Episódios de Pânico

Governador Tarcísio de Freitas

01 de junho de 20262h3min
0:00 / 2:03:57

Recebemos o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, para fazer um balanço real do estado. Ele abriu o jogo sobre o fim da Cracolândia, os detalhes da Operação Quebra-Vidro contra os roubos na capital e os dados do Atlas da Violência 2026. Tarcísio ainda explicou os desafios da Sabesp e as grandes obras destravadas. Assista à íntegra!

Assuntos1
  • Tarcisio de FreitasCracolândia · Operação Quebra-Vidro · Atlas da Violência 2026 · Sabesp · Grandes obras · Integra Tietê · Rio Pinheiros · Saneamento básico · Universalização do saneamento · Rede de esgoto · Rede de água · Cracolândia · Crime organizado · Lógica imobiliária da Cracolândia · Favela do Moinho · Parque do Moinho · Estação da CPTM · Boulevard da Cultura · Hub de Inovação · Centro Administrativo de São Paulo · Mini-cracolândias · Roubo de celular · Quebra-vidro de carro · PCC · Comando Vermelho · Lavagem de dinheiro · Tráfico internacional de drogas · Atlas da Violência · Indicadores criminais · Vale do Paraíba · Disputa de ponto de venda de droga · Facções do Rio · Homicídios · Tráfico de drogas · Fernando Haddad · Ministério da Fazenda · Carga tributária · Recuperação judicial · Dívida PIB · Contas públicas · Energia · Educação · Saúde · Hospitais do SUS · Tabela SUS-Paulista · Cirurgias eletivas · Rodanel · Túnel Santos Guarujá · Duplicação Caraguatatuba-Ubatuba · Trem Cidades Campinas-São Paulo · Sorocaba-São Paulo · Metrô · Linha 17 · Linha 6 do metrô · Linha 2 até Guarulhos · Linha 4 · Jardim Ângela · Linha 19 · Linha 20 · USP · Greve na USP · Bolsa permanência estudantil · Movimentos político-partidários · ICMS · Benefício tributário · Orçamento da Secretaria da Educação · Caminhos da Capacitação · Vestibular do ITA · Vestibular do IME · Inteligência artificial · Parque das Palafitas · Vila Mantiqueira · Hospital
Transcrição328 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Pronto e detectado. Humor reiniciado. Modo pânico ativado. No fim da vida, só filtro e like. O mundo tá sério, quadrado demais. Mas o pânico vem. E ri por trás.

Zé da manga. A I A escreve. O humano copia. O algoritmo manda e a galera obedece. Mas calma, respira, dá risada. Confia que o erro é que faz o sucesso. É o bug do sistema. Blitz de humor. O reboot da graça. Reinizia do amor. Enquanto o mimimi tenta travar. O Bandico vem pra desinstalar.

Muito boa tarde, meus goleados pelo amor. Como é que vocês estão? Tudo bem com vocês? Estamos de volta aqui. Mais um destrambelhado programa Pânico pelas criteriosas plataformas da Jovem Pan. Bem-vindos ao programa mais iludido que torcedor brasileiro apaixonado pelo Ancelotti.

Brasil atropelou o Panamá, hein? Que jogo difícil. Galera se empolgou com a seleção. Será que vem o Hexa? Pra falar dessa questola, Roberto Avalanches. E ele, Walter Calça Grande. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. Eu não sei. O Corinthians. É, fala o quê? Eu não sei.

Falar o que? Desculpa, eu me mamei todo aqui. O Brasil não ganhou, foi o Panamá que perdeu. E perdeu por culpa do Neymar. Se o Neymar não tivesse jogado contra o Panamá, o Panamá ganhava. O Neymar conseguiu engravidar a própria panturrilha.

A panturrilha dele está mais inchada que a papara do alma. O Brasil só ganhou porque o Neymar não jogou. Mas isso eu já falei, né? Mas eu gosto do estilote. Principalmente quando ele não convocava o Neymar. Eu falo tanto do Neymar que daqui a pouco eu vou tatuar a cara dele na nádega. Eu acho que eu vou fazer isso agora. Agora vai o clássico aí, o grande apresentador.

Meu Deus, meu Deus, meu Deus E se aí tá mais doido que o Belli e o Zionis juntos Você não viu? Então dá uma olhada Meu Deus, fala jurita O pau da bandeira nacional Ah, esse Brasil tá de parabéns Graças a ele, menino Hendrick

Nascido e criado no meu palestra. Ah, meu San Geraro, o Brasil começa a Copa com Farinha. O time do Paraná estava mais perdido que o fuzil num rodízio de Botox. Meu Deus! E esse Ancelote? Um Ancelote? Um gênio? Indrogação. Eu mesmo respondo sim, claro. É o gênio da sobrancelha torta. Exclamação. O time do Brasil está mais bonito. Tirando o Vini Júnior que é ruim de feição. Mas agora eu vou atacar.

Aquele bendito polpetone no Lely Estratoria. Sempre catando, calçando. Meu Dipolini Maggiore. É diferente? É Dipolini, o único que aumenta o meu pepino frio. Com você, Emílio Surita, o perna longa brasileiro. Muito bem. Vamos à agenda. Vamos à agenda dele. Melhor stand-up come do Brasil. E ele é conhecido no meio como Tocinho de Hipopótamo. É isso. Nosso Morgadinho, Rogério Morgado.

Olha lá o gordinho Quem é esse rock'n'ball, hein? Uma hora dessa Quem é? Hum, rock'n'ball Sou eu É, porque ele é gordinho É um rock'n'ball Redondo É isso aí O morgadão O negócio é o seguinte Toda quarta-feira, você sabe Tem morgadão em São Paulo

No My Fucking Comedy Club é a melhor casa de comédia de São Paulo. E se eu fosse você comprava já o seu ingresso pra essa quarta. Porque tá prestes a esgotar, tá certo? A semana nem começou e já tá pra esgotar. Entra no site clubedoingresso.com e adquira o seu. Até o final de agosto tá lá no Clube do Ingresso. Então você que tá vindo de fora de São Paulo, já entra, se programa. Feira, convenção, tá vindo a trabalho pra São Paulo e não tem o que fazer. À noite vai no Show do Morgadão toda quarta, tá bom?

Negócio seguinte, Enjoy Gastropub. É, alô, você aí da Granja Viana, Cotia, região. Morgadão de volta aí. Rogério Morgado convida Diego Serafim e o mago Maurício Dolen. Sim, o Coringa.

Mádica, então Clube do Ingressos pra você aí da Enjoy, você da Granja Viana, região toda aí, curtir, entra no clubedoingresso.com dia 11 de junho tem esse show sensacional o último esgotou e se você demorar também vai esgotar tá certo? Enjoy Gastropub

No dia 14, Morgadão em Piracicaba, pela primeira vez no Teatro do Engenho e para você comprar o megabilheteria.com, tá certo? Lembrando que Piracicaba já tem 60% dos ingressos vendidos, vai esgotar. É daqui 14 dias e vai esgotar, então compra já, se programa, você de Piracicaba.

No dia 20 de junho, Morgadão de volta em Osasco, no Oscomediclub. Você compra no simpla.com.br. E no dia 26, em Mojiguassu, Teatro Tupéque. Você de Mojiguassu, entra lá, megabilheteria.com, adquire o seu. E o Morgadão tá chegando aí no Teatro Tupéque, tá certo? Pra contratar, manda um e-mail, contato arroba rogeromorgado.com.br. Ou então, entra lá na rede social, no arroba rogeromorgado, tem todas as informações lá. Obrigado, Emílio, que alegria.

É isso aí, bicho. O Gueré não tem show, né? Só depois da Copa? Só depois da Copa. Só depois da Copa. Tem ou não tem? Tem depois que o Brasil for campeão. Tem depois da Copa. Ah, sim, mas a Copa, vamos esperar acabar a Copa, né? Exatamente. Então pula, salta. Só segue lá, arroba Fabio Gueré. Então agora, vamos mandar um alô aqui, ó, a Helena de Canoas. Oba! Canoas no Rio Grande do Sul. Márcio Silva tá aqui com a gente, Wagner Santos. Muita gente aqui no chat.

Certo? Certo. Chate do Delari. Francisco Siqueira. Ô, Siqueirinha. O que mais? É... Ana... É muito nome. Vamos a roupa. 32. E eu tenho medo de cair na pegadinha de... Giuseppe. Giuseppe Camolli. Thomas. Giuseppe Camolli. Tem o Giuseppe Cadura e Giuseppe Camolli. Família da Molle. Eles gostam de fazer uma pegadinha com o apresentador. A apresentadora Giuseppe Camolli.

caiu na minha pegadinha ai o Emílio cabeção, eu tenho medo de cair nas pegadinhas agora ficou tudo, muita gente mandando, muito bem, muito obrigado porque agora vamos homenagear quem venderia um rim para pagar nossas futilidades

Quem teria coragem de dividir uma marmita com um morgado? Chegou o momento de nossa audiência, a majestade. Nossa. A majestade de hoje é o nativo do Circuito das Armas. A turística Carapico Iba. O homem é praticante de uma união estável e motorista de aplicativo. Um verdadeiro as do volante.

Palmas para Gil Tair Francisco da Silva. Aê! Gil Tair Lindo Cruz. Ô Gil Tair, ó. Diga, Gil Tair.

Eu tô aqui. Sim, senhor. E aí, o que você manda? O que você manda? Eu tô nervoso por estar aqui, 33 anos esperando esse momento. Sério? Você é da antiga? No Velho Testamento? Exatamente. Da época que você xingava muito, você e o bolo. Na época de Marcos Chiesa. Marcos tá bem lá. Fiel pelo pânico, sempre. Boa, que legal. Muito obrigado. Obrigado a vocês. Tanto tempo na audiência, é uma honra.

Estou nervoso de ver vocês aqui pessoalmente, mas legal, gostei. Você sabe que é uma honra, tá? Ter um ouvinte de tanto tempo acompanhando a gente, a gente fica muito feliz. Pô, obrigado. É devagar. Maratinho na vida. Tortinho na vida. Ó o Reginaldo. É devagar, é devagar. Que isso aqui tem. É devagar. Está indimitível. É devagar, é devagarinho. É devagarinho. É devagarinho. É devagarinho. É devagarinho. É devagarinho. É devagarinho.

E chorar e chorou E chorar e chorou Muito bem, Gil, tá Você faz o que da vida? Eu sou motorista de app Motorista de aplicativo E tá faturando? Pouco Ganhava mais, né, antes No início era bem melhor Aí só vai piorando, piorando, piorando

Até chegar uma hora que para, né? Mas por enquanto ainda tá igualando, ainda tá dando pra continuar. Vou passar aqui pra o arroba dele, é gilta, 2509. Tá aí o gilta aí, ó. Olha o gilta. Bela caranga, hein? Porra. Isso aí já foi, já. Isso já era? Já vendeu.

É o Gilta 2509 Pra você seguir nas redes sociais A nossa majestade de hoje Você quer participar do programa? O que foi Dedê? Ele gosta É o Reginald O Reginald tá bem engraçado Ele emagreceu Nós vamos indicar ele pro Carlos Alberto de Nobre Mandar uma carta Lá pro show do Tom

Para participar, audiência majestade arroba jovempan.com.br. Vamos falar de filmes? Vamos falar de séries?

Porém, é o momento de falar com homens que sentem muita delícia na argola ao ver Neymar no jogo de ontem. Isso é verdade. Eu gostei. Você viu, ele tirou foto com todos os jogadores. Do Panamá. É, a plateia aplaudiu, né? O Neymar é o nosso craque.

Você querendo ou não querendo É o único jogador que tem magia Nesse time Chama-se Neymar É isso aí, temos agora o Homem-Aranha Com a mobilidade da Zaga do Vasco da Gama André Alba Ele gosta

Ah, Zé da Moga. Boa tarde, boa tarde. Se inscreva lá no canal da Linha Genguique no YouTube. Bom, vamos lá. Aqui eu separei umas notícias aqui. Hoje temos um convidado ilustre. Hoje é o governador, hein? Exatamente. Tem várias perguntas aqui. Tarcísio chegou, avise e a gente corta tudo. A gente parou. Tarcísio.

Tivemos a estreia do Brasil Da década de 70 Da Netflix e está fazendo sucesso Não, é muito ruim É muito ruim Isso é uma das coisas mais toscas Vocês estão de brincar Essa série é muito tosca O Pelé é igual, vocês têm que respeitar Me lembrou do Mamonas Na série do Mamonas Assassinas Como é ruim isso Nossa

Eu estou no time do Emílio Nossa, como é ruim Eu assisti inteiro, são 5 episódios E é lógico, eu gosto muito Da história da seleção da década de 70 Mas as coisas que estão fazendo Polêmica na internet são as Inconsistências históricas Eu até dei uma pesquisada Vou te falar com o Tiago Berrach, excelente jornalista O Tiago O Tiago manja muito

Vou conversar com ele, porque assim, né? Nós temos alguns momentos em que o Paulo César falando pro Félix, o goleiro, que se ele frangasse na Copa do Mundo, ninguém ia ligar muito porque ele é branco. Isso realmente é um negócio que não faz muito sentido, sendo que o rei do futebol naquele momento já era o Pelé. Então...

A série não resiste em trazer alguns elementos, como o Zuzu gosta de falar, de lacraciones. Então, isso acaba perdendo. E aí você tem também uma precariedade ali na parte da produção, que os planos são sempre fechados. Eu gosto do Rodrigo Santoro, acho que ele é um excelente ator, ele dá uma carregada ali, mas o resto é bem fraco. Mas, enfim, está fazendo sucesso. Foi uma...

Foi uma estratégia muito bem feita da Netflix e lança antes, pouco antes aí da Copa do Mundo. Se você gosta muito ou quer saber, só que não vai, não tome aí o que acontece como verdade. Porque depois eu fui pesquisar em alguns documentários, o próprio Carlos Alberto fala que falavam muito pouco de política nos vestiários. Era mais sobre futebol.

Então é a grande polêmica aí, nova polêmica da Netflix. E falando de cinema, tem um dado importante aqui, que as pessoas estão procurando muito filme de terror e suspense nos cinemas, a bilheteria está elevada. Por exemplo, eu fui assistir o Backrooms e ele já estreou com 38 milhões de bilheteria doméstica e é o maior recorde de abertura da A24, que é uma produtora conhecida por receber bastantes premiações. Eu achei o filme ridículo, mas eu não sou parâmetro.

para ninguém, mas todo mundo aí, todo mundo não, uma grande maioria das pessoas tem curiosidade em ver filme de terror nos cinemas quando ele é bem vendido, esse filme foi bem vendido. Por outro lado, Obsessão, que é outro filme de terror, Sami, ele já arrecadou 148 milhões, você sabe quanto que ele custou?

750 mil dólares. Então já são... Ele custou 750 mil dólares e faturou mais de 148 milhões. É outro filme que eu também não gostei, mas novamente, eu não sou parâmetro para absolutamente nada. Certo.

A galera tá indo ao cinema. Esse é um ano diferente. Esse é um ano que as pessoas estão indo cada vez mais aos cinemas. E agora tem uma... Morgadão, você que é um cara que gosta muito da Disney... Gosto. A Disney vai fazer um negócio interessante aqui pras pessoas que gostam de visitar ou querem visitar o parque. Pois não.

Eles estão trabalhando em uma interatividade dentro do aplicativo. Porque eles, segundo a própria Disney, muitas pessoas estão com dificuldades na viagem e achar lugar. Eles pretendem fazer tudo num só. Quer dizer, no aplicativo da Disney, eles vão te ajudar a viajar e conhecer a Disney.

Então, dentro do aplicativo, eles estão trabalhando forte nisso, porque eles querem fazer uma integração, parque aplicativo, o audiovisual, tudo junto. Então, eles vão começar a trabalhar você entrar no aplicativo da Disney, se você é um assinante, e lá você pode mesmo aproveitar uma oferta ou procurar um lugar para conhecer a Disney, ficar ali sendo meio que uma hotelaria dentro do aplicativo da Disney.

Isso é uma convergência aí que a Disney e toda empresa tá pensando em fazer um mix de tudo que é direito. Eu achei legal, né? Uma pessoa tá ali no aplicativo, de repente tem uma oferta e tem a chance ali de conhecer a Disney. E o Todo Mundo em Pânico estreia essa semana. Todo Mundo em Pânico estreia essa semana. Do mesmo dia do He-Man, né? É, do mesmo dia que o He-Man. Essa semana tem He-Man e Todo Mundo em Pânico. Eu preciso assistir os dois.

