Jess Peixoto e Felippe Monteiro (Pepe)
Um embate explosivo na bancada do Pânico desta quarta-feira (05)! A campeã de debate Jess Peixoto e o analista Felippe Monteiro (Pepe) saem na mão verbalmente para discutir por que o brasileiro trabalha só pra pagar juros, a facada no bolso no supermercado e se o tarifaço de Trump vai quebrar o país. O papo esquentou e sobrou pra todo mundo! Assista agora à íntegra antes que a censura derrube o vídeo!
Emílio Surita
Felippe Monteiro
Fuzil
Hortência
Jadson
N-acetilcisteína
Pilhado
Professor Samidana
Ricardo Portolan
Rogério Morgado
Vinícius
- Projeção da economia brasileira· EconomiaGasto público·Inflação·Taxa de juros·Poder de compra·Paulo Guedes·Lei Rouanet·Meio de Campo·Boninho
- Mobilidade Urbana Sustentável· Meio AmbienteInteligência artificial·Descarbonização·Marco Polo·Latibus·Transporte coletivo
- Voto Feminino· PoliticaRacionalidade no voto·Corrupção de eleitores·Pesquisa eleitoral
- Bullying e inclusão socialMaturidade·Intimidade·Pernambuco
- NAC (N-acetilcisteína)Radicais livres·Fígado·Sistema respiratório·MBL
- Google Earth· TecnologiaInteligência artificial generativa·Governança de produto·Google·Washington Post
- Autismo e Isenção de ImpostosTranstorno do Espectro Autista (TEA)·PCD (Pessoa com Deficiência)·Congresso Nacional
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Humor reiniciado. Modo pânico ativado. No feed da vida só filtro e like. O mundo tá sério, quadrado demais, mas o pânico vem e ri por trás.
Ah, Zé da Manga!
AIA escreve, humano copia, o algoritmo manda e a galera obedece. Mas calma, respira, dá risada, confia que o erro é que faz o sucesso. É o bug do sistema, glitch de humor, um reboot na graça, reinicia o amor enquanto vive, me tenta travar. O Pânico vem para desinstalar. Meus desesperados moderados, tudo bem com vocês? Estamos de volta aqui, mais um apedrejado programa Pânico pelas imponentes plataformas da Jovem Pan. Sejam bem-vindos ao programa mais dispensado que embaixadora desavisada.
Hoje é dia da boa e velha mesa branca de Ratinho, com convidado clássico, Doutor Enéas Carneiro. Fala, Emílio, é aqui, ô seu mal-acabado! Muito bem preparado! Oi, Emílio, esse velho é boa pinta! Que velho bonito esse menino, hein? Puta que lavaram! Oi, Esse mundo tá perdido, todo mundo fazendo essa demonização facial, botox, preenchimento das bênçãos, né? O Estênio Garcia tá parecendo que tomou as tamancadas na fuça, ele tá mais torto que quadro do Romero Brito, é coisa de louco.
Mas quem vai falar é o Elcio Barba de Vassoura, o Doutor Enéas Carneiro. Vai, ô tinhoso velho, agora sim, vai para lá!
Boa tarde, muito obrigado, seu nariz de anta.
Como médico estudioso da raça humana, vejo tal demonização facial como uma funilaria que deu muito errado.
O procedimento na face nada mais é do que enfiar a cara numa casa de marimbondo. Você sai com o rosto mais inchado que o tornozelo de César Menotti. Vendo harmonização de Eduardo Costa, se colocar um boné azul nele, vira uma caixa d'água. A Gretchen virou um Tiranossauro Rex e a Luísa Sonza está a cara do Lion Man. Chega de tanta bobagem! Meu nome é Neias e meu pirulito doce mede 56.
É com você, Emílio. Muito bem, muito bem. Agora vamos à agenda dele, senhoras e senhores. É o melhor stand-up comedy do Brasil. No meio ele é conhecido. Ah, em Nova York também, sabe como? Em Nova York, a estátua da obesidade é o nosso Rogério Morgado. Ele já é morgadíssimo. Sou eu, Rocomboli, toda quarta. E hoje tem últimos ingressos para você de São Paulo curtir hoje o show do Morgadão lá no My Fucking Comedy Club, a melhor casa de comédia de São Paulo, com melhores smash burger.
É sensacional e o show está incrível. Morgadão hoje então, clubedoingresso.com, toda quarta-feira. Você sabe muito bem, mas não custa lembrar. Então entra lá que até o final de setembro os ingressos já estão à venda. clubedoingresso.com. Sexta-feira agora, show do Morgado no Rio Grande do Sul, Canoas. Estamos chegando lá no Boteco Comedy Club também, os últimos ingressos para você adquirir, porque o show tá sensacional. Faz tempo que eu não vou aí para Canoas.
Então entra lá no simpla.com.br e adquira o seu ingresso, tá certo? No dia 8, sabadão agora, É Novo Hamburgo, também no Boteco Comedy, simpla.com.br. E domingo em Bento Gonçalves, a terra sensacional, lugar bacana, Bento Gonçalves, né? Já todos estivemos lá e é um lugar muito bacana. Presidente do Rio Grande do Sul, é Rio Grande do Sul, eu sou do Sul. Bento Gonçalves então é no Domingão, no dia 9, simpla.com.br. Para galera de Santo André, no Hilários, é o ticketnamao.com.br.
E como eu falei aqui e vou lembrar 4 anos que eu não vou para Brasília e nem para Goiânia, e eu estou voltando no dia 15 de agosto. Show de Rogério Morgado aí em Brasília, simpla.com.br. No dia 16 em Goiânia, você compra também no simpla.com.br. Quer patrocinar o Show do Morgadão? Eu vou falar algumas cidades aqui que ainda tem cotas abertas para você patrocinar o show. Manda email para contato@rogeriomorgado.com.br. Cidades de Americana, Curitiba, Joinville, Tem também Ribeirão Preto, Bauru e Londrina.
Essas cidades, Morgadão tá chegando aí. Já tem venda aberta para Americana, Curitiba, Joinville. Entra lá no @rogeriomorgado, tem todo caminho. Mas você quer patrocinar, colocar sua marca junto com Morgadão? Que alegria, Boni! Faz isso também, Boni. Manda um email para contato@rogeriomorgado.com.br. Que alegria, Emílio!
Que demais!
Muito bem. E o nosso querido Fabito Gueré, onde você vai estar, meu querido?
Na belíssima Guarulhos. Sexta-feira, Guarulhos, tô chegando aí, um show comedy. Bora lá, bilheteriaexpress.com.br, adquire o seu para curtir esse showzão maluco na sexta-feira. Me segue lá também, @fabiogueret, tem mais informações. Dia 22 tem show em Mogi das Cruzes, lá no Rara Rousey, casa muito bacana também. Então entra lá, @fabiogueret, informações bonitinhas, compra seu ingresso e bora curtir um showzão. Muito Muito obrigado, Emílio.
É isso aí, Bichovski. Muito bem, muita gente aqui, ó. Tiago Figueiredo tá aqui com a gente. Onde fica? Casal Celeste, torcedor do Cruzeiro, Belo Horizonte. Um abraço, Casal Celeste. Isaura Franco de Ibiúna. Muita gente aqui nos acompanhando nas plataformas. Muito obrigado pela sua audiência. E agora chegou o momento de homenagear quem adora assistir a gente na TV do motel enquanto faz um frila sem nota.
É, amigão, 12 horas 6 minutos.
Chegou o momento de nossa audiência, a majestade.
A majestade de hoje tem um pezinho em Portugal, mas vem da Zona Leste de São Paulo. O gajo é um baita empresário e um desquitado feliz. O cara ainda curte cozinhar e assistir ao nosso Pânico.
Palmas para Marcelo Portuga! Marcelo Portuga! Agora volta para sua terra. Grande momento, belo bigode, bonitinho. Eu não entendi o desquitado feliz, é um agracejo que você faz?
A gente tem uma parceria com o roteirista Fábio Gorel, onde ele coloca o humor no texto, eu interpreto este texto que ele me manda.
E por mim, às vezes eu pego as informações que eles mandam para gente. Eu não entendi. Tem que saber se ele tá feliz, gente, claro. Tô feliz demais, pá.
É melhor desquitado solteiro do que casado, pá.
Já foi duas vezes, não vai ter a terceira, pá.
Casado é um problema, já passou a Agora, que nem diz o meu pai, a terceira vez é burrice, pai.
Então, muito bem. Esse é o Marcelo Portuga. E que apito você toca, Marcelo? Qual é a sua, bicho?
Qual que é a sua função na banda?
A minha função é trabalhar e cozinhar, entendeu? Tem um restaurante. Tem um restaurante onde?
No Tatuapé.
No nosso querido Tatuapé. Como é que chama o restaurante?
Santo Portuga, pá. O Santo eu não sei quem é, o Portuga sou eu.
Não, até agora tô tentando descobrir quem é o Santo, pá. Ah, o Santo Portugaio, oportunidade para você. E qual é o prato, o menu, o seu famoso lá no Santo Portugaio?
Ah, não podia fugir da minha raça, é bacalhau mesmo.
Bacalhau, aquele bacalhau tradicional, frutos do mar, mas o forte é batata aos murros. Batatas aos murros, tem uma feijuca diferente, meu, bem capixá, viu?
Boa.
Comida farta, gostoso, meu, é muito bom. Inclusive o Bola, Marcos, bonitinho, mas vou lá comer o dinheirinho. Bolinha é meu cliente, bonitinho, comeu o dinheirinho, mas o bacalhau dele é foda, uma puta bacalhau. O Bola é bom, é aquele bola gordo antigo, bola de papai, o Bonachão. O bola de papai era fofo, agora tá um bola murcho, tatuado, um bola triste.
Um beijo para o Bola, querido Marcos.
Boleta.
Era freguês lá então? Cliente da gente, pá, desde a época do papai, pá, não, que ele morava lá no Tatoapé. Agora não tá mais, mas de vez em quando, quando ele vai para o Tatoapé, vai lá. Essa época, se ele te contar, ele chora. Não conta, é melhor esquecer.
O bacalhau que ele comia era outro.
Tem muitas histórias, mas o Marcelo é mais bonito, viu? Muito bem, mas aproveitar e mandar um grande abraço para o nosso querido Bola também. Muita saudade do Boleta, muita saudade do Boleta.
Boleta tá bem lá, tá Carioca, Ticaracatica.
Opa, delícia!
Vou dar um abraço. Eu trouxe um presentinho. Opa, muito obrigado por tudo. Trouxe para todos.
Olha, trouxe o primeiro a levar a rola. Você, você, pá.
Olha aí, o famoso rola.
O primeiro a levar a rola és tu, depois os outros.
Esse é lá do Douro.
Essa é uma rola boa, hein?
É grossa.
Agora eu vou falar um negócio para você.
Pode falar.
Onde se come bem em Portugal, né?
O lugar para ter.
Qualquer lugarzinho que você for lá, come muito bem, cozinha muito bem, viu? É uma cozinha maravilhosa. Vai para lá, volta sempre muito mais gordo. É isso aí. Pô, obrigado. E fica o convite aqui para você conhecer o Santo Portuga dessa simpatia, que é o Marcelo. Tá aí o Marcelo, Marcelo Portuga 71, o endereço para você se comunicar com ele. Quer participar do nosso programa? Entra aí na audienciamajestade@jovempan.com. Posso dar uma dica, Emílio? Claro, claro.
Quem for no Santo Portuga falar que viu eu aqui no programa, assistiu o Pânico, vai ganhar um chopp.
Opa, aí sim, promoção! É isso, vai chegar lá, falar, vi o programa, viu o Portuga, vai ganhar um chopp. Vou lá só por conta sua. Valeu, obrigado, obrigado a vocês. Dito isso, chegou o momento de falarmos de filmes, séries, fofocas da web. As Quentinhas do Heuberdir, do RD1. Heuberdir tinha a ideia de fazer as quentinhas.
Ele propôs o quadro esquentando a gente.
Quentinhas do RD1, Heuberdir 1.
O Heuber tá até triste.
Vamos agora fazer o programa com ele, o nosso Albeta. Roda a vinheta, por favor.
Boa tarde, boa tarde, Emílio!
Boa tarde, Daniel!
Boa tarde, amigos do Pânico!
Vamos lá, vamos, seguinte, se inscreva lá no canal da Linhagem Geek. Hoje vocês podem ver que eu estou com sorriso no rosto, né? Sorriso no rosto hoje é simples, é só hoje, né? Mas vamos lá, o negócio foi louco mesmo, foi, foi. Nós temos aí tudo bem documentado aqui, todas as tretas possíveis. Aliás, Falando em treta, temos uma treta, Emílio. Temos uma treta, exatamente, temos uma treta envolvendo um colega nosso aqui de casa.
Olá, colega! Nosso querido Pilhado. Nosso querido Pilhado, o Pilhado, ele é um cara que tem, ele tem coragem para dizer o que pensa na internet.
Tem uma coisa, diga lá. Tá lambendo o Neymar, como eu nunca vi.
Nossa Senhora, a mulher do Neymar tá com inveja.
Porque aqui nesse programa fala mal, aqui nesse programa fala mal.
Meteu pau.
Isso, não sei se vocês se lembram, não vou pegar o arquivo.
Exato, que obra que faz isso para não comprometer.
Vou fazer igual você, é feio, é bem feio você pegar arquivo antigo e pôr na cara. É o Sultani que faz isso aí. Mas, mas Ele falava o seguinte, o quê? Em um ano, um ano do outro jogador lá do Brasil, do Vini, tentaram fazer o Vini o novo Neymar.
Perfeito.
E ele era um dos que estava tentando fazer do Vini emplacar, emplacar o Vini. Aí ele falava o seguinte, hoje o Vini, o Neymar não é mais nada.
Ele fala isso, é verdade.
Só que estava lambendo. Neymar não tava, pode puxar o saco, mas não pode puxar tanto assim.
Pilhado dizia que O filhado fala que a carreira do Vini Jr. no Internacional é melhor do que a do Neymar.
Isso é isso aí, eu só não vou esquecer, perdeu para Virgínia.
Porém, pilhado está sendo atacado por um, é, eu uso atacado porque eu uso a mesma semântica de todos os veículos de comunicação. Então se uns usam, eu também posso usar, pela nossa queridíssima Zuzu, Revista Veja.
Nossa gente, nossa gente, não acredito, gente!
Você pode ler, meu querido Paulo Vieira.
Nossa, a Veja diz aqui, ó, ex-Globo, nem fala de onde ele é, nem o nome dele, fala ex-Globo apresenta leilão de Neymar em meio a bajulação sem fim. Nossa, que puxa-saco, que eu acho isso tão feio. Vocês sabem que o consórcio não gosta muito da gente, então você vê que ele não é nem citado participante da Jovem Pan. Não, nem isso, ele saiu da Globo tem 20 anos, não tem nem nome, faz o maior sucesso. É primeiro lugar no esporte na Jovem Pan, o Pilhado.
Primeiro lugar, não sai um nada da Jovem Pan, é ex-Globo só, ex-Globo. Outro dia eu tava vendo uma notícia também que saiu do Pânico, que a gente tá ganhando na audiência, né, tá ganhando da Globo, certo? Aí saiu assim: a Globo está tão mal, mas tão mal, do Pânico. Porra, até em decadência.
