Alexandre de Moraes, sim, e disse que o Brasil foi parcial sobre a Zambelli.
Voz C:Ela cita que o juiz Alexandre de Moraes seria vítima e e juiz do caso.
Voz A:Falta de princípios de imparcialidade, independência no julgamento da Zambelli. E aí, documento lembra, por exemplo, que o ministro Alexandre de Moraes, que é relator do processo, participou do julgamento dela. E aí, se você— vítima e juiz, vítima e juiz, pode? E agora é nosso judiciário brasileiro.
Samy Dana:Jogador do futebol, no futebol você não pode apitar o jogo se você joga.
Emílio Surita:Agora, a história do Banco Master É porque é o seguinte, tá?
Voz A:Até ontem, todo depoimento dele, segundo o André Mendonça, você lembra que ele não tinha aceitado. Agora envolve muito peixe grande nessa história. Só que o Davi Alcolumbre já respondeu.
Emílio Surita:E que que ele disse? Opa, que que ele falou?
Voz A:Falou que não tem absolutamente nada a ver com essa história.
Emílio Surita:É lógico, né? Realmente me pegaram.
Voz A:O que que ele vai falar?
Emílio Surita:Não assume feio.
Voz A:Eu sou culpado?
Emílio Surita:Não sou. Não, de jeito nenhum. Mas olha, eu vou interromper o jornal agora aqui, se você me permitir.
Voz A:Hoje eu deixo.
Emílio Surita:Eu vou interromper o jornal. Vermelho. Opa! Olha quem chegou aqui, ó.
Voz A:É o Tapatéu.
Emílio Surita:Chegou com aquela notícia.
Samy Dana:Aquela categoria de sempre.
Emílio Surita:Não, não, aquela notícia que estremeceu o mercado. Estremeceu? Você viu o que causou essa notícia?
Voz G:Uma revolução, como você sempre fala.
Emílio Surita:Revolução. Não, mas essa aí Aí essa aí veio para destruir quem tava tentando alguma coisa.
Voz G:Emílio, eu tive no evento, o evento grande, eu não vou falar grande, falar grandioso, e eu cheguei com aquela expectativa que eu já tinha visto o carro na China, que seria o maior lançamento da BYD no ano, o ATO 2. Eu tava errado, na minha leitura foi o maior lançamento do mercado nacional esse ano. Não vai ter nenhum lançamento que supere o que foi o lançamento do Ato 2, não só pela grandiosidade do evento lá no ex-Allianz Parque, agora Nubank Parque, o campo do Palmeiras, mas também até pela maneira como os jornalistas receberam a chegada do carro e principalmente pelo impacto do preço.
Emílio Surita:Exatamente.
Voz G:E aí eu não vou nem dar o spoiler aqui para deixar o Alexandre Baldi poderia aqui contar para nossa audiência?
Emílio Surita:Ó, por exemplo, tudo bom, Baldi? Ó, maio, maio já foi histórico, né, que a BYD encerrou o mês com quase 22 mil veículos emplacados no Brasil, 8,5% de participação do mercado, que é bastante coisa.
Voz G:É, e uma coisa, Zuki, que a gente até comentou lá, e eu fiz essa comparação até com o Baldi gravando com ele para o Máquinas A 3 anos atrás, quando a BYD vendeu 390 veículos, tinha a mesma percepção que teve o Thiago Berracho, daqui a pouco vai estar aqui, vai falar sobre isso, a seleção de 70, desacreditada, a seleção de 94, a seleção de 2002, e no mês passado 22 mil carros, ou seja, um crescimento de 5.500%, o que, mano, isso nunca aconteceu. Mas assim, mas muito de braçada, curva, mas muito com produtos bons. Mas esse principalmente, eu acho que ele teve um impacto. Queria até escutar do Baldi, que teve o lançamento do Dolphin, o lançamento do Dolphin Mini. Aí falava assim, não, isso foi só para ganhar mercado, depois os caras vêm com preços acima do patamar. Não, tá aí, 3 anos depois continua impactando o mercado, né, Baldi?
Voz H:É isso aí, essa diferença de vendas que a gente citou lá esse evento. Primeiro, alegria tá com vocês aqui no Pânico. Valeu, Baldino, é muito grande. Imagine, nós crescemos de maio de 2023 para maio de 2026, some que é bom de conta aí, 5.500%. Nossa, 390 carros vendidos em maio de 23 para 21.600 carros emplacados, quase 25 mil vendidos para clientes finais do Brasil. Então é o crescimento, né, top 4, top 4. De maio, e 3 dos 5 carros mais vendidos no varejo brasileiro. Então esse é o marco também muito simbólico, importante para as pessoas ouvirem e entenderem. Olha, a BYD tem entre os 5 carros mais emplacados no varejo brasileiro. E o que é o varejo? Pessoas que vão à concessionária, fazem o test drive, compram o seu carro com o seu CPF, financiam, pagam, enfim, que vão até a concessionária e compra. Nós temos 5 dos 5 mais vendidos, 3 são BYD.
Emílio Surita:Caramba, é impressionante!
Voz A:Temos novidade, né? Tem agora, a gente quer saber.
Voz H:E esse lançamento, né, Júlio, foi realmente, essa impressão do Rufo, ela para nós é muito importante, porque você tem um lançamento para uma marca de carros, ela é um momento estratégico, é o momento aonde é a marca, ela estuda, avalia o mercado. E veja só, a BYD é a primeira indústria a lançar um carro híbrido logo Flex Fuel no Brasil. Então, o Ato 2 é um SUV B, quer dizer, um SUV que concorre com uma categoria, né, de SUVs um pouco menor, mas ele é o que tem o maior porta-malas da categoria. Para um exemplo, são 455 litros, é 20% a mais do que o seu concorrente direto, que tem o maior volume de vendas da atualidade. E se você observar que a liberdade de escolha para as pessoas, o que que é híbrido plug-in flex fuel. Você tem o flex que você abastece com gasolina ou etanol, certo? Quando você fala do híbrido plug-in, você pode carregar na tomada, carregar, abastecer com gasolina ou abastecer com etanol. Então você dá mais liberdade de escolha no dia a dia. Eu tenho um carro híbrido plug-in, eu quero andar só com ele de cidade, vou gastar 6, 7 vezes a menos em comparação que a gasolina ou etanol, até 6, 7 vezes a menos de custo no bolso. Ah, mas eu viajo Cara, o ATO 2 tem 1.045 km de autonomia.
Emílio Surita:É isso que eu tava— você vai de São Paulo a Brasília, a autonomia desse automóvel. É realmente impressionante, né? E tem aqui também 10 itens de assistência à direção, e é de série, né? Assistência de série, é completasso, né?
Voz G:E quando eu falo, Emílio, para mim um termômetro muito forte não é só o que a gente já tá cansado de ver, de a quantidade de carros que vê pela da quantidade de concessionárias, mais de 216, a fábrica instalada já com 5,5 bilhões de investimento, além dos carros já sendo produzidos, já foram produzidos 70 mil veículos e esse fabricado agora aqui no Brasil também. Mas a percepção dos jornalistas, o evento começava às 18 horas e já tinha jornalista chegando às 2 da tarde para dar tempo, sabia que quando tem uma relevância muito grande muito grande. A disputa para você conseguir gravar com o carro, conseguir mostrar, também é muito grande. Então, inclusive, a gente tem dois convidados aqui hoje, o Jorge Moraes e a esposa dele, a Flávia Moraes, que estavam lá logo cedo para conseguir também ter material. Então, o evento começava às 6, nós já chegamos às 2 da tarde e tinha carro à disposição, tinha cinegrafista à disposição, a equipe toda à disposição. Então, o evento foi das 2 da tarde até 11 meia-noite para ter conteúdo. E por que que esse conteúdo é importante? Que a BYD dá muita audiência. E o cara não vai lá só, olha, e são 7 eventos que aconteceram essa semana. Para você fazer escolha, para você poder elencar aquilo que é melhor, a gente viu esse elenco lá no evento da BYD.
Emílio Surita:Agora, Baldi, esse carro se paga, né?
Voz H:Esse carro se paga, ele se paga, né? Sem dúvida.
Emílio Surita:Essa Essa conta, só o Samidana que já tá fazendo, ele já começou a fazer essa conta, ele falou: "Emílio, o elétrico se paga." Eu acho que normalmente quem muda para elétrico e não volta mais é justamente isso que a pessoa vê, né?
Samy Dana:Nunca mais você vai... Nunca mais ninguém volta.
Emílio Surita:É isso, isso.
Voz I:Não tem caso de você voltar.
Emílio Surita:Você não vai mais no posto de gasolina, né?
Voz H:Tem como. A tecnologia, né? A performance, porque a aceleração do elétrico é uma delícia. Você acelera e o carro responde instantaneamente. Porque a combustão você tem o tempo de queima do combustível, étrico para converter na propulsão do carro. A eletricidade é instantânea, quer dizer, você tem o carro que é uma performance plena. Por isso que quem escolhe o elétrico pela tecnologia, pela performance, pelo custo no bolso muito menor do que o combustão, você não volta mais. Porque você não quer dirigir um carro que você não tem— imagine só, o ATO 2 tem 197 cavalos, um outro concorrente japonês tem 115. Aí você imagina a diferença em potência, o torque é quase o dobro concorrência. Então quer dizer, você tem performance plena e um carro que concorre nessa categoria e com o preço extremamente acessível em comparação aos seus competidores. Quando a gente lança o preço de R$149.990, que é a partir de o nosso Ato 2, você tem aí ao consumidor a mensagem de que ele pode escolher entre os SUVs um carro que dá liberdade para ele ter 3 motores em termos de combustão: elétrico, etanol ou gasolina. Ele tem performance, que é o carro mais potente da categoria. Ele tem o maior porta-malas da categoria. Ele tem a maior autonomia da categoria, 50% acima do seu competidor direto, quer dizer, são mais de 1000 km de autonomia. Você vai daqui, como você falou, daqui a Brasília sem abastecer. Então, quer dizer, são todas as condições de você ter o consumidor escolhendo o nosso produto, como ele entrega tudo.
Emílio Surita:E já tá nas concessionárias?
Voz G:Ainda não, ainda não. Daqui a 3 meses tá tendo a pré-venda agora.
Emílio Surita:Pré-venda, como é que funciona?
Voz G:Vai ser lançado em setembro, você já faz a reserva.
Voz H:Vamos entregar em setembro.
Voz G:Entregar em setembro, exatamente.
Emílio Surita:Mas já tem pré-venda?
Voz G:Já tem pré-venda, já tem reserva. Já dá para fazer a reserva?
Emílio Surita:Reserva deixa quanto lá? Quanto precisa deixar lá?
Voz G:Aí o Boudic sabe.
Voz H:Você deixa de sinal R$10.000.
Emílio Surita:R$10.000 de sinal, pode ir agora na concessionária.
Voz H:Eu não vou nem dizer o volume, já foram mais milhares de reservas feitas desde ontem. É um grande sucesso.
Emílio Surita:Milhares de reservas? Milhares.
