Marcel van Hattem
O deputado que fala cinco línguas veio ao Pânico hoje (11) para falar a que o sistema mais odeia: a verdade! Marcel van Hattem solta o verbo sobre o escândalo do "roubo dos aposentados" no INSS, o êxodo de jovens no Rio Grande do Sul e a segurança com o PCC virando terrorista. Assista à íntegra ou vai ter que pedir pro Van Hattem traduzir seu choro em alemão, holandês e dinamarquês!
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Emílio Surita:Front detectado. Humor reiniciado.
Voz B:Modo pânico ativado.
Emílio Surita:No fim da vida, só filtro e like. O mundo tá sério, quadrado demais. Mas o pânico vem e ri por trás. Ah, Zé da Manga! Aí, aí, escreve, humano confia. O algoritmo manda e a galera obedece. Mas calma, respira, dá risada. Confia que o erro é que faz o sucesso. É o bug do sistema, glitch de humor, um reboot na graça reinicia o do amor enquanto mimimi tenta travar. O Pânico vem para desinstalar. Vocês estão, meus jogadores mal pagos, tudo bacana, tudo certo? Estamos de volta aqui, mais um Disposto, programa Pânico pelas idolatradas plataformas da Jovem Pan. Sejam bem-vindos ao programa que nesta Copa, vai torcer, beber e sair igual ao Fábio Rabin em Dubai. Hoje, hoje é início da Copa do Mundo. Para falar dessa festa futebolística, eu convoco aqui Roberto Avalones e Walter Calça Grande. Olá, Calção! E o Neymar, Calção? Eu não sei, eu não sei, eu não sei. O Ancelotti arregou, né? Começou, mas ainda tô É, sem cueca, em fralda. É, eu não sei, mas é, na Copa não tem café. É, essa Copa do Mundo vai ser uma porcaria. É, porque eu tô todo amarradão. É, eu ia torcer para o Brasil, é, mas por causa do Neymar, é, eu vou torcer contra. É, vou torcer para Colômbia e para lesão do Neymar piorar. É, eu e a minha turma da UOL. É, quero ver se o Neymar Quero ver se o Neymar não vai estar no show da Anitta. É, eu quero ver se o Vini Jr. não vai ter uma recaída com a Virginia.
Voz C:Tô sabendo que o Fuzil dormiu no mesmo hotel da Maia Massafera.
Emílio Surita:Será? Ah, e tem Copa do Mundo, né? Mas eu não vou poder ir, eu vou ficar aqui falando mal do Neymar, do Thiago Leifert e também do meu cuidador, que ainda não trocou minha fralda. Agora vai o fantasma do Palmeiras.
Voz C:Meu Deus, meu Deus, tirem o chá de kixute que esse rapaz está tomando. Ele está me dando a ficar tomando coisas aí que, meu Deus do céu, tá mais doido que a Deolane sem chapinha. Fala, Surita, vergalhão do Rádio Nacional. Meu Deus, essa Copa do Mundo, vamos lá no pique. Brasil, França, Espanha, ô meu palestra, o que que vai dar? Meu Deus, interrogação. A festa da abertura vai ser mais fraca que a kermesse de Saint-Jean-de-Monts. Meu Deus, meu San Gennaro, menino Hendrik, esse sim vai engravar a gringalhada com seu futebol, moleque, e a sua namorada que é brava. Meu Deus, Brasil tem que tomar muito cuidado com o ataque do Marrocos. Com a zaga do Haiti e com os agentes do Ice. Cuida, Fuzil, o Ice vai te pegar. Meu Deus do céu, pelo amor de Deus! Agora eu vou, sabe aonde? Todo mundo sabe onde eu já vou. Jardim de Nápoles, meu Deus, comer aquele polpettone delicioso, o melhor polpettone de São Paulo, calçando, claro, meu, Di Polini Maggiore, único, aumenta em 5 centímetros o seu pipi. Agora com você, Antônio Zurita, o socafundo da comunicação.
Emílio Surita:Obrigado, Avalone! Esse é o Morgadinho, que show de bola! Vamos agora para agenda dele. Bora! É o melhor stand-up comedy do Brasil. No meio, ele é chamado de shape de baleia. É o nosso Rogério Morgado.
Voz C:Sou eu mesmo.
Emílio Surita:Ó, quem é esse rocambole? Sou eu, rocambole.
Voz C:Porque ele é gordinho.
Emílio Surita:É porque ele é gordinho, rocambole.
Voz B:Sou eu mesmo.
Voz C:Entra na loja do morgado.com.br para comprar sua camiseta do rocambole. E essa aqui, ó, Tá? As últimas peças lá, desconto de 30%. E o livro do Morgadão, que terminou a primeira edição e agora saiu o Morgado no Morgado Verso 2.0, pra você adquirir. A loja é domorgado.com.br. A gente manda autografado pra você, é só deixar lá na descrição que você quer assinado, tá certo? Entra lá. Agora o show é o seguinte: toda quarta-feira tem o Morgadão em São Paulo, todo mundo já sabe. My Fucking Comedy Club é a melhor casa de comédia de São Paulo e o site pra você comprar é o clubedingresso.com. Tá certo? Entra lá, compra o seu ingresso, que tenho certeza que você vai se divertir. Você que tá vindo de fora de São Paulo, até o final de agosto já tá lá no site, tá bom? Hoje tem Enjoy Gastropub, tem show do Morgadão junto com ele Diego Serafim, que tá ficando magrinho, sarado e gostoso. Tem também Maurício Dollens, é o clube do ingresso também. Você aí de Cotia, Granja Viana, toda região. Domingo agora tem show em Piracicaba. Morgadão tá chegando aí pela primeira vez no Teatro do Engenho, e o site é o Mega Bilheteria.
Emílio Surita:São os últimos ingressos, tá esgotando.
Voz C:Vendendo. Então, se eu fosse você, não deixava para comprar na hora não. Compra já o seu ingresso. Domingo agora, Piracicaba, estamos chegando. No Oz Comedy Club em Osasco é no dia 20, você compra no simpla.com.br. E para a galera de Mojiguassu, Teatro Tupé, que também pela primeira vez, show solo de stand-up comedy do Morgadão, megabilheteria.com é para você comprar o seu. É vendas abertas já, ó, para Sumaré vai ser em julho, tá certo? Brusque, Florianópolis, Criciúma e Americana. Você entra e compra o seu ingresso. Aí você fala: Morgado, onde que eu vou comprar? Você não falou isso. Entra no @rogeromorgado, que lá tem todo o caminho para você adquirir o seu ingresso. Eu filmo e falo. Negócio é o seguinte: quer patrocinar o Show do Morgado? Manda um e-mail contato@rogeromorgado.com.br. Manda lá, que é menos do que você imagina, e vai ser muito bacana a entrega para sua empresa, tá bom? Obrigado, Emílio.
Emílio Surita:Boa, Morgadíssimo! Temos aqui várias personas nos acompanhando nesse momento. Estou aqui no nosso chat. Dede me passa aqui as coordenadas, não é, Dede? Temos aqui a Rosileia Franco, Rosileia, a Maristela Bianchi e o Suquinho de Sergipe. Chegou a hora de homenagear quem deixaria o Neymar no banco para torcer pelo Pânico. Quem prefere apostar no Delarybet do que no Tigrinho? Chegou a hora de nossa audiência, a majestade.
Voz D:O nosso estádio de hoje vem do belo bairro da Moca Mall, o cara é dono da Roller Jam e do Centro Portuga, casadão e paizão, o bicho ainda arruma tempo para jogar hóquei, pilotar uns carangos e curtir o pânico. Palmas para José Carlos Miguel.
Emílio Surita:José Carlos Miguel, oh! Diga lá, Miguel, tranquilo? Tudo certo? Tudo bacana? Tá sem microfone, sem microfone. Aí, Delary, que é novo, o quadro é novo, ninguém sabia. A única função do programa, tudo tranquilo, tudo em paz. Que que você manda?
José Carlos Miguel:Sou fãzaço do programa aí, melhor.
Emílio Surita:Muito obrigado, você é muito gentil.
José Carlos Miguel:Desde a época de papai.
Emílio Surita:Desde a época de papai, é verdade. Papai, papai, olha, eu vou dizer uma coisa para você, eu trabalho Papai era uma lenda, hoje eu sou apenas um boato. Já foi lenda e hoje... Não, papai, papai é papai. Boato desconstruído. Eu sou um boato, um cirurgião. Grande papi. É isso.
José Carlos Miguel:Eu tenho pista de patinação, são duas unidades, unidade Moka e unidade Moema.
Voz C:Sério?
José Carlos Miguel:Patinação de... Moka na Fernando Falcão 393 e Moema...
Emílio Surita:Patinação de rodinha? De rodinha. Torlai? Pode levar.
Voz F:Já foi.
Voz C:E pode levar o próprio patins?
José Carlos Miguel:Sim, sim, você pode levar o seu lá. A gente aluga também, nós temos lanchonete, fliperama. Quem não quer patinar tem outras opções, joga bilhar, tem karaokê lá, um ambiente seguro. Você pode levar teu filho, deixar lá e vir buscar depois.
Voz G:Boa!
Emílio Surita:Ah, queria fazer um comercial que você vê fazer aqui da Patins.
José Carlos Miguel:Para você que tem aqueles filhos que ficam jogando videogame em casa aí, cara, vai lá patinar, cara, esporte. Só tem opção, ou ir no shopping ou ir num parque. Vai lá, é uma outra opção, um local seguro, bacana.
Emílio Surita:Boa, legal.
Rogério Morgado:Daniel vai levar os filhos dele buscar depois da Copa, as babás patinadoras.
José Carlos Miguel:Mandar abraço para os meus sócios aí, o casal Michelle e Luiz. Eu tenho também um restaurante, Santo Portuga. Vocês estão todos convidados aí a comer um bacalhau de São Paulo, tá à tua pé, na Rua Emílio Malé, 1333.
Emílio Surita:Boa, tá à tua perna.
José Carlos Miguel:Eu trouxe bolinho de bacalhau para vocês.
Emílio Surita:Muito obrigado.
José Carlos Miguel:Trouxe também pastelzinho de Belém.
Emílio Surita:Muito obrigado, gente.
José Carlos Miguel:Um beijinho para todo mundo aí também.
Emílio Surita:Muito obrigado pela gentileza.
José Carlos Miguel:Eu tenho um episódio, Emílio, posso contar um episódio rapidinho?
Voz D:Claro, tá empolgado.
José Carlos Miguel:Eu tinha uma pista de patinação em 2006, 2007, no Morumbi, e aí eu ligava para o Alan, ó, produtor, o nosso querido Alan, e infernizava. Ele tinha um quadro da Sabrina que tinha que fazer uma sacanagem com ela lá, e eu sugeri, eu tinha o maior halfpipe da América Latina lá, tinha 4,30m de altura, de colocar japonesa num carrinho de supermercado e de jogar lá no—
Emílio Surita:sim, é uma coisa leve. Coisa leve, tranquila, viu, gente.
José Carlos Miguel:O Alan foi lá, achou que era meio pesado e decidiu fazer uma outra gravação. O Edu era polvilho até então, e tinha um quadro que o Bola se vestiu de vovó Marfalda, e elas tinham que rir, as paniquetes, para tomar um castigo lá. E foi a primeira vez que ele se pintou de prateado para fazer elas rirem.
Voz D:Foi lá na pista.
Emílio Surita:Esse é o quadro. O nosso querido Eduardo, ele se vestiu de Eduardo, todo cagado.
Voz C:Ele empurra de carrinho, e o hockey dá briga, né?
Emílio Surita:Muito bem, pô, muito obrigado.
José Carlos Miguel:Você teve, tem histórias aí, ó, só mandar mais um abraço aí, claro, o pessoal do hockey da Portuguesa e de Sertãozinho, que tem um pessoal que eu jogo há 46 anos esse esporte.
Emílio Surita:Sertãozinho é um time bom de hockey, são campeões brasileiros de novo agora.
José Carlos Miguel:Exatamente, tem muito amigo Interlagos lá. Mandar um abraço, pessoal de Sertãozinho, da portuguesa que eu jogo lá, e da minha equipe de que eu corro. Eu corro de 1.4 na STR. Ó, tem um pessoal da casa que corre também.
Voz D:Boa!
José Carlos Miguel:E a Jovem Pan Sports tá filmando nossas corridas lá no Interlagos.
Emílio Surita:Bacana, pô, obrigado você ter vindo aí, ó. Que audiência bacana! É isso aí, para você tá aí a rede social dele, do José Carlos Miguel, aqui na programação do Pânico. E se você quiser participar, você pode ser o nosso Robert. Mande seu e-mail para audienciamajestade@jovempan.com.br. Boa! Você viu só? O cara fez muita coisa, hein?
Rogério Morgado:O cara refinado, tem que ser dele pra cima agora.
Emílio Surita:Vamos colocar o seu pensamento. É uma audiência de categoria. E agora vamos falar de filmes? Vamos falar de séries também? Porém, a audiência que migra de outros canais, seja CNN, seja Globo News, canais a cable, essa audiência que vem para nós agora é de homens que vão assistir a Copa vestidos, sabe como? De Neymarzetes. Vai Neymar! Gostei! Vai Neymar!
Voz D:Com a faixa do Neymar.
Voz B:Vai Neymar, faz um feat aí!
Emílio Surita:Te amei mais! Linhagem Geek com Homem-Aranha com a mobilidade de um hidrante: André Alba. Ele gosta...
Voz B:Linhagem Geek, linhagem geek, linhagem geek coisa é da manga! Ahn ahn ahn! Oh oh oh!
Rogério Morgado:Coisa é da manga! Boa tarde, boa tarde a todos, se inscreva lá no canal do Linhagem Geek no YouTube e lá tem muitas informações sobre os quadrinhos.
Emílio Surita:Boa noite, bom, vamos lá.
Rogério Morgado:Ontem, Emílio, nós tivemos uma boa conversa com o Pondé, uma conversa filosófica, e falamos da Segunda Guerra Mundial. Eis que Dede me mandou uma notícia, chequei, e é verdade, chequei e prechequei. Ó, o Reino Unido vai apagar o Winston Churchill da nota. Eu vi isso, olha que interessante, né? A nota, né, Winston Churchill, que foi, é considerado por muitos como o herói da Segunda Guerra mundial. A nota, a nota do— isso, essa nota aí do 5 libras diz o seguinte, né? A nota traz um retrato de Winston Churchill e a frase: I have nothing to offer but blood, toil, tears and sweat. Que é: não tenho nada a oferecer além de sangue, trabalho, lágrimas e suor. Que é o primeiro discurso como primeiro-ministro em 1940. As autoridades do Reino Unido estão procurando eliminar as figuras históricas do Banco da Inglaterra e vai remover figuras históricas da sua moeda e substituí-la, sabe por quê, bicho? Por diversas imagens de animais selvagens não ofensivas. Isso, lobo-guará, põe o mico-leão-dourado. Qual é o objetivo disso? É não ofender. É que tem muita pessoa que quando vai trocar libra, vai comer na padaria, se ofende quando aparece um Não, não, me dá 20 mil em nota de 5 libras.
Voz C:É lógico, tá cheio de migrante lá.
Rogério Morgado:Então assim, Morgado, a galera recebe dinheiro e nem dorme, tão triste porque vê o Winston Churchill. E aí é um retrato, é um porta, velho, é meio simbólico isso na Europa, né, que a recusa da própria, da própria história, né, virar as costas para a própria história. É o que a gente fala bastante aqui, o Ocidente quer copiar o Oriente, Oriente copia O Ocidente existe essa troca aí, não muito, não sei se foi combinada de propósito, mas Winston Churchill será tirado aí. Há mais de 50 anos o Banco da Inglaterra tinha, né, diversas figuras históricas e inspiradoras que ajudaram a história da Inglaterra. Parece que daqui para frente vão tirar o Churchill e colocar o Elton John.
Emílio Surita:Bebia muito, Churchill. Bebia, bebia e fumava muito charuto. É, fumar, bebia que nem um bode. De um tipo de charuto, é o Churchill.
Voz G:E tinha frases ótimas.
Emílio Surita:Esse é bonitinho sim, e cuspia.
Rogério Morgado:É, agora não vai sair não, está mais na—
Emílio Surita:Sei porque que você tá preocupado com o Churchill agora.
Rogério Morgado:Mas simbolicamente é interessante.
Emílio Surita:Já não chega a Disney, agora é o Churchill. Agora é o Xuxa. Você tá preocupado com o Xuxa? Um abraço pro Constantino que não sabe o que que é o Xuxa.
Rogério Morgado:Não, mas é meio simbólico, né? É meio simbólico do—
Emílio Surita:Tá preocupado com o Xuxa?
Voz D:Ah, tá.
Emílio Surita:Agora eu tô preocupado com outras coisas.
Voz B:Não, eu sei, o único Churchill que me preocupa é o nosso prédio.
Emílio Surita:O Delary tá preocupado com o Xuxa.
