Marcos Troyjo
Uma aula de geopolítica e economia no Pânico desta terça-feira (04)! O diplomata e ex-presidente do BRICS Marcos Troyjo analisa a nova ordem global, a disputa tecnológica entre EUA e China e o conceito de ESG 2.0. Ele desmistifica a criação de uma moeda do bloco, cobra pragmatismo do Brasil e revela os caminhos para o país liderar em energia e agronegócio. Assista à entrevista na íntegra!
- Sistema internacional e geopolítica· InternacionalDisputa EUA-China · Ordem global · BRICS · ESG 2.0 · Segurança alimentar · Minerais críticos
- Inteligencia Artificial· TecnologiaDeepfake · Paola Oliveira · Regulamentação de IA
- NAC (N-acetilcisteína)Antioxidante · Radicais livres · Fígado · Saúde respiratória · Canetas emagrecedoras
- Pandemia de COVID-19· SaudeAnthony Fauci · Totalitarismo · Origem do vírus · Vacinas
- Papel do Estado· PoliticaDéficit público · Correios · Contabilidade criativa
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Pronto detectado. Humor reiniciado. Modo pânico ativado. No fim da vida só viu 1000 likes, o mundo tá sério, quadrado demais, mas o pânico vem e ri por trás.
Ah, Zé da Manga!
Aí, aí, escreve, humano copia, o algoritmo manda e a galera obedece.
Mas calma, respira, dá risada, confia que o erro é que faz o sucesso.
É o bug do sistema, glitch de humor, um reboot na graça, reinicia o amor enquanto o meme me tenta travar. O pânico vem para desinstalar. Meus taxados e mal pagos pelo amor, como é que vocês estão? Tudo bem com vocês? É, que bacana, estamos de volta aqui, mais um engelo o programa Pânico pelas astutas plataformas da Jovem Pan. Sejam bem-vindos ao programa que, assim como o seu político, adora ganhar benefícios em cima do seu sacrifício.
Hoje é dia de inteligência e sagacidade nesta programação. Linha de Pensadores com Mário Servi Costella e o nosso querido Pastor Silas Mela-Frauda. Diga lá, pastor.
Fala, povo abençoado do meu Brasil! E Deus, e Deus, e caloteiros de Deus!
Fala, Emílio, você tá bom, meu irmão?
Eu tô.
Como é que tá esse cajado de batizar coroinha?
Vai brincando, vai brincando, vai brincar com Deus aí.
Quero ver o senhor na igreja, mas se quiser não ir, pode mandar o Pix que tá abençoado. E agora segura essa porrada bíblica, meu irmão. Vai lá, Reginaldo. Deus pode fazer um grande milagre na sua vida, mas não, mas não nessa sua cara feia.
Pegou a visão, meu irmão? Aqui é povo ungido de Deus.
Chupa, fariseus! Agora faz aquele Pix abençoado. E agora vai o buchudo do cabronco, é contigo, meu irmão.
Obrigado, pastor Boca de Corneta.
Bom dia, amigo.
Em pessoa, hoje os programa.
Hoje estou deveras faminto. Eu poderia comer facilmente um leitão, comer também uma buchada de bode e um seguidor do Pablo Vittar. Mas o pensamento do dia é o seguinte, amigo lindo: na vida, seja resiliente com os pelos do seu fiofó, pois mesmo estando na merda, eles continuam crescendo. Fique com Darwin. E não se alimentam de seringas, detergente e Deolone. Agora é com você, Emílio Zurita. É isso aí, vamos para agenda dele, vamos lá.
Melhor show de stand-up comedy do Brasil. No meio, ele é conhecido como ator principal do filme Onze Homens e um Torresmo. Rogério Morgado.
E maravilhoso, sou eu, Rô com Bola, e toda quarta-feira só eu. Quarta-feira tem show do Rocombólia em São Paulo, não esquece. clubedingresso.com. Você de fora de São Paulo sabe que vai vir para cá, feira, convenção, venha trabalhar ou só passear. Toda quarta-feira até o final de setembro os ingressos já estão à venda no clubedingresso.com. O melhor smash burger na melhor casa de comédia de São Paulo. Canoas, Morgadão tá chegando!
Alô, Rio Grande do Sul! Morgadão, dia 8, sexta-feira agora, aliás, dia 7, sexta-feira, em Canoas, lá no Boteco Comedy Club.
Você compra no simpla.com.br.
Para galera de Novo Hamburgo, também no Boteco Comedy Club de lá, dia 8, sabadão, simpla.com.br. E no domingão, galera de Bento Gonçalves aí no Rio Grande do Sul, e você compra no Serra Comedy. E mandar um abraço aí para Jovem Pan Porto Alegre, que tá apoiando o show do Morgadão. Esses shows aí no Rio Grande do Sul é no Simpla, tá bom? Galera de Santo André, Morgadão tá chegando aí no dia 14. Não esquece de comprar o seu ingresso porque vai esgotar, sempre esgota, galera.
De Santo André, no Hilários. E o site é o ticketnamao.com.br. Entra lá e garanta o seu. Galera de Brasília, ó, tem 4 anos que o Morgado não vai para Brasília, nem Brasília e nem Goiânia. Fazia tempo que eu não tô chegando aí. Em Brasília vai ser lá no Lendary Comedy Club, tá legal? E em Goiânia no Guardians Comedy Club, todo mundo conhece. Você compra no Simpla também. A venda aberta para Americana Teatro Paulo Altran, tem show solo do Rogério Morgado, e é o bilheteriexpress.com.br.
Vendas abertas também em Curitiba, Teatro Regina Vogue, você compra no Disque Ingressos. Corre para comprar antes que o preço aumente, tá legal? E Joinville, Teatro da Liga, é ticketcenter.com.br. E mandar um abraço para toda Jovem Pan, Jovem Pan Goiânia que tá apoiando a gente aí no show de Goiânia, e para Jovem Pan Joinville também. Que dá esse apoio para o Morgadão.
Quer patrocinar o show?
Eu filmo e falo. Quer patrocinar o show do Rock'n'Ball? Manda um email, contato@rogeriomorgado.com.br. Ribeirão Preto, Bauru, também tem para galera de Londrina. Já tá tudo certo aí, é só preciso de você, patrocinador. Obrigado, Emílio.
Que alegria! É isso aí. E você, meu querido Guarezito?
Ah, Emílio, nessa sexta-feira estarei em terras guarulhenses.
Muito mal, galera de barulho sexta-feira.
Fábio Gueré chegando aí com toda delicadeza de um mamute, fazendo aquele showzinho bacana lá no Um Show Comedy. Entra no bilheteriaexpress.com.br, já garante o seu ingresso para curtir esse showzão maluco nessa sexta-feira, hein? Não vacila, bora lá comer um franguinho que é maravilhoso, dá umas risadas e arrumar uma briga no final. Conto com vocês. Segue lá também, @fabiogueré, tudo bonitinho para vocês.
Muito obrigado, é melhor.
Boa, boa decisão.
Olha só quanta gente bacana aqui conosco. João Paulo Abreu Correia, é que o nome é muito, letras muito pequenas. É isso aí, bichão. Temos aqui o Anderson da Costa de Santa Bárbara do Oeste, Gustavo Lisboa de Maceió, terra boa, terra dos caetés. Incrível, os caetés eram bravos, eram bravos, enfrentaram os E comeram Frei Sardinha. Comeram.
Caramba! Por causa do nome.
Comeram Frei Sardinha, turma brava lá, enfrentaram os portugueses. Portugueses, isso. Os caetés são bravos, meu. Por isso você não pode mexer com a turma lá do— Turma de Alagoas.
Se eu não me engano, era das menores tribos que tinha.
E Alagoas é terra do Deodoro da Fonseca. Perna fina e bunda seca.
Grande Deodoro.
Grande Deodoro. Nossa, herói, porra, não é? Mandar um abraço para Alagoas, terra muito bacana, praias mais lindas do mundo, né, Zuzu? Você que gosta de lá, não é? Que lugar sensacional! Um abraço aí para todo o Nordeste aí, gente muito bacana que acompanha o Pânico todo dia aí. Um grande abraço para vocês, porque agora chegou a hora de homenagear quem alugaria um puxadinho em Taipas só para ser vizinho do nosso Fuzil.
É hora de nossa audiência A majestade de hoje vem do ABC Paulista, da Estonteante Santo André. O cara é analista de sistema, mas já tá aposentadinho de Oliveira. O mano é um casadinho alegre que adora viajar e fazer umas zoeiras com a IA.
Palmas para José Martinho Queijo! Ó, Martinho, Martinho Queijo! Fala, Martinho!
É o Rei Queijão.
Tudo bem, tudo bem com vocês aí?
Aposentadão, bem aposentado, viu?
Hoje, quando acordo, já vejo que não tenho nada que fazer. Quando vou dormir, não fiz nem metade. Delícia!
E você era da TI?
Eu trabalhava, né, na TI.
E agora, e qual é o seu hobby?
Agora é mexer com inteligência artificial sacaneando os amigos. É isso aí, lindo! E eu vim aqui mais mesmo por causa do meu sobrenome, é Queijo, né?
Vocês viram, né? Sim, sim.
E eu vi a Majestade, lembrei do meu vô.
Meu vô é rei, né?
É o Rei Queijão. Meu pai é o Pai Merdão, é a Mãe Tega. Minha mulher é Dona Ricota. Eu tenho um filho que é o Chambinho Polenguinho e a minha irmã é Gouda.
Bem bolado.
Professor de faculdade que é o Provolone.
E agora tem a minha nora, né, que é a Dona Cheddar. Acha que é queijo, mas não é.
Sensacional! Bem boladão, hein?
O queijo é, ele veio soltar o redondo, não é?
Boa, Queijo! Você vai mandar um abraço para quem?
Eu vou mandar um abraço lá para minha esposa, não apanha em casa, e meus filhos André e o Rodrigo. Esqueci o nome. É muito filho, é muita coisa para decorar. Boa! E pro pessoal lá de meus amigos, tudo lá de Santo André, tem pessoas do Santo André, lugar bacana, né?
É bacana. Porra, manda um abração lá pro ABC, pra turma de Santo André, todo mundo. Muito bem. Parque das Nações, teu amigo lá, o Augusto da Sunshine. Você conheceu o Augusto? Augusto é da produtora grande agora, Augustinho.
Tinha uma lojinha de disco na rua debaixo da minha casa, é isso aí, na Roviera de Carvalho.
É isso aí. Você foi na Sunshine? Sunshine era legal lá, né? Tempo de papai, tempo de vovô.
De vovô.
Aquilo era vovozinho que ia na Sunshine.
Lugar muito bacana.
Baladeiro, hein?
O queijinho baladeiro da galera.
Muito legal, muito legal. Esses lugares marcaram, né, uma geração. Muito bacana.
Sunshine.
Parque das Nações, Santo André.
Sim.
Muito bem, tá lá, vai lá me ver. Você vai fazer show lá? Ó, o queijinho, ó, fiz rapidinho aí, galera. Se você quiser participar aqui do quadro, pô, é um prazer receber aqui a nossa audiência. Olha só que bacana, você mande o seu email para audienciamajestade@jovempan.com.br. Dito isso, vamos falar de séries, vamos falar de dicas de filmes, fofocas da web. Ok, com eles, os homens que adoram um puxão de cabelo durante o coito.
Ai, gostei!
Bem direta essa, né? Uma coisa assim bem grotesca, pesada, né, meu? Coisa feia. Não é horário para isso, né?
Inteligência artificial.
Linhagem geek com Homem-Aranha, que na cama foi apelidado de vagaroso. André Alba, ele gosta. Minha gente, minha gente, minha gente, Zé da Manga aí! Ó, ó, Zé da Manga!
Boa tarde, boa tarde! Se inscreva lá no canal da Ariane. Muito obrigado aí pelos 500 mil inscritos. Batata, Daniel, amigo do Pânico, já tá no cofre. Muito obrigado aí pelos 500 mil inscritos.
Vocês se inscreveram ou não? Não, mas hoje vamos, é hora de se desinscrever do site, pelo amor de Deus.
Muito obrigado aí para essa marca que é histórica, né? Histórica, muito especial para a gente. Vamos lá, eu fiz um trabalho de investigação de novo, fofoquita.
Não, temos uma pauta boa que obviamente vocês conhecem, o nosso querido que teve aqui, pô, Soldani.
Soldani, Soldani, eu esqueço Soldani.
Não, não, o Soldani tá, o que ele tá, você já viu? Tem O Soldani entra lá, ele tá descobrindo coisas. É mesmo?
Tem coisa nova?
O Soldani é uma bomba atrás da outra o tempo inteiro.
Jornalismo investigativo.
É no Twitter, no X, né? X do Soldani. Olha lá, o Soldani.
Eu tô seguindo o Soldani lá.
É, você tá na mesma linha. Ele faz muitas informações, ele faz uma investigação. Agora tem daquele cara, Um caso, um caso cabeludo.
É mesmo?
O seu Dani é muito bem informado e ele procura na internet. E é o seguinte, vocês conhecem muito bem a nossa queridíssima atriz Paola Oliveira, clássico. Oliveira, muito conhecida pelas novelas, pelas novelas.
E por isso ela é linda, por sua beleza.
Teve um, uma breve matéria no Fantástico que aí eu queria até pedir, pedir um auxílio ao querido Samidana, porque é o seguinte: a inteligência artificial, né? A gente sabe que tem muita gente que usa inteligência artificial para algumas brincadeiras, só que quando você tem uma figura pública muito visada como a Paula Oliveira, o negócio meio que sai do controle. E aí eu separei um videozinho para o Bernardo só para vocês entenderem o contexto dessa história. Por favor, verdadeira.
Minhas na internet que eu nunca tirei, vídeos meus falando coisas que eu nunca disse, um corpo circulando por aí com o rosto em cima que não é o meu. É isso, é com imagem nova, com imagem velha, e sem nenhum limite. Aí fazem com todo mundo. Nada disso aqui, ó, sou eu de verdade, mas isso para mim já virou uma rotina. Quando começou essa coisa de inteligência artificial Só não sabia muito para onde ia. Aí comecei a ver que não tinha, não tem mais parada, né?
Eu já tive situações muito expostas, vexatórias mesmo assim, tipo sexual e tudo mais. Você pega algumas fotos e consegue fazer isso com muita tranquilidade. Mas assim, eu tenho condições de olhar e falar: essa pessoa não sou eu.
Olha o trampo! Então, Sami, é o seguinte, tá vendo? Ela fala que todo dia tem um negócio novo.
Tá vendo, professor Sami?
Culpa do Sami.
Todo mundo tem. Você sabe quanto ele gasta de inteligência? Eu não vou falar, eu não vou falar, eu não vou falar. Não, não, eu vi, eu vi o boleto, o boleto. Eu nem vou falar, não falo, porque o Brasil se assusta, vai quebrar a internet. Mas pode concluir, desculpa.
