Sergio Moro e Deltan Dallagnol
A República de Curitiba invadiu o estúdio nesta segunda-feira (08)! Sergio Moro e Deltan Dallagnol vieram desenhar o caos da segurança pública. Do PCC virando terrorista nos EUA até o assalto que viralizou em SP, a dupla vai soltar o verbo sobre o fim das saidinhas e outros assuntos. Assista à íntegra ou vai ter que explicar seus gastos para o Dallagnol.
Emílio Surita
André Alba
Alessandro Montenegro
Deltan Dallagnol
Jéssica
Sergio Moro
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Front detectado.
Humor reiniciado.
Modo pânico ativado.
No fim da vida, só filtro e like. O mundo tá sério, quadrado demais. Mas o pânico vem e ri por trás.
Ah, Zé da Moga!
Aí, aí, escreve, humano, confia. O algoritmo manda e a galera obedece.
Mas calma, respira, dá risada.
Confia que o erro é que faz o sucesso.
É o bug do sistema, glitch de humor, um reboot na graça reinicia o amor enquanto mimimi tenta travar, o Pânico vem pra desinstalar. E muito bem, como é que vocês estão? Tudo certo com vocês, meus manifestantes endividados? Certo, tudo bacana? Estamos de volta aqui, é programa Programa habilidoso, programa Pânico, pelas impávidas plataformas da Jovem Pan. Bem-vindos ao programa que adora uma festa junina, mas não libera jamais a nossa paçoquinha.
Paçoquinha sempre bem guardada. É, por falar nisso, estivemos ontem na Parada Gay. Parada Gay fraca esse ano, hein? Fraca. Que que aconteceu? Com a parada que tava, Paulo Pringles lá, DJ. Muito bem, hoje é dia de inteligência e sagacidade nesse programa. Rinha de Pensadores com Mário Sérvio Costella e o nosso querido Silas Mela Frauda.
Povo abençoado do meu país, fala, Emílio, como é que vai esse cajado de bater em comunista? E já tá subindo, meu irmão. Hoje eu tô mais pregado que o Jesus da Rede É, então pega essa visão bíblica, meu irmão. O Vô Caro é o meu Senhor e o Pix não me faltará. Pegou essa visão, meu irmão?
Aqui é povo ungido de Deus.
Chupa, fariseus! Agora é com você, mulher barbada de circo.
Amigo, obrigado, Pastor Boca de Sacola. Boa tarde, Jamílio Imbéciloides, este humilde coitadinho escroto deficitário o programa. Hoje estou feliz, pois concluí minha primeira maratona. Corri pra churrascaria, passei 42 horas comendo, e depois sabe onde eu fui parar? Praticamente um triátlon da era moderna. O pensamento do dia é o seguinte: na vida vale mais ter um amante que soca fofo do que um marido maria mole. Fiquem com Darwin, que não se alimente de paca, tatu, cutia não.
Agora é com você, Bela Zuleta. Muito bem, então vamos lá. Agenda é o melhor stand-up comedy do Brasil. No meio, ele é conhecido como balão de festa junina, é o nosso Morgadinho. Diga lá, Morgadíssimo! Que alegria!
Quem é esse rock and bolly?
Nossa, gente, falando em rock and bolly, é o que saiu aqui, ó. É isso aí, camiseta do Rock'n'Ball que você pode adquirir já lá na loja do morgado.com.br. Tá aqui, ó, para você, envio para todo o Brasil, e vem na caixinha do quê? Do Rock'n'Ball. E obviamente, obviamente, o primeiro homenagem, ó, tá aí para quem tá em tela aí, ó, 30% de desconto, camisetas da Evolução da Comédia. Tem todo o caminho aí para você comprar os produtos do Morgadão, livro novo, segunda edição, tá certo?
E obviamente o primeiro a ser presenteado é nosso grande amigo Reginaldo, que Graças a ele que eu fiz a camiseta. Um Rock on, boy! É, teve que ser um número a mais que ele deu uma engordadinha, mas tá tudo certo. Negócio é o seguinte: entra lá lojado.morgado.com.br para você adquirir a sua camiseta Rock on, boy! E agora os shows. Todo mundo sabe, toda quarta-feira aqui em São Paulo tem show do Morgadão. Entra lá clubedingresso.com, os últimos ingressos para você comprar até o final de agosto já tá lá.
Então você que vem de fora Pode se programar e comprar o seu, tá certo? Dia 11, Enjoy Gastropub, tem Morgadão, Diego Serafim e o mágico Maurício Dollens. Dia 14, agora Piracicaba, tem show do Morgadão. Você de Piracicaba, Teatro do Engenho, os últimos ingressos, tá certo? Os últimos ingressos para você curtir o show do Morgadão é no megabilheteria.com. Galera de Osasco, vendas abertas aí para o dia 20, simpla.com.br. E no dia 26, em Mogi Guaçu, Teatro Tupac, também no megabilheteria.com, você de Mojiguassu.
Sumaré já está vendas abertas para o dia 12, bilheteriaexpress.com.br. E Americana também, bilheteriaexpress.com.br. Para contratar o Morgado, manda um e-mail para contato@rogeriomorgado.com.br.
Vai lá, compra a camiseta do Robô, que tá demais, viu?
Que alegria, Emílio! Muito bem, e agora chegou aquele momento especial, porque temos aqui Daniel Maurício, temos a Márcia Manu Márcia Manu. É, a Márcia Manu também reclamando aqui. O Elias Veríssimo também reclamando que a gente emenda os feriados. Olha, eu vou dizer uma coisa, o programa é nosso. Isso. Então a gente determina quando a gente tiver a fim. É uma coisa nossa. Então se a gente vai trabalhar 6 por 1, 5 por 2, 4 por 3, é uma coisa que nós determinamos.
Combinada entre essa nossa.
Exatamente. Então a gente chega e fala assim: ó, nós vamos fazer o quê final de semana agora? Vamos emendar o feriado? Votação, todo mundo levanta o dedo. Vamos emendar? Não vamos? Não vamos? É assim que funciona a vida, democraticamente. Isso chama-se democracia. Não há uma imposição, entendeu?
E a gente não reclama da folga de nenhum deles aí.
Não fala quando ela vai trabalhar.
A gente não reclama o dia que ele não tá ouvindo a gente. Isso, mas não vai lá, né, mandar um SMS aí. Bater na sua casa aí, tem que, tem que escutar.
Hoje quem foi lá?
Você assiste quando quer. Pronto. Isso é a coisa mais linda do mundo, chama-se livre-arbítrio.
Boa! Dito isso, e tem reprise.
Dito isso, vamos agora homenagear quem daria a roupa do corpo para vestir uma teta do Morgado. Quem dançaria Macarena de sungas a delta para nos prestigiar, hã? É hora de nossa audiência, a majestade.
A majestade de hoje vem em Damajestosa, Sumaré. O cara é um combatente do crime, o homem é polícia, casadão e curte viajar, e uns carangos também.
Palmas para Bruno Aparecido Sartori!
Fala, Brunão!
Grande cidão! E aí, fala, Emílio, que que rola? Qual é a boa do momento?
Aqui na presença dos senhores, sou fã desde a época do Pânico de Papai.
Papai faleceu tão jovem, papai do Velho Testamento. Que pessoa fantástica, gostava das mulheres, um homem bom, um homem bom, um homem bom, com valores. Cometeu alguns crimes com Eduardo Sterr, mas foi perdoado, não sai a justa.
Papo de segunda é perdoar.
Você sabe que a vida nos faz mudar, evoluir, evoluir, por que não, em desconstrução.
E você, meu querido, você faz o quê?
Eu sou policial militar, quase 17 anos. Cerca de 11 meses mudei de, do tipo de policiamento. Hoje estou na Polícia Ambiental, 11 meses mais ou menos. E sou casado, pai da Maria Teresa, hoje mandar um beijo para ela aí fazendo 11 meses.
Boa!
Minha esposa também, para todo mundo lá que trabalha comigo, pessoal do CEP Ambiental. 2 de 2016, 2026.
Mandar um abraço para todo mundo lá. Boa! E nossa homenagem aos policiais aí, os policiais aí, muito bacana. Pô, obrigado você ter vindo. Essa é a nossa audiência aí em todo o Brasil. Tá aqui, ó, para você seguir, é Bruno com dois Os, Bruno.Sartori. Tá aí nas redes sociais o Bruno, o nosso ouvinte representando toda audiência aqui do Pânico. Você quer participar? Você pode também entrar no audienciamajestade@jovenpan.com.br.
Ele vai revistar o The Larry daqui a pouco.
Quem determina é The Larry.
O Dela, Dela, que é ambiental, né?
Vai revistar o animal. Muito bem. É isso aí, meu bichão? Então agora vai. Ele é momento especial. Vamos falar de filmes, vamos falar de séries. Porém, nesse momento, a audiência masculina, ela migra dos outros canais de entretenimento ou de jornalismo, elas vêm todas pra cá.
Por quê?
Porque são homens que assistem a Copa visando o caneco do coleguinha. Ai, gostei! Linhagem Geek com Homem-Aranha com corpinho de vendedor de churrasco grego é o nosso André Alba. Ele gosta!
Linhagem Geek, Linhagem Geek, Linhagem Geek, rola banda e aua!
Boa tarde, boa tarde! Se inscrevam lá no canal da Linhagem Geek no YouTube, tem muitas informações lá do que acontece na cultura pop. E também tem o meu canal solo, mais solo ali, que você pode se inscrever lá no André Alba DM. A gente faz uma Paulinho Palpite do que tá acontecendo no momento, né? Comentários de dois comentários.
Qual é o último?
O último é da parada LGBT.
O que que você falou da parada?
Eu fiz uma, eu fiz uma pequena, eu fiz uma pequena análise análise, Emílio, do porquê tava fraco esse ano, porque o público está diminuindo, porque os artistas estão diminuindo, os carros alegóricos estão diminuindo e os patrocínios estão diminuindo. É só uma coisa, recentemente a marcha do Orgulho Trans foi cancelada por falta de patrocínio e os artistas estão reclamando de falta de patrocínio. E aí a gente faz um link ali a partir do ano passado do USAID, que fornecia verbas, muitas verbas para ONGs e pautas de discussões, de pautas de gênero, ambientalismo.
A torneira fechou, parece que tem alguma coisa ligada nisso tudo e tá tudo diminuindo, principalmente essa pauta, né, a pauta do DI, né, que é o diversidade, equidade e inclusão. Tudo isso aí tá diminuindo bastante. A gente fez ali uma colagem das matérias e levantamos algumas suposições. É o Suposto News que eu copio do Zuzu. Então a gente faz uma compilação lá e fazemos uma teoria do que possivelmente teoria da conspiração. É muito da conspiração, são os fatos ali, são os fatos.
Eu acho que a parada gay esse ano tava mais fraca porque o Alba sabotou. Não, eu não tenho esse poder.
Mas eu acho que ele tava muito fraco. Eu gosto da parada gay, é animada, eu acho legal. É, mas não tinha carro alegórico, não tinha nada.
Muito, muito. A diminuição ali foi de 60% ali de patrocínio e você tem muito pouca gente. E logo a Parada Gay, né, que tinha mais de, segundo algumas empresas, algumas, a imprensa aqui daria 200 milhões que dava, né, de pessoas na Parada Gay.
Mas a USP falou que tinha cerca de 35 mil, aproximadamente 35 mil.
Que é uma diminuição muito considerável com uma parada que era mais popular do mundo, né? Então a gente fala também sobre esses temas.
Boa!
Por falar em...
Eu vou fantasiado aqui, ninguém percebe que sou eu. Isabelita dos Patins. Não, não. Seu Piru, seu Piru.
Mudou?
Mudou? Seu Piru. Não, não, esse ano eu tava diferente.
Tava do quê?
Eu vou fantasiado.
Ninguém pode saber, né? Lady Gaga, Lady Gaga.
Não, não, não.
Eu fui de boyzeta e fiquei dirigindo caminhão.
Eu fui, esse ano Eu fui com um personagem que está em voga.
Ah é?
Tá no hype?
Tá no hype. Opa, mas poucos sabem. Ninguém acerta. Michael Devine Jr. Ninguém acerta.
Bom, mas a gente indo pra cultura pop, a gente indo pra cultura pop, o Todo Mundo em Pânico 6 estreou, certo? E está incomodando alguns críticos. Eu sempre falo Eu sempre falo aqui que tem uns críticos que têm lado, só que o problema não é ter lado, o problema é fingir que não tem lado, né? Eles falam: não, eu não gostei porque tá um pouco defasado e tal. Então é um filme que ele brinca muito com a, com o woke. Ele tem dois personagens dedicados a fazer piada o tempo inteiro, e isso tá desagradando tanto a mídia, alguns da mídia internacional, quanto da mídia nacional também.
Eu separo os críticos, você consegue ver ali os agregadores, né, o Rotten Tomatoes, que é um grande agregador de crítico, você tem uma disparidade do público e também dos críticos. Os críticos estão falando que tem muita palhaçada fora de hora e que brincadeira tem hora.
Ah, vai, vai.
Então, e eu separei até, eu separei uma manchete aqui de um portal brasileiro que é o Rolling Stone, e aí a gente tem uma base ali do que que eles estão achando, né? Eles dizem o seguinte: todo mundo em pânico, quer ser revolucionário, mas se torna vítima da própria piada. Longa transforma pessoas transgênero e travestis em alvo de piada, mas se acovarda e na prática adapta-se à cultura woke. Tem um parágrafo interessante disso, Emílio, que eu separei, que ele fala o seguinte, né: quando decide voltar a zoeira para pessoas transgêneros e travestis, a piada se perde e se transforma em um ataque sem fundamento.
Mas não é ataque, é piada. Os Wayans tornam esse grupo um de seus principais alvos de chacota. Dentre muitos, é justo dizer "Já que nesse sentido o filme é bastante democrático e atira pra todos os lados." Nisso é correto. O filme faz piada com igreja, faz piada com hétero, faz piada com bonito, faz piada com feio, faz piada com negro, faz piada com branco, faz com gay, com travesti. Ele faz piada com todos. Faz com democrata, com republicano, tem piada do Trump, tem piada do Epstein, tem absolutamente tudo. Todos.
Mas...
Piada para todos. Piada para todos, só que o "todos" não considera piada, eles consideram ataque. Essa é a grande diferença. E tá dando muita bilheteria, tá dando muita bilheteria. A abertura, o filme custou 30 milhões. E a abertura mundial já passa de 105 milhões. É um grande sucesso. É a demanda reprimida. E o Sami, que não está presente, mas ele fala do mercado, né, que você tem a demanda e as pessoas estavam esperando. Eu fiquei muito feliz, Emílio, de ver o cinema lotado e rindo dessas piadas.
A gente sempre fala do mundo real, né, que é muito diferente da internet, mas muitas pessoas no cinema gargalhando, dando risada, cinema lotado. Num filme de comédia que desde o início da linhagem aí, que vão fazer 6 anos, não tinha isso, que nenhum filme de comédia ia para o cinema.
Então parece que avisados lá no cinema tinha, tinha.
Na verdade nem são desavisados, que essa galera, tipo que nem você falou, tem piada com tudo. Então quando a piada é com branco, o cara risoa, tal, acha sensacional. Na sequência vem uma piada com trans, aí o cara já, opa, aí já nota. Eu prestei atenção em algumas pessoas, tinha algumas pessoas que quando tinha O momento dessas piadas, eles estavam assim, ó. Então, se você gosta do politicamente correto, você tá incorreto, né? Você tá com saudade de rir de piada com tudo, é uma excelente pedida aí.