Rogério Morgado:Mas o Delary foi sagaz, porque a gente fala da reparação histórica. Nós trouxemos aqui durante esses 5, os últimos 5 anos, da galera derrubando a estátua, fazendo reparação histórica, falando que o Cristóvão Colombo era escravagista. Então é mais uma forma dessa galera reescrever a história. E aí, se você der corda para essa turma, eles mudam até o hino.
Emílio Surita:Vai ter uma homenagem.
Rogério Morgado:É, daqui a pouco a gente vai ver isso aí acontecer. Indo para Hollywood, Samirana, indo do Reino Unido para Hollywood, o Scorsese, ele deu uma declaração. Ele que ficou famoso, virou meme, né? Não ficou famoso por isso, né? Mas ajudou a virar um meme para nova geração aí dessa foto do Absolute Cinema. O Scorsese, o grande diretor, ele deu uma declaração, Samir, falando que vai usar inteligência artificial e acabou. É isso, ninguém, ninguém vai impedir ele de usar. Rede social, porque ele acha que é um caminho muito bom para otimização do produto, para ajudar na produção, na execução do trabalho.
Emílio Surita:Você assistiu Cabo do Medo?
Rogério Morgado:Não assisti, vou assistir hoje.
Emílio Surita:Puta série boa, tem 2 episódios. Você lembra do filme?
Voz C:É o filme do Kid Bengala.
Emílio Surita:Você lembra do filme?
Voz G:De nenhum eu lembro.
Emílio Surita:É o Cabo do Medo. O filme, vocês já viram Cabo do Medo? O filme era do De Niro. De Niro fazia, esse é o Bardem, faz o Javier Bardem. Só que esse aí é o seguinte, eu não vou contar aqui.
Voz G:Mas é a mesma história?
Voz D:Conta logo, Ninho.
Emílio Surita:Mais ou menos, mais ou menos.
Voz G:Eu me lembro que é um terrorístico.
Emílio Surita:Produção do Spielberg e do Scorsese. Produção dos dois. É muito bom Samidana, muito bom.
Rogério Morgado:Eu vou assistir hoje.
Voz D:O Cabo do Medo, né, é a pautinha.
Emílio Surita:Mas é pra se cagar. É tensão. Não, esse é o filme. Esse é o clássico. O clássico é de 91, né?
Rogério Morgado:Acho que é o começo de 90.
Voz G:É, eu acho que é um dos primeiros desse tipo, que é o thriller psicológico. Isso. Que eu gosto muito. Tem aquele da ilha também do... 91.
Emílio Surita:É 91.
Voz F:É 91.
Emílio Surita:Ilha do Medo. Então, esse aí, Professor Samidana, a história é a seguinte: ele tá preso, foi preso injustamente por ter matado a mulher. E a advogada dele é a mina casada com o promotor que deixou o cara 17 anos em cana. Caraca! E aí você tem que ver as tatuagens do cara quando ele sai da cadeia.
Rogério Morgado:O cara sai da cadeia...
Emílio Surita:E você vai ver o que ele vai fazer com o filho do cara. Chuta! O que você acha, hein? Chuta que é ele! E você acha que é o... É muito bom, pode assistir.
Voz G:Pode ver, rapidão.
Emílio Surita:Quem gosta de thriller pode assistir Cabo do Medo, do Scorsese com Spielberg. A produção do Spielberg. Muito bom, cara. E você falou no... Vocês não gostam do... Ele tá lançando outro, hein? Não, você não gosta do ator.
Rogério Morgado:Não, não, eu acho ele um excelente ator.
Emílio Surita:Não, Bardem é meio esquerdista. É meio?
Rogério Morgado:Não gosta do próprio estado, que ele é judeu. Não, eu não ligo isso quando o cara vai pra tela, eu não faço esse cálculo aí igual a galera que faz com o Neymar.
Voz D:Eu adoro o filme do Neymar.
Rogério Morgado:É, eu adoro o filme do Leonardo DiCaprio.
Emílio Surita:Você não mistura a arte com a política. Põe o Bardem aí.
Rogério Morgado:O cara é bom pra caramba, o Bardem.
Emílio Surita:E ele tá com uma lente feia. Põe a mulher dele. Quê deu? Quê deu a imagem? Ó, o Bardem aí, ó. Tem de costas?
Voz D:Puta trapézio!
Emílio Surita:Tem de costas? Ó, o Bardem de costas. Bumbum é boa série, viu?
Rogério Morgado:E você falou do Spielberg, Emílio, eu vou assistir hoje o Dia D.
Emílio Surita:Dia D?
Rogério Morgado:Pô, hein?
Emílio Surita:Dia D é amanhã no cinema, né?
Rogério Morgado:Isso, tá nos cinemas. Amanhã eu trago aí as dicas aí.
Emílio Surita:O Dia D não tá no Netflix não, essa série. Apple TV. É bom assistir, pode assistir que essa é boa.
Rogério Morgado:E aí eu tava falando do Scorsese, ou Scorsese, e aí ele falou, né, que vai usar IA e não interessa, pode criticar à vontade. Sabe quem veio para cima dele, Sandro?
Emílio Surita:Sindicato.
Rogério Morgado:Aí o sindicato chamou o Scorsese de traidor, traidor da classe.
Voz G:Que classe?
Rogério Morgado:Traidor da classe ali dos artistas e dos efeitos práticos ali. Estão chamando ele de traidor por ceder a tecnologia. Isso tá acontecendo com muitas pessoas ali que é meio de Hollywood que falam, pô, inteligência artificial eu vou usar. Aí eles, que os sindicatos consideram eles traidores, né, fizeram uma carta para senhor Scorsese: o negócio não está em fluxo. É uma carta ali, quem que escreveu?
Emílio Surita:Mano Brown?
Rogério Morgado:O cara contra tecnologia.
Voz D:Pergunta se ele anda de carroça.
Rogério Morgado:Aí ele diz o seguinte, Emílio Sindicato: o diretor vencedor do Oscar está virando as costas para os artistas humanos que ao longo de sua carreira o ajudaram a criar seus trabalhos mais memoráveis. Sindicato tá bravo aí.
Emílio Surita:Ele vai avisar todo mundo, mano. Eu acho que não tem que ter inteligência artificial também.
Voz C:No seu filme você não põe?
Emílio Surita:Não, eu sou contra.
Voz C:Então faça isso no seu filme.
Emílio Surita:Eu sei, eu sei, mas eu não tô sendo julgado. Julgado aqui pela minha arte cênica, nem você, porque mesmo porque a gente não tem capacidade de ter arte cênica, certo? Por isso que a gente é uma subcategoria. Mas o cara que você vai julgar arte cênica é um ator, o diretor é uma atuação, não é?
Voz G:Se ele acha que a IA tá entregando mais que o ator, ele vai usar.
Emílio Surita:Isso aí é uma opinião sua, eu tô dando a minha opinião. A minha opinião opinião, a minha opinião, que você não respeita nenhuma só porque você fez Harvard e tem uma empresa de ar, e tá com esse óculos ridículo, ridículo, ridículo.
Voz D:Ele tá com óculos da Diercy, meu, olha, óculos da Diercy. Eu acho que a gente faz conta hoje, pelo menos não tô drogado.
Voz G:Traz o bacalhau É só tomar rosuvastatina e você que tá drogado.
Emílio Surita:Calma, calma, sem briga. O cara toma droga e usa óculos da Adidas.
Rogério Morgado:Não era minha intenção.
Emílio Surita:Eu concordo com o sindicato.
Voz F:Tá bom.
Emílio Surita:Eu acho que arte cênica é arte cênica. E o melhor é o teatro, porque o teatro é um negócio em 3D, que tá o ser humano ali e você tá aqui e você vê o ser humano ali. Claro que eu vou, pô. Qual a última peça que você viu?
Voz D:Traíra e coçado.
Emílio Surita:Eu não vou, ele é da minha vida agora. Ele dorme comigo agora. Senhor da merda. Pô, Rabicho, chato, meu. Só porque fez Harvard. Pô, agora é isso aí, Zé.
Voz G:Tirem foto do Emílio no teatro. O Emílio tem um adesivo no carro: vá ao teatro, mas não me chame.
Emílio Surita:Ele vive comigo agora.
Voz D:Melhor do que o adesivo: cuidado, estou dopado.
Rogério Morgado:Carupira em todas as baias da vida.
Emílio Surita:Vai, vamos lá que vem o Van Hatten hoje, que essa conversinha aqui, ó.
Rogério Morgado:Só pra gente finalizar então, o Marlon Marlon Wayans, o Morgadinho, ele deu uma entrevista e ele falou que não faz filme para os críticos, porque o Todo Mundo em Pânico 6, ele foi destroçado por boa parte dos críticos. E o Marlon Wayans falou, ó, o filme é para galera, não é para os críticos. E você tem uma diferença brutal da nota dos críticos para nota dos populares que foram assistir. Muitas pessoas gostaram, tá indo muito bem, Emílio. A maior estreia acho que da franquia, já passou de 100 milhões. Ele custou 30 no primeiro final de semana. É um sucesso. E aí nós temos a demanda reprimida aí do politicamente correto, tudo mais. E o Todo Mundo em Pânico pegou esse filão e tá indo muito bem nas bilheterias.
Emílio Surita:É bom. É isso aí, Bichovski. Muito bem, dito isso, vamos fazer um break agora para todo o Brasil. Esse break maravilhoso que o Reginaldo me pede.
Voz B:Vai lá, Reginaldinho.
Voz G:Esse começo parece a música do Gil.
Emílio Surita:É, mas isso é Milton Nascimento, mas parece. Vamos agora para ele, vamos diretamente para o Fuzil, o herói do Brasil. É ele, ó, ó, ó, pistola. Aí está ele, tá vermelho, hein, bicho, tá cheio da mesa O que aconteceu, Fuzil? O que que está vermelho? Parece um cachorro. Tá bebendo? Voltou a beber?
Luiz Carlos Fuzil:Já vou vivendo essa história do vermelho. Voltou essa? Não, mas aqui é beer, né? Eu volto essa história do vermelho, Emílio. Eu vou falar para você, 33 graus hoje, irmão, na sombra. E o negócio é o seguinte, se o senhor me permite, hoje a gente corta o laço. A partir das 14:30 oficialmente teremos abertura da Copa do Mundo, o maior evento mundo de futebol do planeta. Toda a nossa, as nossas orações para seleção. 2:30 começando no teatro, no teatro, no Estádio Azteca, com México e África do Sul. Emelião, você pediu uma coisa com mais emoção, então hoje cá estamos. Para quem é brasileiro, esse corredor é um dos maiores corredores mais onde a felicidade reina, que é o do Outlet aqui da Weidmann, do Outlet Premium aqui da Weidmann. E eu vou dizer uma coisa, Eu vou dizer uma coisa: você quer encontrar um brasileiro, saia do Brasil e vem para cá. O Morgado, Sami, vocês são, vocês sabem que aqui é o melhor local para encontrar brasileiro. O que eu queria deixar registrado, daqui a pouco se você autorizar, Emílio, a gente entra na loja do patrocinador do Leblon, ver preço para vocês enquanto a gente passeia. É porque I'm here from Brazil, então a gente entra numa loja.
Emílio Surita:Como é que tá o inglês aí, Fuzil?
Luiz Carlos Fuzil:Vou deixar para você e para o professor Very good, irmão, eu tô tentando. Aí me deitei, aí me deitei. Deixa eu te falar uma coisa, aqui não usa inglês, né, Emílio? Aqui, aqui você só usa brasileiro. Mas ó, deixa eu falar uma coisa, esse corredor assusta um pouco, por falar com uma copa cara e o dólar quase R$80, né, professor? Você, um outlet onde o brasileiro ama, você vê um corredor vazio dessa forma, É uma coisa que assusta. Tudo bem, tem aquela coisa, quem frequenta aqui fala: ah, mas é um horário que a galera ainda gosta de tomar café da manhã no hotel, ou a galera tá no parque. Mas irmão, isso aqui é corredor lotado de brasileiro.
Emílio Surita:É, mas não tem muito brasileiro não, né? Só o sinal também que não parece que não foi. A gente achava que era só na Paulista, mas parece que não é também, né, Dede? É impressionante.
Voz D:Só aproveitando, Emílio, esse daí, que essa queda que deu Fuzil tem que prestar contas porque ontem tava numa baladinha, viu?
Emílio Surita:Ah, é?
Rogério Morgado:É, que mora lá tirou foto do Fuzil na baladinha, o caramba.
Voz D:Então tá trabalhando.
Emílio Surita:E no cartão corporativo, 3 horas da manhã usando o cartão do Tutinha na balada e já tá gastando.
Voz D:Já viu que ele comprou uma camisa nova?
Emílio Surita:Já, do Rabin. Que deu?
Voz G:É a camisa do Rabin da Copa, homenagem ao Rabin, mas não é o tamanho dele.
Emílio Surita:Que deu?
Voz D:Que deu, Fuzil? Fuzil podia não ter o Rabin.
Emílio Surita:Chama o repórter da Globo aí, o apresentador da Globo aí, enquanto não volta o coisa. Cadê o "wow, wow, wow, wow, wow, Gabi, wow, wow"? Enquanto a gente arruma o nosso, vamos ver aí o nosso "wow" aí. "Wow, Gabi, wow, wow, wow, wow, wow!" Duas horas de "wow". Wow! Onde está o nosso herói?
Voz D:São vários cortes de cabelo.
Emílio Surita:Toda vez que tivermos um problema técnico na Copa do Mundo, entrará este apresentador que você conhece, nosso companheiro da Globo, da Globo, né? Globo News, da Globo, da Globo EsporteV, Luiz Carlos Fuzil. E ele vai entrar fazendo o tradicional "wow" enquanto a gente resolve o problema. Mas infelizmente não resolveremos e ficou essa entrada ridícula de Fuzil, o herói do Brasil, diretamente um monte de coisa.
Voz D:Vamos superar, é porque tá muito calor lá.
Emílio Surita:Vamos seguindo daqui mesmo. A peteca não pode cair, jamais. Nunca. E hoje teremos aqui, quem seremos hoje aqui?
Voz D:Um programa muito especial.
Emílio Surita:Obrigado.
Voz D:Estamos de volta aí na programação para anunciar que Marcelo Van Hatten vem aí. Opa, aí sim, Marcelo Van Raten vem aí para falar sobre a corrida eleitoral, suas considerações obviamente sobre o que está acontecendo na política, maioridade penal, misoginia, o que que o Senado, Congresso está votando, se vai passar as CPMIs que estão aí para serem votadas hoje. Marcelo Van Raten para vocês, tá bom? Tá bravo, viu?
Emílio Surita:A vida continua, teremos 40 dias de Copa do Mundo. Evidentemente, nesses 40 dias as coisas Sim, vamos continuar mais ou menos, é pior.
Voz D:Exatamente, é isso. Vamos ser liberado antes.
Emílio Surita:Então solte a vinheta porque começa agora.
Voz D:É, amigos, o Fuzil tá lá na Copa e a informação que é hoje mesmo, Copa do Mundo 2026 começa com a cerimônia cerimônia de abertura lá no México, Estados Unidos e Canadá. Você sabe que vai ter shows, vocês gostam aí de dançar. Tem Anitta, Samidana, Shakira e Alanis Morissette. Ó, que turma para animar! Exato, 14h30, 14h30 na verdade, começa horário de Brasília a abertura da Copa do Mundo com uma homenagem inusitada ao Betacê, que não da série da Netflix, 70, teremos uma homenagem para o time de 70, para o Pelé, legal, e para o Maradona no México. Vocês sabem por quê, né? Porque, porque quem foi campeão lá no México, sim, a primeira Copa, primeira Copa de 70, Edson Arantes, e 86 o Maradona, e 86 vai lembrar que o Dieguito Maradona lá Se eu não me engano, o Rivellino tá lá no México para ser homenageado aí, para falar sobre essa.
Emílio Surita:Você sabe que os professores estão fazendo uma greve em frente ao estádio? Vocês viram, não? Os professores estão fazendo uma greve ferrada lá no México. Tá no jornal?
Voz D:Tá. Os professores mexicanos que estão revoltados lá também. Hernando Hernández, o professor que já viu, o professor girafales. Você sabe que educação mexicana, não, eu sei, eu vi as imagens que acontece o seguinte, tem uma treta no México também, greve dos professores, destruíram as estátuas.
Rogério Morgado:As exigências são a reintegração de um sistema de previdência solidário, aumento salarial e reintegrações de profissionais demitidos. É isso aí.
Voz D:Exatamente. Aliás, muita polêmica na Copa do Mundo, não sei se vocês acompanharam também, que tem a tal da história da imigração. E segundo a informação, os Estados Unidos ontem aprovou um projeto de 70 bilhões de dólares focado, Emílio, exclusivamente em reforçar o quê? A fiscalização migratória no país. Você viu o árbitro lá da Somália, o que aconteceu? Foi barrado um árbitro, não explicaram o porquê. É, por quê?