A gente não tem mérito nenhum. Zero, zero, zero mérito do outro, né? Só faltou colocar ex-Band.
Então quer dizer, a gente não tem nenhum mérito, o cara não dá uma força, tem nada de positivo. É sensacional, é sensacional o que a gente fez, velho.
É incrível isso, né? Porém, Emílio, como um bom sindicalista que sou da empresa, coletivista, temos uma exclusiva do nosso querido Tiago Asmado, querido pilhado, a respeito desse caso aí da Veja. Já que ele não foi citado ali pela matéria, aqui será, aqui será, e terá o seu, seu, a sua resposta. Por favor, meu querido Bernardinho.
Fala, galera do Pânico, que honra tá participando com vocês. E agora para falar dessa manchetezinha, sei lá o que que é inclusive, né, que eu nem sei mais o que que é a Sendo muito sincero, a Veja já foi uma grande revista, né? Só que aí revista acabou, né, na era digital.
E hoje em dia eu nem sei o que que é a Veja.
Eu acho que pouca gente inclusive conhece a Veja hoje em dia. Inclusive essa postagem eu tava vendo, né, que coisa ridícula, tava com 48 likes quando eu fui ver. Gente, é de dar até pena. Parece foto da minha mãe que ela posta, 48 amigas dela dão um likezinho. Então é constrangedor, né? Eu sei que eu sou visto aí com muitos maus olhos por essa imprensa, que eu inclusive não respeito em nada. Eu acho que o trabalho da imprensa hoje em dia é muito fajuta.
Até por isso eles não me aturam, porque é politizado, é, perdeu muito da credibilidade. Aí soltam essa notinha aí que vocês mostraram, né? Ex-Globo, eles nem citam meu nome, ex-Globo apresenta leilão do Neymar em meio a bajulações de Enfim, então o que que eles tentam fazer nessa postagem? Primeiro, me chamar de bajulador do Neymar. E segundo, nem falar meu nome porque, ah, esse cara aí é só ex-Globo. Então eu só queria dizer uma coisa: quanto mais eu incomodo essa imprensa tradicional, mais eu fico realizado.
Porque se eu tô do lado contrário a essa imprensa que passou a ser vergonha pra grande parte do povo brasileiro, eu tô feliz. Ao contrário deles, que muitas vezes são bajuladores de políticos, são bajuladores de artistas que jogam contra o Brasil, completamente, pode me chamar de bajulador, porque eu bajulo mesmo. Um cara que é ídolo nacional, um cara que passou a ser reconhecido mundialmente e querido mundialmente, e um cara que ajuda 10 mil pessoas com esse instituto.
Ele ajuda 3 mil crianças e 10 mil pessoas, porque envolve as famílias também. Ele já investiu R$200 milhões nesse instituto em 11 anos. Agora, isso eles não falam, né? Veja desmerece o meu trabalho, se globo.com desmerece meu trabalho, e companhia, eu tô feliz. Eu sei que eu tô do lado certo. Que prazer tá falando com vocês. Quero muito participar de novo, tá aí com vocês. Sinto saudade mesmo. É uma das coisas que eu sinto saudade em São Paulo. Vocês sabem que eu amo o Rio, mas isso eu sinto saudade. E tamo junto.
É, ele tá mandando.
E ele é o seguinte, como é que é?
Ele trabalha do lugar que ele quiser na praia. Você viu que ele tá com essa parede, tijolinho, esse eco?
Ele tá numa churrascaria.
Aí é o resort que ele mandou, uma churrascaria.
Ele está comendo um rodízio no Macho Vasco. Aí ele fala: não, onde é o Pilhado? Chama o Pilhado. Onde é que ele tá? Ah, não sei. Ele liga a câmera e faz o programa lá do fogo de chão.
Que o cara tava puxando o saco do outro até—
não, que era num vídeo dele, direito de resposta. Olha lá onde ele tá, ó.
Ó, o Bumosi, ó a escala 6x1 aí, ó.
Isso é o Pilhado. Isso aí é vídeo que entrou no ar. Obrigado. Ó, aí de Piperno, por que que você acha que a bicha tá com inveja de você?
Não é só o cara no mar de Miami, né?
Muito bem, vamos lá.
Exatamente, Emílio. E só para puxar um pouquinho da sardinha, né, que alguns torcedores pejorativamente pegam isso como o nome do Santos. Tivemos ontem um jogo do Santos, né? Falando do Santos, falando do Neymar aí, do Pilhado, eu separei dois videozinhos só para, é, para mostrar, e pela minha alegria, que a torcida do Remo ficou triste com o Neymar por algumas coisas, né? Xingaram ele desde o começo. Só que é o seguinte, o futebol tem aquela máxima, né?
Você xinga, só que aí quando você xinga o cara que resolve, aí você tem que aceitar a zoeira. E aí nós temos até o rapaz, acho que é o Veloso, que faz a leitura labial. Porque seguinte, Delari, o Neymar tava saindo depois do jogo, e aí o torcedor estava com a mulher ao lado xingando o Neymar. Por favor, Bernardo.
O Neymar pegou a mulher dele. Beijinho para ela, para ela, para sua mulher, para sua mulher, é para sua mulher, é para sua mulher.
Ó, vem aqui embaixo, pode vir. Parece eu bêbado na balada.
E aí nós tivemos aquela treta no final da zona mista que viralizou, né?
Querendo engravidar do Neymar.
Olha lá, viralizou.
Ué, isso é futebol, irmão, é futebol.
Não, mas não é, você sabe Você sabe por que as pessoas ficam bravas? Pelo seguinte: primeiro, você até vê lá na festa, fez uma puta festa, aí tinha o jogo do Remo.
Isso.
O Remo, você sabe que o Remo é o Remo.
Sim, é o leão, não precisa falar.
É o Remo, é o Remo. Que era na Copa do Brasil. Sim. Aí ficaram enchendo o saco do Neymar.
Ah, Neymar não vai, Neymar vai na festa, não vai no jogo, não vai no jogo.
Aí ele pegou o jatinho dele aqui, foi pra lá.
Chegou mais rápido que antes.
O time foi de TAM lá, fica no aeroporto, 3 pés, vamos fazer check-in. Aquele puta saco pegou o jatinho dele aqui, pá, foi para lá, 3 paradinhas, desceu, sentou no banco, entrou, deu 4 toques, resolveu o jogo e voltou no jatinho. Então essas coisas o brasileiro odeia, não aguenta.
Não, não é difícil de aguentar, né? Você fala, meu cara, posso falar uma coisa?
A tristeza dessa mulher, do Neymar mandando beijo para ela, e ela louca para vir ficar com Neymar e o marido não deixando. É isso aí, é isso que acontece no futebol. Agora, indo obviamente para a nossa queridíssima cultura pop, o Sami, você, eu não sei se você lembra, mas o nosso querido Martin Scorsese, ou Scorsese, ele disse que os filmes de super-herói não deveriam ser valorizados. Aí isso gerou, né, todo mundo tá, é todo, mas tem muita gente que concorda com o Scorsese falando que o filme de super-herói não devia ter tanto esse sucesso, que ele não entende porque tem esse sucesso, porque tem outros filmes que deveriam ser melhor publicados e melhor produzidos.
E o Robert Downey Jr., que é a grande estrela da Marvel, né, desde 2008, Robert Downey Jr., e ele volta né, para Marvel. Ele deu uma entrevista e respondeu o nosso querido Martin Scorsese. Ele tava num podcast e ele falou que respeita muito a opinião do Scorsese, que ele não imaginava que os filmes de super-herói se tornariam, é. E aí ele fala que o Scorsese poderia tentar assistir algum filme e honestamente ele poderia mudar de ideia.
Mas o Robert Downey Jr. foi muito, mas muito, muito educado com o Martin Scorsese. Ele tá por cima da carne seca, como diria o ditado popular, vai ganhar porcentagem, vai ganhar porcentagem de bilheteria, é o grande protagonista do Vingadores que vai sair em dezembro. Então o Robert Downey Jr. foi muito educado e diz que respeita. E ele fala que precisa— é o Scorsese. E ele fala que que realmente nós precisamos de todas as diferentes perspectivas para podermos chegar ao centro.
Eu acho que nenhum ator gosta de fazer filme de super-herói, nenhum. Só pela grana? Nenhum ator quer se vestir de palhaço, colocar uma roupa, uma cueca por cima da cama. Era o Homem Cueca. Não tem, não, não, não. Eles odeiam.
Não, filme não, mas eles odeiam. Coadjuvante teve o Heath Ledger. Fala, o cara botar uma roupa dessa, provavelmente Fala, puta, que que eu fiz?
Que besteira que eu fiz!
Não vale o cachê.
Mas aí ele faz o que você faz, ele conta, abre a mala e conta os negócios. É dinheiro, cachê, pô.
Não, é muito alto.
Pior é o cara que põe essa roupa no aniversário.
Mas que é ruim, é ruim.
Você acha que é ruim? Então tem essa discussão do ator querer ser mais essa parte artística e eles consideram essa parte do super-herói.
Ó, vai lá, vai lá.
Que é isso, menino?
Olha só, o do Superman, berinjela.
Bonito você ir assim, não é?
Você acha que o cara tá feliz?
Tem que votar assim, ó, Alba. O cara tá com essa roupa, não dá nenhum respeito, não passa credibilidade, né?
Você perde o respeito total, total na sua vida. É bom, você não deve estar aí assim no banco, porra, fazer uma reunião com gerente. Ninguém gosta.
É por isso que ninguém transa depois de festa fantasia.
Posso falar? O Scorsese tá certo. O Scorsese tem razão, a gente não pode, a gente não pode passar dos limites.
Aí eu gostaria de fazer um pedido para você, Miriam, depois que sair no streaming, de você assistir o novo Homem-Aranha. Eu queria a sua perspectiva do novo Homem-Aranha. Mas como aqui nós temos várias notícias, uma curiosidade é que o Ben Affleck, né, é o grande ator, fez o Batman, fez vários, vários filmes. O Ben Ben Affleck, ele venceu o Quem Quer Ser Milionário, né, o prêmio de 1 milhão de dólares. Ele acabou vencendo o concurso, foi bem, bem curioso, né, foi uma edição diferente, né, que ele tava é para caridade, mas ele acabou vencendo aí, ganhou 1 milhão de dólares que eles vão, fizeram o show ali para doar para caridade, para uma ONG ali no Congo.
Isso acabou sendo uma curiosidade ali que o Ben Affleck foi um e acabou vencendo ali a competição, ganhando 1 bilhão de dólares.
Boa! É isso aí, Bichovski, fechou?
Fechou, Emelião.
Então agora eu vou fazer um merchanzito sensacional, porque é o seguinte, é o seguinte: já imaginou você? É, você já imaginou você e mais um acompanhante viajando para as Ilhas Um verdadeiro paraíso no coração do Pacífico? Sim, isso pode acontecer. É a promoção com você em cada jornada de Multimix Pastilhas, porque Multimix cuida da sua voz em todas as jornadas: no trabalho, naquele dia de jogo com os amigos, ou até no karaokê.
Ele tem um exclusivo mix, são 10 ervas, ajuda a acalmar e lubrificar a garganta com delicioso sabor limão-menta. E o melhor, sem açúcar.
Olha, e para participar da promoção é muito fácil: comprou Multimix, cadastrou em promomultimix.com.br e já tá concorrendo uma viagem para Ilhas Fiji, como você disse aqui, com acompanhante. E tem mais, todos os dias sorteio de par de ingressos para assistir o filme Moana live action.
Então entendeu? Ó, e todo mês tem sorteios de malas de viagens exclusivas. Quanto mais Multimix você compra, mais chances tem de ganhar. Mas corre, porque a promoção é válida só até dia 31 de agosto, é só esse mês, tá legal? Então não perca essa oportunidade. Comprou o Multimix, cadastrou em promomultimix.com.br, concorreu, ganhou Moana da Disney, hoje no cinema.
Que beleza!
Vamos aproveitar, tem que ter tudo disso aqui, viu, galera? Ajuda demais! O Samidana estava zoado. E eu vou oferecer.
Muito bem, lubrificar a garganta.
Bora lubrificar o gordão, dá para o gordão lá, senão o gordão fica bravo.
6 meses com a garganta.
Gordão fica bravo.
Eu fico.
Se tiver docinho, a bala de lasanha. Opa, segura aqui, ele vai por dentro do pastel de Santa Clara. É isso aí, muito bem. Dito isso, dito isso, eu vou fazer um break para o Reginaldo agora. Reginaldo, breakzinho. Avatar: Fire and Ash is now streaming on Disney Plus. It's the film critics are calling the best Avatar yet. Go, go, go, go! A true epic and completely jaw-dropping. This is the only pure thing in this world. Return to Pandora on Disney Plus.
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And watch the Oscar-winning phenomenon at home. This is sick! Avatar: Fire and Ash, now streaming on Disney Plus, rated PG-13. E agora eu vou chamá-lo nas ruas de São Paulo. Chegou a hora dele, o repórter mais fiscalizador da TV nacional, o imperador de Taipas. Aí está ele, de perto feio, de longe mais feio ainda. Fuzil, o herói do Brasil.
Salve, salve, coleguinhas! Enquanto o Niltinho passeia pela Avenida Paulista, que a gente tanto ama e a gente e doar 3 milhões. Hoje a pauta, a gente vai envolver uma coisa muito legal. Para alguns é uma vida, como por exemplo para mim. Graças a ele eu sou o que sou e ganhei esses milhões e essa fortuna que todos sabem. Mas nós vamos falar de apelido, porque tem muita gente que não gosta de apelido, tem muita gente que detesta ser chamado ou que criam o apelido da pessoa.
Então a gente quer abordar as pessoas no momento aqui, o consulado italiano Tá vendo, ó? Todo mundo querendo meter o pé. Errado não estão, né? Não podemos. Quando é só passaporte ou quer meter o pé? Só passaporte ou meter o pé?
É só passaporte.
É passaporte ou meter o pé? Tá vendo? Bobo não são, né? Mas o negócio é o seguinte, Emilião, vamos falar de apelido. Então a gente quer saber se as pessoas consideram o apelido um bullying, uma coisa agressiva, ou já faz parte do nome, já vira um nome composto. Essa será a pauta hoje, apelido uma coisa sadia, uma coisa carinhosa ou agressiva e bullying aqui na Avenida Paulista.
Boa, é isso, é assim, com essa rapidez, com esta frigidez, eu diria, com essa, quer dizer, aquele, aquela malemolência, dinamismo. É, foi muito, muito rápido. Que que tá acontecendo? Algum problema? Aquela travoltura, nada.
Eu achei que quando não É que quando eu fui falar lá, eu achei que a gente ia estourar o tempo, por isso que eu cortei na fila, por isso que eu fui rapidinho. Mas como nós temos algum tempo, 28 graus aqui na Avenida Paulista, muito quente. Este calor está aí irritando um pouco porque a gente gosta de um tempo ameno, né? Mas 29 agora mudou, agora subiu 1 grau na temperatura, Avenida Paulista. Eu pergunto, tem apelido, por exemplo, aí? Quem tem apelido aí?
Ninguém, né?
Todos têm apelido.