Todo mundo em pânico Você assiste cada filme ruim É porque ele tem filho pequeno Filho pequeno faz isso Eu vou dizer um negócio pra você Ele não quer trocar fraude É um respeito que eu tenho por você De assistir esses abacaxis aí É que você vai à tarde Saindo daqui eu vou É hora do mamar

trocar a fralda. É, a mulher pede pra trocar a fralda e ele fala, tem que ver. É, filho pequeno enche o saco. Aí você vai ver. O cara sem clima nenhum, né? O cara vai ver Pânico 7, pô. Pânico 7. Então, mas o filme, o filme ficou, Morgadão, ele ficou mais 18 aqui. Mentira. Ficou mais 18 por conta, né, das daquelas questões de piadas, violência, nudez e linguagem imprópria. Então,

Todo mundo em pânico, acho que vai dar uma boa bilheteria, porque é um filme de comédia estreando no cinema. Temos poucos e esse aí promete ser politicamente incorreto e a gente vai trazendo os dados aí. Terrimente também estreia essa semana. Vamos falar disso e vamos acompanhar a bilheteria desses dois, Emilião.

Boa. Hoje só deu de carrunho, hein? É porque tem uma pauta boa. Às vezes é difícil. Ele guarda as boas pra sexta. Sexta-feira? Só que não tem sexta essa semana. Não tem coisa boa, né? A gente tá entrando na janela dos grandes... Então, uma coisa boa que estão falando é do filme do Steven Spielberg, o Dia D, que estreia o mês que vem. Isso é do Alienígena? Isso, as pessoas estão falando que tem a Emily Blunt, as pessoas estão falando muito bem. E tem o Lomodover, né?

Tem o do Natal, né? O do Moldova saiu agora. Saiu agora, no cinema. Parece bom esse do Moldova. É muito filme, né? Muito filme do Moldova também. Pô, e aqueles? Tem que ser melhor do que o Pânico 7. Tem de.

Você indicou uma boa no off, pô, nos bastidores. Da Apple TV, chama Incondicional, uma série israelense. Legal. Saiu o quinto episódio. É, quinto episódio. Saiu o quinto episódio, série israelense. Série com gancho. É a história do amor de uma mãe judia pela filha. Sim. Quer que eu já conte inteiro? Não. Conta porque não tem o final, não conta. Eu já posso contar inteiro. Já conta, tô no quinto.

Para a pessoa saber a... Ela é criminosa ou não é? Eles estão em Moscou. Eu já posso... Eles estão na Índia. Ela começa no aeroporto de Moscou. Ah, sim, sim. A filha... É pega. A filha é pega pelos oficiais... Russos. Russos. Muito bravos. E aí separa a mãe da filha.

E aí, chega pra mãe e fala, ó, mãe, você tá liberada, pode ir pra Tel Aviv, pode ir tranquila, voltar pra Israel. Sua filha foi pega com drogas. Ela falou, não, mas eu quero falar com a minha filha. Ela falou, não, vai falar por um cacete que não vai falar com ela. De maneira alguma, você vai falar com ela. Até então, elas estavam voltando de um passeio mamãe e filhinha, moderníssimos, aqueles judeus modernos, com maconha e tal.

E aí, é, judeu moderno, você conhece muito. Você é um judeu moderno. Você é muito moderno. Aí, aí, ela volta e fala, pô, mas minha filha não era. Nunca fez nada. Nunca fez nada. Uma menina boa, uma menina legal, fez o exército, não sei o quê, e vai na televisão.

Vai na televisão, começa a fazer uma campanha. Tipo internet. Tipo internet. Free não sei o que lá. Free Monark. Menina presa e tal, não sei o que. Aí ela tem um ursinho de pelúcia, um bonequinho. Ela vai abrir o ursinho de pelúcia da menina. Ela vai guardar. E vê lá três passaportes muito suspeitos. Sim, de outras pessoas. Passaportes poloneses. Com aqueles carecas. Aí você fala... Sí! Sí! Sí!

É ou não é? Vai dar problema. E a coisa vai piorando. Vai escalando. Vai escalando. Aí você fala, mas aquela menina... Mãe feia. Mãe feia, filha bonita. E o pai? O pai tem Alzheimer. O pai tá meio lelésico, coitado. O pai tem um puta Alzheimer, moço. O pai nem sabe. O pai nem sabe. O pai é muito maltratado. Aí a rádio liga pra...

O pai é corno. Mas não vamos contar mais. Mas no final ela é ou não é? Não dá para saber ainda. Ela é criminosa? Assistam, Apple TV, boa série. São os mesmos criadores do Homeland. Isso. O Homeland... Original. O Home original é... Israelense. Israelense. E aí teve aquela versão... Como chama aquela atriz lá, loirinha? Loira.

Deixa eu ver aqui. Ela também... Tris Romland. Sim, sim. Loira. Ela que fazia aquela louquinha e tal. Mas não... É a Claire Danes, não é? Mas no original não tem essa loira, né? Não, é porque eles queriam fazer um... É.

É, eles deram um Leonardo. O americano. É. Boa. O original são soldados israelenses que ficam presos no Hamas, né? Na Palestina, né? Isso, isso. A série israelense. E a outra dá uma adaptada. É. Ah, é americano. Muito bom. Bom, assista se você quiser. Se você quiser... Aí não enche o sangue. Não enche o sangue. Assista do Pelé. Tá.

Não tem legenda. O ator, você me desculpa, é muito bom. Vamos lá? O que você quer fazer? Fuzil? Essa? É um jingle incrível. Sabe que está anunciando aniversário de 40 anos da VAM. Esse é o mês. E claro que o presente é para o cliente, não é?

Ó, promoção boa de verdade pra você correr pra loja e aproveitar a festa. E começando pela semana da Panela Walk Havan. É isso mesmo, Panela Walk Tramontina. Tampa 28 centímetros. Era 139,90. Sabe quanto tá saindo? Quanto? 79,99. Gente.

São 60 reais de desconto, tá barato demais. E essa panela é grande, antiaderente e super prática pro dia a dia. Dá pra fazer carnes, legumes, molhos e várias outras receitas deliciosas. E ainda vem com tampa, que ajuda a proteger respingos e facilita ainda mais na hora de cozinhar.

Tudo isso por R$ 79,99, Dedê. Está muito barato mesmo. Tem sempre uma van perto de você. Na Grande São Paulo tem loja em Osasco, ali na Marginal, bem pertinho. Tem também em Itacoaquecetuba. As lojas ficam abertas todos os dias de 9 da manhã até as 10 da noite, inclusive domingos e feriados. Tem feriado vindo aí, viu? A van, 40 anos, o Brasil inteiro está convidado.

Brequezinho? Então vamos fazer um break Para a nossa rede de rádio

Mais uma Mais uma Mais uma Mais uma Mais uma Mais uma Mais uma Mais uma Mais uma

Nessa segunda-feira, dia 1º de junho, o dólar opera em queda de 0,32% e pode ser adquirido no comercial por R$ 5,03. Do frio, Rodrigo Viga. Rodrigo Viga.

Vou chamar o fuzil, o herói do Brasil, por que não? Vamos falar com ele agora diretamente. Onde é que você está, meu querido? Olha só, Fufu. Fufu hoje, diretamente do Rio de Janeiro, aí está o herói do Brasil. É Rio de Janeiro que você está? Rio Pinheiros. Rio Pinheiros? Não é Rio de Janeiro? Não, ele é o...

Ponte, Cidade e Jardim, não. Apesar desse clima agradável, esta visão maravilhosa, não é o Rio de Janeiro. Ponte, Cidade e Jardim, sob o Rio Pinheiros. Por que a gente está mostrando essas imagens, Emileão? Pode ser, quem sabe, estamos fazendo história, mostrando pela última vez esta carniça que está abaixo aí. Esta sujeirada toda nestas águas.

desses dois rios, né? Na verdade é um rio com duas nomenclaturas, mas que cruza a cidade de São Paulo. Por quê? Porque o governo do estado de São Paulo tem um projeto que chama Integra Tietê. E nele está previsto tratamento de esgoto, retirada dos resíduos do fundo do rio, controle de enchentes, cuidando melhor dos piscinões, recuperação ambiental, como você pode ver aí, um reflorestamento maior.

Tudo isso com parceria público e privado. E até 2029 está previsto o gasto ou o investimento de 29 bilhões de reais. Então assim, Emilião, eu tenho 49 anos e confesso...

Nunca trabalhei com a possibilidade de ver este rio limpo, de repente com pessoas em alguns momentos ou em algumas partes fazendo um piquenique, brincando na água, fazendo atividades. Então assim, pelo investimento, pelo tempo, o governador depois vai estar aí, ele pode dizer melhor, mas eu acho que dá para a gente colocar mais um voto de confiança.

Porque, vamos dizer que é inaceitável, tem muitos culpados na história, né, Emilhão? Inclusive o ser humano, porque aquela garrafa não para lá sozinho, aquela garrafa não para sozinha, pedaço de sofá não para sozinho. Então o ser humano é porco? É. Mas aí com o tratamento do esgoto, evitando que essa sujeira chegue até aqui, afundando melhor o rio.

Não sei, é um projeto audacioso em que a gente vai acreditar, né, Emileu? As imagens estão aí, ó. Aí vocês também coloquem ou não o voto de confiança em vocês.

É, mas aí tem aquela famosa usina da traição, não é isso? Que faz o rio correr ao contrário. Sim, é lá embaixo. Não é? É, está aí perto a usina. Ah, é, essa aí é a usina da traição. É um projeto que tinha já há muitos anos que ele... O rio, ele vai ao contrário. Não é que é para jogar... É. Sim, é. É uma coisa... Curioso, não sabia. É uma coisa... É interessante aí esse... Tem um bombeamento e esse rio, ele vai lá para... Então, é isso aí.

Aquela hidrelétricazinha que tem lá em... Aquela descida lá na Serna. Certo. O governador vai contar aqui como é que... Esse projeto é do governador, é isso, meu querido herói do Brasil? Exatamente. Exatamente. O Integra Tietê, que obviamente o Evesse Nome, mas também contempla a limpeza do Rio Pinheiros. R$ 29 bilhões.

Estão previstos para, óbvio, tem público e privado também essa grana, mas 29 bilhões de reais até 2029, para tudo isso, pelo menos dá certo. Eu acho que vale acreditar, porque grana é muito grande, pelas coisas que foram ditas, que serão feitas, de tratamento e tudo mais, é audacioso, e o nosso voto é para acreditar, eu quero matar.

Que aí tem esse projeto aí que é desse parque, né? Tudo faz parte desse esquema, não é isso, ô fuzil?

É, ali depois da, como você falou, depois ali daquela barragem, ali daquela usina, começa o Parque Bruno Covas, né? Tanto é que você olha aqui, como você disse, Emílio, na sujeira aqui, ó, a correnteza está vindo para o lado oposto, né, da usina. E depois da usina, vai para o outro lado, que é o que você disse de mudar o destino dos rios. Então, assim, depois daquela usina, tem o Parque Bruno Covas, e aí... E aí...

Mas eu acho que hoje Só usa isso aí meio que pra enchente Meio um esquema assim Eu não manjo muito disso porque eu sou Você é de humanos Eu sou de humanas Eu sou de humanas Mas daqui a pouco o governador Vem aqui e ele pode explicar Ele pode explicar direitinho Como é que vai funcionar esse projeto Que seria até legal Fazer como fizeram lá na

como fizeram lá na Argentina Porto Madeiro Porto Madeiro você conhece bem a Argentina Argentina é fantástica Buenos Aires querido e é um lugar muito nobre em São Paulo o que eu achei interessante é o investimento são quase mais de 20 bilhões de reais e o que o Tarcísio faz muito bem é a iniciativa privada

E lá a juíza já abarrou lá o... Já, o projeto lá da São João. O projeto da São João, que era tentar fazer aqui uma... Times Square. Uma Times Square. Eles queriam fazer lá, porque o centro de São Paulo é um lixo, né? Porra. E aí estavam querendo fazer um esquema de uma Times... Revitalizar o centro de São Paulo. Mas fizeram isso, né? Na Augusta, alguns anos deu certo. Depois fizeram na Consolação e estão querendo ir até o centro.

Aí a juíza já... Canetou. Canetou, então... Não gostou. Então daqui uns 10 anos, mais ou menos... Sim, você vai ver. Olha lá o projeto. Você vai ver. É esse. É o projeto, rapaz. É, mas... É os caras exagerados. Mas isso aí é inteligência artificial, né? Também exageradíssimo. Não é assim que... Não é assim. Mas é Shibuya, pô. O cara meteu Shibuya. É.

parece de volta pro futuro o que você quer? já quer fazer já? o governador tá chegando, já vou mandar a bala aqui manda sua pergunta arroba o programa Pânico Tarcísio vem aqui no Pânico hoje conversar com a gente, não é isso? e nós temos aqui o Magnésio, que é esse sucesso o homem Magnésio, que é esse homem que vem aqui e vem trazer e a gente tava falando dos benefícios da vitamina D vitamina D

Não é uma vitamina, é um suplemento que todo... E a grande maioria das pessoas tem deficiência de vitamina D. E falta vitamina D é muito ruim para você. Só que tem um detalhe. Se seu magnésio estiver baixo, não adianta nada você tomar 70 mil... Ele potencializa, o magnésio potencializa. O magnésio que é o que dá liga para tudo o que a gente precisa. Por isso que ele chama-se maestro...

Do nosso corpo. Maestro, isso aí. Ele organiza. Isso, ele ajuda na síntese da vitamina D, que é muito importante para o corpo. Ela que vai controlar a ansiedade, irritabilidade. Às vezes a pessoa acorda meio irritada, meio ansiosa, estressada. A vitamina D é muito importante, até para prevenir casos de depressão. Isso é muito bacana.

E ela tem uma relação muito grande com o sol. Se você não toma banho de sol, o teu corpo não produz essa vitamina. Foi discutido muito na pandemia. Então você precisa necessariamente dos banhos de sol e do magnésio, que é o maestro. É o magnésio que vai melhorar essa síntese da vitamina D no organismo. Muito importante para a saúde mental. Quando a gente fala as conexões neurais, evitar o declínio cognitivo, doenças psicossomáticas. Saúde doce.

saúde do dente, é tudo vitamina D isso, é tudo vitamina D, muito importante inclusive quando a gente fala do magnésio, a importância que o magnésio tem pro organismo tem um hormônio que é importante que é a melatonina, que é o hormônio do sono e ela na dose certa ela é essencial pra você equilibrar o seu corpo, ter uma boa noite de sono dormir melhor, você né Juzo reclamava muito de

com dificuldade pra dormir, dormia mal, né? A gente indica pra todo mundo. Primeira coisa, não é dormir mal. Você acordar no meio da noite aceleradaço e você não ter aquele sono reparador sem ser um tarde a preta e o magnésio faz isso com mais estria. E às vezes a pessoa tá ali meio ansiosa, meio estressada e aí ela acorda duas, três vezes na madrugada fica mais nervosa ainda. Então é muito importante usar o magnésio. Ele vai melhorar muito a produção da melatonina.

Você vai dormir melhor. Isso é importante. E claro, ele provoca o relaxamento muscular. O Emílio falou da estrutura óssea Literatura.

O magnésio é um ótimo relaxante muscular. Então ele é excelente para quem tem dores musculares, quem às vezes faz uma atividade física, sente muita dor às vezes para dormir. Então você usa o magnésio, ele relaxa essa musculatura. Essencial também para quem já tem doenças crônicas, como artrite, artrose, fibromialgia, que é uma doença que está muito relacionada à questão psicológica também. É uma doença autoimune.

Ela é psicossomática. Então, o que acontece? O magnésio relaxa a musculatura, alivia essa dor também, provocada pela fibromialgia. Excelente para as cartilagens. É muito bom. Aí é um ponto importante, Isuzu. Porque, Emílio, quando a gente é jovem, o nosso corpo é mais flexível.