Não, é porque obviamente, Sami, depois disso tudo abre-se aquele debate que a gente conhece muito bem da regularização das inteligências artificiais. A gente sabe, como, como estavam falando, a inteligência artificial é um mercado bilionário, é um negócio incrível, porque realmente você consegue fazer os vídeos dependendo do quanto que você paga. É claro que você tem algumas que são grátis, só que são piores. Se você quiser uma qualidade maior, você tem milhares de sites que conseguem desenvolver em grande qualidade.
Só que aí, Sam, isso cai na nossa querida regularização das da inteligência artificial, que parece que não vai, não falta muito para começar a ser pautada.
Já tá na mira. O ponto, Alba, talvez o que faça mais sentido é o seguinte: o que foi gerado por IA tem que ter uma marquinha ou um aviso que foi gerado por IA e acabou. Porque senão você ficar proibindo as pessoas de usar é a mesma coisa criar um site. É ótimo criar um site na internet, ajuda muita gente, ajuda muita empresa, mas nada impede que você crie um site para roubar, dar golpe, para dar informações que sejam, que façam o mal.
Então eu acho que assim, a ferramenta não tem como voltar atrás. Agora, para mim, o mínimo de regulação seria, seria já suficiente. Mas o que a gente teme é que tem uma regulação gigantesca que só algumas pessoas vão poder usar para os objetivos delas. Então é simples, foi feito por IA, fica uma marca d'água, fica um aviso e deu. Também fazem com a Paola porque ela é um sucesso.
Exato.
Vê se fazem com qualquer pessoa.
E se faz comigo? É, eu acho que o problema é deepfake.
A galera tem que saber usar isso daí a favor, porque tipo que nem ela falou assim, ó, nada disso daqui sou eu. Então ela pode fazer vídeo sendo ela mesmo e falar, ó, é IA.
Ah, mas tudo na natureza humana Ou vai ser usado para o bem ou para o mal. Não tem jeito, não tem como controlar. Isso é humano, não tem como controlar.
Um automóvel, controlar o instinto.
Então o homem, ele faz o bem, faz o mal. Isso é da nossa natureza de ser humano. É claro que erra, né?
Exagera. Eu aprendi, eu aprendi com um grande apresentador.
É que é o seguinte, é que é o seguinte, o problema da Paola, é que ela é muito famosa. Então as pessoas muito famosas, elas vão sofrer mais. Já dizia Newton Travé, grande Newton Travé: quanto mais alta a montanha, mais forte é o vento. É isso aí. Então você é tão famosa, tão linda, tão maravilhosa, que os caras vão ficar usando, vai ventar muito, porque você é maravilhosa.
É isso aí, difícil segurar na montanha.
A caixa do supermercado, olha Olha só, e ela vira aquele, ela vira aquele animal, ela vira onça. É isso aí, é o sucesso.
Aliás, não sabe se é verdade ou se é falso.
É o sucesso.
E eu, apresentador, aprendi com excelentes apresentadores de Urita que é o espírito de porco do brasileiro, né? Então, mas é mesmo, o brasileiro ele vai usar o negócio da pior forma possível mesmo.
É horrível. Você não sabe se tá fazendo, se é verdade, né, o que tá rolando nas redes ou não, né? Não sei se o Bernardo tem aí imagens de coisas que a gente não sabe se isso aconteceu ou não. Se aconteceu, gostaria muito de ter participado desse churrascão na época da Copa. Olha aí, eu sou, imagina um churrascão com Datena de equipamento, muito bom.
Infelizmente tem muito pouco, do verão, do verão que a gente tava no churrasquinho gostoso aqui, velho, na casa do Dani.
É isso aí, velho.
Se Datena for, eu pulo na piscina com ele.
A inteligência artificial é a grande pauta aí, E vai ser pelo menos pelos próximos 3 anos. E por falar em julgamento, né, de rede social, tem uma atriz que é atriz cantora muito famosa também, que é a Ariana Grande, que ela falou que vai se retirar das redes sociais e da vida pública por um tempo, por conta do julgamento da possível e grande, né, magreza. A galera tava, a galera ficou falando bastante mesmo da Ariana, da mudança, né, da Ariana Grande, né.
E ela ela deu um pronunciamento aí nas redes sociais falando que vai se retirar da vida pública por um tempo.
É o cheeseburger, cara, ou antes e depois.
Então tem que sair das redes e ir para o Mac. Então as pessoas estão falando dessa moda aí do monjaro. Aí tá o vídeo dela, do monjaro, né, que as atrizes de Hollywood estão aderindo bastante e ficando com aparência quase irreconhecível, quase irreconhecível. Cabeça do fuzil, velho. Então a Ariana Grande fez um depoimento aí é que vai se afastar das redes sociais também por conta do julgamento e discurso de ódio. A gente sempre cai, né, no discurso de ódio.
E eu sempre gosto de novos e de novas palavras, da utilização da semântica. E temos um novo, é um novo, uma nova nomenclatura. O John Bertal, que é o nosso querido justiceiro que tá na Odisseia, ele deu uma entrevista. Sucesso, João Bertal! Também vem da melhor fase Fez ali o especial do Justiceiro, fez o Contador 2, fez o Homem-Aranha, tá em todos os blockbusters. Só que ele deu uma entrevista, Emílio, e ele tem pitbull. O Cobertal, ele gosta bastante de pitbull.
E aí ele foi questionado na entrevista, falou assim, não, mas tem o pitbull, não é perigoso? E ele falou que o pitbull não é perigoso, que as pessoas que inventam que o pitbull é perigoso chama-se racismo canino.
Maravilhoso!
Essa é a parte do Eu concordo com ele.
Essa é a parte do trecho que ele fala que é, olha lá, eles falam que ele não ataca. Racismo, you know? I think to be afraid of a breed of dog is completely ridiculous.
Isso aí.
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Racismo canino se você é preconceito contra o cachorro mesmo.
Não, mas cachorro não tem.
Pincher morre mais do que pitbull, irmão.
Isso não existe.
Você não vai preso por preconceito com cachorro.
Calma, calma, Tsubi, calma. Os cachorros são são amados incondicionalmente. Os cachorros, as mulheres e as crianças universalmente são amados, incondicionalmente são amados. Porém, homens, não. Vocês precisam ser provedor para que alguém te ame. Se você como homem não tiver proventos, você não é amado. Triste, é triste eu dizer isso para você, mas você tem que sair todo dia da sua casa e levar uma caixa, levar algo para ser amado e sofrer.
Se você tiver mal, mulher e criança, se você tiver mal, você ainda pode. É claro, você não pode estar mal. Nunca.
Isso é verdade, você não tem aquela história de quando uma mulher é muito bem-sucedida, fica com um cara de igual forma alguma. Não fica, não fica.
Você é provedor.
É isso aí. Lembre-se disso, Daniel.
Eu lembro todos os dias.
Para de beber já.
Já mandou mensagem agora, pagou o Pix.
Eu faço assim, lembre-se disso, não é fácil não. E agora, e agora vem, e agora vem lei aí, ó.
É, e agora quem tem filha ficou brigando para quem manda mais nele.
É isso aí, é isso aí.
Tem uma briga para ver quem manda mais no pai.
Puta, coitado de mim.
Exatamente, Zuzu. Acho que você vai, talvez você possa passar, você possa passar por isso. E falando do John Bertal, que ele fez a Odisseia, que Odisseia é um grande sucesso, já tá com 900 milhões de bilheteria, deve bater bilhão nas próximas duas semanas. O Homem-Aranha já bateu bilhão, então o John Bertal, que é o nosso querido Justiceiro, já tá fazendo bastante sucesso. Só que aí, Emílio, eu fui pesquisar, né, na Odisseia toda aquela polêmica da Helena de Troia, e eu achei um vídeo muito legal que alguns ouvintes me mandaram do nosso querido Propró.
O Propró, eu fui pesquisar, né, a opinião das pessoas da Odisseia, e eu queria saber mais. Sobre a opinião dele sobre a Lupita Nyong'o ser a Helena de Troia. Mas ele fala sobre a Odisseia original, é isso? Ele faz ali, ele fala, ele tem o vídeo interessante que ele fala do anacronismo, que só do fato de você, por favor, Reginaldo, só o fato de você ter uma adaptação cinematográfica já seria um anacronismo de uma obra literária antiga.
Mas eu peguei esse trecho do nosso querido Pró-Pró para a gente entender bem qual a opinião dele.
Ele é gênio, por favor, você olha para uma uma linda atriz negra que faz o papel de Helena, uma linda atriz negra que faz o papel de Clitemnestra, nós temos diante de nós uma questão importante. Se só isso lhe incomodou como anacronismo, isso está escondendo um preconceito que provavelmente é racismo. Se foi isso que lhe incomodou, não estamos debatendo anacronismo, nem história, nem Marlowe, nem Homero. Estamos debatendo só racismo. Um abraço.
Então é isso, um abraço. Seria essa ocasião, essa opinião do nosso querido professor que cai, né, que cai ali com toda a narrativa, com tudo que é colocado ali pelos progressistas.
É marketing, meu amigo, é marketing, é marketing, é marketing, professor, pô, professor é bom, professor é bom, porque como é que vai fechar?
Marketing do filme.
Você quer o quê? Ele quer bilheteria, pô.
Não, eu não tenho dúvida.
Você acha que ele quer o quê?
Não tenho dúvida. Mas a Odisseia, assim, na bilheteria, Odisseia é um grande sucesso, vai bater aí bilhão tranquilamente.
Já dizia Nilton Travéco, hoje eu estou com Nilton Travéco de novo, Nilton Travéco em cima disso que você tá falando, que é um sábio. Nilton Travéco era de melhor diretor de televisão, ele tinha sensibilidade, ele inventou o Fantástico Show da Vida, claro. E ele falava o seguinte, ele via portões da cortina, que é o Nolan, nesse caso é o Nolan, sim, porque ele falava o seguinte, o novo Newton, a diferença do amador e do profissional é a seguinte: o amador quer ter razão e o profissional quer ter dinheiro.
Então o Lula, ele quer dinheiro, ele coloca ela negra para a gente ficar falando, mas Atena tá negra, ai, mas por que que ela é negra? Aí você vai no cinema para ver, aí aparece outro, falou, vocês são todos racistas, porque vocês estão estruturados. Todo mundo quer ter um pedacinho do biscoito, todo mundo quer morder Biscoitinho, é isso aí, bicho!
E o sucesso da cria, principalmente nos cinemas, porque eu falei bastante aqui do sucesso do Michael, né? E a gente vai ter uma série do Joseph, do pai do Michael Jackson, uma série dedicada, né, que a postagem foi feita oficialmente, né, pelo, pelo, pelo filme. Perfil do The Jacksons, né?
Jackson 5. Não merece nada, mas o filme do Michael, você assistiu o julgamento?
Não.
Porque tem, o julgamento é um especial que tem do Michael Jackson contra a história do julgamento, e é o seguinte, o pai dele, na morte do Michael Jackson, ele foi vender a gravadora Ele fez uma gravadora, então tava o Michael lá, o esquema, tudo. Tem isso registrado, sim. Mas vai ser o quê, para demonizar ele?
Então, Emílio, fica difícil porque tem que ser, porque não tem outra coisa.
Então, mas é falar bem dele, é, mas tem uma galera que falou assim, é, mas se também não fosse desse jeito, o Michael Jackson, sei lá, tem gente que ainda defende o cara, é aquele tipo assim fala assim, não concordo, mas entendo.
É a Matsunaga, é exatamente isso. É a galera defendendo a Elise. Mas é difícil saber isso aí, galera, porque é a família que tá envolvida, né? Então, e até a postagem oficial do The Jacksons, né, eles contam um pouco que eles falam, só pela, pelo anúncio, acho que não vai ser um negócio para demonizar, que era o seguinte: o empresário, a mitologia e a lenda. A lenda, o cara é a lenda. É uma série original desenvolvida em colaboração com o irmão Marlon, né, que é o irmão mais de novo, Marlon Jackson, oferecendo um olhar mais profundo, né, um olhar mais profundo sobre o homem cuja visão ajudou a moldar a nossa família.
Estão brigando lá pelo, estão brigando pela grana, né, os filhos do Michael Jackson, a filha do Michael Jackson.
O filme é para passar um pano também, tá vendo?
Os direitos dos Beatles, né?
Sim. Então, o Michael Jackson, ele tem mais grana morto do que vivo. O Elvis Presley também, que agora é empresário.
Porra, fazer ele trabalhar, hein, esse empresário do Elvis Então não gostava de sair dos Estados Unidos, não podia.
Era o coronel, né?
Coronel, meu Deus do céu, esqueci. E ele ganhava uma participação bem menor do— ele ganhava acho que 60%, o empresário ganhava 40%. Era uma coisa assim bem injusta, mas ele confiava naquele empresário.
Pegou na planta, né?
Era o Tom Hanks faz ele.
Tem aqui no Brasil, tem gente que ganha 20%. 70, estouradão.
Não, 20 é normal, né?
O artista, o padrão é 20 para o empresário, é isso?
É, mas depende. É o que a gente tava falando aqui, aquela questão musical, né? Hoje o cara tá lá tocando no boteco, aí chega uma produção que já sabe todo o caminho, injeta dinheiro para caramba. O cara ganhava 5 conto no mês, hoje ele ganha ganhar 1 milhão por mês, aí você quer o quê? Ganhar 100% de R$5.000 ou 100% de 1 milhão? Então é isso aí, porque para estourar hoje em dia vai muito dinheiro.
Por isso que tem contrato.
Só que o ruim é o cara faz o contrato, o cara entre aspas vende a alma para o capeta, aí depois quando tá bombado, quando tá estourando, ele acha que foi ele sozinho. Aí fala assim, ah, meu empresário me roubava, olha quanto que eu ganhava.
Pois é, receba que rouba, rouba, receba.
Mas tá bom, é o que tá, a premissa é o cara investiu no cara no começo carreira. O cara bombou, depois o cara fala, meu, abraço.
Pensando num caso único, o empresário, não é único não, é muita coisa, muita coisa.
O empresário, ele vai financiar 20 artistas para um dar certo.
Exatamente.
Então ele tomou, ele é casado, tem que pagar os outros 19, senão a conta não fecha. É que nem a indústria farmacêutica, o remédio que dá certo paga todos que deram errado. Exato. E essa é a lógica que o artista não entende. Fala, pô, mas eu dei deu certo, mas ele não, não viu.
Mas o problema é o que você— é que a gente aí, a gente imagina as coisas, professor. Pode reparar, a gente sempre imagina o que vai acontecer. Então na nossa cabeça, certo, tudo é muito diferente, né? A gente imagina, quando a gente vai imaginar um programa, você vai imaginar que ele vai fazer sucesso. Exato. Você não acha que vai ser um fracasso, que vai dar errado, que vai Por isso que o cara chega e fala, olha, vamos fazer um contrato aqui.
Contrato aqui é o seguinte, como é que é? Se acontecer isso, isso, isso, é assim, assim, assim. Porque aí não dá chance de você imaginar, certo, alguma coisa. Perfeito, serve para proteger.