Posso dar uma dica?
Claro que você pode.
Não é polêmica essa, todo mundo, meu, baita série, hein? Qual? Cabo do Medo.
Cabo do Medo, você já assistiu o filme do Cabo do Medo?
É um filme, é um filme. Que que você tá tirando só? Não, que o Zuckerman já ia tentar adivinhar lá.
Ele sempre tenta adivinhar e erra.
O Cabo do Medo é um filme que fez sucesso, era com o Robert De Niro, que ele fazia, ele sai da penitenciária, ele fica muitos anos preso injustamente e aí ele sai pra se vingar. Esse aqui é com o Bardem, produção do Spielberg e do Scorsese. Ó, caramba! Com o Bardem, um elenco de primeira, é um puta, ele colocou uma lente verde, é um puta trailer. Pode assistir, é Apple TV, pode assistir 2 episódios, meu, é espetacular, pelo menos esses 2, são 10, né?
Cabo do medo, vai dar uma barrigada, esse é o original, que é um puta filme, pode assistir essa série que você vai gostar e não é, não tem essa de ai os gays ficam tristes, não, é para todo mundo, é um puta thriller pesado, meu, o Bardem tá sem camisa, então os gays vão ficar felizes, não, não, o Bardem tá bem, Ele faz o criminoso, ele faz o... Esqueci o nome agora do... Javier Bardem. Do Bardem. Muito boa essa série, pode assistir que você vai gostar.
Apple TV. Quem gosta de thriller assim, thriller pesado, assista porque é boa. Tá aí minha participação.
Muito obrigado.
Tá vendo, ó, sem alarde, sem criar polêmica. Sem alarde.
Pô, Michael Jambert você não vai falar?
O Michael Jambert?
O Ferreirinho?
Michael Jambert!
Eu falei, eu falei isso. Eu já.
Mas agora que realmente...
Tá indignado, cara.
Eu tô indignado, eu sou um cara muito fã do Michael Jackson, mas ele morreu, velho. Não, não é, não sei o que acontece.
O que acontece, agora, é o seguinte: esse filme do Michael Jackson que a gente tá assistindo já quase chegou a 1 bilhão, né?
Tá com 900 milhões.
É da família, né? É. Eu não sabia, o que faz, o sobrinho é filho do Jemmy Jackson?
Isso.
O menino que faz o filme. Jafar Jackson. Só que esse filme foi feito pra família pra descancelar o Michael Jackson. Aí vai a Netflix E lançou agora em 3 episódios o documentário O Veredito.
Aí você vai falar, porra, né, descascar o negócio.
Que é esse aí, ó, é esse aí que é o Veredito, que é o julgamento do Michael Jackson, o último julgamento dele.
E aí você vê imagens impressionantes. Primeiro que a câmera da polícia mostra a casa do Michael Jackson, o quarto onde ele ia, as revistas que ele dava para os meninos adolescentes para ficarem, né, mais empolgados. É uma coisa assim assustadora. E os depoimentos, você fica mal, meu. Você fica mal, Morgadão, você vai ver, você fica mal.
E a maneira como esse julgamento aconteceu lá, e lá nos Estados Unidos, lá na Califórnia, né.
Já tinha um outro documentário, né, lá de Neverland, que se eu não me engano é da HBO, mas esse é o depoimento das pessoas, porque depois que ele deu entrevista lá para o Bashir, o Bashir indiano. Aí ele se complica, que ele fala: é normal dormir com garoto, né, fazer carinho, aquelas coisas. Tá me assustado. É uma coisa leve, passou segunda-feira, melhor não. Se você já tá com uma bucha, nem assista.
Mas não, eu falei desse documentário aqui na quarta-feira passada, mas o veredito do Michael Jackson aí tudo sobre o julgamento dele. E tem os livros também, né, tem outros livros também que cobrem esse julgamento que foi lendário. Agora, o Instagram, ele lançou um negócio indo para as mídias sociais. Olha, eu só quero mandar um abraço para o seu, para o seu Ariano, sua sona, não, seu Ariano Trindade, que, pô, gosta muito aqui do Pânico, escuta o Pânico, jovem, e também gosta muito da linhagem. Mandou um vinho lá para mim, para o meu irmão.
Seu Ariano, pergunta do vinho, pergunta do vinho do Ariano.
Mas é um carinho aí, devolve. É, vou devolver, tá? Obrigado, senhor Ariano, tamo junto. Ó, o Instagram, ele lançou— essa aqui eu vou ter a mesma opinião do Emílio, porque o Instagram, Emílio, lançou um serviço premium do aplicativo. Você deve estar sabendo, que é o Instagram Plus, que é lançado no Brasil. Você paga R$10 por mês e você tem ali umas— é que assim, eu não sou usuário do Instagram, então para mim isso não significa muito, né?
Você paga R$10, é lógico que o Instagram Meta tá querendo migrar para um modelo de negócio de assinatura, que é muito rentável, né? Você tem ali o YouTube Premium com um modelo de assinatura incrível. E aí o Instagram tá tentando ir na— ele permite personalizar e se expressar de novas maneiras.
Zuzi, você que é um cara que gosta do Instagram, rapidamente, você sabe, eles precisam monetizar, certo? E eles dependem muito da publicidade. Sim, como tem muitos usuários, o Mark Zuckerberg falou: vamos cobrar da turma R$10. Para quê? Para você ter alguns benefícios na plataforma. Quais são eles? A hora que você tem um stories, por exemplo, ele vai ficar 48 horas ao invés de 24. Essa é a primeira coisa. Então fica mais tempo, mais gente vai te ver.
A segunda é, se você quiser dar uma olhada em alguém furazóio, viu, Delari? Dela, ninguém vai saber que você está observando a pessoa. Então é isso, basicamente, você, o cara quer ganhar dinheiro com a plataforma e tá cobrando R$10. Isso vai acontecer porque a meta não é só dono do Instagram, WhatsApp também. Eles vão fazer uma assinatura premium. Tem muita gente que tem e-commerce, loja, e usa a plataforma para ter um benefício.
Explicado?
Você explicou perfeitamente.
Você não presta atenção, você tem dificuldade.
Muito mal, eu não entendi nada de Instagram.
É que você precisa estar mais nas redes sociais. Você não posta muito, a gente vai fazer o Instagram para você.
Sonhão da Granja, você só falou que ele quer mais dinheiro Não, ele fala a rodinha, sabe?
A rodinha, sabe?
A rodinha azul. É, ele não, não, a rodinha Stories. Ah, sim, em vez de 24 horas vai ficar mais tempo para quem pagar, fica 48 horas, ou seja, sua exposição fica maior ali na rodinha.
Tem mais um brilho que eu vi no olho do Daniel.
A grande vantagem é essa, é entrar no perfil de outras pessoas sem que ninguém saiba. Essa é realmente uma boa vantagem.
E enfim, e deve liberar novos recursos, né, figurinhas premium, toques personalizados, entre outras funções. Mas é lógico que eles estão mirando a assinatura, né? Eles devem estar tentando competir com o YouTube, porque o Instagram no início era só foto, mas aí depois, depois do Reels lá, os vídeos começaram a chamar muita atenção. Eles devem querer em algum momento rivalizar com o próprio YouTube, né? E o Netflix, falando em outra, outro modelo de negócio de assinatura, a Netflix não quer trabalhar com diretores que exigem lançamento no cinema.
Então a Netflix, ela deu um ultimato ali para os diretores, falou assim: não, não vai ter essa história aí de querer lançar no cinema, depois ir para aplicativo. Ao vivo, vai lançar direto no streaming e tchau, pessoal. Então é aquela, tinha aquela intenção, né, da Netflix, não, vamos lançar os filmes no cinema, depois vem para cá, vem para cá, mas não, para cá, depois vem para cá, não, vai direto para o streaming. Então não tem conversa, os diretores que quiserem filme no cinema não vão trabalhar na Netflix.
E para finalizar, Emílio, o Mário bateu bilhão, é o primeiro bilhão aí do ano, grande Mário, como você adiantou, Mário Galaxy, né, bateu bilhão. E como você adiantou, o Michael tá chegando aos $800 milhões de dólares na bilheteria. Ainda vai estrear no Japão, aí bateu. Existe a possibilidade de bater bilhão. Já tem uma versão ali engatilhada de 3 horas e meia de filme, uma versão estendida que não se sabe se vai lançar no cinema para tentar garantir esse bilhão ou se vai ser por algum streaming.
Mas e o Todo Mundo em Pânico, que abriu 105 milhões, já a maior estreia ali da franquia. E o Michael, acho que a maior estreia da história da Lionsgate. Também. Então batendo recordes. E o He-Man, coitado, He-Man ele estreou com 55 milhões e a tendência é ficar bem abaixo.
É muito ruim, né?
Eu vi o trailer, infelizmente é ruim.
Quem é que faz o He-Man?
Nicholas Galitzine.
Ele é lindo, ele é lindo, ele é lindo, ele vai no Brasil.
É, mas infelizmente o filme ele fica bem fraco e não deve, não sei, né, se deve performar muito bem.
Mas você acha que o filme fora de propósito lançar o He-Man?
Na nostalgia é melhor.
Não é, não pode ser ruim.
É um donut, é bom.
Nós tá o dia que vem de Cavaleiros do Zodíaco, aí vende. Mas He-Man, deixa lá que vamos estragar. Muito bem, vamos agora? Vamos embora, por que não? É, nós temos a sensação do jornalismo brasileiro agora, ele, o animal repórter nas ruas de São Paulo. Mas antes, antes, um break para nossa rede de rádio em todo o Brasil nos acompanhando. Agora nós vamos fazer esse break para você que está no rádio hoje Sérgio Moro e o Dallagnol, os dois aqui nesse programa.
Então fique ligado na programação, você que está no rádio agora, que eu vou fazer o break do Dede. Vai lá, Reginaldinho! Muito bem, agora sim. Onde é que está o meu repórter nas ruas de São Paulo? Aí está o animal repórter. Diga lá, animalzito! A Taça do Mundo é nossa! Será? Tem jogador se machucando, jogador machucado. E aproveitando aqui, Emílio, a Copa do Mundo vai estrear nessa semana. A gente vai perguntar para o pessoal aonde que eles vão assistir o jogo, né?
Será que vai ser no barzinho? Será que vai ser fazer um churrasco para ser mais barato, né?
É porque, barzinho, você vai pedindo coisa ali, vai, vai cheio.
Onde vocês aí vão assistir o jogo, hein, cara?
Ó, você vê, nós temos nessa Copa jogos às 12, às 14, às 16, mas o Brasil foi jogar às 19 horas.
Pô, meu, daí é sacanagem com a gente, né?
Isso aí, isso aí. É injusto com a população brasileira.
É hora do churrasco, é hora do happy hour.
Se você tivesse falado para mim que tudo bem, tem jogo às 19, às 22, 23, beleza, mas tem às 12, às 14, às 16, e os jogos brasileiros são às 18 horas.
Às 12 é para matar, né? Às 12 é nós.
12 horas seria um horário perfeito. Maravilhoso.
Meio-dia direto de Brasília, meu irmão. 11:30.
Mas agora eu achei horrível. Que que você achou, o Animal, esse horário dos jogos no Brasil, às 19 horas? É muito ruim, devia ser aí no horário do almoço, tava bom. Só não perde daquela época da Copa do Japão, esse foi o pior. Mas esse tá ruim também, pessoal. Será que o pessoal vai aproveitar?
Que nem o primeiro é sábado, né, sábado à noite.
Agora na outra é sexta, né, sexta às 7 horas, o pessoal tá saindo do trabalho, Carvalho vai saber.
Vocês vão pegar um baju, happy hour, será?
Vamos perguntar. Então essa é a pergunta que você quer saber, mas você vai ouvir onde? Na TV? Na internet? Diz que a internet agora tem um atraso, que o atraso agora, eles estão falando que é de 15 segundos, tem o atraso, tem a TV que tem o atraso, e o rádio não tem atraso. Isso aí, é o único que não atrasa é o rádio.
Então você põe no rádio e vê na TV, é um clássico, põe na Jovem Pan. Não, mas aí você vai ver Atrasado, narração louca, narração de maluco.
Mas você tem o gol antes, você vê o replay, pô. Então há uma confusão da tecnologia também nessa Copa que inventaram agora, porque vai ter transmissão do Cazé TV, do Cazé, do SBToca, da SBToca, Jovem Pan também vai cobrir os jogos, né? Vamos estar lá com a nossa equipe. O Fuzil tá indo pra lá.
Opa, partiu hoje, já tá no trem.
Já tá indo, né? Fuzil amanhã já vai trazer informações diretamente dos Estados Unidos. Então o animal está nas ruas de São Paulo perguntando para a população: onde você vai ver os jogos da Copa? Porque eu não sei se teve esse horário, eu não me lembro de um horário assim.
Das 19 horas? Acho que não. Acho que a pior foi a Copa no Japão lá.
Não, eu por mim eu tava bêbado 6 horas da manhã.
É de madrugada.
Agora a última Copa, a outra Copa Americana Os jogos foram mais grandes porque era Los Angeles, né? Era 94, né? 94, os jogos em Los Angeles. Lá o fuso horário é esse aqui, vai sendo aqui na costa, costa leste, né? É isso, né? Parece que sim. Então, muito bem. Então, onde você vai assistir os jogos da Copa do Mundo às 19 horas?
Só horário de Brasólia. Dito isso, vamos hoje, o momento especial especial desse programa, mesmo porque é um encontro de notáveis. Dois grandes homens da política brasileira se encontram no programa Pânico: Dallagnol e Sérgio Moro.
Batman e Robin.
É isso aí. Que que eles vão falar? As facções terroristas, eleições, fraude do INSS, Banco Master e muito mais.
E o fuzil está lá também para tirar a zica da seleção.
Isso, certo.
O que a gente fez foi o seguinte: Uma pessoa ia lá, quem vai, não sei o quê, aí vai, vai, vai o fuzil, mas para tirar zica da seleção, certo? Que a seleção tá com zica lá, o lateral direito já tá fora, tá meio bichado, tá um time assim. Mas há possibilidade disso ser o prenúncio da vitória, o time desacreditado pela torcida, porque a torcida brasileira, você sabe muito bem, é muito cruel. A torcida brasileira é a mais cruel de todas.
O fuzil lá está para tirar a zica da seleção. Pai Boquinha bate um tambor espetacular lá em Taipas, tá uma pessoa preparada para isso, certo? Porém, ele tem a oportunidade de escolher duas seleções para ganhar a Copa, a do Brasil, e ele escolheu a seleção de Portugal. Se essas duas seleções ganharem, ele tá livre da pena. Qual é a pena dele? Por favor, me mostre a foto. A pena é 1 ano, 1 ano que ele terá que estar como trajado desta.
Mas estão procurando, pode mais, pode mais, eles estão lá procurando a foto.
Cadê a foto?
Cadê?
Atenção, tem um pouco, tem um pouco para encontrar a foto do Pasta Fuzil. Passou repassando televisão, viver assim, O passado... O fuzil vai ficar com esta?
Não!
Não tem nada não, acham?! Estão perdidos, eles não sabem!
É uma foto do Fuzil 6?
É apenas uma foto! Não é uma foto, eu quero tempo para encontrar a foto! Tempo para o Carnal!
O tempo passa! Time for photoing!
Procurando, procurando, tempo para encontrar a foto.
Vejam, vamos ver se você vê a foto ali.
Vejam a nossa produção, vou ver se é igual a transmissão do jogo, ela atrasa um pouco, mas você controla uma foto, gente, parecendo o Danilo correndo em campo.