Voz H:Eu não vou dizer o número, né, para concorrência não ficar impressionada. Mas eu vou dizer a você que já é um belo sucesso. As nossas concessionárias já estão sendo muito visitadas desde ontem, quando a gente já tornou público, já treinou a equipe, já preparou como funcionaria essa pré-venda. E por que essa entrega? Porque lançamos o carro, vamos fabricá-lo no Brasil, vai ser fabricado lá na Bahia, em Sari para ser entregue aos brasileiros. Portanto, é uma tecnologia que foi desenvolvida no Brasil. O etanol a gente só usa no Brasil, é uma tecnologia que a nossa equipe de pesquisa e desenvolvimento brasileira, em conjunto com os mais de 120 mil engenheiros na China, desenvolveram para o mercado brasileiro para ser fabricado aqui.
Emílio Surita:E a concorrência? Assustada, né, Emílio? Concorrência, eu vi muita gente assustada, principalmente com o preço, Emílio.
Voz G:Lembra que quando teve o lançamento do C-Lion 7, a gente fez Fizemos aqui uma equação para chegar no valor real e valor que foi proposto era muito superior ao valor que foi declarado. A mesma coisa aconteceu lá agora. O valor desse carro, você colocando o custo de propriedade, os atributos que ele tem, um SUV compacto com essas características que o Baldi falou, um super híbrido plug-in flex com 3 matrizes energéticas: gasolina, etanol e eletricidade. Cidade, ou seja, a parte elétrica, era entre R$170 mil e R$181 mil. Naquela rádio peão que a gente faz entre os jornalistas, o preço mais baixo que eu escutei entre concessionários e jornalistas foi R$159 mil, os caras sendo um cenário muito otimista. Aí você coloca o preço R$10 mil a menos, é para realmente a concorrência ficar preocupada.
Emílio Surita:Bom, é o seguinte, vamos falar agora de promoções, condições R$ 20 mil do Song Pro GL, boa, Super Bônus de R$ 28.500, de R$ 189.990 por R$ 161.450. Ô louco! As promoções continuam, hein?
Voz H:Os caras estão sempre... Tem que ir na concessionária.
Emílio Surita:Vai na concessionária, tem o QR code aí na tela para você com as concessionárias em todo o Brasil e sempre tem promoção. O Dolphy Mini GL, que é o carro mais vendido, Super Bônus de Song 1000 de R$118.990 por R$109.990.
Voz A:Caramba!
Emílio Surita:E é o elétrico mais acessível.
Voz G:Lembrando, Emílio, que esse carro quando foi lançado foi na casa de R$115 mil, já chegou a R$119 mil. Aí as pessoas: "Não, agora vai subir." Olha, já tá R$109 mil com uma promoção. Então tem que aproveitar, inclusive Dia dos Namorados, claro. Seria um excelente presente para sua namorada.
Voz H:Então hoje tem promoção, é isso aí, Dia dos Namorados, Song É um SUV C, quer dizer, uma categoria superior. Veja só a diferença de preço. Quando você fala, Emílio, que o Song Pro custa R$161.490, você tá competindo com uma categoria abaixo em termos de tamanho de carro. Sim, ele tem um porta-malas muito maior. Eu falei 455 litros no Ato 2, o Song Pro você já ultrapassa 540 litros. Quer dizer, é um carro muito maior, muito mais espaçoso, e por um preço que compete com os de categorias inferiores.
Emílio Surita:Superiores. R$161.490 nesse final de semana. E o Mini, R$109.990. Então é o momento. E agora é o seguinte, se você já quiser dar um sinal para garantir o seu, aí é R$10.000, o Ato 2 é R$10.000 na concessionária, em qualquer concessionária.
Voz G:Isso. E como o Samy diz, não é compra, é investimento, né, Samy?
Samy Dana:Exatamente.
Voz A:É isso aí, tem que agora.
Samy Dana:E nunca mais ter que parar imposto, é uma alegria que não faz mais sentido.
Emílio Surita:Muito bem, obrigado, Baldi, parabéns mais uma vez.
Voz A:Parabéns, turma da BioID.
Emílio Surita:E obrigado por vocês terem vindo aqui trazer novidades aqui para todo mundo, que a nossa audiência gosta muito de novidades de tecnologia. E realmente esse lançamento aí, a gente viu todo mundo muito assustado. Pegou, pegou, pegou. Obrigado, Baldi, obrigado, Hugo. Muito bem, eu vou fazer o break agora para o Reginaldo. O Reginaldo também quer um ato 2.
Samy Dana:Só ele, só ele, só ele.
Emílio Surita:Quero o som. Muito bem, vamos agora para Fuzil. Então vamos lá, vamos lá, o Fufu, o Fufu e o seu link maravilhoso. Diga lá, Fufu, que tá acontecendo aí, meu querido?
Voz F:Cobra, tá acontecendo. Ó os visitantes aqui, meu, a 1 metro aqui no Gateway Land. A gente conseguiu, olha o tamanho daquele bitelo, irmão! Todo mundo aqui, a gente conseguiu agradecer, pedir para o Joãozinho mostrar o Brandon, agradecer o Brandon. Isso aqui é uma área muito, muito, muito VIP. E aí é o seguinte, Emílio, na sua ordem, a gente tá com, é picanha, irmão, a gente tá com carne aqui, ó, picanha do Lula, conforme você pediu. Picanha do Lula tá lá É por isso que não chegou aqui.
Voz C:É paca.
Voz F:Essa é do Trump, por que não chegou?
Emílio Surita:Meu, isso é um perigo que você tá fazendo.
Samy Dana:Você é um irresponsável, Fuzil.
Emílio Surita:Relaxa, hein, Fuzil.
Voz A:Ninguém come o Fuzil, relaxa.
Voz F:Não, mas aqui, olha, você vê que a gente falou do resgate, Emílio, pode ver que aquele grandão não tem uma pata, ó, tá vendo a pata direita ali dianteira?
Samy Dana:É manquitola.
Emílio Surita:Aqui, ó, é Alligator PCD.
Samy Dana:Tá mais esperto aí, ó, presidente do Gatorland.
Voz F:Eu vou falar uma coisa, eu vou jogar lá no fundo porque eu quero treta ali, ó, eu quero a treta lá no fundo, mano. Tá muito calmo esse negócio aqui, ó.
Samy Dana:Vai lá, meu, filma lá, pô.
Voz F:Não, fica aí.
Emílio Surita:Vai lá, ó, entra no meio aí, ó. Você não é o herói do Brasil?
Voz A:Eu te dou R$20.
Emílio Surita:Cadê o herói do Brasil aí, ó? 3 jacaré manquitola aí, pô.
Voz F:Mas não sou trouxa, mano.
Voz C:Pegando os jacaré do robô.
Voz F:O Brendo falou que aquele pequenininho ali que eu vou jogar a carne ali, ó, esse aqui é o bubu.
Samy Dana:Ó, tem um chegando perto.
Voz A:Sai daí, fuzil! Ele vai comer o Link.
Voz F:Já pega e vaza, irmão. Pega e já sai fora. Aquele pequenininho, ele é muito traíra. Ele falou que ele tá aqui há 2 semanas, aquele da esquerda e ele fica até de repente se escondendo ali naquele cantinho. Ele fica só com a cabecinha e o tratador vem aqui, não vê ele, e ele quer abocanhar os tratadores. Aí os tratadores já estão ligeiros. Ele é muito— eu vou dar para você também, amor.
Voz A:Vai ser—
Voz F:olha ali, mano, isso aqui é muito legal, cara.
Emílio Surita:Que é isso?
Samy Dana:Agora, Fuzil, quais são rápidos e quais são— que tem diferença do crocodilo para o jacaré? Qual que é rápido, qual que não é? Porque eles parecem aí, mas né, eu não arrisco.
Voz F:Mas você quer no meu, você quer no meu inglês ou você quer que eu vou com a tradutora?
Samy Dana:Não, você vai no seu inglês.
Emílio Surita:Ou pergunta para o Jacaré. O inglês do juiz. O inglês do juiz.
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Voz C:Uma particularidade: os jacarés aqui no Brasil às vezes eles perdem, eles soltam o rabo.
Voz A:Os daí também não?
Voz F:Então, como é que eu vou falar perder o rabo, mano? É lost the tail, vira pro cara.
Emílio Surita:Lost the—
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Emílio Surita:It happens.
Voz C:Give the tail.
Emílio Surita:No, give, no. Empresta o tail. A gente empresta o tail.
Samy Dana:Lend the tail.
Emílio Surita:É isso aí. Ô, Fuzil, tá bonito. Hoje tá bonito. Hoje tá interessante. Show, show. Foi demais. Pra ficar bonito, você tinha que entrar no meio e dar na boquinha do... Não esse puta repórter medroso aí. Puta pança aí, meu. Não faz isso, vai, joga logo. Vai, não faz isso. Tá bom, esse é o Samy. Tem um morgado ali que é o gordão e tem o Samy ali que é o medicado. Eles tomam remédio do Samy também.
Samy Dana:Eles doparam.
Voz A:Fuzil é corajoso, agora ele vai fumar com os crocodilos.
Emílio Surita:Fuzil, Fuzil, você já tem um palpite aí? O Fuzil, estamos na sexta-feira, você já tem um palpite aí do jogo do Brasil amanhã? Que que você, quanto você acha que vai ser o Brasil?
Voz F:3 a 0 o Brasil, um gol do Vini Júnior e dois do Hendrick.
Emílio Surita:Muito bem, aí está o nosso herói do Brasil com esta matéria fantástica. Muito bom, muito bom. Como é que chama esse parque, Fuzil? Eu não conhecia esse parque, achei muito interessante, que é um parque Gatorland fica em Orlando.
Voz F:Isso, isso fica aqui na Flórida, tá? Por exemplo, tá a 20 minutinhos da International Drive. Você joga no Waze. E lembrando que todos os animais aqui são, foram resgatados também. De 400 a 500 se reproduzem anualmente. É o parque mais antigo, antes mesmo da Disney. Então foi o único que se manteve depois do boom dos parques, foi o único que se teve com essa vida selvagem aqui. Fica a dica, mais uma dica dessa Copa aqui nos Estados Unidos para o programa Pânico.
Emílio Surita:Aí, ó, tem até um, é na hora de blossom. É isso aí, ó. Então tá todo mundo convidado aí. Quando você for à Flórida e não tiver porcaria nenhuma para fazer, você vai lá dar programaço. Vai lá dar comida para os alligators. Tá de dar carne do churrasco dos urubus. Mas suba, mas suba, mas suba! Vem pro animal! Cabeça torta!
Samy Dana:E o rasgo no baixo braço, ó!
Voz A:E comeram o rabo do animal.
Emílio Surita:Como é que tá o dólar, Professor Samidana?
Samy Dana:Ah, o dólar nessa sexta-feira, dia 12 de junho, dia dos namorados, Emílio, o dólar cai, cai 0,46% aos R$5, $800. Isso porque o Trump falou que era iminente assinatura de um acordo. Apesar disso, não sei se o Dani vai falar, ou ele falou que ia assinar um acordo, o Irã e Israel não se manifestaram.
Emílio Surita:Mas todo mundo tá achando que ele não atacou.
Samy Dana:Exatamente, não tem nada a ver com o Brasil.