Gordão, Deixa eu perguntar para você, Fuzil. Você que é bem informado, mas se ofende. Você que é bem informado, quando é que o tempo vai mudar em São Paulo? Já que hoje temos 29 graus de temperatura, parece que vai entrar uma frente fria assim de bate-pronto.
Amanhã à noite.
Amanhã à noite muda?
A partir de amanhã à noite. A partir de amanhã à noite já se prepare para o final de semana, já cancela aquela piscininha no Pitangueiro. Já cancela aquele futebol com Toninho, pico-bol ali ao ar livre, porque vai esfriar a partir de quinta-feira, sexta já saia com casaco porque vai vir essa frente fria. Não vai ser o El Niño, não vai ter aquele vendaval, não vai ser nada mais.
Outra coisa, a greve dos metroviários, quando é que encerra? Que hora vai ser a reunião hoje para ver que horário vai ser hoje?
Informações direto do gabinete Gente, tô muito por dentro do assunto. Hoje às 2 horas vão ter a reunião do sindicato. Não, às 17, às 17 de Brasília. Não, não, não, já tá resolvido, já tá resolvido, tá resolvido, já tá resolvido. Volta amanhã, tá resolvido isso aí, mas já tá resolvido. A greve acaba hoje. Não, já vai acabar hoje, já vai voltar hoje, já. A greve acaba hoje, hoje, hoje quem veio já vai voltar de trem e tal. Isso aí vai acabar porque é 2 dias de pressão, aí cede para o sindicato.
Todo mundo sai ganhando e vai acabar hoje. Fica tranquilo que hoje vocês voltam de trem para casa.
Olha só, hein, Boquinha Sindical garantiu aí. É isso aí.
Quer o dólar também?
Não precisa, eu vou chamar o animal para ver o dólar agora. Pode entrar, animal. Que entre o animal. Aí está o animal, o elefantinho. É o elefante cor-de-rosa e o dólar, Professor Samidana.
Dólar neste momento momento está sendo negociado, continua acima dos R$5,10, o que preocupa porque ele pressiona a inflação. Apesar de ter caído 0,48, ele tá sendo negociado a R$5,11.
Ruim, hein, Rodrigo Viga? Dólar caro, R$5,11. R$5,11. Que mais? Só fechou.
Estranha essa tromba do animal, hein?
Tudo bem, querido?
É isso. Como é que vocês Então estamos aí, estamos de volta aqui na programação da Jovem Pan para todo o Brasil. Você que estava na nossa rede de rádio, muito obrigado aí por sua audiência em todo o país.
Tudo bem, hoje um programa especial, teremos aqui um belo de um debate, um encontro, enfrentamento eu diria, com dois grandes nomes que são comentaristas políticos. Estou falando aqui da Jéssica Peixoto Peixoto e do nosso grande homem Francesco. Francesco Pane de Hambúrguer. O Francesco, Francesco, tá bom, Pane de Hambúrguer.
Muito bem, para você de todo o Brasil, daqui a pouquinho presença ilustre Francisco Pão de Hambúrguer, um clássico nesse programa. E Jazz Peixoto, a canhota, a canhotagem e a direitosa hoje sentadas aqui, duas pessoas muito famosas do nosso programa Morning Chat.
Opa, é um debate aí que teremos.
Não é um debate, é um embate. Tem tempo, né?
Bate-papo descontraído, opiniões diversas.
Quem janta quem.
Isso.
Agora é muito difícil ganhar da Jéssica, mesmo porque ela é campeã dos debates e nunca foi, né?
Muito bem, é isso, fechou. Então solte a vinheta, porque agora temos o Jornaleco. Resenha, resenha, resenha, resenha, resenha, resenha.
Bom, vamos lá. Agora nós temos aqui obviamente uma notícia a mais factual de todas, né, em relação ao Flávio Bolsonaro. Anunciou hoje, quarta-feira, opa, o deputado federal Alfredo Gaspar para o posto de vice em sua chapa. Floripa. Estávamos discutindo quem seria, Samidana. Todo mundo errou, hein? Todo mundo errou, inclusive eu mesmo.
Gaspar é lá do Alagoas, né? De Alagoas. É um político de Alagoas.
Alagoas. Ele foi eleito em 22, é filiado pelo PL.
Antes da política, construiu a sua carreira como promotor de justiça, foi relator dos velhinhos.
Exatamente, do INSS. Ele teve o destaque, o protagonismo Lá na CPMI do INSS, ocupou o cargo de secretário de Segurança Pública em Alagoas, como você disse aqui. E agora ele ganha notoriedade porque ele é vice do Flávio. Aí a turma que gosta de definir, né, os papéis, e porque ele é a direita puro-sangue, é afiliado ao PL, falavam tanto que precisava de uma mulher, mas teve todo, né, aquele, aquela história com a Tereza Cristina por o partido do Ciro Nogueira, preferiu ficar no meio, um pé em cada canoa.
Isso é bom demais!
Ah, sempre gostoso, né?
Tem muita gente assim que eu conheço. É lógico, eu conheço muita gente assim.
Uma caneta em cada mão, pega melhor.
É isso aí, uma hora você afunda porque o barquinho você precisa estar com os dois pés no lugar só, e agora você fica ali equilibrando. Eu sei muito bem, eu eu tenho um pé às vezes em cada canoa, eu sei muito bem, às vezes eu afundo. Você é o Uber dos negócios, eu trago negócios espetaculares aqui, alguns que são horrorosos, né? Mas vamos falar a verdade, alguns funcionam, outros não. Não dá para ganhar todas, né?
Na vida é assim, mas sou esforçado.
Às vezes a gente joga pelo empate também, pelo empatar já tá bom, né, meu irmão?
Não, quem joga pelo empate nunca ganha. Se você jogar com medo de perder, perder, você nunca ganha. É isso aí, né? E esse é o momento que você não fica tão triste.
Mas o momento da política você não pode ter esse pensamento. Ou você vai para as cabeças ou você vai ser engolido, porque sempre tem alguém que quer tomar o seu lugar.
Então, mas aí ele também, mas aí também ele tá fortalecendo o Lira lá em Alagoas.
Exatamente.
Que o Lira também é candidato ao Senado contra o Renan. Opa, eu não sei como é que tá a pesquisa lá em Alagoas. E voto de Nordeste.
Exato, isso que a gente precisava carimbar.
Você Voto de Nordeste.
Quando tem a apuração, sempre o Nordeste, né, ele acaba balizando os votos do Nordeste.
Vamos ver, a turma vem ao Sudeste, quem tá ganhando para senador em São Paulo?
Olha lá, isso é uma coisa boa.
Alfredo Gaspar tava com 40,4% na última pesquisa, Arthur Lira 39,8% e Renan com 36,4%. Essa pesquisa Ela é da Paraná Pesquisas e foi divulgado no dia 3 de julho. Então esse é o último cenário que tem, né?
Agora, obviamente, bom, é voto do Nordeste.
É, por falar no Nordeste, quer puxar o Nordeste?
Você sabe que quem tá às 6 da tarde, mais ou menos, começa a chegar os votos, começa, muda tudo, muda tudo.
E chega de uma vez.
Vamos para apuração, vai estar o William Bonner lá fazendo apuração. Acho que agora ele chega às 6:45, é um café um bolo de rolo.
Quer mais?
Veja bem que interessante o Nordeste. Preste atenção, se a gente tá falando que o Flávio tá puxando Alagoas, o Romeu Zema puxou quem, Emelião?
Verdade, que era onde?
Fortaleza. Cearense, vice-presidente da chapa para as eleições desse ano. Com a decisão, Girão desiste da disputa pelo governo no Ceará e terá uma chapa formada apenas por filiados do partido. O empresário é senador também desde 19. O Girão é um dos principais.
Girão sempre vem aqui.
Posso falar uma coisa verdade assim? O Girão é extremamente competente, combativo. Foi um cara que levantou a pauta das CPIs, que a gente sabe que a gente fala tanto aqui. Então assim, é um nome forte.
E pediu desculpa da PL da misoginia que votou lá. É, quando ele veio aqui ele pediu desculpa e falou que ele ia fazer o que ele pudesse para não passar também depois.
Depois teve a humildade de falar sobre. Mas a gente já tá vendo um cenário político sendo desenhado aqui, principalmente mais da direita, onde a gente sabe que tem esse caminho longo agora. 23 de agosto.
E tem outra coisa também, ele meteu o alagoano porque ele foi da segurança. Ele é um cara de segurança, ele foi lá no estado, se não me engano, ele foi secretário de segurança lá, pauta forte, e é um cara de pauta forte para falando sobre a segurança, que o Petex, o Lula não falou. Ele é ex-promotor de justiça, é isso, ele é da justiça, ele é da justiça, mas foi secretário e é um cara também preocupado com corrupção, com esse esquema de corrupção tal. Vamos ver, né?
Vamos aguardar, vamos aguardar, vamos aguardar, porque o cenário muda.
Vamos aguardar.
E depois o vice Olha, você sabe, Emílio, que o Zema teve uma estratégia de ser mais combativo, principalmente com os ministros do STF, com Gilmar Mendes, né? Fez aqueles vídeos, né, aquelas paródias que a gente viu aqui, até deu muita polêmica. Mas os números até agora não mexeu muito o termômetro, né? Que os números, os números do Zema, os números do Caiado, a gente vê que os números ainda estão com Flávio e com Lula, parece que embaixo.
Você tem alguma dúvida?
Falando é a tentativa deles, a gente sabe que você que fica montando chapa todo dia, todo dia, você gosta de audiência.
Eu falo isso todo dia para ele, eu falei, não se preocupa muito com audiência, se preocupa com a qualidade das informações. Mas não, todo dia ele fala, não, agora vem, agora sim, agora tem informação, agora tem informação, hoje tem, daqui a pouquinho você vai ver quem está lá.
Eu tinha razão, o que aconteceu é que o partido não quis, ou é Flávio ou é Lula, e não adianta, não adianta você brigar em poliquete, você sabe Você sabe quantas pessoas estão usando Bolsonaro na cédula nessa eleição no Brasil?
Já saiu?
Já?
Quantas?
17 pessoas. Caramba, 17! Logo 17 pessoas estão usando Emílio Bolsonaro.
É verdade?
É, é Daniel Bolsonaro, Sami Bolsonaro. 17 pessoas estão usando Tá tentando, você vê como é forte pegar carona.
Como é, exatamente, é, todo mundo precisa de um destaque. Bom, a diplomacia vai muito mal aqui, não é verdade? A diplomacia vai muito mal no Brasil. Que bom que você tá sorrindo.
Vamos aproveitar esse momento, eu vou contar minhas histórias, contar que eu fiz tudo.
Você tem muita bucha, é, mas é um bom marido, ele gosta, ele é bom marido.
Ele é bom marido, ele é bom marido. Eu não aguento.
Eu não aguento.
Quarta-feira ele vem, impossível.
Quarta da alegria, quarta do sorriso. Mas vamos lá, vamos falar um pouco sobre o Brasil, que a diplomacia vai muito mal aqui. A gente viu, né, primeiro aconteceu na Argentina com embate com Milei, e aí começando com essa história, o Itamaraty rebaixou a relação diplomática com a Argentina. Já vou chegar nos Estados Unidos também. E dispensou o embaixador. Segundo a informação, o governo do Lula decidiu dispensar o embaixador da Argentina no Brasil.
Brasil, que é o Guilherme Daniel. Não sei se vocês conhecem ele, para tratar apenas, Morgadão, de negócios entre o Brasil. A gente não é o cara tchau pessoal.
Tchau pessoal!
Aconteceu pelo posicionamento do Javier Milei, o Chavinho, que tá descendo a manjuba, como diria lá, né?
O Lula apoiou o bigode, e isso o Alberto Fernandes, ele apoiou, mas apoiou muito, muito, apoiou muito, muito, muito o Fernandes, que ele é companheiro, sim, ele é da turma, da turma dos companheiros. Aí o que acontece, humilhei, ficou, né, anotou o nome, falou, beleza, tá aqui, e veio, entendeu?
E aí ele tá dando algumas entrevistas, falou exatamente sobre esse assunto e a opinião dele sobre o presidente Lula em relação à Lava Jato. O governo brasileiro não gostou.
Na vida você não deve vociferar você anota nomes.
É, é a primeira oportunidade.
No silêncio, você tem— hoje em dia não tem mais isso, as pessoas anotam no celular, mas tinha a caderneta. Sim, caderneta era um negocinho preto pequenininho. Aí, por exemplo, humilhei o Lula, foi lá, foi lá, deu dinheiro, fez todo um esquema. Opa, sim, ele apontou Luiz Inácio.
Sim, sem dúvida.
E aí agora que ele é presidente, ele é presidente, abriu a caderneta, abriu a caderneta.
No L ele falou que, ó, tá aqui, ó, ele busca reeleição na Argentina, ele também precisa do discurso político, então ele vai falar o que ele quiser. Agora o ponto é que eu, eu recordo muito, né, das nossas emissoras de televisão que falavam o seguinte: cadê o Lula Mandela? Porque o Lula ele tinha um treinamento, o Lula 2, falam Lula 1, Lula 2, que era o cara que o Obama gostava, que todo mundo queria sentar com ele, que era o diplomata. É isso aí, que o Brasil era considerado, eles vendiam isso, né?
Vendiam que o Obama gostava.
Não é diferente, né?
Nunca soube se o Obama falou de fato isso.
Então não, o que aconteceu aqui é que não tinha concorrente.
Ah tá, entendeu?
Era ele, não tinha oposição. Oposição era meio mascarada, não existia oposição. E aí, é isso aí, a oposição era o Alckmin.
É, então, mas é a oposição do Lula, era ele a oposição. Se você pergunta, se você pesquisar, lembra aquelas bandeiras 40 em cima?
Procura isso aí, aquela cara.
Não procure saber. Se você procurar nos debates antigos, o próprio Lula comemora que não tem nenhum candidato de direita. Ele mesmo já comemorava naquela época.
E acho que a função que ele diz, né, que ele não é nem de direita, nem esquece, vende esse discurso. Mas ele falou que a direita não vai voltar nem a pau para ele, outra direita. E assim diz. Mas o seguinte, eu digo isso porque o diplomata que ele foi no passado, agora no futuro ele tem uma bucha para resolver. Argentina, a gente já falou do Milei. E agora os Estados Unidos anunciaram uma revogação indicação de um visto da embaixadora brasileira, que é a Maria Luísa Viotti.
Que que aconteceu? Foi uma resposta, porque o governo demorou para autorizar a indicação dos novos embaixadores, do novo embaixador, né, americano no país. Quem é o novo embaixador? Quem? O governo deu a resposta, né, e a gente tá aguardando essa resposta. Esse foi um desdobramento que ocorre 10 dias depois de toda essa confusão que a gente sabe do Itamaraty. O Brasil tem uma treta também com os Estados Unidos, vem de um discurso que é o quê, Emílio?
Que que eles falam que os Estados Unidos é intervencionista, que ele vai influenciar a eleição aqui, vai arrebentar a nossa— nós não tivemos lá o próprio Ministro do Supremo, não pediu lá para o Biden, lembra que ele pediu para o Biden para que olhasse a eleição aqui? Isso é tudo, é tudo conversa de eleição, é palanque, né? Tudo é palanque mesmo.