Como que ele vai ficar?
Tem 5 segundos para achar foto aí, gente. Quem quiser almoçar nessa hora, almoçar, dá uma É, está apertado aí, pode dar uma gola. Isso aí, mano, é isso, Juan.
Não é possível, não é possível que dê a foto dele.
Voltou! Deus, que bonito para nossa produção. Se Brasil ou Portugal Não ganharem essa Copa, Fuzil irá ficar desta maneira e será chamado durante um ano de Shibiu de Moraes. Será o Shibiu de Moraes nesta programação. Maravilha, certo?
E não pode usar botox, hein?
Não pode usar botox, vai ficar sem botox. Vai ser o Shibiu de Moraes. Muito bem, olha quem está aqui. Senhoras e senhores, Esse é o homem, esse é o homem mais comentado. Cadê as manchetes? Olha lá, G1, tá em tudo. O Brasil inteiro comentou, comentou desse homem. E muita gente aqui dizia, inclusive pessoas aqui que mexem com estatística, certo? Muitas pessoas que mexem com estatística, não vou falar o nome que eu não sou x9, certo?
Falavam Impossível ganhar na loteria. Mas a gente falava: não, mas tem o Rei do Bolão, o homem que mais prêmios entregou em todo o Brasil. E no último nós tivemos um sorteado, que é o bolão da Caixa, o bolão como esse aqui, olha só, que a gente sempre está lá também na Loteria Aldeota participando. E dessa vez saiu o grande prêmio.
O homem é pé-quente.
É isso, meu querido Alessandro Montenegro. Esse é o homem. Vou pedir uma salva de palmas para ele. Inclusive, inclusive, vários, vários ouvintes, vários telespectadores aqui do programa ganharam também, mas não querem que o nome seja divulgado, evidentemente, porque aparece muito parente, muita exceção. Você sabe do que eu tô falando, não é isso, Alessandro?
Boa tarde, Emílio, Daniel, toda turma do Pânico, todos que nos escutam. É isso mesmo, quem está aqui se chama Alessandro Montenegro, sou proprietário de uma casa lotérica credenciada a Caixa Econômica, mas sou um ganhador da Mega-Sena. Isso, sou filho de Deus, sonho também, e eu participava lá dos bolões que eu vendia. Então tem lá 99 ganhadores felizes. Eu fui um dos ganhadores, ganhei R$1.697.000, já recebi meu prêmio na Caixa Caixa Econômica.
Beleza.
E lá, quando a gente tinha muitos bolões lá de posse endossados no cofre da empresa e fomos entregar para os clientes, e a gente vai perguntando, alguns que tinham recebido no Sedex, alguns que tinham recebido em Fortaleza, e a gente orientando para ir na Caixa Econômica. Eu tenho lá o número de 26 ganhadores da Loteria Aldeota que são ouvintes, telespectadores aqui, acompanha o Pânico. Então a gente fica muito orgulhoso pessoas que já tem desde 2024, quem tá aqui divulgando.
Olha, vou dar uma dica: compra na Loteria Aldeota, que o bolão com mais dezenas multiplica suas chances de ganhar. E essas pessoas acreditaram no sonho, né, fizeram investimento, porque é um detalhe, só ganha quem joga.
Exatamente. E qualquer brasileiro pode apostar. Essa que é a vantagem, porque essa loteria, ela tá lá em Fortaleza, ela é muito conhecida porque o Alessandro, ele sempre tá ganhando, que ele faz esses bolões. Quantos ganhadores você já teve? Quantos prêmios já saiu na sua Quanto seria?
Já paguei 10 prêmios principais, 471 ganhadores, total R$340 milhões em prêmios.
Meu Deus!
R$340 milhões em prêmios. Por isso ele é chamado no Brasil inteiro do Rei do Bolão. Aí ele expandiu o negócio dele, tem uma central telefônica que é esse número aqui, ó, que você tá acompanhando: 0800-999-5051. Ele tá anunciando aqui no Pânico porque a gente tem uma cobertura nacional, cobertura de qualquer brasileiro, de qualquer lugar que o brasileiro esteja, ele pode participar agora e vai ter o seu jogo lá no cofre. E isto, não é isso?
É isso mesmo, Emílio. E nós estamos aqui dando uma segunda chance ao senhor, a senhora que tá na rádio, a quem tá aqui na TV, no YouTube. Você que ouviu aqui o Emílio Daniel, a gente dando a dica, não comprou, né, porque tiveram esses ganhadores. Tá tendo agora uma nova campanha especial da Caixa que não acumula, previsão do prêmio 250 milhões, se chama Quina de João, o sorteio agora é dia 28 de junho. A Quina, ela é duas vezes mais fácil do que a Mega-Sena.
Aqui na emissão, 80 dezenas são sorteadas, 5. Mas como só tem que acertar apenas 5, ela é duas vezes mais fácil do que a Mega-Sena. Opa, então é sensacional! Essa Quina foi criada em 2011, a primeira campanha especial semelhante a essa Mega-Sena que pagamos agora, que não acumula. Essa foi 300, essa agora foi 336 milhões. Bilhões. Detalhe é muito importante: quando eu tive aqui o ano passado da Mega da Virada, que a Caixa dizia que era 850, já disse é 1 bilhão.
Isso vai dar aqui falando da Mega-Sena que era 150 milhões, eu digo passa de 200 milhões. De novo aqui, não sou mãe de nada não, mas vou dizer essa aí passa de 300 milhões de reais, vai passar de 300 milhões, que é essa aqui, ó, que já tá na minha mão.
Eu já tô participando aqui, olha só, eu já tô participando, eu já tenho o bolão aqui. Esse bolão aqui me explica aqui como é que funciona esse bolão.
Legal, aí é um bolão oficial, caixa já registrado da Aposta Máxima. Na quina você pode apostar de 5 até 15 números. No caso aqui, o Emílio comprou um bolão que são 10 jogos de 15 dezenas numa fita só. Probabilidade de ganho: 1 em 800. Quando você faz uma aposta simples, 1 em 24 milhões. E aí, no caso, o Emílio já ligou lá, comprou o bolão, 360 60, o Daniel Zucco, o 361. Isso, se você quiser ficar milionário com eles, liga lá agora, 0800-999-5051.
Esse número é melhor, tem apenas 30 atendentes, mas quando você faz uma ligação telefônica, já você já recebe uma mensagem para o WhatsApp. Então fiquem tranquilos, a movimentação tá muito grande lá porque a gente já tinha fama de Loteria Pequena.
Agora então vai ser atendido.
Inclusive é importante a gente dar uma olhadinha lá como é que tá.
Opa, vamos ver, vamos lá. Central. Alô, Lucas, tá lá? Lucas, diga lá, Lucas, como é que tá a nossa central?
Muito boa tarde, Emílio, Daniel, toda a turma do pânico, Alessandro também, ó.
Movimentação tá intensa, todo mundo querendo ficar milionário, todo mundo querendo mudar de vida.
Você que não ligou, liga agora, 0800-999-5051, o telefone aqui não para de tocar.
Aqui com Loteria Odeota você tem muito mais chance de ganhar.
O Rei do Bolão já fez 550 jogos de 15 dezenas, então a chance de sair novamente para loteria Aldeota é muito grande. Eu tô aqui com um bolão que aposto com 10 jogos de 15 dezenas, que é o mesmo bolão que o Emílio comprou.
O do Daniel é o 361, do Emílio é o 360. Se aqui é um bolão que custa mais de R$90 mil, se você for jogar sozinho aqui nesse bolão oficial Cash, você joga por R$2 R$1.432 e participa com muito mais chance de ganhar, de acertar essa bolada. Lembrando, aqui nós fizemos vários bolões desse diferente para ver as opções disponíveis.
Quem tá vendo pela TV pode apontar a câmera, sei lá, para esse QR code.
Quem tá na rádio, basta ligar agora ou mandar uma mensagem de WhatsApp.
Esse número tanto é telefone quanto é no WhatsApp: 0800-999-5051.
A chance desse bolão aqui com 3 jogos de 15 dezenas, acertar o prêmio principal e fazer você o mais novo milionário. Detalhe que esse bolão é para apenas 50 participantes, é 1 em 800, ou seja, é mais fácil você acertar essa bolada do que seria na Mega-Sena 30 anos, e tem essa premiação de 250 milhões.
Então liga agora, tem combos especiais também que aumentam ainda mais a sua chance de ganhar.
0800-999-5051, telefone não para de tocar. Volto com vocês aí, querendo fazer muita gente ficar milionário e mudar de vida nessa quina de São João. Ô Alessandro, só que é limitado isso, né? Cada, cada, esse aqui, esse aqui, ele é limitado. Cabou, acabou.
É, no caso aí, o bolão que você comprou, Emílio, é um bolão para 50 participantes. Então, semelhante do Daniel, então a Caixa Econômica só permite até 50 participantes. E lá nós vendemos apenas o bolão oficial Caixa. O que é 3, onde a gente registra já o bolão. Cada um recebe o seu comprovante. Quem tá em Fortaleza e região metropolitana recebe pelo motoqueiro fardado. Quem tá em todo o Brasil, a gente manda no Sedex. Mas a maioria dos clientes gosta muito, Emílio, de deixar guardado no cofre da empresa, endossável, e isso torna intransferível.
É nesse modelo que meu sogro faz. Você tá lá no cofre, ele te manda.
Esse último que você ganhou agora nessa última edição aí, quantos estavam no cofre?
Tinha quase 70 bolões no cofre lá comigo, né?
Era do Brasil inteiro então?
Do Brasil inteiro, agradeço a confiança, né? 70 vezes R$1.700.000, mais de R$120 milhões comigo, todos foram entregues. O sogro do Daniel sempre joga lá, mas não deu sorte também esse da gente.
Mas vai jogar de novo.
Porque a gente mantém a ética, né?
Fica com o nome endossado e o cara recebe.
Eu gritei pra todo mundo aqui, ganhei realmente, que é muita emoção, mas a gente também mantém a ética e tem 26 fez. Delle Expectadores, eu vi que falaram para mim: não, eu conheci a Loteria Delta através do pânico, que eu vi lá toda a turma falar desse bolão.
Olá, desse bolão, tá vendo?
Obrigado, meus ouvintes.
E você sabe que tem gente que não acredita. Não, não é possível. Quantos ganhadores você fez?
Quantos mesmo? 99 ganhadores de loteria, né, que era um bolão para 100 pessoas, e eu sou um dos ganhadores, né. E estavam lá quase 70 bolões no meu cofre endossado com o nome dos Cliente foram lá pegar o avião. Imagina aí, rapaz, eu ganhei, foi no domingo 11 horas.
Coisa linda!
A gente domingo foi ligando para todos os clientes, a gente todo comunicando, e alguns já segunda-feira tiveram lá, hoje terça, alguns se programando aí, foram para Fortaleza aí de todo o Brasil aí, foi pegar o bolão e foram para Caixa Econômica dar uma entrada, 48 horas o dinheirinho tá lá na conta lá. Fazem 63 anos, é um Parabéns!
Por isso você é conhecido como Rei do Bolão no Brasil, não é isso, Alessandro?
Sou conhecido por Rei do Bolão, sou permissionário lotérico há 20 anos, né? As Loterias Caixa existe há 63 anos. Lembrando o senhor, a senhora que tá na rádio, que tá aqui na TV, quando você compra em uma casa lotérica credenciada Caixa Econômica, você tá fazendo sua aposta com toda segurança e tá ajudando o Brasil. 37,41% da arrecadação É, Emílio, vai para a Seguridade Social, saúde, segurança. Milhares de atletas têm investido, né, a vista disso.
Então é muito seguro nas Loterias Caixa. Quer saber mais detalhes? Liga lá para nossa equipe, temos uma central.
Cadê a central? Me dá a central aqui, ó. Cadê a central? Vamos ver a central. Aí, a central, como é que tá aí a central agora nesse momento? Quero ver aqui, ó, as meninas lá. Você vai ligar, você vai receber, você vai saber o que você tá Ligando de qualquer lugar, é isso, né, Alessandro? Você vai saber qual é o seu bolão.
É, quando você liga lá agora, entra em contato, as meninas vão mandar a foto de todos os bolões no seu WhatsApp, e aí você escolhe o seu, e aí você faz o pagamento via Pix e recebe o seu comprovante, participa com toda segurança. Olha a turma toda mandando alô aí. É, milhões apostadores gostam muito de jogar data de nascimento. Então lá eu tenho muitos bolões, e aí você pode escolher, olha, essa data de nascimento do meu filho, a data que eu me Eu ganhei. Então é muito bacana, as pessoas gostam muito de números, né?
É, mas eu vou no seu bolão porque você é o cara, você é o cara que é o rei, pô. Você acha que isso é o quê? É sorte? Porque sorte conta também, né, Alessandro?
Na verdade, a gente tem, e você tem que ter sorte, mas a gente tem uma técnica lá onde a gente usa a probabilidade, a matemática. Eu tenho um sistema lá que a gente estuda muito tempo cercando a numeração. E nas Loterias Caixa, quanto mais dezenas, mais chance você tem de ganhar. Não é sensacional? Time que se ganha não se mexe.
Lógico.
Ah, se a seleção da Copa do Mundo tivesse um time desse, já só agora nesses últimos 2, 3 meses eu paguei 4 prêmios principais.
Caramba, muito bom!
Então é essa probabilidade, probabilidade, bolão com mais dezenas. É mesmo, Daniel. Toda turma, muito obrigado por estar aqui de novo, aqui. Espero estar aqui após, aqui no São João, pagando outra premiação. Existe a sua presença de um amigo que eu trouxe, Nuno Bispo, ele é diretor de marketing do Sigma.
Boa! Olha só, então corre, quando aqui, aqui na Edição João?
28 de junho.
28 de junho, então aproveita, liga agora. Você que tá aí, você que é brasileiro, de qualquer lugar, 0800-999-5051. Quem tá em tela tem o QR code, tá? E se você ligou e tá ocupado, eles têm lá um sistema que vai ficar registrado, e aí você não vai perder essa, né? Faça como Alessandro aqui, ó, que fala que ganhar tem que jogar. Isso aí, tem que isso aí. Obrigado, Alessandro, você vai pagar disso hoje, hein?
Hoje você vai pagar disso, vai pagar o boleto do meu filho da escola.
Fazer o break do Reginaldo, vai lá, Reginaldinho.
Comprar fralda, o homem, por favor. Não, pro filho.
Isso aqui eu não posso perder, não.
Pelo amor de Deus! E a turma, né? Bom, né, meu?
Essa daí dá pra assistir a final da Copa ainda.
Muito bem, vamos nessa? Vocês querem?
O que que você quer?
Já chegamos? Vamos aos convidados?
Não, não, convidados ainda não.
Olha quem tá aí, o mestre da padoca, Emílio!
Quem é o mestre da padoca?
O famoso mestre da padoca que fez uma matéria em tempos de papai. Mestre?
Mestre? Não é mestre, é o mestre.
Não deixa de ser o mestre da padoca também, é chapéu.
É o cover. Ele é o sócio.
Tá com o Vini Burger agora, eles têm um entendimento.
Fala, Vini! O Vini entra com a carne e entra com o pão. Muito bem, então vamos soltar a vinheta?
Bora, vamos nessa!
O que que você quer? Oi, é isso? Vinheta? É o Delari.
É, mas é isso, por que não?
É ele a vinheta, não é? Solta a vinheta, então. Vamos começar, tá aí, ó.