É um corpo mais flexível, a gente tem mais mobilidade, que ao passar do tempo ele vai ficando mais rígido, mais ressecado, o corpo estrala muito. O magnésio ele ajuda a lubrificar, a hidratar, a fortalecer. Então, você começa a usar o magnésio, ele vai levar diretamente o cálcio para os ossos. E é um ponto importante, Emílio, quando a gente pergunta, por exemplo, da importância do magnésio com o cálcio.

O cálcio, se fazia muita propaganda antigamente do cálcio. O cálcio ele contrai as veias, então calcifica as veias. Se você não tiver o magnésio, é até prejudicial à sua saúde o cálcio. Então quando você usa o magnésio, ele vai levar esse cálcio para os ossos para evitar a osteoporose.

Com que os seus ossos também fiquem mais porosos, mais enfraquecidos com o passar do tempo. Então é muito importante. Esse maestro, são mais de 300 reações. Equilibrando saúde física, saúde mental, saúde do coração, controle de doenças crônicas, pressão alta. Melhora a sensibilidade também da insulina para o diabético, que é excelente. Pega aí, ó. Completou. Se você fala, não, esses caras falam muito. Esses caras exageram.

Esses caras só ficam falando o tempo, parece o Homem da Cobra. Pega o GPT, é GPT que chama, né? Sim, chá de GPT. GPT toca. Põe lá, benefícios do magnésio. Só isso. Só. Você coloca lá e aí você vai... Você costuma fazer isso, Emílio? Usar o chá de GPT com magnésio? Não, eu leio a Barça, pô. Eu tenho uma Barça em casa, pô. Olha, só pra você ter uma ideia, Emílio. Eu recebi um depoimento de uma ouvinte nossa.

que ela diz que o marido começou a tomar e aumentou as plaquetas. E eu não sabia que o magnésio era indicado. E eu perguntei para o chat de EBT e ele deu exatamente a característica. Ele melhora o fluxo. É muito completo, né? Quando a gente fala que ele enriga as extremidades, as mãos, os pés, é excelente para cuidar da saúde. Então, é aquela coisa. Milagre ele não faz. Não, milagre nunca. Mas...

A falta do magnésio que é o problema. O problema é quando falta magnésio. E 70% das pessoas têm falta do magnésio. Esse é que é o problema. Entendeu? A alimentação muito processada, né, Emílio? Todo processo de alimentação, você perde os minerais. Então é nessa hora que o magnésio é importante para a sua saúde.

Muito bem, vamos fazer a promoção. O que tem hoje aí? Tem a camiseta? Vai ter a camisa do Neymar. Olha aqui, olha só o que que foi. Eu vou dar pro governador. Opa! Olha lá, ele fica brafo. Posso dar pro governador? Pode, lógico. Pro governador sim, né? A magnésia é a camisa. O governador sim. Olha a cara dela, né? Olha lá.

É pequena, né? Ele troca, o governador. Vai lá na Nike. Ele pode trocar. Na Centauro. Ele pode trocar. Se não servir, ele troca. Serve, o governador tá... Ele tá magrinho, o governador. Cabe? Cabe, pô. Ó, quantos você tem? Vamos fazer o seguinte. 100 unidades. 200. 200. Capricha, vai, vai. É o melhor. Último dia da camiseta oficial. Tá, último dia.

O último dia, 200. Então, você que está acompanhando o programa, você vai ligar agora de qualquer lugar do Brasil, 0800-787-9999. Pode ligar de qualquer lugar, eu entrego na sua casa, não cobro o frete. Ligue agora, 0800-787-9999. Você vai levar o magnésio.

Pra cuidar da sua saúde, cuidar do seu corpo, só vai pagar 20% do valor do produto e ainda vai ganhar essa camiseta oficial do Brasil. É 200 pessoas, Emílio, 200 pessoas, mas é só pra quem ligar agora, 0800-787-9999, Emílio. Fechou. Dedê, temos a vinheta? Então solte a vinheta, que o nosso convidado chegou.

Programa de hoje, um dos homens mais aclamados da nação. Nós vamos incentivar a iniciativa privada. O cara foi um dos maiores ministros da infraestrutura. Agora segue mantendo a ordem e o progresso do estado de São Paulo. Sempre é um prazer estar aqui. É verdade. Muitos aplausos para o governador Tarcísio Gui.

enfrenta o Tarcísio a última vez que você veio aqui foi antes da eleição foi depois a última vez eu saí de dentro do trem lembra que o cenário tinha um trem? foi depois da eleição foi depois da eleição?

Passou o tempo. Mas faz tempo. Faz tempo. A gente amou bastante. Saudades. Saudades. Presença da Jess. Hoje aqui, Jess, a nossa companheira. Aqui também pra fazer as perguntas pro Tarcísio. Se tudo aquilo lá que tá com morgado for pergunta, eu tô ferrado. Aquele briefing todo lá. Isso é boleto pra você pagar. O tamanho do briefing do cara.

Bem, vamos lá. O Fuzil está mostrando lá agora uma obra, é sua aquela obra? Lá do Rio, do Rio Pinheiros? Da usina. Da usina, da traição? Não, aquela lá é privada. Aquela lá é da JHSF.

Mas o que vai ser ali? Ali vai ser um espaço de convivência, ali vai ter um restaurante, ali vai ter a ligação das duas margens do Pinheiros, né? Pra quem vai de um lado pro outro. Então, tem uma área comercial e também uma área de eventos. A editora Abril tá lá. A própria sede da JHSF. Ó, o Boni chegou cedo hoje. Temos ganhando a Globo já. Você só vai na Globo, né? Você vai lá com a Sadica, ela é mais bonita.

Ele fala, sadia é mais bonita. Os caras são esquisitos. Vocês são muito esquisitos. Mas lá tem que despoluir, né? Tem que despoluir. Agora, quando se fala em Tietê e Pinheiros, e sempre se pensou, poxa, nós temos que despoluir o Tietê, nós temos que despoluir o Pinheiros, só tem um jeito de fazer isso.

é saneamento básico. E os números do saneamento de São Paulo, por incrível que pareça, o estado mais rico do Brasil, eram muito ruins. Isso explica por que a gente resolveu investir na questão da Sabesp. Que é uma coisa que, obviamente, traz um desgaste, as pessoas questionam, muitas vezes as pessoas não entendem, mas a finalidade é a gente chegar na universalização do saneamento. Só para você ter uma ideia, sabe quanto Francisco Morato, Franco da Rocha, Caieres e Cajamar tratavam de esgoto em 2022? Zero. Zero.

Estão tratando hoje 65%. Zero em 2022. Zero. Vamos pegar Perus. 400 mil habitantes em Perus, ok? É o tamanho um pouco menor que a cidade de Bauru. Sabe quanto é que Perus tratava de esgoto?

Perus, Zona Norte. E a pessoa não sabe, porque a pessoa está dando descarga lá, beleza, está funcionando normal. Só que aquela carga, aquele esgoto, está indo para o Ribeirão Perus, está indo para o Juqueri e estava indo sem tratamento.

Aí nós fizemos lá 41 quilômetros de rede coletora, coletor tronco, são sete estações elevatórias, uma estação de tratamento, e a gente sai de zero para 100%. A gente está tratando agora 50%, são 50 mil residências conectadas com colete de tratamento de esgoto, e em outubro a gente vai ter 100%, ou seja, 90 mil residências, 400 mil pessoas de Perus com colete de tratamento de esgoto.

Era uma coisa que não tinha. Guarulhos, segunda maior cidade do estado de São Paulo. Sabe quanto é que tratava há pouco tempo atrás?

2%. Está tratando 45%, chega no final desse ano tratando 78%. A cidade de São Paulo tratava 85%. Hoje está tratando 92%. E aí a gente começa a ter perspectiva de melhorar a Tietê e Pinheiros. Quer ver outra coisa? Se não fizer isso, não tem jeito. Não tem jeito, porque a descarga é enorme. Sabe quanto é que a gente trata a mais por mês? As pessoas não fazem a menor ideia disso. A menor ideia.

10 bilhões de litros de esgoto a mais por mês. Isso significa que a gente despeja in natura nos nossos mananciais 22% menos esgoto. E quando chegar em 2029, a gente chega na universalização. Aí a gente vai ver a carga orgânica diminuindo, a gente vai ver Tietê e Pinheiro sendo despoluídos de verdade. Porque se você não faz saneamento, isso não é possível. E no final você tem que olhar as pessoas. Você quer ver uma coisa?

As pessoas dos núcleos informais consolidados, as pessoas das áreas rurais, estavam fora dos contratos da Sabesp. A Sabesp não chegava na favela. A Sabesp não chegava na palafita. Agora está chegando. Então, essas pessoas estão sendo alcançadas pelo saneamento básico. E aí a gente está falando de mais de 1 milhão e 400 mil residências que tiveram ligação de esgoto realizada.

rede muito antiga também, né? Tem essa coisa, né? 50, 60, 70 anos. Em alguns lugares da cidade, rede de amianto, então uma rede que já está esfarelando, que está se desgastando, a rede estoura com facilidade, porque a rede é antiga. Quando você pega o que está previsto no contrato, nós temos dois ciclos de investimento. O primeiro, até 2029, que é o da universalização, é alcançar todo mundo que estava fora do saneamento.

E tem um segundo ciclo que já está sendo realizado agora e que vai até 2034, que é a substituição de toda a rede. A modernização da rede, a sensorização da rede, é a gente colocar aí sensores, a gente diminuir a perda. Sabe quanto é que a gente perde por segundo na rede de São Paulo hoje?

5 metros curto por segundo. A gente perde 5 mil litros por segundo. A gente está conversando aqui e a água é tratada, está indo embora. Pelo uma rede que é muito antiga. Que é a rede velha, né? Que a rede é muito velha. Então é esse cenário também que a gente vai mudar, investindo aí 70 bilhões de reais até 2029, num contrato que ao todo vai ter 260 bilhões de reais.

Até 29,70 bi. Até 29,70 bi. Pra trocar a rede. Pra gente universalizar, pra gente levar água pra quem não tem, levar esgoto pra quem não tem. Vou dar alguns exemplos aqui que às vezes as pessoas não sabem. O pessoal de Santo Inês, lá em Caeiras, não tinha água até hoje, agora tá recebendo água. Vila São Francisco em Poá, não tinha água, tá recebendo água. Cantagala em São Bento, Sapucaí, não tinha água, tá recebendo água. Porque as pessoas que não têm o esgoto...

Tá lá, o esgoto tá indo pros mananciais. Ela não tá percebendo, mas tá indo pro manancial. E agora a gente tá coletando e tratando. Agora, e as pessoas que não tinham água potável? Essas são muito impactadas quando a gente consegue levar água. E aí é uma festa. Não dá pra imaginar uma pessoa que não tem água. A essa altura do campeonato, no estado mais rico da federação. E isso acontece. Quer dizer, mesmo o estado mais rico da federação, tem esses problemas que são crônicos de saneamento básico. E aí...

Aí a gente percebe por que o Tietê e o Pinheiros estavam tão poluídos, estão tão poluídos até hoje. E é esse cenário que a gente vai mudar com os investimentos que vão chegar. Ô, Tarcísio, eu queria falar sobre a Cracolândia, né?

O Gordão tá bravo, hein? O Gordão tá bravo com você. Ainda não. O Gordão tá bravo. Eu pedi os boletos do IPTU. O IPTU eu já pedi pro prefeito. Você sabe que um dos programas mais legais que eu já fiz, na verdade, um dos eventos, foi com ele. O Talking Show. O Talking Show. Muito bacana. E foi legal pra caramba. E nós terminamos cantando Boate Azul. Maravilhoso. O clássico do sertanejo. Sim. Até o final do programa eu vou mandar pra turma. Que foi composta...

Por causa da morte do Papa João XXIII. Sabia disso? Não. Por causa do luto da morte do Papa João XXIII. O que acontece? Os autores da música iam fazer um show em Apucarana, no Paraná, numa boate chamada Blue Night. E aí o Papa João XXIII morreu. E foi decretado o luto oficial. E aí tudo fechou. E aí ficou aquele negócio. Fechou tudo. A gente ia fazer o show. Não tem mais onde se apresentar. E o que eu vou fazer agora? Não tenho pra onde ir. Nasceu a letra de Boate João XXIII. Que lindo. Tá vendo só?

Vou achar, vou mandar aqui pra gente passar daqui a pouco. Sorte que foi o caneta azul. Ô, Tarcísio. Tem uma boate aqui na zona sul. A dor da minha dor é com outro amor que a gente cura. E curar a dor desse mal de amor na boate azul.

Quando a noite vai se aproximando No caralho da aurora Os integrantes da vida noturna Se foram dormir E a dama da noite Que estava comigo Também foi embora

Fecharam-se as portas Tive que sair Caramba O Trensiz é afinalado, velho Saudade da Boate Azul

Agora vamos falar da Cracolândia Porque o centro lá que a gente está acostumado Já se esvaiu ali Só que muita gente, inclusive eu Que moro na Zona Norte, a gente vê Muita concentração espalhada

Como que está sendo essa preparação aí? Porque o pessoal está chamando de miniscracolândias, espalhadas pela cidade. Tem na zona leste, na zona norte onde eu moro, a gente vê concentração também. E junto disso, o que a gente vê é aumento de roubo de celular, quebra-vidro de carro e tudo mais ali, na região ali da Talibaleonel, que é próximo de onde eu moro, e outros pontos das cidades que a galera sempre manda. O que o governo está fazendo em relação a isso também? Vamos lá. Primeiro,

A questão do enfrentamento da Cracolândia foi um enfrentamento super difícil, super técnico e que envolveu a aliança de várias políticas públicas. Então, algo que a gente se acostumou a ver e fazia parte da geografia, da paisagem de São Paulo durante muito tempo, 30 anos, ninguém resolvia. Só para você ter uma ideia, quando eu era candidato, eu fui para a Cracolândia para fazer um filme, para usar na campanha.

E eu achei aquele negócio... Fizemos o filme, depois, quando eu fui para a ilha de edição e estava vendo o que a gente tinha produzido, eu achei aquele negócio tão pesado, tão pesado que eu resolvi não usar na campanha. Não usei aquele filme. E eu digo, bom, nós vamos ter que acabar com isso. E acabar com a caracolândia significava entender como é que ela funcionava. Então, olha, o que está acontecendo aqui? Primeiro, eu tenho que abrir os braços de assistência e mudar a lógica e a estratégia de terapêutica.

Porque, no passado, diziam o seguinte, olha, não é possível recuperar essas pessoas.

E a gente disse, não, é possível. Por isso que a gente acabou com aquele centro de referência de álcool e outras drogas, que fazia administração contínua e paliativa de drogas. A gente disse, não vamos fazer isso. Abrimos 700 leitos de retaguarda para fazer desintoxicação segura. Criamos casas terapêuticas, espaço prevenir. E a partir dali a gente conseguiu, de fato, fazer o tratamento das pessoas. Entendemos como é que funcionava.

É a lógica financeira do crime organizado no centro de São Paulo, porque se você tem a Cracolândia funcionando tanto tempo embaixo dos narizes das autoridades, alguma coisa acontece. Algum business forte tem ali por trás. E não é venda de pedra de crack para dependente químico. Tem outra coisa. E a gente começou a entender a lógica imobiliária da Cracolândia.

Aquele negócio tinha que mudar o fluxo de acordo com o interesse imobiliário, jogar preço do imóvel para baixo, comprar todos os imóveis e ali estabelecer negócios de fachada para fazer a lavagem do dinheiro do tráfico internacional de drogas. Então, eles compravam restaurantes, pousadas, ferro velho, reciclagem. E aí você tinha aquele hotel que estava na propriedade de um beneficiário do Bolsa Família, mas que movimentava 200 milhões de reais por ano. E foram nesses negócios que a gente começou a atuar.

E a favela que vocês acabaram. O moinho, né? E a favela do moinho. O moinho que era o bicho. Aí é Klaus Witz na veia, né? Porque Klaus Witz dizia o seguinte, você só ganha uma guerra quando você conquista o território, destrói o poder militar e subjuga a vontade. O moinho era a questão territorial da Cracolândia. Ou seja, ali era o grande centro de distribuição. Então eles usavam as pessoas que estavam ali numa condição insalubre, sem a menor infraestrutura, cinco, seis, sete barracos compartilhando num banheiro e usavam essas pessoas como escudo.

para que a polícia não entrasse. E ali eles recepcionavam, processavam a droga e distribuíam a droga pelo centro. Então, a conquista do moinho era fundamental. E, obviamente, dá o tratamento habitacional digno para as pessoas. Então, as pessoas saíram dali para moradia digna, para apartamento, algumas já para apartamento próprio, outras estão esperando o apartamento porque querem que ele seja em determinada localidade e hoje estão no aluguel social. Mas elas vão para o imóvel definitivo, todos irão para o imóvel definitivo.