Emílio Surita:É isso aí, bicho.
Voz A:Não ia falar, mas para complementar, não deixar.
Samy Dana:Opa, 1, 2, 3. Não tem nada, Dani.
Voz A:Não, o seguinte, o que foi falado no programa ontem, né, que você disse aqui que o Trump era falastrão, e foi mesmo, né, porque na quinta-feira ele falou que ia atirar porrada e bomba, depois ele falou: não, nós vamos fazer um acordo com o Irã porque o Irã aceitou todas as condições dos Estados Unidos. Qual a principal condição dos Estados Unidos? Não ter arma nuclear. Só que o Irã não falou isso. Então lá na embaixada do Irã não concordaram com o que o Trump o que você falou. Tem acordo ou não tem acordo?
Emílio Surita:É, guerra sempre tem mentira, são narrativas, guerra é cheia de conversa mole.
Voz A:Você não pode mostrar fraqueza numa guerra. O Donald Trump também gosta, né, de ser falastrão. Agora, não tem acordo nenhum, a guerra continua, e a treta ainda é o Estreito de Hormuz, porque o petróleo vale muito dinheiro, a gente tá falando de dólar. Agora vamos voltar para o Brasil, porque ontem Marcelo Van Hattem aqui esteve, e acho que é o maior impasse que a gente tem hoje. Se a gente for você tá mesmo olhando sério para aquela câmera?
Emílio Surita:Por que você tá assim tão— não, porque você mudou.
Voz A:Eu fiquei, eu tô muito— hoje eu fiquei mais feliz por dois motivos. Primeiro, do Borcaro ter falado do Alcolumbre. Achei interessante.
Emílio Surita:Porque eu fiquei triste.
Voz A:Não, eu vou falar porque eu fiquei feliz, se for verdade, porque até o momento a pauta não passa lá no Senado porque ficava arquivado pelo senhor Davi Alcolumbre. Precisa É isso mesmo, é isso. Senadores vão lá, alguns pressionam, outros têm interesse. E sempre que ia pro Davi Alcolumbre, para chegar no STF, que que acontecia?
Emílio Surita:Barrava.
Voz A:Exato. Agora com essa notícia, eu peço para que o consórcio midiático acorde. Um abraço para Malu Gaspar.
Emílio Surita:Mas primeiro precisa provar, né?
Voz A:Lógico, tudo que eu estou falando é supostamente, e quem deu a notícia foi a revista Veja.
Emílio Surita:Sim, mas eu tô com o Daniel também, fiquei feliz porque se de fato comprovar um negócio um negócio desse, aí a gente sabe o que vai acontecer daqui para frente.
Voz A:Você critica tanto aqui com maestria. O que acontece no Brasil é que tem interesses, e os interesses a gente sabe como é que acontece.
Voz C:Exato.
Voz A:É para tomar whisky caro lá na Inglaterra, o Macallan, que custa quanto? R$12.000 lá no Pão de Açúcar. Fui ver, um pica. Você vai ser, você pegar um Macallan amanhã, né? Amanhã vai ter, amanhã vai ser o churrasco do Vorka. Se preparem para funcionar. Meu sogro não vai porque você é muito inconveniente com ele, mas eu convido ele na próxima junto. Vai fazer o jantar do sogro. Dá pena de que pai, meu sogro jogando pickleball em casa. Eu vou fazer um jantar para o sogro. Um abraço para o Emílio. É o seguinte, por que que eu estou com essa cara? Porque ontem o STF deu 60 dias para as plataformas digitais fazer o quê? Ajustarem as novas regras de responsabilização. Que que eu tô falando disso? É a tal da história das big techs, que é muito questionada aqui. E aí entra na responsabilização por conteúdos ilícitos. E eu te pergunto, Alba, que você que é o rei da internet, que tem um canal no YouTube, quais conteúdos são esses? Como é que funciona o processo? O juiz falou, tira. Em quanto tempo tira? Aí, meu amigo, colocou, tira.
Emílio Surita:É a velha história que a gente já falou muito aqui nesse programa, que é a liberdade de liberdade de expressão ou a regulação das redes? Exato. Você escolhe? Eu escolho a liberdade de expressão. Exato, sempre. Total liberdade, total, de tudo.
Voz C:É aquele negócio, Zuzu, por exemplo, tem muitos canais que fazem react, que é reação de outro conteúdo. Perfeito. Aí eu pego um, faço um react do canal do Morgado, ele tá dando a opinião dele. Morgado pode se sentir ofendido com alguma coisa que eu falei, aí entra nessa tramitação aí. O O problema é que existem grupos organizados que jogam no grupo e a galera denuncia.
Emílio Surita:Fizeram reunião esses dias, né, Sérgio?
Voz C:Então aí vai lá, todo mundo denuncia: "Ó, isso aqui é crime de ódio, atentado contra a democracia, opinião tal, tal, ista, óbico." E aí você é enquadrado por uma subjetividade. E aí, o que que você vai fazer? E aí você tem pessoas que se sustentam do YouTube, que tem pessoas que tem equipe, tem funcionários que dependem daquele trabalho.
Voz A:Agora, olha, é uma das maiores hipocrisias do Brasil quando fala proteger a democracia. Que democracia é essa se nesse momento, a semana passada, tava o governo inteiro do PT ensinando como é que se porta na rede social, né? Que é o exército lá do senhor Janones, que ele ensina como que você deve combater os gados, segundo eles. No passado distante e recente era a tal do gabinete do ódio. Eu sei que todo Todo governo vai querer, todo governo pode querer ter, fazer propaganda a benefício próprio, mas quando o governo passado esteve, gerou todo esse hiprocópio, eu diria como minha avó Eva.
Emílio Surita:Põe o resgate do soldado, o resgate, vocês sabem quanto custou? Tá no Globo de hoje, põe lá o resgate. O valor do resgate resgate do soldado Ryan. Por resgate do calango Ryan. Você sabe quanto custou isso? Você sabe quanto? 215 bilhões. Até esse momento. E contando, 215 bilhões. Você acha que e dando pelezinho na nossa querida, como é que chama, o arcabouço. Sim, cheio de pedex aí no arcabouço. Por quê? Para se manter, para se manter. Ninguém tá preocupado com o Brasil, meus amigos. Ninguém está preocupado como é que vai ser para 215 bilhões. Só no Globo, no Globo de hoje, só olhar lá. Então tá, é o resgate. Põe lá o resgate.
Voz A:Bonito, gostei, eu gostei do resgatado.
Emílio Surita:O resgate do Calango Ryan em breve no cinema. Tá muito caro.
Voz C:E depois, e além, tem outros resgates abaixo desse, né? Tem muita gente se resgatando.
Emílio Surita:Se você fica impressionado com isso, com esse valor, então é o Brasil, é o Brasil.
Voz A:É isso aí. Bom, encerra aqui. É um pouquinho de Brasil.
Emílio Surita:Muito bem, boa. É isso aí, bicho.
Voz A:Eu quero saber da pauta bomba lá, que que vai acontecer no Senado. Ele tem um monte de informação. Esse é o nosso queridíssimo Samidana. E sexta-feira ótima para todo mundo que acompanha a gente.
Emílio Surita:Obrigado.
Voz A:É isso, tem que encerrar, né, porque às vezes como buraco.
Emílio Surita:Boa noite, vamos para ele. Vamos para o nosso querido, olha aí, ó. Foca na economia! Samuel Dana!
Samy Dana:Muito obrigado! Bem bicho! Até o Delary viu essa notícia, me mandou. Que foi, Morgado? Você quer me contratar para imitações? Eu faço, vai. Alô, Emílio! Que que é isso? Esse é o Aldeota.
Emílio Surita:Ah, o nosso querido Montenegro, grande Montenegro, o rei do bolão. Alô, Emílio e Daniel. O rei do bolão, quem tá imitando muito bem é o Morgado. Morgado já pegou.
Voz A:Alô, Daniel!
Emílio Surita:Olha, olha, o sogro do Daniel tem aqui, tem aqui, tá no cofre, tá no cofre. O Ciro é para baixo, ele é para cima. Um abraço para o Montenegro. Vamos lá, Samy, vamos lá.
Samy Dana:A SpaceX precificou ontem o seu IPO por $135 por ação e com isso captou 75 bi de dólares. É o maior IPO já realizado nos Estados Unidos e a empresa estreia hoje na O valuation da empresa, porque esse valor não é de todo mundo, é só uma parte da empresa, chega a 1,77 trilhão de dólares. E com isso é a sétima empresa mais valiosa do mercado americano, ficando inclusive acima da Tesla, que é do próprio Elon Musk, que vale em torno de 1,1 trilhão.
Voz A:Elon Musk.
Samy Dana:A demanda, quando tem um IPO, fazem assim, você contrata banco e pergunta quem quer comprar tal liberação. E aí vem quem quer, quanto quer. A demanda foi 4 vezes maior do que tinha disponível. Então é possível que hoje as ações subam mais. O Delari achou muito legal a história pelo seguinte: os funcionários tinham um percentual da empresa e com isso todo mundo ficou milionário em dólar. Ele tava contando aí o caso de um rapaz que, contra a família, ninguém queria que ele trabalhasse partilhar e que ganhou nessa 14 milhões de dólares.
Emílio Surita:Tá vendo só? Mas o Musk é trilionário, né?
Samy Dana:Não, o Musk ainda não é, a empresa é. Ele deve ser o primeiro. Trilionário, é.
Emílio Surita:Mas aí o funcionário é só milionário. Para você ver, para você ver a diferença que existe do opressor. Eu queria ser Oprimido disso, oprimido é só milionário, mas escuta, e o dono, o opressor, ele é trilionário.
Voz A:É, é, e falam que o dinheiro dele, vamos falar que pode acabar com a fome no mundo.
Samy Dana:Mas o SpaceX reportou uma receita de 18,7 bi de dólares no ano passado e um prejuízo operacional de 4,2 bi de dólares. Quem tá comprando, tá comprando o quê? A Starlink, os foguetes reutilizáveis, chaves, contratos bilionários com a NASA e governo americano. E a visão do Musk, ele fala que vai colonizar Marte.
Emílio Surita:Não, mas isso é meio— e os robôs? Quanto custa um robô? Eu quero comprar um robô.
Samy Dana:Eu quero comprar um robô.
Emílio Surita:É, mas olha, fazer ele de escravo igual eu faço com a Alexa.
Samy Dana:Alexa, vai aparecer assim, 20 a $4.400 funcionários milionários. De lá ele chegou aqui.
Emílio Surita:Você quer ter uns robôs?
Thiago Uberreich:Vai aparecer um sindicato para proteger o robô.
Samy Dana:Eu tiver contato, melhor.
Emílio Surita:Você quer um robô de escravo? Não, alguns.
Voz A:Fazer uma massagem, limpar o quarto.
Emílio Surita:Você viu que ele bateu numa criança?
Samy Dana:Olha lá, uma criança é folgada também.
Emílio Surita:Esse cai, esse cai.
Voz A:Esse é o de Neverland.
Samy Dana:Você tá falando do Karatê, né?
Emílio Surita:Eu quero o robô que bate em criança.