Sim, mas não é vitalício também. A hora que o cara quer, pode romper uma hora.
Como diria Palmirinha, não adianta você colocar açúcar em cocô achando que vai virar brigadeiro.
Tem outra, não é porque tem contrato na nossa, na justiça brasileira, às vezes tem o contrato. Não, aqui no Brasil, aí o cara fala, não, aqui no Brasil, contrato perverso, ele não tinha condições de assinar. E aí o cara que assinou, ele às vezes é protegido por uma lei. E aí o que acontece? O empresário vai lá ou não financia mais, ou vai ser mais ainda abutre com o outro, porque ele sabe que depois na justiça as coisas não são válidas.
Aqui no Brasil Virou um aetolá em cada esquina, juiz, que cada um decide da sua cabeça. Aqui virou a casa da mãe Joana, mas a gente tá falando pelo menos num lugar onde tenha, né, onde tem uma lógica, né, que as pessoas respeitem o que tá acordado, não é isso? O professor tá bravo, tá bravo, ele brigou com o empresário, ele mandou uma proposta lá na granja para abalar, vai abalar, vai abalar. Real Estate da Granja Viana. É mesmo? Vai abalar o Real Estate de Granja Viana.
Nunca mais o mercado será o mesmo.
Nunca mais Granja Viana, nunca mais será a mesma.
Vem aí Residencial Samidana.
Vamos seguir?
Vamos.
Então vai lá.
Sammy Reddons.
Não, só pra gente finalizar falando do Michael, né? O próprio Jafar Jackson, né, que é o ator que fez o Michael Jackson, ele vai estar num filme de ação com Will Smith. Então tá todo mundo se dando bem aí da família. Né? Tanto Jafar, que fez o Michael, e também a própria família que tá bolando ali outras séries, como do próprio Joseph Jackson, pai do grupo. Então o Jafar vai fazer um filme com Will Smith, todo mundo aí rendendo do grande sucesso do filme Michael.
Então tá parecendo mais filho do Will Smith que o filho do Will Smith. É verdade, é verdade.
Boa!
Você quer me trazer o refresco? Ah, tem um refresco aqui, ó, é uma novidade aqui, ó. Você sabe que às vezes você precisa de um refresco no meio do dia, não é isso, meu querido? Opa, é isso aí! Você tá numa discussão lógica como essa, não é? Um refresco para dar uma boa pausa. E agora eu vou testar algo sensacional que ontem eu adentrei no site. Eu peço para que você também conheça esses produtos aqui, ó. Dá licença. Opa, bom, é bom, ó, é bom, ó, faltou um gelinho, né?
Nada de um gelinho, não Não é isso? É bom para você recuperar energia e para você seguir em frente, nada como um bom refresco nessa pausa que a gente tá dando. Agora, melhor é com esse refresco, chama-se Pop Fruta da Neilar. Tá aqui, ó, Neilar, certo? Eu entrei no site da Neilar para conhecer o produto, chama-se Pop Fruta. Ele entrega um sabor de verdade, rende 1 litro e contém vitaminas. Aqui, A, C e D, tem baixo teor de açúcar e oferece, são 20 opções de sabores para ninguém ficar sem o seu preferido.
Isso tudo porque a Neylar sabe o que faz. Chama-se Neylar Alimentos. Você conhecia?
Não conhecia.
Você não conhecia?
Eu também não conhecia. É de Santa Catarina e eles estão há 37 anos no mercado. Eles estão no mercado local e agora estão expandidos e sabendo exatamente A Neylar sabe o que que o brasileiro gosta. Pop Fruta é fácil de fazer, rende muito e o sabor é bom demais. Bom, agora eu tenho um recado direto que eu vou dar aqui, como eu já entrei lá ontem, para você que é comerciante inteligente e tá acompanhando a gente aqui pela Jovem Pan na nossa programação.
O produto bom é o produto que vende rápido e deixa aquele resultado azul, como disse a Midana, na sua sua conta. Pop Fruta tem uma aceitação gigantesca do consumidor, isso quer dizer alto giro, e o melhor, com uma margem muito interessante para o comerciante. É bom para quem bebe, espetacular para quem vende. Pop Fruta, a fruta como ela é. Faz o seguinte agora, tem o QR code aí, ó, você pode entrar agora pelo QR code, você vai falar, vai falar com um representante Ou você acessa neilar.com.br e saiba mais. Eu entrei, não sei se tem muito produto. Neilar, Neilar, muito legal.
Eu vou entrar, eu adoro suco.
Neilar, neilar.com.br, esse é o site. Muito, você tá entrando aí? Entra aí, ó. Eu entrei ontem à noite, fiquei um tempão lá. Tem muito produto, tem muito produto. Produto.
E eles são, Neymar, especialista em alimentos.
Eles são muito fortes em Santa Catarina. Sim, e agora muito forte em Santa Catarina.
Legal demais! Sim, 36 anos, a linha de produtos é gigantesca, tem muita coisa.
Farofa é maravilhosa. Eu, se eu não me engano, eles são do Rio do Sul.
Olha, ó, tem um e-commerce, tem gelatina, tem tudo que você pode imaginar.
Exatamente, muito legal. Neymar, eu não conhecia, tô conhecendo agora.
Chegou, inclusive.
Vê se eles vêm aqui para a gente conhecer mais o Neymar. Quem que tá aqui da Neymar? É o bonitão.
Cadê o Antônio?
Quem é? Não é Antônio, é Antônio.
Obrigado.
Aqui, ó, ele que fez aqui, ó, o suco.
Desculpa, Adriano.
Show de bola. Então entra lá, dá uma fuçada no site que é muito bacana. Dito isso, eu vou fazer um break.
Vai, bora.
É isso. Dizem que Então eu vou fazer o break do Reginaldo. É isso, Reginaldo?
Boa!
Então vai lá, Reginaldinho, manda bala!
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Experimentada no estúdio. O cara levou já? O cara levou tudo. O cara leva.
Esse é o bebê. O cara nem deu.
Os próximos Faltou um gelinho, né, amigão? Custa nada, né? Ele dá risada, né? Lá não tem gelo? Não tem não, geladeirinha aí não. Tem lá na diretoria. Gelo aqui na emissora é só na diretoria, né? Aquele gelo, tem a máquina, tem a máquina de gelo e tem um cadeado na geladeira.
Meu Deus, pega um café, só os acionistas têm a senha.
Ninguém chega naquela geladeira, é aquela geladeira Zero. Ó, é na sala da diretoria, é mais desprotegido que a geladeira. A geladeira deve custar uns R$120 mil. Mentira, topa!
Embutida aquela alemã, uma bocadada.
Vamos para rua?
Bora!
Então eu vou falar com ele, o herói do Brasil, diretamente das ruas. Aí está ele, vermelho como ímpeto, o herói do Brasil. Diga lá, Fufu!
E aí, milhão, nesse sol de 25 graus hoje, continuando na Avenida Paulista, né, ali o metrô Paraíso, aqui ao lado esquerdo do nosso câmera, o Pedrão, a deliciosa 23 de Maio. Hoje São Paulo registra 400 km de lentidão, então é bom a gente ter um pouquinho de paciência para retornar às suas casas ou aos seus compromissos. E numa pautinha de terça-feira, Emelion, sem compromisso com a polêmica, a gente vai numa pergunta que tá muito atrelado também, quem sabe, ou quiçá, a sua felicidade.
Porque a gente quer saber o que custa caro, mas vale muito a pena. A gente tava citando um exemplo, que eu que moro em Taipas, com muito—
Oi, você sabe que uma das grandes invenções da humanidade foi essa faixa de motocicleta que a gente tá vendo agora? Isso, que é uma faixa azul que tem uma faixa de motocicleta. E você sabe por que essa faixa tem?
Nem todos veem, né?
Então você sabe por que essa faixa tem esse, esse tamanho? Porque eles tentaram em vários, você vê que é assim, porque eles experimentaram. Não, não, porque é o seguinte, eles experimentaram a faixa um pouco mais larga, mas aí o cara conseguia passar pelo outro. E para que não acontecesse acidente, exatamente foi o tamanho da faixa, tudo calculado pela CT.
E funciona, o motoca não ultrapassar o motoca, né?
Exatamente. E é algo, uma coisa barata, mas ele ultrapassa ali, né? Não, não, eu sei, inclusive, mas veja, mas veja como pra isso. Mas veja como ordenou o trânsito, e eu acredito que deve ter diminuído bem o acidente. E aí eles falam: por que que essa faixa não era na esquerda? Porque lá causava acidentes com pedestre. Então ela fica aí entre uma faixa e outra. Mas, ó, veja só que invenção, que bem bolado!
E é legal que você falou, Emílio, no comparativo, ó, do lado direito não tem a faixa de ciclistas, e da esquerda tem. Então você vê aqui a bagunça que fica de ciclista, e teoricamente com essa invenção fica um pouco mais organizado os ciclistas ali dentro da mesma. Aqui não, aqui vai Corinthians, ali vai. Obviamente que tem gente que não respeita, mas aqueles bonitinhos seguem o seu caminho. Deus abençoe na sua corrida, meu amigo.
Ó, fuzil!
Falando de felicidade, me lembrei uma coisa.
Eu não vejo trânsito, não tá muito ruim o trânsito, né? Se bem que agora Agora estamos aí, tá complicado aí, ó.
Aqui na Zona Oeste só 80, ali tá complicado. Na região central tá uns 60 km só.
Ali tá complicado, ali, ó, indo para Vila Mariana ou indo para Paulista.
Chega no final.
Não, não, para cá, ó. Sai da 23, sai da 23, direito. Não, não, sai da 23. Aí, ó, entendeu?
Entendeu? Estamos indo sentido Paraíso.
Olha aí o trânsito complicado ali, ó.
Não, Fuzil, para lá é sentido Vila Mariana, o outro lado que é Paulista, Paraíso.
Não, o sentido Paulista tá bom, sentido Vila Mariana.
Ali é o metrô. Não, mas só falando para o Gueré, aquele sinal do metrô ali é o metrô Paraíso. Então as pessoas estão indo sentido metrô Paraíso, é o trânsito. E aí para aquele lado é o Avenida Paulista. Então a gente só tá pegando uma referência curtinha que tá no raio de visão ali, ó, o posto de gasolina, o símbolo da estação do metrô. Ali é o Metrô Paraíso, entendeu? Obviamente sentido Ana Rosa, Vila Mariana e tal. Mas só para ter uma referência pertinha, do outro lado realmente está muito embaçado.
Aqui tá gostoso. Aqui para quem vai para Paulista, aproveita para ir passear e para ir na Dirce agora que tá vazio, Emílio.
É isso aí, Fuzil. Qual é a pauta de de hoje?
Eu vou, pauta de hoje, sem compromisso com a polêmica atrelado, muita felicidade. O que custa caro, mas vale a pena? Há quem diga que, por exemplo, eu moro em Taipas com muito orgulho, se eu me mudasse para perto da rádio, eu ia pagar muito mais caro, mas eu ia ser muito mais feliz não pegando esse trânsito caótico, esse inferno de trânsito. Mas tem coisas como, por exemplo, viagens que custam caro e vale a pena. Então a gente quer saber o que custa custa caro e vale para você a pena, porque isso tá atrelado muito à sua felicidade. Você nem sabe, Emelion.
O que custa caro e vale a pena? É uma boa pergunta, perigosíssima. O que custa? Eu lembrei, eu lembrei de algumas coisas aqui, mas eu não acho de bom tom falar pela sua elegância, porque Não, porque as pessoas podem interpretar de uma maneira completamente errada.
Hoje em dia tá difícil, você fala uma coisa, entendem outra.
As lembranças de outrora.
Mas o Fuzil sabe o que é bom.
O que para você custa caro, mas vale a pena?
Olha, no passado eu sei que é lugares onde o Fuzil faz show, né? Falando bem a verdade, lá na Gugu Club.
Ah, sim, lá, né?
Custa caro, às vezes vale a pena, uma diversão, né? Explorar Almoço executivo, às vezes uma tarde, né? Isso na solteirice. Hoje o que custa caro e vale muito a pena na minha vida são meus filhos. Eu não tenho dúvida em relação a isso. Toda vez que eu entro para pagar o boleto, eu falo, puta, custa caro, não dá.
Você nem consegue.
Tá na hora de você agora, vai sair o da Tininha. O da Tina Neto. Mas você entendeu? Filho custa muito caro, mas vale a pena. Eu acho, né? Pode ser que eu me decepcione. Funcione. Por enquanto eu toda vez eu me sinto um herói. Eu vejo lá aquela hora que vem a fatura lá do Clube Hebraico de São Paulo, eu falo, puta, que legal, já tá esperto.
Mas eu digo assim, de coisas materiais, viagens, né?
Viagem sempre, viagem caríssima, porra, meu hotel, né? All inclusive.
Então, mas viagem, será que a gente não aproveita mais porque a gente paga caro para caramba? Não sei, porque quando a viagem é ruim que você paga barato, você não aproveita nada, você vai, só dormir.
Eu acho que quando você fica velho, um bom plano de saúde, assim, um bom plano de saúde necessário, né?
Uma casa longe, aquele é um luxo.
E outra coisa também, além de um ótimo plano de saúde, é morar na esquina do Albert Einstein, daquele que dá para você ir a pé.
Sim, isso é uma maravilha.
A cuidadora te leva, gasta nem com ambulância. O que mais que caro é bom?
Sami também gasta bastante com coisas, né? Vinho, casas, vinho. Aí eu não faço questão, mas material, por exemplo, a turma gosta de relógio, uma coisa que não me importa não, mas virou uma ostentação meio panaca, né? Você acha?
Eu acho, porque os caras falam, o cara aqui tem que ser, tem sucesso tem que ter um relógio de R$500 mil.
Não, velho, não.
O Bill Gates usa um Casio de R$30.
Ah, o Morgado coleciona bonecos, action figures, por favor.
É bonequinho, hominho.
Mas qual é o mais caro?
É Hot Toys. O que eu tenho hoje, cara, mais que você gastou, que custa mais. Ah, é um sex toy. Não, é uma Hulkbuster que foi R$12 mil.
R$12 mil?
Hoje vale R$15 mil.
Seu responsável, meu, essas cartinhas de Pokémon não tá valendo para caramba? Vale milhões, sabe, cara?
Inclusive eu tenho essa Hulkbuster aí que se alguém quiser comprar, eu tô pensando em vender.
O cabeleira comprou os Legends lá, você não comprou um monte de figurinha nova agora?
Consegui várias.
Ele gastou R$7.000 na figurinha para o filho.
Então ele não gasta R$50 para cortar o cabelo.
Não, mas isso aí não vale a pena. Eu quero saber o que vale a pena.
Ah, Cauê, para mim vale a pena, que eu gosto.
Dá uma olhada sua?
É Hulkbuster Hot Toys.
Hulkbuster, meu amigo, é isso aí.
Parece uma pergunta simples, mas não é não, cara.
É muito individual isso, individual.