Por que que não abre para oportunidade para os Estados Unidos olhar, né? Para a gente ver e fazer a tal da democracia que a gente busca tanto no país. Então aí tem um embate, tem aí questionamentos que a gente não sabe qual vai ser a resposta, mas interesse o governo tem e muito. Albetta, tô vendo você olhando aí, o que que você viu?
Não, não, o Emílio tá correto, pediram auxílio dos Estados Unidos para evitar um golpe aqui durante as eleições de 2022. E agora você pode interpretar isso de qualquer forma que você quiser.
E agora, só que agora ele fala que vai interferir nas eleições daqui porque lá mudou o presidente. É isso aí, eu sei, porque o presidente lá agora é o Trump e não é mais o Joe Biden.
E o governo de esquerda adora usar rótulos e nomes bonitos, falar soberania brasileira. Não é soberania, é para a gente ter uma, claro, né, da democracia nestas eleições que a gente busca muito.
Mas isso aí tudo é, tudo é palanque, é palanque, é lógico, é discurso.
Na eleição pode tudo, como a Dilma Rousseff já disse aqui, até o diabo pode, não é isso?
Você tá muito falastrão, hein?
Eu tô?
Fala, Silva.
Para quem não tem sobrancelha, sabe que é sem sobrancelha. Para quem não tem sobrancelha, quem fez o implante continua calmo.
Você melhor você ficar quieto.
Ele tirou, calma aí, ele tirou.
O cara fez o implante, ficou mais careca, hein?
O cara fechou as portas. Então eu também não sei qual que é o resultado. Para mim é a Não pega o cara de cima da tela. O Sami tirou o cabelo do cucuruco para pôr na sombra cega do sol.
Podia me dar um pouco do cabelo que você tem? Você tá parecendo galhão com bica, não falo nada aqui.
Que dá para filmar qualidade dos seus sogros aqui nessa mesa.
Ele falou que você deu apresuntado para as suas sogras.
É o presunto royale trufado.
Presunto royale.
Eu faço pizza para minha sogra, você devia fazer para ela.
Isso é verdade.
Vai, vai, vai, sim, sim, coisa pessoal. Eu detesto quando o programa— você que puxa, cara. Hoje foi o— vamos encerrar.
Mas é pãozinho.
Quer encerrar o jornal também?
Não, não. Que mais tem?
Mais uma, mais uma, mais uma, mais uma.
Que mais, né? Não teve muita notícia.
Deixa eu falar, você faz 3 notícias, mas são boas.
Essa mania de fazer jornal mal.
Pera aí, pô, vamos ver aqui.
Vamos lá, conferindo as notícias.
Ah, tem um negócio do Marcola aqui, né?
Porra, eu não sei o que que é.
Isso aí ninguém falou. Isso eu não sei.
É o ciclone bomba do Rio Grande do Sul.
Marcola, Marcola.
Mas é outro Marcola?
Não, não é o Marcola que estão pensando, é o chefe do gabinete.
Exatamente, que pegou uma grana.
Matar, tá na mira.
Isso dá lobista 300 e eu, segundo a informação, é uma bala, né?
A informação é a seguinte: Marco Aurélio Santana Ribeiro, que é o Marcola que você tá falando aí, deixou a campanha da reeleição do presidente Lula após informações que teria recebido repasses da empresária lobista Samidana Roberta Lussinger, que é a investigada e amiga do Lulinha na história do INSS, que é aquela mina amiga do Lulinha das viagens, lembra?
Nada, tá Tudo sem explicar muito, porque tudo veio do celular do Vorcaro.
É isso aí.
E aí é o desdobramento. Só que com aquele negócio, põe o delegado, tira o delegado, investiga, não investiga, o cara vai lá, corta, tira e não sei o quê, a gente não fica sabendo direito. Mas agora vamos ver aqui, é a última, hein?
Os relatos, está falando os valores, cerca de R$100 mil em transferência e pagamentos de contas pessoais, que poderiam chegar a R$240 mil.
R$9.000.
O Marcola, que é apelido dele, afirma que não houve irregularidade e que os valores eram referentes a um empréstimo.
Pessoal, né, é uma coisa assim que você chega para o teu amigo, fala assim, ó, você tem uns 300 pau?
Você me adianta 300?
Você pede num cafezinho da Dirce, eu tô precisando de um negocinho aqui, quantos?
Uns 300 pau de graça mesmo.
O cara empresta. Tudo isso, Emílio, faz parte da Operação Sem Desconto, que a gente fala que é a fraude lá do INSS. O Marcola havia deixado recentemente o cargo, chefe de gabinete, sim, chefe de gabinete do Lula. E aí eu faço uma pergunta que é muito simples de você responder: se o cara é chefe de gabinete e a gente tá falando de relações, meus amigos, pera aí, então, mas é assim, vamos tentar entender, é o irmão, é o irmão, é o irmão Filho.
É tudo uma coincidência, é uma empresa familiar, é uma holding, você me dá, você abre, acontece, mas não significa nada isso aí, nada.
Não tem nada a ver.
A gente só tá esquecendo num detalhe, quem não lembra, o Marcola era o cara que levava as cartas para o Lula quando o Lula tava preso.
Então a equipe do Lula confia no Marcola, mas considera esse empréstimo um erro.
Não, a gente confia nele, mas não deveria ter pego.
Em geral, ele é uma pessoa muito querida e muito legal, mas o cupido, pô, pode ser só um deslize só. Teve um erro, teve um mínimo erro. É, que mais?
Ou como eu disse, né, agora posso falar, tentar desdobrar aqui e destrinchar esse assunto. Você sabe que ontem a gente vai para STF para resolver essa história da Roberta Lussinger. Lembra que a conta do Lulinha, quando tentaram abrir, teve uma blindagem e não podia falar sobre?
Sim, senhor.
O André Mendonça é o relator, o cara que tá mais firme nessa história. Ontem parecia, as notícias parecem ser boas, mas sempre tem aí, como o Samidana chama, um jabuti. O ministro Flávio Dino do Supremo Tribunal Federal, que você conhece muito bem, ele autorizou ontem uma abertura da terceira investigação contra o filho do Lula, o Lulinha, e a Roberta Lucinger. Aí você falou, beleza, vão investigar, certo? Só Só que qual é a relação também que ele quer falar, o Flávio Dino?
Pode investigar, mas ele tá fazendo uma abertura de um novo inquérito para apurar quem que vazou as informações do Lulinha. Então é meio complexo. Você pode investigar ele, mas lembra da história do celular dela que vazou?
Sim, lembro.
Não pode mostrar. Então a Roberta Nussinger entrou com o STF pedindo a informação de quem vazou essa informação. Aí fica difícil a gente saber se vai até o final com o ministro Flávio Dino ou se também ela é a moça.
Ela é a moça, bonita moça.
Uma salva de palmas, Roberta Lucinha. Eu não sei se você já foi, sem brincadeira, para Aurora Boreal lá na Noruega.
Nunca fui, mas tenho vontade.
Já já é uma das relações, é você conhecer. Você podia conhecer.
Essa é ela.
Uma foto, ela é linda, uma foto no exterior, no exterior, que a gente sabe muito bem. Agora, se vai passar para Steph, Emílio, a parte boa, putz, é, olha isso, amigo, e ainda dá dinheiro, meu. O que a gente torce é obviamente para o André Mendonça, porque ele é o que está mais combativo na história com a Roberta Lussinger e com Lulinha. Tem muita coisa para o Lulinha explicar e a gente fazer a rota desse dinheiro. Só para deixar bem claro aqui, eu gosto de carimbar as coisas.
Quando você falar Careca do INSS, esse é o maior nome, né? O maior nome de corrupção do INSS chama Careca, é o cara do esquema. Ele é o esquema. E a gente tá falando da relação entre Lulinha, Careca e a Roberta Lucinger. Vamos aguardar para ver o que que vai acontecer.
É isso aí. O que a gente quer saber é quem roubou os velhinhos.
Exatamente.
Por favor.
E um país que não respeita os velhinhos e as crianças, uma sociedade que não tá nem aí para criança e para velhinho, não merece o nosso respeito. Então a gente quer ir até o fim. Todo dia a gente está perguntando aqui quem é que roubou os nossos velhinhos. É uma pergunta simples, é muito simples e muito fácil de resolver, porque a gente tem Polícia Federal, tem Supremo, tem os juízes, é muito fácil achar lá que o dinheiro você sabe que tem o seu caminho, ele não foge, é o rastro do dinheiro sujo, como chamam os especialistas. Tem que cuidar dos velhos e dos pequenininhos.
Perfeitamente, é isso, torcer muito. É isso aí, Emelião, é isso. Então, dito isso, vamos nessa.
Pera aí, pô, pera aí, é o diretor agora.
Leni Matos.
Pera aí, de longe, um segundo. Ele só, o cara grita lá da cozinha. Não, não é porque tem uma novidade aqui agora, não é porque tem, tem um cliente espetacular agora, vocês vão conhecer, que é cliente top, de altíssima categoria. E sempre quando tem algo de altíssima categoria, eles colocam numa sala, tem um buffet. Tem, é buffet ou buffet?
Acho que buffet. Tem um croissant, é francês, buffet, né?
Tem um buffet, croissant do fuzil. E aí ficam lá tirando foto, fazendo coisa.
E o Delari foi lá buscar os nossos convidados para a gente falar de algo que vai acontecer muito legal. Opa, e ela lá, ele entrou na porta.
Isso.
E agora nós vamos recebê-los. Se você do TP já puder colocar, vamos receber o pessoal. É, olha lá, a Paulinha tá lá, ela vem toda arrumada, elegante, né? Fez o cabelo, é tipo o Pilhado e o Neymar. É isso, vem de bota hoje, é claro, eu não vejo tênis de corrida. Muito bem, ó quem tá aqui, ó, ó que presença, uma salva de palmas! Vamos aplaudir! Por quê? Porque a gente tá sempre reclamando, a gente tá sempre, principalmente agora em São Paulo, tá reclamando do trânsito, a gente tá reclamando do tempo perdido no deslocamento, no tempo que a gente perde no transporte coletivo, a gente reclama da Mas, ó, eu tenho impressão que existe uma conversa que pouca gente está fazendo quando se fala em mobilidade.
Normalmente a gente pensa em carro elétrico, inteligência artificial como o SAMI, carro autônomo. Só que uma boa parte dessa transformação já tá acontecendo todos os dias no transporte coletivo, gente. Para falar sobre isso, tá aqui com a gente o Ricardo Portolan, diretor comercial e marketing da Marco Polo. Ó, a Marco Polo é uma big empresa, tô ligado. O Brasil, se você pegar o Brasil, ele tem na aviação a Embraer, certo, conhecida no mundo inteiro, verdade.
Em ônibus é a Marco Polo, é verdade. Eles exportam para 120 países, é de muita importância, é uma empresa muito importante no Brasil que dá muito orgulho para o brasileiro. A gente tem empresas que a gente sempre tá falando, né, sempre tá enaltecendo o que é de fora. E a Marcopolo tá aqui com a gente e a gente fica muito feliz por ter a tua presença aqui. Você pode complementar a primeira pergunta que eu já fiz a minha?
O Ricardo, primeiro uma salva de palmas aqui para Marcopolo que está aqui presente, que não é pouca coisa. E eu acho que o Emílio falou uma coisa interessante, tem muita imagem da Marcopolo, mas eles não ligam quando eu falo de tecnologia e fala de ônibus, principalmente principalmente inteligência artificial. Ninguém pensa na inovação e eu gostaria da sua visão sobre essa desconexão.
Bom, prazer, prazer imenso estar aqui hoje com vocês aqui. Obrigado pelas palavras, é realmente sobre a Marco Polo, nos dá orgulho. Realmente assim que a gente se sente estando fazendo parte da Marco Polo. E a questão da inteligência, da tecnologia, né, em termos de empresa e o que tá, já está incorporado nos ônibus é algo bastante interessante e até surpreendente para quem não participa do segmento, né? A gente tem a inteligência artificial já implementada em grande parte dos ônibus, né?
A inteligência artificial, um dos dispositivos que estão disponíveis já em uso, é um sistema que identifica o motorista, se o motorista tá com sinais de fadiga, de cansaço. Através da inteligência artificial, ela já emite e leva isso para o controle de operações e pode aí tomar, enfim, ações para que isso possa ser corrigido. Então já é algo incorporado no sistema de ônibus do Brasil.
Muito bom.
De tecnologia assim, o que que surpreenderia mais as pessoas que tá dentro de um ônibus, além disso tudo que você tá colocando aí?
Eu acho que assim, o ônibus hoje ele tem, e a Marcopolo tem, todas as possibilidades de trazer trazer para o passageiro um nível de conforto, conforto térmico, físico, enfim, de realmente ter uma experiência de viagem num patamar, no mais alto patamar em termos de soluções em nível internacional. Então quando a gente fala no ônibus urbano, né, que é o, enfim, é esse o nosso dia a dia, soluções de tecnologia para o passageiro, como o próprio assento, né, o conforto térmico através através de uma, vamos dizer, de uma, de um controle da temperatura do ônibus.
Sim, considerando a quantidade de passageiros que estão dentro do ônibus. São do ônibus, isso são, é uma outra inteligência, tudo, tudo, toda essa tecnologia.
É isso aí.
E tem muita coisa que é, por exemplo, a gente fala de segurança, né? A tecnologia consegue até ajudar o motorista. Eu queria que você contasse como.
Sim, o ônibus tem já também nível já em funcionamento no Brasil, em vários países do mundo, incorporados nos ônibus da Marcopolo. Questões de segurança ativa e passiva. Então o ônibus identifica já sistemas similares ao que tem no automóvel, identifica o veículo na frente, reduz velocidade. A questão que eu coloquei da inteligência artificial, que ele pode emitir sinais para o controle de operação, o próprio monitoramento monitoramento do ônibus, que é um item de segurança, não só do ônibus em si, mas também com câmeras que acompanham o passageiro dentro do ônibus, ligado direto à central em tempo real.
Então esses são todos os itens de segurança que trazem através desse controle, enfim, o monitoramento em real time, né, online, com controle de operações.
Muito bem. Quando a gente tá, quando a gente tá discutindo aqui, quando a gente tá falando em mobilidade, é isso que vocês vão falar também, né, que é da mobilidade mobilidade, a discussão ela fica centrada assim em veículo, mas vai muito mais além porque envolve a infraestrutura, energia, o planejamento urbano, tudo isso vai ser discutido, não é?
Exato, Emílio, aqui é o ecossistema todo da mobilidade que tá nessa discussão e que é super importante para que a gente efetivamente faça o movimento de priorização do transporte coletivo, mobilidade sustentável, e essa mobilidade sustentável sustentável, ela se dá seja no Brasil ou em qualquer lugar do mundo priorizando o ônibus, priorizando o sistema coletivo, transporte coletivo, né?
Esse que é o futuro, né?
Esse é o futuro, é onde a gente vê a, enfim, a redução através dessa priorização, a redução dos congestionamentos, uma melhor, o melhor nível de emissões. Enfim, é o futuro, é o caminho para evolução da mobilidade.
Porque é muito curioso, porque nos anos 50 o princípio da mobilidade era o automóvel, né? Fala quem tem um automóvel. Hoje em dia se transformou o transporte coletivo, né?