Voz A:Você viu o Fred do Carneiro?
Emílio Surita:Ele vai fazendo uma lutinha, então é o robô babá.
Samy Dana:E a criança sentiu. Ó, você tem uma ideia de parâmetro? A NVIDIA é a empresa mais valiosa do mundo.
Emílio Surita:Esse é bom, esse é bom. Com a peruca do Sami. Você já viu esse aí, Sami?
Samy Dana:Aí, esse eu gostei, que ele finge que ele tá brincando. Precisa ver o que a criança fez pro robô.
Voz A:Eu faço isso com criança e nem sou robô.
Samy Dana:A criança fica sacaneando o robô. É isso, ó. NVIDIA é a empresa mais valiosa do mundo. Você tem uma ideia? A NVIDIA é negociada por 35 vezes o valor da receita dela. A SpaceX tá 95 vezes. Então é uma aposta que nunca ninguém viu antes. Por que que ela vale tanto? Aí estão falando que não é sobre lucro imediato, é um negócio de longo prazo, monopólio da infraestrutura espacial que está construindo com a NASA. Agora vamos ver, né, o que que vai acontecer nos próximos Outra coisa, essa você eu posso falar da qual, mas tem uma coisa que você me mandou, Emílio, que eu achei muito legal. A gente tem um vídeo aí que o Bernardo deveria ter aprontado ontem, mas ele tá muito preguiçoso e só vai passar hoje.
Emílio Surita:Pode rodar. Eu não sei quando que as agências vão perceber que roubaram o negócio delas. Cada vez que contratam uma celebridade um influencer, um jogador de futebol, um qualquer, não representa nada daquela marca, mas é enfiado ali apenas na condição de pessoa famosa. Quando você faz isso, na verdade, você tá vendo o dinheiro sendo canalizado para esse cara, esse cara, essa mulher que estão ganhando dinheiro, a agência dele que tá ganhando dinheiro. É isso aí.
Samy Dana:Então, o que que eles tão falando? Que aí virou, ele falou assim, ó, antes você pensava numa campanha, tinha um propósito, você falava, não, eu vou contratar um jogador de futebol porque isso tem a ver com a Copa, vai criar uma história bacana, tem todo um enredo, contexto, até o negócio da número 1, foi o Romário que fazia o número 1, sabe? Isso. O Ronaldo também. E aí tinha uma polêmica, uma história, tinha uma agência, né? As agências Hoje você vê o influenciador e às vezes eu, muitas vezes vejo o nome de um produto que eu nem sei do que se trata, porque não tem uma história assim. Ah, é um cara que é famoso, mas não, o influencer acaba sendo maior do que o produto, mas não faz muito sentido. E a publicidade é meio que um caminho sem volta, eles perderam o mercado. Não é que o cara foi lá e perdeu para o concorrente, tomaram o negócio do cara. Então o que O que será? Eu acho que a gente vai ter uma reviravolta, porque eu acho que muitas campanhas acabam não voltando o dinheiro, porque tá, faz barulho na rede social, mas e aí?
Emílio Surita:Então, mas eu acho que isso aí, como a rede social, porque é novidade, né? Então quando uma coisa é nova, vem uma avalanche, e aí as coisas boas, lógico que vão ficar, e as coisas ruins vão ser, o próprio mercado faz essa divisão do que é bom e do que é ruim. Mas eu concordo também com esse publicitário aí que fala que as agências acabaram perdendo.
Samy Dana:Esse cara foi, né, nasca de pá, não é um cara qualquer não.
Emílio Surita:Então faz muito sentido essa, inclusive a gente podia trazer ele aqui para xingar as empresas. Para falar quais foram as campanhas que não valem a pena.
Voz A:É um cara do mercado, né?
Emílio Surita:Sim, é o mercado publicitário que é o que a gente tem aqui, a gente tem anunciantes. Depende desse, exatamente, exatamente.
Samy Dana:Acaba qualquer TV aberta, qualquer coisa.
Emílio Surita:Vamos lá, que agência tem muito canhoteiro, eles não gostam muito da gente, os criativos, criativos falam, eles são muito canhoteirinho, é a turma do cabelo azul. Mas a gente não tem preconceito, não, eu achei interessante, é uma visão, né?
Samy Dana:Porque todo mundo inflama muito os influenciadores, tudo, o cara publicitar, você vai pegar um grande influenciador, só porque ele é grande ele vai converter em vendas. Se você não criar uma história, não acontece nada. O influenciador bomba, mas o seu produto, seu serviço não vai ser vendido.
Emílio Surita:O trabalho da agência é criar uma história legal. Então ele tem Daniel Zuckerman, ah, eu vou colocar o Daniel Zuckerman nesse produto.
Samy Dana:Contexto.
Emílio Surita:Ele vai colocar num contexto, vai colocar numa embalagem bonita. Hoje em dia você pega simplesmente o cara que publica lá uma Foto com uma dancinha, uma dancinha, e beleza, sem um propósito.
Voz A:É, tá bom.
Emílio Surita:Bom, aula aqui do Liseu, é isso aí, do Lisão Guanais. Uma pequena aula para vocês, publicitário que a gente não sabe o nome.
Samy Dana:Não, não, eu sei, eu sei, eu não falei porque eu achei que vocês não iam poder ignorar. Sabe, chama Fábio Fernandes, ele é um ídolo. Icônico da publicidade brasileira, ex-líder da FNASCA, da SAT, por 25 anos. E ele fez essa crítica logo antes de Cannes, que tem os Leões de Cannes, que é um prêmio da publicidade. Então ele fez essa crítica falando o seguinte: ó, vocês estão comemorando aí esse Cannes, mas o negócio, o caldo entornou. Você já entornou o caldo alguma vez, Emílio?
Emílio Surita:Vamos trazer ele aqui para discutir.
Samy Dana:De preferência se ele nos contratar depois.
Voz A:Não, é isso, não precisa, não é uma chantagem.
Samy Dana:Não, não, ele vem de qualquer jeito, mas se ele contratar, vou ficar mais feliz. Muito bem, o Senado aprovou.
Emílio Surita:Você sabe por quê? Que em casa de publicitário não tem campainha, né? Por quê? Porque eles só querem receber aplausos. Vamos rir! Uma piadinha, uma piadinha do meio, uma piadinha É isso aí, Sâmio.
Samy Dana:Tem uma expressão boa também que eu lembrei, que é: goleiro que atrasa não adianta.
Emílio Surita:Acabou, Sâmio?
Samy Dana:Não, não acabou não.
Emílio Surita:Então vai.
Samy Dana:O Senado aprovou um projeto que cria uma linha especial de crédito rural para renegociação de dívidas de produtores. A medida é para aqueles caras, né, produtores do agro afetados por eventos climáticos extremos ou impactos econômicos de conflitos geopolíticos. Só que isso é uma pauta bomba. A Fazenda estima um custo de até 140 bi de dólares para o Tesouro nos próximos anos, o que evidentemente eleva a dívida pública. Eles pretendem tirar esse dinheiro dinheiro do pré-sal e de fundos regionais, e do Norte, do Nordeste, do Centro-Oeste, que é o FNO, FNE, FC, CO. E o projeto precisa passar pela Câmara. Qual que é o problema? Esse dinheiro, ele iria para educação e saúde, e aí tá indo para outro lugar. Isso acontece muito na política. Quando você não gosta do governo, do poder que tá atuando, se aprova pauta para ferrar ele financeiramente. Então você fala assim, ó, que eles vão gastar um monte. Eu acho que um socorro recorrente, ele mostra que o Estado vai sempre cobrir perdas excessivas e vai incentivar o cara tomar risco acima do razoável, que é, dadas proporções, o que se fala do Banco Master. E a última, rapidinho.
Voz A:Tá bom, já tá bom.
Emílio Surita:Muito, eu tenho que fazer aqui, ó.
Voz C:Chega, depois você liga para ele e fala.
Emílio Surita:Não, você fala para ele depois lá. Tiago tá vindo aí, ó.
Samy Dana:Segura aí, manda para mim.
Emílio Surita:Já teve até piadinha. Ó, aqui, ó, tá aqui o nosso produto campeão de audiência. A gente tava falando de coisas que vendem, e o legal é produto que vende porque é bom, certo?
Voz A:Dá resultado.
Emílio Surita:Então quer dizer, se você tem um produto bom, não tem erro. Pronto, o pessoal que consome, e a gente já, eu já tô consumindo esse magnésio aqui há 2 anos. Nossa, e tá funcionando. Você também tá?
Voz A:Também, eu amo.
Emílio Surita:E também tá funcionando.
Thiago Uberreich:Por quê?
Emílio Surita:Porque eu falei, eu vou experimentar. Quando eu experimentei, eu falei, opa, eu tava tomando durante o dia, certo? Aí falaram, olha, tome à noite que você vai dormir melhor. Toma umas 3 cápsulas à noite junto com o meu remédio de hipertenso.
Voz A:Ah, sim, eu sou um hipertenso.
Emílio Surita:Ajuda também, ajuda a manter. São 300 funções que ele tem no teu corpo, quer dizer, não é um negócio que— não é um remédio, mas também às vezes se você tá com a deficiência do magnésio, você pode dormir mal, você pode ficar mais nervoso, mais estressado, de dor, tem muita coisa que a falta do magnésio faz no seu corpo. Portanto, é muito importante você saber se você tem falta de magnésio ou não. E o detalhe é o seguinte: são apenas 2 cápsulas, tá bom? Porque esse aqui já tem os 5 tipos de magnésio com quelato, é o melhor que tem no mercado. Então vale a pena você também experimentar, experimenta 1 mês, se funcionar, 1 mês, quanto tempo é? É para a gente sentir a diferença.
Voz I:Eu costumo lançar um tipo um desafio, Emílio, de uma semana, 7 dias. Toma assim sem falhar nenhum dia, todas as noites toma 2 cápsulas, mas não deixa falhar e anota. 7 dias você já vai ver que você vai dormir bem, que é o que a gente mais observa, né? É uma coisa assim muito perceptível. Você acorda de manhã e você sabe que dormiu bem.
Emílio Surita:Disposição, opa!
Voz I:Muda a disposição, o humor. A pessoa já acorda de manhã com muita disposição, com bom humor, ao invés de acordar irritado ou irritada. Então ele é um suplemento que em uma semana você já vê resultado. Agora, é ideal que você faça por um mês, Emílio, porque você vai ver outros benefícios que demoram mais tempo para observar. O sono é na hora, já em uma semana.
Voz A:Para mim foi no primeiro dia, tá? Olha aí, para mim Eu também tomei, dormi maravilhosamente.