Por isso que a pauta é interessante, a gente vai saber individualmente das pessoas aí o que as pessoas valorizam e gostam de gastar dinheiro.
Fiquei triste, na minha casa nada vale nada.
Ó, 12 pau! Mas você brinca ou você deixa isso aí?
Não é de brincar, vocês são bestas, velho.
Fica atirando na Luqueca no quarto.
Eu vou trazer aqui.
Não, mas o cara paga 12 mil nisso daí, imagina quanto ele não paga no hambúrguer.
É mais de 1 metro?
Não, é escala 1/6.
Eu brincava com Forte Apache.
Eu também tinha um Forte Apache.
Você matava os índios? Matava os índios. Hoje ia dar problema. Não, mas é, você tinha o Forte Apache, pô, era Era legal, forte abraço. Sensacional. Legal demais.
Eu roubava bonequinho do meu primo.
É isso aí, muito bem. Isso aí, vamos, vamos tocar o barco. Então vamos lá. Hoje passamos do barco, amiga.
Podia ser sempre assim. Ó, teremos aqui um economista especialista no BRICS, já veio aqui, entende para caramba de política internacional, é internacional, o Marcos Troiro, tá certo?
Lógico, né?
Troiro daqui a pouco na programação da Jovem Pan vai falar sobre a economia brasileira, obviamente o conflito comercial, Samidana, entre os Estados Unidos e a China, e por que não o futuro do BRICS? Que que vai acontecer com o Brasa?
Tá meio sumido, né, o BRICS?
É, só o Daniel acredita. Não, eu já no passado já não quero mais falar do BRICS.
It represented 62 of global GDP.
Maravilhosa!
Ela sempre, ela sempre é o PIB, é o PIB, é o PIB. Nossa Senhora!
Vamos, então daqui a pouco, daqui a pouco para vocês, para vocês aqui com a gente. Solta a vinheta porque vai começar o jornal.
Deixa eu falar uma notícia mais recente, que às vezes elas são bem antigas mesmo que eu pego. O Tarcísio acabou de mandar uma— o Tarcísio, governador, ele tá criticando obviamente a greve da CPTM e tá falando que a paralisação é aposta na baderna. Porque você sabe que teve um problema aí com os Sim, aqui em São Paulo. Sim, aí voltou para CPTM. E o governador tá falando o seguinte: ele criticou a greve, eles estão lá, os ferroviários, e afirmou que essa paralisação é o resultado de uma instrumentalização política.
Sim, é político, sindicato.
Sim, né? Precisamos olhar dos dois lados.
Eles querem agora, eles querem que mantenha 4.500 empregos. Isso é um rolo desse, não é?
Sempre tem um rolo relacionado isso. A greve ainda afeta as linhas 11, 12 e 13.
Então a operação é parcial e eles querem que continue na mão da CPTM, não que não seja privatizada. Sim, é isso, né? Exatamente, a reivindicação.
Exato.
E aí o governo acionou agora 128 ônibus, ônibus para a cidade de São Paulo, para ampliar a situação também, e do metrô para ter menos impacto, mas Vamos agora para um jornal que o consórcio midiático fica em silêncio, mas eu não me calo.
Do quê?
Tá acontecendo no Brasil, tá acontecendo com alguns ligados ao governo, alguns nomes importantes. Por exemplo, ó, é treta, hein, meu? Vocês querem ouvir? Põe a trilha, põe a trilha. Sério, primeira coisa, urgente, muito urgente. O patrimônio do senador Jax Wagner aumentou 631% em 8 anos. Samidana, não tem nada no mercado financeiro, se não for uma pirâmide, que dá para aumentar em 631%.
Ele não pode ser o Ronaldinho dos negócios?
Ele pode. Tem muitos políticos que são muito talentosos nos negócios. Inclusive, não dá nem para entender porque eles não são apenas empresários.
Eu tô falando que não cresceu mais que os Estados Unidos, pô. A gente sabe de toda, toda a treta do senhor Jax Wagner. O patrimônio dele tá em 24,5 milhões. Teve aquela venda do terreno também, né, que valorizou 11.400%. O apartamento, o apartamento, o apartamento é de 2,5, que parece que foi para a própria, que é do Vôrcaro, que tá no telefone do Vôrcaro.
É isso que agora ele vai ter que explicar.
Explicar.
É, vão ter que investigar.
Só que essa investigação do Banco Master, que eu acho interessante falar, eu acho que uma das raízes aconteceu lá na Bahia. Tem um grupo de políticos que estão envolvidos lá.
Sim, né?
Sim, senhor João Roma, Rui Costa, a turma lá do PT. E essa crise tem também uma disputa eleitoral na Bahia, principalmente. Alô, mamãe! Mas vai acontecer alguma coisa com o Jax Wagner? Porque me parece, né, que até o momento, como a gente disse, não tem muito reflexo, né, Emílio?
Não, ele deixou de ser o líder lá do PT, do PT, continua senador. Ele é uma pessoa muito importante, importante, muito amigo do Lula, próximo amigo do ciclo do Lula, ou seja, senador, já foi governador, é um cara importante na política, né?
Jax Wagner, eu sei, mas com esse desvio supostamente, tanto dinheiro que poderia ser para um outro objetivo. Hoje, Jornal Globo destaca o seguinte: preocupação com a violência, dá salto em estados geridos pelo PT.
Aonde?
Na Bahia, no Ceará. Aonde o PT vai muito mal em segurança pública?
Nesses estados.
Eu sei, Samir, mas você vê que o cara pega um recurso que a gente tá falando aqui, que é muito dinheiro, onde poderia ser investido principalmente em segurança pública, segurança pública. E o pior lugar é no próprio estado, né? A gente tá vendo lá no Nordeste, é o pior lugar de segurança pública analisado aqui. Bahia e Ceará registram o maior avanço. E obviamente a preocupação com a violência, a gente tá falando aí, você não sabe o que acontece na Bahia, meu.
A gente gosta muito lá das praias, Carnaval. O cara é expulso da casa dele por facções criminosas. Imagina, você tá na tua casa, venha uma facção, te tira do teu lugar. E você sabe que a situação acontece dessa forma por lá. Fortaleza tem bairros inteiros, né? Tô falando dos comandos, da turma que a gente conhece, né?
E depois falam em soberania.
É, então, que é a tal história lá. Quando a gente volta, vira muito alarmismo essa história, Emílio. Mas o Marco Rubio tinha lá que ele queria fazer na América do Sul. Esse que era o plano, né, o Betá? Era o escudo, não tinha isso, pegar os países da América do Sul e enfrentar esse crime organizado. Aí fala tal da soberania. Que soberania é essa que o cara pega e desvia dinheiro, né? Quer mais?
Pô, você já me deixou já.
Não, eu tô dando as notícias aqui. Polícia Federal agora.
Só tem política e eu tô vendo aqui as pautas.
Vamos lá, você quer?
Só tem política e coisa triste.
Entretenimento então, vamos mudar.
Não tem nada aqui.
Ontem teve o leilão do Neymar lá tivemos.
Eu doei a minha participação, né, que não foi pouca. Você poderia ter lá. O leilão arrecadou R$21 milhões. Acho bonito. E lembrando que o Neymar, críticas que fazem para ele, ele foi muito entrevistado lá. Ele falou uma coisa que eu achei interessante para a gente refletir aqui. O Alba até me colocou no WhatsApp. Ele fala que a imprensa, o jornalismo esportivo no Brasil Brasil é extremamente nocivo para os jogadores de futebol.
Uma hora essa conta vai ser paga. Vocês acham também que pegam mais do que o jornalista tem que falar mesmo, encher o saco?
É que o negócio do Neymar é mais por uma decisão política ali dos jornalistas. Mas assim, o brasileiro ele sempre gostou de jogador com personalidade. Acontece que quando o jogador tem personalidade, ele é minado por essa mídia. Personalidade é o achar, falar o que ele acha, a visão de mundo dele, o que ele acha que tá certo. Então assim, isso é de fato, porque a gente tem cada vez mais jogadores com menos personalidade. Você vê os jogadores da seleção brasileira, ninguém, ninguém fala alguma coisa, sabe?
É tudo, é tudo controladinho. Não, mas faz sentido isso que o Alba tá falando pelo seguinte: quando é jogador brasileiro, os caras detonam. Quando é jogador de fora que tem, que o cara chega tal, que nem o caso do Haaland, era um cara que assim, quem manja de futebol conhecia, mas até até então brasileiro ficou conhecendo na Copa. Enquanto jogadores da Argentina, mesmo fora o Messi, cara, os caras são mala para caramba e joga bola.
Mas mesmo a mídia aqui brasileira depende também. Depois que o Cristiano Ronaldo e o Messi estavam com o Trump, aí eles morreram. Aí eles morreram. Então infelizmente isso que acontece com Neymar é só política mesmo.
Agora, o mais curioso, obviamente que os jornalistas lá estavam, abraço para o Pilhado, e tem jogo hoje, Leilão do Neymar, que é uma coisa muito muito bonita que ele faz de empilhar. Mas você vai lá entrevistar e você entrevista, né, amigo?
É, não colou essa mudança que você fez na pauta.
Não, calma, calma que eu vou chegar lá.
Só uma refrescadinha, é igual o suco, refresca muito bom.
Aliás, tava entrando no site.
Tem aqui o Flávio Bolsonaro, você quer montar a chapa dele, não é isso?
Agora, sabe o que é legal?
Tem muito nome, tem que cravar um do Flávio. Eu vou fazer um break agora para nossa rede de rádio. Muito obrigado pela Pela grande audiência desse programa, inexplicavelmente uma audiência monstro, mas deve ser por causa do convidado, sem dúvida, que vai estar daqui a pouquinho para você, que é o Trujillo, Marcos Trujillo. Foi, ele foi presidente do banco do BRICS, né, pessoa que manja muito de economia, e nós vamos perguntar para ele se o Brasil vai quebrar.
Poxa, não fala isso, pode preparar o bolso aí, né? Vamos fazer o break do Reginaldo. Vai lá, Reginaldinho, ó, o Boni aí, ó. O Plim Plim, sempre que dá audiência ele manda fazer um break.
Normal, ele é o campeão também. A lógica dele é o Marlene Matos.
Ele acha que o Marleno tá impossível.
É que vocês, lógica lusitana, é que vocês não entendem.
Vamos colocar o break para dar bastante dinheiro para os patrocinadores.
Tá fazendo gol, a gente volta para o Brasília. A lógica é que a gente trabalha com o gol. Está na seleção, o Neymar fez 3 gols. Fala, vai para o banco, vai, vai, você pode muito gol. Bom, deixa eu só trazer atualização.
Lógico que ele trabalha na GloboNews.
O que mais?
O Flávio Bolsonaro, como você trouxe aqui, que ele tá enfrentando esse desafio para saber quem que vai ser o vice dele, obviamente que ele quer a Tereza Cristina. Tem a história do partido, porque tem o Ciro Nogueira e eles são do centro, e o centro vai onde o vento vem.
Vamos lá, vamos lá, vamos lá para explicar para a população, tá bom? O Flávio Bolsonaro, ele tem rejeição de mulheres.
Feito, certo?
As mulheres não gostam muito do Bolsonaro. Tanto se falou de Bolsonaro que ele era misógino, machista, genocida, genocida. Uma parte colou que não gosta do Bolsonaro. E aí ele não tem muito as mulheres, o apoio, não sei, não sei. É o que diz a pesquisa. Porém, a pesquisa também, como diz o bordão, Certo que a pesquisa não conta muito. Pois é, pode ser que mude. Por quê? Porque para senador em São Paulo tá ganhando a Tartaruga e a Tebet, tá ganhando a Tebet.
E ele fala, não, isso aí não vai, isso aí não vai, não se sustenta, não se sustenta. E quem ele disse que é o mais forte tá em último lugar, mas é o que eu sei, é o que eu sempre trouxe aqui com Isso, retrospecto, isso aí tá nas pesquisas. Saiu a última pesquisa aí, se não me engano. É da onde essa pesquisa que tá de senador?
Essa última que saiu agora, eu vi, mas eu vi, mas o tempo inteiro tá dando essa ordem que você disse, a Tatá Tartaruga.
Então, mas o Bolsonaro, o Bolsonaro Flávio se aproximou, ele se aproximou, é a última, Nexus, né? O Bolsonaro se aproximou do Barba, só que entre as mulheres ele tem uma dificuldade. Então por isso que fala lá, quem que vai de vice? Ah, vai uma mulher.
Não sei se também isso vai, é, não sei se vai dar o resultado ou não, mas ser uma mulher, né? É, eles querem muito a Tereza Cristina, mas eu acho um nome extremamente competente também, e parece que é um dos nomes.
Você falou que vem de novo, eu acho que ela mesmo já sinalizou Tarcísio, ela vai estar na transição, caso, né, porque ela está galgando um ministério.
Ó, saberemos, né? E tem a história do partido dela, foi ministra do velho, né?
Ela trabalhou, ela teve aqui, foi da Agricultura, o velho, o Bolsonaro velho. Sim, tá certo.
Uma coxinha do Bolsonaro, ele fez grandes, não, o próprio Tarcísio, né? Então pessoas técnicas que falam dessa forma, né? Agora, a Dani A Dani Marques, que a gente já trouxe aqui e trabalhou e foi sócia do Paulo Guedes, que manja para cacete de economia, é também um nome ventilado.
E eu falo, não, mas ela, eu sei, ela é técnica, ela é técnica, mas o Bolsonaro colocou grandes técnicos, né, e eles fizeram um excelente trabalho.
Agora vamos ver o que vai acontecer.
Eu voto na Tere.
É Marcos Pontes? Acho que não, hein. Os nomes, você quer os nomes? Opa, ex-caixa preferida de Flávio, mas precisa da coligação com os republicanos.
Marcos Ronaldo é PL.
Júlia Zanatta também, PL, não são cogitados.
Não sei, mas aí você não agrega.
Você não tem cognição aqui, deixa eu te falar. Meu Deus, é o seguinte, eu estou dando os nomes, os nomes aos bois.
Você tem que fazer uma coligação.
Mas essa não é burro, é que Não é folgado? Deixa aí, primeiro aprende a falar português.
Você tá brava lá? O Marleno tá impossível. Pera aí, Marleno. É, mas ele não é.
Parece um limpo. O Chico esteve aqui, mano.
Deixa o Zuzu fazer o PR, o Partido Ruivo.
É isso aí, Partido Ruivo. Não sou eu que quero, não é da minha cabeça.
Não é querer, isso aí é coligação.
Foi feita uma pesquisa e os nomes que— tá bom, depois você coloca.
Então tudo bem, não foi nada você.
É a pesquisa que é burra.
A pesquisa, eu puxei na minha memória rapidamente, rapidamente. A questão das pesquisas, ela realmente é engraçada, porque a gente sempre brinca aqui que o Bolsonaro perdia para ele mesmo. A Hillary tinha 90% de chance e o Dória tinha 4%, e o Brexit não ia acontecer.
Então realmente eu trouxe aqui os do Senado.