Voz G:Eu te pergunto, eu te pergunto por quê. Não, porque ele tem suspeita de relação com grupos terroristas.
Voz D:É, isso foi dito pelo presidente da FIFA, o Carecão, quando ele foi entrevistado pela BBC lá da Inglaterra. Ninguém comprovou absolutamente nada. O que Estados Unidos reforça é uma crise migratória. A gente sabe que tem o ICE. Esse dinheiro de 70 bilhões é para reforçar isso, mas o juiz somaliano foi recebido com festa na volta da Somália. Até as imagens aí, lotou um estádio. Segundo a informação, é um árbitro, Albeta, que foi considerado o melhor árbitro da África geral. E aí a turma da Somália fez uma festa porque ele não vai participar da Copa do Mundo. Eu nunca vi a torcida abraçar tanto um árbitro, um juiz, que nem— olha a festa! Ó, tá mais animado do que a Copa lá nos Estados Estados Unidos.
Voz G:Parece quando o Delary chega no escândalo.
Voz D:Agora posso falar um negócio?
Voz G:Brincadeira, brincadeira, brincadeira.
Voz D:O Delary, quando chega em lugares, a turma, pô, tá animado. Hoje ele tá, hoje o Samy tá animado, hoje ele tomou 100mg. Mas o Morgado, que gosta dos esportes norte-americanos, ontem teve a NBA, que foi muito ovacionado em Nova York. Ninguém tá falando muito, certo? Você sabe que o jogo do Brasil vai ganhar, ninguém lá está falando do jogo do Brasil. Brasil, a Copa do Mundo por enquanto pro-americano me parece que não tem toda essa pompa.
Emílio Surita:Você sabia que na época do macartismo os caras falavam nos Estados Unidos, falavam que futebol era jogo de comunista? Mentira, sério?
Voz D:Verdade, não sabia.
Emílio Surita:Futebol era jogo de comunista porque eles não tinham futebol. Porque teve aquela época do macartismo que tudo era comunista, comunista, não sei o quê, teve muita perseguição e eles falaram que futebol era O cara que voltou a futebol foi o que levou o Pelé para lá, do Cosmos, do Cosmos, o Wiggins.
Voz D:Aí teve a popularidade do esporte.
Emílio Surita:Que ele gostava de futebol, aí ele fez, depois foi o Beckenbauer, foi um monte de jogador.
Rogério Morgado:E hoje tá o Messi lá.
Emílio Surita:Que eles fizeram um esquema do futebol, mas o futebol lá nos Estados Unidos era porque era mais ligado à Europa e tal. E a Rússia era um time expoente nessa época. E aí eles falavam que Futebol é de comunista.
Voz D:É de comunista. Mas assim, vamos falar MLS lá que o Alba citou aqui, que tem o Lionel Messi, foi liderado pelo David Beckham, que fez um negócio muito de marketing para os Estados Unidos na Flórida. Mas se você falar o futebol pega pra caramba lá nos Estados Unidos, não, tem outros esportes como futebol americano.
Emílio Surita:Pega pra menina, né? Ele pegou no esporte feminino. É muito bom.
Voz G:E aí tem o apelido, soccer. As moms, soccer moms.
Emílio Surita:Então as meninas lá, as meninas jogam futebol porque ele é um esporte que tem menos, os moleques na universidade jogam aqueles futebol americano lá, e as meninas jogam soccer, que é soccer, né, que chama.
Voz G:E tem um outro porém, né, agora que tá tendo, vai ser no dia do jogo do Brasil, o New York Knicks, sim, tá na final, tá na final, vai ser o 5º jogo e pode ser campeão no horário do jogo do Brasil. Tá todo mundo, que fazia 50 anos que eles não chegavam, então tá todo mundo preocupado com o jogo em Nova York do Knicks.
Voz D:Lógico.
Voz G:E ninguém tá nem aí para Copa.
Voz D:Tudo bem, eu vi. Não, só uma informação.
Rogério Morgado:Mas quer que cancela a Copa então?
Emílio Surita:Não, ninguém é muito foda, sabe?
Voz D:Ingressos já não estão vendidos, não estão vendidos não, tem uma polêmica, vai estar vazio.
Emílio Surita:Ingresso custa 2 mil dólares. Quem que vai num jogo com 2 mil dólares?
Rogério Morgado:O único cara que conseguiria ir nesse jogo é o Vorkarma, mas tá preso. Eu Eu faço uma aposta com vocês, eu duvido um jogo estar vazio na Copa do Mundo.
Emílio Surita:Eu também, lógico. E não sei se vocês lembram que em 2010, África do Sul, 2010 foi a África do Sul, aí teve a votação para a próxima Copa que era do Catar.
Voz D:Sim, tá bom.
Emílio Surita:Era para ser nos Estados Unidos.
Voz G:Isso, sim.
Emílio Surita:Quando os Estados Unidos perdeu para o Os cara meteram o FBI, aí veio aquele FIFA Gate, que caiu o Platini, que pegou todo mundo, que tem até o filme que joga um dinheiro em cima dele, tem um documentário que mostra a corrupção lá.
Voz G:E tem aquela série que faz uma menção.
Emílio Surita:Então essa Copa aí, essa Copa que tá sendo agora nos Estados Unidos, era pra ser em 22.
Voz D:Sim, paisagem.
Emílio Surita:Bom, e aí derrubou todo mundo lá.
Voz D:Nós estamos empolgados com a Copa do Mundo porque o Brasil—
Emílio Surita:Tem muita treta nessa FIFA, tem muita coisa, muita malandragem.
Voz G:E é muito poder.
Emílio Surita:Amanhã neste programa Nós vamos trazer o cara que mais entende de Copa do Mundo, Thiago Berreiche. Thiago Berreiche vem aqui, grande jornalista, e ele vai falar toda a verdade que nós já sabemos sobre a FIFA, mas nós só falaremos com ele quando o Brasil perder. Sim, é isso. Antes a gente não vai falar. O Doutor sabe, você vê, quando o Brasil perder vocês vão saber coisas de arrepiar de saber. Os bastidores, pode esperar.
Voz D:O Sami que faz algumas previsões algumas acertos.
Emílio Surita:Não, não, não mexe com ele hoje, né?
Voz D:Não, calma.
Emílio Surita:Não é probabilidade, ele falou 80%.
Voz D:Você viu que o alemão falou? Tem um alemão de mercado preditivo que você deve gostar. Ele falou que o Brasil, preste atenção, será eliminado pela Holanda.
Emílio Surita:De novo?
Voz D:De novo. E eu vi um cara e ele acertou as últimas 3 Copas do Mundo, certo?
Voz G:Mas isso ninguém checa direito, é que nem o povo. E o povo, povo, povo acertou Mas eles trocaram o povo, porque o povo morreu.
Rogério Morgado:Se eu fosse o Brasil, só para detonar esse cara, eu não passava na primeira fase.
Voz G:A gente devia ter um bicho aqui, previsor.
Emílio Surita:Tem o animal, tem você, animal pinguim.
Voz G:Eu contra o bicho previsor.
Emílio Surita:Que mais?
Voz D:Verdade, você deve ter no Silvio Brito hoje. Nos Estados Unidos, o Donald Trump continua muito mais preocupado com o Irã do que com a Copa do Mundo. E você viu que ele falou ontem, então, cada dia ele fala uma coisa. Não, mas agora preocupa.
Emílio Surita:Cada dia o Trump também, o zoado, o Trump tem que tá zoado, tá igual Biden.
Voz D:Cada dia ele dorme, ele acorda, ele tá no shuffle. Será?
Emílio Surita:Trump falou que tá preocupado, ele tá preocupado lá.
Voz D:Eu vou fazer a mesma coisa que eu fiz na Venezuela, vou invadir.
Emílio Surita:Se não, mas daqui a pouco não é mais, daqui a pouco não é mais isso.
Voz D:Vai, mas ó, hoje é quinta-feira, anota segundo ele, pode ser que ele não, tá lá no Twitter dele, que ele sempre falou do Netanyahu. Eu vi, eu vi, depois voltou atrás, né? Falou que o Netanyahu é louco e o caramba, não manda em nada.
Emílio Surita:Aí o Netanyahu é legal, então não sei.
Voz D:Mas agora ele falou que hoje, quinta-feira, estreia, né, da Copa do Mundo.
Emílio Surita:Parece nós aqui, parece que o Sami, quando ele toma uns negócios, não usa droga não, que eu vou falar quem usa aqui, eu vou falar.
Rogério Morgado:O pior é você falar, e mesmo quem usa droga tá melhor que você.
Emílio Surita:Ótimo.
Voz D:Vamos ver se Donald Trump vai fazer um novo ataque no Irã ou não, porque ele anunciou que na quinta-feira vai ser o pior de todos os tempos que até agora já teve nessa guerra, muito porque é o controle lá do petróleo lá no Estreito de Hormuz. Aguardaremos. Bom, a pergunta é: o que que vai acontecer com a misoginia O que que mudaria? Te pergunto. Essa lei que foi para lá, você viu, querem mudar.
Emílio Surita:Mas podemos perguntar daqui a pouco, por isso que eu vou deixar para ele. Lógico, daqui a pouco.
Voz D:Ele é rápido, ele vai explicar exatamente.
Emílio Surita:Ele é deputado.
Voz D:Por que que a direita votou de um jeito e depois quer votar de outro? Passou pelo Senado. Tabata Amaral, o que que ela quer mudar nessa lei? Marcelo Van falar com vocês. Mas o que me parece interessante, e eu não sei se a gente vai abordar com ele, é sobre a maioridade penal. Ontem também teve a PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. Aí teve vários votos, 44 votos a 18, foi celebrada pela direita, o Betta, porque acho que é na CCJ, na CCJ, ainda precisa passar. A gente não pode comemorar nada nesse país, não dá, tá na CCJ.
Rogério Morgado:É igual torcer pro Santos sem A gente tem que esperar se tá tudo certo com o VAR.
Voz D:Exato, é igual você fala, o cara vai delatar, daí ele fala uma coisa, não. Mas o ponto principal é que quando a gente recebe especialista de segurança pública como queridíssimo Derrit, é uma informação que parece uma vitória, principalmente que precisa fazer uma reforma nessa lei. Não adianta prender se a turma solta, meu querido Emelião. Mais do que mais uma, mais uma.
Emílio Surita:Você viu o Lula ontem? Tem lá, tem lá.
Voz D:Ele tá sem economia, ele vai falar falar sobre isso.
Emílio Surita:Não tem nada a ver, um rouba outro, outro vai falar disso, o outro vai falar de filme, fala do dinheiro do Churchill, que é o dinheiro do Churchill seria na época do quadro do Sami. Aí é o filme, quem vai dar minha agenda aí?
Voz G:Quem duvida a mim?
Voz D:Agora só fala de farmácia.
Voz C:O Sami vai dar minha agenda, eu sei o que você vai falar.
Voz D:São ideias de Chico, porque o Lula ele vai devolver seu celular no correio, mas depois você também vai dar uma aprofundada.
Emílio Surita:Se você for roubar, eu quero saber o seguinte, eu quero saber, eu quero saber o seguinte: quanto é, quanto é que o governo está gastando para fazer o resgate do soldado Calango? Tá, eu quero saber tudo. Quanto, quanto o governo está gastando? São dezenas de De bi, meu Deus do céu! Me parece. Estava ouvindo a Band hoje de manhã, a Band, e o cara estava falando lá que parece ser de bi, meu amigo.
Voz D:O rombo.
Emílio Surita:Não, não, o que foi gasto para dar essa limpeza no voto.
Voz D:Você viu ontem, você viu a turma lá do PT ensinando como é que pode, deve se portar na rede social, né? Um dos políticos atuantes que é da esquerda, que é o Nunes tá falando o seguinte: não vamos, não vamos liberar os gados, vamos para cima deles. E internet é tão importante quanto a rua. Vai na internet e faça sua manifestação defendendo o governo. Faça sua pergunta para vocês, se pode falar isso, se pode defender o governo. Tem que servir para os dois lados, porque se a esquerda e a direita responder, seu post pode sair do ar.
Rogério Morgado:E ele também ensina a desviar o foco, Emílio. Já não, se tem alguma coisa que tá, ele fala, né, desvia o foco, coloca outra coisa dos caras. Ele dá uma aula ali, uma aula de militância digital ali.
Emílio Surita:Político é bom isso. É, mas isso é política, pô. Vocês querem o quê? E o ódio, né? Quiser santo, vai na igreja.
Voz D:De um lado da gabinete do ódio ali, é tudo santo, mas É, e a Turma do Amor?
Emílio Surita:Isso é política, meu amigo.
Voz D:É política, política que faz de uma forma baixa, porque a turma defende outra coisa.
Emílio Surita:Você tá bravo? Tô bravo de novo, eu tô de novo bravo. Você tá parecendo o Datena.
Rogério Morgado:É que ele tá andando igual Wagner Bones.
Voz D:Tô manquitola aqui.
Emílio Surita:Muito bem, vamos fazer uma... Presta atenção, ó quem tá aqui, uma salva de palmas pra ele. Nós vamos fazer uma música. O cara trouxe um negócio sensacional, ele estava lá com cliente lá Ele mandou até o cara, tava vendendo, tava na loja, vende muito o pessoal lá no Catarina, é sucesso lá também, hein, o shopping. Total, tava lá polano, polano fazia linguiça em São Manuel, clássica linguiça clássica da linguiça polana, quem comeu jamais esquece, porra, clássica, hoje já não tem mais. Amiga do Emílio de infância, foi lá e comprou, e comprou aquele sofá que é o Mas ele trouxe um hoje, hein, Dede?
Voz D:Esse pode deixar.
Emílio Surita:O sofá que veio hoje, esperem que você vai ter. Liquidação é oportunidade perfeita para você decorar sua casa. 70% off nas lojas, na Open Box 2, é claro. Móveis e decoração são ofertas de verdade. Tem todas as lojas, descontos exclusivos da Open Box 2. O pessoal foi de São Manuel até o Shopping Catarina para aproveitar aquele que ele fez aqui, que ela quer, a única era uma cadeira, 3 poltronas. Hoje tem um esquema campeão de audiência. E se você pagar no Pix, mais 7% de desconto para você renovar os ambientes com estilo, economia e tudo móvel de primeiríssima qualidade e design.
Voz F:Começa hoje da Open, né, que é muito tradicional. A gente vai queimar um monte de mostruário até com 70% 100%, real, não tem enganação. Então a loja estão lotadas, site, loja, e com produtos incríveis aí a preços aí de custo. Então vale muito a pena visitar o Pemboc nesse mês de junho que tá rolando a Copa. Vamos passar a Copa legal com o sofá novo, com a sua mesa, receber os convidados familiares.
Emílio Surita:Que hora?
Voz F:Pronto entrega, pronta entrega, a maioria, 80% é a pronta entrega. Pode levar, pode comprar, levar, ou falar com a gente, entrega em 48 horas, 24 horas. Já dá para assistir o jogo do Brasil, o Brasil Joga sábado, se não der no outro jogo do Brasil, mas a gente tem muita coisa pronta, entrega, é o nosso diferencial. E assim, Emílio, vale muito visitar o Pinbox nesse mês, vários lançamentos, produtos novos, isso trouxe no pânico aqui, coisas novas, foram 4 ofertas que a gente propôs.
Voz D:A loja é um programa, Marcelão, e com a família é muito gostoso, de verdade, vale a pena a turma ir lá.
Emílio Surita:Vamos lá? Vamos lá, rapá! Hoje tem, hoje tem, hoje ele tá animado. Meu sofá, Sami, você tem que mandar isso aí, ó. Renovado. O que deu? O sofá? Daqui a pouco, calma. Não fica nervoso, Delary. O sofá espetacular, eu babei nesse sofá.
Voz F:Que pena que não deu pra entrar no estúdio.
Emílio Surita:Não, eles gravaram aqui antes. Ah, tá legal. Porque tem um... Tem uma logística, né? Tem que puxar a tomada e tal, e não sei o quê. Tem um esqueminha, mas é simples de montar.
Voz F:Emílio, a gente vende muito sofá elétrico, tá? A gente vende muito couro, mas o sofá elétrico de couro tá crescendo a procura, porque é home theater, deu conforto.
Voz G:Sim.
Voz F:Ele retrata tudo elétrico. E esse aqui em especial, um lançamento da Open Box, já chegou vendendo. Lançamos, subimos ontem no site, já começou a vender sem ser anunciado aqui no Pânico. Então corra, que é um preço absolutamente de custo ou abaixo.
Emílio Surita:O Samy comprou, é até que vai ficar chateado porque o preço aqui realmente não é esse. Não é elétrico, esquenta, esquenta. Não podia ligar na tua mão, meu dói.
Voz G:Marcelão, depois a gente vai ter que rever isso daí.
Emílio Surita:Vamos conversar.
Voz F:É um L, é um sofá sob medida especial.
Emílio Surita:Opa, que deu, que deu, que deu!