Voz I:Eu nunca tive problema de insônia, mas eu tinha um sono agitado demais. Se acordava de manhã, o lençol tá todo embrulhado, a pessoa vira demais na cama. Eu não tenho mais esse problema. Agora, outras coisas, por exemplo, a memória já demora perto aí de um mês para você começar a ver a diferença. Memória boa. Outra coisa que vai demorar mais ou menos um mês: concentração. Tem pessoas Emílio, que não consegue mais ler uma página de um livro, por incrível que pareça. Isso tá acontecendo com jovens, falta de foco, os jovens muito distraídos, tal do TDAH. A pessoa tá lendo e pensando em mil coisas, na hora que vai virar a página dá um branco, tem que reler a página de novo. Isso daí, com um mês usando esse suplemento, você vai ver o seu cérebro diminui a ansiedade, aquela pessoa Pessoa que vive numa pilha de ansiedade, não consegue concentrar na leitura, chega à noite, não consegue dormir porque o cérebro tá muito acelerado. A pessoa até dorme, mas não descansa. Presta atenção, você vai usar duas cápsulas à noite. Não é medicamento, é um suplemento, não tem contraindicações. Olha aqui o Emílio falando: toma junto com remédio para pressão alta. Porque você tomar junto com seu remédio, ele vai potencializar o efeito do medicamento. Por isso que é a diferença dessa fórmula que a Lirius fez. Você não tá comprando apenas magnésio, você tá comprando uma fórmula com 5 tipos de magnésio, feita de maneira equilibrada, os miligramas certos de cada um, e é todos eles magnésio quelato. Funciona, o resultado vem.
Emílio Surita:Vamos lá, vamos fazer uma promoção agora no 0800-787-9999. Se produz, só tem no telefone. Telefone e não adianta colocar o QR code, é só pelo telefone, porque tem a camisa do Brasil de presente, a oficial, a camisa bala do Brasil, aquela bonita que o Brasil vai trazer, o Hexa. Isso é clima de Copa! E é clima de Copa. Então você vai ligar agora, vai pagar só 20%, preço especial para você experimentar. A gente quer que você teste durante um mês. Testou durante o mês, vai levar uma camiseta especial Oficial para Copa. Quantas você tem no estoque?
Voz I:Nós temos 500 camisetas oficial do Brasil. Essa camisa, o legal é que você já vai entrar no clima de Copa.
Emílio Surita:É isso aí, então liga agora.
Voz I:Quero 800-787-9999. Liga agora e aproveita essa promoção. Mas o legal é que tem frete grátis e parcela.
Samy Dana:Show!
Emílio Surita:É isso aí, 0800-787-9999. Solte a vinheta que o Nosso convidado chegou.
Voz A:Programa de hoje, um baita escritor e jornalista. O cara é praticamente uma enciclopédia viva do esporte.
Thiago Uberreich:2010 é uma Copa tecnicamente fraca também, né? Na África do Sul.
Emílio Surita:África do Sul também não é assim tão longe, é logo ali.
Thiago Uberreich:Um dos maiores conhecedores de Copa del Mundo, nosso craque dos A Brasil vai chegar em 2026 com a mesma fila que a seleção do Tetra chegou, com 5 copas perdidas, né?
Voz A:Muitos aplausos para Thiago Uber!
Emílio Surita:Thiago, o reino do Uber!
Voz A:É isso aí, tá vendo?
Emílio Surita:Vocês falarem, é o reino do Uber.
Thiago Uberreich:Ó, ó, aqui, ó, acabou de sair, aí sim, acabou de sair, vai ter Vai ter autógrafo, mas a gente tem que esperar passar um pouco a Copa, né? Mas daqui a uma semana já vai começar a vender, livraria já tá em pré-venda na Amazon para quem quiser comprar.
Emílio Surita:Você que já tem, eu tenho toda coleção aqui agora, ó, aqui, ó, 70, né? 58, foi pela 58, tá aqui. 62, que é aquela do Garrincha, certo? Aí tem 70, que é do Pelé, que eles colocaram a série 1P. Pelé, covarde pra caramba. Pelé mole. Pelé frouxo. Vou te falar, viu? Que série vagabunda essa. Ah, TV de 90. Não, colocar o Pelé, sacanagem.
Thiago Uberreich:Eu vi você falando nessa semana.
Emílio Surita:Que é isso, viu?
Voz A:Tá brincando.
Thiago Uberreich:O Pelé podia ser tudo, mas não era frouxo, né?
Emílio Surita:Colocaram um Pelé frouxo. E agora 2002, que saiu agora, que é a coleção. Você acha que vai sair 26?
Thiago Uberreich:Olha, tem gente brincando, viu, Emílio? Primeiro, é uma honra tá aqui. Só vocês para me fazer não tá de terno aqui, tá vendo? Só nosso companheiro aqui, as pessoas estão brincando porque ou o Brasil traz o Hexa, isso, ou chega o Hexa 6 vezes sem ser campeão do mundo. O Brasil nunca ficou 6 vezes, 6 Copas seguidas sem ganhar, sem ganhar. De 30 a 58, como não teve as Copas de 42 e 46, foram 5 Copas perdidas. 70 a 94 também também 5 Copas perdidas. E agora a gente tá igualando essa marca dos 24 anos sem título. Caramba, de 70 para 94 foram 24 anos, e agora de 2002 para 2026, 24 anos. O que eu sei é o seguinte: não dá para fazer projeção nenhuma de Copa do Mundo antes, porque aí a gente fala: ah, o Brasil vai ser campeão, ou a França vai ser campeã. Aí o pessoal recorta e vira meme, né?
Emílio Surita:Olha, esse sujeito aí falou que o Brasil ia ser campeão.
Thiago Uberreich:E tal. Eu não sei se vocês se lembram da Copa de 2014. Opa, aquele tal do grupo da morte que tinha Inglaterra, Itália, Uruguai e Costa Rica.
Voz F:Lembro.
Thiago Uberreich:Se a gente fosse fazer um bolão aqui, Costa Rica passou em primeiro. Pois é, quem que a gente ia imaginar que a Costa Rica ia ficar em primeiro e Uruguai em segundo, né? Então não tem como fazer palpite. E ainda mais nessa Copa, que é uma Copa longa, 48 seleções, tem mais chance Parece para zebra. Então assim, tudo está em aberto. O Brasil não é a maior força dessa Copa. A França tem o maior elenco. Acho que a Argentina tá na frente, Portugal na frente, Espanha.
Emílio Surita:Espanha, Espanha, único que, tirando o Brasil, Espanha, Espanha pode ser, pode levar. Agora deixa eu falar uma coisa para você, Thiago, você que domina isso aí. Eu acho que essa Copa o Brasil tem que jogar no esquema Carilli. Pois é, para ganhar, né, 2 goleiros no esquema Carilli, ganhar de 1 a 0, sabe? Aquele parreirão, seleção de 94, aquele jogo feio, jogo feio, mas ganha. Aquele jogo feio, aí ele tem chance, porque não tem quadrado mágico, não tem, não tem, não tem aquele clima, né? Não tem, né?
Thiago Uberreich:O Brasil não fabrica mais craques como em outros tempos. Nós temos bons jogadores, mas falta um Romário, falta um Ronaldo Fenômeno, falta um Rivaldo, mas a Alemanha que ganhou aqui também não tinha nenhum craque. Pois é, não tinha, mas era uma seleção muito bem montada. Eu acho que assim, se o Ancelotti conseguir montar uma base, pelo menos— e o problema é que o Brasil tá atrasado, né? Nós tivemos esses dois amistosos recentes aí que geraram mais dúvidas do que certezas, né? Com Wesley foi cortado e tal. Então assim, a maior estrela da seleção brasileira, por incrível que pareça, é italiana, né? Está no banco de reservas. Mas se ele conseguir montar uma base, uma equipe eficiente, o Brasil pode ir longe, né? Agora, eu tô muito invocado. Vocês viram esse economista alemão que é o que acertou as 3, os últimos ganhadores Das Copas. O que que ele disse para essa Copa aqui? Que a Holanda vai ser campeão do mundo ganhando de Portugal na final, e o Brasil vai ser eliminado pelo Japão, poxa, na fase pré-oitavas de final.
Voz A:Eu não quero acreditar.
Emílio Surita:Agora eu conversei com o filho do Ancelotti, o filho, o Ancelotti, o cara que cuida dos negócios do velho. E o Ancelottinho falou o seguinte, Falou, Emílio, é o seguinte: papai, papai, o objetivo de papai é 2030. É que ele já renovou o contrato. O Ancelotti tá aí com essa seleção, tanto é que ele não fez quantos jogos ele tem, ele nem conhece, ele nem conhece o nome dos jogadores, nem conhece os caras, chama de menino, menino, bambino, já chama pelo número. O coiso, ele não sabe bosta nenhuma, o velho. O menino não toca nem bola. Então ele falou o seguinte, falou: pode escrever aí, o velho vai trazer o caneco em tinta. Agora se vier é só.
Voz C:Agora quem se vende, o que vier é lucro, né?
Emílio Surita:O que vier é lucro. É isso aí.
Thiago Uberreich:É, o que eu acho assim, o Brasil tem bons jogadores que estão se formando, o próprio Hendrik, e eu lamento que o Estevão não esteja nessa roda.
Samy Dana:Joga muito, joga bem.
Thiago Uberreich:É lamentável. E não tem essa questão de idade. Poxa vida, o Pelé foi levado pelo Paulo Machado de Carvalho para Copa de 58 e ele tava machucado porque ele levou um pontapé num jogo contra o Corinthians aqui no Pacaembu. Quando Deus olha para um cara que tá aqui na terra, perdeu por 5 a 0 da Seleção Brasileira aqui no Pacaembu, e ele levou uma trombada de um jogador chamado Ari Clemente. E aí no último momento ele fez um teste e foi aprovado para ir para Copa do Mundo. E foi só isso, ele ganhou uma Copa com 17 anos, não tem problema, é pouca idade.
Emílio Surita:Mas era banco. Meu Deus, e é por isso que eu quero perguntar, menino Hendrik, meu menino, pelo amor de Deus, tá jogando muito, no pique, vamos lá, Uber Light, você acha que menino Hendrik vai ser uma surpresa que ninguém tá esperando muito? Menino Hendrik, que ele quer brilhar, para brilhar lá fora que ele tá preterido muito bem, todo mundo sabe, né, Europa, no pique, menino Hendrik, sua opinião.
Thiago Uberreich:Grande e saudoso Roberto Avalone, né. Olha, eu torço muito para o Hendrik e ele já mostrou que tem estrela. Essa coisa de idade, ele não tá nem aí. Exatamente. Lembra, ele fez gol contra a Inglaterra, fez gol no amistoso contra a Espanha que foi 3x3. Então assim, ele tem estrela. Se bobear, o que eu acho é o seguinte: se você pega as 5 Copas que o Brasil ganhou, só a de 70 praticamente foi da primeira partida até a última com a mesma equipe, né? Claro, com algumas mudanças durante os jogos e tal, por causa de questões de lesões, de lesão. E tal. Mas então, o jogo do Brasil amanhã contra o Marrocos, a seleção que vai estrear, eu garanto que não é a que vai continuar. O Antelotti vai ter que mudar. Exato. Então assim, eu não descarto do Hendrik virar um titular. Ele não deve começar, não sei se já saiu a escalação, que ele ia dar uma coletiva agora de manhã.
Samy Dana:Acho que o Danilo vai jogar.
Emílio Surita:O Danilo vai jogar. Mas, Thiago, sim, mas tá tudo, toda seleção estão mais ou menos, eles vão se encontrar no meio da competição. Uma Copa sempre assim, né?