Todo mundo recebeu o imóvel. Das 916 famílias, hoje nós temos ali cerca de 15 e daqui a pouco não teremos nenhum. E o Parque do Moinho vai ser transformado num espaço diferente. Vai ser o Parque do Moinho com uma estação da CPTM. Então, a gente vai ter parque e estação da CPTM. Vamos mudar ali o posicionamento dos trilhos, que para nós ali vai dar até mais eficiência na operação ferroviária. E isso vai fazer parte.

de uma grande quantidade de intervenções que nós vamos fazer no centro. Porque vai ter o Boulevard da Cultura, na extensão ali da Júlio Prestes, da Estação Júlio Prestes, da Sala São Paulo. A gente vai ter o Hub de Inovação, onde a gente vai incubar startups de tecnologia. Tem o Centro Administrativo de São Paulo. Então as coisas vão mudar. Mas a juíza já precou lá. A caneta da Nação Joga. A juíza já parou. Daqui a 10 anos vocês vão ver lá. A Times Square. A Times Square já era, amigo.

Nada, daqui a pouco reverte, porque é bom para São Paulo, é bom ter um lugar iluminado que vai favorecer a circulação das pessoas. A gente tem que realmente inovar, ser disruptiva. Tenho certeza que quando estiver instalado as pessoas vão gostar, eu não tenho dúvida disso. Por que o Ministério Público enche o saco tanto assim? São visões diferentes, tem uma independência de atuação, mas no final das contas você tem que ter constância de propósito.

Por exemplo, o Ministério Público e a da Infessoria foram muito parceiras nesse movimento todo que a gente fez na Crecolândia.

Então, às vezes, por uma iniciativa isolada, ah, isso aqui é ruim, a pessoa vai lá, tem a prerrogativa de ação, acaba agindo. Mas quando estiver pronto, eu tenho certeza que todo mundo vai gostar, tem um lugar iluminado, onde vai andar à noite. O Rodoanel não sai por causa disso, pô. Não está pronto. A primeira fase está pronta. Não está pronto, não. A segunda fase não está pronto. Vamos por partes que a gente está falando das mini-cracolantes, ele não terminou de falar.

Pera aí, Gordão, dá licença. Me fala uma coisa. O Rodoanel está pronto. Não está, não. Não, deixa eu te falar.

da Dutra até a Fernão tá pronto, tá funcionando da Fernão até Raimundo Pereira de Magalhães, fica pronto em dezembro a obra tá andando bem você assinou aqui, hein? vai acontecer, a gente vai entregar

E o que acontece, Morgan, com relação aos outros pontos? Dependente químico, infelizmente, você continua tendo, porque as pessoas têm os seus dissabores da vida, vão para a rua, viram, às vezes, pessoas em situação de rua, se entregam às drogas, e a gente continua tendo isso na cidade toda. A grande questão é a seguinte, quantas dessas... O pessoal fala muito em espalhamento da Cracolândia, o que é falso, por quê? Quando a gente cuidou da Cracolândia, a gente fez o banco de dados de todo mundo.

Porque se a gente não chamasse as pessoas pelo nome, a gente não ia resolver o problema. Então, qual é a história de vida dessa pessoa? O que ela fez antes? A gente cruzava com a base de dados do Cagete, com a base de dados da Justiça, para saber se essa pessoa era egressa do sistema prisional ou não, porque era uma informação importante. 60% dos frequentadores da Cracolândia eram egressos do sistema prisional. Então, com isso, entendendo a história de cada um, a gente podia tratar.

Hoje, menos de 10% das pessoas que a gente encontra por aí, ainda em situação de dependência química, passaram em algum momento pela Cracolândia.

Então são pessoas novas São pessoas que estão voltando para a dependência Ou que estão entrando na dependência E o que a gente está fazendo? Ampliando os nossos braços de assistência Então onde a gente vê um acúmulo de pessoas A gente vê pessoas em situação de rua A gente faz abordagem Tanto com assistência social do estado E assistência social do município

A gente leva para a estrutura de suporte que foi montada, para a estrutura de assistência que nós temos, para os leitos de retaguarda. Então, a mesma coisa que a gente fez na Cracolândia, a gente está fazendo em outros pontos também. A gente vai continuar tendo pessoas que se entregam à dependência e a gente vai continuar buscando essas pessoas e tratando essas pessoas. Então, para nós, tratar é fundamental. Então, toda vez que a gente vê uma aglomeração, a gente vê pessoas na situação de dependência química, a gente aborda.

E tem algum telefone que, por exemplo, quando a pessoa no bairro vê aquela aglomeração, porque assim, obviamente, o Estado, o município não consegue chegar e às vezes ver onde está essa aglomeração. Tem algum para denunciar? A gente tem toda a nossa rede de assistência, nós temos os CRAs, que são um ponto de apoio. A informação pode chegar para nós por meio dos CRAs, pode chegar por meio do 190, pode chegar por meio do 93. Onde a pessoa nos conectar, a gente vai lá realmente tentar resolver o problema.

As pessoas têm nos mandado a informação por meio das redes sociais. A gente pega essa informação, passa para a Secretaria de Desenvolvimento Social, para a Secretaria de Segurança Pública. Por exemplo, quando a gente começou a operar a linha 17, aquela da Copa do Mundo, de 14, que ficou pronta para a Copa de 2026, a gente começou a ter... Ali, nós temos venda de droga. Ali embaixo, né?

Se pegar do lado da Estação Brutinha Paulista Do lado da Casa da Paulinha ali A gente tem um problema de venda de droga lá Então o que que aconteceu Aí fizemos ação de polícia, melhoramos o policiamento E ação de assistência social Pra pegar aqueles dependentes químicos e levar pra tratamento Então é um trabalho constante Isso não vai parar, não tem como parar Toda hora você vai ter um dependente químico entrando

indo pra rua, tendo problema e a gente vai ter que ir lá, resgatar essa pessoa buscar assistência, é o que a gente vai fazer o Tarcísio, você é um cara que enfrentou aí o PCC você, lá em começo do ano, lá no litoral apanharam lá

O seu também, o nosso querido... Derrite... Fez um grande trabalho. Fez um trabalho lá. Os caras bateram em você e tal. E agora o Trump classificou como... Terrorista. Terrorista. Você acha que isso é bom ser classificado como terrorista do PCC? Você que esteve lá e viu o que esses caras fazem.

Vamos lá, vamos separar o problema por partes. Primeiro, vamos falar da definição em si. Já se tentou classificar organização terrorista no âmbito da Organização das Nações Unidas diversas vezes e nunca houve um consenso. Então, cada país tem a liberdade de fazer a sua classificação e os americanos fizeram.

Eles classificaram agora o PCC, Comando Vermelho, como organizações terroristas, como já tinham classificado antes organizações criminosas, do crime organizado, do tráfico de drogas, do México também, como organizações terroristas. Então isso não é novidade, o americano pode fazer isso. Eu entendo que isso é positivo, porque, no final das contas, cria um braço de cooperação para que a gente possa trabalhar melhor essa questão do crime organizado. O crime organizado tem que ser trabalhado em várias frentes.

questão territorial, a questão financeira. Então, asfixia financeira é fundamental. A gente ouviu tanta coisa sobre o crime organizado ao longo do tempo e foram coisas que a gente tentou enfrentar ao longo desse período. Por exemplo, a inserção do crime organizado no setor de combustíveis. Opa, houve operação nisso. Carbono oculto, posto de lobato. A inserção do crime organizado no setor de transportes.

Opa, teve a operação fim de linha, você entrou nisso. Você entrou na questão das fintechs, você entrou na questão dos brinquedos, você entrou na questão dos motéis, você entrou na questão de outros negócios, revenda de carro importado, organização social de saúde. Então, onde o crime organizado vinha lavando dinheiro de forma ilícita. E muito dinheiro, né? Muito dinheiro. O tráfico internacional de drogas dá muito dinheiro.

houve a ação do Estado. Só para você ter uma ideia, tem muita lavagem de dinheiro no exterior. E os americanos perceberam isso. Então, grupos brasileiros que iam lá, lavavam dinheiro lá fora com braços e células do crime organizado nos Estados Unidos. Então, isso faz sentido. Do ponto de vista do americano...

a classificação. Do ponto de vista nosso, eu entendo que é mais uma arma, mais uma ferramenta para a gente aumentar a cooperação internacional, usar tecnologia, sobretudo de rastreamento de recursos, para mitigar esse problema, para fazer asfixia financeira. Por quê? A gente só vai ser eficaz quando a gente fizer realmente asfixia financeira, e aí a gente vai ter uma chance de sucesso quanto crime organizado. E aí, lembrar uma coisa.

Boa parte dos crimes que a gente observa, mesmo os crimes patrimoniais, estão relacionados ao tráfico de drogas. A maioria absoluta dos homicídios que nós temos no Brasil estão relacionados com o tráfico de drogas. Vou dar um exemplo do estado de São Paulo.

Se a gente pegar a pesquisa Atlas, que saiu agora, o Estado de São Paulo tem os menores indicadores criminais do Brasil. É o Estado mais seguro do Brasil. Onde é que os indicadores são piores? Vale do Paraíba. Por que são piores no Vale do Paraíba? Porque ali ainda tem alguma disputa de ponto de venda de droga, de organizações do Rio que querem entrar no mercado de São Paulo, no território de São Paulo, e você tem a contenção que São Paulo faz, que o crime organizado de São Paulo faz com relação às facções do Rio. Então tem disputa e ali tem morte.

Então, ali o índice de homicídio é maior. Então, veja que os homicídios no Brasil têm uma relação direta com o tráfico de drogas. Então, esse é o grande chago, o grande mal que precisa ser combatido no Brasil. Jess, obrigado, viu, Jess? Nossa querida Jess, companheira aqui da Jovem Pan. Eu que agradeço essa oportunidade maravilhosa. Um dos grandes pontos aí do concorrente do senhor, estar como pré-candidato aí dentro desse cenário, que é o ex-ministro Fernando Haddad,

o acusou de ser subserviente aos Estados Unidos pela defesa desse enquadramento dessas organizações terroristas, como organizações terroristas. Como que o senhor vê isso e como que o senhor pretende, qual que é a expectativa de reencontrá-lo quatro anos depois daqueles debates que, à época, ele achava que seria o governador do Estado?

Bom, quatro anos depois, o que a gente tem? A gente aqui tem muita entrega em São Paulo e ele tem a passagem brilhante pelo Ministério da Fazenda. Ele se tornou o melhor ministro da Fazenda da história do Paraguai. Porque todas as empresas brasileiras foram para lá. Depois de garantir para o Brasil a maior carga tributária da sua história, uma carga que está batendo quase 22% do PIB.

Depois de deixar um rastro de empresas endividadas, de pessoas inadimplentes, o brasileiro endividado, um recorde de recuperação judicial, um aumento de sete pontos na relação dívida PIB, um rombo nas contas públicas. A gente tem uma conta hoje, um trilhão de reais mais caro na energia, que todos os brasileiros pagam. Então, depois desse fracasso retumbante no Ministério da Fazenda, eu vou reencontrá-lo.

A gente aqui em São Paulo, em contrapartida, acabou com a Cracolândia, estamos terminando a obra do Rodanel, vamos fazer Túnel Santos Guarujá, melhoramos nossos resultados na educação, criamos um melhor programa de saúde da nossa história. Na semana passada saiu a classificação dos hospitais do SUS, oito entre os dez melhores hospitais do SUS do Brasil estão em São Paulo, são de São Paulo. Criamos a tabela SUS-Paulista, então nós temos bastante coisa para mostrar. E ele fala demais, porque como ele não tem o que mostrar...

Isso me lembra também sertanejo, viu, Morgano? Me lembra aquela música do Leandro e Leonardo. Pensa em mim, jogue por mim, liga pra mim. Porque ele só fala de mim. Exatamente. Ele passaria todo gravando vídeo de mim, falando mal de mim. Sim, cara, apresento... Ele é um fã. É um fã, deve ser. Ele devia apresentar um projeto pra São Paulo.

Projeto não tem, né? Você quer ser governador de São Paulo? Fala o que você pensa pra São Paulo. Fala o que você vai fazer diferente. Fala o que você pensa. Mas toca o violão. Toca o violão, hein? Tem um charme na viola. Quero ver você tocar a viola. Quero ver você cantar com ele. Ele canta. Tocar não toca, mas canta afinado. E tem o queixo bonito também. Então, assim, o cara só fala bobagem. Então, não tem subserviência nenhuma.

Aqui tem expectativa de combater o crime. Aqui nós combatemos o crime. Só pra você ter uma ideia, essa pesquisa Atlas também foi reveladora.

A gente hoje tem o menor indicador de homicídios, latrocínios, roubos em geral, roubo de veículo, roubo de carga, desde o início da série histórica, desde 2001. Aumentamos a nossa força policial em 17 mil homens, 4 mil viaturas, valorizamos a força policial, mudamos o plano de carreira, investimos em tecnologia, são 612 municípios hoje.

conectados no Muralha Paulista, quase 126 mil sensores, para que a gente pudesse ter a redução dos indicadores que a gente teve. E não estamos satisfeitos, porque a gente sabe, quando tem uma situação daquela de quebra-vidro, a gente fica triste. Quando tem uma pessoa que, com sacrifício, compra um celular e tem aquele celular roubado, a gente não fica satisfeito. Agora, começamos a fazer operação com os quebra-vidros, por exemplo.

1.480 pessoas presas. Ótimo. Envolvidas nesse tipo de ação criminosa. Estamos fazendo a operação contra a gangue de bicicleta, que também rouba celular. Estamos prendendo. A gente criou aqui o SP Mobile, para recuperar celulares roubados, para devolver para as pessoas, para inibir a ação do tráfico. Estamos fazendo grandes operações contra receptadores. E vamos ampliar isso. Nós vamos ter grandes operações contra receptadores de celular.

O Nico vem aqui e sempre fala, ele está na escuta aí. Ele fala sempre disso também. Deixa eu só fazer um break. Fazer um breakzinho. Grande secretário de segurança também, o Nico. Fazer um break rápido agora para a nossa rede de rádio. Tarcísio está aqui com a gente. Governador de São Paulo. Pré-candidato.

reeleição. Que beleza. Diz que ele queria mesmo ser presidente da República. Eu ouvi dizer. Mas isso eu vou falar no próximo bloco. Isso eu vou falar no próximo bloco. Vocês vão entrar lá. Na boate azul. Tarcísio aqui com a gente. Tarcísio.

É DF? Tarcísio GDF. É Gomes de Freitas, GDF. Gomes de Freitas, Tarcísio GDF, para você seguir e acompanhar o trabalho do governador aqui nas redes sociais. Vai lá, Reginaldinho.

Fazer uma pergunta em relação a isso que você falou, Emílio. Eu acho que o Tarcísio, ele estava com a bola da vez para a presidência da República e ele sabe disso. Eles querem, né? Eles querem. Ele sabe disso. Mas quando você tem uma grande popularidade para o governo, por que não, né? Esperar o tempo passar. O seu apoio político para o Ricardo, para o prefeito de São Paulo, contra o Pablo Marçal, elegeu ele sem dúvida. E você agora tem alguns candidatos da direita, o Flávio Bolsonaro.

Existe uma grande disputa também do Zema, que possivelmente pode até se juntar com o Caiado.

Como que vai o seu apoio político agora? Porque você precisa batizar alguém também. Meu apoio político está dado. E eu fui muito claro desde o início. E eu preciso ser coerente também. Desde o início que eu cheguei aqui, e aí sempre falei da minha gratidão ao presidente Bolsonaro, que me abriu essas portas, foi uma pessoa que me colocou nesse cenário, me deu aquela oportunidade de ser ministro. E lá atrás eu disse, olha, meu candidato vai ser o Bolsonaro ou quem o Bolsonaro indicar.

O Bolsonaro indicou o Flávio. Então meu candidato é o Flávio. Ponto, está fechado.