Voz F:Esse é o Oslo, ele tem 2,95m de largura, bipartido, modulado, ele entra em qualquer ambiente. O que a gente trouxe aqui é de 2 porque é muito grande. Esse tá anunciado de 3, mas tem também de 2 lugares.
Emílio Surita:Só que o que vai, que a gente tá fazendo na oferta, é o de 3 lugares.
Voz F:Esse aí tem 2 metros, mas também Tá na promoção, está na promoção também. O que a gente vai falar aqui de 3 lugares, 3 lugares. Sofá, para você ter uma ideia, ele é 100% couro, tá, mecanismo importado. É um sofá, ele tem uma qualidade, ele tem uma espuma de 33, ele é um produtácio, tá vendendo muito. Elétrico, elétrico, o encosto e o pé.
Emílio Surita:Só isso aí, first class, é isso aí.
Voz F:E esquenta também, ele tem um sistema, uma tecnologia que é uma espuma que ele dá conforto extra e faz um bem-estar. Então é um sofá que tem uma tecnologia que poucos têm, só o couro que permite isso. A espuma, que é uma tecnologia aí que permite isso.
Emílio Surita:Então, olha o preço, fala aí.
Voz F:Então, esse sofá hoje pode procurar, pode pesquisar no mercado, internet, não tem. É um, hoje é vendido em torno de R$20.000 a R$25.000, certo, na open box, até acabar o estoque, pronta entrega, desce de R$999. R$10.000 um sofá desse.
Emílio Surita:E se pagar no Pix, mais 7%.
José Carlos Miguel:Mais 7%.
Voz F:Ele é bivolt, tá? Toda região do Brasil atende. Então quem tá procurando sofá de couro vai ter certeza que esse é o melhor preço do Brasil.
Emílio Surita:Show de bola.
Voz F:Até domingo, depois acaba, ou acabar antes, estoque.
Emílio Surita:Tem bastante no estoque?
Voz F:Tem bastante no estoque. Pronto, entrega nas duas medidas, 3 e 2 lugares.
Emílio Surita:Pessoal do São Manuel, vai lá levar tudo. Bom, hein? É isso aí, é isso aí. Lindo, lindo esse sofá. A gente já gostou aqui.
Voz F:E a gente, melhor, o Pain Box, ela vende diversos modelos de elétrico de couro. A gente vende muito couro e elétrico, modelo, cores. Então quem não gostar dessa cor, vai lá que vai encontrar outras cores.
Emílio Surita:É isso aí, R$10.999. Se você pagar no cartão, mais 7%. Tem mais, que mais?
Voz F:Aqui é uma novidade, lançamento também no programa Pânico, Open Box 2. É um sofá Tribeca, é unidesign, um design contemporâneo, atemporal, simples, bonito, design também. Ele é um elegante, lindo, cinza, bege e marrom. Decora ali, vai para o quarto, vai para sala. D26, de qualidade, pezinho, é um sofá maravilhoso. Brasil até domingo, R$10,99,99.
Emílio Surita:Não tem preço, não tem preço, não tem preço. Dividido em 10 de R$99,99. E 7%, nunca, olha, vai ter jogo do Brasil, aí, ó, já tem um sofá. Esse é o Tribeca em Linho, Tribeca em Linho, que é uma cadeira. Essa cadeira a gente sempre, acho que a terceira vez, tá trazendo agora a cadeira. Dede, nossa, Essa aí, ó, essa cadeira é espetacular, sensacional.
Voz F:Opa, mesa de jantar, quarto, ela tem muito, olha aí, ó, madeirinha linda, no couro ecológico, no linho cinza e bege. Um produto campeão de venda no mercado, pode procurar em torno de R$999 na Open Box, até domingo a pronta entrega, entrega Brasil, loja, site. R$499. R$499.
Emílio Surita:R$10 de 49 e 90.
Voz D:Você não acha?
Emílio Surita:Não existe preço igual no Brasil. R$10 de 49,90.
Voz F:Aproveita que vai vender tudo essas cadeiras.
Emílio Surita:Tem estoque?
Voz F:Tem estoque.
Emílio Surita:Mas aproveita, hein? Vai na loja lá, aproveita agora porque é a promoção, é o Liquida Open. É uma vez no ano que tem 70% off na loja. Que mais?
Voz F:E aí, um lançamento também, que é o sofá Gael, 2 metros de largura. Esse sofá é de linho, ele tem no braço um porta-copo fixo, então ideal para você assistir o seu jogo da Copa com ele. É um sofá compacto, pequeno, material, tecido de altíssima qualidade, design, tecido, sofá bacana que vende sozinho. E agora, baixo custo na Open Box 2 até domingo de R$3.000 por R$10.149,99 à pronta entrega.
Emílio Surita:Show de bola! Preço especial para você, R$10.149,99 no Pix, mais 7%.
Voz F:E para fechar o conjunto de jantar, que é muito bacana também, pessoal pede sempre, a Milena sempre quando a gente entra aqui, ó, o Phil, cadê o jogo de jantar? A gente trouxe um um produto bacana, 100% madeira, cadeira Yammies 90, uma cadeira redonda, design puro. Aqui não deu para trazer aqui, lindo, campeão de vendas. E aqui a gente trouxe aqui uma oportunidade assim absolutamente impressionante.
Emílio Surita:Como é que você consegue?
Voz D:Então acredita, ah, é só para audiência, oportunidade.
Voz F:Sempre a gente vem para cá, estuda com o nosso time comercial de compras para poder trazer os produtos e negociar com os fornecedores. É por isso que a gente consegue consegue proporcionar isso aí para audiência.
Emílio Surita:Atenção, audiência do Pânico, esse jogo de jantar é a mesa e 4 cadeiras, é o jogo todo, esse preço que esse cara consegue fazer para você, especialmente para o Pânico, de R$2.000 por R$1.000, R$10,99,99.
Voz F:Então quer dizer, você faz a sala inteira aqui por R$2.000.
Emílio Surita:Impressionante.
Voz F:Se comprar um lugar, se comprar R$2.500, vai na outra, ele vai R$2.000.
Emílio Surita:R$2.000 resolveu, resolveu.
Voz D:E mais, e dividido em 10, entrega.
Emílio Surita:Por que que o Marcelo faz tanto sucesso? Por isso, Vila Leopoldina, Moca, Brooklyn, você da freguesia do O também tem. Vamos lá, TP, me ajuda aí. Lapa, Avenida Ricardo Jaffé, Moema, tem em Barueri, Tamboré, em Campinas, Sorocaba, lá no Catarina Outlet, em São Mocó, tem em Atibaia, Praia Grande e Santos. Se você preferir, você pode comprar pelo WhatsApp de vendas ou então no openbox2.com.br. Se você também pode baixar o aplicativo e você vai ter todas as ofertas lá e entrega em todo o Brasil. Eu garanto para você, você vai na loja, você vai se apaixonar. Tá aberto até domingo, não é isso? É promoção até domingo, promoção vai até domingo.
Voz F:Essa promoção, inclusive, um recado, a gente foi classificado pelo Reclame Aqui novamente. Estamos na final com as melhores lojas de varejo de móveis e decoração do Brasil.
Emílio Surita:Que bacana!
Voz F:O que que acontece? Móveis tem muito pós-vendas. O que acontece? A gente foi classificado por votação de clientes, estamos na final disputando com a melhor loja de varejo de móveis e decoração do Brasil.
Voz D:É isso aí!
Voz C:Legal!
Emílio Surita:E na loja do Marcelo é uma experiência muito legal. As lojas são lindas e tem produto que não acaba mais. O cara é campeão de Paranaense e campeão também na maratona. Você viu o tempo que ele fez? Qual o pace?
Voz F:Fez um tempo lá agora, Porto Alegre, deu 4:52.
Emílio Surita:Ô louco, 4:52! Uma salva de palmas, cara é atleta! Obrigado, eu não faço isso de Uber, meu. 42 km, o homem da maratona lá em Porto Alegre. Você só viu Marcelão lá. Marcelão, qualquer dia nós É bom, nós vamos mostrar aqui.
Voz F:Vamos embora, vamos fazer uma prova junto.
Emílio Surita:Você é Paulinho, valeu, obrigado, Daniel, obrigado. Então entra lá, tem todo o endereço aí para você aproveitar essas super ofertas da Open Box 2. Boa, fazer o break, vamos fazer o break do Reginaldo. Vai lá, Reginaldinho. O ovo que entra o animal, que entra o animal. Aí está o nosso querido pinguim, pinguim doidaça, velho. Como é que está o dólar nesse momento? Dólar, cotação do dólar.
Voz G:É, o dólar, Fuzil tá lá nos Estados Unidos, muitos brasileiros vêm da Copa. O dólar tá em queda, uma queda de 0,72% e negociado nesse momento aos R$5,14. Rodrigo, já subiu para R$5,15.
Emílio Surita:5,5 o dólar nesse momento. O Fuzil, mas vai cair. Cadê o nosso herói? Vamos lá, o nosso herói. Parece que arrumaram. Aí está o Fuzil diretamente, ó, no outlet. Tá no outlet? Que isso aí, comprar aí, Fuzil? É permuta, é Copa do Mundo. Não é Copa mundo.
Luiz Carlos Fuzil:Quando eu for para o— não, mas quando eu for para feira, quando eu vou para feira fazer link de economia, vocês pedem para trazer pastel. Como eu tô aqui no Outlet, eu já vou fazer logo dentro da loja para mostrar preço, já que o Sam me falou o valor do dólar. Então nós já vamos mostrando o preço aqui enquanto o Joãozinho mostra aqui, ó, camisetas R$9,90.
Emílio Surita:Eu queria me lembrar, é o Ciro Bitoca.
Luiz Carlos Fuzil:Ciro Bitoca, aqui é legal. Por exemplo, vai lá, Ciro Bitoca, a calça aqui tem 50 dólares, tem 30% de desconto. Compre, compre, compre, 50 dólares com 30% de desconto em cima. Compre, compre aqui, camisetinha também, pó, bonitinha, o preço tem etiqueta aqui, ela está em milhão. Bom, eu devia ter trazido meu óculos também para ajudar a firma, né? É assim, tá barato e mais 50% de desconto. 45, Emílio, 45 dólares.
Emílio Surita:45 a camiseta, a camiseta é uma camiseta, mas tem 50, tem 50% de desconto, 50% de desconto, também conhecido como 22, 22 vezes 6, 122 vezes 6, 120 reais, camisetinha, 120 reais. Caro, caríssimo.
Voz D:Ele vai experimentar a camisa.
Emílio Surita:Experimenta, por favor, vai.
Voz G:Experimenta por cima.
Emílio Surita:Faz o look aí.
Luiz Carlos Fuzil:45 dólares.
Emílio Surita:E essa camisa que você tá aí?
Voz C:Metade do preço daqui do Brasil.
Emílio Surita:Ei, Fuzil, e essa camisa que você tá aí, onde você arrumou?
Luiz Carlos Fuzil:Essa daqui eu peguei do Silvio Santos. Eu peguei do Silvio Santos. Eu queria me defender, que vocês foram muito injustos aí, vocês foram canalhas, viu? Principalmente o Testa, porque é o seguinte, antes de falar com brasileiro aqui, vocês falaram, teve babadinha hoje. Eu quero dizer que eu deixei minha esposa sozinha no Brasil Brasil, eu quero dizer que não foi baladinha, Emílio, eu fui a trabalho, porque como dito pelo Zuckerman, foi a final, um dos jogos das finais do San Antonio e do New York Knicks, e a gente foi para um bar multitelas assistir, porque a gente quer, como é, trabalhar também.
Emílio Surita:Eu acho que ela foi aqui também. Eu quero que você dê uma volta, não quero ficar olhando você, eu quero ver, a gente combinou, eu quero ver imagem, quero ver esse câmera andando Andando aí pelo shopping. Eu quero ver outras coisas, não precisa ficar mostrando, a gente conhece você. Eu quero ver imagens, me dá imagens. Então sai afora aí, vai lá. Cai o link ou não? Não cai mais? Então não cai mais o link. É isso que queremos ver. Nós queremos ver coisas maravilhosas dos Estados Unidos. Olha aí, tênis. Não é? Quer ir lá fora? Ir lá fora, Fuzil? Boa, bonita loja, hein?
Luiz Carlos Fuzil:Bonita.
Emílio Surita:Ali que tá o desconto lá, o sale. Queremos ir no sale. A gente não cai junto lá no fundo. Coisa de picolé, coisa barata, coisa barata. Nós queremos, viu? Queremos. Aí, aí sim, ó, Garmin. Opa, cadê os relógios Garmin? Aí, ó, é bom, hein? Tudo em dólar, tudo em dólar.
Voz G:Manda mais um para nós aí.
Emílio Surita:5 e quanto tá o dólar para vocês?
Voz G:5,16.
Emílio Surita:Mas esse é o comercial, o dólar turismo é mais alto. Que mais? É sempre essas lojas aí, né, o Fuzil? American Eagle. Ó, o que que é?
Luiz Carlos Fuzil:O brasileiro gosta, né, irmão? É o que o brasileiro gosta. O brasileiro gosta de Under Armour, entrar nas Nike da vida, Puma. O brasileiro vem aqui. O nativo mesmo deve ter o esquema dele, que é as lojas mesmo que tem os produtos deles aqui. O Morgado deve saber mais. Aquelas próprias marcas americanas, é, tem muita coisa que você vê. E compra pela internet, que aqui funciona muito bem o serviço de entrega. E a Google, tá vazio, ó.
Emílio Surita:É muita coisa.
Luiz Carlos Fuzil:O dólar, que mais aqui então? Eu fui, mas é caro.
Voz G:Ó, o dólar, o dólar na, o dólar turismo com IOF tá uns R$5,73.
Emílio Surita:Já vamos pôr 6.
Luiz Carlos Fuzil:Como é que compra?
Emílio Surita:Olha, tem as lojas aí, tudo outlet. Aí é outlet, né, Fuzil? Michael Kors.
Voz C:Michael Kors.
Voz D:Compra um relógio para tua mulher.
Luiz Carlos Fuzil:É, aqui é a loja que as mulheres ficam loucas, né? Que nossas esposas ficam loucas. Toda mulherada brasileira ama a Michael Kors. Realmente são produtos maravilhosos. Eu aposto que a capinha desse celular é mais barata do que isso. É impossível você comprar mais coisa.
Voz G:É isso aí, o capinha de celular. Eu aposto que o xingue é mais barato.
Emílio Surita:Confere aí. Lógico que tem xingue, porra, só tem xingue no mundo inteiro. Ó, vê aí, vê quanto é a capinha do celular aí, ó.
Voz G:É mais barato.
Emílio Surita:Isso tem galinha. Vamos ver, vamos ver lá. Pergunta quanto tá a capinha do celular.
Luiz Carlos Fuzil:Aqui, vem aqui, abraço. Fala o preço para mim, para você não De 20 a $30 dólares?
Emílio Surita:Não, não, não, não!
Luiz Carlos Fuzil:Pessoal, nossa Senhora! Ó, tem no—
Emílio Surita:$30 capinha? Não, mano, é de R$80 pau aqui lá para ele.
Voz D:A capinha custa $30 e o celular custa 20, hein Fuzil?
Luiz Carlos Fuzil:Por isso que eu perguntei dólares, porque às vezes pode ser soco, pode ser tapa na cara. De 20 a 30 não é possível, mano. Como é aí compra um Brasil. Ô, você é louco, mano! Ali, ó, aí que coisa maravilhosa! Mas você vê, ó, uma sacola, uma, duas sacolas só no máximo na mão de cada pessoa aqui, ó. Isso aqui, isso aqui brasileiro sai arrastando, chega a passar até vergonha. Nós, o brasileiro arrasta igual corpo em taipas, irmão. E hoje não é uma sacola, é nenhuma sacola. E brasileirinho, vem cá, brasileiro, vem cá, vem cá, vem cá! Seu nome?
Voz B:Renan.
Luiz Carlos Fuzil:Renan, clima de Copa do Mundo aqui em Orlando, esquece. Então eu te pergunto, qual dos 6 você tá preocupado, brasileiro, aqui hoje? Copa ou compra?
Voz B:É, hoje eu tô mais com compra, né?
Luiz Carlos Fuzil:A partir do dia 13 é Brasil. Mas tá pesado o valor do dólar comprar, porque eu tô vendo poucas sacolas na mão de brasileiro.
José Carlos Miguel:É, hoje aqui não tá valendo muito a pena não, tá salgado, mano.
Luiz Carlos Fuzil:Tá uma promoção de capinha de celular lá, ó, procura a menina lá, coisa boa.
José Carlos Miguel:Eu acho que o pessoal aqui tá aprendendo com brasileiro, né?
Voz B:Que aquela promoção que engana a gente, né?
Emílio Surita:Fala que tá barato, mas não tá.
Luiz Carlos Fuzil:É o dólar, né, irmão?
Voz C:Ó, loja da Disney ali atrás, ali, ó.