Isso são dados que tem, que realmente a pesquisa e a própria imprensa, que às vezes maquia a opinião também, isso aí é difícil.
Eu já falava isso, porra, eu trouxe aqui as pesquisas, porra, que o Neymar não vai ser convocado, era uma certeza, aí foi.
Olha que surpresa!
Então o exemplo disso é o Senado, como foi as últimas eleições e como tá sendo. Vai repetir a mesma história, vocês vão ver. Nós vamos de volta na programação da Jovem Pan para todo o Brasil.
Olha o pânico, que alegria! É isso aí. Então estamos aqui, ó, estamos discutindo a chapa do Flávio Bolsonaro. O que que o Flávio precisa melhorar? Melhorar com as mulheres, justamente. E mulheres é um percentual importante, sim, que vota.
A maior parte não tá lá na Veja, por isso a paz com a Michele, um dos motivos. Bom, enquanto isso, só para corrigir aqui, tá na notícia, esses são os nomes, vocês fazem aí as apostas que vocês quiserem, tá? Eu acredito ainda que a Tereza Cristina, vamos aguardar, mas vamos voltar, vamos voltar.
Depende do partido, né?
Sim, o PP não quer, eles não querem. Que é o Ciro, o Ciro falou, é um pé em cada canoa, ele bate com a direita e bate com a esquerda. Leve. E quando der, ele bate no centro assim, ele dá uma— quem levar, ele tá lá esperando o vento. Deixa o barco, vai te mostrar, né? Porque imagina se ele faz aposta errada para o partido dele. A gente sabe que as conveniências políticas acontecem dessa forma, mas o cenário é esse. Meu, sai que a Paulinha me mandou uma notícia e eu fui— cuidado com a Paulinha, que a Paulinha tá animada.
Tá perigosa, ela começou a fazer os treinão, aquelas coisas lá.
Não, isso a gente tem que averiguar o quê, não é? É cheque, precheque, cheque, precheque. Não, mas me parece que é quente isso daí. Olha lá, hein? Cuidado, olha lá, hein? Hoje a gente tá com muito gato.
Passarinho corajoso deixa o gato gordo. Passarinho corajoso deixa o gato gordo.
É verdade, cara.
E tem muito gato lá, hein, Johnny?
Tem muito gato É melhor você ser o cara que cometeu, né? Não, não sei, sei, mas é só uma—
eu vou dizer uma coisa para você, eu acho que devia na época da eleição, por exemplo, que nem agora o Lula foi, tomou a multa porque pediu voto. Eu acho que tinha que liberar geral para o político falar o que quiser. Lógico, ele podia falar o que quiser no palanque e a gente avaliar esse cara. Perfeito, porque fica criando tanta lei, tanta regra, tanta regra, sem dúvida, é tanta, é tanta regra que tem que o cara não sabe mais o que que ele vai falar.
E se você proibir o cara de subir no palanque e falar à vontade, a gente também não tem como distinguir quem é. Isso aí, eu não entendo, não consegue saber qual é o propósito. Eu não consigo entender isso, eu não consigo entender.
Os caras fizeram dessa forma, né?
Ah, mas favorece quem tem a máquina na mão, né?
Eu não consigo, eu não consigo entender. Entender por que tanta, tanta dificuldade numa época que a gente precisa ver esses caras, ver quem são realmente. Tem que fazer o, como é que chama lá, o debate. Vai lá o debate, põe dois, põe um contra um, dois contra um, dois contra dois. Porra, bicho, é época de eleição, nós vamos escolher o presidente, que vai formar equipe, que vai gerir o país. Tinha que deixar os candidatos à vontade, o Lula à vontade, o Flávio à vontade.
A gente quer ouvir A gente quer ouvir, você quer ouvir o cara falar.
Porque o cara que tá no poder, ele não tem interesse. Por isso que a gente sempre fala aqui que quem tem a máquina na mão acaba às vezes ganhando a eleição. Porque se faz isso, o cara já vem numa pré-campanha já falando que é candidato. Aí quem tá no poder, o cara já tá embalado.
Mas você viu que criaram tanta, tanta pré-candidatura. Ah, eu sou pré-candidato, que você não pode falar que você é candidato. Aí quando você é candidato, aí tem no dia 18 de agosto, aí tem o dia 3 de não sei o quê, aí tem o horário que tem essa X para um, X para o outro, é uma confusão, cara.
É cheio de regra que só atrapalha.
Não precisava.
Uma coisa, vamos esperar que um dia a gente possa ter uma, não é?
Lógico, uma democracia livre. Eles não falam tanto da democracia livre? Bom, vamos lá, só falar uma coisa que me parece muito interessante. Mais uma?
Mais uma?
Bajuba.
Alguém falou mais, eu falei bajuba. Olha só, este é um animal novo, é um gato, é um gatinho angora, olha o tamanho da cabeça, é um gato cor-de-rosa. Professor, e o dólar, como é que está o dólar?
Olha, o dólar sobe hoje, viu, Emílio? O dólar sobe 0,47%, atingiu 5,11%, né, passou a barreira dos 5,10%, porque eu vou falar já já em economia. Estatais abrindo o bico, dívida pública na casa do chapéu e nada no front que seja mais otimista.
Culpa de quem isso aí?
Se fosse na minha casa, seria culpa minha, mas como não é, muito bem.
Mas subiu muito, né?
Subiu, subiu, porque as contas públicas estão dando sinais muito ruins.
Vamos falar com o Troiro aqui. Troiro vai, vai destrinchar. Boa. Aqui já vamos passar para lá então, para chamar o Troiro daqui a pouquinho.
Se tem mais notícias, rapidamente. Não, não, é da Polícia Federal.
Eu vou trazer o Zé Barros.
Boa.
Sei, mas então aqui, vamos Vamos falar do Faute. Não, as pessoas, as pessoas querem discutir agora um negócio que também já foi.
O Faute tem um relatório, tem um diário dele.
O Faute, o negócio do Faute é o diário do Faute. Exato. Porque o Faute se sentiu o cara mais importante do mundo na época do COVID. Todo meninão, que eu sou a ciência e não sei o quê, não sei o quê. E aí aquela coisa que a gente sempre fala aqui, as 3 coisas que sempre aparecem é o sol, a lua e a verdade. Demora, às vezes demora um pouquinho, mas sempre aparece. E agora ele tá enfrentando lá nos Estados Unidos uma CPI, que é do Congresso, mas é o republicano, é dos cara do Trump que na época tomaram lá de negacionista.
E a turma aqui também tá nessa. Sim, o cara que na época era chamado de negacionista Então, ah, tá vendo? Eu tinha razão, já falei para vocês. Mas também isso aí não vai resolver nada, mas nós vamos trazer o Zé Balos aí.
Ótimo.
Aí sim, a gente também foi chamado de negacionista, sabe? Muitas vezes e tudo, mas eu também não vejo por quê.
É que o Fauci, ele foi muito controverso, né, Emílio? Independente disso, ele falou coloca máscara, depois falou tira mascaras.
Se você pegar o livro, a gente trouxe aqui o livro das pandemias, há 100 anos atrás aconteceu exatamente a mesma coisa. Foi a mesma coisa, a história se repete quando vem a pandemia. Então se vier uma pandemia daqui 100 anos, vai ser exatamente igual, vai ser a mesma coisa, porque ninguém tem, ninguém imagina o que será, né, professor?
Aí na hora, na hora, depois é fácil analisar o jogo. Depois que acabou o jogo é fácil falar, olha, não devia ter posto o cara para bater o pênalti, não devia.
Eles estão falando da indústria farmacêutica, se ele tinha relação ou não, a história da cloroquina.
Então, mas ninguém, mas ninguém, mas ninguém com 100% cravou, ninguém cravou, nem a ciência de ninguém.
Tá bom, mas vamos esperar os zebalos para dar.
Eu fui nos zebalos, eu também, eu tomei os remédios dos zebalos, eu também tinha lá, eu tinha um monte de remédio, muito. E eu falei isso aqui na época, mas aí os cara fala, você não pode porque os zebalos. E aí tinha isso. E agora os caras que foram chamados de negacionistas estão falando, eu falava isso, apontando o dedo para o Ceará. Eu avisei, eu avisei.
Mas para mim o Mas para mim o principal de tudo isso é, não é se cravou, se não cravou. O problema é, foi a turma tentar calar uma opinião de verdade.
É o totalitarismo.
Exatamente, é o totalitarismo. Esse é o grande problema.
Mas o que acontece em qualquer coisa que existiu uma emergência, existia a insegurança da população, vai ser a mesma coisa.
Exato.
O problema é que o cara disse eu sou a ciência.
Exato, esse é o problema.
Então esse foi o problema.
Eu falo pela ciência.
Eu falo pela ciência. Lembra lá? Ciência, ciência, ciência. Você lembra disso ou não? Que ele falava isso. E na verdade ele tinha interesse. Não era, não sei se ele tinha interesse de grana, não tô falando que ele tem, entendeu? Eu tô dizendo o seguinte, ele julgava os outros como negacionistas. Você não podia nem colocar o negócio, mas era a população, todo mundo se cagando de medo.
Ninguém sabia o que que era pra fazer. Você precisava de alguém pra te mandar, falar faça isso.
A gente acha que esse é o é o certo.
A gente acha que esse é o certo. Se você acha que você tem que tomar outra decisão, aí o problema é de vocês. A gente, a OMS, quem quer que seja, tinha que falar: nosso protocolo é esse, agora segue quem quer. Agora você forçar, calar, isso aí que é o problema. Por isso que tá toda essa relação nos Estados Unidos, o autoritarismo.
Os caras minaram o debate, era impossível você ter uma discussão.
Então, mas o que que você ia discutir?
Não, não sou eu, são eles que estão discutindo.
Não é proibir, é o autoritarismo.
Proibir. O problema é emergência, era uma emergência, uma emergência e um perigo de morte. Tudo bem, como é que você vai, se você, por exemplo, agora a gente tem uma outra coisa que são as mudanças climáticas. Sim, tudo bem, é a mesma, é a mesma coisa. Quem é que garante o futuro?
Ninguém.
Mas eu posso trazer um exemplo do que acontece diariamente É o seguinte, existe, existe pessoas que, sei lá, passa mal, sofre acidente, vai para o hospital, chega no hospital, o médico fala assim: negócio é o seguinte, mãe, a gente precisa fazer aqui com seu filho uma transfusão. E a pessoa é Testemunha de Jeová, ela fala: não, não vai fazer. E aí fica assim, tá tudo certo. Esse é o lance. Os caras tinham que oferecer, era o caos, oferecer a solução que eles tinham.
Mas se a pessoa chega e fala assim: não, eu acho que não é isso que eu tenho que fazer? Falar tudo bem, não ser tratado como denegacionista, não ir preso como muitos foram. Então assim, o autoritarismo que é o problema, não é o que ele falou para fazer ou não fazer. O lance é você não teve opção. E a gente sabe que ciência vem do questionamento, e a liberdade do indivíduo foi colocado mais baixo. Esse é o maior problema. Por isso que o Fauci tá lá respondendo.
Mas isso foi tudo. O que eu acho que não é fica claro é da onde veio o vírus. Sim, isso que eu acho que os caras esconderam, né? Mas a gente nunca vai ficar sabendo, não vai ficar sabendo qual laboratório, da onde veio, se veio do laboratório.
Vem dia 17, pode anotar na agenda, Paulinho.
Tirar todas as dúvidas. 17, tá perto, é pouco, é perto.
Vocês querem ir para Paula Krauss?
17 já tem outra pandemia.
O Falt já tá solto.
O cara fica, vai discutir o quê, não é?
É porque tem política no Brasil.
A pandemia agora, 10 dias vai fazer diferença.
Nenhum político acertou.
Fica em casa esses dias até dia 17.
Importante. É isso, mas é isso. É, eu sou na pauta do Falt. Fica em casa, fica em casa esses dias. Eu acho que a gente tem que ficar em casa até o dia 17. Vamos ficar em casa, cara. Gostoso ficar em casa.
Casa, né?
Vinha com 12 máscaras, pegava a sacola do iFood e jogava no lixo.
Ó, escondido na Diaz.
Vocês querem uma saideirinha ou vamos embora?
Não, não, professor, vai lá, professor. Daqui a pouquinho eu troco. Daqui a pouquinho nós vamos falar o futuro do Brasil, hein? Esse negócio de pandemia é só dia 17, o Zé Barros especial. Unlimited premium wireless for $15 a month is back.
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Pare de tomar a pílula.
Odair José. Pare de tomar a pílula. Odair José, homenagem ao cantor.
Aí, o cabelo bonito que nem o meu.
Porque ela não deixa nosso filho nascer. Pô, esse cara é um poeta, mano.
Esse cara é demais bom.
Vai lá, professor, vamos lá, vamos rápido, vai rápido, vamos rápido.
Ó, Estados Unidos, Estados Unidos, o que que acontece? Vai, vamos abrir, vamos andar um pouquinho o TP, que esse é só o título. Vou pedir desculpa ao TP. Os americanos querem derrubar o que foi feito, teve uma reviravolta. Olha só, quem pode acabar salvando exportador brasileiro do tarifaço não é Brasil, dele sim, um tribunal em Nova York. E olha só, Emílio, 25 estados americanos governados por democratas processaram o governo Trump ontem, segunda-feira, no Tribunal de Comércio Internacional dos Estados Unidos.
O argumento é que a última rodada de tarifas, aquelas que atingem 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil e a União Europeia, excede a autoridade legal do presidente para tributar exportação ou importações. São exatamente as tarifas que pesam no nosso bolso. Em 24 de julho, o governo americano impôs aquela tarifa de 10% e 12,5% para esses 60 parceiros. Agora eles estão falando que o trabalho forçado é uma fachada que o Trump tá usando para poder meter a caneta e vai para julgamento.
O eleitor americano, uma parte deles falou: você tá disso, tá chegando produto mais caro para gente. Então você vai lá e mete a ficha nos caras, e eu que pago a conta. A Seção 301 já tinha sido usada por outros presidentes, só que ela não mirava setores específicos nem nações de forma tão abrangente. Então você acha que vai voltar atrás essas tarifas?
Você acha que não? Não tem ideia. Ideia.
Não sei, Troiro, não sei, Troiro, Troiro.
Tá bom, então vou para a próxima. Essa você vai gostar. O relatório de estatísticas fiscais do Banco Central mostrou que as estatais federais registraram, anota aí, déficit de R$1,5 bilhão em junho. E uma fiscalização do Tribunal de Contas da União identificou deterioração econômico-financeira financeira em 11 empresas públicas, várias delas podendo exigir novos aportes do Tesouro nos próximos anos. O caso mais grave, adivinha?
Os Correios. A estatal fechou 2025 com prejuízo líquido de R$8,5 bilhões e perdeu cerca de 30% de participação no mercado de encomenda nos últimos 8 anos. Despesas pessoal, que são a ficha dos funcionários, representam 60% dos gastos dos Correios. Para se manter de pé, os Correios contrataram R$12 bilhões em empréstimos com garantia da União. Isso foi em dezembro, e o custo projetado até 2040 é de R$34,2 bilhões. O contrato prevê ainda um aporte mínimo da União de R$6 bilhões até 2027.