Thiago Uberreich:A Aproveitando, temos zebra. A França vai estrear contra Senegal. Lembra que em 2002, ainda quando a FIFA colocava o campeão da Copa anterior para abrir o Mundial, o Senegal ganhou da França por 1 a 0? Tinha o Zidane em campo, entendeu? Zidane tava machucado, pois entrou, enfim. Mas qualquer forma, assim, teremos zebra nessa Copa. Não tô dizendo que Curaçao vai ser campeão do mundo, mas teremos zebra nessa Copa.
Voz A:Não sei do Japão eliminando o Brasil, mas histórias dos seus livros, que aí você tem 5 livros do Penta. Alguma vez no primeiro jogo o Brasil perdeu? Eu digo isso porque vai enfrentar o Marrocos, e o Marrocos tem 16 vitórias consecutivas.
Thiago Uberreich:É, o Marrocos perdeu agora 2 grandes jogadores, né, por contusão. Então o Marrocos não vai com toda a força. Agora vou dar uma estatística para vocês. Todo mundo sabe que o Brasil é a única seleção que disputou todas as Copas do Mundo desde 1930. Então são 23 Copas agora. Essa Copa agora é a 13ª. O Brasil só perdeu duas vezes, em 30 e 34. Em 30 perdeu para Iugoslávia por 2 a 1. Em 34 fez só um jogo porque foi uma Copa que a FIFA não fez grupo.
Emílio Surita:34 era do Mussolini, né? Foi comprada pelo Mussolini. O Brasil comprou a Copa do Brasil, perdeu da Espanha, jogou brasileiro, né? O Filó jogou 38.
Thiago Uberreich:Anfilóquio Marques Guarizi jogava no Corinthians. Ele é Primeiro brasileiro campeão do mundo, mas ele tava na Itália e não entrou em campo.
Emílio Surita:Então assim, foi 38, foi 34, 34 que a Itália ganhar.
Thiago Uberreich:Itália bicampeã, 34 e 38. Então assim, a última vez que o Brasil perdeu em uma estreia foi em 34, gente. Não dá para achar que o Brasil vai perder do Marrocos amanhã.
Emílio Surita:Bom recortar isso aqui, o Brasil perde amanhã, mas 38, o Brasil foi terceiro, não foi?
Thiago Uberreich:38 é a Primeira grande Copa da Seleção Brasileira, Leônidas da Silva, que já tinha jogado em 34. E a Copa de 38, aí está a seleção brasileira. Esse é o jogo contra Polônia, o Brasil venceu por 6 a 5 na estreia. E em 38, para você ter uma ideia, foi a primeira vez que o governo brasileiro se preocupou com a seleção. Era ditadura do Vargas, né, do Estado Novo. Aí tinha até uma campanha do selo para as pessoas mandarem cartas, comprarem um selo da Copa O dinheiro arrecadado ia para financiar a seleção brasileira na França. A Copa de 38 foi na França. E aí, além de uma boa seleção, além dessa campanha do selo, o apoio do governo de Getúlio Vargas, foi a primeira Copa transmitida ao vivo para o Brasil pelo rádio.
Emílio Surita:Pelo rádio.
Thiago Uberreich:Um locutor chamado Leonardo Galeano Neto, um locutor pernambucano, e ele usava as linhas de transmissão do exército da França. Por ondas curtas para chegar até o Brasil.
Emílio Surita:Que bacana, meu! É muito legal, esse cara manja muito, hein, Thiago? Manja completo. Não é só puta jornalista também, mas aí também a gente já vai ficar o programa inteiro falando.
Thiago Uberreich:Pessoal vê, ué, mas ele é o que fica falando de política inteiro.
Emílio Surita:Muito legal, esse aqui tem muita, muita informação para você, né, os títulos do Brasil e tal. Mas dentro aqui, e olha, é muito bonita coleção, né? Muito caprichado. Puxado, porque tem as fotos, tem, olha só, tem o Pelé mocinho. Acabaram com o Pelé. Por que os cara fizeram isso com o Pelé nesse documentário? Que o Pelé tinha medo.
Thiago Uberreich:Olha, eu vi o comentário de vocês aí nessa semana, né? Essa série é o que eu falei até nas redes sociais, eles transformaram, na minha avaliação, na minha humilde avaliação, é a melhor seleção, a maior seleção que o Brasil já teve. Mesmo as pessoas que gostam da seleção de 82 protestam e tal, mas é uma seleção que ganhou a de 70 com 19 gols em 6 jogos, ganhando todos os jogos. E eles transformaram a maior conquista da seleção literalmente em um dramalhão mexicano.
Emílio Surita:É isso aí.
Thiago Uberreich:Assim, talvez quem não conheça a história a fundo, quem nunca ouviu falar da seleção de 70— eu vi até uma pessoa falando, olha, eu não conhecia a campanha da seleção. Aí quando chegou lá jogo contra o Uruguai na semifinal, que o Brasil saiu perdendo por 1 a 0, eu comecei a torcer para a seleção. Então assim, é uma série visualmente bonita, a gente pode fazer algumas críticas de algumas caracterizações de personagens. Agora, é muito difícil você fazer ficção em cima de futebol, né? Então assim, eles trazem o Pelé como se fosse ruim de grupo, o Félix. Aliás, a Patrícia Venerando, que é uma das filhas do Félix, ela está revoltada com o que a série fez com o Félix, como se ele fosse alguém medroso. Lá tem um erro, ele usa luva só na final, ele não quebrou dedo nenhum, não machucou coisa nenhuma, entendeu? E outra coisa, inventado, não é uma moda, a história que o Pelé e o Saldanha teriam ido numa igreja, gente, isso não existe, isso não existe.
Voz A:Saiu escondido, não queriam sequestrar o Pelé.
Thiago Uberreich:Olha, essa história do sequestro do Pelé, eu pesquisando os jornais, tinha uma informação que o governo militar chegou a fazer um alerta para o Pelé. Essa história não é inverídica, né? Agora, o Tostão escreveu na Folha de São Paulo, ele é um grande colunista da Folha, desmentindo a informação. Ele não pediu coisa nenhuma para entrar em campo, coisa nenhuma para entrar em campo. Ele já era titular nas eliminatórias, aí ele teve o problema no olho da Argentina. E aí ele foi dúvida por causa de questões físicas, mas o Zagallo esperou até o último jogo antes do Brasil viajar para o México. Último jogo foi um amistoso aqui no Maracanã em abril, no finzinho de abril, contra a Áustria, que o Brasil ganhou de 1 a 0 com gol do Rivellino. E aí o Zagallo se convenceu que o Tostão e o Pelé poderiam jogar juntos, né? Era o melhor esquema para enfrentar grandes seleções em 70. E só para deixar aqui: das 5 seleções brasileiras campeãs do mundo, a seleção de 70 enfrenta 3 campeões. Veja só, enfrenta a Itália na final, enfrenta a Inglaterra no segundo jogo e Uruguai.
Emílio Surita:É, mas só fazer um break agora, ó, é o seguinte: já temos a pré-venda. Então se você quiser, você já pode pedir aí nas livrarias, na Amazon, no Mercado Livre. Mercado Livre também tem, também tem, eles vendem, os livreiros compram e distribuem. Você procura lá Brasil é Penta 2002, Thiago Morales, que é o cara que fez todo esse— você vai relembrar aqui os grandes momentos. E eu vou dizer para você, é um documento muito bacana e tem a coleção inteira. Você pode já pedir tudo, de 58 a 2002. Eu vou fazer o break do Reginaldo agora. Vai lá, Reginaldo. Então os caras estavam falando, porque por exemplo, que nem essa seleção aí, a seleção do Saldanha, era o Santos e o Botafogo, né? A defesa inteira era do Santos, que era o Rildo, mas o Rildo tava machucado, né? O Rildo era lateral esquerdo.
Thiago Uberreich:O Rildo não foi para a Copa de 70, o Rildo foi para 66.
Emílio Surita:Isso.
Thiago Uberreich:E até faz o gol contra Portugal.
Emílio Surita:Isso era o O Joel Camargo, que foi, né, ele foi para essas, foi o Zé, o lateral era o Zé Maria e o Carlos Alberto.
Thiago Uberreich:E aí nós temos a zaga, né. Aliás, ontem faleceu o Brito, campeão do mundo de 70, que foi o jogador mais bem preparado.
Emílio Surita:Comeu o cartão amarelo, comeu o cartão amarelo, o juiz veio, deu o cartão amarelo, ele pegou o cartão amarelo e comeu o cartão Só me faz isso. A Copa de 70 foi a primeira que teve cartão, né?
Thiago Uberreich:Foi a primeira que teve cartão e substituições. E aliás, só um adendo, a gente ouviu o nosso querido José Val Peixoto narrando, né? Todos os livros têm QR codes para as pessoas ouvirem as narrações de áudio das Copas, né? De uma coleção minha, enfim, que eu disponibilizo, tem no Spotify, é só digitar o meu nome no Spotify que você encontra os áudios de todas as Copas, né? Porque o livro continua depois que você lê, ou durante a sua leitura. Você tem um capítulo, sei lá, Brasil 4, Itália 1 da final. Aí você vai no QR code e ouve o jogo inteiro, narração do Joseval, do Fiore Gigliotti, do Pedro Luiz. É um documento histórico, né, para as pessoas viajarem no Rio.
Emílio Surita:Isso aqui deve ter dado um trabalho, porque normalmente a gente vê, e tem muito em livraria agora, os livros de Copas do Mundo, mas não tem essa preocupação, não tem essa profundidade. Qualidade disso aqui, olha só, porque é tudo bonitinho, todas tem todos os jogos. Pô, é muito legal, cara, eu sou muito fã dessa coleção.
Samy Dana:Tiago, ele é um colecionador, queria que você falasse um pouco, porque não é, claro, um par da sua coleção você usou para escrever o livro, para fazer esses áudios, mas eu queria que você falasse o que que você tem de coleção de futebol, só sobre futebol.
Thiago Uberreich:Quando eu conto essa história, as pessoas falam: mas esse cara é completamente maluco! E eu não tenho dúvida disso, né? Eu, quando tinha com 13 anos. Eu tenho 49 hoje, com 13 anos, lá na época da Copa de 90, eu comecei a gravar os jogos na fita VHS, porque não tinha YouTube, não tinha rede social, não tinha nada, mal tinha TV a cabo aqui. E aí eu comecei a gravar. Quando eu vi, eu tava com 500 fitas VHS na minha casa. E aí depois veio o DVD, eu passei tudo para DVD, levei 6 anos. Eu já trabalhava aqui na Jovem Pan, eu passei 6 anos fazendo as A conversão. E aí depois veio o HD externo, aí eu peguei todos esses quase 3 mil DVDs e passei. Enquanto isso eu fui conseguindo outras coisas, outras gravações. Ano passado eu consegui praticamente todas as gravações da Copa de 70 originais, da televisão da época, com o som original. Os jogos não são raros, né? Mas quem for no meu Instagram tem lá o link até do Google Drive que as pessoas podem ouvir ouvir as narrações do Geraldo José de Almeida, do Fernando Solera. E aí é bom para quem ouvir.
Emílio Surita:Isso tá no áudio?