Luiz Carlos Fuzil:Linda aqui, ó.
Emílio Surita:Ô, mano, porra, Fuzil, você, o que que você tá vermelho desse jeito? Eu tô preocupado com a tua saúde, hein, Fuzil.
Voz D:Tá vermelho, seu peru, tomate do jogo.
Emílio Surita:Parecendo um batom, hein, Fuzil.
Luiz Carlos Fuzil:Não, mas eu vou te acalmar, eu vou te acalmar, que eu sei que você realmente, você tem essa preocupação séria com a saúde, que eu sou um cara, apesar de eu sou um Highlander, uma hora eu vou morrer. Mas assim, Emílio, eu tô passando protetor solar, só que é o seguinte, mano, isso aqui é sol de Nordeste, velho, é sol de Nordeste, a sombra queima, a sombra queima. Mas eu tô me cuidando, paizão, tô passando protetor solar e tal. A partir da, a partir de amanhã, ou talvez é na segunda-feira, eu vou realizar seu sonho de você ver eu ser mordido por, por Alligator. Entorno. Então assim, as coisas vão engrenando. Eu lhe peço perdão, mas as coisas vão engrenando. A gente tá jogando o jogo, mas isso aqui é só o mesmo, Emílio.
Voz C:2 dias nos Estados Unidos, ele já mandou uma liga aí, turma.
Emílio Surita:Deixa eu perguntar uma coisa para você: que seleção que tá aí perto de onde você tá aí? Tem alguma seleção aí nessa região?
Luiz Carlos Fuzil:Seleção?
Voz G:Eu vou perguntar para a mulher da capinha.
Emílio Surita:Ele não sabe.
Luiz Carlos Fuzil:É que a Gabi, a Gabi, a Gabi tá dando uma força para a gente, que é uma produtora aqui maravilhosa. Não tem perto aqui, vai ter, vai ter Miami. Onde vai ter a sede dos jogos?
Emílio Surita:É mais perto de Miami, a gente tem que descer, a gente tem que descer para o sul, descer para o sul é ótimo.
Luiz Carlos Fuzil:É porque aqui não vai ter nenhum jogo, né? Então fica mais perto das sedes dos jogos, né? Porque fica completamente fora de mão eu morar em Taipas e trabalhar na Paulista, entendeu?
Voz G:Ó, no dia 12, joga em Miami, Estados Unidos e Paraguai. No dia 13, em Miami, Catar e Suíça.
Emílio Surita:Isso. E aí você tem também, você pode ir para Miami, você pode pegar aí e para Miami, que é pertinho.
Voz D:Vem esse clássico do futebol mundial, Catar e Suíça.
Emílio Surita:Então você vai cobrir Catar e Suíça. Presta atenção, ó, presta atenção. Nós iremos cobrir Catar. Que dia é Catar e Suíça?
Luiz Carlos Fuzil:Dia 12.
Voz G:Eu venho aqui que eu venho errado.
Emílio Surita:Na Califórnia, pertinho.
Voz D:Vai de carro até o jogo.
Emílio Surita:Califórnia não tem carro. Ô Fufu, então aí nós temos o Fuzil, o herói do Brasil, e ele está prometendo cobrir os jogos e tirar a zica da seleção.
Voz D:É o aquecimento. É o momento do fuzil e ele pode golear as outras seleções.
Emílio Surita:Então não estão botando muito crédito no Brasil, mas nós estamos acreditando que vamos fazer com essa seleção. Obrigado meu Fufu! Boa noite galera! É isso aí, o nosso herói do Brasil diretamente de Orlando né? Ele tá em Orlando nos Estados Unidos acompanhando a Seleção Brasileira.
Voz D:Muito bem, vamos lá mais uma, vai zuba, só para mais uma paixão, mais uma animação, mais um animal!
Voz C:Ai, super doidão, que o animal tá espirrando, ele tá.
Emílio Surita:E o Bitcoin?
Rogério Morgado:Como é que tá o Bitcoin?
Voz G:Tava caindo esses últimos dias, mas hoje em particular tá subindo. Ele sobe 2,02% e é negociado por $62.692. No ano, o Bitcoin perdeu 28% do seu valor.
Emílio Surita:Muito bem. Então vamos pro professor, né? Vamos. Ah, lógico, já. Marcelo Manhattan. Você quer o quê? Você quer ficar vendo capinha de celular e olhando? Não leva nada, né, diretor? Porque o diretor lá, o Della, o Della. Magnésio chegou, ó. Magnésio chegou. Já vamos falar com o Magnésio só para descontrair. Já vamos fazer o Magnésio já dela. Então, dela, que é você.
Voz G:Ela pediu uma cadeira de diretor.
Emílio Surita:Segura aí, segura aí. Olha lá, que que você quer? Roda a vinheta.
Voz B:Foca na economia, foca na economia.
Emílio Surita:Samuel Dana, muito obrigado, meu.
Voz G:Ó, tudo ficou lindo. O presidente Lula Lula anunciou que o governo vai lançar o programa para combater o roubo de celulares, e tem um nome já, fica tranquilo, chama Telefone Seguro. A iniciativa visa inviabilizar o comércio de aparelhos roubados, e para ele isso vai ser suficiente para desestimular o crime.
Emílio Surita:Ah, claro.
Voz G:O programa vai funcionar assim, Morgado, você tá com o celular, pois não, certo, seja você o seja você quem comprou do ladrão, certo? Aí um banco de dados que conta lá com os e-mails, que são— ele falou que o banco de dados já tem 2 milhões e meio de aparelhos, vai receber uma mensagem: esse celular é roubado, devolva-o.
Emílio Surita:Claro, vai devolver.
Voz G:E aí você vai no Correio, na agência do Correio, não em delegacias, para não intimidar, seja o ladrão, seja a pessoa que comprou do ladrão, tá?, tá? E porque segundo, né, o governo, muita gente acaba comprando sem saber da procedência ilícita. Comprou iPhone por R$200.
Emílio Surita:Isso, põe o vídeo, põe o vídeo, vamos ver. Nós temos o cadastro, o endereço e o chassi do celular de 2 milhões e meio de celulares roubados. Nós não sabemos quem roubou, mas sabemos que os telefones foram roubados porque nós temos um novo telefone. Eu ia passar uma mensagem, eu ia apertar um botãozinho e passar uma mensagem dizendo que todos os 2 milhões e meio de pessoas que estão com celular roubado tem que devolver. Precisa devolver porque ele pode estar cometendo um delito e se ele for pego ele pode sofrer uma punição desnecessária. Eu sei que rico não compra telefone roubado, mas eu sei que os pobres compram. Quem é que não gosta de comprar uma coisinha barata? Ah, meu Deus! Não, ele tá dizendo o seguinte: que pobre é desonesto. Exatamente, é o que eu entendi. Porque eles são ricos, não compra. Um pobre compra.
Voz G:É impressionante!
Emílio Surita:Meu Deus do céu! É uma coisa, exatamente, não é isso?
Voz C:É isso, é óbvio, é isso, é óbvio. Quando ele já exclui o rico, ele fala assim: o pobre que compra. Por quê? Porque a gente sabe que um iPhone iPhone 17 não custa R$1.000, né? Então é isso, ele tá falando que você, pobre, você é desonesto porque você faz esse tipo de compra.
Emílio Surita:Parabéns, viu?
Voz C:E outra, você acha que o cara que rouba ele vai deixar do jeito que tá? Ele não vai pôr, não vai desbloquear, não vai acontecer nada?
Voz G:Não, e outra coisa, o maior problema disso é a probabilidade de ser pego, que não é tão baixa. Mas o que a gente vê, o Derrite falando, o Que a lei ser frágil, o cara rouba e aí se ele é pego ele volta e rouba de novo. O problema é que o cara rouba 30 vezes.
Emílio Surita:É o fim do mundo, né?
Voz C:Se ele mudar isso daí, se ele mudar isso daí vai começar a coibir. Não é mensagezinha na tela de celular. Muda a lei, meu chapa, vai lá, deixa mais forte aí a pena para bandido. Mas não, ele quer falar que o pobre gosta de comprar coisinha barata.
Luiz Carlos Fuzil:Pirata.
Voz C:É, que bonito, viu?
Voz G:É, e ele tinha falado antes da eleição que roubar um celular—
Voz C:bacalhau, não, bacalhau, pastelzinho de Belém.
Voz G:Vou comer que eu tô bravo agora, que depois dessa aí era um para cada, bicho.
Emílio Surita:A ideia de Jirico, né?
Voz G:Mais uma ideia. Lembra que tinha defendido? Falando: não, roubo de celular não é um negócio tão grave. Ou seja, ele estimula, certo? Ele não, ele não repreende comprar pirata, que é crime, ele não acha um absurdo. Isso quebra várias empresas. E depois ele vem com essa ideia que não serve para absolutamente nada. Delary, bota aí o resgate do calango Ryan.
Emílio Surita:O resgate do calango. Quanto tá custando nesse momento o resgate do Ah, alguns bilhões, hein? Quantos bilhões?
Voz G:É difícil saber porque é muita coisa ainda em andamento, né? Eu chutaria mais de 160 bilhões de reais.
Emílio Surita:160 bilhões de reais? 160 bilhões de reais para resgatar?
Voz D:Putz, a merda, velho. Eu vou te falar um negócio. Mas pera aí.
Emílio Surita:Foi avisado? Não, mas não é questão de avisar ou não. Não adianta, foi avisado. Não é questão de ser avisado, não ser avisado. Questão é que o jogo é assim.
Voz B:E aí faz o quê?
Emílio Surita:Eu sei, mas você quer ir lá para casa? O jogo é jogado dessa maneira e joga.
Voz G:Tem uma pessoa aqui da audiência que tá falando que pegou fogo na fiação do consulado italiano na Paulista.
Emílio Surita:Manda o fuzil para lá.
Voz D:Legal, vai lá, Sami, rapidão.
Voz G:Tem a câmera. Bom, enfim, Dani, dá aquela notícia do endividamento que você roubou de mim.
Voz D:Boa, né?
Luiz Carlos Fuzil:Ela é muito boa.
Voz D:A gente preparou um gráfico, que a produção é muito eficiente nesse programa, que é sobre o endividamento das famílias. Bateu recorde, bateu recorde. Pode colocar na 4 também, dá a notícia.
Voz G:Põe no gráfico, vai.
Voz D:Na 4, percentual de endividamento das famílias. Quanto você acha que é? 81,6% em maio deste esse ano a turma tá sem o poder de compra, de acordo com a pesquisa da Confederação Nacional do Comércio.
Voz G:Olha, mas olha como subiu.
Voz D:E aí tem o gráfico, Samidana, para você fazer uma grande análise, uma análise e uma narração.
Voz G:Dá um freeze no gráfico pelo seguinte, tem muita gente no rádio. Em janeiro de 2015 tava 57,5, certo? Em janeiro de 2021, ou veja, pandemia, tava 66,5%, e agora com juros muito mais altos, em 81,6%. Porque a combinação você tem que fazer é o seguinte, certo? Dívida vezes taxa de juros. Porque se você deve muito, mas numa taxa pequena, sim, não é tão grave do que você dever às vezes menos numa taxa astronômica. O Brasil agora tem um endividamento grande, gigante, com uma taxa gigantesca, a maior do mundo, ou entre as duas, três maiores. Isso esmaga. E isso deve ser, a gente vai perguntar já já para o Van Hatten, a maior arma da oposição.
Emílio Surita:Então, mas é que tá, as pessoas estão, então, mas aí que tá, que eu quero chegar nesse ponto, meu querido professor. Eu estava lendo o seguinte: o que que tá acontecendo? Que a gente tá falando do resgate do soldado, que você fala que são bilhões que estão enfiando na economia, e a gente já sabe que que a gente tá, o estado gastou muito, gastou mais do que arrecada, mesmo cobrando tanto imposto, tanta taxa, Taxa das Luzes, todo esquema, e agora tá gastando mais ainda para se reeleger. O que eu estava acompanhando é que a taxa de juros no Brasil, que você tá falando, que já é alta, ela vai perdurar por muito tempo sendo alta. Sim, porque, porque o governo gasta muito, exatamente, a taxa de juros alta é o o imposto que a gente paga para o governo gastar tanto. Sim, como o governo tá gastando muito agora, futuramente essa taxa continuará sendo alta para não ter hiperinflação. Então quer dizer, o negócio, o negócio vai ficar ruim.
Voz D:É porque não tem—
Voz G:tá ruim, mas vai ficar pior.
Emílio Surita:Isso, tá ruim, mas vai piorar bastante.
Voz G:A inflação já tá comendo solta. E aí começa a fazer a conta da eleição, porque de um lado, o que eles querem, Emílio, é vale gás, é ficar dando ajuda, vai ser assistencialismo. Isso. Agora precisa ver se isso vai pesar mais do que as contas do supermercado, do que esse endividamento, do que a inadimplência, do que o cara não conseguir ter uma vida minimamente decente. Então essa é a conta econômica até a eleição.
Luiz Carlos Fuzil:Sim.
Voz D:E o nome é lindo, né, que o governo fala, né, que o Alba gosta, que é pacote de bondade. Uma puta bondade que você faz o cara, você libera a grana agora e o cara tá endividado e fica com mais juros.
Emílio Surita:É isso. Muito bem, é isso aí, Bischofsky. Vamos lá, vamos aqui. Ó quem chegou, é ele, bicho, é ele. Tudo bem, amigo? Tudo certo? Exatamente. A gente já deu essas notícias e agora vamos falar o seguinte, que um dos malefícios é o cortisol. Essa notícia, por exemplo, endividamento, bate no cortisol e aí o cortisol que dá a barriga, essa barriga, essa gordura visceral que é o que mata a turma, é o cortisol. Como é que o magnésio pode ajudar pessoas aí para não ter essa desgraça que é o cortisol, que todo dia esse cara vem com notícia ruim e eu sinto cortisol, Ataca a gente, né, Emílio?
Voz K:Ataca a gente, a gente fica nervoso, estressado. Oi, Emílio, o cortisol de fato é um hormônio muito perigoso para nossa saúde, né? Se você tiver muito cortisol na corrente sanguínea, aumenta os processos inflamatórios, né? Colesterol, prejudicar o coração também. Então o que que o magnésio pode ajudar? Primeiro, ele melhora as conexões neurais, então ele melhora muito a absorção das vitaminas, né? Uma boa alimentação, você usando magnésio, você vai aproveitar melhor essas vitaminas ao longo do dia. E o grande detalhe é que ele estimula a produção da melatonina. Então, para você combater o mal, você tem que trazer o bem, não é assim que funciona na vida? Então, o magnésio, ele estimula a produção da melatonina, e a melatonina, ela é muito importante para você ter uma boa noite de sono. Você recebe uma notícia ruim, Emílio, já deve ter acontecido isso na sua vida, é, você não dorme direito, você fica ansioso, estressado, e aquilo só vai aumentando, aumentando. O magnésio, ele melhora a sua noite de sono, trabalha o hormônio da melatonina. E durante a noite o nosso corpo libera alguns hormônios que são importantes: ocitocina e endorfina, que são os hormônios da felicidade, para controlar o cortisol. Então você, às vezes uma notícia ruim, ela é ruim, mas você controla melhor com esse hormônio da felicidade.
Emílio Surita:Ó como esse cara é bom! Fui aqui no GP Toca, certo? Aí O magnésio e o cortisol: regula a liberação do cortisol, reduz a resposta exagerada ao stress, melhora a qualidade de sono, que indiretamente contribui para níveis mais saudáveis de cortisol, e diminui sintomas de ansiedade em algumas pessoas. Isso é bacana, Emílio, assim, porque isso é tudo magnésio, e 70% das pessoas têm deficiência de magnésio.
Voz B:É verdade.
Voz K:E assim, o grande detalhe, Por por exemplo, o nosso corpo ele produz algumas vitaminas, algumas vitaminas do complexo B são produzidas no intestino. Se você tem muito cortisol, o teu intestino pode inflamar, isso dificulta a produção da vitamina B. Então quando você começa a usar o magnésio, ele regula, ele vai hidratar o seu intestino, melhorando o trânsito intestinal para que você tenha uma boa produção de algumas vitaminas do complexo B. Isso é muito importante para controlar o cortisol, melhora memória, memória, foco, concentração, porque o cortisol ele vai minando tudo isso, raciocínio rápido, produtividade. Então é muito importante para questão cognitiva, todo especialista indica. Agora, o que me surpreende muito, Emílio, por exemplo, quando a gente fala do magnésio, é para saúde do coração. Gente, ele é um vasodilatador, então ele é muito importante para quem quer cuidar do coração, a prevenção, porque ele melhora esse fluxo fluxo sanguíneo. Então, para que você não tenha um problema cardiovascular, esse mineral ele é importantíssimo. Até porque, né, Emílio, a gente sabe, é melhorar fluxo de sangue, vai nutrir as extremidades, as mãos, os pés, evitar o inchaço, formigamento, a má circulação. Pessoas que têm um risco maior, o diabético, às vezes tem um fluxo de sangue menor. Magnésio é muito indicado.