Oi, bom, só para daqui a pouco eu vou para o Peru e eu quero falar um pouco da seleção. Você vai gostar do Peru, né?
Obrigadão.
A seleção brasileira, vocês falaram aqui, tem uma mudança. Wesley, o lateral direito, sofreu essa lesão e aí o grau é 3.
Albeta, quando o grau é 3, quando o grau é 3, é de 5 meses para cima aí, difícil.
Só para lembrar, né, a contusão do Neymar, falaram é 1, é 2, mas 3 já tá fora, tá fora e não vai ter. Ele é um cara que é jovem, tem chance de jogar uma outra Copa do Mundo. E agora o Ancelotti vai reforçar o meio-campo após aquele esquema tático. A gente sabe que o Brasil joga 4-3-3. Danilo e Ibanez são as opções para a— Ibanez, desculpa, são a opção para lateral. Agora eu vou falar uma coisa, todo mundo falou: ah, foi esse jogo, foi xoxo Brasil e Egito.
Deixa eu falar que eu entendo muito agora de futebol. Joguei Copa da Napa, Jovem Pan, comentário E no Maccabi também. O que acontece é o seguinte: nenhum time, nenhuma seleção que atuou agora nesses jogos amistosos empolgaram. Nem Alemanha, nem a França. Marrocos empatou, se eu não me engano, também ninguém, mas não empatou. O que eu quero dizer: 2x1 para Egito empolgou? Não. Mas os outros, as outras seleções também não. É o último amistoso antes da Copa, então ninguém, ninguém quer entrar para, né, ali quebradeira, lógico.
Ali tem o Wesley, tadinho.
E o menino Hendrik, que eu tô falando que esse Moleque vai, vai, vai.
Que bom você tocar nesse assunto. Se você me falar qual que é a maior aposta para seleção, faz tempo, né? Nem Neymar, nem Vini Júnior. É exato, tem carisma, tem futebol, tá afim, tá no shape.
Vem aí, moleque, vai brilhar na Copa.
Moleque é forte, arroz, feijão e frango, e não tem muita— olha lá, o moleque aí teve até o fotógrafo que viralizou, caiu, tirou uma foto dele.
É o Hendrick, fez a minha, hein?
Fez a minha do Bolsonaro.
Eu acho que é um estilista.
Não fez arminha.
Ele já tá sendo muito criticado, que a imprensa fala que ele fala muito de Deus. Aí já começou aí, chato, nem para, ele já tem o próximo, que eles também precisam sobreviver, né?
Exato.
É, então, mas não vamos falar de arminha dele, senão vão zicar o menino, a gente vai ficar muito triste.
E o Fuzil levou banho só para dois.
Boa. Agora, voltando aqui para América do Sul, onde a gente tem uma polarização, né, de direita e esquerda. Você tá vendo, Emílio, que tem— coloca o mapa na tela, meu querido Bernardo. O mapa está ficando azul, o mundo está ficando mais azul, principalmente na América do Sul. E esta é a tendência que a gente pode ir para o Brasil. A canhota tá agora— tá embaixo, o mapa tá menos vermelho. Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Equador, Honduras, Panamá, Paraguai, que a gente fala tanto aqui.
Paraguai tá mais azul e o Brasil que tá vermelho pode virar azul, depende aí do eleitor. Porém, no Peru, as eleições também, lá você deve conhecer muito a Keiko Fujimori, certo?
Fujimori, Fujimori, filho do velho, do velho e bom Fujimori.
Quem não lembra o Fujimori polêmico? Fujimori, que também a gente sabe que lá tem essa relação entre a direita e esquerda, e a eleição tá lá com o Roberto Sánchez. E o Peru também, Morgadão, vive essa crise política também, mas 52,7% tá aí para Fujimori.
Aliás, Peru tá vermelho ainda.
Você gosta de piadas do Peru? Você que é um grande humorista e comediante.
A gente gosta de um trocadilho.
Eu vou convidar o melhor trocadilho do Peru até agora foi com a Fujimori, pois não, porque ela estava prova, obviamente falando do Petro, que é um cara da esquerda. Ela falou assim: não meta seu nariz vermelho no Peru.
Na tela, por favor.
Publicamente, que não meta o seu nariz vermelho no Peru.
Maravilhoso.
O Peru derrotou o terrorismo e não vamos aceitar.
É tradução do— daí, uma tradução de— eu consegui essas traduções.
Não meta o seu nariz vermelho no Peru. E é importante não meter porque a gente sabe, quando a gente fala de facções, né, a turma que não quer colocar como terrorista, o Petro obviamente, não precisa nem falar que é de esquerda, e vai tomar um pau lá também, Albeta, possivelmente porque o Donald Trump apoia o outro opositor dele lá na Colômbia.
Sim, mas o Peru, o Peru nos últimos 10 anos anos. Ele teve 7 presidentes.
7.
A crise no Peru, ela é interminável. Ela teve de 2016 a 2026, ela teve 7 presidentes. É uma longa crise que eles passam lá, não é? É. E puta, cara, entra e sai, aí tem um, é uma confusão danada.
Vamos ver se agora dá uma endireitada.
É, exatamente.
Boa.
Agora o Peru vai para direita. Agora o Peru vai, quando o Peru vai para direita, pode ser que Tá mal, hein?
É, óbvio. O Bernardão, coloca o mapa aí na tela novamente só para você ver o que tá acontecendo. Já foi alertado aqui nesse programa que a América do Sul ela tá tendo uma tendência mais para direita. A gente aguarda o Brasil. Olha lá, se você pegar o mapa, certo, o que é azul obviamente é da direita, não precisa nem falar que Argentina, Bolívia, Chile, como eu disse aqui. E aí o Brasilzão é muito vermelho, muito. Talvez ele não fique mais vermelho.
Vermelho pela situação da política brasileira. Aliás, bicho pegando, né? Quando a gente fala sobre o mundo inteiro, vai acabar ou não vai acabar essa guerra? Vocês têm acompanhado aí Israel? Ai, tensões políticas. Teve mais um ataque realizado em Israel, no subúrbio do sul de Beirute. Temos imagens lá. E é o seguinte, lá é o reduto do grupo Hezbollah no Líbano. Deixou 2 mortos e 20 feridos, incluindo infelizmente uma mulher e uma criança.
Essa ação militar é uma represália, Emílio, a famosos disparos efetuados contra o território israelense. Que tá acontecendo de novo? Israel contra o Hezbollah, que fica lá no Líbano. Irã também atacou Israel, Israel defendeu. Só que me parece uma notícia positiva. Finalmente, graças a Deus, finalmente parece que o Irã e Israel podem ter um cessar-fogo e acabar com essa guerra. Por que que pode acabar? Porque vale muito dinheiro e os Estados Unidos têm uma interferência gigantesca no Oriente Médio, principalmente o apoio do velho Donald Trump com Israel, que não quer mais financiar também esta guerra e essa situação.
E o petróleo, Estreito de Orbus, como a gente já disse aqui, vale muito dinheiro. Então, acreditem, a guerra pode chegar no fim. Sabe quanto tempo tá a guerra? Estados Unidos, Israel e o Irã, já foram 100 dias, cara. 100 dias de guerra.
A guerra da Ucrânia tá 5 anos, cara.
5 anos. Mais uma guerra que pode chegar ao fim de novo porque a torneira fechou.
Ué, atacaram lá agora, ontem.
Então assim, sempre quando vai— ontem teve mais um ataque lá de Kiev. A torneira continua.
Lá na— Israel?
É, sim, ontem.
No Líbano? No Israel.
Foi atacado pelo Irã?
Israel foi atacado pelo Irã e respondeu. Mas o Trump falou: não, não, não.
Chega, eu não aguento mais.
Ele falou: eu mando aí. O Trump também tá muito achando que manda.
O Trump tá dormindo meio nas reuniões, ele não tá.
Você viu na entrevista? Eu vi ele levantando.
Vou mostrar.
Você viu?
Ainda bem que você puxou esse assunto. Aí, você viu?
Quando eu tenho notícia. Põe aí, dá o áudio.
O presidente Donald Trump abandonou uma entrevista da NBC após ser questionado, sabe sobre o quê, Alberto? O quê? Sobre um fundo de 1,8 bilhão e alegação de fraudes eleitorais. Saiu, levantou com aquele bundão grande laranja que ele tem. Foi no programa Meet the Press da NBC, e essa é a jornalista, que é a Christina Welker. Tiveram aí uma conversa mais tensa, e o presidente, ele tá acusando a imprensa, né, de sempre jogar contra o governo atual.
Mas a gente sabe que agora é o momento crucial para o Donald Trump, que está com baixa popularidade. Tá muito nervoso, ele tá, né, tá irritado também, não é, não é por menos.
Não dá nem quando ele perdeu o cassino lá, ele ficou tão nervoso. Você lembra quando ele perdeu? Lógico, lógico.
O Trump, ele tá com uma bucha na cabeça dele, e faz até um certo sentido. Ele já tem uma chapa, eu monto chapas no mundo inteiro, é o e o Marco Rubio. É isso aí, ele aposta nos dois. Sim, mas a pergunta é: os democratas têm um nome mais forte? Porque a Kamala Harris já se foi. O Obama, Michelle Obama pode competir? Não sabemos ainda. Agora, 60, 70% não está apoiando o governo norte-americano, que infelizmente o Samidana não está aqui curtindo férias maravilhosas, mas É uma dívida de trilhão de dólares que os Estados Unidos precisa pagar. Com guerra é difícil pagar essa conta, não?
Sim, mas os Estados Unidos é muito rico, né?
Mas o Donald Trump tem chance?
Nessas midterms, é?
Ah, sei lá.
Precisa de uma pauta, precisa de uma pauta. Não tem ideia quem vai ganhar aqui, você acha que você sabe?
Aqui, aqui, aqui, aqui.
Só porque o Moro vem aqui hoje, aí enche de gente.
Carioca Covers e o Marlus.
Mas o Marlus, o carioca, para demais.
Eu vou falar mais para você. Vamos para as eleições.
Vamos aqui, ó, deixa eu fazer rapidão. Já chegou o Moro, Moro já chegou. Deixa eu só pagar aqui que eu tenho esse momento agora para pagar, que é o quê? É o nosso Magnésio aqui, mais querido do Brasil. Eu já vi que ele já vem com essa promoção que o Brasil inteiro tá parando porque é um presente especial. O grande sucesso do Magnésio é você descobrir que ele faz muito bem para sua saúde. Ou seja, o Magnésio Magnésio 5.0, a gente tem o prazer de anunciar aqui porque é o magnésio premium, é o magnésio da Lirio Suplementos, que é o melhor que existe no mercado.
Primeiro que é 5 magnésios em 2 cápsulas. Tudo que você precisa de magnésio, ele tá aqui nessas 2 cápsulas para você. E a procedência do produto é muito importante nesse momento que tem muita, muito produto ruim sendo vendido, principalmente na internet. You don't know where it comes from, the provenance of the product. This one is from the Lirius, we can guarantee it for you. Inclusive, if you search, the Lirius has the best section of supplements.
It's from the Lirius. And this product here, for your health, is what you need. Why? Because many people have a lack of magnesium and don't know.
That's it, Emílio. And people suffer from this. Sofre, não consegue dormir direito por conta de muita ansiedade. A falta de magnésio, ansiedade faz a festa na vida da pessoa, a pessoa perde o controle. A ansiedade todo mundo tem, lógico, claro. Mas quando você perde o controle, você chega à noite, não consegue relaxar. Às vezes a pessoa até dorme, mas não consegue ter o sono REM. Qual é a diferença de você ter o sono REM? Quando você descansa realmente, você apaga à noite, no dia seguinte você tem energia, você tem disposição, você não sofre com dores.
Agora, o Magnésio 5.0 da Lirius, que é uma fórmula de sucesso, manda embora as dores. Para você que vive reclamando de dor de cabeça frequente, que é chamada dor crônica, né, Emílio? A pessoa toma remédio para dor, mas no dia seguinte ou 2, 3 dias depois, a dor volta.
É a dor crônica, porque pode ser a falta do magnésio, sabe?
É exatamente quando você começa a usar. Por isso que eu sempre falo assim, ó, eu lanço um desafio para você anotar no calendário quantos dias você já tá tomando, porque em apenas 7 dias você passa a dormir muito bem, acordar sem dores. Para quem vive reclamando de câimbras, tem gente que vai, acorda de manhã, Emílio, vai espreguiçar, já começa a câimbra cedo, e eles elimina cãibras, dores nas articulações, dores no joelho, dores no ombro, não dá para levantar o braço que dói o ombro.
É impressionante como que é um suplemento que traz resultado. Agora, outra coisa, questão cognitiva, o magnésio ajuda a melhorar a concentração, o foco. Para quem tem memória muito fraca, esquece demais, isso aqui vai potencializar o seu cérebro e previne também contra o Alzheimer, contra deficiência. É um suplemento que não é indispensável para a gente.
É fundamental, porque ele é chamado de o maestro do seu corpo. É o que você precisa para dar liga de tudo aquilo que você precisa. Ajuda e ajuda muito. E às vezes a gente tem uma deficiência e não sabe porque é falta do magnésio. Agora tem uma promoção muito bacana que eles fazem, que é um presente especial para você que tá acompanhando agora, opa, tá torcendo pelo Brasil.
Camisa oficial, é a camisa oficial da seleção, que vai vai de presente. Vai de presente, já pega o telefone e liga agora, 0800-787-9999. Gente, essa camisa é a camisa oficial da Seleção Brasileira para você torcer de verdade. Agora, além desse presente, eu vou fazer uma promoção que você paga só 20% do valor, show! O frete é grátis, tem facilidade no pagamento. Mas essa promoção não vale para o QR code.
Quem tá assistindo, só no telefone, é só para quem liga, 0800 0800-787-9999.
Tem esse presente, tem um desconto, mas o melhor presente que você ganha é a sua saúde. Você viver sem dores, sem precisar tomar remédio todo dia, dormir bem, acordar bem, né?
É isso aí, liga lá, 0800-787-9999. Se precisar, eles dividem para você. Pronto, presente especial aí, a camisa do Brasil para torcer aí, top, para seleção. Dito isso, solte a vinheta que os nossos convidados já chegaram.
No programa de hoje receberemos uma dupla mais que dinâmica. Os caras que detonaram gigantesco esquema de corrupção.
Quem me perguntar o que que eu quero, o que eu quero?
Não sei.
Os homens trabalham com a lei, meu chapa. Direto do Paranã para o Brasil, Deltan Dallagnol e Sérgio Moro.
Muito bem, senhoras e senhores. É isso aí, ó, é boleto. Você sabe quando vinha aquela, você sabe, Deltan, quando vinha aquelas coisas do Ministério, porque vem aquele carimbo, puta, dava um medo, menina, época de papai, que ele carimbo, envelope, 10 medidas para o Senado, já tá chegando com tudo aqui, ó. Daqui a pouco a gente vai falar com eles, presença da nossa querida Jess, que a gente, que é nossa companheira aqui da Jovem Pan, ela é uma das comentaristas aqui da Jovem Pan, ela sempre participa, que ela é campeã mundial de debates.
Essa é, ela não perde para ninguém. Pode vir quem quiser, faixa preta, faixa preta, pode vir qualquer um, que a Jazz é a nossa convidada. Obrigado por ter vindo mais uma vez, Jazz. Você vai fazer a primeira pergunta, pode escolher quem você quer falar por dentro. Eu vou na pergunta dupla aqui: por que que a Lava Jato não conseguiu manter aqueles políticos que vocês encontraram, grandes nomes aí da política nacional, atrás das grades? Por que que eles estão soltos hoje?