O transporte coletivo, e ele, enfim, na essência deveria ser a melhor opção para uso da população, né? Quando a gente pensasse, vamos sair de casa para ir a um outro, enfim, se mover de um lugar a outro, qual deveria ser o melhor sistema? O sistema, o transporte coletivo, seja no tempo, seja seja no custo ou seja na própria experiência da viagem.
Esse é o nosso sonho, né? E nós vamos chegar lá.
Então eu acho que essa, essa, vamos dizer, essa discussão aqui que nós estamos fazendo aqui e que vamos ampliar na Latibus na semana que vem, na semana que vem tem a Latibus, que é muito legal, de 11 a 13 de agosto lá no Expo Center, é justamente essa discussão que a gente quer cada vez mais trazer para, trazer para para priorização, né, trazer para pauta para que a gente possa fazer esse movimento coordenado junto, né, que envolve a indústria, envolve obviamente a Marcopolo.
A gente tá colocando essa, vamos dizer, essa discussão como pauta da feira também. Envolve o poder concedente, envolve os nossos clientes, o passageiro. Então é todo esse ecossistema que precisa caminhar nessa direção.
E agora o futuro vai ser o quê? Isso também vocês devem estar discutindo, né? Essa tecnologia, qual vai ser a—
Sim, essa jornada da descarbonização é um tema recorrente, é uma das prioridades, enfim, do sistema e nossa também. E a Marco Polo tem como visão de que as soluções, elas não são, não é a mesma solução para todas as, vamos dizer, todos os sistemas ou todas as geografias. São diferentes soluções. Por isso que a Marcopolo investiu e vem investindo cada vez mais nisso, de ter soluções de energias cada vez mais limpas, de diferentes soluções, tais quais ônibus elétrico, ônibus a biometano, ônibus híbrido, tecnologia elétrica a etanol, biodiesel.
Então, uma solução, uma solução para cada problema.
Problema, uma solução em cada problema. E a cada, a cada, eu diria assim, no extremo é a cada cidade, né? Dependendo também da disponibilidade da energia, uma energia pode ser mais viável do que a outra e adequar melhor o sistema, né?
Muito legal, né? Tá falando de inovação, né? A Marco Polo tá em vários países também e ajuda também entender como é que funciona esse ecossistema, né?
Sim, a Marco Polo tem uma presença global, ela está além do Brasil. Nós temos 3 fábricas aqui no Brasil e 8 fábricas no exterior, em 6 países: Argentina, na Colômbia, no México, na África do Sul, na China e na Austrália. Somos líderes também de mercado na Austrália. Então a Marco Polo tem essa posição global e aproveita essa troca, vamos dizer, entre as geografias para desenvolver e ter soluções cada vez melhores para cada um dos lugares onde está localizada.
E tem diferença assim, por exemplo, do Brasil para Austrália, para África do Sul, tem diferenças importantes, seja na tecnologia, seja no tipo de ônibus.
A gente vê no próprio caso da Austrália, um país, enfim, com uma condição diferente econômica até, que essa priorização do sistema público e com uma participação maior do poder concedente acaba acaba dando esse caráter realmente do transporte através do ônibus, ele ter uma priorização em detrimento dos outros.
Mas tudo sai lá de Caxias, lá que tá, lá que vocês sentam para— Caxias é o headquarter, é onde a mágica acontece.
É o centro nervoso, é onde realmente tem os projetos, quase na totalidade eles nascem e depois eles vão através das operações operações em cada país, eles vão sendo adaptados, customizados para a realidade de cada país.
Então a Latibus, ela é mais uma feira de mobilidade, né? Não é mais uma feira só de ônibus, né?
Sim, ela é uma feira de mobilidade mais ampla. Esse ano ela será a maior feira da América Latina, né? Ela vem ganhando significativa, cada cada vez mais relevância. E a Marco Polo também. Nós temos um espaço grande lá, são mais de 5, teremos, né, mais de 5 mil metros quadrados. É o maior espaço da feira. E além de ser uma feira para mostrar os novos produtos, a gente terá lá no estande mais de 10 produtos com inovações, lançamentos em todos os segmentos.
É também um, será um palco também no nosso estande para discussão da mobilidade e da evolução do transporte coletivo.
Muito bacana. Vai ser agora em, vai ser semana próxima, semana próxima, né? Muito bacana, show! A Marcopolo realmente é uma empresa que a gente tem que ter orgulho, porque, e Marcopolo era um ônibus, era um modelo que fez muito sucesso nos anos, todo mundo, e virou uma febre, todo mundo adora esse ônibus, né? O Marcopolo, que é um clássico, né? Não, mas é um clássico, é aquele ônibus ônibus que foi muito sucesso, até hoje é querido, né?
Essa é a história do nome da Marcopolo. Ela lançou um ônibus de nome Marcopolo que se tornou tão famoso que depois se decidiu então transformar a empresa no nome Marcopolo.
E hoje é a maior, é uma das maiores do mundo, né?
Exatamente, em termos de encarroçador, né, que é a maior empresa do do mundo de encarroçador. Entre os fabricantes de ônibus, de uma forma mais geral, tá entre as 3 maiores do mundo.
Entre as 3 maiores do mundo. Pô, que bacana! Pô, obrigado você ter vindo aqui.
Sensacional!
E levou aqui um pouquinho do que vai ser essa feira. Convidar todo mundo, que chama-se Latibus, que vai ser aqui no Expo São Paulo. Todo mundo conhece endereço. Pô, obrigado você ter vindo, um abraço lá para o sul.
Obrigado a você, super prazer estar aqui.
Um abraço, muito prazer. Eu vou para onde, meu querido Dede? Vou fazer um breakzinho do Reginaldo? Então eu vou fazer um break do Reginaldo.
Vai lá, Reginaldinho!
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Eu não sabia, mas agora fiquei sabendo.
Tá vendo?
É muito curioso. Eu sempre soube que é uma marca que transborda qualidade. Então, exatamente, o cara nem fala que tem ônibus, ele fala: eu tenho um Marco Polo.
Você não sabia do tamanho, do tamanho da Marco Polo? Mas agora eu tô sabendo, no mundo, né? Exatamente. Boa, muito bem. Dito isso, me ajuda, eu vou para ele, eu vou para as ruas de São Paulo, vou perguntar se ele conhece o Marco Polo. É isso, meu querido Olha lá o fuzil agora, você se trocou ou não? Tá bonito, ó lá, todo menininho, foninho, foninho Bose, ó lá, cabelo crescendo. É isso que ele quer, ele quer ser um cara bonito, só isso, e rico.
Pode não, se você trabalhar pouco, não trabalhar nada, né? Se você der dinheiro para ele e beleza, ele tá feliz. Diga lá, Fufu.
Exatamente, Emilião. E hoje a pauta é bullying, né? Bullying não, apelido. A gente quer saber se o apelido é bullying ou se faz parte do processo de crescimento. Seu nome?
Gabriel.
Gabrielzão, me diz uma coisa, o apelido, cara, você acha que é uma coisa agressiva, é um bullying, ou faz parte da sobrevivência? Você precisa ter para aprender a ser forte. Ah, mano, apelido eu acho que acaba sendo normal, né? Cada um, tipo assim, rua no trabalho mesmo, até na escola, tá ligado? Acaba tendo um apelido normal para você. Você foi um cara que nunca pegou pilha por apelido?
Não, mano, eu não.
Tive vários apelidos. Quais que você teve, só por curiosidade?
Ah, mano, tem um apelido aí por causa do meu sobrenome, tá ligado?
Que o meu sobrenome é Leite. Aí os cara fala assim, ó, Queres.
Aí, Queres o quê? Leite, caralho. Apelido normal, né?
E nunca te matou?
Nunca me matou, nunca me matou.
Ô, Leite! E você Qual que é seu nome?
Gabriel.
Gabrielzão, ó, a voz tá postada e tal. Você acha que é bullying ou faz parte de sobrevivência?
Ah, faz parte, né? Acho que a rapaziada tem que aprender a lidar, né?
Dependendo da intimidade do pessoal que tá, né?
Tem que aprender a lidar e levar numa boa, né?
Brincadeira.
Você falou uma coisa bacana. Você acha que apelido tem que ser dado só por pessoas assim num círculo de amizade? Ou, por exemplo, você se matriculou na escola, pô, aí a galera que você nem conhece já começa a falar, pô, o Leite lá, pô, o Kebis e tal. Quem que você acha que tem que pôr o apelido na outra pessoa?
Acho que é um pessoal que tem mais intimidade, né, para também ficar uma energia legal também, né.
Você tinha algum?
Tem, tenho. Negracha, rapaziada do trabalho me chama de Negracha aí. Todo mundo geralmente lá me chama de Negracha, né.
E nunca te—
nunca me importei não, leva na brincadeira, né.
Muito obrigado então, viu. Vocês tenham um ótimo dia. Vamos pegar aqui o mano, ó. Eu, eu quero terminar com uma vida do senhor, de sandália franciscano, com a mão no bolso, debaixo da sombra de uma árvore.
Seu nome?
Jadson.
Jadson, me diz uma coisa, a gente tá falando de apelido. Você acha que é bullying ou faz parte do processo de, do, da evolução? Até tem que passar para ficar forte?
Eu acho que tem que passar para ficar forte. Eu acho que se tornou algo natural, algo comum, pois aí a gente tem que ter maturidade, né, para saber ouvir, para saber ali tirar por menos. Mas exemplo, muitos amigos meus hoje já conheci até pelo apelido mais do que pelo nome, né, ali comum ali dele.
Que, e você tem algum que sempre te incomodou, nunca te incomodou?
Rapaz, eu sou do interior de Pernambuco e às vezes quando a gente ia para casa da tia ali na capital, o pessoal chamava pelo nome da cidade do interior: Nabuco, Cabeção, Zunzoião. E tem vários apelidos que a gente ali às vezes quando mais adolescente ficava às vezes mais assim meio chateado, mas a gente vai aprendendo que aquilo ali é comum, faz parte do processo, e a gente vai tendo maturidade para saber ouvir e saber decifrar que é algo da vida, né?
Muito obrigado, viu, Nabuco? Que você fique com uma grande— ó, ó, aí eu gostei da elegância, meu noivo. Seu nome?
Vinícius.
Vinícius, a gente tá falando sobre apelido. Você acha que é agressivo? É um bullying? Você acha que faz parte do processo de amadurecimento, de crescimento, para você se tornar uma pessoa mais forte?
Bom, eu acredito que tipo depende do contexto, né? É igual eu, maioria das pessoas me conhecem como Vini, né? Se não for um apelido tipo um termo pejorativo, né, tipo para ofender a pessoa, e claro a pessoa estando de acordo, acredito que não interfere em nada. Mas tem pessoas que aproveitam disso, às vezes uma condição física da pessoa, fazer um apelido Só que sem aquela condição de, ah, por amizade, mas para tentar ofender a pessoa.
E o adulto que não gosta de apelido, você acha que aí é pior do que a criança?
A questão tipo não gostar de receber o apelido? É, eu acho, eu acho que sim, né? Assim, a questão é poder saber resolver a situação também, né? Não tipo não partir para agressão nem nada disso, mas impor respeito.
Tá bom, muito obrigado. Aí, Emílio, tá vendo? A galera gosta de apelido, todo mundo que a gente pegou com as ressalvas. Já falou, não tem nada a ver.
Você não gosta? Não, não, você foi reclamar lá no departamento, no compliance. Boquinha de chibiu, você falou lá, boquinha de derrame, boquinha de chibiu. Você falou, eles não podem mais me chamar. É cavalo marinho. Você não, você foi lá reclamar, que eu sei, e a moça veio falar comigo, falou: olha, Emílio, o fuzil foi no Complice, você tá sendo um caminhão, você por favor não mais o chame de boquinha de chibiu, nem de cavalo marinho, nem boquinha de derrame, boquinha da Nike.
Eu sei que você, você foi lá, você vê que eu nunca Nunca mais o chamei dessa maneira. Acabou a promoção também.
É, o senhor tá sendo irresponsável, acabou com a promoção, responsável com esse tipo de— porque é o seguinte, o senhor tá sendo um pouco irresponsável, porque até onde eu sei, conversas que acontecem no compliance não pode chegar. Por exemplo, você não poderia ficar sabendo que eu fui no compliance falar disso, e não foi de você. Você tem esse direito, queria que os outros me chamassem.
Você pode, você foi o único, você inaugurou Inaugurou o Comply isso aqui. Foi mesmo, a pessoa dormia o dia inteiro, não tinha reclamação, não tinha nenhuma reclamação, nenhuma reclamação.
Os cara tão há 5 minutos chamar o Sami de cabelo de louco, você não deixou 30 segundos?
Não, mas apelido é uma coisa, verdade é outra.
Muito bem, o herói do Brasil diretamente das ruas de São Paulo. Valeu, Fufu, um beijo para você, meu querido. Vamos agora para ele, Professor Samidana, começa daqui a pouco. Daqui a pouquinho, daqui a pouquinho teremos debate. Toda na economia, foca na economia. Samuel Dana. E se eu tivesse quem bem me quisesse?
Esse alguém, cada dia uma música diferente.
Ó, ó, esse, esse é um dos perguntas. Olha os esguios, coisa linda, sem encontrar, bebendo com outras mulheres, jogando dadinhos, rolando dadinhos, jogando bilhar.
Muito bem, vamos lá para Professor, seguinte: Romeu Zema, que é candidato pelo Partido Novo, afirmou ontem que existem 3 frutas podres no Supremo Tribunal Federal que precisam ser eliminadas. A gente tem o vídeo e eu já comento.
Roda, Bernardo!
Vou continuar falando que lá no Supremo, nós temos pelo menos 3 frutas podres que precisam ser eliminadas. Todos sabem quem são esses 3: o que a esposa fez um contrato de R$129 milhões, o que fez uma transação de R$35 milhões do Taiaia, e o outro que faz congressos patrocinados pelo banqueiro bandido. E todos os 3 pegando caronas nos juntinhos do banqueiro bandido. Isso é uma vergonha para o Brasil. Para, para, para, para, para, para.
Ó o que ele falou, vamos retomar.
Só que ele fala bonitinho.
Um é o que a esposa fez, R$129 milhões em contratos com o Banco Master.
Isso sim.
O outro é uma transação de R$35 milhões no Taiaia.
Isso.
E o terceiro é o que faz congressos patrocinados por banqueiro entendido. E ele deu a entender que em outros países. E ele fala o seguinte, ele fala que quando tem frutas podres fica com risco jurídico. Então você não sabe para que lado vai, você pode fazer um negócio, pode voltar atrás. E o que acontece com risco jurídico? O empresário vai abrir um negócio, ele fala assim: olha, eu até faço, só que em vez de ganhar 10, eu vou ter que ganhar 20, porque tem muito mais risco que esses 10 talvez nunca chegue.
E os produtos começam a ficar todos mais caros por aqui. Outro nome para isso é inflação, certo? Outro nome para isso é uma taxa de juros alta. Então ele tá falando que essas frutas podres, na opinião dele, encarece o país e trava o desenvolvimento, inclusive a taxa de de juros que freia a economia. Então ele tá falando de risco institucional para nós. Então é o risco de jurisdição, é a percepção de instabilidade ou falta de isenção de tribunais, e isso afeta contratos.