Emílio Surita:Magnésio é show de bola. Aquela promoção tá rolando ainda, camisa do Brasil.
Voz K:Hoje começa a Copa, né, Emílio? Hoje começa, é sucesso essa campanha, muito bacana.
Emílio Surita:A Lirius comprou muita camiseta aí, camiseta oficial do Brasil. Essa é oficial do Brasil, tá aqui, né, meu povo? Tá aí, ó, camiseta oficial do Brasil. E é um presente que eles estão dando para quem comprar o Magnésio hoje, e só tem no telefone, no 0800-787-9999.
Voz K:É, e, Emílio, assim, uma coisa importante, por exemplo, comprou o Magnésio Prédio, vai ganhar camiseta. Ficou mais larga ou muito apertada, a gente comprou numa rede que tem no Brasil todo, você pode trocar também sua camiseta. Então isso é muito bacana. E eu tô com 200 unidades da camisa do Brasil. Boa! Então você que tá em qualquer lugar do Brasil, camisa oficial, isso é um presente para você. Você vai ligar agora, 0800-787-9999. Tem um QR code, mas é só para quem ligar agora no telefone.
Emílio Surita:Telefone?
Voz K:0800-787-9999. E o nosso magnésio, Emílio, hoje, para você experimentar, conhecer os benefícios do magnésio, você só vai pagar 20% do valor do produto e ainda ganha a camisa do Brasil. Ligue agora, 0800-787-9999.
Emílio Surita:Emílio, ligação é grátis, e se você conversar lá, eles dividem, faz um negócio bacana para você. 0800-787-9999. 279999. Agora nossa vinheta, que chegou o nosso convidado de hoje. Nosso sócio diretamente dos bastidores do Congresso.
Voz B:Vossa Excelência tem que dizer qual é a jurisprudência, não é Vossa Excelência que pergunta a mim qual jurisprudência é essa.
Emílio Surita:Um deputado federal brabo e destemido, um dos líderes do partido noivo.
Voz B:Acorda, Brasil!
Emílio Surita:O grande Marcel Van Hattem. Ó o Van Hattem aí, ó. Van Hattem vai torcer pra Holanda.
Voz D:Vai. Ele é holandês.
Emílio Surita:Vai torcer pra Holanda ou não?
Voz B:Brasil primeiro, depois Holanda.
Emílio Surita:Diz que o Brasil vai perder pra Holanda. Tá falado isso. Tá falado, tá comentado isso.
Voz B:Aí é Brasil.
Emílio Surita:Ô Van Hattem.
Voz B:Não é vai brasa, mas é Brasil.
Emílio Surita:Presença encantadora aqui sempre da nossa querida Jess aqui participando aqui do povo. Por favor, coloque a rede imagem dela, por gentileza, da Jess, que é a nossa companheira aqui da Jovem Pan, participando. Ela que manja de política e é campeã mundial de debate.
Voz G:Nunca perdeu um debate, não passa frio, porque é sempre coberta de razão.
Emílio Surita:Exatamente, exatamente. Aí, ó, tá aí a Jess. Eu vou aproveitar e fazer a primeira pergunta. Quero saber o que que vai rolar lá sobre a misoginia que tá lá no, tá lá no, a nossa querida É a batatinha, é a Sandy, a batatinha nossa Sandyzinha que tá comandando lá o negócio. Que que vai dar isso aí?
Voz B:Olha, Emílio, não tô vendo a discussão tão forte na Câmara nesse momento. Acho que é coisa que ela tá debatendo em rede social forte. No Senado já deu todo aquele quiprocó, né, porque aprovaram uma lei.
Emílio Surita:Agora tá na Câmara, né?
Voz B:Tá na Câmara, mas assim, a Câmara nem votou nada ontem nem debate ontem, porque tá travado, travada a pauta, porque o Lula mandou um projeto de lei da 6x1 com urgência constitucional enquanto se debatia a PEC. Aí funciona assim na Câmara, para quem, aliás, boa tarde a todos, né?
Emílio Surita:Cheguei aqui já, já chegou, já cheguei chegando, respondendo aqui, a gente explora mesmo, a gente explora, não tem muita conversa aqui.
Voz B:Olá, então boa tarde a todos. O que que tá acontecendo na Câmara agora? Foi aprovada a PEC da 6x1 Foi para o Senado da República, mas o governo Lula mandou também um projeto de lei, porque a PEC não era de iniciativa do governo. A PEC foi assinada pela Erika Hilton, né? Aí foi mandado comissão especial, CCJ, etc., plenário da Câmara, foi aprovada sem o meu voto, foi aprovado, e agora tá no Senado. Mas enquanto não retirar-se a urgência constitucional do projeto de lei que o Lula mandou, não se vota nada no plenário da Câmara, porque projeto de lei com urgência constitucional precisa ser votado em até 30 dias. Se não for votado, não se vota mais nada. Então o PL da misoginia, que tá aí tramitando em outras comissões, ele não pode ser votado no plenário.
Emílio Surita:Entendi, entendi.
Voz B:O presidente retirar a urgência.
Emílio Surita:Entendi.
Voz B:Enquanto não sair isso aí da frente, não, nada rola, fica tudo parado, tudo parado. Só pode votar PEC ou PDL, que é projeto de decreto legislativo, por exemplo, acordos internacionais. Isso tem preferência, mas projetos leia?
Voz D:Não.
Emílio Surita:Esses 6 por 1 ou 5 por 2 lá vai virar, né? Já virou, né? Eu espero que sim, porque o que que você acha que vão mudar lá no Senado?
Voz B:Olha, foi muito interessante a forma como foi protocolada essa PEC do horário flexível na noite da votação da Câmara.
Emílio Surita:Então, mas isso é o quê? Explica, vamos lá, explica em miúdos, porque vocês têm uma linguagem que ninguém entende. Bem fácil, é uma linguagem brasileira.
Voz B:Brasileiro, quando ele vê que não tem mais mais oportunidade no Brasil, ele vai trabalhar, buscar emprego normalmente onde? Se ele conseguir, Estados Unidos, Europa, se ele conseguir. Sonho de migrar, porque lá trabalha por hora, mais fácil, tem mais qualidade de vida. O trabalhador americano, quando não consegue alguma coisa, vem buscar CLT no Brasil? Não, muito dificilmente. Então, é uma forma fácil de entender que o sistema de lá gera mais produtividade, mais qualidade de vida. O trabalhador pode trabalhar 10 horas no emprego, 20 horas no outro. Se ele quiser trabalhar 50 horas por semana, pode. Se quiser trabalhar 10 horas por semana, Ela pode, tudo com o sistema de garantias trabalhistas também dando a ele essa possibilidade. É isso que a gente quer para o Brasil. O Brasil tem que dar mais liberdade para o trabalhador. Ele tem que escolher, não é o governo proibir. Porque o que é o 6 por 1, no fundo, no fundo? Não é permitir ao trabalhador que ele descanse, é proibir aquele que queira trabalhar 6 dias, por exemplo, de fazer. Vai esculhambar escalas, inclusive da força para o sindicato.
Emílio Surita:Óbvio, isso é uma coisa sindical que é da força para o sindicato.
Voz B:Então, bem simples, o que que é a PEC do horário flexível? Você decide, trabalhador, quanto você quer trabalhar. Você é 10 horas no emprego, 20 no outro, tá beleza. Quer trabalhar 50 no emprego só?
Emílio Surita:Pode.
Voz B:20 no emprego só? Pode. Você dá mais liberdade para o trabalhador e você gera mais produtividade. Atividade. Por que que vai acontecer? Com o mesmo nível de atividade econômica, o Sami, que é o entendido aqui do assunto, né, Sami? Mas é o seguinte, com o mesmo nível de atividade econômica você vai destruir empregos e destruir possibilidades.
Emílio Surita:Então, mas aí tem que mudar a remuneração, né? Pois é, claro.
Voz B:Aí você pode fazer, pode conviver com os dois. Não, você pode manter o CLT e você pode fazer horário flexível para quem quiser. Qual o problema?
Emílio Surita:Não, mas tem um desespero aqui.
Voz B:Mas aí você faz proporcional, você pode fazer funcional. O que acontece hoje? Hoje o que que o cara faz quando ele não consegue fazer pela CLT? PJ. Ele é uma empresa individual. Na verdade, o que ele tá fazendo no fundo— tem algumas empresas individuais, são de fato empresas individuais, mas muitas são uma forma de dar uma burlada no sistema porque não tem como fazer CLT. Exato, exato. Hoje os garçons, por exemplo, eu fui num restaurante ontem em Brasília, todos os garçons estão contra o fim da 6 por 1, porque é ali que eles ganham uma gorjeta, que é justamente no nosso feriado, no nosso, na nossa folga, a gente vai trabalhar. É nesses dias que o governo tá dizendo: eles têm que ser forçados a descansar, não pode mais trabalhar, não pode ganhar gorjetinha deles. Exato. E o pior, o cara vai ficar daqui a pouco esse dia em casa mais obrigado, não porque ele quer. E o que que acontece também? Ele acaba gastando mais. Então, além de ele não ganhar mais o mesmo salário, porque não existe esse negócio de manter o mesmo salário, o nível de produtividade que vai definir se vai aumentar o salário do trabalhador ou não, e não a caneta de um político, ele ainda vai acabar gastando mais, porque ficar em casa você acaba botando dinheiro em outras atividades.
Emílio Surita:Isso aí é a picanha 2.0. Então, mas é isso que tá no jogo. O cara tá prometendo que você vai trabalhar menos e ganhar mais. Poxa, você quer coisa melhor? Então, mas é isso aí.
Voz B:Por que que ele não propôs em 2003? Se ele é tão a favor do trabalhador, por que quando ele chegou à presidência da República, na primeira vez, ele não propôs isso?
Voz C:Que tinha outras mentiras para contar antes.
Voz B:É a última bala de prata deles, porque não tem uma marca boa, o governo. Me diz uma marca boa, nem os petistas sabem dar.
Voz D:Não tem.
Voz B:Aí ele tá querendo botar tal da marca das 6 por 1. Marca tem muitas, é de corrupção, de desvio, de incompetência, até de aposentado roubar. Então quer dizer, ele tá tentando vender uma marca de ajuda ao trabalhador, mas que no fundo prejudica justamente quem quer trabalhar.
Rogério Morgado:Isso aí funciona. Que aí, como o Emílio falou, a picanha, ele prometeu, não veio, ele ganha a eleição. Aí deu tempo da pessoa falar: pô, mas a picanha não chegou, precisa de um tempo para isso. Aí ela tá diante de outro presente dele, outro presente: olha, eu vou trabalhar menos e vou ganhar mais. A pessoa já entendeu, o eleitor já entendeu que a picanha não vem, ou realmente o brasileiro, ele gosta de esquecer, ele gosta de se Vai funcionar.
Voz B:Isso aqui que é pior, é capaz da picanha ainda vir, porque com esse embargo que a União Europeia deu na carne brasileira, é capaz de cair o preço da carne. E aliás, tem que cair no curto prazo, tem que cair. Se não resolver isso, aí eu não sei se o governo não vai querer resolver de propósito ou por incompetência, porque até aqui, ao que tudo indica, foi por incompetência. Nem prazos da União Europeia o governo brasileiro respeitou. Aí agora a União Europeia, de todos os países aqui da volta, só o Brasil não pode produzir a carne, o maior produtor do mundo. Aí vai fazer o quê? Vai ficar essa carne dentro do mercado brasileiro, e obviamente com mais oferta cai o preço. Então, para você ver como até na incompetência, daqui a pouco os caras vão conseguir fazer baixar em período eleitoral o preço da picanha. É bom prestar atenção nisso, porque isso não é bom para produtor, isso não é bom para economia brasileira, e obviamente não é bom para reputação. Mas o PT não tá aí para isso. E se funciona, infelizmente realmente para muita gente funciona, porque a gente vê que até na Câmara dos Deputados parece funcionar. Como é que pode uma votação dessa? A gente acabou ficando só com 22 votos contra. E no Senado da República, todo mundo com medo de que vá votação. O Davi Alcolumbre tem dito: se botar votação, vai passar. Seria uma coisa tão óbvia de que, pô, vamos achar uma forma boa de melhorar a qualidade de vida do trabalhador. O trabalhador brasileiro realmente tá precisando de novas mas não, eles fazem essa demagogia que é boa para o sindicato.
Emílio Surita:Ô, Van Raten, você sabe que dá impressão na gente que tá fora, tal, que não é político, que não tá lá vendo o jogo, tal, que ninguém tá nem aí para o Brasil? Essa é a impressão que dá, é que o interesse é só por esse poder, que é só mais 4 anos, eu quero 4 anos lá. Essa impressão que a gente tem, porque a gente vê tanta coisa, tanto editorial de jornal, né, porque os jornais agora, agora todo mundo mesmo Acordou, né? Não, não acordou. Todo mundo também acordar falando: pô, o que que os cara tão fazendo? Como é que vai ser amanhã, né? Porque o que eles estão enfiando de grana é bi, é muito bi para reeleição, cara. É muita grana que tá entrando aí, né, do governo. E nós vamos pagar isso aí, você sabe que paga, né? A conta chega.
Voz B:Eu tava lendo há pouco, vindo no avião aqui, o livro do Adriano Jantur, que eu sei que ele poucos dias O Tomás tava aqui dando entrevista, ele faz uma leitura muito interessante sobre como a base piramidal da sociedade, né, não bem a base, mas a parte mais classe média, digamos assim, ela é fundamental para garantir mais responsabilidade de quem comanda, de quem governa, e menos benefícios distribuídos para quem tá ali na voltinha do poder. Hoje no Brasil a gente vive uma situação em que se retira muito dos pobres, aliás, mais do que eles ganham de volta, porque o Bolsa Família não paga o tanto de imposto que o pobre tem pagado, por exemplo, no nosso país, e paga mais em proporção do que quem tem mais dinheiro. E uma parte desse recurso que não vai para o pobre, obviamente, vai para quem tem mais dinheiro e tá próximo do círculo de poder. Então, qual é a solução que levou países democráticos— não é bem uma solução, é um caminhar natural das Depois, se o governo parar de interferir, tiver mais gente no governo com essa visão, qual é a solução, a forma de diminuir não esse sentimento, mas esse fato de que a maioria de que tá no poder, dos que estão no poder, querem só benefícios próprios? Essa tem mais pressão de uma classe média consciente de que a coisa tá errada, porque a classe média que paga a conta, né?
Emílio Surita:Exatamente. O país que funciona, ele tem classe média grande, porque a classe média paga o imposto. O rico, o milionário, tem joga o dinheiro fora, ele dá um jeito, ele não tem problema para quem tem muita grana. E o pobre fica lá naquela bolsinha e não paga nada. Então da onde ele vai tirar o dinheiro?
Voz B:Você viu o que aconteceu lá na Nova York? O prefeito botou uma taxa de grande fortuna.
Emílio Surita:É assustador.
Voz B:O empresário lá, um CEO, Mandani, é o prefeito, né? É isso, Mandani. Não lembro o nome. Pois é. E que tal? Um monte de empresário tá deixando de fazer investimento no estado de Nova York, ou na cidade, obviamente, mas acaba impactando o estado também, e indo, por exemplo, para Flórida e para o Texas também. Os bancos acontece no mundo todo. A França decidiu taxar os mais afortunados, também foi mal. Depardieu foi para a Rússia, um caso clássico.
Jess:Pegando esse gancho aí da direita, né, porque a direita em muitos momentos ela decepciona em algumas questões que são essenciais. Então você mesmo mencionou, só 22 votos contrários, e o tempo inteiro querendo lembrar que é populismo, do risco para o nosso mercado de trabalho, para nossa economia, mas na hora do vamos ver fica com medo de estar na propagandinha ali aparecendo que votou contra esse discurso aí populista. Eles preferem engatar no discurso populista. Você concorreu à presidência da Câmara, você chegou a fazer isso ali antes, concorrendo diretamente com Hugo Motta. Partidos da direita como PL não te apoiaram nominalmente.
Emílio Surita:Perdeu feio, perdeu, perdeu feio, perdeu o Brasil.
Voz B:7 a 1. Teve gente que fez 3 votos.
Jess:E tudo por comissão, por nós vamos fazer isso, a Câmara vai fazer uma coisa diferente, nós vamos ter essa e essa comissão. Parece que direito o tempo inteiro quer jogar meio junto com o sistema, com eleitoral. E como que você vê isso? A direita tá desunida, tá fraca, e lá é difícil fazer política com esse grupo?
Voz B:A direita ela é muito mais recente organização do que a esquerda, então a gente precisa conceder isso. A esquerda tá aí já décadas fazendo desse trabalho, né? E 10, 15 anos atrás o PSDB era tido como a esquerda, a direita brasileira, que não é nem programaticamente nem na prática do dia a dia dos seus governos. O Alckmin, que é do PSDB, é o vice do Lula hoje, FH Centro, e Lula e Bolsonaro votou no—
Voz C:por aí vai.