Porque eu entendo que a gente precisa ter um projeto de direita e esse projeto tem que ser liderado por alguém. Nós vamos ajudar a construir um projeto de Brasil, a defender esse projeto de Brasil. Eu entendo que também há pouco espaço para a terceira via, há pouco espaço para outras candidaturas. Por quê? De certa forma, você pega o Caiado, que foi um grande governador em Goiás, tem uma aprovação muito robusta lá, fez um grande trabalho, tem uma história política consolidada.

O Zema fez um grande trabalho em Minas. O Zema herdou Minas Gerais, que foi um grande trabalho em Minas Gerais.

absolutamente destruída pela gestão do PT, porque o PT é assim, é igual cupim, onde passa, come tudo. É verdade. Destrói tudo, não sobra nada, é terra arrasada. E o Zema assumiu esse cenário de terra arrasada, recuperou a Minas Gerais, fez um grande trabalho, é um cara competente, é um cara sério, etc.

Só que está muito polarizado, então não tem espaço para essas lideranças regionais emergirem como uma liderança nacional. Então a disputa vai ser entre Lula e o Flávio, não há dúvida disso. E aqui nós vamos fazer o nosso trabalho para ajudar o Flávio a derrotar o PT e a gente ter uma perspectiva e um projeto de Brasil.

Tarcísio, você falou do Jair Bolsonaro. Você se encontrou recentemente com o Jair, pretende se encontrar com o Jair antes das eleições. E como é que é essa tua perspectiva de um Jair Bolsonaro que não pode falar na rede social, não pode dar uma entrevista e você acha que até lá tem chance disso mudar?

Foi a grande maldade que fizeram com o presidente Bolsonaro, deixá-lo fora do jogo, não permitir que ele se pronunciasse, porque todos sabem o peso que ele tem, como ele move o ponteiro quando ele fala e a capacidade que ele tem de mobilizar as pessoas. Então, uma liderança incontestável.

Não tenho falado com ele recentemente, porque a gente está com uma agenda aí muito extensa, mas pretendo falar até porque o que eu tenho hoje com o presidente Bolsonaro é uma grande relação de amizade. Uma pessoa que foi importante para mim, tenho muita consideração por ele, oro muito por ele, gosto muito dele e é uma pessoa que eu sei voltar perto. Agora, extremamente injustiçado.

se a gente pegar o processo dele, a gente vai ver uma série de fragilidades, então a gente não pode concordar com tudo que aconteceu, e eu imagino que num futuro próximo a gente vai ver a justiça também prevalecendo. Ô governador, essa questão do senhor não ter entrado como pré-candidato à presidência, a gente tem aí, o senhor até falou, a indicação do Bolsonaro foi o Flávio, então beleza, que siga o Flávio e a gente tá junto. Se o Bolsonaro tivesse indicado o senhor...

Teria seguido? Olha, ele não indicou. E desde o início, ele conversou comigo algumas vezes sobre isso. Eu falei, presidente, a minha intenção é ficar em São Paulo. Primeiro porque é o maior colégio eleitoral do Brasil. Dentro de uma lógica de time, você precisa também entender qual é o seu papel. E eu tinha um papel de contenção a fazer aqui. Imagina hoje se eu saísse de São Paulo, quem seria o candidato?

Olha o risco que a gente ia ter, ocorrer, de inclusive perder São Paulo. E isso ia ser ruim até para a eleição nacional. Então, aí, tinha um pouco de consciência do meu papel nesse cenário, nesse processo. Segunda coisa, eu também estou muito feliz aqui. Eu recebi um grande voto de confiança da população de São Paulo, que eu pretendo honrar.

Veja, eu estou muito satisfeito com o que a gente está fazendo e algumas coisas as pessoas ainda não enxergam o resultado, mas eu já estou vendo o que vai acontecer lá na frente. A questão da universalização do saneamento, para nós, é fundamental. O combate, o enfraquecimento do crime organizado é fundamental. O reestabelecimento da segurança das pessoas é fundamental. O crescimento da educação, hoje, a gente está mandando alunos para o exterior para fazer intercâmbio.

Hoje a gente tem quase 40% dos nossos alunos do ensino médio fazendo ensino profissional. É um padrão OCDE. A gente tem o mesmo indicador dos países do OCDE. A gente avançou muito nesse cenário. A gente tem escolas e estamos fazendo muitas obras. 169 creches, 84 novas escolas, reformas em quase 4 mil escolas para melhorar a infraestrutura.

Então, a gente está vendo o progresso que nós estamos fazendo na frequência escolar. A gente saiu de uma frequência escolar de 78%. Chegamos a 91%. Isso significa 300 mil alunos na sala de aula a mais todos os dias. A gente cresceu na alfabetização na idade certa. Nós demos um salto, fomos selo ouro do MEC pela primeira vez em muito tempo este ano. Então, estamos avançando também. Se você não cuidar da base lá da educação nos primeiros anos do ensino infantil, a gente não vai crescer. Então, é a chance que a gente tem de diminuir o nosso gap de aprendizagem.

Estamos avançando com isso, melhoramos nosso resultado no Saresp. Então, melhorar a educação é fundamental. Garantir a consolidação do que nós estamos fazendo na saúde com a tabela SUS paulista. A gente aqui em São Paulo hoje remunera até cinco vezes o que o SUS remunera no procedimento. Então, isso garantia a sustentabilidade financeira das santas casas. Nós tínhamos 8 mil leitos fechados que foram reabertos. A gente abriu 10 novos hospitais.

São Paulo fazia 700 mil cirurgias eletivas por ano. Hoje faz 1 milhão e 400 mil cirurgias.

A gente faz o dobro do que nós fazíamos. Então são pessoas que estão saindo da fila. Tem a terceira pista na Imigrantes, tem o Túlio Santos Guarujá, tem a duplicação Caraguatatuba-Ubatuba, tem o trem Ter Cidades Campinas-São Paulo, que já está em obra, mas tem o que fazer agora Sorocaba-São Paulo. Mas vai demorar, né, governador? Mas puxa, né? Obras de ferrovia são demoradas. Por exemplo, o metrô. O metrô, a gente tem, desde que inaugurou...

Tem a foto aí do Tutinha lá no metrô, seu Tutu. Você viu, não é? O Tutinha é cabeludo. Criativo. Foi em 70... Anos 70, 72... 74, né? O metrô. O metrô de 74 agora, ele tem 100 quilômetros. Cento e poucos quilômetros. 104 quilômetros. Diz que você vai fazer 50 quilômetros. É quando você pega as 15 quilômetros. Mas era lá. Era lá. Tudo bem.

Desde 74 até agora foram 100. Você vai fazer 50. Mas quando vai entregar? Isso que nós queremos saber, que a gente já está velho, né? Não. O Sami não está com essa juventude. Vamos lá, vamos lá. O Sami já está mais para lá. Eu já estou esperando o raposo lá da canja. Ele vai fazer, ele vai fazer o que demorou de 74 até agora, ele disse que ele vai fazer metade.

É, mas o que acontece? Vamos lá. A gente inaugurou agora a linha 17. As seis estações da linha 17, vamos inaugurar, vamos entregar a sétima estação agora, que é o Washington-Louise, vai ser entregue agora no final de junho. Final de junho a gente entrega a primeira parte da linha 6 do metrô.

Então, como é que vai funcionar a linha 6? A gente entrega agora, em junho, de João Paulo I até Perdizes. No final do ano, a gente passa a operar Brasilândia até Perdizes. E no ano que vem, a gente opera completa até São Joaquim. Só aí são 15 quilômetros de linha, né? A linha 6 completa. Então, final de 27, operando a Brasilândia até São Joaquim. E final desse ano, da Brasilândia até Perdizes. Aí a gente tem a extensão da linha 2 até Guarulhos, que já está em obra, e essa obra...

Esse ano você entrega 20 quilômetros? Esse ano a gente entrega a linha 6 e a linha 17. Estamos fazendo a extensão da linha 4, Patabuão da Serra. Então são mais 3,5 quilômetros, 4 quilômetros de extensão. Vamos começar a obra do Jardim Ângela. E vão ser mais 3, 4 quilômetros de extensão para ligar o metrô do Capão Redondo, a linha 5 do Capão Redondo até...

até o Jardim Lângela. A gente quer concluir essa obra em 29. Então tem a extensão da penha, que a gente começa a escavar agora, e a toneladora já chegou, para levar até Guarulhos. A gente já contratou a obra da linha 19, que é a Angabaú, até Guarulhos, até o Bosque Maia. Tudo com contrato assinado. Contrato assinado. Tudo obra que já está em andamento. Estamos com o projeto da linha 20 em andamento. Final do ano a gente conclui o projeto, ano que vem contratar a obra.

Então, para levar de Santa Marina até o ABC Paulista. A gente vai começar a obra para São Bernardo do Campo. Então, tem muita obra de metrô aí para fazer. Tem uma questão que ficou essas últimas semanas, que é a USP. A USP tem um problema. A sociedade paga para eles estudarem, vira e mexe tem greve, seja de professores, agora de alunos.

E, às vezes, o cidadão fala, eu estou pagando, muitas vezes, para pessoas que teriam condições de pagar. E aí tem uma outra situação. Eu ia te perguntar, o que vai acontecer com a USP e se tem algum projeto de cobrar das pessoas que têm condições de pagar? Porque uma coisa é você fazer uma linha...

para pessoas de baixa renda. Mas se você for em alguns lugares da USP, por exemplo, na Faculdade de Economia, está cheio de carro importado lá. E aí perde um pouco o sentido. Eu acho que a Bolsa deveria ser para quem vem de uma renda mais baixa. A gente tem até discutido muito isso recentemente, porque...

Tem uma reivindicação de alunos. Olha, nós temos que melhorar nosso programa de permanência estudantil. E aí vamos lembrar, os programas de permanência estudantil das universidades paulistas são os maiores do Brasil. Então observe que eles estavam com uma bolsa permanência de 800 e poucos reais, que é mais que um pai de família ganha com um bolsa família, por exemplo.

Isso pode ser melhorado e a USP já ofereceu uma proposta de reajuste para chegar a R$ 912, R$ 900 e poucos. Então é razoável. O pleito não é razoável a perda de aula. Não é razoável impedir que os alunos que querem assistir aula possam assistir aula. E é engraçado que o que acontece? Você tem um movimento.

estudantil, que começa legítimo, mas é capturado por movimentos externos, que são movimentos político-partidários. São movimentos de esquerda. São movimentos liderados pelo P, PSTU, PSOL, etc. E aí fica uma salada ideológica em cima de um movimento que nasce de forma até legítima. E aí o movimento fica caricato. Aí o estudante vai lá, estou protestando. Protestando contra quem? Contra o Tarcísio. Por quê? Porque ele cortou dinheiro das universidades. Opa, cortamos?

De 19 a 22, as universidades paulistas receberam 49,9 bi. De 23 a 26, 64 bilhões. Então, houve um aumento de 28%. Porque quando você faz as mudanças, por exemplo, no ICMS, programa de transação tributária, a gente veio com corte de benefício tributário, cortamos 30% dos benefícios, o nosso gasto tributário reduziu 5% da receita corrente líquida, no final, você aumentou o repasso das universidades. Então, o repasso para a universidade subiu no período 28%. E aí

Então, opa, o que a gente cortou? Não, você cortou da educação. Cortamos. O orçamento da Secretaria da Educação em 23 era 29B. Esse ano é 34. Ideológico. E as pessoas estão lá falando coisas e protestando sem saber exatamente... Faz boneco só do senhor. Aliás, ficou bem simpático o boneco. Eu até queria pegar para mim. Queimaram, né? Levar para a Copa. Só fiquei chateado porque queimaram. O Tarcísio disse que é muito bravo em reunião.

Você é moleque para mim, não queima não Ele faz muita reunião 64 bi O orçamento da USP é 9.4 bi Tem estados da federação Que não tem isso de orçamento E quando a gente pensa em orçamento de investimento O único estado que investe mais 9 bi por ano É São Paulo, não tem mais nenhum outro É bastante dinheiro E eu acho que isso garantiu, sim O planejamento e a excelência das universidades Ao longo do tempo, agora tem um risco aí Então S

Primeiro, se isso não for coibido de uma maneira até firme, esses movimentos, ano após ano, eles vão ficar mais violentos. Sim, exatamente. Eles vão ficar mais intolerantes. Esse é o primeiro ponto. E segundo...

A grande vantagem de uma universidade dessa é a qualidade do aluno. E esse tipo de movimento afasta os bons alunos. Então, o que vai acontecer ao longo do tempo? Os bons alunos vão deixar de procurar essas universidades. Os caras dominam tudo. Porque ninguém quer estudar numa escola que tem esse tipo de trabalho. O próprio mercado de trabalho vê como aluno daquilo. Mas é só aluno de humanas. Não, até a Politécnica.

O Sam é professor Sim É bagunça Arruma pra ele lá E eu sei que você estava lá em Goiânia Você fazia muita bagunça Eu vou pra Goiânia Eu estudei na USP E eu tenho prazer De ter um apelido na USP Barbie fascista era meu apelido na USP

Eu adoro esse baguncinho Era Barbie Mas no final das contas, você vê o seguinte Estão perdendo oportunidade Porque eu lembro do meu tempo de estudante Eu queria estudar o máximo que eu podia Para ter ferramenta, porque eu sabia que eu queria estar no mercado Eu sabia que o mercado ia me cobrar Eu ia ter missão, eu ia ter problemas para resolver Eu queria estar preparado para isso

perda de oportunidade. Fala aí, aquela equação que mandaram pra você, que tá na... Pega lá no YouTube, o que que é aquela equação? O que que é aquilo? O que que foi aquilo lá, Tarcísio? Eu vou explicar porque que eu tô resolvendo a equação aí na rede social de vez em quando. Outro dia eu tava num evento, era uma formatura do Caminhos da Capacitação. Por sinal, é um programa muito bacana, porque a gente tá com carretas percorrendo o estado inteiro, um programa da Primeira Dama, do Fundo Social, e a gente dá cursos de formação de curta duração.

Então a gente vê o que falta no mercado. Às vezes eu tenho um polo metal mecânico, aí falta soldador. Opa, a gente leva uma carreta da indústria e dá o curso de solda. Legal. A gente dá o curso, por exemplo, açougue e padaria. São as áreas que tem mais vaga nos supermercados. Os supermercados paulistas têm 40 mil vagas abertas.

E a área mais bem remunerada é açougue-padaria e não tem mão de obra formada. Então a gente dá o curso de açougue, dá o curso de padaria, dá o curso de solda, dá o curso de modelagem industrial, curso de corte e costura, curso de cuidado com pet. Então a gente vai vendo o que a gente pode ter de emprego lá. 16 mil pessoas formadas nesse caminho da capacitação, a gente tem mais de 6 mil pessoas empregadas. Fora aqueles que querem empreender, etc. Aí um dia eu estava em Rio Preto.

numa formatura dessa de caminhos da capacitação. E tem uma adolescente que chega para mim e diz assim, Tarcísio, meu sonho é ser engenheira e eu quero fazer um vestibular do ITA. Eu quero entrar no ITA. Falei, poxa, legal, você quer entrar no ITA? Então faz o seguinte, me espera aqui. Quando acabar essa formatura, eu vou bater um papo contigo. Acabou a formatura, eu fui conversar com ela. Então eu falei um pouco da minha experiência.

desse negócio de prova do ITA, prova do IME. Eu tive a oportunidade de passar por isso. E eu falei para ela, olha, quais são os melhores cursos? Qual é a melhor bibliografia? Como é que você se prepara? São vestibulares que às vezes vale a pena, assim, você tentar mais de uma vez. Vamos supor, não passou no primeiro ano, faz o segundo ano, faz o terceiro ano. Esse tempo que você, em tese, está perdendo, você vai ganhar com uma formação de excelência, de altíssimo nível, que dá muita ferramenta, que abre muita porta. Eu digo, se prepara assim. Isso me deu um estalo. Digo, bom...

Sabe o que eu vou fazer? Eu vou fazer umas questões de vez em quando do Ime e do Ita na rede social. Pra mostrar o seguinte, pra tirar aquele negócio que, poxa, essa prova é impossível, ela é muito difícil. Não, não é. Aquilo humilha a gente, você sabe. Você ensina, mas ninguém consegue fazer. Aquilo é igual o Sammy que também joga e faz as perguntas que eles não sabem responder. Aí depois o Haddad não gosta dele, é por isso que eu ia fazer.