O plano de reestruturação, que era uma parte do acordo, emperrou. Queriam fazer desligamento voluntário, estavam prevendo 10 mil desligamentos, só teve 3.748. A venda de imóveis que tava no plano iria arrecadar R$1,5 bilhão. Sabe quanto arrecadou na prática? R$11 milhões. Ou seja, a porca torceu o rabo. A questão que os Correios não estão isolados. A Eletronuclear, que é uma estatal, teve prejuízo de R$142 milhões. A Portos Rio precisou de mais R$1,14 bilhão.
Isso não aparece no déficit público, entendi, não entra no arcabouço do Caiminho. Ou seja, é uma contabilidade criativa das estatais que são classificadas como não dependentes, mas o dinheiro sai do nosso bolso.
É uma pedalada autorizada.
E a gente, você, eu, todo mundo pagamos, somos fiadores, claro, do modelo de negócio que já foi atropelado pela concorrência. E digo mais, como o cara da estatal sabe que vai ter ajuda dos contribuintes da União, o cara não tá nem aí. É diferente de uma empresa que vai quebrar, vai falir, e o cara fica com medo. Então a gente vai pagando as contas, e é assim que o barco toca.
Muito bem. Olha só, temos um produto novo. É isso? Olha só que coisa sensacional! Eu não sabia. Opa, então me explica. Ó, tem até um doutor. Então me explique, que produto é esse? Olha só, tudo certo hoje, tô por Forex, hein? Eu sei que tem aqui, eu sei que é para o papai isso aqui, ó. O papai, o presente é do papai.
E você sabe que estamos com esse lançamento aqui da Lírios, né, Emílio? Trouxemos o doutor aqui, o nosso amigo Sandro Ferraz. Ele vai explicar um pouquinho o que que essa, essa formulação, qual que é o diferencial dessa formulação. Fizemos questão de trazer ele que tá sempre antenado nas novidades né, doutor?
Emílio, é um prazer estar aqui com você, Daniel também. Fiquei muito grato pelo convite aí da empresa de estar. E a gente vai falar do NAC, que é a N-acetilcisteína, que é o precursor.
N-acetilcisteína, olha, eu nunca ouvi falar.
Fígado, né?
Famosíssimo nos Estados Unidos.
É uma fábrica, é uma fábrica. Você tá por dentro? Você é muito por dentro. Eu sou muito capial, que eu não tô por isso. Então me explique, me explique o O que é o NAC?
O NAC, o Emílio, ele é o precursor da glutationa, que é o mais poderoso antioxidante. Então a gente tem no nosso corpo alguns processos metabólicos que vão acontecendo ao longo do nosso funcionamento, do nosso metabolismo, e eles vão deixando os radicais livres, que é o lixo, que é isso aqui que eu tenho na mão.
Exatamente. O sangue, ele tem, ele tem ferro, certo? E aí você vai enferrujando, olha só, a a mão, a mancha que você tem é o sangue enferrujado. É aí para isso aqui? Eu quero, vem do fígado. Eu já vou levar tudo para mim. Não pode levar? Ah, entendi. Então é para isso, para os radicais, né, que é o que falam dos radicais livres.
Aquele lixo tóxico que o nosso organismo vai deixando, uma alimentação, uma alimentação. Então a gente, toda vez que a gente compra um alimento processado industrializado, com corante, acidificante, acidulante. Toda vez que a gente tem contato com a poluição, toda vez que a gente tá inclusive exposto à atividade física de alto estresse, a gente libera radical livre.
Entendi. Até na— por isso que falam que você não pode fazer muito maratona, essas coisas, porque piora a sua qualidade, né?
Exatamente.
Tem que ser o—
é a mesma coisa de você parar no posto de gasolina, colocar um combustível no seu carro, um com combustível adulterado. E não é só o funcionamento do carro que tá em jogo naquele momento, é tudo que ele deixa de resíduo depois vai entupindo uma coisa, outra, até que o carro pare. E é exatamente isso que ele faz.
E com o fígado, o que que ajuda?
Falando, então, o fígado é a grande usina de destoxificação, metabolização e excreção do nosso corpo. Então imagina que é um órgão que mais trabalha, logo ele produz mais radical livre. Então a N-acetilcisteína, ela vai, ela é precursora da glutationa, que é o principal antioxidante antioxidante que neutraliza a ação do radical livre. Ou seja, todo mundo que tem, que tá exposto a isso, precisa neutralizar esse radical livre.
Quem é que mais precisa disso aqui?
Todo mundo, Emílio. Porque se você pensar numa ideia, ah, eu durmo mal, por exemplo, ou eu trabalho virando noite, ou eu tenho uma rotina que não é muito boa, ou eu não me alimento muito bem, você tá produzindo radical livre. Se você já produz radical livre, você já a indicação de usar N-acetilcisteína para que você possa neutralizar a ação dos radicais livres, envelhecer menos, inflamar menos e adoecer menos.
Muito bem.
Suplementar, como é que toma? Não sei.
Agora você não sabe nada, né?
Eu quero saber uma aula dessa. Eu tô que nem você, eu sou humilde, eu não sou nutricionista, nutrólogo, professor.
O que eu sei que é, se falar de magnésio, eu dou aula, eu dou palestra.
Mas eu Eu vejo, existe magnésio, eu dou palestra, mas caramba, mas é muito comentado, muito comentado. Hoje eu vejo que os nutricionistas, as turma, né, influenciadores falam muito sobre a necessidade de suplementar. E a minha pergunta foi simples só: como é que toma? Duas cápsulas? É a mesma coisa?
Duas cápsulas. Normalmente antes do almoço, antes da janta você usa o NAC. Antes do almoço, antes da janta, até para melhorar muito, por exemplo, tempo, Emílio, é a questão intestinal. Ele vai melhorar muito essa, principalmente melhorando a absorção das vitaminas. E o grande diferencial, Emílio, que você sabe que esse produto ele era de farmácia, era um produto de farmácia, existe uma tarja, ele era de farmácia, agora se tornou um suplemento.
O Sami que sabe. Aonde você viu, ouviu que os Estados Unidos—
eu tenho muita alergia, vocês ficam falando que fico doente, mas é muita rinite alérgica. E aí eu tenho alguns amigos médicos. E aí um deles mora nos Estados Unidos, ele falou, olha, NAC resolve. E é moderno, é moderno. E isso acho que não tem contraindicação.
Não, não tem contraindicação.
É uma febre no mercado americano e na época não tinha aqui no Brasil. Eu vim e falei, não, não, você tem que importar ou vir para cá. Tanto é que eu acabei não tomando, porque não tinha como comprar.
Você sabe que há um tempo atrás, quando do NAC foi levado às farmácias e tudo, o único tratamento era para fluidificação de secreção pulmonar. Então a gente tinha uma única exclusiva. Foi se estudando o ativo, foi vendo o grau de importância que ele tem em neutralizar o lixo tóxico que o nosso organismo deixa, e hoje é uma das moléculas mais usadas para prevenção de doença.
Caramba, bem completo! Para mim é novidade isso aqui, ó, NAC. Eu vou complementar. Mas eu tomo o quê junto com o magnésio?
É uma complementação do outro que é importante, Emílio. É, o magnésio tem uma ação poderosíssima como fio condutor. A gente sempre fala aqui que o magnésio é o fio condutor, né? Você vai construir, você vai— o magnésio, ele, ele é o cimento da construção. O NAC são os tijolos da construção. Então ele vai complementar a ação do magnésio, que é muito importante. Então Então, ó, por exemplo, eu percebi ontem que o Sami deu uma tossidinha, um pigarro.
Ele é muito bacana para essa tosse seca, para o pigarro. Você toma um NAC, ele vai desobstruir as vias respiratórias.
Boa!
Então todo e qualquer processo inflamatório respiratório e todo qualquer processo inflamatório desencadeado pelo corpo como consequência, o NAC vai ter uma ação de prevenção de saúde.
Na natureza, onde tá? Na alimentação, onde tá?
Então, na realidade, ele não está na alimentação, Emílio.
Na realidade não tá. Não é que nem o magnésio que tem lá no processo bioquímico. É bioquímico, processo dele é bioquímico. Então era uma medicação, como o Sami falou, e agora é um suplemento. Ele tá liberado. Pô, interessante, hein?
Bem interessante.
Por exemplo, vocês, as canetinhas, né? O pessoal usava para diabetes. Hoje estudando, estudando, descobriu que ela é emagrecedora. O NAC, estudando, estudando, principalmente a molécula, descobriu que ela é fantástica para o fígado e principalmente para combater os radicais livres, que é um, é o processo de envelhecimento, surgimento das doenças.
Então todo mundo, que é o sangue enferrujado, é o sangue enferrujado, e eu tenho com certeza, puta, sangue enferrujado.
Você sabe, você sabe que uma das coisas que a gente, a gente vê muito em consultório hoje, como tá essa moda das canetas emagrecedoras. E a restrição alimentar gera também o aumento do estresse oxidativo, que é a liberação em grande quantidade dos radicais livres. Então o NAC é um excelente suplemento. Então você que tá usando canetas emagrecedoras, tá passando por queda de cabelo, estresse metabólico, você precisa suplementar porque vai ser incrível para você.
Entendi. Bom, então você vai fazer uma promoção especial de lançamento, de lançamento, de lançamento, para turma conhecer. Vou fazer o seguinte, é melhor para todos, porque o Agora tá comprando já, a gente já tá comprando magnésio que nem louco, né? Agora você inventou o NAC, agora eu já fiquei curioso aqui.
Então vamos fazer o seguinte, é melhor, o Brasil todo já pode ligar, 0800-787-9999. Olha, a ligação, você que ligar agora, a promoção é só para quem ligar, então é muito importante você ligar agora, 0800-787-9999. 7, 9999. Eu vou fazer o seguinte, para experimentar, para conhecer, você só vai pagar 20% do valor do produto. É um lançamento para você experimentar, fazer o teste. Mandando o seu depoimento, você vai ganhar a camisa do seu time de coração.
Olha que promoção bacana! Você só paga 20% do valor do produto, ganha a camisa do seu time de coração de qualquer lugar do Brasil. E para quem ligar e comprar da Senac vai ganhar essa furadeira parafusadeira. Eu entrego na sua casa, é um presente do Dia dos Pais. Mas é muito importante você ligar agora, 0800-787-9999. Se tiver no carro, dá um toque que a gente retorna. 0800-787-9999.
Emílio, é o Dr. Sandro Ferraz que tá aqui com a gente. Tem o—
você tem Instagram?
Tem meu Instagram, é Tá aí, ó, Doutor, é Doutor_SandroFerraz, Sandro Ferraz com Z no final. Ô, Doutor, eu tomo lá, eu não vou deixar de tomar o meu magnésio à noite. Isso aqui eu tomo o quê, durante o dia?
Você pode tomar duas vezes ao dia, você pode tomar ao acordar e antes de dormir.
Porra, bem cheiro de suplemento, mas tem que suplementar mesmo.
Mas deixa eu te contar uma coisa, é muito melhor você suplementar Ricardo, que esperar tratar depois que adoecer.
Sem dúvida, sem dúvida.
Presente para você aqui, para o Zuca.
Olha só que legal isso do Instituto Evolution.
Olha só, obrigado.
Muito obrigado.
Inclusive, já quero deixar aqui o convite para vocês, já tem uma consulta aí gratuita. Se você quiser entender mais sobre radicais livres, se você quiser entender sobre envelhecimento saudável, eu te espero lá.
Olha só, muito legal, hein? Pô, muito obrigado. Doutor Sandro, o Gordão, que ainda é novo, é, hoje é tarde Não tem do seu tamanho, a camisa não tem do seu tamanho, a camisa é tamanho G, não tem. Eu uso de bandana. Não, não tem camisa.
O Emílio vai patrocinar o seu monjaro, beleza?
Não, esse aí venceu o monjaro, pode ver, não sei lá, variar.
Ele comeu duas canetas.
Muito bem, muito obrigado, doutor. Ó, liga lá, 0800-787-9999. 99 para você poder aproveitar. Dito isso, solte a vinheta porque chegou o nosso convidado.
Programa de hoje, o cara que é um mega economista, diplomata e escritor.
Quanto tempo dura, demora para um país dobrar sua renda per capita?
Não sei.
O homem já foi presidente do BRICS e manja muito do mercado mundial.
Países estão fazendo de tudo para fortalecer o seu mercado de capitais e particularmente as suas, a sua bolsa de valores. Nós estamos fazendo isso.
A gente quer saber de Perdizes para o Mundo, Marcos Troiro. Obrigado, hein, Troiro, você ter vindo aqui no Pânico. Já teve aqui, já deu uma aula, é uma palestra de 500 pau de graça para vocês. E tem que o jatinho buscar, né? Não tem essa, né? Né, Troeiro?
Ou não?
Aí no microfone, veio de táxi. Vamos deixar o professor Samidana agora fazer a primeira pergunta aqui para o Troeiro, que manja muito.
Troeiro, eu tô preocupado pelo seguinte: tem um determinado nível de dívida que o Brasil se encontra, e que alguns outros países, em que independentemente quem ganha você vai ter que fazer um ajuste. Só que alguns estudos mostram que quando o ajuste é muito severo, ninguém consegue fazer por mais de um ano, dois, porque a população não aguenta e começa, começa a dar outras externalidades, nesse caso negativas. Assim, eu queria saber para você qual que é o caminho.
Assim, você acha que a gente já passou o Cabo da Boa Esperança ou ainda tem jeito esse país?
Obrigado, Sami. Emílio, é um prazer estar aqui, viu?
Obrigado.
Obrigado você, pô.
Obrigado você.
Você conhece a história do mestre Zen e do menino? Conhece Olha, num tempo longínquo, num reino distante, né, uma moça chegou para o mestre Zen e disse o seguinte: você viu aquele menino? Ele ganhou de aniversário um pônei. O menino fez 16 anos. Que maravilha, né? Aí o mestre Zen disse: depende. Aí o menino cai do cavalo, ele cai do pônei, quebra a perna. Essa mesma moça chega para o mestre Zen e diz o seguinte: puxa, que terrível, né?
O menino quebrou a perna. O mestre Zen fala: depende. Aí rompe uma guerra entre aquele cavalejo e um outro, todo mundo é convocado menos o menino.
Por quê?
Porque ele tá com a perna quebrada. Aí a moça vai lá para o Mestre Zen e diz assim, puxa, que beleza, né, esse menino não foi convocado para lutar guerra. O que que o Mestre Zen disse? Depende. Aqui entre nós, Sami, depende. Porque é o seguinte, vamos supor, se você tiver o Paulo Guedes conduzindo a economia do Brasil, Roberto Campos conduzindo a economia do Brasil, um cara como Adolfo Saxida conduzindo a economia do Brasil, eu acho que vai prevalecer aquela percepção de que a economia é o que ela é e o que os economistas, os agentes acham que a economia será.