E aí ele, e aí tem essa conexão entre esse custo com o supermercado. Ele falou, a conduta do STF impacta preços no Brasil, na economia. Impacta dólar, que vai impactar frete, que impacta alimentos. Vale lembrar 2002. Você lembra 2002, Emílio? 2002 a gente teve uma crise de confiança. O Brasil tinha o tripé. Você que já ouviu falar no tripé econômico?
Sim, claro, claro, de verdade.
E aí tava na eleição, né? Foi a eleição do Lula, o tripé. Todo mundo tava com medo das instituições. O dólar na ocasião saiu de 2,30 para 3,90, e o risco país atingiu 2.400 pontos. Por quê? Porque tava rompendo com a previsibilidade. E é por isso que vale a lição: uma instabilidade nas instituições acaba com qualquer economia.
O cara não investe no Brasil porque tem medo da insegurança jurídica.
Vai todo mundo embora. Você viu aquela companhia de ar-condicionado? Vai embora, vai embora, tá todo mundo indo Verdade. E aí, porque o capital é isso que o professor falou, quem vai investir precisa de previsibilidade, não pode ser a casa da mãe Joana.
Transparência.
A casa da mãe Joana ninguém coloca um dinheiro.
Não, não, porque pode perder tudo.
Aliás, eu gostaria de perguntar para o senhor o seguinte, eu vi algo no Xixi, no Xixi, é meu sotaque carioca. Falando sobre os automóveis que vão dar para autistas, nível 1 do nosso querido Alexandre, que é o programa, ele colocou os autistas na, que você inclusive, você é autista, mas quer dizer, então todo mundo vai poder ter carro?
Sim, transtorno do espectro autista, que é o TEA, incluindo o nível de suporte Sorte 1 tem direito à isenção de impostos, entra no PCD. Isso, o benefício vale tanto para autistas condutores como para os não condutores. Então, se tiver um parente próximo autista, diz, você compra o carro sem imposto. O que que vai acontecer? Todo mundo vai, porque você vai abrir, vai aumentar muito o Brasil, né?
O Brasil inteiro vai ser de autista aí, sabe?
Que todo mundo vai ser a caracterização de autismo no nível leve não é tão fácil de viver.
Mas isso, por que que o ministro do Supremo, que tem que, com uma canetada, eu já não sei, não é isso que você tem que falar? Você é o professor, pô.
Eu sou da economia, eu sou da área jurídica. Então isso aí vai ser em francês, quem vai pagar isso? Nós provavelmente vai arrecadar menos com isso. Aí o que eles vão fazer? Ó, tá arrecadando pouco, vão enfiar outro, outro o imposto, que é o negócio da meia entrada. Como quando todo mundo é meia, o preço dobra, porque você tem que pagar.
Então tá errado, tá errado?
Não sei se tá errado, mas a economia funciona com incentivos e desincentivos.
Mas você acha que isso é uma coisa que o Supremo tem que decidir?
É o Congresso? Me parece difícil de entender algumas coisas, sabe?
Que me parece coisa de candidato.
Candidato, parece bom, mas enfim. Agora eu vou falar do Google Earth. Olha o que aconteceu, uma lição de governança de produto. O Google suspendeu temporariamente um recurso de IA dentro do Google Earth poucas horas depois de lançá-lo. A ferramenta era assim, Alba, você podia gerar imagens por comando de texto e polas a mapas e imagens de satélites reais. E os usuários passaram a criar montagens de acontecimentos que nunca existiram, como um avião colidindo com arranha-céu em Manhattan, um suposto atentado à bomba em Moscou.
E os jornalistas do Washington Post testaram e conseguiram criar uma cratera de explosão ao lado do monumento de Washington. O Google falou o seguinte: olha, vocês estão errados porque a nossa imagem levava uma marca d'água invisível que era de um site chamado Site ID. Mais um pesquisador, que é o Hank Van S, mostrou o furo. Ele falou o seguinte: se eu fotografo a tela com o iPhone e carrego essa foto que eu fotografei como uma imagem o próprio Google não identifica.
Então deu uma baita de uma confusão. Então veja só, Emílio, se o Google, que vale mais de 3 trilhões de dólares, faz essa cagada, imagine nós aqui com os parcos recursos que temos.
Diz que agora os faróis têm faróis inteligentes em São Paulo desde os anos 70. Não, são mais ou Isso é mais ou menos, efeito supletivo. Disse que ele vai funcionar com o Google. Ah, é parceria com o Google?
Parceria?
Não, mas é, sim, funciona com o Google. E aí, rapaz, olha, são esses aí que eu não vi funcionando.
Dá medo, né?
São Paulo, trânsito de São Paulo não se resolve não.
É bom para mutar.
Muito bem, dito isso, deixa eu fazer rápido. Ó, produto novo, vai ter para gente. Eu não conheço nada, eu não tomei, eu não Eu não tomei ainda, eu levei a caixa, mas ficou no carro. Que é o NAC, é NAC que chama, é NAC que é esse aqui, ó, cor de lá, cor da moda, ó. N-acetilcisteína, isso, N-acetilcisteína, N-acetilcisteína é uma medicação.
Cisteína é um aminoácido. Um aminoácido muito poderoso, né, Emílio, que ajuda muito, por exemplo, a combater os radicais livres. Ontem a gente falou muito sobre isso, sobre o NAC, a função que ele tem no nosso organismo: diminuir esses radicais livres que a gente tem no nosso organismo.
Que que é um radical livre?
Excelente pergunta. Radical livre é tudo aquilo que o seu corpo não usa, não tem um fundamento, não tem uma, podemos dizer assim, uma utilidade para o seu organismo.
Tipo uma cachaça?
Cachaça é, sem dúvida. O álcool, excesso de álcool, você não acorda com aquela saca, seu fígado não fica sobrecarregado.
Essa maromba, isso, isso é um radical livre.
Por exemplo, Emílio, é muitos embutidos, enlatados, salmão, é tudo aquilo que foge um pouquinho do natural. O seu corpo não aproveita, ele vai criando um lixo no seu organismo.
Já entendi. E onde é que ele atua, o NAC?
Ele na verdade ele vai trabalhar diretamente na produção, principalmente, é desse aminoácido que o seu corpo não produz naturalmente. Então ele é bioquímico, isso é muito importante a gente falar. O seu corpo não produz o NAC, em nenhum momento seu corpo vai produzir.
Não adianta, não tem fruta nem verdura com NAC, não, é só o medicamento. Não é medicação, porque agora virou suplemento. Por que virou suplemento?
Excelente pergunta. Ele era remédio, ele era um remédio mesmo, remédio, e hoje ele é um suplemento. A Anvisa falou não, não é mais remédio, agora é um suplemento.
Nos Estados Unidos é o Coqueluche.
Por que, Emílio? Agora vou te— essa pergunta eu ia te fazer. Por que será?
É justamente porque eu não sei. São perguntas boas, mas eu vim com a resposta pronta. Eu vim com a resposta pronta.
É justamente porque quando você toma um remédio é justamente por uma patologia, certo? As pessoas usavam muito, no caso até o Sami comentou ontem, a questão respiratória.
O Sami tinha bronquite. O Sami é uma— aí o É só atleta.
Aí o americano, né, Sami?
Então aí ele tinha esse problema de rinite. Aí o americano falou NAC. Só que não tinha no Brasil.
Não, não, ele veio para cá faz pouco tempo.
Isso, então é novidade, gente, é novidade. Mas para que que ele funciona?
Olha, primeira coisa, além de combater esses radicais livres, tirar todos os poderes— eu vou te dar um exemplo, Emílio. Imagine a sua casa na praia, aquele portãozão de ferro. Se você não fizer uma manutenção, ele não vai enferrujando?
Sim, claro.
O NAC, na verdade, ele vai tirar o ferrugem.
Olha só.
E os radicais livres é esse ferrugem.
Então ele vai prevenir o surgimento de ferrugem do sangue, que o sangue tem ferro.
Onde você citou bem das pinturas, aquela mancha aqui, ó.
Olha só, você não tem?
Você não tem?
Não, não tem.
É porque você é mais jovem, eu sou velho.
Vai chegar também se não tomar nada.
Ó, a mãozinha, ó, tá vendo? Ó, isso aqui é ferrugem, sangue enferrujado. Mas vai desenferrujar? Esse que enferrujou não desenferruja mais?
Trabalha diretamente no ferrugem.
Olha, sério, olha lá, hein?
Só para você ter uma ideia, Emílio, a cisteína ajuda na glutationa, que ela vai trabalhar o quê? Ela vai trabalhar diretamente no seu fígado. O seu fígado é onde é processado, é a usina ali das vitaminas, dos sais minerais. Se você começa a bombardear com principalmente coisas artificiais, má alimentação, bebida alcoólica. Você pegar, por exemplo, Emílio, eu vou te dar um exemplo clássico: pessoa que fuma.
Você pega um fumante, mas não fumo mais.
Você chegou a fumar?
Eu fumei, fumei na época, fumava Marlboro vermelho pela manhã, acordava e deixava o cigarro queimando assim no criado-mudo, café no copo americano. Já foi roots, já fiz isso, nem escovava o dente, já dava um trago. Claro, óbvio. E à noite era com Jack Daniel's, porra, boy, viveu, você viveu.
Eu usei o melhor exemplo para o Emílio então. A pele do fumante não é diferente, Emílio? Ela não fica mais ressecada?
Sem dúvida.
É o processo de envelhecimento que tá acontecendo ali, os radicais livres estão agindo no seu organismo. Então o nosso produto, que que ele vai, ele vai vai desenvolver? Ele vai criar justamente essa proteção, ele vai ajudar na renovação celular, ele vai prevenir o surgimento de doenças. Então ele deixa de ser um remédio para uma patologia, legal, e se torna algo para todo mundo usar.
Suplemento todo mundo pode usar.
Então ele age no fígado, não tem contraindicação, nenhuma contraindicação, nenhum efeito colateral. E é importante: sistema respiratório, fígado.
Quem gosta de beber uma, opa, então, ó, entra Entra lá, entra no Google, coloca NAC, N-acetilcisteína. Aí você vai ter mais informações. Se quiser você, eu vou começar a usar para ver. E vamos fazer a promoção?
Vamos, vamos fazer uma promoção bacana, ó. Pelo preço de um você vai levar dois.
É isso mesmo, ó.
Você vai ligar agora 0800-787-9999. É só para quem ligar 0800-787-9999. 99, você vai ganhar essa parafusadeira furadeira para o papai. Dia dos Pais, gente, tá acabando, é Dia dos Pais, vai ganhar essa parafusadeira, a nossa creatina mastigável e o nosso NAC hoje pela metade do preço.
Caprichou!
Pelo preço de 1, leva 2, eu entrego na sua casa, não cobro frete. Só que é importante você ligar agora, 0800-787-9999. Eu vou repetir, Daniel, para o pessoal, às vezes tem muita gente no trânsito.
0800-787-9999.
É isso aí, boa, boa!
Dito isso, solte a vinheta que aqui estão eles.
Programa de hoje, um verdadeiro embate de gigantes.
Ela não sabe me explicar o que que isso pode, isso não pode.
Você não sabe nem é.
De um lado, uma mulher forte, inteligente e campeã mundial de debates. Do outro, um comentarista astuto, visionário e acima do peso.
Todo mundo é a favor da regulação das redes sociais.
Todo mundo.
Calma, calma.
Preparem-se para a luta de titãs com Jespeixoto e Felipe Monteiro. Não quero, quero uma coisinha.
De 11.
Quero uma coisa em alto nível aqui, ó. Ó, Jess, tudo bom, Jess?
Estou muito bem, obrigado.
Você não tá mais no Morning?
Não, agora eu tô lá no Jornal da Manhã com a Bia e o Cine.
Então você foi, subiu do patamar?
Eu diria que agora mudou. Agora eu sou mais séria durante o tempo de comentário, né? No Morning eu fazia mais brincadeira, tinha embates. Saudades do Henrique, saudades, Henrique. Pessoal me cobra muito sei lá, ganhava tudo.
E a presença do nosso querido Felipe Monteiro, querido Chiquinho Pão de Hambúrguer, FN Monteiro, nas redes sociais. Primeiro, dê um tema, Alba. Segurança, segurança, segurança, segurança para o canhoteiro. Começar com canhoteiro, segurança, que o Lula não falou absolutamente nada sobre segurança.
E você, um policial, policial Primeiro eu queria agradecer você pelo convite, tava com saudade do Pânico. O Pânico é o programa que deixa mais à vontade porque é o único programa da TV brasileira que eu não sou o mais gordo da bancada, né?
Então eu venho aqui, já deu uma direta na boca do homem.
Tá chegando lá, hein?
É, tá chegando, daqui a uns dias você chega, bonito.
Exatamente, essa bolsinha marrom tá parecendo um paletó, né?
Eu tenho lugar de fala, eu tenho lugar de fala. Eu tenho dois nomes.
Venceu o Monjaro.
Vamos lá, segurança pública. Segurança pública é o tema, Emílio, que tanto a esquerda quanto a direita erram quando o assunto é segurança pública. Você vê, por exemplo, que o Bolsonaro foi presidente durante 4 anos. Que que ele fez de forma estrutural que mudou a segurança pública no Brasil? Nada. Projeto da mesma forma, da mesma forma que o Lula nesses 4 anos dele não fez absolutamente nada. O Lula até tentou, verdade seja dita, né?
O Lula Lula tentou apresentar a PEC da segurança pública, né, que muda, né, a forma como a gente combate segurança pública no Brasil. Lula tentou. A PEC tá sendo segurada pelo Davi Alcolumbre.
A polícia bolivariana, você quer falar aqui da polícia bolivariana?
Que tentou. Não dá para a gente resolver o problema da segurança pública, que é o maior problema do Brasil, usando o mesmo instrumento desde a Constituição de 88. Os estados não conseguem mais dar dar conta da questão da segurança pública. Por quê? Porque o PCC, o Comando Vermelho, tem uma atuação transnacional, uma atuação que perpassa qualquer estado federado. Então assim, então você muda o formato de combate de segurança pública ou você não vai conseguir resolver segurança pública no Brasil.
Mas isso você vê na eleição agora, a preocupação do PT?
Não, o PT tentou, PT tentou fazer nada, não fez nada. O PT, o PT, ele apresentou o projeto da PEC Segurança Pública, não conseguiu articular inovação, né? Aí apresentou o PL das facções criminosas, que foi relatado pelo Derrite, né, que era o secretário de Segurança Pública aqui do Estado de São Paulo, mas não resolve a questão de forma institucional, estrutural. E aí o PT, para ter um discurso político, que PT gosta dessas coisas de propaganda política, inventou um tal de decretão, né, dando R$10 bilhões para os estados pegarem empréstimo para colaborar no combate à segurança pública Poxa, se pega empréstimo, não é política pública.
Já vou ter que ser também botar dinheiro na fonte, botar dinheiro na origem. E o Lula não fez isso, fez só um programinha para tentar apresentar no programa eleitoral que tá fazendo alguma coisa, mas de fato não tá fazendo a mesma coisa, assim como Bolsonaro também não fez.