Thiago Uberreich:Isso também tá no áudio, no QR code.
Emílio Surita:Você vai comprar o livro e aí você vai ter o QR code que você vai ouvir o áudio dessas narrações.
Thiago Uberreich:Tanto é que o Saldanha, o Saldanha nessa série, ele, ele, ele na série ele maltrata o Zagallo, critica muito o Zagallo. Aí se você ouvir as narrações originais essa época, o Saldanha nunca levanta a voz contra o Zagallo. O Saldanha faz algumas críticas à seleção, porque ele era um analista esportivo, comentarista esportivo, aliás, um dos maiores, porque ele conhecia profundamente, foi técnico no fim dos anos 50, campeão com o Botafogo. E aí tem essa história, por que que ele foi escolhido? Porque ele era comunista, né, o Brasil vivia o regime militar, ele era o maior crítico da seleção. Então a tentativa que eles fizeram era de calar o maior crítico da seleção. Mas aí ele classifica o Brasil, e aí tem aquele entreveiro com, em relação ao Darío, da Maravilha. E aí começam a pensar: e aí, se ele for campeão do mundo, como é que pode um comunista ser campeão do mundo com a seleção brasileira? Mas não foi por causa disso. Eu vi que você falou do Justric outro dia, né, que ele entrou armado, já tinha entrado em 67, ele entrou armado contra o Manga.
Emílio Surita:Contra o Bangu, né?
Thiago Uberreich:E ele repetiu a dose contra o Justrich. Ele entrou na concentração e queria pegar o Justrich. E aí resolveram mandar ele embora. Aí veio Zagallo, ele assume a seleção, faltando 78 dias para o Brasil estrear contra a Tchecoslováquia, né? Então é bom você ouvir os áudios da época para você aprender e saber.
Emílio Surita:Vocês que faltou esse trabalho com a turma da série, faltou dar uma pesquisada, ligar para você, falou: tchau, dá uma força.
Samy Dana:Podia ter ajudado, hein, Thiago?
Thiago Uberreich:Posso dar um furo aqui? Eu nunca falei isso para ninguém. Há uns 2 anos esse pessoal da O2 me procurou, né? E eles fizeram uma pré-conversa comigo. Ah, a gente não sabe o que vai fazer, se é um documentário, se é do Meirelles, né? Isso, mas é a que fez essa série aí, bela produtora. E aí eu conversei com 2 pessoas, mas foi uma conversa só, não teve nenhuma remuneração, muito pelo Ao contrário, eles tinham o meu livro, eles falaram: "Ó, a gente vai usar alguma coisa e tal." Mas assim, gente, é uma série ficcional, porque não necessariamente o que eles passaram pra produção foi utilizado.
Emílio Surita:Ah, mas aí é um desrespeito. É lógico, é lógico.
Voz C:Deixaram de falar com o Thiago, aí foram com dois professores da USP, aí fizeram a série.
Emílio Surita:Isso aí, sem querer, mas...
Samy Dana:Por exemplo, muitas crianças, por exemplo, o Pirilico, o grande Pirilico, vê a série porque ele não sabe a história, então ele tá aprendendo. Entendendo meio, ele acha que foi aquilo que aconteceu.
Emílio Surita:É o que você falou, o futebol não dá pra ser ficcional. É uma história contada.
Thiago Uberreich:É muito difícil você reproduzir jogadas, né? E olha que eu acho que a série nesse ponto acerta, entendeu? As redes escuras lá do Estádio Jalisco de Guadalajara, aquilo é tudo muito bonito, entendeu? Faz muito, mexe muito com a memória afetiva, principalmente de quem viveu aquela Copa, né? Mas enfim, eles derrapam, né? Essas coisas, eu acho que eles poderiam ter seguido um pouco mais à risca o que efetivamente aconteceu.
Emílio Surita:Tem um depoimento do Parreira, Parreira tava lá, e ele era preparador físico da seleção, ele contando, Pelé disse que ele chega, disse que Pelé chega, fala: ó, vamos fazer uma reunião, ó, nós não vamos perder essa Copa, hein, nós não vamos perder essa Copa do Mundo. E na série, na série, o Pelé tá com medo, tá medroso, pois é, não sei para quê. Gostei do Parreira também, o Parreira, o cara mais empatado. O Pelé parece, mas independente, o Parreira não, o Zagallo.
Voz A:O Zagallo é bom, o Mazzeo, eu gostei.
Emílio Surita:Você vai ter que me engolir, ele nunca falou isso, seu Betinho, ele nunca falou isso.
Thiago Uberreich:Essa frase é de 97, gente, essa frase é de 97.
Voz A:Os caras dão uma forçada.
Thiago Uberreich:E uma outra coisa que acho que ninguém falou, o Zagallo tinha 39 anos em 1970, o Pelé tinha 29. 19. Ou seja, não é como o Ancelotti com quase 70 e o Hendrik com 19. Eles eram muito próximos de idade. E o Pelé e o Zagallo jogaram juntos. Sim. Então não tinha desrespeito do Zagallo com ninguém. Ele não falava palavrão no vestiário.
Voz C:Mas, Thiago, a impressão que dá, e a série passa isso, é que o Zagallo não fez nada. O João Saldanha fez o time e falou, ó, exatamente.
Emílio Surita:Porque, né, porque será Mas ó, mas essa Copa, por exemplo, teve um treinamento físico ferrado.
Thiago Uberreich:Sim, foi um treinamento militar.
Voz A:Olha os agarros!
Emílio Surita:E eles ficaram 3 meses, muito tempo, 3 meses treinando.
Thiago Uberreich:Tinha muito mais tempo, né?
Emílio Surita:Por isso também que o Brasil, ele ganhou dos times europeus, porque o time europeu já vem sempre no final da temporada, né? Aí ele pegou a Itália bagaçada porque tinha feito a semifinal com a Alemanha. Para mim é o melhor jogo da história. Puta, jogaço esse jogo! Você já viram esse jogo ou não? 4 a 3.
Thiago Uberreich:Tem no YouTube. A prorrogação desse jogo é espetacular. Que ele joga com Beckenbauer, joga com o braço na tipóia.
Emílio Surita:Olha o cara macho, caramba, velho! O cara quebrou o coisa, ele joga com a tipóia. E ele joga com a tipóia. Maravilhoso.
Thiago Uberreich:E você falou da preparação da seleção, estava em voga na época o tal do método Cooper, né, que eles corriam tantos quilômetros e tal. E para você pegar os placares dos jogos, o Brasil faz 6 jogos, faz 19 gols. E para você ver, o Brasil subia de produção no segundo tempo quando os europeus caíam de produção. Dos 19, o Brasil marcou 12 gols só no segundo tempo. E dos 6 jogos, o Brasil só foi ganhando o jogo contra a Romênia, que foi o terceiro, e as quartas de final contra o Peru. O resto foi tudo empatando. O Brasil subia de produção no segundo tempo e os europeus caíam. A Tchecoslováquia da estreia desabou no segundo tempo, né? E o Brasil venceu por 4 a 1.
Emílio Surita:É que era um puta de um calor lá também, né? Calor mexicano na altitude, né? Porque Azteca é altitude, né?
Thiago Uberreich:O estádio Azteca, o Jalisco, né, em O Azteca. E eles foram muito antes para justamente fazer essa preparação por causa, por causa da altitude.
Emílio Surita:O nosso reizinho tem uma pergunta aqui, ó.
Thiago Uberreich:Manda ver, manda ver.
Emílio Surita:Desculpa, desculpa.
Thiago Uberreich:Mas assim, imagina, você tá aqui para isso. Sobrinho de 8 anos, o Rei Pelé aqui, né?
Emílio Surita:O Rei Xandão. O rei tem 8 anos, meu sobrinho. Beijo, Enzola. Ele mandou, meu pai também mandou um abraço. E ele, a pergunta dele, achei até pertinente por isso. Tio, pergunta para o o título do livro: "Se fosse o Pelé jogasse hoje em dia, as pessoas da TV e do celular, das redes sociais, ficariam reclamando dele igual fazem com o menino Ney?" Que que você acha? Boa pergunta.
Thiago Uberreich:Não, acho que não reclamariam, né? O Pelé, se você vê os jogos de 1970, né, o Pelé tem uma soma de absolutamente tudo. Ele é um jogador inteligente, ele é um jogador habilidoso, fisicamente perfeito, o Pelé, né? Porque você vê os jogos lá dos anos 60, 70. Bom, o primeiro gol que ele faz na final de 70, o único gol dele na final de 70, ele sobe depois do Burnic, que é o jogador da Itália. O Burnic desce, ele ainda tá no ar. Não é exagero falar isso.
Emílio Surita:Olha lá, esse foi 1 a 0, né?
Thiago Uberreich:E esse narrador é o Pedro Luiz.
Emílio Surita:Pedro Luiz.
Thiago Uberreich:E aí, veja, o Pelé não era pedroso. Tanto é que eu vi vocês falando, né, ele dá uma cotovelada no jogador 15 do Uruguai, que era o Fontes. Por quê? Porque o Pelé, no começo do segundo tempo, ele pega uma bola praticamente no meio-campo e começa a driblar todo mundo, e ele é derrubado na entrada da área. Tanto é que o árbitro não dá pênalti, ele dá a falta fora da área. Mas quando o Pelé cai, esse Fontes pisa nele. E aí, mas não deu um minuto depois, não deu um minuto depois, o Pelé vai pela linha pela esquerda, e o Fontes vai perseguindo. O Pelé vira cotovelado e o juiz dá falta a favor do Brasil.
Emílio Surita:O Leonardo tentou fazer isso lá em 94.
Samy Dana:Foi.
Voz C:Mas olha, eu vou defender o Leonardo.
Thiago Uberreich:O Leonardo não era um jogador violento, mas ele foi imprudente, claro, né? Tanto é que quando ele dá cotovelada, ele não olha. Tem aí essa série, essa série não, é o documentário do Teta, né, que tá na Netflix. E eu tenho duas participações lá, inclusive, né? Ele dá cotovelada, mas foi um fato que marcou muito essa conquista do tetra, porque se não fosse isso, o Branco não entraria talvez no jogo contra a Holanda e fizesse o gol da classificação.
Samy Dana:O Romário faz uma esquiva do Matrix.
Voz A:E a imprensa que desde 70 também que criticava o Pelé, mas ainda continua muitos colegas seus que tem ainda a parte mais de esquerda e critica o Neymar não pelo jogo. O que que você acha? Que o Neymar ele tem bola para estar na Copa?
Thiago Uberreich:Eu acho assim, eu acho Começa assim, você politizar uma Copa do Mundo é muito complicado, né? Mas assim, futebol e política estão sempre misturados, né? Não tem o que fazer. Tanto é que em 94, quando a gente fala da campanha do tetra, da conquista do tetra, tinha muitos jornalistas de esquerda, porque o presidente era o Itamar Franco em 93, 94. Em 94 nós tivemos a eleição e Fernando Henrique foi eleito por causa do Plano Real. E aí muitos Daí um jornalista me contou que tinha uma campanha de alguns jornalistas contra a seleção, porque se por acaso o Fernando Henrique ganhasse a eleição, o Brasil ganhasse a Copa, ia ser um incentivo para o Fernando Henrique ganhar a eleição, ou ele seria votado.