Ou seja, a formação de expectativas ajuda a tornar os fundamentos que são amargos um pouco menos, um pouco mais palatáveis. Então esse negócio de quem estará no poder conduzindo a economia a partir de janeiro do ano que vem é muito importante, não só por conta, mais uma vez, daquilo que é a projeção para o futuro, mas porque você tem os mecanismos de progressão e mais uma vez gerando aquele entusiasmo no mercado, colocando o Brasil mais uma vez numa trajetória de reformas modernizantes.
Então depende muito de quem tiver na condução. É verdade que algum ajuste terá de ser feito, mas a maneira pela qual ele se efetiva, o tempo que ele dura e o sucesso vai depender de quem estiver segurando o volante.
Então quer dizer que tem jeito?
Então depende, depende do cavalo, do pônei.
É inevitável.
Você se lembra, você teve, tem muita gente que fala assim, governo Lula 1, Lula 2, Lula 3, aí eventualmente governo Lula 4. Na minha opinião não existe isso, existe um longo governo do PT que começou em 1º de janeiro de 2003 e que vai pelo menos até janeiro do ano que vem, tá certo? É um período longo. Se você é um brasileiro que nasceu em 1985, de 45, você se tornou maior de idade no ano em que o governo do PT pela primeira vez esteve, que o PT pela primeira vez esteve no poder.
Se você tiver uma recondução agora do presidente da República, em 2031 você será um brasileiro de 46 anos de idade e você viveu 80% da sua vida adulta, ou seja, você viveu todas as semanas úteis da sua vida num país liderado pelo PT. Então o que que é a característica desse tipo de administração econômica? Períodos expansão, ou favorecidos pela conjuntura internacional, ou por meios artificiais de você inflar atividade econômica com injeção estatal, isso necessariamente demanda um período corretivo.
Ora, nós conhecemos o Joaquim Levy, que é um grande economista, economista da Universidade de Chicago, tentou fazer essa correção. O que que aconteceu? Foi torpedeado por aqueles mesmos que estavam encastelados naquelas posições de poder. Então é uma situação muito difícil, na minha opinião, se você tiver a recondução do atual grupo que tá no poder. Ela é, mais uma vez, ela é mais palatável se você tiver uma alternativa.
Outro erro: o governo usa muito, né, a narrativa de soberania quando vai negociar com os outros países, com Estados Unidos e com a China. Mas no final das contas, né, como Paulo Guedes que você citou aqui, precisa fazer negócio com os dois países. Qual que você acha que é a forma correta para fazer isso e não ser narrativa?
Veja, Eu acho que no caso das relações com a China, Daniel, hoje de cada $100 que o Brasil exporta, $35 vão para a China. Aliás, de cada $2 que o Brasil exporta, um vai para a Ásia. Então a Ásia é muito importante. Você tem uma parcela significativa da população mundial lá, eles crescem economicamente de uma forma muito vibrante. Quando você cresce a partir de uma renda bastante baixa, as pessoas vão consumindo mais calorias, vão consumindo mais nutrientes.
São coisas que a gente tem para vender. Europa, com excelente qualidade. Então a China e outros países daquela região vão continuar muito importantes para nós. O que nós não podemos ter é inocência em relação a eles, né? Por exemplo, eu tenho às vezes a impressão que quando o atual presidente da República, né, olha para os chineses, ele olha ali um grupo de chineses, poxa, amigos, um grupo de amigos. E quando os chineses olham para o presidente da pública, parece um pouco aqueles desenhos de antigamente, né, que você tem dois personagens no deserto, eles estão com tanta fome, né, que um olha para o outro e vê um frango assado.
Quer dizer, uma coisa meio faixa branca, né, fácil de deglutir. Quando na realidade os chineses estão buscando os interesses deles, tá certo? Não é nenhuma grande solidariedade por conta dessas bobagens de saúde global. Não, eles precisam criar alternativas, eles precisam comprar alimentos de alguma parte do mundo, apesar de terem, digamos assim, avançado bastante na sua autossuficiência, são os maiores produtores de alimentos do mundo, mas ainda assim são os maiores importadores líquidos do mundo.
Eles estão travados, né, numa mega competição com os Estados Unidos. Então precisam ficar menos dependentes dos Estados Unidos, vão ficar dependentes de nós. Agora, em relação aos Estados Unidos, veja, você não tem nenhum milagre econômico, Emílio, nesses últimos 70, 80 anos que tenha sido feito sem algum tipo de relação construtiva com os Estados Unidos. Coreia do Sul, Japão, Singapura, China, tá certo? Mesmo China, com todo esse arranca-rabo entre China e Estados Unidos.
Hoje o comércio entre China e Estados Unidos é de 1,8 bilhão de dólares a cada 24 horas. Os caras têm uma mega interdependência. Eu acho que a gente tá sub-representado naquilo que a gente tá vendendo para os Estados Unidos, mesmo antes, né, de 2 de abril do ano passado, que é quando o Trump começa a implementar essa política mais protecionista de comércio, de tudo aquilo que os americanos compram do mundo, o que vem do Brasil representa 1%. É muito pouco.
Então, mas você acha que os Estados Unidos, foi o capitalismo dos Estados Unidos que propiciou a derrocada americana nesse momento? Porque, por exemplo, o Tim Cook lá, quando ele foi fazer o iPhone, que ele contratou as fábricas chinesas, chegou nos Estados Unidos, tinha o funcionário que ganha mais, tinha todo aquele esquema dos Estados Unidos, né, que a gente tem aqui no Brasil, aquele custo, aquele custo, sindicato, aquela história toda que a gente tem aqui.
Aí o chinês falou assim, quanto você vai gastar?
Ele falou, gastar, sei lá, $10 para fazer. Ele falou, não, eu faço para você por $2. Ele falou, olha que sensacional! Só que todo mundo perdeu o emprego, né? E a China cresceu. Isso é o como é que essa conta— e agora os caras querem reverter isso. O Trump com essas tarifas aí que o Sami falou que talvez estão querendo revogar. Como é que o cara vai fazer esse? E a Ásia cresceu uma loucura, né, Emílio?
Eu acho que essa história do declínio americano é conversa para boi dormir, às vezes uma conversa entoada pelos próprios americanos. Agora, se você pegar de 1871, foi o ano que os Estados Unidos ficaram maior que a Inglaterra, passaram a ser a maior economia do mundo. Até hoje, faça chuva, faça sol, democrata, republicano, com guerra ou sem guerra, os Estados Unidos têm 25% no mínimo da economia mundial. 1 em cada 4 dólares que o mundo produz vem de um país que tem 350 milhões de pessoas, num mundo que tem 8 bilhões de pessoas.
Vamos lá, você vai para o nível das empresas. A NVIDIA, Sami, vale quanto hoje? 4,5 trilhões?
Não, não, mas eu sei, mas e a população? Porque hoje você vê muito desemprego, você vê muita miséria, você vê muito, você vê muito isso, né?
Renda per capita de $90 mil. Os Estados Unidos têm hoje um desemprego muito baixo, talvez seja o país com o menor desemprego dentre as economias desenvolvidas do G20. É verdade que o peso relativo da indústria e da manufatura como fatia de tudo aquilo que dos Estados Unidos, caiu. Mas isso não os impediu de superar a crise energética dos anos 70, a crise da dívida dos anos 80, vencer a Guerra Fria nos anos 90, superar a grande recessão de 2008, e numa série de áreas aí, como é o caso da inteligência artificial, liderar o mundo.
Se você pegar, Emílio, esse período de 2001 até 2019, no primeiro ano da COVID, se você pegar a ascensão do PIB americano e ascensão do PIB chineses, a boca de jacaré entre os dois vinha se fechando. Tinha muita gente, eu inclusive, que achava que 2027, 2028, a China ia ultrapassar o PIB nominal americano. Nos últimos 5 anos, a boca de jacaré voltou a subir.
Então, mas existe ainda a classe média americana como existia, sei lá, há 30 anos atrás? A classe média, eu digo.
Você pode pegar a classe média comparado com o que era a classe média dos Estados Unidos daquele período da geração do Baby Boom, ou comparar com outros países de desenvolvimento relativo semelhante. Por exemplo, hoje, se você pegar o estado mais pobre dos Estados Unidos, que é o Mississippi, eles têm uma renda per capita maior que a da Itália, sim, sim, que a da Inglaterra, que a da França, que a do Japão, que era um grande bicho-papão.
Então é narrativa isso? É conversa mole?
Eu acho, eu acho que se instalou nos Estados Unidos, Emílio, uma mentalidade de que Nós fomos muito abertos demais ao resto do mundo, isso permitiu a ascensão de uma economia como a China, que é potencialmente antagônica. Nós não queremos cometer esse mesmo erro com a Índia. Ao contrário do que foi a relação entre os Estados Unidos e a União Soviética, hoje a China lidera em certas áreas tecnológicas que têm grande alcance de mercado, né?
Se você pegar, por exemplo, de parcerias comerciais, hoje cada 3 países do mundo, 2 fazem mais negócios com a China do que com os Estados Unidos. Então houve uma perda relativa de poder americano. Agora, do ponto de vista absoluto, os caras estão muito fortes ainda, muito fortes.
Muito bem, boa, que aula, hein? O cara, isso aí é para você aprender. Fazer break, Dede? A hora que ele quer um break. Reginaldinho, Dede pediu, temos que fazer o break. Vamos lá.
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A gente continua nas plataformas para você que tá na TV, na rede. A gente continua continua aqui.
Eu queria fazer uma pergunta. Eu vi uma entrevista que o senhor deu sobre o ESG 2.0. Gostaria de entender o que seria e qual seria o impacto também nas empresas, a relação com a China. O que esse ESG 2.0 tem para acontecer para dar uma mudada aqui no mercado e nas empresas?
Então, se a gente entrasse numa máquina do tempo, voltasse 20 anos atrás, você ia ver que no nível dos governos, das empresas, né, das estratégias corporativas, corporativas, essa sigla, né, ESG, passou a povoar, né, que são as iniciais de E, environment, né, meio ambiente, S de social e G de governança. Até no organograma das empresas, né, se criou diretorias, né, de política ambiental, mesmo responsáveis por ESG. Eu não sou completamente antagônico a essa agenda, eu acho que tem alguma coisa que se você tirar essa parte mais woke dá para salvar bacana aqui, inclusive do ponto de vista de preferência do consumidor e de modernização tecnológica.
Só que o fato é que no momento em que, por exemplo, a segunda maior economia do mundo, que é a China, tá queimando carvão como queimava nos anos 50, a terceira maior economia do mundo do ponto de vista da paridade do poder de compra, que é a Índia, né, tá refinando petróleo como se não houvesse amanhã. Se você pegar das 20 cidades mais poluídas do mundo, 18 são indianas. A Rússia, grande vendedora de petróleo, tem esse ativo na sua negociação com os europeus.
Os europeus, que era o berço, né, de toda essa conversa de ESG, a Europa, entre outras coisas, é uma superpotência na exportação de narrativas, né? Então os europeus, com essa política ambientalmente correta ou socialmente correta, no momento em que os russos invadiram a Ucrânia e os russos começaram a manobrar o próprio fornecimento de petróleo, o que que os europeus tiveram que fazer? Ou eu volto um pouco, né, para combustíveis originais, outras fontes tradicionais, vai ficar para trás, ou eu vou ter que queimar os móveis da sala quando chegar o inverno.
Então essa conversinha foi para lá. Aí você vai para os Estados Unidos, que se tornaram o maior produtor mundial de petróleo, e você tem um presidente que fala drill, baby, drill, vamos meter, vamos furar poço para aumentar o estoque de petróleo. Há um choque de energia barata nos Estados Unidos que tá ajudando, por exemplo, a produtividade daquele país. Então essa ESG 1.0, ainda mais no contexto de mais conflitos internacionais, me parece tá sendo substituído por aquilo que eu chamei num artigo de ESG 2.0.
E de economia, S de segurança e G de geopolítica. Se você pegar esses grandes gestores, por exemplo, o Larry Fink, né, da BlackRock, na última carta dele, ele não fala de fala de ambiente, ele fala de petróleo, ele fala de geopolítica, ele fala de território, fala de energia, tá certo? Esses são os grandes temas, né? Me parece, não é que a agenda do ESG original desapareceu, mas ela foi para trás. Quem tá segurando hoje o manche é sobretudo a geopolítica.
E o Brasil, hein? Onde é que o Brasil vai? Porque o Brasil já não tem mais tanta importância, né? Eles não dão mais muita importância para o Brasil, já foi mais importante, né? Eu digo assim mundialmente.
Você sabe que eu acho que não, Emílio? Eu acho o Brasil super importante. É porque é o seguinte, você viaja pelo mundo, você vai pegando aqui pelo canto do ouvido o pessoal falar sobre segurança alimentar, segurança alimentar, comida, segurança alimentar, alimentos, água, o Brasil diz presente. Aí fala-se muito sobre diversidade energética, não só de força do vento, força do sol, elétrica, também petróleo, etc. O Brasil diz presente.
Você tem toda essa coisa agora dos tais dos minerais críticos, que são os insumos fundamentais para ciência e para economia do século 21. Aí tem um negócio chamado Serviço Geológico dos Estados Unidos, é uma compilação de onde se encontram, né, esses minerais no mundo. Primeiro lugar tá a China. Quem que tá em segundo lugar e numa posição com mais reservas comprovadas do que o terceiro, quarto, quinto, sexto e sétimo colocado? O Brasil. Então o Brasil tem muita importância.
Mas e a prosperidade da galera, do povo? Porque uma coisa é você ter tudo, que sempre ouvi falar, né? O Brasil tem tudo, o Brasil é rico e tal. Mas o povo não tem, ele não vê prosperidade, né? O povo, o povo, ele não sente isso no bolso, na vida dele, né? Sempre trabalhar durante o dia para comer à noite, sempre trabalhar para comer à noite. Boa noite.
Um pouquinho antes de entrar aqui, eu tava falando com uma colega da produção, Emílio. Ela falou assim, o senhor é economista, mas o senhor é diplomata, né? Eu tava lembrando que quando eu entrei no Itamaraty, 1992, Emílio, a economia do Brasil era maior que a economia da China. Sim, né? Hoje a economia da China é 8 vezes maior do que a economia do Brasil. Agora, é por alguma coisa que, enfim, todo mundo criou um complô contra o Brasil? Não, nós fizemos erros. O PT toca disse? Eu acho que nós tivemos—
Você tá botando na conta do Petoca que está aí desde 85, comandante?
Vamos lá, vamos lá. Você tem, você tem dois governos do presidente Fernando Henrique Cardoso, sim, governos algo que de arrumação, depois de um longo período hiperinflacionário. As coisas, a bola, a bola chega mais no chão, ela chega menos quadrada no início de 2003, apesar dos caras dizerem que herdaram uma herança maldita. E aí você tem um grande período internacional de expansão, sobretudo com o crescimento da Ásia, que dá um valor maior para tudo aquilo que a gente tem vantagem comparativa, tá certo?