Olha, a resposta é muito simples. A gente sempre teve uma tradição de impunidade da grande corrupção, e a Lava Jato foi o momento em que a gente conseguiu romper esse ciclo. Mas o tempo passou e o sistema reagiu, e gente muito poderosa que devia estar presa infelizmente acabou sendo colocada É verdade. No fundo, o pessoal tenta falar da Lava Jato e aí tenta atribuir alguma responsabilidade ao trabalho que foi feito. A gente tem orgulho do trabalho que foi feito.
E se a gente for olhar, todas as operações, sempre que atingir gente poderosa, eles buscam alguma espécie de anulação sem enfrentar o mérito. Foi assim que a Operação Zelotes, que foi da mesma época, foi da Operação Greenfield, que aliás já tava o Banco Máxima do Vôrcaro lá na época, na época era envolvido, era Dora Máxima, teve lá aquela anterior lá, Castelo de Areia. Então, na verdade, é um padrão que a gente achou que tinha vencido, e vencemos porque tínhamos, além de fazer tudo certo, na minha opinião, as pessoas eram culpadas.
E, Jesse, se tivesse algum inocente na Lava Jato que a gente mandou para prisão, eu seria o primeiro a me ajoelhar e pedir desculpa. Não existe. E nem os tribunais que anularam tiveram a coragem de dizer que eles são inocentes, porque todo mundo sabe que não são. Sim, infelizmente, a Agora a gente tem que retomar essa agenda no país. Isso é essencialmente importante porque não tem país que sobrevive, né, Emílio, com corrupção desenfreada e impune.
E veja que acabaram com a Lava Jato, que que fizeram? Voltou a roubalheira com roubo dos aposentados e pensionistas do INSS, e esse grande escândalo do Banco Master, que o cara aparentemente aí subornou meio país. Enfim, né, acho que a gente fez a nossa Tem um problema que eu quero reclamar: o juiz da Lava Jato, Jayser, ele absolvia demais.
Absolveu 20% dos nossos réus, a gente recorreu de 44, de 45 condenações, depois tinha gente que falava que tinha alguma combinação. Como assim combinação? E eu queria dizer, viu, Surita, que eu vejo a Jayser às vezes debatendo com Henrique no morning show e eu fico com pena do Henrique. Ele é fraco, ele é fraco. Posso falar uma coisa? Qual o apelido que a gente deu para a Jéssica? Jexter. Jexter, Jexter, sem dó, fatiando Henrique.
Um abraço aí para Henrique, ó Henrique, minha solidariedade. Jéssica é uma debatedora muito boa. E eu queria acrescentar aqui ao que o Sérgio falou, que quando eu olho para o que aconteceu com a Lava Jato, vários anos depois, olhando para trás, o que eu percebo é que a Lava Jato ela foi desmontada quando ela chegou perto dos ministros Supremo. Olhando agora com a visão retrospectiva para o que aconteceu no caso Master, eu lembro que em 2019, que foi o ano em que o Supremo passou a desmontar Lava Jato, foi o ano que eles instauraram em março o inquérito do fim do mundo.
Sim, na noite da instauração saiu uma matéria no Jornal Globo de bastidores falando com ministros, e a matéria dizia: esse inquérito foi instaurado para investigar Deltan Dallagnol e auditores da Receita. Naquele momento eu não entendi, eu não entendi nem a conexão entre investigar a mim junto com auditores da Receita. Poucos meses depois eu entendi. Auditores da Receita receberam ordens inclusive de afastamento cautelar deles e para paralisar investigações que envolviam as famílias de dois ministros: a família de Dias Toffoli, hoje sabe por quê, e a família de Gilmar Mendes.
A gente ainda não sabe por quê, embora existam aí indícios, suspeitas, controvérsias em relação a ele. E naquele momento eles acreditavam que a Lava Jato, que tinha dado origem a essa investigação da Receita que envolvia eles, mas não tinha nada a ver uma coisa com outra. A Receita Federal, ela tinha feito uma seleção de centenas de milhares de contribuintes e foi filtrando para identificar agentes públicos com indícios de enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal.
E na filtragem apareceram as famílias dos dois. Então naquele momento foi um momento de infecção. A partir de 2019, vamos lembrar também que Sérgio Cabral tinha delatado o próprio Toffoli dizendo que ele tinha recebido propinas num caso contra o Toffoli.
Confesso, aquilo é uma loucura esse negócio, porque O cara confessou todos os crimes e voltou tudo pra trás. Devolveu o dinheiro. É doideira.
Por isso que a gente fala, se tivesse algum inocente condenado na Lava Jato, eu pediria desculpa, eu tenho certeza que o Deltan também faria, mas nunca ninguém teve coragem de dizer, por exemplo, que Sérgio Cabral é inocente, que Eduardo Cunha é inocente, que José Dirceu é inocente, que o Lula era inocente. E na verdade nos traz pra essa armadilha da volta da corrupção. Porque o pessoal pode até achar: vamos acabar com a Lava Jato, mas agora todo mundo assumiu o compromisso de não roubar.
Não funciona assim. Não tem como você varrer debaixo do tapete e achar que vai ficar debaixo do tapete. A coisa volta e volta maior. E a gente tá ouvindo muito desses escândalos nacionais, mas o que que tá acontecendo nos estados? O que que tá acontecendo nos municípios? Porque todo mundo se sente vontade daí para roubar. O cara confessou, o cara devolveu o dinheiro, o cara foi liberado, o Estado, você imagina o ladrãozinho ali, o pequeno ali, numa repartição pública, municipal, estadual, ele se sente no direito de fazer a mesma coisa.
A gente tem que aprender com os exemplos, e os exemplos que a gente tem no país hoje são muito ruins.
E você que bolou a delação premiada, tirando da Itália, e a gente tem a delação agora do Vorcaro, qual é a oportunidade? Como é que pega uma delação dele que vai agora, obviamente, para os ministros da DF, mas o que você faria se você tivesse nesse momento com essa delação? Porque tem tráfico de influência, políticos envolvidos de todos os lados. Aonde que você acha que pode pegar de fato o Vorkari e os envolvidos?
Olha, eu sou muito cético em relação a essa delação, né, porque a gente já viu esses ensaios. Ele apresentou uma delação absolutamente incompleta, o que me parece. Eu quero mais assim, que ele fique preso, né, um bom tempo, e aí que ele faça uma delação real, veraz. Deviam ter deixado ele, a meu ver, naquele Presídio Federal de Segurança Máxima que a gente conhece, que é uma cárcere duro, para ele sair sem, com a vontade de fazer historinha.
Agora, toda delação ela tem que ter corroboração em outras provas. Você não vai condenar ninguém com base na palavra de um criminoso. Tem que ver o que que ele consegue também provar, o que consegue provar a partir da delação dele. Mas eu vou ser muito sincero, Eu estou bem cético em relação se isso vai para frente ou não vai, porque é muita gente, muita gente poderosa. Agora, se o preço a pagar para a gente virar um país honesto seja fazer uma delação que atinja muita gente, que assim seja. Lógico, não pode ter gente acima da lei.
Mas como que funciona? De repente ele chega e fala: tenho provas, é esse cara, esse cara, as provas tão robustas. Quem aceita pode falar: ah, tá fraco, a gente sabe mais do que isso. Como como já foi ventilado aí. Pode acontecer de ele trazer vários nomes, gente grande, com provas, e negar e falar: "Ah não, tá fraco isso daí." Pode acontecer, depende também assim, se consegue desenvolver a partir das revelações dele as provas.
O que acontecia na Lava Jato? Chegava lá um diretor da Petrobras e dizia: "Ó, recebi 1 milhão de dólares da Odebrecht lá na conta na Suíça." Aí você conseguia ir lá, ver a prova tal, tinha um depósito, você conseguia fazer o rastreamento. Claro que isso era muito difícil, que envolvia um trabalho de cooperação jurídica internacional, quebra de sigilo e tal, mas você conseguia identificar, ó, tem uma prova de que aquilo aconteceu.
Então daí você tinha uma corroboração. Eu não conheço aqui os detalhes, né, desse caso, o que que ele pode apresentar que a investigação já não revelou. Agora, eu acho que se tem suspeita, tem que ser investigado. A mesma coisa vale a próxima relação aos ministros do Supremo Tribunal Polícia Federal, surgiram aquelas suspeitas, se investigue. Se não tiver nada, ok. Agora, se tiver, tem que extrair as consequências. A gente nasce e cresce e a gente ouve aquela história que todo mundo tem que ser tratado de maneira igual à lei, que não tem ninguém acima da lei.
É uma miragem no Brasil, a gente sabe que não é assim que funciona, mas é isso que a gente tem que trabalhar.
Mas o que eles falam aí do Master é que ele tinha 9 celulares e que no celular tá Tudo já tá tudo lá no celular, então ele não tem mais nada acrescentar. É o que eu ouvi falar, é isso mesmo.
Certamente muita coisa lá. Agora, nessa, nessa negociação da delação, tem um aspecto psicológico bem interessante que a gente vivenciou aí mais uma centena de vezes na Lava Jato. A pessoa que é pega e que é muito poderosa, pensa com a cabeça de um Daniel Vorcato, se coloque nos pés dele. Até difícil porque é outra realidade, mas pense: o cara corrompia pessoas do parlamento, altas autoridades corrupção no parlamento. O cara corrompia altas autoridades ligadas ao Executivo.
Tem indícios de corrupção de altas autoridades ligadas ao Judiciário. Esse cara, ele se acha o rei do mundo. É um pouco como aquele delator que foi depor lá em São Paulo, vinculado ao PSDB na época. Fugiu o nome agora, talvez o Sérgio lembre, que foi depor também numa vara do Rio de Janeiro. Ele disse o seguinte, olha, o Paulo Preto, Paulo Preto, que foi, que foi, disse o seguinte, era do PSDB. É, mas não, não foi ele, foi aquele que lavou mais de R$1,8 bilhão.
Eu já vou lembrar do nome dele. Ele tinha uma série de empresas laranjas e ele disse o seguinte no depoimento dele: olha, eu de repente eu tava lavando dinheiro para o PSDB, eu tava lavando dinheiro para o PT, mais R$1,8 bilhão. Eu me senti, olha, o rei do mundo, quem que vai mexer comigo? Eu lavo dinheiro para direita, lavo dinheiro para esquerda, eu sou intocável.
O sistema inteiro compra isso.
E aí o cara é preso e o cara ainda acha que ele tem essa essa força, esse poder, essa visão, e no primeiro momento ele trabalha numa ideia de contenção de danos. Ele tenta entregar o mínimo possível e conseguir o máximo de benefício possível. Mas ele, com o tempo, ele vai percebendo que a gente tem um monte de informações que a gente tem e que ele não lembra que a gente tem, ou não sabe que a gente tem. Quer porque a gente aprendeu dos celulares dele, resgatou mensagens apagadas, quer porque a gente pegou em pessoas ao redor dele, a gente pegou lá no cunhado dele, pegou nos parentes dele presos, pai dele.
E ele começa a desconfiar que a gente sabe muito, ele não sabe até onde a gente sabe. A gente fala: olha, se você não trouxer tudo, a gente não vai fechar acordo com você. E a gente sabe que você tá escondendo coisa, a gente não fala o quê para a gente não entregar informação para ele também. Então ele tende a, com o tempo, conforme ele perceba e caia na real de que ele vai ficar indefinidamente preso, porque ele não tem nem para onde recorrer, tá no Supremo Tribunal Federal preso com fortes provas e crimes, com fortes indícios, que são aqueles indícios que leva a pessoa a ficar presa e manter presa, uma prisão muito sustente, vai chegar uma hora que ele vai cair na real e vai perceber: ou ele entrega, entrega tudo, ou ele vai ficar preso indefinidamente.
E aí a sociedade tem chance de conhecer um monte de coisa que foi acertada aí nos escurinhos dos corredores de Brasília.
Ô Deltan, e você e o Sérgio Moro, que fizeram parte aí dessa investigação, como é que vaza um áudio lá do Flávio? Como é que durante toda essa investigação vaza exclusivamente um áudio só, né? Que nem vocês falaram, o cara que tem conversa com a República inteira, como é que sai ali um áudio só do Flávio Bolsonaro?
Tem algumas hipóteses ao redor disso. É quando você olha um vazamento, e ao longo da Lava Jato nunca vazou aquilo que só os agentes públicos sabiam. Tudo aquilo que ficava só entre procuradoria, judiciário e polícia não vazava, com uma exceção, uma exceção. E no único caso que vazou coisa que só a gente sabia, a gente conseguiu identificar que era auditores O que fez a Receita Federal? Fez buscas e repressões, fez prisões, fez processos disciplinares para que essas pessoas fossem punidas.
Mas o problema é que muita gente tem contato e quando o advogado, o réu, tem contato com a informação, eles têm múltiplos interesses. E num caso como esse, por exemplo, o próprio advogado do Vorkar, o Vorgar, alguém ligado a ele, pode ter interesse em pressionar o ministro André Mendonça, que é alguém tradicionalmente ligado à direita pela indicação, não pela atuação, porque a atuação delação dele ter se comprovado uma atuação técnica, imparcial.
E veja, a gente não quer ministro de direita ou de esquerda, a gente quer ministro que siga a Constituição.
É isso aí.
E o André Mendonça, ele tem feito isso, mas ele foi nomeado pelo Bolsonaro. Talvez o advogado veja como uma oportunidade gerar um constrangimento, um vazamento de um áudio do Flávio para constranger o André Mendonça, dizendo o seguinte: olha, se ele não tá homologando a delação porque ele quer proteger gente da direita. Então talvez seja uma estratégia para fazer um constrangimento. Outras estratégias e outras possibilidades são abertas.
Eu ouvi falar falar, por exemplo, que teria um perito privado que teria sido procurado pelas defesas privadas para fazer uma cópia dos celulares, e que esse perito poderia estar negociando informação. Ou seja, as possibilidades são muitas. A gente nesse momento, diante da informação que a gente tem, a gente só pode especular.
Tem uma questão que a gente sempre pergunta numa investigação criminal, de qualquer crime, e que a gente vê muito nos filmes: a quem interessa? Sim, quem tem um motivo?
Exatamente.
Você tem que procurar Isso, claro que nem sempre. Às vezes tem muita gente com motivo, tem mais de uma pessoa com motivo. Mas lembra aquele, do, aqueles casos da Agatha Christie, né? Que livro do assassinato no Expresso Oriente? Todo mundo tinha um motivo, todo mundo tá envolvido ali, né?
Mas é o que falam aqui, eles dizem que isso aí não vai dar em nada pela importância das pessoas envolvidas, porque esse cara realmente ele fez Todo mundo, porque o dinheiro, o dinheiro é assustador, Moro. O dinheiro é 50 bi, fala: não, vou devolver 60 bi. Pô, como é que o cara tem tanto dinheiro, né?
Eu acho que o trabalho que o ministro André Mendonça tá fazendo é um trabalho muito sério. Ele tem sido muito consistente. Inclusive, ele decretou uma preventiva do Daniel Vaccaro, que é impossível, na minha opinião, alguém querer revogar, porque ele tava ameaçando inclusive jornalista. Agora, essa semana a gente vai ver, porque tem um habeas corpus tramitando lá no Supremo para O pai dele, que também me parece que a prisão preventiva é muito bem motivada.