O Haddad não consegue fazer muita coisa. Aquilo é o seguinte, aquilo é pra mostrar principalmente de manhã. Que...

A prova não é difícil, a prova é diferente. Isso é importante. Como ela é diferente, ela requer uma preparação diferente. Só isso. E aí tem uma lógica de você perceber para onde a questão está te levando. Então, na verdade, é para desmistificar. Você resolve isso. Está vendo? É vir por aqui, é pensar nisso. Dá para fazer.

O que você mais gosta no executivo, em estar no executivo? Eu lembro que da outra vez que você veio aqui e você visitou o Estado de São Paulo, você falou que tinha muita gente precisando, né? Eu lembro bem desse papo que a gente teve aqui. Você falou, pô, eu vejo muita gente necessitada. O que é mais legal, assim, de estar no executivo? Cara, o legal é fazer.

Legal é fazer. Entregar obra, fazer... Eu vou te dar um exemplo. Outro dia eu fui entregar apartamentos num negócio chamado Parque das Palafitas, lá em Santos. E a gente foi entregar lá o Parque das Palafitas. Eu não sei se tem imagem do Parque das Palafitas aqui, mas é um negócio legal pra caramba. A gente foi lá entregar.

pessoas que saíram das palafitas e estavam recebendo um apartamento. Aí teve uma senhora que estava recebendo um apartamento, ela veio falar comigo, ela começou a chorar e disse assim, Tarcísio, eu botei o melhor vestido meu para vir para essa entrega. Sabe por quê? Porque eu morava numa palafita. O chão do meu barraco aqui afundava.

Entendeu? Eu cansei de conviver aqui com os ratos, com baratos. Ratos comiam minhas coisas. A gente aqui não tinha dignidade nenhuma. As casas de alvenaria que estão para lá despejam o esgoto direto aqui. Então, a gente às vezes não consegue comer por causa do cheiro. E, de repente, agora eu tenho esse apartamento que eu nunca imaginei que ia ter. Então, isso não tem preço.

A gente foi entregar apartamento outro dia em Cubatão, e eu entreguei apartamento para o senhor, a gente estava tirando o pessoal da Vila Mantiqueira, que é um local de encosta, entreguei o apartamento para ele e disse assim, tá, Cício? Eu já fiquei soterrado aqui num deslizamento, e eu não morri pela graça de Deus. E esse cara está recebendo um apartamento, esse cara agora nunca mais vai passar por isso. Ele vai poder dormir tranquilo num dia de chuva, que ele sabe que não vai ficar soterrado.

Então isso para nós não tem preço, isso é fazer de fato a diferença. É uma pessoa que às vezes está tendo uma cirurgia, porque a gente entrou com a tabela Suisse Paulista, a gente está acelerando isso, e a gente está conseguindo fazer a diferença, e a pessoa às vezes fica, puxa vida. Vou pegar aqui os hospitais que a gente entregou. Pega o Hospital de Franca que a gente entregou semana passada. Visita o Hospital de Franca. Você vai ver o seguinte.

Não fica devendo nada para o hospital particular algum. Aliás, as pessoas que vão ser atendidas lá vão ter um atendimento melhor do que em muito hospital particular. E você saber que o paciente do SUS vai ter um atendimento melhor do que em um hospital particular, isso não tem preço. Então, isso é que realiza. E no final, isso aqui tudo passa. O poder passa, o mandato vai passar, vai acabar. A gente tem que fazer a diferença.

Quem gosta de brigar pelo poder é o PT. Por isso que não faz a diferença dessa desgraça que está aí. Mas a gente gosta de fazer a diferença. A gente gosta de entregar. Executar. Agora tem muita bucha, né? Você pega, né? O Morgado trouxe aqui. São coisas pessoais, eu percebo. Eu também vou trazer as minhas aqui. Não, Cracolândia. Você mora lá na Zona Norte de São Paulo. Aí você pega a taxista. Pega o cara que está lá. Três janelas do seu Moisés, que me leva aqui na Jovem Pan todos os dias. Foi quebrada pela gangue do... Estão quebrando o vidro.

E aí o que se faz? Tirou o cara do celular Que está roubando na Paulista O cara rouba na rua de trás O que de efetivo dá para fazer? Uma coisa é aumento de efetivo, aumento de tecnologia Por exemplo, a gente está usando Contra ganho do celular, agora a gente está usando drone A gente está usando as câmeras De reconhecimento facial As pessoas às vezes não sabem A gente está enchendo a cidade de câmeras E câmeras que estão rodando analíticos De inteligência artificial, então por exemplo Passa um carro numa via, eu estou Obrigado

vendo a placa do carro. Estou monitorando todas as placas de carro e estou cruzando isso já com informação, por exemplo. Este carro tem indicação de roubo e furto? Se tiver, já gera um alerta e aquele carro vai ser abordado. Este carro, ele corresponde a este carro mesmo? Aquela placa corresponde?

É de um carro que está clonado. Opa, se for clonado, a gente já vai gerar um alerta. Esse carro, a gente já cruza com o CPF. Pode estar sendo conduzido por um condutor que é foragido da justiça, gera um alerta. Você compra um ingresso para uma partida de futebol hoje.

você compra com a biometria, a gente já usa essa biometria para acusar com a base de dados criminal. Quando a pessoa chega no estádio, eu já sei quem são os foragidos que compraram ingresso. Quando ele chega na catraca, com reconhecimento facial, se aquele foragido é aquele foragido, a gente já faz a abordagem.

Eu tô com as câmeras de reconhecimento facial agora nas estações de metrô, nas estações de trem, pra melhorar a segurança. Então a gente tá, como eu falei, 1.480 pessoas que roubavam o celular, quebrando o vidro e de bicicleta, foram presas recentemente. Mas aí solto, né? Qual é o problema? A gente já chegou a prender o mesmo criminoso, o mesmo ladrão de celular, 35 vezes. Caramba! 35 vezes. 35 vezes. Ele ainda tá solto, capaz.

Então, assim, você leva esse cara, esse cara é solto na audiência de custódia. A gente ainda não tem uma visão mais rígida com relação à reincidência criminal. E o cara que é reincidente, quanto mais, ele continua tendo benefícios quando chega nessas audiências de custódia.

A gente vai continuar trabalhando, vai continuar investindo em tecnologia, aumentando efetivo, combatendo esses crimes, porque isso aborrece a gente. A gente sabe, um cidadão que está lá trabalhando no Uber, que está lá trabalhando no táxi, que usa lá o seu... Precisa usar o celular até para poder pegar o cliente. Tem o celular roubado de uma forma agressiva, que assusta, que machuca, que constrange.

Que no final das contas Traz ali Até uma questão psicológica É ruim, a gente precisa combater isso Nós vamos enfrentar isso com toda a energia Que for possível, vamos continuar aumentando Efectivo, investindo cada vez mais tecnologia Tornando a vida desses caras cada vez mais difícil Tem que ser mais dura Porque quando você fala em enfrentamento do crime É um conjunto de coisas Não é só a ação do policial na rua Não é só a tecnologia, é também a legislação Boa Obrigada

Deixa eu só fazer um break pra rede de rádio. Tarcísio tá aqui com a gente, batendo um papo. Mande sua pergunta, arroba Programa Pânico. Eu, evidentemente, não vou fazer sua pergunta, que nós temos perguntas muito melhores. Você guarda. Essa é a nossa audiência. Você continue acompanhando o programa, que a audiência está muito boa. Tarcísio GDF é a rede social do governador de São Paulo. Vai lá, Reginaldinho.

Tu quer fazer, majestade? Quer fazer uma pergunta aqui pro governador? Manda bala aqui, ó. Vai lá, não, faz aqui na do Morgadinho. Ô governador, não sei se compete ao senhor isso, mas eu sou motorista de aplicativo. E tá difícil demais de andar em São Paulo. Seja por obra, seja por trânsito. Eu queria saber se não tem um projeto pra mudar esse rodízio de São Paulo. Porque esse rodízio já não funciona mais. Eu acho assim que o rodízio teria que ser...

Naquele dia você não roda. Em qualquer lugar de São Paulo, porque eu moro em Carapicuíba. Então eu posso ir em Osasco, posso ficar aqui na... O radar está ali e o pessoal fica tudo aqui. Quando dá 10 horas, todo mundo entra. Entendeu? Então se fosse o dia todo, eu não ligo de perder um dia de trabalho para melhorar o transporte que seja. Não tem algum projeto nesse sentido?

Olha, a gente tem que sempre aprimorar, sempre pensar nos projetos. Eu acho que são sugestões que a gente precisa levar em consideração para melhorar a mobilidade. Daquilo que nos cabe, a gente está tentando melhorar o transporte coletivo. Então, por isso que a gente está fazendo mais linhas de trem, mais linhas de metrô.

É, observe que a gente está entregando a linha 6 agora para atender a Zona Norte, né, para fazer a ligação da Brasilândia com o centro. Há quanto tempo a Zona Norte não era atendida por uma linha de trem? Desde a linha 1, né, desde a linha que liga Santana ao Jabaquara.

Então, a gente precisa mais linhas. A gente agora está começando a projetar as linhas que vão ser circulares. Então, a gente sempre fez muitas linhas que têm como destino final o centro. A gente quer fazer as linhas que vão interconectar as outras linhas. É o caso da 14, por exemplo, que está projetada e que vai ligar o ABC a Guarulhos. Então, ela vai cruzar as linhas de trem que hoje cortam a Zona Leste de São Paulo.

É o caso da linha 23, que vai atender, por exemplo, Carpicuí, Bozasco, Cucutia, que vai fazer todo esse contorno e vai chegar lá no Tatuapé, na Zona Leste. É o caso da linha 25. A gente está projetando uma linha para ligar de Adema a linha 20, para fazer essa ligação de Adema com a linha do ABC. Então, para distribuir melhor os passageiros nas nossas linhas de trem e metrô. Tem um negócio que a gente está procurando fazer.

É comum você ver estações de trem lotadas, estação muito lotada. E as pessoas às vezes não sabem por quê. Por que o transporte ferroviário às vezes não é eficiente? Porque a comunicação, o sistema de comunicação é ineficiente. O sistema de comunicação é antigo. O sistema que faz a liberação de espaço dos trens. Isso faz com que a distância entre trens seja grande, o que a gente chama de headway.

A gente trabalha aqui em São Paulo com headers no sistema ferroviário de 6,5 a 7 minutos. A gente pode diminuir isso para 2,5. Isso é investimento em sistema de comunicações. Aí eu estou falando de placas, eu estou falando de software. E esse investimento está sendo feito agora, para que a gente possa realmente diminuir esse intervalo entre trens e aí ter maior fluidez.

Então, tudo que a gente pode fazer em termos de transporte coletivo, está sendo projetado, pensado, e, obviamente, revisitar essa questão de rodízio é uma questão importante. Eu acho que a gente tem que sentar, e aí não cabe só a nós, cabe à Prefeitura, para a gente ver como é que a gente pode ainda melhorar a mobilidade, que, de fato, são 22 milhões de pessoas na nossa região metropolitana.

e muita gente usando o carro, precisando se locomover, chegar ao trabalho. O sistema de transporte, por mais que seja o maior do Brasil, um dos maiores da América Latina, ainda não é suficiente. Então, revisitar isso é fundamental, sim. E quanto à privatização, uma das questões era a linha azul. Como que ficou essas questões de privatização do metrô aí?

Está observando isso hoje, o que acontece? Um ponto de risco que a gente tem que ter é evitar a concentração de mercado em poucas empresas. Então, quando você pensa nos operadores de mobilidade, quem são eles? Eu tenho hoje a Motiva, que está lá com a linha 8 e 9, com a linha 5, com a linha 4. Eu tenho o pessoal da Comporte, que está com a 11, 12 e 13, e com a 7, porque está fazendo 3 intensidades campinas São Paulo.

Quando a gente pensa, se eu fizesse um leilão, quem viria para cá? Eu tenho a chance de trazer um novo operador, trazer um estrangeiro ou não? E aí, você não pode fazer também uma concessão, uma privatização por fazer. Você tem que fazer para garantir que o serviço vai melhorar. E aí, a gente está com a preocupação de concentrar o mercado em poucos operadores e isso acabar sendo um problema. Eu tenho visto o metrô investindo bastante.

O metrô tem uma equipe extremamente profissional. O metrô tem a melhor equipe de engenheiros ferroviários do Brasil. Não tenha dúvida disso. O metrô é muito competente, muito profissional.

Está realizando um bom trabalho, então por hora a gente não pensa em fazer a concessão mais das linhas do metrô. Governador, o presidente do PL, o Valdemar da Costa Neto, esteve nesse maravilhoso programa e quando foi falar do senhor, elogiou, mas fez uma ponderação negativa, que o senhor não recebe os prefeitos que vão lá, combater, não faz política, que tem que fazer mais ali. Você só quer fazer obra e fazer coisa. Você só quer trabalhar.

E dentro disso, eu queria saber, como é essa experiência? Tá bravo com você em saber isso. Não, tá bravo. Eu acho que teve alguém que ele pediu pra receber, você não tinha tempo. Como que é isso? Qual que é a dificuldade? É chato ser governador e ter que ficar resolvendo essas coisas, tendo essas reuniões, esses cafezinhos? É a pior parte do seu dia?

na verdade eu não sei se vocês viram os comentários da declaração do Valdemar foram ótimos a gente não vê comentários falam muito mal da gente foram maravilhosos e aí logo depois o pessoal disse o Valdemar falou isso e isso de você eu falei, pô, ele fez propaganda positiva pra mim

Os comentários eram ótimos, todos a meu favor. Não, na verdade não, eu acho que é um conjunto de coisas, você tem que obviamente dar conta da parte administrativa, da parte da execução e tem que obviamente fazer a parte política também. Eu gasto bastante energia, é verdade, nas questões de gestão, mergulho a fundo em cada coisa, em cada detalhe de cada coisa.

Eu não pego a informação superficial, eu gosto de mergulhar no detalhe, eu gosto de acompanhar de perto tudo o que está acontecendo, ter o máximo de informação em cima de cada política pública. Então, eu sou uma pessoa que conheço muito bem o governo, o que está acontecendo, o que cada área está fazendo, porque eu participo, eu vivo o dia a dia isso. E, obviamente, a gente procura também atender todo mundo. Você vê, a gente está indo para a décima caravana 3D, que são as caravanas que a gente faz.

tem esse nome 3D porque é diálogo, dignidade e desenvolvimento. A gente faz com as prefeituras, procurando entender o problema dos prefeitos, procurando levar recursos. Somos o governo que mais entregou recursos para prefeitos em toda a história. Para você ter uma ideia, em primeiro ano de mandato, normalmente, na média, se mandava 2 bi, 2 bi e meio para os municípios. No nosso primeiro ano de mandato, a gente mandou 4,8.

No segundo ano, 8,9. Foi o melhor segundo ano de mandato da história. E o ano que mais se mandou recursos para o prefeito foi no passado, 9,6 bilhões. A gente aumentou muito o custeio para a saúde, por exemplo. E são coisas que às vezes são internalizadas. Às vezes o município não saca o que está recebendo. Mas quer ver uma coisa?

Os municípios de São Paulo recebiam para atenção básica em saúde R$ 4,00 per capita. Hoje recebem de R$ 10,00 a R$ 40,00 a depender da vulnerabilidade do município, da situação do município. Esse recurso que a gente repassa, ele tem duas componentes, uma fixa e outra variável. E a variável é recebida mediante cumprimento de meta. Então ele tem que melhorar o pré-natal, porque quem melhora o pré-natal diminui a mortalidade infantil.

Ele tem que melhorar a cobertura de vacinação. A gente estava com algumas vacinas com cobertura muito baixa e essa cobertura melhorou.

Ele tem que fazer o controle do diabetes, o controle da hipertensão, porque se você controla diabetes e hipertensão, você evita aquelas internações graves. Ele tem que fazer aí o acompanhamento e os exames de monitoramento do câncer de colo de útero, do câncer de mama, porque se você faz diagnóstico precoce, você tem bom prognóstico. E aí, quando o cara cumpre essas metas, ele recebe mais dinheiro.