Não, isso não é verdade. Quando nós pegamos o governo Bolsonaro e comparamos isso com o governo Lula, PP, vamos ser sinceros, quando Moro assumiu o Ministério da Justiça, projeto de controle das fronteiras funcional e propositivo. O PCC tentou matar o ex-juiz e agora Senador Sérgio Moro, por conta do quê? Por conta do plano ali que abaixou os direitos e colocou as organizações terroristas barra criminosas em condições piores na federalização dos presídios.
O Bolsonaro tem muito mais iniciativa de segurança, tanto é que as taxas mostram isso, do que o próprio Lula. E vou além, vamos ser sinceros, PP é um cara esperto. Flávio Dino como ministro da Justiça demorou praticamente 2 anos para entregar um plano SUS da Segurança. Quando entregou, saiu para ser ministro. Depois vem Lewandowski, não fez, ficou só enchendo o saco, na minha visão, de um Tarcísio que tava lá com a questão da câmera no policial, enquanto ele próprio não colocava rapidamente as câmeras na Polícia Rodoviária Federal, que era de responsabilidade dele.
Veio com uma solução mágica: vamos federalizar SUS da Segurança. Ronaldo Caiado e outros governadores colocaram isso contra a parede. Por quê? Porque queria tirar poder dos estados para combater e centralizar num ente federal. Compartilhamento de informações, tecnologia, tudo isso é muito positivo. A verdade é que o projeto do PT é responsável pela piora da segurança pública no Brasil, tanto que começou no primeiro mandato dele, 2003.
Se a gente pega até hoje, em 2026, todos esses anos eles estão intimamente ligados ao sucesso das organizações criminosas. A DPF 635, PT, eu vou, olha o que que fez lá, chamada DPF das favelas. Então assim, foi passação de pano narrativo, simbólico, pouco investimento, pouca valorização da polícia, trata policial como bandido e bandido mesmo como mocinho, como herói. Então assim, a realidade é que o PT foi um desserviço para o nosso combate à segurança pública.
Você acha que colocar o— você acha que o Flávio colocou o Gaspar, né, o alagoano, como o vice dele, e é um cara ligado a esse promotor de justiça, é o cara ligado à segurança segurança tal. Você acha que isso foi uma— com certeza, com certeza não foi para ter voto no Nordeste, ou foi tudo junto?
Eu acho que tem um pouco dos dois, Emílio, mas com certeza pesa essa pauta da segurança pública. Por quê? Porque a dor do brasileiro, do rico ao pobre, ninguém consegue ter liberdade no Brasil porque ninguém consegue atravessar uma rua sem ter medo de um assalto, sem ter medo de alguma coisa. E a forma como a teve uma leniência assim, a impunidade venceu. E aí você pega esses caras em saidinha, vamos falar de feminicídio, olha a quantidade de casos de feminicídio que são frutos de pessoas que estão em saidinha.
Olha a quantidade de pessoas que cometeram feminicídio, foi condenado por feminicídio e mata de novo uma mulher porque ficou pouquíssimo tempo lá. Então assim, a verdade é que a impunidade foi um projeto político deles e essa impunidade tem um reflexo.
Nosso querido Ele não concorda.
Eu vi você, é impressionante, cara, impressionante.
Um cara de nojo discordando e fazendo risinhos e deboche. Eu não vou admitir risinhos de deboche.
Eu achei meio misógino.
Ele fez uma carinha de quem parece estar olhando para uma salada.
Mas é impressionante que a Jess fala, fala, fala, fala retórica vazia e não dá.
Ela fala e dá dados. Central.
Então veja só, ela falou, ela falou, ela falou do projeto de lei que não mudou absolutamente nada de segurança pública do Moro. Qual foi o fim do Moro no governo Bolsonaro? Foi demitido.
Fala do projeto, você tá falando do fim do Moro. Eu falei do projeto.
O Moro foi demitido, ou seja, o Bolsonaro não concordava com a política apresentada pelo Moro, que era pequena e era tímida. A verdade é essa, a verdade é essa. Então uma retórica que fala, fala fronteira, fronteira, claro que é um problema, mas nem de longe é o maior problema do Brasil.
Mas é um grande problema.
Quando você pega um estudo, tem do CNJ que fala o seguinte, que cai por água esse debate e essa discussão que parte da direita que a Jess abraça defende, dizendo que as armas do crime organizado vêm de outros países. Não, tem estudo do CNJ que fala que 75% das armas do crime organizado são armas adquiridas no próprio Brasil, né? Ou seja, Taurus, tá isso, funciona bem.
Isso lá, ou seja, é mais uma vez, eu acho que é o sul da Bahia.
E outra coisa, eu acho impressionante, os cara tem AK-47, pô, na face, você tá por fora.
O Emílio, eu acho impressionante que o único discurso da direita é achar que vai resolver o problema do crime organizado aumentando a pena, aumentando a rigidez do regime. Quando você pega os países do mundo que tem maior rigidez de regime e maior pena, por exemplo, a violência continua aumentando. Estados Unidos, por exemplo, tem um sistema penal Rígido. Você mata, você tem estado que você vai, é pena de morte. E mesmo assim, comparando os Estados Unidos com o Brasil, é semelhante.
Não, não é semelhante não.
Imagina, pô. Olha que engraçado.
Então faz o seguinte, pega Texas, por exemplo, que tem o sistema mais rígido dos Estados Unidos em relação, e pega Massachusetts, que é o menos rígido, mais flexível.
Os dois são rígidos comparados ao Brasil.
Massachusetts, por exemplo, você não pode andar armado, não pode comercializar arma. Olha só, então cai por terra essa questão dizendo que o único projeto para o país, para o país melhorar a segurança pública é bandido bom, bandido morto, é acabar com a saidinha. Isso é conversinha fiada, não resolve o problema.
Qual é o problema?
Como resolve?
Mudando educação.
Vai vir educação.
Pera aí que ele vai bingar. Vamos lá, educação.
Então fala aí. Não, agora eu vou te surpreender.
Eu achei que eu era mais burro da bancada, ainda bem que hoje eu não sou. Boa, boa, sumou.
Não, a PEC, qual o problema? A Constituição de 88 falou o seguinte, que quem é responsável pela segurança pública são os estados federados. Os estados não conseguem mais resolver o problema da segurança pública, então tem que ter coordenação com vários entes federados. Isso resolve com a PEC da segurança pública que tá aprovada no Congresso Nacional.
Tem 15 polícias, tem Polícia de trem, polícia de não sei o quê, tem muita polícia e nenhuma funciona.
Mas o problema não é isso.
Vamos mudar um pouco de assunto. O tema é o seguinte: tema, quem vota melhor, o homem ou a mulher? E tá começando com Chiquinho Pão de Hambúrguer.
Tema, subtema: a mulher vota melhor que homem.
A mulher vota melhor que homem.
Por quê?
Assim, é melhor essa discussão, não é mesmo? É uma discussão Na verdade, todo mundo vota igual, né? Mas a mulher, quando vota, na minha opinião, ela tem uma preocupação muito maior com o voto dela do que o homem. O homem é muito mais corruptível do que a mulher. O homem é muito mais, vota muito mais com o fígado do que a mulher. A mulher nesse ponto muito mais racional do que o homem. Então, na minha opinião, as mulheres votam melhores do que homens, sim, muito melhor que homem.
Mas assim, mas a tendência de uma universalidade de pessoas, homem e mulheres, as pessoas votarem mais ou menos parecido aqui em cima do muro.
Eles são charmosos, né? Por favor, Jess.
Ninguém vota bem no Brasil.
Agora eu voto melhor que a Jess.
Não, não, não vem não, porque se sente mulher.
Olha a hipocrisia!
Esse negócio de falar que um vota melhor, você acha que tem isso mesmo?
Não, eu acho que quando a gente olha para o caso brasileiro, todo mundo vota mal. As pessoas não pesquisam, as pessoas não ligam, as pessoas não se importam, e as pessoas são convencidas movidas por, querendo ou não, pelaquela campanha que promete mil coisas. Então a gente não tem uma lógica funcional dentro do nosso voto. Assim, quando o PP falar eu voto melhor que você, né, ele está dando a visão dele. Eu acho que eu voto melhor que o PP, porque eu vou lá, estudo, não tô pegada no candidato.
Esse negócio dos Estados Unidos, tá falando raseira. Vai lá, o Gordão, vai lá, Gordão! Gordão é o nosso VAR. Gordão é o O ChatGPT é pago? Você tem fontes que é pago? Você tem fontes? Foi bem.
Qual é a discussão?
Qual é a discussão? O lance que ele falou, o Brasil ele tem 4 vezes mais homicídios por habitante que os Estados Unidos. Ele vem falasneira, ele parece Ciro Gomes, ele vai falando fontes minha cabeça. Então assim, o VAR veio e já desmontou. Pode continuar, gente.
O PP é o O sucessor do Ciro Gomes. É verdade, é do PT, o Ciro Gomes. Ele vai, ele confundiu, comparou Texas com Massachusetts para falar que é o Brasil com os Estados Unidos, quando a segurança nos Estados Unidos é infinitamente melhor que a do Brasil.
E quanto é que tá o quilo da Coca?
Eles estão fazendo bullying e eu gosto quando fazem, mas fazer o seguinte, falar de economia.
Economia, tema economia.
Você acha que a situação do brasileiro médio hoje, acabando o quarto ano do Lula, é melhor do que começou ou pior? Não, mas é a opinião dele. Ou você acha que estaríamos melhor com Bolsonaro, na sua opinião?
Cara, a economia com Bolsonaro Lula são praticamente igual.
Tá vendo? O Paulo Guedes e o Haddad é a mesma faculdade, é a mesma coisa.
O Paulo Guedes, tipo, mas pergunta e vê aquelas ideias atrasadas dele. Não dá, não dá. Agora existe um estudo muito interessante da Federal Fluminense que pega todas as políticas econômicas do governo Lula e do governo Bolsonaro Bolsonaro e analisa minuciosamente o gasto, pasme, o governo Lula botou o mesmo dinheiro na mesma área que o Bolsonaro botou o mesmo dinheiro. Ou seja, é Minha Casa Minha Vida para um lado, Casa Verde e Amarela do outro, é Auxílio Brasil de um lado, é Bolsa Família do outro.
E quando você analisa a política pública, é exatamente a mesma coisa. E o Bolsonaro, ao escolher o Campos Neto, que é economista, na minha opinião, que tipou criatividade, e depois o Lula escolheu o Galípolo, que é exatamente a mesma a mesma coisa, né? Não mudou a taxa de juros coisa nenhuma. E veio com uma ideia errada na economia, achar que a economia se resolve só do lado da demanda. Qual que é a ideia dessas pessoas que não conseguem pensar de forma diferente?
É achar que se aumentar a taxa de juros reduz a demanda, desaquece a economia, e aí vai reduzir a inflação. Isso é mentira, isso é balela. Você pode resolver o problema da inflação investindo no lado da oferta, né, no supply side. Isso que essas pessoas não entendem. Então o Lula Bolsonaro colocaram o Brasil na situação que o Brasil tá hoje. Agora, respeitando tua pergunta, que eu acho importante, sabe que é importante, é quando você pega os números da economia do Brasil, não são tão ruins assim.
Tem crescimento econômico, a inflação tá quase, tá quase batendo a meta, mas o brasileiro, o brasileiro, o brasileiro não tem o mesmo poder de compra que tinha no passado. Então, para essas pessoas piorou assim, claro, piorou.
Boa, pelo menos isso ele break. Então vou fazer um break agora para nossa rede de rádio em todo o Brasil. Hoje presença ilustre, Jazz Peixoto, que nunca perdeu um debate, e ele, nosso querido Pepe, que não quer mais ser chamado de Francisco Pão de Hambúrguer. Doutor Pepe nesse programa que está aí nas redes sociais para você seguir. O Felipe Monteiro aqui com a gente. Vai lá, Ouch, this knee is killing me, but I can't stop training.
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Okay, here's a review: Dr. Craddock really takes his time.
No, I don't have time. what about Dr. Charles? His patients say he can help find a quick fix, and he's in network. Great, now we're talking. Ah, book it. Booked. 1 mile down, 19 Piorou ou melhorou, ou é a mesma coisa, a mesma porcaria, o Lula e o governo do Bolsonaro? Bolsonaro pegou a pandemia, é difícil a gente avaliar 2 anos lá que o Bolsonaro virou um banco central, que ele não podia fazer nada, não podia falar nada, que ele só só ficou pagando lá os governadores. É difícil, né, você avaliar. É difícil avaliar o governo do Bolsonaro.
Entregou com superávit, superávit. Lula, déficit, mas muito. E aqui, que que a gente tem? Uma pandemia, Emílio. Nós tivemos uma dívida galopante. E olha com o que que tá gastando, tá gastando com luxo, com viagem, com publicidade. Não é um programa de estrutura, é o Desenrola 400. São problemas que nunca são corrigidos e ele tá desde 2003. São mais de 20 anos desse período aí, desse momento Lula. E quando o PP fala isso, PP, eu te respeito, meu amigo, mas assim, pelo amor de Deus, é igual.
Olha as estatais, olha o superávit com Bolsonaro, a lucratividade, 120, salvo engano, cento e tantos bilhões. É incomparável, porque o Correios na época do Bolsonaro, a Petrobras, a pandemia ajudou na época do Bolsonaro com isso, a lógica das estatais, tudo isso que ajudou.
Quando você olha mais do que fazer hoje em dia, ainda tinha um meio.
Esse seu pessoal lá no Congresso tá querendo tirar esses direitos básicos aí.
Quando você você olha para isso, tudo que tá acontecendo, Petrobras, não só concessão, devolver estatal, fazer um limpa nas estatais, a lei das estatais, o Lula chegou desrespeitando, e o Supremo depois deu uma decisão falando, olha, não pode. Mas já que já teve essa indicação, vamos esperar, né? Então assim, quando você olha autonomia do Banco Central, Bolsonaro, assim, dá para criticar fatos, talvez você tenha suas críticas pessoais, mas comparativo de economia que foi melhor como um de país, o governo Bolsonaro entrega muito mais.
E o custo de vida no Brasil tá aumentando. As famílias, 80%, nós temos aí um nível de endividamento como nunca antes visto. Isso é responsabilidade de quem? Não dá para tampar o sol com a peneira e fingir que, ah, na economia eles são iguais, são mais do mesmo. Não é nada disso. Comparar o Paulo Guedes com Haddad, assim, não dá.
Que eu fiz boa corrupção. Gostaria muito de saber do Globo o que que você acha sobre a corrupção corrupção, caso INSS, envolvimento supostamente de Lulinha. E eu gostaria da sua análise.
No governo Bolsonaro foi igual, cara.
Corrupção, o INSS, Banco Master mostrou que a corrupção perpassa qualquer partido político e qualquer político, qualquer aspecto ideológico, né? O INSS pegou PDT, pegou políticos da direita. O Banco Master, mesma coisa, pegou Ciro Nogueira, né, que teve a busca e apreensão contra ele, né? E o baiano, baiano Já que, né, amigo de fé, opa, líder, tanto PT quanto PR quanto o PP do Ciro Nogueira, todos envolvidos na corrupção do Banco Master e do INSS.