Emílio Surita:Não tem muita lógica.
Thiago Uberreich:Não tem, eu também acho que não tem.
Emílio Surita:Porque, por exemplo, você pegar o Brasil ganhou com os milico em 70, eram os milico. E 58, quem era?
Thiago Uberreich:JK.
Emílio Surita:JK. 62 era o O Jango, o Jango, era o Jango. Ganhou com comunista, ganhou com, com o time.
Voz A:E o Neymar tem que estar lá.
Emílio Surita:O Lula colocou a camisa do Bolsonaro, olha lá, ó. Você viu ou não? Você não viu o Lula? O Sidônio obrigou ele, ele queria azul, ele queria azul.
Thiago Uberreich:Pronto, tentar dissociar do bolsonarismo. Mas enfim, todas das conquistas do Brasil, de uma certa maneira os presidentes se aproveitam, né? O Juscelino Kubitschek, essa história muito legal que tá no livro, Juscelino Kubitschek, antes do Brasil embarcar, chama Dr. Paulo Machado de Carvalho para conversar. E ele pede a chave do Brasil em 58, era a Áustria, a Inglaterra e a União Soviética, né, da Cortina de Ferro, os comunistas e tudo mais. E aí o Juscelino E ele pede, tá lá o Juscelino, né, isso é no Palácio do Catete, depois que o Brasil volta campeão do mundo, ele entrega—
Emílio Surita:Que era no Rio de Janeiro.
Thiago Uberreich:A sede ainda era no Rio.
Emílio Surita:Era no Rio.
Thiago Uberreich:E ele já tava se esforçando pra levar a capital pra Brasília, pro Planalto Central. E aí ele pede pro Dr. Paulo Machado de Carvalho: "Olha, desejo boa sorte pra vocês na Copa do Mundo, mas ganhem da União Soviética." Porque tinha toda essa mitologia da questão política, veja só.
Emílio Surita:Diz que na época do antifascismo, eles falavam nos Estados Unidos, eles falavam que futebol era coisa de comunista porque era um esporte europeu. Então eles têm lá o basquete, que é esporte de lá, que é beisebol, aquela gente. Eles falavam: futebol é coisa de comunista. É comunista, é coisa de comunista.
Thiago Uberreich:E o Brasil ganha da União Soviética com a estreia do Pelé e do Garrincha, né?
Emílio Surita:O Brasil jogou contra a União Soviética?
Thiago Uberreich:Não, em 66 o Brasil estreou, ganhou da Bulgária Itália por 2 a 0, aí perdeu da Hungria e perdeu de Portugal.
Emílio Surita:Mas esse jogo Brasil e Hungria de 66 tem no YouTube, tem, puta jogaço, hein?
Thiago Uberreich:É um grande jogo. E tem o famoso Brasil e Hungria de 54, que é em Berna, a Batalha de Berna, que o Brasil perde por 4 a 2, né?
Emílio Surita:Mas esse time da Hungria de 66 era muito bom também.
Thiago Uberreich:Acho que o de 54 era melhor. O Brasil, a Hungria de 54 fez 27 gols em 5 jogos só.
Emílio Surita:Veja só, caramba!
Thiago Uberreich:Agora não me pergunte como eu sei isso aí.
Voz A:Impressionante, o cara é uma enciclopédia, o Tiagão, né, meu? Ele sabe tudo, cara.
Emílio Surita:É, mas Copa é gostoso, né? Vamos! O que que você achou da Copa ser assim? No próximo vai ser, diz que Toronto, diz que Toronto, eu tenho informação, diz que Toronto é só gambiarra no estádio, hein?
Thiago Uberreich:Esses estádios tão ruins, sei lá, né?
Emílio Surita:Porque não Porque aqui foi brigado, né?
Thiago Uberreich:Dizem que não tem muito público em Toronto, né? Vazio e tal.
Emílio Surita:Estádio ruim também.
Thiago Uberreich:Agora, você fazer em 3 Copas, por exemplo, a Copa de 2002 foi Japão e Coreia. Países pequenos, próximos, com trem-bala e tal. Agora você fazer uma Copa em 3 países de dimensões continentais, eu acho muito ruim ter os deslocamentos e tal. O Sami tava falando na próxima Copa, a próxima Copa vai ser pior ainda. Europa, aqui na América do Sul, Paraguai, Argentina e Uruguai. Na Europa, Espanha e Portugal, e ainda o Marrocos. Como é que você faz uma Copa assim?
Emílio Surita:Já tá decidido, é para eles bolarem, para ganhar mais dinheiro.
Thiago Uberreich:Lógico, em 34 vai ser na Arábia Saudita. E a Copa com 48 seleções, para mim, eu acho uma besteira que a FIFA fez. Claro, eles vão encher os cofres lá de dinheiro, né? Mas eu acho que a Copa com 32 seleções era mais justa, porque não tinha aquela história dos 3, dos terceiros melhores sendo repescados.
Emílio Surita:Agora só vai ter 8. Não, tem, tem muito jogo, pô. Tem a chave da vida, você viu a chave da vida? A chave da vida é o quê? É Suíça em— o Albeta, chave da vida.
Thiago Uberreich:Suíça é o grupo da Suíça, é o Canadá, Bósnia. Isso, tem a Suíça e tem Haiti.
Emílio Surita:Haiti é Brasil, né? Canadá, Catar, vai lá, Bósnia, Catar, chave da vida, chave da velha, ó, que chave fácil! Bósnia e Catar, aí você já vai perder uma. Que merda!
Samy Dana:Das 48 seleções, 32 passam para a próxima fase, ou seja, a maioria.
Thiago Uberreich:Pois é, passam 24 entre primeiro e segundo, depois tem arrepescagem. Isso é terrível. Em 90, você se lembra, Emílio? Ah, vai ter arrepescagem ou são os melhores? Os melhores terceiros. Não, não, não, não, não, como se fosse uma repescagem. Em 90 o Brasil ficou em primeiro do grupo, aquela seleção horrorosa do Azarone.
Emílio Surita:Teve em 90, foi assim a Copa com 24 seleções, teve isso.
Thiago Uberreich:E aí Argentina ficou em terceiro lugar e pegou o Brasil, despachou o Brasil nas oitavas.
Emílio Surita:É isso aí, é isso aí. Ó, eu sugiro você comprar coleção inteira, você que não tem, ó, você que já tem a de 2002 aí para você completar, e vamos torcer para sair 26, para o Thiago lançar mais um exemplar aqui desse do Brasil, que porra, que é muito bacana. Então se você quiser esse documento para dar de presente para alguém que gosta de futebol, é aproveitar esse momento. Já tá à venda, esse aqui é uma pré-venda nas livrarias que você tem aí digitais, Amazon tal, ou então você vem até uma livraria aqui, Martins Fontes, linda.
Thiago Uberreich:Agora tem a da Vila também.
Emílio Surita:Porra, fiquei tão feliz!
Voz A:A da Vila é demais.
Emílio Surita:Aqui do lado, né, a gente fica contente de ter uma livraria, fechando livraria, agora tem uma bonita aqui na Paulista. Convido a todo mundo.
Thiago Uberreich:E a editora é a Letras do Pensamento, tem no site da editora também, letrasdopensamento.com.br.
Emílio Surita:E olha, você não vai se arrepender porque o trabalho dele é sensacional. Eu vou terminar aplaudindo o Thiago.
Voz C:Vamos, Thiago!
Voz A:Parabéns, cara!
Emílio Surita:Thiago, obrigado por você ter vindo. É isso aí, vai lá, Reginaldinho, manda bala! O mundo parou para a maior Copa de todos Chegamos aos tempos, são 48 seleções, 12 grupos. Está na hora do maior campeão das Copas entrar em campo. Amanhã às 7 da noite tem o confronto da seleção brasileira comandada por Ancelotti contra a nova geração do Marrocos. Aqui você ouve tudo com a narração e comentários dos nossos craques na rádio e no YouTube da Jovem Pan O Vini cuidou de pessoas que perderam tudo em uma enchente.
Voz A:Zidane foi essencial após um resgate no Mediterrâneo.
Emílio Surita:Salah salvou vidas em um conflito armado. E Pelé vacinou mais de 20 mil crianças.
Voz A:Esses são nomes de craques do futebol, mas longe dos gramados são nomes de profissionais profissionais de Médicos Sem Fronteiras que driblam enormes desafios para salvar vidas.
Emílio Surita:E sabe quem também pode ser decisivo?
Voz A:Você! Médicos Sem Fronteiras entra em campo o ano inteiro e conta com a sua ajuda para oferecer cuidados a pessoas que enfrentam adversários como guerras, epidemias e desnutrição.
Emílio Surita:Com o seu apoio, podemos levar assistência e esperança onde as pessoas mais precisam. Vamos juntos Vamos encher um estádio de doadores e mudar o resultado desse jogo. Com poucos toques, sua jogada ajuda a salvar vidas.
Thiago Uberreich:Doe para Médicos Sem Fronteiras.
Emílio Surita:O nome que muda o jogo é o seu.
Samy Dana:O Doutor Costela Box nasceu com um propósito simples: levar a melhor costela assada na brasa do Brasil para o dia a dia das pessoas. Comida feita com calma, qualidade, com aquele sabor que lembra comida de vó. Pratos bem servidos, receitas tradicionais e a costela assada na brasa do Doutor Costela, bem feita, seja no almoço ou no jantar. Tudo isso para chegar até você, na sua casa ou no seu trabalho. Estamos em São Paulo atendendo regiões como Pinheiros, Butantã, Vila Sônia, Morumbi, Panambi e Taboão Você pode pedir pelo iFood 99, WhatsApp, ou pelo nosso cardápio próprio.
Thiago Uberreich:De bailarina do Faustão a uma das principais vozes contra a violência contra a mulher.
Emílio Surita:Eu tô essa semana com a Carla Prata no In Off. Homem nenhum respeita uma medida protetiva, porque a medida protetiva é justamente para resguardar a vítima, para proteger. A maioria das mulheres, elas não se sentem seguras quando elas Elas procuram uma delegacia.
Voz C:Em off, hoje às 11:30 da noite, aqui na Jovem Pan.
Emílio Surita:De volta, voltemos! O Pânico voltou! De volta, voltamos! Então vamos, amanhã voltaremos? Claro que não. Na segunda, sim. Tudo de bom, bom final final de semana. Vamos torcer para o Brasil. É isso, é isso.
Voz A:Tchau, pessoal!
Emílio Surita:Tchau, pessoal!
Voz F:Tchau, pessoal!
Emílio Surita:Fiquem com o Papai do Céu.
Voz F:Tchau!
Emílio Surita:Mas já terminou, terminou, e eles não desistem.
Thiago Uberreich:Xabará, baraxá, é hora de encerrar.
Emílio Surita:Para quem já almoçou, pode aproveitar e sair para cá.
Voz H:Terminou!
Emílio Surita:Terminou! Acabou! Acabou, pelo amor de Deus! Acabou mesmo, acabou! Meu Deus! A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação. Realização: Jovem Pan.
321 Go
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