Tem que fazer o trabalho de casa. Tem que fazer o trabalho de casa. A gente trouxe os prefeitos para trabalhar junto na alfabetização na idade certa. Então a gente compartilhou material didático, a gente compartilhou ferramenta, compartilhou software. A gente treinou 62 mil professores municipais. A gente desenvolveu o material em conjunto. A gente deu premiação em dinheiro para os municípios de melhor performance. Então a gente procura trabalhar junto. Estamos atendendo as demandas.

temos um clima bom, o clima político está bom, está legal, estamos sendo muito bem recebidos nos municípios onde a gente está indo, e claro, fazendo as agendas, tem a limitação de tempo, porque, como eu falei, mergulha muito na agenda aqui, mergulha muito na agenda ali, mas quem pede agenda vem. Eu não deixo de atender ninguém, quando a pessoa vai no palácio, eu digo às vezes, não consigo atender agora, mas espero que você vai ser atendido. Às vezes eu termino meus atendimentos duas horas da manhã, mas eu vou atender.

Mas você é brabo na reunião. O que acontece é o seguinte. Você é brabo. E fala muito alto na reunião. Diz que a reunião... Pior que a reunião da Paulinha. Não, não, não. É pior que aqui. Ele leva o martelinho. Ele leva o martelinho na reunião. Diz que a reunião com ele é complicada. Não tem papinho. É isso mesmo, Tarciso? Tem que estar preparado pra reunião.

Se não estudou, você não sabe responder Às vezes acontece, por exemplo Já houve situação de eu estar lá É Parece que um prefeito diz Eu queria te passar esse projeto Estou atendendo aqui, espera um pouco que eu vou te atender Fui começar a atender o cara, 1h30 da manhã Ele me traz o projeto, o meu sonho era fazer esse projeto aqui

Digo, beleza, vamos fazer. Quanto é que custa? Não sabe. Custa 12 milhões. Então, vamos olhar aqui, vamos abrir o projeto. Mas, olha só, você não faz imprimação em pintura de ligação, você vai fazer um ou outro. Então, já tira a pintura de ligação, que é a sua imprimação. A sua drenagem aqui está mal dimensionada. Vamos corrigir isso aqui. O seu pavimento aqui também está mal dimensionado. Aí, quando você chega à conclusão, no final da reunião, aquele projeto não custa 12, custa 6.

E aí, eu vou te liberar 6 milhões para a gente fazer isso aqui. E está pronto, viu?

liberamos seis, está pronto, resolveu e vê que os seis eram suficientes. Faz a conta, né? Então são essas coisas. Ele pega a lousa e faz igual a equação. A gente gosta de ir no detalhe. E outra coisa, a memória é boa. Então quando o cara me dá um dado, me dá um número, me dá uma data, eu gravo. Na próxima reunião eu controlo. E aí? Quando é que vai inaugurar? Tal data. Eu falei, não, mas você tinha me dito na reunião passada que era tal data.

Você está botando mais prazo, por quê? O que aconteceu? Qual é o problema? Você acompanhou? Qual é o problema? Não, negativo isso aqui. Eu cobro. Mas você sabe que esse é o papel da liderança. O líder é igual a mãe.

A mãe é exigente, a mãe cobra, não é isso? A mãe cobra, a mãe cobra, cobra bastante. Você primeiro só cobra de quem pode oferecer resultado. Você exige de quem pode dar. Então eu procuro selecionar bem a equipe, porque eu sei que essas pessoas podem me entregar o melhor resultado. Por isso que eu cobro muito. Eu cobro muito o que eu sei que eles têm para dar. Da equipe, né? E segundo, a mãe cobra, mas a mãe cuida também. A mãe ela exige, mas ela cuida. E quando precisa dar uma chinelada também, né? De vez em quando precisa.

Ô, Tarcísio, e quando acontece uma coisa dessa, o cara chega lá e fala, ah, é 12 milhões pra fazer isso aqui. Você fala, não, é 6. Como que você administra essa questão? Porque a gente sabe que acontece, às vezes, superfatura, a gente não sabe como administrar. Porque, assim, você tá lá, você tem o seu know-how, você sabe dessas coisas. Mas quando saber quando estão querendo superfaturar, ou às vezes o cara não é bom mesmo, e precisa você ir lá refazer esses...

É por isso que tem que ter time, né? E o time está orientado a fazer isso. Eu procurei trabalhar com os melhores. Só para você ter uma ideia, tinha uma determinada obra aí, há tempos atrás, e a gente herdou isso, e estava orçada por 250 milhões. E a gente, não, essa obra não custa isso. O nosso diretor DR refez o projeto, a obra saiu por 50 milhões, nós contratamos e executamos. Sim. Por 50 milhões. Uma obra que era 250.

Então, e a gente trouxe gente muito séria, muito experiente. Você pega o seguinte, eu vou citar o exemplo. O cara do FDE, que cuida de toda a infraestrutura da educação, da Seduc, esse cara já fez 4 mil obras de reforma de escola, é um engenheiro graduado no ITA.

Então, a gente trouxe gente boa para cá. Se pegar aí outros quadros, nós são quadros de ponta. O Rafael Benigni é genial nas estruturações de projetos que ele faz. A Natália é muito denso. Talvez seja a pessoa no Brasil que mais entenda da área de regulação. Uma pessoa que é advogada, contadora e engenheira. Mestre, doutor e agora está terminando pós-doutorado. Então, a gente procurou se cercar de gente muito boa, justamente para olhar e mergulhar em cada um desses projetos e saber exatamente o que a gente está fazendo.

Tem várias áreas, a gente tem o suporte especialistas. A gente faz, na área de educação, a gente tem um conselho estadual de educação, mas a gente também se circunda de vários especialistas, com os melhores especialistas da área que nos dão suporte. A área da saúde é a mesma coisa. Tem uma turma da Faculdade de Medicina da USP que nos ajuda, a gente está vendo o que tem de melhor, a gente está avançando muito na questão da saúde digital.

Que é uma coisa, para você ter uma ideia, hoje a maior parte dos atendimentos que a gente faz no sistema prisional são para telemedicina. Aliás, falar de sistema prisional, todas as estruturas náuticas que a gente está usando no nosso programa de turismo, que são construídas e instaladas nos municípios ribeirinhos, no município lá na beira do Chietê, do Rio Grande, do Paraná, estão sendo construídas no sistema prisional. O mobiliário das escolas está sendo construído no sistema prisional, que a gente está botando a turma para trabalhar e também para dar resultado.

Nós temos aqui o tracking Eu e o Samir Dandana Nós temos o tracking das pesquisas Já está dando pesquisa Você vai ganhar no primeiro turno Já tem pesquisa que você vai levar no primeiro turno É isso mesmo? Ou você vai...

Ficar na humildade. Não sei o que é. Você vai segurar. Você vai segurar o jogo. Porque você está muito quietinho. Você não está entrando, não está caindo na casca de banana. Você só está no... Não fica nervoso. Não fica nervoso. Você está tranquilo. Assim, eu estou focado. Focado no trabalho, focado na entrega. Como eu falei, a população de São Paulo me deu um mandato. Esse mandato acaba no final do ano. Eu tenho que governar.

Se você pegar a minha rede social, é só trabalho. Trabalho, trabalho, trabalho. Todo dia a gente está entregando alguma coisa em algum lugar.

Se você pegar do meu principal adversário, é só a Lamúria, Lamentação. Me lembra um personagem de desenho animado que tinha antigamente? A Iena. A Iena, que falava assim, ó vida, ó céus, ó azar. Só reclamava. Hard. Então, enquanto uns reclamam, a gente trabalha, a gente entrega.

A gente não tem tempo para ficar nessa lamura, nesse negócio, tem que entregar. Domingo eu estava entregando lá o investimento da prainha, que a gente vai revitalizar a prainha do Riacho Grande, lá em São Bernardo do Campo. E sábado a gente estava entregando título de propriedade em Heliópolis. Aí nós vamos ter toda a reforma do Hospital de Heliópolis, que já é um hospital antigo, que hoje está sob gestão do Albert Einstein. Aí fomos visitar a obra da Praça da Cidadania lá em Heliópolis, que a gente vai fazer lá também toda a formação profissional das pessoas. Lá vai ter curso, né, de...

De corte e costura, de moda e arte, de beleza e bem-estar. Vai ter curso de administração, curso de gamers, curso... Toda formação de economia criativa nós vamos fazer lá também. Aí, na quinta-feira, a gente estava inaugurando o Hospital de Franca. Todo dia a gente tem uma entrega. Amanhã eu entrego três rodovias novas. Depois de amanhã eu entrego avenida, entrego obra.

E por aí vai, não para. Mas meio irresponsável com a sua esposa, porque no final de semana você não passa com ela. O cara fica até domingo trabalhando, uma hora da manhã. Até duas da manhã. Eu fui para a Franca inaugurar o hospital, ela foi comigo para lá. Depois eu fui para a Cristais Paulistas inaugurar a escola. Ela foi para o Vale do Paraíba, percorreu 11 municípios para visitar todas as carretas do Caminhos da Capacitação. Ela já visitou mais de 300 municípios com formação profissional.

É um casal do mercado. Mas aqui ninguém pode estar tomando em alta rotação. Brincadeiras à parte, o que você acha da escala 6x1? Então, já que é tão debatida, né? E alguns da direita também votaram a favor.

Vamos lá, vamos pensar na questão com responsabilidade. Primeira coisa, é justo que o trabalhador fique mais tempo em casa com a família? É. Então, outro dia você está conversando com uma pessoa que trabalha de atendente no bairro, e ela diz, poxa, tudo o que eu queria era passar um dia a mais com o meu filho. É legal isso? É.

A gente fica sensível com isso? Sem dúvida nenhuma. Só tem uma questão. Será que estão sendo honestos com esse trabalhador? Essa é a grande pergunta. Por quê? Se a gente consegue fazer com que ele fique mais um dia em casa e que ele receba a mesma coisa, ótimo. Acho que está todo mundo favorável. Ninguém é contra isso.

O problema é que os dois pontos principais que a gente precisa discutir no Brasil agora é produtividade e ajuste nas contas. E talvez esse ponto traga um problema para os dois, para a produtividade e para o ajuste nas contas. Porque quem garante que esse cara...

não vai ser demitido para que, já que tem que manter o salário, a empresa não contrate uma pessoa por um valor menor. A conta vai ter que ir. E aí a gente vai acabar prejudicando aquela pessoa que, em tese, está feliz porque vai ser beneficiada. Será que está sendo... As pessoas, o governo, está sendo honesto com essa pessoa? Essa é a minha dúvida.

Porque se você garante que essa pessoa vai trabalhar menos e ganhar a mesma coisa, ótimo, todo mundo é a favor. O problema é, isso é possível? Essa pessoa não vai ser demitida? A gente não vai estar estimulando alguns movimentos de informalidade? Essa pessoa não vai, no final das contas, perder a proteção social? Eu acho que essas discussões têm que ser feitas com responsabilidade, porque, vamos lá, se você tem um grande movimento de especialistas dizendo, olha, isso não vai dar certo.

Quem gera emprego está dizendo, olha, isso vai prejudicar, eu vou ter que rever minhas contas, eu vou ter que demitir, eu não vou dar conta. No final, eu estou querendo que a pessoa passe mais tempo com a família, mas aí ela vai ter que fazer um bico, porque a massa salarial vai cair e ela vai ter que trabalhar aquele dia de folga em outro lugar para poder manter o mesmo poder de compra. A gente está falando que isso pode causar inflação.

Então, assim, tem uma série de coisas que precisavam ser vistas que eu não sei se estão sendo vistas com a responsabilidade que precisavam. Mas isso é Brasília, né? Brasília, né?

Isso é um desespero de ganhar eleição. Exatamente. Então fazer tudo para ganhar eleição como se não houvesse o dia depois de amanhã. É porque senão, o que acontece? Senão vai vir uma conta para esse cara enorme. Porque a discussão não é feita com responsabilidade.

Eu sei, mas às vezes você vota, às vezes num candidato, porque você fala assim, esse cara é sério, não vai deixar passar coisa qualquer. Mas vai passar de qualquer jeito, Sérgio. O problema é esse. O problema é que vai ser o refém do sistema, né? O tempo inteiro. O cara precisa de voto. Então, mas você não acha que o cara, quando vai pra Brasília... Brasília é outro país.

esses caras são outro país, é outra grana é outro sistema de saúde é porra, é aquele Macallan, porra, é maravilhoso Brasília é não é aqui o vidro não quebra o cara quando ele vai para Brasília ele muda, o político quando vai para Brasília, ele é outra pessoa é um outro uísque, é uma outra

Eu acho que é o seguinte, sim e não. Acho que algumas pessoas, sim, elas se desconectam das pessoas. Talvez o grande problema da classe política hoje...

É a desconexão das pessoas. Isso que eu estou falando. É isso aí. E é por isso que às vezes você tem uma ponderação, como foi feita aqui, que você citou. E esse é um problema da velha política. É muita preocupação com o próprio círculo e a falta de conexão com a pessoa que está na ponta. Esse é o grande problema. E se você não enxerga aquela pessoa que está na ponta, que é objeto do seu trabalho, você está morto, você está fora, você não vai entregar resultado. A gente acaba...

A gente precisa ser pautado pela dor das pessoas. Que problema eu tenho para resolver? Você está em uma função aqui, você é uma espécie de síndico, é isso. E esse tempo também vai passar. Então, o que você vai deixar de legar? Porque isso aqui não vai durar para sempre.

E hoje há uma desconexão absoluta. Hoje a gente não tem capacidade de estabelecer uma visão consensual em cima dos grandes problemas brasileiros. Nós estamos indo para uma eleição presidencial, uma eleição presidencial esse ano. E quais são os grandes projetos que estão na mesa? É isso que a gente tem que se perguntar.

talvez a última vez que se estabeleceu uma visão de consenso sobre alguma coisa tenha sido no plano real. Ali nós tínhamos um grande problema para resolver, o problema da hiperinflação. A Tuma se juntou e resolveu o problema da hiperinflação. Mas depois disso, o que nós fizemos? Nós temos grandes oportunidades pela frente. O PT está aí há 30 anos. É por isso que a gente está afundando. É por isso que a gente empobrece em relação aos nossos pares.

Em termos de renda per capita, o Brasil está crescendo. Por que o Paraguai está crescendo 7 pontos percentuais por ano?

Diminuiu a burocracia, diminuiu a carga tributária. Aqui a gente só aumenta gasto. Olha o resultado das estatais. Olha o resultado das contas públicas. Estão gastando como se não houvesse o dia depois de amanhã. E essa conta vai chegar. Olha a crise fiscal que vai ficar. Olha a bomba fiscal que está sendo armada aí. E se perdeu a capacidade de se organizar a política. Os partidos não têm mais essa capacidade. Quando você desorganiza a política, você desorganiza as instituições. Não se discutem várias coisas. Por exemplo...

Quanto que o judiciário representa do gasto primário? E aí, eu não me refiro à conta de salário, penurical, nada disso não. Eu estou falando de outra coisa. Eu estou falando das decisões judiciais que, por conta das liberdades interpretativas, aumentam o custo de uma série de coisas.

E quando é que a gente vai discutir isso? Quando é que a gente vai discutir uma série de... Como é que a gente vai aproveitar, por exemplo, os nossos potenciais? O potencial da biotecnologia, da transição energética, o potencial da economia do conhecimento. Quando se fala em economia do conhecimento, o que se pensa? Puxa, o Brasil está recebendo muito investimento em data center. Que legal. Então vamos criar todos os incentivos tributários do mundo para a gente ter mais data center. Beleza. Data center...

É investimento em real estate, é investimento em construção civil. Você vai lá armazenar data e vai exportar energia. Então, você vai dar benefício para caramba para exportar energia e não trazer nada de valor. E aí, você não está discutindo computação de alto desempenho, você não está discutindo computação quântica, você não está discutindo treinamento de inteligência artificial. Não vai ficar nada aqui.

Então tem uma miopia em termos de formulação de política. Pô, a gente está sofrendo de novo com a guerra do Irã, com o choque do petróleo. Sendo que nós somos o país do etanol. E há 50 anos atrás você pensou o pró-alcool. E o que a gente evoluiu? Nada. Quer dizer, a gente é autossuficiente na produção de petróleo, a gente não tem refina, aí importa o óleo diesel, porque os caras iam fazer refinaria, mas roubaram o dinheiro todo das refinarias.