Voz B:Bom, por que que eu tô dizendo isso? Porque a esquerda, ela tem uma fidelidade aos princípios e uma organização que muitas vezes é de causar Estratégia, não dos princípios, que são os errados, não são os quais a gente concorda. Não quer dizer, eles lá no início do governo Bolsonaro, antes até quando gritavam Lula livre, aquela coisa toda, quem eu, quem acreditava que o PT ia ser ressuscitado e o Lula ia estar de volta na presidência? Eu não achava que isso ia acontecer. E aí em novembro daquele ano aquilo aconteceu. Então o que que eu vejo?
Voz C:Acho que nós temos também aconteceu Leônardos, muitos, muitos.
Voz B:É uma junção da esquerda corrupta ideológica com o sistema ávido por voltar a fazer as maracutaias que sempre mantiveram esse sistema aí no poder. Mas voltando à pergunta objetiva sobre a 6 por 1 e sobre esses votos, realmente teve muita gente com receio da repercussão de um voto contrário. Havia pesquisa, por exemplo, no Rio Grande do Sul dizendo que 73% da população gaúcha era a favor do fim da escala 6 por 1. Mas a pergunta é assim: você é a favor da escala 6 por 1 para trabalhar um dia a menos e ganhar o mesmo salário? Puxa, é difícil.
Jess:É os 20 e poucos conto.
Voz B:E aí depois do meu voto, e eu digo assim, na hora teve gente até aconselhando, achando que eu tinha que votar a favor porque eu sou do fim da 6 por 1, porque eu sou candidato ao Senado. Ela disse: calma, primeiro que eu não vou trair os meus princípios, sempre vou ter de acordo com meus princípios. E segundo, se é para eu perder uma eleição por causa de um voto desse para outros populistas que estão oferecendo isso sabendo que é errado, então que o eleitor escolha os outros, sabe? Porque se é para votar igual os outros, exatamente, por que que vai votar no genérico?
Voz D:Vota logo no que está lá.
Voz B:É, exato. Mas aí de novo, aí eu entendo, teve gente ali e nós perdemos a discussão. E aí é um problema de organização direita. Eu inclusive, depois da votação, antes da votação já foi uma tragédia, seu ponto de vista de organização, debate não levaram a sério. Não tô falando só de direito, falando entidades empresariais, imprensa que acordou agora também, editoriais falando que horário flexível, que não sei o quê, não tinha nada disso antes. E depois do voto, pouquíssimas entidades, eu não vou citar nomes, algumas eu poderia estar até para agradecer, mas pouquíssimas foram lá e dizer, ó, parabéns pelo teu voto. Exato, né, ou empresários, ou pessoas que realmente estão conscientes, ou trabalhadores e tal. Então, quer dizer, sabendo do resultado, mesmo assim a solidariedade depois foi pequena quando eu exerci o voto de convicção. Mas onde eu quero chegar com essa conversa toda? Agora nós temos uma alternativa que tá lá no Senado e que o Rogério Marinho protocolou, nada menos que o líder da oposição. No dia da votação na Câmara dos Deputados, eu estava com Davi Alcolumbre no Senado por outro motivo, conversando com ele na mesa, e eu falei sobre tema da escala 6 por 1 que tava sendo votado na Câmara. E ele disse, ele tá claramente enfadado com a situação, ele não tá gostando, ele tá, ele tem noção do tamanho do problema. Aliás, foi uma pauta que o Hugo Motta na verdade comprou com o Lula para pautar na Câmara dos Deputados. E eu falei da PEC do horário flexível, ele já tinha conhecimento, me pediu um pouco mais de explicação. E ele disse, olha, se protocolar aqui no Senado hoje, eu já despacho logo para CCJ. E foi aí que eu liguei para o Rogério Marinho, disse, ó, tem a PEC do horário flexível que é do Maurício com o nosso deputado federal do Rio Grande do Sul, acho que vocês conhecem ele, já esteve aqui.
Emílio Surita:Sim, sim, já esteve aqui.
Voz B:É dele lá na Câmara, pegou praticamente o mesmo texto, fez uma ou outra adaptação, protocolou ainda naquela noite mesmo da votação na Câmara com 36 votos, tanto é que foi um tanto de água no chope da aprovação, vocês lembram? Aprovada 6 por 1 e ao mesmo tempo Davi Alcolumbre despacha para CCJ. O bastidor foi esse. Então a conversa nossa lá na mesa do Senado disse: ó, protocola e agora tem essa opção ali em tramitação.
Emílio Surita:Mas você não acha, porque por exemplo, o que que a gente fica aqui, né? Ou a maioria das pessoas, a maioria das pessoas fica: "Ah, sou direita, sou esquerda. Ah, eu sou direita porque eu sou do livre mercado, porque eu quero mais liberdade para as pessoas. Não, eu sou de esquerda porque eu sou mais socialista, eu acho que tem que ser do jeito que é, com essas bolsas, essa coisa toda. Tem que ajudar o pobre porque tem mais pobre. Não, mas eu acho que tem que ser o livre mercado e tal." Fica toda essa briga e a gente esquece de votar em quem está mandando, que são os deputados e os Senadores, senadores. é lá que tá o baragulho. A gente fica Bolsonaro, Lula, PT, direita, esquerda, e lá que tá rolando a tramóia, a conversinha, a conversinha. Tem que ficar ligado nesses caras. Se você votar nos caras sérios ali, o cara não vai deixar, entendeu? Mas aí o ou você acha que você vota no cara, ele te engana, e aí chega lá, ele entra no esquema, porque aí é gostoso, né? Porra, você ser senador é uma delícia, cara. Lógico, opa! Puta merda, hein?
Voz B:Mas é bom, né?
Emílio Surita:Olha só, você acha que o cara entra no esquema mesmo sendo sério ou não?
Voz B:Não, tem gente que é séria.
Emílio Surita:Mas como é que escolhe um cara sério? Um cara igual você, que você não gosta muito de brincadeira. Exato. Eu percebo aqui.
Voz D:Ele não faz essa.
Voz G:Você não é muito da piadinha.
Emílio Surita:É, não é da piadinha.
Voz D:Hoje ele tá hipocrisado em 6 meses, sem terno e gravata.
Emílio Surita:Ei, Van Hatten!
Voz B:Ó, acho que assunto sério é sério. Pode ter descontração para tratar de assunto sério, por isso que eu gosto muito do programa. Mas de qualquer maneira, a gente precisa tratar as coisas como elas são, não dá para adorar a pílula, né? Então, quanto à questão da participação de pessoas boas na política que se vêem no caminho, existe, não tem a menor dúvida. Por exemplo, foram eleitos 27 senadores em 22, 17 estão na oposição. Foram eleitos 54 senadores em 2018, dos 54, 14 são na oposição. Olha a diferença.
Emílio Surita:Caramba!
Voz B:Não é possível que numa eleição tenha ali, tenham sido eleitos tantos na oposição e na outra. Mas a gente vai analisando, aí tem senador que realmente foi para o outro lado da força, mas tem senador que se elegeu para outro cargo no seu estado e suplente não alinhado com o governo, tem outro que faleceu e suplente é hoje alinhado com o governo. Então quer dizer, nós temos uma série de outros fatores envolvidos que precisam fazer com que as pessoas prestem atenção. Eleição para o Senado é uma, tem que prestar atenção também quem são os suplentes, os senadores, entendeu? Qual é o compromisso que esse suplente do senador vai ter com a pauta que o senador tá?
Emílio Surita:Porque ele é eleito junto, tá? Então deixa eu fazer uma pergunta para você agora, depois só para encerrar esse assunto. Eu acho que o cara que O eleitor, ele não aceita traição de quem ele votou, correto? Se você votar para presidente, prefeito, cargo executivo, cargo majoritário, você sabe muito bem quem você votou. Agora, o deputado, você acha que a maioria não percebe muito em quem votou? Por isso ele vai jogando.
Voz B:Eu acho que esse é o primeiro problema, porque mais de 70% das pessoas uma semana depois da eleição não lembra em quem votou. Deputado federal. É esse que é o problema. Mas 70% não lembra. Eu acho que esse, esse é importante nessa eleição. Votou, guarda num papelzinho quem você votou para deputado federal. Lembra, depois vai cobrar, vai saber se votou ou não. Vai no papelzinho, bota na geladeira, sei lá, talvez ruim botar nome político na geladeira, vai ver todo dia. Mas eu votei no Tiririm, bota dentro da geladeira, então lá muito profunda, aí você sabe onde encontrar.
Emílio Surita:Não precisa ser, não precisa ser nenhuma, não. Morgalinho tem uma pergunta, vai lá, Morgalinho.
Voz C:Ô, Vamartins, você tava falando essa questão aí, né, e o Emílio até tocou, falou assim, ah, tem gente que se vende, né, que muda, que começa a jogar o jogo do sistema. Mas não só isso, o que a gente vê também, você falou assim, a direita é muito nova, mas você tem seus princípios e você acabou votando a questão da escala para não existir. Enfim, a gente vê pessoas da direita direita. E não é porque se vendeu, às vezes ela não quer perder o voto, né, porque são pautas populares. A gente viu a questão da misoginia no Senado, como foi. O Girão veio aqui, pediu desculpa pelo voto dele. Então assim, às vezes a pessoa não é a questão de não tá organizada direito, às vezes ela tá preocupada simplesmente com o voto e não se queimar com a galera, que tem gente da direita que também, enfim. Como que faz agora, né? Como que a gente faz? Porque o Emílio falou nessa A questão: por que você vota esperando o cara cobrar? É prestar atenção a partir de agora? Porque a gente vota, que é justamente o que você falou. Se for para votar em quem vai votar a favor, eu não voto no genérico, eu voto em alguém da esquerda direto, né? Aí fica naquela coisa assim que o deputado vai e fala: ah, mas a gente ia perder mesmo. Ah, então daí você ia perder mesmo? Então por isso você vai trair o voto de confiança que eu dei você. Por isso que é muito bacana você falar que você se colocou e manteve os seus princípios, porque tem que mostrar não só para população e para quem, as pessoas que votaram em você, mas mostrar para esses deputados e senadores que você não pode fazer, você tem que fazer igual Van Hatten, você tem que manter o que você vendeu para o seu eleitor.
Voz B:É, e tem uma questão aí, o voto proporcional, principalmente quem é candidato a deputado federal, sinceramente não precisa tão preocupado, majoritário, às vezes é mais difícil, porque você precisa uma franja do eleitorado que é mais moderado, que vai daqui a pouco ser mais influenciado. Se você é do proporcional, acho que mais prejudica você não votar com bloco, por exemplo, da direita, do que ajuda. Sim, mas é uma análise difícil de fazer, sinceramente. Na hora do voto tem gente ali realmente preocupada, porque assim, poxa vida, mas esse voto pode me custar uma eleição. E eu nem tô falando da questão utilitária, que realmente ser deputado no Brasil É o congresso mais caro do mundo, né? Sim. Os deputados que mais ganham e assim por diante. Então quer dizer, nós temos esses incentivos perversos. Mas ele também pode pensar: "Puxa, vai botar todo o meu outro trabalho aqui que eu tenho a perder por causa de um voto que..." Sabe uma discussão? Eu sei que é utilitário no sentido do ideal da pessoa, mas ela vai ali e acaba dizendo: "Não, esse voto aqui também, depois um ou outro vai me cobrar, mas..." 'Eu vou continuar votando o resto igual, essa aqui eu vou.' Acho que foi uma discussão mal conduzida, foi mal comunicado. A primeira coisa que tinha que comunicar era o seguinte: se o governo quer que o trabalhador descanse mais, ele tem que roubar menos. Sim, de preferência não roubar. Exato.
Voz K:Tá?
Voz B:Porque o dinheiro do trabalhador que tá indo, em vez de ir pro bolso dele, tá indo pros impostos, tá indo pra Janja aí fazer viagem, tá indo pra mesada do Lulinha. Segundo ponto: Segundo ponto: se não fosse uma proposta demagógica, porque o Lula só protocolou agora, 3, 4 meses da eleição, ou no ano da eleição. Terceiro ponto: nós somos a favor da liberdade, a gente não tá contra o trabalhador descansar, mas como a gente vai proibir alguém que quer trabalhar de trabalhar? O ponto é esse, você tá proibindo o trabalho, você não tá permitindo descanso. Então acha um outro jeito de permitir quem quer trabalhar dias como garçom lá, ou jovem, tá com 16, 17 anos, tá começando, cara, o cara tá cheio de energia, o cara quer começar a trabalhar para depois montar uma família mais adiante ali, com 18 anos comprar um carrinho, enfim. E aí tu tá proibindo o cara de trabalhar um dia, entendeu? Então acho uma forma de comunicar isso melhor. E aí eu acho que a direita errou muito, né? A gente como oposição tem também um problema. Esse governo é pródigo, é, mas é pródigo em mil outros assuntos ao mesmo tempo. Só que esse assunto talvez Talvez foi desprezado.
Emílio Surita:Consórcio na mão, né? Os caras têm um consórcio, tem tudo.
Voz B:Eu, por exemplo, eu mesmo tratei pouco do assunto. Por quê? Porque eu tô, cara, desde outubro do ano passado com Conselho de Ética no meu cangote lá para me suspender meu mandato por 2 meses. Eu, na sexta-feira antes do Natal, tava lá só eu, o Zé Trovão e o Polon na frente do pessoal do Conselho de Ética, sessão online, para nos defender daquela manifestação que a gente fez.
Emílio Surita:Eu lembro, mas não rolou.
Voz B:Tomou, né? Tomei gancho 2 meses atrás, tô recuperando.
Emílio Surita:Tomou um ganchinho lá.
Voz B:Eu digo, se eu tivesse entrado no esquema, tava liberado.
Emílio Surita:Fazer o break do Reginaldo agora para vocês da Rede de Rádio. A gente continua com Marcel Manhattan, pré-candidato ao Senado lá no Rio Grande do Sul, pré-candidato aqui conversando com a gente. Vai lá, Reginaldinho, uma pergunta direta. A Jess tem uma pergunta.
Jess:Aqui você mencionou que você tava conversando com Davi Alcolumbre, presidente do Senado, um homem que pode ou não desengavetar impeachment de ministro supremo, que pode colocar e pautar a lógica do Banco Master, a CPMI do Banco Master. E a minha pergunta é essa, Marcelo: qual é o trabalho que a oposição vem fazendo em relação a isso? E o quão provável é dessa CPMI do Banco Master ser pautada por Davi Alcolumbre? E se se você já perguntou para ele sobre isso e já o cobrou pessoalmente. E quem sabe, até um bastidor aí, se já deu uma brigadinha com ele para isso andar logo.
Voz B:Com certeza, a gente já tem cobrado desde que foi protocolado, antes da CPI do Márcio Dias ainda, a prorrogação da CPI do INSS. Lembro que nós protocolamos, ele não deu nem um recebido do documento, tivemos que ir para o STF. O STF foi lá e enterrou. Então, o Girão que tava aqui, aliás, falou do voto do explicação da desculpa, acho que ele foi muito correto. Sim. E ele acho que demonstrou que foi muito mais por ter confiado no Davi Alcolumbre, que tem uma votação nominal, do que por concordar com o texto, que ele nunca foi a favor do texto da misoginia, mas não deixaram votar o tal do destaque. Eu achei boa explicação dele porque eu conheço, ela é verdadeira, e ele veio a público expor isso. Então nós estamos nesse enredo aí que nós perdemos a democracia no Brasil no sentido no sentido mais estrito do termo, sabe? Porque o Congresso Nacional hoje praticamente não debate, os presidentes das casas decidem coisas fora do regimento, a gente não tem força. Então qual é a única força que a gente tem para resolver isso dentro da democracia mesmo, tendo maioria no Senado? Porque o Davi Alcolumbre já disse que mesmo que tenha 81 assinaturas, né, diz que até se tiver a dele não vai pautar o impeachment de ministro supremo, já respondeu de público que não vai pautar CPMI do que seria algo para usar eleitoral. Isso não existe, esse tipo de justificativa. Ele tem obrigação de ler, tá lá na Constituição. Mas se a gente recorre para o Supremo, aliás, foi feito recurso, tá parado lá, entendeu? Inclusive um dos recursos tá nas mãos do Ministro André Mendonça. André Mendonça podia, né, decidir esse tema como decidiu no INSS. E se for voto vencido, pelo menos expor quem são os ministros.
Voz D:Desanima, né, meu? Vai para o STF, desanima, né?
Voz B:Concluindo o raciocínio, desculpa, Emílio, é maioria no Senado para eleger um presidente do Senado alinhado com o que a gente quer. Isso é só a partir do ano que vem, é nessa eleição para o ano que vem, porque daqui para frente eu não tenho muita, infelizmente, muita esperança de que o Davi Alcolumbre vai fazer coisas que podem prejudicar inclusive a base mais aliada dele, talvez ele mesmo.