Agora, a gente ouve de bastidor, a gente não sabe até que ponto isso é consistente, de que tem o pessoal do mela tudo, tem o pessoal que quer que as coisas não vão adiante, assim como não queriam que fosse adiante a Lava Jato. O que aconteceu foi que na Lava Jato a gente teve uma mobilização da opinião pública que segurou esse sistema durante um bom tempo, e as provas eram muito resistente. E foi uma vergonha, um roubo da Petrobras, R$6 bilhões.
A gente tem que tentar esperar que as coisas se resolvam da melhor forma, mas o movimento contra é muito grande.
Mas os velhinhos e o INSS ficou por isso, não passou batido.
Eu tive a oportunidade de estar na CPI do INSS e foi depor aquele careca do INSS lá, o tal do Antunes, Afonso Antunes, alguma coisa assim, Antônio Antunes. É, nem sei o nome dele, mas eu tive a oportunidade, eu confrontei ele, falei: olha, vou te falar um nome aqui, o nome Marcos Valério. Lembra desse nome, porque ele foi o primeiro operador do PT no escândalo do Mensalão, que hoje parece brincadeira de criança pelas cifras ali envolvidas, na casa de milhões.
E hoje nós estamos falando em bilhões de fraudes. Mas eu falei para ele: o Marcos Valério ficou em silêncio, fechou a informação com ele. Quando ele quis aí fazer a colaboração, a delação, era tarde demais, não quiseram fazer mais. Então você vai ser o próximo Marcos Valério. A escolha que ele tem a fazer. Na verdade, a gente tava querendo que ele falasse as coisas. Veja que tem suspeita de envolvimento do filho do presidente, filho do presidente Lula, e aparentemente tem uma ação para abafar.
A gente não pode afirmar isso com certeza, mas essa troca que houve do entregado na investigação do inquérito do INSS não foi explicada até hoje pelo governo Lula. Então isso gera uma grande preocupação, gera dúvida, né? Será que o sistema ele vai ser forte o suficiente para impedir a delação do Vaccaro? Vai colocar ele em liberdade? Se acontecer, colocá-lo em liberdade, e a gente vai ver agora pelo pai dele, aí é uma vergonha para o nosso sistema de justiça.
Espero que isso não que isso aconteça, porque os elementos que levaram à decretação da prisão, que foram utilizados pelo ministro André Mendonça, foram muito consistentes. E parece que o ministro Fuchs inclusive já votou favoravelmente a manutenção da prisão do pai do Borcaro, padrinho, não sei direito como é que é essa história.
Surita, lá no comecinho da Lava Jato, em 2014, a gente fez uma operação prendendo os grandes empreiteiros do país, bilionários indo para trás das grades em fila. E o Carlos Fernando, que era o procurador mais experiente da Lava Jato, aquele de cabelo cabelo branco, com uma barbichinha, ele fez uma aposta conosco. Ele olhou para nós e falou: "Olha, amigos, o sistema ele sempre se acerta. Eu aposto com vocês que essas pessoas não vão passar o Natal presas." E eu apostei com ele e ele acabou perdendo e pagou almoço para todo mundo lá, uma janta para todo mundo na Força-Aréfia.
E a consciência que a gente tinha em todo o tempo na Lava Jato é que a gente luta duplamente contra as engrenagens de um sistema feitas para não funcionar contra os poderosos. Primeiro porque tem uma série de brechas na lei, que é o que o Sérgio falou, todas as grandes operações elas articuladas ao longo da história. E em segundo lugar, quando você tem um caso envolvendo poderosos, efetivamente os grandes poderosos ao longo da jornada eles se acertam.
É o que a gente vê hoje em relação ao não início do impeachment no Supremo. Você tem uma espécie aí de uma mão lava a outra. Então a gente sempre teve essa consciência. Agora, se você for parar quando alguém fala que é difícil, a gente não teria tido uma Lava Jato. A Lava Jato só foi possível porque muita gente trabalhou duro, usou competência, estratégia e acreditou. Da mesma forma, agora Contra as probabilidades, a gente teve um sorteio do caso Master, que caiu com quem?
Com André Mendonça. Vou falar para vocês que, olha, eu rezei, eu orei quando eu fiquei sabendo que esse caso ia ser sorteado. Eu rezei pedindo para esse caso parar exatamente nas mãos do ministro André Mendonça, que ao meu ver é o mais técnico, é o mais independente, é alguém que tem experiência em combate à corrupção, fez formação inclusive acadêmica em Sevilha, na Espanha, em combate à corrupção, trabalhou na CGU, trabalhou em casos da Lava Jato.
Sempre uma pessoa muito firme, muito correta em tudo que fez junto a gente na Lava Jato, e os casos caíram com ele. Então a gente tem uma perspectiva desses casos avançarem, porque as provas vão vir à tona, a pressão da sociedade vai aumentar conforme a temperatura subir, mais pessoas poderosas forem atingidas. E a conjuntura política, ela é como as nuvens, ela muda a cada dia. Então quem sabe o que que vai acontecer no que vem?
Vamos lembrar em 2018, Lula preso. Quem diria que ele ia voltar ao poder, queria se tornar presidente vai sair de novo. A conjuntura política muda muito rapidamente. Então o que a gente tem que fazer agora é trabalhar, é acreditar, é apoiar o trabalho do André Mendonça e esperar que, quem sabe, por uma conjuntura favorável, a gente consiga mais uma vez, episodicamente, fazer justiça no nosso país.
Mas eles não vão usar o mesmo discurso de antes? Porque eu vejo assim, por exemplo, a questão psicológica, levar de volta para prisão, work hard, é a mesma narrativa que anos depois o ministro Gilmar Mendes vai lá num discurso, quem não chorou, né, falando sobre a tortura que Emílio Odebrecht teria sofrido na "Logo vamos rever isso." Cabral vai e confessa, outros confessam, devolvem dinheiro, bilhões, né? Se é mentira, como que eles devolveram dinheiro?
Acho que essa pergunta que fica.
Não tá se construindo um formato que no final do dia, por mais que como procurador, como juiz vocês trabalhem, lutem, não vai acontecer a mesma coisa? Porque que eu saiba, quem foi punido é o promotor, é o Raj, é o juiz Bretas, são 6. Os corruptos parecem estar todos muito felizes em suas coberturas, alguns deles até candidatos novamente.
Às vezes construindo essas brechas ao longo do tempo, como eles fizeram na Lava Jato, eles foram preparando situações. A própria julgamento da suspeição do Sérgio, que foi um julgamento injusto, absurdo, incorreto, ele ficou na mesa, na gaveta do Gilmar Mendes, que controlava a pauta em momento de apresentar por mais de ano. Às vezes construindo as brechas ao longo do tempo. Mas é como se fosse naquilo que quem estudou aqui, fez segundo grau e fazia aqueles cálculos de força, vetores de força, vai lembrar.
É como se você tem um vetor de força para direita, um para esquerda, um para cima, 45 graus, e o resultante dessas forças todas depende do quanto a gente puxar para um lado, para o outro. O sistema, os donos do poder vão puxar para um lado. A questão é o quanto que nós brasileiros vamos puxar para o outro lado, para justiça, para correção, para o que que dê certo. E isso depende muito de conjuntura. Lembre, neste ano nós temos uma eleição, nós vamos ter um novo presidente da República e vai escolher no mínimo 3, que pode chegar a 5 ministros.
Como pode chegar assim, ministro? Vejo, se você perdeu as esperanças, essa eleição é eleição da nossa vida. Por quê? Porque o novo presidente, ele vai escolher 3 que vão se aposentar, pode escolher um quarto se a vaga do Messias ficar aberta, pode escolher uns 5 se tiver impeachment. Com André Mendonça você já forma em 2016. Então aquilo que a gente achava que a gente vai ficar debaixo da influência de um Supremo enviesado, ativista, que quebra a segurança jurídica e até abusa e pratica arbítrio ao longo de mais 30, 40 anos, tudo isso pode mudar num ano.
Mas é claro que depende mais uma vez do quanto a gente vai puxar e para que lado a gente vai puxar. Então sim, Jéssica, existem pessoas tentando cavar falta, preparando o momento certo para derrubar tudo, mas nós temos que fazer a nossa parte.
Agora também faria observação, Jéssica, Você veja, pessoas ficaram presas mais de 4 anos ali, tiveram que devolver o dinheiro. E a verdade, as pessoas sabem, as pessoas sabem, por exemplo, hoje que o PT está indelevelmente marcado com a corrupção. Se você fala em PT, a palavra que você pensa é corrupção, partido de corrupção. Por quê? Porque eles não fizeram a lição de casa. Se a partir daquele momento tivessem sido descoberto José Dirceu, Delúbio Soares, lá no Salão, eles tivessem afastado essas pessoas, punido essas pessoas, se dissociado, conseguiria talvez salvar a imagem do partido.
Mas eles vão sempre dobrando a aposta. Foi agora lá no, também no Petrolão, novamente passando a mão na cabeça lá dos bandidos. Mas a população, sim, mas a população sabe disso. População sabe quem são. E com o tempo, né, esse desejo de integridade— não é só o PT, também vários outros partidos— mas com o tempo esse desejo de integridade vai prevalecer. Pelo menos isso que a gente tem que ter fé, que as coisas aconteçam, porque a gente não vai baixar a cabeça e vai ficar resignado. E o país aqui não tá destinado a ser um país corrupto, na minha opinião.
Mas como julga fazer um breakzinho rápido? Ó, muito obrigado pela sua audiência. O Deltan Dallagnol tá aqui com a gente, temos também o Moro que tá aqui com a gente, são pré-candidatos aqui, ó. Daqui a pouco a gente vai falar sobre isso também. Para você seguir, as redes sociais estão aí na tela. Eu vou fazer um break para rede de rádio, daqui a pouquinho a gente volta aqui na Jovem Pan. Vai lá, Reginaldinho.
Queria saber como é que funciona Brasília lá nos bastidores e corredores que vocês transitam também, que tem um negócio, chama tráfico de influência, que você vai sempre chegar alguém como juiz. Que que você acha de um juiz ter algum parente com escritório de advocacia? Como que você acha essa crise? Se é ético e se deve continuar?
O parente não pode advogar no caso. E a discussão que tem um pouco mais ampla é se o parente que compõe um escritório de advocacia, se esse escritório pode advogar no caso. Porque daí qual que é a suspeita? Que embora o nome não esteja vinculado diretamente ao o caso, de alguma maneira existe ali um subterfúgio de influência. Eu, me chamou muita atenção esses tempos que um grande advogado aqui de São Paulo inclusive deu uma entrevista na imprensa, ele falou: olha, hoje em dia é, advocacia acabou, porque advocacia, o direito, ele depende da previsibilidade.
E se para você ser bem-sucedido você tem que contratar um escritório do qual trabalha um parente de ministro do Supremo Tribunal Federal, é o fim complicada. Então nenhum país assim pode conviver com esse tipo de contradição. Você não pode, por exemplo, uma disputa comercial— a gente tá falando de casos criminais, certo? Mas até mesmo uma disputa comercial, disputa comercial às vezes de bilhões de reais, não pode ter esse tipo de jogo.
Portanto, o Congresso até fez a sua parte nesse aspecto. Havia sido aprovada uma norma dizendo que ficaria impedido ou suspeito magistrado em caso no qual atuasse o escritório vinculado a um parente dele ou que fosse membro do parente dele. E o Supremo veio lá e declarou inconstitucional.
Por quê? Eles mesmos votam neles.
Então acho que precisaria aí, nós precisamos na verdade discutir uma reforma ampla do Judiciário. Eu tenho defendido, por exemplo, mandato para ministro Supremo Tribunal Federal. Nós precisamos acabar com o foro privilegiado, que é uma luta antiga, não serve ninguém. Isso gera uma relação espúria, não saudável entre o Congresso e o próprio Supremo Tribunal Federal. Talvez nós devêssemos pensar como fez alguns países lá, Ucrânia, Ucrânia, um país em guerra com todas as dificuldades do mundo, criou uma Corte Nacional Anticorrupção com uma formatação absolutamente diferente para poder enfrentar um problema deles.
Aqui também, o que que eu posso dizer que é da nossa parte, né, no Deputado, a gente vai continuar defendendo essas reformas que, a meu ver, são importantes para o país, o Estado de Direito. Mas a gente vai fazer nossa parte no Estado. Dentro lá do projeto que a gente tá construindo para o ano que vem, a gente pretende criar agência estadual anticorrupção. Qual que vai ser o diferencial? Mais uma agência? Não. O diretor da nossa agência vai ter um mandato fixo de 4 anos.
A ideia é essa, sem possibilidade de ou de novo mandato, para que ele fique imune a pressões políticas, inclusive do próprio governador, para ele fazer o seu trabalho. Como a gente deveria discutir, por exemplo, mandato para Polícia Federal, para não ter essas situações, por exemplo, trocar o delegado do inquérito que investiga o filho do presidente.
Fala que foi burocrático, né?
A gente tem que evoluir e discutir soluções, buscar soluções. Esse é uma das coisas que a gente a gente tem que fazer. Por isso que eu tenho até falado, ó, vamos retomar essa luta contra a corrupção de baixo para cima. A partir lá do meu estado, Paraná, a gente tem esse objetivo para realizar.
Bom, lá você vai ganhar no primeiro turno, né? Tá bem, você vai ganhar lá no primeiro. E aqui também, acho que aqui também o Tarcisão leva no primeiro turno. Olha o sorrisinho do primeiro turno, a Lava Jato do Paraná é república. Sorriso de candidato. Cuidado, Mildado, que esse negócio de já ganhou é complicado, né? Pois é.
Ele vai tratar isso com humildade, mas eu queria ouvir de novo.
O quê?
Ah, eu não ouvi direito aquela hora que você falou, eu tava prestando atenção na pergunta ali.
Não, não, é o que falam, é o que falam. Tô brincando. Ele tá piadista, moro?
Ele tá meio morado. Tá fazendo piadinha, né?
Tá fazendo piadinha cada vez melhor.
Antes estávamos bem, estávamos bem, mas aí ele Eleição tem que tratar com muita humildade, né? A gente tá construindo um projeto bacana para os paranaenses, que não é só evidentemente combate à corrupção, não é só segurança pública, saúde, educação, infraestrutura, vai estar tudo lá. Inclusive lá chamei para ser pré-candidato a vice na minha chapa o presidente da FIEP local, que era Federação de Indústrias do Paraná, Edson Vasconcelos, que é um técnico, alguém focado em inovação e tecnologia.
Tecnologia, que a gente quer assim dar um salto de desenvolvimento também no nosso estado. É importante falar isso, Emílio, porque o pessoal fica falando sobre combate à corrupção. Não, mas isso é importante. A gente não vai largar as nossas raízes, aquilo que a gente acredita, que o pressuposto de um bom governo é você ter um governo honesto, senão nada funciona. Senão é o dinheiro que vai ser desviado, senão são as decisões tomadas pelos motivos e isso a gente não quer no nosso estado.
Ô Deltan, e você aqui, ó, você tá com as medidas aqui para o Senado. Você não tava, você vai ser candidato, vão poder votar em você, você tava meio inelegível. Que história é essa que aconteceu com você, que foi julgado, não foi? Tamo de volta aqui na Jovem Pan hoje, o Sérgio Moro conversando com a gente e o Deltan Dallagnol também conversando com a gente aqui para você em todo o Brasil.
Senhorita, sabe que eu sempre que eu tô aqui eu trago uma novidade para vocês, né? Eu sempre trago um anúncio, uma ação nova que a gente entrou, um trabalho novo que a gente tá fazendo. E hoje eu tô trazendo aqui para falar sobre as 10 medidas que a gente preparou para o Senado. 3 grandes bandeiras sobre contenção de abusos do Supremo, em primeiro lugar. Em segundo lugar, segurança pública. Em terceiro lugar, contenção da corrupção, combate à corrupção.