Porque os caras gostam de roubar, roubaram tudo. Aí nós não temos refino. Estamos aí sofrendo com a crise do petróleo de novo. Tendo o etanol, e do etanol você tira o biogás, tira o biometano, você tira combustível sustentável de aviação, você tira hidrogênio a partir da reforma do etanol, você faz tudo. E a gente não aproveita essa oportunidade, não desenvolve isso.

E a gente continua sofrendo. Então, não faz sentido. O Brasil está muito mal cuidado. Mas não tem um interesse oculto aí, governador, que nós temos visto escândalos de corrupção muito grandes. Eu acho que o caso do Banco Master mostra isso, mas um outro caso é a situação da Refit, que aí realmente mérito do Estado de São Paulo, que lá atrás, em 2025, na Poço de...

O posto de Lobato já fez ali, o senhor deixou de participar de um evento em maio de 2025, porque eu imagino que houve essa percepção ali do problema, da corrupção intrínseca. No entanto, outras autoridades, como o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, o senador Ciro Nogueira, foram, fizeram essa ponte e por assim vai. Nós temos muito dessa estrutura política cooptada por empresas e grupos que tiram bastante proveito.

Como combater isso? Qual é a solução que o senhor vê e mais? Como o senhor está tentando fazer isso aqui em São Paulo? É a velha política. Se o foco não estiver na pessoa, a gente nunca vai resolver isso. Veja aqui em São Paulo. Quantas secretarias foram indicadas pelo parlamento ou por partido político? Nenhuma. Quantos reguladores, dirigentes de agência reguladora, foram indicados por parlamentares, pelo partido, até que indicar isso aqui? Ninguém.

Aqui a gente teve uma preocupação técnica, então eu vou fazer a política de outra forma. E o parlamento aqui entendeu isso, e a relação que a gente desenvolveu foi ótima, foi uma relação republicana. Olha, eu vou tornar vocês sócios das entregas. Se eu tiver um bom time, eu entrego mais, eu entrego muito. Você vai ser sócio, eu vou te dar, eu vou te atribuir a responsabilidade e o mérito dessa entrega. Você vai entregar comigo.

Nós temos algumas coisas que são ousadas, eu quero que vocês acreditem em mim, porque o resultado vai aparecer lá na frente. Quantas reuniões nós fizemos com as bancadas inteiras e não só com líderes, para que todo mundo soubesse o que a gente estava fazendo? Olha, aposta nisso que nós vamos universalizar o saneamento. Aposta nisso, aposta na desvinculação de receita, porque com a desvinculação de receita eu vou criar a tabela suíça paulista e eu vou fazer muito mais cirurgia do que eu faço.

Você vai ser sócio dessa entrega. E os parlamentares acreditaram nisso. O que vai acontecer? Eu tenho certeza que dos parlamentares que nós temos, a taxa de sucesso, a taxa de volta vai ser grande. Eles vão se reeleger, porque eles participaram de todos os sucessos e as entregas do governo do Estado. Então, acho que a gente vai ter aí um grande êxito, uma grande taxa de sucesso em função dessa participação. Eles entenderam...

como é importante a gente focar no cidadão e focar no resultado. Então, é uma forma nova. E aí é uma questão de, vamos dizer, de mudança de cultura. Nós conseguimos fazer essa mudança de cultura aqui em São Paulo. E não aceitar determinadas coisas. Sabe quantas vezes teve reunião com o Vorcar aqui em São Paulo?

Nenhuma. Aí, qual foi o investimento que o Fundo de Pensão de São Paulo, que a Prevcom ou a SP Prev fez em CDBs do Master? Zero. Nenhum. Então, a gente está absolutamente tranquilo com relação a isso, e isso não tem preço. E a gente não pode transigir com determinadas coisas. Eu era aluno do IME, e uma vez eu assisti a uma palestra com um aluno de graduação. E essa palestra foi do Antônio Hermínio de Moraes.

Muitos anos atrás. E ele disse uma coisa que nunca mais saiu da minha cabeça. Ele disse o seguinte. O clube da corrupção te quer de sócio. E uma vez sócio, sempre sócio. Então você não pode se tornar sócio do clube da corrupção. E como uma governadora, essa questão da cultura, de mudarem a cultura aqui em São Paulo, vocês conseguiram perfeitamente. Porque o povo já gosta tanto do senhor que nem sabe mais, nem liga mais com o senhor carioca.

O que eu queria perguntar é o seguinte, a questão da tecnologia serviço da segurança, isso realmente foi uma revolução aqui em São Paulo, deu super certo e tudo mais. Só que às vezes, nas ruas a gente passa, e policiais mesmo vêm falar com a gente, e falam assim, pô, pede para o governador, ou pede para qualquer político dar uma força para a gente, porque as delegacias estão meio mais ou menos, pessoal que fez, sei lá, concurso, não foi chamado ainda, essas coisas todas. E que levou...

Ou o próprio Notídubook. É, então, tem que levar até o próprio café. Num curto espaço de tempo, o que a gente tem aí de benefícios ou melhorias para os policiais? Veja, é uma questão que é paulatina, né? A gente tem que ter um pouco de paciência. Observe o seguinte, a gente reformou mais de 200 delegacias. Eu consigo reformar todas?

Não, ao mesmo tempo não. Então a gente, recentemente, a gente inaugurou um novo centro de polícia judiciária em Bauru. Inauguramos um novo EML lá. Fizemos a cidade da polícia civil em São Bernardo do Campo. Eu estou pegando algumas coisas aqui, rapidamente, que a gente fez recentemente.

Então, nós estamos fazendo, reabrindo IMLs, reabrindo delegacias. Quando eu estive agora até em Bauru, o seccional falava comigo o seguinte, olha, você não sabe o reforço que a gente teve com o pessoal, como foi importante esse oxigênio. Nós fizemos os dois maiores concursos da história da Polícia Civil.

Nós fizemos um concurso para 4.017 policiais, depois nós fizemos um concurso para 3.500 policiais. Então, são 7.517 policiais de 24 para cá, em dois concursos. A gente está fazendo um concurso para a Polícia Penal agora, 1.100 policiais. Quando a gente pega as três polícias juntas, foram 17.000 policiais incorporados até aqui. Nós temos mais 5.000 policiais em formação, que já foram aprovados em concurso e estão nas escolas de formação. Semana que vem...

Eu coloco à disposição da sociedade mais 1.014 policiais militares, soldados policiais militares, que vão terminar seu período de formação e que vão estar à disposição da sociedade. Adquirimos 4 mil viaturas. Fizemos um investimento em tecnologia.

tem um passivo que é muito grande. É óbvio que quando você vai para uma cidade, vê uma delegacia que não está legal, uma viatura que não está legal, às vezes um comando de policiamento ou um batalhão que não está legal, você fica chateado. E aí a gente precisa, obviamente, se mover na direção de arrumar a infraestrutura. Agora, é paulatino. Você quer ver uma coisa? Vou pegar as escolas.

A gente chegou aqui em São Paulo, 5.128 escolas. Sabe quantas tinham ar-condicionado? Ar-condicionado. Nove. Sabe quanto é que tem hoje? 1.100. Sabe quanto é que vai ter no final do ano? 1.500. Eu queria ter 5.128. Agora a gente está fazendo rodada por rodada, cada rodada a gente investe 400 milhões de reais. Então esse ano eu tenho 400 milhões de reais programados de investimento.

E aí eu chego às 1.500. Não consigo fazer tudo ao mesmo tempo. Então, ao longo do tempo, se a política tiver continuidade, a gente vai ter ar-condicionado nas 5.128. Centro Paula Souza estava caindo aos pedaços. Esse ano eu estou investindo 600 milhões de reais na infraestrutura do Paula Souza.

Quero investir mais. Vou ver o plano de carreira dos professores do Paula Sousa. Então, são uma série de coisas que a gente tem que fazer paulatinamente. E aí, quais são os limites? O limite sempre, a baliza é orçamentária. Então, você pega o seguinte, nós demos 20,2% de aumento para os policiais no primeiro ano de mandato, 5 em 2025, 10 esse ano, 32,5 nesses anos. Cada ponto percentual...

É uma pancada. Quanto é que custa o aumento? Custa R$ 340, R$ 350 milhões por ponto percentual. Então, quando você dá um aumento, como nós demos esse ano, de 10%, você acrescenta na sua despesa de pessoal 3,5 bi.

Então, aí a gente tem que ter a responsabilidade. Porque eu tenho que manter um patamar de despesa de pessoal também para manter o estoque de investimento que nós temos. Porque senão você quebra o Estado. Então, esse equilíbrio que nós temos que ter é de ir reforçando, de ir trazendo as melhorias, mas ao mesmo tempo não deixar o Estado padecer, não prejudicar as contas do Estado. Diz que funcionário do Estado vai ser 5 por 3.

Ele bolou agora 4x3 4x3 4x3 4x3 4x3 É 4x3 Hoje é 7x0 Não, não É 6x1

aquela turma ali é 7 por 0 é 7 por 0 o pessoal chorando, lacrimejando é 7 por 0 essa não dá nem um dia aqui é domingo ontem a gente tava trabalhando como é que é 6 por 1 não, não, eu tô dizendo lá funcionário público na CLT na CLT porque é funcionário público tem uma jornada de 40 horas

Então, mas vai mudar? Instabilidade do emprego. Não. Não muda? É o quê? 5x2? Tem a jornada de 40 horas. E tem outras jornadas que são diferentes. Tem jornada de 20, tem jornada de 40. Dependendo da função que a pessoa tem. E tem que atender o celular do Tarcês quando ele liga. Sim, liga de madrugada. Ele liga de madrugada? Que fera. Ele e o Sam. Manda mensagem. Eu lembro quando a gente foi lá, quando a gente foi lá no... Era a Inel.

O cara falou, nem chega perto do palácio. Pergunta ou fuzil? Não podia. É? É, mas com razão, né? É assim sempre. Eu tô me interessando mais em fazer a entrevista ali, ó. Pode vir amanhã. Lá turma conta. Lá turma conta. Os secretários sofrem, né? Por que que acontece? Eu dou um pouco, então...

E à noite eu vou fazendo rescaldo Inclusive eu assisto o Pânico, eu estava falando Eu assisto o Pânico todo dia, mas eu assisto à noite Eu não assisto durante o dia que não dá Agora eles já tiraram do ar Já acabou Não sei, tem que ser no Youtube Aí o que acontece É o horário que eu tenho pra assistir Senão eu não consigo assistir Vai colocar de volta Aí E eu fico vendo lá Então

fazendo o rescate das notícias, vendo o que aconteceu no dia. Toda vez que aparece alguma coisa, eu mando para o secretário. Isso aqui, aconteceu tal coisa. Toma providência, etc. Vamos ver isso aqui. Amanhã eu quero uma resposta disso. Me vê o que aconteceu aqui. E às vezes eu mando a mensagem uma hora da manhã, duas horas da manhã, três horas da manhã. Então eu estou mandando e aí a turma vai me respondendo também. Não necessariamente na hora que eu mando, às vezes de manhã.

Tem secretários que não dormem também, que aí já me respondem na hora. O Tarcísio Neymar está bichado?

É isso que a gente quer saber agora. É, você que sabe. Quer ser todo o resto. Não, ele viu a panturrilha do Neymar. Ele mexeu na panturrilha. E o Neymar, você não mexeu na panturrilha. Que obra que você vai fazer ali pra arrumar? Ele alongou o Neymar. Eu vou orar pelo Neymar. Porque também eu acho assim... Aliás, uma coisa interessante. Eu tenho andado bastante e toda vez que ando eu converso com a garotada, né? E aí eu pergunto assim, quem vai ser campeão esse ano?

Quem vai ganhar? O pessoal, Neymar. Eles não falam nem Brasil. É, mas é isso. Não falam Brasil. Eles falam Neymar.

Aliás, vocês viram ontem o jogo do Panamá? Quando acabou o jogo? Tirando foto os jogadores. O Neymar ficou ali. Ele foi lá pra tirar foto. E aí é o seguinte, o que eu penso? O Neymar é gênio. Gênio. O gênio pode decidir uma partida numa fração de segundo. O gênio numa bola decide uma partida. Então é o cara que você tem que ter no grupo.

Se vai jogar os 90 minutos, se vai entrar com o titular, se não vai, se vai entrar no meio do segundo tempo, quando a gasolina do time adversário baixar. É um cara que, às vezes, num lance, ele resolve uma partida. Então, eu não abriria a mão do Neymar, não. Ô, Tarcísio, obrigado por você ter vindo aqui. Você sabe que a gente gosta de bater um papo com você, sempre é gostoso. Vai ter almoço andando antes depois? Vamos lá de ir, lógico, por que não?

O Sami vai pagar hoje. Hoje é. O Sami paga. Hoje é open. É buffet à vontade. O Instagram do Tarcísio.

É Tarcísio GDF Tudo junto Tarcísio GDF Pra você seguir o governador Obrigado viu Tarcísio Valeu gente, sempre um prazer estar aqui Vamos lá Reginaldinho Faz um break

Quem quiser também se fuder também, né? O Instagram fala, ah, você tem que fazer tantos posts. Não, meu amor, você tem que fazer uma fofoca da Virgínia. Percebi que parece uma galinha a risada dela, né?

Limita o pica-pau? Quase fora. Tá sabendo da última? No vale peidar a faró. Isso não é um talk show. Amanhã, às dez e meia da noite, na Jovem Pan. Não vá pra cama sem mim. Qual é a tua bomba, meu irmão?

A desnutrição, as epidemias e os desastres naturais não escolhem hora nem lugar. Por isso, neste exato momento, as equipes de Médicos Sem Fronteiras estão salvando vidas nos cantos mais esquecidos do mundo.

As crianças menores de 5 anos são as mais frágeis. Nessa faixa etária, só de desnutrição, milhões morrem por ano. Por isso nós estamos aqui, salvando vidas. Seja doador de Médicos Sem Fronteiras. Com apenas R$ 1,50 por dia, R$ 45 por mês, você nos ajuda nos atendimentos médicos, a realizar partos e fazer campanhas de vacinação.

Com a contribuição de cada doador, Médicos Sem Fronteiras vacina por ano milhões de pessoas. Nós não precisamos de muito para salvar vidas. Mas se você nos ajudar, nós fazemos a nossa parte. Seja doador de Médicos Sem Fronteiras. Acesse agora doi.msf.org.br ou ligue para 0800-941-0808. Médicos Sem Fronteiras. Precisamos de você para salvar vidas.

Atenção, torcida 50+, Nessa época de tanta emoção, eu fui convocado para dar um recado a você, 50+, Cuida bem do seu coração, do seu e da sua família que vai torcer junto. Ainda bem que agora você pode contar com o meu mais, os cuidados premiados na família brasileira. Tem consultas médicas no precinho, cashback e sorteios mensais de até 50 mil. Abra já sua conta no mercantil para cuidar melhor do seu dinheiro e da sua saúde.

Comunicar vai além de falar. É marcar presença onde o seu público está. Textos, vídeos, posts e relatórios. Dezenas de canais exigindo presença, consistência e velocidade. É por isso que criamos a Samp. Um ecossistema de inteligência artificial que entende, cria e publica conteúdo com velocidade e consistência. Onde quer que o seu público esteja. De PDFs a notícias, de textos a voz, de ideias a impacto. Samp. Conteúdo inteligente para o seu negócio.

O debate que move o Brasil passa por aqui. Você escolhe o lado. A gente mostra os três em um. De segunda a sexta, às quatro da tarde, na Jovem Pan. De volta! Voltemos! O pânico voltou! De volta!

voltou. Amanhã quem é? Amanhã presença ilustre, hein? Amanhã você viu quem é amanhã? Marcelo Marcelo Andrade, Marcelo Andrade quem é? Marcelo Andrade, historiador. Professor. Sim, professor. Top. Amanhã é outra aula, hein? Hoje tivemos uma aula aqui com o nosso governador amanhã é outra aula. Boa. Tchau, pessoal. Até amanhã. Tchau, pessoal. Fiquem com Deus. Mas já terminou?

Tchau, tchau.

A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação. Realização Jovem Pan

Governador Tarcísio de Freitas | Castnews Index — Castnews Index