Emílio Surita:Boa. Mas ele ganhou porque votaram nele.
Voz D:Isso. E ele tava lá, podia ter votado nele, né, também. O Marcelo, eu tava O Girão foi candidato, mas foi a mesma coisa, vamos votar todo mundo junto, a mesma linha de raciocínio, e por isso que não passa. Agora, no final das contas, o que a gente vê é que tem os acordos muito grandes lá em Brasília e não vai ficar sempre, vai dar uma melada. Big Techs, você também é um cara que sofre perseguição. Qual que é o caminho agora que tá de novo no STF?
Voz B:Outro tema, desanima, porque outro tema que a gente vê é que o STF tá tomando decisões sem É, pois é. Agora, aí anima, por outro lado, que a gente tá vendo vindo de fora, até porque as decisões sobre as big techs afetam empresas que não são brasileiras, empresas americanas. Então essa investigação do artigo 301 que tá sendo feito nos Estados Unidos, certo, vai impactar o Brasil. E é por isso que o Lula também ficou tão exaltado, não só com isso como também com a designação do do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas. Então, quer dizer, à medida que o STF vai avançando, um sinal que nem o Supremo, nem o Senado tá conseguindo conter, e que só vai conter quando tiver maioria, Deus querendo, e o povo fazendo certo a partir do ano que vem. Enquanto isso acontece, o que que a gente tem visto? Reações espasmódicas, como esse caso lá do governo americano, que prejudica prejudicam o brasileiro no fim do dia. Então vamos ver o que o STF decide, que eles vão fazer. Espero que não façam.
Voz D:Eu sei, mas até lá, em ano eleitoral, o governo tá colocando e injetando muito dinheiro. Não tô falando nos influenciadores, na campanha.
Voz B:E aí vão fazer de tudo. PT, o PT assim, tudo que eles acusam Bolsonaro tentar fazer ou de ter tentado fazer, eles têm absoluta tranquilidade em fazer em dobro.
Emílio Surita:Tem mais uma agora do resgate do ataque às instituições democráticas. Você viu lá O Sidônio meteu o Lula com a camisa do Brasil, vocês viram ou não? Não. É claro.
Voz D:Fez a música. Fez a música.
Emílio Surita:Não, não. Lula é Brasil. Camisa amarela, camisa do Brasa. Tá lá ele. Mas dizem que o Lula é pé frio.
Voz D:O Lula é.
Emílio Surita:Então...
Voz D:O Lula foi na escola de samba, não foi bem.
Emílio Surita:Diz que o Lula... Não queria nem o Neymar lá. Diz que é meio Mick Jagger. E agora, e agora, como é que nós vamos sair dessa? Que que você acha? Você acha que o Lula—
Voz B:Seleção Brasileira, assim como não deixa.
Emílio Surita:Não, mas a camisa do Bolsonaro—
Voz B:Não, mas pera aí, não, ele tem que ir com azul.
Emílio Surita:Tá brincando? A camisa do Bolsonaro, o Lula tá com a camisa do Bolsonaro, que essa camisa, que essa camisa, eles dessa forma.
Voz B:Mas o Brasil joga contra o Marrocos, bandeira vermelha com estrela.
Emílio Surita:Olha lá, olha, olha, com a camisa do Bolsonaro. Vai, Brazzers! Me fala uma coisa, me fala uma coisa, e agora?
Voz B:Mas contra quem o Brasil vai jogar? Marrocos, bandeira vermelha com estrela.
Emílio Surita:Ih, vai coçar a mão.
Voz D:Mas qual dia?
Jess:Qual dia?
Emílio Surita:Vai ser 13. Que coisa, hein? Até a camisa Camisa do Bolsonaro. Que coisa que o cara faz para se reeleger, bicho! Mete a camisa.
Rogério Morgado:Mas lembra, isso já tinham feito um pouquinho no ano passado com Haddad. No ano passado não, 2018 com Haddad. O Brasil é verde e amarelo com a camisa. Usaram essas coisas, tiraram vermelho também.
Emílio Surita:Muito bem, dá só um segundo para mim aqui, ó, só um minutinho aqui, ó, porque o que era bom ficou ainda melhor. É o Hypercap, agora é HyperXcap, da Caixa Capitalização. Ó que Isso mesmo, a marca que já distribuiu milhões em prêmios agora chega ainda mais forte, com toda a credibilidade da Caixa Capitalização e com muito mais chances para você ganhar. Agora você tem dupla chance e concorre a mais de R$1 milhão em prêmios. Toda semana tem mais prêmio para você, mais chances, e você ajuda a salvar vidas no Hospital de Amor. E ficou ainda mais fácil garantir os seu HiperX Cap pelo aplicativo, site, pelos Correios, no Pix, nos pontos de venda e agora também nas lotéricas de todo o Brasil. HiperX Cap é da Caixa Capitalização e toda semana tem mais de R$1 milhão em prêmios esperando por você. Quer ver o VT? Roda aí, por favor, vamos lá. Atenção, o HiperCap mudou para melhor, agora É HyperX Cap, é da Caixa Capitalização. Mais de 1 milhão em prêmios toda semana. Compre nas lotéricas ou acesse hyperxcap.com.br. Milhares de brasileiros estão realizando sonhos, o próximo pode ser você. Compre agora, sua sorte está aqui.
Voz B:HyperX Cap é da Caixa Capitalização.
Emílio Surita:Que bacana, hein? Você já pensou todo esse dinheiro aí aí na sua conta? Então só depende de você. Agora tem dupla chance de ganhar. E para participar é muito simples, rápido e fácil. É só apontar agora a câmera do seu celular, tem um QR code aí na tela, e baixar o aplicativo. Ou, se preferir, você pode entrar pelo site Comprar nos Correios, nos pontos de venda. E agora vem mais uma novidade boa para você. Você também pode comprar o seu título do Hiper X-Cap nas lotéricas de todo o Brasil. E o melhor é que quando você compra, continua ajudando o Hospital de Amor. Não fica enrolando não, já garanta sua chance. O sorteio é na próxima quinta, 21:30, ao vivo. HyperX Cap é da Caixa Capitalização. Deixa eu perguntar um negócio para você. Você, eu gosto de você que você é um cara sério. É isso aí. E eu acho que na política é bom ter gente é séria, não tem que ficar esse negócio de se perfazendo, aquelas faquinhas, que eu não gosto daquilo. Lacraçãozinha. Não, é cara sério.
Voz B:Corte logo.
Voz C:É, sem lacração, corta logo.
Emílio Surita:Caça like. Cara sério. Você acha que nesse negócio do Banco Master tem tanta gente grande envolvida que vão dar uma... ou você acha que eles vão...
Voz B:o povo vai realmente saber o que rolou nessa uma morcegada, como se diz.
Emílio Surita:É uma morcegada, é uma morcegada, porque vão falar: olha, o prejuízo vai ser muito maior.
Voz B:Não tem nem dúvida de que tem muita gente grande envolvida, não tem nem dúvida. Agora a gente precisa dar tempo ao tempo para o André Mendonça fazer investigação, e espero que ele consiga fazer com a Polícia Federal independente, porque ainda poucos dias atrás ele cuida também do INSS, né?
Emílio Surita:E lá trocaram o delegado que tava cuidando no caso do Lulinha, quando chega no, no, pois é.
Voz B:E ele dizem, diz a imprensa, é que o André Mendonça, o cara mais discreto, que também é bom, acho que um cara sério, como está dizendo aí, te agradeço inclusive, porque ele tá lá não para ficar dando entrevista o tempo todo como os outros ministros e ficar fazendo comentário político. Então tiraram o cara que tava fazendo a coordenação do trabalho na Polícia Federal do roubo do INSS, que pega muito em linha. Então a minha pergunta é: será que vão continuar deixando ele trabalhar também no Master, ou ele vai ter que fazer algum tipo de manifestação pública daqui a pouco dizendo: 'Oh, não estão me deixando trabalhar'? Por enquanto, enquanto não tá vindo nada público, eu tô confiando que ele tá fazendo o trabalho dele lá dentro. Porque, de novo, no Congresso, o máximo que a gente consegue fazer é com base nos vazamentos que vêm, nas coisas que a gente escuta, eventualmente fazer algum discurso, alguma manifestação pública, mas investigação mesmo, a CPMI não vai sair.
Jess:Então, mas ontem mesmo foi aprovado lá no Senado Benedito Gonçalves, que inclusive é um juiz do STJ, que se declarou impedido no caso Master por participar de eventos que envolviam o próprio banco. Ele foi aprovado com ampla maioria no Senado Federal para ocupar um dos cargos mais importantes, que é conselheiro ali, corregedor do CNJ. Lava Jato. E isso não mostra que existe uma força já dentro de Brasília tentando colocar talvez pessoas muito específicas e alinhadas a determinados interesses para barrar essas investigações? Que tudo vai acabar em pizza, como acabou em certo grau Lava Jato?
Voz B:Ele é o cara do missão dada, missão cumprida, né?
Jess:E aprovado por ampla maioria.
Voz B:Cumprida por ampla maioria. De fato, esse é um risco que a gente corre de, em em virtude do número de envolvidos no caso, tentarem abafar tudo. Agora, eu acredito na força da comunicação e na força justamente da população saber dos fatos. E o que a gente está vendo por parte, de novo, do ministro André Mendonça ali tentando conseguir uma delação do Vôrcaro é um trabalho sério, porque primeiro ele não aceitou, né? Vamos ver como é que vai ser agora que eles estão avaliando.
Emílio Surita:Então, mas ele aceitou. Por quê? Porque o vazamento que interessava aquilo lá, que é o lance do Flávio.
Voz B:Eu não sei exatamente o que foi que fez ele não aceitar, mas disseram que ele mudou a versão agora, inclusive sobre determinados pagamentos, dizendo que não foram coisas habituais, mas que foram propina. E para mim fica muito claro, né, quando a gente vê, por exemplo, cartão de crédito sendo utilizado por alguém sem limite, que é simplesmente amigo do banqueiro, É algo que chama muita atenção, né?
Emílio Surita:Mas se você pega caso master, chegou no ministro...
Voz B:Lewandowski, por exemplo, era consultor do cara.
Emílio Surita:Isso, um monte.
Voz B:Chegou no ministro... Guido Mantega é consultor do cara. A esposa do Moraes?
Emílio Surita:Sim, chegou lá. Agora chegou no Flávio, no filme, né? No filme do filme. Agora parou, parou aí. Por quê? Porque prejudicou. Quem saiu ganhando com essa história? É isso que eu fico perguntando.
Voz B:O Flávio pediu investigação.
Emílio Surita:Sim, ele pediu CPI.
Voz B:É, pois é, mas é investigação, CPI é investigação. Ele pediu investigação. Quero saber quem do PT que foi envolvido em rolo tá pedindo investigação.
Voz D:O que que não deixa?
Voz B:Lewandowski pediu investigação, Guido Mantega pediu investigação. É muito diferente o cara aparecer, porque assim, para o Flávio a melhor coisa é que se esclareça. Ele disse que não tem nada de errado, foi patrocínio para um filme, que se esclareça. O Moraes tá pedindo investigação, tá tá achando, tá querendo que investigue. Então essa grande pergunta: cadê a intenção da pessoa?
Voz D:E não empolgou muito a delação que ele mandou, que ele fala que o ministro, que foi pagas as custas, como uma coisa, entendeu?
Emílio Surita:Tá muito normal, normal, normal.
Voz B:Nenhum escritório de advocacia vai aceitar isso.
Voz D:Tá vendo que o cara pagou? Tem tráfico de influência, tá Pelo amor de Deus.
Emílio Surita:Muito bem. Muita gente pergunta por que que o Marcelo Van Hatten vem tanto ao programa Pânico. É bom, porque ele é muito bom. Então a gente sempre abusa dele porque ele trabalha em Brasília, mas ele dá uma passadinha aqui para dividir com a gente as novidades, o que tá rolando na política. Então a gente conversou com o Marcelo aqui. Eu vou colocar as redes sociais do Marcelo Van Hatten. O nome é muito complicado. Marcel Van, de van, né? Estão indo na van, tem espaço na van. E Ratten, tudo junto. Ratten, H-A-T-T-E-M.
Voz B:Nós somos 5 irmãos e a gente é uma caravela, que é um micro-ônibus quase da Volkswagen. Sabe como a gente chamava? De van Ratten.
Voz D:Bem bolado, bem bolado.
Emílio Surita:As redes sociais do Marcel para vocês Ele é pré-candidato. Como é que tá lá a disputa?
Rogério Morgado:Tá boa, né?
Voz B:Tá boa, tá boa. Tô muito empolgado, tô gostando. Acho que é uma oportunidade também da gente mostrar para o Rio Grande do Sul que dá para recuperar o nosso estado. É isso aí. O Rio Grande do Sul foi ficando para trás últimos 20 anos, estado que menos cresceu no país. Enchente então liquidou grande parte dos nossos negócios. Aliás, obrigado pela solidariedade de vocês, nunca esqueço. Do Brasil, tô sempre me arrepio. E o Rio Grande do Sul inteiro, né? Brasil inteiro. E o Rio Grande do Sul só não tem crescido mais, acho que muito por falta de liderança política local e também por falta de apoio. Por exemplo, governo federal prometeu um monte de coisa, fez propaganda em todo o Brasil nos meios de comunicação que ajudou o Rio Grande do Sul. Vai lá ver na realidade o que que realmente ajudou. Até contra a securitização, por exemplo, o pessoal que perdeu tudo no agro, eles votaram na Câmara dos Deputados contra o perdão da dívida do estado. PT foi lá e votou contra durante, a gente, todo mundo embaixo da água. Nós botamos um projeto, eu botei emenda para perdoar a dívida, não só suspender por 3 anos como governo Lula sugeriu. E o pessoal do PT votou contra. Mas tá indo bem, tô gostando muito.
Voz D:Valeu, obrigado.
Emílio Surita:Obrigado você ter vindo. Marcelo Van Hatten conversou com a gente. Vamos fazer o break. Eu quero também agradecer a nossa querida Jess. Coloque as redes sociais da Jess.
Jess:Honra enorme tá aqui sempre.
Emílio Surita:Siga a Jess também nas redes sociais, ela que tá aqui na programação da Jovem Pan. Obrigado, Jess. Vai lá, Reginaldinho. O mundo vai parar para a maior Copa de todos os tempos. São 48 12 seleções, 12 grupos. Hoje, às 4 da tarde, México e África do Sul fazem a abertura dos Jogos da Copa no lendário Estádio Azteca, na Cidade do México. Vamos reviver o mesmo confronto do Mundial de 2010. Aqui você ouve tudo com a narração e comentários dos nossos craques, na rádio e no YouTube da Jovem Pan Esportes.
Jess:Chegou o novo Multimix Pastilhas, uma combinação multi de verdade, com mix de 10 ervas e vitamina C para combater os multi sintomas como irritação na garganta, desconforto e rouquidão. E vem no delicioso sabor limão-menta. Agora todo mundo da família já sabe, tenha sempre Multimix Pastilhas com você. Se começa com Mult é Mult de verdade.
Emílio Surita:O futuro não é um carro, é energia. Enquanto outros faziam promessas, a BYD já construía baterias. Aqui tecnologia é a base.
Voz C:Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto.
Emílio Surita:Por isso somos mais eficientes e acessíveis. Não criamos carros para poucos, e sim mobilidade para todos. BYD, uma revolução global.
Jess:Comunicar vai além de falar, é marcar presença onde o seu público está. Textos, vídeos, posts e relatórios, dezenas de canais exigindo presença, consistência e velocidade. É por isso que criamos a Samp, um ecossistema O programa de inteligência artificial que entende, cria e publica conteúdo com velocidade e consistência, onde quer que o seu público esteja. De PDFs a notícias, de textos a voz, de ideias a impacto. Sampi, conteúdo inteligente para o seu negócio.
Rogério Morgado:De bailarina do Faustão a uma das principais vozes contra a violência contra a mulher.
Emílio Surita:Eu tô essa semana com a Carla Prata no In Off.
Jess:Aceita uma medida protetiva, porque a medida protetiva é justamente para resguardar a vítima, para proteger. A maioria das mulheres, elas não se sentem seguras quando elas procuram uma delegacia.
Rogério Morgado:Em off, amanhã às 11:30 da noite, aqui na Jovem Pan.
Emílio Surita:De volta, voltemos! O Pânico voltou! De volta, voltou! Vamos, parabéns, parabéns, parabéns a nossa audiência que tem bom gosto. Sem dúvida, a nossa audiência é uma audiência qualificada, não é isso?
Voz D:Ó, Nossa Majestade.
Emílio Surita:Por isso, amanhã voltaremos ao meio-dia, horário de Brasília. Tchau, pessoal!
Voz B:Tchau, pessoal!
Emílio Surita:Seu permitido, tchau! Mas já terminou, terminou, e eles não desistem. A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação. Realização: Jovem Pan.
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