Um grande pacote de medidas que a gente está disponibilizando lá também no nosso site. E eu queria falar um pouquinho disso, mas antes eu vou responder a tua pergunta. Há 3 anos atrás, dia 6 de junho de 2023, eu estava sendo cassado. Na verdade, não é eu que tava sendo cassado, eram 345 mil votos sendo cassados no Paraná. Naquele momento, pessoas me abraçaram, pessoas choraram, porque as pessoas, elas colocam esperança em projetos de renovação, de transformação, que lutam por integridade, competência, boa gestão, Então, e na visão de muitas pessoas é o que a gente busca representar e a gente representa isso.
Olha lá, tem até o vídeo passando ali para quem tá pelo rádio, uma senhorinha. Vocês são heróis, eu estou vereadora em Santo Amaro e a política não é fácil mesmo não, tanto tempo inteiro não é fácil, mas Deus tá te ajudando, eu tenho certeza disso, tá bom? E eu vou ficar rezando, continue. Isso foi na época, né?
Foi na época. Eu lembro dessa senhora, Thaís Revetti. Ela tava cumprindo um primeiro mandato dela, salvo engano, de vereadora, salvo engano, em Minas Gerais. Ela participava voluntariamente de serviços na PAI. Ela também atuava como presidente de uma entidade filantrópica. É aquele tipo de pessoa que já fez muito pela sociedade, faz voluntariamente, que você quer honrar com posições para que elas possam fazer mais mais ainda. E ela é um exemplo das pessoas que estão do nosso lado, pessoas que acreditam, que lutam, que têm uma visão de amor e de serviço ao próximo.
E o que o tribunal fez, o Tribunal Superior Eleitoral fez, foi uma atrocidade naquele ano. Eles me caçaram numa futurologia, no exercício de futurologia, aplicando uma lei que não existia, inventando lei onde não existia. Todos os grandes jornais criticaram, grandes juristas criticaram. Agora, o que o tribunal não O que ele fez foi me tornar inelegível. O que ele não fez foi caçar meus direitos políticos. Ou seja, eu sigo elegível.
Agora, o panorama jurídico e político é outro. Lá naquele momento, eles invocaram lei que não existia sobre fatos que a gente nem discutiu.
Então você não estava inelegível?
Não, não estou inelegível. E eu acredito, eu confio que a Justiça Eleitoral vai validar o nosso mandato para que a gente possa ir ao Senado. Não só pela nossa história, não só para a gente buscar ser o melhor soldado para sociedade, com a nossa história, experiência de combate ao crime organizado, que o Sérgio Moro tem também ao longo da vara, depois do Ministério da Justiça, que vai muito além da Lava Jato, pelo combate à corrupção, pela preparação em cima de políticas públicas, previdências, pelo mestrado em Harvard, pela experiência na Câmara dos Deputados, em que eu fui colocado pelo ranking dos políticos como o melhor deputado naquele ano, naquele período que eu exerci, mas também para o que nós vamos fazer.
E esse pacote de 10 medidas, ele traz um pacote de contenção de abusos Supremo com regras para facilitar ou tornar mais adequado o processo de impeachment, pra que não fique na mão de um presidente do Senado—
Mas isso aqui é sonho né?
Isso aqui é sonho! São medidas que a gente quer implementar...
Olha uma ideia que eu apoiava muito: ó, anota aí: impeachment dos ministros do STF, maioridade penal para crimes graves e prisão após condenação em segunda instância, corrupção de altos valores como crime hediondo, fim do foro privilegiado, contenção dos abusos do STF, limitação do indulto natalino, tudo que a gente quer que é defesa da vida e do policial, criminalização de enriquecimento ilícito, reforma processual e retorno da corrupção.
Aqui, retorno da corrupção não, retorno dela para a Justiça Federal, que ela foi mandada para a Justiça Eleitoral, que nunca mandou ninguém para cadeia.
A corrupção ela vai para Federal e não para— porque lá você vai preso, né?
É, lá você tem uma tendência maior de você conseguir fazer alguma coisa pelas pessoas. Justiça Eleitoral nunca vai não acontecer nada.
Agora, isso aqui, quando vai para, por exemplo, tentaram agora fazer a maioridade penal, todo mundo pulou fora e ninguém votou.
A redução da maioridade, ela passou na Câmara, foi para o Senado, e sabe por que que ela não passou no Senado? Porque o PT, que tem uma visão de bandidolatria, de que bandido é vítima da sociedade, se articulou em especial pelas mãos de Glaze Hoffman e barraram a redução da maioridade penal. E não era uma redução genérica para todo mundo, qualquer idade, não, era uma redução para 16 6 anos só para crimes graves, e ainda a pessoa ficava cumprindo pena em um estabelecimento próprio para não entrar numa escola do crime.
Ou seja, uma proposta muito fundamentada, muito razoável, encontra apoio de coisa de 80% da sociedade brasileira. E pesquisas mostram que quando a pessoa hoje, o jovem, ele atinge 18 anos, o índice de crimes cai drasticamente. Ou seja, a maioridade penal, se ela for reduzida, segundo estudo que foi feito em cima de números Júnior, isso vai salvar dezenas de milhares de vidas no Brasil.
Acho que tem uma questão que é importante também nessas eleições desse ano, sem entrar nas especificidades, mas eu nesses 4 anos na oposição, eu e a oposição nós defendemos o endurecimento da legislação penal. O Brasil tem um problema sério com violência e criminalidade. Houve sim uma redução desde 2017, é percentualmente significativa, em definitiva, dependendo do ano. No ano que eu fui ministro, caiu 22% os assassinatos no país.
Mas ainda mesmo assim caindo, os números são muito elevados. A gente tá vendo um crescimento do crime organizado muito forte. Agora tivemos essa medida lá do governo norte-americano de designar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.
Isso é bom?
Eu acho positivo. Por quê? Porque Isso vai dificultar lavagem de dinheiro por essas organizações lá no exterior e vai facilitar o bloqueio dos bens dessas organizações. É suficiente para derrotá-los, para acabar com elas? Não, mas é um passo na direção certa. Para acabar com elas, nós temos que fazer a nossa parte no Brasil. Não vai ser um governo estrangeiro que vai fazer isso, mas pelo menos você acaba com aquela história de dizer que criminoso é uma vítima da sociedade, que infelizmente é o discurso do PT e do Lula.
E não foi assim nenhuma surpresa ver que essa ação do governo norte-americano, que quem acabou estimulando essa designação foi o Flávio Bolsonaro, que é nosso pré-candidato também à presidência da República. Não foi surpresa ver que no dia seguinte o governo Lula já tava jogando contra e até cometendo aquelas gafes verbais de falar O Lula falando nossos criminosos. Se tiver uma ação de governo estrangeiro que ajude a combater essas organizações, ela é bem-vinda.
Não quer dizer que nós não vamos fazer nossa parte, vamos sim, e precisamos endurecer ainda mais a legislação penal. Nós aprovamos, e é sempre oposição, e é sempre o governo Lula, normalmente a base dele, votando contra o endurecimento. Vamos dar um exemplo das saidinhas. O Congresso Aprovou a lei, foi até relator aí o De Ritchie, né, que é pré-candidato ao Senado aqui. Aprovou a lei que dá fim nas saidinhas nos feriados, que é importante.
Resolve o problema da criminalidade? Não, mas é um passo na direção certa. Foi lá o Lula e vetou, e nós derrubamos o veto no Congresso. Nesse último ano, como se aproxima o período eleitoral, o governo Lula mudou discurso. Ele começou a ser um pouco mais incisivo no tema da segurança pública. Mas aí, de repente, esse ato das últimas semanas da designação revelou novamente a verdadeira natureza do governo Lula, que é um governo pro crime.
E eu acho que esse ano nós temos uma escolha fundamental a fazer, que é tratar o cidadão de bem com respeito, com dignidade, e tratar o bandido e o criminoso, seja o bandido colorido seja homem branco ou seja bandido faccionado, ou seja alguém que furta um celular, com rigor da lei. Que o país não aguenta mais essa bandidagem e o pessoal com medo de sair na rua para ser assaltado ou mandar o filho para escola para acontecer alguma coisa com o filho. Temos um encontro fundamental com a lei e ordem nesse país.
Este ano, você vai me desculpar, mas os caras são danados. Porque, por exemplo, no último, em 22, fez? Foi a picanha. Ah, é? Vocês lembram? Opa, agora, agora é o seguinte, presta atenção, presta atenção, agora é o seguinte: você vai trabalhar menos e ganhar mais. A conversinha furada. Você acha que picanha?
Que picanha?
Você vai trabalhar menos, Sérgio Moro, você vai trabalhar menos e ganhar mais. Esse é a narrativa. Você não É, você tá brincando, pô.
Quem não quer? Quem não quer?
Agora não vai dar nem para comer abóbora. Vocês estão brincando comigo.
Mas agora pegando nessa questão aí, você acha que a desaprovação do Lula, que a gente vê que tá indo cada vez melhor, né? E você acha que é por conta disso que o pessoal tá notando realmente que é a picanha que não vem, é o crime que ele não combate nada, é taxa, o pessoal depois destacha e fala que, ó, que a gente fez, tirou a taxa das blusinhas e foi ele mesmo que criou. Você acha que a máscara tá caindo por isso que a desaprovação tá?
Perguntar para os dois aí. É um governo que trabalha para os bancos.
Sim, sim.
Nunca os juros ficaram tão altos durante tanto tempo, transferindo renda do trabalhador e do setor produtivo para os bancos. Os bancos ganham muito com o governo Lula. E é o governo, infelizmente, esse último episódio retrata muito bem, que Tá mais se importando com presidiário, sim, com criminoso, do que o cidadão de bem. Por isso que a gente tem, a gente tá apresentando lá inclusive lá no Paraná, né, o que que nós temos aí como pré-candidato.
Deltan, que tem um discurso firme contra a criminalidade. Nós temos nosso outro membro da chapa, que é o deputado federal Felipe Barros, que foi também umas lideranças da oposição no governo Lula nesses últimos 4 anos.
Ele é senador também, né, Felipe Barros?
Ele vai ser, ele é pré-candidato. É, veja, eu acho que a gente tem uma situação interessante aqui, Morgato, que é o seguinte: muita gente da oposição foi testado nesses últimos 4 anos porque nós fomos perseguidos. Sim, ele teve o mandato cassado.
Exatamente.
O Felipe Barros tentaram colocar no inquérito das fake news, tentaram caçar o meu mandato também. Essa história por todos conhecida. Então a oposição ela foi perseguida nos últimos 4 4 anos, mas continuou sendo oposição, continuou votando contra aumento de tributo, contra aumento de impostos, continuou votando a favor da segurança pública, continuou obstaculizando que os planos desse governo atual, que a meu ver é desastroso, se realizasse em maior medida.
Infelizmente, várias batalhas a gente perdeu, sim, porque eles têm maioria ainda no Congresso. Mas, por exemplo, recentemente nós derrotamos o nome do Lula que foi indicado ao Supremo Tribunal Federal. Exatamente. A minha avaliação, como foi dito aqui, eu quero um Supremo independente. Eu não quero que seja indicado pessoas tão conectadas assim ao presidente da República, o Lula, seja o Lula ou qualquer outro, mas em especial em relação ao Lula, porque a pauta do Lula não é a pauta boa para o país.
Então a gente defende, sim, é um ano crucial que a gente pode ter algo diferente no Congresso e no próprio aí Poder Executivo. Por isso que a gente trabalha aí para esse resultado.
Você mandou bem nessa sabatina lá, eu vi lá, você acompanha essa batida?
Mandou bem mesmo.
E uma pergunta sobre Lava Jato, né, com correlação com a Lei das Estatais, muito boa mesmo. Assim, ô Moro, você foi para política, né? Você tava lá na Lava Jato, a gente acompanhou a história toda. Que que foi ruim? Que que você acha ruim da política assim? Que que Acha que... Porque, porra, você era juiz, sentar lá... Tem moral. Tem moral e tal. Foi para lá, quase perdeu o mandato, foi lá... O que mudou assim na... E por que você continua com esse pensamento?
Agora você vai ser governador, porra, que é um cargo difícil, acho, né? Ter o Executivo, ter que fazer obra, não sei o quê e tal, aquele monte de gente lá, aqueles fiscais, né, que a gente não sabe direito. Que é o fiscal, que que o fiscal fazer reunião, reunião, é um inferno, porra.
Emílio, eu nunca planejei, né? Eu era feliz como juiz, fui 22 anos juiz na profissão, mas eu entendi dar um passo diferente, fazer algo diferente. E a política, se a gente for pensar no sentido positivo, ela é uma honra para uma pessoa. Veja, eu sou senador representando todo o estado e a população do Paraná, então é um orgulho para a gente está lá no Congresso, que a gente tem que fazer, honrar esses votos que nós recebemos ali no passado.
E a possibilidade de você fazer grandes realizações, né, de você não consegue fazer tudo evidentemente, mas poxa, a gente tá construindo um projeto bacana para o nosso estado do Paraná. É como disse a Agência Estadual Anticorrupção, a gente quer fazer o Paraná o estado mais seguro do país. Vamos construir um presídio estadual de segurança máxima que não tem no Paraná ainda. Acho que isso absurdo. E vamos colocar lá os piores criminosos do estado e incutir medo em quem quer cometer crime.
Olha, nós queremos, nós temos uma taxa, saiu esses dias, atrás da violência, 18,6 assassinatos por 100 mil habitantes. É o pior indicador da região sul. Claro que o Paraná é muito melhor do que Ceará, do que a Bahia, do que Rio de Janeiro nesse quesito, mas nós queremos comparar também com os melhores. Mas não é só isso, nós queremos ter as melhores estradas. Hoje nós invejamos as estradas do Estado de São Paulo. Nós queremos ter a melhor saúde.
Algo que foi feito aqui que é muito positivo pelo governador Tarcísio, a tabela SUS paulista. A gente quer replicar essa nossa, essa experiência lá no Estado do Paraná, ter uma tabela SUS paranaense para acabar com essas filas. Porque como é que você acaba a fila? Tem que aumentar oferta, tem que tomar, tornar mais atrativo a prestação de serviço público de saúde para o SUS. E a única maneira de fazer isso é remunerar melhor. Claro que tem várias ações pontuais que você tem que fazer, mas existe uma gama de possibilidades tremenda para servir a população.
Na política, Emílio, eu conheci lá tanto o pior como o melhor. Tem muita gente boa na política, mas a gente não pode também vulgarizar e dizer que ninguém presta. É, tô eu, a minha esposa tá lá também, a deputada federal Tem gente que de fato teve o mandato roubado, como Deltan, mas tem muitas outras pessoas, as dezenas, as centenas, que fazem um bom trabalho. O que a gente tem que trabalhar é para quê? Para que essas pessoas predominem e aquela ideia do que o político tem que trabalhar para o bem comum, o governante tem que trabalhar para o bem comum, se torne realidade.
E não trabalhar para o interesse próprio, para o interesse pessoal, que no fundo acaba sendo a vala comum. Agora, se você perdeu, se você sofreu uma derrota, é hora de você se levantar e seguir adiante. A gente não pode desistir do nosso país, a gente não pode desistir daquilo que a gente acredita. Então a política, apesar dos pesares, acaba sendo também um exercício de ação gratificante para aqueles que acreditam, posso dizer como eu, mas tem vários outros que acreditam nessa velha ideia de que governar é governar para o bem do povo e não governar em bem próprio.