Ali que a gente deveria ter feito grandes momentos, movimentos de reforma, nós não fizemos. E isso cria um teto baixo, por exemplo, para que o Brasil invista em pesquisa, desenvolvimento, inovação, que é a antessala daquilo que você tá chamando de geração de prosperidade. A gente acaba sendo uma economia muito criativa, tem muita gente criativa, mas nós não somos muito inovadores. Por exemplo, a partir de janeiro do ano que vem, você acha que se você tiver uma reeleição do presidente da República começa no país um estupendo período de reformas?
De maneira alguma.
Vai acontecer isso? Não, como vai acontecer, tá certo?
Então, mas teve a chance ali com o Paulo Guedes, né? O Paulo Guedes, porque ali você via Pô, vai, o Brasil vai mudar, vai ter economia de mercado, a gente vai ver uma coisa diferente, né? A gente vai ter oportunidade de, que é aquilo que você falou, né? Quem nasceu em 85 tá velho agora e não viu outro país, né? Mas veio pandemia, veio toda aquela coisa, essa brigaiada, essa confusão.
Aí Paulo Guedes é o mais brilhante economista que já teve à frente de uma pasta econômica do governo brasileiro. Ele se preparou para isso no Brasil e em Chicago. Ele foi conselheiro econômico do candidato Guilherme Afife Domingos em 1989, e ele foi procurado pelo presidente Bolsonaro, à época candidato, para montar uma equipe econômica. Ele criou uma agenda absolutamente extraordinária, só que depois de 14 meses de governo, o mundo foi afligido por aquela que é a maior crise.
Eu vi que vocês estavam falando sobre COVID. Na percepção de todos, a maior crise de saúde pública desde a gripe espanhola do século passado. E aí você tem que ter uma, enfim, você tem que cuidar das pessoas, você tem que reagir. Aquela que é a sua agenda propositiva fica um pouco refém desse, dessa que é a conjuntura. É como se fosse um jogo de tênis, né? No jogo de tênis, o que que você faz? Você utiliza o seu saque como a sua estratégia.
Agora, se só seu adversário saca, você fica só respondendo. É um pouco esse tipo de situação, uma conjuntura que não favoreceu aquele momento, mas que vai favorecer agora. Porque esse ESG, né, que você mencionava, nesse mundo que é mais intensivo em geopolítica, na minha opinião, ele é mais prejudicial, ele cria mais obstáculos do que benefícios para a grande maioria dos países. Agora, pelas características do Brasil, não é nenhum mérito administrativo, é apenas uma característica de para onde o mundo tá indo.
Curiosamente, o mundo oferece mais uma vez uma chance muito grande para o nosso país.
A chance tá—
eu queria saber se se num eventual convite você aceitaria essa bucha aí, né?
Paulo Guedes já falou que não quer saber, que não quer montar a chapa, chapa com pão, porque assim já convenceu ali o Gordão.
O Paulo Guedes aqui, o Paulo Guedes já falou que não tem mais interesse. Como você falou, um cara brilhante. E eu queria saber se eu, com eventual convite, se você toparia pegar essa bucha aí para o ano que vem.
Não, tá certo.
Forte abraço. Eu, sem falar em pastas, né, sem falar em pastas, eu acho que em algum momento, né, eu gostaria bastante de contribuir para o Brasil, claro.
Aí, tá vendo?
Tá certo aí, Flávio.
Pera aí que eu vou escrever uma carta aqui.
Quem tem?
Mas aonde o Brasil erra que você fala tanto assim, né? Porque a gente tem tanta oportunidade de beira com esse abismo aí econômico. Por que que o Brasil vai tão mal? O governo assim, a gente tá vendo a América do Sul indo mais para direita, né, os outros países. Você acha que o governo de esquerda, você que já trabalhou também nessas áreas também diplomáticas, ele erra? O país, ele costuma ir mais—
Veja, Daniel, você tem duas maneiras de interpretar o que alguns estão chamando de onda azul, né? Uma é pela lente político-ideológica cultural. Perfeito. Eu não tô dizendo que isso não é importante. Agora, eu acho que tem alguma coisa que é mais relevante para decisão do eleitor, que é: tá indo bem ou não tá indo bem? É aquilo que nas empresas a gente chama de indicadores de performance, né, tal dos KPIs. Os seus indicadores são bons ou não?
Você fez uma boa gestão ou não? Como não é uma boa gestão, você troca de governo. E é uma coincidência entre má gestão, situação desfavorável, e governos de centro-esquerda na nossa região. Por isso que mudou Chile, mudou Bolívia, mudou Peru, mudou Colômbia, e assim por diante. Eu imagino que isso também possa chegar no Brasil. E aí E claro, já falando do Pra Frente X, uma das coisas que a gente precisa fazer é atrelar, por exemplo, o peso relativo dos impostos ao tamanho do Estado.
A gente vai ter que diminuir, nós vamos ter que fazer uma reforma de Estado no Brasil. Todo mundo diz aqui que a gente fez uma reforma tributária. Então você de fato simplificou alguns impostos, você acelerou o procedimento, só que você não mexeu no peso relativo do Estado. Então é como se fosse uma corrida de triatlon, que o cara nada bem, ele corre bem, só que na hora que ele sobe na bicicleta ele tá tão pesado que ele quebra, e portanto ele acaba perdendo pontos.
Veja, nesse momento, Daniel, que a gente fala, de cada $100, né, cada R$100 que o Brasil produz, R$33 vão na forma de carga tributária, certo? Eu vi o Sami também mencionando a política americana de tarifas. Isso, eu acho que essa política americana de tarifas vai machucar muito os Estados Unidos.
Já tá machucando.
Agora, ao mesmo tempo, eles estão fazendo algumas coisas do ponto de vista de desregulamentação, desburocratização, facilitar a vida do empreendedor e corte de impostos, que tem algo que compensa, que compensado os efeitos negativos da política tarifária. Por exemplo, hoje a carga tributária como percentual do PIB nos Estados Unidos é 25% e está caindo. Então, se de repente você é uma empresa que quer diminuir a sua exposição a risco, você tá na China há 20 anos, você não quer ficar mais lá, para onde você vai?
Você vai para os Estados Unidos ou para o Brasil? Ou então você vai para o Uruguai, que tá se aproveitando do Uruguai muito, né, do peso relativo aqui. Então você, você absolutamente estrutural mexer na reforma do Estado até como forma de que os impostos possam cair sobre consumidores e as empresas no país.
Mas com esse pensamento atual não vai acontecer isso, porque, porque não é a carreta furacão, é o companheiro, companheiro, companheira gasta tudo para receber uma recompensa.
É isso aí, uma mentalidade muito arrecadatória, né? Vai extrair mais recursos ainda.
Mas você acha que tem onde arrancar mais? Pô, pegaram até as moedinhas lá do lago. Você viu que ele mandou? O Lula falou: pega as moedinhas do lago. Tô falando para vocês, pensamento aí, raspou as moedinhas lá, velho. Tá precisando de dinheiro, pô.
Isso também não é até uma questão de problema de foco, né? Em vez de você tá focado um aumento da produção, da produtividade, você tá absolutamente concentrado em drenar mais recursos da sociedade para o governo. Não tá bom não.
Então, porque parece aqui no Brasil, parece que penaliza. Quanto melhor tiver o teu business, mais você tem— parece que penaliza você.
Então você falou, ó, malvadão, se você vai bem, o cara vai pegar. O pensamento da canhota. Então O cara que dá bem é o explorador, ele tá fazendo algo errado.
O Tom Jobim, o Tom Jobim, Emílio, dizia que no Brasil o sucesso é uma ofensa pessoal.
Mas você acha que tem como mudar esse pensamento? Porque isso é meio enraizado, né, meio cultural até isso.
O Brasil, na realidade, Emílio, é como se fosse um arquipélago, né? Você tem ilhas de excelência extraordinárias no Paraná, em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul, aqui em São Paulo, tem extraordinárias no Sudeste, tem coisas espetaculares. Hoje você vai numa cidade como Cuiabá, Campo Grande, no Centro-Oeste do Brasil, né, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, você tem exemplos extraordinários que gente começou com uma cultura no setor do agro razoavelmente rudimentar, mas de repente tá entrando no setor de satélites, no setor de tecnologia, no setor de propriedade intelectual.
Então tem muita coisa boa acontecendo no Brasil. Ela não é sistêmica e ela não tá puxada por um governo simpático. Sabe aquela coisa do Paulo Guedes de tirar o governo do cangote do empresário. Isso é absolutamente fundamental.
É, é. E sem pergunta, professor, você ficou alguma oportunidade? Agora palestra aqui é uma vez por ano.
Qual que você acha que é a principal reforma que a gente precisa fazer? Porque uma coisa que acontece, até falou do Paulo Guedes, eu cheguei a perguntar para o Flávio também, para outros candidatos, quem quem vai ser o ministro da Fazenda e ninguém fala. A economia não é tratada pelos políticos como prioridade. Não sei se é porque eles não sabem, vamos ver isso depois, ou se eles têm medo de pôr um nome e isso gerar algum tipo de rejeição. No seu entendimento, qual que é a primeira reforma que deveria ser feita?
Assim, você entrou na cadeira, você quer ajudar o país, 1º de janeiro, onde que você mexeria Primeiro, Sami, só sobre a importância que ainda perdura desse tema do Paulo Guedes. Você lembra que na campanha de 2018, na que elegeu o presidente Bolsonaro, vocês sabem quando essencialmente foi anunciado Paulo Guedes como, entre aspas, o guru da campanha? Foi no dia 27 de novembro, 27 de novembro de 2017. E aquilo foi fundamental, me parece, para vitória do presidente Bolsonaro.
Sim, agora o legado do Paulo Guedes, né, da sua equipe, etc., permanece e oferece uma espécie de colchão de sustentabilidade do que viria a ser uma política econômica, por exemplo, do senador Flávio Bolsonaro, presidente Flávio Bolsonaro, se ganhar as eleições, por conta desse legado. Veja, a gente, há uma combinação entre privatizações, concessões, diminuição de benefícios, benefícios. Nós vamos, nós vamos ter que fazer uma, nós vamos ter que repensar a própria questão da Seguridade Social e da Previdência por conta do aumento da expectativa média de vida ao nascer.
Você, se você disser que você vai priorizar uma, automaticamente você tira a importância relativa das outras. É uma visão holística, essas coisas têm que ser atacadas todas mais ou menos ao mesmo tempo.
Muito bem, maravilha.
Acabou?
Acabou, né? Você tem mais uma?
Se for rapidinho, Guruja, é isso, pegando a carona no que o Sami falou, você acha que vai ter necessidade de fazer algo que o Milei fez lá? Então, porque assim, é mexer em coisa que não é popular, é difícil para caramba, né? Porque isso aí, de repente, o cara pode, pode até valer uma reeleição, se for o caso do Flávio ou qualquer um que seja. Você acha que precisa ser tão radical quanto o Milei foi na Argentina?
Não. Você sabe que o Michael Reed, né, que foi correspondente da The Economist no Brasil, ele escreveu um livro sobre o país e disse o seguinte: olha, o liberalismo é uma planta que não cresceu no jardim brasileiro. Na Argentina é pior ainda, não colocaram nem a semente. Nós, quando estávamos no governo, tínhamos uma boa relação com a equipe econômica do ministro, do presidente Macri. Só que ele começou o governo dando boas notícias e terminou o governo tendo que dar as notícias duras.
O presidente Milei fez o contrário. Me parece que a situação hoje é muito melhor do que quando ele ele assumiu, a meu ver, ele vai ser reconduzido à Casa Rosada. No caso do Brasil, a nossa situação, apesar de delicada, ela não é tão grave quanto a Argentina. E a gente tem também uma espécie de histórico de saber o que funciona e o que não funciona, mais do que os argentinos, certo? Então eu acho que a minha, a minha, talvez a gente precise menos de um personagem como o próprio presidente Milei acha, entende que que ele é.
E nós precisamos mais daquilo que a gente poderia chamar de uma equipe, né, que vai tocar essa agenda adiante.
Então tá mais tranquilo, então tá bom.
É muito midiático, né, ele foi muito midiático, né, porque a Argentina também é assim, né.
Numa das entrevistas do presidente Milei, ainda como presidente eleito, acho que junto com o Tucker Carlson, que aliás foi a entrevista mais vista da história da humanidade, ele diz o seguinte: olha, eu gosto de rock, meio que tem uma banda, fui goleiro, tá certo, tem esse meu cabelo aqui e consigo falar durante 90 minutos sobre John Stuart Mill ou Hayek, então eu virei um personagem interessante.
Bom, Troiro, obrigado por você ter vindo. Eu vou passar aqui as redes do Troiro, é @marcostroiro. Troiro é muito difícil falar e é T-R-O-Y-J-O, e aí você fala Troiro.
É que nem a palavra filho em espanhol, né?
Troiro, Troiro, T-R-O-Y-J-O. Marcos Troiro conversou com a gente para você seguir no X, e é o nosso mestre aqui, o professor deu uma aula aqui. Palestra é caríssima, mas para você que tá aqui no Pânico, você tem que agradecer ao Troiro que esteve aqui.
Obrigado, uma alegria. Obrigado, Emílio, obrigado.
Muito bacana você ter vindo, muito obrigado. Vai lá, Reginaldinho, faz o break, por favor. Nós vai ali e volta já.
Nós só vai ali e volta já.
Marco Luque, o Marco Luque é selvagem.
O Mustafa Raísmo é brisa de viver raspando no mamilo, meu Tereza.
Fica lá com aquela cara de, tá ligado?
Se eu tivesse uma cara dessa, não, você já viu um.
Segura nada, né? Isso não é um talk show.
Hoje às 10:30 da noite na Jovem Pan.
Não vá para cama sem mim.
Gordinha, pensando em nós, mano.
Você para deilão, cincão, fica seu critório.
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Tennessee 2012.
De volta, voltemos, o pânico voltou! De volta, voltamos. Só, nossa, que entrevista! Claro, é óbvio, mas isso não é porque o programa é bom e nós somos geniais, é porque você merece essa audiência. Você, querido ouvinte, telespectador, você mereceria isso todos os dias, mas infelizmente não temos todos os dias alguém deste calibre e deste quilate. Então você todo dia tem que aceitar ou um gol ou uma bola na trave. Afinal, a vida é assim.
E não crie expectativa para amanhã.
Exatamente. Não ache que amanhã vai ser bom, porque você pode se dar mal. Tchau, pessoal!
Tchau, pessoal!
Tchau, pessoal! Mas já terminou? Terminou! Eles não dizem.
Xabarabara, já está na hora de encerrar. Pra quem já almoçou, pode aproveitar e sair pra cá.
Terminou, terminou, acabou, acabou, pelo amor de Deus, acabou mesmo, acabou, acabou mesmo. A opinião dos nossos comentaristas não reflete necessariamente a opinião do Grupo Jovem Pan de Comunicação. Realização Jovem Pan.
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