Por isso que infelizmente é no Brasil esses dois casos deve acabar em pizza, né? O INSS, por exemplo, começou no governo Temer, né? Tudo bem que se potencializou e se exponencializou no governo do PT, no governo Lula, quando compara o déficit do INSS por conta desse desconto indevido dos pensionistas aposentados no governo Bolsonaro e no Temer e no Lula, é absurdamente mais alto do governo do PT, né? Mas todos os partidos políticos tiveram problema.
E para fazer um crime dessa monta, Emílio Zucchi, não tem outra forma de não ter política envolvida, não ter as instituições envolvidas.
Então vamos perdoar a todos, porque então tá tudo liberado, tá tudo liberado, faz parte da política.
Mudando de mandato.
É que a gente aproveita esse momento do Banco Master e do INSS e tira a República a limpo, né? Você vê, por exemplo, pouco mais, pouco mais, tem um cara corrompeu o Banco Central.
Mas nós tivemos lá do Collor, lembra Collor? Era uma Alba, depois veio Odebrecht, agora vamos resolver. Aí teve a Elba, teve Odebrecht, teve não sei o quê, teve outra coisa. Agora chegou no INSS, chegou no vorcário, e a gente vai continuar continuar aceitando isso? Então, mas como é que não? É o que você tá falando, mas o que eu faço?
Vamos aproveitar.
Eu espero sinceramente que todo mundo vá preso e pague pelo crime que cometeu, mas como tá pegando todo mundo, né, tem grande chance de acabar em pizza isso aí, né. Você vê, por exemplo, o inquérito no STF andando devagar. Quando você vê, por exemplo, a Polícia Federal tendo menos operações relacionadas ao Banco Banco Master, você vê claramente, tá tendo um cenário claramente para deixar panos quentes, todo mundo ali. Não é o que eu quero, queria que todo mundo fosse condenado.
Agora, um assunto assim sensível, né? Veja só, quando abriu a questão do Banco Master, verificou-se o contrato da mulher do Alexandre de Moraes com o Daniel Vocaro. Ninguém fala mais nada disso, acabou, parece que nada aconteceu. É uma vergonha, Emílio, é uma vergonha. Ninguém fala disso, acabou. E o STF tá nesse jogo. Fala assim, ah, daqui a um mês, daqui a um ano, todo mundo vai esquecer e vai voltar à normalidade institucional do Brasil. Infelizmente nós somos um país de babaca, né, de idiota.
Olha, agora que ele foi bem, foi bem, foi bem bravo, hein? A esquerda está nervosa.
A próxima frase dele vai ser a mesma do Lula: eu não sou de esquerda, nunca fui.
Eu tava falando, ele tá, o Lula tá jogando ele jogando para direita. Daqui a pouco o PP já—
que coisa, hein?
Que o Lula está jogando o nosso querido PP para direita.
Que coisa!
É inédito, tá grave, tá?
Não tá grávido?
Grávido tá também. Que mais?
Que mais?
Então vamos falar corrupção.
Corrupção, eu também assim, claro, eu não acho que o PP tá errado nisso de que há vários partidos estão envolvidos, tem muita maracutaia em várias figuras. Mas quando a gente olha para narrativa, para o que que potencializou isso, o que faz o INSS e o Master existirem? Nada mais, nada menos do que o combate narrativo à Operação Lava Jato. Tudo é perseguição. O que que os políticos viram ali? Olha, eu posso ser preso. Cabral confessou, Emília, ele foi lá e disse: fui eu, fui eu mesmo, fiz isso, réu confesso.
E tá solto. Anulação de acordos de multas que continham multas milionárias, delações Então essa, esse desmonte que aconteceu desse processo ali e da Lava Jato, a perseguição ao juiz Sérgio Moro, ao procurador Deltan Dallagnol, a ontem punida com 2 anos de suspensão, Doutora Juíza Gabriela Hart, que foi quem acabou sendo o voto inicial de condenação no caso do presidente Lula ali da situação do City Outback.
Depois foi aí, brava juíza, brava.
E a Doutora Gabriela, ela tem uma diferença, que é o caso ali depois, anos depois, depois de validar que a competência era de Curitiba. A Stéfani falou, pensando bem, é Brasília. E aí anulou. E assim, ela não teve uma questão qualquer de suspeição, ela foi condenada a 2 anos de afastamento, uma das punições mais graves da magistratura, por algo que poderia ter vindo a ser uma situação envolvendo lá uma ideia que a Lava Jato teve, uma ideia interessante.
Os Estados Unidos aplicaram uma multa na Petrobras nos Estados Unidos. Aqueles procuradores, promotores, eles eram tão tão bons, Emílio, que eles conseguiram fazer um acordo para o dinheiro voltar para o Brasil, dinheiro que tava nos Estados Unidos. E ela tá sendo punida por homologar isso num país que tanto juiz aí, nós vemos, tem situação com sentença, tem situações graves de improbidade, de pouca transparência. É essa juíza que foi punida.
Doutora Gabriela, toda a minha solidariedade, porque ela fez um bom trabalho. Até as pessoas que condenaram ela falavam, ah, não teve Ah, não teve isso, mas condenaram. Então assim, claro que isso contribui para corrupção, porque um Varcaro da vida, um senador que tá envolvido nisso, um quem sabe assim, Jax Wagner supostamente envolvido, também teve com situações de suposto envolvimento na Lava Jato e outras operações. E aí, o que que eles pensam?
Podemos tudo, a impunidade vencerá. E isso faz um ciclo eterno de pobreza no nosso país, porque esses poderosas aí que fazem o jogo do sistema acabam mandando em tudo.
Então, mas quem é que deixou o poder na mão dessas pessoas que a gente tá tanto falando aqui e tá tão revoltado?
Mais uma vez, né?
Quem é que— porque é o seguinte, o poder, como diz lá, as pessoas tomam o poder. Se tiver algum vácuo de poder, por exemplo, no Pânico, se não tiver alguém para mandar, vai aparecer alguém aqui, vai falar: opa, vou resolver mandar nesta casa da Mãe Joana. Quem é que deixou isso acontecer? Você acha que foi a população, o povo? Foi o quê? Existe no Brasil esse culto à autoridade? Porque o Brasil tem muita autoridade e eles têm muito poder.
Essa gente tem muito poder e eles podem ferrar a gente, acabar com a nossa vida. Você acha que é essa cultura do Brasil que que é a cultura da autoridade, autoridade que tem aqui.
Autoridade, olha com quem você tá falando, né? É o famoso homem que tem muito poder.
Isso nunca vai mudar porque faz parte do Brasil e assim vai ser para sempre. Que que você acha, Chiquinho? Desculpa, o Emílio.
Essa é uma pergunta interessante, cara, pelo seguinte, né? Porque a corrupção é difícil você combater, corrupção, né? O Brasil, claro que tem corrupção no Brasil, mas eu não sou daquele time que acha que o Brasil é mais corrupto do que a Rússia, mais corrupto do que a Índia, mais corrupto do que a China, mais corrupto do que a França. França é corrupta para caramba, França é muito corrupta também, mais corrupta que os Estados Unidos. A corrupção é o que existe, é algo dado à sociedade.
Mas corrupção é uma coisa, aqui esses caras são donos. O que a gente tá vendo aqui, o cara é dono, o cara faz o que ele quer, ele muda o que ele quer, a hora que ele quer, do jeito que ele quer. É isso que eu digo, essa nossa autoridade manda e desmanda. Sabe aquela coisa, eu mando e desmando? É isso que eu tô falando. Por que que virou isso?
Boa pergunta assim, Emílio. Eu não sei a resposta certa não, mas o que eu sinto é que no caso, por exemplo, esses crimes mais recentes no Brasil, né, INSS, Banco Master, claramente tem, né, a subversão, né, do poder político pelo poder econômico, né. Você vê claramente que os políticos associaram ao Banco Master os políticos e as instituições relações também, né? Você vê, por exemplo, que tem ministros do Supremo Tribunal Federal que tem relação com o Banco Master, tem ministro do STJ ligação com o Banco Master, tem burocrata do Banco Central que deveria fiscalizar o Banco Master, deveria fazer a regulação do sistema financeiro nacional, que tava na folha de pagamento do Banco Master.
Agora, por que que chegou a esse ponto? Realmente essa pergunta que eu não sei, mas eu acho que é, infelizmente, no Brasil o que falta é separar e estancar quem é o poder decisório e quem tem o poder econômico. E no Brasil, infelizmente, isso é tudo misturado por conta do patrimonialismo, por conta do histórico de imbricação entre poder econômico e o político em geral. Acontece dessa forma, é a única resposta que imagino que seja.
E aí, Jess, se você olha para todos os estados do Brasil, alguma família domina aquele estado há pelo menos 2 séculos. Alguma família tem o poder assim gigante de indicações para as cortes judiciais, para os cargos, para as cidades. É uma centralização de dono mesmo. A gente nunca deixou de ser uma capitania hereditária que o povo tivesse voz. O Brasil não é um país de democracia plena. Não culpa a população, eu concordo. Não é que a população brasileira é mais ou menos corrupta, é que em outros países o corrupto paga, o crime não compensa, e isso cria um incentivo a esses fatos acontecerem.
Não é uma realidade nossa. E aqui nós chegamos numa situação de normalização, né, Pepe, por parte de um certo grupo, de um lado que queria uma narrativa para descredibilizar processos de investigação. Uma situação que nós normalizamos a corrupção. É absurdo quando eu penso que determinados, determinadas figuras estão soltas depois de tudo que foi dito, tudo que foi feito, e que elas ainda têm força política. Elas ainda têm às vezes mais força do que aqueles que foram ali, se deram.
Então, pô, Marcelo Bretas, juiz da Lava Jato, aposentadoria compulsória, foi punido. Gabriela Hardt, punida. A situação do Moro, tudo. Quem combateu, quem combateu tem muito mais chance. É a mensagem do sistema: você ousou colocar um político como como por exemplo o Sérgio Cabral na cadeia, tá aqui a resposta. Então a mensagem para todos os promotores hoje no Brasil é: não lute, não faça isso, olha o que que vai acontecer com a sua vida.
A mensagem para todo juiz federal: não faça isso, olha o que vai acontecer para sua vida. Enquanto isso, a população assiste escândalo de corrupção que em outros lugares do mundo faria uma república cair como se fosse espetáculo, sem fazer nada, porque tá todo mundo à parte.
Então, mas você acha que a população se cansou? A população, porque a população sabe. Você acha que perdeu a esperança?
Perdeu a esperança. Perder esperança é difícil.
Mas eu acho que perder esperança aí fecha.
Não pode perder, porque o país é seu, é sua família, é o seu patrimônio. Tem que lutar, tem que acreditar, porque tem como virar esse jogo. Só que para virar esse jogo, a população precisa acreditar que existe uma forma de mudar. Vai ser difícil, é longo prazo, mas dá para mudar.
Os políticos estão no poder há tanto tempo, todos têm algum tipo de suspeitas, indícios fortes de corrupção em relação a ele, a maioria, né? Imagina, por exemplo, Jax Wagner tá sendo envolvido na questão do Banco Master, vai ganhar tranquilamente eleição para o Senado na Bahia. Como é que você explica isso? Aí que tá a questão, ignorância das pessoas.
E a mídia não cumpriu o papel dela, que é informar.
Exatamente, não cumpre esse papel. E aí nós temos uma situação que um presidente da República recebeu na agenda, fora, fora, extraoficial, o Vorcaro, que é um dos maiores escândalos de corrupção hoje, de fraude financeira do mundo. E não existe uma explicação clara, não existe uma resposta clara.
Então, mas esses caras não têm mais medo nem da imprensa, porque antigamente a imprensa batia e eles ficavam. Hoje em dia os caras não, você pode ficar ficar batendo, qualquer Globo pode bater, Band, Jovem Pan, CNN, todo mundo pode ficar batendo. Nem isso os caras têm medo. Por quê? Porque eu acho que a população também meio que, sei lá, perdeu a esperança que vocês falaram. Perdeu a esperança.
Só existe medo de uma coisa: do voto. O voto é esse fator, eles têm medo do voto, mas eles criam situações que as pessoas não vão votar. Então aí, abstenção, a isenção, as pessoas que não estão votando, elas estão comprando um país péssimo para elas, para os filhos, para os netos. As pessoas têm que ter coragem de ir para urna e virar o jogo.
Esse ano não vou votar, vou para Cuba.
Eu também, eu também.
Nós vamos fumar um charuto lá, charola, Havana e Varadeiro, mergulhar em Varadeiro. Nós vamos para Varadeiro, vamos fumar um charutão, caiolar, se dane, se dane, pegar um mojito e ouvir.
Complemento rápido: não é lado, é nome. Mesmo as figuras mais à esquerda, há bons quadros. E assim vai. As pessoas irem atrás dos bons quadros e não votar nos, muitas vezes ali, candidatos que sabe que tem algum envolvimento. Não é lado, não é sobre direita e esquerda essa parte. É sobre pesquisar, ir atrás, ver se tem indício, ver o indício e avaliar conforme a sua consciência qual a melhor resposta para o Brasil.
É, mas o canhoteiro que tem sempre a conversinha a mais Lógico, é mais sedutor. Puta conversinha doce, perfume. Vê se os cara vão economizar lá. Ele tá cheiroso, é cheiroso, é claro, tudo importado, tudo francês, tudo de primeira. Apple Watch, meu querido Felipe Monteiro, você tá onde? Você tá lá no Metrópoles? Ele tá lá no Metrópoles, nosso querido Felipe Monteiro, foi nosso companheiro aqui na Jovem Pan. Cara, gente finíssima. Ideias ruins, mas gente finíssima.
Mas, cara, isso você precisa de alguém bom.
É gente boa que vieram, cara, muito legal, que é o nosso Felipe Monteiro, nosso companheiro, foi companheiro aqui da Jovem Pan durante muito tempo, agora tá lá no Metrópoles. E a Jess, que é essa campeã mundial de debate aqui. Venceu mais um. Inclusive, a gente queria que a nossa querida deputada, que ela é candidata Candidata agora, não pode mais, né?
Sei lá, acho que dá, dá para debater.
Eu queria muito, que é a batatinha, né? Na batatinha diz que vai destruir os homens. O que que você acha dessa misoginia aí?
Você quer macho tóxico?
Você quer macho tóxico? Ele vai com essa conversinha.
É um Negroni, você acha que eu não conheço? E um rooftop.
Pepe, cuidado que por esse projeto 3 falas suas aqui. Já dava para eu sair.
Ele enche as meninas de Negroni. Obrigado, você não foi machista.
Biquinho doce, ele pede o aperitivo e vai embora.
O rei do caruso, tem armário do caruso.
Deixa eu fazer o— obrigado, viu, gente, obrigado. Vai lá, Reginaldinho, papo foi muito bom. Valeu! Paula Nobre é jornalista. Oscar Filho é humorista. Ela vive dos fatos, ele vive das perguntas. Ela busca respostas, ele desconfia da resposta. Ela informa, ele provoca. Juntos eles discordam, você decide. Afinal, quem tem razão? De terça a sexta às 10 da noite na Jovem Pan.
E aí, galera, treininho agora?
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Está na hora de encerrar.
Para quem já almoçou, pode aproveitar e sair para cá. Terminou! A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação. Realização Jovem Pan.
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