Você sabe que na época da Lava Jato a gente acreditava nisso, falava: não, agora vai, agora vai. Porque a gente nunca tinha visto aquilo, né, no Brasil. Nunca tinha visto aquele negócio.
Agora, olha aí, ó, olha onde a gente foi, ó, onde a gente foi parar.
Terminou no Voo Caramba dando festa.
Veja só, o pessoal às vezes me pergunta o que eu mais ouço Eu ouço lá no Paraná, quando a gente circula, mas no Brasil inteiro: 'Poxa, mas tô decepcionado, tô desapontado, ô Lula presidente e tal.' Eu falo, dou exemplo: 'Meu amigo, veja só, eu era juiz do processo no qual Lula foi preso, e a gente sentiu que aquele momento era um momento de realização da justiça.' E com essa reviravolta política, com essa inversão profunda de valores que a gente tem no nosso país, o Lula voltou a ser e com isso o país pegou um caminho errado, dos juros altos, da inflação no supermercado lá em cima, da defesa de criminosos.
O governo brasileiro se conta designar Comando Vermelho e PCC como organização terrorista, como se isso fosse algo ruim. Soberania, soberania é uma vergonha. Essa é a maior profunda inversão de valores que nós vivemos. Mas quando o pessoal me fala isso, eu digo para eles Olha, eu fui juiz daquele processo e eu vi as coisas se inverterem. Mas se eu tô aqui e continuo acreditando, vamos junto, vamos tentar trabalhar para mudar as coisas. Exatamente.
E teve uma, algo que ninguém tira, não só o dinheiro que foi recuperado, não só o tempo de prisão de algumas pessoas que responderam pelos seus crimes, ainda que temporariamente, mas o que ninguém tira da gente é o diagnóstico. Hoje tem um diagnóstico da grande corrupção brasileira. A gente cortou a cabeça de um monstro, agora tem duas. Você tem o Márcio, você tem INSS, mas ele sabe como as coisas funcionam. E você perguntou para o Moro o que que, como que ele se sente, o que que ele vê de pior na política.
O que eu vejo de pior, Emílio, é o fato de que existe um grande índice de corrupção na polícia, na política. Hoje ninguém mais é ingênuo, todo mundo percebe isso, é visível. E existe hoje também no esquema das emendas parlamentares, o dinheiro que as pessoas levam, os políticos levam. Um deputado federal leva mais de R$130 milhões para o seu estado, e o que a gente escuta é que é desviado entre 10% e 30% desse valor para o bolso dos parlamentares.
Mas mais ainda do que isso, a gente tem uma dificuldade para renovação política. Ao longo desses anos todos eu tenho trabalhado com renovação política, com levantar lideranças. E é difícil porque, é difícil porque essa pessoa que desvia dinheiro— pense um parlamentar que leva R$130 milhões e desvia 20%, você tem aí R$26 milhões. Qual que é o teto de uma campanha para deputado federal hoje no Paraná? É 3, 4 milhões. Essa pessoa que desviou 23, ele vai colocar por fora na campanha eleitoral, 4, 5, 6 milhões para perpetuar o seu poder.
Então alguém que tá entrando de fora luta contra um cara que tem uma montanha de dinheiro por fora. Se ele já é deputado ou senador, ele tem todo um time de comunicação trabalhando para ele, ele tem visibilidade, ele pode indicar cargos no estado de pessoas vão trabalhar para ele. Quando ele leva as emendas parlamentares, fora a possibilidade de desvio, ele combina com o prefeito: ó, vou levar para cá, mas você vai lutar por voto para mim. Essa é a prática. Então é muito difícil.
O jogo é complicado. O jogo é complicado.
Isso, eu me sinto, a gente tendo flashback quando você lê essas medidas, porque isso aqui a gente sabia, grande parte delas estavam nas 10 medidas contra a corrupção lá de 2016, que a gente coletou 2 milhões de assinaturas. E por que que não vai para frente? Não vai para frente porque o nosso sistema político é podre, porque tá cheio de gente ruim. E porque, como o Sérgio falou, a gente tem que aumentar o percentual de pessoas boas.
Tem pessoas boas, tive o privilégio de conhecer várias que eu me surpreendi no parlamento, mas tem que aumentar a quantidade de pessoas boas para serem maiorias. A hora que isso acontecer, a gente não vai precisar ficar discutindo isso aqui, porque isso aqui é medida óbvia. Fim do foro privilegiado, prisão em segunda instância, criminalizar o enriquecimento ilícito. Ou seja, se o cara tem mais dinheiro do que deveria ter como agente público, o cara tem que responder por isso, tem que ir para cadeia.
Quando a gente fala redução da maioridade penal, impeachment de ministro que abusa, limitação de indulto natalino— Lula e Dilma dava indulto natalino de mais 80% da pena de perdão para assassino, para corrupto. Como quando a gente fala que eles têm uma visão de bandidolatria, de que o bandido é vítima. Isso é verdade. Eu me sinto como aquele marido que faz uma série de promessas para mulher e depois trai ela com uma amante, ou esposa que faz uma série de promessas, depois trai com amante.
Eu vejo Lula que fez, alguém que fez uma série de promessas para o brasileiro de bem e hoje tá traindo com amante, que é o crime organizado, é o criminoso, que eles dão indulto, que eles medido, que eles são contra redução da maioridade penal, que eles são contra categorização como terroristas. Não é à toa que quando Lula é eleito, um monte de— você tem um monte de vídeo de bandido comemorando em penitenciária. Isso não é coincidência, isso é um plano, isso é uma visão, é um alinhamento de visão.
Eles veem o capitalismo como opressor, vê esses bandidos como vítimas desse sistema opressor. E uma vítima você não manda para cadeia, uma vítima você protege. Essa é a visão. Exato.
Deu para mulher lá, que do, como é que ela chama mesmo? A Monique, a juíza Elizabeth Moura.
Que coisa triste.
Bom, deixa eu só dar um recado, só um segundinho aqui, ó, que eu tenho que pagar aqui, ó. Olha quem tá chegando aqui, ó, tá aqui, aqui, a ele aqui, ó, tá chegando aqui no programa Pânico. A van em junho, a loja mais amada do Brasil completa 40 anos, e para comemorar, o véio Kavan, ele, o Mano Batidão também, e Natan. Olha só que sensacional, eles se reuniram para trazer um mês inteiro de preços baixos. São muitos motivos para comemorar, certo?
A comemoração pede um brinde, então aproveite a promoção da taça de cristal Bohemia Requinte de R$24,90 por R$12,99. Olha só que preço especial, praticamente metade do preço, hein? São taças de cristal com altíssima qualidade, elegantes e perfeitas para deixar sua mesa muito mais bonita. E tem vários modelos para você escolher, só R$12,99. Tá muito barato, gente. Vou te falar uma coisa, hein, até vinho ruim fica bem servido numa taça dessas, viu, Zuzu?
Vai ter festinha lá, ó. Presta atenção, as lojas ficam abertas todos os dias de 9 da manhã até às 10 da noite, inclusive domingos feriados, que sempre tem uma van perto de você. Aqui na Grande São Paulo você encontra a loja de Osasco, na Marginal, e também tem a van em Itacoaquecetuba, tem São Bernardo do Campo e Mogi das Cruzes. Havan, 40 anos, o Brasil inteiro tá convidado.
Beleza, tem uma questãozinha para o Sérgio Moro.
Então, Moro, primeiro turno, já já, daqui a pouquinho.
As pesquisas estão boas, primeiro turno, a gente vai tratar com humildade esse assunto e fazer a nossa parte. A gente tem circulado bastante, conversado com as pessoas, ouvido o que elas têm, e a gente tem um sonho para o Estado do Paraná. Eu tenho falado muito, Emílio, ó, vamos fazer do Paraná nossa fortaleza. Se Brasília se perdeu, se Brasília virou uma moderna Sodoma e Gomorra, e hoje a gente se preocupa até com as nossas liberdades básicas, a questão da liberdade de expressão.
Eu lembro quando vocês fizeram aquela brincadeira aqui no estúdio da pessoa ficava elogiando, mas é a sensação que as pessoas têm hoje. Não, não, sim, mas era brincadeira para ilustrar o drama, né? Sim, mas hoje as pessoas têm medo de falar o que pensa. As pessoas até, se alguém me falasse que em 10 anos a gente tem que defender liberdade de expressão no Brasil, eu não acreditaria. Mas hoje até isso a gente tem que discutir, porque as pessoas não querem ouvir a verdade sobre o governo, a verdade sobre o que acontece no desse país.
Então lá no Paraná vai ser uma fortaleza das nossas liberdades, das nossas garantias, liberdade, direito de propriedade, segurança jurídica, segurança pública, combate à corrupção. Que a gente também tem o nosso problema. A gente teve lá, por exemplo, um ex-presidente da Assembleia Legislativa, Adhemar Traiano, que hoje é deputado estadual, presidente da CCJ, que confessou recebimento de suborno e até hoje tá exercendo segundo mandato e hoje é presidente da CCJ.
Então a gente também tem os nossos problemas que a gente quer resolver e a gente não vai jogar para debaixo do tapete. Mas acima de tudo a gente tem esse projeto de excelência. Queremos estradas que dêem em São Paulo, nós queremos segurança melhor do país. Eu ia falar igual de Santa Catarina, que tem o melhor indicador, mas na verdade a gente quer ser melhor do que Santa Catarina nesse quesito. E a gente quer preparar o Paraná para 21.
E para isso a gente precisa de inovação e tecnologia, porque economia do futuro, economia da informação. Por isso que a gente trouxe para vice, pré-candidato a vice, não um político, alguém que a gente ia fazer composição partidária para aumentar tempo de TV, não. A gente trouxe alguém preparado, focado nessa ideia de inovação, tecnologia, que é, como mencionei, o Edson Vasconcelos. A ambição, né, o Tarcísio daí não pode você vai me ouvir, mas a ambição que um dia a gente possa ultrapassar São Paulo, não evidentemente em 4 anos ou 8 anos, mas plantar para o futuro.
Mas por que não pensar que um dia o Paraná, que hoje é o 4º PIB do país, não possa estar lá em primeiro lugar, ter um desenvolvimento como teve Singapura nos últimos 40 anos, ou a China, não do ponto de vista político, mas do ponto de vista econômico. Então é um projeto de sonhos, mas claro, a gente tem que ter pé no chão e fazer a nossa parte lá no nosso estado.
Tá bom.
Singapura é duro com corrupção lá, tem chibatada.
Mas é, você pega Singapura 10 anos atrás e pega hoje, por exemplo, dele é duro.
Singapura você vai preso, e é o que criei, você paga multa e toma chibatada.
E o imposto lá é bem menor para empreendedor, a turma da tecnologia gosta. Acabou, acabou, né?
Acabou.
Posso fazer mais uma?
Não, quero agradecer.
Agradecer.
Não, você quer fazer mais?
Não, não quer.
Não tem tempo, não tem tempo. Deltan, Deltan, Jess, Jess, faz a pergunta. Você quer, você quer a nossa pergunta para os dois?
É o seguinte: você já correu para corrida presidencial e foi chamado de sapatênis, era terceira via. Nós temos uma terceira via, é melhor uma terceira via ou correr com Flávio Bolsonaro para direita? Qual a opinião de vocês? Não importa, a gente quer saber o futuro da direita.
Eu vejo Flávio Bolsonaro como o único pré-candidato à presidência em condições de derrotar o Lula. É um projeto de direita, é um projeto que acredita em menos imposto, que acredita em família, que acredita nos nossos valores de liberdade, religiosos. Esse caminho que a gente está construindo, isso que a gente está defendendo. Nosso estado do Paraná tem pessoas boas ali, eu creio postulando ser uma terceira via, mas eu não vejo elas com condições de derrotar o governo do PT.
E eu acho que é essencial para o país, para a gente virar essa página, a gente seguir esse caminho. Agora, não fiquemos desatentos às eleições estaduais, para os governos, e aí eu falo também em interesse próprio, mas pensemos também no Congresso. É isso. E a gente tem aí a nossa, puxando sardinha para o nosso lado, a nossa chapa de pré-candidatos ao Senado é a melhor que tem no estado do Paraná, que é o Deltan e o Felipe Barros.
E de quebra, a gente ainda impede que a deputada Glaise Hoffmann chegue ao Senado.
Mas Glaise tá bem lá, não tá? Eu vou baixar a pesquisa aqui, eu vou passar a pesquisa. Quero ver a pesquisa, como é que tá a pesquisa? Pesquisa? Participação agora não, meu filho.
Fala, Deltan. Eu vejo que no Brasil hoje a gente tem, eu não diria 3 vias, eu diria 2 vias. Eu vejo uma esquerda e eu vejo uma direita mais identitária e uma direita mais pragmática, estando na pragmática um Zema, um Caiado. É verdade. E agora eu concordo com o Moro, eu vejo viabilidade no bolsonarismo contra o lulismo. Essa é a guerra que vai estar em faça uma análise. Eu hoje pertenço ao partido Novo, que defende honestidade, competência, boa gestão.
E a ideia do Novo: estar junto no segundo turno, ou senão até já no primeiro turno, junto com Flávio Bolsonaro, para derrotar Lula e o PT e afastar. Antes, o Morgado tinha perguntado qual o problema do PT. Morgado, problema é triplo. O problema é crise moral, corrupção, desvio de dinheiro público. Segundo problema: crise econômica, crise fiscal, gasta mais do que deve, juros sobe em cima. E não tem dinheiro agora, não vai ter dinheiro segundo as projeções de 2027 já para serviços básicos, educação, saúde.
Em terceiro lugar, crise de segurança pública. A gente falou bastante sobre isso aqui. É, e a gente precisa tentar que não só a gente precisa eleger um bom presidente, a gente falou antes, as vagas do Supremo são essenciais, é eleição das nossas vidas, mas a gente precisa colocar no Senado Federal quem dê amparo para esse presidente, não só no sentido de governabilidade, mas quem seja capaz de frear os abusos Supremo. Precisa de uma grande articulação da direita, não só para o plano nacional de presidência da República, mas também para o Senado Federal, para a gente ter uma maioria de senadores, para a gente devolver para o Brasil o equilíbrio entre poderes, um freios e contrapesos que façam nosso sistema funcionar, colocar todo mundo debaixo da lei, ficar uma coisa normal, voltar à normalidade.
Amém! Obrigado, Deltan. Obrigado, Moro. Ó, as redes sociais estão aí na tela para você seguir. SF_Moro, do Sérgio Moro, SF_Moro. E Deltan Dallagnol, Dallagnol com dois Ls, é Dallagnol, você que está no rádio acompanhando a gente. E eu vou agradecer também a Jess, coloca a rede da Jess aí para você seguir, a Jess que vem gentilmente aqui no programa. Obrigado, viu, Jess. Obrigado, Moro. Obrigado, Deltan. Vamos fazer o break com o Reginaldo.
Vai lá, Reginaldinho. "Nós vai ali e volta já. Nós só vai ali e volta já." "Chupa em mim aqui, vem cá. Agora chupa nele também." Meu querido talentoso amigo Igor Fina.
Inventando notícia: um homem foi atropelado por uma carreta com 10 toneladas de cocaína.
Junto com a carreta furacão, chegou Fábio Assunção pra saquear a carga. Você é capaz de ir do Milton Cunha pro Cortella. Verdade. Isso não é um talk show. Amanhã às 10:30 da noite na Jovem Pan. Não vá pra cama sem mim.
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Terminou!
Terminou!
Acabou, acabou, pelo amor de Deus!
Tá bom mesmo, tá bom.
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